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Fichamento do livro:
Neiva, Kathia Maria Costa. Processos de Escolha e Orientação Profissional, Editora Vetor, São Paulo,
2007.

- História da Psicologia Vocacional


Nasceu em 1902 em Munique. Antes a ocupação era determinada pelo clã, casta, família. Os ofícios
eram herdados.

- Até 1950
1ª Corrente teórica: psicometria, teoria de Traço e Fator (determinismo vocacional).

- Após 1950
Psicodinâmica (fator motivacional)
1. Sublimação e reparação (psicanálise)
2. Satisfação e frustração
3. Classifica o individuo a partir da personalidade(6 tipos)
Decisional (avalia as possibilidades)
Desenvolvimental (desenvolvimento desde a infância até amadurecimento vocacional – oportunidades e
ofertas)

PROPOSTAS PARA GUIAR O ADOLESCENTE NA ESCOLHA ADEQUADA DA PROFISSÃO:

1ª Proposta: conferências sobre distintas profissões (atividades, áreas específicas e mercado de trabalho)
Exemplo, feira das profissões.
Crítica: O adolescente primeiro precisa saber mais de si.

2ª Proposta: Diagnóstico vocacional (testes para avaliar a capacidade intelectual, aptidões, estrutura e
dinâmica; personalidade, interesses e valores) . realizada em algumas sessões, primeira entrevista.
Obs. A decisão é tomada pelo jovem elaborando conflitos e ansiedade.

3ª Proposta: Modalidade Clínica Individual. O psicólogo é um facilitador que ajuda o adolescente a


elaborar sua identidade vocacional, ocupacional de forma autônoma e autentica. Entrevistas e testes se
for o caso. conhecimento e esclarecimentos sobre aspectos internos e externos.
Modalidade Clínica Grupal: de 8 a 15 sessões de 90 a 120 minutos, de 5 a 15 participantes, uma vez por
semana. Tem vantagens e desvantagens.

4ª Proposta: Operação do Desenvolvimento Vocacional (instrumentar o adolescente)


1ª Tarefa: Exploração (ampliar conhecimento sobre si e ambiente que o rodeia)
2ª Tarefa: Cristalização (ordenar, organizar para restringir campo de preferencia)
3ª Tarefa: Especificação (delimitar sua escolha e fazer planos)
4ª Tarefa: Realização (materializar o projeto escolhido)
Processo Cognitivo:
1- Exploração – pensamento criador;
2- Cristalização – pensamento perceptual;
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3- Especificação – pensamento avaliativo;


4- Realização – pensamento implicativo.
O desenvolvimento se processa através de tarefas que irão permitir habilidades intelectuais e atitudes
cognitivas específicas.
Obs. Pode ser individual ou grupo. Leva mais tempo, mas pode ser adaptada e associada a outras
modalidades.

A ESCOLHA PROFISSIONAL COMO PROCESSO:

Essa escolha é difícil e geralmente o adolescente não se dá conta que essa decisão abrange muito mais
do a escolha de um título – enfermeiro, engenheiro, administrador. Envolve escolha de atividade, tipo de
lugar onde trabalhar, rotina, ambiente, pessoas com quem vamos trabalhar, retorno financeiro, prestigio,
promoção.

A adolescência é um processo complexo de transformação na elaboração da identidade pessoal (sexual,


cognitiva, social, afetivo, etc.) que reflete na identidade vocacional, ocupacional.

A identidade vocacional, ocupacional é parte do processo de identidade pessoal e inclui as mesmas leis e
dificuldades.

Identidade vocacional e diferente de identidade ocupacional. Por quê – como?


As identificações contribuem com a formação da identidade pessoal (pai, mãe, tios, avos)

Sempre que se escolhe uma, abre-se mão de tantas outras (luto).


Luto: 1- Lamentação; 2- Decepção ao desespero; 3- Separação (reconhece os sentimentos).

Transtornos frequentes (identidade negativa e pseudo identidade) .

O importante é o reconhecimentos dos seus interesses, clarificação dos motivos, reconhecimento e


habilidades e seus valores, a construção de uma imagem discriminada e autêntica.

