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17/01/2019 Arthur W.

Staats - Publicações

Trecho do livro " tratamentos psicológicos. Uma perspectiva comportamental ", de Antônio do Pinheiro Pérez
A terapia / análise comportamental psicológica como proposta de integração: esta proposta unificadora da
psicologia e dos tratamentos psicológicos procede do behaviorismo psicológico. Surge do próprio contexto em
que se desenvolveu a terapia de conduta e é proposto por uma figura reconhecida e presente no campo da
terapia de conduta desde os inícios da mesma. O behaviorismo psicológico, como chama hoje staats a sua
proposta teórica, é apresentado como quadro de unificação dos diferentes campos da psicologia científica,
certamente, desunidos. Começou chamando-lhe behaviorismo social, mas para diferenciar a sua behaviorismo
social do aprendizado social de bandura le redenominaría behaviorismo paradigmático (com clara ressonância
kuhniana) no início dos 80 para assim melhor pegar sua vocação unificadora. Staats considera importante
fundar a terapia em uma teoria sobre o funcionamento psicológico, por isso, previamente a apresentar uma
proposta de terapia, apresenta a teoria sobre a qual ela se baseia. Propõe uma teoria de níveis múltiplos que
integra nove campos da Psicologia. Nos primeiros níveis coloca os mecanismos biológicos do aprendizado, a
teoria básica do aprendizado e os princípios teóricos do aprendizado / cognitivo humano. A seguir coloca o nível
de estudo da personalidade social e o desenvolvimento da criança. No sexto nível coloca a personalidade
integrada por três sistemas de repertórios, o linguístico-Cognitivo, o emocional-Motivacional e o sensorial-Motor.
O nível sétimo é dedicado à psicometria da personalidade, que, como pode ser observado, joga um papel
relevante no behaviorismo psicológico. É interessante fazer notar a sua consideração trifuncional afetiva-de-
discriminativa tanto dos estímulos como das respostas (o célebre sistema a-R-D). Os últimos dois níveis
integram os domínios aplicados da psicologia anormal e da Psicologia Clínica, embora em versões prévias
incluía além disso mais dois níveis, a psicologia educacional e a organizacional. A terapia de conduta se
inscrevia no nível da Psicologia Clínica. Na Psicologia Clínica Staats distingue a modificação de conduta de
problemas simples, a terapia psicológica comportamental, a mudança e evolução da personalidade e os
métodos de tratamento linguístico-Cognitivos. O behaviorismo psicológico coloca, pois, um modelo diacrónica
na análise da conduta, diferente neste sentido ao determinismo recíproco de bandura que, de acordo com
fenández-Ballesteros, seria mais bem síncrono. A conduta se analisava em função de quatro variáveis
fundamentais: condições ambientais passadas (aprendizado cumulativo hierárquico) condições ambientais
atuais (estímulos discriminativoafectivo-Hidrófugos), condições biológicas (constitucionais e circunstanciais), e
repertórios básicos da personalidade (cognitivo-verbal, emocional - Motivacionais e sensitivo-motores).
Algumas derivações interessantes desde a teoria do behaviorismo psicológico em direção aos tratamentos
psicológicos, que arruma m. Pérez e sublinha fernández-Ballesteros, são: (1) os tratamentos psicológicos são
inseridos na psicologia, de modo que contam com uma teoria que facilita uma concepção da conduta humana,
apesar de poder argumentar que pretende abranger demais (2 ) o triplo sistema de personalidade poderia ser
uma boa alternativa ao triplo modo de resposta afectivofisiológica-Comportamental. (3) oferece uma abordagem
multinível que permite tratar cada caso de acordo com o nível de complexidade que presente. (4) permite
resolver dicotomias clássicas em terapia: Directiva contra não-Directiva, tratamento de sintomas versus
tratamento de causas, análise histórica versus ahistórico, técnicas multimodais versus simples, separatista
versus unificador. (5) facilita uma relação estreita entre o estudo básico e a prática clínica. (6) oferece uma
metodologia empírica para introduzir conceitos e princípios empíricos.
Além da aparente tentativa de unificação indiscriminada, que pode parecer uma modalidade de ecletismo mais
do que uma teoria-Marco para a terapia de conduta, outra objecção que pode ser feita ao behaviorismo
psicológico é a sua análise da linguagem. O behaviorismo psicológico, apesar de pretende se apresentar como
o behaviorismo da terceira geração, é, mais bem, preskinneriano quanto ao seu tratamento da linguagem.
Apesar das possíveis objecções, o behaviorismo psicológico vai cobrando uma presença importante como se
deduz de algumas referências em contextos variados. Por isso, deveria somar-se, e assim o quisemos fazer
nós, à relação de abordagens conceptuais relevantes da terapia de conduta.

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