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MANUAL DE OPERAÇÃO

CONTROLADOR ST2130
Condições Gerais de Fornecimento

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que utilizam nossos produtos aspectos relacionados com a segurança de pessoas e instalações.
Os equipamentos de automação industrial fabricados pela Altus são robustos e confiáveis devido ao
rígido controle de qualidade a que são submetidos. No entanto, equipamentos eletrônicos de controle
industrial (Controladores Programáveis, comandos numéricos, etc.) podem causar danos às máquinas
ou processos por eles controlados em caso de defeito em suas partes e peças ou de erros de
programação ou instalação, podendo inclusive colocar em risco vidas humanas.
O usuário deve analisar as possíveis conseqüências destes defeitos e providenciar instalações
adicionais externas de segurança que, em caso de necessidade, sirvam para preservar a segurança do
sistema, principalmente nos casos da instalação inicial e de testes.
Os equipamentos fabricados pela Altus não trazem riscos ambientais diretos, não emitindo nenhum
tipo de poluente durante sua utilização. No entanto, no que se refere ao descarte dos equipamentos, é
importante salientar que quaisquer componentes eletrônicos incorporados em produtos contém
materiais nocivos à natureza quando descartados de forma inadequada. Recomenda-se, portanto, que
quando da inutilização deste tipo de produto, o mesmo seja encaminhado para usinas de reciclagem
que dêem o devido tratamento para os resíduos.
É imprescindível a leitura completa dos manuais e/ou características técnicas do produto antes da
instalação ou utilização do mesmo.
A Altus garante os seus equipamentos conforme descrito nas Condições Gerais de Fornecimento,
anexada às propostas comerciais.
A Altus garante que seus equipamentos funcionam de acordo com as descrições contidas
explicitamente em seus manuais e/ou características técnicas, não garantindo a satisfação de algum
tipo particular de aplicação dos equipamentos.
A Altus desconsiderará qualquer outra garantia, direta ou implícita, principalmente quando se tratar
de fornecimento de terceiros.
Pedidos de informações adicionais sobre o fornecimento e/ou características dos equipamentos e
serviços Altus devem ser feitos por escrito. A Altus não se responsabiliza por informações fornecidas
sobre seus equipamentos sem registro formal.

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Informática S.A.
Windows NT, 2000 e XP são marcas registradas da Microsoft Corporation.

i
Sumário

Sumário

1. INTRODUÇÃO .................................................................................................................................................1

Documentos Relacionados a este Manual........................................................................................................1


Inspeção Visual ..................................................................................................................................................2
Mensagens de Advertência Utilizadas neste Manual .....................................................................................2

2. DESCRIÇÃO TÉCNICA..................................................................................................................................3

Descrição do Painel ...........................................................................................................................................3


Identificação e Descrição dos LEDs ...........................................................................................................4
Identificação das Teclas ..............................................................................................................................4
Visor LCD (15) ...........................................................................................................................................5
Descrição das Conexões ....................................................................................................................................5
Características Principais .................................................................................................................................6
Canal Serial........................................................................................................................................................6
Fonte de Alimentação........................................................................................................................................7
Saídas Digitais a Relé ........................................................................................................................................7
Entradas Digitais ...............................................................................................................................................7
Entradas de Tensão (VCA)...............................................................................................................................8
Entradas de Corrente (ICA).............................................................................................................................8
Entradas Analógicas Resistivas........................................................................................................................8
Características de Software ..............................................................................................................................9
Medições Elétricas ......................................................................................................................................9
Proteções ...................................................................................................................................................10
Características Ambientais.............................................................................................................................10
Dimensões Físicas ............................................................................................................................................11

3. OPERAÇÃO ....................................................................................................................................................12

Modos de Operação.........................................................................................................................................12
Estrutura de Telas de Navegação...................................................................................................................12
Tela de Inicialização..................................................................................................................................12
Telas Básicas .............................................................................................................................................13
Telas de Medição ......................................................................................................................................14
Telas de Alarmes.......................................................................................................................................18
Telas de Configuração (SETUP)...............................................................................................................19
Acesso por Interface Serial MODBUS ..........................................................................................................31
Tabelas de Comunicação ................................................................................................................................31
Tabelas de Escrita MODBUS – Referência 4x .........................................................................................31
Tabelas de Leitura MODBUS – Referência 3x.........................................................................................45
Alarmes, Eventos e Status...............................................................................................................................54

4. INSTALAÇÃO ................................................................................................................................................57

Instalação Elétrica ...........................................................................................................................................57


Instalação Mecânica ........................................................................................................................................58

ii
Sumário

5. LÓGICA DE FUNCIONAMENTO...............................................................................................................60

Estados do Controlador ..................................................................................................................................60


Estado de Energização ..............................................................................................................................60
Estado de Reset .........................................................................................................................................60
Estado de Operação...................................................................................................................................60
Relacionamento entre os Modos de Operação ..............................................................................................61
Modo de Operação Manual ............................................................................................................................61
Seleção do Modo de Operação Manual.....................................................................................................61
Comando de Abertura/Fechamento da Chave de Grupo - CGR ...............................................................61
Comando de Abertura/Fechamento da Chave da REDE - CRD ...............................................................62
Ativação do GMG .....................................................................................................................................63
Modo de Operação Automático .....................................................................................................................63
Seleção do Modo de Operação Automático ..............................................................................................63
Emergência – Falha de REDE...................................................................................................................63
Retorno da REDE......................................................................................................................................64
Comando Externo de Partida do GMG .....................................................................................................64
Partida por Relógio ...................................................................................................................................65
Transferência de Carga do GMG para Rede quando GMG com defeito ..................................................66
Modo de Operação Remoto ............................................................................................................................66
Seleção do Modo de Operação Remoto ....................................................................................................66
Lógica de LOGIN .....................................................................................................................................67
Comando de Abertura/Fechamento da Chave de Grupo - CGR ...............................................................67
Comando de Abertura/Fechamento da Chave da REDE - CRD ...............................................................68
Ativação do GMG .....................................................................................................................................68
Comando de Reconhecimento e Quitação de Falhas ................................................................................69
Comando de Supervisão de Comunicação ................................................................................................69
Procedimento de Partida do GMG ................................................................................................................70
Retardo na Partida do GMG......................................................................................................................70
Solenóide de Combustível.........................................................................................................................70
Acionamento do Motor de Partida ............................................................................................................70
Intervalo entre Partidas..............................................................................................................................71
Retardo para Supervisão do GMG ............................................................................................................71
Procedimento de Parada do GMG.................................................................................................................72
Resfriamento do GMG....................................................................................................................................72
Alarme de Falha na Parada ou Partida do GMG.........................................................................................72
Alarmes das Chaves de Transferência ..........................................................................................................73

6. MÉTODOS DE MEDIÇÃO ...........................................................................................................................75

Medições de Freqüência..................................................................................................................................75
Medições de Tensões e Correntes do GMG...................................................................................................75
Tensão de Fase ..........................................................................................................................................75
Corrente de Fase........................................................................................................................................75
Medições de Tensões da Rede.........................................................................................................................75
Medições de Potência e Energia .....................................................................................................................75
Potência Ativa ...........................................................................................................................................75
Potência Aparente .....................................................................................................................................76
Energia ......................................................................................................................................................76

7. FUNÇÕES DE PROTEÇÃO..........................................................................................................................77

Classes de Falha...............................................................................................................................................77
Alerta (F0).................................................................................................................................................77
Alarme (F1)...............................................................................................................................................77
Atuante (F2) ..............................................................................................................................................77

iii
Sumário

Atuante (F3) ..............................................................................................................................................77


Atuante (F4) ..............................................................................................................................................78
Proteção de Tensão da Rede...........................................................................................................................78
Subtensão na Rede ....................................................................................................................................78
Sobretensão na Rede .................................................................................................................................78
Proteção de Freqüência da REDE .................................................................................................................79
Subfreqüência na Rede..............................................................................................................................79
Sobrefreqüência na Rede...........................................................................................................................79
Proteção de Tensão no GMG..........................................................................................................................79
Subtensão no GMG ...................................................................................................................................80
Sobretensão no GMG ................................................................................................................................80
Proteção de Freqüência no GMG ..................................................................................................................80
Subfreqüência no GMG ............................................................................................................................80
Sobrefreqüência no GMG .........................................................................................................................81
Proteção de Sobrecarga no GMG ..................................................................................................................81
Proteção de Subcarga no GMG......................................................................................................................81
Proteção de Temperatura do GMG ...............................................................................................................82
Falha no Sensor de Temperatura ...............................................................................................................82
Baixa Temperatura da Água do Arrefecimento do Motor.........................................................................83
Alta Temperatura da Água do Arrefecimento do Motor ...........................................................................83
Alta Temperatura da Água do Arrefecimento do Motor – Entrada Digital ..............................................83
Proteção da Entrada Analógica Configurável ..............................................................................................83
Falha no Sensor da Entrada Analógica Configurável................................................................................84
Limite Inferior Entrada Analógica Configurável ......................................................................................84
Limite Superior Entrada Analógica Configurável.....................................................................................84
Proteção de Baixa Pressão do Óleo do GMG................................................................................................84
Proteção de Defeito no Sensor de Pressão do Óleo.......................................................................................85
Alarmes de Dispositivos Externos..................................................................................................................85
Alarmes de Emergência Acionada .................................................................................................................86
Alarmes de Chamada para Manutenção do GMG.......................................................................................86

8. SOFTWARE DE CONFIGURAÇÃO ...........................................................................................................87

Instalação .........................................................................................................................................................87
Apresentação....................................................................................................................................................87
Painel de Alarmes Ativos (1) ....................................................................................................................88
Painel de Supervisão (2)............................................................................................................................88
Painel Geral (3) .........................................................................................................................................88

9. COMPONENTES EXTERNOS.....................................................................................................................92

Interface Serial Isolada RS-232C/RS-485 - OM9100 ...................................................................................92

10. MANUTENÇÃO .............................................................................................................................................93

Manutenção Preventiva ..................................................................................................................................93

11. GLOSSÁRIO ...................................................................................................................................................94

iv
1. Introdução

1. Introdução
O Controlador ST2130, integrante da Série OEM-S, constitui uma solução dedicada e completa para
controle e proteção de grupos geradores de energia elétrica singelos. Este Controlador permite
comando manual, através de IHM integrada, comando automático ou remoto através de interface
serial. Além disso, possui capacidade para comandar as chaves de transferência do sistema.
Estes equipamentos atendem o mercado das aplicações onde a exigência de lógicas elétricas não são
complexas, mas necessitam de confiabilidade e segurança para o sistema a ser supervisionado. Nestes
sistemas, a facilidade de operação e controle do grupo gerador e rede concessionária também são
indispensáveis.
A grande integração de funções neste Controlador simplifica o sistema, reduzindo a quantidade de
elementos externos. O sistema de medição próprio de grandezas elétricas dispensa medidores
dedicados, atendendo às necessidades deste tipo de aplicação com excelente relação de custo e
benefícios.

Figura 1–1: Controlador ST2130

Documentos Relacionados a este Manual


Para obter informações adicionais sobre a Série OEM-S podem ser consultados outros documentos
(manuais e características técnicas) além deste.
Aconselha-se os seguintes documentos como fonte de informação adicional:
Características Técnicas do Controlador ST2130
Características Técnicas do OM9100
Características Técnicas do Software GenTool - OM9500

1
1. Introdução

Inspeção Visual
Antes de proceder à instalação, é recomendável fazer uma inspeção visual cuidadosa dos
equipamentos, verificando se não há danos causados pelo transporte. Verifique se todos os
componentes de seu pedido estão em perfeito estado. Em caso de defeitos, informe a companhia
transportadora e o representante ou distribuidor Altus mais próximo.

CUIDADO:
Antes de retirar os módulos da embalagem, é importante descarregar eventuais potenciais
estáticos acumulados no corpo. Para isso, toque (com as mãos nuas) em uma superfície
metálica aterrada qualquer antes de manipular os módulos. Tal procedimento garante que os
níveis de eletricidade estática suportados pelo módulo não serão ultrapassados.

É importante registrar o número de série de cada equipamento recebido, bem como as revisões de
software, caso existentes. Essas informações serão necessárias caso se necessite contatar o Suporte
Técnico da Altus.

Mensagens de Advertência Utilizadas neste Manual


Neste manual, as mensagens de advertência apresentarão os seguintes formatos e significados:

PERIGO:
Relatam causas potenciais, que se não observadas, levam a danos à integridade física e saúde,
patrimônio, meio ambiente e perda da produção.

CUIDADO:
Relatam detalhes de configuração, aplicação e instalação que devem ser seguidos para evitar
condições que possam levar a falha do sistema e suas conseqüências relacionadas.

ATENÇÃO:
Indicam detalhes importantes de configuração, aplicação ou instalação para obtenção da máxima
performance operacional do sistema.

2
2. Descrição Técnica

2. Descrição Técnica
Este Capítulo apresenta as características técnicas do produto ST2130, abordando as partes
integrantes do sistema, sua arquitetura, características gerais e elétricas.

Descrição do Painel
Na figura a seguir, é mostrado o painel frontal do Controlador ST2130.

Figura 2–1: Painel Frontal do Controlador ST2130

3
2. Descrição Técnica

Identificação e Descrição dos LEDs


LED “CRD” (1) - Chave de Transferência de Rede

LED CRD Estado Descrição


Ligado Fechada A Chave de Transferência de Rede está fechada
Desligado Aberta A Chave de Transferência de Rede está aberta

Tabela 2–1: Comportamento do LED CRD


LED “CGR” (2) - Chave de Transferência de Grupo

LED CGR Estado Descrição


Ligado Fechada A Chave de Transferência de Grupo está fechada
Desligado Aberta A Chave de Transferência de Grupo está aberta

Tabela 2–2: Comportamento do LED CGR


LED “GMG” (3) - Estado do Grupo Motor-Gerador

LED GMG Estado Descrição


Desligado Parado O GMG está parado
Piscando Partindo O GMG está partindo e a supervisão está inativa
Ligado Funcionando O GMG está em funcionamento e a supervisão está ativa

Tabela 2–3: Comportamento do LED GMG


LED “MANUAL” (4) - Modo de Operação Manual
LED “AUTO” (5) - Modo de Operação Automático

Os LEDs “MANUAL” e “AUTO” indicam o modo de operação do Controlador. Os modos de


operação são descritos no Capítulo 5 - Lógica de Funcionamento.
LED AUTO LED MANUAL Modo
Ligado Desligado Automático
Desligado Ligado Manual
Desligado Desligado Teste
Desligado Piscando Remoto
Piscando Desligado Partida remota assumindo carga

Tabela 2–4: Indicação do Modo de Operação pelos LEDs AUTO e MANUAL

Identificação das Teclas


As teclas no painel frontal podem ser divididas em dois grupos: Teclas de Operação e Teclas de
Navegação.
Teclas de Operação
São usadas para comandar ações manualmente e para alternar entre os modos de operação.
TECLA “ABRIR / FECHAR” – CRD (6)
TECLA “ABRIR / FECHAR” – CGR (7)
TECLA “PARTIR / PARAR” – GMG (8)
TECLA “AUTO” - Modo de Operação Automático (9)
TECLA “MANUAL” - Modo de Operação Manual (10)

4
2. Descrição Técnica

Teclas de Navegação
São usadas para navegar nos menus visualizáveis no visor.
TECLA “UP” (11)
TECLA “DOWN” (12)
TECLA “MENU” (13)
TECLA “ESC” (14)

Visor LCD (15)


O Visor de Cristal Líquido (LCD) possui 16 colunas e 2 linhas de formato alfanumérico. No visor
são mostradas as telas de medição e configuração. É a principal forma do Controlador passar
informações sobre o seu funcionamento para o operador.

Descrição das Conexões


As conexões de alimentação, entradas e saídas digitais, entradas analógicas e comunicação são
realizadas na parte traseira do Controlador. A posição dos conectores é mostrada na figura a seguir. A
pinagem dos conectores é apresentada no Capítulo 4 - Instalação.

Figura 2–2: Vista Traseira dos Controlador ST2130

Interface Descrição
X1.1 Entrada de alimentação
X2.1 Saídas digitais
X3.1 Entradas digitais
X4.1 Entradas de tensão VCA do gerador
X4.2 Entradas de Corrente ICA do gerador
X4.3 Entradas de tensão VCA da rede
X5.1 Entradas analógicas resistivas
X7.1 Porta serial TTL
X7.2 Não utilizado

Tabela 2–5: Interfaces de Conexão do ST2130

5
2. Descrição Técnica

Características Principais
ST2130
Número de entradas digitais 6
Número de saídas digitais a relé 5
Medição de tensão do gerador 1 fase
(VCA)
Medição de corrente do gerador 1 fase
(ICA)
Medição de tensão da rede 3 fases
(VCA)
Número de entradas analógicas 2, resistivas
Relógio Sim
Visor Cristal líquido, 2x16 caracteres, sem iluminação
Número de teclas no painel 9
Número de LEDs no painel 5
Histórico de alarmes Não
Histórico de eventos Não
Canal serial local Sim
Bornes de ligação Parafuso e destacável
2
Bitola máxima do fio 2,5 mm
Fixação Painel, por presilhas laterais retrateis integradas ao produto
Peso 400 g
Normas atendidas IEC 61131-2:2003

Tabela 2–6: Características Principais

Notas:
Entradas analógicas: Este grupo de entradas é destinado ao uso de sensores resistivos, com funções
específicas: medição de nível de combustível e medição de temperatura da água do radiador do motor
(sensor PT100 ou VDO).
Relógio: O relógio possui resolução de segundos, formato 24h, atraso máximo de 1,5s ao dia, sem
calendário e com contador de dias da semana (segunda a domingo). O horário não é retentivo e há
necessidade de configuração do relógio após cada energização do Controlador.
Canal serial local: o canal serial permite parametrização e supervisão do Controlador por um
microcomputador IBM-PC. Além disso, permite integração com um modem para aplicações que
necessitem de operação remota. A utilização do canal serial local requer o uso da interface serial
OM9100.
Histórico de alarmes: Consiste em uma fila circular com o histórico de alarmes retentivos.
Histórico de eventos: Consiste em uma fila circular com o histórico de eventos retentivos.

Canal Serial
ST2130
Meio físico RS232-C, RS485 ou USB (com interface externa OM9100)
Protocolo MODBUS RTU Slave
Sinais de hardware RTS, CTS, DCD, DTR e DSR
Conector RJ45

Tabela 2–7: Canal Serial

6
2. Descrição Técnica

Fonte de Alimentação
ST2130
Tensão de alimentação 8 a 30 Vdc
Transitórios de alimentação 6 a 36 Vdc por 200 ms
Potência máxima 3W
Configuração do borne 2 bornes para interligação da bateria (+Vdc e 0Vdc)
1 borne para interligação do aterramento (GNDC)

Tabela 2–8: Fonte de Alimentação

Saídas Digitais a Relé


ST2130
Tipo Saídas digitais isoladas com relé, normalmente aberto
Corrente máxima por ponto 3A
Corrente máxima do grupo 8A
Tensão máxima 36 Vdc
Resistência máxima de contato 100 mΩ
Carga mínima 10 mA @ 5 Vdc
5
Vida útil esperada 10 x 10 ciclos (com carga nominal)
Tempos máximos de comutação 10 ms (fechamento), 10 ms (abertura)
Configuração do borne Grupo de relés de contato molhado:
1 borne para cada ponto
1 borne comum para todos os pontos (0 Vdc)
Grupo de relés de contato seco:
2 bornes para cada ponto
Isolação com circuito lógico 1500 Vac (por 1 minuto)

Tabela 2–9: Saídas Digitais a Relé

Notas:

Tipo: Existem duas configurações de saídas digitais, as quais constituem dois grupos: relés de
contato molhado e relés de contato seco. A identificação destes grupos está no diagrama de
instalação elétrica.

Entradas Digitais
ST2130
Tipo Entradas digitais isoladas, tipo “sink”
Tipo de entrada Tipo 1, para chaves e sensores com 2 fios
Tensão de entrada 12 ou 24 Vdc (nominal)
5,6 a 36 Vdc (estado lógico 1)
0 a 2,4 Vdc (estado lógico 0)
Corrente de entrada 4,6 mA @ 24 Vdc
Impedância de entrada 4,3 KΩ
Tempo de transição 2 ms @ 24 Vdc
Configuração do borne 1 borne para cada ponto
1 borne comum para todos os pontos (+ Vdc)
Isolação com circuito lógico 1500 Vac (por 1 minuto)

Tabela 2–10: Entradas Digitais

7
2. Descrição Técnica

Entradas de Tensão (VCA)


ST2130
Tipo Senoidal
Resolução 12 bits
Precisão 1% do fundo de escala
Drift térmico máximo 170 ppm/ºC
Tensão nominal máxima 277 Vca (fase), 480 Vca (linha)
Tensão nominal mínima 20 Vca (gerador) e 45 Vca (rede)
Tensão transitória máxima 20% (por 500 ms)
Impedância de entrada 8 MΩ
Freqüência nominal 50 a 60 Hz
Configuração do borne 1 borne para cada fase
1 borne para interligação do neutro

Tabela 2–11: Entradas de Tensão VCA

Entradas de Corrente (ICA)


ST2130
Tipo Senoidal
Resolução 12 bits
Precisão 1% do fundo de escala
Drift térmico máximo 380 ppm/ºC
Corrente nominal máxima 6A
Corrente nominal mínima 60 mA
Corrente transitória máxima 16,5 A (por 500 ms)
Impedância de entrada 0,03 Ω
Freqüência nominal 50 a 60 Hz
Configuração do borne 1 borne para cada fase
1 borne para interligação do comum

Tabela 2–12: Entradas de Corrente ICA

Entradas Analógicas Resistivas


ST2130
Resolução 12 bits
Precisão 0,2% do fundo de escala
Drift térmico máximo 250 ppm/ºC
Resistência máxima 550 Ω
Resistência mínima 5Ω
Corrente de excitação 833 uA
Configuração do borne 2 bornes para cada sensor

Tabela 2–13: Entradas Analógicas Resistivas

8
2. Descrição Técnica

Características de Software
ST2130
Indicação de alarmes ativos Sim
Registro de máximos e mínimos Não
Número de telas de navegação 80
Idiomas suportados Português
Tempo de atualização das 1 segundo
medições no visor
Parâmetros retentivos SETUP
Energia ativa
Número de partidas
Horas de funcionamento
Horas para manutenção

Tabela 2–14: Características de Software

Medições Elétricas
ST2130
Tensão RMS de fase do gerador 9
Tensão RMS de linha do gerador
Tensão RMS de fase da rede 9
Tensão RMS de linha da rede
Detecção de rede anormal 9
Freqüência do gerador 9
Freqüência da rede 9
Corrente RMS de fase do gerador 9
Corrente RMS de fase da rede
Temperatura da água 9
Nível de combustível 9
Potência ativa do gerador 9
Potência aparente do gerador 9
Potência reativa do gerador
Fator de potência do gerador

Tabela 2–15: Medições Elétricas

9
2. Descrição Técnica

Proteções
ST2130
Subtensão Gerador (27) 9
Sobretensão Gerador (59) 9
Subfreqüência Gerador (81) 9
Sobrefreqüência Gerador (81) 9
Subcarga Gerador (37) 9
Sobrecarga Gerador (32) 9
Sobrecorrente Inst. Gerador (50)
Sobrecorrente Temp. Gerador (51)
Corrente Seq. Neg. Gerador (46)
Subtensão Rede (27) 9
Sobretensão Rede (59) 9
Subfreqüência Rede (81) 9
Sobrefreqüência Rede (81) 9
Alta temperatura Gerador (26) 9
Baixa temperatura Gerador (26) 9
Nível de combustível baixo 9
Subtensão da bateria
Sobretensão da bateria
Baixa pressão do óleo 9

Tabela 2–16: Proteções

Características Ambientais
Na tabela a seguir, são mostradas as condições ambientais para operação e transporte.
Operação Transporte
Temperatura 0 a 60 °C -20 a 70 °C
Umidade Relativa do Ar 5 a 95 % não condensante 5 a 95 % não condensante
Altitude 2000 m 3000 m

Tabela 2–17: Características Ambientais

10
2. Descrição Técnica

Dimensões Físicas
Dimensões em mm.

Figura 2–3: Dimensões do Controlador ST2130

11
3. Operação

3. Operação
Este Capítulo apresenta informações sobre a operação do Controlador ST2130.

CUIDADO:
Antes de utilizar o Controlador ST2130 em um grupo gerador, os mesmos devem ser
configurados. As instruções apresentadas são válidas para o Controlador com parâmetros
previamente configurados.

