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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLIGIA DO RIO

GRANDE DO SUL – CAMPUS VIAMÃO


CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS

ANNA PAULA PEREIRA CAMPELO

SOLUÇÃO DE CONFLITOS NAS ESCOLAS DA REDE PÚBLICA ESTADUAL DE VIAMÃO


Desafios para a gestão e percepções dos atores
VIAMÃO
2018
ANNA PAULA PEREIRA CAMPELO

SOLUÇÃO DE CONFLITOS NAS ESCOLAS DA REDE PÚBLICA ESTADUAL DE VIAMÃO


Desafios para a gestão e percepções dos atores

Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Disciplina


Específica como requisito parcial para a obtenção do título de Tecnóloga em
Processos Gerenciais junto ao campus Viamão do Instituto Federal de Educação,
Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul.

Orientadora: Profª. Drª. Cibele Cheron


Coorientadora: Profª. Drª. Giseli Costa

Viamão
Dezembro de 2018
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO

As questões relativas à gestão têm recebido contribuições de diferentes áreas


de conhecimento, tais quais Administração, Psicologia, Educação, Ciências Jurídicas
e Sociais, por exemplo. Com essa perspectiva, a atuação das equipes gestoras e os
estudos sobre a temática vêm se consolidando como aliados da promoção do
desenvolvimento humano, simultaneamente ao aumento de eficiência e de qualidade
nas organizações. Igualmente, emergem nesse contexto as noções de
responsabilidade social, sustentabilidade, etnodesenvolvimento, equidade de gênero
no mundo laboral, diversidade e inclusão, entre outras que exigem o aperfeiçoamento
de capacidades e habilidades dos gestores para lidarem com contextos de maior
complexidade e, também, maior potencial de ocorrência de conflitos.
O presente Projeto de Pesquisa está inserido no panorama descrito acima,
visando a compreender, no ambiente escolar, como a solução de conflitos tem
acontecido, quais os principais desafios enfrentados pelas equipes gestoras com essa
finalidade e como os atores sociais presentes nas escolas percebem essas dinâmicas.
O objeto de pesquisa escolhido para o estudo é integrado por nove escolas da rede
pública estadual do município de Viamão, RS: Escola Estatual de Ensino Fundamental
(EEEF) Adonis dos Santos; Instituto Estadual de Educação (IEE) Isabel de Espanha;
Escola Estatual de Ensino Médio (EEEM) Dr. Genésio Pires; EEEM Açorianos; EEEF
Rui Barbosa; EEEF Canadá; EEEM Nisia Floresta; EEEM Ayrton Senna da Silva e
EEEM Orieta. Serão analisadas as ocorrências registradas pelas escolas na base de
dados das Comissões Internas de Prevenção de Acidentes e Violência Escolar
(CIPAVE), durante o segundo semestre do ano de 2017 e o primeiro semestre do ano
de 2018, bem como as alternativas escolhidas pelas respectivas gestões para sua
solução e as percepções dos atores sociais envolvidos no âmbito escolar sobre a
atuação dessas equipes no gerenciamento de tais situações.
Em um primeiro momento, irão ser realizados estudos bibliográficos sobre o
tema da gestão de conflitos escolares, a fim de subsidiar a analise dos níveis e tipos
de conflitos escolares, ocorrências internas e externas envolvendo a escolas, seus
integrantes e a comunidade, comportamentos e meios que influenciam atitudes
conflitivas. Posteriormente, ocorrerão visitações às escolas e entrevistas aos
gestores, professores, funcionários e alunos, buscando identificar de que forma esses
atores percebem os conflitos, as iniciativas de solução e as atuações empreendidas
nesse sentido.
Os dados obtidos serão observados à luz de um referencial teórico centrado na
área da Administração, com ênfase em Gestão de Pessoas, e aportes da Educação,
Psicologia, Direito, Sociologia e Ciência Política. A partir das análises, busca-se refletir
sobre a necessidade de a gestão estar em sintonia com a realidade vivenciada pelos
membros da organização, bem como a estrutura organizacional e a melhoria nas
ferramentas de gerenciamento de conflitos nos ambientes escolares.

2. TEMA

Atuação da gestão para a solução de conflitos em ambiente escolar.

3. OBJETO

Registros de ocorrências na plataforma de Mapeamento das CIPAVEs das


escolas EEEF Adonis dos Santos; IEE Isabel de Espanha; EEEM Dr. Genésio Pires;
EEEM Açorianos; EEEF Rui Barbosa; EEEF Canadá; EEEM Nisia Floresta; EEEM
Ayrton Senna da Silva e EEEM Orieta, e percepções dos atores sociais acerca dos
conflitos e das atuações das respectivas equipes de gestão no sentido de solucioná-
los.

