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DIREITO ELEITORAL - APURAÇÃO


Código Eleitoral
INTRODUÇÃO
Art. 1º - Este Código contém normas destinadas a assegurar a organização e o exercício de direitos políticos, precipuamente os de
votar e ser votado.
Parágrafo único. O Tribunal Superior Eleitoral expedirá Instruções para sua fiel execução.
...........
DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
...........
Art. 365. O serviço eleitoral prefere a qualquer outro, é obrigatório e não interrompe o interstício de promoção dos funcionários
para êle requisitados.
Art. 366. Os funcionários de qualquer órgão da Justiça Eleitoral não poderão pertencer a diretório de partido político ou
exercer qualquer atividade partidária, sob pena de demissão.
...........
Art. 379. Serão considerados de relevância os serviços prestados pelos mesários e componentes das Juntas Apuradoras.
§ 1º Tratando-se de servidor público, em caso de promoção, a prova de haver prestado tais serviços será levada em
consideração para efeito de desempate, depois de observados os critérios já previstos em leis ou regulamentos.
§ 2º Persistindo o empate de que trata o parágrafo anterior, terá preferência, para a promoção, o funcionário que tenha servido
maior número de vezes.
§ 3º O disposto neste artigo não se aplica aos membros ou servidores de Justiça Eleitoral.

- APURAÇÃO
Código Eleitoral
TÍTULO V - DA APURAÇÃO - CAPÍTULO I - DOS ÓRGÃOS APURADORES
..........
Art. 158. A apuração compete:
I - às Juntas Eleitorais quanto às eleições realizadas na zona sob sua jurisdição;
II - aos Tribunais Regionais a referente às eleições para governador, vice-governador, senador, deputado federal e estadual, de
acôrdo com os resultados parciais enviados pelas Juntas Eleitorais;
III - ao Tribunal Superior Eleitoral nas eleições para presidente e vice-presidente da República , pelos resultados parciais
remetidos pelos Tribunais Regionais.
Resolução/TSE 21.635/04, art. 94 - Os eleitores nomeados para compor as juntas eleitorais e os
requisitados para auxiliar seus trabalhos serão dispensados do serviço, mediante declaração
expedida pela Justiça Eleitoral, sem prejuízo do salário, vencimento ou qualquer outra vantagem,
pelo dobro dos dias de convocação (Lei 9.504/97, art. 98).

Resolução/TSE nº 21.635/04
TÍTULO I - DA APURAÇÃO - CAPÍTULO I - DAS PROVIDÊNCIAS PRELIMINARES
SEÇÃO I - DAS JUNTAS ELEITORAIS
Art. 1º Em cada zona eleitoral haverá pelo menos uma junta eleitoral, composta por um juiz de direito, que será o presidente, e
por dois ou quatro membros titulares, convocados e nomeados por edital, até sessenta dias antes da eleição (CE, art. 36, caput e §
1º).
§ 1º Ao presidente da junta eleitoral é facultado desdobrá-la em turmas, se necessário.
§ 2º Não podem ser nomeados membros das juntas eleitorais, escrutinadores ou auxiliares (CE, art. 36, § 3º, I a IV):
I - os candidatos e seus parentes, ainda que por afinidade, até o segundo grau, inclusive, bem assim o cônjuge ou
companheiro;
1 - Art. 98 - Da homologação da respectiva convenção partidária até a apuração final da eleição,
não poderão servir como juiz eleitoral o cônjuge, parente consangüíneo ou afim, até o segundo grau,
de candidato a cargo eletivo registrado na circunscrição (CE, art. 14, § 3º).
2 – Instrução/TSE 64/02, art. 96 - Não poderá servir como escrivão eleitoral ou chefe de cartório,
sob pena de demissão, o membro de órgão de direção partidária, nem o candidato a cargo eletivo, seu
cônjuge ou parente consangüíneo ou afim, até o segundo grau (CE, art. 33, § 1°).

II - os membros de diretórios ou de qualquer órgão de partido político;


III - as autoridades e agentes policiais, bem como os funcionários no desempenho de cargos de confiança do Executivo;
IV - os que pertencerem ao serviço eleitoral;
V - os fiscais e delegados de partido político ou coligação;
VI - os menores de dezoito anos (Lei 9.504/97, art. 63, § 2º).
§ 3º Não podem ser nomeados para compor a mesma junta eleitoral ou turma (Lei 9.504/97, art. 64):
I - os servidores de uma mesma repartição pública ou empresa privada;
II - os que tenham entre si parentesco em qualquer grau.
§ 4º Não se incluem na proibição do inciso I do § 3º deste artigo os servidores de dependências diversas do mesmo
ministério, secretaria de Estado, secretaria de município, autarquia ou fundação pública de qualquer ente federativo nem de
sociedades de economia mista ou empresas públicas, bem como os serventuários de cartórios judiciais e extrajudiciais diferentes.

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Art. 2º Se necessário, poderão ser organizadas outras juntas eleitorais, tantas quanto permitir o número de juízes de direito
que gozem das garantias do art. 95 da Constituição Federal, mesmo que não sejam juízes eleitorais (CE, art. 37, caput).
Parágrafo único. Nas zonas eleitorais em que for organizada mais de uma junta eleitoral, ou quando estiver vago o cargo de juiz
eleitoral ou estiver este impedido, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral, com a aprovação deste, designará juízes de direito da
mesma ou de outras comarcas para presidirem as juntas eleitorais (CE, art. 37, parágrafo único).
Art. 3º Ao presidente da junta eleitoral é facultado nomear, entre cidadãos de notória idoneidade, escrutinadores e
auxiliares em número capaz de atender à boa marcha dos trabalhos (CE, art. 38, caput).
§ 1º É obrigatória essa nomeação sempre que houver mais de dez urnas com cédulas a apurar (CE, art. 38, § 1º).
§ 2º Na hipótese do desdobramento da junta eleitoral em turmas, o respectivo presidente nomeará um escrutinador para servir
como secretário em cada turma (CE, art. 38, § 2º).
§ 3º Além dos secretários a que se refere o parágrafo anterior, será designado pelo presidente da junta eleitoral um
escrutinador para secretário-geral, competindo-lhe (CE, art. 38, § 3º, I e II):
I - lavrar as atas;
II - tomar por termo ou protocolizar os recursos, neles funcionando como escrivão.
Art. 4º Contra a nomeação das juntas eleitorais, turmas, escrutinadores ou auxiliares, qualquer partido político ou coligação poderá
oferecer impugnação motivada ao juiz eleitoral, no prazo de três dias, contados da publicação do edital a que se refere o caput do
art. 1º desta Instrução, devendo a decisão ser proferida em 48 horas (CE, art. 39).
Art. 5º Compete à junta eleitoral, após as 17 horas do dia das eleições (CE, art. 40, I a IV):
I - apurar as eleições realizadas nas seções eleitorais sob sua jurisdição, no prazo determinado;
II - resolver as impugnações e demais incidentes verificados durante os trabalhos da apuração;
III - expedir os boletins de urna na impossibilidade de sua emissão normal nas seções eleitorais, utilizando-se do sistema
de votação, de recuperação dos dados ou do sistema de apuração eletrônica;
IV - lacrar o compartimento do disquete da urna eletrônica após a recuperação dos dados, nos casos de contingência;
V - lacrar o compartimento do disquete da urna eletrônica após o encerramento da apuração.

