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Índice

Transmissão,�3 Tração�Dianteira�Carraro,�95

Descrição�da�Embreagem�Simples,�3 Valores�de�Pré-Carga,�95

Reparo,�4 Torques�de�Aperto,�95

Dados�Tèncinos,�4 Descrição,�96

Instruções�de�Reparo,�7  Retirar�o�Eixo�Dianteiro,�97

Montagem�do�Plâto�da�Embreagem,�15 Substituição�das�Buchas�dos�Mancais�Central,�98

Dados�Técnicos�–�Caixa�de�Câmbio,�19 Colocar�o�Eixo�Dianteiro,�99

Descrição�da�Caixa�de�Câmbio,�20 Substituir�Engrenagens�Planetárias�e�Roletes,�99

Cronograma�de�Marchas,�24 Trocar�Buchas�e�Retentores�Cassete�dos�Cubos�das�Rodas,
101
Remoção�e�Instalação�da�Caixa�de�Câmbio,�26
Trocar�a�bucha�e�o�Retentor�da�Carcaça�do�Eixo,�104
Desmontagem�do�Sistema�de�Lubrificação,�27
Trocar�o�Retentor�Cassete�do�Eixo�Pinhão,�107
Remoção�do�Diferencial,�30
Retirar�o�Conjunto�do�Diferencial,�107
Desmontagem�do�Diferencial,�32
Retirar�o�Eixo�Cônico�do�Pinhão,�110
Desmontagem�da�Caixa�das�Alavancas,�33
Desmontagem�do�Diferencial,�112
Remoção�do�Eixo�Principal,�34
Montagem�do�Diferencial,�113
Remoção�da�Emgrenagem�da�TDP�da�Tração�Dianteira,�37
Regulagem�da�Profundidade�do�Eixo�Pinhão,�114
Remoção�do�Eixo�Lateral�e�do�Eixo�Cônico�do�Pinhão,�38
Regulagem�da�Pré-Carga�dos�Rolamentos�do�Pinhão,116
Montagem�do�Conjunto�da�Caixa�do�Diferencial�e
Determinação�da�Pré-Carga�dos�Rolamentos,�43 Regulagem�da�Folga�entre�Dentes�e�da�Pré-carga�dos
Rolamentos�do�Diferencial,�118
Montagem�do�Eixo�Principal,�50
Sistema�Hidráulico,�121
Montagem�do�Eixo�Lateral,�54
Torques�de�Aperto�Nm�(mkgf),�121
Montagem�do�Eixo�Cônico�do�Pinhão,�59
Ferramentas�Especiais,�121
Montagem�da�Caixa�de�Câmbio,�64
Descrição�do�Sistema�Hidráulico,�121
Montagem�do�Mancal�Dianteiro�do�Eixo�Cônico�do�Pinhão
Para�os�Modelos�4x4,�65 Filtro�de�Sucção,�122

Montagem�dos�Garfos,�68 Filtro�de�Pressão,�122

Regulagem�do�Posicionamento�do�Eixo�Cônico�do�Pinhão, Bomba�Hidráulica�Dupla,�123
70 Esclarecimento�Sobre�as�Características�Funcionais�da
Montagem�do�Garfo�Seletor�3ª�e�4ª,�71 Bomba�Hidráulica,�123

Montagem�Final�do�Diferencial,�72 Sistema�de�Válvulas,�124

Determinação�da�Folga�Entre�Dentes�do�Conjunto Válvula�Limitadora�de�Pressão,�124
Coroa/Pinhão,�73 Corpo�de�Válvulas,�125
Controle�do�Contato�Entre�Dentes�do�Conjunto Reparos,�130
Coroa/Pinhão,�74 Medição�da�Vazão�da�Bomba�Hidráulica,�131
Montagem�da�Caixa�das�Alavancas�e�Acionamento�do Regulagem�dos�Pinos�das�Válvulas�Piloto�do�Corpo�de
Bloqueio,�75 Válvulas,�135
Dados�Técnicos�-�Caixa�Multiplicadora,�75 Regulagem�do�Curso�dos�Cilindros,�136
Descrição�do�Multiplicador�de�Velocidades,�75 Regulagem�do�Sistema�do�Apalpador,�137
Desmontagem�do�Multiplicador�de�Velocidades,�78 Montagem�do�Conjunto�do�Elevador�Hidráulico,�138
Dados�Técnicos�-�Redução�FInal,�83 Sistema�Hidráulico�e�Direção�-�Standard,�139
Descrição�da�Redução�Final,�83 Kit�Plantadeira�Pneumática,�140
Dados�Técnicos�-�Tomada�de�Potência,�84 Kit�Transbordo�sem�Tríplice�Operação,�141
Descrição�da�Tomada�de�Potência,�85 Kit�Transbordo�com�Tríplice�Operação,�142
Montagem�da�Guia�do�Eixo�Estriado,�87 Fluxograma�do�Sistema�Hidráulico�HiFlow,�142
Montagem�da�Tomada�de�Potência,�89 Uso�da�Válvula�Reguladora�de�Fluxo�com�Solenóide�e
Sistema�de�Direção,�95 Seletor�de�Regulagem�de�Vazão,�para�Acionamento�de
Dados�Técnicos,�95 Plantadeiras�Pneumáticas,�144

-�1�-
Controles�do�Sistema�Hidráulico�Eletrônico,�145
Tabela�de�Diagnostico�de�Código�de�Erros�-�Graves,�146
Esquema�Elétrico�do�Painel�Eletrônico�Hitch-Tronic,�148
Acionamento�de�emergência�do�Sistema�de�levante,�149
Interruptores�do�Controle�Remoto�e�das�Saídas
Controladas,�149
Instruções�de�Acionamento�das�Alavancas�do�Controle
Remoto,�150
Controle�Remoto�com�Saídas�Controladas,�150
Controle�Remoto,�150
Conectando�e�Desconectando�Mangueiras,�150
Verificação�e�Adição�de�Óleo�do�Sistema�Hidráulico,�151
Orientações�Gerais,�151
Abastecimento�do�Óleo�Hidráulico,�152
Controle�da�Sensiblilidade�da�Tração,�152
Providências,�154
Tabela�de�Especificações�Técnicas,�155
Torques,�156

-�2�-
Transmissão

Descrição�da�Embreagem�Simples
 É�um�componente�que�faz�parte�do�sistema�de�transmissão,�têm�como�função�acoplar�e�desacoplar�a�potência�transmitida
entre�o�motor�e�o�resto�do�sistema�de�transmissão,�de�tal�maneira�a�permitir�mudanças�no�engate�e�desengate�das
marchas�de�velocidades�e�do�acoplamento�da�tomada�de�potência�(TDP).�Basicamente�o�sistema�é�composto�pelo�platô�de
embreagem�e�seu�acionamento.
O�platô�da�embreagem�é�fixado�ao�volante�do�motor�por�parafusos,�contém�uma�placa�de�pressão�com�movimento
longitudinal�e�um�disco�orgânico�de�fricção.
A�placa�de�pressão�através�da�ação�de�suas�molas�membranas�comprimem�o�disco�de�fricção�contra�a�superfície�do
volante�do�motor,�possibilitando�a�transmissão�de�potência�através�do�eixo�acionador�da�embreagem�para�o�eixo�principal
da�caixa�de�câmbio.
A�ação�de�debrear,�que�consiste�na�interrupção�da�transmissão�da�potência,�é�realizada�acionando�o�pedal�da�embreagem,
que�por�sua�vez�aciona�as�alavancas�de�articulação,�imprimindo�a�bucha�guia�a�um�movimento�longitudinal.
Isso�faz�com�que�o�rolamento�de�encosto�atue�no�anel�de�acionamento�e�este�na�molas�membranas�que�comprimem�a
placa�de�pressão�contra�o�volante�do�motor.
Esta�ação�desloca�a�placa�de�pressão�para�o�lado�traseiro,�desacoplando�o�disco�de�fricção�da�superfície�do�volante�do
motor,�interrompendo�assim�a�transmissão�de�potência.

 
 
1.�Rolamento�de�encosto
2.�Molykote
3.�Eixo�acionador�da�TDP
4.�Eixo�acionador�da�transmissão
Nota:�O�platô�da�embreagem�é�do�tipo�mola�membrana,�(chapéu�chinês)�não�possui�regulagem.�No�caso�de�desgaste�ou
avarias�substitua�o�platô�completo.

-�3�-
Reparos 
Conforme�foi�explicado�anteriormente,�o�sistema�da�embreagem�utiliza�a�propriedade�do�atrito�para�a�transmissão
de�potência.�Isto�acondiciona�ao�sistema�a�um�certo�desgaste�(principalmente�ao�disco�de�fricção)�que�traz�como
conseqüência�o�levantamento�das�lingüetas�da�mola�membrana�aproximando�-�as�ao�rolamento�de�encosto.
Desta�aproximação�resulta�que�o�curso�do�pedal�da�embreagem�é�insuficiente�para�liberar�o�disco�de�fricção�e
consequentemente�no�“arranhamento”�das�engrenagens�do�câmbio�quando�se�efetua�uma�mudança�de�marchas.
Para�evitar�esta�situação,�a�folga�do�pedal�da�embreagem,�deve�ser�reajustada�conforme�descrito�no�Manual�do�Operador.
No�entanto,�deve�-�se�considerar�que�o�platô�da�embreagem�somente�permite�um�levantamento�da�sua�posição�original
de�10�a�12�mm�das�lingüetas�da�mola�membrana.�Um�desgaste�proporcional�do�disco�de�fricção�que�faz�ultrapassar�estes
valores,�não�permite�mais�a�utilização�da�regulagem�do�pedal�da�embreagem.
Em�contrapartida,�pode�acontecer�que�a�embreagem�está�“enforcada”�(pedal�da�embreagem�sem�folga)�por�ocasião�de
uma�má�regulagem�do�pedal.�Esta�condição�pode�ser�identificada�através�da�patinação�do�disco�de�fricção�o�que�acarreta
uma�deficiência�na�transmissão�de�potência.�O�trator�não�“puxa”.
De�todas�as�maneiras,�quando�o�sistema�apresentar�qualquer�destes�2�defeitos,�devesse�primeiramente�verificar�se�a�folga
do�pedal�da�embreagem�está�correta,�ajustar�se�for�necessário�e�efetuar�o�seguinte�teste:
Colocar�o�trator�num�chão�nivelado,�ajustar�o�motor�em�marcha�lenta.�Acionar�o�freio�de�estacionamento,�acionar�o
pedal�da�embreagem�e�colocar�a�1ª�marcha�no�câmbio.�Acelerar�o�motor�gradualmente�enquanto�se�alivia�devagar�o
pedal�da�embreagem.�Se�o�motor�se�“afogar”�é�indicação�que�o�platô�da�embreagem�e�o�disco�de�fricção�estão�em�boas
condições,caso�contrário,�se�o�motor�continua�girando�quando�o�pedal�está�completamente�aliviado,�significa�que�tais
componentes�apresentam�um�desgaste�acima�do�permitido,�sendo�necessário�a�remoção�destes�componentes,�no
entanto,�se�o�trator�foi�utilizado�por�um�longo�período�com�a�embreagem�“enforcada”,�pode�ser�que�o�disco�de�fricção�e�o
platô�da�embreagem�foram�superaquecidos,�sendo�necessário�nesta�condição�a�remoção�dos�mesmos�para�sua�inspeção.

Dados�Técnicos� 

Platô�da 1280R 1580 1780/1880S 1380S 1680S BH140/160/


embreagem �180
simples� 

-�marca LUK LUK LUK LUK LUK LUK

-�tipo seco,disco seco,disco seco,disco seco,disco seco,disco seco,disco


duplo,mola duplo,mola duplo,mola duplo,mola duplo,mola duplo,mola
tipo�diafragma tipo�diafragma tipo�diafragma tipo�diafragma tipo�diafragma tipo�diafragma

Disco�da�embreagem�da�TDP

-�marca LUK LUK LUK LUK LUK LUK

-�diâmetro 350 350 350 350 350 350


externo

-�diâmetro 235 235 235 235 235 235


interno

-�revestimento orgânico orgânico orgânico orgânico orgânico orgânico


do�disco

Disco�da�embreagem�da�transmissão

-�marca LUK LUK LUK LUK LUK LUK

-�diâmetro 350 350 350 350 350 350


externo

-�diâmetro 215 215 215 215 215 215


interno

-�revestimento orgânico orgânico orgânico orgânico orgânico orgânico


do�disco
Ajustes
Altura�dos�gafanhotos�à�superfície�do�volante�embreagem 122�±0,5�m
da�transmissão
Altura�dos�gafanhotos�superfície�do�volante�embreagem�da 147�±0,5�mm
TDP

