Vous êtes sur la page 1sur 6

INTRODUÇÃO BÍBLICA

Prof. Roney Ricardo


roneycozzer@hotmail.com
Site Teologia e Discernimento

Texto extraído do livro RICARDO, Roney. Bíblia: o livro incomparável. 2 ed. Vila Velha, ES,
2015.

Apresentação

A matéria que estaremos estudando neste livro é de grande riqueza. Nela, consideraremos aspectos
fundamentais pertinentes à Bíblia Sagrada, este Livro único, que atravessou os séculos e chegou até nós
indubitavelmente pela providência divina. Não há outro livro como a Bíblia Sagrada e isso em diversos
aspectos e para nós, evangélicos, ela é a regra áurea para a práxis da vida cristã. Mas não apenas para a
vida aqui e agora, mas ela é também o nosso manual para chegarmos ao Céu.
A Bibliologia é uma disciplina teológica, mas tem caráter técnico e isto acontece pelo fato dela analisar a
Bíblia não apenas como a Palavra de Deus, mas também como um livro que ela é, e um livro muito
antigo. De fato, como disse um grande erudito bíblico, podemos comparar a Bíblia a uma de nossas
mãos, que tendo dois lados, a palma e as costas, continua sendo apenas uma mão. Assim o é a Bíblia, ela
tem duas faces: é a Palavra de Deus e é ao mesmo tempo um livro, com estrutura, divisões, dificuldades,
etc. A Bibliologia, portanto, é uma área de conhecimento que deveria ser explorada por todo cristão,
pois ela nos ajuda na compreensão do que é a Bíblia, sua origem, formação, tradução, entre outros
aspectos fundamentais relacionados às Escrituras.
A Bibliologia considera a Bíblia sob três principais pontos de vista:

1. A Bíblia como a mensagem de Deus, isto é, a Bíblia como a Palavra de Deus.


2. A Bíblia como um livro antigo.
3. O Autor da Bíblia.

Este livro foi preparado considerando estas três divisões que são os alicerces principais da Bibliologia.
As cinco partes que compõem este livro foram organizadas considerando os três pontos de vista
mencionados acima. Esperamos que você possa dedicar-se com amor e zelo ao estudo desta matéria e
não deixe de recorrer à bibliografia mencionada ao final deste livro, a fim de complementar seu
conhecimento.
Sinto-me ainda no dever de informar que este trabalho não tem a intenção de ser inédito em sua
abordagem do assunto e nem excessivamente técnico. Ele objetiva atender àquelas pessoas que embora
tendo contato constante com a Bíblia, não sabem exatamente o que vem a ser a Bíblia, enquanto Livro e
enquanto Mensagem de Deus. Nesse sentido, é possível que este trabalho seja dirigido à maior parte do
povo evangélico, hoje. Minha oração a Deus é que ele possa cumprir sua missão de levar às pessoas a
compreenderem e reconhecerem do porque a Bíblia é o Livro incomparável!

Deus o abençoe ricamente neste sentido!


Em Cristo,
Professor Roney Ricardo
Bíblia, O Livro Incomparável

“Oh! Quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo o dia!”


Salmo 119.97

INTRODUÇÃO

Como são belas as palavras do salmista no Salmo 119.97, como lemos


acima, expressando o seu amor para com a Palavra de Deus. Devemos observar
que a palavra “Lei”, como aparece em toda a extensão do Salmo 119, é uma referência ao conjunto das
Sagradas Escrituras. O autor deste belíssimo cântico deixou-nos um exemplo maravilhoso de amor e
dedicação à Palavra de Deus. Ela é, de fato, excelente, incomparável, insubstituível, suficiente para o
crente em matéria de fé e prática. Deve o salvo dedicar-se e amar a Bíblia Sagrada. Como pode o cristão
viver à margem da comunhão com as Santas Escrituras? Como pensar o cristianismo sem a Bíblia?
Permita que o Espírito Santo, através destas linhas, renove em seu coração o amor à Bíblia Sagrada, o
Livro que atravessou os séculos, chegando até nós tão atual como o era quando de sua escrita!

