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br
Normas de Ensaios
O que devemos saber para
realizar os ensaios
corretamente

2
É uma composição líquida, geralmente viscosa,
constituída de um ou mais pigmentos dispersos em
um aglomerante líquido que, ao sofrer um processo
de cura quando estendida em película fina, forma
um filme opaco e aderente ao substrato.

Esse filme tem a função de proteger e embelezar


superfícies
3
Principais
Tipos de Substratos

O que é substrato ?

5
O que é substrato ?

O que constitui a parte essencial do ser.


Base, fundamento, essência, resíduo.
O que serve de suporte a outra existência.

6
Aço-carbono

7
Aço-carbono zincado

8
Alumínio

9
Plástico reforçado
com fibra de Vidro

10
Desempenho e Especificação

11
O desempenho dos revestimentos orgânicos está ligado a um
conjunto de características e propriedades das tintas na fase
líquida e na película seca, que é definido pelas suas
especificações

O que é especificação ???

É um documento formal que conta ao aplicador ou ao


contratante o que fazer, onde fazer, mas não diz como
fazer

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Requisitos
Ensaios
Mínimo Máximo
Massa específica (g/cm3) - 1,35
Vida útil (h) 3 -
Viscosidade (UK) 90 110
Ponto de fulgor (ºC)
- Componente A 55 -
- Componente B
Descaimento (µm) 150 -
Tempo de secagem (h)
- Ao toque - 6
- Endurecida - 16
- Repintura 12 120
Identificação da resina Epóxi / PU

13
Ensaios Requisitos

Descolamento catódico (mm) 10 máximo

Aderência à Tração – Sa 2 ½ ISO 8501-1 WET


12 mínimo
(MPa)

Aderência à Tração – CSt3 ISO 8501-1 WET (MPa) 12 mínimo

Brilho, 60º - (UB) 70 mínimo

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E os ensaios de desempenho...

Ensaios Requisitos

Névoa salina

Empolamento Ausência de bolhas

Enferrujamento Ausência de ferrugem

Grau de empoamento 4 máximo


Corrosão sob a incisão (mm) 8 máximo

Umidade saturada

Empolamento Ausência de bolhas

Enferrujamento Ausência de ferrugem

Grau de empoamento 4 máximo


Corrosão sob a incisão (mm) 8 máximo

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Principais ensaios de caracterização e de
avaliação de desempenho e normas utilizadas
ISO, ASTM e ABNT

16
17
1. Identificação da resina
2. Tempo de secagem
Defeitos
3. Sólidos por volume
4. Viscosidade
5. Ponto de fulgor
6. Sólidos por massa
7. Massa específica
8. Rendimento teórico
9. Rendimento prático
10. Poder de cobertura

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1. Identificação da resina

A técnica mais comumente utilizada para identificação de


resinas é a Espectroscopia na região do infravermelho.

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Cada polímero possui um espectro
característico

2000 1500 1000


número de onda cm-1

As vezes o infravermelho não é suficiente para identificar


adequadamente uma tinta. As tintas alquídicas e as
poliuretanas são derivadas de poliésteres

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O que pode dar errado ?

Poliéster em pó x Tinta alquídica

Epóxi x Tinta alquídica

21
O que pode dar errado ?

Epóxi em pó x Tinta híbrida

A tinta híbrida tem


baixa resistência
química

Escorrimento

Óleo de usinagem Amolecimento

22
Massa específica - Lembrete

Massa específica ≠ Densidade

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2. Tempo de secagem

Por que o Tempo de secagem


é importante ?

24
Tempo de secagem – Caso Prático

Retenção de
solvente

Bolhas
Empolamento
Blisters

25
Tempo de secagem – Caso Prático

Retenção de
solvente

Bolhas
Empolamento
Blisters

26
3. Sólidos por Volume ou Volume de Sólidos

É usado para medir as camadas da película durante a pintura

Tinta úmida
Película seca
100 µm
200 µm

S.V. = 50%

Substrato Substrato

27
Volume de sólidos – Caso Prático

O teor de sólidos vol. de uma tinta de fundo é 80% e da tinta de


acabamento 70%.
Um esquema de pintura foi especificado com 260 µm de película
seca (EPS), sendo 200 µm de fundo (uma demão). Quais as
espessuras dos filmes de tinta úmida que devem ser aplicadas ?
28
Volume de sólidos – Caso Prático

A adição de muita carga à tinta


aumenta o teor de sólidos ? Isto é
bom ou ruim ?

