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iPasolink Series

MT0029

MANUAL DE INSTALAÇÃO DOS RÁDIOS


IPASOLINK VR2/VR4/VR10

Ver. Descrição Autor Data Área


1.0 Emissão José Donizeti 07/2017 Eng Wireless.
1.1 Lay Out de montagem deo VR2 José Donizeti 08/2017 Eng Wireless.
Sumário
1. INTRODUÇÃO ..................................................................................................................................................................... 3

2. OBJETIVO ........................................................................................................................................................................... 3

3. PRÉ-REQUISITOS............................................................................................................................................................... 3

4. SEQUÊNCIA DE ATIVIDADES ............................................................................................................................................ 4

4.1 RECEBIMENTO DE EQUIPAMENTOS, ANTENAS E MATERIAIS DE INSTALAÇÃO .......................................................... 4

4.2 INSTALAÇÃO EXTERNA (INCLUSIVE SISTEMA IRRADIANTE / OMT) .............................................................................. 5

4.3 SISTEMA DE ATERRAMENTO.......................................................................................................................................... 17

4.4 INSTALAÇÃO INTERNA ................................................................................................................................................... 20

4.5 INTERCONEXÃO BÁSICA DA IDU (TRIBUTÁRIOS, LAN, IFL) ......................................................................................... 28

4.6 IDENTIFICAÇÃO ............................................................................................................................................................... 32

4.7 ENERGIZAÇÃO E CONFIGURAÇÃO INICIAL DO EQUIPAMENTO .................................................................................. 34

4.8 ALINHAMENTO DO ENLACE............................................................................................................................................ 35

4.9 TESTES FUNCIONAIS ...................................................................................................................................................... 35

4.10 LIMPEZA DO SITE ....................................................................................................................................................... 37

4.11 PREENCHIMENTO DO TEMPLATE T113 ..................................................................................................................... 37

5. DÚVIDAS, SUGESTÕES E COMENTÁRIOS ...................................................................................................................... 37

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1. INTRODUÇÃO

Especificação técnica contendo o procedimento de instalação padrão de Rádio-Enlace do produto IPASOLINK


VR 200/400/1000 NEC.

2. OBJETIVO

Este documento tem por objetivo definir os requisitos básicos para a instalação de Rádio-Enlace do produto
IPASOLINK VR 2/4/10 NEC, nos sites com estruturas de torres, mastros (rooftop) ou postes.
Deve ser utilizado como o principal documento de referência para a elaboração do Relatório de Término de
Instalação (T113).

3. PRÉ-REQUISITOS

Certifique-se de que o local está pronto e de que tudo está preparado para prosseguir com a instalação.
Tenha em mãos a Documentação do Projeto (T116 PPI, cálculo e lista de materiais) e especificações técnicas
das antenas, cabos e conectores. Além disto, certificar-se de obter as licenças para a instalação dos
equipamentos do enlace.
É imprescindível a leitura deste manual de instalação do equipamento e de instalação antes de manusear e/ou
energizar o equipamento.

OBSERVAÇÃO1: Este documento complementa o Manual do fabricante quanto ao fornecimento de procedimentos de


instalação – Instalação e Alinhamento Inicial, mas não substitui o mesmo. Portanto, algumas dúvidas quanto aos
detalhes de procedimento e de montagem podem e devem ser sanadas realizando as consultas necessárias a este
Manual.

O técnico que for executar o serviço deve possuir um mínimo de capacitação, a saber:
 Experiência em campo com equipamentos de RF;
 Familiaridade com instrumentação;
 Noção em redes (endereçamento IP, por exemplo) e informática (familiaridade com WindowsXP/Vista,
MSOffice, etc.);
 Conhecimento de normas relativas às Normas de Segurança do Trabalho e ter realizado curso ou
equivalente em Trabalho em Torres de Telecomunicações e Içamento de Cargas;
 Desejável ter realizado o curso de Operação e Manutenção de IPASOLINK VR 2/4/10 oferecido pela NEC
Brasil;

Lista de materiais de instalação (consumo):


 Proteção contra as intempéries (fita isolante, auto fusão, tubo termo contrátil);
 Acessórios de identificação (etiquetas, anilhas, bandeirolas, fitas plásticas ou inox, fio de espinar,
barbantes, conector RJ45 etc.);
 Terminais de compressão para alimentação/aterramento;
 Cabos de alimentação (azul, vermelho, verde) de diversas seções;

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A lista de ferramentas abaixo é recomendada para a instalação do rádio:
 Chaves de fenda (-) e Philips (+) de vários tamanhos;
 Chave hexa (para parafuso tipo Allen);
 Chave de torque;
 Desencapador de fio (wire stripper) ou faca;
 Ferro de solda e solda;
 Alicate de corte e alicate de bico;
 Crimpador de cabo RJ;
 Crimpador de cabo coaxial (IEC/BNC);

A lista de equipamentos abaixo é necessária para a instalação e teste do produto:


 Multímetro digital;
 Medidor de BER (PDH e/ou SDH/SONET Analyzer);
 Smart Class (para verificação de desempenho da interface Ethernet) ou compatível;
 Bússola ou GPS portátil;
 Máquina fotográfica digital;
 Requisito mínimo para Laptop: Windows XP SP3, IE7, USB 2.0, NIC 10/100M e 512MB RAM;
 Cabo CAT.5 ou superior.

4. SEQUÊNCIA DE ATIVIDADES

4.1 RECEBIMENTO DE EQUIPAMENTOS, ANTENAS E MATERIAIS DE INSTALAÇÃO

4.1.1 Conferir se as Notas Fiscais correspondem ao site, através do NOME e ENDEREÇO;


4.1.2 Conferir todo o material recebido, conforme listado nas Notas Fiscais e Documentação do Projeto.
Especial atenção deve ser dispensada ao tamanho/frequência das antenas, capacidade do rádio,
guia de onda flexível, conectores e adaptadores para cabo/guia de ondas;
4.1.3 Após conferência, assinar o canhoto da Nota Fiscal e encaminhar para o cliente (verificar junto ao
cliente a forma de entrada da Nota Fiscal);
4.1.4 Desembalar, cuidadosamente, todos os equipamentos, observando a existência de estragos e
avarias que prejudiquem suas funcionalidades;
4.1.5 Verificar e anotar a etiqueta de homologação (ANATEL) do equipamento (ODU e IDU) e da antena;
4.1.6 Acondicionar os documentos e manuais técnicos no interior do site de modo seguro, garantindo sua
utilização adequada;
4.1.7 Qualquer anormalidade percebida no processo de conferência e/ou desembalagem deverá
imediatamente ser reportada e formalizada ao responsável pela instalação (responsável da área de
Implantação – Coordenador de Implantação / Gerente de Projetos);