1 - Resolução/TSE 21.129/02, art. 22 – (...) a junta eleitoral providenciará a remessa dos


arquivos, em meio magnético, ao respectivo Tribunal Regional Eleitoral, pela rede de comunicação de
dados, ou, caso não seja possível, pelo meio mais rápido de que dispuser.
2 – Instrução/TSE 64/02, art. 21, § 1° - No início dos trabalhos, será emitido o relatório
"zerésima de apuração", que deverá ser assinado pelo secretário da junta ou da turma, e pelos
fiscais que o desejarem, devendo a junta registrar e anexar à ata para encaminhamento à comissão
apuradora.

CAPÍTULO II - DA APURAÇÃO DA VOTAÇÃO POR URNA ELETRÔNICA


SEÇÃO I - DA CONTAGEM DOS VOTOS
...........
Art. 9º - Os votos serão registrados e contados eletronicamente pelo sistema de votação da urna eletrônica nas seções
eleitorais.
Parágrafo único. À medida que os votos forem sendo recebidos, serão registrados individualmente e assinados digitalmente,
resguardado o anonimato do eleitor (Lei nº 9.504/97, art. 59, § 4º, alterado pela Lei nº 10.740/2003).
Art. 10 - Ao final da votação, a urna eletrônica procederá à assinatura digital do arquivo de votos, com aplicação do registro de
horário, e do arquivo do boletim de urna, de maneira a impedir a substituição de votos e a alteração dos registros dos termos de
início e término da votação (Lei no 9.504/97, art. 59, § 6º, alterado pela Lei nº 10.740/2003).
Art. 11. Na impossibilidade de votação ou de conclusão da votação na urna eletrônica, de modo a exigir a votação por cédulas,
estas serão apuradas pela junta eleitoral, ou pela turma, com emprego do sistema de apuração eletrônica, na forma prevista nesta
instrução.
SEÇÃO II - DOS BOLETINS DE URNA

Art. 12. Concluída a votação, a mesa receptora providenciará a emissão eletrônica do boletim de urna em 5 vias
obrigatórias, contendo o resultado da respectiva seção eleitoral, no qual serão consignados os seguintes dados (CE, art. 179, e
Lei nº 9.504/97, art. 68):
I - a data da eleição;
II - a identificação do município, da zona eleitoral e da seção eleitoral;
III - a data e o horário de encerramento da votação;
IV - o código de identificação da urna eletrônica;
V - o número de eleitores aptos;
VI - o número de votantes;
VII - a votação individual de cada candidato;
VIII - os votos de cada legenda partidária;
IX - os votos nulos;
X - os votos em branco;
XI - a soma geral dos votos.
§ 1º Além das providências previstas no caput, deverá ser emitido o boletim de justificativa.
§ 2º Poderão, ainda, ser emitidas até 10 cópias extras de boletins de urna.
Art. 13. Todas as vias do boletim de urna e a via do boletim de justificativa serão assinadas pelo presidente e pelo primeiro
secretário da mesa receptora e pelos fiscais de partido político ou coligação presentes que o desejarem (CE, art. 179, § 1º).
§ 1º As vias obrigatórias, descritas no caput do artigo anterior terão a seguinte destinação:

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I - uma via do boletim será afixada pelo presidente da mesa receptora em local visível da seção eleitoral;
II - três serão enviadas, juntamente com o disquete e demais documentos do ato eleitoral, à junta eleitoral, que
adotará as seguintes providências:
a) garantirá que uma via acompanhe sempre o disquete para cumprimento do disposto nesta instrução;
b) entregará uma via, mediante recibo, ao representante do comitê interpartidário de fiscalização, observando, se for o
caso, o disposto no art. 8º desta instrução;
c) afixará, imediatamente, uma via na sede da junta eleitoral, em local onde possa ser copiada por qualquer pessoa. (CE,
art. 179, § 3º);
III - uma será entregue, mediante recibo, aos fiscais dos partidos políticos e coligações presentes (CE, art. 179, § 4º).
§ 2º As cópias extras de boletins de urna, descritas no parágrafo único do artigo anterior, serão distribuídas conforme a
seguir:
I - até oito cópias para distribuição aos fiscais dos partidos políticos e coligações que as solicitarem;
II - no mínimo uma para representante da imprensa que fará distribuição de cópias aos demais interessados (Res.TSE nº
21.109/2002);
III - uma para o representante do Ministério Público.
Art. 14. A não-expedição do boletim de urna imediatamente após o encerramento da votação, ressalvados os casos de
defeito da urna eletrônica, constitui o crime previsto no art. 313 do CE (CE, art. 179, § 9º, e Lei nº 9.504/97, art. 68, § 2º).
Art. 15. O boletim de urna fará prova do resultado apurado, podendo ser apresentado à própria junta eleitoral caso o número de
votos constantes do resultado por seção não coincida com os nele consignados.

- APURAÇÃO NO TRIBUNAL SUPERIOR

Código Eleitoral
CAPÍTULO IV - DA APURAÇÃO NO TRIBUNAL SUPERIOR
..........
Art. 205. O Tribunal Superior fará a apuração geral das eleições para presidente e vice-presidente da República pelos
resultados verificados pelos Tribunais Regionais em cada Estado.
Art. 206. Antes da realização da eleição o Presidente do Tribunal sorteará, dentre os juizes, o relator de cada grupo de Estados, ao
qual serão distribuídos todos os recursos e documentos da eleição referentes ao respectivo grupo.
..........
Art. 211. Aprovada em sessão especial a apuração geral, o Presidente anunciará a votação dos candidatos, proclamando a seguir
eleito presidente da República o candidato, mais votado que tiver obtido maioria absoluta de votos, excluídos, para a
apuração desta, os em branco e os nulos.
§ 1º - O Vice-Presidente considerar-se-á eleito em virtude da eleição do Presidente com o qual se candidatar.
§ 2º - Na mesma sessão o Presidente do Tribunal Superior designará a data para a expedição solene dos diplomas em sessão
pública.
Art. 212. Verificando que os votos das seções anuladas e daquelas cujos eleitores foram impedidos de votar, em todo o
país, poderão alterar a classificação de candidato, ordenará o Tribunal Superior a realização de novas eleições.
§ 1º Essas eleições serão marcadas desde logo pelo Presidente do Tribunal Superior e terão lugar no primeiro domingo ou
feriado que ocorrer após o 15º (décimo quinto) dia a contar da data do despacho, devendo ser observado o disposto nos números II
a VI do parágrafo único do art. 201.
§ 2º Os candidatos a presidente e vice-presidente da República somente serão diplomados depois de realizadas as eleições
suplementares referentes a esses cargos.