Modos de Operação
O Controlador ST2130 possui quatro modos de operação:
• Manual
• Automático (Auto)
• Teste
• Remoto
A troca do modo de operação, para os modos Manual e Automático, é feito nas teclas MANUAL e
AUTO, respectivamente. Para os demais modos, é necessário entrar nas telas de configuração do
Controlador.
O modo Manual é destinado à operação local, com o operador comandando o funcionamento pelo
painel. O modo Automático destina-se à operação do grupo sem a presença do operador, funcionando
conforme as configurações feitas. O modo Teste destina-se a testar o funcionamento do grupo
gerador, devendo ser comandado por técnico especializado. O modo Remoto atende à necessidade de
operação por operador sem a presença do mesmo em frente ao painel, sendo os comandos enviados
pela porta de comunicação, através de software supervisório.
Mais detalhes sobre os modos de operação são descritos no Capítulo 5 - Lógica de Funcionamento.

Estrutura de Telas de Navegação


O Controlador ST2130 possui uma simples estrutura de telas que permite visualização de todas as
medições e a parametrização parcial do equipamento. As telas estão organizadas em forma de árvore,
com 5 níveis de profundidade. A transição entre os diferentes níveis do menu é feito pelas teclas
MENU e ESC. A tecla MENU entra em um nível mais profundo de menu. A ESC volta para um
nível superior. A troca de telas em um mesmo nível é feita pelas teclas UP e DOWN.
As telas estão divididas da seguinte forma:

Tela de Inicialização
Esta tela tem por finalidade indicar que o Controlador foi alimentado e entrará em funcionamento.
Neste momento é informado o nome do Controlador, a versão do software e o texto indicando que o
Controlador está inicializando.
Tela 0.0.00.00.01

ST2130 Ver.X,XX
Inicializando...

Esta tela é apresentada somente durante a inicialização do Controlador, não sendo exibida
posteriormente.

12
3. Operação

Telas Básicas
Estas telas são a raiz da estrutura de menus. Elas são mostradas no Visor LCD quando não se está
operando a IHM. Indicam estados e medições. Pressionando a tecla ENTER, entra-se no menu, onde
estão os outros três grupos apresentados posteriormente.
Esta tela informa a tensão do GMG e sua freqüência instantânea. A linha inferior mostra a situação
atual do sistema conforme descrito na tabela de status.
Tela 1.0.00.00.01

GMG 000V 00,0Hz


AAAAAAAAAAAAAAAA

Esta tela é chamada quando:


houver operações básicas de navegação no teclado para este fim;
• O Controlador for inicializado;
• O SETUP estiver inativo durante 3 minutos;
• Ocorrer um evento de quitação de falhas estando em qualquer tela com exceção das telas de
SETUP onde não serão permitidos eventos de reconhecimento e/ou quitação de alarmes;
• Ocorrer qualquer um dos itens da tabela de status, estando fora do SETUP ou estando na tela de
alarme(s) ativo(s) e nenhum dos alarmes estiver ativo ou estando nas demais telas.
Para o campo tensão, é mostrada a tensão de fase monofásica.
É aplicada uma rolagem automática para a linha de status. Esta rolagem mostra os status que estarão
ativos e os demais serão suprimidos da rolagem. O intervalo de rolagem entre as mensagens da linha
de status é de 1,3 segundos. A rolagem é cíclica, onde, ao chegar na última mensagem ativa a
próxima será a primeira mensagem ativa da tabela.
Quando houver uma chamada da tela por algum status da tabela o Controlador mostrará a mensagem
de status que ativou e após 3 segundos o Controlador retornará para a tela anterior que efetuou a
chamada. Para os outros eventos que chamam esta tela, não é aplicado um retorno automático
permanecendo então nesta tela.
Item Descrição
1 Alarme Ativo
2 GMG Partindo
3 GMG Funcionando
4 GMG Resfriando
5 GMG Parando
6 GMG Parado
7 GMG Indisponível
8 REDE Normal
9 REDE Anormal
10 REDE Estabilizando
11 Retardo na Partida
12 Intervalo entre Partidas
13 Modo Teste
14 Comando de Fechamento de CGR
15 Comando de Fechamento de CRD
16 Comando de Abertura de CGR
17 Comando de Abertura de CRD
18 Parada Remota
19 Partida por Relógio

Tabela 3–1: Tabela de Status

13
3. Operação

Medições Básicas
As telas a seguir são apresentadas a partir da tela básica, quando são pressionadas as teclas UP, ou
DOWN.
• Tela 1.0.00.00.02
Dia da Semana por extenso, hora e minuto do relógio interno.
Tela 1.0.00.00.02

GMG 000V 00,0Hz


LLLLLLL HH:MM:SS

• Tela 1.0.00.00.03
Potência ativa e aparente do GMG.
Tela 1.0.00.00.03

GMG 000V 00,0Hz


0000kW 0000kVA

• Tela 1.0.00.00.04
Temperatura d’água de arrefecimento do motor.
Tela 1.0.00.00.04

GMG 000V 00,0Hz


Temp. Agua 000°C

• Tela 1.0.00.00.05
Visualização da medição da entrada analógica configurável conforme configurada no SETUP
respectivo.
Tela 1.0.00.00.05

GMG 000V 00,0Hz


LLLLLLLLL0000LLL

• Tela 1.0.00.00.06
Tensão e freqüência da REDE.
Tela 1.0.00.00.06

GMG 000V 00,0Hz


REDE 000V 00,0Hz

Para acessar a navegação entre as telas de menu do Controlador basta pressionar a tecla MENU
estando em qualquer uma das telas básicas.
Ao pressionar a tecla MENU em qualquer uma das telas básicas, será mostrado o menu de acesso que
possibilitará entrar nos grupos de MEDIÇÕES, ALARMES/EVENTOS e SETUP. Para retornar a
tela anterior basta pressionar a tecla ESC.

Telas de Medição
Nestas telas são mostradas todas as informações medidas e calculadas pelo Controlador. São
informações sobre o GMG e sobre a REDE. Também estão disponíveis dados sobre a USCA e telas
de diagnóstico.

14
3. Operação

Tela 1.1.00.00.01

MEDICOES
>

Este grupo contém as medições gerais e detalhadas do sistema. Para acessar o próximo nível basta
pressionar a tecla MENU, abrirá a nova tela da respectiva opção.
Medições de Rede
Este grupo contém os valores medidos da Rede. Para acessar o subgrupo basta pressionar a tecla
MENU que abrirá a nova tela.
Tela 2.1.00.00.00

MEDICOES
REDE >

Medições das Tensões e Freqüência da REDE


Este subgrupo das medições da REDE contém os valores de tensão e freqüência. Para retornar a tela
anterior basta pressionar a tecla ESC.
O Controlador mostra o grupo de telas conforme o tipo de medição configurado no SETUP dos
Parâmetros da USCA:
• Monofásica
Algumas tensões não serão mostradas, resultando em uma tela especial que dependerá da
configuração do SETUP. Conforme configurado para monofásico será aplicada a tela a seguir:

Tela 2.1.00.00.01
Va 000V 00,0Hz

• Bifásica
Algumas tensões não serão mostradas, resultando em uma tela especial que dependerá da
configuração do SETUP. Conforme configurado para bifásico será aplicada a tela a seguir:
Tela 2.1.00.00.02

Va 000V 00,0Hz
Vb 000V

• Trifásica
Todas as medições serão mostradas. O Controlador assumirá as telas respectivas para o tipo de
medição selecionado. Conforme configurado para trifásico será aplicada a tela a seguir:
Tela 2.1.00.00.03

Va 000V 00,0Hz
Vb 000V Vc 000V

Medições do GMG
Este grupo contém os valores medidos do GMG. Para acessar o subgrupo basta pressionar a tecla
MENU que abrirá a nova tela.
Tela 2.2.00.00.00

MEDICOES
GMG >

15
3. Operação

Medições Gerais do GMG


Este subgrupo das medições do GMG contém os valores de tensão, freqüência, corrente e potência.
Para acessar basta pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela. Para retornar a tela anterior basta
pressionar a tecla ESC.
Tela 2.2.01.00.00

MEDICOES DO GMG
Geral >

Tela 2.2.01.00.01

000V 00,0Hz
0000kW 0000kVA

Tela 2.2.01.00.02

000V 00,0Hz
0000A

Para os valores de kW e kVA será atribuído um ajuste automático das unidades de potência.
Medições das Energias do GMG
Este subgrupo das medições de GMG contém o valor de Energia. Para acessar basta pressionar a
tecla MENU que abrirá a nova tela. Para retornar a tela anterior basta pressionar a tecla ESC.
Tela 2.2.02.00.00

MEDICOES DO GMG
Energia >

Tela 2.2.02.00.01

kWh:
+0000000

Medições Auxiliares do GMG


Este subgrupo contém informações específicas do GMG. Para acessar basta pressionar a tecla MENU
que abrirá a nova tela. Para retornar a tela anterior basta pressionar a tecla ESC.
Tela 2.2.03.00.00

MEDICOES DO GMG
Auxiliares >

Tela 2.2.03.00.01

Num.Part. 0000
Func. 00000h

Tela 2.2.03.00.02

Manutencao 000h
Temp. Agua 000°C

Tela 2.2.03.00.03
LLLLLLLLL0000LLL

O string LLLLLLLLL0000LLL é a máscara de medição da entrada analógica configurável. A


visualização da medição da entrada analógica configurável é configurada no SETUP respectivo.
Medições de Diagnóstico
Este grupo contém os valores para diagnóstico básico do Controlador possibilitando análise inicial
em instalações e caso de falhas no sistema.
Tela 2.3.00.00.00

MEDICOES
Diagnosticos >

16
3. Operação

Diagnóstico das Entradas Digitais do Módulo 01


Através desta máscara é possível monitorar o estado das entradas digitais do Controlador. Seu estado
reflete o acionamento direto da entrada digital, não executando nenhum retardo possível ou lógica
definida para a respectiva entrada.
São 8 bits que variam entre 0 e 1, onde 0 identifica que a respectiva entrada digital não está acionada
e 1 identifica que a entrada esta acionada. As entradas são identificadas da direita para esquerda onde
a primeira, a menos significativa, é a entrada digital E1 e a mais significativa é a entrada digital E8.
Tela 2.3.00.00.01

MEDICOES DIAGNO.
EDM01: 00000000

Diagnóstico das Saídas Digitais do Módulo 01


Através desta máscara é possível monitorar o estado das 8 saídas digitais do Controlador. Seu estado
reflete o acionamento da saída digital já com todos os seus retardos e lógicas de acionamento
concluídos.
São 8 bits que variam entre 0 e 1, onde 0 identifica que a respectiva saída digital não está acionada e
1 identifica que a saída esta acionada. As saídas são identificadas da direita para esquerda onde a
primeira, a menos significativa, é a saída digital S1 e a mais significativa é a saída digital S8.
Tela 2.3.00.00.02

MEDICOES DIAGNO.
SDM01: 00000000

Diagnóstico do Hardware do Controlador Verificado na Energização


Através desta máscara é possível verificar o estado do hardware na inicialização do Controlador.
• OK- Indica que as placas eletrônicas foram inicializadas e configuradas sem falhas e estão
operando sem problemas.
• FALHA - Existe alguma placa interna que não está funcionando corretamente ou possui alguma
falha na inicialização ou configuração.

Tela 2.3.00.00.03

MEDICOES DIAGNO.
Hardware LLLLL

Diagnóstico de Operação do Controlador


Através desta máscara é possível verificar o estado de operação do Controlador, se está rodando o
software interno sem problemas.
Este diagnóstico é reiniciado sempre que o Controlador for energizado e indica o funcionamento
correto ou não do software. Após a energização do Controlador o mesmo passa a supervisionar a
execução do software interno. Se não ocorrer nenhum problema na inicialização é informado RUN.
Caso ocorra um problema na execução do software, o Controlador se auto reinicia e indica RESET
permanecendo com esta indicação até que o Controlador seja desligado.
• RUN - Indica que o software esta rodando sem problemas.
• RESET - Caso ocorra algum reset involuntário do Controlador sinalizará com esta opção.
Tela 2.3.00.00.04

MEDICOES DIAGNO.
Software LLLLL

Versão Interna de Projeto do ST2130


Através desta máscara é possível verificar a versão interna do projeto do ST2130.

17
3. Operação

As informações contidas nesta tela são referentes as versões internas de software, dados de
inicialização e procedimentos de testes.
• 0,00 - Versão do software aplicativo do Controlador.
• E000 - Versão da tabela de parametrização dos parâmetros de fábrica.
• J000 - Versão do software aplicativo da jiga de testes e calibração do Controlador.

Tela 2.3.00.00.05

Versao
0.00E000J000

Telas de Alarmes
Este grupo contém as informações de alarmes. Para acessar o próximo nível basta pressionar a tecla
MENU, abrirá a nova tela da respectiva opção.
Tela 1.1.00.00.02

ALARMES
>
Neste grupo estão disponíveis as informações sobre alarmes ativos, podendo ser reconhecidos e
quitados. São armazenados até 20 alarmes ativos.
Tela 3.1.00.00.00

Alarme 000)000 A
AAAAAAAAAAAAAAAA

Esta tela informa os alarmes ativos e/ou reconhecidos do sistema. Contém a informação do número
localizando o alarme na fila, o código do alarme, a situação do alarme “A” Ativo ou “R”
Reconhecido e o texto do alarme
Código do Alarme

Número do Alarme na Pilha Sinalização do Estado do Alarme

Alarme 001)106 R
Nivel Alto Comb.

Texto do Alarme

Quando ocorre um alarme o Controlador desloca a fila de alarmes uma posição para baixo incluindo
o novo no topo. A informação da posição do alarme na fila, indica para o operador a posição atual do
alarme que está sendo consultado no momento.
Na ocorrência de um alarme ativo o Controlador chama automaticamente esta tela de alarmes ativos
independente do modo de operação e da tela corrente e aguarda o reconhecimento ou a quitação do
alarme para liberar a navegação para outras telas. Não é permitido quitar o(s) alarme(s) quando
estiver nas telas de SETUP.
É possível navegar para consultar os demais registros de alarmes independente do comando de
reconhecimento, para isso basta navegar na fila usando as teclas UP ou DOWN. Toda vez que estiver
no início da fila a tecla UP não tem aplicação e quando estiver no fim da fila a tecla DOWN não tem
aplicação.

18
3. Operação

Quando quitado ou alarme auto-reconhecido, o Controlador chama a primeira tela de medições


básicas.
Quando for realizada uma tentativa de entrar na tela de alarmes pelo teclado e, caso não exista
nenhum alarme ativo ou reconhecido é apresentada a mensagem SEM ALARMES centrada na tela e
os campos preenchidos com 0 (zero).

Alarme 000)000
SEM ALARMES

A operação de reconhecimento e quitação dos alarmes é feita em alguns níveis:


• AUTO-RECONHECIMENTO - Existem casos onde o alarme sai da fila sem a intervenção do
operador. Classificadas como falhas com classe de nível 0 como por exemplo a falha de
Sobretensão na REDE, que após sua normalidade o alarme é retirado da fila automaticamente.
• RECONHECIMENTO - Pressionando a tecla ESC por um tempo indeterminado, fará com que
seja(m) reconhecido(s) o(s) alarme(s) e desligado o alarme sonoro. Esta operação é executada
para todos os alarmes independentemente do nível de falha e do modo de operação selecionado.
• QUITAÇÃO - Pressionando a tecla ESC por um tempo maior que 5 segundos fará com que
seja(m) quitado(s) o(s) alarme(s) do sistema diferentes de nível de falha 0. Enquanto a tecla ESC
estiver sendo pressionada, se houver alarmes em condições de ativação, eles serão ativados
entrando novamente no grupo de alarmes ativos independente da tecla ESC continuar
pressionada.
Para alarmes com classe de falha 1, a operação de quitação é aceita independente do modo de
operação selecionado. Para alarmes com classe de falha 2 e 3, esta operação é aceita somente em
Modo de Operação Manual ou Remoto e para classe de falha 4, esta operação é aceita somente
em Modo de Operação Manual ou em Modo de Operação Remoto quando o parâmetro Habilita
Quitação Remota F4 estiver habilitado.

Telas de Configuração (SETUP)


Estas telas são protegidas por senha para acesso. Nelas é possível mudar parcialmente as
configurações do Controlador. As telas que serão apresentadas ao usuário dependem do nível de
acesso da senha inserida.
Este grupo contém o SETUP do sistema. Para acessar o próximo nível basta pressionar a tecla
MENU, abrirá a nova tela da respectiva opção.
Caso o Controlador esteja em Modo de Operação Remoto indicado pelo LED MANUAL, piscando
não será permitido o acesso ao grupo de SETUP.
Tela 1.1.00.00.03

SETUP
>
Tela de Apresentação do SETUP
Ao entrar no SETUP é apresentado uma tela contendo a informação do modelo do Controlador
seguido de sua versão.
Tela 4.0.00.00.01

ST2130
SETUP VER.0.00

Todas as telas de SETUP possuem uma tela de ajuda que contém informações básicas da tela e um
número (índice da tela) que informa qual a posição atual do SETUP que o usuário se encontra. Para

19
3. Operação

ativar esta tela basta pressionar as teclas UP e DOWN simultaneamente. Será mostrada uma tela de
ajuda e após 3 segundos retornará para a tela anterior automaticamente.
Sempre que o usuário permanecer dentro do SETUP e nenhuma operação for efetuada por 3 minutos
será comandado o salto para tela básica.
ID e Senha do Operador
Ao entrar no SETUP é requerida a entrada do ID, registro de identificação do operador, e a senha de
acesso aos grupos do SETUP.
Tela 4.0.00.00.02

ID: 00000-00
SENHA: 0000

Caso o Controlador esteja em Modo de Operação Remoto indicado pelo LED MANUAL piscando,
não é permitido o acesso ao grupo de parâmetros do SETUP. A edição dos campos ID e Senha só é
liberada quando o usuário passar o Controlador para algum modo de operação diferente de
REMOTO.
Quando o operador entrar na tela de ID e Senha do Operador, o Controlador fornece o ID com dígitos
0 (zero).
Cada operador tem um ID exclusivo. Este ID contém as informações do número de matrícula do
funcionário STEMAC de cinco dígitos e mais dois dígitos verificadores que validam a matrícula e
identificam o nível do operador.
Após informado pelo usuário o ID e a senha, o Controlador valida as informações. Caso ocorra um
erro na validação o Controlador inicia novamente o procedimento de identificação do usuário,
permanecendo na mesma tela, fornecendo um novo número aleatório e apagando o ID do usuário.
Caso o SETUP já esteja aberto o mesmo é fechado independente do resultado da validação do ID e
Senha e só é aberto se a validação for concluída com sucesso.
Após a senha validada é contado um tempo de 10 minutos para cancelar a senha. Este tempo é
contado a partir da saída do usuário do SETUP e resetado sempre que retornar para o SETUP sem
ter decorrido o tempo total. O Controlador permite o operador passar pela tela de senha sem a
necessidade de informar a senha. Caso decorrido todo o tempo é requisitada a entrada da senha na
próxima vez que o operador tentar entrar no SETUP.
Quando LOGIN é aberto localmente e o usuário estiver no SETUP editando ou não um parâmetro, e
for passado para modo REMOTO, o Controlador força a saída do SETUP mostrando a tela básica. Se
estiver em edição de um valor o mesmo será cancelado.
O ID serve para identificar o nível de acesso que deverá ser permitido pelo Controlador para
alterações do SETUP.
Após informado pelo usuário o ID, o Controlador valida os dígitos verificadores através de
comparações até determinar o nível de acesso do operador. Através do nível de acesso identificado o
Controlador executa uma expressão correspondente ao seu nível aguardado a digitação da senha do
operador para realizar uma comparação efetuando ou não a liberação do SETUP.
Nível de Senha 5 - Cliente
Sempre que o ID informado for 0 (zero) o Controlador valida a senha comparando com a senha de
nível 5 configurada no SETUP que habilita o operador ao acesso de nível 5 quando a comparação for
igual. Caso a comparação não seja igual, o Controlador testa a senha informada com o nível de senha
4.
Nível de Senha 4 - Técnico Básico
Sempre que o ID informado for 0 (zero) o Controlador valida a senha comparando com a senha de
nível 4 configurada no SETUP que habilita o operador ao acesso de nível 4 quando a comparação for
igual. Caso a comparação não seja igual, o Controlador executa a lógica descrita no tópico anterior
ID e Senha do Operador que define o que ocorre quando a senha é incorreta.

20
3. Operação

Nível de Senha 2 - Diagnose e Indústria


Para este nível de senha , o Controlador calculará o ID do operador sempre que for diferente de 0
(zero). Quando o ID informado resultar o nível de senha 2, o Controlador validará a senha através de
uma expressão própria.
Grupo dos Parâmetros da Rede
Este grupo contém os parâmetros de configuração da Rede com valores nominais de tensão. Para
acessar o próximo nível basta pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da respectiva opção.
Tela 4.1.00.00.00

Grupo Parametros
REDE >

Nível de Senha Mínimo: 4


Parâmetros Nominais da Rede
Este subgrupo das configurações da Rede contém os parâmetros nominais de tensão, freqüência. Para
acessar os parâmetros basta pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da opção.
Tela 4.1.01.00.00

Parametros
Nominal da REDE>

Nível de Senha Mínimo: 4


• Tensão Nominal CA da Rede
Através desta máscara é possível configurar o valor de tensão nominal da Rede para operação
normal. Este valor será usado como base para cálculo de outros parâmetros como as supervisões de
tensão da Rede.
Tela 4.1.01.00.01

Tensao Nominal
CA REDE 000V

Máximo: 480V
Mínimo: 115V
Nível de Senha Mínimo: 4
• Tensão Nominal CA da Rede
Através desta máscara é possível configurar a freqüência nominal da Rede conforme o sistema local.
Este valor será usado como base para cálculo de outros parâmetros como as supervisões de
freqüência da Rede.
Tela 4.1.01.00.02

Frequencia Nom.
REDE LLLL

Opções: “50Hz”, “60Hz”.


Nível de Senha Mínimo: 4
Parâmetros de Proteção da Rede
Este subgrupo das proteções da Rede contém os parâmetros de proteções de tensão e freqüência. Para
acessar os parâmetros basta pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da opção.

21
3. Operação

Tela 4.1.02.00.00

Parametros
Protecao REDE >

As proteções de Rede estarão sempre ativas, dependendo somente da sua habilitação pelo SETUP.
Nível de Senha Mínimo 4
Menu de Acesso aos Parâmetros de Operação de Emergência da Rede
Este subgrupo contém os parâmetros de configuração da operação em emergência. Para acessar os
parâmetros basta pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da opção.
Tela 4.1.02.01.00

Operacao de
Emergencia >

Nível de Senha Mínimo: 4


• Habilita a Operação de Emergência da Rede
Através desta máscara é possível habilitar o modo de operação de Rede em Emergência:
Tela 4.1.02.01.01

Operacao de
Emergencia LLL

LIGADO - Habilita o modo em emergência da Rede. Quando em Modo de Operação


Automático e decorrido o tempo de retardo de emergência da Rede é acionada a lógica de
emergência da Rede. Para os demais modos de operação o Controlador não supervisiona o modo
em emergência.
DESLIGADO - O Controlador não supervisiona o modo em emergência.
Opções: “LIG “DES”
Nível de Senha Mínimo: 4
• Dias para Ativação para Rede Emergência
Através desta máscara é possível habilitar os dias da semana que permitirá a ativação da lógica de
Emergência da Rede.
Tela 4.1.02.01.02

Dias Emergencia
Ativacao LLLLLLL

Os parâmetros deste campo são configurados conforme os dias da semana, cabendo ao primeiro
campo da esquerda a habilitação do dia de domingo e assim sucessivamente, passando por segunda-
feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira até chegar ao último que corresponde ao
sábado.
S - Esta opção corresponde a “SIM” habilitando a lógica de emergência da REDE para o
respectivo dia da semana.
N - Esta opção corresponde a “NÃO” desabilitando a lógica de emergência da REDE para o
respectivo dia da semana.
Caso o alarme de relógio desconfigurado esteja ativo a lógica de Dias de Ativação para Rede
Emergência não atua até que o alarme seja quitado conforme condições para seu reconhecimento.
Opções: “S”, “N” (para cada campo da máscara LLLLLLL)
Nível de Senha Mínimo: 4
22
3. Operação

• Retardo para Rede Emergência


Através desta máscara é possível configurar o tempo para confirmação da emergência da Rede em
caso de falha da Rede.
Tela 4.1.02.01.03

Retardo REDE
Emergencia 0000s

Estando ligado o parâmetro Operação Emergência e independente do modo de operação for


sinalizado Rede anormal, é iniciada a contagem do tempo de retardo de emergência da Rede. A
contagem do tempo de retardo é cancelado sempre que for sinalizado Rede normal ou desligado o
parâmetro Operação Emergência. Após a confirmação deste tempo, a lógica de operação em
emergência da Rede é liberada para ser executada desde que suas condições sejam atendidas.
O final da operação de emergência da Rede ocorre quando o sinal de REDE Normal for ligado ou for
desligado o parâmetro de habilitação da operação de emergência.
Máximo: 9999s
Mínimo: 0000s
Nível de Senha Mínimo: 4
• Retardo para Confirmação de Rede Normal
Através desta máscara é possível configurar o tempo de retardo para confirmação de retorno da Rede.
Tela 4.1.02.02.00

Retardo REDE
Normal 0000s

Após o auto-reconhecimento das falhas da Rede com TRIP é iniciada a contagem do tempo de
retardo de Rede normal e acionado o sinal de Rede Estabilizando. No término deste tempo é
acionado o sinal de Rede Normal e desligado o sinal de Rede Estabilizando.
Caso ocorra uma falha da Rede com TRIP no momento da contagem do tempo de retardo de Rede
normal, a contagem do tempo é cancelada permanecendo desligado o sinal de Rede Normal
indicando Rede Anormal”.
O tempo de retardo de Rede normal é iniciado sempre que as falhas de Rede saírem do sistema.
Quando as proteções de tensão e freqüência estão desligadas, o Controlador considera internamente o
estado da Rede como normal para fins de lógica e não sinaliza o estado da Rede no display e nem via
MODBUS. Não é indicado pelo Controlador o estado da Rede nesta condição não mostrando Rede
Normal e nem Anormal.
Na inicialização do Controlador, estando as proteções da Rede desligadas não é considerado o tempo
de Rede Estabilizando. As sinalizações Rede Estabilizando, Rede Normal e Rede Anormal estarão
sempre desligadas.
Os comandos da chave de rede permanecem com sua operação normal como se a rede estivesse
sempre normal. Caso a tensão da REDE não exista o Controlador interpreta como Rede Normal
permitindo comandar o fechamento da chave e atuar os alarmes de chave normalmente.
Máximo: 9999s
Mínimo: 0000s
Nível de Senha Mínimo: 4

23
3. Operação

Grupo dos Parâmetros do GMG


Este grupo contém os parâmetros de configuração do GMG como valores nominais de tensão,
freqüência, potência, valores de proteções e supervisões.
Para acessar os parâmetros basta pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da opção.

