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DIREITO AMBIENTAL CONTEMPORÂNEO

O POLUIDOR-PAGADOR E A RESPONSABILIDADE CIVIL AMBIENTAL

Conceito de Poluição

O conceito de poluição encontra-se previsto na Lei da Política Nacional do Meio


Ambiente – Lei nº. 6.938/81.

Lei 6.938/ 81- art. 3º, III


Art 3º - Para os fins previstos nesta Lei, entende-se por:
( ..... )
III - poluição, a degradação da qualidade ambiental resultante de atividades que
direta ou indiretamente:
a) prejudiquem a saúde, a segurança e o bem-estar da população;
b) criem condições adversas às atividades sociais e econômicas;
c) afetem desfavoravelmente a biota;
d) afetem as condições estéticas ou sanitárias do meio ambiente;
e) lancem matérias ou energia em desacordo com os padrões ambientais
estabelecidos;

Ele é ocasionada por ato do homem que supera os limites de intolerabilidade,


introduzindo substâncias ao meio ambiente, provocando um efeito negativo no seu
equilíbrio, causando danos à saúde humana, aos seres vivos e aos ecossistemas

Destaque-se queos agentes de poluição, normalmente designados por poluentes,


podem ser de natureza química, genética, ou apresentar-se sob a forma de energia,
como nos casos de luz, calor ou radiação.

Podemos caracterizar os seguintes tipos de poluição:

• Poluição atmosférica
• Poluição hídrica
• Poluição do solo
• Poluição sonora
• Poluição visual
• Poluição térmica
• Poluição luminosa
• Poluição radioativa

Uma situação que merece destaque é que os problemas ligados a poluição global,
como o efeito estufa, a diminuição da camada de ozônio, as chuvas ácidas, a perda
da biodiversidade, os dejetos lançados em rios e mares, entre outros materiais, nem
sempre são observados, medidos ou mesmo sentidos pela população.

A explicação para toda essa dificuldade reside no fato de se tratar de uma poluição
cumulativa, cujos efeitos só são sentidos a longo prazo.

Apesar disso, esses problemas têm merecido atenção especial no mundo inteiro, por
estarem se multiplicando em curto tempo e devido a certeza de que terão influência
em todos os seres vivos.
Conceito de Degradação

O conceito de degradação encontra-se previsto na Lei da Política Nacional do Meio


Ambiente - Lei nº. 6.938/81.

Lei 6.938/ 81- art. 3º, II

Art 3º - Para os fins previstos nesta Lei, entende-se por:

( ..... )

II - degradação da qualidade ambiental, a alteração adversa das características


do meio ambiente;

Dessa forma, a degradação é gênero do qual a poluição é espécie, sendo


considerado qualquer processo que diminua a capacidade de
determinado ecossistema em sustentar a vida . Esse processo está ligado a
alterações biofísicas que afetam o equilíbrio ambiental, modificando
a fauna e flora natural, eventualmente causando perdas da biodiversidade.

Princípio do Poluidor Pagador

Na Declaração do Rio de Janeiro sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (1992),


surgiram 27 princípios fundamentais que todos os países deveriam cumprir, tendo
como objetivo o estabelecimento de uma aliança mundial nova e equitativa mediante a
criação de novos níveis de cooperação entre os Estados, os sectores-chave das
sociedades e as pessoas.

O referido princípio é uma norma de direito ambiental que consiste em obrigar o


poluidor a arcar com os custos da reparação do dano por ele causado ao meio
ambiente.

O princípio do Poluidor Pagador é o 16º. Princípio e estabelece que:

As autoridades nacionais deveriam fomentar a internalização dos custos ambientais


pelo poluidor ou degradador, e o uso de instrumentos econômicos que impliquem que
o poluidor deve, em princípio, arcar com os custos da degradação ambiental.

