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PROCESSOS DE PRODUÇÃO DE

BIODIESEL

Prof. Donato Aranda, Ph. D


Escola de Química/UFRJ

UFSCar
São Carlos
Março, 2007
Os combustíveis Fósseis
Temperatura Média do Planeta

[CO2] na Atmosfera
Tendências Climáticas
Vantagens do Biodiesel

ƒ Consumo equivalente ao Diesel;


ƒ1000 vezes menos emissões de óxidos de enxofre;
ƒ 50% menos emissões de CO e particulados (fumaça negra);
ƒ 78% menos emissões de gases de efeito estufa;
ƒ Maior lubricidade, aumenta a vida útil do motor;
ƒ Mais biodegradável do que o açúcar;
ƒ Menos venenoso do que o sal de cozinha.
ƒ Combustível Renovável
E. U. Goal for Biofuels

Ref: Verband Deutsher Biodieselhersteller e. V. Am Weidendamm


Brasil - Programa de Biodiesel
(Lei n° 11.097/2005);

2005: B2 (2% de biodiesel no diesel) - Obrigatório a partir de Jan/2008


2013: B5 obrigatório (2,5 bilhões de litros / ano de biodiesel)
2010

• Desoneração fiscal para projetos socias


• Linhas de financiamento do BNDES Resolução 1.135/04
• Petrobrás compra todo o Biodiesel produzido com selo social

Nov/05: 70 milhões de litros


Mar/2006: 170 milhões de litros
Julho/2006: 600 milhões de litros
Palma Babaçu
Mamona

Girassol
Soja, Jatropha
Sebo,
Algodão

Amendoim Canola
Oleaginosas com maior produtividade

Oleaginosas Litros/ha
Dendê Pinhão Manso 5000
Elaies Guineensis
Dendê 5000
Soja 450
Mamona 750

Pinhão Manso
Jathopha curcas
Jatropha curcas Biodiesel

Output/Input Energy ~ 5- 6*

*Ref: Ouedraogo, 1991


Output/Input Energy ~ 8*

*Ref: Lor, E.E.S. et al, World Bioenergy


http://www.svebio.se/attachments/33/295.pdf
Potencial Brasileiro

Área Agricultável (milhões de hectares)

Fonte: FAO, 1994, 2000, 2002


99% das Gorduras e óleos vegetais são
Triglicerídeos ...

Glicerídeo Ácido Graxo Molécula de Triglicerídeo


Vegetable Oil – Triglycerides
Natural Hydrolysis produces FFA
(in all Crude Veg. Oils)

H2O + Lypases
O

H3C-CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2-COCH2
O
H3C-CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2-COCH

O
H3C-CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2-COCH2
Fatty Acids – Molecular Structures
Reação de produção do Biodiesel

FA: ácido graxo


A: álcool
G: glicerina
FA

FA FA

FA

Óleo vegetal Álcool Biodiesel Glicerina


Reação de Transesterificação
O
H3C-CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2-COCH2
O
H3C-CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2-COCH
O
H3C-CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2-COCH2

Triglicerídeo

3 moléculas de CH3OH ou CH3-CH2-OH

Álcool
Reação de Transesterificação

3 de Biodíesel Etílico O
H3C-CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2-COC2H5

3 de Biodíesel Metílico
O
H3C-CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2-COCH3

H2C-OH
Glicerol
H C-OH
H2C-OH
Diesel x Biodiesel

Diesel de petróleo
H3C-CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2-CH3

Biodiesel – Éster Etílico ou Metílico


Biodíesel Etílico O
H3C-CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2-COC2H5

Biodíesel Metílico O
H3C-CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2-COCH3
LUBRICITY: Biodiesel vs. Diesel
Petro-Diesel with Sulphur:High Lubricity, without Sulphur: Poor Lubricity

Metallic Surface

Biodiesel: High Lubricity without sulphur

CH3-(CH2)n-COCH3 Metallic Surface


Emissions: Biodiesel vs. Diesel
Petrodiesel: SOx, CO, PM Emissions
+ O2
S CO2 + H2O + SOx + CO + MP + Arom.

