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Classes

Gramaticais
... As palavr a s são organizada s em cla sses de
acordo com sua função dentro do texto...
O que é gramática?
Segundo o Dicionário Aurélio, “gr amática é o estudo ou tr atado dos
fatos da lingua gem, falada e escrita, e da s leis natur ais que a
regulam”. Isso significa dizer que a gr amática faz parte da língua, e
não o contrário.

Lingua portuguesa

G r amática

Ao todo, existem quatro tipos de gr amática, que veremos a seguir.

G r amática Normativa
• Estuda a s norma s do falar e escrever corretamente
• Esta belece uma norma culta, padrão.

G r amática Descritiva
• Descreve os fatos da língua
• Consider a a s variações linguística s

G r amática Histórica
• Pesquisa a origem e evolução histórica da língua
• Tr ata-se de um estudo diacrônico

G r amática Compar ativa


• Esta belece um compar ativo entre gr amática s
• Estuda a relação de língua s semelhantes, com parentesco.

Classes de palavras
Na gr amática, a s palavr a s são organizada s em cla sses de acordo com
sua função dentro do texto. A primeir a gr amática do Ocidente, de
autoria de Dionísio de Trácia, identificava oito partes do discurso:
nome, verbo, particípio, artigo, preposição, advérbio e conjunção.
Atualmente, porém, temos 10 cla sses de palavr a s na Língua
Portuguesa.
Su bstantivo Verbo
Artigo Advérbio
Adjetivo Preposição
Pronome Conjunção
Numer al Interjeição
Sujeito
O su bstantivo é a palavr a que nomeia os seres em ger al (visíveis ou
não, animados ou não), ações, estados, sentimentos, desejos e ideia s.
Por ser uma cla sse variável, o su bstantivo pode ser flexionado
quanto a gênero, número e gr au.

Gênero
• Ma sculino: menino
• Feminino: menina

Número
• Singular: menino
• Plur al: meninos

G r au
• Aumentativo: meninão
• Diminutivo: menininho

Além disso, os su bstantivos são cla ssificados em diferentes tipos.

• Comum: nomeia todos os seres de uma espécie, sem


especificar – exemplos: cidade, país.

• Próprio: nomeia um ser em particular, destacando-o em


relação aos demais, por isso, deve ser escrito com a inicial
maiúscula – exemplos: Br a sil, Curitiba.

• Simples: formado por apena s uma palavr a – exemplos: livro,


ca belo.

• Composto: formado por mais de uma palavr a: guarda-chuva,


beija-flor.
• Primitivo: dá origem a outr a s palavr a s – vidro, pobre.

• Derivado: origina-se de outr a s palavr a s – vidr aça, pobreza.

• Concreto: nomeia seres que não dependem de outros par a


existir, podendo ser reais ou ima ginários – exemplos: lápis, bruxa.

• Abstr ato: nomeia seres que dependem de outros par a


existir, designando sentimentos, ações e qualidades – exemplos:
tristeza, corrida.

• Coletivo: tr ansmite a ideia de a grupamento de vários seres


de uma mesma espécie – exemplos: flor a (coletivo de planta s de
uma região), fauna (coletivo de animais de uma região).

ATENÇÂO

Um mesmo su bstantivo pode ser


cla ssificado em mais de um tipo.
Artigo
O artigo é uma palavr a que vem antes do su bstantivo, podendo
especificá-lo ou gener alizá-lo. Assim como o su bstantivo, a cla sse
dos artigos é variável.O artigo é uma palavr a que vem antes do
su bstantivo, podendo especificá-lo ou gener alizá-lo. Assim como o
su bstantivo, a cla sse dos artigos é variável.

Gênero
• Ma sculino: o, um
• Feminino: a, uma

Número
• Singular: o, a, um, uma
• Plur al: os, a s, uns, uma s

Os artigos são cla ssificados de dua s maneir a s.

• Definidos: especificam os su bstantivos a que se referem,


determinando-os. São eles:
o (os), a (a s)
A professor a, o aluno.

