Vous êtes sur la page 1sur 6

A HISTÓRIA DA CONVENÇÃO GERAL

A história da CGADB começa em 1930, 19 anos após o início do movimento


pentecostal no país. Devido ao surgimento de questões de extrema relevância para a
AD em seus primeiros anos de existência, os líderes assembleianos resolveram reunir-
se pela primeira vez para deliberarem sobre desafios e metas da denominação e, a
partir de então, consolidaram a CGADB como fórum máximo de discussão das
grandes questões da igreja.

Os idealizadores da CGADB foram os pastores nacionais. O primeiro passo dado foi à


realização de uma reunião preliminar de 17 a 18 de fevereiro de 1929, em Natal (RN).
Os pastores presentes ao encontro foram Cícero Canuto de Lima, Francisco Gonzaga
da Silva, Antônio Lopes, Ursulino Costa, José Amador, Napoleão de Oliveira Lima,
Francisco César, Natanael Figueiredo e Pedro Costa. Foi nesse encontro que surgiu a
idéia de convocar pela primeira vez uma convenção que reunisse os líderes brasileiros
e os missionários suecos.

Primeira Convenção (1930)

A primeira Convenção Geral deu-se em caráter de urgência e também na capital


potiguar. Ela aconteceu de 5 a 10 de setembro e reuniu a maioria dos pastores
nacionais e missionários "para resolverem certas questões que se prendem ao
progresso e harmonia da causa do Senhor".

Foi nessa convenção que os missionários suecos passaram as igrejas já estabelecidas


no Norte e Nordeste aos obreiros nacionais, partindo em seguida para o sul do país,
para ali abrir e orientar novos trabalhos. Decidiu-se também pela interrupção de
circulação dos jornais Boa Semente, da AD em Belém (PA), e o Som Alegre, da AD no
Rio de Janeiro, que foram substituídos pelo jornal Mensageiro da Paz, de circulação
nacional, fundado pelo missionário Gunnar Vingren e que tornou-se o Órgão Oficial
das Assembléias de Deus no Brasil.

Ao todo, 16 pastores nacionais e todos os missionários suecos estiveram presentes. Na


abertura da Convenção, fez-se presente pastor Lewis Pethrus, líder da igreja-mãe na
Suécia que enviou quase todos os missionários suecos ao Brasil.

Convenções de 1933 a 1938:

Primeiras resoluções

De 9 a 16 de abril de 1933, sob a presidência do missionário Samuel Nyström, foi


realizada no Rio de Janeiro, então capital do país, a segunda Convenção Geral. A
principal resolução desse segundo encontro foi o não-reconhecimento do batismo
ministrado na Adventista e outras, cuja confissão não estivesse fundamentada
absolutamente na palavra de Deus.

A terceira Convenção ocorreu em recife (PE), de 14 a 25 de fevereiro de 1934. A


quarta, sob a presidência de Otto Nelson, aconteceu em João Pessoa (PB), 1935. Em
1936, nos dias 13 a 20 de junho, a AD em Belém (PA) hospedou a CGADB.

No ano seguinte, em outubro, foi a vez de São Paulo receber o evento. Na ocasião,
algumas das questões resolvidas foram: "É lícito pregarmos o evangelho pelo rádio?" e
"É lícito que as Assembléias de Deus coloquem uma cruz na fachada de seus
templos?" A Mesa Diretora da CGADB naquele ano ficou composta pelo pastor Paulo
Leivas Macalão, presidente; pastor Cícero Canuto de Lima, vice-presidente; Sylvio
Brito, 1° secretário; e pastor Francisco Coelho, 2° secretário.

Em 1938, Recife mais uma vez recebe a Convenção Geral. A Mesa Diretora escolhida
na ocasião foi composta pelos pastores Samuel Nystöm, presidente; José Bezerra da
Silva, vice-presidente; José Menezes, 1° secretário; e Virgílio Smith, 2° secretário. Um
dos temas tratados foi a formação e atribuições das convenções regionais. Após esse
encontro, passaram-se oito anos sem realização de assembléias convencionais.

