2
Os Planos Diretores ora desenvolvidos, refletindo uma característica sempre
presente na atuação da SEREC
SEREC, de procurar constante aprimoramento e se possível
antecipar-se ao desenvolvimento da consultoria especializada no Brasil, não se limitam ao
estabelecimento do diagnóstico e das diretrizes, como outrora eram destinados a
desenvolver. Pelo contrário, com auxílio de uma ferramenta digital denominada Sistema
Integrado de Planejamento, Projeto e Controle de Redes de Água (SIPPC SIPPCa) e o
SIPPCe), implantados juntamente com o desenvolvimento dos
equivalente para Esgoto (SIPPC
Planos Diretores, o DMAE dispõe agora de instrumentos para uma constante atualização
do planejamento dos sistemas, além de propiciar a mais ágil e tecnicamente correta
elaboração de projetos de redes, simulações, estimativas de custos, etc.
3
A SEREC espera assim, que esse entrave possa ser brevemente removido,
e se coloca, como sempre, à disposição do DMAE e seus técnicos para troca de
informações, sugestões e desenvolvimento de trabalhos em sua área de atuação.
4
INDICE
1. INTRODUÇÃO..........................................................................................................................................................7
2.2. LOCALIZAÇÃO..................................................................................................................................................10
2.4. MEIO-AMBIENTE..............................................................................................................................................14
2.5. ECONOMIA.........................................................................................................................................................14
3. ÁREA DE PLANEJAMENTO................................................................................................................................19
4. ESTUDOS DEMOGRÁFICOS...............................................................................................................................22
6. ESTUDOS DE DEMANDA.....................................................................................................................................55
7.1.1 MANANCIAIS.........................................................................................................................................................60
8. SISTEMA PLANEJADO.........................................................................................................................................94
9. ESTIMATIVA DE INVESTIMENTOS.................................................................................................................96
6
1. INTRODUÇÃO
Volume II – Anexos
7
Capítulo 7 – Apresenta as alternativas do sistema produtor com o balanço
de “oferta x demanda”, oferta do sistema existente e dos possíveis
mananciais e demanda de água exigida pela população no horizonte de
planejamento. A descrição do sistema de reservação e de distribuição
adotados, aproveitando-se ao máximo as unidades existentes;
8
2. CARACTERIZAÇÃO GERAL DA ÁREA
A região onde se situa hoje a cidade, pertencia desde 1818, ao capitão José
Bernardes Junqueira, que doou 96 hectares de suas terras, junto aos poços de águas
sulfurosas, para a fundação da cidade, em 06 de novembro de 1872, data em que se
comemora o aniversário da cidade.
Desde 1886 funcionava na cidade uma casa de banho, a partir das águas
sulfurosas e termais, utilizada para tratamento de doenças cutâneas; em 1889 fundou-se
outro estabelecimento semelhante, onde, no final dos anos 20, implantou-se o que é hoje
as Thermas Antônio Carlos.
Na época em que o jogo era liberado no Brasil, Poços de Caldas teve seu
grande momento, pois pelos salões do Palace Casino e Palace Hotel, desfilava a nata da
aristocracia brasileira e até internacional, assim como grandes artistas e proeminentes
figuras da política nacional.
9
A proibição do jogo, em 1946 pelo então presidente Eurico Gaspar Dutra e a
descoberta do antibiótico causaram forte impacto no turismo local. A economia de Poços
sofreu forte abalo, mas encontrou alternativa no “ciclo da lua-de-mel”, quando se tornou
elegante passar núpcias na cidade, com isso o turismo sobreviveu. Após esse período o
turismo de Poços de Caldas sofreu alteração, pois a classe média e grandes grupos
passaram a freqüentar as termas, a visitar as fontes e outros pontos interesse da cidade.
2.2. LOCALIZAÇÃO
O município ocupa uma área total de 533 km², divididos em 70 km² de área
urbana e 463 km² de zona rural.
10
Aqui entra a Figura F2/1, com o mapa da região de
governo.
Contrato/ C238pdp/PDA/Figuras/F2-1.dwg
11
2.3. ACESSO E CLIMA
O acesso a Poços de Caldas pode ser feito, a partir de São Paulo, pela
Rodovia dos Bandeirantes (SP-348) até Campinas, acessando em seguida a rodovia Dom
Pedro I (SP-65) até a saída para a rodovia Adhemar Pereira de Barros (SP-340),
seguindo por esta até a SP-342 alcançando: São João da Boa Vista, Águas da Prata e
conseqüentemente Poços de Caldas. Desde Belo Horizonte acessa-se a rodovia Fernão
Dias (BR-381) até entrada para Varginha seguindo pela BR-491 até Paraguaçu, daí por
estradas vicinais pavimentadas que alcançam Machado, Campestre do Sul e finalmente
Poços de Caldas. Partindo do Rio de Janeiro, o acesso é feito a partir da rodovia Dutra
(BR-116) até Lorena, seguindo pela BR-459 (Rota Tecnológica) passa-se por Itajubá,
posteriormente cruza-se a rodovia Fernão Dias até alcançar Pouso Alegre, Caldas e
finalmente Poços de Caldas. Esses acessos podem ser visualizados na figura F 2/2.
