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Sistema de Exaustão para Indústria da Madeira

Sistema de Exaustão Ventilador ou Exaustor Centrífugo para a Indústria da Madeira


(madereiras), é fabricado em chapas de aço carbono SAE 1010/20, construção reforçada, com
rotor balanceado dinamicamente, acoplado a eixo de aço SAE 1045, assentado a rolamentos auto
compensadores de rolos, 1ª linha, com bucha de fixação e mancais bi partido tipo SNA.

O acionamento do Sistema de Exaustão para Indústria da Madeira é através de correias com


polias em ferro fundido, devidamente balanceadas, com protetor metálico.

Todo o conjunto do Sistema de Exaustão para Indústria da Madeira será assentado em uma base
única, com esticadores de correias e a carcaça equipada com porta de inspeção.

Filtro de Mangas tipo pulse-jet do Sistema de Exaustão para Indústria da Madeira, com
limpeza automática das mangas através de jatos de ar comprimido, comandadas por um
seqüênciador eletrônico.

Componentes Básicos do Sistema de Exaustão para Indústria da Madeira:

-Câmara de filtragem, constituída por painéis metálicos modulados


-Moega inferior para escoamento dos resíduos
-Plenum de limpeza com tubos injetores de ar comprimido
-Câmara de entrada de ar + resíduos instalada no topo do silo
-Mangas filtrantes em feltro poliester agulhado
-Gaiolas em arame galvanizado, com venturi, para fixação das mangas
-Válvulas solenóides, que permitem a passagem de ar comprimido
-Seqüênciador eletrônico para controle da limpeza das mangas
-Escada de acesso tipo marinheiro

Rôsca extratora de pó do Sistema de Exaustão para Indústria da Madeira, com válvula


rotativa, equipadas com acionamento moto redutor, instalada na descarga da moega.

Rede de Tubulação do Sistema de Exaustão para Indústria da Madeira, para aspiração e


transporte de materiais, tecnicamente dimensionada, construída em chapas de aço carbono, com
espessuras variáveis. Esta tubulação possui um ramal principal, do qual partirão os ramais
secundários que atenderão a todos os pontos de aspiração do Lay–Out e será composta por tubos
retos, curvas, ramais, bifurcações, reduções, transições e conexões para mangueira flexível, todos
interligados através de flanges e decidas para ás máquinas com 2m de tubo após a curva, com
registro de regulagem.

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MADEREIRAS

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INDÚSTRIA DE MADEIRA

A formação de poeira tem uma importância maior nas carpintarias, fábricas de móveis e
empresas afins. Nestes lugares, a qualidade e a quantidade de poeira são diferentes das que se
produz nas serrarias. Especialmente em função de que se gera poeira fina, as quais são mais
difíceis de serem eliminadas e têm mais facilidade de atingir os pulmões, provocando danos à
saúde. Quando se trabalha com madeira quimicamente tratada, a poeira gerada torna-se
potencialmente mais perigosa.
Nas placas de madeira estratificadas utilizam-se colas de acetato de polivinil. No
acabamento das placas de aglomerados, de madeira estratificada e de pranchas de fibras, produz-
se uma poeira de madeira especialmente fina que deve ser aspirada e separada do ar por meio de
ciclones ou filtros têxteis. As emissões gasosas surgem na secagem do material e na compressão
para formação das placas. Na compressão das placas de compensados e de madeira estratificada
em caso de serem utilizadas resinas aminoplásticas ocorrem vestígios de fenol e formaldeídos em
menor quantidade que as resinas aminoplásticas. Os fenóis e os formaldeídos são potencialmente
tóxicos para a saúde.
A carbonização da madeira frequentemente realizada por pequenas empresas, que cortam
elas mesmas os materiais de partida (lenha), ou os obtém dos resíduos de madeira das serrarias
próximas. As emissões gasosas da carbonização da madeira, em forma de fumaça e com odor
intenso, além de serem incômodas, podem apresentar, caso não se trabalhe adequadamente,
derivados da pirólise como o benzapireno, que podem ser prejudiciais para a saúde das pessoas
que trabalham na produção, ou das populações do entorno; em caso de elevadas concentrações
apresenta riscos de câncer.

Sector da indústria de mobiliário


A indústria de mobiliário é, essencialmente, uma indústria de montagem que utiliza matérias-primas
variadas para fabricar os seus produtos. Essas matérias-primas vão da madeira (e painéis à base de
madeira) aos metais, passando pelo plástico, têxtil, couro e vidro. Existem diferentes tipos de
mobiliário (por ex. cadeiras, sofás, mesas, roupeiros, cozinhas, colchões) que se destinam a
utilizações diversas (por ex. casas particulares, escolas, escritórios)
Actualmente, a indústria europeia de mobiliário é uma indústria de elevada qualidade em termos
técnicos, estéticos, de design e de moda e detentora de uma forte imagem de marca no mundo
inteiro.
O sector do mobiliário abrange cerca de 150 000 empresas, gera um volume de negócios de quase
126 milhares de milhões de euros e uma mais-valia de 38 milhares de milhões de euros, e emprega
cerca de 1,4 milhões de pessoas (UE-27, 2006). Os principais produtores (em termos do valor da
produção) são a Itália e a Alemanha, seguidos pelo Reino Unido, França, Espanha e, em menor
grau, pela Polónia.
As micro empresas dominam o sector (86% das empresas de mobiliário na UE, empregam menos
de 10 pessoas) mas existem, igualmente, alguns grandes fabricantes. Muitas vezes, as pequenas
empresas trabalham em regime de subcontratação para as grandes firmas como, por exemplo, a
nível da fabricação de componentes e de produtos semi-acabados destinados à montagem e ao
acabamento do mobiliário. Os móveis mais fabricados na UE (38% do valor total da produção de
mobiliário), são os móveis de madeira, destinados aos quartos, salas de jantar, salas de estar e outros
espaços, e os móveis de plástico e de metal. Outros importantes subsectores de produção são os
assentos e os móveis de escritório (respectivamente, 29 e 17%), assim como os móveis de cozinha
(12%).
Ao longo dos anos, e em resposta à pressão exercida pela concorrência, nomeadamente a
concorrência internacional, as empresas de mobiliário empreenderam um moroso processo de
reestruturação e modernização, que conduziu à redução dos seus volumes de produção. A
partir de 2005, os volumes de produção aumentaram ligeiramente mas, em 2008, essa tendência
inverteu-se e a produção diminuiu de novo. Os mais importantes factores de competitividade do
sector são a investigação e a inovação, as competências e a qualidade, o design e a mais-valia, os
conhecimentos e o saber-fazer, assim como um melhor acesso aos mercados de países terceiros.