+ O2

Biodiesel: Dramatic Reduction of Emissions

O
+ O2 CO2 + H2O
CH3-(CH2)n-COCH3
More Oxidation, more complete oxidation
Direct Polution – Impact of Particulates

B20 decreases
12% particulate
emissions.

Impact in S. Paulo
city: 350 avoided
deaths/year
Processo de
Transesterificação
Equilíbrio de Reação

T+ 3A↔3B+G
Interrompendo Misturação
misturação Contínua

Biodiesel
Glicerol

O processo contínuo apresenta limitações de equilíbrio químico em


cada reator de conversão
A Estratégia dos Processos
Contínuos

Reação Completa !

Glicerol
T+ 3A 3B+G
Crown Iron

Água

Centrífuga
Decanter
Remoção através de Decantadores entre os Reatores (2)
Após o 2º. Reator, o biodiesel é lavado.
Centrífuga separa o biodiesel da água.
Westfalia

Lavagem

Centrífugas
Remoção através de Centrífugas entre os Reatores
Desmet-Ballestra

Lavagem

Segregação Interna da Glicerina


Remoção através de Dispositivo Interno nos Reatores
Centrifugação após lavagem
Lurgi

Decantadores, porém fazem uso de filtros de coalescência

Reação Completa !

Glicerol
T+ 3A 3B+G
Acidez e Saponificação

Lurgi, Ballestra, Crown e outros:

acidez máxima de 0,1 % na matéria-prima


umidade máxima: 0,1%

Preocupação: Minimizar a saponificação


Agropalma
Vegetable Oil – Triglycerides
Natural Hydrolysis produces FFA
(in all Crude Veg. Oils)

H2O + Lypases
O

H3C-CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2-COCH2
O
H3C-CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2-COCH

O
H3C-CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2-COCH2
Physical Refining of Palm Oil produces
Lypo-Residue
80-85% FFA. Produced from Crude Palm Oil Vacuum Distillation
(POVD)

Amount of FFA:
4-8% of
Total Crude Palm Oil

O
H3C-CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2-C
OH
AGROPALMA: BIODIESEL DE RESÍDUOS:
QUALIDADE PREMIUM
CATÁLISE HETEROGÊNEA
ƒ Não implica riscos de contaminação dos
produtos, uma vez que há facilidade de
separação. Não necessita de etapas de
neutralização de produtos.
ƒ Industrialmente, existem catalisadores em
processos petroquímicos e oleoquímicos com
durabilidade de meses ou até mesmo anos.
Quando adequadamente regenerados, os
catalisadores sólidos podem ser reutilizados
com manutenção de sua atividade, gerando
grande economia no processo.
Theoretical Calculations
Palmitic Acid
Density of Charges
Protonated Palmitic Acid
Transition State

+
HO HO
+
C
+ CH3OH CH3 CH2 14
C O CH3
OH H
CH3 CH2 14
OH
Methanol + Protonated Palmitic Acid
LUMOmetanol
E= 0,075 eV

HOMOacido protonado

E= -0,442 eV
HOMOmetanol
E= -0,264 eV

LUMOacido protonado

E= -0,230 eV

Um bom catalisador deve interagir com o LUMO do ácido protonado


ESTERIFICATION CATALYST
ƒ Heterogeneous
Catalyst
ƒ Reusable
ƒ Zero Soap
ƒ Easy to remove
ƒ No neutralization
step Nobic Acid
(CBMM)
Langmuir-Hinshelwood-Hougen-
Watson Models

k1 + k 2 X A + k 3 X A 2 Control of Surface Reaction


(-rA ) =
k 4 + k 5 XA + k 6 XA 2
70 70

(a) 1 wt.-% (b) 2 wt.%


60 o 60 o
130 C 130 C

50 50
Conversion / %
Conversion / %

40 40

30 30

20 20
Niobia HY-340 Niobia HY-340
powder powder
10 10 HY Zeolite
HY Zeolite
(SAR = 60) (SAR = 60)

0 0 To be published:
Aranda, D.A.G. et al
0 10 20 30 40 50 60 70 0 10 20 30 40 50 60 70
Reaction time / min Reaction time / min Catalysis Today, 2007
ÁCIDOS CATALISAM A ESTERIFICAÇÃO
Bronsted Sites

Força Ácida ?