4. PROBLEMA

Quais os principais desafios enfrentados pelas equipes de gestão das escolas


da rede pública estadual de Viamão, RS, cadastradas na plataforma de Mapeamento
das CIPAVEs, para solucionar os conflitos que ocorrem no ambiente escolar, e como
docentes, funcionários e discentes percebem a atuação dos gestores?

5. OBJETIVOS

5.1 GERAL
O objetivo geral do estudo é conhecer os principais desafios enfrentados pelas
equipes de gestão das escolas da rede pública estadual de Viamão, RS, cadastradas
na plataforma de Mapeamento das CIPAVEs, para solucionar os conflitos que ocorrem
no ambiente escolar, e como docentes, funcionários e discentes percebem a atuação
dos gestores.

5.2 ESPECÍFICOS

Especificamente, visa-se a:
 Identificar os conflitos ocorridos nas nove escolas da rede pública de Viamão,
RS, cadastradas na plataforma de Mapeamento das CIPAVEs, que geraram
registros de ocorrência durante o segundo semestre de 2017 e o primeiro
semestre de 2018;
 Verificar quais foram as estratégias adotadas pelas equipes gestoras das
escolas para solução dos conflitos identificados;
 Distinguir os desafios enfrentados pelas equipes gestoras na elaboração e
implementação das estratégias adotadas;
 Conhecer as percepções de docentes, funcionários e discentes das escolas
objeto do estudo sobre a atuação das respectivas equipes gestoras na solução
de conflitos;
 Compreender as principais noções e conceitos referentes às abordagens
teóricas recentes sobre o gerenciamento de conflitos, com ênfase no âmbito
escolar;
 Observar os dados obtidos à luz do referencial teórico de fundamentação do
estudo.

6. METODOLOGIA

Serão analisados registros estatísticos de conflitos de escolas da rede estadual


de Viamão junto ao Mapeamento CIPAVE, da Secretaria Estadual de Educação do
RS (SEDUC/RS), conforme tipos previamente definidos. A pesquisa envolverá a
análise das ocorrências, a fim de traçar o panorama estatístico dos conflitos e
subsidiar a avaliação das estratégias de gerenciamento empregadas pelos gestores.
O estudo proposto é misto, combinando abordagens e instrumentos para atingir
os objetivos planejados. De acordo com Gil (2002), pode ser qualificado como
exploratório, pois visa a conhecer os elementos e características do objeto de
pesquisa, tendo em vista a formulação de problemas mais precisos ou hipóteses para
estudos posteriores, proporcionando um panorama do fato a ser investigado. A partir
do panorama desenhado, a pesquisa é aprofundada, nos aspectos que se mostrarem
mais relevantes para responder ao problema formulado. De forma semelhante, Selltiz
et al. (1965), enquadram na categoria dos estudos exploratórios todos aqueles que
buscam descobrir ideias e intuições, na tentativa de adquirir maior familiaridade com
o fenômeno pesquisado, nem sempre necessitando da formulação de hipóteses. Eles
possibilitam aumentar o conhecimento do pesquisador sobre os fatos, permitindo a
elaboração mais precisa de problemas, criar novas hipóteses, quando se aplicam, e
realizar novas pesquisas mais estruturadas.
Segundo ensina Gil (2002), estudo também se enquadra como descritivo, pois
tem como finalidade principal a descrição das características de determinada
população ou fenômeno, ou o estabelecimento de relações entre variáveis que
dimensionam o objeto de pesquisa. Conforme Malhotra (2001, p.155), “a pesquisa
qualitativa proporciona uma melhor visão e compreensão do contexto do problema,
enquanto a pesquisa quantitativa procura quantificar os dados e aplica alguma forma
da análise estatística”. O estudo irá empregar as abordagens quantitativa e qualitativa,
respectivamente, para o levantamento de dados (a partir da plataforma de
Mapeamento das CIPAVEs, disponibilizada pelo Governo do Estado do Rio Grande
do Sul) e para examinar mais detalhadamente os elementos e características do
objeto de pesquisa de maior relevância para responder ao problema, possibilitando
sua compreensão.
Será utilizada, também, a pesquisa bibliográfica, “desenvolvida a partir de
material já elaborado, constituído principalmente de livros e artigos científicos” (GIL,
2002, p. 50), a fim de formular o referencial teórico do estudo, e documental,
analisando documentos oficiais, publicações e depoimentos.