Poços de Caldas reúne diversos fatores que a torna um excelente local para
se morar e para atrair turista, pois possui uma temperatura média anual em torno de
17,6ºC e média pluviométrica de cerca de 1745 mm ao ano, considerando-se 190 dias de
chuva no ano e a umidade relativa do ar em torno de 79%, prevalecendo duas estações
bem definidas durante o ano: verão e inverno.
12
Aqui entra a Figura F2/2, com o mapa de acessos
à região
Contrato/ C238pdp/PDA/Figuras/F2-2.dwg
13
2.4. MEIO-AMBIENTE
2.5. ECONOMIA
14
O Sul de Minas, pela localização estratégica de proximidade com grandes
centros como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, possui várias cidades de porte
médio como Poços de Caldas, Varginha, Três Corações, Pouso Alegre, Itajubá, Extrema,
Camanducaia, Brasópolis e Santa Rita do Sapucaí, onde se encontram instaladas
empresas de diversos setores como: mecânico, agroindustrial, eletroeletrônico,
confecções, calçados e minerais não-metálicos, dentre outros. Também conta com
expressiva produção agrícola sendo a principal região produtora de café do Brasil.
15
2.6. INFRA-ESTRUTURA E SERVIÇOS
16
A cidade de Poços de Caldas tem tradição de ser um dos mais ativos
centros culturais do Estado, sendo dotada de instituições educacionais em todos os níveis
de ensino. Contabilizam-se cerca de 43 estabelecimentos de ensino fundamental, 14 de
ensino médio e 60 pré-escolar. Possui ainda instalações do SESI, SENAC e SENAI, que
dispõem de laboratórios de ensino profissionalizante, promovendo cursos em diversas
áreas. O ensino de nível superior é oferecido pela PUCMINAS (Pontifícia Universidade
Católica de Minas Gerais), UNIFENAS (Universidade de Alfenas) e UEMG (Universidade
do Estado de Minas Gerais).
Além das emissoras nacionais a cidade conta com uma emissora local, a TV
Poços de Caldas, afiliada da Rede Minas e com uma sede da EPTV Sul de Minas,
retransmitida pela Rede Globo. As emissoras de rádio são em número de seis, sendo
duas AM e quatro FM. São encontrados os principais jornais e revistas de São Paulo,
Belo Horizonte e Rio de Janeiro e são editados quatro jornais diários: Jornal da
Mantiqueira, Jornal da Cidade/Jornal dos Negócios, Jornal de Poços e Folha Popular;
existe ainda a edição mensal do Brand News.
O município conta com uma rede bancaria com cerca de 13 agências, com a
presença dos seguintes bancos: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco,
Bilbao Viscaya do Brasil, HSBC Bank, Itaú, Mercantil de São Paulo, Mercantil do Brasil,
Santander-Meridional, Real e Unibanco.
17
Poços de Caldas, como uma boa cidade mineira, apresenta vários
restaurantes de comida típica, além de culinária diferenciada como as italiana, japonesa e
chinesa. Conta também com o Mercado Municipal onde se comercializam doces, queijos,
geléias, frutas, artesanatos, especiarias, flores e outros produtos.
18
3. ÁREA DE PLANEJAMENTO
Essas áreas ficariam restritas à zona leste, quase com a divisa de Caldas,
onde se observa a implantação de alguns loteamentos como a Morada dos Pássaros e o
Parque dos Lagos, sendo que o primeiro encontra-se bem ocupado.
19
Na Estrada Cachoeirinha, a nordeste, observa-se o bairro Pontal de Santa
Clara, região também considerada como vetor de expansão, principalmente por ser uma
opção de acesso à rodovia Geraldo Martins da Costa (rodovia do Contorno), sem que seja
necessário atravessar a cidade.
Desse ponto o limite, já na zona sul, desce em direção pela Chácara Flora
até a Alcoa (Divisão de Condutores) inclusive, e depois paralelamente ao córrego Avelino
até a cabeceira deste e do córrego Papão, sendo o limitante ao sul.
20
A partir da nascente do córrego Papão o limite desce por esse até atingir a
rodovia Geraldo Martins da Costa, abrangendo a Alcoa Alumínio do Brasil S/A., segue
para sudoeste até o Distrito Industrial, seguindo em direção a Mitsui, Rhodia e CBA
voltando novamente para a rodovia Geraldo Martins da Costa.
21
4. ESTUDOS DEMOGRÁFICOS
22
Inserir quadro Q4/1, localizado em
Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q4-1.xls
23
Não se pode esperar, contudo, a manutenção dessa queda acentuada da
densidade média habitacional, que já é declinante, como pode-se observar no gráfico
G 4/1. Admite-se mesmo que, somente em um horizonte bastante longo poder-se-ia
atingir uma relação igual 3,1 ou 3,0 hab/dom, ou seja, o equivalente a uma moradia por
casal com um filho (rigorosamente pouco mais de um filho).