Tela 4.2.00.00.00

Grupo Parametros
GMG >

Nível de Senha Mínimo: 4


Parâmetros Nominais do GMG
Este subgrupo das configurações do GMG contém os parâmetros nominais de tensão, freqüência,
corrente e potência. Para acessar os parâmetros basta pressionar a tecla “ENTER/MENU” que abrirá
a nova tela da opção.
Tela 4.2.01.00.00

Parametros
Nominais GMG >

As proteções por sobretensão, sobrefreqüência, sobrecarga e sobrecorrente estão sempre sendo


supervisionadas desde que estejam habilitadas no SETUP não dependendo da ativação do sinal GMG
Funcionando.
As proteções por subtensão e subfreqüência do GMG serão ativas sempre que o valor supervisionado
ultrapassar o valor de subtensão, ou subfreqüência configurado e as mesmas estejam habilitadas no
SETUP. Caso o valor supervisionado não ultrapasse o valor configurado, as proteções serão ativas
assim que for concluído o retardo para supervisão do GMG.
Nível de Senha Mínimo: 4
• Tensão Nominal CA do GMG
Através desta máscara é possível configurar o valor de tensão nominal do GMG para operação
normal. Este valor será usado como base para cálculo de outros parâmetros como as supervisões de
tensão do GMG.

Tela 4.2.01.00.01

Tensao Nominal
CA GMG 000V

Máximo: 480V
Mínimo: 115V
Nível de Senha Mínimo: 4
Parâmetros do Motor
Este subgrupo contém os parâmetros referentes a configuração do motor como tempo de motor
parando, retardo de baixa pressão, número de tentativas de partidas entre outros.
Para acessar este grupo de parâmetros basta pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela contendo
o primeiro parâmetro do grupo em questão.

Tela 4.2.03.00.00

Parametros Motor
GMG >

Nível de Senha Mínimo: 4

24
3. Operação

• Horas para Manutenção do GMG - Atualiza


Caso a manutenção deva ocorrer antes do período planejado é possível reiniciar o contador
decrescente de horas para manutenção. Para reiniciar o contador o usuário deve confirmar a
atualização das horas para manutenção selecionando a opção SIM da tela respectiva. Ao confirmar, o
Controlador atribui para a medição das horas de manutenção o valor configurado no SETUP.,
Tela 4.2.03.00.02

Horas Manutencao
GMG Atualiza LLL

SIM - Sempre que confirmada esta opção será atribuído à tela de medições o valor configurado
no SETUP. Após confirmação, o valor da opção volta para NÃO permitindo uma nova
atualização.
NÃO - Estado normal do comando de atualização das horas de manutenção.
Opções: “SIM”, “NAO”
Nível de Senha Mínimo: 4
• Retardo de Partida do GMG
Através desta máscara é possível configurar o tempo de retardo antes do início do procedimento de
partida do GMG. Este retardo é aplicado nos sistemas onde existe a necessidade de acionamentos
externos antes do início do procedimento de partida.

Tela 4.2.03.00.08

Retardo de
Partida GMG 000s

Quando comandada a partida, antes de iniciar o procedimento de partida é iniciada a contagem do


retardo de partida do GMG e acionado o sinal Retardo na Partida. No término deste tempo, é liberado
o procedimento de partida e desligado o sinal de Retardo na Partida.
A contagem do retardo de partida é cancelada sempre que for cancelado o comando de partida, com
exceção da lógica de emergência da Rede que congela esta contagem em função do Status Rede
Estabilizando.
Máximo: 999s
Mínimo: 000s
Nível de Senha Mínimo: 4
Grupo de Parâmetros da USCA
Este grupo contém os parâmetros de configuração da USCA. Para acessar os parâmetros basta
pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da opção.

Tela 4.3.00.00.00

Grupo Parametros
USCA >

Nível de Senha Mínimo: 5


Configuração Geral
Este grupo contém os parâmetros de configuração, como níveis de senha, energia, programação da
entrada e saída digital, configuração de medição entre outros.
Para acessar os parâmetros basta pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da opção.

25
3. Operação

Tela 4.3.01.00.00

Configuracao da
USCA >

Nível de Senha Mínimo: 5


• Seleção de Modo de Operação
Através desta máscara é possível selecionar o Modo de Operação que será ativado. Para qualquer das
opções selecionadas é validado conforme o relacionamento dos modos de operação descrito nas
lógicas de funcionamento.
Tela 4.3.01.00.02

Selecao Modo de
Operacao LLLLLL

MANUAL - Seleciona o Modo de Operação Manual. Executa a mesma função que o botão
MANUAL. Para maiores detalhes sobre o modo de operação manual, consulte a seção de lógicas
de funcionamento.
AUTO - Seleciona o Modo de Operação Automático. Executa a mesma função que o botão
AUTO. Para maiores detalhes sobre o modo de operação automático, consulte a seção de lógicas
de funcionamento.
REMOTO - Este modo permite que seja aceito comandos e parametrização através do canal
serial. Para supervisão, não é necessário que o Modo de Operação Remoto seja selecionado. Para
maiores detalhes sobre o modo de operação remoto, consulte a seção de lógicas de
funcionamento.
TESTE - Este modo quando selecionado parte o GMG colocando-o em funcionamento para
eventuais testes sem carga. Para maiores detalhes consulte lógicas de funcionamento.
Opções: “MANUAL” , “AUTO”, “REMOTO”, “TESTE”
Nível de Senha Mínimo: 5
• Senha Nível 04
Através desta máscara é possível configurar a senha nível 04.
Tela 4.3.01.00.10

Senha Nivel 04
0000

Máximo: 9999
Mínimo: 0000
Nível de Senha Mínimo: 4
• Senha Nível 05
Através desta máscara é possível configurar a senha nível 05.
Tela 4.3.01.00.11

Senha Nivel 05
0000

Máximo: 9999
Mínimo: 0000
Nível de Senha Mínimo: 5

26
3. Operação

Configuração da Porta Serial


Este subgrupo contém os parâmetros de configuração da porta serial. Para acessar os parâmetros
basta pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da opção.

Tela 4.3.10.00.00

Porta Serial
>

Nível de Senha Mínimo: 4


• Seleção do Tipo de Adaptador da Porta Serial
Através desta máscara é possível selecionar o tipo de adaptador conectado na porta serial para
supervisão, comando e parametrização do Controlador através do protocolo MODBUS RTU
SLAVE.

Tela 4.3.10.00.01

Adaptador Porta
Serial LLLLLLLLL

Neste grupo de parâmetros também é possível configurar as características da comunicação serial e


configurar as lógicas de controle aplicadas ao canal serial.
RS232/USB - Habilita a porta serial identificando que o adaptador é um RS232 ou um USB.
RS485 - Habilita a porta serial identificando que o adaptador é um RS485. Para esta seleção o
parâmetro de controle de fluxo não possui aplicação.
Opções: “RS232/USB”, “RS485”
Nível de Senha Mínimo: 4
• Endereço do Slave
Através desta máscara é possível configurar o endereço SLAVE para o protocolo MODBUS RTU.
Tela 4.3.10.00.03

Endereço Slave
000

Máximo: 255
Mínimo: 001
Nível de Senha Mínimo: 4
• Velocidade de Comunicação
Através desta máscara é possível configurar a velocidade de comunicação do canal serial.
Tela 4.3.10.00.04

Velocidade de
Comunic.00000bps

Opções: “9600”, “19200”.


Nível de Senha Mínimo: 4
• Paridade
Através desta máscara é possível configurar o bit de paridade do canal serial.
Tela 4.3.10.00.05

Paridade
LLLLLLL
27
3. Operação

Opções: “Par”, “Impar”, “Nenhuma”.


Nível de Senha Mínimo: 4
• Bit de Parada
Através desta máscara é possível configurar o número de bits de parada do canal serial.
Tela 4.3.10.00.06

Bit de Parada
0

Opções: “1”, “2”.


Nível de Senha Mínimo: 4
• Habilita Controle de Fluxo por Hardware
Através desta máscara é possível habilitar o controle de fluxo por hardware do canal serial, ou seja,
habilitar os pinos de controle.
Tela 4.3.10.00.07

Hab. Controle de
Fluxo LLL

Quando este parâmetro estiver desligado será permitida a comunicação a três fios, TX, RX e GND.
Opções: “SIM”, “NÃO”
Nível de Senha Mínimo: 4
Configuração do Relógio
Este subgrupo contém os parâmetros relativos a configuração do relógio interno do Controlador. Para
acessar os parâmetros basta pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da opção.
Tela 4.3.11.00.00

Configuracao do
Relogio >

Sempre que o Controlador perder a capacidade de manter o funcionamento correto do relógio interno
será acionado o alarme Relógio Desconfigurado.
Nível de Senha Mínimo: 5
• Horário
Através desta máscara é possível configurar o horário do Controlador.
Tela 4.3.11.00.01

Horario
HH:MM:SS

Máximo: 23:59:59
Mínimo: 00:00:00
Nível de Senha Mínimo: 5
• Dia da Semana
Através desta máscara é possível configurar o dia da semana atual.

28
3. Operação

Tela 4.3.11.00.02

Dia da Semana
LLLLLLL

Opções: “Domingo”, “Segunda”, “Terça”, “Quarta”, “Quinta”, “Sexta”, “Sábado”.


Nível de Senha Mínimo: 5
• Atualiza Relógio
Através desta máscara é possível comandar a atualização do Relógio do Controlador.
Tela 4.3.11.00.03

Atualiza Relogio
LLL

SIM - Sempre que confirmado esta opção o Controlador irá acertar o relógio transferindo os
dados dos parâmetros do Relógio para o relógio do Controlador.
NÃO - Estado normal, onde o relógio não é atualizado pelo Controlador.
Opções: “SIM”, “NAO”
Nível de Senha Mínimo: 5
• Sincronismo do Relógio
Através desta máscara é possível configurar o horário em que o relógio interno será atualizado
quando houver o Pulso de Sincronismo.
Tela 4.3.11.00.04

Sincronismo do
Relogio HH:MM:SS

O Pulso de Sincronismo do Relógio é efetuado por dispositivo externo conectado a uma entrada
digital configurada para esta função. Este pulso faz o acerto do relógio, desta forma, movendo o
conteúdo parametrizado neste parâmetro para o horário atual do relógio interno.
Máximo: 23:59:59
Mínimo: 00:00:00
Nível de Senha Mínimo: 5
Partida por Relógio
Este subgrupo contém os parâmetros de configuração de partida por relógio. Para acessar os
parâmetros basta pressionar a tecla MENU que abrirá a nova tela da opção.
Tela 4.3.12.00.00

Partida por
Relogio >

Nível de Senha Mínimo: 5


• Habilita Partida por Relógio
Através desta máscara é possível habilitar a partida por relógio.

Tela 4.3.12.00.01

Partida por
Relogio LLL

29
3. Operação

LIGA - Habilita a partida por relógio. Habilitado este parâmetro o Controlador passa a executar
a lógica de partida por relógio conforme os parâmetros configurados no SETUP.
DESLIGA - Desabilita a partida por relógio. Desabilitado este parâmetro o Controlador não
executa a lógica de partida por relógio ignorando sua programação.
Caso o alarme de relógio desconfigurado esteja ativo a lógica de partida por relógio não atua até que
o alarme seja quitado conforme condições para seu reconhecimento.
Opções: “LIG”, “DES”.
Nível de Senha Mínimo: 4
• Partida por Relógio Hora de Início
Através desta máscara é possível configurar o horário de início da partida por relógio.
Tela 4.3.12.00.02

Partida por Relg


Hora Inic. 00:00

Para satisfazer a ativação da Partida por Relógio o valor de hora e minuto inicial configurado no
SETUP deve ser menor ou igual que a hora e minuto do relógio corrente do Controlador.
Máximo: 23:59
Mínimo: 00:00
Nível de Senha Mínimo: 5
• Partida por Relógio Hora de Fim
Através desta máscara é possível configurar o horário fim da partida por relógio.

Tela 4.3.12.00.03

Partida por Relg


Hora Fim 00:00

Para satisfazer a ativação da Partida Por Relógio o valor de hora e minuto final configurado no
SETUP deve ser maior que a hora e minuto do relógio corrente do Controlador. É permitido
configurar um horário de fim menor que o horário de início, caracterizando uma operação que
ultrapassa as 24 horas do dia da semana de Ativação. Isto é permitido desde que o próximo dia da
semana esteja habilitado, caso contrário, é cancelada a partida por relógio.
Máximo: 23:59
Mínimo: 00:00
Nível de Senha Mínimo: 5
• Partida por Relógio Dias de Ativação
Através desta máscara é possível configurar os dias da semana de partida por relógio.
Tela 4.3.12.00.04

Partida por Relg


Dias LLLLLLL

Os parâmetros deste campo podem ser configurados conforme os dias da semana cabendo ao
primeiro campo da esquerda a habilitação no dia de domingo e assim sucessivamente, passando por
segunda-feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira e sexta-feira até chegar ao último campo que
corresponde ao sábado.
S - Esta opção corresponde a SIM habilitando a lógica de partida por relógio para o respectivo
dia da semana.
30
3. Operação

N - Esta opção corresponde a NÃO desabilitando a lógica de partida por relógio para o
respectivo dia da semana.
Para satisfazer a ativação da Partida Por Relógio o valor do dia da semana configurado no SETUP
deve ser igual ao do relógio corrente do Controlador e o alarme de Relógio Desconfigurado não deve
estar ativo. Este parâmetro tem prioridade sobre a configuração de hora e minuto de início e fim. Se o
dia da semana estiver desabilitado é cancelada a partida por relógio independente do intervalo de
hora início e fim configurado.
Opções: “S”, “N” (para cada campo da máscara LLLLLLL)
Nível de Senha Mínimo: 5
• Falha no GMG, Carga para Rede
Através desta máscara é possível configurar se a carga retorna para Rede em caso de falha do GMG
durante o tempo de partida por relógio.

Tela 4.3.12.00.05

Falha GMG Carga


para REDE LLL

Para maiores detalhes consultar Lógicas de Funcionamento, Transferência de Carga do GMG para
REDE Quando GMG com Defeito.
Opções: “SIM”, “NAO”.
Nível de Senha Mínimo: 5

Acesso por Interface Serial MODBUS


A interface serial TTL permite comunicação no protocolo MODBUS. Através desta interface, é
possível fazer a configuração, supervisão e operação remota do Controlador. Todos os parâmetros do
Controlador são acessíveis por MODBUS, necessitando-se também de identificação através de senha.
Os valores medidos também estão disponíveis. O operador pode assumir o comando do
funcionamento via serial passando o Controlador para o modo Remoto.

Tabelas de Comunicação
As tabelas de comunicação estão descritas separadas por categorias. Dentro de cada categoria está
especificado quais os tipos de funções que acessam a área em questão.
As escritas são protegidas por senha separadas em grupos de acesso do cliente final e outro do cliente
OEM. As áreas de referência 3x não necessitam de senha para leitura.

Tabelas de Escrita MODBUS – Referência 4x


Esta área pode ser lida e escrita através das funções MODBUS 03 e 16 respectivamente. A escrita
esta protegida por senha em dois níveis.
• Para nível de senha igual a 5 é possível escrever na área que compreende o registro 4x0001 até a
4x499 para COMANDOS e 4x1000 até a 4x1499 para SETUP.
• Para nível de senha menor que 5 é possível escrever em toda a área de escrita referência 4x.
Este procedimento é diferente da parametrização pela IHM do Controlador onde temos o controle de
acesso para diferentes níveis de senha. Já pelo canal de comunicação foi simplificado para dois
grupos denominados CLIENTE e STEMAC respectivamente.

31
3. Operação

Comandos Cliente
Todos os bits da palavra de comando são operados por pulso.
Não é possível a parametrização de horários inválidos, pois o Controlador faz este controle. Quando
ocorrer o acerto de algum horário inválido, e for feita a tentativa de confirmação do parâmetro pelo
comando Acertar Relógio o Controlador não permite a atualização, desta forma, retornando um bit de
erro denominado Inconsistência na Hora Configurada na tabela de leitura MODBUS - controle.
• Comando GMG em AUTO Assumindo Carga é operado por pulso. Se estiver desligado é dado
um pulso para ligar e vice-versa. Este comando somente é ligado em Modo de Operação
Automático e é desligado quando ocorrer alguma das seguintes condições:
• Comando GMG em AUTO Assumindo Carga quando este evento estiver ligado;
• Alarme Falha de Comunicação MODBUS ativo quando o parâmetro Ação Caso Falha de
Comunicação em AUTO;
• Modo de operação diferente de Automático e GMG parado;
• Modo de operação diferente de Automático e CGR aberta.

32
3. Operação

Memória Bit Descrição Unidade


4x0001 Comandos CLIENTE
0 Acionamento CRD
1 Acionamento CGR
2 Partida / Parada do GMG
3 Reconhecimento dos Alarmes e Quitação Seletiva
4 Chamada do Modo de Operação Remoto
5 Comando GMG em AUTO Assumindo Carga
6 Habilita Supervisão de Comunicação
7 Discagem Reconhecida
8 Acerta Relógio
9 – 15 --- Reserva ---
4x0002 ID – Identificação do Operador - Matrícula
4x0003 ID – Identificação do Operador – Dígitos Verificadores
4x0004 Senha do Operador
4x0005 --- Reserva ---
4x0006 --- Reserva ---
4x0007 --- Reserva ---
4x0008 --- Reserva ---
4x0009 --- Reserva ---
4x0010 Ajuste Horário – Horas
4x0011 Ajuste Horário – Minutos
4x0012 Ajuste Horário – Segundos
4x0013 Ajuste Dia da Semana (Ver tabela abaixo)

Tabela 3–2: Comandos Cliente

Tipo Descrição
1 Domingo
2 Segunda
3 Terça
4 Quarta
5 Quinta
6 Sexta
7 Sábado

Tabela 3–3: Codificação dos Dias da Semana


Comandos STEMAC
Todos os bits da palavra de comando são operados por pulso. Veja a descrição completa de operação
na seção de lógicas de funcionamento no item Modo de Operação Remoto.

33
3. Operação

Memória Bit Descrição Unidade


4x0500 Comandos STEMAC
0 Horas para Manutenção do GMG – Atualiza
1-15 --- Reserva ---
4x0501 --- Reserva ---
4x0502 Tempo de Funcionamento do GMG h
4x0503 Energia do GMG (low) kWh
4x0504 Energia do GMG (high) kWh
4x0505 Número de Partidas do GMG
4x0506 Índice da Mensagem no Display do Sinal Externo
4x0507 Mensagem no Display (Byte 01 / Byte 02)
4x0508 Mensagem no Display (Byte 03 / Byte 04)
4x0509 Mensagem no Display (Byte 05 / Byte 06)
4x0510 Mensagem no Display (Byte 07 / Byte 08)
4x0511 Mensagem no Display (Byte 10 / Byte 09)
4x0512 Mensagem no Display (Byte 11 / Byte 12)
4x0513 Mensagem no Display (Byte 13 / Byte 14)
4x0514 Mensagem no Display (Byte 15 / Byte 16)

Tabela 3–4: Comandos STEMAC

Índice das Mensagens pelo Canal Serial


As mensagens no visor correspondem a configuração das mensagens das sinalizações externas
configuráveis. Toda vez que se proceder a configuração das mensagens das sinalizações externas
configuráveis deve ser informado o índice da informação a ser alterada conforme a tabela abaixo:
Tipo Descrição
1 Mensagem no Display 01
2 --- Reserva ---
3 --- Reserva ---
4 --- Reserva ---
5 --- Reserva ---
6 --- Reserva ---
7 --- Reserva ---
8 --- Reserva ---

Tabela 3–5: Índice das Mensagens pelo Canal Serial


SETUP Cliente
Esta área poderá ser lida e escrita através das funções MODBUS 03 e 16 respectivamente.

34
3. Operação

Memória Bit Descrição Unidade


4x1000 Grupo de Parâmetros da REDE
0 Partida por Relógio - Falha no GMG, Carga para REDE
1-15 --- Reserva ---
4x1001 Senha Nível 05

4x1002 Sincronismo do Relógio – Horas

4x1003 Sincronismo do Relógio – Minutos

4x1004 Sincronismo do Relógio – Segundos

4x1005 Partida por Relógio Hora de Início – Hora

4x1006 Partida por Relógio Hora de Início – Minuto

4x1007 Partida por Relógio Hora de Fim – Hora

4x1008 Partida por Relógio Hora de Fim – Minuto

4x1009 Partida por Relógio Dias de Ativação

0 Sábado

1 Sexta

2 Quinta

3 Quarta

4 Terça

5 Segunda

6 Domingo

7-15 --- Reserva ---

Tabela 3–6: SETUP Cliente


SETUP STEMAC
Esta área poderá ser lida e escrita através das funções MODBUS 03 e 16 respectivamente.