• Indefinidos: não especificam os su bstantivos a que se referem,


indicando que se tr ata de qualquer ser de mesma espécie. São eles:
um (uns), uma (uma s)
Uma s professor a s, uns alunos.
O artigo tem uma função importante: pode tornar su bstantivo
qualquer outr a cla sse de palavr a quando estiver diante dela. A esse
processo damos o nome de su bstantivação. Observe os exemplos a
seguir:
Ela olha o mar. O olhar dela me encantou.
(verbo “olhar”, ação) (artigo + verbo = su bstantivo)
Adjetivo
O adjetivo é a palavr a que car acteriza o su bstantivo, indicando
qualidade, defeito, estado, condição, etc. Essa cla sse tam bém faz
parte da s palavr a s variáveis.

Gênero
• Ma sculino: bonito, vermelho
• Feminino: bonita, vermelha

Número
• Singular: inteligente, verde
• Plur al: inteligentes, verdes

G r au
Compar ativo:
• superioridade – Ela é mais bonita do que a irmã
• igualdade – Ela é tão bonita quanto a irmã.
• inferioridade – Ela é menos bonita do que a irmã.
Superlativo:
• a bsoluto – felicíssimo, muito feliz.
• relativo – Ela é a mais/menos bonita de sua ca sa.

Os adjetivos cla ssificam-se da seguinte forma:


• Simples: formados por uma só palavr a – exemplos:
exigente, inteligente.

• Compostos: formados por dua s ou mais palavr a s – exemplos:


euro-br a sileiro, cor-de-rosa.

• Pátrios ou gentílicos: indicam procedência ou nacionalidade


br a sileiro, alemão, fr anco (forma reduzida de “fr ancês”), luso (forma
reduzida de “português”).
Temos, ainda, a locução adjetiva, expressão formada por dua s ou
mais palavr a s que têm valor de adjetivo. A maioria dela s é formada
por: preposição + su bstantivo.
Ex.:
Amor de mãe = Amor materno
(preposição)+(su bstantivo) (adjetivo)

Atitudes de criança = Atitudes infantis


(preposição)+(su bstantivo) (adjetivo)
Pronome
É a palavr a responsável por su bstituir ou retomar um su bstantivo
na or ação, indicando a relação da s pessoa s do discurso.

PRO + NOME
(função) (su bstantivo)

O pronome, então, a ge em prol do nome, tem a função do su bstantivo


e evita sua repetição. Observe o exemplo.

Noslen comeu salada. Ele está ema grecendo.


(su bstantivo) (pronome)

O pronome tam bém se inclui na cla sse de palavr a s variáveis.

Gênero
• Ma sculino: ele, este
• Feminino: ela, esta

Número
• Singular: eu, ele
• Plur al: nós, eles

Pessoa
• 1.ª: eu, nós, este
• 2.ª: tu, vós, esse
• 3.ª: ele, eles, aquele

Os pronomes têm alguma s cla ssificações.


• Pronome de tr atamento: palavr a s e expressões por meio da s
quais podemos nos dirigir ao nosso interlocutor – exemplos:
senhor, vossa excelência.
• Pronome relativo: liga dua s or ações, su bstituindo na segunda
um termo já citado na primeir a or ação – exemplos:
quem, onde, cujo.

• Pronome pessoal do ca so reto: desempenha a função de


sujeito da or ação – exemplos:
eu, tu, ele.

• Pronome pessoal do ca so oblíquo: desempenha outr a s


funções na or ação, ger almente de complemento verbal – exem-
plos:
me, mim, comigo.

• Pronome demonstr ativo: situa a pessoa ou coisa demonstr ada


em relação às três pessoa s do discurso – exemplos:
este, isto, aquilo.

• Pronome possessivo: indica relações de posse em relação às


três pessoa s do discurso – exemplos:
meu, minha, seu.

• Pronome indefinido: refere-se a um ser de modo impreciso


exemplos:
alguém, nenhum, todo.

• Pronome interrogativo: tr ata-se do pronome indefinido uti-


lizado em fr a ses interrogativa s – exemplos:
qual, como, quanto.
Numeral
É a palavr a responsável por quantificar, ordenar, multiplicar ou
dividir o su bstantivo, indicando, por exemplo, a posição ou o número
de elementos.
O numer al é variável e flexiona-se de dois modos.

Gênero
• Ma sculino: um, primeiro
• Feminino: uma, primeir a

Número
• Singular: primeiro, um terço
• Plur al: primeiros, dois terços

Os numer ais são representados de dua s maneir a s: por meio de al-


garismos ou por extenso.

