Vous êtes sur la page 1sur 6

Professora Cibele Cheron

Direito Empresarial
Ocorrência histórica: dos atos de
comércio aos atos de empresa
Direito Comercial

O Direito Comercial nasceu e evoluiu da


necessidade de regulamentar o comércio
especificamente, diferente das atividades produtivas
não comerciais.
Desenvolvimento em três fases:
- Subjetiva-corporativista;
- Objetiva;
- Subjetiva-moderna.
A primeira fase, conhecida
como subjetiva-
corporativista, era
caracterizada por uma tônica
subjetiva que ligava o
mercador a uma corporação
de ofício mercantil. Em seu
conceito, o comerciante era
aquele que praticava a
mercancia, subordinando-se
à corporação de mercadores
e sujeitando-se às decisões
dos cônsules dessas
corporações.
A segunda fase foi denominada objetiva, era a fase da Teoria dos Atos do
Comércio cuja origem é francesa. Tinha como traço marcante o objeto da
ação do agente, ou seja, o próprio ato do comércio que caracterizava a
profissão dos mercadores. Ou seja, o próprio ato do comércio, e "comerciante
é aquele que pratica com habitualidade e profissionalidade os atos do
comércio".
A terceira fase é a empresarial. A
Teoria dos Atos do Comércio foi
substituída pela Teoria da
Empresa, que é mais fácil de ser
conceituada, devido ao
enquadramento da atividade
econômica organizada,
independente de qualificação
comercial ou civil.
Essa teoria originou-se na legislação
italiana de 1942, que fez desaparecer o
Código Comercial como legislação
separada, unificando o direito
obrigacional no Código Civil (Livro II, "Do
direito da Empresa", CC/2002).
•O direito comercial passa a ser o direito das empresas.
•Qualquer ato praticado, seja ele compra, venda ou troca, que fosse praticado
por um comerciante seria encarado como ato comercial.
•Torna-se o ato de comércio isolado, uma fase não funcional dando-se
importância a atos e exploração de uma empresa.
Teoria da Empresa
A relação será tutelada pelo enquadramento da atividade econômica
organizada, que independe de qualificação comercial ou civil;
Não existe uma definição legislativa em função da diversidade de possíveis
definições de empresa;
“O Direito Empresarial atual não se restringe a regular a profissão de
comerciante e os atos de comércio, a atividade comercial pura. Ele se
amplia para tratar de toda atividade empresarial, abrangendo também a
indústria, os transportes, os seguros, os bancos, as bolsas de valores”.