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4.2 INSTALAÇÃO EXTERNA (INCLUSIVE SISTEMA IRRADIANTE E OMT)

4.2.1 Verificar se as estruturas de fixação de Antenas e Cabos estão em conformidade com a


Documentação do Projeto, tais como:
4.2.1.1 Altura do suporte de fixação das antenas;
4.2.1.2 Tipo de suporte (face ou canto);
4.2.1.3 Azimute do suporte da antena;
4.2.1.4 Local para fixação da barra de azimute, se aplicável;
4.2.1.5 Disponibilidade de espaço no esteiramento vertical e horizontal, interior de postes, para passagem
de cabos;
4.2.1.6 Conector (barra) de aterramento fixado em local adequado;
4.2.1.7 Localização da base de concreto para fixação do mastro utilizado nas instalações em rooftop (se
aplicável);

4.2.2 Identificar, através do azimute da antena, o lado/face correto da torre para montagem dos
respectivos kits de fixações, conforme especificação no Manual do Fabricante da antena;
4.2.3 Como recomendação, sugerimos realizar a montagem do conjunto da antena, suporte da antena e
bracket/híbrida/acoplador (se aplicável), caso a antena tenha diâmetro menor que 0,6m, antes de
proceder com o içamento e sua fixação na torre. Em seguida, realize a elevação do conjunto
montado, observando que o içamento não prejudique, física e/ou funcionalmente, os equipamentos
já instalados (utilize uma corda-guia para essa finalidade, veja a Figura 1);

Figura 1: Procedimento de içamento com corda-guia

4.2.4 Caso o diâmetro seja maior que 0,6m, é recomendável realizar o içamento das peças
separadamente;
4.2.5 Efetuar a fixação da antena e demais acessórios, como as barras de azimute para as antenas de
diâmetro ≥1,2m (cuja quantidade deve seguir sempre a especificação do fabricante da antena) em
seus respectivos suportes, se aplicável. Certifique-se de que a montagem da estrutura do sistema
irradiante está fixada de forma correta e segura!

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4.2.6 Quando da instalação de antenas de dupla polarização se faz necessário o alinhamento dos
alimentadores para o melhor desempenho do XPD da antena, assim, como exemplo utilizar o
medidor de nível.
4.2.7 Montar o conector “N” Macho reto 180° para a terminação do cabo de FI para cada ODU a ser
instalada antes do seu içamento, conforme as recomendações do documento MT0002;
4.2.8 Proceder com o içamento do(s) cabo(s) de FI, utilizando-se sempre que possível a “malha de
içamento”. Recomendamos ainda para que as extremidades dos cabos sejam cobertas para
prevenir a entrada de sujeira e/ou umidade;

4.2.9 Transportar a(s) ODU(s) até a altura da instalação da antena e realizar a sua fixação e conexão à
antena, conforme cada caso descrito abaixo:
4.2.9.1 Faixa de frequência de até 8GHz, antena de simples ou dupla polarização, sistema 1+0: utilize um
bracket (suporte) para a fixação da ODU e o cabo coaxial de baixa perda (Low Loss Cable,
comp.=0,9m ou 2 metros conforme projetos) para conectar cada ODU à antena, através de um
transdutor guia-cabo (seu código depende da banda de frequência: 6L/6UGhz – modelo PDR70.
7,5/8/8,5GHz – modelo PDR84);

Figura 2: Interligação da ODU (até 8GHz) à antena – exemplo para 2 sistemas de


rádio 1+0, utilizando ambas as polarizações da antena de dupla polarização

4.2.9.2 Faixa de frequência de até 8GHz, antena de polarização simples/dupla, sistema 1+1 com
híbrida/acoplador: utilize um bracket para a fixação da ODU e o cabo coaxial de baixa perda para
cada conexão da ODU à híbrida/acoplador, que por sua vez, é montada diretamente à antena;

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Low Loss
IF Cable RF Cable

ODU
V
1+1 IDU HYB
IF Cable

ODU

Dual Polarized
H

Antenna
Low Loss

POLE
RF Cable

Figura 3: Interligação da ODU (até 8GHz) à antena – exemplo para 1 sistema de


rádio 1+1/2+0 com híbrida, utilizando a porta V da antena de dupla polarização

4.2.9.3 Faixa de frequência de até 8GHz, antena de polarização dupla, sistema 1+1 sem o uso de
híbrida/acoplador: utilize um bracket para a fixação da ODU e efetue a conexão da(s) ODU(s) para
cada polarização (pontos V e H) da antena, utilizando o cabo coaxial de baixa perda e transdutor
guia-cabo;

OBS: Nas antenas do fabricante RFS do Brasil para as frequências 6GHz (SCX3/SBX4 e SBX6-W60AD) e
7/8.5GHz (SCX3/SBX4 e SBX6-W71AD) nas configurações 1+1 e 2+2 na polarização Horizontal utilizar
seção rígida para a conexão da Hibrida, conforme figura abaixo:

Hibrida

Seção Rígida H

Figura 4: Montagem da seção rígida

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WG/Cable
Transducers

Figura 5: Interligação da ODU (até 8GHz) à antena –exemplo para 1 sistema de rádio
1+1 sem híbrida, utilizando ambas as polarizações da antena de dupla polarização

4.2.9.4 Faixa de frequência a partir de 11GHz, antena de polarização simples, sistema 1+0: a ODU é
montada direto à antena;

Single Pol.
Antenna

Figura 6: Interligação da ODU (acima de 11GHz) à antena – exemplo para 1 sistema


de rádio 1+0 utilizando uma antena de polarização simples

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4.2.9.5 Faixa de frequência a partir de 11GHz, antena de polarização simples, sistema 1+1: todos os
elementos são acoplados diretamente entre si (ODU-híbrida/acoplador-antena), sem a
necessidade de cabos ou guias intermediários;

Figura 7: Interligação da ODU (acima de 11GHz) à antena –


foto para 1 sistema de rádio 1+1 com híbrida utilizando uma antena de polarização simples

