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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP
Curso de Letras – Português
Elba Ortez Kobori da Silva - RA 1303940
Iraneth Patrício Okawa - RA 1315634
Suzana Marta Utiyama - 1307517
Polo Japão
Projeto Pedagógico:
Integração entre um ambiente não escolar e uma escola
Trabalho 2
Japão
Novembro/2013
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Elba Ortez Kobori da Silva - RA 1303940
Iraneth Patrício Okawa - RA 1315634
Suzana Marta Utiyama - 1307517
Polo Japão
Projeto Pedagógico:
Integração entre um ambiente não escolar e uma escola
Projeto apresentado à Universidade
Paulista – UNIP, do curso de
Letras/Português, como um dos
requisitos para a obtenção da nota
na disciplina Prática de ensino:
Observação e Projeto, ministrada
pelo Prof° Wanderlei Sérgio da Silva/
Raquel Maia Bokums.
Japão
2013
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SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO ...................................................................................................... 03
2 DESENVOLVIMENTO........................................................................................... 04
3 RESULTADO........................................................................................................ 07
4 CONCLUSÃO........................................................................................................ 08
5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS..................................................................... 09
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1 INTRODUÇÃO
A disciplina Prática de Ensino: Observação e projeto propõe, neste semestre,
um projeto pedagógico com atividades que possam criar oportunidades para unir um
ambiente educativo não escolar a um ambiente educativo escolar.
A educação, em todos os tempos, e principalmente nos dias de hoje,
ressente-se de maior aprofundamento e clareza sobre o verdadeiro sentido da vida e
da aprendizagem e sobre os objetivos a serem alcançados.
O ambiente educativo educacional escolhido pelos envolvidos no projeto -
alunos do curso de Letras/Português da UNIP (Universidade Paulista), Polo Japão -
é a escola de educação fundamental Kikugawa Higashi Chugakko, da cidade de
Kikugawa, província de Shizuoka, Japão. Pela imensa variedade oferecida, a
Biblioteca Municipal de Ogasa – Ogasa Toshyokan, localizado próximo à escola
Kikugawa Higashi Chugakko, foi a opção para o ambiente educativo não escolar.
O motivo para a escolha desses ambientes foi a possibilidade de desenvolver
atividades em que os alunos poderão aprender se divertindo e o professor terá a
chance de, não somente, trazer a realidade para mais perto dos alunos, como
também demonstrar como o conteúdo aprendido em sala de aula é utilizado na
sociedade no dia a dia dos alunos.
2 DESENVOLVIMENTO
Construir um trabalho coletivo, articulado e com posições diversificadas é uma
tarefa desafiadora, que exige, portanto, empenho, paciência, persistência e crença
naquilo que queremos alcançar: o desenvolvimento dos alunos, já que se trata, em
muitos casos, de alunos com dificuldades na aprendizagem, o que torna ainda maior
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a responsabilidade do professor em atender as necessidades de um grupo tão
diversificado.
Num mundo em que diferentes plataformas estão cada vez mais interligadas,
faz-se necessário entender essa nova realidade e trazê-la para dentro da sala de
aula para, assim, manter a relevância do estudo formal.
O ambiente educativo não escolar escolhido - Biblioteca Municipal de Ogasa
– Ogasa Toshyokan - favorece diversas oportunidades para promover o aprendizado
dos alunos da escola Kikugawa Higashi Chugakko. Os professores designados para
trabalhar com os alunos devem, sempre que possível, fazer parte do
desenvolvimento das atividades para que a interação entre o ambiente escolar e o
não escolar seja otimizada.
Acompanhando a tendência moderna, que valoriza as atividades
multidisciplinares, nosso projeto propõe a integração de diversas disciplinas visando,
assim, o maior aproveitamento possível em cada visita ao ambiente não escolar. As
disciplinas e atividades propostas estão relacionadas a seguir:
- Matemática: o aluno pode fazer um orçamento fictício sobre a quantidade
de livros existentes na biblioteca e assim exercitar, não somente, sua habilidade
para calcular, como também, a curiosidade, o espírito de investigação e o
desenvolvimento da capacidade de resolver problemas, etc.
