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Às vezes sinto que estou sendo vigiada.

Por onde passo na cidade, vou deslizando por entre as


pedras e calçadas e pessoas que têm olhos opacos. E sinto, às vezes de leve, outras com um
grande desconforto, como se me estivessem a vigiar de sobre os meus ombros, pousados ali
como uma mochila.