Densidade de Sítios ?

+
HO
O
C
C + H+
OH C H3 C H2 1 OH
C H3 C H2 1 4
4
Other Fatty Acid Feedstocks

60 Esterification on Nb-340 Catalyst


o
55
T = 140 C

50
Conversion (%)

45

40
Soybean
Tallow
35 Palm
30

25

20

0 10 20 30 40 50 60

Time (min)
EXPERIMENTS

100

80
Conversão (%)

60 Heterogênea
Homogênea
40 Sem catalisador
20

0
0 20 40 60
Tempo (min)
AGROPALMA, BELÉM-PA, APRIL/2005

Patent: D. A. G. Aranda e O. A. C. Antunes; PI0301103-8, 2003.


D. A. G. Aranda e O. A. C. Antunes, WO2004096962, 2004.
Agropalma, Belém-PA, April/2005

Patent: D. A. G. Aranda e O. A. C. Antunes; PI0301103-8, 2003.


D. A. G. Aranda e O. A. C. Antunes, WO2004096962,
Agropalma Process

Patent: D. A. G. Aranda and O. A. C. Antunes; PI0301103-8, 2003.


D. A. G. Aranda and O. A. C. Antunes, WO2004096962, 2004.
Agropalma Process
Hidrólise provoca geração de ácidos
graxos a partir de óleos e gorduras
H2O + Lypases
O

H3C-CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2-COCH2
O
H3C-CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2-COCH

O
H3C-CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2-COCH2

Normalmente esse processo é inibido, mas pode ser acelerado...

Hidrólise: SGS (Ponta Grossa), ICSG (Campinas), Irgovel (Pelotas)


Hidrólise Industrial
Fábricas no Brasil:
SGS (Ponta Grossa),
ICSG (Campinas),
Irgovel (Pelotas)

Ácido Graxo: 99%


ESTERIFICAÇÃO

100 kg Ácido Graxo + 16 kg etanol →


(acid) (alcohol
)
→ 109 kg biodiesel + 7 kg water
(ester) (water)

Catalisadores = Ácidos
German Way Feedstocks – Just Refined
Veg Oils

Specific
ƒ Crude Veg Oil Refined Oil + Fatty Acids
Refining
US$ 350-400/t US$ 400-450/t
100 kg 94 kg

Transesterification
Refined Oil Biodiesel + CRUDE
GLYCERINE
US$ 900/t
93 kg
Brazilian Way – Crude Veg. Oils

Hydrolysis
ƒ Crude Veg Oil Fatty Acids + Food Grade
Glycerol
US$ 350-400/t

100 kg

Biodiesel + WATER
Fatty Acids Esterification
US$ 900/t
98 kg

5% More Biodiesel (Premium Grade), No soap !


No Oil Refining !
Operating Costs in a Conventional
Transesterification Biodiesel Plant

Size Ton/year 10,000 20,000 50,000 100,000


Chemicals ¢/L 5 5 4 4
Energy ¢/L 2 1 1 0.7
Oper.Costs ¢/L 7 6 5 4.7

In a 100,000 t/year, it means US$ 5.3 Million/year !!


Chemicals: US$ 4.5 Million/year

Highly Acid Feedstocks: Loss in Refining


Operating Costs: Hydroesterification vs
Transesterification (50,000 mton/year)

Transesterification Hydrolysis +
Esterification
Chemicals (¢/L) 4 1
Energy (¢/L) 1 2
Oper.Costs (¢/L) 5 3

If biodiesel plant is integrated with an ethanol plant, operating


costs will be less than 2 ¢/L.