CF, art. 82 - O mandato do Presidente da República é de quatro anos e terá início em


primeiro de janeiro do ano seguinte ao da sua eleição.
CF, art. 78 - O Presidente e o Vice-Presidente da República tomarão posse em sessão do
Congresso Nacional, prestando o compromisso de manter, defender e cumprir a
Constituição, observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro, sustentar a
união, a integridade e a independência do Brasil.

Instrução-TSE nº 64/02
Seção I - Da Apuração no Tribunal Superior Eleitoral
..........
Art. 66. Para a totalização dos resultados da eleição presidencial será utilizado o processamento eletrônico de dados.
Art. 67. Expedidos os boletins, a junta eleitoral providenciará a remessa dos arquivos, em meio magnético, ao respectivo
Tribunal Regional Eleitoral, pela rede de comunicação de dados, ou, caso não seja possível, pelo meio mais rápido de que
dispuser.
Parágrafo único. Os resultados da totalização em cada unidade da Federação serão transmitidos, automaticamente, por
teleprocessamento, ao Tribunal Superior Eleitoral.
Art. 68. O Tribunal Superior Eleitoral fará a apuração geral das eleições para presidente e vice-presidente da República
pelos resultados verificados pelos tribunais regionais e pelos resultados verificados no exterior (CE, art. 205).

- APURAÇÃO NOS TRIBUNAIS REGIONAIS

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Código Eleitoral
..........
Art. 197. Na apuração, compete ao Tribunal Regional:
I - resolver as dúvidas não decididas e os recursos interpostos sôbre as eleições federais e estaduais e apurar as
votações que haja validado em grau de recurso;
II - verificar o total dos votos apurados entre os quais se incluem os em branco;
III - Determinar os quocientes, eleitoral e partidário, bem como a distribuição das sobras;
IV - proclamar os eleitos e expedir os respectivos diplomas;
V - fazer a apuração parcial das eleições para Presidente e Vice-presidente da República.
.........
Art. 203. Sempre que forem realizadas eleições de âmbito estadual juntamente com eleições para presidente e vice-presidente da
República, o Tribunal Regional desdobrará os seus trabalhos de apuração, fazendo tanto para aquelas como para esta, uma ata
geral.
§ 1º A Comissão Apuradora deverá, também, apresentar relatórios distintos, um dos quais referente apenas às eleições
presidenciais.
§ 2º Concluídos os trabalhos da apuração o Tribunal Regional remeterá ao Tribunal Superior os resultados parciais das
eleições para presidente e vice-presidente da República, acompanhados de todos os papéis que lhe digam respeito.

Instrução TSE nº 64/2002


..........
Art. 62. Compete ao Tribunal Regional Eleitoral resolver as dúvidas não decididas e os recursos interpostos sobre as
eleições e totalizar as votações que haja validado em grau de recurso, devendo também, totalizadas as votações, verificar o
total dos votos apurados, inclusive os em branco e nulos, e determinar os quocientes eleitoral e partidário, bem como a distribuição
das sobras e desempate de candidatos e médias.
§ 1° O Tribunal Regional Eleitoral, até o dia anterior às eleições, constituirá, com três de seus membros, presidida por um destes,
uma comissão apuradora (CE, art. 199, caput).
§ 2° O presidente do Tribunal Regional Eleitoral determinará a autuação, na classe própria, e a distribuição de processo, iniciado
pela portaria que constituir a comissão apuradora, funcionando como relator/a aquele/a que tiver sido designado para presidi-la.
§ 3° Finalizado o processamento eletrônico, o responsável pela área de informática do Tribunal Regional Eleitoral
providenciará a emissão do relatório do resultado da totalização, conforme modelo aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral, e
encaminhá-lo-á, devidamente assinado, à comissão apuradora, para instrução do relatório geral de apuração de que trata o art. 199,
§ 5°, do CE.
§ 4° O relatório a que se refere o parágrafo anterior substituirá os mapas gerais de apuração.
§ 5° O Presidente da comissão designará um funcionário do Tribunal para servir de secretário, e, para auxiliarem os seus
trabalhos, tantos outros quantos julgar necessários (CE, art. 199, § 1°).
§ 6° De cada sessão da comissão apuradora será lavrada ata resumida (CE, art. 199, § 2°).
§ 7° Os trabalhos da comissão apuradora poderão ser acompanhados por delegados dos partidos políticos e coligações,
sem que, entretanto, neles intervenham com protestos, impugnações ou recursos (CE, art. 199, § 4°).
§ 8° Ao final dos trabalhos, a comissão apuradora apresentará ao Tribunal Regional Eleitoral o relatório geral de
apuração, do qual constarão, pelo menos, os seguintes dados (CE, art. 199, § 5°):
I - as seções apuradas e o número de votos apurados diretamente pelas urnas eletrônicas;
II - as seções apuradas e o número de votos apurados pelo sistema de apuração eletrônica;
III - as seções anuladas, os motivos por que o foram e o número de votos anulados ou não apurados;
IV - as seções onde não houve eleição e os motivos por que não houve eleição;
V - as impugnações apresentadas às juntas e como foram resolvidas por elas, assim como os recursos que tenham sido
interpostos;
VI - a votação de cada partido político, coligação e candidato nas eleições majoritárias e proporcionais;
VII - o quociente eleitoral, os quocientes partidários e a distribuição das sobras;
VIII - a votação dos candidatos a deputado federal, deputado estadual e distrital, incluídos em cada lista registrada, na ordem
da votação recebida;
IX - a votação dos candidatos a presidente da República, a governador, a senador, na ordem da votação recebida.
Art. 63. O relatório a que se refere o parágrafo anterior ficará na Secretaria do Tribunal, pelo prazo de três dias, para exame
dos partidos políticos, das coligações e dos candidatos interessados, que poderão examinar, também, os documentos nos
quais se baseou, inclusive arquivo ou relatório gerado pelo sistema de votação ou totalização dos resultados (CE, art. 200).
§ 1° Terminado o prazo previsto no caput deste artigo, os partidos políticos e as coligações poderão apresentar reclamações,
no prazo de dois dias, sendo estas submetidas a parecer da comissão apuradora, que, no prazo de três dias, apresentará
aditamento ao relatório com proposta das modificações que julgar procedentes, ou com a justificação da improcedência das
argüições (CE, art. 200, § 1°).
§ 2° O Tribunal Regional Eleitoral, antes de aprovar o relatório da comissão apuradora, e, em três dias improrrogáveis, julgará
as reclamações não providas pela comissão apuradora, e, se as deferir, voltará o relatório à comissão, a fim de que sejam feitas as
alterações resultantes da decisão (CE, art. 200, § 2°).
Art. 64. De posse do relatório referido no artigo anterior, reunir-se-á o Tribunal para o conhecimento do total de votos
apurados e, em seguida, se verificar que os votos das seções anuladas e daquelas cujos eleitores foram impedidos de
votar poderão alterar a representação de qualquer partido político ou classificação de candidato eleito pelo princípio
majoritário, ordenará a realização de novas eleições.
Parágrafo único. Na hipótese de serem ordenadas novas eleições, aplicar-se-ão os procedimentos previstos no parágrafo único do
art. 201 do CE.

