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ROCHAS MAGMÁTICAS

DIVERSIDADE DE MAGMAS

Ao estudarem o magma que compõe as rochas


magmáticas, os cientistas descobriram que existem
variações na sua composição química.

Origem dos
magmas

Crusta Manto

magmas magmas
secundários primários
(graníticos) (basálticos)
DIVERSIDADE DE MAGMAS
Apesar de existirem apenas estes 2 tipos de magma
quanto à origem, os cientistas encontram na natureza
uma enorme diversidade de rochas magmáticas.

Diversidade de rochas magmáticas

Composição química do Fatores Ambiente de


magma Consolidação
externos
DIVERSIDADE DE MAGMAS

Diversidade de rochas
magmáticas

Composição química Ambiente de


do magma Fatores externos Consolidação

conteúdo em água
Intrusivo

temperatura

Extrusivo
pressão

A fusão do material que origina o magma depende da pressão, temperatura e


conteúdo em água dos mesmos.
A fusão parcial desses materiais origina magmas com composição química
diferente.
DIVERSIDADE DE MAGMAS

Ao estudarem o magma que compõe as rochas


magmáticas, os cientistas descobriram que existem
variações na sua composição química, daí ter surgido uma
classificação dos magmas com base neste parâmetro.
CLASSIFICAÇÃO DOS MAGMAS

•elevado teor de sílica(+ ou – 70%)


•ácido
RIOLÍTICO •muito viscoso
•temperatura média 600 a 800ºC.
•elevado teor em gases

•teor de sílica intermédio (entre 50 e 70%)


•intermédio
ANDESÍTICO •viscosidade média
•temperatura média 800 a 1000ºC.
•teor em gases médio

•baixo teor de sílica (abaixo de 50%)


•básico
BASÁLTICO •fluido
•temperatura média 1000 a 1200ºC.
•baixo teor em gases
CLASSIFICAÇÃO DOS MAGMAS

Página 95
ACT 16
Variedade de magmas, associados a diferentes limites tectónicos
FORMAÇÃO DE MAGMAS ANDESÍTICOS
FORMAÇÃO DE MAGMAS RIOLÍTICOS

Fusão de materiais da crosta continental, na presença de elevadas


quantidades de água, devido ao aquecimento resultante da pressão
gerada pela colisão de placas
FORMAÇÃO DE MAGMAS BASÁLTICOS
FATORES QUE AFETAM A FUSÃO DAS
ROCHAS

conteúdo em água

temperatura

pressão

Página 101
ACT 18
As rochas magmáticas formadas vão depender, não apenas da
composição química do magma que as origina, mas também
das condições do ambiente em que consolidam

AMBIENTE AMBIENTE
SUPERFICIAL PROFUNDO

origina rochas origina rochas


magmáticas vulcânicas magmáticas plutónicas
ou extrusivas ou intrusivas
A profundidade de arrefecimento do magma reflete-se na sua
velocidade de consolidação e, por conseguinte, no grau de
desenvolvimento dos minerais da rocha – a TEXTURA

TEXTURA AFANÍTICA TEXTURA FANERÍTICA


ou AGRANULAR ou GRANULAR

rochas magmáticas vulcânicas rochas magmáticas plutónicas

Arrefecimento rápido; cristais Arrefecimento lento;


microscópicos (ou nem sequer se desenvolvimento macroscópico de
originam cristais – TEXTURA VÍTREA) cristais
Qualquer um dos tipos texturais básicos – afanítico e fanerítico –
compreende uma variedade caraterizada pela presença de cristais
de maiores dimensões, que se destacam dos restantes –
FENOCRISTAIS.

TEXTURA PORFÍRICA TEXTURA PORFIRÓIDE

Rochas Rochas
vulcânicas plutónicas
Com base nesta informação e nos dados da página 97, elabore
um quadro resumo com as seguintes características das rochas
magmáticas

Composição Ambiente de Tipo de rocha


Textura Ambiente tectónico
do magma consolidação (exemplo)
Agranular/
Vulcânico BASALTO
afanítica
BASÁLTICO Zonas de rifte
Granular/
Plutónico GABRO
fanerítica
Agranular/
Vulcânico afanítica ANDESITO
ANDESÍTICO Zonas de subdução
Granular/
Plutónico DIORITO
fanerítica
Agranular/
Vulcânico Zonas de colisão RIOLITO
afanítica
RIOLÍTICO
Granular/ entre placas
Plutónico fanerítica continentais GRANITO
Com base nesta informação e nos dados da página 97, elabore
um quadro resumo com as seguintes características das rochas
magmáticas