- História: o aluno pode escolher um livro, pesquisar sua origem histórica e
apresentar uma síntese do mesmo para toda a classe. O professor pode usar este
momento, para debater com os alunos o contexto histórico em que o livro foi escrito.
- Geometria e Educação de Trânsito: o estacionamento da biblioteca
também é um bom local para aprendizagem devido à rica sinalização (comunicação
não - verbal) existente: faixas de delimitação de vagas, sinais para deficientes e
placas de advertência.
- Geografia: os alunos podem ser divididos em grupos; cada grupo fica
responsável por uma seção da biblioteca. Os alunos devem pesquisar a origem dos
livros e podem expandir a atividade, pesquisando a estação em que foram escritos,
meios utilizados para transportar o livro do seu local de origem até a estante da
biblioteca, etc.
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- Línguas: colocar o aluno em contato com os diversos tipos e gêneros
textuais, encontrado nos livros. Como a comunicação também ocorre através da
linguagem não verbal, o aluno estará cercado por quadros, esculturas e várias artes
como objetos feitos de dobradura de papel (origami), o aluno deve estar apto a
interpretar a mensagem dessas artes.
- Biologia: o jardim da biblioteca possui um imenso canteiro de flores, o aluno
pode fazer uma pesquisa sobre as espécies e o tipo de solo utilizado para a criação
do jardim.
- Língua Estrangeira: antes da visita à biblioteca, o professor pode propor ao
aluno que procure palavras de origem estrangeira incorporadas na nossa língua.
Durante a visita, o aluno deve fazer essa pesquisa e anotar todas as informações
necessárias. Em sala de aula, o aluno pode fazer uma apresentação sobre as
palavras escolhidas, fazendo uma interatividade entre os demais alunos realizando
assim a prática de fluência.
- Ensino Religioso: o professor pode propiciar ao educando o despertar de
uma consciência religiosa através de um debate, baseado no conhecimento da
doutrina de Jesus Cristo e no cultivo de valores essenciais à dignidade humana
como a fraternidade, a justiça e a paz, que estão presentes no cristianismo e nas
mais expressivas religiões da humanidade.
- Educação Artística: a biblioteca possui uma Sala de Artes onde há um
profissional que ensina a arte de fazer dobradura de papel (origami). O aluno pode
praticar a arte e apreciar os variados artesanatos que ficam expostos na sala.
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3 RESULTADO
As perspectivas se referem às possibilidades nas mudanças das atividades
educacionais da escola. Oferecer uma educação de qualidade, baseada nos
princípios de uma democracia participativa, comunitária, cristã e ambiental,
tornando-se um espaço cultural de socialização e desenvolvimento do estudante,
preparando-o para o exercício de sua plena cidadania, promovendo uma interação
prazerosa entre alunos e professores.
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4 CONCLUSÃO
Este projeto nos permitiu perceber para o fato que o processo educativo não
se inicia e nem se encerra em sala de aula. Um local onde passamos
frequentemente pode estar cheio de informações e descobertas. O professor pode
desenvolver a sensibilidade para identificar tais locais e utilizar processos
diversificados, para atender situações diferenciadas de aprendizagem e exercer sua
consciência crítica ao aprender fazendo.
As tarefas propostas neste projeto são importantes para fortalecer o ensino-
aprendizagem e podem ser executadas ao longo do ano letivo escolar, de acordo
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com a área de atuação correspondente de cada professor. O resultado das
atividades pode ser devidamente avaliado pela coordenação pedagógica, visando
assim a possível implantação do projeto em outras escolas.
5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
SILVA, E. L.; MENEZES, E. M. Metodologia da pesquisa e elaboração de
dissertação. 3. Ed. Florianópolis: Laboratório de Ensino a Distância da UFSC,
2001.
Portal MEC (http://portal.mec.gov.br/)
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