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A Música na Igreja Adventista - Parte 2.1

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A Música na Igreja Adventista

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A Música na Igreja Adventista – Prefácio

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A Música na Igreja Adventista – Parte 2.1

Apostilas, Coral e Regência, Teoria Musical — 4 de julho de 2012 7:06 pm

Parte 2

Capítulo 1º: Teoria Musical e Regência

MÚSICA – é a arte que utiliza os sons de maneira ordenada para expressão e transmissão de sentimentos e idéias.

Quatro propriedades fundamentais caracterizam os sons musicais:

1. Altura – permite distinguirmos sons mais agudos (fininhos) de sons mais graves (grossos). Depende do número de vibrações contáveis por segundo,

sendo que quanto maior o número de vibrações mais agudo o som.

2. Duração – permite distinguirmos sons mais prolongados de sons menos prolongados. Depende do tempo em que a nota sonora fica em vibração.

3. Intensidade – permite distinguirmos sons mais fortes de sons mais fracos. Depende da maior ou menor amplitude das vibrações sonoras.

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4. Timbre – permite distinguirmos tipos diferentes de sons, produzidos por instrumentos ou vozes diferentes. Chamam-no de “cor” do som. O timbre é o que nos permite distinguir o som de um violino do de uma trompa, ou mesmo de dois violinos, etc. Depende de uma serie de sons concomitantes, secundários, também chamados sons harmônicos que vibram junto com o som principal.

Assim como acontece com a linguagem falada, a linguagem musical também pode ser escrita. A linguagem comum, utilizando-se de um alfabeto, une silabas, forma palavras, frases e períodos. A linguagem musical une sons, forma motivos (células), frases e períodos que, ao serem escritos, utilizam-se de sinais especiais colocados sobre uma pauta especial.

Pauta musical (pentagrama) – É um conjunto de 5 linhas e 4 espaços paralelos, horizontais e eqüidistantes, sobre o qual escrevemos música:

e eqüidistantes, sobre o qual escrevemos música: Contam-se de baixo para cima. Baseados na primeira

Contam-se de baixo para cima.

Baseados na primeira propriedade de som musical, para escrevermos a altura dos sons usamos as notas, que são bolinhas ovais colocadas nas 9 posições diferentes que a pauta oferece (5 linhas e 4 espaços). Quando a bolinha sobe, representa um som mais agudo, e, quando desce, um som mais grave.

um som mais agudo, e, quando desce, um som mais grave. As notas são em número

As notas são em número de 7:

(Ordem da subida: DÓ, RÉ, MI, FÁ, SOL, LÁ e SI.)

(Ordem da descida: SI, LÁ, SOL, FÁ, MI, RÉ e DÓ.)

Após a sétima nota elas se repetem sucessivamente em alturas diferentes para dar oportunidade a todos os tipos de vozes e se instrumentos de as usarem na extensão ou altura próprias.

Se precisamos escrever sons mais graves ou mais agudos do que os que cabem na pauta, fabricamos mais linhas e espaços abaixo e acima da pauta, que recebem o nome de linhas e espaços auxiliares complementares ou suplementares, e se contam de perto para mais longe da pauta:

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São em número de quantos precisarmos. Não podemos

São em número de quantos precisarmos.

Não podemos adivinhar em que posição da pauta foram escritas as notas. Por isso, a pessoa que escreve a música deixa um sinal na pauta para que a que for ler saiba onde foi colocada determinada nota, por meio da qual descobrirá as outras seguindo a ordem. Quando a pessoa quer indicar onde colocou o SOL

usa este sinal –

a pessoa quer indicar onde colocou o SOL usa este sinal – ; para o DÓ,

; para o DÓ, usa –

onde colocou o SOL usa este sinal – ; para o DÓ, usa – , e

, e para o FÁ usa

.
.

Três sinais colocados em sete posições diferentes, e que se chamam claves. Sua função é, portanto, dar nome às notas designando sua posição na pauta e na altura.

às notas designando sua posição na pauta e na altura. Note-se que o DO chamado central

Note-se que o DO chamado central pode estar escrito em todas as linhas da pauta e na primeira suplementar tanto superior como inferior, dependendo da clave que for usada.

As mais usadas são a de sol (2ª linha) e a de fá (4ª linha), as claves extremas. A de sol se presta para escrever os sons da região central para a aguda (vozes femininas no hinário), e a de fá para os sons da região central para a grave (vozes masculinas no hinário).

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Antes de passarmos para a segunda propriedade, mencionaremos

Antes de passarmos para a segunda propriedade, mencionaremos rapidamente as seguintes, e depois voltaremos a ela.

Baseados na terceira propriedade, para indicarmos a intensidade em que os sons devem ser executados usamos letras e sinais que se chamam sinais de dinâmica:

ff

– fortíssimo

f

– forte

mf

– (mezzo forte) meio forte

mp – (mezzo piano) meio suave

p

– (piano) suave

pp

– (pianíssimo) suavíssimo.

cresc.

(aumentando para mais forte)c r e s c .

dim.

