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SISTEMA DE IMPERMEABILIZAÇÃO

IMPERMEABILIZAÇÃO
Conjunto de produtos e serviços
destinados à conferir
estanqueidade a partes de uma
construção.
Profa. Dra. Helena Carasek

NBR 9575:2003

Sistema de Impermeabilização PROTEÇÃO E


(esquema genérico) IMPORTÂNCIA CONSERVAÇÃO
DAS
EDIFICAÇÕES

Proteção mecânica
Isolamento térmico
Impermeabilização
Regularização

BASE

Geralmente a impermeabilização é composta de


um conjunto de camadas com funções
específicas.

9 ALTO CUSTO DE MANUTENÇÃO

9 INSATISFAÇÃO DOS USUÁRIOS

9 Depreciação do imóvel e transtorno no cotidiano do edifício

PROPAGANDA NEGATIVA DA CONSTRUTORA

1
DEMOLIÇÃO DO PISO PARA REEXECUÇÃO DA
IMPERMEABILIZAÇÃO

(Antonelli, 2002)

EXPECT AT IVA
BOM DE PROBLEMAS PROBLEMAS
6% 8% VISÍVEIS
86%

Incidência de problemas na impermeabilização


em edifícios na cidade de Goiânia
(ANTONELLI, CARASEK, CASCUDO, 2002)

2
NORMALIZAÇÃO NORMALIZAÇÃO

9 NBR 8083 - Materiais e sistemas utilizados em 9 NBR 9956 – Mantas asfálticas – estanqueidade à água;
impermeabilização;
9 NBR 9952 – Mantas asfálticas com armadura para
9 NBR 9227 – Véu de fibra de vidro para impermeabilização - requisitos e métodos de ensaio;
impermeabilização
9 NBR 12171 – Aderência aplicável em sistema de
9 NBR 9574 – Execução de impermeabilização; impermeabilização composto por cimento
impermeabilizante e polímeros;
9 NBR 9575 – Projeto de impermeabilização;
9 NBR 9685 – Emulsões asfálticas sem carga para 9 NBR 12190 – Seleção de impermeabilização;
impermeabilização;
9 NBR 13121 – Asfalto elastomérico para
9 NBR 9689 - Materiais e sistemas de impermeabilização.
impermeabilização;
IBI - Instituto Brasileiro de Impermeabilização

SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO SISTEMA RÍGIDO

9 SISTEMA RÍGIDO; 9 ARGAMASSA IMPERMEÁVEL com aditivo hidrófogo


9 CONCRETO IMPERMEÁVEL Ex.: Vedacit, Sika 1
9 SISTEMA SEMI-FLEXÍVEL;
Exemplos de aplicação:contrapisos e pisos, vigas
9 SISTEMA FLEXÍVEL; baldrames, reservatório enterrado e cortinas.
„ MOLDADO IN LOCO
„ PRÉ-MOLDADO

Não admite movimentação da base !!!

SISTEMA RÍGIDO SISTEMA SEMI-FLEXÍVEL


Alicerce – importante usar emulsão asfáltica Classificação questionável – flexibilidade depende do teor
sobre a argamassa/concreto contendo de polímeros (conceito relativo para matrizes
impermeabilizante. cimentícias).

ARGAMASSAS POLIMÉRICAS (acrílica e SBR)

ÂPré-dosadas Ex.: K11(pó) + KZ (resina) Viapol


Denvertec 100

ÂDosadas em canteiro Ex.: Baucryl 5000 - Quimicryl

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SISTEMA SEMI-FLEXÍVEL SISTEMA FLEXÍVEL

9 MOLDADO IN LOCO (Membrana)


9 ARGAMASSAS POLIMÉRICAS ASFALTO ELASTOMÉRICO, ASFALTO OXIDADO,
ASFALTO POLIMÉRICO, EMULSÃO ASFÁLTICA
Exemplos de aplicação:
Reservatório inferior, caixas de inspeção e
9 PRÉ–MOLDADO
MANTAS ASFÁLTICAS, MANTAS
gordura, pisos das áreas molhadas de ELASTOMÉRICAS, MANTAS POLIMÉRICAS,
apartamentos (banheiros, cozinhas e MANTAS BUTÍLICAS
varandas), saunas, cortinas e piscinas.
Exemplos de aplicação:
Lajes estruturais (térreas e cobertura), reservatórios
Reservatório de água potável – algumas resinas não superior e inferior, piscinas, floreiras, etc.
são recomendáveis (verificar garantia do
fabricante)