29
4. Viscosidade

30
31
Viscosidade – Caso Prático

Descaimento - Sag
CAUSA PROVÁVEL
Espessura excessiva. Pode ser problema de formulação
32
Viscosidade – Caso Prático

Marcas de pincel
33
CAUSAS PROVÁVEIS
Viscosidade alta para aplicação com pincel
Diluente incorreto
Agitação inadequada
Em tintas bicomponentes, pode ter ultrapassado o pot-life

34
1. Determinação da espessura
2. Aderência ao substrato “Problemas”
3. Flexibilidade
4. Descolamento catódico
5. Holiday Detector
6. Cor
7. Dureza do filme
8. Impacto

35
Determinação da Espessura

36
Determinação da Espessura

A espessura da camada de tinta sobre substratos metálicos pode


ser determinada por dois métodos: pelo método magnético e
pelo método de correntes de Foucault.

Pelo primeiro: espessuras de camadas não-magnéticas sobre


substratos magnéticos.

Pelo segundo: espessuras de camadas não-condutoras sobre


substratos não-magnéticos.

37
O método magnético baseia-se na força de atração magnética entre um
imã permanente e o substrato, influenciada pela presença do
revestimento.

Quanto maior a camada, menor será a força de atração magnética e


vice-versa.

1
Fm 
e
e

Aço-carbono

38
O método de Corrente de Foucault, também conhecido como
eddy current, baseia-se na diferença de condutividade entre o
revestimento e o substrato.

Alumínio

39
40
Baixa espessura

41
Espessura - Caso Prático

1. Uma chapa de zinco puro revestida com tinta. Qual método deve
ser utilizado para medir a espessura da camada ? Explique.
2. Uma chapa de alumínio revestida com tinta. Qual método deve ser
utilizado para medir a espessura da camada ? Explique.
3. Uma chapa de aço-carbono revestida com tinta. Qual método
deve ser utilizado para medir espessura da camada de tinta ?
Explique.
4. Uma chapa de aço-carbono galvanizada revestida com tinta. Qual
método deve ser utilizado para medir espessura da camada de
tinta ? Neste caso, estamos medindo também a camada de zinco
ou não ? Explique.

42
250 310
250 290
274 • 300
• •
• A B
• •

• •
• Espessura média ?
D • C
290 • 280
• Mínima ?
295 290
315 270 Máxima ?

43
Corte em X

44
ADERÊNCIA - Corte em X

Uma aderência
deficiente pode
levar ao
Xn
destacamento do
revestimento e
XnYn expor o substrato às
mais variadas
condições de
Yn agressividade.

45
46
Corte em Grade

Após o ensaio de
aderência

47
48
Pull Off

49
Pull Off

50
Falha adesiva / Delaminação – Caso Prático

CAUSAS PROVÁVEIS
Geralmente, má preparação de
superfície
Contaminação entre camadas

51
Trincas e Flaking – Caso Prático

52
Trincas e Flaking – Caso Prático

CAUSAS PROVÁVEIS
Pré-tratamento incorreto para certos substratos como não-ferrosos
(galvanizado e alumínio, fibra).
Má aplicação.
A tinta não acompanha os movimentos do substrato.

53
Pull Off – Caso Prático
Falha coesiva e entre demãos

1 2 3

54
CAUSAS PROVÁVEIS

Resina de baixa resistência à Tração.


Contaminação entre demãos.

55
56
Flexibilidade

Os substratos sofrem deformações aplicadas ou proveniente de


variações de temperatura.
Se a camada de tinta não acompanhar estas deformações, poderá
haver fissuramento.

57
Mandril cônico

58
Flexibilidade - Caso Prático

Alligatoring – Couro de Jacaré


59
Flexibilidade Caso Prático

CAUSAS PROVÁVEIS

Tensão interna no revestimento – a superfície se move mais rápido do


que o resto do filme.

Espessura excessiva e flexibilidade descontrolada.

Tintas de acabamento (top coat) mais dura do que intermediária/fundo

60
Medidor de Porosidade
Holiday Detector
Via Úmida

15 cm/s

Ao passar a
esponja umidecida
sobre o furo, o
aparelho dispara

Provocar um defeito com um estilete nas camadas de tintas de


modo a expor a superfície metálica. Ligar o aparelho e passar a
esponja umedecida em água salgada na superfície com falha.
A falha dever ser acusada pelo aparelho.
**
**
**
Via Seca

Lixar uma área


20 cm/s de 25 cm2

Diminuir a
400 mm Espessura
320 mm
em 20%

Aumentar a voltagem de 500 em 500 V até


que o alarme dispare ou até o máximo de não
soa
15.000 V soa

400 mm
320 mm
Petrobrás N-2137 B

Espessura Via Tensão Precisão TAPS


mm V V

a) Até 150 Úmida 67,5 5% -


b) De 150 a 1.000 Seca 500 a 5.000 5% 500
c) Acima de 1.000 seca 3.000 a 15.000 2% 1.000
Descolamento Catódico

2H+ + 2e- H2

Fe Fe++ + 2e-

72
Descolamento Catódico

1,5 V

H2

73
Descolamento Catódico

πR2

D (DCE)