As autoridades nacionais devem procurar promover a internacionalização dos custos


ambientais e o uso de instrumentos econômicos, tendo em vista a abordagem
segundo a qual o poluidor deve, em princípio, arcar com o custo da poluição, com a
devida atenção ao interesse público e sem provocar distorções no comércio e nos
investimentos internacionais.
No Brasil, a Lei 6.938/81, também adotou o princípio do poluidor pagador, ao apontar
como uma das finalidades da Política Nacional do Meio Ambiente em seu artigo 4º,
VII, o seguinte:

Lei nº. 6.938/81 – Art. 4º.

Art 4º - A Política Nacional do Meio Ambiente visará:

( ...... )
VII - à imposição, ao poluidor e ao predador, da obrigação de recuperar e/ou indenizar
os danos causados e, ao usuário, da contribuição pela utilização de recursos
ambientais com fins econômicos.

Também merece destacar a própria CF/88 em seu artigo 225, § 3º.

CF/88 – Art. 225, § 3º


§ 3º As condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente sujeitarão os
infratores, pessoas físicas ou jurídicas, a sanções penais e administrativas,
independentemente da obrigação de reparar os danos causados.

Esse princípio de fundamenta na própria existência da responsabilidade civil, e se


caracteriza por ser um princípio normativo de caráter econômico, porque imputa ao
poluidor os custos decorrentes da atividade poluente, pois ele terá que arcar com o
dano que foi causado ao meio ambiente.

Merece destaque aqui a ressalva a um dos princípios norteadores do Direito Ambiental


que é o da prevenção. Isso porque, uma vez ocorrido o dano, o restabelecimento
do status quo ante é, como regra, inviável. Destruída uma floresta, rompida uma
barragem, poluída uma praia, provocada a morte de animais em extinção, seria difícil a
restauração in natura.

Imprescritibilidade do Dano Ambiental

O dano ambiental é imprescritível, mesmo após as decisões do dano


ambientaldestacadas pelo STF nos Informativos nº. 813 e 830, que diz que o dano ao
erário não é imprescritível.

A própria CF/88 fala da ressalva de ressarcimento ao erário.

Importante destacar que o dano ambiental público é imprescritível devido o caráter


público e o bem jurídico protegido, é o que diz a CF/88 em seu artigo 225 ao tratar
como bem de uso comum do povo.

CF/88 – Art. 225

Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso
comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e
à coletividade o dever de defendê-lo e preservá- lo para as presentes e futuras
gerações.

Destacamos ainda, o Julgado do STJ no Agravo Regimental no Recurso Especial nº


1.421.163-SP, segundo o qual a ação de reparação de dano ambiental
é imprescritível. Dessa forma, o STJ entende que pela natureza do bem jurídico
envolvido, a reparação civil ambiental assume grande amplitude, com profundas
implicações na espécie de responsabilidade do poluidor. Assim sendo, além de
objetiva, na forma do art. 14 da Lei 6938/81, estaria sob o manto da imprescritibilidade,
por se tratar de direito inerente à vida, de caráter fundamental e essencial à afirmação
dos povos. Esta imprescritibilidade, ainda segundo o STJ e boa parte da doutrina,
independe de tal restrição não estar prevista em lei, ao menos não expressamente.
Assim, a noção de dano ambiental deve ser associada com um conceito amplo de
meio ambiente, levando em consideração que o meio ambiente não se limita aos
elementos naturais, mas também inclui elementos artificiais e culturais, sendo o fruto
das interações entre os seres humanos e o meio natural.
Atualmente o STJ admite o dano ambiental coletivo, destacando que ele não designa
apenas uma lesão sobre o patrimônio ambiental juridicamente protegido, entendido
como um bem de toda coletividade, mas também pode se referir a um bem de
interesse individual, nesse caso é denominado de dano ricochete, que também enseja
uma reparação pelo prejuízo patrimonial e extrapatrimonial..

O dano ambiental privado, também chamado de dano ambiental reflexo, é prescritível.

