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Desafios e Perspectivas para o Ensino de Música na Educação Básica e

em Outros Contextos”

O repensar na educação pressupõe pensar na formação docente e na prática


pedagógica com qualidade. Considerando o lócus de trabalho docente
podemos pensar na valorização profissional, políticas adequadas e qualificação
profissional.

Exige-se do educador musical a busca constante de conhecimento para


qualificar melhor o seu trabalho no mercado no qual esta inserido.
A educação musical, realizada por professores informados e conscientes de seu
papel, educa e reabilita a todo momento.

Há a necessidade dos educadores musicais serem profissionais críticos e


reflexivos que saibam atuar nos espaços escolares e não escolares, fazendo
emergir discussões na área, e colocar em pauta espaços diferenciados que
não eram estudados ou discutidos. Esses profissionais devem cultivar a
musicalização antes de qualquer utilização formal de ensino, prevalecendo o
cuidado com o saber sócio-cultural, conhecendo seus alunos e
contextualizando seu aprendizado com o mundo em que vivem. Devem
oportunizar o acesso ao conhecimento. Deve ainda trabalhar a
interdisciplinaridade do conhecimento, atentando-se que o conhecimento
pedagógico musical pertence a outros profissionais que transmitem
conhecimentos ou habilidades musicais como jornalistas, artistas, produtores
musicais, músicos religiosos e populares, etc.

Koellreutter (1997), em sua proposta de programa de ensino de música, nos


traz algumas possibilidades de aplicações da música, todas de incontestável
pertinência: música na educação - educação pela música;música na rádio, na
televisão, no cinema e teatro;música na publicidade e propaganda;música na
medicina e na reabilitação social;música na recreação e nas atividades de
lazer;documentação, musicologia e crítica. Uma vez conscientizados sobre as
possíveis funções e aplicações da música, podemos pensar como objetivos da
educação musical escolar:  Incorporar a educação musical como parte
integrante da formação do indivíduo, fortalecendo a ideia de que música faz
parte da cultura e atinge direta ou indiretamente todos os indivíduos,
contribuindo para o desenvolvimento da sensibilidade e possibilitando o
aprimoramento do senso estético;

As ações da educação musical devem contemplar diferentes abordagens na


tentativa de abarcar a diversidade dos “mundos musicais” presentes nas
diferentes dimensões sócio/culturais da humanidade, dialogando assim com os
universos simbólicos e se inserindo no discurso musical em cada contexto
social.

Elementos encontrados no dia-a-dia e por meio da diversidade musical


presente no mundo podem servir como ferramentas para facilitar a
compreensão desses múltiplos e distintos contextos oportunizando situações
de troca e construção colaborativa.

Uma sugestão seria a escola de tempo integral, programa que amplia o tempo
de permanência dos alunos na escola, que pode se constituir como um espaço
significativo para inserção da música no currículo escolar, contribuindo para
afirmar o papel da música como um elemento significativo para formação
integral dos alunos, valorizando por meio das diferentes vivencias e práticas
musicais, dentro e fora das aulas e nos diferentes contextos socioculturais da
comunidade escolar.
Considera-se a importância de um conjunto de ações para a implementação
do ensino de música na educação básica, estabelecendo para isso três níveis
de ações: ações políticas, ações acadêmicas e ações práticas.

1) ações políticas: elaboração de documentos, criação de leis, resoluções e


portarias capazes de respaldar os argumentos em favor da implementação da
música nas escolas;

2) ações acadêmicas: estimular reflexões e debates para contribuir com a área


da música e seu ensino, por meio da produção de materiais para revistas
especializadas; elaboração e veiculação de materiais didáticos como livros,
cadernos, revistas e vídeos que contenham experiências de ensino com
objetivo de auxiliar a atuação de professores;

3) ações práticas: investimentos em ações para a formação de professores de


música como a criação de cursos de licenciatura em música, presenciais ou a
distância; cursos de formação continuada; negociar com instituições de
fomento recursos para projetos de formação de professores.

Agora façamos a seguinte reflexão: Os métodos ou metodologias atualmente


utilizados contribuem para ajudar ou retrair o ensino instrumental e ou vocal?
Os estudos sobre a motivação para a prática e ensino musical e têm discutido
sobre questões cognitivas, afetivas e sociais dos indivíduos sendo estudados
no campo da psicologia educacional. O docente deve ter em mente que deve
estar preparado para entender que o desejo de nosso aluno em aprender
notas, melodia, harmonia são o ponto chave pela busca do aprendizado
instrumental. O professor de instrumento precisa oportunizar aparatos musicais
que impulsionem o aluno a trabalhar de forma consciente. Mas como?
Incentivando a pesquisa pelo histórico da música por parte da MPB no caso de
música brasileira e também de caráter erudito. Despertando a pesquisa o aluno
poderá sabe o que determinado estilo e ou compositor se propõe em sua
essência e novas possibilidades sonoras em determinadas obras.

A criatividade é a chave para a movimentação do pensamento humano pela


busca pelo novo. Relacionando com a prática pedagógico-musical, significa
dizer que o compromisso do professores de instrumento deve ir além da
partitura.

Não poderíamos deixar de mencionar os recursos tecnológicos para a


educação, e por que não educação musical? A ferramenta tecnológica deve
ser encarada como apoio para as aulas e não uma disseminação de forma
acrítica.

Com o avanço absurdo da tecnologia exige do docente uma reflexão,


atualização e capacitação constante. A prática docente é e deve ser
incrementada com recursos diversos, sendo digitais ou não conforme suas
possibilidades e a estimulação de uso destes recursos estimulando os
conteúdos aplicados e adequando ao perfil de cada turma e faixa etária
diferenciada. É preciso, porém, utilizar recursos tecnológicos e midiáticos como
além da televisão e do acesso à internet, simulações, Objetos Educacionais,
Ambientes Virtuais de Aprendizagem, que possam dar significado ao conteúdo
proposto pela aula.

Computdor é o instrumento musical. Ferramentas: Gravar, escrever e editar,


Novo meio para pensar música.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
o ensino musical está em constante modificação e aprendizado tanto para
docentes como discentes. E cabe a cada educador buscar a sua maneira e
adequação para tornar a educação musical uma disciplina tão significativa e
motivadora que será indispensável e insubstituível na grade curricular das
escolas, principalmente as escolas regulares de ensino.