-�4�-
Curso�de�Desgaste
-�embreagem�da�transmissão  15,0�mm
-�embreagem�da�TDP 15,0�mm
Curso�de�Embreagem
 -�embreagem�da�transmissão 10+3�mm
-�embreagem�da�TDP 8+3�mm
Acionamento
-�tipo�mecânico,�com�pedal�para�embreagem�da�transmissão�e�alavanca�manual�para�embreagem�da�TDP. 
Torques�de�Aperto
-�parafusos�de�fixação�do�platô�da�embreagem�ao�volante 25�Nm�2,5�mkgf
do�motor
-�parafuso�de�fixação�da�tampa�da�embreagem�ao�tanque 89�Nm�8,9�mkgf
de�combustível
-�parafuso�de�fixação�do�volante�ao�virabrequim 285...295�Nm
Ajustes
-�regulagem�do�curso�livre�do�pedal�da�embreagem  25-30�mm
Descrição�da�Embreagem�Dupla
É�um�conjunto�que�faz�parte�do�sistema�de�transmissão,�tendo�como�função�o�acoplamento�e�desacoplamento�da�potência
transmitida�entre�o�motor�e�o�sistema�de�transmissão.�Sua�função�é�permitir�o�engate�e�desengate�das�marchas�de
velocidades�e�do�acoplamento�e�desacoplamento�da�tomada�de�potência�(TDP).� 
A�embreagem�dupla�é�um�conjunto�formado�por�2�embreagem�montadas�na�mesma�carcaça�e�com�sistemas�de
acionamento�individuais.
A�função�principal�da�embreagem�dupla�é�o�controle�independente�das�mudanças�das�velocidades�das�marchas�e
da�tomada�de�potência,�de�tal�forma�que�na�operação�pode�-�se�desligar�a�tomada�de�potência�e�manter�o�trator�em
movimento�ou�também�parar�o�trator�e�manter�girando�a�tomada�de�potência.
O�disco�externo�de�fricção�que�tem�contato�direto�com�o�volante�do�motor�é�utilizado�para�acionar�a�tomada�de�potência�e
o�disco�de�fricção�interno�do�platô�é�utilizado�para�transmitir�o�potência�do�motor�para�a�caixa�de�câmbio.
O�eixo�piloto�é�relativamente�comprido,�pois�o�mesmo�se�prolonga�até�a�parte�traseira�da�caixa�de�câmbio,�acoplando�-�se
diretamente�através�da�luva�estriada�com�o�eixo�pinhão�da�tomada�de�potência.�Para�evitar�flexão�desse�eixo,�o�mesmo�é
apoiado�num�rolamento�de�agulhas�no�eixo�oco�da�embreagem�para�a�caixa�de�câmbio�e�em�outro�rolamento�de�agulhas
no�eixo�principal�(oco)�da�caixa�de�câmbio.
A�particularidade�construtiva�dessa�embreagem�consiste�no�uso�de�apenas�uma�mola�tipo�diafragma�para�atuar�as�2
embreagens.
A�mola�diafragma�quando�debreada�pelo�rolamento�de�encosto�da�TDP�é�flexionada�para�a�parte�traseira�do�trator
e�quando�debreada�pelo�rolamento�de�encosto�da�caixa�de�câmbio�é�flexionada�para�a�parte�da�frente�do�trator.�Em
outras�palavras,�as�placas�de�pressão�de�ambas�as�embreagens�se�movimentam�em�sentidos�opostos.�Isso�é�possível,
simplesmente�através�da�localização�dos�pontos�de�articulação�dos�gafanhotos.

-�5�-
 
1.�Graxa�(opcional)
2.�Porca�de�regulagem�da�embreagem�da�transmissao
3.�Porca�de�regulagem�da�embreagem�da�TDP
Remoção�e�Instalação�do�Platô�da�Embreagem�Dupla
-�remover�as�chapas�laterais�e�a�capota�do�motor.
-�remover�a�bateria�e�o�suporte�da�bateria.
-�remover�as�articulações�do�sistema�de�aceleração.
-�remover�as�tubulações�do�sistema�de�combustível,�conectar�ao�tanque�de�combustível.
-�remover�as�mangueiras�da�unidade�hidrostática�da�direção�hidráulica
-�remover�a�unidade�hidrostática.�-�remover�o�tapete�e�a�chapa�dianteira�do�piso.
-�remover�a�tampa�de�proteção�do�eixo�piloto�da�embreagem.
-�destravar�e�retirar�os�parafusos�de�fixação�da�luva�de�acoplamento�e�remove
-�encostar�o�máximo�possível�a�luva�de�acoplamento�no�sentido�do�lado�dianteiro�do�trator,�de�tal�maneira�que,�o�eixo�piloto
da�embreagem�fique�livre.
-�retirar�os�parafusos�que�fixam�o�mancal�da�bucha�de�guia�da�caixa�de�embreagem.
-�retirar�a�caixa�da�embreagem�e�as�alavancas�de�debreagem.
-�retirar�o�eixo�piloto�da�embreagem,�a�luva�de�acoplamento,�o�mancal�e�a�bucha�de�guia�com�rolamento�de�encosto.
-�retirar�os�8�parafusos�de�fixação�do�platô�da�embreagem,�desapertando�2�a�3�voltas�de�cada�vez�e�em�seqüência�oposta.
-�retirar�o�platô�da�embreagem�dupla.
Instalação�do�platô�da�embreagem
Considerar�as�instruções�da�remoção�em�seqüência�oposta,�observando�que�na�fixação�do�platô�da�embreagem�no�volante
do�motor,�o�disco�de�fricção�deverá�estar�centralizado,�usando�-�se�para�tanto,�o�próprio�eixo�piloto�da�embreagem�apoiado
no�rolamento,�no�volante�do�motor.
 
Importante:�Ao�remover�o�platô,�marcar�a�sua�posição�relativa�com�o�volante,�para�possibilitar�o�mesmo�posicionamento
quando�for�efetuada�a�montagem,�devido�ao�balanceamento�do�conjunto.

-�6�-
Instruções�de�Reparo
Posicionamento�do�Relógio�Comparador
1.�Posicionar�sobre�o�volante�a�base�do�dispositivo�904550
e�fixá�-�la�através�dos�parafusos.Medir�o�diâmetro�do�fixador
do�relógio�comparador�e�anotar�o�valor�encontrado�para
posteriores�cálculos.Por�exemplo:�dh�=�24,1�mm

2.�Medir�o�diâmetro�da�haste�do�relógio�comparador�e
anotar�o�valor�encontrado.Por�exemplo:�dr�=�5�mm

3.�Para�determinar�a�posição�do�relógio�comparador�devem
-�se�efetuar�os�seguintes�cálculos:
somar�as�medidas�obtidas�dos�diâmetros�do�fixador�e�da
haste�do�relógio�comparador:
S�=�dh�+�dr
No�exemplo:�S�=�24,1�+�5
S�=�29,1�dividir�o�resultado�da�soma�por�dois:

A�=�S�/�2
No�exemplo:�A�=�29,1�/�2
A�=�14,55�subtrair�de�70�o�quociente�encontrado:
X�=�70�-�A
No�exemplo:�X�=�70�-�14,55
X�=�55,45�mm
Este�valor�é�a�distância�que�deverão�ficar�as�hastes�anteriormente�medidas.
4.�Posicionar�o�relógio�comparador�de�acordo�com�a�dimensão�obtida.
No�exemplo:�X�=�55,45�mm

-�7�-
5.�Posicionar�o�padrão�do�dispositivo�904550�sobre�o
volante�e�aferir�o�relógio�comparador�como�padrão�de
altura�de�124�mm,�dando�uma�carga.Por�exemplo:�2,0�mm
6.�Remover�cuidadosamente�o�suporte�como�relógio
comparador�já�aferido�e�guardá�-�lo�num�lugar�seguro�onde
não�possa�ser�alterada�a�aferição�do�relógio�comparador.
7.�Antes�de�fixar�o�platô,�efetuar�o�ajuste�do�relógio
comparador�para�regular�a�altura�dos�gafanhotos�da�tomada
de�potência�conforme�descrito�na�instrução.

Procedimento�de�Fixação�do�Platô
1.�Posicionar�os�3�calços�padrões�de�9,0�mm�de�espessura�e
montar�sobre�os�calços�padrões�o�platô.
2.�Fixar�os�parafusos�de�fixação�com�suas�arruelas�de
pressão,�de�tal�forma�que,�os�mesmos�coincidam�com�suas
respectivas�roscas�do�volante�do�motor,�com�torque�de
aperto�de�25�Nm�(2,5�mkgf).

3.�Posicionar�o�suporte�de�relógio�comparador�aferido
anteriormente�como�padrão�de�altura�de�124mm.

4.�A�medição�deverá�ser�efetuada�conforme�a�ilustração.
Caso�a�medida�efetuada�for�superior�à�soma�da�carga�do
relógio�comparador�acrescida�de�7�mm�recomenda�-�se�a
desmontagem�do�platô�e�substituição�do�disco�de�fricção.
S�=�carga�do�relógio�comparador�+�7
No�exemplo:�S�=�2�+�7
S�=�9mm
Medida�obtida:�9,6�mm
Observando�-�se�que�a�medida�efetuada�é�maior�ou
próximo�a�9�mm�proceder�à�substituição�do�disco�de
fricção.

Regulagem�da�Altura�dos�Gafanhotos�da�Transmissão

-�8�-
1.�Posicionar�o�suporte�do�relógio�comparador�aferido
anteriormente�como�padrão�de�altura�de�124mm.
2.�Ajustar�através�do�parafuso�de�regulagem�a�altura�dos�3
gafanhotos�da�embreagem�do�câmbio,�até�observar�que�os
ponteiros�do�relógio�comparador�indiquem�exatamente�os
mesmos�valores�da�aferição.

3.�Para�efetuar�uma�regulagem�fina,�deixar�a�contraporca
do�parafuso�levemente�apertada.�Apertar�a�contraporca�e�a
seguir�verifique�novamente�a�altura.

Importante:�A�haste�do�relógio�comparador�deverá
apoiar�-�se�no�ponto�mais�alto�da�superfície�de�contato�dos
gafanhotos.
Os�3�gafanhotos�deverão�ser�regulados�exatamente�à
mesma�altura.

Regulagem�da�Altura�dos�Gafanhotos�da�Tomada�de�Potência
Posicionamento�do�relógio�comparador
1.�Posicionar�sobre�o�volante�a�base�do�dispositivo�904550�e
fixá�-�la�através�dos�parafusos.
2.�O�relógio�comparador�deverá�estar�montado�com�a�haste
com�comprimento�de�46�mm.

3.�Medir�o�diâmetro�do�fixador�do�relógio�comparador�e
anotar�o�valor�encontrado�para�posteriores�cálculos.
4.�Medir�o�diâmetro�da�haste�do�relógio�comparador�e
anotar�o�valor�encontrado.
Por�exemplo:�dr�=�5�mm
5.�Para�determinar�a�posição�do�relógio�comparador
deve-se�efetuar�os�seguintes�cálculos:
somar�as�medidas�obtidas�dos�diâmetros�do�fixador�e�da
haste�do�relógio�comparador:

-�9�-
S�=�dh�+�dr
No�exemplo:�S�=�24,4�+�5
S�=�29,4
dividir�o�resultado�da�soma�por�dois:
A�=�S�/�2
No�exemplo:�A�=�29,4�/�2
A�=�14,7
subtrair�de�40�o�quociente�encontrado:
X�=�40�-�A
No�exemplo:�X�=�40�-�14,7
X�=�25,3�mm
Este�valor�é�a�distancia�que�deverão�ficar�as�hastes�anteriormente�medidas.

6.�Posicionar�o�relógio�comparador�de�acordo�com�a
dimensão�obtida.
No�exemplo:�X�=�25,3�mm

7.�Posicionar�o�padrão�do�dispositivo�904550�sobre�o
volante�e�aferir�o�relógio�comparador�com�o�padrão�de
altura�de�100�mm,�dando�uma�carga.
Por�exemplo:�6,0�mm
8.�Remover�cuidadosamente�o�suporte�com�o�relógio
comparador�já�aferido�e�guardá-lo�num�lugar�seguro�onde
não�possa�ser�alterada�a�aferição�do�relógio�comparador.

Procedimento�de�Fixação�do�Plâto
1.�Posicionar�os�3�calços�padrões�de�9,0�mm�de�espessura.

-�10�-
2.�Montar�sobre�os�calços�padrões�o�platô�e�posicionar�os
parafusos�de�fixação�com�suas�arruelas�de�pressão,�de�tal
forma�que,�os�mesmos�coincidam�com�suas�respectivas
roscas�do�volante�do�motor.
3.�Apertar�os�parafusos�de�fixação,�com�torque�de�aperto�de
25�Nm�(2,5�mkgf).

4.�Posicionar�o�suporte�de�relógio�comparador�aferido
anteriormente�como�padrão�de�altura�de�100�mm.

 
5.�Ajustar�através�do�parafuso�a�altura�dos�3�gafanhotos�da
embreagem�da�transmissão�até�observar�que�os�ponteiros
do�relógios�comparador�indiquem�exatamente�os�mesmos
valores�da�aferição.

Importante:�A�haste�do�relógio�comparador�deverá
apoiar-se�no�ponto�mais�alto�da�superfície�de�contato�dos
gafanhotos.

Os�3�gafanhotos�deverão�ser�regulados�exatamente�à
mesma�altura.

Travar�as�porcas�de�regulagem.

Verificação�do�Recuo�das�Placas�de�Pressão�da�Tomada�de�Potência
1.�Posicionar�o�parafuso�central,�disco�de�apoio�e�porca�de
acionamento.
2.�Acionar�várias�vezes�os�gafanhotos�da�transmissão.
3.�Posicionar�o�disco�de�apoio�de�forma�que�esteja�apenas
apoiada�sobre�os�gafanhotos.
4.�Medir�com�um�paquímetro�de�profundidade�a�distância
entre�a�cabeça�do�parafuso�central�e�o�disco�de�apoio.

-�11�-
5.�Aplicar�aos�gafanhotos�da�embreagem�da�tomada�de
potência�um�curso�de�10�mm.

6.�Verificar�se�os�calços�padrões�de�10�mm�passam
completamente�livres�entre�as�superfícies�do�volante�do
motor�e�a�placa�de�pressão.

 
Verificação�do�Recuo�das�Placas�de�Pressão�da�Transmissão
1.�Posicionar�o�disco�de�apoio�e�porca�de�acionamento
2.�Acionar�várias�vezes�os�gafanhotos�da�transmissão.

3.�Posicionar�o�disco�de�apoio�de�forma�que�esteja�apenas
apoiada�sobre�os�gafanhotos.
4.�Medir�com�um�paquímetro�de�profundidade�a�distância
entre�a�cabeça�do�parafuso�central�e�o�disco�de�apoio.