Com este raciocínio foi montado o gráfico G4/1 onde, além dos resultados
censitários, foi estabelecido um valor mínimo de ~3,1 hab/dom, a longo prazo, como
limite da densidade habitacional de Poços de Caldas. Procurou-se representar assim, a
tendência de queda já demonstrada pelos dados censitários, bem como a redução
paulatina dessa queda até o limite considerado, em um horizonte ainda mais distante.
24
Inserir gráfico G4/1, localizado em
Contrato/C238pdp/PDA/gráficos/G4-1.xls
25
Inserir quadro Q4/2, localizado em
Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q4-2.xls
26
Inserir quadro Q4/3, localizado em
Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q4-3.xls
27
Inserir quadro Q4/4, localizado em
Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q4-4.xls
28
É possível se observar no quadro Q4/3, que para a Contagem de 1996,
algumas regiões apresentaram populações totais menores que em 1991, determinando
crescimento negativo, apesar de não se ter verificado nenhum fator local que justificasse
esse êxodo, assim como uma queda tão brusca na tgc do período de 1991/1996 em
relação ao período anterior, e uma elevação da mesma amplitude no período seguinte
(1996/2000), que ultrapassa a do período de 1980/1991. Como no meio técnico existe um
certo questionamento sobre a fidelidade dos valores censitários obtidos na Contagem da
população de 1996 para certas localidades, optou-se por descartar, para o presente
estudo, os valores referentes a 1996 como dados balizadores para a definição da
tendência de crescimento.
29
Inserir quadro Q4/5, localizado em
Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q4-5.xls
30
Inserir gráfico G4/2, localizado em
Contrato/C238pdp/PDA/Gráficos/G4-2.xls
31
De posse dos resultados das diversas regressões, a determinação da
alternativa que, representando diversas tendências passadas, ainda se pode considerar
representante da tendência atual de crescimento populacional do município, vem a partir
da comparação com a população estimada em 2003.
32
Não existem, pelas análises e observações efetuadas, e em entrevistas de
qualidade realizadas com o apoio da Secretaria de Planejamento da Prefeitura Municipal
de Poços de Caldas, razões com fundamento suficiente para se suspeitar de um
comportamento futuro muito discrepante do observado no passado recente, para a
evolução populacional de Poços de Caldas.
Pode-se admitir que sua condição de polo regional deverá ser mantida e
talvez um pouco magnificada, a sempre crescente dinâmica própria já adquirida, em
comparação com os municípios vizinhos, e que no cômputo do Estado de Minas Gerais
poderá apresentar crescimento inferior, não por razões relacionadas com sua velocidade
de desenvolvimento, mas com a do restante do Estado, notadamente a Região
Metropolitana de Belo Horizonte e o Triângulo Mineiro, com desenvolvimento mais
acentuado, embora também com tendência declinante, trazendo consigo um crescimento
maior do Estado como um todo em relação a Poços de Caldas.
33
Inserir quadro Q4/6, localizado em
Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q4-6.xls
34
Para a avaliação, também grosseira, do crescimento da Região de Governo
a que pertence Poços de Caldas, utilizou-se a mesma metodologia anterior, onde o ritmo
de crescimento observado entre as tgcs de 1980/1991 (2,165 % a.a.) e 1991/2000 (1,575
% a.a.), foi de –1,578 % a.a., um pouco mais acentuado do que o declínio do ritmo
observado para o Estado de Minas Gerais; extrapolando-se esse ritmo para o período de
2000/2025 alcança-se valor de tgc média de 1,06 % a.a., admitido para o presente
estudo. Os resultados populacionais devidos à utilização desse valor notam-se no quadro
Q4/6.
35
Inserir quadro Q4/7, localizado em
Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q4-7.xls
36
Declinou-se também da utilização da tgc de 1,058 % a.a., verificado no
crescimento da região, pois com esse valor a participação da cidade no Estado cairia
vertiginosamente a patamares próximos de 0,6 % (0,87 % em 2003 para 0,67 % em
2023), o que refletiria ou uma estagnação de Poços, ou um crescimento exageradamente
elevado do restante do Estado, ignorando-se não só o turismo na cidade, como também a
maior procura para fixação de moradia pela vocação de polo regional exercida, que seria
refletida na participação de Poços na Região, que se manteria em torno de 48,5 % desde
2003 até 2023.
Dada a intensa relação da cidade com o Estado de São Paulo, não somente
por sua localização geográfica, mas pelo intercâmbio cultural e turístico com São Paulo e
cidades do Interior Paulista, analisou-se igualmente a participação de Poços de Caldas
em relação a esses universos.
37
A taxa adotada para Poços de Caldas de 1,60 % a.a., também refletiria essa
queda na velocidade de crescimento, que passaria dos 2,396 % a.a. entre 1980-2000,
para os 1,60 % a.a. considerados.
38
Inserir quadro Q4/8, localizado em
Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q4-8.xls
39
Inserir quadro Q4/9, localizado em
Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q4-9.xls
40
4.3 ZONEAMENTO URBANO
41
Zona Habitacional (Z);
As ZSE são áreas localizadas ao longo dos eixos viários principais, onde
são permitidos todos os usos com atendimento de nível urbano e regional, exceto
indústrias de grande porte ou poluente de qualquer porte.