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Art. 65. Da reunião do Tribunal Regional Eleitoral será lavrada ata geral das eleições, conforme modelo aprovado pelo Tribunal
Superior Eleitoral, assinada pelos seus membros e da qual constarão:
I - as seções apuradas e o número de votos apurados diretamente pelas urnas eletrônicas;
II - as seções apuradas e o número de votos apurados pelo sistema de apuração eletrônica;
III - as seções anuladas, as razões por que o foram e o número de votos não apurados;
IV - as seções onde não tenha havido eleição e os motivos;
V - as impugnações apresentadas às juntas eleitorais e como foram resolvidas por elas, assim como os recursos que tenham sido
interpostos;
VI - as seções em que se vai realizar ou renovar a eleição;
VII - a votação de cada partido político, coligação e candidato nas eleições majoritárias e proporcionais;
VIII - o quociente eleitoral, o partidário e a distribuição das sobras;
IX - os nomes dos votados na ordem decrescente dos votos;
IX - os nomes dos eleitos;
X - os nomes dos suplentes, na ordem em que devem substituir ou suceder (CE, art. 202, I a X).
§ 1° Na mesma sessão, o Tribunal Regional Eleitoral proclamará os eleitos e respectivos suplentes, e marcará a data
para a expedição solene dos diplomas, em sessão pública (CE, art. 202, § 1°).
§ 2° Os candidatos a governador e a vice-governador somente serão diplomados depois de realizadas as eleições
suplementares referentes a esses cargos ou o segundo turno, se for o caso (CE, art. 202, § 3°).
§ 3° O Tribunal Regional Eleitoral comunicará o resultado da eleição ao Senado Federal, à Câmara dos Deputados, às
Assembléias Legislativas e à Câmara Distrital (CE, art. 202, § 5°).

- APURAÇÃO NAS JUNTAS ELEITORAIS

Resolução/TSE nº 21.635/04
TÍTULO II - DA TOTALIZAÇÃO DAS ELEIÇÕES
CAPÍTULO I - DA JUNTA ELEITORAL RESPONSÁVEL PELA TOTALIZAÇÃO DOS VOTOS
..........
Art. 57. Verificada a idoneidade dos documentos e do disquete recebido, a junta eleitoral responsável pela apuração dos votos
determinará, de imediato, a transmissão eletrônica dos dados do disquete à junta eleitoral responsável pela totalização do
resultado.
§ 1º Na hipótese de constituição de mais de uma junta eleitoral no mesmo município, adotar-se-ão os mesmos procedimentos
previstos no caput.
§ 2º Na hipótese de impossibilidade de transmissão eletrônica de dados, referida neste artigo, a junta eleitoral
providenciará a remessa do disquete, por intermédio de portador devidamente autorizado e pelo meio de transporte mais
rápido, ao ponto de transmissão de dados da Justiça Eleitoral mais próximo, que fará a transmissão dos dados à junta eleitoral
responsável pela totalização do resultado ou entregará, em mãos, o respectivo disquete.
§ 3º A critério do Tribunal Regional, poderão ser totalizados os votos em junta eleitoral localizada fora do respectivo município
ou mesmo no próprio Tribunal Regional.
..........
CAPÍTULO V - DA TOTALIZAÇÃO DAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS
SEÇÃO I - DOS PROCEDIMENTOS DA JUNTA ELEITORAL
..........
Art. 71. Compete à junta eleitoral resolver as dúvidas não decididas e os recursos interpostos sobre as eleições, totalizar as
votações, verificar o total dos votos apurados, inclusive os em branco e nulos, e determinar os quocientes eleitoral e
partidário, bem como a distribuição das sobras e desempate de candidatos e médias.
§ 1º Serão nulos para todos os efeitos os votos dados a candidatos inelegíveis ou não registrados, assim considerados
aqueles que, no dia da votação, não possuírem registro, ainda que haja recurso pendente de julgamento, hipótese em que a
validade dos votos ficará condicionada à obtenção do registro (CE, art. 175, § 3º).
§ 2º Na eleição para vereador, se a decisão de inelegibilidade ou de cancelamento de registro for proferida após a realização da
eleição, os votos serão contados para a legenda do partido político pelo qual tiver sido feito o seu registro (CE, art. 175, § 4º).
§ 3º Na hipótese de substituição de candidato, na eleição para prefeito, nos trinta dias que antecedem as eleições, os votos
dados ao substituído serão computados para o substituto.
Art. 72. Finalizado o processamento eletrônico, o presidente da junta eleitoral responsável pela totalização determinará a
emissão do relatório do resultado da totalização, pelo sistema de totalização, para subsidiar a elaboração e instruir a ata geral
das eleições.
§ 1º O relatório a que se refere o parágrafo anterior substituirá os mapas gerais de apuração.
§ 2º Ao final dos trabalhos, o presidente da junta eleitoral responsável pela totalização lavrará a ata geral das eleições,
em duas vias, que será acompanhada pelos respectivos anexos, a qual será assinada e seus anexos rubricados pelo presidente e
membros da junta eleitoral, pelos fiscais dos partidos políticos e de coligação e pelo representante do comitê interpartidário de
fiscalização, que o desejarem, da qual constarão, pelo menos, os seguintes dados (CE, art. 186, § 1º):
I - as seções apuradas e o número de votos apurados diretamente pelas urnas eletrônicas;
II - as seções apuradas e o número de votos apurados pelo sistema de apuração eletrônica;
III - as seções anuladas, os motivos por que o foram e o número de votos anulados ou não apurados;
IV - as seções nas quais não houve eleição e os motivos;
V - as impugnações apresentadas às juntas eleitorais e como foram resolvidas por elas, assim como os recursos que
tenham sido interpostos;
VI - a votação de cada partido político, coligação e candidato nas eleições para prefeito e para vereador;
VII - a votação dos candidatos a prefeito e vereador, na ordem da votação recebida;
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VIII - o quociente eleitoral, os quocientes partidários e a distribuição das sobras.
Art. 73. A segunda via da ata geral das eleições e os respectivos anexos ficarão em lugar designado pelo presidente da
junta eleitoral, pelo prazo de três dias, para exame dos partidos políticos, das coligações e dos candidatos interessados, que
poderão examinar, também, os documentos nos quais se baseou, inclusive arquivo ou relatório gerado pelo sistema de votação ou
totalização dos resultados.
§ 1º Terminado o prazo previsto no caput, os partidos e as coligações poderão apresentar reclamações, no prazo de dois dias,
versando sobre a incoincidência de resultado entre o boletim de urna e o apresentado pela junta eleitoral, sobre o não-fechamento
da contabilidade da urna e a apresentação, quanto a votos nulos, brancos ou válidos, de totais destoantes da média geral verificada
nas demais seções do mesmo município ou zona eleitoral, sendo estas submetidas à junta, que, no prazo de três dias, as julgará.
§ 2º O partido, a coligação ou o candidato poderá apresentar à junta eleitoral o boletim de urna no prazo mencionado no
parágrafo anterior, ou antes, se, no curso dos trabalhos da junta eleitoral, tiver conhecimento da inconsistência de qualquer
resultado.
§ 3º Apresentado o boletim, será aberta vista, pelo prazo de dois dias, aos demais partidos e coligações, que poderão contestar
o erro indicado com a apresentação de boletim da mesma urna, revestidos das mesmas formalidades (CE, art. 179, § 7º, c.c. o art.
180).
§ 4º Decididas as reclamações, a junta eleitoral proclamará os eleitos e marcará a data para a expedição solene dos diplomas
em sessão pública.
Art. 74. Verificando a junta eleitoral que os votos das seções anuladas e daquelas cujos eleitores foram impedidos de votar
poderão alterar a representação de qualquer partido ou coligação, ou a classificação de candidato eleito pelo princípio
majoritário, fará imediata comunicação do fato ao Tribunal Regional Eleitoral, que marcará dia para a renovação da votação
naquelas seções eleitorais, que se realizará dentro de quinze dias, no mínimo, e de trinta dias, no máximo, a contar do despacho
que as fixar, desde que não tenha havido recurso contra a anulação das seções eleitorais (CE, arts. 187 e 201, parágrafo único, I).
§ 1º Somente serão admitidos a votar os eleitores da seção eleitoral que hajam comparecido à eleição anulada (CE, art. 201,
parágrafo único, II).
§ 2º Nos casos de coação que tenha impedido o comparecimento dos eleitores às urnas, de encerramento da votação antes da
hora legal e quando a votação tiver sido realizada em dia, hora ou lugar diferentes dos designados, poderão votar todos os eleitores
da seção eleitoral (CE, art. 201, parágrafo único, III).
§ 3º As eleições serão realizadas nos mesmos locais anteriormente designados, salvo se a anulação houver sido decretada por
infração ao disposto nos §§ 4º e 5º do art. 135 do CE (CE, art. 187, § 1º, c.c. o art. 201, parágrafo único, V).
§ 4º Essas eleições serão realizadas perante novas mesas receptoras, nomeadas pelo juiz eleitoral, e apuradas pela junta
eleitoral, que, considerando os resultados anteriores e os novos, confirmará ou invalidará os diplomas que houver expedido (CE, art.
187, § 2º).
§ 5º Havendo renovação de eleições de prefeito e vice-prefeito, os diplomas somente serão expedidos depois de apuradas as
eleições suplementares (CE, art. 187, § 3º).
§ 6º Nas eleições suplementares, quando se referirem a mandatos de representação proporcional, a votação e a apuração
serão feitas exclusivamente para as legendas registradas (CE, art. 187, § 4º).

