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Educação Inclusiva Deficiência Intelectual
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Educação Inclusiva Deficiência Intelectual
Educação Inclusiva
Deficiência Intelectual
Educação Inclusiva Deficiência Intelectual

CONCEITO, CARACTERÍSTICAS E CLASSIFICAÇÃO

Trata-se de uma definição proposta pela AAMR (Associação Americana de Retardo Mental), que esclarece:

“A deficiência mental refere-se a um estado de

funcionamento atípico no seio da comunidade, manifestando-se logo na infância, em que as

limitações do funcionamento intelectual

(inteligência) coexistem com as limitações no

comportamento adaptativo” (Carvalho, 1997,

p.27).

intelectual (inteligência) coexistem com as limitações no comportamento adaptativo” (Carvalho, 1997, p.27).

Deficiência

Intelectual (DI)

Estima-se que a Deficiência Intelectual ocorra em 1% das crianças em idade escolar.

Essa condição a coloca como uma das importantes responsáveis pelo fracasso escolar em nosso meio.

Do ponto de vista clínico, ela pode ser compreendida como uma

grande síndrome, isto é, um conjunto de sinais e sintomas com

múltiplas etiologias tanto de natureza genética quanto ambiental.

isto é, um conjunto de sinais e sintomas com múltiplas etiologias tanto de natureza genética quanto

Definições e classificação:

Segundo o DSM-IV ( Um manual de diagnóstico de diversos transtornos mentais ), o termo Deficiência Intelectual, utilizado a partir de 2007 em substituição ao termo Retardo Mental”, é empregado quando um determinado indivíduo apresenta desempenho cognitivo abaixo do esperado para sua faixa etária e grupo cultural, com início antes dos 18 anos de idade e com prejuízo em pelo menos duas das seguintes habilidades:

Comunicação, auto-cuidado, vida doméstica, relações sociais ou

interpessoais, auto-orientação, habilidades acadêmicas, saúde e

segurança.

vida doméstica, relações sociais ou interpessoais, auto-orientação, habilidades acadêmicas, saúde e segurança.

Por de tratar do desempenho cognitivo inferior ao

esperado, a sua quantificação ainda que arbitrária

é essencial tanto para o diagnóstico quanto para a

classificação destas crianças.

Para isso várias testagens cognitivas podem ser

realizadas para a determinação do quociente de inteligência (QI) de cada paciente.

O seu valor normal deve ser superior a oitenta.

As testagens cognitivas não devem ser

interpretadas de maneira isolada, mas sim

utilizadas como mais um parâmetro diagnóstico aliado à história familiar, cultural e social de cada criança individualmente.

como mais um parâmetro diagnóstico aliado à história familiar, cultural e social de cada criança individualmente.

A quantificação das habilidades cognitivas

não deve ser vista

como

um valor estático e que não é passível de modificação. Pelo contrário,

à medida que a criança apresenta ganhos de aprendizagem ( acadêmica ou não), há uma tendência de melhora em boa parte das escalas de avaliação psicométrica.

Isso não significa, contudo, que seja possível, pelo menos no momento atual do conhecimento científico, uma “normalização” da inteligência.

A deficiência intelectual é uma condição crônica e irreversível, em que pese a dificuldade de aceitarmos esta constatação.

intelectual é uma condição crônica e irreversível , em que pese a dificuldade de aceitarmos esta

Existem cinco níveis de gravidade das crianças que apresentam DI:

limítrofe ( QI entre 70 e 80 )

Leve ( QI entre 50 e 70 )

Moderado ( QI entre 40 e 50)

Grave ( QI entre 25 e 40 )

Profundo ( QI abaixo de 25 )

Grave ( QI entre 25 e 40 )  Profundo ( QI abaixo de 25 )

Esses níveis de gravidades acabam por refletir diretamente sobre as habilidades acadêmicas e comportamentais de cada indivíduo.

de gravidades acabam por refletir diretamente sobre as habilidades acadêmicas e comportamentais de cada indivíduo.

Por exemplo:

A criança com DI leve possui chances maiores de independência para as atividades de vida diária (AVD) e de conseguir um emprego do que aquelas com DI moderado e grave.

conseguir um emprego do que aquelas com DI moderado e grave.  De maneira semelhante, a

De maneira semelhante, a intensidade da DI parece interferir nas comorbidades comportamentais dessas crianças.

 De maneira semelhante, a intensidade da DI parece interferir nas comorbidades comportamentais dessas crianças.

As crianças mais graves apresentam transtornos psiquiátricos mais graves (tais como: agressividade e comportamento antissocial ) do

que aquelas que apresentam formas limítrofes

( ou leves) de comprometimento cognitivo.

e comportamento antissocial ) do que aquelas que apresentam formas limítrofes ( ou leves) de comprometimento

Causas de Deficiência Intelectual:

A deficiência intelectual pode ser considerada uma síndrome clínica, isto é, um transtorno cuja sintomatologia é variável e com diversos

mecanismos causadores.

Existem causas pré-natais, perinatais e pós- natais, de natureza genética ou não.

Contudo, acaba não sendo possível determinar uma causa em aproximadamente 50% dos pacientes.

