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ADAPTAÇÕES NEUROMUSCULARES

AO EXERCÍCIO

SISTEMA NERVOSO

• CONTROLE DO AMBIENTE INTERNO


• MOVIMENTOS VOLUNTÁRIO
• REFLEXOS MEDULARES
• MEMÓRIA E APRENDIZADO

SISTEMA NERVOSO
ORGANIZAÇÃO

O NEURÔNIO
• UNIDADE FUNCIONAL DO SN
• CORPO CELULAR, DENDRITOS E AXÔNIO
• BAINHA DE MIELINA E VELOCIDADE DE COND.

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O NEURÔNIO
IRRITABILIDADE:

CONVERTER ESTÍMULOS NUM IMPULSO NERVOSO

CONDUTIVIDADE:

TRASMISSÃO AO LONGO DO AXÔNIO

POTENCIAL DE REPOUSO
- 40 mV a – 70mV

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POTENCIAL DE AÇÃO

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TRANSMISSÃO SINÁPTICA

PEPS: SOMAÇÃO TEMPORAL


SOMAÇÃO ESPACIAL
PIPS

MOTONEURÔNIO

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TRONCO ENCEFÁLICO
TRATOS E NÚCLEOS NERVOSOS
• FUNÇÕES METABÓLICAS, CARDIORRESPIRATÓRIAS, REFLEXOS
COMPLEXOS
• CONTROLE DOS MOVIMENTOS OCULARES
• TÔNUS MUSCULAR
• EQUILÍBRIO
• SUPORTE ANTIGRAVITÁRIO
• REFLEXOS ESPECIAIS

CÉREBRO
• OITO MILHÕES DE NEURÔNIOS
• ORGANIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS COMPLEXOS
• MEMÓRIA
• RECEPÇÃO DE INFORMAÇÕES SENSORIAIS

CÓRTEX MOTOR – MOVIMENTOS VOLUNTÁRIOS

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CEREBELO

• CONTROLE, COORDENAÇÃO E MONITORAÇÃO DO MOVIMENTO

• FEEDBACK DOS PROPRIOCEPTORES

MÉDULA ESPINHAL
• REFLEXOS MEDULARES
• SINTONIA MEDULAR: INTERAÇÃO MÉDULA E CENTROS
SUPERIORES

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M
“O EXERCÍCIO MELHORA A FUNÇÃO CEREBRAL E REDUZ O RISCO DE
COMPROMETIMENTO COGNITIVO ASSOCIADO AO
ENVELHECIMENTO”

Laurin et al, 2001.

ARÉAS MOTIV
E SU

A
REVISÃO ANATÔMICA

MÚSCULOS ESQUELÉTICOS

COMPOSTOS POR TECIDOS CONECTIVOS E CÉLULAS CONTRÁTEIS


• EPIMÍSIO – Reveste todo o músculo
• PERIMÍSIO – Reveste os Fascículos

REVISÃO ANATÔMICA

FIBRA MÚSCULAR (CÉLULA MÚSCULAR

ENDOMÍSIO – Reveste a fibra muscular, junto com as outras duas membranas formam
o suporte muscular e são continuas com os tendões.

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ESTRUTURA MUSCULAR INTERNA

ESTRUTURA DAS MIOFIBRILAS

COMPOSTA POR MIOFILAMENTOS

• Actina
• Miosina

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ARRANJO DOS MIOFILAMENTOS

BANDAS INDENTIFICADAS POR LETRAS

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JUNÇÃO NEUROMUSCULAR

A CÉLULA MUSCULAR É ELETRICAMENTE ESTIMULADA


PELO NEURÔNIO MOTOR

JUNÇÃO NEUROMUSCULAR

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LIBERAÇÃO DO CA2+ DA CISTERNA TERMINAL NO CITOSOL

CICLO DAS PONTES CRUZADAS

OS 6 PASSOS:
Influxo de Cálcio, exposição dos sítios actina
2. Ligação da miosina com a actina
3. A energia das pontes cruzadas causam deslocamento entre os filamentos
4. Ligação do ATP com as pontes cruzadas, resultando em desligamento da actina.
5. Hidrólise do ATP, que levam a re-energização e reposicionamento das pontes
cruzadas
6. Transporte do cálcio para o retículo sarcoplasmático

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CICLO DAS PONTES CRUZADAS

CICLO DAS PONTES CRUZADAS

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HIDRÓLISE DO ATP

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REMOÇÃO DO Ca2+

MULTIPLAS PONTES-CRUZADAS

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MULTIPLAS PONTES-CRUZADAS

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O QUE CAUSA A FADIGA MUSCULAR?

