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Professor: Rafael Soares Disciplina: Filosofia Nota:

Sofistas, Sócrates e Platão


Conteúdo:
Aluno: Nº
Turma: 1º ano Data:

AVALIAÇÃO PARCIAL DE FILOSOFIA


FORMANDO MAIS QUE ALUNOS, VENCEDORES.

Questão 1. (Fac. Cultura Inglesa SP/2014)


Sócrates foi julgado e condenado à morte pelo tribunal da cidade de Atenas por volta do ano de 399 a.C. O
filósofo fez a sua defesa no tribunal ateniense, procurando refutar seus acusadores:
Cidadãos atenienses, eu vos respeito e vos amo, mas enquanto eu respirar e estiver na posse de minhas
faculdades, não deixarei de filosofar e de vos exortar ou de instruir cada um, dizendo-lhe, como é meu
costume: – Ótimo homem, tu que és cidadão de Atenas, da cidade maior e mais famosa pelo saber e pelo
poder, não te envergonhas de fazer caso das riquezas, para guardares quanto mais puderes e da glória e das
honrarias, e de não fazer caso da sabedoria, da verdade e da alma?
(Platão. Apologia de Sócrates, 1969. Adaptado.)
O sentido que Sócrates dava à razão pode ser relacionado, no aspecto político, com a implantação, em Atenas,
da
a) Oligarquia.
b) Teocracia.
c) Tirania.
d) Democracia.
e) Talassocracia.

Questão 2. (Ufu 2013) O diálogo socrático de Platão é obra baseada em um sucesso histórico: no fato de
Sócrates ministrar os seus ensinamentos sob a forma de perguntas e respostas. Sócrates considerava o diálogo
como a forma por excelência do exercício filosófico e o único caminho para chegarmos a alguma verdade
legítima.
De acordo com a doutrina socrática,
a) a busca pela essência do bem está vinculada a uma visão antropocêntrica da filosofia.
b) é a natureza, o cosmos, a base firme da especulação filosófica.
c) o exame antropológico deriva da impossibilidade do autoconhecimento e é, portanto, de natureza sofística.
d) a impossibilidade de responder (aporia) aos dilemas humanos é sanada pelo homem, medida de todas as
coisas.

Questão 3. (Unioeste 2009) “A ignorância mais condenável não é essa de supor saber o que não se sabe? É
talvez nesse ponto, senhores, que difiro do comum dos homens; se nalguma coisa me posso dizer mais sábio
que alguém, é nisto de, não sabendo o bastante sobre o Hades, não pensar que o saiba”. (Platão)
Neste texto, Platão apresenta a concepção socrática de Filosofia. Sobre ela, seguem as seguintes afirmações:
I. A verdade torna o homem melhor, pois tem como resultado ultrapassar o homem comum.
II. Saber que nada se sabe é o primeiro passo para se atingir a verdade.
III. O método socrático (a maiêutica) é irônico, porque pressupõe saber que nada se sabe.
IV. O saber que nada se sabe permite ao indivíduo livrar-se dos preconceitos e abrir caminho até o
conhecimento verdadeiro.
V. O constante questionamento deve ser a atividade fundamental do filósofo.
Das proposições feitas acima
a) apenas II e IV são corretas.
b) I, II e V são corretas.
c) II, III e IV são corretas.

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d) todas elas são corretas.
e) todas elas são incorretas.

Questão 4. (Ufu 2007) O trecho a seguir, do diálogo platônico Fédon, concerne ao modo de aquisição do
conhecimento.
“É preciso, portanto, que tenhamos conhecido a igualdade antes do tempo em que, vendo pela primeira vez
objetos iguais, observamos que todos eles se esforçavam por alcançá-la, porém lhe eram inferiores.”
PLATÃO. Fédon. Trad. de Carlos Alberto Nunes. Belém: EDUFPA, 2002, p. 275, 75a.
A partir do fragmento apresentado, marque a alternativa que expressa corretamente o pensamento de Platão
sobre o conhecimento.
a) Platão não distingue a realidade inteligível de outra sensível. O conhecimento é o produto das sensações. O
conhecimento nada mais é do que a reminiscência dessas sensações.
b) Platão distingue uma realidade inteligível de outra sensível. O conhecimento de todas as coisas só é possível
porque as percepções advindas dos sentidos desencadeiam a reminiscência das Formas inteligíveis, apreendidas
pela razão antes do nascimento.
c) Platão distingue duas ordens de realidade: o mundo sensível e a alma. O conhecimento de todas as coisas só
é possível porque as sensações informam a alma sobre o mundo sensível e, a partir disso, formam a
reminiscência.
d) Platão distingue duas ordens de realidade: o mundo sensível e o mundo dos deuses. O conhecimento só é
possível porque a alma recebe uma informação divina antes que tenha percebido os objetos sensíveis, pois todo
conhecimento vem dos deuses.

Questão 5. (ENEM/2014)

SANZIO, R. Detalhe do afresco A Escola de Atenas Disponível em: http://fil.cfh.ufsc.brAcesso em: 20 mar.
2013.
No centro da imagem, o filósofo Platão é retratado apontando para o alto. Esse gesto significa que o conhecimento
se encontra em uma instância na qual o homem descobre a
a) suspensão do juízo como reveladora da verdade.
b) realidade inteligível por meio do método dialético.
c) salvação da condição mortal pelo poder de Deus.
d) essência das coisas sensíveis no intelecto divino.
e) ordem intrínseca ao mundo por meio da sensibilidade.

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Questão 6.

Em “As sobras da vida com Piteco”, o cartunista brasileiro Maurício de Sousa aborda uma das principais
concepções socrático-platônica. A análise da imagem possibilita compreender a Alegoria da Caverna como
sendo uma
a) alusão aos indivíduos que não conhecem a cidade-estado de Atenas.
b) menção aos indivíduos que desconheciam a existência do mundo das ideias.
c) falácia já que era impossível ao homem alcançar o conhecimento verdadeiro.
d) mentira para tranquilizar os indivíduos que defendiam a cosmogonia.
e) menção aos equívocos provocados pelos homens na pré-história.

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