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CÁLCULO II – AULAS ONLINE VIA SKYPE

CONTEÚDO:

AULA 01: DOMÍNIO E IMAGEM DE UMA FUNÇÃO DE VÁRIAS VARIÁVEIS

AULA 02: CURVAS DE NÍVEL

AULA 03: DERIVADAS PARCIAIS

AULA 04: PROBLEMAS DE OTIMIZAÇÃO

AULA 05: DERIVADAS DIRECIONAIS E GRADIENTE

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. YAMANE, Taro – Matemática para Economistas Vol. 1 e Vol. 2

2. AYRES JR, Frank & MENDELSON, Elliot – Cálculo Diferencial e Integral – Coleção Schaum

AULA 01: DOMÍNIO E IMAGEM DE UMA FUNÇÃO DE VÁRIAS VARIÁVEIS

1. Conceitos Iniciais

Dada uma função real z  f  x,y  , dizemos que o domínio dessa função são os possíveis valores das variáveis x
e y, que fazem com que z e o conjunto-imagem são os possíveis valores da variável z.

O domínio de uma função z  f  x,y  pertencem ao plano real xy, ou seja, z  f  x,y   D  f   2
.

2. Representação Gráfica do Domínio de uma Função z  f  x,y 

2.1. Restrições a (x, y)

f  x, y 
1º) Tipo: z 
g  x, y 

Restrição: g  x, y   0

2º) Tipo: z  n f  x, y 

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Restrição: f  x, y   0  n  e n for par

2
OBS.: Caso n seja ímpar não existe restrição (desde que a função seja polinomial) e o domínio será D  .

f  x, y 
3º) Tipo: z 
ng  x, y 

f  x, y   0  n 
 e n for par
Restrições: 
f  x, y   0  n 
 e n for ímpar

4º) Tipo: z  logb f  x, y 

Restrição: f(x,y) > 0

2.2. Exemplos Resolvidos

1. Determinar o domínio das seguintes funções e representar graficamente:

 x2  y2  x 
a) z  ln  
 x2  y2  x 
 

Solução:

Restrição: x2  y2  x
0
x2  y2  x

Racionalizando o denominador:

 x2  y2  x   x2  y2  x 
   
   0
 x2  y2  x   x2  y2  x 
   
   

 x2  y2  x   x2  y2  x 
    2 2 2 2 2
    0  x  y  2x x  y  x  0
 x2  y2  x   x2  y2  x  x2  y2  x2
   
   

x2  y2  2x x2  y2  x2 2x2  y2  2x x2  y2
 0  0y  0
y2 y2
Assim :
D z   x, y   2
|y  0 

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Representação Gráfica:

b) 1 x
y
1z

Solução:

1 x
Restrição: 0
1z

1 x  0 e 1z  0 ou 1x  0 e 1z  0


Assim :
D y   x, z  2
| x  1 e z  1 ou x  1 e 
z  1

Representação Gráfica:

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3. Exercícios Propostos

1. Determine o domínio das seguintes funções:

4y 4y
a) z  x2y  2x3   12 b) z  4x   5y2
7 x  2y

c) z  4xy  3 x  2  4 y  6 d) z  7x  x2  6  2

2 9y 7y 3x
e) z  4xy   y 3  f) f(x, y)   4x 
x4 x y3 y

2. Determine o conjunto domínio das seguintes funções e represente-os graficamente:

a) f ( x, y)  3  x  2 y b) f ( x, y)  x 2  4 y  5

c) f ( x, y)  4  x  y d) f ( x, y)  4  x 2  y 2

e) f ( x, y)  x  4  1  y f) f ( x, y)  y 3  43 x

1 1 y
g) f ( x, y )  h) f ( x, y ) 
x y x4

1 y 1
i) f ( x, y )  j) f ( x, y ) 
x  y 4
2 2
9  x2  y 2

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AULA 02: CURVAS DE NÍVEL

1. Curvas de Nível e Gráfico de uma Função z = f(x,y)

Seja f uma função de duas variáveis e consideremos o traço do gráfico de f no plano z = c. Projetando esse
traço no plano xy, obtemos uma curva C de equação f(x,y) = c. Assim, curva de nível é a representação de
gráficos tridimensionais no plano, através de curvas ou retas.