(diminuindo para mais suave)d i m .

Note-se que a língua italiana foi escolhida como língua padrão para todos os termos de música.

Baseados na quarta propriedade, o timbre é indicado pela pessoa que o requer, escrevendo o tipo de voz ou instrumento que deve executar o trecho. Assim virá especificado se a música é para violino e piano, ou se para barítono e órgão, ou se para coral misto, etc. etc.

O som mais prolongado escrevemos usando apenas uma bolinha vazia

mais prolongado escrevemos usando apenas uma bolinha vazia , que se chama semibreve , e, por

, que se chama semibreve, e, por ser o som “maioral”, recebe o número 1.

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ou
ou

Para representarmos o som que soe a metade do tempo da semibreve usamos

recebe o número 2 por ser a metade da semibreve, e serem necessárias duas mínimas para somarem o valor de uma semibreve.

, além da bolinha (cabeça), um palitinho (haste); chama-se mínima e

ou ou ou
ou
ou
ou

Para representarmos um som que soe a metade da mínima usamos

vezes maior que a semibreve, e assim por diante; colcheia

ou
ou
ou
ou

semicolcheia

seguinte, conforme ilustra a tabela que se segue:

(16), a fusa

, com a bolinha pintada, que se chama semínima e recebe o número 4, por ser 4

, número 8, com uma bandeirinha (colchete), sempre para a direita; seguem-se a

(32) e a semifusa

(64), respectivamente, todas sendo metade do valor anterior e o dobro do valor

Valor

Figura

Nome

1

1 Semibreve

Semibreve

2

Mínima2

4

Semínima4

8

Colcheia8

16

Semicolcheia16

32

Fusa32

64

Semifusa64

Tempo soando (quadro relativo)

Fusa 64 Semifusa Tempo soando (quadro relativo) Esses sinais recebem o nome de figuras, e representam
Fusa 64 Semifusa Tempo soando (quadro relativo) Esses sinais recebem o nome de figuras, e representam
Fusa 64 Semifusa Tempo soando (quadro relativo) Esses sinais recebem o nome de figuras, e representam
Fusa 64 Semifusa Tempo soando (quadro relativo) Esses sinais recebem o nome de figuras, e representam
Fusa 64 Semifusa Tempo soando (quadro relativo) Esses sinais recebem o nome de figuras, e representam

Esses sinais recebem o nome de figuras, e representam o valor, a duração do som.

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Ao lado destas aparecem às figuras negativas, ou pausas, que são os mesmos valores em silêncio, representando, portanto, silêncio na música.

Valor

Figuras Simples

Figuras Negativas (pausas)

1

1
1

2

2
2

4

4
4

8

8
8

16

16
16

32

32
32

64

64
64

Usam-se ainda as figuras compostas que são as que têm um pontinho do lado direito (chamado ponto de aumento) com a função de acrescentar mais metade do valor da figura.

a função de acrescentar mais metade do valor da figura. As figuras com dois pontos de
a função de acrescentar mais metade do valor da figura. As figuras com dois pontos de
a função de acrescentar mais metade do valor da figura. As figuras com dois pontos de
a função de acrescentar mais metade do valor da figura. As figuras com dois pontos de
a função de acrescentar mais metade do valor da figura. As figuras com dois pontos de
a função de acrescentar mais metade do valor da figura. As figuras com dois pontos de

As figuras com dois pontos de aumento chamam-se irregulares, sendo que o 2º ponto acrescenta a metade do valor do primeiro; existem ainda até as que

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possuem três pontos, sendo que o 3º acrescenta metade do valor do 2º, ou seja, 1/4 do 1º e 1/8 do valor da figura. Exemplos:

2º, ou seja, 1/4 do 1º e 1/8 do valor da figura. Exemplos: Com todas estas
2º, ou seja, 1/4 do 1º e 1/8 do valor da figura. Exemplos: Com todas estas

Com todas estas figuras podemos representar a duração de qualquer som que desejarmos.

Resta mencionarmos algumas figuras que existiam na Idade Média, e que, apesar de modernamente terem caído em desuso, ser-nos-ão úteis ainda em alguns exercícios:

= Máxima (dobro da longa)

= Máxima (dobro da longa)

= Longa (dobro da breve)

= Longa (dobro da breve)

= Breve (dobro da semibreve)

= Breve (dobro da semibreve)

= Semibreve – 1

= Semibreve – 1

= Mínima – 2 – etc.

= Mínima – 2 – etc.

Na linguagem falada é muito fácil percebermos quais são as silabas acentuadas de uma frase. Com um pouco de concentração nota-se que qualquer música apresenta também no meio de seus sons alguns que são mais pesados, que têm uma inflexão maior, e outros desprovidos desta acentuação. Cante-se, por exemplo, o primeiro hino do hinário, e sentiremos que os sons mais acentuados da melodia são os que coincidem com as sílabas em negrito:

Ó Deus de amor, vimos nós Te adorar;

Vós, ó nações, rendei louvor… etc

Se cantarmos o nº 423, sentimos que a acentuação é descarregada nas seguintes sílabas em negrito:

Oh, como é grande, doce a promessa

Feita por Cristo, nosso bom Rei, … etc

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Se cantarmos o nº 316, será nas seguintes em negrito:

Silêncio! Silêncio, na casa de Deus.

