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Sindicalismo em Mocambique: Desafios e Perspectivas

Páginas: 18 (4455 palavras) Publicado: 18 de novembro de 2014

Gestão e Liderança, III Ano, GESPES Página 2


UEM - Escola Superior de Negócios e Empreendedorismo de Chibuto (ESNEC)

1. INTRODUÇÃO

A história de Moçambique apresenta quatro fases distintas: A primeira fase, de 1800 até 1975, é

o período da colonização Portuguesa; a segunda fase, de 1975 até o início da década de 80 é a

época pós-independência quando é instituído um regime socialista. Aterceira fase, de 1980 até

1990, se inicia a transição do regime socialista para o capitalista e, por fim o período pós 1994

até os dias actuais. (Pitcher, 2002, citado por Jakobsen e Carvalho, 2008).

O ambiente de trabalho verificou mudanças ao longo desta fase, desde a exploração do homem

pelo homem a alterações laborais impulsionadas pelo papel do Estado, sendo este o agente
dedesenvolvimento das relações laborais, desde o estabelecimento dos salários mínimos às

condições sociais dos trabalhadores.

O Sindicalismo em Moçambique, conforme explica Carlos Mucareia1 na rubrica news do Portal

do Governo (2010), no tempo colonial havia sindicatos corporativos que enquadravam um

determinado grupo social, eles não tinham muito em conta com o global dos trabalhadores.

Conquistada aindependência nacional, exortou-se os representantes dos trabalhadores para se

organizarem em moldes colectivos, para darem a sua contribuição na etapa da independência

nacional, disse Mucareia.

Pretende-se nesta pesquisa abordar os desafios e perspectivas do sindicalismo em Moçambique,

num contexto da Gestão de Pessoas como um ramo que se preocupa com as relações laborais

estabelecidas pelaspessoas nas organizações.

Nestas abordagens, vai se dar um enfoque à Organização dos Trabalhadores de Moçambique

como sendo um comité sindical mais abrangente e reconhecida no país.

1.1. Objectivos

1.1.1. Geral

Analisar os desafios e as perspectivas do Sindicalismo em Moçambique com base na

OTM-CS.
1.1.2. Específicos

Descrever a evolução do sindicalismo em Moçambique com base na OTM-CS;Identificar organizações


sindicais em Moçambique;

Identificar os desafios e as perspectivas do sindicalismo em Moçambique com base na

OTM-CS.

Presidente da Organização dos trabalhadores de Moçambique (OTM-CS), naquela época.

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UEM - Escola Superior de Negócios e Empreendedorismo de Chibuto (ESNEC)

1.2. Justificativa

“Duas pessoas valem maisque uma”. As pessoas precisam se unir para realizarem um

determinado fim. Do mesmo jeito acontece com a massa laboral, a reclamação de um único

colaborador pode não surtir efeito do que um protesto de um grupo organizado. No mundo

laboral os colaboradores precisam expressar seus sentimentos, exigências, queixas e outros, que

individualmente é quase impossível, daí que estes se organizam, deacordo com o seu sector, em

grupo de sindicatos que passa a defender os seus interesses e servir de intermediário entre o

patronato e os empregados.

É importante que um indivíduo empregado ou patronato pertença a um grupo sindical, de modo

que as suas necessidades tenham voz no mercado. Qualquer aluno ou estudante que pretende se

inserir no mercado precisa conhecer as instituições sindicais ondeirá solicitar apoio laboral.

Daí que é importante que os indivíduos economicamente activos precisam conhecer os desafios

enfrentados pelos sindicatos em Moçambique de modo a criar soluções e conhecer as

perspectivas que irão moldar o ambiente laboral.

A escolha da OTM-CS como objecto de análise, além da abrangência supra citada, deve-se a

simplicidade de identificação dos desafios eperspectivas dos outros sindicatos, que se espelham

na visão desta organização.

Organização dos Trabalhadores de Moçambique

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A Organização dos Trabalhadores de Moçambique (OTM) tem estatuto de entidade central de todas as
instituições sindicais existentes em Moçambique, ostentando o título de OTM - Central Sindical. É a
organização sindical mais antiga, a mais abrangente e, por isso, a reconhecida pelo Estado moçambicano
para negociações relativas às atividades laborais (como é o caso da questão do salário mínimo), embora
outras organizações sindicais tenham algum reconhecimento por parte do Estado.

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