Memória Bit Descrição Unidade


4x1500 Grupo de Parâmetros da REDE
0 Freqüência Nominal REDE
1 --- Reserva ---
2 Habilita Operação em Emergência
3 Habilita Proteção de Tensão de REDE
4-5 --- Reserva ---
6 Habilita Proteção de Freqüência da REDE
7-15 --- Reserva ---
4x1501 Tensão Nominal REDE V
4x1502 Dias de Ativação Emergência
0 Sábado
1 Sexta
2 Quinta
3 Quarta
4 Terça
5 Segunda
6 Domingo
7-15 --- Reserva ---

Tabela 3–7: SETUP STEMAC

35
3. Operação

Memória Bit Descrição Unidade


4x1503 Retardo para REDE Emergência s
4x1504 Retardo para Confirmação de REDE Normal s
4x1505 --- Reserva ---
4x1506 --- Reserva ---
4x1507 Tensão Alta da REDE %
4x1508 Retardo Tensão Alta da REDE s x 100
4x1509 --- Reserva ---
4x1510 --- Reserva ---
4x1511 Tensão Baixa da REDE %
4x1512 Retardo Tensão Baixa da REDE s x 100
4x1513 --- Reserva ---
4x1514 --- Reserva ---
4x1515 Sobrefreqüência da REDE Hz x 100
4x1516 Retardo Sobrefreqüência da REDE s x 100
4x1517 --- Reserva ---
4x1518 --- Reserva ---
4x1519 Subfreqüência da REDE Hz x 100
4x1520 Retardo Subfreqüência da REDE s x 100
4x1521 --- Reserva ---
4x1522 --- Reserva ---
4x1523 --- Reserva ---
4x1524 --- Reserva ---
4x1525 Grupo de Parâmetros GMG_1
0 Freqüência Nominal do GMG
1 --- Reserva ---
2 Habilita Proteção de Tensão do GMG
3-4 --- Reserva ---
5 Habilita Proteção de Freqüência do GMG
6-7 --- Reserva ---
8 Habilita Proteção de Sobrecarga do GMG
9 --- Reserva ---
10 Habilita Proteção por Subcarga do GMG
11-15 --- Reserva ---
4x1526 Grupo de Parâmetros GMG_2
0-15 --- Reserva ---
4x1527 Tensão Nominal CA do GMG V
4x1528 --- Reserva ---
4x1529 Corrente do Primário do TC do GMG A
4x1530 Potência Nominal do GMG kW
4x1531 --- Reserva ---
4x1532 Retardo de Falha no Contator Principal s x 10
4x1533 --- Reserva ---
4x1534 --- Reserva ---
4x1535 Tensão Alta do GMG %
4x1536 Retardo Tensão Alta do GMG s x 100

Tabela 3–8: SETUP STEMAC

36
3. Operação

Memória Bit Descrição Unidade


4x1537 --- Reserva ---
4x1538 --- Reserva ---
4x1539 Tensão Baixa do GMG %
4x1540 Retardo Tensão Baixa do GMG s x 100
4x1541 --- Reserva ---
4x1542 --- Reserva ---
4x1543 Sobrefreqüência do GMG Hz x 100
4x1544 Retardo Sobrefreqüência do GMG s x 100
4x1545 --- Reserva ---
4x1546 --- Reserva ---
4x1547 Subfreqüência de GMG Hz x 100
4x1548 Retardo Subfreqüência de GMG s x 100
4x1549 --- Reserva ---
4x1550 --- Reserva ---
4x1551 Sobrecarga do GMG %
4x1552 Retardo Sobrecarga do GMG S
4x1553 Subcarga do GMG kW Mínimo %
4x1554 Subcarga do GMG Retardo min
4x1555 Subcarga do GMG Histerese %
4x1556 --- Reserva ---
4x1557 --- Reserva ---
4x1558 --- Reserva ---
4x1559 --- Reserva ---
4x1560 --- Reserva ---
4x1561 --- Reserva ---
4x1562 --- Reserva ---
4x1563 --- Reserva ---
4x1564 --- Reserva ---
4x1565 --- Reserva ---
4x1566 --- Reserva --- In x 100
4x1567 --- Reserva ---
4x1568 --- Reserva --- In x 100
4x1569 --- Reserva --- x 100
4x1570 --- Reserva --- s x 100
4x1571 --- Reserva --- x 100
4x1572 --- Reserva --- x 100
4x1573 --- Reserva ---
4x1574 --- Reserva --- x 10
4x1575 --- Reserva --- s
4x1576 --- Reserva --- s x 100

Tabela 3–9: SETUP STEMAC

37
3. Operação

Memória Bit Descrição Unidade


4x1577 Parâmetros do Motor
0 Lógica do Solenóide
1 Habilita Proteção e Medição de Temperatura d’Água Motor
2 Bx. Temperatura d’Água de Arrefecimento Motor – Atuação
3-5 --- Reserva ---
6 Hab. Supervisão Sensor Temperatura – Curto
7 Hab. Supervisão Sensor Temperatura – Circuito Aberto
8 Tipo de Curva do Sensor de Temperatura
9-15 --- Reserva ---
4x1578 Horas para Manutenção do GMG h
4x1579 Número de Tentativas de Partida do GMG
4x1580 Retardo de Partida do GMG s
4x1581 Tempo de Motor Parando s
4x1582 Tempo Intervalos entre Partidas do GMG s
4x1583 Retardo para Supervisão do GMG s
4x1584 Retardo Confirmação de GMG Funcionando s x 10
4x1585 Tempo de Resfriamento s
4x1586 Tempo de Atuação do Motor de Partida s
4x1587 Corte do Motor de Partida por Freqüência Hz x 100
4x1588 Retardo de Baixa Pressão s
4x1589 Baixa Temperatura da Água de Arrefecimento do Motor °C
4x1590 --- Reserva ---
4x1591 --- Reserva ---
4x1592 --- Reserva ---
4x1593 Alta Temperatura da Água °C
4x1594 Retardo Alta / Baixa Temperatura da Água s
4x1595 --- Reserva ---
4x1596 --- Reserva ---
4x1597 --- Reserva ---
4x1598 --- Reserva ---
4x1599 --- Reserva ---
4x1600 --- Reserva ---
4x1601 --- Reserva ---
4x1602 --- Reserva ---
4x1603 --- Reserva ---

Tabela 3–10: SETUP STEMAC

38
3. Operação

Memória Bit Descrição Unidade


4x1604 Parâmetros da USCA_1
0 Desabilita o comando da chave CRD
1 Desabilita o comando da chave CGR
2 GMG Indisponível REDE Assume Carga
3-4 --- Reserva ---
5 Habilita Falha de Chaves
6 --- Reserva ---
7 Tipo de Adaptador da Porta Serial
8 Habilita Quitação Remota Alarme com Classe de Falha 4
9 Velocidade de Comunicação
10 Bit de Parada
11 Habilita Controle de Fluxo por Hardware
12 Habilita Modem Porta Local
13 Habilita Discagem por Falha
14 Habilita Falha de Comunicação MODBUS
15 Ação Caso Falha de Comunicação MODBUS
4x1605 Parâmetros da USCA_2
0-2 --- Reserva ---
3 Habilita Partida por Relógio
4 Habilita Medição e Supervisão Entrada Analógica
5 Hab. Supervisão Sensor Ent. Analógica – Curto
6 Hab. Supervisão Sensor Ent. Analógica – Circuito Aberto
7 Tipo de Curva do Sensor da Entrada Analógica
8-15 --- Reserva ---
4x1606 Tipo de Medição
4x1607 Seleção de Idioma (0-Português 1-Espanhol 2-Inglês)
4x1608 Tempo de Retardo para Comutação s x 10
4x1609 --- Reserva ---
4x1610 Senha Nível 04
4x1611 --- Reserva --- min
4x1612 Tempo de Retorno do Sinal da Chave s x 100
4x1613 Número Máximo de Tentativas
4x1614 --- Reserva ---
4x1615 Coeficiente A - Curva Sensor Temperatura (Inteiro)
4x1616 Coeficiente A - Curva Sensor Temperatura (Fracionário)
4x1617 Coeficiente B - Curva Sensor Temperatura (Inteiro)
4x1618 Coeficiente B - Curva Sensor Temperatura (Fracionário)
4x1619 Coeficiente C - Curva Sensor Temperatura (Inteiro)
4x1620 Coeficiente C - Curva Sensor Temperatura (Fracionário)
4x1621 Seleção Máscara de Medição da Entrada Analógica
4x1622 Limite Inferior para Ativação do Alarme Configurado
4x1623 Código para Ativação do Alarme de Limite Inferior
4x1624 Limite Superior para Ativação do Alarme Configurado
4x1625 Código para Ativação do Alarme de Limite Superior
4x1626 Retardo Atuação do Alarme do Limite Inferior e Superior

Tabela 3–11: SETUP STEMAC

39
3. Operação

Memória Bit Descrição Unidade


4x1627 Histerese Atuação do Alarme do Limite Inferior e Superior
4x1628 Coeficiente A - Curva Sensor Entrada Analógica (Inteiro)
4x1629 Coeficiente A - Curva Sensor Entrada Analógica (Frac.)
4x1630 Coeficiente B - Curva do sensor Entrada Analógica (Inteiro)
4x1631 Coeficiente B - Curva do sensor Entrada Analógica (Frac.)
4x1632 Coeficiente C - Curva do sensor Entrada Analógica (Inteiro)
4x1633 Coeficiente C - Curva do sensor Entrada Analógica (Frac.)
4x1634 --- Reserva ---
4x1635 Sinal Externo 01 - Nível de Falha
4x1636 --- Reserva ---
4x1637 --- Reserva ---
4x1638 --- Reserva ---
4x1639 --- Reserva ---
4x1640 --- Reserva ---
4x1641 --- Reserva ---
4x1642 --- Reserva ---
4x1643 Habilitação das Entradas Digitais Configuráveis
0-3 --- Reserva ---
4 Habilita Entrada Digital Configurável 05
5-15 --- Reserva ---
4x1644 Tipo de Lógica das Entradas Digitais Configuráveis
0-3 --- Reserva ---
4 Entrada Digital 05 – Tipo de Lógica
5-15 --- Reserva ---
4x1645 --- Reserva ---
4x1646 --- Reserva ---
4x1647 --- Reserva ---
4x1648 --- Reserva ---
4x1649 Entrada Digital Configurável Função 05
4x1650 --- Reserva ---
4x1651 --- Reserva ---
4x1652 --- Reserva ---
4x1653 --- Reserva ---
4x1654 --- Reserva ---
4x1655 --- Reserva ---
4x1656 --- Reserva ---
4x1657 --- Reserva ---
4x1658 --- Reserva ---
4x1659 --- Reserva ---
4x1660 --- Reserva ---
4x1661 Retardo Entrada Digital Configurável 01 s x 10
4x1662 Retardo Entrada Digital Configurável 02 s x 10
4x1663 Retardo Entrada Digital Configurável 03 s x 10
4x1664 Retardo Entrada Digital Configurável 04 s x 10
4x1665 Retardo Entrada Digital Configurável 05 s x 10

Tabela 3–12: SETUP STEMAC

40
3. Operação

Memória Bit Descrição Unidade


4x1666 --- Reserva ---
4x1667 --- Reserva ---
4x1668 Retardo Entrada Digital Configurável 08 s x 10
4x1669 --- Reserva ---
4x1670 --- Reserva ---
4x1671 --- Reserva ---
4x1672 --- Reserva ---
4x1673 --- Reserva ---
4x1674 --- Reserva ---
4x1675 --- Reserva ---
4x1676 --- Reserva ---
4x1677 --- Reserva ---
4x1678 --- Reserva ---
4x1679 --- Reserva ---
4x1680 --- Reserva ---
4x1681 --- Reserva ---
4x1682 --- Reserva ---
4x1683 --- Reserva ---
4x1684 --- Reserva ---
4x1685 --- Reserva ---
4x1686 --- Reserva ---
4x1687 --- Reserva ---
4x1688 --- Reserva ---
4x1689 --- Reserva ---
4x1690 --- Reserva ---
4x1691 --- Reserva ---
4x1692 --- Reserva ---
4x1693 --- Reserva ---
4x1694 --- Reserva ---
4x1695 --- Reserva ---
4x1696 --- Reserva ---
4x1697 --- Reserva ---
4x1698 --- Reserva ---
4x1699 --- Reserva ---
4x1700 --- Reserva ---
4x1701 --- Reserva ---
4x1702 --- Reserva ---
4x1703 --- Reserva ---
4x1704 --- Reserva ---
4x1705 --- Reserva ---
4x1706 --- Reserva ---
4x1707 --- Reserva ---
4x1708 --- Reserva ---
4x1709 --- Reserva ---
4x1710 --- Reserva ---

Tabela 3–13: SETUP STEMAC

41
3. Operação

Memória Bit Descrição Unidade


4x1711 --- Reserva ---
4x1712 --- Reserva ---
4x1713 --- Reserva ---
4x1714 --- Reserva ---
4x1715 --- Reserva ---
4x1716 --- Reserva ---
4x1717 --- Reserva ---
4x1718 --- Reserva ---
4x1719 --- Reserva ---
4x1720 --- Reserva ---
4x1721 --- Reserva ---
4x1722 --- Reserva ---
4x1723 --- Reserva ---
4x1724 --- Reserva ---
4x1725 --- Reserva ---
4x1726 --- Reserva ---
4x1727 --- Reserva ---
4x1728 --- Reserva ---
4x1729 --- Reserva ---
4x1730 --- Reserva ---
4x1731 --- Reserva ---
4x1732 --- Reserva ---
4x1733 --- Reserva ---
4x1734 --- Reserva ---
4x1735 --- Reserva ---
4x1736 --- Reserva ---
4x1737 --- Reserva ---
4x1738 --- Reserva ---
4x1739 --- Reserva ---
4x1740 --- Reserva ---
4x1741 --- Reserva ---
4x1742 --- Reserva ---
4x1743 --- Reserva ---
4x1744 --- Reserva ---
4x1745 --- Reserva ---
4x1746 --- Reserva ---
4x1747 --- Reserva ---
4x1748 --- Reserva ---
4x1749 --- Reserva ---
4x1750 --- Reserva ---
4x1751 Habilitação das Saídas Digitais Configuráveis
0-6 --- Reserva ---
7 Habilita Saída Digital Configurável 08
8-15 --- Reserva ---

Tabela 3–14: SETUP STEMAC

42
3. Operação

Memória Bit Descrição Unidade


4x1752 --- Reserva ---
4x1753 --- Reserva ---
4x1754 --- Reserva ---
4x1755 --- Reserva ---
4x1756 --- Reserva ---
4x1757 --- Reserva ---
4x1758 --- Reserva ---
4x1759 Saída Digital Configurável Função 08
4x1760 --- Reserva ---
4x1761 --- Reserva ---
4x1762 --- Reserva ---
4x1763 --- Reserva ---
4x1764 --- Reserva ---
4x1765 --- Reserva ---
4x1766 --- Reserva ---
4x1767 --- Reserva ---
4x1768 --- Reserva ---
4x1769 --- Reserva ---
4x1770 --- Reserva ---
4x1771 --- Reserva ---
4x1772 --- Reserva ---
4x1773 --- Reserva ---
4x1774 --- Reserva ---
4x1775 Retardo Saída Digital Configurável 08
4x1776 --- Reserva ---
4x1777 --- Reserva ---
4x1778 --- Reserva ---
4x1779 --- Reserva ---
4x1780 --- Reserva ---
4x1781 --- Reserva ---
4x1782 --- Reserva ---
4x1783 --- Reserva ---
4x1784 Endereço do Slave
4x1785 Bit de Paridade
4x1786 String de Inicialização (Byte 02 / Byte 01)
4x1787 String de Inicialização (Byte 04 / Byte 03)
4x1788 String de Inicialização (Byte 06 / Byte 05)
4x1789 String de Inicialização (Byte 08 / Byte 07)
4x1790 String de Inicialização (Byte 10 / Byte 09)
4x1791 String de Inicialização (Byte 12 / Byte 11)
4x1792 String de Inicialização (Byte 14 / Byte 13)
4x1793 String de Inicialização (Byte 16 / Byte 15)

Tabela 3–15: SETUP STEMAC

43
3. Operação

Memória Bit Descrição Unidade


4x1794 Número do Telefone (Byte 02 / Byte 01)
4x1795 Número do Telefone (Byte 04 / Byte 03)
4x1796 Número do Telefone (Byte 06 / Byte 05)
4x1797 Número do Telefone (Byte 08 / Byte 07)
4x1798 Número do Telefone (Byte 10 / Byte 09)
4x1799 Número do Telefone (Byte 12 / Byte 11)
4x1800 Número do Telefone (Byte 14 / Byte 13)
4x1801 Número do Telefone (Byte 16 / Byte 15)
4x1802 Número de Tentativas
4x1803 Tempo de Espera de Conexão s
4x1804 Retardo Falha de Comunicação s

Tabela 3–16: SETUP STEMAC

Descrição do Formato IntFrac


O formato IntFrac utilizado na configuração dos coeficientes A, B e C do sensor de temperatura
(registros 4x1706 a 4x1711) e da entrada analógica configurável (registros 4x1719 a 4x1724) possui
a seguinte característica:

Numericamente é um número multiplicado por 65536, e salvo em um double word, com o bit 31
sendo o sinal e utilizando complemento de dois no caso de ser negativo.
Como exemplo para conversão, pode-se utilizar a função do sensor de temperatura VDO. A equação
obtida é:
y = 871,1.e −0, 0224 x + 0
Assim o coeficiente A = 871,1, o coeficiente B = -0,0224 e o coeficiente C = 0.
Calculando o coeficiente A:
A = 871,1
A = 871,1 x 65536
A = 57088409,6
Arredondando:
A = 57088410
Convertendo de decimal para hexadecimal:
A = 0x0367199A
Devem ser escritos os seguintes valores na parte inteira e fracionária do coeficiente A:
A(int) = 0x0367

44
3. Operação

A(frac) = 0x199A
Calculando o coeficiente B:
B = -0,0224
B = -0,0224 x 65536
B = -1468,0064
Arredondando:
B = -1468
Convertendo de decimal para hexadecimal:
B = 0xFFFFFA44
Devem ser escritos os seguintes valores na parte inteira e fracionária do coeficiente A:
B(int) = 0xFFFF
B(frac) = 0xFA44
Calculando o coeficiente C:
C=0
C = 0 x 65536
C=0
Convertendo de decimal para hexadecimal:
C = 0x00000000
Devem ser escritos os seguintes valores na parte inteira e fracionária do coeficiente C:
C(int) = 0x0000
C(frac) = 0x0000

Tabelas de Leitura MODBUS – Referência 3x


Esta área pode ser lida através da função MODBUS 04 e não aceitará escrita. As áreas de referência
3x não necessitam de senha para leitura.
Alarmes
Memória Bit Descrição Unidade
3x0001 Alarme 01 – GMG
0 --- Reserva Código 01 ---
1 Sobrefreqüência no GMG
2 --- Reserva Código 03 ---
3 Subfreqüência no GMG
4 --- Reserva Código 05 ---
5 Sobretensão no GMG
6 --- Reserva Código 07 ---
7 Subtensão no GMG
8-10 --- Reserva Código 09 a 11 --- s
11 Sobrecarga no GMG
12-14 --- Reserva Código 13 a 15 ---
15 Chamada para Manutenção do GMG

Tabela 3–17: Alarmes

45
3. Operação

Memória Bit Descrição Unidade


3x0002 Alarme 02 – GMG
0 Falha no Sensor de Temperatura
1 --- Reserva Código 18 ---
2 Alta Temperatura da Água
3 Baixa Temperatura da Água
4 Pressão Baixa do Óleo no GMG
5 Emergência Acionada
6 Falha na Partida do GMG
7 Falha na Parada do GMG
8 CGR não Abriu s
9 CGR não Fechou
10 CGR Abriu Indevidamente
11 CGR Fechou Indevidamente
12 Subcarga no GMG
13 Falha no Sinal de Pressão
14-15 --- Reserva Código 31 a 32 ---
3x0003 Alarme 03 – GMG
0-15- --- Reserva Código 33 a 48---
3x0004 Alarme 4 – GMG / REDE
0 --- Reserva Código 49 ---
1 Falha no Sensor da Entrada Analógica Configurável
2-7 --- Reserva Código 51 a 56 ---
8 Sobretensão na REDE
9 --- Reserva Código 58 ---
10 Subtensão na REDE
11 --- Reserva Código 60 ---
12 Sobrefreqüência na REDE
13 --- Reserva Código 62 ---
14 Subfreqüência na REDE
14 Subfreqüência na REDE
3x0005 Alarme 5 – REDE
0 CRD não Fechou
1 CRD Abriu Indevidamente
2 CRD Fechou Indevidamente
3-15 --- Reserva Código 68 a 80 ---
3x0006 Alarme 6 – USCA
0 Falha na Comunicação MODBUS
1 Defeito Retificador Carregador de Baterias
2 Defeito no Controlador
3 Falha na Aquisição
4 --- Reserva Código 85 ---
5 Falha na Memória
6 Relógio Desconfigurado
7-15 --- Reserva Código 88 a 96 ---

Tabela 3–18: Alarmes

46
3. Operação

Memória Bit Descrição Unidade


3x0007 Alarme 7 – USCA / Dispositivos Externos
0-8 --- Reserva Código 97 a 105 ---
9 Nível Alto Combustível
10 Nível Baixo Combustível
11 Nível Super Baixo Combustível
12 Nível Anormal de Combustível
13 Trip Relé Função 46
14 Defeito Relé Função 46
15 Trip Relé Função 51G
3x0008 Alarme 8 – USCA / Dispositivos Externos
0 Defeito Relé Função 51G
1 Trip Relé Função 50/51
2 Defeito Relé Função 50/51
3 Disjuntor CGR Extraído
4 Disjuntor CRD Extraído
5 Alta Temperatura Mancal do GMG
6 Alta Temperatura Enrolamento GMG
7 Falha Fluxo Água Circuito Externo
8 Falha Fluxo Água Circuito Interno
9 Nível Água Tanque Expansão
10 Defeito Relé Térmico
11 Falha Status Contator Principal
12 Nível Água do Radiador
13 Nível Água do Radiador Remoto
14 Sensor Ruptura de Correia
15 Sobrevelocidade
3x0009 Alarme 9 – Dispositivos Externos
0 Alta Temperatura Óleo Lubrificante
1 Pressão Baixa de Óleo – Externo
2 Temp. Alta Água Arrefecimento – Externo
3 Temp. Bx Água Arrefecimento- Externo
4 Falha no Sistema de Arrefecimento
5 Alta Temperatura do Gerador
6 Defeito Geral do Trafo do GMG
7 Falha de REDE Externa
8-15 --- Reserva Código 137 a 144 ---
3x0010 Alarme 10 – Dispositivos Externos
0-15 --- Reserva Código 145 a 160 ---

Tabela 3–19: Alarmes

47
3. Operação

Sinalizações Externas Configuráveis / Status Dispositivos Externos Sistema - Entradas


Memória Bit Descrição Unidade
3x0011 Sinalizações Externas / Status Disp. Ext. Sist. – Entrada
0 Sinalização Externa Configurável 01
1-7 --- Reserva Código 162 a 168 ---
8 Status da Pressão do Óleo
9 Status da Temperatura da Água
10 Status de Defeito no Retificador
11 Status da Parada Remota
12 Status de Emergência Acionada
13 Status de CGR
14 Status de CRD
15 --- Reserva Código 176 ---
3x0012 Status Disp. Ext. Sist. – Entrada
0 Status de Telecomando Modo Remoto
1 Status de Telecomando Quitação de Falha
2 Status de Telecomando de Partida e Parada
3 Status de Telecomando de Abertura / Fechamento CGR
4 Status de Telecomando de Abertura / Fechamento CRD
5-15 --- Reserva Código 182 a 192 ---

Tabela 3–20: Sinalizações


Eventos
Memória Bit Descrição Unidade
3x0013 Eventos 1 - Dispositivos Externos – Entradas
0 Disjuntor CGR Inserido
1 Disjuntor CRD Inserido
2 Partida Remota
3 Pulso de Sincronismo do Relógio
4 Inibição da Chave de REDE
5-15 --- Reserva Código 198 a 208---
3x0014 Eventos 2 - Dispositivos Externos – Entradas
0-15 --- Reserva Código 209 a 224 ---
3x0015 Eventos 3 - Dispositivos Externos – Saídas
0 Bloqueio RF 46
1 Reset RF 46
2 Bloqueio RF 51G
3 Reset RF 51 G
4 Bloqueio RF 50/51
5 Reset RF 50/51
6 Resistência de Desumidificação
7 Ventilador da Torre Não Silenciada
8 Ventilador da Torre Silenciada
9 Ventilador Radiador Remoto
10 Bomba Externa Acionada Motor Externo
11 Motor do Ventilador do Exaustor do Ar da Sala
12-15 --- Reserva Código 237 a 240 ---

Tabela 3–21: Eventos

48
3. Operação

Memória Bit Descrição Unidade


3x0016 Eventos 4 - Dispositivos Externos – Saídas
0-15 --- Reserva Código 241 a 256 ---
3x0017 Eventos 5 - Dispositivos Externos – Saídas
0-15 --- Reserva Código 257 a 272 ---
3x0018 Eventos 5 – USCA
0 Modo Manual
1 Modo Automático
2 Modo Remoto
3 Modo Teste
4 GMG Partindo
5 GMG Parando
6 REDE Anormal
7 REDE Normal
8 CRD Fechou
9 CRD Abriu
10 CGR Fechou
11 CGR Abriu
12-14 --- Reserva Código 285 a 287 ---
15 Confirmação de Acesso Nível 2
3x0019 Eventos 6 – USCA
0 --- Reserva Código 289 ---
1 Confirmação de Acesso Nível 4
2-4 --- Reserva Código 291 a 293 ---
5 GMG Funcionando
6 Comando Serial GMG Assumindo Carga Ativo
7 Supervisão de Comunicação Ativa
8 Parada Remota
9 Controlador Ligado
10 Partida por Relógio
11-15 --- Reserva Código 300 a 304 ---
3x0020 Eventos 7 – USCA
0-15 --- Reserva Código 305 a 320 ---
3x0021 Eventos 8 – USCA
0-15 --- Reserva Código 321 a 336 ---

Tabela 3–22: Eventos

49
3. Operação

Status

Memória Bit Descrição Unidade


3x0022 STATUS Gerais
0 Falha Nível 0
1 Falha Nível 1
2 Falha Nível 2
3 Falha Nível 3
4 Falha Nível 4
5 Alarme Ativo
6 GMG Resfriando
7 GMG Parado
8 GMG Indisponível
9 REDE Estabilizando
10 Retardo na Partida
11 Intervalo entre Partidas
12 --- Reserva Código 349 ---
13 --- Reserva Código 350 ---
14 --- Reserva Código 351 ---
15 --- Reserva Código 352 ---
3x0023 Reserva Códigos 353 ... 368
3x0024 Reserva Códigos 369 ... 384