4.2.9.6 Faixa de frequência a partir de 11GHz, antena de polarização dupla, sistema 1+0: utilize um
bracket com adaptador para guia (código depende da frequência) para a fixação da ODU e um
guia de onda (GO) flexível (código depende da faixa de frequência) para conectar a ODU à
polarização da antena definida em projeto;

Figura 8: Interligação da ODU (acima de 11GHz) à antena – exemplo para 2+0, utilizando ambas
as polarizações da antena de dupla polarização

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4.2.9.7 Faixa de frequência a partir de 11GHz, antena de polarização dupla, sistema 1+1 com
híbrida/acoplador: utilize um bracket com adaptador para guia (código depende da frequência) e
um GO flexível (código depende da faixa de frequência) para conectar a porta de antena da
híbrida/acoplador às polarizações V e H da antena. As ODUs são montadas diretamente à
híbrida/acoplador;

IF Cable
Wave Guide
HYB
1+1 IDU ODU

Dual Polarized
IF Cable

Antenna
HYB
1+1 IDU ODU
Wave Guide
IF Cable

POLE

Figura 9: Interligação da ODU (acima de 11GHz) à antena – exemplo para 2x(1+1) ou (4+0) com
híbrida, utilizando ambas as polarizações da antena de dupla polarização

4.2.9.8 Faixa de frequência a partir de 11GHz, antena de polarização dupla, sistema 1+1 sem o uso de
híbrida/acoplador: utilize um bracket com adaptador para guia (código depende da frequência) e
um GO flexível (código depende da faixa de frequência) para conectar uma das ODUs à
polarização V da antena; utilize mais um conjunto de bracket + GO para a outra ODU,
interligando-o à polarização H;

Wave Guide
ODU

V
IF Cable
Dual Polarized

H
Antenna

IF Cable
1+1 IDU
ODU

Wave Guide
POLE

Figura 10: Interligação da ODU (acima de 11GHz) à antena – exemplo para 1 sistema de rádio 1+1
sem híbrida, utilizando ambas as polarizações da antena de dupla polarização

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ILUSTRAÇÃO DAS PEÇAS PARA MONTAGEM DO OMT / ANTENA 15 – 23GHZ
PASO 1

Caixa do OMT Anel de Montagem

Anel de Alimentação

Placa  1 M6 x 20  12

M4 x 12  3 M5 x 25  4

Proteção  1

OMT M5  4

A5  4

Graxa  2

Anel  2
OMT

PASO 2

MONTAGEM DOS ANEIS

PASO 3
Fixação

MONTAGEM DO FEEDER NO OMT /ANTENA

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MONTAGEM DA ANTENA COM OMT 15 – 23GHZ
PASO 4

Esquerdo

Polarização Horizontal

Lado para Baixo

Polarização Horizontal

Polarização Vertical
Direito

Lado para Baixo

Todas as antenas acompanham a instruções de instalações dos OMT

As fotos acima ilustrações das montagens completa da parábola até o OMT / Antena 15 – 23GHz

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As ODUs serão
diretamente acopladas na
antena com OMT

A foto acima ilustração da montagem completa da parábola até o OMT / Antena 38GHz

ANTENA DUAL COM OMT NAS FREQUENCIAS DE 15 – 38GHZ

4.2.9.9 Faixa de frequência a partir de 15 - 23GHz, antena de polarização dupla, sistema 1+0, utilizando
OMT para conexão da ODU com OMT sem o uso de bracket, flex twist. Utilizando a polarização V
ou H da antena conforme calaculo.

Polarização Horizontal

ODU

OMT

Tampa de Vedação

Polarização vertical

Montagem do sistema 1+0 Montagem da tampa de Vedação na polarização vaga

Tampa de Vedação

OBS: A tampa de vedação e acessório da antena, e a mesma só é instalada em campo na polarização


livre conforme calculo.

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4.2.9.10 Faixa de frequência a partir de 15 - 23GHz, antena de polarização dupla, sistema 2+0, utilizando
OMT para conexão da ODU com OMT sem o uso de bracket, flex twist. Utilizando a polarização V
e H da antena

Polarização Horizontal
ODU
Polarização Horizontal ODU

Antena
OMT
OMT

Polarização Vertical
ODU ODU

Polarização Vertical

Montagem do sistema 2+0

OBS: Para a instalação do sistema 2+0 não será utilizado a tampa de vedação, e a mesma deverá ser
retirada da embalagem e guarda para uma eventualidade.

4.2.9.11 Faixa de frequência a partir de 15 - 23GHz, antena de polarização dupla, sistema 4+0, utilizando
OMT para as conexões das ODU’s com o OMT através de Hibridas e sem o uso de bracket, flex
twist. Utilizando as polarizações Vertical e Horizontal da antena / OMT

Polarização Horizontal
Polarização Horizontal

ODU

Hibrida
Antena OMT

Polarização Vertical ODU

Polarização Vertical

As fotos acima mostram a montagem de um sistema 4+0 nas polarizações V e H 15 – 23GHz

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4.2.10 Sistema com diversidade de espaço: tratar cada conexão de ODU à cada antena (principal e
diversidade) como um dos casos de instalação 1+0 mencionados nos itens anteriores.
4.2.11 Após a conexão da terminação do cabo de FI à ODU no topo da torre, a mesma deve ser isolada
adequadamente através de fitas auto-fusão e isolante (3 camadas de proteção: 1º fita isolante; 2º
fita de auto-fusão; 3º fita isolante), protegendo-a contra umidade e/ou sujeiras, conforme Figura
abaixo:

ROLO DE FITA
AUTO-FUSÃO

ESTIQUE para
ENROLAR, utilize o
sentido indicado Comece a enrolar a fita a partir
deste ponto, indo em direção à
ODU e retornando a este ponto,
de modo que cada volta da fita
sobreponha a volta anterior em
d/2 pelo menos metade da largura
(d) obtida.
ida e volta

Figura 11: Uso da fita de auto-fusão para a vedação da conexão do cabo de FI da ODU

NOTA: Sobre a isolação do conector deverá ser amarrado nas extremidades inferior e superior com
abraçadeira de nylon.

