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ESTATICA DAS CONSTRUÇÕES: ESTRUTURAS ISOSTÁTICAS 4. Pórticos planos

ESTATICA DAS CONSTRUÇÕES:

ESTRUTURAS ISOSTÁTICAS

ESTATICA DAS CONSTRUÇÕES: ESTRUTURAS ISOSTÁTICAS 4. Pórticos planos

4. Pórticos planos

ESTATICA DAS CONSTRUÇÕES: ESTRUTURAS ISOSTÁTICAS 4. Pórticos planos
ESTATICA DAS CONSTRUÇÕES: ESTRUTURAS ISOSTÁTICAS 4. Pórticos planos
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 4. Pórticos planos: I. Eixos globais e locais, II. Elementos dos pórticos
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

4.

Pórticos planos:

I.

Eixos globais e locais,

II.

Elementos dos pórticos planos,

III.

Pórtico simples.

planos: I. Eixos globais e locais, II. Elementos dos pórticos planos, III. Pórtico simples.
planos: I. Eixos globais e locais, II. Elementos dos pórticos planos, III. Pórtico simples.

Pórticos planos:

ASPECTOS GERAIS
ASPECTOS GERAIS

Pórtico são estruturas formadas por barras, que formam

quadros entre si.

Existem quatro tipos fundamentais de quadros isostáticos

planos, que associados entre si, da mesma forma com que associamos vigas simples para formar vigas compostas (GERBER), formam os chamados quadros

compostos.

mesma forma com que associamos vigas simples para formar vigas compostas (GERBER), formam os chamados quadros
mesma forma com que associamos vigas simples para formar vigas compostas (GERBER), formam os chamados quadros

São eles:

São eles:

Em estruturas lineares horizontais (vigas) foi adotada uma convenção para as solicitações baseados nos conceitos de abaixo e acima da barra em estudo. No

estudo dos pórticos, utiliza-se a mesma convenção

adotada as barras horizontais onde definimos os lados externos e internos das barras que constituem a estrutura, vista a existência de barras verticais,

horizontais e inclinadas.

Identificam-se os lados internos das barras com a parte inferior de uma estrutura linear horizontal, ficando desta forma possível utilizar-se as convenções já adotadas. Costuma-se tracejar o lado interno das barras, bem como a parte inferior das vigas, identificando-se

facilmente as convenções.

tracejar o lado interno das barras, bem como a parte inferior das vigas, identificando-se facilmente as
tracejar o lado interno das barras, bem como a parte inferior das vigas, identificando-se facilmente as

I.

Eixos globais e locais,

Eixos globais Definição do Sistema Referencial.

Z.

sejam

Escolhidos

Representados

pelas

forma

letras

que

maiúsculas

X,

Y

e

de

coordenadas

as

sempre positivas.

Eixos locais Definição de um sistema referencial LOCAL, representados por letras minúsculas x, y e z.

Fazendo coincidir os eixos x com os eixos dos

elementos, sendo as origens posicionadas nos nós iniciantes desses.

e z. Fazendo coincidir os eixos x com os eixos dos elementos, sendo as origens posicionadas
e z. Fazendo coincidir os eixos x com os eixos dos elementos, sendo as origens posicionadas
O cálculo das solicitações, assim como em vigas, pode ser realizado pelo método das equações

O cálculo das solicitações, assim como em vigas, pode ser

realizado pelo método das equações ou pelo método direto,

ressaltando-se que o eixo longitudinal (x) de cada barra, continua sendo o eixo que passa pelo centro de gravidade

das seções transversais, e os eixos y e z, perpendiculares à

este e contidos pela seção de corte (eixos principais centrais de inércia).

e os eixos y e z, perpendiculares à este e contidos pela seção de corte (eixos
e os eixos y e z, perpendiculares à este e contidos pela seção de corte (eixos
O método das equações torna o estudo dos pórticos muito demorado, pois além de cortarmos

O método das equações torna o estudo dos pórticos muito demorado, pois além de cortarmos a estrutura por uma

seção antes e outra depois dos pontos de transição já

definidos, quando há mudança de direção de barra também deve ser interrompida a equação, pois uma carga que produz esforço normal em uma barra vertical, produz

esforço cortante na barra horizontal perpendicular e ela, e

vice-versa.

esforço normal em uma barra vertical, produz esforço cortante na barra horizontal perpendicular e ela, e
esforço normal em uma barra vertical, produz esforço cortante na barra horizontal perpendicular e ela, e

Pode-se encarar esta mudança de direção como um novo

ponto de transição, examinando seções antes e depois dele.