7. JUSTIFICATIVA

Recentemente, é possível verificar um significativo aumento no número de


conflitos ocorridos nas escolas, especialmente nas escolas da rede pública. No
município de Viamão, também se observa esse aumento. Dados de pesquisa
desenvolvida pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, em parceria com
..... https://epoca.globo.com/vida/noticia/2016/03/violencia-atinge-42-dos-alunos-da-
rede-publica.html
Dados RS – página da CIPAVE

8. MARCO TEÓRICO
8.1. CONFLITOS: abordagens e vertentes teóricos.
 Presença do conflito nas relações sociais
CHIAVENATO, I. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas
organizações. Rio de Janeiro: ***, 2010.
BERG, Ernesto A. Administração de conflitos: abordagens práticas para o dia a dia.
Curitiba: Juruá, 2012.
 Perspectiva disfuncional dos conflitos
 Perspectiva funcional dos conflitos
ROBBINS, Stephen **. Comportamento Organizacional. São Paulo: ***, 2005.
8.2. ANÁLISE ESTRUTURAL DOS CONFLITOS
ROBBINS, Stephen **. Comportamento Organizacional. São Paulo: ***, 2005.
8.3. GESTÃO ESCOLAR: TIPOS E PAPEIS.
https://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/497/Nessler_Nadia_Cristina.pdf?
sequence=1
introdução
LUCK, H. A escola participativa: o trabalho do gestor escolar. Rio de Janeiro: DP&A, 2005.
LIBÂNEO, J.C. Organização e gestão da escola. Goiânia: Alternativo, 2004.

8.4. CONSTITUIÇÃO DA GESTÃO ESCOLAR – ELEMENTOS E


PARTICIPAÇÃO.
LUCK, H. A escola participativa: o trabalho do gestor escolar. Rio de Janeiro: DP&A, 2005.
LIBÂNEO, J.C. Organização e gestão da escola. Goiânia: Alternativo, 2004.
CAMARGO, I. Gestão e políticas da educação. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2006.
8.5. GESTÃO DE CONFLITOS NA ESCOLA: OBJETIVOS E DESAFIOS.
CARVALHO, C; VIEIRA, M. O poder nas organizações. São Paulo: ***, 2007.
CHRISPINO, A. A gestão do conflito escolar. Revista Ensaio, V.15, N° 54, jan/mar. 2007,
p. 11-28.
Vários autores destacam o espaço de ação dos atores na dinâmica social. Certeau (2011, p. 37
ss) acentua que as pessoas comuns não são entregues à passividade e à disciplina, suas práticas
(de apropriação, de reapropriação, de subversão, de consumo, de recepção, as micro
resistências, as inércias) são uma equivalente às regras e imposições externas, de forma que, ao
mesmo tempo, uma ordem é exercida e burlada. Licinio Lima (2001, p.62 ss) reconhece a
complexidade dos processos que ocorrem entre a concepção normativa das políticas e sua
execução em espaços escolares. Ele fala em infidelidade normativa, em uma certa
invulnerabilidade dos professores a regras, a procedimentos burocráticos e imposições. Tanto
Certeau como Lima nos textos que refiro não tratam, explicitamente, de regulação, mas
apresentam uma concepção próxima de “processo ativo de produção de regras do jogo”, citado
por Barroso ( 2004, p. 14). 130 RBPAE - v. 31, n. 1, p. 125 - 144 jan./abr. 2015 Ou seja, as
formas de praticar, a capacidade dos atores escolares para ignorar ou redefinir regras e a
possibilidade de, em grupo ou individualmente, fazer uso estratégico dos processos de interação
e do espaço de interpretação de normas que não produziram, colabora para o alargamento da
ideia de regulação. https://seer.ufrgs.br/rbpae/article/viewFile/58921/35198
8.6. AMBIENTE ESCOLAR: OPRESSOR x OPRIMIDO.
A Pedagogia do Oprimido é um dos mais conhecidos trabalhos do educador e
filósofo brasileiro Paulo Freire. O livro, que foi publicado em 1968, propõe uma
pedagogia com uma nova forma de relacionamento entre professor, estudante, e
sociedade.
O livro traz à tona a questão da contradição opressor X oprimido. Para
desenvolver sua crítica sobre o modelo de educação reproduzida conforme o
conformismo social, Freire utiliza vários conceitos. Os dois primeiros conceitos são
eles: “A revolução da contradição” e a teoria do “ninguém liberta ninguém, ninguém
se liberta sozinho: os homens se libertam em comunhão”. Já o terceiro conceito é a
concepção “bancária” da educação como instrumento da opressão. Seus
pressupostos, sua crítica, o autor traz a discussão de que é o professor que faz o seu
aluno um mero depositário, ao considerar o aluno como incapaz de produzir
conhecimento, e desconsiderar-se como um ser em formação contínua.
Freire cita também a dialogicidade, essência da educação como prática da
liberdade, mostra a importância do diálogo no processo educativo. O diálogo entre
educador-educando começa em seu planejamento do conteúdo programático,
quando questiona o que vai refletir com seus alunos. O conteúdo tem que ter uma
relação com o que eles vivem no mundo atual. Ensinar e aprender são uma constante
investigação, porém Paulo Freire adverte para que não torne o homem, neste
processo, um mero objeto de investigação. Que não se perca a essência do ser
humano.
Bem como, a antidialógica descreve a importância do homem como ser
pensante de práxis sobre o mundo. A ação transformadora se faz pela reflexão e
ação. É pela manipulação que os opressores controlam e conquistam as massas
oprimidas para a realização de seus objetivos. Também a invasão cultural é um
instrumento da conquista opressora. A minoria dominante impõe sua visão de mundo
e todos se guiam por ele.
Paulo Freire ressalta a pedagogia da esperança, seu livro, como um elo entre
os sonhos e a realidade. Assumindo um compromisso de provar a necessidade de a
esperança ter seu espaço na educação. Pois, através das relações históricas,
econômicas e sociais é perceptível a real importância que a mesma tem, ao passo
que não é inegável que se vive hoje um momento de lutas por um mundo melhor.
Partindo de um princípio de que o educando traz consigo a “experiência feito”, que
segundo o autor é um conhecimento já adquirido da pessoa, é fundamental o
educador estabelecer uma troca dessas experiências. Assim como, Freire retrata o
porquê de se trabalhar uma educação voltada aos oprimidos numa proposta de
transformação da realidade de opressão que se vive na sociedade atual, pois os
dominantes, caracterizados pelos capitalistas, influenciam todo um sistema existente
na sociedade. E a educação é um dos meios usados para a manipulação sem abrir
espaço para o outro lado da moeda.
É possível perceber a caracterização que o autor faz do medo que aflige as
classes dominadas, pode retardar o processo de evoluções, no entanto as lideranças
devem ser formadas através da linguagem e palavras que deem suporte a uma luta
imunizada quanto a esse medo e desesperança. Freire é bem claro quando expõem
que a esperança e a educação são interlocutoras para as ações e atitudes da
sociedade, principalmente os oprimidos que são reprimidos.
Freire explica suas razões para analisar a prática pedagógica do professor em
relação à autonomia de ser e de saber do educando. O mesmo menciona alguns itens
que considera fundamental para a prática docente. O autor discorda do professor que
trabalha conteúdos no quadro da rigorosidade de pensar certo, pois educar não é
mera transferência de conhecimentos, mas sim conscientização e testemunho de
vida. Bem como, Freire insiste em tal especificidade enquanto competência
profissional e generosidade pessoal, sem autoritarismos e arrogância. Para Paulo
Freire, o ensino vai além de uma simples profissão, é uma missão que exige saberes
no processo dinâmico de promoção da autonomia do ser de todo educando, para ele
é de grande importância à inclusão de todos os alunos numa escolaridade que
dignifica o educando porque respeita sua leitura do mundo como ponte de libertação
de ser pensante e influente em seu próprio desenvolvimento.