Tabela 3–23: Status

Comandos dos Dispositivos Externos do Sistema – Saídas

Memória Bit Descrição Unidade


3x0025 Comandos dos Dispositivos Externos do Sistema
0 Comando Manual
1 Comando do Solenóide de Combustível
2 Comando de Partida
3 --- Reserva Código 388 ---
4 Comando do Alarme Sonoro
5 Comando de Fechamento CGR
6 Comando de Abertura CRD
7 --- Reserva Código 392 ---
8 --- Reserva Código 393 ---
9 --- Reserva Código 394 ---
10 --- Reserva Código 395 ---
11 --- Reserva Código 396 ---
12 --- Reserva Código 397 ---
13 --- Reserva Código 398 ---
14 --- Reserva Código 399 ---
15 --- Reserva Código 400 ---

Tabela 3–24: Comandos

51
3. Operação

Medições

Memória Bit Descrição Unidade


3x0026 --- Reserva --- V
3x0027 --- Reserva --- V
3x0028 --- Reserva --- V
3x0029 Tensão Fase A do GMG V
3x0030 --- Reserva --- V
3x0031 --- Reserva --- V
3x0032 Corrente Fase A do GMG A
3x0033 --- Reserva --- A
3x0034 --- Reserva --- A
3x0035 Expoente das Potências Ativa e Aparente ExpoP
3x0036 Potência Ativa do GMG kW
1 x10 ExpoP
3x0037 Potência Aparente do GMG kVA
1 x10 ExpoP
3x0038 --- Reserva ---
3x0039 --- Reserva ---
3x0040 --- Reserva ---
3x0041 Freqüência do GMG Hz x 100
3x0042 Tempo de Funcionamento do GMG h
3x0043 Energia Ativa do GMG (low) kWh
3x0044 Energia Ativa do GMG (high)
3x0045 Temperatura Água do GMG °C
3x0046 --- Reserva ---
3x0047 Número de partidas do GMG
3x0048 Hora próxima manutenção do GMG H
3x0049 --- Reserva --- V
3x0050 --- Reserva --- V
3x0051 --- Reserva --- V
3x0052 Tensão A da REDE V
3x0053 Tensão B da REDE V
3x0054 Tensão C da REDE V
3x0055 Freqüência da REDE Hz x 100
3x0056 Valor da Entrada Analógica Configurável

Tabela 3–25: Medições


Dados do Relógio
3

Memória Bit Descrição Unidade


3x0086 --- Reserva ---
3x0087 --- Reserva ---
3x0088 --- Reserva ---
3x0089 Horário – Horas
3x0090 Horário – Minutos
3x0091 Horário – Segundos
3x0092 Dia da Semana

Tabela 3–26: Dados do Relógio

52
3. Operação

Tipo Descrição
1 Domingo
2 Segunda
3 Terça
4 Quarta
5 Quinta
6 Sexta
7 Sábado

Tabela 3–27: Codificação dos Dias da Semana


Controle

Memória Bit Descrição Unidade


3x1000 Palavra de controle 01
0 ID de usuário Inválido
1 Senha Inválida
2 Diagnóstico do Hardware Verificado na Energização
3 Diagnóstico de Operação do Controlador
4 Inconsistência na Hora Configurada
5 --- Reserva ---
6-15 --- Reserva ---
3x1001 Contra senha para acesso a escrita
3x1002 Versão do Controlador
3x1003 Modelo do Controlador 2020
3x1004 Diagnóstico das Entradas Digitais
0 Diagnóstico das Entradas Digitais Módulo 01
1-15 --- Reserva ---
3x1005 Diagnóstico das Saídas Digitais
0 Diagnóstico das Saídas Digitais Módulo 01
1-15 --- Reserva ---
3x1006 Controle Altus
3x1007 Versão EEPROM
3x1008 Versão Jiga de Teste
3x1009 Número de Série (High)
3x1010 Número de Série (Low)

Tabela 3–28: Controle

Montagem do Número de Série do Controlador


A montagem do número de série do Controlador segue a seguinte equação:
Número de Série = (Número de Série (High) * 10000) + Número de Série (Low)

53
3. Operação

Alarmes, Eventos e Status


O Controlador monitoram e registram a ocorrência de alarmes e eventos. Os alarmes são descritos no
Capítulo 7 - Funções de Proteção. Os eventos são gerados em função das entradas e da lógica de
funcionamento. A descrição do significado de cada um deles é apresentada a seguir.

Evento Código
Disjuntor CGR Inserido 193
Disjuntor CRD Inserido 194
Partida Remota 195
Pulso de Sincronismo do Relógio 196
Inibição da Chave de REDE 197

Tabela 3–29: Eventos Externos das Entradas

Evento Código
Bloqueio RF 46 225
Reset RF 46 226
Bloqueio RF 51G 227
Reset RF 51 G 228
Bloqueio RF 50/51 229
Reset RF 50/51 230
Resistência de Desumidificação 231
Ventilador da Torre Não Silenciada 232
Ventilador da Torre Silenciada 233
Ventilador Radiador Remoto 234
Bomba Externa Acionada Motor Externo 235
Motor do Ventilador do Exaustor do Ar da Sala 236

Tabela 3–30: Eventos Externos das Saídas

54
3. Operação

Evento Descrição Código


Modo Manual USCA em Modo de Operação Manual. 273
Modo Auto USCA em Modo de Operação Automático. 274
Modo Remoto USCA em Modo de Operação Remoto. 275
Modo Teste USCA em Modo de Operação Teste. 276
Partindo GMG Indica o procedimento de partida do GMG, que se inicia no 277
momento em que o motor de partida é acionado e dura até o fim
do Retardo para Supervisão do GMG.
Parando GMG Indica o procedimento de parada do GMG, que se inicia no 278
momento em que há um comando de parada do GMG e dura até
o fim do Tempo de Motor Parando.
Rede Anormal Ativo quando a Rede estiver Anormal. A Rede é considerada 279
Anormal se houver algum alarme de falha de tensão ou
freqüência da Rede do tipo TRIP ativo ou se a Rede estiver
estabilizando indicado pelo status Rede Estabilizando.
Rede Normal Ativo quando a Rede estiver Normal. A Rede é considerada 280
Normal se não houver nenhum alarme de falha de tensão ou
freqüência da Rede do tipo TRIP ativo e o status Rede
Estabilizando não esteja ativo. É o oposto do evento Rede
Anormal.
CRD Fechou Ativo se a CRD estiver fechada. A CRD é considerada fechada se 281
o status da CRD da entrada digital indica CRD Fechada.
CRD Abriu Ativo se a CRD estiver aberta. A CRD é considerada aberta se o 282
status da CRD da entrada digital indica CRD Aberta.
CGR Fechou Ativo se a CGR estiver fechada. A CGR é considerada fechada se 283
o status da CGR da entrada digital indica CGR Fechada.
CGR Abriu Ativo se a CGR estiver aberta. A CGR é considerada aberta se o 284
status da CGR da entrada digital indica CGR Aberta.
Confirmação Acesso Foi realizada um acesso com Senha Nível 2. 288
Nível 2
Confirmação Acesso Foi realizada um acesso com Senha Nível 4. 290
Nível 4
Confirmação Acesso Foi realizada um acesso com Senha Nível 5. 291
Nível 5
GMG Funcionando Ativo quando o GMG está em funcionamento e pode assumir a 294
carga. É considerado que o GMG pode assumir a carga quando
ele estiver ligado e o retardo para supervisão estiver concluído.
Comando GMG Ativo quando é dado o comando Remoto GMG Assume Carga. 295
Assumindo Carga Permanece ativo até que receba o comando Remoto Rede
Assume Carga ou se houver falha na comunicação e o parâmetro
Ação Falha Comunicação for configurado como AUTO.
Supervisão de Ativo quando habilitada Supervisão de Comunicação. 296
Comunicação
Parada Remota Ativo enquanto houver o Comando de Parada Remota. 297
Controlador Ligado Controlador energizado e em operação. 297
Partida por Relógio Ativo enquanto houver uma Partida por Relógio. 297

Tabela 3–31: Descrição dos Eventos da USCA

55
3. Operação

Os status do Controlador representam as variáveis usadas na lógica, indicando a situação em que se


encontram. A tabela a seguir descreve os status do Controlador.

Status Descrição
Falha Nível 0 Ativo após ocorrer qualquer falha configurada com nível 0, permanecendo
assim enquanto houver pelo menos um alarme com este nível de falha
ativo. A falha também pode ser a ativação da sinalização externa quando
esta for configurada para este nível.
Falha Nível 1 Ativo após ocorrer qualquer falha configurada com nível 1, permanecendo
até que ocorra a rotina de quitação para os alarmes deste nível. A falha
também pode ser a ativação da sinalização externa quando esta for
configurada para este nível.
Falha Nível 2 Ativo após ocorrer qualquer falha configurada com nível 2, permanecendo
até que ocorra a rotina de quitação para os alarmes deste nível. A falha
também pode ser a ativação da sinalização externa quando esta for
configurada para este nível.
Falha Nível 3 Ativo após ocorrer qualquer falha configurada com nível 3, permanecendo
até que ocorra a rotina de quitação para os alarmes deste nível. A falha
também pode ser a ativação da sinalização externa quando esta for
configurada para este nível.
Falha Nível 4 Ativo após ocorrer qualquer falha configurada com nível 4, permanecendo
até que ocorra a rotina de quitação e para os alarmes deste nível. A falha
também pode ser a ativação da sinalização externa quando esta for
configurada para este nível.
Alarme Ativo Ativado sempre que algum dos status Falha nível 1, 2, 3 ou 4 descritos
acima estiverem ativos.
GMG Resfriando Indica que o GMG está em regime de resfriamento.
GMG Parado Indica que o GMG não está funcionando e não está em procedimento de
partida ou parada.
GMG Indisponível Ativo sempre que houver alguma falha do nível 2, 3 ou 4 presente.
Rede Estabilizando Ativo enquanto a Rede estiver estabilizando. No momento em que os todos
os alarmes ativos de tensão ou freqüência da Rede do tipo TRIP são auto-
reconhecidos é iniciado o Retardo para Rede Normal. Durante este Retardo
é considerado que a Rede está estabilizando. Se algum alarme mencionado
entrar o retardo é cancelado e a Rede permanece Anormal. Ao término do
retardo é considerada Rede Normal caso não haja nenhum alarme dos
mencionados.
Retardo na Partida Ativo durante o retardo para partida do GMG.
Intervalo entre Partida Ativo durante o intervalo entre partida. O tempo de intervalo entre partida
ocorre ao término de uma tentativa de partida sem sucesso. Durante este
tempo não é permitida nova partida. Um comando manual ou remoto de
parada do GMG fará com que este tempo seja finalizado.

Tabela 3–32: Descrição dos Status

56
4. Instalação

4. Instalação

Instalação Elétrica
PERIGO:
RISCO DE CHOQUE ELÉTRICO
Este módulo pode trabalhar com tensões de até 480 Vac. Cuidados especiais devem ser
tomados durante a instalação, a qual só deve ser feita por técnicos habilitados.
Não tocar na ligação da fiação de campo em operação.

O diagrama a seguir demonstra o esquema elétrico para instalação do Controlador ST2130.

LOAD

A A

MAINS UTILITY
GENERATOR

B GENERATOR MAINS B
CIRCUIT CIRCUIT
C BREAKER BREAKER C

N N
NC NC NC NC NC NC NC NC NC NC
2

1 2 3 4 1 2 3 4 5 6 7 1 2 3 4 5 6 7
S20GT

GENERATOR GENERATOR MAINS


CURRENT VOLTAGE VOLTAGE
X4.2 X4.1 X4.3

X2.1
X1.1 X7.1 X5.1 X3.1 RELAY
POWER COM ANALOG DIGITAL OUTPUTS
SUPPLY INPUTS INPUTS
1 2 3 1 2 3 4 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

NC NC NC NC NC NC
1 3
4
+24Vdc
+24Vdc
+12Vdc
+12Vdc

Figura 4–1: Diagrama de Instalação Elétrica


Notas:
1. O aterramento do módulo deve ser feito por condutor adequado de menor comprimento possível,
buscando menor resistência elétrica. A seção do condutor recomendada é de 1,5 mm2 com
comprimento máximo de 1 m. O aterramento deve ser feito via borne 1 (X1.1).
2. A entrada de corrente (ICA) do gerador deve ser conectada a um transformador de corrente (TC)
externo. O comum do transformador de corrente corresponde ao borne 1 (X4.2).
3. As entradas analógicas resistivas devem ser ligadas conforme o diagrama. Os bornes 2 e 4 (X5.1)
estão internamente interconectados. O borne 1 (X5.1) corresponde a entrada analógica de
temperatura da água do motor e o borne 3 (X5.1) corresponde a entrada analógica configurável.
4. A interface serial X7.1 deve ser utilizada em conjunto com o cabo PO8501 e do acessório
OM9100. Esta interface é utilizada para parametrização, configuração e supervisão do
Controlador de grupos geradores. O conector é padrão RJ45.

57
4. Instalação

Instalação Mecânica

As presilhas laterais de fixação devem ser recolhidas para a instalação do Controlador em painel.

Figura 4–2: Etapa 1

O Controlador deve ser instalado no painel, encaixando-se primeiramente a parte superior.

Figura 4–3: Etapa 2

58
4. Instalação

Após devidamente encaixado, as presilhas devem ser abertas (girando-as conforme a figura a seguir) e os
parafusos de fixação devem ser apertados utilizando uma ferramenta adequada.

Figura 4–4: Etapa 3

Após estas etapas, o Controlador está montado em painel e pode-se iniciar a ligação da fiação de campo. Os
bornes localizados na parte traseira do equipamento estão identificados pelas interfaces aos quais pertencem. Os
bornes são do tipo parafuso e destacáveis, a fim de facilitar a ligação. A fiação de campo deve ser conectada ao
equipamento sem energização, a fim de evitar choques elétricos. Após verificação das ligações, o equipamento
pode ser energizado.

59
5. Lógica de Funcionamento

5. Lógica de Funcionamento
Neste Capítulo, é descrita toda a lógica de funcionamento feita pelo Controlador. Inicialmente, são
apresentados os estados do Controlador. Na seqüência, são apresentados os modos de operação, com
descrição detalhada de cada um deles. Por fim, são apresentadas as lógicas específicas relacionadas à
partida do GMG e do comando das chaves de transferência.

Estados do Controlador

O Controlador pode estar em um dos três estados descritos a seguir:

Estado de Energização
Este estado ocorre após a alimentação e permanece até que este entre em funcionamento. Durante a
energização é apresentada a mensagem Inicializando, o modelo do Controlador e a versão deste
Controlador. Neste período, qualquer operação está desabilitada com exceção da lógica de aquisição
de dados. As saídas digitais do Controlador permanecem todas desligadas.
Ao término deste período o Controlador registra o evento Controlador Ligado e entra no Estado de
Operação.

Estado de Reset
Este estado ocorre após uma falha de software ou hardware do Controlador que faz com que este
entre em reset. O reset do Controlador desliga as saídas digitais e reinicializa a memória do
Controlador, com exceção aos operandos retentivos.
Ao término das operações acima, o Controlador registra o alarme de Defeito no Controlador e entra
no Estado de Energização.

Estado de Operação
Este estado ocorre após o término do Estado de Energização. Ao entrar no modo de operação, o
Controlador assume o modo de operação da USCA como Manual e executa a lógica de parada do
GMG independente deste estar em funcionamento ou não.
Todas as operações do Controlador funcionam neste estado. As saídas digitais serão ligadas ou
desligadas conforme as lógicas de funcionamento descritas a seguir.

60
5. Lógica de Funcionamento

Relacionamento entre os Modos de Operação


Existem condições que permitem ou impedem a passagem do Controlador de um modo de operação
para outro. Tais condições são apresentadas na figura abaixo.

Ligado
TECLADO, SETUP

TECLADO, SETUP Manual


Automático SETUP
Se GMG Parado
SETUP
TECLADO,
SETUP, SERIAL ou Se GMG Parado
SETUP, SETUP - Ação em TECLADO,
SERIAL Caso de Falha de SETUP, Confirm.
Comunicação em Retardo REDE
AUTO e Falha Normal, Confirm.
Retardo Emerg.
Remoto de REDE

TECLADO, SETUP
Teste
SETUP

SETUP

TECLADO

Figura 5–1: Diagrama de Mudança da Modos de Operação

Modo de Operação Manual

Quando selecionado para o Modo de Operação Manual, o sistema passa a ser comandado pelo
operador que torna-se responsável pelo acionamento do GMG e comando das chaves de conexão.

Seleção do Modo de Operação Manual


O Controlador é passado para o Modo de Operação Manual se uma ou mais condições abaixo forem
atendidas:
• Ao ligar o Controlador;
• Na atuação da tecla “MANUAL”;
• Na chamada do modo de operação Manual pelo SETUP do Controlador.

Comando de Abertura/Fechamento da Chave de Grupo - CGR


A chave do GMG pode executar as operações de fechamento e abertura.
Fechamento
O fechamento em Modo Manual ocorre se todas as condições abaixo forem atendidas, sem exceção:
1. Modo de Operação Manual ativo;
2. GMG em funcionamento;
3. Sem comando de fechamento da CRD;
4. Chave CRD aberta sinalizada pelo LED “CRD” desligado;
5. Sem alarme de “CGR Não Fechou”;
6. Sem alarme de “CRD Não Abriu”;
7. Comando de fechamento de CGR acionado pela tecla “ABRIR/FECHAR - CGR” pressionada.

Após condições acima atendidas, é ligada a saída “S3 - Comando de Fechamento CGR”.

61
5. Lógica de Funcionamento

Abertura
A abertura em Modo Manual ocorre se as condições dos itens 1 e 2 a seguir forem atendidas:
1. Comando de Abertura. Ocorre se atendidos uma ou mais das três condições relacionadas abaixo:
Falha nível 2, 3 e/ou 4;
GMG em Funcionamento e tecla “PARTIR/PARAR - GMG” pressionada quando em Modo de
Operação Manual ativo;
Comando de abertura de CGR acionado pela Tecla “ABRIR/FECHAR - CGR” pressionada;
Comando de parada do GMG;

2. Sem alarme de “CGR Não Abriu”.


Após as condições atendidas, é desligada a saída “S3 - Comando de Fechamento CGR” que através
dessa saída é comandada a abertura da chave.
Quando em Modo de Operação Manual, o acionamento da tecla “ABRIR/FECHAR - CGR” é com
lógica flip-flop. O comando de abertura é apagado pelo comando de fechamento e vice-versa, não
importando o STATUS da CGR.

Comando de Abertura/Fechamento da Chave da REDE - CRD


A chave da REDE pode executar as operações de fechamento e abertura.
Fechamento
O fechamento em Modo Manual ocorre se todas as condições abaixo forem atendidas, sem exceção:
1. Modo de Operação Manual ativo
2. REDE Normal;
3. Sem comando de fechamento da CGR;
4. Chave CGR aberta sinalizada pelo LED “CGR” desligado;
5. Sem alarme de “CRD Não Fechou”;
6. Sem alarme de “CGR Não Abriu”;
7. Comando de fechamento de CRD acionado pela tecla “ABRIR/FECHAR - CRD” pressionada.

Após as condições atendidas, é desligada a saída “S7 - Comando de Abertura CRD”.


Abertura
A abertura em Modo Manual ocorre se as condições dos itens 1 e 2 dados a seguir forem atendidas:
1. Comando de Abertura. Ocorre se atendidas uma ou mais das duas condições relacionadas
abaixo:
Comando de abertura de CRD acionado pela tecla “ABRIR/FECHAR - CRD” pressionada quando
em Modo de Operação Manual ativo;
REDE anormal.

2. Sem alarme de “CRD Não Abriu”.


Após as condições atendidas é ligada a saída “S7 - Comando de Abertura CRD”.
Quando em Modo de Operação Manual o acionamento da tecla “ABRIR/FECHAR - CRD” é com
lógica flip-flop. O comando de abertura é apagado pelo comando de fechamento e vice-versa, não
importando o STATUS de CRD.

62
5. Lógica de Funcionamento

Ativação do GMG
A ativação do GMG pode executar as operações de partida e parada.
Partida
A partida em Modo Manual ocorre se todas as condições abaixo forem atendidas, sem exceção:
1. Modo de Operação Manual ativo;
2. GMG parado sinalizado pelo LED “GMG” desligado;
3. Nenhuma falha nível 2, 3 e/ou 4 ativa ou reconhecida;
4. Comando de partida acionado pela tecla “PARTIR/PARAR - GMG” pressionada;
5. GMG não em tempo de motor parando;
6. Sem sinal na entrada com a função Parada Remota;
7. Com sinal na entrada com a função Pressão do Óleo.
Após as condições atendidas é comandada a partida do GMG. O procedimento de partida é descrito
na seqüência deste capítulo.
Parada
A parada em Modo Manual ocorre se uma ou mais condições abaixo forem atendidas:
Falha nível 3 e/ou 4 ativa ou reconhecida e confirmação da abertura de CGR;
Falha nível 3 e/ou 4 ativa ou reconhecida, sem confirmação da abertura de CGR e ao término do
tempo de retorno do sinal de CGR;
Comando de parada acionado pela tecla “PARTIR/PARAR - GMG” pressionada quando em Modo
de Operação Manual ativo e sem alarme CGR não Abriu;
Com sinal na entrada com a função Parada Remota e já decorrido o tempo de retardo.

Após as condições atendidas, é comandada a parada do GMG. O procedimento de parada é descrito


ainda neste Capítulo.
Quando em Modo de Operação Manual, o acionamento da tecla “PARTIR/PARAR - GMG” é com
lógica flip-flop. O comando de partida é apagado pelo comando de parada, não importando o
STATUS de GMG.

Modo de Operação Automático


Quando selecionado para o Modo de Operação Automático, o sistema passa a ser comandado e
supervisionado pelo Controlador ST2130 podendo ocorrer as operações de Emergência – Falha de
REDE, Retorno da REDE e Comando Externo de Partida do GMG.

Seleção do Modo de Operação Automático


O Controlador é passado para o Modo de Operação Automático se uma ou mais das condições
listadas a seguir ocorrer:
Na atuação da tecla “AUTO”;
Na chamada do modo de operação Automático pelo SETUP do Controlador ST2130;
Retirada do comando “Chamada do Modo de Operação Remoto” via canal serial;
Alarme “Falha de Comunicação MODBUS” ativo ou reconhecido se SETUP “Ação Caso Falha de
Comunicação MODBUS” em AUTO;
Quando em Modo de Operação Teste e houver confirmado o Retardo de Emergência da REDE;
Quando em Modo de Operação Teste e houver confirmado o Retardo de REDE Normal.

Emergência – Falha de REDE


Esta função tem por finalidade o fornecimento de energia à carga em caso de falha na REDE. A
Emergência – Falha REDE atua se todas as condições abaixo forem atendidas, sem exceção:
1. Modo de Operação Automático ativo;
2. SETUP “Operação em Emergência” habilitado;

63
5. Lógica de Funcionamento

3. Retardo para Emergência da REDE concluído;


4. Sem falha nível 2, 3 e/ou 4 ativa ou reconhecida.

Após as condições acima atendidas é iniciada a seqüência abaixo:


1. Comanda a partida do GMG;
2. Confirmação de GMG Funcionando;
3. Confirmação de chave de REDE – CRD aberta;
4. Confirmação de tempo de comutação;
5. Comanda o fechamento da chave de Grupo – CGR;
6. Confirmação de chave de Grupo – CGR fechada.

Retorno da REDE
A operação de Retorno da REDE é iniciada quando as condições abaixo forem atendidas, sem
exceção
1. Modo de Operação Automático ativo;
2. Sinal de “REDE Normal” acionado.

Após as condições acima atendidas é iniciado o processo de transferência de carga do GMG para a
REDE conforme a seqüência abaixo:
1. Comando de abertura da chave de Grupo – CGR;
2. Confirmação de chave de Grupo – CGR aberta;
3. Confirmação de tempo de comutação;
4. Comanda o fechamento da chave de REDE – CRD;
5. Confirmação de chave de REDE – CRD fechada;
6. Resfriamento do GMG;
7. Comando de parada do GMG;
8. Parada do GMG.

Nas lógicas de resfriamento e parada do GMG é especificado detalhadamente como tal processo
funciona.