Vejamos o entendimento do STJ no Informativo nº. 574 que diz que não cabe dano
moral individual porque o ato é lícito, houve o licenciamento com todas as previsões
legais.

Com relação ao acidente ambiental, o STJ diz que há o dano moral ambiental privado
decorrente da privação das condições de trabalho.

Responsabilidade Civil Ambiental

O poder público responde pela omissão do seu dever de fiscalizar, desde que essa
omissão seja determinante para a ocorrência do dano, em consequência terá ação
regressiva contra o real e direto causador do dano. Assim, essa questão do poder
público ser segurador universal e somente responder de forma subjetiva em caso de
omissão, não ocorre no direito ambiental.

A regra é que a responsabilidade é objetiva para todos, pois há o risco integral sem
que seja admitida a possibilidade de excludentes de responsabilidade. Então, a
responsabilidade do Estado é objetiva pela omissão no seu dever de fiscalizar e essa
omissão vai incidir se for determinante para a ocorrência do dano, com direito a ação
de regresso.

Destacamos que na ação de regresso qualquer um que tenha concorrido para o dano
pode ser chamado para indenizar o dano que cometeu, e inclusive o poder público no
caso de omissão determinante. Nessa situação, o titular da ação, tanto faz se o dano
for privado ou público, vai escolher contra quem vai litigar, e assim, o litisconsorte é
meramente facultativo.

É a responsabilidade de retornar ao “status quo” antes, ou então, tentar recuperar


outro ambiente do mesmo ecossistema, e caso não seja possível, tentar recuperar
outro ambiente de ecossistema diversa. Em última hipótese haverá o pagamento em
pecúnia.
Se levarmos em conta os interesses objetivados com a tutela jurisdicional pretendida,
existem três tipos de dano ambiental: o dano ambiental de interesse da coletividade, o
dano ambiental de interesse subjetivo fundamental e o dano ambiental de interesse
individual.

A responsabilidade ambiental civil é objetiva por risco integral e o STJ disse que ela
não tem caráter punitivo.

O caráter punitivo fica reservado a responsabilidade administrativa e criminal,


destacando que a responsabilidade criminal é subjetiva e a cível é objetiva.

A grande polêmica é acerca da responsabilidade administrativa, para saber se ela tem


o caráter punitivo ou não. Será necessário saber que há grande polêmica sobre o
tema, pois ainda não está pacificado, mas é importante destacar que no RESP.STJ
nº. 1.251.697 havia o entendimento firmado de que a responsabilidade era subjetiva.
Depois tivemos o RESP. STJ nº. 1.318.051 em que pelo voto de 3 x 2 ficou definido
pela responsabilidade civil objetiva, esclarecendo que ainda não foi um julgado da
sessão, e assim, a referida matéria ainda está em análise.

A Lei nº. 9.605/98 em seu artigo 72 diz que primeiro se aplica a advertência, e depois
aplica-se a multa. O STJ, no RESP .STJ nº. 1.318.051 decidiu que embora tenha
caráter punitivo a responsabilidade administrativa é objetiva, decidiu ainda que é
possível a aplicação de multa direto sem a aplicação de advertência nos casos
considerados graves.

O artigo 2º, parágrafo 2º, do Código Florestal em vigor (Lei 12.605/2012) tem a
seguinte redação: “As obrigações previstas nesta Lei têm natureza real e são
transmitidas ao sucessor, de qualquer natureza, no caso de transferência de domínio
ou posse do imóvel rural”. Ou seja, a legislação ambiental brasileira consagrou
expressamente a natureza propter rem da responsabilidade civil ambiental

Relativização do Princípio da Adstrição Congruência ou Demanda no


Direito Ambiental

Pelo referido princípio é possível uma condenação com base numa demarcação maior
do que o que foi pedido na petição inicial desde que seja adequadamente preservado
o direito de defesa.