74
1. Resistência à névoa salina
2. Resistência à umidade
3. Resistência ao dióxido de enxofre
4. Prohesion
5. Corrosão/intemperismo
6. Norsok
7. Ensaio Petrobrás
8. Ensaio ASTM D 5894
9. Imersão
10. Intemperismo natural

75
Corpos-de-Prova

76
Corpos-de-Prova

77
Avalia ...

 Grau de enferrujamento - ASTM D 610


 Grau de empolamento - ASTM D 714
 Calcinação - ISO
 Variações no brilho e na cor
 Fendilhamento
 Alterações nas vizinhanças da incisão

78
Enferrujamento

79
Enferrujamento

80
Enferrujamento

81
Empolamento

82
Empolamento

83
84
“Calcinação” - ISO

85
86
Alterações nas vizinhanças da incisão
Corrosão / Migração subcutânea

Lm – e
Ms =
2

87
Trincas

88
Névoa salina neutra – Salt Spray – Fog test

Que atmosfera simula ?

5% de NaCl
T ≈37C

89
Névoa salina neutra

Qual é a posição dos


Qual é o tempo de ensaio ?
corpos-de-prova ?

90
Posição dos corpos-de-prova ?

91
92
Qual é a relação entre este ensaio e a
vida útil ?

Alguma sugestão ???

93
Enferrujamento - rust

Empolamento - blisters

Penetração da corrosão a partir da incisão


Corrosão na região da incisão com perda
de aderência, devido à infiltração da
solução pela incisão - migração
subcutânea.

94
95
96
Enferrujamento

Empolamento

Penetração da corrosão a partir da


incisão
Corrosão na região da incisão com
perda de aderência, devido à
infiltração da solução pela incisão -
migração subcutânea.

97
Migração subcutânea
ou avanço da corrosão

L1 + L2 + ... + L9
Ms = -x
9x2

98
Exposição à umidade saturada
Temperatura 40C

99
Enferrujamento

Empolamento

Penetração da corrosão a partir da


incisão
Corrosão na região da incisão com
perda de aderência, devido à
infiltração da solução pela incisão -
migração subcutânea.

100
Dióxido de enxofre - Kesternich

Umidade saturada
Temperatura 40C
SO2

101
Ensaio cíclico prohesion

Sulfato de amônio
Cloreto de sódio
Temperatura

102
Intemperismo

Câmara de UV

103
Intemperismo

Nestes ensaios, são avaliadas a retenção de brilho e a


alteração da cor
A variação de cor, representada por E, é calculada através
da variação das coordenadas a; b e L

2 2 2
E  a  b  L
104
Intemperismo

2 2 2
E  a  b  L
105
Caso Prático

Calcinação
Empoamento
Gizamento
Chalking

CAUSA PROVÁVEL
Desintegração da resina devido à exposição ao intemperismo
Pigmentos não-estabilizados
106
Ensaios Cíclicos

Corrosão-intemperismo
Ensaio Norsok
ASTM D 5894
Ensaio Petrobrás

107
Corrosão-intemperismo

Ensaio cíclico prohesion Câmara de UV

Sulfato de amônio
Cloreto de sódio
108
Temperatura
ASTM D 5894

• Exposição à UV-A e à umidade durante 1 semana, segundo a


ASTM G 53 (alternando 4 h de exposição à UV-A a 60C e 4 h
de condensação a 50C).
• Exposição ao ensaio Prohesion durante 1 semana, segundo a
ASTM G 85 (alternando 1 h de salt spray com solução
(NH4)2SO4 - 0,5% e NaCl 0,035% a 25C e 1 h sem
pulverização de solução, a 35C).

109
ASTM D 5894

Enferrujamento 10

Empolamento 10

Penetração da corrosão 6,3 mm


Migração subcutânea 0 mm
Empoamento 2

110
Norsok M-501

• Exposição à névoa salina neutra, com água do mar sintética,


segundo a ASTM D 1141, durante 72 h;
• Secagem à temperatura ambiente por 16 horas;
• Exposição à UV-A durante 80 h segundo a ASTM G 53
(alternando 4 h de exposição à UV-A a 60C e 4 h de
condensação a 50C).

111
Ensaio Cíclico Petrobrás

• Exposição à névoa salina neutra por 72 h com cloreto de


sódio 5% de acordo com a ASTM B 117.
• Manter à temperatura de -10C por 16 horas.
• Exposição à UV-A e à umidade durante 72 h de acordo
com a ASTM G 53 (alternando 4 h de exposição à UV-A a
60C e 4 h de condensação a 50C).

112
Imersão

Xilol
NaOH
Água destilada
Água salgada
Ácído sulfúrico

113
Água salgada
Xilol

Enferrujamento

Empolamento

Empoamento

114
Intemperismo natural - Estações de Corrosão Atmosférica

115
Intemperismo natural - Estações de Corrosão Atmosférica

116