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Leis Extravagantes

Prof. º Leonardo Galardo

01) Segundo dispõe a Lei de Abuso de Autoridade (Lei n° 4.898/65), o direito de representação
será exercido por meio de petição dirigida à autoridade superior que tiver competência legal
para aplicar a respectiva sanção, ou ao órgão do Ministério Público que tiver competência para
iniciar o processo-crime contra a autoridade. Desta feita, pode-se concluir que os referidos
crimes são de ação penal pública condicionada à representação.

02) A Lei de Abuso de Autoridade prevê delitos de empreendimento em seu corpo.

03) Todas as condutas caracterizadoras de abuso de autoridade admitem tentativa.

04) Sequer excepcionalmente os crimes previstos na Lei 4.898/65 admitem a modalidade


culposa.

05) Os delitos de abuso de autoridade são caracterizados como crimes próprios.

06) O mesário eleitoral exerce múnus público, motivo pelo qual não pratica o crime de abuso
de autoridade, pois o encargo que lhe incumbe não é típico de autoridade pública.

07) Os crimes de abuso de autoridade não podem ser praticados pelo particular em nenhuma
hipótese.

08) Somente será considerado autoridade para a finalidade de aplicação da Lei n° 4.898/65 o
ocupante remunerado de cargo, emprego ou função pública, de natureza civil ou militar.

09) O abuso de autoridade praticado por militar em serviço é da competência da Justiça


Militar, estadual ou federal.

10) Como regra geral, os crimes de abuso de autoridade são de competência da justiça federal.

11) Aos crimes previstos na Lei n° 4.898 não se aplica o instituto da transação penal,
contemplado pelo art. 76 da Lei n° 9.099/95.

12) O abuso de autoridade segue a regra geral do Código de Processo Penal no tocante ao
oferecimento da denúncia, que deve se dar no prazo de 05 (cinco) dias, em caso de réu preso,
bem como 15 (quinze) dias em caso de réu solto.

13) Os crimes de abuso de autoridade não admitem a figura da ação penal privada subsidiária
da pública.

14) O abuso de autoridade sujeitará o seu autor à sanção administrativa, civil e penal.

15) O processo administrativo por abuso de autoridade deverá ser sobrestado, a fim de
aguardar eventual decisão de ação penal ou ação civil, evitando, assim, o risco de decisões
contraditórias ou conflitantes.

16) A sanção penal por abuso de autoridade poderá consistir em pena de detenção por dez
dias a seis meses.
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17) O abuso de autoridade pode sujeitar o infrator à sanção penal de perda do cargo, com
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inabilitação para o exercício de qualquer outra função pública, pelo prazo de até 03 (três)
anos.
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18) As sanções penais por abuso de autoridade podem ser aplicadas de maneira autônoma ou
cumulativa.

19) Em caso de abuso de autoridade cometido por agente de autoridade policial, civil ou
militar, de qualquer categoria, poderá ser cominada pena autônoma ou acessória, consistente
em não poder o acusado exercer funções de natureza policial ou militar, no município da
culpa, pelo prazo de um a cinco anos.

20) O abuso de autoridade praticado contra Juiz Federal será de competência da justiça
federal, ainda que não esteja relacionado com o exercício da função.

21) O crime de racismo é inafiançável, imprescritível e sujeito às penas de detenção, na forma


da lei.

22) A lei de racismo não admite a figura de liberdade provisória.

23) O racismo envolve questões relativas a discriminação e preconceito de raça, cor, etnia,
religião e procedência nacional.

24) Constitui crime de racismo fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos,


emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada,
para fins de divulgação do cristianismo.

25) Constitui efeito da condenação pelo crime de racismo a perda do cargo ou função pública,
para o servidor público, e a suspensão do funcionamento do estabelecimento particular por
prazo não superior a três meses.