As zonas industriais, como o próprio nome diz, são áreas destinadas ao uso
industrial, em especial de grande e médio porte ou que apresentem incômodos para
outras funções urbanas.
42
A partir das densidades (ec/ha) obtidas do censo de 2000, banco de dados
de 2002 do DMAE
DMAE, da avaliação da Lei de Uso e Ocupação do Solo e visitas locais, foi
possível a determinação do zoneamento urbano a ser adotado e descrito na seqüência.
Zona Especial ZE – tratam-se de parte das zonas especiais definida pela Lei
de Uso e Ocupação do Solo, correspondentes às zonas: turísticas, de
proteção paisagística, cemitérios, entidades de ensino, parque, fundos de
vale, aeroporto, dentre outras. Onde se encontra conforme censo e banco
de dados uma densidade muito pequena;
43
Zona de Expansão - que são os vetores de expansão ou aquelas regiões
que apresentam densidades muito baixa, quase inexistentes, mas tendem a
futura ocupação.
44
As ZH3 e ZH3-ZS são regiões mais densamente povoadas,
predominantemente residenciais, com a presença de algum estabelecimento
de serviços, possuem padrão médio a médio baixo. As densidades
encontradas para a zona norte encontram-se próximas da saturação, já na
zona sul, próximo ao Jardim do Contorno observa-se à possibilidade de um
adensamento maior do que o observado para a zona norte, mas tendendo
ao mesmo, portanto a densidade estabelecida para a saturação de ambas
as zonas é igual;
45
De posse das densidades obtidas de 2000 e 2002 e as propostas para
saturação para cada zona homogênea, foi possível a determinação, a partir da curva
logística, das densidades por zonas homogêneas nos diferentes anos de interesse do
planejamento, assim como, o número de economias domiciliares nos mesmos anos,
conforme pode-se observar no quadro Q 4/10.
46
Inserir quadro Q4/10, localizado em
Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q4-10.xls
47
5. SISTEMA EXISTENTE DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA
48
Córrego do Cipó: é a captação mais recente do sistema, retira água a
montante da barragem construída pelo DME, que lhe garante nível,
encaminhando a água com o auxílio de uma adutora de Ø 600 mm até a
ETA5;
49
Inserir quadro 5/1, localizado em
Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q5-1.xls
50
Os centros de reservação e estações elevatórias existentes são:
51
Centro de reservação da ETA 1 – composto de três reservatórios abastece
além da rede local os seguintes centros de reservação: Jd. dos Estados via
EEAT-Jd. Dos Estados localizada próxima às ruas Correa e Coronel Procópio;
Jd. dos Estados Alto através da EEAT_Jd. Dos Estados Alto, localizada junto
ao centro de reservação Jd. Dos Estados; Sta. Rosalia que recebe a água
através do recalque da EEAT-Sta. Rosália, localizada no cruzamento das ruas
Campestre e Oscavo J. Ferreira, a água é proveniente do centro de reservação
Jd. dos Estados; Sta. Rosália Alto através da EEAT-Sta. Rosália Alto junto ao
reservatório Sta. Rosália; Aquarius, que é um dos centros mais importantes
desse sistema por distribuir a água para os restantes, exceto os citados
anteriormente, recebe água via EEAT-Aquarius localizada na área da ETA1;
Aparecida que recebe água via Aquarius por gravidade; Dom Bosco e
Primavera que são abastecidos via EEAT-Alvorada/Primavera localizada
próximo ao bairro Dom Bosco que recebe água do reservatório Aquarius por
gravidade; Alvorada recebe água via Dom Bosco, por gravidade; Alvorada Alto
que é abastecido pelo Alvorada via EEAT-Alvorada Alto; Pq. Pinheiros
(atualmente desativado) mas recebia água do Dom Bosco por gravidade; Jd.
Itamaraty que recebe água via Dom Bosco por gravidade; Morada dos
Pássaros recebe água do centro Dom Bosco via booster Eldorado; Serra do
Iraí abastecido via Aquarius por gravidade e Morro do Chapéu que é
abastecido pelo centro Serra do Irai através da EEAT-Serra do Iraí;
Centro de reservação José Alves abastece a rede local e recebe água do filtro
José Alves;
52
Inserir quadro Q5/2, localizado em Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/
Q5-2.xls
53
Inserir quadro Q5/3, localizado em Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q5-
3.xls
54
6. ESTUDOS DE DEMANDA
55
Inserir quadro Q6/1, localizado em Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q6-
1.xls
56
Com os relatórios de perdas de 2001 e 2002, obtidos com a Seção de
Controle e Operações, foi admitida uma redução do nível de perdas no sistema, dos
atuais 40% em média, observados pelos boletins fornecidos pelo DMAE
DMAE, para algo em
torno de 25% no final do plano. Na realidade, considerando que há uma tendência
declinante desse índice, considerou-se como ponto de partida, para as regiões mais
antigas da cidade, um índice de 38%, enquanto que para a zona sul, com unidades mais
recentes, e portanto maiores cuidados com relação ao fenômeno, um índice menor, da
ordem de 33%. Os números provêm de um ajuste com os dados de produção atual
medidos pelo DMAE
DMAE, sobre os quais se efetuou uma análise de sensibilidade,
comprovando razoável nível de confiabilidade, quando confrontados também com os
volumes consumidos registrados no banco de dados, através da operação do SIPPC
SIPPC..