Pode-se encarar esta mudança de direção como um novo ponto de transição, examinando seções antes e
Pode-se encarar esta mudança de direção como um novo ponto de transição, examinando seções antes e
Pode-se encarar esta mudança de direção como um novo ponto de transição, examinando seções antes e

II.

Elementos dos pórticos planos,

“Cada elemento ou barra que compõe as estruturas

reticulares tem o seu eixo local que, assim como o

elemento, é definido pelos nós inicial e final de cada um destes elementos. A análise dos ESI em cada elemento de um pórtico plano é feita utilizando o eixo local do elemento e a teoria de viga já estudada.

em cada elemento de um pórtico plano é feita utilizando o eixo local do elemento e
em cada elemento de um pórtico plano é feita utilizando o eixo local do elemento e

III. Pórtico simples.

O estudo se dará por resolução de exercícios.

III. Pórtico simples. O estudo se dará por resolução de exercícios.
III. Pórtico simples. O estudo se dará por resolução de exercícios.

EXERCÍCIOS PARA PRATICAR

1. Para os pórticos mostrados a seguir, determine:

I.

II.

III.

IV.

(A)

Reações de Apoio;

Esforço Normal: Diagrama e Equações;

Esforço Cortante: Diagrama e Equações;

Momento Fletor: Diagrama e Equações.

Esforço Normal: Diagrama e Equações; Esforço Cortante: Diagrama e Equações; Momento Fletor: Diagrama e Equações.

(B)

(B)
(B)
(B)

(C)

(C)
(C)
(C)

(D)

(D)
(D)
(D)

(E)

(E)
(E)
(E)

(F)

(F)
(F)
(F)

(G)

(G)
(G)
(G)

2.

Para cada uma das estruturas a seguir, pede-se

determinar os diagramas de esforços internos.

(A)

2. Para cada uma das estruturas a seguir, pede-se determinar os diagramas de esforços internos. (A)
2. Para cada uma das estruturas a seguir, pede-se determinar os diagramas de esforços internos. (A)
2. Para cada uma das estruturas a seguir, pede-se determinar os diagramas de esforços internos. (A)

(B)

(B)
(B)
(B)

(C)

(C)
(C)
(C)

(D)

(D)
(D)
(D)

(E)

(E)

(F)

(F)
(F)
(F)

(G)

(G)

(H)

(H)

3. Para o pórtico mostrado na Figura, determine:

(a)

Reações de Apoio;

(b)

Esforço Normal: Diagrama e Equações;

(c) Esforço Cortante: Diagrama e Equações; (d) Momento Fletor: Diagrama e Equações.

Normal: Diagrama e Equações; (c) Esforço Cortante: Diagrama e Equações; (d) Momento Fletor: Diagrama e Equações.

4. Para o pórtico mostrado na Figura, determine:

(a)

Reações de Apoio;

(b)

Esforço Normal: Diagrama e Equações;

(c) Esforço Cortante: Diagrama e Equações; (d) Momento Fletor: Diagrama e Equações.

Normal: Diagrama e Equações; (c) Esforço Cortante: Diagrama e Equações; (d) Momento Fletor: Diagrama e Equações.
Normal: Diagrama e Equações; (c) Esforço Cortante: Diagrama e Equações; (d) Momento Fletor: Diagrama e Equações.
Normal: Diagrama e Equações; (c) Esforço Cortante: Diagrama e Equações; (d) Momento Fletor: Diagrama e Equações.