A BÍBLIA

O vocábulo Bíblia

Pode parecer estranho, mas o termo “Bíblia” não se encontra no texto das Sagradas Escrituras. A
palavra “Bíblia” é de origem grega e significa “livros”. É que os gregos chamavam de biblos uma folha
pequena de papiro; um rolo pequeno de papiro eles chamavam biblion, e vários rolos pequenos de papiro
eram chamados de bíblia. Assim, podemos dizer que o leitor, quando leva sua Bíblia Sagrada para
qualquer lugar, está, na verdade, transportando uma coleção de livros pequenos. A maioria dos
estudiosos concorda que o primeiro a aplicar o termo “Bíblia” às Sagradas Escrituras foi João
Crisóstomo, patriarca de Constantinopla, no século IV.

A Bíblia é a Palavra de Deus

Há estudiosos afirmando que a Bíblia não é a Palavra de Deus, mas que ela apenas contém a Palavra
de Deus. Vemos nisso uma grande incoerência, pois quem de nós poderá dizer o que é e o que não é a
Palavra de Deus na Bíblia, se tal premissa for verdadeira? A Bíblia, como veremos adiante, reivindica
para si mesma a autoridade como Palavra de Deus. Isso pode ser depreendido do que Paulo declara em
2 Timóteo 3.16. Já é bem conhecida a frase que diz que “a Bíblia aberta é a Palavra de Deus, mas
fechada é um livro qualquer”. Isso é um grande erro! Aberta ou fechada, empoeirada ou não, usada
diariamente ou esquecida em cima de uma estante, nova ou envelhecida..., seja como for, a Bíblia é e
sempre será a infalível, inerrante e inspirada Palavra de Deus! No texto contido nela reside a Palavra de
Deus, isto é, a mensagem de Deus à humanidade. Importa sim que nós nos dediquemos a lê-la e estudá-
la.
BÍBLIA, O LIVRO INCOMPARÁVEL

As palavras de Victor Hugo, escritor francês, expressam muito bem o fato de que a Bíblia é, de fato, o
Livro incomparável, o Livro dos livros: “Há um livro que, desde a primeira letra até a última, é uma
emanação superior; um livro que contém toda a sabedoria divina, um livro que a sabedoria dos povos
chamou de Bíblia. Espalhai evangelhos em cada aldeia: uma Bíblia em cada casa!” Não há dúvidas de que
a Bíblia exerce um papel transformador na vida daqueles que se dedicam a amá-la e estudá-la
diligentemente, fazendo dela seu manual de vida. Conheceremos alguns aspectos da Bíblia Sagrada que a
torna singular entre tantos milhões de livros.

A Bíblia e a sua origem

É preciso dizer logo de início que é justamente este fato que torna a Bíblia uma obra única: a sua
origem divina, isto é, sua procedência de Deus. A Bíblia é inspirada por Deus, pois Ele é o seu
divino Autor. Podemos verificar a origem divina da Bíblia quando observamos fatores internos e
externos relativos a ela. Por “fatores internos” e “fatores externos” refiro-me às evidências
inquestionáveis que são encontradas no próprio texto da Bíblia Sagrada e fora dele, ou em relação a ele.
A inspiração divina que repousa sobre a Bíblia é visto como uma evidência interna, e outros fatores,
como o testemunho apostólico e os testemunhos dos chamados “Pais da Igreja”, de grandes homens de
Deus da Igreja através dos séculos e ainda os efeitos benéficos que a Bíblia exerce sobre pessoas e até
nações inteiras são considerados como uma evidência externa. É preciso dizer também que, como
crentes em Jesus, não estamos impedidos por Deus de examinar evidências que corroborem nossas
convicções quanto a Bíblia Sagrada – daí eu mencionar aqui algumas dessas evidências. Todavia, para o
crente, o maior testemunho em favor da origem divina da Bíblia é o do Espírito Santo que testifica em
seu coração quanto à esta verdade. Na Bíblia, o Espírito de Deus nos guia na imutável verdade da
Palavra de Deus, cumprindo assim na vida da Igreja a intercessão do Mestre Jesus, em João 17.17:
“Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade”. É interessante considerar ainda que a própria Bíblia
Sagrada reivindica para si a sua inspiração divina. Nela encontramos não menos que 2.800 vezes a
expressão “Assim diz o Senhor...”, e mais 1.000 expressões equivalentes, como por exemplo, “veio a
mim a palavra do Senhor”, o que indica que o texto bíblico foi inspirado pelo Senhor. Podemos dizer
mui apropriadamente que esta expressão – “Assim diz o Senhor” – é como um carimbo que autentica a
Bíblia como divinamente inspirada, que ela de fato procede de Deus. São várias as provas da inspiração
divina da Bíblia, dentre elas, o fato de que o próprio Jesus aprovou a Bíblia como sendo autoridade
inquestionável, procedente do Pai. Os fariseus davam à tradição escrita (que constava no Mishna e no
Talmude) a mesma autoridade do AT, atitude esta que foi severamente condenada pelo Senhor Jesus, haja
vista que os fariseus acabaram por abandonar as Escrituras do AT para seguirem suas próprias tradições
(cf. Mc 7.1-13). Vemos no sermão do monte1 um claro exemplo de como muitas vezes a tradição
acabava por se sobrepor ao AT. Quando Jesus diz: “Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo e
odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem”
(Mt 5.43,44), temos a impressão de que Jesus está invalidando uma ordem do AT quando afirma “Eu,