Quanto mais leve o grau de DI, mais difícil será a determinação de sua causa.

aproximadamente 50% dos pacientes.  Quanto mais leve o grau de DI, mais difícil será a

Causas pré-natais:

Respondem por cerca de 60 a 80% dos casos de pacientes com DI.

Nessa categoria, incluem-se as doenças

genéticas, a exposição fetal a substâncias tóxicas (álcool, cocaína, medicamentos etc.), as

malformações cerebrais e algumas infecções

congênitas ( rubéola, sífilis, toxoplasmose, HIV e

Herpes).

As alterações cromossômicas são as desordens genéticas que mais frequentemente causam DI.

HIV e Herpes).  As alterações cromossômicas são as desordens genéticas que mais frequentemente causam DI.

CAUSAS DA DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

NA CONCEPÇÃO: Incompatibilidade sanguínea e doenças genéticas; muitas

deficiências mentais estão ligadas a

alterações cromossômicas - Síndrome de Down, Síndrome de Angelman, Síndrome de

Rett, Síndrome de Kanner (Autismo),

Síndrome de Prader-Willi, etc.

de Down, Síndrome de Angelman, Síndrome de Rett, Síndrome de Kanner (Autismo), Síndrome de Prader-Willi, etc.

SÍNDROME DE ANGELMAN

Caracteriza-se por atraso no desenvolvimento intelectual,

dificuldades na fala, distúrbios no sono, convulsões, movimentos desconexos e sorriso frequente. É causada pela perda ou inativação de genes críticos do cromossomo 15 herdado da mãe.

desconexos e sorriso frequente. É causada pela perda ou inativação de genes críticos do cromossomo 15

SÍNDROME DE PRADER-WILLI

É de origem genética localizada no cromossomo 15 ocorrendo no momento

da concepção, afetando meninos e meninas. Bebês esta Síndrome

apresentam dificuldade de sugar, choro

fraco e são muito pouco ativos, dormindo a maior parte do tempo. Raramente conseguem ser amamentados. Seu

desenvolvimento neuro-motor é lento, tardam a sentar, engatinhar e caminhar.

Raramente conseguem ser amamentados. Seu desenvolvimento neuro-motor é lento, tardam a sentar, engatinhar e caminhar.

A deficiência dos hormônios sexuais pode resultar em um

desenvolvimento defeituoso das características sexuais

primárias ou secundárias, pouco desenvolvimento das genitálias, ou efeitos de retirada (por exemplo, menopausa prematura) em adultos. O desenvolvimento defeituoso das

gônadas resulta em infertilidade.

O termo hipogonadismo é geralmente aplicado para os defeitos permanentes, ao invés dos temporários ou reversíveis, e geralmente implica deficiência dos hormônios reprodutivos, com ou sem defeitos de fertilidade.

O termo é menos usado para infertilidade sem deficiência hormonal

Hipotonia é uma condição na qual o tônus muscular está anormalmente baixo, geralmente envolvendo redução da força muscular.

é uma condição na qual o tônus muscular está anormalmente baixo, geralmente envolvendo redução da força

SÍNDROME DO TRIPLO X

Também conhecida como Síndrome de Jacob. • Acomete apenas mulheres, o cariótipo é 47 XXX; • A hereditariedade pode ser materna ou paterna, as características físicas são aparentemente normais, porém ocorre DI leve. Diferente de algumas outras síndromes, as portadoras podem ser férteis.

normais, porém ocorre DI leve. • Diferente de algumas outras síndromes, as portadoras podem ser férteis.
normais, porém ocorre DI leve. • Diferente de algumas outras síndromes, as portadoras podem ser férteis.

SÍNDROME DO X FRÁGIL

É a causa de origem hereditária mais comum para DI, em graus que vão de dificuldades de aprendizado, déficit de atenção a DI profundo.

A transmissão por linhagem materna é mais comum. Todas as mães de indivíduos portadores da doença (que causa mutação do braço longo do cromossomo X) são portadoras do gene alterado, o que traz alto risco de outros filhos com a síndrome. O aconselhamento genético é muito importante. A síndrome afeta ambos os sexos, mas é mais frequente em homens , além do que neles as

manifestações são mais graves. Tendem a ser instáveis,

demoram a falar, fazem pouco contato visual, por vezes com tiques, estereotipias, retraídos socialmente, podem haver traços autísticos.

fazem pouco contato visual, por vezes com tiques, estereotipias, retraídos socialmente, podem haver traços autísticos.

SÍNDROME DE KLINEFELTER

SÍNDROME DE KLINEFELTER  Restrita apenas a homens • O cariótipo é 47 XXY. O cromossomo

Restrita apenas a homens

O cariótipo é 47 XXY. O cromossomo

adicional em 50% dos casos é de origem

materna (como já dito há influência da idade)

.

Tem hipogonadismo, níveis baixos de

testosterona, aspecto físico (pêlos, gordura

corporal, proporções) mais feminilizado.

• O diagnóstico é difícil antes da puberdade. Costumam ter baixo índice de fertilidade.

