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• Teoria Musical

PAUTA OU PENTAGRAMA

É o local onde são escritas as notas. São 5 linhas horizontais, paralelas, que formam 4
espaços. As linhas e espaços são contados de baixo para cima. Pode-se acrescentar linhas
acima e abaixo da pauta, formando linhas e espaços suplementares superiores (acima da
pauta) e inferiores (abaixo).

CLAVE

É um sinal colocado no início da pauta e serve para determinar o nome da nota e sua
altura na escala. Por exemplo, a clave de sol é escrita na segunda linha. Então, sempre que
no início da pauta estiver a clave de sol, a nota que vier escrita na segunda linha se chamará
sol. Para conhecer as outras notas, basta seguir a escala ascendente (sol, lá, si, dó etc.) ou
descendente (sol, fá, mi, ré etc.). As outras claves são as de fá (escrita na terceira e quarta
linhas) e a de dó (na 1ª, 2ª, 3ª e 4ª linhas).

NOTAS

É a representação gráfica dos sons. As notas são dó, ré, mi, fá, sol, lá, si, dó. Quando
executamos tais notas sucessivamente, formamos uma escala, que pode ser ascendente (dó,
ré, mi, fá, sol, lá, si) ou descendente (dó, si, lá, sol, fá, mi, ré, dó).

VALORES

Já viram que as notas representam graficamente o som; que tais notas são escritas na
pauta; e que o nome dessa nota depende da clave colocada no início da pauta. Agora:
quanto tempo vai durar essa nota?

Para que pudéssemos saber as durações de tempo de cada nota foram criados vários
desenhos (figuras). Assim, se a nota dó vem representada por certa figura, deverá durar
certo tempo. Veja quais são as figuras de som (verde), com suas respectivas pausas
(vermelho):

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semibreve; mínima; semínima; colcheia;

semicolcheia; fusa; semifusa

FIGURAS

Observe que a figura é composta por cabeça, haste e colchete

Existem figuras de som (dizem quanto tempo dura a nota) e figuras de pausa (mostram
quanto tempo dura o silêncio). Para cada figura de som existe uma figura de pausa
(silêncio) correspondente. Mas afinal, quanto tempo valem a mínima, semínima, a colcheia
etc. e suas respectivas pausas? A resposta é: depende. As figuras de som e silêncio não têm
tempo fixo. Existe uma relação. Ou seja, uma semibreve vale duas mínimas; uma mínima
vale duas semínimas. E assim por diante. Veja a relação abaixo, que também se aplica às
figuras de silêncio (pausas).

1 =2 ;4 ;8 ; 16 ; 32 ; 64 || 1 = 2 ; 4 ;8 ; 16 ; 32

1 =2 ;4 ;8 ; 16 || 1 =2 ;4 ;8

1 =2 ;4 ||| 1 =2

A semibreve é a figura que compreende todas as outras. Ela é tomada como unidade
na divisão proporcional dos valores.

LIGADURA

A teoria musical geralmente só se refere à ligação de sons da mesma entonação.


Quando ligamos sons iguais, estamos apenas somando seus tempos, ou seja, só o primeiro
som é emitido, os demais são apenas um prolongamento do primeiro. A duração será a das
respectivas figuras ligadas.

Especificamente em relação á guitarra, além de representar a soma dos tempos de


notas da mesma entonação, a ligadura pode indicar uma forma de execução das notas,
quando ligamos notas de entonação diferente, mas todos os casos têm uma semelhança:
apenas a primeira nota é atacada diretamente. Com os estudos práticos certamente
entenderá melhor. Por enquanto saiba que existem duas coisas distintas: 1 - ligação de notas
da mesma entonação (somam-se os tempos); 2 - ligação de notas de entonação diferente,
indicando a forma de execução das notas. Observe a partitura abaixo, os 4 primeiros ligados

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são ascendentes (faz-se batendo a segunda nota) e os 4 últimos são descendentes (faz-se
puxando a primeira nota para que se ouça a segunda). Como pode ver, todos esses ligados
são de notas de entonação diferente.