No acidity limits in the feedstocks


Análise de Sensibilidade
40.000 ton/ano – Taxa de Desconto
80
30%
70
25%
60 20%
NPV (R$ 10-6)

50 15%
40

30

20

10
0
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
15%
Year
20%
25%

Discont rates
30%
1

0,0 0,5 1,0 1,5 2,0 2,5 3,0


Payback Time
Análise de Sensibilidade
40.000 ton/ano – Preço do Biodiesel
140
R$ 0,96 / litro
120
R$ 1,55 / litro
100 US$ 0,74 / litro
NPV (R$ 10-6)

80 R$ 1,30 / litro
R$ 1,44 / litro
60

40

20

0
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Year

R$ 1,44 / litro
R$ 1,30 / litro
US$ 0,74 / litro
Price per Liter

R$ 1,55 / litro
1 R$ 0,96 / litro

0,0 0,5 1,0 1,5 2,0 2,5 3,0 3,5 4,0 4,5 5,0 5,5
Payback time
Análise de Sensibilidade
40.000 ton/ano – Custo da Mat. Prima

60 R$ 0,50 /kg
R$ 0,80 /kg
R$ 0,55 /kg
50
R$ 0,70 /kg
R$ 0,60 /kg

Price of Raw Material


NPV (R$ 10-6)

40 R$ 0,65 /kg R$ 0,65 /kg


R$ 0,60 /kg R$ 0,70 /kg
30
R$ 0,55 /kg 1 R$ 0,80 /kg
20 R$ 0,50 /kg

10

0
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Year
0,0 0,5 1,0 1,5 2,0 2,5 3,0 3,5 4,0 4,5
Payback Tim e
Custo de produção das Matérias Primas

Custos - 100 mil ton ano US$ Milhões


Mat. Primas US$/bbl
(115 milhões de litros)

Óleo de Pinhão Manso 43 Investimento 15

Óleo de Palma 46 Operação/ano 11,5

Óleo de Soja 73 Matéria-prima (p. manso)/ano 31

Sebo 41 Faturamento/ano 85
Fonte: UOP
70
60
US$/bbl
50
40
30
20
10

I I I I I I I I I

1989 1991 1993 1995 1997 1999 2001 2003 2005


ano
Análise de uma Planta de 100 mil t/ano com óleo a US$
580/t e Biodiesel a R$ 1,70/L. O efeito de 50% de
redução do custo operacional com catalisador
heterogêneo
Fluxo de Caixa
Fluxo de Caixa

25,0 23,0
70,0
20,0
60,0 58,4
14,9
15,0 12,6 12,3 46,7
50,0
10,0 40,3
10,0 7,8 8,1 40,0 34,3
R$ mi

R$ mi
8,0 5,5 5,9 28,5
4,3 30,0
5,0 3,0 2,3 2,6
1,9 2,2 22,9
1,3 1,6 17,6
20,0 14,9
- (2,5) 11,4 12,6 11,8
2005 2006 2007 10,0 6,0 6,3
(2,5) 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 10,3 1,2
5,0 5,3 5,6 5,9
(5,0)
(4,6) - 1,2
(10,0) (10,0) 2005
(4,6) 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015

Fluxo de Caixa Operacional Fluxo de Caixa Acumulado Fluxo de Caixa Operacional Fluxo de Caixa Acumulado

EBITDA e EBIT
EBITDA e EBIT
22,0
22,0
20,0
20,0
18,0 17,7 17,7
18,0 17,7 17,7 17,7 17,7 17,3 17,3 17,3
16,0
R$ mi

16,0
R$ mi 15,7 15,7 15,7 15,7 15,7 15,7 15,7 15,7 15,7
14,0
12,2 12,2 14,0
12,2 12,2 12,2 12,2 11,8 11,8 11,8
12,0
12,0
10,0 9,9
10,2 10,2 10,2 10,2 10,2 10,2 10,2 10,2 10,2 10,0 10,3
8,0 8,0
2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015