• Algarismo: é a representação do sím bolo numérico – exemplos:


1, 2, 3, 10, 1000.
• Por extenso: número escrito por inteiro, sem algarismos ou
a breviação.
• Cardinal: refere-se a uma quantidade – exemplos:
um, dois, três, quatro, cinco.

• Ordinal: refere-se a uma ordem – exemplos:


primeiro, segundo, terceiro, quarto, quinto.

• Multiplicativo: resulta de uma multiplicação – exemplos:


dobro, triplo, quádruplo, quíntuplo.

• Fr acionário: resultado de uma divisão – exemplos:


metade, um terço, um quarto.
Verbo
É a palavr a que indica ações, estado ou fenômeno da natureza.
Observe os exemplos a seguir.
Eu corri.
O verbo indica a ação de “correr”.

Eu estou feliz
O verbo “estar” indica um estado.

Chove muito lá for a.


O verbo “chover” indica um fenômeno da natureza.

Os verbos possuem alguma s flexões. Observe a seguir.

Número e pessoa

Número
Pessoa
Singular Plur al
1.ªpessoa (eu) estudo (nós) estudamos

2.ªpessoa (tu) estuda s (vós) estudais

3.ªpessoa (ele, você) estuda (eles, você) estudam

Modo
• Indicativo: expressa certeza – exemplo:
Eu estudei par a a prova.

• Su bjuntivo: expressa incerteza – exemplo:


Se eu estuda sse, teria melhores nota s.

• Imper ativo: expressa uma ordem – exemplo:


Estude par a a prova!
Tempo
• Presente: refere-se ao momento em que se fala exemplo:
Eu estudo língua portuguesa na Plataforma do Professor Noslen.

• Pretérito (ou pa ssado): refere-se a um fato do pa ssado exemplo:


Eu estudei par a a prova.

• Futuro: refere-se a um fato que ainda vai acontecer exemplo:


Estudarei muito no próximo feriado.

Voz verbal
• Ativa: o sujeito realiza a ação – exemplo:
O Professor Noslen ensina a disciplina de língua portuguesa.

• Pa ssiva: o sujeito sofre a ação – exemplo:


A disciplina de língua portuguesa é ensinada pelo Professor
Noslen.

• Reflexiva: o sujeito a ge sobre ele mesmo – exemplo:


O Professor Noslen preparou-se par a a aula.

A locução verbal é uma expressão que apresenta dois ou mais


verbos com o valor de um, sendo sempre formada por um verbo
auxiliar flexionado (em tempo, modo e pessoa) + verbo na forma
nominal. Confir a o exemplo:

Amanhã cedo, eu vou estudar.


(verbo “ir” na 1.ª pessoa do singular) (verbo “estudar” na forma nominal)
Advérbio
É a palavr a que modifica o verbo, o adjetivo ou outro advérbio,
exprimindo circunstância s relacionada s a eles. Observe os exemplos:

Ela é muito linda.


(adjetivo)

Eu estou muito bem.


(adjetivo)

Em bor a seja consider ado invariável, porque não sofre flexão de


gênero e número, o advérbio apresenta flexão de gr au.

G r au
Compar ativo:
• superioridade – Acordou mais cedo do que a irmã
• igualdade – Acordou tão cedo quanto a irmã.
• inferioridade – Acordou menos cedo do que a irmã.

Superlativo:
• sintético – atr a sadíssimo, quentíssimo.
• analítico – muito atr a sado, muito quente.

Os advérbios podem representar a s circunstância s em que ocorre a


ação verbal, ou a intensidade, quando acompanham adjetivos e
outros advérbios.
• Lugar: aqui, lá
• Tempo: tarde, amanhã
• Modo: r apidamente, melhor
• Intensidade: muito, pouco
• Dúvida: talvez, provavelmente
• Afirmação: sim, certamente
• Negação: não, nem

Dua s ou mais palavr a s que têm, junta s, o valor de advérbio são


chamada s de locução adverbial. Observe alguns exemplos:

Estudarei antes do almoço.


De modo algum deixarei de estudar.
Vou par a a aula com certeza.
Preposição
É a palavr a (conectivo) que liga dois vocábulos, criando uma relação
de dependência entre eles e esta belecendo relação de sentido.
Observe a fr a se a seguir.

Eu gosto de língua portuguesa.


Regente + preposição + regido

As preposições podem ser cla ssificada s em essenciais e acidentais.