Mensagem de graça recebe dos Céus, etc

Esta seqüência de sons mais acentuados e menos acentuados que esta presente em todas as músicas provoca um movimento semelhante ao da nossa respiração. Este movimento é periódico e se repete, assim como uma respiração sucede outra. Quando inspiramos tomamos um impulso que descarregamos (repouso) quando expiramos. Na palavra “Silêncio”, o “Si” corresponde ao impulso e o “lêncio” ao repouso, e assim por diante. A este movimento de repouso e impulso damos o nome de compasso musical.

Toda vez que chegamos a um som mais acentuado (repouso), estamos começando um novo compasso, donde se deduz que um repouso (I) formarão um compasso, e o repouso seguinte se unirá com o impulso que lhe segue para formar o compasso seguinte. Em nosso hinário é fácil localizarmos o começo do compasso, pois existe um traço vertical cortando as cinco linhas da pauta no ponto ele começa, que tem o nome de barra divisória, com a função de indicar, além da separação dos compassos, que o som do seguinte é o acentuado (começo do R), pelo que também poderia ser chamado de barra de acentuação.

Aguçando um pouquinho a percepção, enquanto cantamos o primeiro hino podemos notar em que o tempo em que soa o repouso (R) demora o mesmo tanto que o do impulso (I), podendo, portanto, ser o compasso dividido em duas partes iguais. É fácil verificarmos isto se, enquanto cantamos o impulso (I) fizermos um movimento com a mão levantando-a e baixando-a no repouso (R).

No segundo exemplo que citamos (nº 423) já não acontece a mesma coisa, poi o R (palavra “grande”) demorará o dobro do tempo que os três tempos do I levam para ser entoados. O movimento que fizermos com a mão ficará em baixo (R) o dobro do tempo daquele que usamos levantando a mão (I). Nesta proporção o compasso poderá ser dividido em três partes iguais, duas para o R e uma para o I.

No terceiro exemplo (nº 316) a diferença entre o I e o R é ainda maior, pois “lêncio” (R) leva três vezes mais tempo para ser cantado do que o “S -“(I).

O R será três vezes maior do que o I, e o compasso poderá ser dividido em 4 partes iguais. O gráfico seguinte ilustra claramente o que dissemos:

Nº1

Ó

Deus de a – mor, vimos nós

Te ado – rar;

(R = I)

Nº 423

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Oh, como é gran de, doce a pro – mes sa feita por

Oh, como é grande, doce a pro – messa

feita por

Cristo,

nosso bom

Rei

(R

= o dobro de I)

Nº 316

 

Si

lêncio!

Si

lêncio,

na

casa

de

Deus.

(R

= o triplo de I)

Nestes esquemas gerais temos todos os tipos de compasso que há no hinário, que são aliás, os mais usados na música.

O compasso que tem o R e o I iguais chama-se Binário. Cada uma das partes iguais em que pode ser dividido o compasso chama-se tempo. O compasso

binário terá, portanto, como conseqüência dois tempos.

O

compasso cujo R demora o dobro do I, chama-se ternário, e, podendo ser dividido em três partes iguais, terá em conseqüência três tempos (2 no R e 1 no

I).

O

compasso cujo R demore três vezes mais do que o I chama-se quartenário, e por poder ser dividido em quatro partes iguais, terá conseqüentemente quatro

tempos (3 no R e 1 no I).

Note-se que cada compasso possui apenas 1 R e 1 I; a diferença esta na proporção do tempo que eles demoram.

Outro ponto importante é que o 1º hino começa no 1º som do R; nestes casos dizemos que o começo é tético. Nos outros casos, começam no I; e quando o começo não esta no começo do R, dizemos que o começo é protético, ou anacrúsico.

Para escrevermos os sons da música devemos associar as notas (altura dos sons) com as figuras (duração dos sons) dentro do esquema geral do compasso.

A primeira coisa, portanto, que uma pessoa deve fazer ao inventar uma melodia é sentir em que compasso está. Depois deve decidir, ou melhor, escolher

dentre as figuras uma padrão para um tempo, que se chama unidade de tempo (figura escolhida da tabela para preencher o valor de um tempo). Tanto da tabela de figuras simples como da de figuras compostas pode ser escolhida a unidade de tempo; no primeiro caso o compasso será simples e no segundo será composto.

A unidade de compasso é um valor que reúne todos os tempos do compasso.

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As variedades de compassos que existem decorrem da associação dos compassos binários, ternários, e quaternários com todas as unidades de tempo possíveis.