SISTEMA FLEXÍVEL
Membrana asfáltica
Membrana asfáltica
Técnica básica: moldagem no local de películas Estruturantes:
(membranas) asfálticas estruturadas (reforçadas)
9 véu de fibra de vidro (NBR 9227)
Materiais asfálticos: 9 tela de fibra de vidro
Para aplicação a frio: 9 véu e tela de poliéster
9 emulsões asfálticas sem carga (NBR 9685) e emulsões
asfálticas com carga (NBR 9687) 9 tela de poliamida (nylon)
9 emulsões asfálticas modificadas com polímeros 9 feltro asfáltico (NBR 9228)
9 soluções asfálticas modificadas com polímeros (com
solvente)
Para aplicação a quente:
9 asfaltos oxidados (NBR 9910)
9 asfaltos modificados com elastômeros (NBR 13121)

Aquecimento do asfalto em estado


MANTAS ASFÁLTICAS
sólido em caldeira
9 Asfaltos: Os asfaltos mais
utilizados são os
elastoméricos como SBS
(Estireno-Butadieno-
Estireno) e os plastoméricos
como APP (Polipropileno
Atático);

Asfalto em 9 Materiais estruturantes:


estado sólido Responsáveis pela
resistência à tração. Os
mais utilizados são: filme de
polietileno, véu de fibra de
vidro e não-tecido de
poliéster;

4
PROJETO DE
IMPERMEABILIZAÇÃO
9Acabamento: São inseridos nas mantas 9 NBR 9575 (ABNT, 2003)
asfálticas ainda no processo de
fabricação e são escolhidos de acordo “ O projeto de impermeabilização deverá ser
com a necessidade funcional, estética desenvolvido conjuntamente com o projeto
ou de aplicação. executivo e os projetos setoriais de modo a serem
„ mantas que recebem proteção - previstos as correspondentes especificações
acabamentos são de filme de polietileno ou em termos de dimensões, cargas, testes e
de areia. detalhes”.
„ mantas auto-protegidas (ficam expostas) -
alumínio e grãos de ardósia.

EXEMPLO DE PROJETO DE
PROJETO DE IMPERMEABILIZAÇÃO DE UMA LAJE TÉRREA
IMPERMEABILIZAÇÃO

9 OBJETIVOS DO PROJETO:
- Analisar, detalhar, discriminar as metodologias,
compatibilizar os possíveis sistemas
impermeabilizantes com a concepção da edificação.

9 VANTAGENS DO PROJETO:
- Compatibiliza os projetos
- Antecipa os possíveis problemas
A

- Define as etapas de execução


- Facilita o trabalho de fiscalização PROJETO DE IMPERMEABILIZAÇÃO
CONDOMÍNIO DE PADRÃO MÉDIO
A

01/11

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Detalhe da junta de dilatação

(ANTONELLI, 2002)

Detalhe do ralo

(ANTONELLI, 2002)

SISTEMA FLEXÍVEL
Procedimentos de Execução:
SISTEMA FLEXÍVEL
Execução ™ PREPARAÇÃO DO SUBSTRATO
™ CAIMENTOS
™ IMPRIMAÇÃO
™ APLICAÇÃO DO MATERIAL (manta ou membrana)
9 Mantas asfálticas ™ TESTE DE ESTANQUEIDADE
9 Membranas asfálticas ™ CAMADA DE SEPARAÇÃO
™ PROTEÇÃO MECÂNICA
™ ACABAMENTO FINAL

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PREPARAÇÃO DA SUPERFÍCIE
9 A superfície deve estar desimpedida e livre 9 Providenciar limpeza enérgica da superfície,
para o trabalho de impermeabilização removendo excesso de concreto, madeira,
9 Localizar eventuais falhas de concretagem, ferro, poeira, etc.,
removendo as partes soltas e preparar a 9 Umedecer a superfície com água em
superfície com argamassa específica abundância antes da regularização, para
melhor aderência no substrato;
9 Nos rodapés, muros e paredes a argamassa
de regularização deve subir de 20 a 30 cm do
piso acabado.

REGULARIZAÇÃO DA
Regularização
SUPERFÍCIE
É a camada que prepara a superfície para o 9 Caimento para os ralos (> 1%)
recebimento do sistema de impermeabilização. 9 Encontro entre laje e parede – cantos
arredondados (8 cm de raio).
Nesta camada deverá ser formado o diagrama de
escoamento da água
(caimentos).

Regularização - Cantos IMPRIMAÇÃO ASFÁLTICA


A imprimação asfáltica é o elemento de ligação entre o
substrato e as mantas pré-fabricadas de asfalto.
Ele é composto por asfalto oxidado (pelas suas
caraterísticas adesivas ) diluídos em solventes
orgânicos.
Depois de regularizada a superfície aplicar com rolo de
lã de carneiro ou trincha, em temperatura ambiente
entre 10º e 50ºC.
Manter o ambiente ventilado durante a aplicação e a
secagem de 3 a 6 horas, dependendo das condições
ambientais.
9 Consumo: 0,4 a 0,6 kg por m2.