1.1. Exercícios Resolvidos

1. Esboce as curvas de nível das funções dadas e represente graficamente essas funções.

a) f  x, y  : 2  | f(x, y)  x2  y2

1
b) f  x, y  : 2  | f(x, y) 
x  y2
2

c) f  x, y  : 2  | f(x, y)  x2  y2

3. Exercícios Gerais

1. Dada a função f(x, y)  36  9x2  4y2 , faça o que se pede:

a) Determine f(1, 2).

b) Escreva e represente graficamente seu domínio.

c) Determine seu conjunto imagem.

2. Dada a função f(x, y)  ln  x  y  1 , faça o que se pede:

a) Determine f(1, 1) e (e, 1).

b) Escreva e represente graficamente seu domínio.

c) Determine seu conjunto imagem.

3. Dada a função f(x, y, z)  x2 ln  x  y  z  , faça o que se pede:

a) Determine f(3, 6, 4).

b) Escreva e represente graficamente seu domínio.

c) Determine seu conjunto imagem.

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4. Escreva e represente graficamente o domínio das funções:

a) f(x, y)  xy

b) f(x, y)  x y


c) f(x, y)  ln 9  x2  9y2 
x  3y
d) f(x, y) 
x  3y

3x  5y
e) f(x, y) 
x  y2  4
2

f) f(x, y, z)  1  x2  y2  z2

5. Represente graficamente as curvas de nível das funções definidas a seguir:

a) f(x, y)  xy

b) f(x, y)  x2  y2

x
c) f(x, y) 
y

xy
d) f(x, y) 
xy

e) f(x, y)  xy

f) f(x, y)  x  y2

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3. Resoluções de Alguns Exercícios

1. Esboce as curvas de nível das funções dadas e represente graficamente essas funções.

a) f  x, y  : 2  | f(x, y)  x2  y2

Solução:

As curvas de nível são os gráficos das equações x2  y2  c e estão representadas na figura abaixo:

E o gráfico é mostrado na seguinte figura:

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1
b) f  x, y  : 2  | f(x, y) 
x  y2
2

Solução:

As curvas de nível são os gráficos das equações x2  y2  k e estão representadas na figura a seguir:

E o gráfico mostrado na figura abaixo:

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c) f  x, y  : 2  | f(x, y)  x2  y2

Solução:

As curvas de nível são os gráficos das equações x2  y2  c   x  y   x  y   c e estão representadas na


figura a seguir:

E o gráfico mostrado na figura abaixo:

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AULA 03: DERIVADAS PARCIAIS

1. Regras da Cadeia

1.1. Primeira Regra da Cadeia

Seja a função A  b  h que nos dá a área de um retângulo de base b e altura h. Sabemos que se variarmos a
base e/ou a altura então o valor da área também se alterará. Mas para que isto ocorra, o valor da base e o valor
da altura deverão variar com o passar do tempo t, isto significa que as variáveis base e altura dependerão do
tempo t. Logo poderemos escrever:

dA
 taxa de variação da área em relação ao tempo t
dt

db
 taxa de variação da base em relação ao tempo t
dt

dh
 taxa de variação da altura em relação ao tempo t
dt

A
 taxa de variação da área em relação à base b
b

A
 taxa de variação da área em relação à altura h
h

Fazendo um encadeamento de derivadas, encontraremos a taxa de variação da área em relação ao tempo t:

dA A db A dh
    Pr imeira Re gra da Cadeia
dt b dt h dt

Exemplo 01: Uma peça retangular de metal tem 10 cm de base e 16 cm de altura. Se a base aumentar à razão de
0,04 cm/s e altura aumentar à razão de 0,02 cm/s, então determine a taxa de variação da área em relação ao
tempo. Dado: A  bh

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1.2. Segunda Regra da Cadeia

Seja a função V    r2  h que nos dá o volume de um cilindro de raio r e altura h. Sabemos que se variarmos
o raio e/ou a altura então o valor do volume também se alterará. Mas para que isto ocorra, o valor do raio e o valor
da altura deverão variar com o passar do tempo t, isto significa que as variáveis raio e altura dependerão do tempo
t. Logo poderemos escrever:

dV
 taxa de variação do volume em relação ao tempo t
dt

dr
 taxa de variação do raio em relação ao tempo t
dt

dh
 taxa de variação da altura em relação ao tempo t
dt

V
 taxa de variação do volume em relação ao raio r
r

V
 taxa de variação do volume em relação à altura h
h

Fazendo um encadeamento de derivadas, encontraremos a taxa de variação da área em relação ao tempo t:

dV V dr V dh
    Segunda Re gra da Cadeia
dt r dt h dt

Exemplo 02: Uma peça cilíndrica tem 12 cm de raio e 18 cm de altura. Se o raio diminuir à razão de 0,02
cm/s e altura aumentar à razão de 0,03 cm/s, então determine a taxa de variação do volume em relação

ao tempo. Dado: V    r2  h

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2. Teorema Fundamental do Cálculo