-�12�-
5.�Aplicar�aos�gafanhotos�da�embreagem�da�transmissão
um�curso�de�12�mm.

6.�Verificar�se�o�disco�de�fricção�se�encontra
completamente�livre.�Caso�nas�verificações�descritas,�forem
constatadas�medições�diferentes,�quando�for�efetuada
a�desmontagem�verificar�o�desgaste�das�peças�móveis
responsáveis�pelo�acionamento�da�placa�de�pressão�e
substituir�as�peças�danificadas.

 
Desmontagem�do�Platô�da�Embreagem
1.�Posicionar�a�base�do�dispositivo�904550�no�alojamento�da
árvore�de�manivelas,�no�volante�do�motor�e�fixá�-�la�comos
3�parafusos�e�respectivas�porcas.
2.�Posicionar�sobre�a�superfície�do�volante�3�calços�de
espessura�de�9,0�mm,�eqüidistantes�do�centro�a�uma
distância�igual�ao�raio�médio�da�placa�de�pressão�e�a�120º
um�do�outro.

3.�Fixar�o�platô�da�embreagem�no�volante�com�seus
respectivos�parafusos�e�arruelas.

-�13�-
4.�Marcar�a�posição�das�seguintes�peças:
-�carcaça
-�placas�de�pressão
-�gafanhotos

Nota:�É�importante�na�montagem,�montar�as�peças�supra
citadas�na�mesma�posição,�para�garantir�o�balanceamento
do�platô�da�embreagem.

5.�Deslocar�as�molas�de�tensão�e�destravar�um�extremo�dos
pinos�de�articulação�e�remover�os�pinos�de�articulação.
6�.Soltar�as�porcas�de�regulagem�dos�gafanhotos�do�platô�e
remover�os�gafanhotos.

7.�Fixar�o�parafuso�central�do�dispositivo�904550�com�sua
respectiva�porca.
8.�Posicionar�a�placa�e�a�porca�de�acionamento.�Retirar
os�parafusos�de�fixação�do�platô�da�embreagem�e
soltar�a�porca�de�acionamento,�lentamente�até�aliviar
completamente�a�carga�da�mola�diafragma.

9.�Remover�a�porca�e�a�placa�de�acionamento�e�a�seguir�a
carcaça�do�platô.

-�14�-
10.�Remover�a�placa�de�pressão�da�embreagem�da
transmissão�e�demais�componentes.

 
Inspeção�e�Consideração�Gerais�de�Montagem
Em�decorrência�do�sistema�utilizar-se�da�propriedade�do�atrito�para�a�transmissão�de�potência,�o�sistema�está�sujeito�a�um
certo�desgaste,�principalmente�os�discos�de�fricção.
Disto�resulta�que�o�curso�de�embreagem�é�insuficiente�para�liberar�o�disco�de�fricção�e,�consequentemente,�no
arranhamento�das�engrenagens�quando�se�efetua�o�engrenamento.
Para�evitar�esta�situação,�a�folga�da�embreagem�deve�ser�reajustada.
Verificar�o�rolamento�do�volante�do�motor�quanto�as�suas�condições�de�desgaste�(folga�excessiva).�Uma�indicação�deste
estado�poderá�ser�observada,�quando�ao�girar,�apresentar�um�barulho�de�golpes�intermitentes�ou�quando,�em�certa
posição,�se�observar�um�travamento�entre�a�pista�interna�e�a�externa.
Por�medida�de�segurança,�é�aconselhável�trocar�este�rolamento�por�ocasião�da�remoção�do�platô�da�embreagem.
Deve-se�observar�que,�se�durante�a�montagem�deste�rolamento,�a�blindagem�de�proteção�for�amassada�o�rolamento
deverá�ser�substituído�para�evitar�a�falha�prematura,�o�que�traria�conseqüências�sérias�para�o�resto�do�sistema.
Verificar�os�rolamentos�de�encosto�da�embreagem�quanto�ao�desgaste�sofrido�nas�superfícies�de�encosto.�Se�necessário,
proceder�as�suas�substituições.�Efetuar�nos�rolamentos�de�encosto,�a�mesma�inspeção�efetuada�no�rolamento�do�volante
do�motor.
Quando�for�efetuada�a�inspeção�dos�conjuntos�de�acionamento�blindados�e�constatar�que�não�se�encontram�em�perfeitas
condições�de�uso,�não�se�deverá�efetuar�reparos�nestes�componentes,�pois,�uma�eventual�substituição�dos�rolamentos,
raramente�ficará�em�boas�condições�operacionais.
Quando�apresentarem�defeito,�deverão�ser�substituídas�as�unidades�completas.
Utilizar�MOLYKOTE�321R�para�lubrificar�entre�a�bucha�de�guia�e�o�guia�do�rolamento�bem�como�o�estriado�da�luva�de
acoplamento.
Na�montagem�dos�retentores�utilizar�vaselina�preenchendo�os�espaços
Embeber�o�feltro�para�lubrificações�da�guia�do�rolamento�com�óleo�API�GL5�SAE�90.
Preencher�os�espaços�entre�os�retentores�e�o�rolamento�de�agulhas�do�eixo�interno�com�graxa�à�base�de�lítio�NLGI�nº2.
Lubrificar�internamente�a�guia�da�placa�de�encosto�através�do�tubo�de�lubrificação�utilizando�graxa�à�base�de�lítio�NLGI�nº�2.
Cuidado�com�o�excesso�de�lubrificação.
Verificar�os�discos�de�fricção.�Quanto�apresentarem�desgastes�excessivos,�rebites�soltos,�superfícies�vitrificadas�ou
empenamentos,�deverão�ser�substituídos.
Verificar�as�peças�móveis�em�geral,�quanto�ao�desgaste.
Aquelas�que�estiverem�com�desgaste�acima�do�normal,�deverão�ser�substituídas.
 

Montagem�do�Plâto�da�Embreagem� 
1.Posicionar�os�3�calços�padrões�de�9,0�mm�e�montar�a
placa�de�pressão�da�embreagem�da�TDP.

-�15�-
2.�Montar�sobre�a�placa�de�pressão�a�mola�diafragma
(observar�o�posicionamento�correto).

3.�Montar�a�placa�de�pressão�da�embreagem�da
transmissão
Nota:�Observar�as�marcas�feitas�na�desmontagem.

4.�Montar�o�disco�de�fricção�da�embreagem�da�transmissão
e�verificar�o�lado�de�montagem.

5.�Montar�a�carcaça�do�platô�da�embreagem�e�posicionar
os�parafusos�de�fixação�com�suas�arruelas�de�pressão,
de�tal�forma�que�os�mesmos�coincidam�com�suas
respectivas�roscas�do�volante�do�motor.�Observar�a�marca
de�montagem.

-�16�-
6.�Fixar�o�parafuso�central�com�sua�respectiva�porca�e
centralizar�o�disco�de�fricção�em�relação�ao�platô�através�da
ferramenta�904550.

7.�Posicionar�a�placa�e�a�porca�de�acionamento.�Girar�a
porca�de�acionamento,�até�a�carcaça�do�platô�encostar�na
superfície�do�volante.
8.�Fixar�os�parafusos�de�fixação,�com�torque�de�aperto�de
25�Nm�(2,5�mkgf)�e�remover�a�porca�de�acionamento�e�o
parafuso�central.

9.�Posicionar�os�gafanhotos�do�platô�e�fixá-los�através�das
respectivas�porcas�de�regulagem.

10.�Posicionar�as�molas�de�tensão�e�introduzir�os�pinos�dos
gafanhotos�e�travá-los�com�o�auxílio�de�um�punção.

-�17�-
Regulagem�da�Altura�dos�Gafanhotos�da�Tomada�de�Potência
1.�Posicionar�o�suporte�do�relógio�comparador,�aferido
anteriormente,�com�o�padrão�de�altura�de�100�mm�e
ajustar�através�do�parafuso�a�altura�dos�3�gafanhotos�da
embreagem�da�transmissão�até�observar�que�os�ponteiros
do�relógio�comparador�indiquem�exatamente�os�mesmos
valores�da�aferição.

Importante:�A�haste�do�relógio�comparador�deverá
apoiar�-�se�no�ponto�mais�alto�da�superfície�de�contato�dos
gafanhotos.

Os�3�gafanhotos�deverão�ser�regulados�exatamente�na�mesma�altura�e�as�porcas�de�regulagem�travadas
Regulagem�da�Altura�dos�Gafanhotos�da�Transmissão
1.�Posicionar�o�suporte�de�relógio�comparador�aferido
anteriormente�como�padrão�de�altura�de�124mm.
2.�Ajustar�através�do�parafuso�de�regulagem�a�altura
dos�3�gafanhotos�da�embreagem�da�transmissão�até
observar�que�os�ponteiros�do�relógio�comparador�indiquem
exatamente�os�mesmos�valores�da�aferição.
3.�Para�efetuar�uma�regulagem�fina,�deixar�a�contra�-�porca
do�parafuso�levemente�apertada.�Apertar�a�contra�-�porca�e
a�seguir�verificar�novamente�a�altura.

Importante:�A�haste�do�relógio�comparador�deverá�apoiar�-�se�no�ponto�mais�alto�da�superfície�de�contato�dos
gafanhotos.
Os�3�gafanhotos�deverão�ser�regulados�exatamente�a�mesma�altura.
Verificação�do�Recuo�da�Placa�de�Pressão�da�Tomada�de�Potência
1.�Posicionar�o�parafuso�central,�o�disco�de�apoio�e�a�porca
de�acionamento.�Acionar�várias�vezes�os�gafanhotos�da
transmissão.

2.�Posicionar�o�disco�de�apoio�de�forma�que�esteja�apenas
apoiado�sobre�os�gafanhotos�e�medir�com�um�paquímetro
de�profundidade�a�distância�entre�a�cabeça�do�parafuso
central�e�o�disco�de�apoio.
3.�Aplicar�aos�gafanhotos�da�embreagem�da�tomada�de
potência�um�curso�de�10�mm.

-�18�-
4.�Verificar�se�os�calços�padrões�de�10�mm�passam
completamente�livres�entre�as�superfícies�do�volante�do
motor�e�a�placa�de�pressão.

Verificação�do�Recuo�da�Placa�de�Pressão�da�Transmissão
1.�Posicionar�o�disco�de�apoio�e�porca�de�acionamento.
Acionar�várias�vezes�os�gafanhotos�da�transmissão.
2.�Apoiar�o�disco�sobre�os�gafanhotos�e�medir�com�um
paquímetro�de�profundidade�a�distância�entre�a�cabeça�do
parafuso�central�e�o�disco�de�apoio.

 
3.�Aplicar�aos�gafanhotos�da�embreagem�da�transmissão
um�curso�de�12�mm.
4.�Verificar�se�o�disco�de�fricção�se�encontra
completamente�livre.

Dados�Técnicos� -�Caixa�de�Câmbio
Números�de�marchas:� 
-�para�frente 12
-�para�trás 4
Óleo�lubrificante:
-�especificação SAE�90�API�GL�5
-�volume�do�óleo 55�litros
-�luz�indicadora�da�pressão�e�temperatura�do�óleo painel�de�instrumentos
lubrificante
-�válvula�de�pressão�abertura 1,0...1,5�bar
-�filtro�de�lubrificação 125�um
-�capacidade�do�filtro�de�lubrificação 0,750
Diferencial:

-�19�-
-�eixo�pinhão/coroa Z9/Z41
-�Relação�pinhão/coroa 4,55:1
Torque�de�Aperto:
-�porca�da�coroa�do�diferencial 130...143�Nm
-�parafusos�da�tampa�do�eixo�cônico�do�pinhão 50�Nm
-�porcas�do�eixo�cônico�do�pinhão 270...350�Nm
-�porcas�dosmancais�do�diferencial 97...117�Nm
-�parafuso�da�caixa�de�câmbio�ao�tanque�de�combustível 200...220�Nm
-�porca�para�fixação�da�carcaça�do�freio�a�caixa�de�câmbio 270...330�Nm
-�parafuso�de�fixação�domancal�do�eixo�cônico�do�pinhão 80�Nm
-�porca�do�eixo�lateral 350�Nm
Ajustes:
pré-carga�dos�rolamentos�cônicos�do�diferencial 6,0...9,6�Nm
pré-carga�dos�rolamentos�do�eixo�cônico�do�pinhão�medida 19...36�Nm
comtorquímetro�de�estalo�aplicado�na�porca�do�eixo
pré-carga�dos�rolamentos�do�diferencial�medida�com 350�Nm
torquímetro�de�relógio�aplicado�na�porca�do�eixo�cônico�do
pinhão
folga�entre�dentes�do�conjunto�pinhão�e�coroa 0,17...0,32�mm

