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COMPONENTES

DOS PARÂMETROS
CURRICULARES NACIONAIS
A análise das propostas curriculares oficiais
para o ensino fundamental aponta como grandes OBJETIVOS DOS
diretrizes uma perspectiva democrática e participa-
tiva, e que o ensino fundamental deve se compro- PARÂMETROS CURRI-
meter com a educação necessária para a formação
de cidadãos críticos, autônomos e atuantes. CULARES NACIONAIS
A integração curricular assume as especifi- Os objetivos propostos nos Parâmetros
cidades de cada componente e delineia a operacio- Curriculares Nacionais concretizam as intenções
nalização do processo educativo desde os objetivos educativas em termos de capacidades que devem
gerais do ensino fundamental, passando por sua ser desenvolvidas pelos alunos ao longo da escola-
especificação nos objetivos gerais de cada área e ridade. Constituem o ponto de partida para se re-
de cada tema transversal, deduzindo desses obje- fletir sobre qual é a formação que se pretende que
tivos os conteúdos apropriados para configurar as os alunos obtenham, que a escola deseja propor-
reais intenções educativas. Assim, os objetivos que cionar e tem possibilidades de realizar, sendo, nesse
definem capacidades, e os conteúdos que estarão sentido, pontos de referência que devem orientar a
a serviço do desenvolvimento dessas capacidades, atuação educativa em todas as áreas, ao longo da
formam uma unidade orientadora da proposta escolaridade obrigatória.
curricular. Quanto às questões sociais relevantes,
reafirma-se a necessidade de sua problematização O professor, consciente de que condutas
e análise, incorporando-as como temas transver- diversas podem estar vinculadas ao desenvolvi-
sais. As diferentes áreas, os conteúdos selecionados mento de uma mesma capacidade, tem diante de
em cada uma delas e o tratamento transversal de si maiores possibilidades de atender à diversidade
questões sociais constituem uma representação de seus alunos. Assim, os objetivos se definem em
ampla e plural dos campos de conhecimento e de termos de capacidades de ordem cognitiva, física,
cultura de nosso tempo, cuja aquisição contribui afetiva, de relação interpessoal e inserção social,
para o desenvolvimento das capacidades expres- ética e estética, tendo em vista uma formação am-
sas nos objetivos gerais. O tratamento da área e de pla. A capacidade cognitiva tem grande influência
seus conteúdos integra uma série de conhecimen- na postura do indivíduo em relação às metas que
tos de diferentes disciplinas, que contribuem para quer atingir nas mais diversas situações da vida, vin-
a construção de instrumentos de compreensão e culando-se diretamente ao uso de formas de repre-
intervenção na realidade em que vivem os alunos. sentação e de comunicação, envolvendo a resolu-
A concepção da área evidencia a natureza dos con- ção de problemas, de maneira consciente ou não. A
teúdos tratados, definindo claramente o corpo de aquisição progressiva de códigos de representação
conhecimentos e o objeto de aprendizagem, fa- e a possibilidade de operar com eles interfere dire-
vorecendo aos alunos a construção de representa- tamente na aprendizagem da língua, da matemáti-
ções sobre o que estudam. Essa caracterização da ca, da representação espacial, temporal e gráfica e
área é importante também para que os professores na leitura de imagens. A capacidade física engloba
possam se situar dentro de um conjunto definido e o autoconhecimento e o uso do corpo na expres-
conceitualizado de conhecimentos que pretendam são de emoções, na superação de estereotipias de
que seus alunos aprendam, condição necessária movimentos, nos jogos, no deslocamento com se-
para proceder a encaminhamentos que auxiliem as gurança. A afetiva refere-se às motivações, à autoes-
aprendizagens com sucesso.
tima, à sensibilidade e à adequação de atitudes no na vida política)
convívio social, estando vinculada à valorização do levando em conta
resultado dos trabalhos produzidos e das atividades a dimensão coletiva.