Funções de uma Variável

d  1   du2  x  du  x 
u x
y  f x    f  x  dx   f u2  x    f u1  x   1
dx u  x   dx dx
 2 

Funções de Duas Variáveis

  1   u  x, y  u  x, y 
u x,y
z  f  x, y     f  x, y  dx   f u2  x, y    2  f u1  x, y    1
x u  x,y   x x
 2 
e

  1   u  x, y  u  x, y 
u x,y
z  f  x, y     f  x, y  dx   f u2  x, y    2  f u1  x, y    1
y u  x,y   y y
 2 

3. Derivação Implícita

Regra: mantém-se x ou y constante, considerando que z = f(x, y).

Exemplo: Dada a função 3x³ -2xyz²+6xyz+2y² = 2, encontre z e z .


x y

Solução:

3x³ -2xyz²+6xyz+2y² = 2
Derivando implicitamente em relação a x:
z z z z
9x2  2yz2  4xyz  6yz  6xy  0  6xy  4xyz  2yz2  6yz  9x2
x y y x
z z 2yz2  6yz  9x2
6xy  4xyz   2yz2  6yz  9x2  
x x 6xy  4xyz

3x³ -2xyz²+6xyz+2y² = 2
Derivando implicitamente em relação a y:
z z z z
2xz2  4xyz  6xz  6xy  4y  0  6xy  4xyz  2xz2  6xz  4y
y y y y
z z 2xz2  6xz  4y
6xy  4xyz   2xz2  6xz  4y  
y y 6xy  4xyz

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Se F(x, y, z) = 0, então:

F F
z z y
  x e 
x F y F
z z

Exemplo: Dada a função 3x³ -2xyz²+6xyz+2y² = 2, encontre z e z .


x y

Solução:

3x³ -2xyz²+6xyz+2y² = 2  3x³ -2xyz²+6xyz+2y² -2=0


F  x,y,z   3x³ -2xyz²+6xyz+2y² -2
F
z z  9x2  2yz2  6yz  z 2yz2  6yz  9x2
  x     
x F x  4xyz  6xy  x 6xy  4xyz
 
z
F
z y z  2xz2  6xz  4y  z 2xz2  6xz  4y
e      
y F y  4xyz  6xy  y 6xy  4xyz
 
z

4. Exercícios Resolvidos

01. Determine as derivadas parciais de primeira ordem da função.

1. f  x, y   x5  3x3y2  3xy4

Solução:

f  x, y   x5  3x3y2  3xy4
fx  x, y   5x4  9x2y2  3y4 e fy  x, y   6x3y  12xy3

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2. 
f r, s   r ln r2  s2 
Solução:


f r, s   r ln r2  s2 
fr r, s   ln r2  s2   r 
2r
r2  s2
2r2

fr r, s   ln r2  s2   r2  s2
e
2s
fs r, s   r 
r2  s2
2rs
fs r, s   
r2  s2

x
3.
y
 
f  x, y    cos t2 dt

Solução:

x
 
f  x, y    cos t2 dt
y

 x
fx  x, y    
2
 cos t dt  cos x
x y
2
 
 x
fy  x, y    
2
 cos t dt   cos y
y y
2
 
e
 x  y
 
fy  x, y   cos t2 
x
 
 cos t2 
x
fy  x, y   cos  x2   cos  y2 

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02. Determine as derivadas parciais indicadas.

1. f  x, y   x2  y2 fx 3, 4

Solução:

f  x, y   x2  y2 fx 3, 4 
1
f  x, y   x  2
y 
2 2

1
 
1 2 
fx  x, y   x  y2 2 2x 
2
Assim :
1
 
1 2 
fx 3, 4   3  42 2 2  3
2
1
1 3 3
fx 3, 4   9  16  2  6   fx 3, 4  
2 25 5

2. f  x, y   sen 2x  3y  fy  6,6 

Solução:

f  x, y   sen 2x  3y  fy  6, 6   ?


f
 fy  x, y   3 cos 2x  3y 
y
Assim :
fy  6, 6   3 cos 2  6   3 6    fy  6, 6   3 cos  12  18   fy  6, 6   3 cos 6 