Além disso, tam bém há a locução prepositiva.

• Essenciais: palavr a s que exercem apena s a função de


preposição – exemplos:
a, até, de, par a, sobre.

• Acidentais: palavr a s que possuem outr a s cla sses gr amaticais,


ma s que tam bém exercem a função de preposição – exemplos:
dur ante, mediante, senão, segundo.

• Locução prepositiva: dua s ou mais palavr a s que, junta s, têm


valor de preposição, sendo que o último termo dessa locução deve
ser, necessariamente, uma preposição – exemplos:
apesar de, junto de, a respeito de, por causa de.

Em alguns ca sos, a s preposições podem vir unida s a outr a s palavr a s


por meio dos processos de com binação ou contr ação. Além disso,
quando se tem a fusão da preposição “a” com outro “a”, ocorre a
cr a se.
• Com binação: junção de dua s palavr a s em uma, sem perda de
fonema.
Vou ao mercado
a+o
(preposição) (artigo)
• Contr ação: junção de dua s palavr a s em uma, com perda de
fonema.
Eu gosto da menina do colégio.
de+a
(preposição) (artigo)

• Cr a se: junção da preposição “a” com o artigo “a”, indicada pelo


acento gr ave (`) = à
Vou à escola
a+a
(preposição) (artigo)
Conjunção
É uma palavr a invariável que liga dois termos ou dua s or ações
entre si. As conjunções são cla ssificada s em coordenativa s e
su bordinativa s.

• Coordenativa s: liga or ações que têm sentido completo, com


mesmo valor sintáticounção de dua s palavr a s em uma, sem perda
de fonema.
Estudou muito e pa ssou no concurso.
(or ação 1) (or ação 2)

As conjunções coordenativa s dividem-se em:

• aditiva s – adição, soma (e, e nem)

• adversativa s – oposição, contr a ste (ma s, porém)

• alternativa s – separ ação, exclusão (ou, ou... ou)

• conclusiva s – conclusão (logo, portanto)

• explicativa s – explicação, justificativa (pois, porque)

• Su bordinativa s: liga or ações que têm relação de dependência


sintática entre si
É claro que todos seremos aprovados.
(or ação 1) (or ação 2)

As conjunções coordenativa s dividem-se em:


• integr antes – introduzem or ações que funcionam
como sujeito, objeto direto, objeto indireto, predicativo,
complemento nominal ou aposto da or ação principal –
que, se.
• adverbiais – iniciam or ações que exprimem uma circunstância
adverbial relacionada à or ação principal. Cla ssificam-se em:

• Causais – causa, motivo (porque, como)


• Compar ativa s – compar ação (como, a ssim como)
• Concessiva s – concessão (em bor a, ainda que)
• Condicionais – condição (se, ca so)
• Conformativa s – conformidade (conforme, segundo)
• Consecutiva s – consequência (tanto que, de modo que)
• Finais – finalidade (par a que, a fim de que)
• Proporcionais – proporção (à medida que, à proporção que)
• Tempor ais – tempo, momento (quando, depois que)

A locução conjuntiva ocorre quando dua s ou mais palavr a s exercem,


junta s, o papel de conjunção. Exemplos: já que, a fim de que.
Interjeção
É a palavr a que exprime emoções e sentimentos de forma s
variada s. Na maioria da s vezes, a s interjeições são seguida s de
ponto de exclamação.
O valor semântico da s interjeições sempre varia de acordo com o
contexto em que são utilizada s. Observe alguma s possibilidades.

• Advertência: Cuidado! Atenção!


• Agr adecimento: Obrigado! Valeu!
• Alegria: Viva! Oba!
• Alívio: Ufa! Ah!
• Ânimo: Cor a gem! Força!
• Apelo ou chamamento: Socorro! Alô!
• Aplauso: Muito bem! Br avo!
• Aversão: Eca! Credo!
• Desejo: Oxalá! Tomar a!
• Dor: Ai! Ui!
• Espanto/surpresa: Nossa! Uau!
• Medo: Credo! Cruzes!
• Reprovação: Or a s! Só faltava essa!
• Satisfação: Boa! Legal!
• Silêncio: Xiii! Psiu!

Existe, ainda, a locução interjetiva, que ocorre quando mais de


uma palavr a expressa a interjeição.
Ex.:
Or a bola s! Quem me der a! G r aça s a Deus!