Convenções de 1946 a 1988:

Consolidação da CGADB

Finalmente, em outubro de 1946, pastores da AD em todo o país mais uma vez


reuniram-se na capital pernambucana. Foi nessa ocasião que a CGADB tornou-se
pessoa jurídica. Os nomes responsáveis pela formação do primeiro estatuto social da
CGADB são os pastores Samuel Nyström, Cícero Canuto de Lima, Paulo Leivas
Macalão, José Menezes, Nels Nelson, Francisco Pereira do Nascimento, José Teixeira
Rego, Orlando Boyer e Bruno Skolimowski.

O primeiro estatuto apresenta como principais objetivos da CGADB "promover a


união e incentivar o progresso moral e espiritual das Assembléias de Deus, manter
propugnar o desenvolvimento da Casa Publicadora sem, no entanto, limitar a liberdade
de ação inerente a cada igreja nem determinar de qualquer forma a sua atividade".
Outro assunto deliberado foi a aproximação das ADs no país: "Nenhuma Assembléia
de Deus poderá viver isoladamente, sendo obrigatória a interligação das igrejas
evangélicas Assembléias de Deus no Brasil, com finalidade de determinar
responsabilidades perante a Convenção Geral e perante as autoridades constituídas".

Em 1947, ocorreu a oitava Convenção Geral. São Paulo recebeu a assembléia


convencional de 6 a 11 de outubro daquele ano. Pastor Cícero Canuto de Lima
presidiu a CGADB, tendo como vice-pastor Paulo Leivas Macalão. Pastores Eugênio
Martins Pires e José Bezerra da Silva eram os secretários. Na época, o Brasil já era o
terceiro do mundo em número de pentecostais. Por isso, os convencionais decidiram
pleitear trazer a 2ª Conferência Mundial Pentecostal ao Brasil. A cidade a receber o
evento seria Porto Alegre. Pastor J. P. Kolenda, representando o Brasil e a América do
Sul, advogou a idéia perante o Comitê Mundial. Porém, o evento acabou sendo
realizado em Paris de 21 a 29 de maio de 1949. Só anos depois, em 1967, a CGADB
traria o evento ao Brasil. O Rio de Janeiro hospedou o Congresso Mundial, que teve
naquela edição um encerramento glorioso no Maracanã, com uma assistência de 200
mil pessoas.

Em 1948, Natal hospedou a 9ª Convenção Geral. Missionário Samuel Nyström


presidiu a CGADB, tendo como vice o pastor Francisco Pereira do Nascimento. Em
1949, aconteceu 10ª Assembléia Convencional, realizada no Rio de Janeiro e presidida
desta vez por pastor Nels Nelson.

Em outubro de 1951, pela primeira vez uma igreja do Sul hospedou a convenção. Foi a
AD em Porto Alegre. Na ocasião o missionário Gustavo Nordlund foi eleito presidente
da CGADB. Estavam presentes a essa assembléia representantes da igreja-mãe na
Suécia e da AD em Portugal, Estados Unidos, Noruega, Argentina, Uruguai e
Paraguai. Ao todo, 159 obreiros estiveram presentes.

Em 1953, com 296 inscritos, a AD em Santos recebeu a Convenção Geral, que foi
presidida pelo pastor Francisco P. Nascimento. Dois anos depois, desta vez em Belém
(PA), pastor Francisco, mais uma vez presidente, e mais 163 delegados de todo o país
participaram da 13ª Assembléia Ordinária da CGADB. De 11 a15 de novembro de
1957, sob a presidência de pastor Cícero Canuto de Lima, realizou-se a 14° AGO em
Belo Horizonte. Em 1959, a AAD em São Cristóvão (RJ) recebe a CGADB, presidida
pelo pastor Francisco P. do Nascimento.

Recife abriu mais uma vez as suas portas, recebendo a 15ª Convenção Geral de 18 a
23 de novembro de 1962, ocasião em que pastor Antônio Petronilo dos Santos, então
líder da AD em João Pessoa presidiu a CGADB. Em 1964, durante AGO em Curitiba,
realizada de 16 a 21 de novembro, pastor José Pimentel de Carvalho assumiu pela
primeira vez a presidência da Convenção. Em 1966, foi a vez de Santo André (SP)
hospedar o encontro da CGADB, presidida agora pelo pastor Paulo Leivas Macalão.
Em 1968, pastor João Alves Corrêa foi eleito presidente no encontro realizado em
Fortaleza. Em 1971, a AD Niterói (RJ) hospedou a 20° Convenção Geral, tendo como
presidente pastor Alípio da Silva e, como vice, líder da igreja hospedeira, pastor
Moisés Soares da Fonseca.