1
Capítulos 5 a 7 de Mateus. É importante salientar que há distinção entre um sermão e um ensinamento. No caso do
“Sermão do Monte”, como é comumente chamado, temos na verdade um ensinamento, e isso é indicado pelo próprio
texto: “Jesus, pois, vendo as multidões, subiu ao monte; e, tendo se assentado, aproximaram-se os seus discípulos, e
ele se pôs a ensiná-los...” (5.1,2 – grifo meu).
porém, vos digo...”. Mas na verdade, quando Jesus diz “Ouvistes que foi dito...” Ele não está se
referindo ao AT, mas sim ao ensino torcido dos fariseus, que interpretavam incorretamente os textos
veterotestamentários. Em lugar algum do AT você encontrará um versículo com essas palavras: “Amarás
o teu próximo e odiarás o teu inimigo”.
Dois versículos relevantes do NT devem ser citados aqui como prova de que Jesus aprovou todo o AT,
que era a Bíblia da época, uma vez que o NT ainda haveria de ser escrito anos mais tarde2. Em Lucas
24.27 e 44 encontramos expressa a aprovação de Jesus para todo o AT, pois a expressão “Lei de Moisés,
Profetas e Salmos” era a forma como estavam divididas as Escrituras do AT, de Gênesis à Malaquias, só
que numa sequência diferente (aliás, até hoje a Bíblia hebraica está assim dividida). Também em João
5.39 o Senhor Jesus testifica quanto ao fato de que o AT apontava para Ele, ou seja, em Jesus
cumpriram-se muitas profecias referentes ao Messias esperado, embora os judeus não reconhecessem
isso por dureza de coração.
Mas, e quanto ao NT, como se deu a sua aprovação? Jesus, por antecipação demonstrou sua aprovação
para o NT quando disse as seguintes palavras aos apóstolos: “Quando vier, porém, o Espírito da
verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver
ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir” (Jo 16.13). Jesus já estava prometendo aos apóstolos
que o Espírito Santo os guiaria em toda a verdade, levando-os a transmiti-la com integridade. Também
em 2 Pedro 3.16 temos outra comprovação da inspiração divina do NT, quando o apóstolo Pedro coloca
os escritos de Paulo no mesmo nível das demais Escrituras do AT. Repare que nesse texto Pedro
equipara os textos paulinos com “as outras Escrituras”, uma referência ao AT. Outro formidável
exemplo temos em 1 Timóteo 5.18, onde lemos assim: “Pois a Escritura declara: Não amordaces o boi,
quando pisa o trigo. E ainda: O trabalhador é digno do seu salário”. Na primeira parte do versículo,
Paulo está de fato citando o AT, mas na segunda (“O trabalhador é digno do seu salário”) ele está na
verdade citando um versículo de Lucas (10.7). Ele coloca as Escrituras do NT em pé de igualdade com
as do AT. Não resta dúvida, portanto, de que toda a Bíblia é por Deus inspirada, como declara Paulo em
2 Timóteo 3.16: “Toda a Escritura é inspirada por Deus...” e que os apóstolos consideraram os escritos
neotestamentários também como Escrituras, em pé de igualdade com o AT.