PONTO DE AUMENTO

É um ponto colocado à direita da figura, aumentando-a pela metade. Por exemplo,


digamos que a semínima valha 1 tempo, se colocarmos um ponto de aumento à sua direita
ela passará a valer 1 + 1/2 tempo. E mais, se colocarmos um segundo ponto de aumento ao
lado do primeiro, ele valerá a metade do primeiro. Ou seja, aquela semínima que valia 1
tempo passará a valer 1 +1/ 2 + 1/4.

O mesmo ocorre com as pausas. Por exemplo, digamos que a pausa da mínima valha 2
tempos, se colocarmos um ponto de aumento à sua direita ela passará a valer 3 tempos (2 +
1).

Daí podemos tirar que ou ligamos notas da mesma entonação para aumentar sua
duração, ou colocamos pontos de aumento à direita da nota.

COMPASSOS

São os grupos de tempo nos quais são colocadas as notas. Esses grupos podem ter 2
(binário), 3 (ternário) ou 4 (quaternário) tempos. Os grupos, ou seja, os compassos são
divididos por uma linha vertical chamada travessão.

Muito bem, mas para formar um compasso de dois tempos, por exemplo, precisamos
saber quanto tempo dura cada nota. Como saber isso, se as notas não têm tempo fixo, e sim
relações? É simples, observem que no início do pentagrama (pauta) há uma fração (2/4, 3/4,
4/4 etc.). Vejam como é mole, o número de cima da fração indica quantos tempos deve ter
em cada compasso (2, 3 ou 4). Já o número de baixo da fração estabelece qual a figura que
valerá 1 tempo no compasso, ou seja, a figura que representa a unidade de tempo.

Amigos, abreviando nosso estudo teórico, não vou mostrar passo a passo as deduções.
Saibam o seguinte:

1. Quando o 4 for o número de baixo da fração, a semínima valerá um tempo.


2. Se o 2 for o número lá de baixo, a mínima valerá um tempo.

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3. Já se o 8 for o denominador (o número de baixo da fração), a colcheia valerá um
tempo.

A teoria musical apresenta muitas outras possibilidades, com outros números no


denominador, mas esses são os mais usados. E é o suficiente para estudar aqui na Sol
Maior. Se quiserem aprofundar, comprem um bom livro de teoria musical e vão em frente.

Vejam os compassos mais comuns, os que veremos em nossos estudos práticos aqui
no Sol Maior: 4/4, 2/4, 3/4. Observem que em todos aparece o número 4 no denominador
da fração, ou seja, a semínima vale 1 tempo no compasso. Aí fica fácil, é só fazer a relação:
1semibreve = 4 semínimas; 1mínima = 2semínimas; 1colcheia = 1/2semínima etc. Ou seja,
1semibreve = 4 tempos; 1mínima = 2tempos; 1colcheia = 1/2tempo etc.

MARCAÇÃO DE COMPASSOS

É preciso muita atenção agora, pois na minha opinião este assunto representa o
principal link entre a teoria e a prática. Marcar um compasso é mostrar, através de
movimentos com as mãos, como os tempos são divididos.

Recorde alguns elementos da partitura, e partes que formam a figura. Depois veja os
exemplos de marcação.

• Conforme já vimos, esta é a pauta ou pentagrama. 5 linhas e 4 espaços, ambos


contados de baixo para cima.
• A clave de Sol indica que a nota da 2ª linha é Sol.
• O número 2 da fração mostra que cada grupo de notas (compasso) terá 2 tempos.
• Já o número 4 nos revela que a semínima é a unidade de tempo (vale 1 tempo no
compasso).
• O travessão divide os compassos.