Assim podemos formar:

BINÁRIOS SIMPLES

2

,

2

,

2

,

2

,

2

,

2

,

2

2 , 2 , 2 , 2 , 2 , 2 , 2 BINÁRIOS COMPOSTOS  
2 , 2 , 2 , 2 , 2 , 2 , 2 BINÁRIOS COMPOSTOS  
2 , 2 , 2 , 2 , 2 , 2 , 2 BINÁRIOS COMPOSTOS  
2 , 2 , 2 , 2 , 2 , 2 , 2 BINÁRIOS COMPOSTOS  
2 , 2 , 2 , 2 , 2 , 2 , 2 BINÁRIOS COMPOSTOS  
2 , 2 , 2 , 2 , 2 , 2 , 2 BINÁRIOS COMPOSTOS  

BINÁRIOS COMPOSTOS

 

2

,

2

,

2

,

2

,

2

,

2

,

2

, 2 , 2 , 2 , 2 , 2 , 2 TERNÁRIOS SIMPLES   3
, 2 , 2 , 2 , 2 , 2 , 2 TERNÁRIOS SIMPLES   3
, 2 , 2 , 2 , 2 , 2 , 2 TERNÁRIOS SIMPLES   3
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, 2 , 2 , 2 , 2 , 2 , 2 TERNÁRIOS SIMPLES   3
, 2 , 2 , 2 , 2 , 2 , 2 TERNÁRIOS SIMPLES   3
, 2 , 2 , 2 , 2 , 2 , 2 TERNÁRIOS SIMPLES   3

TERNÁRIOS SIMPLES

 

3

,

3

,

3

,

3

,

3

,

3

,

3

, 3 , 3 , 3 , 3 , 3 , 3 TERNÁRIOS COMPOSTOS   3
, 3 , 3 , 3 , 3 , 3 , 3 TERNÁRIOS COMPOSTOS   3
, 3 , 3 , 3 , 3 , 3 , 3 TERNÁRIOS COMPOSTOS   3
, 3 , 3 , 3 , 3 , 3 , 3 TERNÁRIOS COMPOSTOS   3
, 3 , 3 , 3 , 3 , 3 , 3 TERNÁRIOS COMPOSTOS   3
, 3 , 3 , 3 , 3 , 3 , 3 TERNÁRIOS COMPOSTOS   3

TERNÁRIOS COMPOSTOS

 

3

,

3

,

3

,

3

,

3

,

3

,

3

  3 , 3 , 3 , 3 , 3 , 3 , 3 QUATERNÁRIOS SIMPLES

QUATERNÁRIOS SIMPLES

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4

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4 , 4 , 4 , 4 , 4 , 4 , 4 QUATERNÁRIOS COMPOSTOS 4

QUATERNÁRIOS COMPOSTOS

4

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4

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4

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,

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,

4

4 , 4 , 4 QUATERNÁRIOS COMPOSTOS 4 , 4 , 4 , 4 , 4

Como exercício, de cada tipo de compasso poder-se-ão escrever três compassos, sendo o 1º em unidades de tempo, o 2º em subdivisão da unidade de tempo e o 3º na unidade de compasso, lembrando-nos de que a semifusa não se subdivide, por ser a ultima.

EXEMPLOS:

2 1

2

1

2

1-2

 
 
 
 
 
 
 
 

2

1

2

1

2

1-2

     
     
     
   
     
 

2

1

2

1

2

1-2

  .  
 

.

 

2

1

2

1

2

1-2

   
 
   
   
   
   
   
   
   
 

3

1

2

3

1

2

3

1-2-3

 
 
 
 
 
 
 
 
 
1 2 1 - 2     3 1 2 3 1 2 3 1-2-3  

A Música na Igreja Adventista - Parte 2.1

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3

1

3 1 2 3 1 2 3 1-2-3 3 1 2 3 1 2 3 1-

2

3

3 1 2 3 1 2 3 1-2-3 3 1 2 3 1 2 3 1-

1

2

3

1-2-3

3 1 2 3 1 2 3 1-2-3 3 1 2 3 1 2 3 1-

3 1

2

3

1

2

3

1- 2 – 3

3 1 2 3 1 2 3 1- 2 – 3 3 1 2 3 1
3 1 2 3 1 2 3 1- 2 – 3 3 1 2 3 1
3 1 2 3 1 2 3 1- 2 – 3 3 1 2 3 1
3 1 2 3 1 2 3 1- 2 – 3 3 1 2 3 1

3

1

2

3

1

2

3

1-2- 3

3 1 2 3 1 2 3 1- 2 – 3 3 1 2 3 1
3 1 2 3 1 2 3 1- 2 – 3 3 1 2 3 1
3 1 2 3 1 2 3 1- 2 – 3 3 1 2 3 1
3 1 2 3 1 2 3 1- 2 – 3 3 1 2 3 1

4

1

2

3

4

1

2

3

4

1234

1 2 3 1 2 3 1-2- 3 4 1 2 3 4 1 2 3

4

1

2 3 1 2 3 1-2- 3 4 1 2 3 4 1 2 3 4

4

1

2

3

4

1

2

3

4

1234

1-2- 3 4 1 2 3 4 1 2 3 4 1234 4 1 4 1

2

3

4

1

2

3

4

1234

.
.