Descrição�da�Caixa�de�Câmbio 
A�caixa�de�câmbio�pode�ser�definida�como�um�conjunto�de�engrenagens�que�possibilitam�a�seleção�de�relações�de
transmissão�para�adequar�a�potência�desenvolvida�pelo�motor�com�a�velocidade�e�carga�de�trabalho.�Essas�relações�de
transmissão�são�denominadas�marchas.
A�caixa�de�câmbio�desses�tratores�Valtra�possui�12�marchas�para�frente�e�4�para�trás.
O�tipo�da�caixa�de�câmbio�dos�tratores�Valtra�é�de�3�eixos�dispostos�numa�formação�triangular�e�é�classificada�dentro�do
grupo�denominado�como�de�engrenamento�constante.�Isto�significa�que�as�engrenagens�não�possuem�movimento�no
sentido�longitudinal�para�efetuar�o�acoplamento�de�qualquer�marcha.�Portanto,�são�utilizados�sincronizadores�ou�anéis�de
engate.
A�caixa�de�câmbio,�basicamente�é�constituída�pelos�seguintes�componentes:
-�carcaça�da�caixa�de�câmbio; 
-�eixos�da�transmissão.
-�mecanismo�seletor�de�marchas;
-�conjunto�do�diferencial;
-�sistema�de�lubrificação;
Carcaça�da�caixa�de�câmbio
A�carcaça�da�caixa�de�câmbio�é�uma�estrutura�de�ferro�fundido�dividida�em�2�cavidades.�A�cavidade�dianteira�suporta�o
conjunto�dos�3�eixos�da�transmissão�e�o�eixo�acionador�do�sistema�de�transmissão�do�eixo�dianteiro�(tratores�comtração
4x4)�e�a�cavidade�traseira�suporta�o�conjunto�do�diferencial.�Nas�paredes�laterais�da�cavidade�traseira�são�fixadas�redutores
finais�e�na�parede�traseira�o�mecanismo�da�tomada�de�potência,�e�a�tampa�superior�o�mecanismo�do�elevador�hidráulico.
Eixos�da�transmissão 
Eixo�principal
o�eixo�de�entrada�do�câmbio,�acionado�diretamente�pelo�eixo�piloto�da�embreagem�ou�pelo�eixo�acionador�do�multiplicador
de�velocidades.O�acoplamento�entre�ambos�é�feito�através�de�luva�estriada. 
O�eixo�principal�é�de�construção�oca�para�permitir�a�passagem�do�eixo�acionador�da�tomada�de�potência.O�seu�extremo
posterior�está�provido�de�estrias�ou�rasgos�para�o�acionamento�da�bomba�de�óleo�do�sistema�de�lubrificação.
O�eixo�principal�é�suportado�nas�paredes�frontal�e�intermediária�da�carcaça�através�de�rolamentos�de�rolos�cilíndricos.
Encontramos�no�eixo�principal�o�sincronizador�que�comanda�as�engrenagens�das�marchas�seletoras�3�e�4�(em�cada�grupo).
Todas�as�engrenagens�do�eixo�principal�ficam�em�engrenamento�constante�comas�do�eixo�lateral,�com�exceção�da
engrenagem�da�ré�Z=35,�que�também�engrena�com�a�engrenagem�Z=36�do�eixo�cônico�do�pinhão.

-�20�-
 
Eixo�lateral
O�eixo�lateral�conhecido�também�como�eixo�intermediário,�é�suportado�por�rolamentos�rolos�cilíndricos�tanto�na�parede
frontal�como�na�intermediária�da�carcaça�da�caixa�de�câmbio.
Encontra-se�no�eixo�lateral�o�sincronizador�que�comanda�as�marchas�seletoras�1�e�2�(em�cada�grupo).

 
Eixo�cônico�do�pinhão 
É�o�eixo�da�saída�da�potência�para�a�coroa�do�conjunto�do�diferencial�e�nos�modelos�4x4,�serve�também�para�acionar�a�TDP
do�eixo�de�tração�dianteiro.
O�eixo�pinhão�é�suportado�na�parede�frontal�por�um�mancal�provido�de�2�rolamentos�cônicos�e�na�parede�intermediária
por�um�rolamento�de�rolos�cilíndricos.
No�eixo�cônico�do�pinhão,�encontram-se�os�2�anéis�de�engate�que�comandam�os�quatros�(4)�grupos�demarchas�(L,�M,�H,�R).

-�21�-
 

-�22�-
 
Mecanismo�seletor�de�marchas
O�deslocamento�dos�anéis�de�engate�realiza�o�acoplamento�das�marchas�através�dos�garfos�comandados�pelas�alavancas.
Cada�alavanca�aciona�2�garfos.�O�mecanismo�seletor�de�marchas�está�localizado�na�lateral�direita�da�própria�carcaça�da
caixa�de�câmbio. 
O�mecanismo�de�trava�dos�eixos�seletores�é�construído�na�forma�convencional�de�esferas�carregadas�através�de�molas.
Conjunto�do�diferencial
O�conjunto�do�diferencial�é�suportado�através�de�2�mancais�providos�de�rolamentos�cônicos.O�diferencial�compreende
2�engrenagens�planetárias,�4�engrenagens�satélites�e�o�sistema�do�bloqueio.O�bloqueio�do�diferencial�é�acionado�por
um�pedal�(localizado�no�lado�direito�do�trator),�bloqueando�a�engrenagem�planetária�com�a�carcaça�do�diferencial,
ocasionando�o�acoplamento�rígido�entre�os�2�semi�-�Eixos�traseiros�da�transmissão�final.
Se�os�dentes�do�dispositivo�do�bloqueio�não�se�acoplarem�quando�o�pedal�é�acionado,�existe�uma�mola�que�ajuda�e
comanda�a�luva�de�engate,�fazendo�o�acoplamento�no�instante�seguinte.
Sistema�de�lubrificação 
A�lubrificação�do�sistema�de�transmissão�é�efetuada�por�imersão,�respingo�e�sob�pressão.
Os�componentes�que�recebem�lubrificação�sob�pressão�são:�eixo�principal,�eixo�lateral,�eixo�pinhão,�rolamento�da�TDP,
rolamentos�do�multiplicador�de�velocidades.

-�23�-
O�sistema�tem�como�componentes�principal�a�bomba�de�óleo�do�tipo�de�engrenagens,�que�é�acionada�diretamente�pelo
eixo�principal.�Existe�ainda�no�sistema�um�filtro�de�óleo�substituível�e�válvulas�reguladoras�de�pressão. 
O�sistema�possui�ainda�refrigeração�do�óleo�lubrificante�através�de�radiador.
Operação
As�figuras�a�seguir�ilustram�as�combinações�das�engrenagens�para�obter�as�distintas�marchas�do�câmbio.
Diferencial
O�diferencial�é�fixado�na�cavidade�traseira�da�carcaça�da�caixa�de�câmbio�e�é�suportado�através�de�2�mancais�providos�de
rolamento�cônicos.
O�diferencial�compreende�2�engrenagens�planetárias,�4�engrenagens�satélites�e�o�sistema�de�bloqueio,�localizado�na�parte
lateral�do�trator.
O�bloqueio�do�diferencial�é�acionado�por�um�pedal�(localizado�no�lado�direito�do�trator)�e,�quando�é�acionado,�o�sistema
bloqueia�a�engrenagem�planetária�com�a�carcaça�do�diferencial,�ocasionando�o�acoplamento�rígido�entre�os�2�semi�-�eixos
traseiros�da�transmissão�final.�Se�os�dentes�do�dispositivo�do�bloqueio�não�se�acoplarem�quando�o�pedal�é�acionado,�existe
uma�mola�que�ajusta�e�comanda�a�luva�de�engate,�fazendo�o�acoplamento�no�instante�seguinte.� 

CRONOGRAMA�DE�MARCHAS

 
 

   

-�24�-
   

 
 

 
 

   

-�25�-
   

   

Remoção�e�Instalação�da�Caixa�de�Câmbio 
Drenar�o�óleo�lubrificante�da�caixa�de�câmbio�e�das�reduções�finais.
Drenar�o�óleo�do�sistema�hidráulico.
Colocar�cunhas�entre�o�eixo�dianteiro�e�o�cavalete�do�eixo�dianteiro�(em�ambos�os�lados).�Calçar�as�rodas�dianteiras.
Remover�o�sistema�de�aceleração.
Desconectar�e�elevador�hidráulico�da�caixa�de�câmbio.
Soltar�o�tubo�de�pressão�e�sucção�do�sistema�hidráulico.
Soltar�o�tubo�da�direção�hidráulica.
Remover�o�gancho�de�tração.
Remover�o�sistema�de�engate�de�3�pontos�do�sistema�hidráulico.
Remover�a�tubulação�do�sistema�de�refrigeração�do�óleo�do�lado�da�caixa�de�câmbio.
Remover�a�caixa�do�elevador�hidráulico.
Remover�o�sistema�do�freio.
Soltar�os�parafusos�de�fixação�da�cabine�e�retirar�juntamente�como�sistema�do�ar-condicionado�e�o�ar�quente,�nos�tratores
com�cabine.
Levantar�e�apoiar�o�trator�com�cavalete,�posicionando-o�na�parte�central�do�tanque�de�combustível.
Retirar�as�rodas�traseiras.
Retirar�as�transmissões�finais.�Desconectar�as�alavancas�da�tomada�de�potência.
Retirar�o�conjunto�da�tomada�de�potência.
Soltar�a�luva�de�fixação�do�eixo�piloto�da�embreagem�e�do�eixo�principal�da�caixa�de�câmbio�(eixo�de�entrada�do
multiplicador�de�velocidades�dos�tratores�1580,1780,1380S,1680S�e�1880S�).
Retirar�os�parafusos�de�fixação�da�caixa�de�câmbio�ao�tanque�do�combustível�e,�com�auxílio�de�uma�talha,�remover�a�caixa
de�câmbio.
Instalação�da�caixa�de�câmbio
Proceda�na�ordem�inversa�à�remoção.
Nota:�A�caixa�de�câmbio�da�linha�pesada�possuem�3�versões�que�são:
A�-�Caixa�de�câmbio�com�pinhão�de�8�dentes�(sincronizada).
B�-�Caixa�de�câmbio�com�pinhão�de�9�dentes�(sincronizada).
C�-�Caixa�de�câmbio�com�pinhão�de�9�dentes�(560�HD�não�sincronizada)� 

-�26�-
Para�a�versão�(A)�seguir�as�instruções�estabelecidas�neste�manual�para�desmontagem�e�montagem�e�para�as�versões�(B�e
C),�seguir�a�seqüência�relacionada�abaixo:
Desmontagem:
1�-�Retirar�o�sistema�de�lubrificação�completo;
2�-�Retirar�o�conjunto�do�diferencial;
3�-�Retirar�os�garfos�da�3a�e�4a�e�na�sequência�o�eixo�principal;
4�-�Retirar�os�rolamentos�completos�do�eixo�lateral;
5�-�Levantar�o�eixo�lateral�e�retirar�os�garfos�dos�grupos�L,�H,�M�e�R;
6�-�Manter�o�eixo�lateral�levantado,�e�retirar�o�eixo�cônico�do�pinhão;� 
Montagem:
Proceda�na�ordem�inversa�à�desmontagem.
Quanto�as�regulagens�gerais�da�caixa�de�câmbio,�como�pré-carga�de�rolamentos,�profundidade�do�pinhão�e�folga�entre
dentes,�o�procedimento�é�igual�para�os�três�tipos�(A,�B�e�C)�de�caixa�de�Câmbio.� 

Desmontagem�do�Sistema�de�Lubrificação� 
1.�Soltar�e�remover�o�tubo�de�saída�do�sistema�de
arrefecimento�(do�lado�da�bomba)�e�o�tubo�de�saída�do�lado
da�carcaça�da�caixa�de�câmbio.

2.�Retire�o�banjo,o�tubo�de�lubrificação�da�TDP�e�as�arruelas
de�vedação.

3.�Retire�o�banjo�e�o�tubo�de�lubrificação�da�redução�final
(lado�esquerdo)�e�remova�o�tubo�da�redução�final�e�as
arruelas�de�vedação.

-�27�-
4.�Remover�o�tubo�de�lubrificação�do�eixo�lateral�e�o�tubo
do�filtro�do�óleo�juntamente�com�as�arruela�de�vedação.

5.�Remover�o�corpo�distribuidor�dos�tubos�de�lubrificação�e
a�bomba�de�óleo.

6.�Retire�o�tubo�de�sucção.

Nota:�A�montagem�da�tubulação�do�sistema�de
lubrificação�é�na�ordem�inversa�à�desmontagem.

-�28�-
 
 
7.�Em�caso�de�duvidas�de�montagem�do�sistema�de�lubrificação�observar�a�figura�acima.

-�29�-
Remoção�do�Diferencial� 
1.�Retirar�a�bucha�do�bloqueio.

2.�Retirar�as�porcas�de�fixação�das�caixa�de�mancais,
juntamente�com�as�chapas�de�calços.

3.�Posicione�o�dispositivo�900430�e�com�o�mesmo�deslocar
o�conjunto�do�diferencial�para�o�lado�direito�e�remover�a
capa�do�rolamento�cônico�do�lado�esquerdo.

4.�Remova�a�capa�do�rolamento�cônico�do�lado�direito,
utilizando�a�ferramenta�900440.

-�30�-
5.�Utilizando�o�dispositivo�901480,�retire�o�cone�do
rolamento�do�lado�direito.

6.�Posicionar�o�conjunto�do�diferencial�conforme�ilustra�a
figura�e�removê�-�lo�da�carcaça.

-�31�-
Desmontagem�do�Diferencial 

 
7.�Em�caso�de�duvidas�na�montagem�do�diferencial,�observar�a�figura.

-�32�-
Desmontagem�da�Caixa�das�Alavancas� 
1.Utilizando�um�soquete�Allen�de�8�mm,�retire�os�parafusos
de�fixação�da�caixa�das�alavancas�e�remova�a�caixa�das
alavancas.

2.�Remover�as�braçadeiras,�o�guarda�-�pó,�a�mola,�o
protetor,�o�anel�de�trava,�a�mola�prato�e�a�alavanca
juntamente�com�o�anel�de�encosto�da�rótula�da�alavanca.

3.�Utilizando�um�ponteiro,�remover�o�pino�de�trava,�o�anel
retentor,�a�barra�e�o�garfo�do�seletor.

-�33�-
4.�Remover�o�parafuso�de�trava�e�a�barra�do�seletor.

5.�Remover�a�cupilha�de�trava�da�caixa�de�esferas,�a�mola,�a
barra�e�o�garfo�do�seletor.