A Bíblia e a sua unidade

A unicidade da Bíblia é outra característica que a torna sui generis. Na verdade, dizer como a Bíblia chegou
a nossas mãos na forma como se encontra, tendo os seus 66 livros reunidos num só volume, é
praticamente impossível. Não se sabe ao certo como se deu isto. É claro, temos algumas informações a
esse respeito, mas dizer com total precisão é impossível3. Vemos nisso um milagre de Deus, dando à
humanidade este presente inestimável. Todos os 66 livros da Bíblia Sagrada demoraram
aproximadamente 1.600 anos para serem escritos4. Na maioria dos casos, os escritores não se
conheceram, pois viveram em lugares distantes de três continentes. Em alguns casos, um começava um
assunto e outro o terminava séculos mais tarde5. Os escritores bíblicos, em número aproximado de 40,

2
O primeiro livro do NT a ser escrito foi 1 Tessalonicenses, aproximadamente 20 anos depois da ressurreição de Jesus e
o primeiro livro do evangelho, Marcos, provavelmente tenha sido escrito 25 ou 30 anos depois.
3
Acredita-se que tenha sido Esdras o primeiro a reunir os volumes do AT dando assim forma à Bíblia Hebraica.
4
Falamos sob a perspectiva conservadora. Se considerarmos o que afirma a Alta Crítica, esse período seria
drasticamente reduzido.
5
Sugiro ao leitor considerar, por exemplo, a discussão em torno da formação do Pentateuco (Hipótese Documentária) e
dos Evangelhos (Teoria das Fontes). Mesmo que não concordemos com essas teorias em sua totalidade, nesse trabalho,
viveram não só em épocas e lugares diferentes, mas também em condições as mais diversas. Alguns
livros foram escritos na cidade, outros no deserto e no campo, outros em tranquilidade e outros em
tempos de crise. Há livros que expressam grande preocupação, como a carta de Paulo aos Gálatas, ao
passo que a de Filipenses, também escrita por Paulo, expressa grande alegria e incentiva os leitores a
alegrar-se. Podemos dizer com segurança que nunca houve uniformidade no processo de escrita dos
livros bíblicos. Agora, imagine o querido leitor se solicitássemos aos 40 maiores escritores do mundo que
cada um escrevesse um livro, separando-os em lugares e condições diferentes, e depois reuníssemos todo
esse material num só volume. Teríamos, sem dúvida alguma, uma obra mesclando assuntos sem conexão
e até sem nexo! Encontramos na Bíblia uma unidade perfeita, uma uniformidade de pensamento e
doutrina. Somente uma explicação pode ser dada para tal fato: uma Única Pessoa guiava os escritores na
produção dos livros bíblicos: Deus! Ele é o Autor da Bíblia Sagrada, a mente divina que guiou os
escritores bíblicos. Embora tenham sido vários os escritores, ou ainda, os autores humanos da Bíblia, o
seu Autor é Único!

A BÍBLIA E O EFEITO BENÉFICO QUE ELA EXERCE SOBRE PESSOAS E NAÇÕES

Não restam dúvidas de que nenhum outro livro no mundo influenciou tanto a tantas pessoas, culturas e
até nações como a Bíblia Sagrada. Essa influência é sempre muito benéfica. A Bíblia é tal qual uma fonte
que jamais seca, jamais esgota, onde todos aqueles que nela bebem são por Deus abençoados. Não
importa o quanto a humanidade possa vir a mudar, seja no pensamento, comportamento, cosmovisão,
etc., a Bíblia, todavia, permanece inalterável, como afirma o profeta messiânico no AT: “Seca-se a erva, e
cai a sua flor, mas a palavra de nosso Deus permanece eternamente” (Is 40.8). Aleluia!