4

1

2

3

4

1

2

3

4

1234

.
.

Infelizmente, quando a pessoa que escreveu a música vai indicar, no inicio da pauta, o tipo de compasso que usou, não o faz de forma que acabamos de mostrar, mas procura substituir a figura pelo número que lhe corresponde, usando assim uma formula de compasso que nada mais é do que números sobrepostos que indicam o tipo de compasso usado.

Nos compassos simples o processo é prático e lógico:

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Observe-se porém, que não se trata de fração, mas de

Observe-se porém, que não se trata de fração, mas de fórmula de compasso, devemos escrever e dizer, portanto,

(três por oito) e não

(três oitavos);
(três oitavos);
e dizer, portanto, (três por oito) e não (três oitavos); (quatro por dois), e não (quatro

(quatro por dois), e não

(quatro meios), etc.

oitavos); (quatro por dois), e não (quatro meios), etc. (dois por quatro) e não (dois quartos),

(dois por quatro) e não

(dois quartos),
(dois quartos),

Nos compassos simples, vê-se que o número de cima mostra se o compasso é binário, ternário ou quartenário, e o número de baixo já é o da unidade de tempo.

As coisas, porém, se complicam no compasso composto, pois as figuras compostas, não possuindo um número próprio correspondente por serem pontuadas, dificultam o processo de substituição por números e que requer uma explicação mais cuidadosa.

,

,

Como dissemos,

, de 3 reais com uma única cédula ou nota. Esta nota de três reais não existe; a pessoa usa 3 notas de 1, que vão dar o total de 3. O mesmo raciocínio se usa

, etc. não tem número correspondente. A pessoa se depara com a mesma dificuldade daquele que quer pagar um bombom

para as figuras compostas; não tem número, mas com 6 notas de 1, logo,

=

. Se fossem 2 bombons, ou seja, um compasso binário,

=
=

deveriam ser pagos

notas de 1, logo, = . Se fossem 2 bombons, ou seja, um compasso binário, =

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No caso de composto ternário seria mais um tempo:

=

No caso de composto ternário seria mais um tempo: = Nos quaternários seria: = , ou

Nos quaternários seria:

=
=
ternário seria mais um tempo: = Nos quaternários seria: = , ou , donde se deduz:

, ou

, donde se deduz:

Aplicando o mesmo raciocínio para as outras unidades, veremos que sempre os binários compostos corresponderiam a 6 figuras simples da subdivisão da unidade de tempo; os ternários sempre 9 e os quaternários sempre 12 (vide exercícios feitos com os compassos compostos). O número de baixo, portanto, não será o da unidade de tempo como nos compassos simples, mas será o de uma figura simples que apareceu da subdivisão da unidade de tempo composta. Ora, para se descobrir a unidade de tempo basta, portanto, somarmos 3 das do número de baixo, e teremos uma figura composta. A correspondência entre as fórmulas que estudamos e as que se usam apenas com números, será:

que estudamos e as que se usam apenas com números, será: No hinário, os compassos usados

No hinário, os compassos usados são:

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A unidade de tempo sempre aparece em cima dos hinos como

A unidade de tempo sempre aparece em cima dos hinos como ponto de referencia para o Andamento.

Andamento na música é a velocidade dos tempos, que pode pertencer a três categorias:

Lentos

Grave – mais ou menos 40 a 44 tempos p/ minuto

Largo – +/- 46 a 48)

Larghetto – +/- 50

Adágio – +/- 52-56

Andante +/- 60 (1 tempo por segundo)

Moderados Andantino +/- 69-72

Moderado +/- 76-92

Rápidos

Allegretto +/- 96-104

Allegro +/- 112-120

Vivace +/- 126-138

Presto +/- 146

Há ainda alguns parciais, como por exemplo:

Acell. (acelerado)

Rit. (retardando), etc.

À vezes aparece na música um grupo de figuras que vem em número diferente do que o normal. A estes grupos damos o nome de grupos irregulares. Os mais comuns são:

Tercina – 3 figuras no lugar de 2 da mesma espécie. Ex.: Hinos 46, 545, 505, etc.

Quintolê e Sextina – 5 e 6 figuras, respectivamente, no lugar de 4 da mesma espécie.

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Duolê – 2 figuras no lugar de 3 da mesma espécie.

Há muitos outros, mas todos eles sempre indicam com um número acima ou abaixo do grupo o número irregular de figuras.

Já vimos que existem sons na música que são mais fortes, mais acentuados do que outros, lembrando-nos de que o começo do repouso (e do compasso) é o som mais forte, deduzimos que o 1º tempo de cada compasso é forte e os outros fracos, uma vez que o peso já foi descarregado no 1º. Quando os tempos estão subdivididos em mais sons, a primeira parte dos tempos fracos se apresenta com uma acentuaçãozinha secundária, não tão forte quanto o primeiro tempo, que é inconfundível.

Quando um som mais fraco se liga a um mais forte na mesma altura, ocorre uma síncope (Exemplos nos hinos 369 e 267).

