Vous êtes sur la page 1sur 25

1 Coríntios 10.

17-24
Analisar sobre as festas juninas exige uma reflexão
teológica, pois na realidade são festas religiosas,
embora tidas como folclore. Elas fazem parte das
manifestações populares mais praticadas no Brasil
e homenageiam quatro santos católicos: Santo
Antonio (13 de junho), São João (24 de junho) e
São Pedro e São Paulo (29 de junho).
Esta reflexão tem por objetivo confrontar a
prática dos festejos juninos com a Palavra de
Deus e com a verdadeira religião, que é a
religião da obediência irrestrita e voluntária a
essa Palavra, independente de placas que
identifiquem as igrejas.
ORIGEM DAS FESTAS
JUNINAS
1ª. Uma fonte traz que a origem dessas
festividades remonta à antiguidade, quando
se prestavaculto à deusa Juno. Os festejos
a esta deusa eram denominados Junônias,
atualmente festas juninas. Segundo a
mitologia romana Juno era a protetora do
casamento, do parto e, sobretudo,da
mulher em todos os aspectos da sua vida.
Sua festa principal era a Matronália, celebrada em
1º de março, data em que mulheres casadas se
reuniam e levavam oferendas ao templo de Juno.
Tais manifestações trouxeram inspiração para o
Catolicismo Romano, que colocou essas
festividades no mês de junho. Quando o
cristianismo foi implantado na Europa, depois de
muito relutar, a Igreja Romana aceitou algumas das
festas pagãs, entre elas as Junônias.
2ª. Outra fonte diz que as festas juninas são
de origem européia, e que fazem parte da
antiga tradição pagã de celebrar o solstício
de verão. A festa junina do dia de
“Midsummer” (24 de Junho) tornou-se, pouco
a pouco na Idade Média, um atributo da festa
de São João Batista, o santo celebrado
nesse mesmo dia.
Uma lenda católica dogmatizando a Festa
Junina pagã afirma que o antigo costume de
acender fogueiras no começo do verão europeu
tinha suas raízes em um acordo feito
pelas primas Maria e Isabel. Para avisar Maria
sobre o nascimento de São João Batista e
assim ter seu auxílio após o parto, Isabel teria
de acender uma fogueira sobre um monte.
3ª. Para os brasileiros as festas juninas são
uma herança portuguesa resultante dos
cultos pagãos em louvor a terra, inspirados
na data de nascimento de São João. Sua
origem foi influenciada por festas bárbaras e
pagãs, com fogueiras e queimas de fogos
para afugentar os maus espíritos.
Começaram nos campos e plantações, daí
os trajes típicos de caipiras e sinhazinhas,
com casamento de roça, discurso do
padrinho, as capelinhas decoradas, etc.
Mais tarde as festividades tomaram um
cunho religioso com apresentação de
tradições locais, influenciada pelas lendas
e hábitos do populacho.
QUE MAL HÁ EM
PARTICIPAR DE UMA
FESTA TÃO ALEGRE?
O primeiro mandamento dado por Deus é que Ele
seja reconhecido e amado como único Deus. O
segundo mandamento condena qualquer
manifestação de veneração aos ídolos: “Não
terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti
imagem de escultura, nem alguma semelhança do
que há em cima nos céus, nem em baixo na terra,
nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás
a elas, nem as servirás” (Êx 20.1-6).
A veneração aos santos forma o pano de fundo
das manifestações populares nas festas
juninas. Todo o aparato que precede o dia da
festa em si, é feito com intenção voltada para o
santo da festa.
Participar das festas juninas, aparentemente tão
inocentes, é concordar com os
costumes preconizados em sua realização.
O apóstolo Paulo ensina que tudo o que é
oferecido ao ídolo é oferecido ao demônio, 1 Co
10.14-21. Os vv. 20-21 trazem: “Antes digo que,
as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam
aos demônios e não a Deus. E não quero que
sejais participantes com os demônios. Não
podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos
demônios; não podeis ser participantes da mesa
do Senhor e da mesa dos demônios”.
O costume dessas festas é religioso e movido pela
tradição romana. Por mais que elas tragam brincadeiras
que agradem principalmente as crianças, o perigo é que
as tradições e costumes possam entrar na vida dos
pequeninos e eles entenderem como normal aquilo que
a Palavra de Deus reprova. Observe o que Paulo
escreve: “Tendo cuidado para que ninguém vos faça
presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas,
segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos
do mundo, e não segundo Cristo” (Cl 2.8).