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z z
03. Use a diferenciação implícita para determinar e
x y

1. x2  y2  z2  3xyz

Solução:

x2  y2  z2  3xyz x2  y2  z2  3xyz
z z z z
2x  2z   3yz  3xy 2y  2z   3xz  3xy
x x y y
z z z z
2z   3xy  3yz  2x e 2z   3xy  3xz  2y
x x x y
z z
2z  3xy   3yz  2x 2z  3xy   3xz  2y
x y
z 3yz  2x z 3xz  2y
 
x 2z  3xy y 2z  3xy

04. Ache as derivadas parciais primeiras das funções:

1. f  x, y   2x4y3  xy2  3y  1

Solução:

f  x, y   2x4y3  xy2  3y  1
fx  x, y   8x3y3  y2
e
fy  x, y   6x4y2  2xy  3

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2. f r, s   r2  s2

Solução:

1
f r, s   r  s
2 2

 r 2
s 
2 2

1
 
1 2  r r
fr r, s   r  s2 2  2r   fr r, s  
2 1
r2  s2
 2
r s2 2

e
1
 
1 2  s s
fs r, s   r  s2 2  2 s   fs r, s  
2 1
r2  s2
 2
r s2 2

3. f  x, y   xey  ysenx

Solução:

f  x, y   xey  ysenx  fx  x, y   ey  y cos x e fy  x, y   xey  senx

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 tv
f  t, v   ln 
 t  v 
4.
 

Solução:

1
 tv  t  v   2 1 t  v  1 1
f  t, v   ln   ln   f  t, v   ln   ln  t  v   ln  t  v 
 t  v   
 t  v  

2 t  v  2 2
 
Assim :
1 1 1 1 t  v  t  v
ft  t, v      
2 t  v 2 t  v 2 t  v t  v 
t v t v  2v v
ft  t, v     ft  t, v   

2 t2  v2  
2 t2  v2  t  v2
2

e
1 1 1  1 1 1 1 1 t  v  t  v
fv  t, v          
2 t  v 2 t  v 2 t  v 2 t  v 2 t  v  t  v 
t v t v 2t t
fv  t, v     fv  t, v  

2 t v2 2
 
2 t v2 2
 t  v2
2

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OUTRA SOLUÇÃO:

 1 1
 tv  t  v  2  1
f  t, v   ln   ln   ln z 2  ln z
 t  v  t  v  2
   
 
Assim :
1 z
ft  t, v    t
2 z
Mas :
tv
z
tv

zt 
1  t  v   1  t  v   t  v  t  v  2v  z  2v
t
 t  v 2  t  v 2  t  v 2  t  v 2
Substituindo :
2v
2
1 zt 1 t  v 1  2v tv
ft  t, v     ft  t, v      
2 z 2 tv 2 t  v 2 t  v
tv
v v
ft  t, v    ft  t, v   
t  v t  v t  v2
2

 1 1
 tv  t  v  2  1
f  t, v   ln   ln   ln z 2  ln z
 t  v  t  v  2
   
 
Assim :
1 z
fv  t, v    v
2 z
Mas :
tv
z
tv

zv 
1  t  v    1  t  v   t  v  t  v  2t  z  2t
t
 t  v 2  t  v 2  t  v 2  t  v 2
Substituindo :
2t
2
1 zt 1 t  v 1 2t tv
fv  t, v     fv  t, v      
2 z 2 tv 2 t  v 2 t  v
tv
t t
fv  t, v    fv  t, v  
t  v t  v t  v2
2

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05. Resolva os Problemas a seguir

1. Uma chapa de metal plana jaz em um plano xy, de modo que a temperatura T em (x, y) seja dada por

 
2
T  x, y   ln x2  y2 , em que T é expresso em graus e x e y em centímetros. Ache a taxa instantânea de
variação de T em relação à distância em (1, 2) na direção do

a) eixo x b) eixo y

Solução:

a) Eixo x

   
2
T  x, y   ln x2  y2  T  x, y   2ln x2  y2
Assim :
2x 4x
Tx  x, y   2   Tx  x, y  
2 2
x y x  y2
2

Calculando Tx 1,2  :
4x 4 1
Tx  x, y    Tx 1,2   C / cm  Tx 1,2   0, 8 C / cm
2 2
x y 1  22
2

b) Eixo y

   
2
T  x, y   ln x2  y2  T  x, y   2ln x2  y2
Assim :
2y 4y
Ty  x, y   2   Ty  x, y  
x2  y2 x2  y2
Calculando Tx 1,2  :
4y 42
Ty  x, y    Ty 1,2   C / cm  Ty 1,2   1, 6 C / cm
x2  y2 12  22

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AULA 04: PROBLEMAS DE OTIMIZAÇÃO

1. Máximos e Mínimos

1.1. Procedimentos

Para se encontrar os pontos críticos de uma função z = f(x, y), devemos:

f f
1º) f  x, y   0  0 e 0
x y

2º) Suponha que (a, b) seja um ponto crítico.

