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UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO


DEPTO. DE PROJETO, EXPRESSÃO E REPRESENTAÇÃO

PROJETO DE URBANISMO 1 e 2

Metodologias e Processos de Projetação do


Espaço Urbano

A – CONCEITO INTRODUTÓRIO

Arquitetura é aqui entendida como o espaço socialmente utilizado.


Arquitetura não é um reflexo da sociedade, mas é a própria sociedade.
Projetação como a ação de projetar (arquitetura).

B – O QUE JÁ SE SABE

Discussão A – O que é o produto da Arquitetura?


A arquitetura é a idéia?
A arquitetura é o projeto/desenho?
A arquitetura é o artefato construído?

Discussão B – Como a idéia se transforma em projeto?


Como surge a concepção arquitetônica?
O papel é mero suporte ou é também alimentador da idéia?

Discussão C – Há método para se conceber arquitetura?


Há procedimentos que devem ser seguidos para a projetação?
Tende-se a acreditar que a idéia na arquitetura surge de duas formas:

A – Por gênio, isto é, resultado de um momento inventivo peculiar.


B – Por exercícios contínuos sobre forma, relações, estruturas, dimensões,
etc.

Sobre gênio não se questiona. Sobre os exercícios do projeto existem


diferentes abordagens, formas de aproximação do objeto, meios de
entendimento do assunto, formas peculiares de soluções, etc.

AO CONJUNTO DE PRINCÍPIOS SEGUIDOS NO PROCESSO DE


PROJETAÇÃO DÁ-SE O NOME DE METODOLOGIA PARA PROJETO DE
ARQUITETURA.

METODOLOGIA COMO SUPORTE CONCEITUAL & INSTRUMENTAL QUE:

1 - SUBSIDIA AS IDÉIAS
2 - JUSTIFICA ATITUDES
3 - DIRECIONA O PARTIDO PARA A RESOLUÇÃO DE EXPECTATIVAS

B – PROJETO DE ARQUITETURA: EDIFÍCIO E PEQUENAS FRAÇÕES

Quando se está trabalhando com Arquitetura do Edifício é comum se seguir o


roteiro usual abaixo:

1 – Programa de Necessidades (Listagem de Ambientes e Espaços Pedidos)


2 – Histograma (Relacionamento entre Ambientes)
3 – Fluxograma (Fluxos Previstos)
4 – Setorização de Áreas
5 – Decomposição de Áreas
6 – Diagramação de Áreas
7 – Croquis Preliminares/Risco Preliminar
8 – Estudo Preliminar
9 – Anteprojeto
10 – Projeto

C – PROJETAÇÃO DO ESPAÇO URBANO

Para o projeto do espaço urbano o grau de complexidade é outro.

Nem melhor, nem pior que o do edifício. Nem mais simples, nem mais difícil.

Difere na questão das escalas, das abordagens, das expectativas sociais


atendidas, dos agentes envolvidos e das implicações resultantes do projeto.

Se o edifício é local, o espaço urbano é global.

O projeto do espaço urbano requer um olhar mais amplo que entenda o


espaço construído/a ser construído como integrado à cidade – e portanto, que
busque incorporar toda a complexidade que está instalada no espaço urbano.
Cidades são artefatos complexos. E como artefatos complexos exigem
atenções diferenciadas e olhares diferenciados.

Cada procedimento que se adota para investigar o espaço urbano deve ser
visto como complementar a outros (Metodologias/Abordagens que se
complementar).

Quanto maior a junção de olhares – de pontos de vista – mais coerente tende a


ser o entendimento do espaço urbano e – conseqüentemente – mais bem
substanciado e subsidiado será o projeto daí resultante.

Sugere-se, e será seguida durante o decorrer da disciplina, a abordagem


dimensional da arquitetura, fundamentada em seis dimensões principais:

Dimensão Funcional – que lida com as atividades (e funções);


Dimensão Bioclimática – associada aos aspectos da interação espaço versus
meio ambiente (conforto físico);
Dimensão Topoceptiva – vinculada à percepção que se têm dos lugares
(orientação e identificação)
Dimensão Expressivo Simbólica – lida com a capacidade de afetação
emocional (prazer e bem estar)
Dimensão Copresencial – relativa ao movimento e aos fluxos (interação)
Dimensão Ecomômica – direcionada aos aspectos financeiros (consumo).

Arquitetura é entendida como Relacional por se associar a todas essas


dimensões que são respondidas – a um só tempo – adequadamente, ou não.

É uma questão de adoção e priorização de certo aspecto.

E, obviamente, todas as dimensões são associadas.

Tais dimensões apresentam – todas elas, e cada uma individualmente – uma


base conceitual subsidiadora e, além disso, um conjunto de ferramentas que
possibilitam, de fato, a investigação do artefato sob certo olhar.

São ferramentas peculiares que apresentam utilização para qualquer escala:


variam das que se prestam ao edifício, ao bairro, à cidade, etc. Cada uma a
seu modo.
ASPECTOS DE INTERESSE PARA O PROJETO DE URBANISMO

Além dessas visões alguns pontos são merecedores de atenção no momento


de projetação do espaço urbano

1 – PESQUISA DE EXEMPLOS COMPARATIVOS

Achado de SEMELHANÇAS E DISTINÇÕES

Comparações entre espaços distintos ou assemelhados ao que se pretende


construir sempre são úteis para a previsão de resultados. Ademais, deixam
mais claras as variações morfológicas.

• Uso do Solo
• Mapa Axial

2 – O ESTUDO MORFOLÓGICO

DEL RIO, promovendo um apanhando de abordagens, discussões e


significados sobre desenho e planejamento urbano propõe que se explore:

a – O crescimento (processo de expansão urbana)


Os modos, as intensidades e as direções dos eixos de expansão.
Elementos geradores e reguladores.

b – O traçado e o parcelamento
Elementos ordenadores do espaço, estrutura fundiária, relações,
distâncias, circulação e acessibilidade.

c – As tipologias dos elementos urbanos


Inventários e categorização de tipologias edilícias (residências, comércios,
etc), de lotes e sua ocupação, de quarteirões e sua ocupação, praças e
esquinas.

d – As articulações
Relações entre elementos, hierarquias, domínios do público e do privado,
densidades, relações entre cheios e vazios.
3 – O PAPEL

MODELO POSITIVISTA
arquiteto

idéia na mente

representação da
idéia

papel como
suporte
MODELO CONSTRUTIVISTA

mente do
arquiteto

formação da
idéia

papel
4 – O ESBOÇO/CROQUI

5 – OS APLICATIVOS (PROGRAMAS DE DESENHOS)

6 – AS BASES DE DADOS

7 – FOTOS, MAPAS, PLANTAS & PRANCHAS