Comando Externo de Partida do GMG


O comando externo de partida do GMG pode comandar a partida e parada do GMG, bem como a
comutação das chaves CRD e CGR. Estes comandos visam o funcionamento do Controlador quando
ocorre interferência do operador diretamente no grupo gerador.
Partida
A abertura ocorre se as condições dos itens 1 a 6, apresentados a seguir, forem atendidas sem
exceção:
1. Comando Externo de Partida. Ocorre se atendidas uma ou mais das duas condições abaixo:
• Partida Remota pela Entrada Digital Configurável.
• Comando “Partida do GMG em AUTO Assumindo Carga” via comunicação serial;
2. Modo de Operação Automático ativo;
3. Nenhuma falha nível 2, 3 e/ou 4 ativa ou reconhecida;
4. GMG não em tempo de motor parando;
5. Com sinal na entrada com a função Pressão do Óleo;
6. Sem sinal na entrada com a função Parada Remota.
Após as condições atendidas, é comandada a partida do GMG seguida da transferência de carga da
REDE para o GMG, conforme a seqüência abaixo:
1. Comanda a partida do GMG;
2. Confirmação de GMG Funcionando;
3. Comanda abertura de chave de REDE – CRD ;

64
5. Lógica de Funcionamento

4. Confirmação de chave de REDE – CRD aberta;


5. Confirmação de tempo de comutação;
6. Comanda o fechamento da chave de Grupo – CGR;
7. Confirmação de chave de Grupo – CGR fechada.
Parada
A parada ocorre se uma ou mais condições abaixo forem atendidas:
Falha nível 3 e/ou 4 ativa ou reconhecida e falha 2 respeitando o tempo de resfriamento;
Sem sinal em alguma Entrada Configurável quando configurada para Partida Remota quando em
Modo de Operação Automático;
Retirada do comando serial “Partida do GMG em AUTO Assumindo Carga” quando em Modo de
Operação Automático e sem alarme CGR não Abriu;
Com sinal na entrada com a função Parada Remota e já decorrido o tempo de retardo.
Segue a seqüência de operações, caso a parada não seja por falha nível 3 e/ou 4 ou por haver sinal na
entrada com a função Parada Remota.
1. Comando de abertura da chave de grupo – CGR;
2. Confirmação de chave de grupo – CGR aberta;
3. Confirmação de tempo de comutação;
4. Comanda o fechamento da chave de REDE – CRD;
5. Confirmação de chave de REDE – CRD fechada;
6. Resfriamento do GMG se a parada for causada por falha nível 2;
7. Comando de parada do GMG;
8. Parada do GMG.
Nas lógicas de resfriamento e parada do GMG, é especificado detalhadamente como tal processo
funciona.

Partida por Relógio


A partida por relógio é habilitada e configurada no SETUP através dos parâmetros de hora de início,
hora de fim e dia de ativação.
Início da Partida por Relógio
Haverá Partida por Relógio quando as seguintes condições forem satisfeitas:
1. Modo de Operação Automático ativo;
2. O parâmetro Partida por Relógio habilitado;
3. O horário do relógio for maior ou igual ao parâmetro Partida por Relógio Hora de Início;
4. O dia da semana que o relógio estiver marcando for igual a algum dos dias que estejam
habilitados na tela Dias de Ativação.
Após as condições acima atendidas é iniciada a seqüência abaixo:
1. Comando de partida do GMG;
2. Confirmação de GMG funcionando;
3. Comando de abertura da chave de REDE – CRD;
4. Confirmação de chave de REDE - CRD aberta;
5. Confirmação de tempo de comutação;
6. Comando de fechamento da chave de grupo – CGR;
7. Confirmação de chave de grupo – CGR fechada.

Fim da Partida por Relógio


Será desativada a Partida por Relógio quando em Modo de Operação Automático, e as seguintes
condições forem satisfeitas:
1. O horário do relógio for maior do que o parâmetro Partida por Relógio Hora de Fim;
2. O dia da semana que o relógio estiver marcando não for igual a algum dos dias que estejam
habilitados na tela Dias de Ativação.

65
5. Lógica de Funcionamento

Após as condições acima atendidas é iniciada a seqüência abaixo:


1. Comanda a abertura da chave de grupo – CGR;
2. Confirmação de chave de grupo – CGR aberta;
3. Confirmação de tempo de comutação;
4. Comanda o fechamento da chave de REDE – CRD;
5. Confirmação de chave de REDE – CRD fechada;
6. Resfriamento do GMG;
7. Comando de parada do GMG;
8. Parada do GMG.
Em caso de falha com classe nível 2, 3 e/ou 4 quando GMG em funcionamento, a carga poderá
retornar para REDE. Isso acontece se estiver habilitado o parâmetro Falha no GMG Carga para
REDE no SETUP de parâmetros do relógio.

Transferência de Carga do GMG para Rede quando GMG com defeito


Existem dois parâmetros capazes de habilitar esta característica mas com funções distintas:
O parâmetro GMG Indisponível, Carga para REDE tem prioridade sempre quando o Controlador
estiver fora do intervalo de partida por relógio;
O parâmetro Falha no GMG, Carga para REDE tem prioridade sempre quando o Controlador estiver
dentro do intervalo de partida por relógio.

Quando o parâmetro prioritário estiver desabilitado o Controlador não devolve a carga para a REDE
e quando estiver habilitado o Controlador devolve a carga para REDE. A partida por relógio é
habilitada e configurada no SETUP através dos parâmetros de hora de início, hora de fim e dia de
ativação.

Modo de Operação Remoto


Quando selecionado para o modo de operação Remoto, o sistema passa a ser supervisionado e
comandado via supervisório. Através deste, um operador executará comandos de partida/parada,
abertura/fechamento de chaves de REDE e Grupo e ativação de supervisão de comunicação. Este
modo é habilitado no SETUP de comunicação.
No Controlador, enquanto estiver em modo de operação Remoto, as teclas de comando estarão
desabilitadas.
Quando o Controlador estiver em Modo de Operação Remoto, este estará operando conforme os
acionamentos dos comandos via canal serial.

Seleção do Modo de Operação Remoto


O Controlador é passado para o Modo de Operação Remoto se uma ou mais condições abaixo for
atendida:
Na chamada do modo de operação Remoto pelo SETUP do Controlador;
Através do comando serial “Chamada do Modo de Operação Remoto” quando o em Modo de
Operação Automático.

O Controlador é retirado do Modo de Operação Remoto se uma ou mais condições abaixo for
atendida:
Na atuação da tecla “MANUAL”;
Na atuação da tecla “AUTO”;
Na retirada do comando “Chamada do Modo de Operação Remoto” via canal serial sendo
selecionado automaticamente o Modo de Operação Automático.

66
5. Lógica de Funcionamento

O comando “Chamada do Modo de Operação Remoto” somente pode ser acionado em Modo de
Operação Remoto ou Automático.

Lógica de LOGIN
Para que seja efetuado o LOGIN em Modo de Operação Remoto é necessário enviar para o
Controlador as informações de senha e ID. No momento que a senha e o ID forem validados, o
Controlador fornecerá uma contra-senha que será utilizada para o cálculo para a obtenção da senha.
Para que as senhas possam ser calculadas pelo operador, são fornecidos os seguintes dados:
• Tabela de Leitura MODBUS – Medição: Tempo de Funcionamento do GMG, Número de
Partidas do GMG e Hora Próxima Manutenção do GMG;
• Tabela de Leitura MODBUS – Controle: Contra Senha para Acesso a Escrita e Versão do
Controlador.
Na entrada desta senha pelo usuário, é realizado o LOGIN remoto e diferentemente do LOGIN em
outros modos de operação, o mesmo nunca espira por tempo de inatividade. Sempre que for efetuado
um LOGIN remoto, o mesmo é fechado quando o Controlador for passado para um modo de
operação diferente de remoto.
Em caso de erro de ID e/ou senha de operador, o Controlador retorna bits da Tabela de Leitura
MODBUS - Controle, “ID de Usuário Inválido” e/ou “Senha Inválida”.
Quando o Controlador estiver em Modo de Operação Remoto, não é permitido efetuar o LOGIN
local.
Quando o LOGIN for aberto localmente e o usuário estiver no SETUP e for passado para Modo de
Operação Remoto, o Controlador força a navegação para fora do SETUP mostrando a tela básica
com a linha AUTO-SCROLL. Se algum parâmetro estiver em edição, o mesmo será cancelado.

Comando de Abertura/Fechamento da Chave de Grupo - CGR


A chave do GMG pode executar as operações de fechamento e abertura.
Fechamento
O fechamento em Modo Remoto ocorre quando é recebido pelo Controlador um comando
“Acionamento de CGR” via canal serial, e se todas as condições abaixo forem atendidas, sem
exceção:
1. GMG em funcionamento;
2. Sem comando de fechamento da CRD;
3. Chave CRD aberta sinalizada pelo LED “CRD” desligado;
4. Sem alarme de “CGR Não Fechou”;
5. Sem alarme de “CRD Não Abriu”.

Após condições acima atendidas é ligada a saída “S3 - Comando de Fechamento CGR” que através
dessa saída é comandado o fechamento da mesma.
Abertura
A abertura em Modo Remoto ocorre se as condições dos itens 1 e 2 dadas a seguir forem atendidas,
sem exceção:
1. Comando de Abertura. Ocorre se atendidos um ou mais das três condições relacionadas abaixo:
• Falha nível 2, 3 e/ou 4;
• GMG em Funcionamento e acionado o comando parada do GMG através do comando
“Partida GMG” via canal serial;
• Comando de abertura de CGR acionado pelo comando “Acionamento CGR” via canal serial;
• Comando de parada do GMG.
2. Sem alarme de “CGR Não Abriu”.

67
5. Lógica de Funcionamento

Após as condições atendidas é desligada a saída “S3 - Comando de Fechamento CGR” que através
dessa saída é comandada a abertura da mesma.
Quando em Modo de Operação Remoto o comando “Acionamento CGR” é com lógica flip-flop. O
comando de abertura é apagado pelo comando de fechamento e vice-versa, não importando o
STATUS de CGR.
O comando “Acionamento CGR” somente pode ser acionado em Modo de Operação Remoto.
Não será necessário efetuar a escrita do valor 0 (zero) no bit de comando para efetuar um novo
comando, pois o Controlador, após receber o comando, automaticamente irá desligar o bit de
comando, desta forma, permitindo um novo comando.

Comando de Abertura/Fechamento da Chave da REDE - CRD


A chave da REDE pode executar as operações de fechamento e abertura.
Fechamento
O fechamento em Modo Remoto ocorre se todas as condições abaixo forem atendidas, sem exceção:
1. REDE Normal;
2. Sem comando de fechamento da CGR;
3. Chave CGR aberta sinalizada pelo LED “CGR” desligado;
4. Sem alarme de “CRD Não Fechou”;
5. Sem alarme de “CGR Não Abriu”;
6. Comando de fechamento de CRD acionado pelo comando “Acionamento CRD” via canal serial.

Após condições atendidas é desligada a saída “S7 - Comando de Abertura CRD” que através dessa
saída é comandado o fechamento da mesma.
Abertura
A abertura em Modo Remoto ocorre se as condições dos itens 1 e 2 dadas a seguir forem atendidas,
sem exceção:
1. Comando de Abertura. Ocorre se atendidas um ou mais das duas condições relacionadas abaixo:
• Comando de abertura de CRD acionado pelo comando “Acionamento CRD” via canal
serial;
• REDE anormal.
2. Sem alarme de “CRD Não Abriu”.
Após as condições atendidas é ligada a saída “S7 - Comando de Abertura CRD” que através dessa
saída é comandada a abertura da mesma.
Quando em Modo de Operação Remoto o acionamento do comando “Acionamento CRD” é com
lógica flip-flop. O comando de abertura é apagado pelo comando de fechamento e vice-versa, não
importando o STATUS de CRD.
O comando “Acionamento CRD” somente pode ser acionado em Modo de Operação Remoto.
Não será necessário efetuar a escrita do valor 0 (zero) no bit de comando para efetuar um novo
comando pois o Controlador após receber o comando automaticamente irá desligar o bit de comando
permitindo um novo comando.

Ativação do GMG
A ativação do GMG pode executar as operações de partida e parada.
Partida
A partida em Modo Remoto ocorre se todas as condições abaixo forem atendidas, sem exceção:
1. GMG parado sinalizado pelo LED “GMG” Desligado;

68
5. Lógica de Funcionamento

2. Nenhuma falha nível 2, 3 e/ou 4 ativa ou reconhecida;


3. Comando de partida acionado pelo comando “Partida do GMG” via canal serial;
4. GMG não em tempo de motor parando;
5. Com sinal na entrada com função Pressão do Óleo;
6. Sem sinal na entrada com a função Parada Remota.

Após as condições atendidas é comandada a partida do GMG. O procedimento de partida é descrito a


seguir.
Parada
A parada em Modo Remoto ocorre se uma ou mais condições abaixo forem atendidas:
Falha nível 3 e/ou 4 ativa ou reconhecida e confirmação da abertura de CGR;
Falha nível 3 e/ou 4 ativa ou reconhecida, sem confirmação da abertura de CGR e ao término do
tempo de retorno do sinal de CGR;
Comando de parada acionado pelo comando “Partida do GMG” via canal serial quando em Modo de
Operação Remoto ativo e sem alarme CGR não Abriu;
Com sinal na entrada com a função Parada Remota e já decorrido o tempo de retardo.

Após as condições atendidas é comandada a parada do GMG. O procedimento de parada é descrito a


seguir.
Quando em Modo de Operação Remoto o acionamento do comando “Partida do GMG” via canal
serial é com lógica flip-flop. O comando de partida é apagado pelo comando de parada, não
importando o STATUS do GMG.
O comando “Partida do GMG” somente pode ser acionado em Modo de Operação Remoto.
Não será necessário efetuar a escrita do valor 0 (zero) no bit de comando para efetuar um novo
comando, pois o Controlador, após receber o comando, automaticamente irá desligar o bit de
comando permitindo um novo comando.

Comando de Reconhecimento e Quitação de Falhas


O comando de reconhecimento e quitação é acionado com o comando “Reconhecimento dos Alarmes
e Quitação Seletiva” via canal serial.
A quitação de falhas é executada assim que for escrito 1 (um) no bit de comando respectivo. Em
Modo de Operação Remoto haverá reconhecimento e quitação dos alarmes com classe de falha 1, 2 e
3. Os alarmes com classe de falha 4 podem ou não ser quitados via canal serial dependendo se este
procedimento está ou não habilitado no SETUP.
Nos demais Modos de Operação, haverá reconhecimento e quitação dos alarmes com classe de falha
1 e somente reconhecimento para os alarmes com classe de falha 2, 3 e 4.
Não é necessário efetuar a escrita do valor 0 (zero) no bit de comando para efetuar um novo
comando, pois o Controlador, após receber o comando, automaticamente resseta o bit de comando
permitindo um novo comando.

Comando de Supervisão de Comunicação


O comando “Habilita Supervisão de Comunicação” via canal serial habilita ao Controlador a
supervisão de comunicação através da atividade da linha. Esta supervisão depende diretamente da
configuração feita no SETUP de Comunicação.
A situação atual de supervisão de comunicação pode ser monitorada se está ativa ou não pela
sinalização existente na Tabela de Eventos “Sup. Comunicação”.
Devido ao comando “Habilita Supervisão de Comunicação” via canal serial possuir lógica flip-flop, o
evento “Sup. Comunicação” é ativado com o primeiro pulso, desligado com o segundo e assim

69
5. Lógica de Funcionamento

sucessivamente. Este evento reflete na Tabela de Leitura MODBUS - Eventos “Supervisão de


Comunicação Ativa”.
O comando “Habilita Supervisão de Comunicação” somente pode ser acionado em Modo de
Operação Remoto ou Automático.
Não é necessário efetuar a escrita do valor 0 (zero) no bit de comando para efetuar um novo
comando, pois o Controlador, após receber o comando, automaticamente resseta o bit de comando
permitindo um novo comando.

Procedimento de Partida do GMG


Após ser dado o comando de partida o Controlador iniciará o procedimento de partida, que pode ser
interrompido a qualquer momento com um comando de parada do GMG.
A partida segue os procedimentos descritos a seguir.

Retardo na Partida do GMG


É possível configurar um tempo de retardo antes do inicio do procedimento de partida do GMG. Este
tempo é configurado no parâmetro Retardo de Partida do Grupo, expresso em segundos. Pode ser
configurado com um tempo entre 0 até 999 segundos.
Este retardo é aplicado nos sistemas onde exista a necessidade de acionamentos externos antes do
inicio do procedimento de partida. Para o possível acionamento externo, é configurado nas saídas
programáveis o parâmetro respectivo conforme informado na tabela de parâmetros das saídas
programáveis.
Em qualquer modo de operação quando há o comando de parada do GMG durante o retardo para
partida, este retardo e o comando de partida são cancelados.
Quando iniciada a contagem do tempo de Retardo na Partida do GMG e o status de Rede
Estabilizando acionar, a contagem do retardo na partida é congelada. Se enquanto a rede estiver
estabilizando e voltar a ocorrer uma falha, é dada continuidade a contagem do retardo na partida. Se
confirmado o evento de Rede Normal é cancelada a contagem do retardo na partida e o processo de
partida.

Solenóide de Combustível
Nesta etapa o Controlador aciona o solenóide de combustível do GMG conforme o tipo do solenóide
configurado nos parâmetros do GMG.
Se for configurado como Funcionamento o tipo do solenóide no parâmetro Lógica do Solenóide, o
Controlador aciona a saída do solenóide de combustível.
Se for configurado como Parada o tipo do solenóide o Controlador mantém desacionada a saída do
solenóide de combustível.

Acionamento do Motor de Partida


Após acionar o solenóide de combustível o Controlador irá acionar a saída digital correspondente ao
motor de partida do GMG.
O motor de partida ficará acionado por um tempo máximo definido no parâmetro Tempo de Atuação
do Motor de Partida. Ao término deste tempo o motor de partida é desenergizado. Durante este
tempo o motor de partida pode ser desenergizado se ocorrerem alguma das seguintes condições:
• A freqüência medida do GMG atingir o nível configurado no parâmetro Corte do Motor de
Partida por Freqüência. É comandado o corte do motor de partida e considerado que o motor
entrou em funcionamento, entrando assim para a etapa de Retardo para Supervisão do GM;

70
5. Lógica de Funcionamento

• A pressão do óleo medido no pressostato da entrada digital do Controlador indicar normal por
um período maior que o retardo definido no parâmetro Retardo Corte do Motor de Partida por
Pressão. É comandado o corte do motor de partida e considerado que o motor entrou em
funcionamento, entrando assim para a etapa de Retardo para Supervisão do GMG;
• Comando de parada do GMG ativo. São comandados o corte no motor de partida, o corte do
solenóide de combustível e o cancelamento do procedimento de partida.
Se o tempo de atuação do motor de partida acabar e nenhuma das condições forem atendidas é
comandado o corte no motor de partida e o Controlador entra para a etapa de Intervalo entre
Partidas.

Intervalo entre Partidas


Se o Controlador entra nesta etapa significa que a tentativa de partida do GMG não teve sucesso.
Durante este tempo o Controlador não permite nova partida do GMG.
Em modo de operação Manual, Remoto ou Teste o Controlador irá disparar o alarme de Falha na
Partida do GMG quando entrar nesta etapa. Após a conclusão do tempo de intervalo entre partidas o
procedimento de partida é finalizado sem sucesso.
Em modo de operação Automático, o Controlador verifica se pode realizar um novo procedimento de
partida. Para isso verifica se o número de tentativas de partidas já realizada neste ciclo é menor que o
parâmetro Número de Tentativas de Partida do Grupo. Se for o grupo fará uma nova tentativa de
partida, passando para a etapa de Solenóide de Combustível após o término do tempo de intervalo
entre partidas. Se não for permitida uma nova tentativa de partida, o Controlador irá disparar o
alarme de Falha na Partida do GMG e após a conclusão do tempo de intervalo entre partidas o
procedimento de partida é finalizado sem sucesso.
Se o solenóide de combustível for do tipo funcionamento, este é desligado na entrada desta etapa. Se
for do tipo parada este será acionado e permanecerá durante o tempo de intervalo entre partidas.
O tempo de intervalo entre partidas é configurado no parâmetro Tempo Intervalo entre Partidas do
Grupo, expresso em segundos, podendo variar de 2 a 30 s.
Se houver um comando de parada do GMG durante esta etapa, o solenóide de combustível é
acertado e o procedimento de partida cancelado, sendo que o alarme de falha na partida só não será
gerado se o Controlador estiver em modo Automático e tinha permissão para nova tentativa de
partida.

Retardo para Supervisão do GMG


Ao entrar nesta etapa é iniciado o Retardo para Supervisão do GMG. Este só pode ser cancelado pelo
comando de parada do GMG.
Durante este período o Controlador inicia a supervisão das proteções de Subtensão e Subfreqüência
do grupo. Ver Capítulo 7 - Funções de Proteção para mais detalhes sobre a supervisão destas
proteções.
Ao término deste retardo o Controlador verifica a tensão e a freqüência do grupo e, se ambas
estiverem acima do limite 2 da proteção de Subtensão e Subfreqüência, o Controlador gera o evento
GMG Funcionando.
A entrada deste evento o fechamento marca a finalização do procedimento de partida do GMG e
permite o fechamento da CGR e a passagem da carga para este.
O tempo do retardo é configurado através do parâmetro Retardo para Supervisão do Grupo, expresso
em segundos. Pode assumir valores entre 0 e 99 segundos.

71
5. Lógica de Funcionamento

Procedimento de Parada do GMG


O comando de parada do GMG faz com que o Controlador desenergize a saída do solenóide de
combustível se esta for configurada como Funcionamento ou energize esta, caso for do tipo Parada.
Este procedimento fará com que o motor seja desligado.
Após comandar o solenóide, o Controlador inicia a contagem do tempo de motor parando,
configurável no parâmetro Tempo do Motor Parando. Ao término deste tempo, o Controlador irá
verificar se o motor realmente parou, ou seja, se a freqüência medida neste é igual a zero e a pressão
do motor indicada na entrada digital indique pressão baixa, alarmando se uma ou ambas condições
não forem atendidas.
Se o solenóide de combustível estiver configurado como Parada, este é desenergizado após o
término do Tempo de Motor Parando e sem falha na parada. Ocorrendo a falha na parada o solenóide
permanecerá energizado até que ocorra a parada.
Durante este tempo o Controlador não aceita nenhum comando de partida, garantindo que não haja
nova partida com o motor ainda em rotação.

Resfriamento do GMG
A etapa de Resfriamento ocorre somente no modo de operação Automático. Neste modo o motor
ficará operando sem carga durante um período definido no SETUP do Controlador, sendo desligado
após.
A contagem é inicializada quando todas as condições abaixo forem verdadeiras, sendo reinicializada
se alguma destas não for verdadeira:
1. Comando de Parada do Motor: Ocorre se uma ou mais condições abaixo forem atendidas.
• Sem Comando Externo de Partida do GMG e sem Comando de Emergência – Falha de
Rede;
• Falha Nível 2 ativa ou reconhecida.
2. Sem falha nível 3 e/ou 4;
3. CGR fechada por mais de 10 segundos;
4. GMG ligado;
5. CGR aberta sinalizada pelo LED “CGR” desligado.
Ao término do tempo de resfriamento é dado o comando de parada do grupo. Se a condição 3 não
for verdadeira o Controlador dá o imediato comando de parada, suspendendo o Resfriamento.

Alarme de Falha na Parada ou Partida do GMG


O Alarme de Falha na Partida do GMG ocorre, com exceção ao modo Automático, quando há um
comando de partida do GMG e este não entra em funcionamento.
Em modo Automático quando o GMG não entra em funcionamento após o procedimento de partida,
é realizado um novo procedimento de partida. O número de partidas permitidas no mesmo ciclo é
configurável. Se após todas as tentativas de partidas permitidas o GMG não entrou em
funcionamento o alarme de Falha na Partida do GMG atua.
Os sintomas que definem que o motor entrou em funcionamento estão listados abaixo:
• Freqüência do GMG maior o que parâmetro Corte do Motor de Partida por Freqüência;
• Pressão Normal do óleo do motor.
Se o motor de partida do GMG é desenergizado pelo término do tempo de atuação deste e nenhuma
das condições acima for atendida significa que o motor não entrou em funcionamento.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F3 e seu código 23.

72
5. Lógica de Funcionamento

O Alarme de Falha na Parada do GMG ocorre se, em um comando de parada do GMG, o Tempo de
Motor Parando já decorreu e alguma das condições abaixo não for atendida:
• Freqüência do GMG igual a zero;
• Pressão Baixa do óleo do motor.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F3 e seu código 24.

Alarmes das Chaves de Transferência


Cada chave de transferência possui quatro diferentes alarmes que são supervisionados pelo
Controlador.
Os alarmes CRD Abriu Indevidamente e CGR Abriu Indevidamente são sempre supervisionados e
atuam se o status da chave indicar chave aberta sem que seja dado o comando de abertura desta.
Os alarmes CRD Fechou Indevidamente e CGR Fechou Indevidamente são sempre supervisionados e
atuam se o status da chave indicar chave fechada sem que seja dado o comando de fechamento desta.
Para os alarmes CRD Não Abriu, CGR Não Abriu, CRD Não Fechou e CGR Não Fechou são
supervisionados somente se o parâmetro Habilita Falha nas Chaves estiver configurado como LIGA.
Se há o comando de abertura da chave (CRD ou CGR) e o status da chave relacionada indica chave
fechada é disparado um retardo. Ao término deste retardo o alarme CRD Não Abriu ou CGR Não
Abriu atua. Se o status da chave indicar chave aberta antes do término deste retardo, este é
reinicializado e o alarme não atua.
Se há o comando de fechamento da chave (CRD ou CGR) e o status da chave relacionada indica
chave aberta é disparado um retardo. Ao término deste retardo o alarme CRD Não Fechou ou CGR
Não Fechou atua. Se o status da chave indicar chave fechada antes do término deste retardo, este é
reinicializado e o alarme não atua.
Em modo Automático é realizada a lógica de retentativas das chaves antes de ocorrerem os alarmes
CRD Não Abriu, CGR Não Abriu, CRD Não Fechou e CGR Não Fechou.
O número de retentativas de fechamento é configurado no SETUP do Controlador.
Se ao fim do tempo de retorno da chave em um comando de fechamento esta permaneça aberta, o
Controlador retoma o comando de abertura, aguarda três segundos e dá um novo comando de
fechamento desta. Isto é feito até que a chave feche ou que se esgotam as retentativas das chaves. A
retentativa para a abertura é feita de forma análoga à retentativa de fechamento.
O retardo é configurável para os alarmes Não Abriu e Não Fechou CRD/CGR é dado através do
parâmetro Tempo de Retorno do Sinal da Chave expresso em segundos. Pode ser configurado com
um valor de 0 até 9,99 segundos.
Para os alarmes Fechou Indevidamente CRD/CGR é dado o comando de abertura da chave oposta
para garantir que ambas não fiquem fechadas no mesmo período.

73
5. Lógica de Funcionamento

A tabela abaixo indica a especificação de cada alarme.


Alarme Atuação Classe de Falha Código
CRD Não Abriu TRIP F2 64
CGR Não Abriu ALARME F1 25
CRD Não Fechou ALARME F1 65
CGR Não Fechou TRIP F2 26
CRD Abriu Indevidamente ALARME F1 66
CGR Abriu Indevidamente ALARME F1 27
CRD Fechou Indevidamente ALARME F1 67
CGR Fechou Indevidamente ALARME F1 28

Tabela 5–1: Alarmes das Chaves

74
6. Métodos de Medição

6. Métodos de Medição
As medições em corrente alternada (CA) feitas pelo Controlador servem para monitorar as grandezas
elétricas do sistema. São medidos 5 canais de sinais CA, sendo uma de tensão de fase do GMG, uma
corrente de fase do GMG e três tensões de fase da Rede. A partir destes sinais básicos, são medidas
também a potência e energia do GMG.

Medições de Freqüência
A medição de freqüência é feita de forma diferente para a Rede e para o GMG, pelas características
dos sinais. A Rede possui pouca variação em relação à freqüência nominal. O GMG possui
freqüência variável, iniciando parado, passando pela aceleração até a freqüência nominal.
O sinais adquiridos são filtrados digitalmente com alto desempenho para eliminar harmônicas e
ruídos. Após esta etapa, obtém-se o sinal na freqüência fundamental a ser medida.
Para medição da freqüência, determina-se primeiramente o período da onda por técnicas de
identificação de passagens pela origem, interpolação e médias.
A medição da freqüência da Rede é atualizada aproximadamente a cada 100 ms.
Com a finalidade de ter uma resposta otimizada em relação à variação da freqüência do GMG, o
número de períodos considerados para a medida de período é variável. Com isto, o tempo de
atualização sofre pouca variação, mas a precisão é maior em freqüências próximas à nominal. A
precisão máxima é obtida acima de 45 Hz. Para freqüências abaixo de 20 Hz o tempo de atualização
pode ser de até 250 ms. Para freqüências maiores, o tempo será inferior a 100 ms.

Medições de Tensões e Correntes do GMG

Tensão de Fase
O cálculo das tensões é feito diretamente com os sinais fornecidos ao Controlador. Não é aplicado
nenhum tipo de filtro para considerar o efeito das harmônicas amostradas. As medições são
atualizadas em intervalos de aproximadamente 100 ms.

Corrente de Fase
O cálculo das correntes é feito diretamente com os sinais fornecidos ao Controlador. Não são
aplicados filtros para permitir a medição da influência de harmônicas. Assim como as tensões, as
medições de corrente são atualizadas em intervalos de aproximadamente 100 ms.

Medições de Tensões da Rede


A medição das tensões de fase é feita diretamente com os sinais fornecidos ao Controlador. As
medições são atualizadas em intervalos de aproximadamente 100 ms.

Medições de Potência e Energia

Potência Ativa
A potência ativa em cada fase é medida através do produto instantâneo entre tensão e corrente. A
potência ativa total é o resultado da potência ativa da fase medida do GMG, multiplicada pelo
número de fases do GMG (monofásico, bifásico ou trifásico). A medida é atualizada
aproximadamente a cada 100 ms.
75
6. Métodos de Medição

Potência Aparente
A potência aparente é calculada a partir das medições de tensão e corrente. A potência aparente total
é o resultado da potência aparente da fase medida do GMG, multiplicada pelo número de fases do
GMG (monofásico, bifásico ou trifásico). A medida é atualizada aproximadamente a cada 100 ms.

Energia
A energia é obtida a partir do somatório temporal da potência ativa. É atualizada aproximadamente a
cada 100 ms. A energia é atualizada em memória retentiva aproximadamente a cada 15 minutos.

Apesar de algumas medições possuírem tempo de atualização na ordem de milisegundos, a taxa de


atualização do visor é de aproximadamente 1 s. As medidas atualizadas mais rapidamente são
utilizadas nas funções de proteção e de lógica. Pela interface serial MODBUS também podem ser
vistos os valores atualizados.

76
7. Funções de Proteção

7. Funções de Proteção

Classes de Falha
As funções de supervisão estão divididas em quatro classes de falha:

Alerta (F0)
Esta falha pode levar ou não a interrupção da operação. Os alarmes relacionados a esta classe de
falha geram uma mensagem de falha que aparece na tela de alarmes ativos/reconhecidos e não atuam
a saída do alarme sonoro sendo possível o auto - reconhecimento destes alarmes independente do
modo de operação.
A falha nível 0 só será quitada se a condição para auto - reconhecimento for atendida. Caso a lógica
que ativa o alarme for desabilitada, o mesmo deverá ser forçado para 0 (zero) retirando o alarme da
pilha de alarmes correntes. Não será permitida quitação desta classe de falha pela tecla ESC.

Alarme (F1)
Esta falha pode levar ou não a interrupção da operação. Os alarmes relacionados a esta classe de
falha geram uma mensagem de falha que aparece na tela de alarmes ativos/reconhecidos e atuam a
saída do alarme sonoro. Podem ser reconhecidos e quitados localmente pelo painel frontal
pressionando a tecla ESC e/ou remotamente pelo canal serial independente do modo de operação.

Atuante (F2)
Quando em Modo de Operação Automático esta classe de falha comanda a abertura da CGR seguida
de uma operação de resfriamento ( ver parâmetros do motor, tempo de resfriamento ) e a parada do
motor. Caso a CGR não abra, o GMG não será colocado em resfriamento e não será comandada a sua
parada. Nos demais modos de operação é comandada somente a abertura da CGR não sendo
comandado o resfriamento e nem a parada do motor.
Os alarmes relacionados a esta classe de falha geram uma mensagem de falha que aparece na tela de
alarmes ativos/reconhecidos e atuam a saída do alarme sonoro. Podem ser reconhecidos pelo painel
frontal pressionando a tecla ESC ou pelo comando serial Comando de Reconhecimento e Quitação de
Falhas não importando o modo de operação. Porém, somente são quitados pela tecla ESC em modo
de operação Manual e remotamente pelo canal serial quando estiver em modo de operação Remoto.

Atuante (F3)
Esta classe de falha leva à imediata abertura da CGR e ao desligamento do GMG sem resfriamento
independente do modo de operação. Quando o GMG estiver em funcionamento e a chave CGR
fechada e, ocorrer esta falha, o Controlador deve aguardar a confirmação de abertura da chave para
comandar a parada do GMG. Se não houver confirmação, o Controlador aguarda até o final do tempo
de retorno do sinal de CGR e comanda a parada do GMG independente se a chave abriu ou não. A
lógica de falha nas chaves ocorre em paralelo não tendo qualquer relação com a lógica de abertura /
parada descrita acima.
Os alarmes relacionados a esta classe de falha geram uma mensagem de falha que aparece na tela de
alarmes ativos/reconhecidos e atuam a saída do alarme sonoro. Podem ser reconhecidos pelo painel
frontal pressionando a tecla ESC ou pelo comando serial Comando de Reconhecimento e Quitação de
Falhas não importando o modo de operação. Porém, somente são quitados pela tecla ESC em modo
de operação Manual e remotamente pelo canal serial quando estiver em modo de operação Remoto.

77
7. Funções de Proteção

Atuante (F4)
Esta classe de falha leva à imediata abertura da CGR e ao desligamento do GMG sem resfriamento
em qualquer modo de operação. Quando o GMG estiver em funcionamento e a chave CGR fechada
e, ocorrer esta falha, o Controlador aguarda a confirmação de abertura da chave para comandar a
parada do GMG. Se não houver confirmação, o Controlador aguarda até o final do tempo de retorno
do sinal de CGR e comanda a parada do GMG independente se a chave abriu ou não. A lógica de
falha nas chaves ocorre em paralelo não tendo qualquer relação com a lógica de abertura / parada
descrita acima.
Os alarmes relacionados a esta classe de falha geram uma mensagem de falha que aparece na tela de
alarmes ativos/reconhecidos e atuam a saída do alarme sonoro. Podem ser reconhecidos pelo painel
frontal pressionando a tecla ESC ou pelo comando serial Comando de Reconhecimento e Quitação de
Falhas não importando o modo de operação. Podem ser quitados pela tecla ESC em Modo de
Operação Manual. Também podem ser quitados pelo canal serial desde que o Controlador esteja em
Modo de Operação Remoto e o parâmetro Habilita Quitação Remota dos Alarmes com Classe de
Falha 4 no SETUP da Porta Serial esteja habilitado. Caso contrário será permitido somente o
reconhecimento em modo de operação Remoto.

Proteção de Tensão da Rede


Quando habilitada a proteção de tensão da Rede, o Controlador irá supervisionar as proteções de
Subtensão (ANSI 27) e Sobretensão (ANSI 59) na Rede.
Para habilitar a proteção o parâmetro Habilita Proteção de Tensão da Rede deve estar configurado
como LIGA.
Para Redes Trifásicas a proteção monitora as três fases do sistema. Se for Bifásica a proteção
monitora a Fase A e B do sistema e em Monofásica é monitorado apenas a fase A.

Subtensão na Rede
Esta proteção atua quando o valor medido da tensão de fase da Rede for menor que o limite durante
um período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
O limite é resultante do percentual configurado no parâmetro Tensão Baixa da Rede em relação à
tensão nominal configurada no parâmetro Tensão Nominal Rede, definido no cálculo a seguir. A
divisão por raiz de três na equação transforma a Tensão Nominal da Rede de linha para fase.
Tensão Baixa Rede. * Tensão Nominal Rede
Limite =
100 * 3
O limite é expresso em Volts, sendo desprezada a parte fracionária do cálculo mencionado acima. O
limite pode ser configurado com um valor de 70 até 99 % da tensão nominal da Rede.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo para Tensão Baixa da Rede, expresso em
centésimos de segundos, podendo ser configurado com um valor de 0 até 99,99 segundos.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F0 e seu código 59.

Sobretensão na Rede
Esta proteção atua quando o valor medido da tensão de fase da Rede for maior que o limite durante
um período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
O limite é resultante do percentual configurado no parâmetro Tensão Alta da Rede em relação à
tensão nominal configurada no parâmetro Tensão Nominal Rede, definido no cálculo a seguir. A
divisão por raiz de três na equação transforma a Tensão Nominal da Rede de linha para fase.

78
7. Funções de Proteção

Tensão Alta Rede* Tensão Nominal Rede


Limite =
100 * 3
O limite é expresso em Volts, sendo desprezada a parte fracionária do cálculo mencionado acima. O
limite pode ser configurado com um valor de 101 até 130 % da tensão nominal da Rede.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo para Tensão Alta da Rede, expresso em
centésimos de segundos, podendo ser configurado com um valor de 0 até 99,99 segundos.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F0 e seu código 57.

Proteção de Freqüência da REDE


Quando habilitada a proteção de freqüência da Rede, o Controlador irá supervisionar as proteções de
Subfreqüência e Sobrefreqüência (ANSI 81) na Rede.
Para habilitar a proteção o parâmetro Habilita Proteção de Freqüência da Rede deve estar
configurado como LIGA.

Subfreqüência na Rede
Esta proteção atua quando o valor medido da freqüência da Rede for menor que o limite durante um
período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
O valor limite é configurável através do parâmetro Freqüência Baixa da Rede, expresso em
centésimos de Hz, podendo ser configurado com um valor de 0 até 99,99 Hz.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo para Freqüência Baixa da Rede, expresso em
centésimos de segundos e pode ser configurado com um valor de 0 até 9,99 segundos.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F0 e seu código 63.

Sobrefreqüência na Rede
Esta proteção atua quando o valor medido da freqüência da Rede for maior que o limite durante um
período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
O valor limite é configurável através do parâmetro Freqüência Alta da Rede, expresso em centésimos
de Hz, podendo ser configurado com um valor de 0 até 99,99 Hz.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo para Freqüência Alta da Rede, expresso em
centésimos de segundos e pode ser configurado com um valor de 0 até 9,99 segundos.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F0 e seu código 61.

Proteção de Tensão no GMG


Quando habilitada a proteção de tensão do GMG, o Controlador irá supervisionar as proteções de
Subtensão (ANSI 27) e Sobretensão (ANSI 59) no GMG.
A proteção de Subtensão é supervisionada após o grupo atingir o a tensão configurada na proteção de
Subtensão durante o retardo para supervisão do GMG ou após o término deste tempo, permanecendo
até que haja um comando de desligamento do grupo.
Para habilitar a proteção o parâmetro Habilita Proteção de Tensão do Grupo deve estar configurado
como LIGA.
Para Redes Trifásicas a proteção monitora as três fases do sistema. Se for Bifásica a proteção
monitora a Fase A e B do sistema e em Monofásica é monitorada apenas a fase A.

79
7. Funções de Proteção

Subtensão no GMG
Esta proteção atua quando o valor medido da tensão de fase do GMG for menor que o limite durante
um período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
O limite é resultante do percentual configurado no parâmetro Tensão Baixa do Grupo em relação à
tensão nominal configurada no parâmetro Tensão Nominal do Grupo, definido no cálculo a seguir. A
divisão por raiz de três na equação transforma a Tensão Nominal do GMG de linha para fase.
Tensão Baixa do Grupo* Tensão Nominal doGrupo
Limite =
100 * 3
O limite é expresso em Volts, sendo desprezada a parte fracionária do cálculo mencionado acima. O
limite pode ser configurado com um valor de 75 até 90 % da tensão nominal do GMG.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo para Tensão Baixa do Grupo, expresso em
centésimos de segundos. Pode ser configurado com um valor de 0 até 15,00 segundos.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F2 e seu código 8.

Sobretensão no GMG
Esta proteção atua quando o valor medido da tensão de fase do GMG for maior que o limite durante
um período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
O limite é resultante do percentual configurado no parâmetro Tensão Alta do Grupo em relação à
tensão nominal configurada no parâmetro Tensão Nominal do Grupo, definido no cálculo a seguir. A
divisão por raiz de três na equação transforma a Tensão Nominal do GMG de linha para fase.
Tensão Alta do Grupo* Tensão Nominal doGrupo
Limite =
100 * 3
O limite é expresso em Volts, sendo desprezada a parte fracionária do cálculo mencionado acima. O
limite pode ser configurado com um valor de 111 até 125 % da tensão nominal do GMG.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo para Tensão Alta do Grupo, expresso em
centésimos de segundos. Pode ser configurado com um valor de 0 até 15,00 segundos.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F4 e seu código 6.

Proteção de Freqüência no GMG


Quando habilitada a proteção de freqüência do GMG, o Controlador irá supervisionar as proteções de
Subfreqüência e Sobrefreqüência (ANSI 81) no GMG.
A proteção de Subfreqüência é supervisionada após o grupo atingir a freqüência configurada na
proteção de Subfreqüência durante o retardo para supervisão do GMG ou após o término deste
tempo, permanecendo até que haja um comando de desligamento do grupo.
Para habilitar a proteção o parâmetro Habilita Proteção de Freqüência do Grupo deve estar
configurado como LIGA.

Subfreqüência no GMG
Esta proteção atua quando o valor medido da freqüência do GMG for menor que o limite durante um
período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
O valor limite é configurável através do parâmetro Freqüência Baixa do Grupo , expresso em
centésimos de Hz, podendo ser configurado com um valor de 0 até 99,99 Hz.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo para Freqüência Baixa do Grupo, expresso
em centésimos de segundos. Pode ser configurado com um valor de 0 até 9,99 segundos.

80
7. Funções de Proteção

A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F2 e o código de alarme 4.

Sobrefreqüência no GMG
Esta proteção atua quando o valor medido da freqüência do GMG for maior que o limite durante um
período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
O valor limite é configurável através do parâmetro Freqüência Alta do Grupo, expresso em
centésimos de Hz, podendo ser configurado com um valor de 0 até 99,99 Hz.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo para Freqüência Alta do Grupo, expresso em
centésimos de segundos. Pode ser configurado com um valor de 0 até 9,99 segundos.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F3 e o código de alarme 2.

Proteção de Sobrecarga no GMG


Quando habilitada a proteção de sobrecarga do GMG, o Controlador irá supervisionar a proteção de
Sobrecarga (ANSI 32) no GMG.
Para habilitar a proteção o parâmetro Habilita Proteção de Sobrecarga do Grupo deve estar
configurado como LIGA.
Esta proteção atua quando o valor calculado da carga (potência) do GMG for maior que o limite
durante um período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
O limite é resultante do percentual configurado no parâmetro Sobrecarga do Grupo em relação à
potência nominal configurada no parâmetro Potência Nominal do Grupo, definido no cálculo a
seguir.
Sobrecarga do Grupo* Potência Nominal doGrupo
Limite =
100
O limite é expresso kW, sendo desprezada a parte fracionária do cálculo mencionado acima. O limite
pode ser configurado com um valor de 101 até 150 % da potência nominal do GMG.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo Sobrecarga do Grupo, expresso em de
segundos, podendo ser configurado com um valor de 0 até 999 segundos.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F2 e o código de alarme 12.

Proteção de Subcarga no GMG


Quando habilitada a proteção de subcarga do GMG, o Controlador irá supervisionar a proteção de
Subcarga (ANSI 37) no GMG.
Para habilitar a proteção o parâmetro Habilita Proteção de Subcarga do Grupo deve estar
configurado como LIGA.
A atuação desta proteção é descrita pela figura a seguir.

81
7. Funções de Proteção

Figura 7–1: Proteção de Subcarga do GMG


Esta proteção atua quando o valor calculado da carga (potência) do GMG for menor que o limite
durante um período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção, seguindo a
lógica descrita na figura acima.
O kW Mínimo é resultante do percentual configurado no parâmetro Subcarga do Grupo em relação à
potência nominal configurada no parâmetro Potência Nominal do Grupo, definido no cálculo a
seguir.
Subcarga do Grupo* Potência Nominal doGrupo
kWMínimo =
100
O limite é expresso kW, sendo desprezada a parte fracionária do cálculo mencionado acima. O limite
pode ser configurado com um valor de 0 até 99 % da potência nominal do GMG.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo Sobrecarga do Grupo, expresso em de
segundos, podendo ser configurado com um valor de 0 até 999 minutos.
A histerese é configurada em percentual da potência nominal, e pode assumir valores de 0 a 99 %.
A atuação desta proteção é do tipo ALARME, sendo a classe de falha F1 e o código de alarme 29.

Proteção de Temperatura do GMG


Quando habilitada a proteção de temperatura do GMG, o Controlador irá supervisionar as proteções
de Alta e Baixa Temperatura da Água de Arrefecimento do GMG (ANSI 26) e Falha do Sensor de
temperatura.
Para habilitar a proteção o parâmetro Habilita Medição e Proteção de Temperatura da Água do
Motor deve estar configurado como LIGA.

Falha no Sensor de Temperatura


Esta proteção atua quando houver uma falha no sensor de temperatura. A falha do sensor de
temperatura é detectada quando habilitado pelo menos um dos seguintes parâmetros:
• Supervisão de Falha no Sensor de Temperatura por Curto ( Resistência < 5Ω);
• Supervisão de Falha no Sensor de Temperatura por Circuito aberto ( Resistência > 505Ω).
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F3 e o código de alarme 17.

82
7. Funções de Proteção

Baixa Temperatura da Água do Arrefecimento do Motor


Esta proteção atua quando o valor medido da temperatura da água for menor que o limite durante um
período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
A atuação do alarme Falha no Sensor de Temperatura impede que esta proteção atue. Isto faz com
que o alarme de Baixa Temperatura não atue quando a temperatura está normal, mas houve uma
falha no sensor de temperatura.
O valor limite é configurável através do parâmetro Baixa Temperatura da Água , expresso em °C,
podendo ser configurado com um valor de 10 até 99 °C.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo Alta/Baixa Temperatura da Água de
Arrefecimento do Motor, expresso em segundos. Pode ser configurado com um valor de 0 até 99
segundos.
A atuação desta proteção é configurável através do parâmetro Baixa Temperatura da Água do Motor
– Atuação, podendo ser configurado como ALARME ou TRIP.
Se atuação for configurada como ALARME a classe de falha deste alarme será do tipo F0, se for TRIP
a classe será do tipo F3.
O código deste alarme é 20.

Alta Temperatura da Água do Arrefecimento do Motor


Esta proteção atua quando o valor medido da temperatura da água for maior que o limite durante um
período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
A atuação do alarme Falha no Sensor de Temperatura impede que esta proteção atue. Isto faz com
que o alarme de Alta Temperatura não atue quando a temperatura está normal, mas houve uma falha
no sensor de temperatura.
O valor limite é configurável através do parâmetro Alta Temperatura da Água de Arrefecimento do
Motor , expresso em °C, podendo ser configurado com um valor de 85 até 120 °C.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo Alta/Baixa Temperatura da Água de
Arrefecimento do Motor, expresso em segundos. Pode ser configurado com um valor de 0 até 99
segundos.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F4 e o código de alarme 19.

Alta Temperatura da Água do Arrefecimento do Motor – Entrada Digital


Esta proteção atua quando a Entrada Digital Configurável for configurada como Temperatura da
Água, e indicar Alta Temperatura por um período maior ou igual ao tempo de retardo indicado por
esta proteção.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo Entrada Digital Configurável, expresso em
décimos de segundos. Pode ser configurado com um valor de 0 até 99,9 segundos.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F4 e o código de alarme 19.

Proteção da Entrada Analógica Configurável


Quando habilitada a proteção da Entrada Analógica Configurável, o Controlador irá supervisionar as
proteções de Limite Superior e Inferior da Entrada Analógica Configurável e Falha do Sensor da
Entrada Analógica Configurável.
Para habilitar a proteção o parâmetro Habilita a Medição e Supervisão da Entrada Analógica
Configurável deve estar configurado como LIGA.

83
7. Funções de Proteção

Falha no Sensor da Entrada Analógica Configurável


Esta proteção atua quando houver uma falha no sensor da Entrada Analógica Configurável. A falha
do sensor é detectada quando habilitado pelo menos um dos seguintes parâmetros:
• Supervisão de Falha no Sensor da Entrada Analógica por Curto (Resistência < 5Ω);
• Supervisão de Falha no Sensor da Entrada Analógica por Circuito Aberto (Resistência > 505Ω).
A atuação desta proteção é do tipo ALARME, sendo a classe de falha F1 e o código de alarme 50.

Limite Inferior Entrada Analógica Configurável


Esta proteção atua quando o valor medido da Entrada Analógica Configurável for menor que o limite
durante um período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
A atuação do alarme Falha no Sensor da Entrada Analógica impede que esta proteção atue. Isto faz
com que o alarme de Limite Inferir não atue quando a Entrada Configurável está normal, mas houve
uma falha no sensor.
O valor limite é configurável através do parâmetro Limite Inferior para Ativação do Alarme
Configurado, podendo ser configurado com um valor de 0 até 9999.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo Atuação do Alarme Inferior e Superior,
expresso em segundos. Pode ser configurado com um valor de 0 até 99 segundos.
Esta proteção possui uma histerese para atuação, que pode ser configurada pelo parâmetro Histerese
Atuação do Alarme Inferior e Superior¸ podendo receber valores de 0 a 9999.
Assim como na Entrada Digital Configurável, na Entrada Analógica Configurável é possível
configurar o código do alarme de será acionado pela atuação do Limite Inferior. O código do alarme
acionado é determinado pelo parâmetro Código para Ativação do Alarme de Limite Inferior, que
pode receber valores de 106 a 224. Conforme o alarme configurado será atribuída uma lógica de
TRIP ou ALARME e um nível de falha.

Limite Superior Entrada Analógica Configurável


Esta proteção atua quando o valor medido da Entrada Analógica Configurável for maior que o limite
durante um período maior ou igual ao tempo de retardo configurado para esta proteção.
A atuação do alarme Falha no Sensor da Entrada Analógica impede que esta proteção atue. Isto faz
com que o alarme de Limite Superior não atue quando a Entrada Configurável está normal, mas
houve uma falha no sensor.
O valor limite é configurável através do parâmetro Limite Superior para Ativação do Alarme
Configurado, podendo ser configurado com um valor de 0 até 9999.
O retardo é configurável através do parâmetro Retardo Atuação do Alarme Inferior e Superior,
expresso em segundos. Pode ser configurado com um valor de 0 até 99 segundos.
Esta proteção possui uma histerese para atuação, que pode ser configurada pelo parâmetro Histerese
Atuação do Alarme Inferior e Superior¸ podendo receber valores de 0 a 9999.
Assim como na Entrada Digital Configurável, na Entrada Analógica Configurável é possível
configurar o código do alarme de será acionado pela atuação do Limite Superior. O código do alarme
acionado é determinado pelo parâmetro Código para Ativação do Alarme de Limite Superior, que
pode receber valores de 106 a 224. Conforme o alarme configurado será atribuída uma lógica de
TRIP ou ALARME e um nível de falha.

Proteção de Baixa Pressão do Óleo do GMG


Quando o GMG estiver em funcionamento será monitorado o sinal de pressão do óleo do motor. Se
em algum momento o sinal de pressão indicar baixa pressão será iniciado o tempo de retardo de

84
7. Funções de Proteção

baixa pressão que após seu termino será atuado o alarme de baixa pressão de óleo. Se durante a
contagem do tempo o sinal de pressão normalizar será cancelado a contagem do tempo não
acionando o alarme.
O tempo de retardo é definido através do parâmetro Retardo de baixa Pressão, expresso em
segundos. Pode ser configurado com um valor de 0 até 2 segundos.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F4 e o código de alarme 21.

Proteção de Defeito no Sensor de Pressão do Óleo


Quando o GMG estiver parado será monitorado o sinal de pressão do óleo do motor. Se em algum
momento o sinal de pressão indicar alta pressão por um período maior que 1 minuto e não houver
tensão e freqüência no grupo será atuado o alarme de Defeito no Sensor de Pressão do Óleo. Se
durante a contagem do tempo o sinal de pressão normalizar será cancelado a contagem do tempo não
acionando o alarme.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F3 e o código de alarme 30.

Alarmes de Dispositivos Externos


A entrada digital programável do Controlador pode ser configurada como um alarme. Com isso,
quando esta entrada ficar ativa por um período maior ou igual ao tempo de retardo desta, o alarme de
dispositivo externo atua.
Para configurar o alarme o parâmetro Habilita Entrada Digital Configurável deve estar configurado
como LIGA.
O tempo de retardo é definido através do parâmetro Retardo Entrada Digital Configurável, expresso
em segundos. Pode ser configurado com um valor de 0 até 99 segundos.
No parâmetro Entrada Digital Configurável Função é configurado o alarme que esta entrada irá
gerar. A mensagem que aparecerá e a atuação realizada quando o alarme estiver ativo corresponde ao
código configurado neste parâmetro de acordo com a tabela a seguir.
Alarme Atuação Classe de Falha Código
Nível Alto Combustível ALARME F1 106
Nível Baixo Combustível ALARME F1 107
Nível Super Baixo Combustível TRIP F4 108
Nível Anormal de Combustível ALARME F1 109
Trip Rele Função 46 TRIP F2 110
Defeito Rele Função 46 ALARME F1 111
Trip Rele Função 51G TRIP F2 112
Defeito Rele Função 51G ALARME F1 113
Trip Rele Função 50/51 TRIP F2 114
Defeito Rele Função 50/51 ALARME F1 115
Disjuntor CGR Extraído TRIP F3 116
Disjuntor CRD Extraído ALARME F1 117
Alta Temperatura Mancal do GMG TRIP F4 118
Alta Temperatura Enrolamento GMG TRIP F4 119
Fluxo Água Circuito Externo TRIP F4 120
Fluxo Água Circuito Interno TRIP F4 121
Nível Água Tanque Expansão TRIP F4 122
Defeito Rele Térmico ALARME F1 123
Status Contator Principal TRIP F2 124
Nível Água do Radiador TRIP F4 125

85
7. Funções de Proteção

Nível Água do Radiador Remoto TRIP F4 126


Sensor Ruptura de Correia TRIP F4 127
Sobrevelocidade TRIP F4 128
Alta Temperatura Óleo Lubrificante TRIP F4 129
Pressão Baixa de Óleo – Externo TRIP F4 130
Temp. Alta Água Arrefecimento - Externo TRIP F4 131
Temp. Bx Água Arrefecimento- Externo ALARME F1 132
Falha no Sistema de Arrefecimento TRIP F4 133
Alta Temperatura do Gerador TRIP F4 134
Defeito Geral do Trafo do GMG TRIP F4 135
Falha de Rede Externa TRIP F0 136

Tabela 7–1: Alarmes de Dispositivos Externos

Alarmes de Emergência Acionada


Atua após a ativação da entrada digital de Emergência Acionada, normalmente ligada a uma botoeira
de emergência.
A atuação desta proteção é do tipo TRIP, sendo a classe de falha F3 e o código de alarme 22.

Alarmes de Chamada para Manutenção do GMG


Atua após o término do número de horas para manutenção do GMG.
O contador de número de horas para manutenção do GMG é ajustado através da confirmação do
parâmetro Horas para Manutenção do GMG. Após o Controlador irá decrementar o contador a cada
hora de funcionamento do GMG, com precisão de segundos.
A atuação desta proteção é do tipo ALARME, sendo a classe de falha F1 e o código de alarme 16.

86
8. Software de Configuração

8. Software de Configuração
O Controlador ST2130 pode ser configurado, parametrizado ou supervisionado pelo software
GenTool - OM9500, integrante da Série OEM-S. Este software é dedicado para simples operações
com o Controlador, como parametrização de fábrica ou supervisão em campo.

Instalação
O software deve ser instalado através do arquivo setup.exe. Após a execução do mesmo, um
assistente de instalação irá conduzir o processo. O assistente irá solicitar a indicação do diretório de
destino para instalação do software. A instalação é finalizada automaticamente e o software poderá
ser acessado por meio do Menu Iniciar.
O software GenTool apresenta como requisitos mínimos para sua instalação e utilização as seguintes
características:
GenTool
Plataforma PC com Windows 98, 2000 ou XP
Processador Pentium III 800MHz
Espaço em disco 20 Mb
Memória RAM 128 Mb
Resolução 1024x768

Tabela 8–1: Requisitos Mínimos

Apresentação
O software possui uma interface gráfica que disponibiliza algumas funções para o usuário. A Figura
8–1 apresenta o software após sua execução.

3
2

1
Figura 8–1: Apresentação do Software GenTool

87
8. Software de Configuração

A interface principal é composta por três áreas, sendo uma controlada pelas abas superiores e as
demais fixas para auxiliar na supervisão do sistema.

Painel de Alarmes Ativos (1)


Este painel apresenta todos os alarmes ativos do Controlador ST2130. Os alarmes são listados nesta
caixa de texto e permanecem ali somente se estiverem ativos.

Painel de Supervisão (2)


Este painel apresenta todos os estados do Controlador ST2130. Nesta área são mostrados os seguintes
parâmetros do Controlador: o status, o relógio e as estatísticas relativas a comunicação serial com o
Controlador. Além disso, há o botão de Login para efetuar o login do Controlador e o botão para
reiniciar os contadores de comunicação serial Reiniciar Contadores. O botão Sair encerra a execução
do software.

Painel Geral (3)


Este painel é controlado pelas abas de navegação no menu do software. Cada aba possui uma tela
especial de acordo com sua funcionalidade. As mesmas são mostradas a seguir.
Configuração
A tela mostrada na Figura 8–1 contém a árvores de configuração do Controlador. Esta tela é
responsável pela parametrização do mesmo. A árvore é baseada na tabela MODBUS do Controlador
ST2130. Os botões Enviar e Receber são responsáveis pela comunicação com o Controlador,
enviando ou lendo a parametrização do Controlador. Em ambas as operações, todos os parâmetros
são atualizados. Estes botões só estão habilitados, quando o usuário estiver com o login aberto no
Controlador. Os botões Abrir Modelo e Salvar Modelo são utilizados para se abrir e gravar modelos
de listas de parâmetros no disco rígido do microcomputador. O estado Atividade identifica quando há
uma troca de informações com o Controlador em progresso.
Configurações Gerais
A tela mostrada na
Figura 8–2 mostra as configurações gerais do sistema. Nesta tela é possível configurar a serial de
comunicação utilizada pelo software para se conectar ao Controlador ST2130 e configurar o relógio
do Controlador. Os botões Conectar e Desconectar. O botão Hora Atual serve para copiar o horário
do microcomputador para a área de configuração e o botão Configurar Relógio envia os dados para o
Controlador.

88
8. Software de Configuração

Figura 8–2: Configurações Gerais do Software

Histórico
Esta tela é responsável por registrar todos os eventos e alarmes monitorados e comandos de usuário
enviados para o Controlador ST2130. Nesta tela, são armazenados os eventos com a data e hora de
ocorrência do mesmo. Na tela, existem dois botões de comando: o botão Salvar armazena o conteúdo
da janela de histórico em formato texto, enquanto que o botão Limpar é responsável por apagar todas
as mensagens de histórico armazenadas na tela. A caixa de seleção Auto-Scroll deve ser utilizada
para manter na janela de visualização o última mensagem registrada.
Medições
Esta tela é responsável pela visualização das medições do Controlador ST2130. É possível visualizar
a tabela de medições em formato de tabela, agrupados por medições da Rede e do GMG. Na parte
inferior, existem medidores que podem ser configurados para visualização de até quatro variáveis. As
escalas dos medidores é ajustável. Para mudar os limites de escala, deve-se clicar sobre o número
desejado e digitar o novo valor. A Figura 8–3 ilustra esta tela.

Figura 8–3: Medições

Gráficos
Esta tela é responsável pela supervisão de gráficos de medições que o Controlador ST2130 pode
realizar. A área com o fundo preto é reservada para o gráfico. O eixo horizontal corresponde ao
tempo decorrido de monitoração desde a ativação da aquisição. O eixo vertical é um valor percentual
da medida com relação ao fundo de escala. Este é o único modo de se ter vários gráficos superpostos
e com fundos de escala diferentes. As escalas são configuradas pelo botão Configurar Escalas. O
botão Iniciar é utilizado para se iniciar uma nova aquisição. Apenas as variáveis selecionadas nas
caixas de seleção serão adquiridas após o disparo. Para mudar as variáveis em processo de aquisição,
deve-se parar a aquisição em progresso, através do botão Parar e re-iniciar o processo. As escalas
devem sempre ser ajustadas antes de se iniciar uma aquisição. O controle Rolagem Automática
mantém a exibição de uma janela de tempo constante. O tempo de amostragem é configurado na
caixa de texto Taxa de Amostragem. O tempo mínimo de aquisição é de 200 ms (0,2 s). Quando a
aquisição de gráficos é iniciada, há uma latência maior para a atualização das outras informações do
sistema, visto a prioridade e o alto volume de dados que são transferidos durante este processo.
A Figura 8–4 ilustra a tela de exibição dos gráficos de supervisão.

89
8. Software de Configuração

Figura 8–4: Gráficos de Supervisão

IHM
A tela IHM é responsável pelo controle remoto do Controlador. Esta tela pode ser vista na Figura 8–
5. Na janela do visor do Controlador, é possível visualizar as mensagens de estados que estão sendo
mostradas no Controlador. A medição de tensão e freqüência do GMG é fixa nesta tela. Todas as
teclas são funcionais, com exceção das setas de navegação “UP” e “DOWN”, da tecla “MENU” e da
tecla “MANUAL”. As demais teclas estão habilitadas para controle. As teclas possuem as mesmas
funções da IHM do Controlador, com exceção das seguintes teclas: “AUTO” que seleciona entre o
Modo Automático e Modo Remoto, trocando entre estes estados em uma lógica flip-flop e “ESC”
que possui a função exclusiva de quitar uma falha através da lógica de quitação remota.
Alguns comandos especiais de cliente, encontrados no Capítulo 3, foram adicionados como forma de
botões. São eles: GMG em Auto (dispara o comando GMG em AUTO Assumindo Carga), Habilita
Supervisão (dispara o comando Habilita Supervisão de Comunicação) e Discagem Reconhecida.

Figura 8–5: Controle Remoto do Controlador ST2130

90
8. Software de Configuração

Sobre
Esta tela contém a identificação do fabricante do software, da versão atual e do usuário licenciado
para sua utilização.

91
9. Componentes Externos

9. Componentes Externos

Interface Serial Isolada RS-232C/RS-485 - OM9100


O módulo acessório OM9100, integrante da Série OEM-S, é uma interface serial isolada para
utilização em aplicações com o Controlador ST2130 que necessite de supervisão remota via modem,
gateway ou microcomputador IBM-PC. Este módulo possui isolação galvânica entre os sinais do
canal serial local do Controlador com o equipamento ao qual o Controlador será conectado. Deste
modo, esta barreira de isolação protege o Controlador e o equipamento de supervisão de problemas
de campo, como ruídos elétricos ou queimas que podem ocorrer pela formação de laços de terra, do
uso de aterramento inadequado ou de falhas em outros dispositivos da aplicação que provoquem o
aparecimento de tensões de modo comum.
Para maiores informações o documento de Características Técnicas do produto deve ser consultado.

Figura 9–1: Interface Serial OM9100

92
10. Manutenção

10. Manutenção

Manutenção Preventiva
• Deve-se verificar, a cada ano, se os cabos de interligação estão com as conexões firmes, sem
depósitos de poeira, principalmente os dispositivos de proteção.
• Em ambientes sujeitos a contaminação excessiva, deve-se limpar periodicamente o equipamento,
retirando resíduos, poeira, etc.

93
11. Glossário

11. Glossário
Acesso ao meio Método utilizado por todos os nós de uma rede de comunicação para sincronizar as transmissões de
dados e resolver possíveis conflitos de transmissões simultâneas.
Alarme Atuação de função de proteção que acarreta na indicação sonora e registro em histórico.
Algoritmo Seqüência finita de instruções bem definidas, objetivando à resolução de problemas.
Barramento Conjunto de sinais elétricos agrupados logicamente com a função de transferir informação e controle entre
diferentes elementos de um subsistema.
Baud rate Taxa com que os bits de informação são transmitidos através de uma interface serial ou rede de
comunicação (medido em bits/segundo).
Bit Unidade básica de informação, podendo estar no estado 0 ou 1.
Bridge (ponte) Equipamento para conexão de duas redes de comunicação dentro de um mesmo protocolo.
Broadcast Disseminação simultânea de informação a todos os nós interligados a uma rede de comunicação.
Byte Unidade de informação composta por oito bits.
Canal serial Interface de um equipamento que transfere dados no modo serial.
CGR Chave de Transferência de Grupo.
Ciclo de varredura Uma execução completa do programa aplicativo de um Controlador programável.
Circuito de cão de Circuito eletrônico destinado a verificar a integridade do funcionamento de um equipamento.
guarda
Código comercial Código do produto.
Controlador Também chamado de CP. Equipamento que realiza controle sob o comando de um programa aplicativo. É
programável composto de uma UCP, uma fonte de alimentação e uma estrutura de E/S.
CP Veja Controlador programável.
CRD Chave de Transferência de Rede.
Database Banco de dados.
Default Valor predefinido para uma variável, utilizado em caso de não haver definição.
Diagnóstico Procedimento utilizado para detectar e isolar falhas. É também o conjunto de dados usados para tal
determinação, que serve para a análise e correção de problemas.
Download Carga de programa ou configuração no CP.
E/S Veja entrada/saída.
E2PROM Memória não-volátil, que pode ser apagada eletricamente.
EIA RS-485 Padrão industrial (nível físico) para comunicação de dados.
Encoder Transdutor para medidas de posição.
Entrada/saída Também chamado de E/S. Dispositivos de E/S de dados de um sistema. No caso de CPs, correspondem
tipicamente a módulos digitais ou analógicos de entrada ou saída que monitoram ou acionam o dispositivo
controlado.
EPROM Significa Erasable Programmable Read Only Memory. É uma memória somente de leitura, apagável e
programável. Não perde seu conteúdo quando desenergizada.
ER Sigla usada para indicar erro nos LEDs.
Escravo Equipamento ligado a uma rede de comunicação que só transmite dados se for solicitado por outro
equipamento denominado mestre.
ESD Sigla para descarga devida a eletricidade estática em inglês (eleCRDostatic discharge).
Flash EPROM Memória não-volátil, que pode ser apagada eletricamente.
Frame Uma unidade de informação transmitida na rede.
Gateway Equipamento para a conexão de duas redes de comunicação com diferentes protocolos.
GMG Grupo Motor-Gerador, o qual é o conjunto composto por um motor a combustão interna e um gerador
síncrono de energia elétrica.
Hardkey Conector normalmente ligado à interface paralela do microcomputador com a finalidade de impedir a
execução de cópias ilegais de um software.
Hardware Equipamentos físicos usados em processamento de dados onde normalmente são executados programas
(software).
IEC 1131 Norma genérica para operação e utilização de CPs.
IEC Pub. 144 (1963) Norma para proteção contra acessos incidentais e vedação contra água, pó ou outros objetos estranhos
ao equipamento.
IEC-536-1976 Norma para proteção contra choque elétrico.
IEC-801-4 Norma para testes de imunidade a interferências por trem de pulsos.
IEEE C37.90.1 (SWC) SWC significa Surge Withstand Capability. Esta norma trata da proteção do equipamento contra ruídos
tipo onda oscilatória.

94
11. Glossário

IHM Interface Homem-Máquina. Conjunto de dispositivos que permitem a comunicação entre o operador e o
Controlador, consituído por teclas, visor e LEDs.
Interface Dispositivo que adapta elétrica e/ou logicamente a transferência de sinais entre dois equipamentos.
Interrupção Evento com atendimento prioritário que temporariamente suspende a execução de um programa e desvia
para uma rotina de atendimento específica.
ISOL. Sigla usada para indicar isolado ou isolamento.
kbytes Unidade representativa de quantidade de memória. Representa 1024 bytes.
LCD Sigla para Liquid Crystal Display. É o display (ou visor) de cristal líquido.
LED Sigla para Light Emitting Diode. É um tipo de diodo semicondutor que emite luz quando estimulado por
eletricidade. Utilizado como indicador luminoso.
Linguagem Assembly Linguagem de programação do microprocessador, também conhecida como linguagem de máquina.
Linguagem de Um conjunto de regras e convenções utilizado para a elaboração de um programa.
programação
Linguagem de relés e Conjunto de instruções e operandos que permitem a edição de um programa aplicativo para ser utilizado
blocos Altus em um CP.
Lógica Matriz gráfica onde são inseridas as instruções de linguagem de um diagrama de relés que compõe um
programa aplicativo. Um conjunto de lógicas ordenadas seqüencialmente constitui um módulo de
programa.
®
MasterTool Identifica o programa Altus para microcomputador, executável em ambiente WINDOWS , que permite o
desenvolvimento de aplicativos para os CPs das séries Ponto, Piccolo, AL-2000, AL-3000 e Quark. Ao
longo do manual, este programa é referido pela própria sigla ou como programador MasterTool.
Menu Conjunto de opções disponíveis e exibidas por um programa no vídeo e que podem ser selecionadas pelo
usuário a fim de ativar ou executar uma determinada tarefa.
Mestre Equipamento ligado a uma rede de comunicação de onde se originam solicitações de comandos para
outros equipamentos da rede.
Módulo (referindo-se a Elemento básico de um sistema completo que possui funções bem definidas. Normalmente é ligado ao
hardware) sistema por conectores, podendo ser facilmente substituído.
Módulo (referindo-se a Parte de um programa aplicativo capaz de realizar uma função específica. Pode ser executado
software) independentemente ou em conjunto com outros módulos, trocando informações através da passagem de
parâmetros.
Nibble Unidade de informação composta por quatro bits.
Nó Qualquer estação de uma rede com capacidade de comunicação utilizando um protocolo estabelecido.
Octeto Conjunto de oito bits numerados de 0 a 7.
Operandos Elementos sobre os quais as instruções atuam. Podem representar constantes, variáveis ou um conjunto
de variáveis.
PA Ver pontes de ajuste.
PC Sigla para programmable controller. É a abreviatura de Controlador programável em inglês.
Peer to peer Tipo de comunicação onde dois nós de uma rede trocam dados e/ou avisos sem depender de um mestre.
Ponte de ajuste Chave de seleção de endereços ou configuração composta por pinos presentes na placa do circuito e um
pequeno conector removível, utilizado para a seleção.
Posta em marcha Procedimento de depuração final do sistema de controle, quando os programas de todas as estações
remotas e UCPs são executados em conjunto, após terem sido desenvolvidos e verificados
individualmente.
Programa executivo Sistema operacional de um Controlador programável. Controla as funções básicas do Controlador e a
execução de programas aplicativos.
Protocolo Regras de procedimentos e formatos convencionais que, mediante sinais de controle, permitem o
estabelecimento de uma transmissão de dados e a recuperação de erros entre equipamentos.
RAM Sigla para random access memory. É a memória onde todos os endereços podem ser acessados
diretamente de forma aleatória e com a mesma velocidade. É volátil, ou seja, seu conteúdo é perdido
quando o equipamento é desenergizado, a menos que se possua uma bateria para a retenção dos
valores.
Rede de comunicação Conjunto de equipamentos (nós) interconectados por canais de comunicação.
Rede de comunicação Rede de comunicação onde a transmissão e a recepção de informações entre os diversos nós é garantida
determinística com um tempo máximo conhecido.
Rede de comunicação Rede de comunicação onde as transferências de informações são iniciadas somente a partir de um único
mestre-escravo nó (mestre da rede) ligado ao barramento de dados. Os demais nós da rede (escravos) apenas
respondem quando solicitados.
Ripple Ondulação presente em tensão de alimentação contínua.
RX Sigla usada para indicar recepção serial.
Software Programas de computador, procedimentos e regras relacionadas à operação de um sistema de
processamento de dados.
Soquete Dispositivo no qual se encaixam circuitos integrados ou outros componentes, facilitando a substituição dos
mesmos e simplificando a manutenção.
Sub-rede Segmento de uma rede de comunicação que interliga um grupo de equipamentos (nós) com o objetivo de
isolar o tráfego local ou utilizar diferentes protocolos ou meio físicos.

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11. Glossário

Subsistema de E/S Conjunto de módulos de E/S digitais ou analógicos e interfaces de um Controlador programável.
TC Transformador de Corrente. Dispositivo usado para permitir medição de corrente elétrica.
Time-out Tempo preestabelecido máximo para que uma comunicação seja completada. Se for excedido
procedimentos de retentiva ou diagnóstico serão ativados.
Toggle Elemento que possui dois estados estáveis, trocados alternadamente a cada ativação.
Token É uma marca que indica quem é o mestre do barramento no momento.
Trip Atuação de função de proteção que acarreta na interrupção do funcionamento através de abertura de
chave ou parada do GMG. Também ocasiona indicação sonora e registro em histórico.
TX Sigla usada para indicar transmissão serial.
Upload Leitura do programa ou configuração do CP.
USCA Unidade de Supervisão de Corrente Alternada. Painel onde são instalados os equipamentos responsáveis
pelo controle de grupos geradores e chaves de transferência.
Varistor Dispositivo de proteção contra surto de tensão.
WD Sigla para cão de guarda em inglês (watchdog). Veja circuito de cão de guarda.
Word Unidade de informação composta por 16 bits.

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Revisões deste Manual
Revisão: A Data: 10/09/2006
Aprovação: Luiz Gerbase
Autor: José Eduardo Klippel

Observações:
• Versão Inicial
• Revisor Gerencial: Sr. Luiz Gerbase
• Revisor Técnico: Sr. Fernando Trein
• Revisor Usuário: Sr. Alexandre Umsza (STEMAC)
• Revisor Editorial: Sr. Carlos Theisen

Revisão: B Data: 23/10/2006


Aprovação: Luiz Gerbase
Autor: Fernando Trein

Observações:
• Inclusão do Capítulo 8, Software de Configuração em referência ao OM9500.
• Revisor Gerencial: Sr. Luiz Gerbase
• Revisor Técnico: Sr. Márcio Cunha
• Revisor Usuário: Sr. Alexandre Umsza (STEMAC)
• Revisor Editorial: Sr. Carlos Theisen