• O quadro é de DI leve ou déficit de

aprendizagem.

antes da puberdade. Costumam ter baixo índice de fertilidade. • O quadro é de DI leve

SÍNDROME DE RETT

A Síndrome de Rett é uma doença neurológica provocada por uma mutação genética que atinge, na maioria dos casos, crianças do sexo feminino. Caracteriza-se

pela perda progressiva de funções

neurológicas e motoras após meses de desenvolvimento aparentemente normal - em geral, até os 18 meses de vida. Após esse

período, as habilidades de fala, capacidade

de andar e o controle do uso das mãos começam a regredir, sendo substituídos por movimentos involuntários ou repetitivos

andar e o controle do uso das mãos começam a regredir, sendo substituídos por movimentos involuntários

PARALISIA CEREBRAL

Definição: encefalopatia crônica não progressiva é uma lesão de uma ou mais partes do cérebro. Sequela de uma agressão encefálica, que se caracteriza primordialmente por um transtorno persistente, porém não invariável, do tônus, da

postura e do movimento, que surge na primeira

infância e que não é somente secundária a esta lesão não evolutiva do encéfalo, mas se deve também à influência que a referida lesão exerce

sobre a maturação neurológica.

O fator causador pode ter ocorrido antes, durante ou após o parto.

lesão exerce sobre a maturação neurológica.  O fator causador pode ter ocorrido antes, durante ou

O termo paralisia cerebral (PC) é usado para definir qualquer desordem caracterizada por alteração do movimento secundária a uma lesão não progressiva do cérebro em desenvolvimento. O cérebro comanda as funções do corpo. Cada área do cérebro é responsável por uma determinada função, como

os movimentos dos braços e das pernas, a visão, a audição

e a inteligência

por uma determinada função, como os movimentos dos braços e das pernas, a visão, a audição

CAUSAS DA DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

DURANTE A GRAVIDEZ: carências alimentares ou doenças da mãe que comprometam o feto e a exposição desta

a agentes tóxicos com repercussão no desenvolvimento embrionário, como radiação ionizante, infecções (sarampo e

rubéola), medicamentos, álcool, tabaco,

etc.

embrionário, como radiação ionizante, infecções (sarampo e rubéola), medicamentos, álcool, tabaco, etc.

CAUSAS DA DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

DURANTE O PARTO: sofrimento cerebral do recém-nascido, prematuridade, exposição a toxinas ou infecções durante o parto,

traumatismo de parto, etc.

do recém-nascido, prematuridade, exposição a toxinas ou infecções durante o parto, traumatismo de parto, etc.

CAUSAS DA DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

DEPOIS DO NASCIMENTO: doenças infecciosas ou virais, intoxicações, traumatismos cranianos, acidentes, asfixia e quase afogamento, causas socioambientais (falta de estímulos físicos e sensoriais, falta de cuidados de saúde), etc.

e quase afogamento, causas socioambientais (falta de estímulos físicos e sensoriais, falta de cuidados de saúde),

As malformações cerebrais são responsáveis

por até 17% de todos os casos de DI. São

frequentemente causadoras também de epilepsias de difícil controle, de anormalidades motoras e de paralisia cerebral.

Outra causa que merece destaque é a exposição fetal ao álcool, chamada de síndrome de Álcool Fetal. Outras drogas, como cocaína e

medicamentos, provavelmente também é

causadora de DI.

de síndrome de Álcool Fetal. Outras drogas, como cocaína e medicamentos, provavelmente também é causadora de

Causas perinatais

As complicações que podem ocorrer durante o nascimento ( ou logo após) podem causar DI em uma parcela significativa de crianças.

Estima-se que cerca de 8% a 12% dos indivíduos apresentam DI por intercorrências ocorridas no período perinatal, que inclui o

intervalo de tempo imediatamente anterior ao

nascimento até o 28º dia de vida.

Entre essas causas, a paralisia cerebral (PC) é talvez a mais frequente.

ao nascimento até o 28º dia de vida.  Entre essas causas, a paralisia cerebral (PC)

Essa condição ( que também pode ser chamada

de encefalopatia crônica não progressiva) pode

ocorrer por diversas razões:

Sequelas de asfixia perinatal;

Malformações cerebrais e

Sequelas de infecções congênitas, entre outras

causas.

A prematuridade e o baixo peso ao nascer vêm se tornando uma causa de DI cada vez mais verificada na prática clínica.

A prematuridade e o baixo peso ao nascer vêm se tornando uma causa de DI cada

Causas pós-natais

Neste grupo de doenças, estão os agravos à saúde da criança que

ocorrem após o primeiro mês de vida e que acabam por interferir diretamente sobre as funções cognitivas do indivíduo.

Sequelas de desnutrição, de traumatismo cranioencefálico, de

infecções do sistema nervoso central ( meningites e encefalites).

A desnutrição talvez seja uma causa das DI mais lamentáveis em nossa sociedade. A carência nutricional nos primeiros dois anos de vida ( época em que o cérebro da criança apresenta seu maior ritmo de

desenvolvimento de novas sinapses, mielina e neurotransmissores)

pode causar danos definitivos às funções cognitivas.

desenvolvimento de novas sinapses, mielina e neurotransmissores) pode causar danos definitivos às funções cognitivas.

As questões culturais e familiares também

podem ser causa de DI. Sabe-se, por exemplo,

que as crianças que se desenvolvem em meios

sociais em que são pouco estimuladas ou em

famílias de baixa condição socioeconômicas ou culturais têm uma chance maior de apresentar

DI que as demais.