57
Inserir quadro Q6/2, localizado em Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q6-
2.xls
58
Inserir quadro Q6/3, localizado em Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q6-
3.xls
59
7. SISTEMA PRODUTOR E DISTRIBUIDOR
7.1.1 Mananciais
60
Setor Oeste, que compreende a área que se estende desde a região do
Bortolan, a oeste da cidade, até as imediações da avenida Edmundo Cardillo
nas proximidades do condomínio Quisisana;
Setor Norte-Leste, que abrange desde o limite do setor Oeste até o limite
do município de Caldas, a leste da cidade; e
Setor Zona Sul, que compreende a área que se estende desde a represa
Saturnino de Brito, exclusive, até o limite com o futuro Distrito industrial , ao
sul da cidade.
61
Inserir quadro Q7/1, localizado em Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q7-1.xls
62
Inserir quadro Q7/2, localizado em Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q7-2.xls
63
Inserir quadro Q7/3, localizado em Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q7-3.xls
64
Da análise desses quadros, verifica-se que a necessidade de reforço de
captação de água, mantendo-se a tendência declinante do índice de perdas, variará de
cerca de 50 l/s a 135 l/s, no final do plano, quer se desative ou não as minas, e ETAs 2 e
3.
Alternativa 1
65
A ETA 5 se responsabilizaria pelo abastecimento das zonas Oeste, Sul e
parte da Norte, enquanto a ETA 1 abasteceria o restante da zona Norte e a Leste.
Alternativa 2
66
7.1.4 Descrição Detalhada das Alternativas
● Alternativa 1
67
Aproveitar a adutora de água bruta da ETA 3 como adutora de água tratada,
após desinfecção da mesma, e implantar 2743 m de tubulação de
Ø 350 mm, entre a ETA 5 e a captação da ETA 3. O recalque poderia ser
realizado através de um único bombeamento recalcando para os
reservatórios Cidade (pela linha existente) e R1ETA3 (por uma adutora
nova mais a existente entre captação e ETA 3), ou por bombeamentos
independentes, um mantendo o atual recalque para Cidade e outro, novo, a
ser implantado no espaço existente na EEAT da ETA 5.
68
Q 1ªetapa = 52 l/s e H man = 105 mca
● Alternativa 2
69
A ETA 5 seria responsável pelo abastecimento da zona oeste. Com a
implantação de uma nova unidade de tratamento responsável pelo abastecimento do
setor Sul, os conjuntos elevatórios hoje responsáveis pelo recalque de água da EEAT-
ETA5 para a zona Sul, poderiam ser aproveitados para recalque ao reservatório da ETA3,
apenas com troca de rotor atendendo as seguintes características:
70
Outra alternativa de caminhamento da adutora seria o aproveitamento da
AAT da ETA5 para a zona Sul, desde a estação elevatória da ETA 5 até o
cruzamento das ruas Mercúrio e Magnésio totalizando 2633 m de Ø 300 mm
e 785 m de Ø 200 mm; deste ponto, seguindo pela rua Mercúrio, seria
implantado um novo trecho, de 350 m de extensão e Ø 300 mm, até
interligar-se à nova tubulação de Ø 200 mm, paralela à AAB existente
(ETA 3/R1ETA3), em 1ª etapa. Para a 2ª etapa, a adutora de água bruta da
ETA3 após desinfecção, seria utilizada como adutora de água tratada
interligando-se ao sistema de recalque.
A água captada seria recalcada para uma nova ETA implantada na mesma
área, e bombeada para os reservatórios Jardim Esperança e R2ETA4.
71
A adutora de água tratada teria em seu primeiro trecho, desde a ETA 6 até a
derivação para dois centros de reservação, 910 m de extensão em Ø 300 mm.
72
a) Variante 1, pela qual a ETA 3 seria mantida em primeira etapa,
requerendo a implantação de 3307 m de tubulação de 200 mm de
diâmetro. Em segunda etapa, ampliação da ETA 5 e implantação de
350 m de tubulação de 300 mm de diâmetro. Desde a primeira etapa,
implantação do novo Sistema Várzea de Caldas, ampliado em segunda
etapa.
73
Do ponto de vista técnico, entretanto, a Alternativa 2 apresenta a grande
vantagem de eliminar a problemática captação atual da ETA 4, já próxima da área urbana,
deslocando-a mais para montante.
74
Na segunda etapa, implantação de mais um módulo de 105 l/s na ETA 5, e
desativação do Sistema da ETA 4; antes dessa decisão, voltar a avaliar a
conveniência da implantação do novo Sistema Várzea de Caldas, conforme
a alternativa 2.
76
Inserir quadro Q7/4, localizado em Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q7-4.xls
77
Inserir quadro Q7/5, localizado em Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q7-5.xls
78
Inserir quadro Q7/6, localizado em Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q7-6.xls
79
O reservatório Sta. Maria deverá voltar a ser atendido pela EEAT localizada
no reservatório Sta. Augusta, ficando uma pequena parcela do volume
necessário atendida pelo sistema do Jd. Europa. Se o reservatório Sta.