Dessa forma, é possível que o juiz adeque a sua decisão, na melhor forma possível,
sempre voltada para a defesa dos direitos coletivos, consagrando a relação da
mitigação do princípio da congruência entre o pedido e a sentença com o ativismo
judicial necessário à tutela dos direitos fundamentais coletivos.

A jurisprudência pátria acolhe esse entendimento:

[...] Dever-se, ainda, que, em se tratando de questão


ambiental, dominada por interesse difuso e planetário,
como no caso em exame, há de mitigar-se o princípio da
congruência, privilegiando-se o do ativismo judicial, de
forma que o órgão julgador possa adequar a sua decisão,
na melhor forma possível, com a visão intertemporal, sempre
voltada para a defesa e a preservação do meio ambiente
ecologicamente equilibrado, no interesse das presentes e
futuras gerações.” (TRF-1ª Reg., Edcl 2000.39.02.000141-
0/PA, 6ªT., j. 14.04.2008, rel. Des. Fed. Souza Prudente) –
grifou-se.

Princípio do Usuário Pagador

O princípio do usuário-pagador prevê que as pessoas que utilizam os recursos


ambientais devem pagar por essa utilização, e dessa forma, a sua aplicação não
depende da existência de danos efetivos ao meio ambiente ou da existência de
poluição. Paga-se pelo simples uso dos recursos ambientais, independentemente de
poluição ou degradação

É importante destacar a Lei nº. 6.938/81 ao dispor o seguinte:

Lei nº. 6.938/81 - Art. 2º., II e III


Art 2º - A Política Nacional do Meio Ambiente tem por objetivo a preservação, melhoria
e recuperação da qualidade ambiental propícia à vida, visando assegurar, no País,
condições ao desenvolvimento sócio-econômico, aos interesses da segurança
nacional e à proteção da dignidade da vida humana, atendidos os seguintes princípios:
( ...... )
II - racionalização do uso do solo, do subsolo, da água e do ar;
Ill - planejamento e fiscalização do uso dos recursos ambientais;

Lei nº. 6.938/81 - Art. 4º., IV e VII

Art 4º - A Política Nacional do Meio Ambiente visará:


( ...... )
IV - ao desenvolvimento de pesquisas e de tecnologias nacionais orientadas para o
uso racional de recursos ambientais;
( ...... )
VII - à imposição, ao poluidor e ao predador, da obrigação de recuperar e/ou indenizar
os danos causados e, ao usuário, da contribuição pela utilização de recursos
ambientais com fins econômicos.

Atividade Causadora de Degradação de Dano Ambiental

Tem por base o julgado na ADIN no STF nº. 3.378 que trata da constitucionalidade do
art. 36 da Lei do Sistema Nacional de Unidade de Conservação – Lei nº. 9.985/2000, e
o STF disse que é inconstitucional. O valor a ser pago deve ser proporcional ao dano
ambiental.

Assim, o Supremo Tribunal Federal reconheceu a existência do princípio do usuário-


pagador quando do julgamento da ADI 3.378, de 09.04.2008, a qual questionava a
constitucionalidade da previsão legal do artigo 36, §§ 1º, 2º e 3º, da Lei 9.985/2000.

Vejamos a ementa do referido julgado, a qual é suficiente para afirmar que o princípio
do usuário-pagador definitivamente tem aplicação prática na legislação ambiental
brasileira:

“EMENTA: AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE. ART. 36 E SEUS §§ 1º,