Comorbidades entre as crianças com DI

O termo comorbidades é utilizado para designar uma série de alterações clínicas que podem acontecer concomitantemente a uma

determinada doença.

para designar uma série de alterações clínicas que podem acontecer concomitantemente a uma determinada doença.

No caso específico das crianças com DI, as

principais comorbidades incluem os transtornos de comportamento, que acabam por dificultar as terapias específicas e pedagógicas, além de interferir na sua socialização e agravar ainda mais o seu comprometimento cognitivo.

De acordo com a revisão de pesquisadores, a

prevalência de transtornos psiquiátricos entre as

crianças em idade escolar varia entre 7 e 12%. Entretanto, cerca de um terço das crianças com

DI ou com desordens do desenvolvimento

apresentam esses transtornos.

12%. Entretanto, cerca de um terço das crianças com DI ou com desordens do desenvolvimento apresentam

O espectro de transtornos psiquiátricos é amplo

e engloba desde sintomas do espectro autista até

desordens do humor, ansiedade, depressão e agitação psicomotora.

e engloba desde sintomas do espectro autista até desordens do humor, ansiedade, depressão e agitação psicomotora.

Deficiência Intelectual - conceito

Os deficientes intelectuais apresentam uma diminuição do rendimento intelectual, associada a diferentes níveis de transtornos

sensoriais, perceptivos motores, de

linguagem, do controle emocional, de adaptação em relação ao meio ambiente,

dependendo das alterações orgânicas e na

aparência física.

emocional, de adaptação em relação ao meio ambiente, dependendo das alterações orgânicas e na aparência física.
emocional, de adaptação em relação ao meio ambiente, dependendo das alterações orgânicas e na aparência física.

Questões

Embora possa ser identificada precocemente, a escola com frequência é o local em que surge pela primeira vez a

hipótese de que essa criança tenha essa

condição, tal hipótese deve necessariamente

ser confirmada.

O diagnóstico deve levar em consideração o momento da vida, a diversidade cultural linguística e socioeconômica da pessoa.

deve levar em consideração o momento da vida, a diversidade cultural linguística e socioeconômica da pessoa.

Classifica-se a deficiência

Intelectual em:

Deficiência intelectual Deficiência intelectual Deficiência intelectual Deficiência intelectual Deficiência intelectual

Leve.• Deficiência intelectual • Deficiência intelectual moderada. grave. profunda . gravidade inespecífica.

moderada.intelectual • Deficiência intelectual • Deficiência intelectual Leve. grave. profunda . gravidade inespecífica.

grave.• Deficiência intelectual • Deficiência intelectual Leve. moderada. profunda . gravidade inespecífica.

profunda. .

gravidadeintelectual • Deficiência intelectual • Deficiência intelectual Leve. moderada. grave. profunda . inespecífica.

inespecífica.

• Deficiência intelectual • Deficiência intelectual Leve. moderada. grave. profunda . gravidade inespecífica.

Deficiência Intelectual Leve

Comprometimento mínimo nas áreas sensório-

motores. Habilidades de linguagem adequadas.

Graves transtornos na aprendizagem. Com alguma capacidade de alfabetização. Independente para a maior parte das AVD. Capaz de executar

tarefas simples de trabalho. No final da adolescência, podem atingir habilidades acadêmicas equivalentes ao 6º ano.

Na vida adulta, adquirem habilidades sociais e

profissionais adequadas para um custeio mínimo das próprias despesas, mas podem precisar de supervisão, orientação e assistência

adequadas para um custeio mínimo das próprias despesas, mas podem precisar de supervisão, orientação e assistência

Deficiência Intelectual Moderada

Adquire habilidades de comunicação/linguagem mais simples e com

atraso significativo do desenvolvimento. Dificilmente conseguem ser alfabetizados. Se beneficiam-se de treinamento profissional

para as AVD, com moderada supervisão,

podem tomar conta de si mesmos. É capaz de realizar trabalhos sob supervisão,

em oficinas protegidas (ambientes seguros)

ou no mercado de trabalho adaptando-se bem a vida na comunidade.

supervisão, em oficinas protegidas (ambientes seguros) ou no mercado de trabalho adaptando-se bem a vida na

Deficiência Intelectual Grave

Nos primeiros anos de infância, adquirem pouca ou nenhuma fala comunicativa. Durante o período escolar, podem aprender a falar e ser treinados em habilidades elementares de higiene e AVD simples mas se beneficiam

apenas em um grau limitado da instrução em

matérias pré-escolares, como familiaridade com o alfabeto e contagem simples, dominam habilidades de identificação visual de algumas

palavras fundamentais a “sobrevivência”.

e contagem simples, dominam habilidades de identificação visual de algumas palavras fundamentais a “sobrevivência”.

Deficiência Intelectual Profunda

Nos primeiros anos de infância, apresentam comprometimentos considerável do

funcionamento sensório-motor.