Quando na parte mais forte aparece uma pausa (silêncio) seguida de som na parte mais fraca, dá-se um contratempo (Exemplos nos hinos 54, 16 e 46 – vozes masculinas).

Outros sinais que usamos na música são:

Ligadura –

Outros sinais que usamos na música são: Ligadura – Linha curva que une os sons. No

Linha curva que une os sons. No caso de sons da mesma altura, não se repete o segundo, apenas se prolonga o 1º somando-se o valor do segundo. No hinário significa que uma sílaba deve ser vocalizada em 2 ou mais sons. (Ex.: nº 335).

Fermata –

gosto de quem esta cantando, dirigindo ou tocando. O bom senso naturalmente vai indicar quando chega…

O bom senso naturalmente vai indicar quando chega… – Sinal que obriga a parada dos tempos

– Sinal que obriga a parada dos tempos (sinal vermelho), fazendo a figura sobre a qual esta colocado se prolongar tanto tempo quanto for o

Sinais de Repetição –

prolongar tanto tempo quanto for o Sinais de Repetição – – Repetir o trecho que esta

– Repetir o trecho que esta dentro destas barras duplas com pontinhos.

o trecho que esta dentro destas barras duplas com pontinhos. Na 2ª vez passar diretamente para

Na 2ª vez passar diretamente para a casa “2” sem tocar novamente a “1”, e depois prosseguir.

D.C. – Voltar ao começo

D.S. – Voltar ao sinal –

D.C. – Voltar ao começo D.S. – Voltar ao sinal – Exemplos: 508, 269, 238, 25,

Exemplos: 508, 269, 238, 25, etc.

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Uma sucessão de sons em ordem ascendente ou descendente forma uma escala. Cada um dos sons que a compõem chama-se grau. Sendo que os sons não são da mesma altura, existe diferença de altura entre um e outros. A essa diferença de altura entre um e outro, digo, entre dois sons, damos o nome de intervalo musical. Quando dois sons estão na mesma altura, o intervalo chama-se uníssono.

Existem escalas de 4, 5, 6, 7 e 12 sons diferentes; o nosso sistema musical usa a de 7 sons diferentes (como vemos no estudo das notas), e lemos por oitavas, ou seja, repetindo a primeira na parte aguda (oitava nota). Quando dentro do nosso sistema musical, a diferença de altura entre dois sons é tão pequena que não cabe nenhum som intermediário, forma o menor intervalo que temos, chamado Semitono. Se, porém, a diferença de altura já for um pouco maior, de tal maneira que caiba apenas um som intermediário, sendo portanto dois semitonos, o intervalo recebe o nome de Tono (Há quem use chamar semitom e tom para estes intervalos), mas preferimos fazer diferença entre Tono – intervalo – e Tom – som fundamental de uma escala. Modo de uma escala é à disposição dos intervalos entre os graus da escala. Usamos dois modos:

Modo Maior: quando a escala obedece à seguinte disposição de intervalos:

a escala obedece à seguinte disposição de intervalos: (2 tonos, 1 semitono, 3 tonos e 1

(2 tonos, 1 semitono, 3 tonos e 1 semitono)

Modo Menor:

(2 tonos, 1 semitono, 3 tonos e 1 semitono) Modo Menor: Modelo de escala maior existe

Modelo de escala maior existe entre nossas notas naturais se começarmos no Dó e terminarmos no Dó (oitava acima).

se começarmos no Dó e terminarmos no Dó (oitava acima). O modelo de menor aparece se

O modelo de menor aparece se começarmos e terminarmos com Lá:

de menor aparece se começarmos e terminarmos com Lá: Notamos que naturalmente entre Do-Ré, Ré-Mi, Fá-Sol,

Notamos que naturalmente entre Do-Ré, Ré-Mi, Fá-Sol, Sol-Lá, Lá-Si aparecem Tonos, e entre Mi-Fá e Si-Dó aparecem Semitonos. Isto desperta a pergunta:

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Que nomes recebem os sons intermediários que existem entre as notas que tem 1 Tono entre si? Eles não têm nome próprio, mas usam o nome dos vizinhos mais próximos associados a certos sinais que recebem o nome de sinais de alteração ou acidentes, que são:

sustenido – eleva um semitonoo nome de sinais de alteração ou acidentes, que são: – bemol – rebaixa um semitono

bemol – rebaixa um semitonoou acidentes, que são: sustenido – eleva um semitono – – bequado – anula o efeito

bequado – anula o efeito dos outros fazendo voltar ao natural– eleva um semitono – bemol – rebaixa um semitono – – dobrado sustenido – eleva

dobrado sustenido – eleva um tono– anula o efeito dos outros fazendo voltar ao natural – – dobrado bemol – rebaixa

dobrado bemol – rebaixa um tonoao natural – dobrado sustenido – eleva um tono – – anula um sustenido e conserva

anula um sustenido e conserva um– eleva um tono – dobrado bemol – rebaixa um tono – – anula um bemol

anula um bemol e conserva um– rebaixa um tono – anula um sustenido e conserva um – – Assim, entre Dó

Assim, entre Dó e Ré existe um som intermediário que pode ser chamado de Dó
Assim, entre Dó e Ré existe um som intermediário que pode ser chamado de Dó
ou de Ré . Entre Ré e Mi há outro que pode ser ou Ré
ou Mi
. Mi
coincide com o Fá e Fá
coincide com Mi. Entre Fá e Sol existe Fá
ou ou Sol ; entre Sol e Lá existe Sol
ou Lá ; entre Lá e Si existe Lá
ou Si
; Si
coincide com Dó e Dó
coincide com Si. Dó
será na mesma altura do Ré, e Ré
será na mesma altura do Dó e assim por diante.