realizadas. Esses fatores levam o aluno a compreen- O aprendizado de diferen-
der a si mesmo e aos outros. A capacidade afetiva tes formas e possibilidades de
está estreitamente ligada à capacidade de relação participação social é essencial ao
interpessoal, que envolve compreender, conviver desenvolvimento dessa capacidade. O
e produzir com os outros, percebendo distinções papel do professor nesse processo é, por-
entre as pessoas, contrastes de temperamento, de tanto, crucial, pois a ele cabe apresentar os conte-
intenções e de estados de ânimo. O desenvolvi- údos e atividades de aprendizagem de forma que
mento da inter-relação permite ao aluno se colo- os alunos compreendam o porquê e o para que do
car do ponto de vista do outro e refletir sobre seus que aprendem, e assim desenvolvam expectativas
próprios pensamentos. No trabalho escolar o de- positivas em relação à aprendizagem e sintam-se
senvolvimento dessa capacidade é propiciado pela motivados para o trabalho escolar. Para tanto, é pre-
realização de trabalhos em grupo, por práticas de ciso considerar que nem todas as pessoas têm os
cooperação que incorporam formas participativas e mesmos interesses ou habilidades, nem aprendem
possibilitam a tomada de posição em conjunto com da mesma maneira, o que muitas vezes exige uma
os outros. A capacidade estética permite produzir atenção especial por parte do professor a um ou
arte e apreciar as diferentes produções artísticas outro aluno, para que todos possam se integrar no
produzidas em diferentes culturas e em diferentes processo de aprender. A partir do reconhecimento
momentos históricos. A capacidade ética é a possi- das diferenças existentes entre pessoas, fruto do
bilidade de reger as próprias ações e tomadas de de- processo de socialização e do desenvolvimento in-
cisão por um sistema de princípios segundo o qual dividual, será possível conduzir um ensino pautado
se analisam, nas diferentes situações da vida, os va- em aprendizados que sirvam a novos aprendizados.
lores e opções que envolvem. A construção interna,
pessoal, de princípios considerados válidos para si e
para os demais implica considerar-se um sujeito em
meio a outros sujeitos. O desenvolvimento dessa
capacidade permite considerar e buscar compreen-
der razões, nuanças, condicionantes, consequências
e intenções, isto é, permite a superação da rigidez
moral, no julgamento e na atuação pessoal, na re-
lação interpessoal e na compreensão das relações
sociais. A ação pedagógica contribui com tal desen-
volvimento, entre outras formas, afirmando clara-
mente seus princípios éticos, incentivando a refle-
xão e a análise crítica de valores, atitudes e tomadas
de decisão e possibilitando o conhecimento de que
a formulação de tais sistemas é fruto de relações
humanas, historicamente situadas. Quanto à capa-
cidade de inserção social, refere-se à possibilidade
de o aluno perceber-se como parte de uma comuni-
dade, de uma classe, de um ou vários grupos sociais
e de comprometer-se pessoalmente com questões
que considere relevantes para a vida coletiva. Essa
capacidade é nuclear ao exercício da cidadania, pois
seu desenvolvimento é necessário para que se pos-
sa superar o individualismo e atuar (no cotidiano ou
OBJETIVOS DO PRINCIPAIS PILARES DO
PROGRAMA ESCOLA DA PROGRAMA ESCOLA DA
INTELIGÊNCIA: INTELIGÊNCIA:
Estimular as funções complexas da in- 1. Formar uma geração que pensa como espécie.
teligência, como: aprender a gerenciar pensa- 2. Fornecer ferramentas para autonomia do Eu
mentos e emoções, a pensar antes de agir e reagir, a como autor da história.
colocar-se no lugar do outro, a desenvolver e expan- 3. Desenvolver autoestima e aprender que cada
dir a proteção da emoção, a capacidade de superar ser humano é único no teatro da vida.
perdas e frustrações, a interpretação de comporta- 4. Desenvolver um Eu que aprende a corrigir ro-
mentos, a emoção contemplativa, entre outros. tas e expandir seus potenciais.
Estimular o desenvolvimento da ma- 5. Desenvolver habilidade de interpretação de
turidade intelectual e emocional, como: trei- comportamentos.
namento do caráter, tolerância, introspecção, 6. Fornecer ferramentas para o desenvolvimento
disciplina, flexibilidade intelectual, autocontrole, de uma mente criativa.
motivação, determinação, autoconfiança, entre ou- 7. Desenvolver empatia nas relações sociais.
tros. 8. Desenvolver um raciocínio esquemático.
9. Fornecer ferramentas para aprender a lidar
Desenvolvimento das relações inter- com sabedoria nas situações de estresse.
pessoais, como: ética e honestidade nas relações, 10. Trabalhar as necessidades do mercado de
a atitude de contribuir sem esperar demais a con- trabalho como: perseverança, espírito empreende-
trapartida, a empatia como compreensão do com- dor, capacidade de recomeçar, proatividade.
portamento alheio, o raciocínio em diferentes pers-
pectivas, o debate de diferentes ideias, o diálogo
interpessoal e intrapessoal, resolução de conflitos,
o trabalho em equipe, entre outros.