26) Caso uma manicure, empregada de um salão de beleza, recuse atendimento a uma
cliente apenas por esta ser de origem africana, e essa cliente, ofendida, deixe o
estabelecimento, tal recusa tipificará o crime de racismo.

27) Considere que Tânia, proprietária de um salão de beleza especializado em penteados


afros, recuse atendimento a determinada pessoa de pele branca e cabelos ruivos, sob a
justificativa de o atendimento, no salão, restringir-se a afrodescendentes. Nessa situação,
a conduta de Tânia não constitui crime, visto que, sendo proprietária do estabelecimento,
ela tem o direito de restringir o atendimento a determinados clientes.

28) Constitui crime o fato de determinado clube social recusar a admissão de um cidadão
em razão de preconceito de raça, salvo se o respectivo estatuto atribuir à diretoria a
faculdade de recusar propostas de admissão, sem declinação de motivos (PRF/2013).

29) O fato de um empresário, por preconceito em relação à cor de determinado


empregado, impedir a sua ascensão funcional na empresa, configurará delito contra a
organização do trabalho, e não crime resultante de preconceito.

30) Considere que Mauro, irritado com a demora no andamento da fila do caixa de um
supermercado, tenha proferido xingamentos direcionados à atendente do caixa, atribuindo a
demora no atendimento à inferioridade intelectual que, segundo ele, era característica
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intrínseca da raça a que a moça pertencia. Nessa situação, Mauro deve ser acusado de crime
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de racismo, previsto na legislação específica, por ter negado à funcionária, por motivo racial, o
direito de trabalho no comércio.
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31) Pedro pediu em casamento Carolina, que tem 16 anos de idade, e ela aceitou. O pai
de Carolina, porém, negou-se a autorizar o casamento da filha, pelo fato de o noivo ser
negro. Todavia, para não ofender Pedro, solicitou a Carolina que lhe dissesse que o
motivo da sua recusa era o fato de ele ser ateu. Nessa situação, o pai de Carolina
cometeu infração penal.

32) O registro da arma de fogo possibilita que o agente tenha a mesma em sua residência
ou em seu local de trabalho, independentemente do fato de ser ou não o responsável
legal pelo estabelecimento.

33) O agente que mantém uma arma de fogo devidamente registrada no interior de sua
residência pode portá-la na cintura de forma ostensiva em um churrasco entre amigos,
tendo em vista que ainda está no interior da residência.

34) A arma de fogo desmuniciada e desmontada não serve para configurar o delito de porte
ilegal de arma de fogo.

35) O porte ou a posse simultânea de duas ou mais armas de fogo de uso restrito ou proibido
não configura concurso formal, mas crime único, pois a situação de perigo é uma só.

36) Lucas, delegado de polícia de determinado estado da Federação, em dia de folga,


colidiu seu veículo contra outro veículo que estava parado em um sinal de trânsito. Sem
motivo justo, o delegado sacou sua arma de fogo e executou um disparo para o alto.
Imediatamente, Lucas foi abordado por autoridade policial que estava próxima ao local
onde ocorrera o fato. Nessa situação hipotética, a conduta de Lucas poderá ser
enquadrada como crime, com causa de aumento de pena, devido ao fato de ele s er
delegado de polícia.

37) A apreensão de arma de fogo na posse do autor dias após o cometimento de crime de
roubo não constitui crime autônomo, sendo fato impunível.

38) A nulidade do exame pericial na arma de fogo descaracteriza o crime de porte ilegal,
mesmo diante de conjunto probatório idôneo, conforme entendimento do Supremo Tribunal
Federal.

39) O ato de montar ou desmontar uma arma de fogo, munição ou um acessório de uso
restrito, sem autorização, no exercício de atividade comercial constitui crime de comércio
ilegal de arma de fogo, com a pena aumentada pela metade.