3º) Encontrar a Hessiana:

2f  a,b  2f  a,b 


x2 xy
H  a,b  
 f  a,b 
2
 f  a,b 
2

yx y2

4º) Conclusões:

(1) (a, b) é ponto de máximo se H(a, b) > 0 e f xx (a, b) < 0.

(2) (a, b) é ponto de mínimo se H(a, b) > 0 e f xx (a, b) > 0.

(3) (a, b) é ponto de sela se H(a, b) < 0.

(4) Nada se pode afirmar sobre o ponto (a, b) se H(a, b) = 0.

1.2. Método de Lagrange

Sejam f e g duas funções que dependem de (x, y, z) e são deriváveis, onde f depende de g. Seja ainda
F  x, y,z,  
a função definida a seguir:

F  x, y,z,    f  x, y,z   g  x, y,z 

Os pontos que são soluções do sistema a seguir são pontos críticos da função f que depende de g. Assim:

F  x, y, z,   F  x, y, z,  
 0 0
 x y

 F  x, y, z,   F  x, y, z,  
 0 0
 z 

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1.3. Exercícios Resolvidos

1. Uma indústria produz dois produtos denotados por A e B. O lucro da indústria obtido pela venda de x unidades
3x 2 3y 2
do produto A e y unidades do produto B (com x > y) é dado por L  x, y   60x  100y    xy .
2 2
Supondo que toda a produção seja vendida, determine a produção que maximiza o lucro.

Solução:

3x 2 3y 2
L  x, y   60x  100y    xy
2 2
L  x, y  6x
 0  60   y  0  60  3x  y  0  3x  y  60
x 3

3x 2 3y 2
L  x, y   60x  100y    xy
2 2
L  x, y  6y
 0  100   x  0  100  3y  x  0  x  3y  100
y 2

Resolvendo o sistema:

3x  y  60 9x  3y  180


   8x  80  x  10
 x  3y  100  x  3y  100
Substituindo :
x  3y  100  10  3y  100  3y  100  10  90  3y  90  y  30

Ponto crítico P(10; 30)

3x 2 3y 2
L  x, y   60x  100y    xy
3 2
L  x, y  L2  x, y  L2  x, y 
 60  3x  y  3  1
x x 2 xy
e
L  x, y  L2  x, y  L2  x, y 
 100  3y  x  3  1
y y 2 yx

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Assim:

L2  x, y  L2  x, y 
x 2 xy
H  x, y  
L2  x, y  L2  x, y 
yx y 2
3 1
H  x, y     3   3   1   1  9  1  8  H  x, y   8  0
1 3

L2  x, y 
H  x, y   5  0 e  3 P 10; 30  é ponto de máximo.
x 2
Resp: Devem ser vendidas 10 unidades do produto A e 30 unidades do produto B.

2. Um disco tem a forma do círculo x2  y2  1 . Supondo que a temperatura nos pontos do disco é dada por
T  x, y   x2  x  2y2 , determinar os pontos mais quentes e mais frios do disco.

Solução:

T 1 T
 0  2x  1  0  x  e  0  4y  0  y  0
x 2 y

T 2  x, y  T 2  x, y 
x 2 xy
H  x, y  
T 2  x, y  T 2  x, y 
yx y 2
2x 0 1  1
H  x, y    H  x, y   8x  H  , 0   8   4  0
0 4 2  2

e
1 
T 2  , 0 
T 2  x, y   2   2 1 1  0
 2x 
x 2 x 2 2

Assim :

1 
P  , 0  é um ponto de míni mo d a função no int erior do círculo.
2 

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T  x, y   x2  x  2y2 x2  y2  1  y   1  x 2
Substituindo :

     
2
T  x, y   x2  x  2y2  T x,  1  x2  x2  x  2  1  x2 
 T x,  1  x2  x2  x  2 1  x2 
   
T x,  1  x2  x2  x  2  2x2  T x,  1  x2  x2  x  2 1  x  1

Re solvendo :

 
T ' x,  1  x2  0  2x  1  0  x  
1
2
Substituindo :
2 2
 1 3   1  1  3
T  x, y   x  x  2y  T   , 
2 2
        2
 2 2   2   2  2 
  
 1 3 1 1 3 9  1 3 9
T  ,     2    T   ,  
 2 2  4 2 4 4 2  4
  2

3. Uma caixa de papelão sem tampa deve ter um volume de 32.000 cm³. Determine as dimensões da caixa que
minimizem a quantidade de papelão utilizado.