Composição Ambiente de Tipo de rocha


Textura Ambiente tectónico
do magma consolidação (exemplo)
Agranular/
Vulcânico BASALTO
afanítica
BASÁLTICO Zonas de rifte
Granular/
Plutónico GABRO
fanerítica
Agranular/
Vulcânico afanítica ANDESITO
ANDESÍTICO Zonas de subdução
Granular/
Plutónico DIORITO
fanerítica
Agranular/
Vulcânico Zonas de colisão RIOLITO
afanítica
RIOLÍTICO
Granular/ entre placas
Plutónico fanerítica continentais GRANITO
Composição do Ambiente de Tipo de rocha
magma consolidação (exemplo)

Vulcânico BASALTO
BASÁLTICO
Plutónico GABRO

Gabro
Basalto
Composição do Ambiente de Tipo de rocha
magma consolidação (exemplo)

Vulcânico ANDESITO
ANDESÍTICO
Plutónico DIORITO

Andesito Diorito
Composição do Ambiente de Tipo de rocha
magma consolidação (exemplo)

Vulcânico RIOLITO
RIOLÍTICO
Plutónico GRANITO

Riolito Granito
A consolidação do magma permite a
formação de minerais, no entanto, existem
tantos tipos distintos de minerais, que, a
consolidação dos 3 diferentes tipos de
magmas não é suficiente para justificar
essa variedade.
Cristalização Diferenciação
Fraccionada gravítica

Diferenciação
Magmática

Assimilação Migração de Mistura de


Magmática magma Magmas
Um só magma pode originar diferentes tipos de rochas, visto ser
constituído por uma mistura complexa que, ao solidificar, forma
diferentes associações de minerais.

Como a cristalização desses minerais ocorre a temperaturas diferentes, formam-


se, durante o processo, diferentes associações de cristais e um magma residual.

É o conjunto de processos que ocorrem durante a evolução de um


magma e que resultam na formação de fracções magmáticas
quimicamente distintas entre si e distintas do magma original.

CRISTALIZAÇÃO FRACIONADA
Traduz a formação sequencial dos minerais das rochas
magmáticas, a partir do arrefecimento do magma, em função da
temperatura de cristalização caraterística de cada um deles.

cristalização fraccionada, porque é realizada em tempos diferentes…

- os minerais não cristalizam todos ao mesmo tempo;


- primeiro, cristalizam os minerais que têm um ponto de fusão mais elevado;
- seguem-se os restantes, por ordem decrescente dos respectivos pontos de fusão;
Foi BOWEN, 1928, quem
conseguiu ordenar os
principais minerais das
rochas magmáticas de
acordo com esse critério

Os dados
obtidos com
esta experiência Realizou experiências laboratoriais, em que
permitiram fundiu rochas para formar magma, tendo
determinar a depois controlado o seu arrefecimento.
temperatura de
arrefecimento e
a composição
química de cada SÉRIES DE BOWEN
cristal.
Série dos minerais Série das
ferromagnesianos plagioclases
Temperatura de CRISTALIZAÇÃO decrescente

Temperatura de FUSÃO crescente


Os minerais que se situam na mesma linha horizontal
possuem temperatura de cristalização semelhante.
A série contínua corresponde à família das Série das plagioclases, ou,
plagióclases, constituída por minerais
estruturalmente idênticos entre si, cujas
composições químicas variam gradualmente
(minerais isomorfos), diferindo nos teores
relativos de cálcio e sódio.

VARIAÇÕES NAS PROPORÇÕES DE CÁLCIO E SÓDIO, NOS MINERAIS DA SÉRIE


CONTINUA DE CRISTALIZAÇÃO DE BOWEN – AS PLAGIOCLÁSES
Minerais da família das Proporção Proporção
plagióclases de cálcio de sódio
ANORTITE 90 – 100% 0 – 10%
BITAUNITE 70 – 90% 10 – 30%
LABRADORITE 50 – 70% 30 – 50%
ANDESINA 30 – 50% 50 – 70%
OLIGÓCLASE 10 – 30% 70 – 90%
ALBITE 0 – 10% 90 – 100%
1)Sabendo que tendem a cristalizar em conjunto minerais que se situam ao mesmo
nível de temperatura, indique quais as associações de minerais mais previsíveis.
As olivinas com as plagioclases cálcicas e as anfíbolas com a biotite e as plagioclases sódicas.