4.2.12 Para facilitar a manutenção ou otimização, realize a fixação do cabo de FI no topo da torre visando
ter uma folga de aproximadamente 1m, exceto quando o cliente solicitar formalmente que não haja
qualquer folga de cabo. Vide Figura 11 abaixo, mas dependendo do caso, apenas uma volta é
suficiente: a folga do cabo FI deverá ser amarradas no pipe do suporte da antena em dois pontos
inferior e superior com abraçadeira de nylon.

Figura 12: Folga no cabo de FI

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4.2.13 Iniciar a fixação do cabo de cima para baixo com abraçadeiras adequadas e espaçadas em 1,2 m
até a entrada da Placa de Passagem, sempre alinhadas (sem cruzamento) em todo percurso do
cabo (horizontal e vertical). Todos os cabos, em todo seu percurso, deverão obedecer aos raios
mínimos de curvatura estabelecidos pelos fabricantes. Internamente à sala ou container, os cabos
deverão ser fixados com abraçadeira nylon, salvo se houver outra especificação para os materiais
de fixação determinada pelo Cliente. Para otimizar o uso de espaço do esteiramento, deve-se
utilizar, sempre que possível, abraçadeiras próprias para múltipla fixação.

OBSERVAÇÃO2: Em situações onde não haja espaço para passagem interna em postes metálicos, ou,
ainda, no esteiramento de postes de concreto, deverão ser utilizadas cintas metálicas RFS modelo
STRAP-2, ou similar aprovada pela NEC, utilizando-se abraçadeiras metálicas RFS modelo RSB-CLIP para
fixação do cabo (unitário) na cinta metálica, conforme Figura abaixo.

Figura 13: Cinta com abraçadeiras fixadas no poste

OBSERVAÇÃO3: No caso de poste metálico ou de concreto, quando a passagem do cabo de FI for interna
ao poste, a fixação do cabo é feita pelas suas extremidades e esta fixação deve ser efetuada através de
Laço de Alçamento tipo Hoisting Grip RFS. Veja Figura abaixo.

Figura 14: Hoisting Grip

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4.2.14 Identificar o(s) cabo(s) de FI junto à antena/ODU (no topo da torre), através de placa de alumínio
com inscrição do nome do CLIENTE ou através de anilhas plásticas (de acordo com a
especificação do cliente), contendo a identificação da direção do rádio, o ID e a faixa de
frequência. A fixação da placa de identificação ao cabo poderá ser feita com a utilização de fita
metálica inox, fita plástica “tipo HELLERMANN” (ou similar) ou fio de espinar.
4.2.15 Verificar que o(s) cabo(s) de FI está livre(s) de danos em sua superfície.

4.3 SISTEMA DE ATERRAMENTO

4.3.1 Verifique (junto ao responsável da estação ou na Documentação de Projeto) que o sistema de


aterramento da estação apresenta uma impedância máxima de 10 Ohms.
4.3.2 As barras de aterramento, em quantidade compatível aos pontos de aterramento, quando
previsto em projeto, deverão ser fixadas conforme descrito abaixo, atentando-se para o perfeito
contato entre as partes (continuidade elétrica e fixação):

Torre Nova: Na lateral da esteira (não prejudicando sua utilização).

Poste Metálico: Na lateral da esteira (não prejudicando sua utilização). Os cabos de descida de
aterramento não poderão ser instalados na parte interna do poste.

Poste de concreto: Na lateral da esteira (não prejudicando sua utilização). Neste caso deverá ser
verificada a continuidade elétrica devido ao estado geral do conjunto escada/esteiramento (presença de
oxidação e falta de jumpers ou talas entre os elementos que constituem o conjunto) e executados os
serviços necessários para garantir a eficiência do sistema.

Torre existente: Na lateral do esteiramento, não prejudicando suas utilizações. Neste caso deverá ser
verificada a continuidade elétrica devido ao estado geral do conjunto escada/torre/esteiramento
(presença de oxidação e falta de jumpers ou talas entre os elementos que constituem o conjunto) e
executados os serviços necessários para garantir a eficiência do sistema.

Poste Metálico existente: Nas “abas” dedicadas em cada janela de saída de cabos, caso indisponível,
na lateral do esteiramento e/ou na lateral da escada (não prejudicando suas utilizações). Neste caso
deverá ser verificada a continuidade elétrica devido ao estado geral do conjunto
escada/poste/esteiramento (presença de oxidação e falta de jumpers ou talas entre os elementos que
constituem o conjunto) e executados os serviços necessários para garantir a eficiência do sistema.

Esteiramento horizontal: Em sua lateral, não prejudicando sua utilização.

OBSERVAÇÃO4: Quando a instalação é do tipo rooftop (topo de prédio), verifique a existência da barra ou
malha de aterramento, ou mesmo que a própria estrutura metálica do mastro esteja interligada ao sistema
geral de aterramento da edificação. Além disso, deve-se verificar a distância do ponto de aterramento
disponível ao equipamento a ser instalado.
OBSERVAÇÃO5: Nas situações em que, sejam por questões elétricas ou de acesso/arrumação, for
observada que é mais viável utilizar o montante ou diagonal da torre, ou ainda, que a utilização de
esteiramentos ou escadas prejudique o uso da barra de aterramento, é necessário entrar em contato
imediato com o responsável pela Implantação (Coordenador de Implantação / Gerente de Projetos). O
responsável deverá aprovar previamente a sua instalação.

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4.3.3 O sistema de aterramento externo do cabo de FI é composto pela barra de aterramento e pelos
kits de aterramento. O kit deve conter um condutor de ligação, cuja seção transversal é de 10mm2.
4.3.4 A quantidade de pontos de aterramento de cabos deve ser, no mínimo, conforme descrito a seguir
(para altura de antenas até 60m – lance vertical):
4.3.4.1 No nível das antenas, a aproximadamente 2m abaixo do suporte, ponto ;
4.3.4.2 Aproximadamente a 1m antes do início do esteiramento horizontal, ponto , com barra de
aterramento instalada acima da curva de entrada dos cabos no esteiramento horizontal;
4.3.4.3 Na entrada do container, ponto  (para esteiramento horizontal maior que 2m).

 

 PLACA DE PASSAGEM

Figura 15: Pontos de interligação para aterramento

NOTA: Sobre a isolação aterramento com o cabo de FI deverá ser amarrado nas extremidades inferior e
superior com abraçadeira de nylon.