REFERÊNCIAS
BERG, Ernesto A. Administração de conflitos: abordagens práticas para o dia a dia.
Curitiba: Juruá, 2012.
CAMARGO, J. Gestão e políticas da educação. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2006.
CARVALHO, C; VIEIRA, M. O poder nas organizações. São Paulo: ***, 2007.
CHIAVENATO, I. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas
organizações. Rio de Janeiro: ***, 2010.
CHRISPINO, A. A gestão do conflito escolar. Revista Ensaio, V.15, N° 54, jan/mar. 2007,
p. 11-28.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa. Rio
de Janeiro: Paz e Terra, 1997.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Esperança: Um reencontro com a Pedagogia do oprimido.
4ª ed. (1ª edición: 1992). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 25 ª ed. (1ª edición: 1970). Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 1996.
GIL, Antônio Carlos, 1946- Como elaborar projetos de pesquisa/Antônio Carlos Gil. - 4.
ed. - São Paulo : Atlas, 2002.
LIBÂNEO, J.C. Organização e gestão da escola. Goiânia: Alternativo, 2004.
LUCK, H. A escola participativa: o trabalho do gestor escolar. Rio de Janeiro: DP&A, 2005.
OLIVEIRA, Maxwell Ferreira de. Metodologia científica: um manual para a realização de
pesquisas em Administração / Maxwell Ferreira de Oliveira. -- Catalão: UFG, 2011.
ROBBINS, Stephen **. Comportamento Organizacional. São Paulo: ***, 2005.
VEZZUELLA, Juan Carlos. A MEDIAÇÃO DE CONFLITOS COM ADOLESCENTES
AUTORES DE ATO INFRACIONAL. Dissertação – mestrado em Serviço Social, Universidade
Federal de Santa Catarina, 2004.