2)Num basalto é pouco provável a ocorrência de quartzo. Justifique .


O quartzo cristaliza a baixas temperaturas e o basalto é uma rocha que consolida a temperaturas elevadas
e, por isso, é constituído essencialmente por minerais ferromagnesianos e plagioclases cálcicas, que são
minerais que têm temperatura de consolidação mais elevada
3)Qual a composição mineralógica mais provável de um diorito?
Anfíbolas, biotite e plagioclases sódicas

4)Nas rochas magmáticas com quartzo, este parece ocupar o espaço deixado
pelos restantes minerais que as constituem. Explique este facto
O quartzo é o último mineral a cristalizar ,assim, quando este cristaliza, o magma já se encontra
quase totalmente sólido e a maior parte do volume disponível dentro da câmara magmática já foi
ocupada pelos minerais de ponto de cristalização mais elevado (maiores temperaturas).
Exemplo 1

+ + = GABRO

Olivina Piroxenas Plagióclase

O magma residual fica bastante rico em sílica, alumínio e potássio, porque a


maior parte do cálcio, ferro e magnésio já se esgotou.

Este magma residual pode originar a formação de uma rocha como o


granito.
O magma que originou o granito foi o resultado final da diferenciação
magmática operada num magma de natureza basáltica.
Exemplo 2
Os minerais estão ordenados com a Olivina em baixo, um gradiente
de piroxenas e plagioclases cálcicas no centro e plagioclases sódicas
em cima.

Intrusão
basáltica
de
Palisades,
New Jersey

Camadas de basalto de grão fino, que


arrefeceram rapidamente apresentam-se
nos bordos da intrusão e rodeiam o interior
Palisades – New Jersey da intrusão que arrefeceu lentamente
Exemplo 2
Exemplo 2

Magma Magma
ultrabásico riolítico
Dado que os primeiros minerais a cristalizar são,
também, os mais densos, eles podem depositar-se, por
GRAVIDADE, na base da câmara magmática, sendo
preservados até ao final da cristalização.

Pelo contrário, os elementos mais leves tendem a acumular-se nas partes


mais altas do reservatório, ajudados ainda, pela ascensão de compostos
voláteis, como vapor de água e dióxido de carbono.

Os cristais tendem a acumular-se por ordem da sua formação e por ordem das suas
densidades.
Esta diferenciação gravítica (por densidades) faz com que,
terminada a cristalização de um magma, se possam
encontrar em diferentes localizações, numa câmara
magmática, rochas diversas:
outras,
menos
densas,
enriquecidas
umas mais em silício,
densas, alumínio,
com mais sódio e
ferro, potássio, em
magnésio e posição
cálcio, em menos
posição profunda
inferior
Processo de diferenciação magmática que consiste na
deposição de minerais densos, previamente formados, na base
da câmara magmática ou dos minerais menos densos no topo.
As últimas fracções do magma, constituídas por água com
voláteis e outras substâncias em solução, constituem as
soluções hidrotermais.
Estas soluções podem preencher fendas das rochas, onde os materiais
remanescentes cristalizam formando filões.
Explica-se pelas reações entre o magma e as rochas
envolventes, tanto as das paredes das câmaras magmáticas
como as das paredes das condutas por onde ele sobe.

Quando essa fusão não é completamente Se o magma se


conseguida, o magma conserva restos sólidos de tais encontra a uma
rochas – encraves – que se reconhecem após a temperatura
consolidação magmática. superior à do
ponto de fusão
dos minerais
dessas rochas,
Encrave de rochas com cor escura (mais
funde-os e, ao
ricas em biotite e mais pobres em incorporá-los,
quartzo), rodeado de megacristais de
feldspato, em granito porfiróide biotítico e altera a sua
de matriz de grão médio a grosseiro –
Praia de Lavradores, Vila Nova de Gaia composição.
A mistura de magmas, mais difícil de provar, acontece
entre materiais em fusão, como sucederá em zonas
orogénicas, onde magmas primários, basálticos, se
poderão misturar com magmas secundários, de
composição granítica.
Página 98
ACT 17