- DIPLOMAÇÃO
Código Eleitoral
CAPÍTULO V - DOS DIPLOMAS
..........
Art. 215. Os candidatos eleitos, assim como os suplentes, receberão diploma assinado pelo Presidente do Tribunal
Regional ou da Junta Eleitoral, conforme o caso.
Parágrafo único. Do diploma deverá constar o nome do candidato, a indicação da legenda sob a qual concorreu, o cargo para o
qual foi eleito ou a sua classificação como suplente, e, facultativamente, outros dados a critério do juiz ou do Tribunal.
Art. 216. Enquanto o Tribunal Superior não decidir o recurso interposto contra a expedição do diploma, poderá o diplomado
exercer o mandato em toda a sua plenitude.

Lei 9.504/97, art. 29, § 2º - A inobservância do prazo para encaminhamento das prestações de contas
impede a diplomação dos eleitos, enquanto perdurar.

Art. 217. Apuradas as eleições suplementares o juiz ou o Tribunal reverá a apuração anterior, confirmando ou invalidando os
diplomas que houver expedido.
Parágrafo único. No caso de provimento, após a diplomação, de recurso contra o registro de candidato ou de recurso parcial,
será também revista a apuração anterior, para confirmação ou invalidação de diplomas, observado o disposto no § 3º do art. 261.

CE, art. 261, § 3º - Se os recursos de um mesmo município ou Estado deram entrada em datas
diversas, sendo julgados separadamente, o juiz eleitoral ou o presidente do Tribunal Regional,
aguardará a comunicação de todas as decisões para cumpri-las, salvo se o julgamento dos demais
importar em alteração do resultado do pleito que não tenha relação com o recurso já julgado.

Art. 218. O presidente de Junta ou de Tribunal que diplomar militar candidato a cargo eletivo, comunicará imediatamente a
diplomação à autoridade a que o mesmo estiver subordinado, para os fins do art. 98.

Vide CF, art. 14, § 8º

Apuração – Organizado por Marcelo Bessa Cabral


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TRE/RJ – Direito Eleitoral


Instrução 64/02
..........
Art. 81. Os candidatos eleitos aos cargos de presidente da República e vice-presidente da República receberão diplomas
assinados pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, demais juízes e pelo procurador-geral eleitoral; os eleitos aos cargos
federais, estaduais e distritais, assim como os vices e suplentes, receberão diplomas assinados pelo presidente do
respectivo Tribunal Regional Eleitoral (CE, art. 215, caput).
Parágrafo único. Dos diplomas deverão constar o nome do candidato, a indicação da legenda sob a qual concorreu, isoladamente
ou em coligação, o cargo para o qual foi eleito ou a sua classificação como suplente, e, facultativamente, outros dados a critério da
Justiça Eleitoral (CE, art. 215, parágrafo único).
Art. 82. Salvo nas eleições majoritárias, enquanto o respectivo Tribunal Eleitoral não decidir o recurso interposto contra a
expedição do diploma, poderá o diplomado exercer o mandato em toda a sua plenitude (CE, art. 216).
Art. 83. Apuradas as eleições suplementares, o tribunal eleitoral reverá a apuração anterior, confirmando ou invalidando os diplomas
que houver expedido (CE, art. 217, caput).
Parágrafo único. No caso de provimento, após a diplomação, de recurso contra o registro de candidato ou de recurso parcial, será
também revista a apuração anterior para confirmação ou invalidação de diplomas, observado o disposto no § 3° do art. 261 do CE
(CE, art. 217, parágrafo único).
Art. 84. A diplomação de militar candidato a cargo eletivo implica a imediata comunicação à autoridade a que este estiver
subordinado, para os fins do art. 98 do CE (CE, art. 218).
Art. 85. A expedição de qualquer diploma pela Justiça Eleitoral ficará dependendo da prova de o eleito estar em dia com o
serviço militar.
Art. 86. O mandato eletivo poderá ser impugnado perante a Justiça Eleitoral após a diplomação, no prazo de 15 (quinze) dias,
instruída a ação com provas de abuso do poder econômico, corrupção ou fraude (Constituição Federal, art. 14, § 10).
Parágrafo único. A ação de impugnação de mandato tramitará, durante a fase instrutória, em segredo de justiça, respondendo o
autor/a na forma da lei, se temerária ou de manifesta má-fé (Constituição Federal, art. 14, § 11).
Art. 87. Contra a expedição de diploma caberá ainda o recurso previsto no art. 262 do CE, interposto no prazo de três dias.