Remoção�do�Eixo�Principal
1.�Remover�o�anel�de�trava,�o�calço�e�a�engrenagem.

-�34�-
2.�Remover�o�anel�espaçador�e�o�calço.

3.�Remover�o�anel�de�trava,�o�anel�de�encosto,�chapa�de
calço�e�a�tampa�do�alojamento�do�rolamento�para�o�eixo�da
TDP.

4.�Soltar�a�porca�do�eixo�lateral�e�as�travas�do�rolamento,
para�aumentar�o�espaço�para�a�retirada�das�travas�do�eixo
principal
Retirar�o�rolamento�traseiro�do�eixo�principal�com�o�uso�da
ferramenta�especial

5.�Fixar�o�dispositivo�juntamente�com�a�arruela�de�apoio
e�empurrar�o�eixo�principal�até�que�seja�possível�retirar�a
trava�que�fica�entre�a�4°�e�a�capa�e�cubo.

-�35�-
7.�Destacar�os�anéis�de�segurança�de�seus�alojamento,
utilizando�ganchos�apropriados.

8.�Empurrar�o�eixo�principal�com�o�dispositivo.

9.�Puxar�o�eixo�principal�em�sentido�opo--sto�ao�eixo
lateral�de�maneira�que�a�engrenagem�Z=16�fique�livre�da
engrenagem�Z=42�do�eixo�lateral.�Nesta�posição,�remover�o
eixo�principal�pela�parte�traseira�da�carcaça.

-�36�-
10.�Remover�o�conjunto�das�engrenagens.

11.�Remover�o�anel�de�trava�e�o�rolamento,�utilizando�a
ferramenta.

Remoção�da�Engrenagem�da�TDP�da�Tração�Dianteira� 
1.�Destravar�a�porca,�e�com�a�ferramenta,�e�retire�a
contraporca�e�o�anel�de�trava�do�eixo�pinhão.

-�37�-
2.�Remover�a�engrenagem�da�TDP�da�tração�dianteira.

Remoção�do�Eixo�Lateral�e�do�Eixo�Cônico�do�Pinhão 
1.�Remover�os�parafusos�de�fixação�do�mancal�dianteiro�do
pinhão�e�retirar�a�tampa�do�mancal�e�os�calços�de�ajuste�da
profundidade�do�pinhão.

2.�Retirar�o�parafuso�Allen�e�o�parafuso�de�trava�da�barra
dos�seletores.

-�38�-
4.�Remover�o�anel�de�encosto�e�o�anel�de�trava�do
rolamento�dianteiro�do�eixo�lateral.

6.�Destravar�os�2�anéis�de�trava�da�engrenagem�Z=32�e
empurre�o�máximo�possível�o�eixo�lateral�no�sentido�da
parte�traseira�da�caixa�de�câmbio.

7.�Remover�a�trava�da�engrenagem�Z=42�do�seu�alojamento
e�remover�a�trava�da�capa�e�cubo.

-�39�-
8.�Empurrar�o�eixo�lateral�o�máximo�para�a�parte�dianteira
para�destacar�parcialmente�a�pista�externa�do�rolamento
dianteiro.

Empurre�o�eixo�lateral�novamente�para�o�lado�traseiro�para
providenciar�o�espaço�entre�a�trava�interna�e�a�capa�do
rolamento�dianteiro.

Retire�a�capa�coma�chave�de�fenda�ou�ponteiro

Nota:�Cuidado�para�não�danificar�a�gaiola�do�rolamento.

Remover�o�anel�de�trava�do�rolamento�dianteiro�do�eixo
lateral�e�na�seqüência,�empurre�-�o�no�sentido�da�parte
dianteira�da�caixa�de�câmbio�e,�nesta�posição,�desloque�-�o
no�seu�extremo�traseiro�para�retira�-�lo�da�carcaça�da�caixa
de�câmbio.

9.�Remover�as�pistas�internas�dos�rolamentos�do
eixo�lateral,�com�a�ferramenta�.Remover�os�diversos
componentes.

10.�Com�a�chave�de�fenda,�gire�a�barra�do�seletor�de�tal
forma�que�possibilite�remover�o�pino�de�trava�do�seletor.

-�40�-
11.�Remover�a�barra�do�seletor�juntamente�com�o�anel
retentor�e�os�garfos�do�seletor.

 
12.�Com�calços�e�parafuso�apropriados,�travar�a
engrenagem�Z=36�do�eixo�cônico�do�pinhão,�conforme
ilustra�a�figura.

13.�Com�o�auxílio�da�ferramenta�empurrar�o�eixo�cônico�no
sentido�da�parte�traseira�da�carcaça�da�caixa�de�câmbio,�tal
que�haja�espaço�para�destravar�os�anéis�de�segurança.

14.�Destravar�o�anel�de�segurança�do�lado�da�engrenagem
Z=36

-�41�-
15.�Destravar�o�anel�de�segurança�do�lado�da�engrenagem
Z=40.

16.�Destacar�o�anel�de�segurança�do�lado�do�anel�de�engate
dos�grupos�de�marchas�L�e�H.

17.�Retirar�o�dispositivo�e�remover�a�caixa�do�mancal
dianteiro.

18.�Remover�o�eixo�cônico�do�pinhão�pelo�lado�traseiro�da
carcaça�da�caixa�de�câmbio.�Remover�os�componentes�que
ficarem�soltos.

-�42�-
19.Remover�os�anéis�de�trava�do�rolamento�traseiro�do�eixo
cônico�do�pinhão.

 
20.�Com�a�ferramenta�e�manopla,�remover�o�rolamento
traseiro�do�eixo�cônico�do�pinhão.Se�necessário,�remover�o
suporte�do�filtro.

Montagem�do�Conjunto�da�Caixa�do�Diferencial
e�Determinação�da�Pré-Carga�dos�Rolamentos� 
1.�Posicionar�sobre�a�caixa�do�diferencial�o�anel�de�encosto
em�seu�respectivo�alojamento..

-�43�-
2.�Fixar�o�anel�de�encosto�com�a�ferramenta�e�manopla�usar
cola�no�anel�de�encosto�.

 
3.�Posicionar�a�engrenagem�planetária�esquerda�com�a
face�traseira�da�mesma�em�contato�com�a�face�do�anel�de
encosto.

 
4.�Posicionar�as�4�engrenagens�satélites�acoplando�os
dentes�das�mesmas�com�os�dentes�da�engrenagem
planetária�esquerda.�Em�seguida,�introduzir�a�cruzeta�do
diferencial�entre�as�engrenagens�satélites.

-�44�-
5.�Posicionar�o�eixo�longo�e�os�eixos�curtos�do�diferencial,
observando�para�que�um�dos�rebaixos�para�lubrificação
fique�voltado�para�cima�e�as�extremidades�contendo�rasgo
de�trava�fiquem�voltadas�para�fora.

 
6.�Posicionar�a�engrenagem�planetária�direita�e�encaixar
nos�dentes�das�4�engrenagens�satélites.

 
7.�Posicionar�a�engrenagem�da�coroa�com�a�face�dentada
voltada�para�baixo.

-�45�-
8.�Posicionar�sobre�a�engrenagem�planetária�direita,�a�mola
do�bloqueio�e,�na�parte�superior�da�mola,�posicionar�o�anel
de�encosto.

 
9.�Posicionar�a�bucha�do�bloqueio�sobre�o�anel�de�encosto.

 
10.�Fixar�na�caixa�do�diferencial�direita�o�anel�de�encosto
com�a�ferramenta,�usar�cola.

-�46�-
11.�Posicionar�a�caixa�do�diferencial�direita�com�as�estrias
da�bucha�do�bloqueio�que�está�montada�sobre�a�caixa�do
diferencial�esquerda.

 
12.�Fixar�as�carcaças�através�dos�parafusos�de�fixação,
arruelas�de�trava�e�porcas�comum�torque�de�130�Nm�(13
mkgf).

 
13.�Fixar�o�cone�do�rolamento�do�lado�direito�utilizando�a
ferramenta.

-�47�-
14.�Posicionar�o�conjunto�do�diferencial�dentro�da
carcaçada�caixa�de�câmbio,�observando�o�posicionamento
correto.�Apoiar�o�conjunto�com�a�ferramenta�para
centralizar�a�coroa.

 
15.�Fixar�o�cone�do�rolamento�do�lado�esquerdo,�utilizando
a�ferramenta.

 
16.�Fixar�a�capa�do�rolamento�cônico�do�lado�esquerdo
através�da�ferramenta�e�manopla�890220�e�em�seguida,
posicionar�a�caixa�do�mancal�do�lado�esquerdo�apertando
as�porcas�de�fixação�de�modo�que�a�mesma�encoste�na
carcaça�aplicando�um�torque�de�11�mkgf.

-�48�-
17.�Fixar�a�capa�do�rolamento�cônico�do�lado�direito�através
da�ferramenta.�Posicionar�a�caixa�do�mancal�do�lado�direito
apertando�com�as�porcas�de�fixação�manualmente.

Nota:�As�caixas�dos�mancais�deverão�ser�montadas�sem
os�anéis�retentores.

 
18.�Posicionar�calços�de�chapas�de�0,1�mm�e�de�0,2�mm�e
0,5mm.

 
19.�Após�posicionadas�as�chapas�de�calço,�apertar�as
porcas�de�fixação�do�mancal�do�lado�direito�aplicando�um
torque�de�11�mkgf.

-�49�-
20.�Posicionar�o�dispositivo�nas�estrias�da�planetária,�e
medir�o�torque�de�giro,�utilizando�o�torquímetro�ou�com�a
balança.

Nota�:�Travar�as�engrenagens�satélites�e�planetárias,�o
torque�de�giro�deverá�ser�de�6�a�9,6�Nm�ou�com�balança�de
3,5�a�4,5�Kg.

Para�diminuir�a�pré-carga�dos�rolamentos�(torque�de�giro)
aumenta-se�a�espessura�das�chapas�e�para�aumentar,
diminui�-�se�a�espessura.

Se�precisar�de�chapas�de�calços�com�espessura�menor
que�0,1mm,�utilize�as�chapas�de�calços�circulares�(veja�a
regulagem�da�folga�entre�dentes�coroa/pinhão).
 

Montagem�do�Eixo�Principal 
1.�Através�da�ferramenta�fixar�a�pista�interna�do�rolamento
de�rolos�cilíndricos.

3.�Lubrificar�com�óleo�lubrificante�limpo�a�superfície
anteriormente�pulverizada�com�Molykote.

-�50�-
4.�Posicionar�no�eixo�o�anel�de�trava�inferior�do�cubo.
Nota:�Na�montagem,�utilize�somente�anéis�de�trava
novos.Introduzir�a�engrenagem�Z=22,�mantendo�a�face
cônica�voltada�para�cima.

9.�Introduzir�no�eixo�o�conjunto�capa�e�cubo�montado�com
a�marca�de�referência�para�montagem�voltada�para�o�lado
dianteiro�do�eixo�principal.

11.�Posicionar�a�engrenagem�Z=26.

-�51�-
12.�Posicionar�o�pino�guia�do�anel�de�encosto�em�seu
alojamento.

13.�Posicionar�o�rolamento�de�agulhas�sobre�a�engrenagem
Z=26.

-�52�-
14.�Posicionar�a�engrenagem�Z=35�tal�que�a�face�contendo
rebaixo�de�0,5�mm�no�cubo,�fique�voltada�para�o�lado
dianteiro�do�eixo�principal.

15.�Ilustração�mostrando�o�rebaixo.

 
16.�Posicionar�o�anel�de�encosto,�porém,�não�é�necessário
a�sua�fixação,�pois�isto�virá�ao�correr�quando�na�montagem
final�do�eixo�principal�na�carcaça.�Após�ter�feito�a
sub-montagem�do�conjunto,�retirar�os�componentes�do
carretel,�bem�como�o�anel�de�trava�superior�do�conjunto�do
sincronizador.

-�53�-
 
18.�Em�caso�de�duvidas�na�montagem�do�eixo�principal�da�caixa�de�câmbio�560�HD,�observar�a�figura�acima�a�seqüência�de
montagem.

Montagem�do�Eixo�Lateral� 
1.�Fixar�a�pista�interna�do�rolamento�dianteiro�através�da
ferramenta�905060.

2.�Posicionar�a�chaveta�paralela�em�seu�alojamento�no�eixo
lateral.

-�54�-
3.�Posicionar�a�engrenagem�Z=36�orientando�a�canaleta�de
guia�da�mesma�com�a�chaveta�paralela.

4.�Introduzir�o�anel�espaçador�e�posicionar�o�anel�de�trava.

5.�Limpar�as�superfícies�deslizantes�com�Chlorotene�V.G.
e,�em�seguida�pulverizar�com�molykote�321R�em�Spray
deixando�secar�durante�5�minutos

Lubrificar�com�óleo�lubrificante�limpo,�a�superfície
anteriormente�pulverizada�com�Molykote�321R.

-�55�-
6.�Montar�o�anel�de�trava�inferior�do�conjunto�do
sincronizador�no�eixo.

Nota:�Na�montagem,�utilizar�somente�anéis�de�trava�novos.

7.�Introduzir�a�engrenagem�Z=41�mantendo�a�face�cônica
voltada�para�o�lado�traseiro�do�eixo.

12.�Introduzir�o�conjunto�capa�e�cubo�montado�com�a
marca�de�referência�para�montagem�voltada�para�o�lado
dianteiro�do�eixo�lateral.

-�56�-
15.�Introduzir�a�engrenagem�Z=42.

16.�Introduzir�o�anel�espaçador�posicionando�o�guia�do
mesmo�entre�os�dentes�da�engrenagem�Z=15.

17.�Fixar�a�pista�interna�do�rolamento�traseiro�através�da
ferramenta.