Solução:

Considere a caixa abaixo, sem tampa:

Sejam x, y e z as dimensões da caixa, temos que :


V  x,y,z   xyz  xyz  32000 Equação Auxiliar 
A  x,y,z   xy  2xz  2yz Função a ser minimizada 
Assim :
A  x,y,z   xy  2xz  2yz 1 32000
  xyz  32000  z  3
 xyz  32000  
2 xy
x  0, y  0 e z  0
Substituindo  3  em 1 :
 32000   32000 
A  x,y,z   xy  2xz  2yz  A  x,y   xy  2x    2y  
 xy   xy 

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Simplificando :
64000 64000
A  x,y   xy    A  x,y   xy  64000y 1  64000x 1
y x
Derivando Parcialmente :
A A 64000
 y  64000x 2  y
x x x2
e
A A 64000
 x  64000y 2  x
y x y2
Pontos Críticos :
 A  64000
 x  0 y  x 2  0  yx  64000
2

 A 
 0  x  64000  0  xy 2  64000
 y  y 2

Dividindo membro a membro :


yx 2 64000 x
   1 x  y
xy 2
64000 y
Assim :
yx 2  64000   x  x 2  64000  x 3  64000  x  3 64000 cm  40 cm  x  40 cm  y  40 cm
Assim :
P  40,40  é um candidato a ponto crítico. Vamos classificá  lo.

A 2A  2 A  40,40 
 128000  40   2
3
 x  64000y 2  2  128000y 3 
y y y 2

e
A   A   2 A
 x  64000y 
2
  1
y x  y  xy
AssIm :
A 2A  2 A  40,40 
 128000  40   2
3
 y  64000x 2  2  128000x 3 
x x x 2

e
e
A   A   2 A
 y  64000x 2    1
x y  x  yx

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ssim :
 2 f  a,b   2 f  a,b   2 A  40,40   2 A  40,40 
x 2 xy x 2 xy
H  a,b    H  40,40  
 2 f  a,b   2 f  a,b   2 A  40,40   2 A  40,40 
yx y 2 yx y 2
Onde :
 2 A  40,40   2 A  40,40   2 A  40,40   2 A  40,40 
2 e  1
x 2 y 2 xy yx
Substituindo :
2 1
H  40,40    2  2  1 1  4  1  3  0
1 2
Assim :
 2 A  40,40 
H  40,40   0 e  P  40,40  é um ponto de mínimo.
x 2

Assim :
32000
z , onde x  40 cm y  40 cm
xy
Substituindo :
32000 32000 32000
z z cm  cm  20 cm  z  20 cm
xy 40  40 1600

Re sp : As dimensões da caixa são 40cm, 40cm e 20cm.

1.4. Exercícios Propostos

1. Encontre e classifique os pontos críticos da função: f  x, y   x2  y2  2x  4y  2

2. Encontre e classifique os pontos críticos da função: f  x, y   3x  2y


4 4

3. Encontre e classifique os pontos críticos da função f  x, y,z   xyz sujeita à restrição x  y  z  42 .

4. Se f  x, y,z   4x  y  5z , determine o ponto do plano 2x  3y  4z  12 em que f(x, y, z) tem


2 2 2

máximo.

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AULA 05: DERIVADAS DIRECIONAIS E GRADIENTE

1. Vetor Gradiente

Seja f(x,y,z) uma função que admite derivadas parciais em (x 0, y0, z0), então, o vetor gradiente é definido como:

f  x0 , y0 , z0    fx  x0 , y0z0  , fy  x0 , y0z0  , fz  x0 , y0z0  

2. Derivada Direcional

Sejam f  x, y, z  uma função que admite derivadas parciais em (x0, y0, z0) e u   a,b, c  um vetor unitário,

então, f admitirá uma derivada direcional em (x0, y0, z0) na direção de u . Assim:

f
 x0 , y0 , z0   f  x0 , y0 , z0  u
u

IMPORTANTE!