Maria permanecesse vinculado ao sistema do reservatório Cidade isso
acarretaria: aumento no diâmetro de recalque da EEAT Jd. Europa com
alteração de seus conjuntos elevatórios, implantação de duplicação da linha
de recalque da EEAT ETA5/Cidade (5355 m de Ø 250 mm) com alteração
de seus conjuntos elevatórios; enquanto que atendido pelo sistema Sta.
Augusta significa trocar as bombas do sistema existente e ampliar as
adutoras por gravidade em cerca de 1700 mm de Ø 250 mm, 390 m de
Ø 100 mm e 360 m de Ø 200 mm. Comparativamente as alterações de
conjuntos elevatórios são menores na alternativa de abastecimento via Sta.
Augusta assim como as ampliações na adução;
80
O setor Jd. Paraíso, a exemplo do Jd. Itamaraty, deverá ser ampliado com a
implantação de um reservatório apoiado e uma estação elevatória para
recalque ao reservatório existente. A nova unidade será responsável pelo
abastecimento do novo setor Pontal de Sta. Clara através de booster a ser
implantado na nova linha ao longo da rodovia do Contorno, para suprir as
necessidades locais;
Demais alterações podem ser observadas nos quadros Q 7/4, Q 7/5 e Q 7/6.
81
Nos desenhos 238-00-301, 238-00-401 e 238-00-402, do Volume III –
Desenhos, podem ser observados os esquemas típicos da ampliação da ETA 5 e dos
reservatórios e estações elevatórias previstas.
82
Inserir quadro Q7/7, localizado em Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q7-7.xls
83
Inserir quadro Q7/8, localizado em Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q7-8.xls
84
A seguir apresenta-se uma breve descrição das redes primárias de cada
setor, sendo que todas elas podem ser visualizadas no desenho nº 238-00-008 e
verificados seus valores de extensão e diâmetro nos desenhos da série nº 238-00-009,
do Volume III – Desenhos, para os reforços foi considerado PVCPBA para tubulações até
75 mm e acima disto PVCDEFºFº:
85
Setor Alto da Boa Vista: o reservatório a ser implantado deverá atender o
loteamento de mesmo nome, utilizou-se toda a rede existente no loteamento
como primária, analisando-a para as demandas futuras o resultado pode ser
observado nas ilustrações I7/3-A e B, para 1ª e 2ª etapas respectivamente,
será necessário pequenos reforços para as demandas de 2ª etapa conforme
pode ser visto na ilustração I7/1-C, a rede primária e suas características
podem ser observadas no desenho nº 238-00-009 do Volume III –
Desenhos;
86
Outros reforços tornaram-se necessários para a operação dos boosters Véu
das Noivas e Ferrero e a EEAT Bortolan; o resultado da implantação de
reforços e VRPs pode ser observado nas ilustrações I7/4-C e E , para 1ª e 2ª
etapas, na situação de horária de pico e as ilustrações I7/4-D e F para fora
do horário de pico. As análises do comportamento da rede para fora do
horário de pico foram realizadas para verificar a pressão de chegada no
reservatório Novo Mundo, concluindo-se que é necessário perder cerca de 2
m.c.a. antes da entrada no reservatório que pode ocorrer em uma válvula de
controle;
Setor Vila Rica: recebe água através da EEAT Gama Cruz via setor Cidade.
Como pode ser observado nas ilustrações I7/6-A e B, relativas ao
comportamento da rede primária existente para as demandas de 1ª e 2ª
etapas, respectivamente, observa-se que serão necessárias a implantação
de duas VRPs para atender com pressões satisfatórias, isso devido à
topografia acidentada da região, portanto com a implantação das VRPs o
resultado encontrado pode ser visto nas ilustrações I7/6-C e D;
Setor Novo Mundo: este setor é abastecido pelo via setor Cidade, o
comportamento da rede primária para as demandas de 1ª e 2ª etapas, pode
ser observado nas ilustrações I7/8-A e B, mostrando que não há
necessidade de reforços;
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Setor Jardim Europa: como não foi observada rede de água existente para o
setor Jd. Europa nos diversos cadastros do DMAE
DMAE, propôs-se uma rede
primária que pode ser observada no desenho nº 238-00-009 com o
comportamento para 1ª e 2ª etapas conforme ilustrações I7/10-A e B;
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Setor R1ETA3: apesar da desativação da ETA proposta, o reservatório
existente continuará em operação, a água virá da ETA 5, o setor está
dividido em zonas alta, média e baixa. Nas ilustrações I7/16-A e B observa-
se a rede primária sem reforços, VRPs e boosters, com a implantação dos
reforços, VRPs e boosters a rede passa a operar satisfatoriamente conforme
ilustrações I7/16-C e D;
Setor Jd. dos Estados: recebe água via EEAT Jd. dos Estados (setor
Cidade), nas ilustrações I7/19-A e B apresentam-se o comportamento da
rede primária do setor para as demandas de 1ª e 2ª etapas, observa-se que
a topografia acidenta provoca pressões elevadas em quase todo o setor,
portanto tornou-se necessária a implantação de VRP para operação do setor