Se a Bíblia é a Palavra de Deus e reveladora da
Sua vontade, precisamos tomar cuidado para
que não sejamos pegos como inimigos da
mesma. O povo vai acostumando tanto com as
práticas admitidas racionalmente e não repara
que a Bíblia deixou de ser a sua regra de fé e
prática. Não é de estranhar que os filhos já não
desejam ler a Bíblia e servir ao Senhor Jesus.
Tem sido um grande problema para pais evangélicos o
fato de que, se seus filhos não participarem das festas
juninas, perderão notas no boletim. No Inciso 5º da
Constituição Federal reza o seguinte: “é inviolável a
liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado
o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma
da lei, a proteção aos locais dos cultos e suas liturgias”.
Para assumir a postura de contrariedade à participação
em tais festejos é preciso coragem, postura firme e ensino
frequente da Palavra dentro de casa (Dt 6.4-9).
O PERIGO DA
IDOLATRIA
Por trás dessas festas estão os personagens, pessoas
que viveram realmente e que foram canonizadas por um
poder religioso terreno, as quais podem receber
devoção, preces e sacrifícios. As comemorações de
cunho religioso foram apropriadas de tal forma pelo
povo brasileiro que ele transformou o Carnaval – ritual de
folia que marca o início da quaresma católica, período
que vai da quarta-feira de Cinzas ao domingo de Páscoa
– em uma das maiores expressões festivas do Brasil no
decorrer do séc. XX, com características cada vez mais
imorais e perniciosas.
ALGUNS MOTIVOS PARA
NÃO PARTICIPAR DAS
FESTAS JUNINAS
 a) Plágio do paganismo;
 b)
Os santos não ouvem orações e nem têm poder
para as intermediarem junto a Deus (Ec 9.5,6);
 c)
Os louvores e honras prestados nesses festejos, na
verdade, são recebidos por outros espíritos
(1Co 10.14-21);
 d) Ascomidas servidas ou vendidas nessas festas são
benzidas, consagradas ao santo do dia, prática
proibida pela Bíblia (At 15.29; 1Co 10.21)
 e) O pior perigo é os crentes perderem a sua identidade
como partes do povo de Deus. Conviver mais de perto com
os povos da terra torna o cristão mais suscetível às suas
influências e ao pecado. A tendência de relativizar o pecado,
julgando que não tem importância, que devemos nos
contextualizar, traz o perigo da apostasia, a qual não se
apresenta com uma forma definida. Ela vai se instalando aos
poucos, quando o crente vai perdendo o compromisso do
seu testemunho cristão no mundo.
 f) O crente fica mais vulnerável aos ataques do inimigo,
quando abre portas no seu coração para as práticas da
idolatria.
CONCLUSÃO
Além de desagradar ao Senhor com a prática das festas
juninas, o participante das mesmas O entristece pelo fato de
satirizar pessoas pelas quais Jesus deu a Sua vida, no caso,
o homem do campo, tão importante dentro da nossa
economia, já que o Brasil é o maior país agrícola do mundo.
As Festas Juninas humilham as pessoas do campo; o caipira,
quando não é banguela é desdentado, seu andar é torto, ele
é corcunda por causa da enxada, a botina é furada, suas
roupas são rasgadas e remendadas, um pobre coitado.
A Bíblia diz: “Quem caçoa do pobre insulta a Deus, que o fez”
(Pv 17.5).
Uma coisa é certa: os santos bíblicos jamais aceitaram
adoração, nem homenagens pelos poderes que receberam
de Deus. Assim foi com Pedro (At 10.25,26), com Paulo e
Barnabé (At 14.11-15), com João Batista (Jo 3.30) e com
João, o evangelista (Ap 19.10). Pedro e João, como servos
de Deus obedientes que foram, estão no céu, conscientes da
felicidade que lá os cercam (Lc 23.43; 2Co 5.6-8; Fp 1.21-23).
Não estão ouvindo os pedidos das pessoas que os cultuam
aqui na terra. O único intercessor eficaz junto a Deus é Jesus
Cristo: “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus
e os homens, Jesus Cristo homem” (1Tm 2.5).