CE, art. 262. O recurso contra expedição de diploma caberá somente nos seguintes casos:
I - inelegibilidade ou incompatibilidade de candidato;
II - errônea interpretação da lei quanto à aplicação do sistema de representação proporcional;
III - erro de direito ou de fato na apuração final, quanto à determinação do quociente
eleitoral ou partidário, contagem de votos e classificação de candidato, ou a sua contemplação sob
determinada legenda;
IV - concessão ou denegação do diploma em manifesta contradição com a prova dos autos, nas
hipóteses do art. 222 desta Lei, e do art. 41-A da Lei nº 9.504, de 30 de setembro de 1997.

Resolução/TSE nº 21.635/04
TÍTULO III - CAPÍTULO II - DA DIPLOMAÇÃO
..........
Art. 85. Os candidatos eleitos aos cargos de prefeito, vice-prefeito, vereador e os suplentes receberão diplomas assinados
pelo presidente da junta eleitoral responsável pela totalização (CE, art. 215, caput).
§ 1º Dos diplomas deverão constar o nome do candidato, a indicação da legenda sob a qual concorreu, isoladamente ou em
coligação, o cargo para o qual foi eleito ou a sua classificação como suplente e, facultativamente, outros dados a critério da Justiça
Eleitoral (CE, art. 215, parágrafo único).
§ 2º Do verso dos diplomas constarão os seguintes dados, relativos a cada cargo:
I - número de eleitores aptos a votar;
II - total de votos apurados;
III - votos em branco;
IV - votos nulos;
V - abstenções na respectiva circunscrição;
VI - quitação com o serviço militar, quando for o caso.
Art. 86. Apuradas as eleições suplementares, o juiz eleitoral reverá a apuração anterior, confirmando ou invalidando os diplomas que
houver expedido (CE, art. 217, caput).
Parágrafo único. No caso de provimento, após a diplomação, de recurso contra o registro de candidato ou de recurso parcial, será
também revista a apuração anterior para confirmação ou invalidação de diplomas, observado o disposto no § 3º do art. 261 do CE
(CE, art. 217, parágrafo único).
..........
Art. 89. Contra a expedição de diploma caberá o recurso previsto no art. 262 do CE, interposto no prazo de três dias da
diplomação.
Parágrafo único. Enquanto o Tribunal Superior Eleitoral não decidir o recurso interposto contra a expedição do diploma, poderá o
diplomado exercer o mandato em toda a sua plenitude (CE, art. 216; Res.TSE nº 21.159/2002).
Art. 90. O mandato eletivo poderá, também, ser impugnado perante a Justiça Eleitoral após a diplomação, no prazo de
quinze dias, instruída a ação com provas de abuso do poder econômico, corrupção ou fraude (Constituição Federal, art. 14, § 10).
§ 1º A ação de impugnação de mandato eletivo, até a conclusão para sentença, observará o procedimento previsto na
Lei Complementar nº 64/90 para o registro de candidaturas e tramitará em segredo de justiça, respondendo o autor na forma da lei,
se temerária ou de manifesta má-fé, aplicando-se as disposições do Código de Processo Civil apenas subsidiariamente
(Constituição Federal, art. 14, § 11).

Apuração – Organizado por Marcelo Bessa Cabral


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Res/TSE nº 21.634/04: o rito ordinário que deve ser observado na tramitação da ação de impugnação
de mandato eletivo, até a sentença, é o da LC nº 64/90, não o do Código de Processo Civil, cujas
disposições são aplicáveis apenas subsidiariamente.

§ 2º À ação de impugnação de mandato eletivo não se aplica a regra do art. 216 do CE.

- FISCALIZAÇÃO DAS ELEIÇÕES


Lei 9.504/97
Da Fiscalização das Eleições
Art. 65. A escolha de fiscais e delegados, pelos partidos ou coligações, não poderá recair em menor de dezoito anos ou em
quem, por nomeação do Juiz Eleitoral, já faça parte de Mesa Receptora.
§ 1º O fiscal poderá ser nomeado para fiscalizar mais de uma Seção Eleitoral, no mesmo local de votação.
§ 2º As credenciais de fiscais e delegados serão expedidas, exclusivamente, pelos partidos ou coligações.
§ 3º Para efeito do disposto no parágrafo anterior, o presidente do partido ou o representante da coligação deverá registrar na
Justiça Eleitoral o nome das pessoas autorizadas a expedir as credenciais dos fiscais e delegados.
Art. 66. Os partidos e coligações poderão fiscalizar todas as fases do processo de votação e apuração das eleições e o
processamento eletrônico da totalização dos resultados. (Redação dada pela Lei nº 10.408, de 10.1.2002)

Resolução/TSE 21.635/04, art. 45 - Cada partido ou coligação poderá credenciar, perante as juntas
eleitorais, até três fiscais, que se revezarão na fiscalização dos trabalhos de apuração (Lei
9.504/97, art. 66, caput; CE, art. 161, caput).
§ 1º Em caso de divisão das juntas eleitorais em turmas, cada partido político ou coligação
poderá credenciar até três fiscais para cada turma, que se revezarão na fiscalização dos trabalhos
de apuração (CE, art. 161, § 1º).
§ 2º As credenciais dos fiscais e dos delegados serão expedidas, exclusivamente, pelos partidos
políticos ou pelas coligações e não necessitam de visto do juiz eleitoral (Lei 9.504/97, art. 65, §
2º).
§ 3º Para efeito do disposto no parágrafo anterior, o presidente do partido ou o representante
da coligação deverá indicar ao juiz eleitoral o nome das pessoas autorizadas a expedir as
credenciais dos fiscais e delegados (Lei 9.504/97, art. 65, § 3º).
§ 4º Não será permitida, na junta eleitoral ou na turma, a atuação concomitante de mais de um
fiscal de cada partido político ou coligação (CE, art. 161, § 2º).
Art. 46. O credenciamento de fiscais e delegados restringir-se-á aos partidos que disputarem as
eleições (Res.TSE 21.258/02).
Art. 47. Os fiscais e delegados de partido político ou coligação serão posicionados a uma distância
não superior a um metro de onde estiverem sendo desenvolvidos os trabalhos, de modo que possam
observar diretamente:
I - a urna eletrônica;
II - a abertura da urna;
III - a numeração seqüencial das cédulas;
IV - o desdobramento das cédulas;
V - a leitura dos votos;
VI - a digitação dos números no microterminal da urna eletrônica.