Um desenvolvimento mais favorável pode ocorrer

em um ambiente altamente estruturado, com

constante auxilio e supervisão e no

relacionamento individualizado com alguém responsável por seus cuidados. A maior parte não desenvolve habilidade de comunicação verbal, porém, podem melhorar com treinamento apropriado. São dependentes para a execução das AVD.

de comunicação verbal, porém, podem melhorar com treinamento apropriado. São dependentes para a execução das AVD.

Deficiência Intelectual de

Gravidade Inespecífica

O diagnóstico se aplica quando existe uma forte suspeita de deficiência intelectual, mas o individuo não pode ser adequadamente testado pelos instrumentos habituais de medição de inteligência. Ocorre em caso de crianças,

adolescentes ou adultos que apresentam

demasiado comprometimento ou não conseguem cooperar com as testagem, ou com bebes, quando

não existe um julgamento clínico de

funcionamento intelectual abaixo da média.

com as testagem, ou com bebes, quando não existe um julgamento clínico de funcionamento intelectual abaixo

A CRIANÇA DE 0 A 3 ANOS:

Crianças com deficiência intelectual, cujo

desenvolvimento cognitivo é mais lento,

demoram mais para aprender a usar o próprio

corpo. As atividades de estimulação precoce são

indispensáveis a aprendizagem e o

desenvolvimento da criança com deficiência intelectual, se destinam a essa faixa etária

com quadro de deficiência instalado desde o

nascimento, também em crianças que apresentarem atraso no desenvolvimento neuropsicomotor.

instalado desde o nascimento, também em crianças que apresentarem atraso no desenvolvimento neuropsicomotor.

Estimular

Significa criar condições facilitadoras para o desenvolvimento da criança.

Todo programa de estimulação precoce

pressupõe um trabalho de orientação da família, para tornar possível:

A importância do papel da mãe como mediadora da estimulação da criança nos primeiros anos de vida.

Facilitar as relações afetivas entre família e

criança.

Perceber as oportunidades de exploração que o meio físico e social oferecem a criança.

entre família e criança.  Perceber as oportunidades de exploração que o meio físico e social

CRIANÇA DE 4 A 6 ANOS

O convívio com outras crianças não

deficientes em um ambiente social e educacional integrado, constitui um elemento facilitador da aprendizagem e do

desenvolvimento da criança com deficiência

intelectual, especialmente nessa faixa etária. Devem ser favorecidos e estimulados em todas as oportunidades para aprender. Suas

limitações cognitivas e adaptativas variam,

influencia todas as possibilidades futuras, como serão vistas e tratadas.

limitações cognitivas e adaptativas variam, influencia todas as possibilidades futuras, como serão vistas e tratadas.

CRIANÇAS DE 7 A 11 ANOS

Dos 7 aos 11 anos o desenvolvimento

cognitivo torna-se mais complexos e as demandas ambientais aumentam.

As estruturas intelectuais da criança se

desenvolvem gradativamente, de modo a

responder as exigências cada vez maiores do

ambiente circundante. Algumas crianças podem apresentar ainda

atraso no aparecimento da fala, transtornos

de articulação e no ritmo, dificuldade para aquisição da linguagem.

ainda atraso no aparecimento da fala, transtornos de articulação e no ritmo, dificuldade para aquisição da

ADOLESCÊNCIA

É um período caracterizado pelas mudanças físicas e psicossociais. As mudanças corporais são relativas ao crescimento da estatura e dos órgãos, as alterações hormonais, ao aparecimento dos caracteres sexuais secundários, dentre outros.

As propostas pedagógicas e os objetivos educacionais destinados ao adolescente com deficiência intelectual devem ter como prioridade possibilitar-lhe a conquista da máxima autonomia possível, e a independência em relação a outros indivíduos.

possibilitar-lhe a conquista da máxima autonomia possível, e a independência em relação a outros indivíduos.

ETERNAS CRIANÇAS?

Pais, irmãos, professores e comunidade em

geral precisam aprender a lidar com as

pessoas com deficiência intelectual de

acordo com as condições e as vivencias próprias de sua idade cronológica.

as pessoas com deficiência intelectual de acordo com as condições e as vivencias próprias de sua

TRABALHO: A MARCA DA VIDA ADULTA

A questão do trabalho na área da deficiência

intelectual é ampla, complexa e polêmica, tanto

no nível social quanto nos níveis institucional,

familiar e pessoal.

No entanto precisamos enfrentá-la. Enfrentá-la significa continuar avançando no

nosso sentir, no nosso pensar e, por certo, no

nosso agir.

enfrentá-la. Enfrentá-la significa continuar avançando no nosso sentir, no nosso pensar e, por certo, no nosso

Escolarização

A escolarização do jovem e adulto com deficiência intelectual só ganha sentido se ele conseguir algo mais que juntar letras.

É preciso desenvolver junto com o aprendizado novas habilidades cognitivas de compreensão, elaboração e controle da própria atividade, é necessário criar novas motivações

para transformarem a si mesmo e o meio onde

vivem.

controle da própria atividade, é necessário criar novas motivações para transformarem a si mesmo e o

QUESTÃO FAMILIAR

É o primeiro ambiente social da criança, é nele que ela recebe suas primeiras oportunidades, estímulos e sensação de bem-estar. É a família que aposta na criança, que acredita na sua competência, que a respeita.