EBITIDA EBIT EBITIDA EBIT

VPL = R$ 9.499.100 VPL = R$ 26.756.660


LAUDO BR
PROPERTIES UNITY EN 14214 AGROPALMA

DENSITY, 20ºC kg/m3 0.86-0.90 0,87


VISCOSITY, 40°C, mm2/s 3.5-5.0 4-4.5
WATER, MAX. % vol. 0,05 0,000
CONTAMINATION mg/kg 24 15
FLASH POINT, MIN. °C 100,0 177
ESTER % 96,5 99,5
DISTILATION; 90% VOL. °C -- 350
CARBON RESIDUE. % 0,30 0,01
ASHES, MX. % 0,020 0,001
SULPHUR (*) % 0,001 0,001
Na + K, MAX. mg/kg 5 2
Ca + Mg mg/kg 5 2
P mg/kg 10 1
CORROSION, 3 H, 50 °C, MAX. --- 1 1
CETANE --- 51 69
ASPECT --- CLEAN
ACIDITY, MAX. mg KOH / g 0,50 0,50
FREE GLYCEROL, MAX. % 0,02 0,001
TOTAL GLYCEROL, MAX. % 0,25 0,00
MONOGLYCERIDES % 0,8 0,01
DIGLYCERIDES % 0,2 0,0
TRIGLYCERIDES % 0,2 0,O
METHANOL OR ETHANOL, MAX. % 0,2 0,01
IODINE 120 50
OXIDATION STABILITY 110°C, MIN h 6 72
Oxidation Stability

Conductivity
measurement
Air

Reaction vessel
Platine electrode

Volatile reception

Sample

Heater block
Oxidation Stability
Initiation RH → R* + H*

Propagation R* + O2 → ROO*
ROO* + → ROOH + R*

Ending ROO* + R* → ROOR


ROO* + ROO* → ROOR + O2 Stable products
R* + R* → RR

RH- radical fatty acid insaturated


R* - free radical
ROO* - radical peroxide
ROOH – hydroperoxide
Oxidation Stability - Induction Period

8,00
Sem
7,00 A d it ivo 400 ppm
Condutividade, S/cm

800 ppm
6,00

5,00 PI = 5,55

4,00 PI = 0,6
PI = 6,25
3,00

2,00

1,00

0,00
0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 4 4,5 5 5,5 6 6,5 7 7,5 8
Tempo, h
Cold Properties

palmitate

oleate linoleate
CFPP additives
15

10

5
CFPP,ºC

0
0 500 1000 1500 2000

-5

-10

Additive, ppm

Soybean Sunflower Cotton Jatropha curcas

The effect of improver cold flow additive on Cold Filter


Plugging Point (CFPP) in soybean biodiesel, sunflower biodiesel,
cotton biodiesel and jatropha curcas biodiesel.
0.00
0.25
0.50
0.75
1.00
1.25
1.50
1.75
uV(x100,000)

Chromatogram
Glycerin

5.0
Butantriol ISTD1

10.0
15.0
Monopalmitin
Monolinolein
Monoolein
Monostearin

20.0
Tricaprin ISTD2

25.0
Diglycerides (rest)
Diglycerides (rest) Diglycerides (rest) Diglycerides (rest)
Diglycerides (rest) Diglyceride
Diglycerides
Diglycerides(rest)
(rest)
Glyceride Analysis

Diglycerides (rest)

30.0

Triglyceride
35.0 min
Fast and Cheap Total Glycerol Analysis

9 Enzymatic method to evaluate total glycerol in biodiesel


samples.

9Spectrofotometer, reactants ~ 15 min

PI 0504024-8 (Brazilian Patent)


Reactions
Methodology

20 μL prepared sample

Bath
Time: 10 min
Temperature: 37ºC

2000 μL reactants

Spectrofotometer
500 nm
Methodology
Spectrofotometer
Absorbance
500 nm

Standard curve

0,80

0,60
Abs. 500 nm

0,40

10,00

0,20
8,00
7,17

6,00
0,00
0 100 200 300 400 500 600 700 4,00

Glicerol (ppm)
2,00
1,01
0,37 0,57
0,31 0,15
0,00

Soja Soja destilada Mamona Mamona Sebo Sebo destilado


destilada
ANFAVEA
POSIÇÃO ATUAL DE POSTOS COM BIODIESEL

No de postos que distribuem biodiesel = 210


No de municípios atendidos = 79
No de estados atendidos = 5
No de abastecimentos em um ano = 504. 470
Volume total comercializado em um ano = 25.600.000 litros (julhol/05 a julho/06)
BIODIESEL NOS POSTOS
MÉDIA DE VENDAS BIODIESEL
MAR 2004 até ABR 2006 ( em litros)

