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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS (UEG)

CAMPUS PORANGATU
BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA

RESENHA CRITICA

Edilene C. Marques

PORANGATU/GO
2019
Edilene C. Marques

RESENHA CRITICA: EDUCANDO COM AFETIVIDADE UM

ENFOQUE PEDAGÓGICO POR: MARIA LOURDES RIBEIRO

Resenha Critica apresentado a


Professora Denise Mendonça, como
requisito parcial de nota ao curso de
Bacharelado em Educação Física da
Universidade Estadual de Goiás, campus
Porangatu.

Porangatu/GO
2019
CREDENCIAIS DA AUTORA
Autora: Maria de Lourdes Ribeiro; Graduação em letras; Especialização em
Língua Portuguesa, Língua Inglesa, O ensino da Literatura, Psicopedagogia
Clinica, Terapia Familiar, Docência Universitária. Mestrado: Em Educação,
Mestrado em Ciência da Religião. Doutorado: Titulo Honorifico Doutora em
psicanalise.
Atuação profissional: Professora Universitária – UEG-GO Unidade Inhumas.
Professora de pós-graduação: FMB e CEAP e outras instituições de Ensino
Superior.
Professora da Sec. Da Educação do Estado de Goiás.
Palestrante nas áreas de Saúde e Educação.
Vida Ministerial: Missionaria na Assembleia de Deus – Madureira.
Professora da Escola Dominical e palestrante.

RESENHA CRITÍCA
(PERPECTIVA TEÓRICA DA OBRA)
O Livro Educando com afetividade fala das vivencias de Maria de Lourdes
Ribeiro, mostrando sempre que a Educação é a forma mais eficiente para que
se possa alcançar uma melhor formação dos jovens atualmente. O livro é de
linguagem facilitada, não contendo palavras muito complexas, a maioria das
histórias contadas no livro foram vivenciadas dentro de salas de aula.
No primeiro capitulo a autora nos mostra o que é psicopedagogia, explicando e
buscando auxílios em outros profissionais, tais como João Beuclair. Mas o que
é psicopedagogia? Na verdade, a psicopedagogia abrange um campo do
conhecimento que se procura a integração de modo coerente, conhecimentos e
princípios de diferentes ciências humanas. Ajudando a desenvolver através do
processo de aprendizagem um todo, desde a idade menor a maior, identificando
transtornos e comportamentos utilizando da psicologia.
No segundo capitulo a autora começa a falar sobre a afetividade, segundo
Ferreira a afetividade significa um conjunto de fenômenos psíquicos que se
manifestam em forma de emoções, sentimentos e paixões. Concluindo que
afetividade é a dinâmica mais profunda e complicada que as pessoas podem
participarem. A afetividade é de supra importância pois tem um papel necessário
na sociedade pois ajuda no desenvolvimento de personalidades.
Sobre o terceiro capitulo mostra desenvoltura do educador e quais são os seus
papeis quando se trata da educação lúdica, o quanto é recheado de
ensinamentos e afetos, mostrando o como estão ligados um ao outro, uma
sintonia chamada afetividade, ela também destaca várias perguntas ainda sem
respostas mas acreditando que ainda possa existir o professor que se envolve
diretamente no que faz e se vê como o formador, crendo na missão de que
ensinar vai além dos conteúdos didáticos.
No quarto e ultimo capitulo do livro fala das relações eu-outro no cotidiano da
sala de aula, acreditando que a escola é um campo fértil onde existem conflitos
e oposições, diálogos e interações num único fundamento, o desenvolver da
personalidade, o intelecto e o emocional.
Assim a responsabilidade da escola é imensa com questões pedagógicas e não
pedagógicas assumindo um importante significado na formação de sujeitos, na
construção de conceitos e concepções.

BREVE SÍNTESE DA OBRA


O livro explica a junção entre a educação e a afetividade, na procura de
respostas para varias indagações, em varias linhas a autora abordou a
importância em educar e o quanto é prazeroso e ao mesmo tempo desafiador,
tentando ir além e entendendo que a afetividade é um caminho amplo, que
integra emoções no processo de aprendizagem.
Diante de todas as colocações de Lourdes Ribeiro entende se que é no espaço
escolar, dentro de uma sala de aula que percebemos os movimentos e
personalidades, interações e desenvolturas. Nota se que as relações entre o
professor e o aluno são antagônicas e complementar.
A linguagem utilizada é de forma simples, facilitando o entendimento do leitor
para o contexto, sem floreios de linguagem. No momento que iniciamos a leitura,
de partida já temos um envolvimento total com o que quer transparecer a ideia
do escritor, de que a pedagogia e a psicopedagogia se mesclam de forma
essencial e simples na vida escolar, formando através de construções a
interação e o conhecimento.
Interessante notar que o reconhecimento e o sucesso da obra se dar pela
precisão e sapiência nessa área, sendo imprescindível a utilização dele em
algumas aulas didáticas. A autora afirma que “os conhecimentos são construídos
por meio da ação e da interação. O sujeito aprende quando se envolve
ativamente no processo de produção do conhecimento, através da mobilização
de suas atividades mentais e na interação com o outro.” E, se pensarmos assim
a afetividade seria utilizada de uma melhor forma para o aprendizado trazendo
as duas faces de uma mesma realidade, o afetivo e o intelecto, afinal, o ser
superar o ter.

RECOMENDAÇÃO

Concordo que a educação com afetividade gera um novo conceito de formação


nas escolas, entre o professor e o aluno. Mas acredito que isso leve a outro nível
de aprendizado fazendo que as pessoas se tornem melhores no seu dia-a-dia,
traçando a execução de ações uns com os outros, uma convivência mais
agradável e contribuindo no desenvolvimento da criança, dos colegas e
professores não só no ambiente de sala de aula como fora dele em um todo.
Apesar desse assunto ser bem explorado no meio acadêmico desde o final do
século XIX a afetividade vem tendo grandes transformações, quebrando o
modelo tradicional da pedagogia e a modificando por meio de educadores como
Jean Piaget, Paulo Freire, Emília Ferreiro, entre outros. Junto com essas
modificações vem um pensamento de suma importância de que a escola deve
ser considerada o primeiro agente fora do circulo familiar representando o cerne
de aprendizado, devendo oferecer todas as condições necessárias para que a
criança se desenvolva de forma saudável, segura e protegida e para que isso
aconteça o professor precisa assumir uma postura critica do seu trabalho,
buscando dentro da ética e da cidadania respostas para situações do cotidiano
escolar.
Sendo assim o ato feito pela escritora de falar sobre a afetividade na educação,
da sua necessidade em diversos momentos, na diferença em agir a cada
situação e da reação positiva de ambas as partes, professor e aluno, prova que
é essencial falar nisso, pois educar com afetividade exige respeito aos saberes
com quais os educandos ainda não sabem lidar.

REFERENCIAS
RIBEIRO,L.M; Educando com Afetividade “ Um enfoque pedagógico” Goiânia,
2010, editora Kelps