Em 1973, sob a liderança de pastor João Alves Correa, a Convenção foi realizada mais
uma vez em Natal. Santo André (SP) receberia novamente o encontro em 1975, sendo
escolhido como líder da CGADB o pastor Túlio Barros Ferreira. José Pimentel de
Carvalho presidia a CGADB na assembléia seguinte, ocorrida em Recife, em 1977.
Em 1979, pastor Túlio Barros volta a presidir a CGADB, no encontro de Porto Alegre.
Em 1981, em Belo Horizonte, mais uma vez pastor José Pimentel assume a
presidência da Convenção. Em 1983, no Espírito Santo, pastor Manuel Ferreira, líder
do ministério da AD em Madureira (RJ) assume a presidência da CGADB. Em 1985,
em Anápolis (GO), pastor José Pimentel assumiu novamente a convenção. Em 1987,
pastor Alcebíades Pereira de Vasconcelos é eleito presidente da CGADB, em
assembléia convencional realizada em Salvador, com a presença de cerca de 3 mil
ministros.

Em 1988, pastor Alcebíades falece, quando então o seu vice, pastor José Wellington
Bezerra da Costa, líder da AD no Belenzinho (SP), assume. No ano seguinte, sob a
presidência do pastor José Wellington, realizou-se a primeira Assembléia Geral
Extraordinária, no Centro de Convenções da Bahia, em Salvador. Compareceram ao
encontro 1.656 ministros de todo o Brasil. Na mesma reunião, decidiu-se pelo
desligamento dos obreiros do ministério de Madureira, por força de dispositivo
estatutário que impede ao ministro pertencer a mais de uma convenção nacional. Os
ministros da AD de Madureira, fundada por pastor Paulo Leivas Macalão, já falecido
na época, optaram por manter a existência da então recém criada Convenção Nacional
de Ministros da AD de Madureira (Conamad).

Por força dos estatutos e para poder candidatar-se no pleito seguinte, pastor José
Wellington renunciou ao cargo de presidente, e então de 14 de outubro de 1989 a
janeiro de 1990, o seu primeiro-vice, pastor Avelino Maicá da Silveira, assumiu a
presidência da Convenção. Ele permaneceu no cargo até janeiro de 1990, quando
pastor José Wellington, eleito, voltou a ocupar a presidência da CGADB.
Convenções de 1990 a 2003:

Nova fase de expansão

As convenções que se seguiram nos anos 90 e início deste novo milênio marcam uma
nova fase de crescimento da Assembléia de Deus no Brasil. Muito dessa nova guinada,
inclusive, é claramente decorrente de medidas tomadas pela CGADB durante esse
período.

Sob a liderança do pastor José Wellington, São Paulo recebeu 30° Convenção, nos dias
7 a 11 de janeiro de 1990, no Palácio de Convenções do Anhembi. A principal decisão
desse encontro foi a implementação do projeto Década da Colheita, um esforço
evangelístico que envolveu praticamente toda a igreja no Brasil. Mesmo que o Censo
1991 do IBGE não fosse preciso, a comparação com o Censo 2000 mostrou quanto a
AD cresceu nos últimos dez anos do século 20, e com certeza muito disso se deve ao
projeto da Década.

Em 1993, foi realizado no recém inaugurado Grande Templo da AD em Cuiabá (MT) a


31° AGO. Pastor Sebastião Rodrigues de Souza, líder da AD mato-grossense, assumiu
a presidência da CGADB. Em 1995, a 32° Convenção Geral, ocorrida em Salvador,
teve como alguns dos temas da pauta a reforma do Regimento Interno da CGADB, a
Década da Colheita, orientações sobre divórcio, doutrinas e costumes e o fundo
convencional.