ETAPAS DA ESCOLHA PROFISSIONAL:


1- Fantasiosa (dos 4 aos 10 anos;
2- Tentativas ( dos 10 aos 17 anos);
- Interesse (o que gosto);
- Capacidades (incorpora a noção de habilidades);
- Valores(dos 15 aos 17 anos) servir à sociedade;
3- Realista (dos 18 aos 24 anos) enfrenta a realidade de tomar decisões concretas e realistas.
- Três estágios: a) exploração; b) cristalização e c) especificação.

Isso não esgota o processo da escolha da profissão – três outras etapas:


1- Estabelecimento (dos 25 aos 30 anos) fase adulta;
2- Permanência (dos 45 aos 64 anos) maturidade;
3- Declínio (velhice...) enfraquecimento e aposentadoria.
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O processo de identidade vocacional leva toda a vida, da infância a velhice, passando por etapas com
características distintas. Se instala na adolescência e é reeditada em outros períodos: saída da
universidade, na escolha da especialização, na escolha do campo de trabalho, na mudança de cargo,
situação de desemprego e na aposentadoria.

PASSO A PASSO:

1- Situação pré-dilemática - nega e delega aos pais a escolha;


2- Situação dilemática – percebe a necessidade de escolher, mas, confunde :
- profissão e matérias;
- emprego e estudo;
- pais e professores;
- interesse e habilidade.
Não discrimina as profissões.
3- Situação problemática – discrimina melhor, mas ainda não há integração. “esta profissão me
agrada, mas não a meus pais.” “Gosto desta profissão, mas ela não dá dinheiro.” “Tenho facilidade
para esse trabalho, mas ele não me interessa.”
4- Situação de resolução – O adolescente se mobiliza para encontrar solução, elaborar os lutos,
abandonar projetos e encontrar soluções.

Os conflitos são ambivalentes e combivalentes. Pode se observar expressão de onipotência (posso


seguir várias carreiras, uma após outra), ou da esquiva das carreiras abandonadas do colégio
abandonado. São defesas para lidar com a ansiedade.
Assim, o adolescente passa por diferentes etapas, diferentes situações e diferentes processos para
chegar a uma escolha madura, consciente e ajustada.

Para isso, dois tipos de conhecimento são importantes:


1- Conhecimentos de aspectos internos - quem eu sou e como sou para permitir o que fazer e
como fazer.
Auto conhecimento leva a imagem autêntica.
- Características pessoais (positivas e negativas);
- Motivações e interesses;
- Potencialidade e habilidades;
- Valores e aspirações;
- Conflitos;
- Medos;
- Ansiedades;
- Expectativas.
Todas Variáveis.

2- Conhecimento de aspectos externos – realidade educativa e sócio profissional:


2.1- Formação inicial e continuada
2.2- Educação Técnica de nível Médio:
- Cursos sequenciais de complementação;
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- Cursos superiores de Tecnologia;


- Curso de graduação;
- Pós graduação lato sensu;
- Pós graduação stricto sensu.

Nossa realidade brasileira:


2.422 ocupações distribuídas em 596 famílias de ocupação.
7.258 títulos sinônimos (BRASIL, 2006d).
Editora Abril – Guia do Estudante (Vestibulares);
- Guia do Estudante (Melhores universidades);
- Guia do Estudante (pós graduação e MBA);
Editora Segment0o – Guia das profissões e Guia de pós graduação e MBA,
Livro: Interesse e profissão (LEVENFUS, 2005) sobre 210 profissões de nível superior.
MEC – Catálogo Nacional de Cursos Superiores.
Internet – www.guia de estudante......(vários).

Após uma primeira análise o adolescente deve observar:


1- Objetivo da profissão;
2- Objetivo de trabalho e atividades específicas;
3- Ambiente e rotina;
4- Mercado de trabalho;
5- Formação.

Em seguida ele busca um nível mais profundo de informação sobre as profissões que mais lhe agrada
(primeira seleção).
Métodos: entrevistas com profissionais e estudantes da área em locais de trabalho e instituições de
ensino. Reconhecendo opiniões variadas e distintas para formular uma opinião própria sobre as
profissões e instituições educacionais.

A realidade atual socioeconômica tem dificultado o processo de decisão.

INFLUENCIA E PAPEL DAS INSTITUIÇÕES:


1- Família;
- pressionadora;
- ausente;
- facilitadora.
2- Grupo de pares (amigos);
3- Instituição de ensino
4- Sociedade.
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