conforme ilustrações I7/19-C e D;
Setor Jd. dos Estados Alto: o reservatório recebe água via setor Jd. dos
Estados. A rede primária foi verificada para as demandas de 1ª e 2ª etapas,
na~necessitando de reforço conforme observa-se nas ilustrações I7/20-A e
B;
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Setores R1ETA1 e R2e3ETA1: estes setores são responsáveis pelo
abastecimento da região próxima a ETA 1, a água do setor é proveniente da
ETA 1. O R1 localiza-se na cota 1250,00 e abastece a região mais alta
ficando o restante para os reservatórios R2 e R3. Em ambos os setores será
necessário o reforço de trechos para atendimento da rede de distribuição,
como pode ser observado nas ilustrações I7/24-A e B e I7/25-A e B, que
apresentam os resultados sem os reforços e as ilustrações I7/24-C e D e
I7/25-C e D, com as pressões já com os reforços necessários;
Setor Serra do Irai: conforme dito anteriormente recebe água via setor
Aquarius; a rede primária foi verificada para as demandas de 1ª e 2ª etapas,
conforme ilustrações I7/28-A e B, onde observou-se a necessidade de
pequenos reforços para atendimento desde início até fim de plano, a rede
com os reforços pode ser vista nas ilustrações I7/28-C e D;
Setor Morro do Chapéu: este setor recebe água via setor Serra do Irai,
dividi-se em zonas alta, média e baixa. A rede primária existente foi
verificada para as demandas de 1ª e 2ª etapas, onde observou-se, conforme
ilustrações I7/29-A e B, a necessidade de reforços, VRps para atendimento
da zona baixa e Booster para a zona alta. Foram implementadas essas
singularidades e verificada novamente a rede primária, que pode ser vista
nas ilustrações I7/29-C e D. Uma das VRPs proposta já existe, portanto é
necessário apenas ajustar o ponto de operação da mesma;
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Setor Dom Bosco: após receber água da EEAT Alvorada/Primavera distribui
para diversos centros de reservação (setores: Alvorada, Alvorada Alto, Jd.
Itamaraty, Jd. Itamaraty Alto e Morada dos Pássaros) além da rede local.
Nas ilustrações I7/30-A e B verificam-se as condições da rede primária para
as demandas de 1ª e 2ª etapas, respectivamente. Observa-se que alguns
trechos possuem pressões muito altas enquanto que outros muito baixas,
isso devido às zonas existentes (ex: Campos Elíseos refere-se a zona baixa)
e à operação de algumas linhas como subadução. A rede que sai do
reservatório e segue até o booster Eldorado (existente) próximo à divisa do
município com Caldas trata-se de uma subadutora que deverá trabalhar com
pressões acima de 60 m.c.a., sendo reforçada em 1ª e 2ª etapas. As VRPs
existentes (Campos Elíseos e Jardim Philadelphia) deverão ser mantidas
alterando-se apenas seus pontos de operação, deverá ser implantada uma
nova VRP entre o Jd. Philadelphia e os Campos Elíseos e alguns reforços
de rede, como pode ser observado nas ilustrações I7/30-C, D e E;
Setor ETA 4: em primeira etapa a água que chega no setor vem parte da
ETA5 e parte da ETA4. A rede primária existente foi verificada para as
demandas de 1ª e 2ª etapas, onde se observou a necessidade de reforços
em vários trechos da rede, como pode ser visto nas ilustrações I7/37-A e B.
Como os reforços são muitos, serão implantados em 1ª e 2ª etapas,
conforme a necessidade.,Nas ilustrações I7/37-C e D, observam-se os
reforços necessário em 1ª etapa e que não atendem completamente a 2ª,
respectivamente, e na ilustração I7/37-E vê-se os reforços necessários à 2ª
etapa;
Setor Jardim Esperança: a água para este setor vem da ETA5. Nas
ilustrações I7/38-A e B verifica-se que a rede primária existente tem
capacidade de atendimento até final de plano;
Setor Paraíso Alto: esse setor é responsável por abastecer a região próxima
a ele e ao reservatório Jd. Esperança. Nas ilustrações I7/39-A e B é possível
observar a rede primária existente para as demandas de 1ª e 2ª etapas, com
reforço em alguns trechos próximos ao reservatório e outro próximo a
rodovia do contorno, já em 1ª etapa, é possível atender as demandas até
final de plano, como pode ser visto nas ilustrações I7/39-C e D;
92
Setor Paraíso: recebe a água a partir da EEAT-Paraíso localizada junto ao
reservatório Jd. Esperança. Esse reservatório será responsável pelo
abastecimento na rodovia do contorno em direção ao município de Caldas.
Será responsável também por abastecer o reservatório Pontal de Sta. Clara
a partir de booster a ser implantado junto ao Hotel na Estrada da
Cachoeirinha próximo à rodovia do Contorno, como pode ser observado nas
ilustrações I7/40-A e B;
Setor São Sebastião Alto: recebe água via elevatória implantada na área da
ETA 4. Como trata-se de um sistema proposto implantou-se uma rede
primária que atendesse as demandas de 1ª e 2ª etapas, como pode ser
observado nas ilustrações I7/44-A e B, respectivamente.