4.3.5 Para casos em que a altura da antena é superior a 60m (lance vertical), devem ser utilizados no
mínimo 4 kits, sendo o quarto ponto de aterramento (ponto ) posicionado aproximadamente à
distância média entre os pontos  e , conforme a Figura acima.
4.3.6 A instalação do kit de aterramento no(s) cabo(s) de FI disposto(s) verticalmente deverá ser feita
sempre acima dos pontos de fixação da barra de aterramento, atentando-se para sua isolação
principalmente em cabos flexíveis, devido à propensão de penetração de umidade. Depois de
instalado, o ponto trabalhado deve ser isolado adequadamente contra intempéries, utilizando o
material que acompanha o próprio kit (massa de calafetar+fita de auto-fusão);
4.3.7 Execute o aterramento da ODU através do ponto FG da mesma, através de cabo próprio de seção
16mm² (utilize cabo cor VERDE) e terminal de contato tipo “olhal”. Se necessário, utilize a placa
de aterramento FCI para realizar essa interligação. Veja um exemplo de placa instalada na Figura
abaixo:

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Figura 16: Placa de aterramento utilizada para aterramento de 02 ODUs

4.3.8 Se aplicável, execute o aterramento da antena, seguindo a recomendação do fabricante.


4.3.9 (Opcional) Nos casos em que o Cliente solicita formalmente a instalação de supressores de surto,
recomenda-se executar os seguintes procedimentos passo-a-passo:

4.3.9.1 O local sugerido para a inserção dos supressores é no ponto  indicado na Figura acima.
Eventualmente, o próprio Cliente irá indicar o local mais apropriado;
4.3.9.2 Deve-se seccionar o cabo de FI, interrompendo-o completamente;

4.3.9.3 Monte os 2 conectores NM do tipo soldável nas extremidades do cabo seccionado;

4.3.9.4 Observe o dispositivo genérico na foto abaixo.

4.3.9.5 Desrosqueie a porca do supressor, retirando-a juntamente com o terminal olhal. Insira o cabo de
aterramento (cabo cor VERDE, seção de 12mm²) já montado com o terminal, antes de rosquear
novamente a porca, certificando-se de que apertou firmemente a porca;

Montagem do cabo no conector supressor de surto

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4.3.9.6 Prossiga com a interligação do cabo de FI ao supressor, conforme ilustrado na figura abaixo (o
dispositivo não possui entrada ou saída, podendo ser montado em qualquer posição);

4.3.9.7 Isole o conjunto montado, segundo as mesmas recomendações descritas no item 4.2.11.

4.4 INSTALAÇÃO INTERNA

4.4.1 Se aplicável, realize a fixação do bastidor 19”, juntamente com o seu aterramento. Se o bastidor
for de 21 ou 23”, utilize o adaptador 1U (vide documento ET-008). Caso utilize um bastidor
existente no site, verifique se há espaço suficiente para os equipamentos e acessórios a serem
instalados, com base na Documentação de Projeto ou junto ao responsável pelo site;
4.4.2 Realizar a instalação do DID/DIO, do PDE e conversores CC-CC, se aplicável, nas posições
previstas no projeto;
4.4.3 Na instalação da IDU, respeite o espaçamento mínimo entre a mesma e demais equipamentos
(com exceção do DC-DC CONV do IPASOLINK VR 2/4/10) para garantir uma dissipação térmica
adequada:
4.4.4 Verificar no PPI o local reservado para a instalação da IDU conforme vistoria;
4.4.5 Verifique que existe o equivalente a 1U de vão livre com outros equipamentos energizados e
montados no mesmo rack, tanto na parte superior como na inferior da IDU. Este vão não é
mandatório quando uma régua é montada, por se tratar de um elemento passivo;
4.4.6 Passar o(s) cabo(s) de FI para o interior da Sala ou Container, através da Placa de Passagem,
amarrando-o adequadamente no esteiramento interno e terminando-o com um conector basket
clamp para cabo RGC213. Conecte esta terminação de cabo ao Jumper TNC do rádio em
momento apropriado.
4.4.7 Identificar o(s) cabo(s) de FI junto ao rádio, através de anilhas plásticas indicando a direção do
rádio. A fixação da placa de identificação ao cabo poderá ser feita com a utilização de fita metálica
inox, fita plástica “tipo HELLERMANN” (ou similar) ou fio de espinar;
4.4.8 As cores dos cabos de alimentação DC dos rádios devem ser: -48V = AZUL, GND = VERMELHO,
com bitola de 1,5 mm², proveniente do PDE;

4.4.9 Confeccionar o conector de alimentação para energizar o equipamento Rádio, a partir dos pontos
disponibilizados na PDE (painel de disjuntores) ou do conversor CC-CC, conforme Documentação
do Projeto. Verifique a tensão está dentro da faixa permissível, que é de -40.5V a -57V, e que a
pinagem do cabo confeccionado está correta (vide Figura 16). Para detalhes de construção,
consulte o Manual do fabricante;

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Figura 17: Pinagem do conector de alimentação do IPASOLINK VR2, VR4 e VR10

4.4.10 Executar o aterramento da IDU com cabo de bitola de 6mm² (utilize cabo cor VERDE) e terminal
de contato tipo “olhal”. Veja Figura abaixo para uma referência da IDU com alimentação e
aterramento corretamente instalados:

Terra da IDU

Figura 18: Exemplo de cabeamento de aterramento e alimentação da IDU do IPASOLINK VR 2

Terra da IDU

Figura 19: Exemplo de cabeamento de aterramento e alimentação da IDU do IPASOLINK VR 4

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Figura 20: Exemplo de cabeamento de aterramento e alimentação da IDU
IPASOLINK VR2 / VR4

Terra da IDU

Figura 21: Exemplo de cabeamento de aterramento e alimentação da IDU do IPASOLINK VR 10

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Figura 22: Exemplo de cabeamento de aterramento e alimentação da IDU
IPASOLINK VR10

Disjuntores para alimentação dos VR2, VR4 e VR10

Tabela de consumo vs Disjuntores de proteção

4.4.11 Montagem da placa CLK – CV para o Ipasolink VR2 e VR4

1. Desconectar todos os cabos se estiver instalados.


2. Desmonte o cartão MC-AV seguindo o procedimento fornecido em substituição o cartão principal.
3. Remove a tampa protetora esta trancada no lado interno da placa dianteira.

 Com uma chave de fenda pressione os dois pinos para dentro para
desbloquear a tampa.

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Lado Interno

Tampa Protetora

 Remover a Tampa Protetora.