2º E 3º DA LEI Nº 9.985, DE 18 DE JULHO DE 2000. CONSTITUCIONALIDADE DA
COMPENSAÇÃO DEVIDA PELA IMPLANTAÇÃO DE EMPREENDIMENTOS DE
SIGNIFICATIVO IMPACTO AMBIENTAL. INCONSTITUCIONALIDADE PARCIAL DO
§ 1º DO ART. 36. 1. O compartilhamento-compensação ambiental de que trata o art.
36 da Lei nº 9.985/2000 não ofende o princípio da legalidade, dado haver sido a
própria lei que previu o modo de financiamento dos gastos com as unidades de
conservação da natureza. De igual forma, não há violação ao princípio da separação
dos Poderes, por não se tratar de delegação do Poder Legislativo para o Executivo
impor deveres aos administrados. 2. Compete ao órgão licenciador fixar o quantum da
compensação, de acordo com a compostura do impacto ambiental a ser dimensionado
no relatório - EIA/RIMA. 3. O art. 36 da Lei nº 9.985/2000 densifica o princípio
usuário-pagador, este a significar um mecanismo de assunção partilhada da
responsabilidade social pelos custos ambientais derivados da atividade
econômica. 4. Inexistente desrespeito ao postulado da razoabilidade. Compensação
ambiental que se revela como instrumento adequado à defesa e preservação do meio
ambiente para as presentes e futuras gerações, não havendo outro meio eficaz para
atingir essa finalidade constitucional. Medida amplamente compensada pelos
benefícios que sempre resultam de um meio ambiente ecologicamente garantido em
sua higidez. 5. Inconstitucionalidade da expressão "não pode ser inferior a meio por
cento dos custos totais previstos para a implantação do empreendimento", no § 1º do
art. 36 da Lei nº 9.985/2000. O valor da compensação-compartilhamento é de ser
fixado proporcionalmente ao impacto ambiental, após estudo em que se assegurem o
contraditório e a ampla defesa. Prescindibilidade da fixação de percentual sobre os
custos do empreendimento. 6. Ação parcialmente procedente.” (grifado)

No art. 36, e §§1º, 2º e 3º, da Lei 9.985/2000 (Lei que institui o Sistema Nacional de
Unidades de Conservação), questionado na ADI 3.378/DF, o legislador deu atenção
ao princípio do usuário-pagador ao prever a necessidade dos empreendedores que
pretenderem iniciar obras ou atividades de significativo impacto ambiental, conforme
diagnóstico do EIA/RIMA, destinarem recursos financeiros para a implantação e
manutenção de unidade de conservação do Grupo de Proteção Integral.

Destacamos também a CF/88 em seu artigo 225, § 1º, IV.

CF/88 – Art. 225, § 1º, IV

Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de
uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder
Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e
futuras gerações.
§ 1º Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público:
( ..... )
IV - exigir, na forma da lei, para instalação de obra ou atividade potencialmente
causadora de significativa degradação do meio ambiente, estudo prévio de impacto
ambiental, a que se dará publicidade;

Princípio do Protetor Recebedor

O Princípio Protetor-Recebedor incentiva economicamente quem protege uma área,


deixando de utilizar seus recursos, estimulando assim a preservação. Trata-se de uma
Inovação ao permitir a concessão de incentivos a quem protege o meio ambiente,
como forma de garantir a concretização da Política Nacional de Resíduos Sólidos,
incentivando as atividades voltadas ao gerenciamento de resíduos.

No Novo Código Florestal, existe um capitulo inteiro destinado a concretização do


principio do protetor recebedor através das sanções premiais, intitulado “programa de
apoio e incentivo à preservação e recuperação do meio ambiente”.

Assim, no Novo Código Florestal podemos encontrar previsão de pagamentos ou


incentivos a serviços ambientais; compensações diversas pelas medidas de
conservação ambiental, tais como a facilitação de credito e seguro agrícola, deduções
de APP’s e reserva legais da base de calculo do ITR, isenções de impostos de
insumos e equipamentos, linhas especiais de financiamento incentivos para
comercialização, inovação e aceleração das ações de recuperação; além de instituir
participação preferencial nos programas de apoio à comercialização da produção
agrícola e destinação de recursos para a pesquisa científica e tecnológica e a
extensão rural relacionadas à melhoria da qualidade ambiental.

Encontramos ainda, a Cota de Reserva Ambiental - CRA, título nominativo


transacionável representativo de área com vegetação nativa, existente ou em
processo de recuperação.