-�57�-
18.�Posicionar�o�anel�de�segurança�usando�um�alicate�de
bicos�retos,�mantendo-o�fora�de�sua�sede.

19.�Introduzir�pela�parte�dianteira�do�eixo�lateral,�o�anel�de
segurança�inferior�(fora�de�sua�sede),�engrenagem�Z=32�e�o
outro�anel�de�segurança.

 
21.�Em�caso�de�duvidas�na�montagem�do�eixo�lateral�da�caixa�de�câmbio�560�HD.�observar�a�figura�acima�a�seqüência�e
montagem�e�as�folgas�axiais.

-�58�-
Montagem�do�Eixo�Cônico�do�Pinhão 
1.�Posicionar�os�pinos�guia�dos�anéis�espaçadores�em
seus�alojamentos,�conforme�indicação,�coloque�o�eixo
cônico�do�pinhão�em�uma�bancada�e�fixar�a�pista�interna�do
rolamento�de�rolos�cilíndricos�com�a�ferramenta�902740.

2.�Posicionar�o�anel�espaçador�fazendo�com�que�a�canaleta
de�trava�do�mesmo�se�aloje�junto�ao�pino�guia�e�posicione
manualmente�os�respectivos�anéis�de�trava�em�seus
alojamentos,�em�seguida,�posicionar�o�anel�de�trava�do�anel
espaçador.

-�59�-
3.�Proceder�à�sub-montagem�do�carretel�do�eixo�cônico
posicionando�sobre�a�engrenagem�Z=51,�o�conjunto�capa�e
cubo.

4.�Posicionar�o�alojamento�interno�do�dispositivo�901440
em�contato�com�os�dentes�sincronizadores�da�engrenagem
Z=31�e,�em�seguida,�posicionar�o�anel�de�trava�da
engrenagem�na�face�do�dispositivo�contendo�guia�para
montagem�do�mesmo.

  
5.�Posicionar�sobre�o�cubo�do�sincronizador�o�conjunto
engrenagem�Z=31.

-�60�-
6.�Posicionar�o�anel�espaçador�no�alojamento�interno�do
dispositivo.

7.�Posicionar�na�face�contendo�guia�para�posicionamento,�o
anel�de�trava.

8.�Posicionar�sobre�a�engrenagem�Z=31,�o�dispósitivo
juntamente�com�o�anel�espaçador�e�anel�de�trava.

-�61�-
9.�Posicionar�sobre�o�dispositivo�a�engrenagem�Z=40�com�a
face�das�estrias�de�acoplamento�voltada�para�cima.

10.�Posicionar�sobre�a�engrenagem�Z=40�o�conjunto�capa�e
cubo�(grupos�R�e�M.).

11.�Posicionar�o�alojamento�interno�do�dispositivo�em
contato�com�os�dentes�sincronizadores�da�engrenagem
Z=36�e,�em�seguida,�posicionar�o�anel�de�trava�da
engrenagem�na�face�do�dispositivo�contendo�guia�para
montagem�do�mesmo.

-�62�-
12.�Posicionar�sobre�o�cubo�do�conjunto�sincronizador�a
engrenagem�Z=36�juntamente�com�o�dispositivo�e�anel�de
trava.

Nota:�Na�montagem,�utilizar�somente�anéis�de�trava�novos.

 
14.�Em�caso�de�duvidas�na�montagem�do�eixo�cônico�do�pinhão�da�caixa�de�câmbio�560�HD,�observar�a�figura�acima�a
seqüência�de�montagem�e�as�folgas�axiais.

-�63�-
Montagem�da�Caixa�de�Câmbio 
1.�Posicionar�na�parede�intermediária�da�carcaça�o�anel�de
segurança�do�rolamento�traseiro�do�eixo�cônico�do�pinhão.

2.�Fixar�a�pista�externa�do�rolamento�de�rolos�cilíndricos
com�a�ferramenta.�Posicionar�o�outro�anel�de�segurança�em
sua�sede.

3.�Posicionar�o�eixo�cônico�em�sua�sede�na�carcaça.

-�64�-
4.�Introduzir�pela�parte�dianteira�do�eixo�a�engrenagem
Z=51e�posicionar�o�apoio�901450�entre�a�parede
intermediária�e�engrenagem�Z=51.
5.�Posicionar�os�componentes�do�carretel�do�eixo�cônico.

6.�Remover�o�apoio�901450�e,�em�seguida,�destravar�e
remover�o�dispositivo.�Deixar�apenas�trava�que�prende�a
engrenagem�da�ré.

7.�Com�o�auxílio�de�uma�chave�de�fenda,�fazer�com�que�o
anel�de�trava�ocupe�sua�sede�no�eixo.

12.�Posicionar�o�dispositivo�901410�na�face�traseira�da
carcaça,�possibilitando�o�apoio�do�eixo�cônico�para
posterior�montagem�do�mancal.

-�65�-
13.�Com�a�ferramenta�montar�no�eixo�a�pista�interna�do
rolamento�cônico�do�mancal�dianteiro.

Montagem�do�Mancal�Dianteiro�do�Eixo
Cônico�do�Pinhão�Para�os�Modelos�4x4� 
1.Posicionar�o�anel�retentor�no�mancal�dianteiro
Pré-montado)�do�eixo�cônico�dos�modelos�4x4.

 
2.�Posicionar�a�caixa�do�mancal�em�sua�sede�na�carcaça.

3.�Posicionar�o�anel�espaçador�(Pré-determinado),�tomando
o�cuidado�para�que�o�furo�de�lubrificação�do�mesmo
coincida�com�o�correspondente�do�eixo�cônico�do�pinhão.

-�66�-
 
4.�Com�o�auxílio�da�ferramenta,�fixar�a�outra�pista�interna�do
rolamento�cônico.

5.�Posicionar�a�engrenagem�acionadora�da�TDP�dianteira,
observando�para�que�a�face�contendo�ressalto�fique�em
contato�com�a�face�do�cone�do�rolamento�do�mancal.

6.�Fixar�a�porca�com�um�torque�de�270...350�Nm�(27...35
mkgf),�utilizando�a�chave�torquimétrica�e�soquete.
Isto�deverá�ser�feito�com�uma�das�engrenagens�travada.

7.�Posicionar�a�arruela�de�segurança�guiando�a�mesma�com
a�canaleta�existente�no�eixo.

-�67�-
8.�Posicionar�a�outra�porca,�deixando�na�distância�de�um
rasgo�de�trava�e,�em�seguida,�travar�ambas�as�porcas�com�a
arruela�de�segurança.

Montagem�dos�Garfos 
1.�Posicionar�o�garfo�seletor�em�sua�sede�na�capa�dos
grupos�R�e�M,�H�e�L.

2.�Posicionar�a�barra�do�seletor�pelo�lado�dianteiro�da
carcaça,�tal�que�possibilite�a�colocação�da�esfera�em�sua
sede�no�garfo�seletor.

3.�Com�auxílio�do�dispositivo�forçar�o�conjunto�formado�pela
mola�e�esfera�para�a�sua
sede�e,�em�seguida,�introduzir�a�barra�do�seletor�retirando
ao�mesmo�tempo,�o�dispositivo�de�montagem.

-�68�-
4.�Posicionar�o�pino�de�trava�dos�garfos�seletores.

5.�Com�o�auxílio�de�uma�chave�de�fenda,�girar�a�barra�do
seletor�de�modo�a�posicionar�o�furo�cònico�na�parede
lateral�da�carcaça�do�câmbio,�cuidado�para�que�o�pino�de
trava�fique�entre�os�garfos�seletores.

6.�Posicionar�o�parafuso�de�trava,�tal�que�o�cone
do�parafuso�e�da�barra�do�seletor�se�assentem
adequadamente.

7.�Fixar�o�parafuso�Allen�devendo�o�mesmo�apoiar�sobre�o
parafuso�de�trava�anteriormente�colocado.

-�69�-
Regulagem�do�Posicionamento�do�Eixo�Cônico�do�Pinhão� 
1.�A�regulagem�do�posicionamento�do�eixo�cônico�do
pinhão,�consiste�na�determinação�da�espessura�das�chapas
de�calço,�que�são�posicionadas�entre�a�parede�externa�da
carcaça�e�a�caixa�do�mancal�dianteiro�do�eixo�cônico�do
pinhão.

Está�espessura�de�chapas�de�calço�corresponde�ao
posicionamento�da�face�do�eixo�cônico�do�pinhão�em
relação�ao�centro�dos�furos�de�alojamento�dos�mancais�do
diferencial,�medida�está�gravada�na�face�do�pinhão.

2.�A�regulagem,�deverá�ser�efetuada�através�da�utilização
do�dispositivo�juntamente�com�um�relógio�comparador�da
seguinte�maneira:
Selecionar�a�haste�do�relógio�comparador�com
comprimento�de�122�mm�e�fixá-la�no�fuso�do�relógio
comparador�(sem�forçar),�limpando�previamente�a�sua
rosca�de�fixação.

3.�Limpar�as�faces�de�apoio�do�eixo�e�do�cálibre�de
regulagem�do�dispositivo.
Posicionar�a�face�de�apoio�do�eixo�no�cálibre,�tomando�o
cuidado�que�a�ponta�da�haste�fique�apoiada�na�superfície
da�altura�marcada�com�o�número�128.
Nesta�condição,�fixar�o�relógio�comparador�através�do
parafuso�de�fixação,�aplicando�uma�carga�de�3,0�mm.

4.�Posicionar�o�dispositivo�para�controle�nos�furos�dos
mancais�e�fixar�o�conjunto�através�do�parafuso�e�porca
mantendo�uma�perto�sobre�as�tampas�cônicas,�tal�que
possibilite�ao�eixo�e,�consequentemente�ao�relógio
comparador,um�movimento�de�oscilação�de�cima�para
baixo�e�vice-versa.
Determinar�a�posição�em�que�a�haste�do�relógio
comparador�fique�na�horizontal,�e�em�seguida,�anotar�a
leitura�do�relógio�comparador.
Análise�dos�resultados
Para�calcular�a�espessura�das�chapas�de�calço,�dispomos
dos�seguintes�valores:

-�Medida�de�aferição�do�dispositivo�128,00�mm�(constante)
-�Medida�gravada�na�face�do�pinhão�127,90�mm�(por�exemplo)
-�Carga�aplicada�ao�relógio�comparador�3,00�mm

-�70�-
-�Leitura�encontrada�no�relógio�comparador�3,80�mm�(por�exemplo)

Primeiramente,�calcular�o�valor�do�recuo�do�relógio�comparador�em�relação�à�medida�de�aferição:�3,80�-�3,00�=�0,80�mm
Com�o�valor�do�recuo�do�relógio�comparador,�podemos�calcular�a�posição�do�eixo�cônico�do�pinhão�da�seguinte
maneira:128,00�-�0,80�=�127,20�mm
Efetuando�a�diferença�entre�a�medida�gravada�na�face�do�eixo�cônico�do�pinhão�e�a�medida�acima�calculada,
encontramos�a�espessura�dos�calços:�127,90�-�127,20�=�0,70�mm
Para�selecionar�a�quantidade�de�chapas�de�calço�existem�as�seguintes�opções:0,1�-�0,15�-�0,2�-�0,5�mm
Em�nosso�exemplo:�1�calço�de�0,2�mm�e�1�calço�de�0,5mm.
5.�Posicionar�os�calços�entre�o�mancal�e�a�carcaça�da�caixa�dezcâmbio�e�fixar�os�parafusos�do�mancal�aplicando�um
torque�de�5�a�6�mkgf.

Montagem�do�Garfo�Seletor�3ª�e�4ª� 
1.�Posicionar�o�garfo�seletor,�tal�que�o�mesmo�assente
sobre�a�capa�e�cubo�dos�grupos�R�e�M.

2.�Posicionar�a�barra�do�seletor�para�parte�dianteira�da
carcaça�e�encaixar�no�entalhe�localizado�na�extremidade�do
eixo�o�anel�retentor.

3.�Montar�o�sistema�de�trava�posicionando�a�esfera,�a�mola
e�a�caixa�de�esfera�em�sua�sede�no�garfo�do�seletor.

-�71�-
4.�Com�uma�chave�de�fenda,�fixar�a�cupilha�em�sua�sede�no
garfo�seletor.

5.�Fixar�a�barra�do�seletor�em�sua�sede�fazendo�com�que
o�cone�do�parafuso�se�aloje�ao�furo�cônico�existente�na
extremidade�da�barra.
Utilizar�cola�Loctite�222�para�fixar�o�parafuso�de�trava

Montagem�Final�do�Diferencial� 
1.�Posicionar�o�conjunto�do�diferencial�na�parte�traseira�da
carcaça,�observando�o�seu�posicionamento�correto.

2.�Apoiar�o�conjunto�do�diferencial�com�calços�de�madeira�e
fixar�o�cone�do�rolamento�esquerdo.

-�72�-
3.�Fixar�a�capa�do�rolamento�do�lado�esquerdo�com�a
ferramenta�891780�e�fixar�a�caixa�do�mancal,�apertando�as
porcas�com�um�torque�de�110�Nm�(11mkgf).

4.�Fixar�a�capa�do�rolamento�do�lado�contrário,�com�a
ferramenta�891780�e�posicionar�a�caixa�do�mancal�com�as
chapas�de�calço�determinadas�na�pré-carga�e�apertar�as
porcas�com�torque�de�110�Nm�(11�mkgf).

Determinação�da�Folga�Entre�Dentes�do�Conjunto�Coroa/Pinhão� 
1.�Posicionar�a�haste�do�relógio�comparador
perpendicularmente�ao�flanco�do�dente�da�coroa�e�medir�a
folga�em�4�pontos�da�coroa�(90º�um�do�outro).