CUIDADO: Certifique-se de não tocar em dispositivos elétricos no cartão.


CUIDADO: Ao inserir o cartão certifique-se de não permitir que o cabo FI seja executado no
cartão, o cabo pode ficar preso entre o cartão e o sub rack.

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Certifique-se de que o fio ficará preso nos conectores, se o
revestimento do fio for danificado um alarme pode ser emitido

Parafuso

Distanciamento
Lado Interno

Distanciamento

Adesivo

Montagem da placa CLK para Ipasolink VR2 e VR4

Se não for instalado o cartão CLK a tampa de proteção deverá ser travada com um chave de fenda conforme figura
abaixo.

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Montagem da trava de proteção VR2 e VR4

Placa CLK Placa Main Card

Montagem da placa CLK para Ipasolink VR10

Padrão da pinagem do conector DB15 CLK

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4.4.12 Em relação aos alarmes de contato seco, estes serão instalados de acordo com o projeto e se a
placa AUX estiver presente no equipamento, adquiro opcionalmente ao equipamento.
Deve-se passar o cabo de alarmes até o respectivo bloco coock, obedecendo as pinagens dos
respectivos alarmes, conforme especificado abaixo:

Figura 22: Pinagem das placas AUX/SC/CLK e AUX-S

4.4.13 Montar os conectores dos cabos de tributários. A interligação dos equipamentos Rádio deverá ser
feita através de Régua ou através de cabos multicoaxial até o equipamento/dispositivo de destino
(inclusive DID/DIO), dependendo do projeto. Refira-se à Seção 4.5 para maiores detalhes.
A(s) régua(s) que serve(m) o rádio deverá sempre ser montada(s) abaixo da IDU, para que seja
possível a visualização das etiquetas de modelo, ANATEL, etc.
A não ser por solicitação explícita do Cliente OU pela instrução contida no PPI (T116), a
montagem do par rádio-régua deve ser individual por unidade de equipamento. Em outras
palavras, a instalação padrão deverá seguir a sequência IDU / régua / espaço1U / IDU / régua /
espaço1U e assim por diante.
A seguir, um exemplo de interligação dos tributários (neste caso, são as interfaces do
equipamento MN2300 SDH-NG disponibilizadas no DID):

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Figura 23: Exemplo de instalação de um DID, com os tributários do rádio chegando ao painel
através do cabo multicoaxial (IEC)

4.4.14 (Se aplicável) Montar os conectores do cabo RJ45 para interface LAN do rádio. Se a interface do
rádio for configurada para operar em 10BASE-T ou 100BASE-TX, o cabo deve ser de par trançado,
CAT-5 ou superior. Se 1000BASE-T (independentemente da configuração da porta, que pode
operar a 10 ou 100Mbps), requer ao menos padrão CAT-5e. Para todos os casos, o cabo é UTP,
direto (pino-a-pino) e a interligação do rádio com os outros equipamentos deverá sempre ser feita
através de patch panel. Verifique também se os elementos intermediários (patch panel, patch
cords, etc.) são compatíveis à categoria do cabo utilizado.
4.4.15 (Se aplicável) Execute a instalação do conversor LAN/E1 (gerência) no mesmo bastidor do rádio,
alimentando-o através de um disjuntor separado. Utilize cabo de seção 1,5mm² para a
alimentação do conversor. Utilize um cabo UTP RJ-45 Cat5 para a conexão da porta NMS do
rádio ao conversor e um cabo coaxial com terminação apropriada para conectar a porta E1 do
conversor ao ponto no DID ou à porta reservada para este fim. Dependendo do conversor, pode
ser empregado um cabo CI (multipares trançados), para sinal balanceado. Não se esqueça de
identificar todos os lances de cabos empregados para a interconexão.

OBSERVAÇÃO6: este item é aplicável apenas nos casos em que a rede é heterogênea, ie, a rota em direção à rede da
DCN do IPaso inclui rádios de terceiros. Assim, a continuidade da DCN de gerência NEC é implementada utilizando-se
um canal de serviço (64k) ou ocupando-se um canal E1 do rádio “next-hop”.

4.5 INTERCONEXÃO BÁSICA DA IDU (TRIBUTÁRIOS, LAN, IFL)

4.5.1 De 16E1 a 32E1: o rádio possui 01 (16E1) ou 02 interfaces (32E1) PDH no padrão D-Sub37.

4.5.2 Utilizando régua de passagem padrão (16E1): Os conectores da régua podem ser no padrão IEC
ou BNC. Interligue-os ao equipamento de destino através da montagem dos cabos apropriados.

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Conector da régua ou do
cabo Multicoaxial 32 vias

Figura 24: Rádio IPaso mostrando a interligação utilizando régua de passagem 16E1/FI

A ilustração acima indica uma montagem utilizando régua com 16E1, Com os fornecimentos dos KIT’s de cabo
FI e materiais a conexão entre a IDU e o cabo FI através do jumper TNC não será feito através da régua como
mostra a ilustração acima.
O(s) cabo (s) jumper deve (em) ser preso (s) no bastidor ou em gabinete Outdoor através de abraçadeira de
nylon. Opcionalmente, utilize o suporte para fixação de 6 conectores, montado a terminação N do jumper neste
suporte.
Na instalação do radio Ipasolink VR2 no bastidor deverá deixar um espaço vago de um “U” na parte inferior do
radio, conforme figura abaixo.

Figura 25: Instalação do Ipasolink VR2 no Bastidor.

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4.5.3 STM-1 Elétrico: o rádio possui 02 (Tx+Rx) interfaces no padrão IEC 169-29 (1.0/2.3). Neste caso,
utilize um par de cabos coaxiais de terminação macho para realizar a interligação diretamente ao
equipamento/dispositivo de destino.

Figura26: Rádio IPaso com interface STM-1 ELÉTRICA

STM-1 Óptico: o rádio possui 01 interface no padrão LC. Atente ao tipo do cabo/cordão óptico que será
utilizado de acordo com o SFP instalado na interface do IPaso.

Alavanca de extração

equip. ext.  rádio

rádio  equip. ext.