A maior utilidade destes acidentes é a de permitir formas escalas dos dois modos baseadas em qualquer nota. Assim, se quisermos formar uma escala que esteja no modo maior a partir da nota Sol, notaremos que de Sol para Lá existe T, de Lá-Si T, Si-Dó St, Dó-Ré T, RÉ-Mi T; e só o Fá estaria deslocado

formando St com Mi e não com Sol. Usando Fá a escala se encaixa no esquema do Modo Maior soa de maneira idêntica à de Dó Dó, por obedecer em ordem, aos mesmos intervalos.:

de Dó Dó, por obedecer em ordem, aos mesmos intervalos.: . Obteremos, a partir de Sol,

. Obteremos, a partir de Sol, uma escala que

Estes acidentes têm, portanto, quando colocados no começo da pauta, a função de corrigir a disposição dos intervalos entre os gruas da escala sobre a qual está baseada a música, encaixando-a num determinado modo, e valem para toda a música; quando ocorrem no meio da música valem apenas para o compasso em que estão escritos. Daí o nome de acidentes fixos e acidentes ocorrentes.

Estes dois tipos de escala que usamos são copiados do que os gregos na antiguidade clássica praticavam. Assim, nossa escala Maior nada mais é do que uma escala que os gregos obtinham reunindo dois grupos de 4 sons seguidos (tetracordes – 4 sons) dentre os do gênero diatônico (que só se utilizava Tonos e

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Semitonos), e que tinham a seguinte disposição:

Semitonos), e que tinham a seguinte disposição: Dois tetracordes iguais de , com um Tono entre

Dois tetracordes iguais de

, com um Tono entre os dois.tinham a seguinte disposição: Dois tetracordes iguais de Pelo processo de se considerar os 2 tetracordes

Pelo processo de se considerar os 2 tetracordes como 1º de uma nova escala, aparecerá sucessivamente, uma escala baseada em Sol (com 1

vimos), depois uma em Ré (com 2

), depois uma em Lá (com 3baseada em Sol (com 1 vimos), depois uma em Ré (com 2 ), e assim por

vimos), depois uma em Ré (com 2 ), depois uma em Lá (com 3 ), e

), e assim por diante.

(com 2 ), depois uma em Lá (com 3 ), e assim por diante. , como

, como já

depois uma em Lá (com 3 ), e assim por diante. , como já ), depois

), depois uma em

Pelo processo de se considerar o 1º tetracorde como o 2º de uma nova escala aparecerá sucessivamente, uma escala baseada em Fá (com 1

Si

(com 2
(com 2

), e assim por diante, formando um conjunto de 15 escalas maiores (7 com sustenidos, 7 com bemóis e uma sem acidentes fixos).

Damos a seguir uma tabela das escalas com seus respectivos acidentes, lembrando que a ordem em que aparecem os bemóis é – Si, Mi, Lá, Ré, Sol, Do e Fá:

aparecem os bemóis é – Si, Mi, Lá, Ré, Sol, Do e Fá: é – Fá-Dó,

é – Fá-Dó, Sol-Ré, Lá, mi, e Si; a dos

Sol, Do e Fá: é – Fá-Dó, Sol-Ré, Lá, mi, e Si; a dos Sem acidentes

Sem acidentes – Dó M ou Lá m (dó maior e Lá menor)

1

– Sol M ou Mi m1   1 – Fá M ou Ré m

 

1

– Fá M ou Ré m1 – Sol M ou Mi m   1

2

– R é M o u S i m Ré M ou Si m

2

– Si2 – R é M o u S i m 2 M ou Sol m

– Si

M ou Sol m

3

– Lá M ou Fá3 m 3 – Mi M ou Dó m

m

3

– Mi3 – Lá M ou Fá m 3 M ou Dó m

– Mi

M ou Dó m

4

– Mi M ou Dó

– Mi M ou Dó4 m 4 – Lá M ou Fá m

m

4

– Lá4 – Mi M ou Dó m 4 M ou Fá m

– Lá

M ou Fá m

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5

– Si M ou Sol5 m   5 – Ré M ou Si m

m

 

5

– Ré5 – Si M ou Sol m   5 M ou Si m

– Ré

M ou Si

M ou Si

m

6

7

– F á Fá

– Dó– F á

M ou Ré

M ou Lá

m

m

6

7

– Sol– Dó

– Dó– Sol

6 7 – F á – Dó M o u R é M ou Lá m
6 7 – F á – Dó M o u R é M ou Lá m

M ou Mi

M ou Mi M ou Lá
M ou Mi M ou Lá

M ou Lá

m

m

Deve-se notar que, quando uma escala tem 1 acidente, é o primeiro da ordem; quando tem 2 acidentes, são o 1º e o 2º da ordem; quando tem 3 acidentes, são

o 1º, o 2º e o 3º da ordem.