ACÚMULO DE Pi e H+

REDUÇÃO DA LIBERAÇÃO DE Ca++

CAPACIDADE OXIDATIVAS

• MITOCÔNDRIAS
• MIOGLOBINAS
• CAPILARES

ATIVIDADE DA ATPase

VELOCIDADE DA DEGRADAÇÃO DO ATP

PROPRIEDADES CONTRÁTEIS

• PRODUÇÃO DE FORÇA MÁXIMA


- Força específica = força/área transversa

• VELOCIDADE DE CONTRAÇÃO Vmax


- Ciclagem das pontes cruzadas

• EFICIÊNCIA
- Menor gasto de energia (ATP/força)

FIBRAS LENTAS

TIPO I

> ENZIMAS OXIDATIVAS, MIOGLOBINAS e CAPILARES

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> METABOLISMO AÉROBICO
> RESISTÊNCIA A FADIGA

< Vmax
< tensão específica
> eficiência

FIBRAS RÁPIDAS
TIPO IIx

< ENZIMAS OXIDATIVAS, MIOGLOBINAS e CAPILARES


< METABOLISMO AÉROBICO
< RESISTÊNCIA A FADIGA

> Vmax
> tensão específica
< eficiência

TIPO IIa – INTERMEDIÁRIAS

• ENZIMAS OXIDATIVAS, MIOGLOBINAS e CAPILARES


• METABOLISMO AÉROBICO
• RESISTÊNCIA A FADIGA

• Vmax
• tensão específica
• eficiência

TIPOS DE FIBRA MUSCULAR

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TIPOS DE FIBRA E
TREINAMENTO FÍSICO

TREINAMENTO DE RESISTÊNCIA
Fibra Tipo IIx ◊ Fibra Tipo IIa
Fibra Tipo IIx ◊ Fibra Tipo I (90`/d por 10sem

O ENVELHECIMENTO REDUZ A CAPACIDADE DE ADAPTAÇÃO DO


MÚSC. ESQUELÉTICO?

NÃO. AUMENTO DE FORÇA E RESISTÊNCIA SIMILAR

AÇÃO MUSCULAR – “CONTRAÇÃO MUSCULAR”

AÇÃO ISOMÉTRICA – MÚSC. POSTURAIS


AÇÃO CONCÊNTRICA
AÇÃO EXCÊNTRICA

REGULAÇÃO DA FORÇA NO MÚSCULO

1. N° e Tipos das unidades motoras


- Qto mais unidades maior a força
- Fibras tipo IIx possuem maior tensão específica

2. Comprimento inicial
- sobreposição da actina e miosina

3. Natureza da estimulação nervosa


- Frequência dos estímulos ◊> força. (tétano)

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REGULAÇÃO DA FORÇA NO MÚSCULO

REGULAÇÃO DA FORÇA NO MÚSCULO

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FORÇA-VELOCIDADE

VELOCIDADE

FORÇA

Velocidade > nas fibras rápidas (Atividade ATPase)


Qto < Força, > Velocidade

FORÇA-VELOCIDADE

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Receptores proprioceptivos musculares

Motoneurônios α recebem uma cópia da informação proprioceptiva e realizam ajustes


automáticos reflexos necessários. As unidades ordenadoras (os motonêuronios) recebem
informações a cerca da tensão e da variação do comprimento das fibras musculares.

O que detectam os FUSOS MUSCULARES?


Variação de comprimento das fibras musculares. Estão paralelos às FE

O que detectam os ÓRGAO TENDINOSOS DE GOLGI?


Variação da tensão mecânica sobre os tendões. Estão em série com às FE

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M o to n e u r
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Vias descende

25
Receptores mu
Órgãos Tendinos
detectam a variaç

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Quais são as fu

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EFEITOS FISIOLÓGICOS DO TREINAMENTO DE FORÇA

EFEITOS FISIOLÓGICOS DO TREINAMENTO DE FORÇA

FORÇA- força máxima que um músculo pode gerar

RESISTÊNCIA – capacidade de realizar contrações repetidas contra uma carga


submáxima

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O ENVELHECIMENTO CAUSA DECLÍNIO NA FORÇA MUSCULAR DEVIDO A
REDUÇÃO DE FIBRAS TIPO I E TIPO II, RELACIONADAS A ALTERAÇÕES
NEUROLÓGICAS NO MOTONEURONIO.

TREINAMENTO DE FORÇA EM IDOSOS PROVOCAM HIPERTROFIA E


GANHO DE FORÇA SIMILARES AOS OBSERVADOS EM JOVENS.

MECÂNISMOS DO AUMENTO DE FORÇA MUSCULAR

TREINAMENTO DE CURTA DURAÇÃO (8-20 SEMANAS)


ADAPTAÇÕES NEURAIS

TREINAMENTO DE LONGA DURAÇÃO (>20 SEMANAS)


HIPERTROFIA E HIPERPLASIA

MECÂNISMOS DO AUMENTO DE FORÇA MUSCULAR

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MECÂNISMOS DO AUMENTO DE FORÇA MUSCULAR

ADAPTAÇÕES NEURAIS

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AUMENTO MUSCULAR
• AUMENTO DE FIBRAS TIPO I E TIPO II (> NAS TIPO II)
• CARGA ALTA: MENOR DENSIDADE DE CAPILARES
• CARGA BAIXA: S/ ALTERAÇÕES NA DENSIDADE DE CAPILARES

HIPERTROFIA x HIPERPLASIA

AUMENTO MUSCULAR

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AUMENTO MUSCULAR

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HIPERTROFIA

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HIPERPLASIA

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