35.000

30.000

25.000

20.000

15.000

10.000

5.000
Crescimento de 25%
0
mar abr mai jun jul ago set out nov dez jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez jan fev mar abr
2004 2005 2006

Diesel
Biodiesel B2
POSIÇÃO ATUAL DE EMPRESAS QUE UTILIZAM BIODIESEL

No de empresas que utilizam biodiesel = 240


No de municípios atendidos = 109
No de estados atendidos = 5
Volume total comercializado em um ano = 10.500.000 litros
DEPOIMENTOS DAS EMPRESAS

Sr. Maurício Bucioli

“Venho através desta agradecer-lhes pelo profissionalismo e presteza que, você e sua empresa tem nos
disponibilizado nesta parceria, que tende a ampliar em muito seus horizontes. Para nossa felicidade,
constatamos que nestes aproximadamente 60 dias de consumo BIODIESEL/ALE, nossos caminhões
passaram a apresentar performance de desempenho superior. As médias de nossos
caminhões aumentaram em 0,2 a 0,4 Km por litro de biodiesel. Estamos muito contentes com este
resultado. Temos um controle muito rígido destes números e de longa data. Não tínhamos atingido
estas médias com os anos anteriores de consumo do produto que utilizávamos.
Para confirmar nossa tese, verificamos que um parceiro indicado por nós, que passou a
consumir BIODIESEL/ALE logo em seguida do nosso início, também teve a mesma constatação.
O Consumidor se trata da Transporte de Água Parnaíba e podem confirmar esta informação com eles.
Parabéns e muito obrigado por tudo”.
Atenciosamente.

Carlos Murari
Diretor
DEPOIMENTOS DAS EMPRESAS

BRINKS – Campinas/SP
“Estou muito satisfeito com o uso do biodiesel da ALE. Percebi
melhoria no consumo (8km para 10km por litro) e redução de
fumaça”. João (Chefe de Manutenção)

RAMOS TURISMO – São Paulo/SP


“Uso o biodiesel desde dezembro de 2005 e pude perceber
redução de fumaça em minha frota”. Marcelo (Sócio Gerente)
PORQUE É UM PRODUTO DE SUCESSO?

Percepção do Consumidor

™ Emite menos fumaça


™ Diminuiu o ruído do motor diesel
™ Reduziu o consumo de combustível
™ Aumentou a potência do motor
™ Nunca houve registro de recusa do Biodiesel

FIDELIZAÇÃO NO PRODUTO
H-Bio

O
H3C-CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2-COCH2
O
H3C-CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2-COCH
O
H3C-CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2- CH2-COCH2

Triglicerídeo

+ 8-10 H2 6 H2O + Hidrocarbonetos

Hidrotratamento, P> 50 atm, T> 300 C, catalisador


2ª. Geração de Biocombustíveis
ƒ Etanol de Celulose
ƒ Gaseificação de Biomassa seguida de Fischer-Tropsch
(Biomass to Liquids)
ƒ Bióleo de Pirólise de Biomassa
ƒ Bioóleo de Craqueamento e Desoxigenação (sem
Pirólise)
CONCLUSÕES
ƒ Biodiesel está sendo produzido industrialmente
em diversas escalas. O programa é irreversível.
ƒ Já existem mais de 3000 postos no país
abastecendo biodiesel;
ƒ Sebo e algodão são viáveis;
ƒ Palma e Pinhão Manso serão cada vez mais
usados;
ƒ Estamos apenas no começo das tecnologias de
produção de biocombustíveis.
Obrigado !

www.greentec-ufrj.com

“Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus”