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UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA

CAMPUS DE CAPANEMA
AGRONOMIA
DISCIPLINA FISIOLOGIA VEGETAL
PROFESSORA LUANA LUZ

RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DA AULA PRÁTICA

AKIM AFONSO GARCIA


ANTÔNIO LUCAS L. DE FIGUEIREDO
ANTÔNIO MARIANO JÚNIOR
DAIANE P. DE SOUZA
FERNANDO DE SOUZA MEIRELES
GABRIELA COSTA DUARTE RIBEIRO
HELDER ASSIS M. DA SILVA
LUCAS RAMON T. NUNES
RENAN DE SOUZA

CAPANEMA - PA
2014
PLASMÓLISE, TURGÊNCIA E EFEITO DE SUBSTÂNCIAS TÓXICAS SOBRE A
PERMEABILIDADE DAS MEMBRANAS CELULARES.

1. Defina plasmólise e deplasmólise.


Plasmólise é quando o potencial de pressão da parede celular sobre a
membrana é igual a zero. A água se transporta de dentro da célula, onde se
encontra hipotônica em relação ao meio a qual se encontra, através de difusão
transporta-se para o meio hipertônico.
Deplasmólise é quando a célula encontra-se hipertônica em relação ao meio
que estará hipotônico, haverá a entrada água por difusão, para dentro da
célula, aumentando o potencial de pressão que a parede celular exerce sobre a
membrana plasmática, tronando a célula turgida.

2. Desenhe uma célula normal e uma célula plasmolisada.

3. Qual o pigmento vermelho nas células de Zebrina e onde se localiza?


Antocianina. Localiza-se no vacúolo.

4. Que é que sai da célula durante a plasmólise, água ou suco celular? Qual
é a evidência para a sua conclusão?
Água. Durante a plasmólise há saída de água, pois para que houvesse a saída
do suco celular seria necessária a utilização de algumas substâncias que
degradassem as membranas existentes na célula, como o álcool.

5. Por que a sacarose e não outro soluto qualquer é utilizado para provocar
o fenômeno de plasmólise?
Porque a sacarose é um dissacarídeo, e o meio pelo qual o açúcar é
transportado nos vegetais. Quando uma célula turgida entra em contato com a
sacarose. Há perda de água por difusão. Pois a água sai de um meio
hipotônico para um meio hipertônico.
6. Por que quando se que determinar plasmólise em células quando houve
plamólise e saiu quando as células plasmolisadas foram tratadas com
álcool?
O pigmento não saiu das células quando houve a plasmólise, pois eles se
encontram armazenados no vacúolo. Contudo, quando houve a deplasmólise
com a presença de álcool, houve também a degradação das membranas da
célula, incluindo o tonoplasto. Assim, houve a saída do pigmento com o suco
célular.

7. Por que quando se quer determinar plasmólise em células utiliza-se


solução de sacarose ou de carbonato de cálcio e nunca substâncias tais
como éter e acetona?
São utilizados sacarose e carbonato de cálcio para determinar a plasmólise,
porque tais substâncias são produzidas pela planta. A acetona e o éter são
substâncias que, em contato com a célula vegetal, atuam na degradação de
suas membranas.

8. Por que células de uma folha não se plasmolisam quando a folha


murcha?
Essa afirmação está incorreta, pois quando as folhas murcham, a concentração
de água na folha está muito baixa, portanto as células entram em estado de
plasmólise, devido ao meio estar hipertônico, pois houve a saída de água
através dos estômatos.
RECUPERAÇÃO DE TURGÊNCIA EM RAMOS CORTADOS

1. Dentro dos tratamentos aplicados, quais os ramos que recuperaram a


turgescência mais rapidamente?
O ramo que recuperou sua turgescência mais rapidamente foi o ramo contado
dentro da água.

2. Como você explica as diferenças na velocidade de recuperação da


turgescência?
A diferenciação da recuperação da turgescência se deu através das condições
que os ramos foram postos dentro da água. Todos os ramos foram retirados
horas antes de ser posto na água, portanto os já havia um acumulo de ar no
xilema, devido a esse tecido cometer uma pressão negativa para levar água às
folhas, e mesmo não estando na presença de água esses tecidos continua a
exercer essa pressão. O primeiro ramo foi posto sem a retirada de parte do
caule, portanto parte das as células xilemáticas estavam em estado de
embolia, dificultando com que a água chegasse até as folhas, para que elas
voltassem a ficar turgida. Sendo assim este primeiro ramo demorou a se
recuperar, em relação aos outros dois. O segundo ramo foi cortado antes de
ser posto dentro da água, portanto a parte do vaso que estava com embolia foi
retirada, mas pequena parte do xilema estava com ar, pois esse ramo foi
cortado fora da água, mas isso não dificultou muito a passagem de água no
xilema. Já o terceiro ramo foi cortado dentro d’água, sendo assim houve a
retirada da parte do ramo que estava com embolia e não houve a entrada de
ar, novamente, neste tecido, facilitando que a água entrasse na célula sem
resistência. Fazendo com o que houvesse a recuperando de sua turgência
mais rápido, em relação aos outros dois ramos.

3. Como você poderá correlacionar esse fenômeno com a teoria coeso-


tenso-transpiratória de Dixon?
Devido à pressão negativa exercida pelo xilema, o corte da mesma em água
estimula o fluxo da coluna de água, situado no xilema, normalizando o fluxo
sem interrompê-lo. O que relaciona com a teoria de Dixon, pois o que ocorre
durante esse fenômeno é que as moléculas de água são transportadas no
xilema, mantendo-se unidas por forças de coesão, formando uma coluna
líquida contínua das raízes até as folhas.

4. Tendo em vista suas observações, que recomendação você faria a um


floricultor quando ao período do dia mais indicado para cortar ramos de
flores? Que explicação você daria para justificar sua recomendação?
Durante a noite, pois os estômatos das folhas estarão fechados, sendo assim,
a flor e folhas não perderam água e não irão murchar rapidamente.

5. Como você trataria um ramo de flores para conservá-lo túrgido por mais
tempo?
Cortaria, se ele estivesse entrado em contato com o ar, parte do caule dentro
d’água e deixaria em um vaso com água.
EXSUDAÇÃO DA SEIVA DO FLOEMA

1. De quais regiões do pecíolo se verifica a saída do exsudado?


Na parte mais externa do pecíolo onde se encontra o floema.

2. Por que a saída do exsudado paralisa depois de alguns mitos de ter feito
o corte?
Porque a floema produz calose e proteína P, cujo sua função é proteger o
vegetal contra danos biológicos, físicos ou mecânicos, por se depositarem na
região exposta cessando a exsudação da seiva do floema.

3. Qual é o estado normal da seiva do floema, sob pressão ou sob pressão


ou sob tensão? Que levou a essa conclusão?
Pressão positiva. Devido ao fluxo de massa decorrente nas células do floema.

4. Se a folha estivesse murcha, mesmo assim poderia haver exsudação do


floema? Que relação existe entre os dois fenômenos?
Não, pois quando a folha encontra-se murcha, ela está com o estresse hídrico,
devido a esse fator o xilema não vai “enviar” água para o floema, portanto, não
haverá exsudação do floema se a folha estiver murcha.

5. Qual é a composição da seiva do floema?


Além de açucares, a seiva do floema é composta por hormônios vegetais.
Aminoácidos, íons, peptídeos e entre outros.

6. Por que se utiliza álcool para visualizar a saída do exsudado? Por que
você não utiliza água destilada?
Porque com álcool torna-se mais fácil a visualização da saída do exsudato.

7. De que modo os afídeos (pulgões) se alimentam das plantas e que


relação tem isso com o estado da seiva no floema?
Com o próprio canal alimentar os afídeos perfuram o tecido condutor de seiva
elaborada, como o floema está sujeito a uma pressão positiva e encontra-se na
parte mais externa da planta, a seiva entra diretamente pelo canal alimentar.

8. Os vasos laticíferos da seringueira estão sob pressão ou sobre tensão?


Justifique.
Sobre pressão, pois os vasos laticíferos são vasos floemáticos.

9. Você poderia correlacionar a saída de exsudado com o modelo da teoria


do fluxo em massa por pressão de Munch?
A saída do soluto de um meio hipotônico para o meio hipotônico, através do
fluxo em massa. Como ocorre com a saída do exsudato da planta no tecido
condutor de seiva elaborada.
PIGMENTOS HIDROSSOLÚVEIS E LIPOSSOLÚVEIS EM TECIDOS VEGETAIS

1. Esquematicamente, mostre a partição de pigmentos lipossolúveis e


hidrossolúveis nas fases do solvente?

2. Onde se localizam, na célula, os pigmentos lipossolúveis das plantas? E


quais são esses pigmentos?
No cloroplasto. Pigmentos fotossintéticos Ex: Clorofila A e Clorofila B.

3. Em que parte da célula se localiza os pigmentos hidrossolúveis das


plantas? Quais são esses pigmentos?
No vacúolo. Flavonóides.

4. Em que parte da célula se localiza os cloroplastídeos? Faça um esquema


da célula vegetal, mostrando seus principais constituintes.
No cloroplasto.

5. Por que podemos afirmar, com certeza, que as antocianinas não


participam da fotossíntese?
Sim, pois esse pigmento é hidrossolúvel.

6. Por que certos frutos ficam mais vermelhos quando expostos a luz solar?
Porque a luz solar promove a síntese da antocianina, já que esse pigmento
atua como um “filtro solar”.
7. Certas plantas possuem folhas de cores diferentes do verde. A que se
devem essas cores? Onde se localizam os possíveis pigmentos?
Devem-se a antocianina, que se localiza no vacúolo das células.

8. Se você fizesse um estrato de pétalas de uma flor avermelhada, que tipo


de pigmentos seriam encontrados ao fazer-se sua separação por partição
de solventes? Que aconteceria se você alterasse o pH da solução?
Flavonóides. Sua coloração iria se desnaturar, devido a esse pigmento ser
sensível a variação de PH.

DETERMINAÇÃO DO ESPECTRO DE ABSORÇÃO DOS PIGMENTOS


FOTOSSÍNTÉTICOS E DO TEOR DE CLOROLAS a, b, (a+b) e RAZÃO
COLOROFILA a CLOROFILA b EM FOLHAS DE CUPUAÇUZEIROS
SUBMETIDAS AO SOMBREAMENTO.

1. Quais são as faixas de comprimento de onda que os extratos de


pigmentos dos cloroplastideos mais absorvem?
680nm e P700nm

2. Por que a absorbância na região do verde e menor?

As características físicas das moléculas de pigmento fotossintéticas


possuem uma estrutura que não possibilitam uma eficiente absorção da
energia luminosa do espectro de luz verde. Sendo, portanto, irradiada essa
cor, pois os pigmentos não a absorvem.

3. Os catenóides apresentam um espectro de absorção semelhante ao


das clorofilas?
Sim, pois absorvem melhor a energia no comprimento de onda azul e
vermelho.

4. Quais são os comprimentos de onda absorvidos pelos carotenóides


(carotenos e xantofilas)?
380 até 500 nm.

5. Se quisermos quantificar as clorofilas a e b de um extrato cetônico de


pigmentos por meio de um espectrofotômetro, pode-se utilizar
comprimentos de onda na faixa da luz azul? E vermelho? Justifique a
resposta.
Sim, pois também nessas faixas de comprimento de onda as clorofilas a e b
se distinguem de forma mais discrepante.
6. Qual é o principio básico do funcionamento de um
espectrofotômetro?
Medir o espectro de absorbância luminosa dos pigmentos em determinadas
faixas de comprimento de onda de luz, isolando cada faixa de onda
luminosa por vez e quantificando os dados.

7. Transcreva a estrutura molecular dos pigmentos dos cloroplastos.


Parece com um microfone, cujo á “calda” é dotada de hidrocarbonetos, no
centro da parte arredonda contém uma molécula de Magnésio, envolta dela
apresentam quatro molécula de nitrogênio. Nessa parte também contem
moléculas de oxigênio.

8. Os carotenoides podem ser considerados hidrocarbonetos? Por quê?


Sim, por constituírem, na maior parte de sua estrutura, ligações entre
carbono e hidrogênio.

9. Em que parte dos cloroplastos se localizam os pigmentos


fotossintético? Mostre através de uma figura esquemática essa
localização.
Os pigmentos fotossintéticos se localizam na membrana dos tilacóides do
cloroplasto.

10. Faça um desenho esquemático de um cloroplastídeo (cloroplasto),


mostrando seus principais constituintes.