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Periodos da epistemologia

Periodo classico – durante este periodo a filosfia era essencialmente cultivadapor cientistas e
matematico como passatempo ou para dar conferencia de divulgacao ou ainda como filosofos
sem preparacao cientifica aprofundada. Eis alguns pensadores: Jonh Hersehel, Ausgusto
Comte, Adrien-Marie Ampere, bernard Bolzano, William Whewell, Alexander Von Humboldt,
claude Bernard, Ludwing Boltzmann, Henri Poincaré bertrand Russell...

Nenhum destes pensadores citados pode ser considerado como epistemologo profissional. A
sua ocupacao era outra – a pesquisa cientifica ou matematica, a historia das ideias, a politica,
etc. Sódois dentre eles. Boltzamann e Mach chegaram a ocupar a cadeira de epistemologia,
rarosforam aqueles que tiveram uma visao filosofica de conjunto e seocuparam quase sempre
de problemas muito especializados.contudo, todos esses pensadores foram interessantes, as
suas obras conheceram uma larga difusao e exerceram uma grande influencia, importa ainda
salientar que todos eles sao epistemologos amadores, escreveram obras mais interessantes e
duraveis que a maior parte dos livros sao publicados na data actual sem duvida porque se
ocuparam comproblemas autenticos,originais e de envergadura em vez de se atacarem em
pequenos problemas sem eficacia, sem importancia ou se limitarem a critica, a analisar as
obras dos outros, as suas opnioes pessaos que dependiam com eloquencia e brilho mesmo
que nao fosse sempre com rigor.

Periodo profissional – nasce com a fundacao do circulo de Viena em 1927. Este circulo tinha
como objectivo trocar ideias e elaborar uma nova epistemologia, o empirismo logico. O circulo
de Viena contou com maematicos, logicos, historiadores e especialistas de ciencia naturais e
sociaias. Entre os primeiros epistemologos profissionais temos a destacar: Mortz Schlick,
Rudolf Carnap, Hans Reichembach, Viktor Kraft e Hebert freire.paralelamente ao circulo
estavam Karl Popper e Ferdinand Gonseth, este estiveram em relacao a ela de uma ou outra
maneira. A actividade durou menos de 10 anos, pois foi intensa e exerceu influencia enorme.
Reuniam-se todas as semenas e inspiraram grupos semelhantes na Alemanha, na frança, na
Suiça e organizou o primeiro congresso internacional de epistemologia (Paris, 1935), e fundou
a revista Erkenntnis (conhecimento, alemao). Portanto o circulo de viena mudou a visao
tecnica da filosofia pondo em pratica e desenvolvendo o programa de Bertrand Russel que
consistia em fazer a filosofia como more geometrico (maneira geometrica, latim) e isto com
ajuda da logica matematica em particular. Os neokantianos foram deixados atras e
desapareceram (Kant associa emprismo e o racionalismo, para ele o sujeito é quem constroi o
conhecimento.) enquanto que no mesmo momento os existencialistas eram cobertos com
capa de ridiculo (existencialistas: é aquilo que o individuo vive, a nocao do tempo que o sujeito
está é diferente) e os atomistas e os materialistas dialecticos (para estes a unica realidade que
temos é a materia, Kant e Marx) foram objectos de uma critica severa. A filosofia exacta que
tinha conhecido intuicoes exploradas com Liebniz, Bolzano, Russell e outros se estabelecia
definitivamente graças ao circulo de Viena. Contudo, a epistemologia estabelecida e
protagonizada no circulo de viena tinha um efeito real, estavaligada a tradicao empirista e
iindutivista de Berkson, Comte e Mach, tradicao que era incompativel com a epistemologia
cientifica que é inerente a realidade cientifica. É verdade que os impiristas logicos respeitam a
logica e se esforçavam a fazer filosofia exacta e é igualmente verdade que todos se esforçaram
a fazer afilosofia cientifica conforme o espirito e mesmo a letra da ciencia. Mas todos estavam
submetidos a uma filosofia empirista – incapaz de dar conta das teorias cientificas as quais
eram tudo salvo a sintese de dados cientificos.

Renascimento da filosofia das ciencias

Constitui um enriquecimento da filosofia, ciencias e principalmente se satiz as as seguintes


condicoes:
1. Diz respeito a ciencia propriamente dita e naoa imagem pueri (infantil) e as vezes mesmo
caricatural tirada da selaccao de textos elementares;
2. Ocupa-se de problemas filosoficos que se apresentam efectivemente ao longo da pesquisa
cientifica ou da reflexao sobre os problemas da ciencia, metodo e teoria da ciencia, em vez
de se ocupar de problemas que nao existem;
3. Propoe solucoes claras a taisproblemas e sobretudo e principalmente solucoes que saoas
teorias rigorosas e inteligiveis, adaptadas a realidade da pesquisa cientifica e nao teorias
confusas e inadaptadas a teoria cientificas;
4. É capaz dedistinguir a ciencia autentica da pseudociencia; a pesquisaprofunda, da
investigacao superficial; a pesquisa da verdade, da pesquisa da busca do pao quotidiano;
5. É capaz de criticar os programas ou os resultados erroneos, assim como sugerir novas
abordagens, posto pelas ciencias.

Metodolatria

É a crença destituida de critica que é geralmente tao enraizada por aqueles que partilham os
metodos e nao se perguntam se ela possui um fundamento indutivista.