Fornecer ferramentas para a promoção
da saúde emocional, contribuindo para a pre-
venção de: depressão, estresse, ansiedade, baixa
autoestima, fobias, alienação, agressividade, hipe-
ratividade, entre outros.
ABORDAGEM CONCEITUAL DO MATERIAL
“SER HUMANO SEM FRONTEIRAS”
No material SER HUMANO SEM FRONTEI- • LIDERANÇA MULTIFOCAL: conceito que se
RAS há quatro abordagens essencialmente desta- contrapõe ao de liderança unifocal. Um líder mul-
cadas: tifocal é capaz de identificar, estimular e destacar
potencialidades em si mesmo e nas pessoas que
• CORRESPONSABILIDADE INEVITÁVEL: con- estão ao seu redor, é capaz de realizar uma ampla
ceito que considera que todos estão interligados, avaliação de possibilidades antes de emitir uma
interconectados, entrelaçados, que existe uma res- opinião, ponderando outros pontos de vista (ou
ponsabilidade mútua, em conjunto, nas relações es- focos), consegue desenvolver sua inteligência em
tabelecidas uns com os outros quando se considera múltiplos aspectos, enfatizando o desenvolvimento
que qualquer ação se desdobra em novos eventos das funções nobres da inteligência, tais como, ge-
(positivos ou negativos) e interferem na maneira de renciar seus pensamentos e emoções, aprender a
pensar, se comportar e sentir dos outros, direta ou se colocar no lugar do outro, a trabalhar perdas e
indiretamente. frustrações, desenvolver e potencializar a generosi-
• PENSAR COMO ESPÉCIE: conceito que dade, determinação etc.
traduz a capacidade e a necessidade do ser huma- • SER UM “HUMANO SEM FRONTEIRAS”:
no de se compreender como uma única espécie, a conceito que evidencia as três abordagens anterio-
espécie humana, sem as fronteiras geográficas que res na tomada de consciência de que é importan-
os mapas apontam e sem as fronteiras ideológicas, te confrontar os limites geográficos, econômicos,
eugenistas, estéreis, que os seres humanos passa- sociais, culturais ou conceituais estabelecidos pe-
ram a tecer, desde os primórdios da humanidade, los próprios seres humanos diante de outros seres
em especial após a estruturação do modelo políti- humanos. Assim, torna-se possível valer-se da inte-
co, econômico e financeiro que foi sendo desenvol- ligência humana não somente diante dos avanços
vido tendo por base a relação de poder, e que se tecnológicos necessários, mas, sobretudo, diante
deseja desconstruir. Pensar como espécie é enten- da humanização das relações sociais e do sonho de
der que os seres humanos não devem ser divididos construir uma sociedade mais consciente, compro-
em brancos, negros, pessoas ricas, pobres, cultas, missada com o bem-estar de todos e mais saudável.
iletradas etc., mas que compõem uma única espé-
cie, que necessita da consciência e compromisso de
cada um pela saúde, qualidade de vida e felicidade
de todos.
CONTEÚDO compreender o que se passa por trás da cortina dos
comportamentos delas, visando cooperar com to-
PROGRAMÁTICO dos e estabelecer relações mais saudáveis.
5ª LIÇÃO: LIDERANÇA UNIFOCAL X
AULA ABERTURA: Entrega significativa MULTIFOCAL
do material do aluno Busca proporcionar reflexões sobre as ca-
Objetiva motivar a provocar o interesse dos racterísticas de um líder que apresenta uma visão
alunos diante das aulas que terão com a Escola da unifocal e um líder que desenvolve uma visão mul-
Inteligência. Para tanto sugerimos que o professor tifocal sobre si mesmo, sobre a vida e sobre o meio
aplicador crie uma atividade divertida para entrega em que vive, bem como sobre os desdobramentos
significativa do material para o aluno. Essa aula não que advém diante de ambas as posturas.
consta no cronograma de aulas do material impres-
6ª LIÇÃO: OS DESMORONAMENTOS
so, mas é uma instrução importante apresentada
EMOCIONAIS
pelo consultor de ensino na capacitação presencial
do professor aplicador. Busca proporcionar reflexões sobre os des-
moronamentos emocionais que podem acometer
IMPORTANTE: O PROFESSOR APLICA- os alunos diante de quaisquer situações e momen-
DOR PODERÁ USAR A DINÂMICA APRESENTA- tos na vida. Diante disso é importante se repensar
DA NO MATERIAL NA AULA INICIAL 1 COMO diante das dificuldades que enfrentam, ou enfren-
PARTE DA ENTREGA SIGNIFICATIVA. taram, e em como podem expandir a capacidade
de se colocar no lugar dos outros para (re)conhecer
AULAS INTRODUTÓRIAS (2 AULAS)
suas necessidades e se disponibilizar para ajudá-los.