Se isso não acontecer, não ocorrerá o crescimento do sujeito.

que acredita na sua competência, que a respeita. Se isso não acontecer, não ocorrerá o crescimento

PREVENÇÃO

O trabalho de prevenção tem por base trabalhar:

Condições de saneamento básico, prevenção

contra drogas e o álcool, vacinação da mãe contra certas doenças, assistência pré-natal, leite materno, identificação de problemas

peri e neonatais.

Assistência continuada e permanente diante dos fatores de riscos presentes e aos efeitos no

desenvolvimento da criança.

Assistência continuada e permanente diante dos fatores de riscos presentes e aos efeitos no desenvolvimento da

NO PLANO PEDAGÓGICO:

1- Solicitar que o aluno formule com suas próprias palavras a demanda do professor ;

2- Perguntar ao aluno se ele já realizou aprendizagens ou problemas semelhantes;

3- interrogar frequentemente o aluno sobre as orientações

para a realização da tarefa;

4- Solicitar ao aluno que verifique se ele respeitou as orientações para a realização da tarefa;

5- Pedir ao aluno que organize as informações,

reagrupando-as de maneira que possibilite a conservação da informação;

6- Ajudar ao aluno a dar sentido ao seu percurso

de maneira que possibilite a conservação da informação;  6- Ajudar ao aluno a dar sentido

TRANSFERÊNCIA

No plano pedagógico:

1- Estabelecer relações com a família de maneira que as aprendizagens feitas na escola possam ser aplicadas também em situações da vida cotidiana e vice versa;

2- Planejar com o aluno a aplicação de seus novos

saberes e saber fazer em diferentes contextos. Os sujeitos que apresentam deficiência intelectual sentem dificuldade na transferência de conhecimentos

de uma situação a outra.

que apresentam deficiência intelectual sentem dificuldade na transferência de conhecimentos de uma situação a outra.

METACOGNIÇÃO

Na deficiência intelectual existe uma fragilidade metacognitiva. A passividade no plano intelectual pode ser resultado dessa fragilidade. Assim,dificuldades em definir

com clareza a natureza do problema a resolver,

estabelecer relações com outros problemas semelhantes,

selecionar estratégias úteis para solucioná-los são comuns em pessoas com deficiência intelectual.

As pessoas com deficiência intelectual não solicitam espontaneamente as estratégias metacognitivas tais como:

• Antecipar a natureza e as implicações do problema;

• Comparar e selecionar as estratégias de execução pertinentes; significa

Comparar e selecionar as estratégias de execução pertinentes ; significa “pensar sobre o próprio pensamento”.

“pensar sobre o próprio pensamento”.

O QUE CONSIDERAR ENTÃO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA?

1. Desenvolvimento de habilidades/recursos que estão em

conexão com o ensino voltado para as diferenças.

2. Análise dos objetivos que estão sendo perseguidos com

relação ao ensino voltado para as diferenças.

3. Identificação das principais estratégias de ensino que

desenvolve em sala de aula.

4. Compreensão das estratégias utilizadas.

5. Reflexão sobre a eficácia das estratégias e atividades no

atendimento às diferenças.

6. Reflexão sobre a leitura que faz da dinâmica dos seus

alunos desde que estão sujeitos a esse contexto de ensino.

6. Reflexão sobre a leitura que faz da dinâmica dos seus alunos desde que estão sujeitos

AS AULAS DEVEM

Partir de um planejamento que envolva a organização da rotina, o clima social da aula, as estratégias e os recursos pedagógicos.

Ajudar os alunos a atribuir significado pessoal à aprendizagem.

Explorar as ideias prévias antes de iniciar nova aprendizagem.

Adotar uma variedade de estratégias e possibilidades de

escolha.

Utilizar estratégias de aprendizagem cooperativa.

Dar oportunidade para que os alunos pratiquem e apliquem com autonomia o que foi aprendido.

Preparar e organizar os materiais e recursos de aprendizagem.

Monitorar permanentemente o processo de aprendizagem dos alunos para ajustar o ensino.

e recursos de aprendizagem.  Monitorar permanentemente o processo de aprendizagem dos alunos para ajustar o

COMO SUPERAR ESSES DESAFIOS?

•Pautar-se pelas potencialidades dos alunos;

•Implementar atividades cooperativas/colaborativas (Aprendizagem cooperativa);

•Considerar os diferentes níveis, ritmos e estilos de

aprendizagem;

•Rever concepções;

•Romper com o modelo conservador de ensino;

•Oferecer opções de materiais diferenciados para a realização de uma mesma atividade;

•Fortalecer as Interações entre professor-aluno e dos alunos

•Fortalecer as Interações entre professor -aluno e dos alunos entre si;  •Estabelecer expectativas positivas.

entre si;

•Estabelecer expectativas positivas.

•Planejar e preparar recursos, materiais e estratégias de

intervenção;

•Fortalecer os saberes dos professores (curriculares, experienciais );

•Pautar-se pela colaboração entre os profissionais da escola;

•Instaurar a reflexão pelo professor sobre a prática que realiza;

•Realizar trabalho simultâneo, cooperativo e participativo;

•Considerar as necessidades do educando e as

propostas educacionais a serem propiciadas.