-�73�-
2.�Se�a�folga�encontrada�for�menor�que�0,17�mm,�substituir
chapas�de�calço�bi-partidas�por�chapas�de�calço�circulares
de�igual�espessura�e�montá-las�no�mancal�oposto,
conforme�a�figura.
A�folga�entre�dentes�a�ser�regulada�deverá�ser�de�0,17...0,32
mm.
Para�aumentar�a�folga�transferir�calços�do�mancal�do�lado
da�coroa�para�o�lado�oposto�e�vice-versa.

Controle�do�Contato�Entre�Dentes�do�Conjunto�Coroa/Pinhão� 
1.�Esse�controle�é�efetuado�para�corrigir�possíveis�erros
na�regulagem�da�profundidade�do�pinhão�e�da�folga�entre
dentes�do�conjunto�coroa/pinhão.

2.�O�contato�entre�dentes�é�obtido�pintando�os�dentes�da
coroa�com�tinta�do�tipo�óxido�de�ferro�e�girando�o�pinhão�5
voltas�para�a�direita�e�5�voltas�para�a�esquerda,�mantendo�a
coroa�um�pouco�freada.

-�74�-
Montagem�da�Caixa�das�Alavancas�e�Acionamento�do�Bloqueio� 
1.�Engatar�a�marcha�L�4�e�posicionar�a�junta�de�vedação�e
fixar�a�caixa�das�alavancas�com�respectivos�parafusos.

2.�Montar�a�bucha�juntamente�com�o�anel�retentor�em�seu
alojamento�interno.

Dados�Técnicos -�Caixa�Multiplicadora
Multiplicador�de�Velocidades
 Tipo mecânico
Relação�de�transmissão 0,907:1
Lubrificação sob�pressão,�borrifo�e�imersão
Torque�de�Aperto
-�parafusos�do�multiplicador�a�caixa�de�câmbio  200...220�Nm�(aplique�Loctite�271)
-�porcas�do�eixo�da�tomada�de�potência�dianteira 95...105�Nm
-�parafusos�multiplicador�ao�tanque�de�combustível 200...220�Nm�(aplique�Loctite271)
Ajustes
-�folga�axial�do�eixo�da�tomada�de�potência  0,18...0,25�mm
-�espessura�dos�calços�para�o�ajuste�anterior 0,10...0,20�mm

Descrição�do�Multiplicador�de�Velocidades 
É�um�conjunto�localizado�entre�a�embreagem�e�a�caixa�de�câmbio,�que�multiplica�a�rotação�vinda�do�motor�para�o�eixo
principal�do�câmbio�em�torno�de�10%.
Basicamente�consiste�de�uma�carcaça�de�ferro�fundido�que�incorpora�2�eixos�que�sustentam�as�engrenagens�de
multiplicação:
Z=31�/�Z=32�e�Z=33�/�Z=29.
A�engrenagem�Z=29�é�montada�nas�estrias�do�eixo�principal.
O�eixo�de�entrada�do�multiplicador,�é�suportado�por�rolamentos�de�esferas�e�por�sua�vez�o�eixo�intermediário�por
rolamentos�de�rolos�cilíndricos.
Na�parte�inferior�da�cavidade�do�multiplicador,�é�montado�o�conjunto�da�TDP�da�tração�dianteira.
O�mesmo�consiste�da�engrenagem�condutora�(acoplada�na�extremidade�do�eixo�pinhão)�e�a�engrenagem�conduzida
(suportada�por�um�eixo�na�própria�carcaça�do�multiplicador).

-�75�-
Esse�par�de�engrenagem,�determina�a�relação�de�transmissão�do�eixo�da�tração�dianteira�em�relação�ao�eixo�traseiro.
Existem�atualmente�4�pares�de�engrenagens�que�deverão�ser�utilizadas�conforme�a�relação�de�transmissão�da
coroa/pinhão�e�do�tipo�e�tamanho�dos�pneus�dianteiros�e�traseiros.
Para�possibilitar�a�seleção�correta�da�rodagem,�é�posicionada�uma�placa�de�identificação�na�carcaça�da�caixa�de�câmbio
com�a�número�que�identifica�as�engrenagens�da�TDP�dianteira�e�o�conjunto�coroa/pinhão.1

 
MULTIPLICADOR
Posição  Engrenagem Nº�de�Dentes

1 DO�EIXO�PRIMÁRIO Z�31
DO�MULTIPLICADOR

2 MOVIDA�DO�EIXO�CARRETEL Z�32

3 DO�EIXO�PRIMÁRIO�DO�CÂMBIO Z�29

4 MOTORA�DO�EIXO Z�33
 T.D.P�DIANTEIRA�E�RODAGEM
 �Multiplicador Modelo�Trator Engrenagem Rodagem

Nº�5 Nº�6 Dianteiro Traseiro

81001200 1580/1280 Z�32 Z�38 14.9�-�28�R1 18.4�-�38�R1


1580 18.4�-�26�R1 20.8�-�38�R1
18.4�-�26�R1 23.1�-�34�R2

81001000 1580/1280 Z�29 Z�35 14.9�-�28�R1 23.1�-�30�R1


1580 14.9�-�28�R2 23.1�-�30�R2
1580 14.9�-�26�R1 18.4�-�34�R1
14.9�-�26�R1 23.1�-�26�R2

81000900 1780 Z�32 Z�37 18.4�-�26�R1 24.5�-�32�R1


16.9�-�30�R1 20.8�-�30�R1
14.9�-�28�R2 23.1�-�30�R2
16.9�-�30�R1 23.1�-�34�R2

-�76�-
 

-�77�-
 

-�78�-
Desmontagem�do�Multiplicador�de�Velocidades 
1.�Solte�os�parafusos�de�fixação�do�multiplicador�de
velocidades�e�remova-o�cuidadosamente,�utilizando�uma
talha.

2.�Remover�o�anel�de�trava�do�eixo�de�entrada�e�com�uma
chave�de�fenda�ou�espátula�remova�o�anel�retentor,�o�anel
espaçador�e�o�anel�O-ring.

3.�Remover�o�anel�de�trava�traseiro�e�com�a�ferramenta
903070�retire�o�eixo�de�entrada�juntamente�com�o
rolamento.

4.�Remover�a�engrenagem�Z=31.

-�79�-
5.�Remover�o�rolamento�de�esferas�com�a�ferramenta
891710.

6.�Remover�o�rolamento�dianteiro�com�extrator
convencional�e�retire�o�anel�espaçador.Com�auxilio�de�uma
chave�defenda,�retire�a�tampa�protetora�da�carcaça�do
multiplicador.

7.�Remover�o�anel�de�trava�da�pista�externa�e�interna�do
rolamento.

8.�Remover�o�anel�de�trava�e�a�engrenagem�Z=33.
9.�Retire�o�eixo�juntamente�com�a�engrenagem�Z=32�e�o
anel�espaçador.

-�80�-
10.�Remover�a�trava�interna�do�rolamento�traseiro�e�o
rolamento�traseiro�com�a�ferramenta�891710.

11.�Remover�a�tampa�de�proteção�e�destrave�a�arruela�de
trava�da�porca�do�eixo.�Com�a�ferramenta�904580,�retire�as
duas�porcas�e�as�arruela�de�trava�do�eixo�da�TDP.

12.�Remover�o�anel�de�encosto�e�a�flange.

13.�Remover�os�anéis�retentores,�utilizando�uma�chave�de
fenda�ou�espátula�e�retire�o�anel�de�trava�frontal.

-�81�-
14.�Remover�os�anéis�de�encosto�e�os�calços�de�regulagem.

15.�Remover�o�eixo�da�TDP�batendo�com�a�ferramenta
903840�e�retirar�a�engrenagem,�luva�de�acoplamento,�anel
de�encosto�e�cone�do�rolamento�traseiro

16.�Remover�o�eixo�da�TDP�batendo�com�a�ferramenta
903840�e�retirar�a�engrenagem,�luva�de�acoplamento,�anel
de�encosto�e�cone�do�rolamento�traseiro

17.�Remover�o�cone�do�rolamento�dianteiro�com�extrator
convencional�e�retirar�o�anel�de�encosto.

-�82�-
Dados�Técnicos -�Redução�FInal
Tipo�  epicicloidal
-�relação�de�redução i=6,1875
Ajustes:
Folga�axial�do�eixo�traseiro 0,025�a�0,075�mm
Torque�de�apertos:
-�bujão�de�dreno�do�óleo�do�sistema�da�TDP�e�do�hidráulico 150�Nm
-�parafuso�de�ajuste�da�folga�axial�do�rolamento�do�eixo 5�Nm
traseiro
-�porca�de�fixação�da�roda 570...690�Nm
-�parafusos�de�fixação�da�carcaça�tubular�a�carcaça�do�freio 72...125�Nm
-�parafusos�de�fixação�da�unidade�atuadora�do�freio 80�Nm
-�parafuso�de�fixação�da�carcaça�do�freio�a�caixa�de�câmbio 270...330�Nm

Descrição�da�Redução�Final� 
A�redução�final�é�composta�por�um�conjunto�de�engrenagens�responsável�pela�redução�final�do�sistema�de�transmissão.
A�redução�final�possibilita�uma�transformação�da�potência�disponível�(fornecida�pelo�motor�através�da�caixa�de�câmbio)
numa�capacidade�de�carga�maior�(maior�torque)�e�uma�velocidade�menor�(menor�rotação).
A�proporção�desta�mudança�é�obtida�pela�relação�de�redução�do�engrenamento,�eliminando�-�se�as�perdas�devidas�ao
atrito�interno�do�conjunto.
Nos�modelos�antigos�a�relação�de�transmissão�é�de�i�=�5,2�e�nos�modelos�novos�a�relação�é�de�i=5,6.�A�transmissão�é
efetuada�através�de�semi�-�eixo,�reduções�planetárias�e�eixo�traseiro.
A�estrutura�da�redução�final�é�composta�de�duas�partes,�a�primeira�fixada�ao�câmbio�denominada�de�carcaça�do�freio�e�a
segunda�que�serve�de�elo�de�ligação�entre�a�carcaça�de�freio�e�a�roda�denominada�carcaça�tubular.
A�carcaça�tubular�também�é�constituída�de�ferro�fundido�e�aloja�o�engrenamento�final�e�o�eixo�traseiro.
Há�uma�diferença�entre�os�modelos�antigos�e�novos,�pois�para�o�primeiro�caso�a�carcaça�tubular�e�a�engrenagem�externa
constituem�numa�só�peça�visto�que�é�prensada�em�sua�sede�na�carcaça.
Já�para�os�tratores�atuais�a�engrenagem�é�independente�da�carcaça�tubular�e�é�fixada�através�de�parafusos�entre�as
carcaças�tubular�e�do�freio.

 
1.�Engraxadeira�(engraxar�os�rolamentos�em�intervalos�a�cada�1000�horas�de�trabalho)
2.�Coloque�o�arame�expansor
3.�A�folga�do�rolamento�é�ajustado�através�apertando�o�parafuso�central�entre�3-5�Nm.
4.�Bujão�de�drenagem�5.�Usar�silicone�preto�para�vedação
Remoção�e�instalação�da�redução�final

-�83�-
 1.�Proceda�da�seguinte�forma:
-�calçar�as�rodas�dianteiras�do�trator;
-�levantar�a�parte�traseira�do�trator,�o�suficiente�para�que�as�rodas�traseiras�fiquem�suspensas�do�solo.�Para�sustentar
nessa�posição,�colocar�um�cavalete�de�apoio�na�parte�central�da�caixa�de�câmbio.�O�trator�deverá�estar�completamente
estabilizado.
-�retirar�as�rodas�traseiras;
-�drenar�o�óleo�do�sistema�de�transmissão�e�do�hidráulico;
-�remover�os�grampos�dos�suportes�das�barras�de�engate;
-�soltar�os�parafusos�de�fixação�do�piso�da�plataforma;
-�calçar�o�piso�da�plataforma�sobre�a�caixa�de�câmbio;
-�retirar�as�articulações�dos�freios�de�serviço;
-�retirar�a�articulação�do�bloqueio�do�diferencial;
-�remover�os�pinos�de�pressão�e�retirar�o�eixo�de�fixação�do�braço�do�apalpador;
-�remover�as�cupilhas�e�retirar�os�pinos�de�articulação�do�gancho�de�tração;
-�remover�o�sistema�de�acionamento�do�sistema�de�freio;
-�remover�as�porcas�de�fixação�das�carcaças�de�freio�na�caixa�de�câmbio;
-�retirar�as�transmissões�finais.

 
1.Engraxadeira�(engraxa�os�rolamentos�em�intervalos�a�cada�1000�horas�de�trabalho)
2.�coloque�o�arame�expansor
3.�A�folga�do�rolamento�é�ajustado�através�apertando�o�parafuso�central�entre�3�-�5�Nm
4.�Sensor�de�atuação�do�disco�(somente�para�modelos�especiais)
5.�Bujão�de�drenagem
6.�Usar�silicone�preto�para�vedação
Instalação�da�redução�final
-�proceder�na�ordem�inversa�à�remoção.