Marcação

• Conte 1, 2 – 1, 2 – 1, 2 – 1, 2 – 1, 2 (...)
• Procure pronunciar 1 (um) número por segundo. Não é preciso correria...
• Agora, abaixe e levante a mão. Embaixo, conte 1 (um); em cima, conte 2 (dois):

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Exemplos:

• Compasso 2/4 formado por semínimas. Basta executar 1 nota embaixo e 1 em cima:

• Compasso 2/4 formado por colcheias. Prestem atenção, como a colcheia, nesse
caso, vale a metade da semínima, precisamos de 2 colcheias para completar 1
tempo. Ou seja, façam 2 notas com a mão lá embaixo (tempo 1) e 2 lá em cima
(tempo 2):

• Compasso 3/4 formado por 1 semínima (tempo 1), 2 colcheias (tempo 2), e 4
semicolcheias (tempo 3). Como vocês vêem, o primeiro tempo é formado por 1
nota; o segundo, por 2 (1/2 + 1/2); e o terceiro por 4 (1/4 +1/4 + 1/4 + 1/4).

• Compasso 4/4. Este compasso é também representado por um C, colocado no início


do pentagrama. Atenção ao exemplo: 2 colcheias, 1 pausa da semínima, 4
semicolcheias, 2 colcheias.

ACENTO MÉTRICO

O acento métrico nos permite saber, através da audição, se o compasso é binário,


ternário ou quaternário. E mais, sou da opinião de que a importância da acentuação vai
além... Na execução de um trecho musical, a acentuação, entre outros fatores, é quem dá
estilo à interpretação, e depende do momento, da receptividade do público, da nossa
história de vida, da nossa sensibilidade, do nosso conhecimento da música executada etc. É
lógico que a partitura e a teoria musical indicam caminhos a serem seguidos, mas o bom
músico não é uma máquina de tocar. Observe como deve ser o acento métrico:

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1. Compasso binário: 1º tempo Forte; 2º tempo fraco

2. Compasso ternário: 1º tempo forte; 2º tempo fraco; 3º tempo fraco

3. Compasso quaternário: 1º tempo forte; 2º tempo fraco; 3º tempo fraco; 4º tempo


fraco;

Note-se que os tempos também são subdivididos em partes fortes e fracas. Nesse caso,
a primeira nota do compasso recebe acentuação ligeiramente mais forte que as outras notas
também fortes.

Não se esqueça: a acentuação é de extrema utilidade na execução das músicas, pois dá


estilo e sentimento à interpretação.

SÍNCOPE

Nos exemplos que demos de marcação de compasso, todos os tempos fortes estavam
sendo iniciados por uma nota. Entretanto, pode ocorrer de a nota executada no tempo ou
parte fraca anterior ser prolongada até o tempo forte seguinte. Assim, o tempo forte estará
preenchido com os "restos" de som da nota anterior. Quando isso ocorre, temos a SÍNCOPE.
Veja:.

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CONTRATEMPO

Se no tempo ou parte forte não tiver nota nenhuma, e sim uma pausa (silêncio),
teremos um contratempo.

ALTERAÇÕES

Para que vocês entendam rapidamente: saibam que entre algumas notas da escala há
outro som. Por exemplo, entre a nota sol e a lá, existe outra nota, que pode receber dois
nomes diferentes. Se você parte da nota sol, um pouquinho acima existe o sol sustenido; já
um pouquinho abaixo da nota lá existe o lá bemol ( ), que tem o mesmo som do sol
sustenido. Daí concluímos que o sustenido ( )é uma alteração ascendente; e o bemol,
descendente.

Quando se quer desfazer uma alteração, seja ela ascendente ( ) ou descendente ( ),


usa-se a alteração chamada bequadro ( ).

Então, se entre sol e lá, por exemplo, há um intervalo de tom, entre sol e sol sustenido
haverá um intervalo de apenas meio tom, ou seja, um semitom. Outras alterações existentes
são o dobrado sustenido , que eleva a nota em dois semitons, e o dobrado bemol ( ),
abaixa a nota em dois semitons.

Deve-se ter atenção quando um sustenido for usado após um dobrado sustenido, nesse
caso terá efeito descendente. Já se um bemol modificar uma nota anteriormente alterada por
dobrado bemol, terá efeito ascendente, é lógico.

Resumo das alterações:


– sustenido; – bemol; – bequadro;
– dobrado sustenido; – dobrado bemol.