•Planejar atividades para uma turma levando em conta a presença de alunos com deficiências e contemplá-los na programação;

atividades para uma turma levando em conta a presença de alunos com deficiências e contemplá-los na

CONCLUINDO

O ENSINO COM ATENÇÃO AS DIFERENÇAS

DEVE

Organizar as interações e as atividades, de modo que cada aluno seja

confrontado constantemente, ou ao menos com bastante frequência, com as

situações didáticas mais fecundas para ele.

Possibilitar o acesso a uma cultura de base comum através de uma diferenciação no interior de situações didáticas abertas e variadas levando

cada aluno a se confrontar com aquilo que é do seu interesse ou que é

obstáculo na construção do conhecimento.

Utilizar diversas estratégias didáticas, de forma que sejam respeitadas e atendidas as características individuais dos alunos.

Desenvolver diferentes atividades ao mesmo tempo na sala de aula, o que implica numa organização apropriada da classe bem como na possibilidade de cooperação estreita entre os professores no planejamento.

apropriada da classe bem como na possibilidade de cooperação estreita entre os professores no planejamento.

COMO LIDAR COM ESTAS PESSOAS?

Você deve agir naturalmente ao dirigir-se a uma pessoa com deficiência intelectual.

Trate-as com respeito e consideração. Se for uma criança, trate-a como criança. Se for adolescente, trate-a como

adolescente. Se for uma pessoa adulta, trate-a como tal.

criança, trate-a como criança. Se for adolescente, trate-a como adolescente. Se for uma pessoa adulta, trate-a

COMO LIDAR COM ESTAS PESSOAS?

Não as ignore. Cumprimente e despeça-se delas normalmente, como faria com qualquer pessoa;

Dê atenção a elas, converse e vai ver como será divertido. Seja natural, diga palavras amistosas;

pessoa;  Dê atenção a elas, converse e vai ver como será divertido. Seja natural, diga

COMO LIDAR COM ESTAS PESSOAS?

Não superproteja. Deixe que ela faça ou tente fazer sozinha tudo o que puder.

Ajude apenas quando for realmente necessário;

Não subestime sua inteligência. As pessoas com deficiência intelectual levam mais tempo para aprender, mas podem adquirir muitas habilidades intelectuais e sociais;

com deficiência intelectual levam mais tempo para aprender, mas podem adquirir muitas habilidades intelectuais e sociais;

COMO LIDAR COM ESTAS PESSOAS?

Lembre-se: o respeito está em primeiro lugar e só existe quando há troca de ideias, informações e

vontades. Por maior que seja a deficiência, lembre-se da eficiência da pessoa que ali está;

Deficiência intelectual não deve ser confundida com doença mental;

da eficiência da pessoa que ali está;  Deficiência intelectual não deve ser confundida com doença
da eficiência da pessoa que ali está;  Deficiência intelectual não deve ser confundida com doença
Mas daí é uma outra história

Mas daí é uma outra história

Mas daí é uma outra história

IMPLICAÇÕES PARA O FAZER

PEDAGÓGICO NO

CASO DA DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

IMPLICAÇÕES PARA O FAZER PEDAGÓGICO NO CASO DA DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

ORIENTAÇÕES PARA PROFESSORES

A inclusão de pessoas com deficiência intelectual é possível desde que a escola se prepare para recebê-las e

tenha espaço adequado para elas,

possuindo rampas, banheiros e espaço físico adaptado (no caso de cadeirantes). É necessário também ter conhecimentos

acerca das possibilidades de

aprendizagem que elas possuem, adequando o currículo para as necessidades dos alunos, sem excluir

ninguém.

de aprendizagem que elas possuem, adequando o currículo para as necessidades dos alunos, sem excluir ninguém.

ORIENTAÇÕES PARA PROFESSORES

Alunos que apresentam dificuldade de concentração precisam de um espaço organizado, uma rotina, atividades lógicas e regras. Como a sala de aula tem muitos

elementos, fica mais difícil manter

o foco. Por isso, o ideal é que as aulas tenham um início prático e

instrumentalizado.

fica mais difícil manter o foco. Por isso, o ideal é que as aulas tenham um

ORIENTAÇÕES PARA PROFESSORES

O ponto de partida deve ser algo que mantenha o aluno atento, como jogos de tabuleiro, quebra-cabeça, jogo da memória e imitações de sons ou movimentos do professor ou dos colegas.

como jogos de tabuleiro, quebra-cabeça, jogo da memória e imitações de sons ou movimentos do professor
como jogos de tabuleiro, quebra-cabeça, jogo da memória e imitações de sons ou movimentos do professor

ORIENTAÇÕES PARA PROFESSORES

Também é importante

adequar a proposta à idade e,

principalmente, aos assuntos trabalhados em classe. A tarefa deve começar tão fácil quanto seja necessário para que ele perceba que consegue executá-la, mas sempre com

algum desafio.

começar tão fácil quanto seja necessário para que ele perceba que consegue executá-la, mas sempre com

ORIENTAÇÕES PARA PROFESSORES

Dividir as tarefas e partes, gradualmente, dificultando as aquisições aos poucos, respeitando o ritmo do aluno;

Motivar, elogiar o sucesso e valorizar a autoestima;