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8. SISTEMA PLANEJADO
1a. ETAPA:
95
9. ESTIMATIVA DE INVESTIMENTOS
96
Em uma época em que o dólar americano era convertido pela relação 1/2,90
(R$/US$), a estimativa resultou em cerca de R$ 12,6 milhões, ou US$ 4,34 milhões, a
serem investidos ao longo da primeira etapa, e R$ 4,9 milhões, ou US$ 1,7 milhões, a
serem investidos, adicionalmente, até o final do período de planejamento.
97
Inserir quadro Q9/1, localizado em Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q9-1 A 5.xls
98
Inserir quadro Q9/2, localizado em Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q9-
1 A 5.xls
99
Inserir quadro Q9/3, localizado em Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q9-
1 A 5.xls
100
Inserir quadro Q9/4, localizado em Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q9-
1 A 5.xls
101
Inserir quadro Q9/5, localizado em Contrato/C238pdp/PDA/Quadros/Q9-
1 A 5.xls
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10. PROGRAMA DE INTERVENÇÃO
Fase Imediata:
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Alteração no volume do reservatório do loteamento Alto da Boa Vista, e
implantação da estação elevatória e respectiva linha de recalque, face à
demanda prevista.
Ampliação da ETA 5.
Segunda Etapa:
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O programa de intervenção assim exposto, constitui apenas uma indicação
de prioridades, como uma fotografia que reflete um momento instantâneo, e deve ser
atualizado permanentemente, para tanto sendo de extrema utilidade os recursos
oferecidos pelo SIPPC a implantado no DMAE
DMAE.
105
11. O SIPPC COMO INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO
Ora, o SIPPC permite que, utilizando-se o Menu Parâmetros, se avalie, a cada troca do
banco de dados (o que pode se dar mensalmente, de preferência, que é a freqüência com
que o banco é atualizado a partir da leitura dos hidrômetros), a quantidade de novas
economias agregadas ao sistema, ou seja, o ritmo de crescimento efetivo dos domicílios.
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Com a utilização mensal dessa ferramenta, pode-se construir um gráfico representativo
desse crescimento, e com o tempo dispensar-se a necessidade dos estudos
populacionais mais sofisticados, uma vez que o crescimento do consumo será um
indicador seguro, controlado e suficiente para o planejamento de curto e médio prazos.
107
Permite igualmente que sejam estabelecidas da mesma forma, as zonas de isoconsumo.
A simples simulação das mesmas zonas, com a troca do banco de dados, permitirá a
análise do sistema – a seguir descrita – com dados atualizados, o que poderá ser feito
mensalmente ou em períodos mais longos, observando-se os reflexos na capacidade das
unidades do sistema em operação.
Mas tal atualização poderá ensejar também uma reformulação das zonas, seus limites e
parâmetros de planejamento, com automática análise de suas conseqüência no sistema.
O comportamento das densidades e dos consumos poderá também ser registrado
mensalmente em gráficos, permitindo análises de evolução desses parâmetros,
contribuindo para u controle completo do sistema pelo planejador.
c) Estudos de Setorização.
108
d) Análise de redes.
Nos estudos realizados no âmbito do capítulo 7.2.3 – Sistema Distribuidor, são analisados
os comportamentos das redes primárias de cada setor, em datas marco do planejamento,
e determinadas as necessidades de reforços ao longo do tempo.
O Menu Projeto contém ferramentas tanto para a escolha automática das redes
primárias, como para definição e cálculo das vazões nos nós, bem como a ligação com o
modelo matemático, e seu retorno, apontando os resultados das simulações, para cada
reforço estudado, quando necessário. Atualizações do banco de dados de consumos, ou
dos limites de zonas isodensas e de isoconsumos, seus parâmetros, dos limites dos
setores, das redes primárias a considerar, da definição dos nós, da escolha das áreas de
influência dos nós, e conseqüentemente das vazões dos nós, são automaticamente
repassadas ao modelo matemático, com reduzidas possibilidades de erros de informação,
e sempre com precisão técnica, em tempos muito reduzidos, quando confrontados com
prazos para tarefas semelhantes, antes da implantação do SIPPC.
SIPPC.
Demais recursos do Menu Projetos são utilizados para passos posteriores, como os de
projeto de reforços e de novas redes, em novas bairros ou ruas, com colocação de peças,
rótulos, etc., e obtenção de orçamentos estimativos dos trechos projetados, como
efetuado para obtenção dos valores correspondentes do capítulo 9 - Estimativa dos
Investimentos.
f) Cadastro.
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Além desses recursos, foi desenvolvida no âmbito deste Plano Diretor, uma ferramenta
específica para integrar as bases do SIPPC e do GIS implantado no DMAEDMAE, com os
dados atualizados pela Prefeitura Municipal ou pelo DMAE
DMAE, de sorte que haja perfeita
sintonia entre as bases dos dois sistemas, automaticamente, eliminando a possibilidade
de desencontros de informações.
h) Investigações e Diagnósticos.
MARÇO DE 2004
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