Em 1997, Belo Horizonte hospedou a Convenção. Cerca de 2,3 mil ministros


estiveram presentes. Na ocasião, foram acertados os preparativos do 2° Congresso
Mundial das Assembléias de Deus, marcado para setembro daquele ano, e que veio a
se tornar a maior reunião evangélica de todos os tempos no Brasil. Cerca de 1 milhão
de pessoas lotaram o campo de Marte, em São Paulo, no encerramento da festa, que
contou com a presença de ministros de Estado e do presidente da república. Pela
primeira vez a mídia secular tomou conhecimento do peso da AD no país

A 34° Convenção Geral deu-se em 1999, na AD no Belenzinho (SP), e teve como


presidente pastor José Wellington. Em 2001 Brasília recebe a 35° Convenção, sob a
presidência de pastor José Wellington. Esse encontro marca o início do projeto político
da AD. Com a criação do Conselho Político da CGADB e o apoio de todo a igreja no
Brasil, dezenas de deputados federais e estaduais assembleianos foram eleitos no
pleito de 2002. A Convenção conseguiu ainda a concessão de dezenas de rádios para
várias regiões do país e pleiteia a aquisição de um canal de televisão próprio. Na
época, foi criada também a Semana Nacional de Oração.

A 36° Convenção Geral, realizada em janeiro de 2003 em Maceió, bateu o recorde em


número de ministros participantes: mais de 3 mil. Os cultos foram transmitidos ao vivo
pela Rede Boas Novas de Televisão e a Rádio Boas Novas, da AD em Recife. Os
cultos realizados no Estádio Rei Pelé contaram com uma assistência noturna de 35 mil,
28 mil só dentro do estádio.

Ainda em 2003, no mês de agosto, a Convenção voltou a reunir-se. Foi a 38° reunião
(e não AGO), e a segunda Assembléia Geral Extraordinária, realizada na AD em
Belenzinho (SP). O motivo do encontro foi a complementação da reforma do Estatuto
Social da CGADB, com vistas ás exigências do novo Código Civil brasileiro.
A próxima Convenção - a 37° AGO - já está marcada. Será em abril de 2005, ano em
que a CGADB completa 75 anos de existência, contribuindo para a expansão do
evangelho no mundo.

Todas as Convenções e seus presidentes

1930 - Natal - Cícero Canuto de Lima

1933 - Rio de Janeiro - Samuel Nyström

1934 - Recife - Otto Nelson

1935 - João Pessoa - Otto Nelson

1936 - Belém - Samuel Nyström

1937 - São Paulo - Paulo Leivas Macalão

1938 - Recife - Samuel Nyström

1946 - Recife - Samuel Nyström

1947 - São Paulo - Cícero Canuto de Lima

1948 - Natal - Samuel Nyström

1949 - Rio de Janeiro - Nels Nelson

1951 - Porto Alegre - Gustavo Nordlund

1953 - Santos - Francisco P. Nascimento

1955 - Belém - Francisco P. Nascimento

1957 - Belo Horizonte - Cícero Canuto de Lima

1959 - Rio de Janeiro - Francisco P. Nascimento

1962 - Recife - Antônio Petronilo dos Santos

1964 - Curitiba - José Pimentel de Carvalho

1966 - Santo André (SP) - Túlio Barros Ferreira

1968 - Fortaleza - João Alves Corrêa

1971 - Niterói - Alípio da Silva

1973 - Natal - José Pimentel de Carvalho

1975 - Santo André (SP) - Túlio Barros Ferreira


1977 - Recife - José Pimentel de Carvalho

1979 - Porto Alegre - Túlio Barros Ferreira

1981 - Belo Horizonte - José Pimentel de Carvalho

1983 - Vila Velha (ES) - Manuel Ferreira

1985 - Anápolis - José Pimentel de Carvalho

1987 - Salvador - Alcebíades Pereira de Vasconcelos

1988 - -------------- José Wellington Bezerra da Costa

1989 - São Paulo (AGE) - José Wellington Bezerra da Costa

1989 - -------------- Avelino Maicá da Silveira

1990 - São Paulo - José Wellington Bezerra da Costa

1993 - Cuiabá - Sebastião Rodrigues de Souza

1995 - Salvador - José Wellington Bezerra da Costa

1997 - Belo Horizonte - José Wellington Bezerra da Costa

1999 - São Paulo - José Wellington Bezerra da Costa

2001 - Brasília - José Wellington Bezerra da Costa

2003 - Maceió - José Wellington Bezerra da Costa

Fonte: Imagens e textos extraídos do


Calendário do Ano do Jubileu de Diamante da CGADB - editado pela CPAD