Figura 27: Rádio IPaso com interface STM-1 ÓPTICA

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4.5.4 Gigabit Ethernet (GbE): o rádio possui 01 interface no padrão LC para a opção 1000BASE-SX/LX
(se SX ou LX, depende da SFP escolhida) e 01 interface no padrão RJ-45 para a opção
1000BASE-T. No entanto, apenas uma delas pode ser utilizada por vez (configurável através do
LCT/PNMTj), sendo que a porta não utilizada é desabilitada pelo rádio. Detalhemos ambas as
opções:

4.5.4.1 ELÉTRICA: interconecte o rádio através do cabo UTP Cat5e ou superior. A montagem com a
pinagem correta do cabo depende se os equipamentos a serem interconectados suportarão
AUTO-NEGOTIATION (e consequentemente, auto MDI/MDIX); no caso afirmativo, pode ser
utilizado o cabo direto (straight cable). Caso contrário, utilize o diagrama ilustrado na Figura 28
para a montagem dos conectores RJ.
Portas GBE
Observe os procedimentos para
detalhes da montagem do cabo(s)
Jumper, padrão T-568B

Figura27:: Rádio 1+0 com interface FE 100BASE-T

4.5.4.2 ÓPTICA: verifique se a SFP é do padrão SX (Short Wavelength) para uso com fibra multimodo
(MultiMode, MM).

Figura 26: Rádio IPaso com interface GbE 1000BASE-SX (SFP)

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4.5.5 TABELA–RESUMO DOS MATERIAIS RELACIONADOS NESTA SEÇÃO

4.6 IDENTIFICAÇÃO

Realize a identificação do equipamento, utilizando o Etiquetador portátil, anilhas e/ou bandeirolas em cabos,
fios, rádios e demais unidades, ODU, PDE, QDCC, etc.
O modelo de etiqueta deve ser conforme o padrão definido pelo cliente ou então constar no mínimo as
seguintes informações:

4.5.6 Identificar internamente o rádio com etiqueta (de papel ou plastificada) fixada junto a IDU contendo,
no mínimo, as seguintes informações:

 Direção
 Azimute da antena
 Altura da antena
 Polarização
 Configuração do rádio (Frequência, Capacidade de E1s, Proteção)
 Potência TX/RX
 Frequências TX/RX

4.5.7 Identificar no gabinete/bastidor a posição da unidade (nome/número e outra ponta do enlace).


4.5.8 Identificar ambas as extremidades do(s) cabo(s) de FI, vide Figura abaixo.

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Figura29: Exemplo de identificação dos cabos de FI (lado IDU) com anilhas;

O(s) cabo(s) Jumper deve(m) ser


preso(s) ao rack através da fitas Nylon .

Figura 30: Foto ilustrativa da conexão do jumper TNC com o cabo FI em caso de gabinetes outdoor

4.5.9 Identificar ambas as extremidades do cabo de alimentação indicando os dois pontos de ligação
(posição na fonte e disjuntor/PDE).
4.5.10 Identificar o disjuntor de alimentação indicando o sistema (nome/número) com etiqueta adesiva.
4.5.11 Identificar ambas as extremidades do Cabo de Tributário indicando o sistema (nome/número e
outra ponta do enlace):
4.5.11.1 No lado do equipamento, com bandeirolas próximas aos conectores tributários. Posicionar as
etiquetas em locais visíveis e de fácil acesso.

Figura 31 Etiqueta de identificação dos tributários no lado rádio

4.1.1.1 No lado do DID/DIO, as informações devem ser impressas nas fitas de identificação frontal .
Se, por algum motivo, a interconexão é realizada diretamente ao equipamento externo, também
devem ser utilizadas as bandeirolas (exemplo da Figura acima)
4.1.2 Os DIDs deverão ser identificados com etiquetas adesivas com as suas respectivas Filas e
Posições (FILA / BASTIDOR).

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Figura32: Exemplo de identificação dos disjuntores no PDE

4.7 ENERGIZAÇÃO E CONFIGURAÇÃO INICIAL DO EQUIPAMENTO

Após realizar a instalação física, realizar a primeira configuração (itens básicos para o alinhamento), como
segue:
4.5.12 Verificar a tensão e a polaridade da alimentação de entrada (-48VDC), antes de ligar o conector de
alimentação ao equipamento;
4.5.13 Verificar se todos os cabos, principalmente os de FI, estão firmemente conectados;
4.5.14 Energizar o equipamento (observar que o Rádio ainda não está alinhado, portanto alarmes
poderão surgir);

4.5.15 Configurar browser para o endereço http://172.17.254.253/weblct.(vide Manual Seção IV


Appendix IPASOLINK VR2, VR4 e VR10 LCT OPERATION, itens 10 ~ 13);
4.5.16 Configurar os parâmetros (mínimos) do equipamento para realizar o alinhamento inicial, através
do menu Provisioning do LCT. Refira-se ao item 3.3 (Initial Setting) da Seção III do Manual do
equipamento;
4.5.17 Para iniciar a orientação da antena, acesse o menu do LCT: Maintenance > Maintenance1,
ajustando os parâmetros indicados no item 3.4 (Antenna Orientation) da Seção III do Manual do
equipamento;

OBSERVAÇÃO7: Quando um sistema 1+1 é empregado com uma única antena, pode-se escolher apenas
um dos Rádios (Rádio1 ou Rádio2) para a configuração do alinhamento. Quando o sistema apresentar
diversidade de espaço (SD), ambos os Rádios deverão ser configurados individualmente, ou seja, deve-se
acessar Maintenance > Maintenance1, realizar o alinhamento da antena principal associado ao Rádio1, sair
do modo de manutenção e, em seguida, repetir os mesmos procedimentos com a antena diversidade
associado ao Rádio2.