7
Imprimação Impermeabilização

MANTA ASFÁLTICA

9 Iniciar por ralos e reforços depois fazer a


impermeabilização da área global

9 Impermeabilização deve subir 20 cm a 30 cm


na parede

RALOS

Passo 2
Cortar tiras na porção da
Passo 1 manta que ficou na
Enrola-se um canudo (20 superfície
cm – 10 cm para dentro e Arremate chamado
10 cm para fora) margarida
Colar manta na parte
inferior – ferramenta
aquecida (biselamento)

RALOS

Passo 3 Passo 4
Recortar mais um quadrado de Empurram-se as pontas (fatias
manta (~40 cm) e sobrepô-lo de pizza) para dentro do cano e
ao ralo. Dividir o centro (como faz-se o seu biselamento com
se fossem fatias de pizza) O ferramenta aquecida.
diâmetro da área trabalhada Só então pode-se iniciar a
deve coincidir com a abertura impermeabilização do resto da
do ralo) laje.

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Execução de ralo com manta 9 Abrir o rolo totalmente para o alinhamento e em
seguida bobinar novamente.

9Queimar com o
maçarico o polietileno
protetor de alta
densidade e também a
tinta de imprimação para
promover uma perfeita
aderência.

9 A manta deverá ser colocada no sentido contrário


ao caimento começando da parte mais baixa para a
mais alta até cobrir toda a área, inclusive a
platibanda se for necessário.

9 Entre uma manta e outra deverá ter uma


sobreposição de no mínimo 10 cm.

9 Completar a aplicação até cobrir com a manta toda


a área a impermeabilizar.

9
9 Depois de coberta toda a superfície se deverá
fazer o arremate de todas as juntas aquecendo
Membrana - Emulsão
com o maçarico e passando uma colher de pedreiro.
9 Aplicada como tinta
9 Necessário intervalos entre aplicação das
camadas
9 Camada anterior – totalmente seca ao
toque
9 Aprox. 12 horas entre camadas

Membrana asfáltica Membrana asfáltica


9Espessura final ~ 4 mm
Não pode ser aplicada em camadas grossas –
para se chegar logo na camada final.
Camadas espessas – formação de bolhas –
pontos frágeis para a ruptura.

Fiscalização – liberar material em parcelas –


somente após a secagem.

Teste de
Manta Membrana
9São pré-fabricadas: oferecem
9Bom para áreas pequenas
Estanqueidade 5 cm de lâmina d’água
maior garantia de qualidade e
(<20 m2)
uniformidade
9Toda a extensão com mesma 9Bom para áreas com muitas Após o término da
espessura interferências (ralos, antenas, impermeabilização -
9Rapidez de execução (1 etc.) testes:
MANTA
bobina de 8,7 m2 é aplicada em
30 min por aplicadores
experientes)
9Não precisa esperar secagem
X MEMBRANA
9Fácil aplicação
9Atóxica (à base de água)
9 Horizontal
9 Vertical
do material
9Maior dificuldade no controle Proceder na horizontal
9Mão-de-obra deve ser bem da espessura
teste de lâmina da água
treinada
9Baixa produtividade onde 9Serviço demorado - necessário de 72 horas, em etapas
esperar secagem entre camadas para observar eventuais
existem muitas interferências
– cerca de 12 horas entre
camadas
falhas no sistema.

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Teste de Estanqueidade

9 Após conclusão dos testes na horizontal, se


possível, jatear água na vertical com
equipamento de pressão para verificação da
aderência da impermeabilização no
substrato.

PROTEÇÃO MECÂNICA

CLASSIFICAÇÃO DAS PROTEÇÕES: 9 A proteção mecânica pode ser aplicada


sobre uma "camada de transição",
9 Proteção mecânica por sombreamento: placas constituída de argamassa sobre papel kraft
apoiadas para formação de colchão de ar
9 Proteção de mantas asfálticas auto-protegidas
ou feltro asfáltico.
(alumínio, ardósia )
9 Proteção mecânica rígida (argamassas, concretos,
revestimentos nobres): áreas acessíveis
9 Proteção mecânica de material solto (brita, argila
expandida, dolomita, etc.....) : áreas inacessíveis e
de pequena inclinação

PROTEÇÃO RÍGIDA – Proteção Mecânica


PISO FINAL

9 Argamassa de cimento e areia (1:3 vol.)


min. 3cm de espessura
9 Juntas de movimentação: placas de 1,5 m x
1,5 m
9 Juntas perimetrais
9 Superfícies verticais ou com grande
inclinação: argamassa armada.

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Juntas de movimentação
TELA GALVANIZADA NA VERTICAL

TELA GALVANIZADA NA VERTICAL

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