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APLICAÇÕES DENTRO DE UM MOMENTO RUIM DA ECONOMIA BRASILEIRA

Author: João das Neves Stark

O Brasil é uma das chamadas potências emergentes: é o "B" do


grupo BRICS. É membro de diversas organizações econômicas, como
o Mercado Comum do Sul (Mercosul), a União de Nações Sul-
Americanas(UNASUL), o G8+5, o G20 e o Grupo de Cairns. Tem centenas de
parceiros comerciais, e cerca de 60% das exportações do país referem-se a
produtos manufaturados e semimanufaturados.[18] Os principais parceiros
comerciais do Brasil em 2008 foram: Mercosul e América Latina (25,9% do
comércio), União Europeia (23,4%), Ásia (18,9%), Estados Unidos (14,0%) e
outros (17,8%).[19] Alguns especialistas em economia, como o analista Peter
Gutmann, afirmam que em 2050 o Brasil poderá vir a atingir estatisticamente o
padrão de vida verificado em 2005 nos países da Zona Euro.[20] De acordo com
previsão do Goldman Sachs, o Brasil atingirá em 2050 um PIB de 11,3 trilhões
de dólares e um PIB per capita de 49 759 dólares estadunidenses, tornando-se
a quarta maior economia do planeta.[21][22]
Importantes passos foram dados na década de 1990 para estabilizar a
economia, como sustentabilidade fiscal, medidas tomadas para liberalizar e
abrir a economia, e assim impulsionaram significativamente os fundamentos do
país em matéria de competitividade, proporcionando um melhor ambiente para
o desenvolvimento do setor privado.[23][24] Porém, o Brasil ainda figura entre os
piores países do mundo quando se trata de competitividade: ficou 61º dentre as
63 economias analisadas pelo International Institute for Management
Development (IMD) em 2017.[25] O estudo avalia as condições oferecidas pelos
países para que as empresas que neles atuam tenham sucesso nacional e
internacionalmente, promovendo crescimento e melhorias nas condições de
vida da sua população. Na análise, os critérios avaliados são: desempenho
econômico, infraestrutura e eficiência dos seus governos e empresas. O país
ainda ficou na 80ª posição entre os 137 países analisados no índice de
competitividade do Fórum Econômico Mundial de 2017.[26]
A economia brasileira tem a característica de ser concentrada no
Estado.[27] O estado brasileiro tem participações em mais de 650 empresas,
envolvidas em um terço do PIB nacional.[28] O país adota uma forma
de Capitalismo de Estado. Em 2018 foi considerado o 153º entre 180 países
com mais liberdade econômica.[29] Outro estudo de 2018 apontou o Brasil como
o segundo país mais fechado do mundo para o comércio
internacional.[30] Graças a esses números, o Brasil responde por apenas 1,2%
das transações comerciais mundiais.[31]
O país dispõe de setor tecnológico sofisticado e desenvolve projetos que
vão desde submarinos a aeronaves (a Embraer é a terceira maior empresa
fabricante de aviões no mundo).[32] O Brasil também está envolvido
na pesquisa espacial. Possui um centro de lançamento de satélites e foi o
único país do Hemisfério Sul a integrar a equipe responsável pela construção
do Estação Espacial Internacional (EEI).[33] É também o pioneiro na introdução,
em sua matriz energética, de um biocombustível - o etanol produzido a partir da
cana-de-açúcar.[34] Em 2008, a Petrobras criou a subsidiária, a Petrobras
Biocombustível, que tem como objetivo principal a produção de biodiesel e
etanol, a partir de fontes renováveis, como biomassa e produtos agrícolas.