O efeito benéfico da Bíblia sobre pessoas

Ao olharmos para a vida das pessoas que leem e estudam a Bíblia diligentemente, e praticam seus
princípios, logo percebemos que essas são pessoas melhores, indubitavelmente, para a Igreja, para a
família, para os amigos, para a sociedade, enfim, para todos os que estão ao seu redor. É interessante
trazer à memória ainda que homens de grande destaque, que realizaram grandes feitos para a
humanidade, amavam a Bíblia e não a encerravam entre os demais livros. Sir Isaac Newton, famoso
físico, matemático e cientista, chegou a escrever um tratado sobre Daniel e Apocalipse. Conta-se uma
interessante história ocorrida em 1892 sobre um senhor de 70 anos que viajava de trem tendo ao seu
lado um jovem universitário, que compenetrado lia o seu livro de ciências. O senhor por sua vez lia um
livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia, e estava aberta no livro de
Marcos. Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:

- O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?


- Sim -, disse o senhor, - mas não é um livro de crendices, é a Palavra de Deus. Estou errado?

O estudante dando uma risadinha sarcástica respondeu:

reconhecemos contudo a sua contribuição no sentido de mostrar ou procurar identificar como se deu a formação do
texto bíblico. Em alguns casos, é mesmo inegável que tenha havido o trabalho de um editor posterior, como acontece
em Deuteronômio 34, que relata a morte de Moisés. Como poderia Moisés escrever detalhes de sua própria morte?
Fica evidente que houve um adendo à sua obra.
- Claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a história geral. E veria que a Revolução Francesa,
ocorrida há mais de 100 anos, fez o favor de mostrar a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura
ainda creem nessa história de que Deus criou o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um
pouco mais sobre o que os cientistas dizem sobre isso.
- É mesmo?- perguntou o velho cristão, - e o que dizem os cientistas sobre a Bíblia?
- Bem - respondeu o universitário, - agora eu não posso explicar, pois vou descer na próxima estação,
mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio.

O velho então cuidadosamente abriu o bolso interno do paletó, e deu o cartão ao universitário. Quando
o jovem leu o que estava escrito, abaixou a cabeça, e saiu cabisbaixo se sentindo pior que uma ameba. O
cartão dizia: “Louis Pasteur, Diretor do Instituto de Pesquisas Científicas da École Normale de Paris”.
Até hoje o trabalho de Louis Pasteur permanece, pois quando compramos um produto qualquer no
supermercado que contenha em seu rótulo a expressão “produto pasteurizado”, é porque ele passou por
um processo desenvolvido por esse conhecido cientista. Esse relato ilustra muito bem o fato de homens
de grosso calibre intelectual amaram a Bíblia e, mesmo hoje, há vários exemplos. Essa ideia de que a
Bíblia é apenas para pessoas sem cultura, ignorantes, incultas, etc., é na verdade preconceituosa. Ela tem
sido o livro de cabeceira de pessoas, de variados níveis culturais, sociais, intelectuais, etc., no mundo
inteiro.

O efeito benéfico da Bíblia sobre nações

Conta-se que certa feita um imperador chinês perguntou à rainha da Inglaterra ao que se devia a
grandeza de seu império – o Império Inglês. Ela então tomou uma Bíblia e lhe respondeu dizendo que
era devido àquele Livro! O povo inglês sempre teve profundo respeito pela Bíblia, tendo-a mesmo como
um legado nacional. Nações que hoje são grandes potências, como os Estados Unidos, no passado,
tiveram seus alicerces lançados sobre a Palavra de Deus. Não foi a Europa também o berço dos
movimentos reformistas, que tinham a Bíblia como única autoridade?

CONCLUSÃO

Na Bíblia encontramos alívio em meio ao cansaço da nossa caminhada para o Céu, refrigério em meio
aos desertos da nossa vida, renovo quando sucumbe nosso vigor espiritual. Como peregrinos aqui nesta
terra, temos a Bíblia como o nosso “mapa” que nos conduz ao Céu, nossa morada permanente. Oremos
ao Senhor para que a Igreja de Cristo na Terra ame o Deus da Bíblia, mas de igual modo a Bíblia de
Deus!

Centres d'intérêt liés