Apresenta o conceito de Corresponsabili-
dade Inevitável e a importância dos combinados de 7ª LIÇÃO: SERES HUMANOS DESCO-
convivência. BRINDO UM MUNDO SEM FRONTEIRAS
Busca proporcionar reflexões sobre a im-
1ª LIÇÃO: ENFRENTANDO DESAFIOS
portância de desenvolver a arte de pensar diante de
Busca proporcionar reflexões sobre a ne- tudo o que se constrói nas relações intra e interpes-
cessidade dos alunos conhecerem seus desafios soais e dos desdobramentos dessas construções.
pessoais, as características que necessitam ser ex-
pandidas ou trabalhadas, desenvolvendo a preciosa
arte de interiorizar-se.
2ª LIÇÃO: MINHAS IDEIAS, MEUS CON-
CEITOS, E EU COM ISSO?
Busca proporcionar reflexões sobre o pre-
conceito e as habilidades necessárias para comba-
ATIVIDADE EM
tê-lo, como a arte da dúvida, da crítica e autocrítica.
FAMÍLIA
3ª LIÇÃO: QUEBRANDO PADRÕES! Tendo em vista a necessida-
Busca proporcionar reflexões sobre a cone- de da participação ativa das famílias
xão que existe entre tudo e todos, auxiliando os alu- no processo de desenvolvimento
nos a compreenderem que a corresponsabilidade é da Inteligência Socioemocional dos
inevitável. estudantes, foram inseridas 4 ativi-
dades onde o objetivo é promover o
4ª LIÇÃO: CRUZANDO MUNDOS, QUE-
diálogo e a interação familiar.
BRANDO FRONTEIRAS
Busca proporcionar reflexões sobre a im-
portância de conhecer o mundo das pessoas para
OPERACIONALIDADE
O curso “SER HUMANO SEM FRONTEIRAS” encontra-se dividido em 2 aulas introdutórias e 7
lições com 3 aulas cada, como representado na tabela a seguir, totalizando assim 23 aulas de aplicação.
Em cada lição trabalharemos:
1ª aula: a história-base, as reflexões referentes à mesma e uma atividade.
2ª aula: reflexões referentes ao tema da lição e uma atividade ou dinâmica.
3ª aula: reflexões referentes ao tema da lição e uma atividade ou dinâmica.

TABELA DE APLICAÇÃO:
SER HUMANO SEM FRONTEIRAS
1ª AULA: OS DESDOBRAMENTOS DO CONVÍVIO SOCIAL
AULAs INICIAis 02 AULAS
2ª AULA: REFLETINDO SOBRE OS COMBINADOS
ENFRENTANDO OS DESAFIOS PESSOAIS:
1ª LIÇÃO 03 AULAS
TRABALHANDO A ARTE DA INTERIORIZAÇÃO
2ª LIÇÃO MINHAS IDEIAS, MEUS CONCEITOS, E EU COM ISSO? 03 AULAS
3ª LIÇÃO QUEBRANDO PADRÕES! 03 AULAS
4ª LIÇÃO CRUZANDO MUNDOS, QUEBRANDO FRONTEIRAS! 03 AULAS
5ª LIÇÃO LIDERANÇA UNIFOCAL X LIDERANÇA MULTIFOCAL 03 AULAS
6ª LIÇÃO OS DESMORONAMENTOS EMOCIONAIS! 03 AULAS
SERES HUMANOS DESCOBRINDO UM MUNDO SEM
7ª LIÇÃO 03 AULAS
FRONTEIRAS!
TOTAL 23 AULAS

As histórias encontram-se ricamente ilustradas e com uma linguagem ajustada ao universo juve-
nil, buscando motivá-los, também, através do atrativo visual e da identificação com o universo apresenta-
do junto aos personagens.
RECURSOS MATERIAIS AVALIAÇÃO
O material “Ser Humano Sem Fronteiras” é A avaliação sobre os conteúdos trabalha-
constituído de: dos e sobre as mudanças comportamentais dos
• 7 livros para os alunos (parte 1 e 2); alunos acontecerá:
• 2 livros para os professores aplicadores
(parte 1 e 2). • Na escola, de acordo com os referenciais,
as diretrizes, objetivos específicos com a aplicação
do Programa Escola da Inteligência, menções e re-
gistros da própria instituição escolar parceira, atra-
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envolvimento, interesse e aproveitamento nas aulas


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