f f  x0 , y0 , z0 
O valor máximo de  x0 , y0 , z0  ocorre quando   e o valor máximo de
u f  x0 , y0 , z0 

f
 x0 , y0 , z0  é f  x0 , y0 , z0  .
u

3. Aplicações de Gradiente

Uma das aplicações do Gradiente de uma função é encontrar as equações de um plano tangente e da reta normal
a uma curva ou superfície, num determinado ponto. Assim, temos que:

(1) o plano tangente a S no ponto P0  x0 ,y0 ,z0  é aquele que passa por esse ponto e é ortogonal a
 f  x0 ,y0 ,z0  . Logo, para um ponto genérico P  x,y,z  , esse plano tem equação dada pelo produto escalar
 f  x0 ,y0,z0 , PP0  .

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Exemplo 01: Considere a superfície S dada pela equação x2  y2  z2  18 e o ponto P0 3,5, 4 , que
pertence à superfície S. Encontre a equação do plano tangente a S no ponto P0.

Solução:

Considere :
f  x,y,z   x 2  y 2  z 2 P0  3,5, 4  P  x,y,z 
Assim :
 f f f 
 f  x,y,z    , ,    f  x,y,z    2x,2y, 2z 
 x y z 
Assim :
 f  x,y,z    2x,2y, 2z    f  3,5, 4    2  3,2  5, 2   4    f  3,5, 4    6,10,8 
e
P0P  P  P0   x,y,z    3,5, 4    x  3,y  5,z   4    P0P   x  3,y  5,z  4 
Equação do Plano Tangente :
 f  x 0 ,y 0 ,z0  , P0P  0   f  3,5, 4  , P0P  0
Substituindo :
 6,10,8  ,  x  3,y  5,z  4   0  6  x  3   10  y  5   8  z  4 

(2) a reta normal a S em P0  x0 ,y0 ,z0  é aquela que passa por esse ponto e tem a mesma direção de

 f  x0 ,y0 ,z0  . Logo, essa reta tem equação P  x,y,z   P0  x0,y0,z0   t f  x0,y0,z0  .

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Exemplo 02: Considere a superfície S dada pela equação x2  y2  z2  18 e o ponto P0 3,5, 4 , que
pertence à superfície S. Encontre equações paramétricas da reta normal a S no ponto P0.

Solução:

Considere :
f  x,y,z   x 2  y 2  z 2 P0  3,5, 4  P  x,y,z 
Assim :
P  x,y,z   P0  x 0 ,y 0 ,z0   t f  x 0 ,y 0 ,z 0   P0P  t  f  x 0 ,y 0,z 0 
 f f f 
 f  x,y,z    , ,    f  x,y,z    2x,2y, 2z 
 x y z 
Assim :
 f  x,y,z    2x,2y, 2z    f  3,5, 4    2  3,2  5, 2   4    f  3,5, 4    6,10,8 
e
P0P  P  P0   x,y,z    3,5, 4    x  3,y  5,z   4    P0P   x  3,y  5,z  4 
Equações Paramétricas da Re ta Normal :
P0P  t f  x 0 ,y 0 ,z0 
Substituindo :
P0P  t f  x 0 ,y 0 ,z0    x  3,y  5,z  4   t  6,10,8 
ou

 x  3  6t  x  t   3  6t
 
 y  5  10t   y  t   5  10t
z  4  8t 
 z  t   4  8t

 x  t   3  6t

Re sp :  y  t   5  10t

z  t   4  8t

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Exemplo 03: O potencial elétrico é V(x,y) volts em qualquer ponto do plano xy é V  x, y   2x3y  cos  xy2  . A
distância é medida em metros. Determine:

a) a taxa de variação do potencial elétrico no ponto 1,3 na direção do vetor v  3ˆi  4 ˆj .


b) a direção à partir de 1,3 em que o potencial diminui mais.
Solução:

a) A taxa de variação do potencial elétrico no ponto 1,3 na direção do vetor v  3ˆi  4 ˆj .


v  3ˆi  4 ˆj

3   4   9  16  25  5  1
2 2
v 
Assim :

u
v

3, 4    3 ,  4 
v 5 5 5 
 

Temos que :
 V V 
V  x, y    , 
 x x 
Onde :
V  x, y   2x3y  cos xy2  
Assim :
V 1,3 
V
x
 6x2y  y2sen xy2  
x