Quando duas escalas de modos diferentes têm os mesmos acidentes fixos dizemos que uma é relativa a outra.

A diferença entre um modo e outro está nos intervalos que o III, o VI e o VII graus formam sobre o primeiro, que no modo menor é um semitono a menos do

que no Maior. Por isto estes gruas recebem o nome de gruas modais, pois determinam o modo.

É bom que saibamos que cada grau de escala tem seu nome, de acordo com sua função:

I

Tônica

II

Sobretônica

III

Mediante

IV

Subdominante

V

Dominante

VI

Sobredominante ou Superdominante

VII

Sensível

VIII

Repetição Tônica

Como dissemos a princípio, estamos apresentando a parte da teoria musical necessária e suficiente para se entender a escrita musical; os que se desejam aprofundar um pouco mais, deverão fazê-lo em outros compêndios.

Resta apenas fazermos uma ligeira explicação sobre os sinais

apenas fazermos uma ligeira explicação sobre os sinais que aparecem sobre os hinos no “Cantai ao

que aparecem sobre os hinos no “Cantai ao Senhor”. Eles indicam os membros da frase musical.

A Música na Igreja Adventista - Parte 2.1

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A música é uma linguagem semelhante à que usamos ao falar. Uma frase com sentido completo é composta de elementos ou objetos, etc. Assim, uma oração

como: “tua casa é bonita”, é formada de quatro palavras; a primeira dá idéia de posse, a segunda dá idéia de uma construção, a terceira dá uma idéia de afirmação, e a quarta dá idéia do aspecto que a casa tem; estas quatro idéias formam a frase com sentido completo.

A mesma coisa acontece com a frase musical; algumas idéias se reúnem para formar uma frase. Estas “palavras” da música chamam-se motivos ou células

musicais. Estes motivos vão formando as frases, e as frases vão formando os períodos.

É muito fácil vermos na linguagem escrita onde começa e onde termina uma palavra, pois existe um espaço isolando uma da outra; e se não fosse assim

seriabemmaisdificildeseperceberondecomeçariaumaeondeterminarianoslevandoaumsistemadeescrita bastante primitivo, igual ao usado quando nossa Bíblia começou a ser escrita, separação nas palavras e sem pontuação.

A música ainda está, infelizmente, escrita desta maneira, e só a analise fraseológica do trecho é que permite distinguir as idéias que formam a frase, e as

frases que formam o período. O que a linguagem escrita conseguiu isolando as palavras e usando a pontuação, a fraseologia musical, usando estes sinaizinhos, fez pela música.

Seria bom que todos soubessem o que há no hinário: um trabalho tão lógico, simples e rudimentar quanto o da separação de palavras e da pontuação na linguagem escrita.

Dois ou três motivos musicais formam meia frase. Duas ou três meias-frases formam uma frase. Uma ou mais frases podem formar um período musical.

separa os motivos musicais;

formar um período musical. separa os motivos musicais; separa as meias frases; separa as frases, e

separa as meias frases;

musical. separa os motivos musicais; separa as meias frases; separa as frases, e conclui o período.

separa as frases, e

musicais; separa as meias frases; separa as frases, e conclui o período. Exemplo: o cântico nº

conclui o período.

Exemplo: o cântico nº 29, o período é formado por duas frases.

o cântico nº 29, o período é formado por duas frases. A primeira é binária, formada

A primeira é binária, formada de duas meias frases ternárias; a segunda é ternária, formada de três meias frases, sendo duas binárias e uma ternária.

Os movimentos que usamos normalmente para a regência dos hinos, são os seguintes, se praticados com a mão direita:

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- Parte 2.1 http://musicaeadoracao.com.br/28142/a-musica-na-igreja-adventista-parte-2-1/ 27 de 29 10/12/2016 23:05
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"A capacidade de discernir entre o que é reto e o que não o é, podemos possuí-la unicamente pela confiança individual em Deus. Cada um deve aprender por si, com auxílio dEle, mediante a Sua Palavra. A nossa capacidade de raciocinar foi-nos dada para que a usássemos, e Deus quer que seja exercitada." (E. G. White, Educação, p. 231)

Música e Adoraçãoquer que seja exercitada." (E. G. White, Educação, p. 231) Efeitos da Música Hinologia 28 de

Efeitos da Músicaque seja exercitada." (E. G. White, Educação, p. 231) Música e Adoração Hinologia 28 de 29

Hinologiaexercitada." (E. G. White, Educação, p. 231) Música e Adoração Efeitos da Música 28 de 29

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Criação: Pablo Seidel