§ 1º Todos os programas de computador de propriedade do Tribunal Superior Eleitoral, desenvolvidos por ele ou sob
sua encomenda, utilizados nas urnas eletrônicas para os processos de votação, apuração e totalização, poderão ter suas
fases de especificação e de desenvolvimento acompanhadas por técnicos indicados pelos partidos políticos, Ordem dos
Advogados do Brasil e Ministério Público, até seis meses antes das eleições. (Redação: Lei nº 10.740/03)
§ 2º Uma vez concluídos os programas a que se refere o § 1º, serão eles apresentados, para análise, aos representantes
credenciados dos partidos políticos e coligações, até vinte dias antes das eleições, nas dependências do Tribunal Superior Eleitoral,
na forma de programas-fonte e de programas executáveis, inclusive os sistemas aplicativo e de segurança e as bibliotecas
especiais, sendo que as chaves eletrônicas privadas e senhas eletrônicas de acesso manter-se-ão no sigilo da Justiça Eleitoral.
Após a apresentação e conferência, serão lacradas cópias dos programas-fonte e dos programas compilados.
(Redação: Lei nº 10.740/03)
§ 3º No prazo de cinco dias a contar da data da apresentação referida no § 2º, o partido político e a coligação poderão
apresentar impugnação fundamentada à Justiça Eleitoral. (Redação: Lei nº 10.740, de 1º.10.2003)
§ 4º Havendo a necessidade de qualquer alteração nos programas, após a apresentação de que trata o § 3º, dar-se-á
conhecimento do fato aos representantes dos partidos políticos e das coligações, para que sejam novamente analisados e lacrados.
(Redação: Lei nº 10.740/03)
§ 5º A carga ou preparação das urnas eletrônicas será feita em sessão pública, com prévia convocação dos fiscais dos
partidos e coligações para a assistirem e procederem aos atos de fiscalização, inclusive para verificarem se os programas
carregados nas urnas são idênticos aos que foram lacrados na sessão referida no § 2º deste artigo, após o que as urnas serão
lacradas. (Parágrafo incluído pela Lei nº 10.408, de 10.1.2002)
§ 6º No dia da eleição, será realizada, por amostragem, auditoria de verificação do funcionamento das urnas
eletrônicas, através de votação paralela, na presença dos fiscais dos partidos e coligações, nos moldes fixados em resolução do
Tribunal Superior Eleitoral. (Parágrafo incluído pela Lei nº 10.408, de 10.1.2002)
§ 7º Os partidos concorrentes ao pleito poderão constituir sistema próprio de fiscalização, apuração e totalização dos
resultados contratando, inclusive, empresas de auditoria de sistemas, que, credenciadas junto à Justiça Eleitoral, receberão,
previamente, os programas de computador e os mesmos dados alimentadores do sistema oficial de apuração e totalização.
(Parágrafo incluído pela Lei nº 10.408, de 10.1.2002)

Apuração – Organizado por Marcelo Bessa Cabral


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Art. 67. Os órgãos encarregados do processamento eletrônico de dados são obrigados a fornecer aos partidos ou
coligações, no momento da entrega ao Juiz encarregado, cópias dos dados do processamento parcial de cada dia, contidos
em meio magnético.

Resolução/TSE 21.635/04, art. 66 - Os partidos políticos e as coligações concorrentes ao pleito


poderão constituir sistema próprio de fiscalização, apuração e totalização dos resultados,
contratando, inclusive, empresas de auditoria de sistemas que, credenciadas na Justiça Eleitoral,
receberão, da junta eleitoral responsável pela totalização, os mesmos dados alimentadores do
sistema oficial de apuração e totalização.

Art. 68. O boletim de urna, segundo modelo aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral, conterá os nomes e os números dos
candidatos nela votados.
§ 1º O Presidente da Mesa Receptora é obrigado a entregar cópia do boletim de urna aos partidos e coligações
concorrentes ao pleito cujos representantes o requeiram até uma hora após a expedição.

1 - Instrução/TSE 64/02, art. 36 - O juiz presidente da junta eleitoral é obrigado a entregar aos
partidos políticos e às coligações concorrentes ao pleito, por intermédio do representante do
comitê interpartidário de fiscalização, cópia do boletim de urna.
2 – Resolução/TSE 21.635/04, art. 14 - A não-expedição do boletim de urna imediatamente após o
encerramento da votação, ressalvados os casos de defeito da urna eletrônica, constitui o crime
previsto no art. 313 do CE.

§ 2º O descumprimento do disposto no parágrafo anterior constitui crime, punível com detenção, de um a três meses, com a
alternativa de prestação de serviço à comunidade pelo mesmo período, e multa no valor de um mil a cinco mil UFIR.
Art. 69. A impugnação não recebida pela Junta Eleitoral pode ser apresentada diretamente ao Tribunal Regional Eleitoral,
em quarenta e oito horas, acompanhada de declaração de duas testemunhas.
Parágrafo único. O Tribunal decidirá sobre o recebimento em quarenta e oito horas, publicando o acórdão na própria sessão de
julgamento e transmitindo imediatamente à Junta, via telex, fax ou qualquer outro meio eletrônico, o inteiro teor da decisão e da
impugnação.
Art. 70. O Presidente de Junta Eleitoral que deixar de receber ou de mencionar em ata os protestos recebidos, ou ainda,
impedir o exercício de fiscalização, pelos partidos ou coligações, deverá ser imediatamente afastado, além de responder
pelos crimes previstos na Lei nº 4.737, de 15 de julho de 1965 - CE.
Art. 71. Cumpre aos partidos e coligações, por seus fiscais e delegados devidamente credenciados, e aos candidatos, proceder à
instrução dos recursos interpostos contra a apuração, juntando, para tanto, cópia do boletim relativo à urna impugnada.
Parágrafo único. Na hipótese de surgirem obstáculos à obtenção do boletim, caberá ao recorrente requerer, mediante a
indicação dos dados necessários, que o órgão da Justiça Eleitoral perante o qual foi interposto o recurso o instrua, anexando o
respectivo boletim de urna.

- FORNECIMENTO GRATUITO DE TRANSPORTE EM DIA DE ELEIÇÃO

Lei nº 6.091/74
Art. 1º - Os veículos e embarcações, devidamente abastecidos e tripulados, pertencentes à União, Estados, Territórios e
Municípios e suas respectivas autarquias e sociedades de economia mista, excluídos os de uso militar, ficarão à
disposição da Justiça Eleitoral para o transporte gratuito de eleitores em zonas rurais, em dias de eleição.
§ 1º - Excetuam-se do disposto neste artigo os veículos e embarcações em número justificadamente indispensável ao
funcionamento de serviço público insusceptível de interrupção.
§ 2º - Até quinze dias antes das eleições, a Justiça Eleitoral requisitará dos órgãos da administração direta ou indireta da União,
dos Estados, Territórios, Distrito Federal e Municípios os funcionários e as instalações de que necessitar para possibilitar a
execução dos serviços de transporte e alimentação de eleitores previstos nesta Lei.
Art. 2º - Se a utilização de veículos pertencentes às entidades previstas no art. 1º não for suficiente para atender ao disposto nesta
Lei, a Justiça Eleitoral requisitará veículos e embarcações a particulares, de preferência os de aluguel.
Parágrafo único. Os serviços requisitados serão pagos, até trinta dias depois do pleito, a preços que correspondam aos critérios da
localidade. A despesa correrá por conta do Fundo Partidário.
Art. 3º - Até cinqüenta dias antes da data do pleito, os responsáveis por todas as repartições, órgãos e unidades do serviço
público federal, estadual e municipal oficiarão à Justiça Eleitoral, informando o número, a espécie e lotação dos veículos e
embarcações de sua propriedade, e justificando, se for o caso, a ocorrência da exceção prevista no § 1º do Art. 1º desta Lei.
§ 1º - Os veículos e embarcações à disposição da Justiça Eleitoral deverão, mediante comunicação expressa de seus
proprietários, estar em condições de ser utilizados, pelo menos, vinte e quatro horas antes das eleições e circularão exibindo
de modo bem visível, dístico em letras garrafais, com a frase: "A serviço da Justiça Eleitoral".
§ 2º - A Justiça Eleitoral, à vista das informações recebidas, planejará a execução do serviço de transporte de eleitores e
requisitará aos responsáveis pelas repartições, órgãos ou unidades, até trinta dias antes do pleito, os veículos e embarcações
necessários.
Art. 4º - Quinze dias antes do pleito, a Justiça Eleitoral divulgará, pelo órgão competente, o quadro geral de percursos e
horários programados para o transporte de eleitores, dele fornecendo cópias aos partidos políticos.
§ 1º - O transporte de eleitores somente será feito dentro dos limites territoriais do respectivo município e quando das zonas
rurais para as mesas receptoras distar pelo menos dois quilômetros.