40) Júlio, detentor de porte de arma e proprietário de arma de fogo devidamente registrada,
vendeu para Tiago, de quatorze anos de idade, uma arma, devidamente municiada,
acompanhada do seu documento de registro. Nessa situação, ao permitir que o adolescente se
apoderasse da arma de fogo, Júlio praticou o delito de omissão de cautela, previsto no
Estatuto do Desarmamento.

41) Ronaldo foi preso em flagrante imediatamente após efetuar — com intenção de matar,
mas sem conseguir atingir a vítima — disparos de arma de fogo na direção de José. Nessa
situação, Ronaldo cometeu homicídio na forma tentada e disparo de arma de fogo em
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concurso formal.
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42) André guardou em sua residência, de janeiro de 2015 até sua prisão em flagrante na
presente data, uma arma de fogo de uso permitido, devidamente municiada, mas com
numeração de série suprimida. Nessa situação, André praticou o crime de posse irregular de
arma de fogo de uso permitido e, por isso, deve ser punido com pena de detenção.

43) Carlos foi preso em flagrante, durante o período de vigência da Lei n.º 10.826/2003 —
prorrogada pela Lei n.º 11.922/2009 —, devido ao fato de a polícia ter encontrado, em um
armário de sua residência, uma arma de fogo de uso restrito. Nessa situação, a conduta de
Carlos caracterizou-se como atípica em razão da incidência de abolitio criminis temporária.

44) Configura crime de omissão de cautela a conduta de deixar de observar as cautelas


necessárias para impedir que menor de 18 (dezoito) anos ou pessoa portadora de deficiência
mental se apodere de arma de fogo que esteja sob sua posse ou que seja de sua propriedade.

45) Configura crime de omissão de cautela a conduta do proprietário ou diretor responsável de


empresa de segurança e transporte de valores que deixarem de registrar ocorrência policial e
de comunicar à Polícia Federal perda, furto, roubo ou outras formas de extravio de arma de
fogo, acessório ou munição que estejam sob sua guarda, nas primeiras 24 (vinte quatro) horas
depois de tomarem conhecimento do fato.

46) A nova lei de drogas descriminalizou a conduta do usuário de entorpecentes.

47) O usuário de drogas sofreu despenalização.

48) Usar droga é crime.

49) A nenhuma pessoa física, bem como a nenhuma pessoa jurídica, de direito público ou de
direito privado, é lícito reter qualquer documento de identificação pessoal, ainda que
apresentado por fotocópia autenticada ou pública-forma, inclusive comprovante de quitação
com o serviço militar, título de eleitor, carteira profissional, certidão de registro de
nascimento, certidão de casamento, comprovante de naturalização e carteira de identidade de
estrangeiro.

50) Quando, para a realização de determinado ato, for exigida a apresentação de documento
de identificação, a pessoa que fizer a exigência fará extrair, no prazo de até 24 (vinte e quatro)
horas, os dados que interessarem devolvendo em seguida o documento ao seu exibidor.

51) Quando o documento de identidade for indispensável para a entrada de pessoa em órgãos
públicos ou particulares, serão seus dados anotados no ato e devolvido o documento
imediatamente ao interessado.

52) Constitui crime a retenção de qualquer documento de identificação pessoal previsto na lei
número 5.553/68.

53) As disposições da lei de tortura só se aplicam aos crimes cometidos dentro do território
nacional.

54) O condenado pelo crime de tortura em qualquer de suas espécies iniciará o cumprimento
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da pena em regime fechado.


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55) Os crimes hediondos e equiparados são inafiançáveis e insuscetíveis de anistia, graça,


indulto e comutação, salvo no caso da tortura, que admite indulto e comutação.
56) A condenação pelo crime de tortura acarretará automaticamente a perda do cargo, função
ou emprego público e a interdição para seu exercício pelo dobro do prazo da pena aplicada.

57) As penas da tortura serão aumentadas de um sexto até um terço se o crime for praticado
por agente público ou praticado mediante sequestro ou praticado contra criança, adolescente,
gestante, deficiente ou maior de sessenta anos.

58) Constitui crime de tortura constranger alguém com emprego de violência ou grave
ameaça, causando-lhe sofrimento físico ou mental, em razão de discriminação racial, religiosa
ou de gênero.

59) A lei maria da penha só se aplica nas hipóteses de violência de gênero, entendida esta
como aquela praticada pelo gênero masculino contra o gênero feminino.

60) Considera-se violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão
baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano
moral ou patrimonial.

61) A violência doméstica e familiar contra a mulher pode se dar no âmbito doméstico, no
âmbito familiar ou em qualquer relação íntima de afeto, na qual o agressor conviva ou tenha
convivido com a ofendida, desde que demonstrada a coabitação.

62) De acordo com a jurisprudência do STF, todos os crimes praticados no âmbito da lei maria
da penha são de ação penal pública incondicionada.

63) Nos crimes cometidos com violência doméstica e familiar contra a mulher, é vedada a
aplicação de penas de cesta básica ou outras de prestação pecuniária, bem como a
substituição de pena que implique o pagamento isolado de multa.

64) Nas ações penais públicas condicionadas à representação da ofendida de que trata a lei
maria da penha, só será admitida a renúncia à representação perante o juiz, em audiência
especialmente designada com tal finalidade, antes do recebimento da denúncia e ouvido o
Ministério Público.

65) Considera-se organização criminosa a associação de 4 (quatro) ou mais pessoas,


estruturalmente ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas, ainda que informalmente,
com objetivo de obter, direta ou indiretamente, vantagem de qualquer natureza, mediante a
prática de infrações penais cujas penas máximas sejam superiores a 4 (quatro) anos, ou que
sejam de caráter transnacional.

66) O agente que impede ou embaraça a investigação de infração penal que envolva
organização criminosa incorre nas mesmas penas daquele que promove, constitui, financia ou
integra a referida organização.

67) As penas aumentam-se da metade se na atuação da organização criminosa houver o


emprego de arma de fogo.
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68) A lei de organização criminosa prevê aumento de pena de 1/6 a 2/3 para os casos em que
o crime envolver a participação de criança ou adolescentes, bem como se as circunstâncias do
fato evidenciarem a transnacionalidade da organização.
69) Se houver indícios suficientes de que o funcionário público integra organização criminosa,
poderá o juiz determinar seu afastamento cautelar do cargo, emprego ou função, com prejuízo
da remuneração, quando a medida se fizer necessária à investigação ou instrução processual.

70) A condenação com trânsito em julgado acarretará ao funcionário público a perda do cargo,
função, emprego ou mandato eletivo e a interdição para o exercício de função ou cargo
público pelo prazo de 8 (oito) anos subsequentes à condenação.

71) A colaboração premiada é meio de obtenção de prova capaz de acarretar no perdão


judicial, na redução em até 2/3 (dois terços) da pena privativa de liberdade ou na substituição
desta por restritiva de direitos.

72) O Ministério Público e o Delegado de Polícia poderão requerer e representar ao Juiz pela
concessão de perdão judicial ao colaborador, ainda que este benefício não tenha sido
inicialmente previsto na proposta de colaboração.

73) Se a colaboração for posterior à sentença, a pena poderá ser reduzida até a metade ou
será admitida a progressão de regime ainda que ausentes os requisitos objetivos.

74) A ação controlada consiste no retardamento da intervenção policial ou administrativa


relativa à ação praticada por organização criminosa e depende de prévia comunicação ao juiz.

75) Se a ação controlada envolver transposição de fronteiras, o retardamento da intervenção


policial ou administrativa somente poderá ocorrer com a cooperação das autoridades dos
países que figurem como provável itinerário ou destino do investigado, de modo a reduzir os
riscos de fuga e extravio do produto, objeto, instrumento ou proveito do crime.

76) A infiltração de agentes de polícia em tarefas de investigação poderá ser determinada pelo
prazo de 06 (seis) meses, sem prejuízo de eventuais renovações, dependendo, sempre, de
prévia comunicação ao juiz.

77) A infiltração de agentes poderá ser determinada ainda que a prova possa ser feita por
outros meios disponíveis.

78) Não é punível, no âmbito da infiltração, a prática de crime pelo agente infiltrado no curso
da investigação, quando inexigível conduta diversa.

79) A lei brasileira só é aplicável à contravenção praticada no território nacional.

80) Não há tentativa de contravenção penal.

81) Recusar à autoridade, quando por esta, justificadamente solicitados ou exigidos, dados ou
indicações concernentes à própria identidade, estado, profissão, domicílio e residência,
configura contravenção penal punida com multa.
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82) As penas previstas para o usuário de drogas podem ser aplicadas de maneira autônoma ou
Página

cumulativa.
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83) O agente que semeia, cultiva ou colhe, para consumo pessoal, plantas destinadas à
preparação de pequena quantidade de substância ou produto capaz de causar dependência
física ou psíquica, incorre nas mesmas penas do usuário de drogas.
84) A distinção entre o usuário e o traficante se dá exclusivamente pela análise da quantidade
da droga apreendida.

85) As penas de prestação de serviços à comunidade e comparecimento a programa ou curso


educativo podem ser aplicadas pelo prazo máximo de 5 (cinco) meses, no caso de usuário
primário, bem como 10 (dez) meses, no caso de usuário reincidente.

86) O descumprimento das pens previstas para o usuário de drogas acarreta na aplicação
simultânea de admoestação verbal e multa.

87) O agente que oferece droga gratuitamente, eventualmente, a pessoa de seu


relacionamento, para consumo compartilhado, pratica infração de menor potencial ofensivo
prevista na lei de drogas.

88) As penas do tráfico de drogas poderão ser reduzidas de um sexto a dois terços, vedada a
conversão em penas restritivas de direitos, desde que o agente seja primário, de bons
antecedentes, não se dedique às atividades criminosas nem integre organização criminosa.

89) O tráfico privilegiado não é equiparado a hediondo.

90) O tráfico de drogas é crime hediondo.

91) Por ser crime acessório, a associação para o tráfico de drogas não pode existir sem a prova
da materialidade do crime principal.

92) O agente que organiza a produz passeata popularmente conhecida como “marcha da
maconha” responde pelos crimes de induzimento, instigação ou auxílio ao uso indevido da
droga.

93) A lei de drogas admite delitos culposos.

94) Considera-se infrações penais de menor potencial ofensivo as contravenções penais e os


crimes a que a lei comine pena máxima não superior a dois anos, cumulada ou não com multa.

95) Aos crimes descritos na Lei n.º 10.741/2003 (Estatuto do Idoso) para os quais a pena
máxima privativa de liberdade não ultrapasse quatro anos aplica-se o procedimento previsto
na Lei n.º 9.099/1995, mas não se aplicam as suas medidas despenalizadoras, como, por
exemplo, a transação penal.

96) O processo perante o Juizado Especial orientar-se-á pelos critérios da oralidade,


informalidade, economia processual e celeridade, objetivando, sempre que possível, a
reparação dos danos sofridos pela vítima e a aplicação de pena não privativa de liberdade.

97) A competência do juizado será determinada pelo lugar em que tenha sido praticada a
infração penal ou pelo lugar do resultado, aplicando-se a teoria da ubiquidade.
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98) Os atos processuais serão públicos e poderão realizar-se em horário noturno e em


qualquer dia da semana, conforme dispuserem as normas de organização judiciária.
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99) É cabível a citação por edital em sede de juizados especiais criminais.

100) A autoridade policial que tomar conhecimento da ocorrência lavrará termo


circunstanciado e o encaminhará imediatamente ao Juizado, com o autor do fato e a vítima,
providenciando-se as requisições dos exames periciais necessários.

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