Atender não só a área dos conhecimentos acadêmicos, mas também os aprendizados que melhorem a qualidade de vida

de todos os alunos;

Utilizar em seu trabalho diferentes tipos de linguagens, como música, artes, expressões corporais, entre outras;

 Utilizar em seu trabalho diferentes tipos de linguagens, como música, artes, expressões corporais, entre outras;
AS 10 (NEM TÃO) NOVAS COMPETÊNCIAS PARA SE ENSINAR A PESSOA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL
AS 10 (NEM TÃO) NOVAS COMPETÊNCIAS PARA SE ENSINAR A PESSOA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL
AS
10
(NEM
TÃO)
NOVAS
COMPETÊNCIAS
PARA
SE
ENSINAR
A
PESSOA
COM
DEFICIÊNCIA
INTELECTUAL
AS 10 (NEM TÃO) NOVAS COMPETÊNCIAS PARA SE ENSINAR A PESSOA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL
1 CONHECER PARA ATUAR
1
1

CONHECER PARA ATUAR

2 PARA AGIR PLANEJAR
2
2

PARA

AGIR

PLANEJAR

Conversa de Alice com o gato in Alice no país das maravilhas – Lewis Carroll
Conversa de Alice com o gato in Alice no
país das maravilhas – Lewis Carroll
Alice: _Poderia me
dizer o caminho que
devo pegar para ir
embora daqui?
Gato: _ Depende para
onde você quer ir.
Alice: _ Não me
importa muito para
onde.
Gato: _ Então não
importa que
caminho tome.
• “ESTABELECER METAS A PARTIR DA AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA E DO CONHECIMENTO DAS POSSIBILIDADES ELIMINA O
• “ESTABELECER METAS A
PARTIR DA AVALIAÇÃO
DIAGNÓSTICA E DO
CONHECIMENTO DAS
POSSIBILIDADES ELIMINA
O RISCO DO ATIVISMO”
Avaliação Pedagógica do Nível de Desenvolvimento X PIE (plano individualizado educacional)
Avaliação Pedagógica do Nível de Desenvolvimento X PIE (plano individualizado educacional)
Avaliação
Pedagógica do
Nível de
Desenvolvimento
X PIE (plano
individualizado
educacional)
Aspectos a serem avaliados e registrados *cognitivo (PPS) *sócio-afetivo *psicomotor
Aspectos a serem avaliados
e registrados
*cognitivo (PPS)
*sócio-afetivo
*psicomotor
3 USAR A CRIATIVIDADE
3
3

USAR

A

CRIATIVIDADE

*UTILIZAR METODOLOGIAS DIVERSIFICADAS FAVORECE A APRENDIZAGEM CONSIDERANDO-SE OS DIFERENTES ESTILOS DE APRENDIZAGEM
*UTILIZAR METODOLOGIAS
DIVERSIFICADAS
FAVORECE A APRENDIZAGEM
CONSIDERANDO-SE OS
DIFERENTES ESTILOS DE
APRENDIZAGEM
4 MÃO LANÇAR DE RECURSOS VARIADOS
4
4

MÃO

LANÇAR

DE

RECURSOS VARIADOS

4 MÃO LANÇAR DE RECURSOS VARIADOS
ESTIMULAR A CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA • • UTILIZAR JOGOS PEDAGÓGICOS UTILIZAR RECURSOS DE LEITURA E ESCRITA
ESTIMULAR
A CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA
• UTILIZAR
JOGOS PEDAGÓGICOS
UTILIZAR RECURSOS DE LEITURA E ESCRITA
UTILIZAR ATIVIDADES DE
PSICOMOTRICIDADE
• CONTEXTUALIZAR TODOS AS ATIVIDADES
5 MANTER-SE MOTIVADO FRENTE À “PEQUENOS GANHOS” MESMO
5 MANTER-SE MOTIVADO
5
MANTER-SE
MOTIVADO

FRENTE À

“PEQUENOS GANHOS”

MESMO

6 Construir propostas e ações coletivamente
6
6

Construir

propostas

e ações coletivamente

6 Construir propostas e ações coletivamente
7 Envolver todos os elementos educativos no processo
7
7

Envolver todos os

elementos educativos no processo

7 Envolver todos os elementos educativos no processo
8
8

ENVOLVER A COMUNIDADE EM

8 ENVOLVER A COMUNIDADE EM GERAL
8 ENVOLVER A COMUNIDADE EM GERAL
8 ENVOLVER A COMUNIDADE EM GERAL

GERAL

9 ENVOLVER A FAMÍLIA EM TODAS AS ETAPAS DO PROCESSO
9
9

ENVOLVER A FAMÍLIA EM

TODAS AS ETAPAS DO PROCESSO

9 ENVOLVER A FAMÍLIA EM TODAS AS ETAPAS DO PROCESSO
10 AVALIAR O PROCESSO CONTINUAMENTE
10
AVALIAR O PROCESSO
CONTINUAMENTE
AGORA É SUA VEZ

AGORA É SUA

VEZ

Utopia? (Eduardo Galeano). "A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se

Utopia?

(Eduardo Galeano).
(Eduardo Galeano).

"A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez

passos e o horizonte corre dez passos. Por mais

que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não

deixe de caminhar ”

mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que