 6  1  3  3   sen 1  3  volts
2 2 2
 
Assim :
V 1,3  V 1,3 
 18  9sen  9  volts   14,29 volts
x x
e
V 1,3 
V
y
 2x3  2xysen xy2  
y

 2  1  2  1  3  sen 1 3  volts
3 2
 
Assim :
V 1,3  V 1,3 
 2  6  sen  9  volts   0, 4727 volts
y y
Assim :
3 4
V 1,3   14,29; 0, 4727  e u   , 
 5 5 
Mas :
V  x0 , y0  V 1,3  V 1,3  3 4
 V  x 0 , y 0  u   V 1,3  u   14,29; 0, 4727   ,   volts / m
u u u 5 5 

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Assim :
V 1,3 3 4
 14,29; 0, 4727   ,   volts / m
u 5 5 
Assim :
V 1,3 3  4
 14,29       0, 4727      volts / m
u 5  5
Assim :
V 1,3 V 1,3
 8,574  0,3782 volts / m  8,196 volts / m   8,196 volts / m
u u

V 1,3
Re sp :  8,196 volts / m
u
b) A direção à partir de (1,3) em que o potencial diminui mais.

Temos que :
f  x 0 , y 0  f 1,3 
  
f  x 0 , y 0  f 1,3 
0nde :

f 1,3  14,29; 0, 4727  volts  f 1,3   14,29   0, 4727  volts


2 2

Assim :
f 1,3   204,20  0,2234 volts  204, 42 volts
f 1,3   14,29 volts  f 1,3   14,29 volts
Assim :
f 1,3 14,29; 0, 4727   14,29 0, 4727 
    ; 
f 1, 3 14,29  14,29 14,29 

   1, 000; 0, 033     1, 000;  0, 033 

Re sp :    1, 000;  0, 033 

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Exemplo 04: Suponha que numa certa região do espaço o potencial elétrico V seja dado por

V  x, y, z   5x   3xy  xyz .


2

a) Qual o domínio da função V?

b) Determine a taxa de variação do potencial em P 3, 4,5 na direção do vetor v  i  j  k .

c) Em que direção e sentido V varia mais rapidamente em P?

Solução:

a) Qual o domínio da função V?

Não qualquer restrição aos valores assumidos por x e y, então D V  2


.

b) Determine a taxa de variação do potencial em P 3, 4,5 na direção do vetor v  i  j  k .

v  ˆi  ˆj  k  1,1,1
v 1,1,1   1 , 1 , 1   u   1 , 1 , 1 
1  1  1  1  1  1  3  1  u 
2 2 2
v      
v 3  3 3 3  3 3 3

Temos que :
 V V 
V  x, y    , 
 x x 
Onde :
V  x, y, z   5x   3xy  xyz  V  x, y, z   25x2  3xy  xyz
2

Assim :
V V 3, 4,5 V 3, 4,5 
 50x  3y  yz   50  3  3  4  4  5  150  12  20  158   158
x x x
Assim :
V V 3, 4,5 V 3, 4,5 
 3x  xz   3  3  3  5  9  15  6  6
y x y
e
V V 3, 4,5 V 3, 4,5 
 xy   3  4  12   12
z z z

Assim :
 1 1 1 
V 3, 4,5  158; 6; 12  e u , , 
 3 3 3
Mas :
V  x0 , y0  V 3, 4,5  V 3, 4,5   1 1 1 
 V  x 0 , y 0  u   V 3, 4,5  u   158; 6; 12   , , 
u u u  3 3 3

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Assim :
V 3, 4,5  1 1 1 
 158; 6; 12   , , 
u  3 3 3
Assim :
V 3, 4,5  1   1   1  158 6 12
 158   6   12     
u  3  3  3 3 3 3
Assim :
V 3, 4,5 158  6  12 176 V 3, 4,5 176
   
u 3 3 u 3

V 3, 4,5 176


Re sp : 
u 3

c) Em que direção e sentido V varia mais rapidamente em P?

Temos que :
f  x 0 , y 0  f 3, 4,5 
  
f  x 0 , y 0  f 3, 4,5 
0nde :
f 3, 4,5  158, 6,12   f 3, 4,5   1582  62  122  24964  36  144
Assim :
f 3, 4,5  25144  158,57  f 3, 4,5   158,57
Assim :
f 3, 4,5 158, 6,12   158 6 12 
   ; ;      0, 996; 0, 0378;0, 0756 
f 3, 4,5 158,57  158,57 158, 57 158,57 

Re sp :    0, 996; 0, 0378;0, 0756 

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