Apuração – Organizado por Marcelo Bessa Cabral


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§ 2º - Os partidos políticos, os candidatos, ou eleitores em número de vinte, pelo menos, poderão oferecer reclamações em três
dias contados da divulgação do quadro.
§ 3º - As reclamações serão apreciadas nos três dias subseqüentes, delas cabendo recurso sem efeito suspensivo.
§ 4º - Decididas as reclamações, a Justiça Eleitoral divulgará, pelos meios disponíveis, o quadro definitivo.
Art. 5º - Nenhum veículo ou embarcação poderá fazer transporte de eleitores desde o dia anterior até o posterior à eleição,
salvo:
I - a serviço da Justiça Eleitoral;
II - coletivos de linhas regulares e não fretados;
III - de uso individual do proprietário, para o exercício do próprio voto e dos membros da sua família;
IV - o serviço normal, sem finalidade eleitoral, de veículos de aluguel não atingidos pela requisição de que trata o Art. 2º.
Art. 6º - A indisponibilidade ou as deficiências do transporte de que trata esta Lei não eximem o eleitor do dever de votar.
Parágrafo único. Verificada a inexistência ou deficiência de embarcações e veículos, poderão os órgãos partidários ou os candidatos
indicar à Justiça Eleitoral onde há disponibilidade para que seja feita a competente requisição.
Art. 7º - O eleitor que deixar de votar e não se justificar perante o Juiz Eleitoral até sessenta dias após a realização da
eleição incorrerá na multa de três a dez por cento sobre o salário mínimo da região, imposta pelo Juiz Eleitoral e cobrada na
forma prevista no Art. 367, da Lei nº 4.737, de 15 de julho de 1965.
Art. 8º - Somente a Justiça Eleitoral poderá, quando imprescindível, em face da absoluta carência de recursos de eleitores da zona
rural, fornecer-lhes refeições, correndo, nesta hipótese, as despesas por conta do Fundo Partidário.
Art. 9º - É facultado aos Partidos exercer fiscalização nos locais onde houver transporte e fornecimento de refeições a eleitores.
Art. 10 - É vedado aos candidatos ou órgãos partidários, ou a qualquer pessoa, o fornecimento de transporte ou refeições
aos eleitores da zona urbana.

- JUSTIFICAÇÃO e ISENÇÃO
Lei nº 6.091/74
Art. 16 - O eleitor que deixar de votar por se encontrar ausente de seu domicílio eleitoral deverá justificar a falta, no prazo
de 60 (sessenta) dias, por meio de requerimento dirigido ao Juiz Eleitoral de sua zona de inscrição, que mandará anotar o fato, na
respectiva folha individual de votação.
§ 1º - O requerimento, em duas vias, será levado, em sobrecarta aberta, a agência postal, que, depois de dar andamento à 1ª
via, aplicará carimbo de recepção na 2ª, devolvendo-a ao interessado, valendo esta como prova para todos os efeitos legais.
§ 2º - Estando no exterior, no dia em que se realizarem eleições, o eleitor terá o prazo de 30 (trinta) dias, a contar de sua
volta ao País, para a justificação.

Resolução/TSE nº 21.538/03
Art. 82, § 3º - O alistando ou o eleitor que comprovar, na forma da lei, seu estado de pobreza, perante qualquer juízo
eleitoral, ficará isento do pagamento da multa (CE, art. 367, § 3º).

Programa: o dever eleitoral (voto): sanções ao inadimplemento, isenção, justificação pelo não comparecimento à eleição; fornecimento gratuito
de transporte, em dias de eleição, a eleitores residentes nas zonas rurais (Lei nº 6.091/74); apuração: nas Juntas Eleitorais, nos Tribunais
Regionais e no Tribunal Superior Eleitoral; diplomação dos eleitos: natureza jurídica, competência para diplomar e fiscalização;

REFERÊNCIAS:
BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. Código Eleitoral Anotado e Legislação Complementar – 6ª ed. vol. I. Brasília: TSE/SDI, 2004, 384 p.
______. Resolução nº 21.635, de 19 de fevereiro de 2004. Tribunal Superior Eleitoral, Poder Judiciário, Brasília, DF. Disponível em
<http://www.tse.gov.br>. Acesso em: 23 abr. 2005.
______. Constituição da República Federativa do Brasil, de 05 de outubro de 1988. Presidência da República, Poder Executivo, Brasília, DF.
Disponível em <http://www.presidencia.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm>. Acesso em: 08 jan. 2005.
_______. Lei nº 4737, de 15 de julho de 1965 (CE). Presidência da República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF. Disponível em
<http://www.presidencia.gov.br/ccivil_03/Leis/L4737.htm>. Acesso em: 02 mar. 2005.
______. Lei nº 6.091, de 15 de agosto de 1974. Presidência da República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF. Disponível em
<http://www.presidencia.gov.br/ccivil_03/Leis/L6091.htm>. Acesso em: 09 mar. 2005.
______. Lei nº 9.504, de 30 de setembro de 1997. Presidência da República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF. Disponível em
<http://www. presidencia.gov.br/ccivil_03/Leis/L9504.htm>. Acesso em: 11 mar. 2005.
BRUNAZO FILHO, Amílcar. Sigilo do voto na urna eletrônica. Jus Navigandi, Teresina, a. 6, n. 56, abr. 2002. Disponível em: <http://www1.
jus.com.br/doutrina/texto.asp?id=2908>. Acesso em: 14 mar. 2005.
INTERLEGIS. Instrução nº 64, de 26 de fevereiro de 2002. Senado Federal, Poder Legislativo, Brasília, DF. Disponível em <http://www.
interlegis.gov.br/20020208074008/20020306132841/20020307090729/view?page=HTTOC.HTM>. Acesso em: 08 abr. 2005.
OLIVEIRA, Evandro Luiz de. Voto Eletrônico: processo eleitoral brasileiro. Disponível em <http://www.ip.pbh.gov.br/revista0301/ip0301
oliveira.pdf>. Acesso em: 14 mar. 2005.
RAMAYANA, Marcos. Resoluções do TSE. Disponível em <http://www.ramayana.pro.br/legislacao/legislacao.htm>. Acesso em: 29 mar. 2005.

Apuração – Organizado por Marcelo Bessa Cabral