Obs.: Não se considera, neste estudo básico, a diferença entre os instrumentos temperados
e os não-temperados.

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ARMADURA DE CLAVE

É um meio para se conhecer o tom de um trecho musical. Não vou mostrar aqui como
se chega a cada armadura. Um bom livro de teoria musical poderá auxiliá-los

Com sustenidos:

# Local (acumulativo) Tom


0# - dó maior ou lá menor
1# 5ª linha, nota fá sol maior ou mi menor
2# 4º espaço, nota dó ré maior ou si menor
3# 2ª linha, nota sol lá maior ou fá# menor
4# 4ª linha, nota ré mi maior ou dó# menor
5# 2º espaço, nota lá si maior ou sol# menor
6# 4º espaço, nota mi fá# maior ou ré# menor
7# 3ª linha, nota si dó# maior ou lá# menor

Com bemóis:

b Local (acumulativo) Tom


0b - dó maior ou lá menor
1b 3ª linha, nota si fá maior ou ré menor
2b 4º espaço, nota mi si bemol maior ou sol menor
3b 2º espaço, nota lá mi bemol maior ou dó menor
4b 4ª linha, nota ré lá bemol maior ou fá menor
5b 2ª linha, nota sol ré bemol maior ou si bemol menor
6b 3º espaço, nota dó sol bemol maior ou mi bemol menor
7b 1º espaço, nota fá dó bemol maior ou lá bemol menor

Assim, fique atento, pois a armadura faz com que a nota seja alterada sempre que esta
aparecer dentro da música. Se quisermos evitar que a armadura altere a nota precisamos
colocar uma alteração (um bequadro, por exemplo) no lado da nota alterada pela armadura.

As alterações que aparecem no decorrer do trecho musical, sem constar da armadura,


são consideradas alterações acidentais, e só atuam sobre notas de mesmo nome (qualquer
lugar da pauta) localizadas dentro de um compasso, e depois do seu aparecimento.

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Veja no pentagrama (pauta):

Tom de lá maior ou fá sustenido menor.

Completa, nas notas fá, dó, sol, ré, lá, mí, si.

Completa, nas notas si, mi, lá, ré, sol, dó, fá.

Lembre-se: não havendo armadura alguma no início do


pentagrama, a música estará ou em dó maior, ou em lá menor.
Estes são os chamados tons naturais.

OUTROS SINAIS

QUIÁLTERAS

Mudança na quantidade de nota que deveria ter no compasso. A mais usada é a de 3


colcheias valendo apenas 1 tempo. Veja:

Há uma colcheia a mais em cada grupo, originando uma quiáltera.

FERMATA

Sinal colocado sobre ou sob uma nota, fazendo com que se prolongue o som mais do
que o tempo estabelecido. Como a fermata não indica o tempo do prolongamento do som, a
execução fica por conta do intérprete. Entretanto, palavras como "longa" ou "curta" podem
ser colocadas sobre a fermata, sinalizando maior ou menor sustentação do som.

A fermata sobre uma pausa é chamada de Suspensão.

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RITORNELLO

São os 2 pontos colocados no final de um trecho musical, indicando que este deve ser
executado duas vezes.

ANDAMENTOS

Diz respeito à velocidade com que a música é executada. É importante que você
conheça os andamentos, pois são uma forma já padronizada.
Lentos Largo o mais lento
Larghetto pouco mais rápido que o largo
Lento
Adágio
.
Moderados Andante
Andantino
Moderato
Allegretto
.
Rápidos Allegro rápido
Vivace
Vivo
Presto
Prestíssimo o mais rápido

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Teoria Musical
Uma abordagem pedagógica
Prof. Romero Damião

O som tem algumas propriedades importantes.

• Duração: é o tempo de produção do som.


• Altura: é a propriedade do som ser mais grave ou mais agudo. O apito de
um trem é grave. A sirene de uma ambulância é aguda.
• Intensidade: é a propriedade do som ser mais forte ou mais fraco.
• Timbre: é a qualidade do som que permite uma pessoa reconhecer sua
origem.