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4.8 ALINHAMENTO DO ENLACE

Após a configuração inicial, execute o alinhamento do enlace, conforme os passos abaixo para um sistema
sem o recurso de polarização cruzada (XPIC);

4.8.1 Conectar um voltímetro/multímetro nos pontos de CAG dos respectivos Rádios (mais
especificamente na ODU, no ponto chamado RX LEV MON), nas respectivas torres;
4.8.2 Marcar, com fita isolante, como referência, a posição de início de alinhamento, em ambas as torres;
4.8.3 Iniciar o movimento de varredura horizontal, observando os níveis de CAG no multímetro e
anotando (marcação física) os melhores pontos de sinal (nível máximo de CAG);
4.8.4 Apertar o parafuso de varredura horizontal (azimute) na posição que se conseguiu o melhor nível;
4.8.5 Iniciar o movimento de varredura vertical, observando os níveis de CAG no multímetro e anotando
(marcação física) os melhores pontos de sinal (nível máximo de CAG)
4.8.6 Apertar o parafuso de varredura vertical (tilt) na posição em que se conseguiu o melhor nível;
4.8.7 Na outra ponta do enlace, o mesmo procedimento deve ser realizado;
4.8.8 Efetuar um ajuste fino em ambas as pontas do enlace, até que se encontre o melhor nível de sinal;
4.8.9 Comparar o melhor valor obtido com o nível informado na Documentação do Projeto, anotando os
valores obtidos na prática. Como referência, o nível obtido deverá estar dentro de ±1,5dB com
relação ao nível calculado no projeto;
4.8.10 Retirar os instrumentos e apertar adequadamente os parafusos que possibilitaram realizar as
varreduras, sem se esquecer de rosquear de volta a capa de proteção do terminal RX LEV MON;
4.8.11 Ao fim destes procedimentos, reconfigurar os parâmetros do rádio utilizados para o alinhamento
(anteriormente configurados através do menu Maintenance > Maintenance1), de modo a
prosseguir com os testes funcionais.

4.9 TESTES FUNCIONAIS

4.9.1 Passagem de dados dos tributários de 2M (obrigatório para PDH)

 Fechar loop físico em todos os tributários na ponta remota do enlace (TX1 com RX1, e assim
sucessivamente, até que TXn seja conectada a RXn) com cabos jumpers de terminação IEC
ou BNC na régua de passagem que acompanha a instalação da IDU. Caso seja utilizado o
cabo multicoaxial, os loops deverão ser executados no DID;
 Fechar loop físico dos tributários na estação local, desta vez interligando a saída/RX de um
tributário (n) à entrada/TX do tributário seguinte (n+1);
 Conectar o medidor de BER para transmitir dados de teste pelo tributário 1 (TX1) e receber
dados pelo último tributário (RXn), na estação local;
 Realizar a medição de BER por um período mínimo de 24h (emitindo relatório), a fim de se
avaliar o desempenho do enlace (BER residual);

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 Providenciar a verificação de alarmes e a respectiva solução dos mesmos (corrigindo falhas
e/ou desabilitando alarmes referentes a não utilização de canais ou funções).

4.9.2 Passagem de dados dos tributários de 155M (obrigatório para SDH)

 Fechar loopback em banda-base (BB) via LCT;


 Observar por um período (30 minutos) o comportamento do enlace;
 Conectar nos terminais o Medidor de BER por um período mínimo de 24h (emitindo relatório),
a fim de se avaliar o desempenho do enlace (BER residual);
 Providenciar a verificação de alarmes e a respectiva solução dos mesmos (corrigindo falhas
e/ou desabilitando alarmes referentes a não utilização de canais ou funções).

4.9.3 Teste da interface Ethernet e funcionalidades L2 (obrigatório para ETH)


Refira-se ao documento MT0030 para os procedimentos de teste de tráfego ETHERNET no
enlace.

4.9.4 Testes de Proteção (quando aplicável para sistemas (1+1))


Realizar teste de chaveamento no sistema 1+1 Hot-Standby ou Twin-Path na recepção
(chaveamento Hitless, ou HL SW):

 Conecte o medidor de BER para cada uma das pontas do enlace. A análise é realizada
definindo-se uma ponta Tx e a outra Rx (um sentido somente).
 Desligue o modem em operação (ativo) do lado Rx do medidor;
 Observe a condição de chaveamento através dos LEDs de status do RX1 e do RX2 da IDU;
 Observe que não há perda de dados no lado Rx do medidor.

4.9.4.1 Realizar teste de chaveamento na transmissão:

 Observe a condição de chaveamento através dos LEDs de status do TX1 e do TX2 da IDU;
 Desligue o modem em operação (ativo) do lado Tx;
 Observe que ocorre normalização do tráfego de dados em +/-1s no lado Rx do medidor.

4.9.5 Inserção de NEs no sistema de gerência PNMSj (obrigatório, quando aplicável)


Refira-se ao documento MT0028 para os procedimentos referentes à configuração do enlace para
a gerência central.

4.9.6 Para fins de documentação, é necessário anexar as telas completas dos seguintes menus do LCT
(utilize a função PRINTSCREEN);

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 Equipment Setup;
 Inventory;
 Metering;

Após a conclusão dos testes, informar ao responsável pela Implantação (Coordenador de Implantação)
para agendar os testes de aceitação do Cliente.

OBSERVAÇÃO8: O caderno de testes pode variar de acordo com as exigências do Cliente.

4.10 LIMPEZA DO SITE

É responsabilidade da empresa prestadora de serviços de instalação contratada pela NEC a destinação


adequada dos resíduos gerados em obra/site do cliente, conforme sua classificação (classe I, II ou III) e
legislação aplicável. Essa responsabilidade está registrada no contrato, podendo a NEC auditar o processo
de descarte a qualquer tempo e sem prévio aviso.

Preferencialmente os resíduos devem ser encaminhados para empresas recicladoras, legalmente


constituídas, ou sendo inviável esta opção, os resíduos devem ser encaminhados ao serviço de limpeza
pública da localidade.

4.11 PREENCHIMENTO DO TEMPLATE T113

4.11.1 A Empresa Contratada para o serviço de instalação deve preencher o documento Relatório de
Término de Instalação (T113) na versão corrente para cada site do enlace (A/B), conforme
legenda indicada na Capa do documento, justificando no campo Comentários todos os itens
marcados com NOK ou NA.
4.11.2 A Empresa Contratada ainda deve entregar o T113 devidamente preenchido (inclusive lista de
checagem das fotos), assinado e datado ao responsável da área de Implantação – Coordenador
de Implantação / Gerente de Projetos. Este por sua vez tem a obrigação de conferir o Relatório,
aprovando ou rejeitando o documento.
4.11.3 Atenção à qualidade da documentação: as fotos dos objetos documentados devem ser nítidas e
os relatórios (telas e impressões) devem ser legíveis. Além disso, todas as fotos devem apresentar
uma indicação da data em que foram tiradas.

5. DÚVIDAS, SUGESTÕES E COMENTÁRIOS

Caso o leitor tenha dúvidas, sugestões ou mesmo se houver um caso de utilização (placa, configuração, aplicação,
etc.) não prevista neste documento, entre em contato com o responsável da área de Engenharia de produtos da
NEC.

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