Na escrita musical, estas propriedades do som são representadas assim:

• Duração: pela figura da nota e pelo andamento.


• Intensidade: pelos sinais de dinâmica.
o Por exemplo: Forte, Piano, Mezzopiano, Mezzoforte...
• Altura: pela posição da nota no pentagrama.
• Timbre: pela indicação da voz ou instrumento que deve executar a música.

O som musical é representado no papel por um sinal chamado nota. A figura da nota varia,
de acordo com a duração do som.

As partes que compõem a nota são:

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Pentagrama: é um conjunto de cinco linhas horizontais eqüidistantes e quatro espaços.

Clave: é um sinal que se escreve no pentagrama para dar nome às notas.

Existem três claves: de sol, de dó e de fá. São assim chamadas porque nas linhas onde são
escritas, se encontram as notas: sol, dó, fá.

Os sons musicais de acordo com a sua altura, recebem os seguintes nomes: dó, ré, mi, fá,
sol, lá, si. Esses nomes se repetem de sete em sete do mais grave para o mais agudo.

Oitava: dá-se o nome de oitava ao conjunto de notas existentes entre uma nota qualquer e a
sua primeira repetição no grave ou no agudo.

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A figura da nota indica a duração do som.
As figuras atualmente usadas são as seguintes:

Começando da semibreve, que tem a maior duração, cada uma dessas notas vale duas da
seguinte:

• Semibreve = 2 mínimas
• Mínima = 2 semínimas
• Semínima = 2 colcheias
• Colcheia = 2 semicolcheias
• Semicolcheia = 2 fusas
• Fusa = 2 semifusas

Pausa é um silêncio na música e tem duração variável. É representada assim:

As figuras:

Suas pausas:

As pausas obedecem a mesma proporção das figuras, isto é, cada qual vale duas da
seguinte.

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Ponto de aumento: é um ponto que se escreve à direita da nota para aumentar metade do
seu valor. O ponto de aumento também é usado nas pausas com o mesmo resultado. A nota
ou pausa com ponto de aumento se chama “nota pontuada”, ou “pausa pontuada”.

A repetição de compassos pode ser abreviada por sinais. Quando muitos compassos se
repetem usamos a barra dupla com dois pontos chamados de ritornello para voltarmos ao
começo da música. Ao encontrarmos o terceiro ritornello, voltamos para o segundo
conforme o exemplo.

Quando o trecho deve ser repetido do início, usamos a expressão “Da capo” ou abreviamos
com D.C.

Compasso: é a divisão da música em pequenas partes de duração igual ou variável.

Barra de compasso: é uma linha vertical que separa os compassos. Usa-se a barra dupla
para separar seções da música, ou para concluí-la que neste caso é mais grossa.

Tempo: é uma parte do compasso. Os compassos podem ter tempos diferentes:

• Compasso binário: tem 2 tempos


• Compasso ternário: tem 3 tempos
• Compasso quaternário: tem 4 tempos

Unidade de tempo: é a nota que representa um tempo do compasso. As mais usadas são a
mínima, a semínima e a colcheia.

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Exemplos:

Unidade de tempo de mínima:

Unidade de tempo de semínima:

Unidade de tempo de colcheia:

Compasso simples: é aquele em que a unidade de tempo tem um valor simples.

Exemplo:

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Compasso composto: é aquele em que a unidade de tempo tem um valor composto.

Exemplo:

Fórmula do compasso: são dois números que indicam a unidade de tempo e o número de
tempos do compasso. É escrita no início da música, logo após a clave.

Fala-se: “dois por quatro”, “seis por oito”.

O número inferior da fórmula, tanto nos compassos simples como nos compostos,
representa as seguintes notas:

No compasso simples o número inferior indica a unidade de tempo e o superior o número


de tempos.

No compasso composto, o número inferior indica as notas em que se subdivide a unidade


de tempo e o superior, o total dessas notas num

compasso.

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Curso: Violino

• Teoria Musical

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