Dados�Técnicos�-�Tomada�de�Potência 
-�Tomada�de�potência�(TDP)  540�rpm�standard�1000�rpm�opcional
-�tipo 1eixo�de�6�estrias
-�diâmetro�(mm) 35�mm�(1�3/8”)44�mm�(1�3/4”
-�rotação�nominal�/�rotação�do�motor 540�/�1747�rpm
-�relação�de�transmissão 2.245:12.268:1
-�acionamento mecânico�por�alavancas�manual
Sistema�de�lubrificação:

-�84�-
-�óleo�lubrificante API�GLS�SAE�90
-�volume�do�óleo 55�litros
Ajustes:
-�folga�axial�do�eixo�TDP 0,25-0,075
Torque�de�aperto:
-�parafusos�de�fixação�do�suporte�dos�rolamentos 78�Nm�(7,8�mkgf
-�parafusos�de�fixação�da�tampa�traseira/caixa�de�câmbio 80�Nm�(8,0�mkgf)
-�porca�do�eixo�da�TDP 270...280�Nm�(27...28�mkgf)

Descrição�da�Tomada�de�Potência 
O�trator�é�equipado�com�tomada�de�potência�de�uma�rotação�nominal�de�540�rpm�e�pode�ser�montada�como�opcional�com
duas�rotações�nominais�de�540�e�1000�rpm.
Em�ambos�os�casos�a�transmissão�de�potência�é�realizada�através�do�eixo�acionador�ligado�na�luva�de�acoplamento�do
eixo�principal�do�câmbio,�que�aciona�o�eixo�estriado�(13),�onde�se�encontra�a�engrenagem�acionadora�Z17�/�Z22�(14)�que
desliza�sobre�as�estrias�do�mesmo�para�realizar�o�seu�acoplamento�com�as�engrenagens�Z55�(42)�e�Z50�(66)�do�eixo�da
tomada�de�potência�(39).Quando�o�acoplamento�é�selecionado�através�da�alavanca�de�comando�do�operador,�para�acoplar
a�engrenagem�Z17�com�a�engrenagem�Z55�do�eixo�da�tomada�de�potência,�este�gira�à�rotação�nominal�de�540�rpm,�com�o
motor�a�1747�rpm�e,�quando�selecionado�para�acoplar�a�engrenagem�Z22�com�a�Z50�do�eixo�da�tomada�de�potência,�este
gira�à�rotação�nominal�de�1000�rpm,�com�o�motor�a�2270�rpm.
Quando�a�tomada�de�potência�é�do�tipo�de�1�rotação�(540�rpm),�a�engrenagem�Z22�não�tem�efeito�nenhum�do
funcionamento,�porém,�permite�que�o�conjunto�possa�ser�ampliado�para�o�uso�da�velocidade�de�1000�rpm�através�da
substituição�da�bucha�distanciadora�(34)�e�adição�simples�das�peças�marcadas�com�um�*�na�figura�abaixo.
A�tomada�de�potência�igualmente�pode�ser�acionada�por�uma�embreagem�exclusiva,�razão�pela�qual,é�denominada
embreagem�da�tomada�de�potência�independente.�Nesse�caso,�não�existe�ligação�com�a�luva�de�acoplamento�do�eixo
principal�do�câmbio,�sendo�o�acionamento�realizado�através�do�disco�de�fricção�e�eixo�piloto�dessa�embreagem.�Desta
forma,�tanto�a�tomada�de�potência�quanto�o�câmbio�possuem�comandos�independentes�um�do�outro
O�mecanismo�da�tomada�de�potência�se�encontra�incorporado�na�tampa�traseira�da�caixa�de�câmbio,�a�qual�é�construída
de�ferro�fundido�de�alta�resistência.�A�lubrificação�dos�componentes�da�TDP�é�comum�com�a�caixa�de�câmbio,�sendo
do�tipo�imersão�e�borrifo.�O�eixo�estriado�e�seus�componentes�recebem�lubrificação�sob�pressão�da�própria�bomba�de
óleo�do�câmbio.�Ambos�os�eixos�da�tomada�de�potência�são�suportados�através�de�rolamentos�de�esferas�para�alta
rigidez�e�estabilidade�na�transmissão�de�potência.�Também�a�guia�(18)�do�eixo�estriado�que�serve�para�o�acionamento�da
engrenagem�Z17�/�22�é�suportada�através�de�rolamentos�de�esferas.

-�85�-
 
  
REMOÇÃO�E�INSTALAÇÃO�DA�TOMADA�DE�POTÊNCIA
1.�Proceda�da�seguinte�forma:
-�drenar�o�óleo�lubrificante�da�caixa�de�câmbio;
-�remover�a�alavanca�de�comando;
-�remover�o�suporte�do�engate�rápido�das�válvulas�de�controle�remoto,�fixo�na�carcaça�da�TDP;
-�remover�o�suporte�do�3º�ponto�;
-�retirar�as�duas�barras�inferiores�de�levantamento�do�seu�eixo�montado�na�carcaça�da�TDP;
-�destravar�o�gancho�de�tração�através�do�acionamento�da�respectiva�alavanca�(cuidado�com�a�queda�do�gancho);
-�remover�a�mola�helicoidal�da�alavanca�de�trava�do�gancho�de�tração;
-�retirar�as�porcas�do�eixo�do�apalpador�do�sistema�hidráulico�de�levantamento;
-�soltar�os�parafusos�Allen�que�prendem�a�carcaça�da�TDP�à�carcaça�do�câmbio�sem�removê-los.�A�seguir�através�de�uma
espátula�destacar�um�conjunto�do�outro.�Com�uma�talha�e�corrente�levemente�esticar�assegure�o�conjunto�da�TDP�e�a
seguir�proceder�à�remoção�do�conjunto�da�TDP�cuidadosamente.
-�retirar�e�inutilizar�a�junta�de�vedação�da�tomada�depotência.
INSTALAÇÃO�DA�TOMADA�DE�POTÊNCIA.
Nota:�Para�montagem�da�tomada�de�potência,�proceder�na�ordem�inversa�à�desmontagem,�fazendo�a�nova�Regulagem�do
sistema�do�apalpador�do�hidráulico�de�levantamento. 

-�86�-
Montagem�da�Guia�do�Eixo�Estriado� 
1.�Com�um�alicate�de�pontas�montar�o�anel�de�trava�em�sua
sede�na�guia�do�eixo�estriado.

2.�Fixar�o�rolamento�de�esferas�com�a�ferramenta�903320
mantendo�a�face�do�rolamento�onde�está�gravada�a�marca
do�fabricante�voltada�para�o�lado�externo.

3.�Posicionar�o�anel�distanciador.

-�87�-
4.�Fixar�o�outro�rolamento�de�esferas�com�a�ferramenta
903320,�com�igual�posicionamento�ao�anterior.

5.�Fixar�o�conjunto�da�guia�do�eixo�estriado�na�engrenagem
Z17�/�22,�utilizando�a�ferramenta�903360.

6.Posicionar�o�anel�distanciador�e�em�seguida�posicionar�o
anel�de�trava�em�sua�sede.

-�88�-
Montagem�da�Tomada�de�Potência 
1.�Com�um�alicate�de�bico,�montar�o�anel�de�trava�do
rolamento�traseiro�do�eixo�da�TDP,na�sede�do�lado�interno
da�carcaça

2.�Com�a�ferramenta�903340�fixar�o�rolamento�de�esferas
traseiro�do�eixo�da�TDP�até�o�mesmo�encostar�no�anel�de
trava�anteriormente�montado.

3.�Fixar�o�anel�de�trava�do�lado�externo�do�rolamento�de
esferas�traseiro�do�eixo�da�TDP.

-�89�-
4.�Com�a�ferramenta�903330�fixar�o�rolamento�de
esferas�traseiro�do�eixo�estriado,�observando�o�correto
posicionamento�do�rolamento.

5.�Passar�vaselina�no�anel�retentor�e�posicioná�-�lo�em�sua
sede�no�alojamento�do�rolamento�traseiro�do�eixo�estriado.

6.�Com�um�tarugo�de�bronze�fixar�a�tampa�do�rolamento
traseiro�do�eixo�estriado.

-�90�-
7.�Com�alicate�de�bico,montar�o�anel�de�trava�da�tampa
traseira�do�eixo�estriado.

8.�Colocar�o�eixo�da�TDP�em�sua�sede�e�posicionar�a�bucha
distanciadora.

9.�Posicionar�nas�estrias�do�eixo�da�TDP�a�engrenagem
Z55�de�tal�forma�que,�o�lado�onde�o�código�da�peça�está
gravado,�fique�do�lado�contrário�à�ponta�do�eixo.

-�91�-
10.�Posicionar�no�eixo�da�TDP�a�arruela�distanciadora.

11.�Posicionar�nas�estrias�do�eixo�da�TDP,�a�engrenagem
Z50�de�tal�forma�que�a�face�dos�dentes�onde�é�usinada�a
entrada�para�o�acoplamento�da�engrenagem�Z22,�fique�do
lado�contrario�a�ponta�do�eixo�da�TDP.

12.�Com�um�tarugo�de�bronze�fixar�o�eixo�da�TDP�no
rolamento�traseiro.

13.�Posicionar�no�eixo�da�TDP�a�bucha�distanciadora�e�em
seguida�o�anel�distanciador.
Nota!�Se�o�conjunto�da�TDP�tiver�uma�rotação�nominal
prosseguir�a�montagem,�fixando�o�eixo�da�TDP�no
rolamento�traseiro�em�seguida�posicionar�a�bucha
disntanciadora�e�o�anel�distanciador.

-�92�-
14.�Fixar�o�retentor�em�sua�sede�com�a�ferramenta�903360.

15.�Com�um�alicate�de�bico�reto,�posicionar�a�chapa�de
proteção�do�eixo�da�TDP.

16.�Fixar�o�eixo�estriado�no�rolamento�de�esferas�traseiro,
batendo�com�um�tarugo�de�bronze.

17.Com�um�alicate�de�bicos,montar�o�anel�de�trava�na
sede�interna�do�eixo�estriado.�(Esse�anel�de�trava�serve�de
batente�do�eixo�acionador).

-�93�-
18.�Montar�nas�estrias�do�eixo�estriado,�o�conjunto�da
engrenagem�Z17�/�Z22�e�a�guia�o�eixo�estriado

-�94�-
Sistema�de�Direção

Dados�Técnicos  

Tração�Dianteira�Carraro 
 Tipo�de�eixo Carraro�20.29
Tipo�de�bloqueio�automático Standard
Relação�do�diferencial 2,538
Relação�do�cubo�redutor 6,923
Relação�total 17,570
Relação�entre�o�eixo�dianteiro�e�traseiro 1,315
Ângulo�de�direção�regulável ±�7�graus
Ângulo�de�oscilação 6�graus
Cateter 7�graus
Câmber 1,5�graus
Convergência 0�-�5�mm
Bitola 1900
Lubrificação
Diferencial 6�lts
Redutor 2�x�1,5�lts
Tipo�de�óleo 80�w�90�API�GL5

Valores�de�Pré-Carga 
Eixo�do�pinhão� 
-�Pré-carga�dos�rolamentos�do�eixo�cônico�do�pinhão 3�-�5�Kg
(balança�dinamômetrica)
-�Espessura�dos�separadores 2,50�-�3,40�mm
Diferencial:
-�Pré-carga�dos�rolamentos�do�eixo�pinhão�(34,8�diâmetro) 6�-�9�Kg
-�Folga�entre�dentes�coroa�e�pinhão 0,17�-�0,21�mm
-�Espessura�das�arruelas�de�encosto�dos�satélites�com 1,45�-�1,55�mm
engreno�de�0,1�mm
-�Folga�entre�o�conjunto�satélite 0,13�-�0,18�mm
-�Espessura�dos�discos�de�aço�bloqueio�automático 1,43�-�1,47�mm
-�Espessura�dos�discos�de�fricção 2,24�-�2,36�mm
Outros
Folga�entre�as�engrenagens�do�conjunto�satélite�e�o�eixo 0,1�-�1,1�mm

Torques�de�Aperto 
Cubos:� 
-�Tampa�suporte�dos�planetários 25�Nm
-�Parafusos�de�fixação�das�planetárias 80�Nm
-�Parafusos�de�fixação�do�suporte�das�engrenagens 230�Nm

-�95�-
-�Parafusos�de�fixação�dos�pivôs 190�Nm
-�Prisioneiro�de�rodas 550�Nm
-�Prisioneiro�das�rodas�dianteiras�com�o�cubo�da�roda 70�Nm
-�Terminais�da�direção 220�Nm
Eixo�pinhão
-�Porca�do�eixo�do�pinhão�de�acordo�a�pré-carga
estabelecida
-�Parafusos�de�fixação�do�flange�de�saída�ao�eixo�cardan 70�Nm
-�Parafuso�de�fixação�do�flange�no�eixo�do�pinhão 60�Nm
-�Diferencial
-�Parafusos�das�braçadeiras�na�carcaça�do�eixo 170�Nm
-�Parafusos�de�fixação�dos�mancais�bi-partidos 265�Nm
-�Parafusos�de�fixação�da�coroa 70�Nm
Outros:
-�Parafusos�dos�mancais�centrais 380�Nm
-�Porcas�dos�terminais�de�direção 300�Nm
-�Porcas�de�travas�dos�terminais�da�direção 250�Nm
-�Porca�de�fixação�dos�parafusos�batentes 150�Nm
-�Parafuso�de�fixação�do�cilindro�da�direção 120�Nm
-�Prisioneiros�das�braçadeiras�do�mancal�central 200�Nm

Descrição 
O�eixo�Carraro�tem�como�standard�um�bloqueio�automático.
Na�construção�do�eixo�Carraro�mostremos�os�desenhos,�nas�seguintes�páginas.
Os�intervalos�de�manutenção�e�qualidade�do�óleo�são�as�mesmas�que�se�utiliza�no�Eixo�Sige.
Quanto�aos�pontos�de�lubrificação�por�graxa,�devemos�engraxar�cada�50�horas.
1.Bujão�de�drenagemda�carcaça�do�eixo

2.�Bujão�de�enchimento

3.�Bujão�de�drenagem�e�enchimento�do�cubo

4.�Graxa�EP�para�as�estrias

-�96�-
1.�Tampão�de�drenagem�do�óleo

2.�Distância�da�montagem�do�retentor�cassete�no�cubo

3.�Pontos�a�serem�lubrificados�no�eixo

4.�Eixo�propulsor

 
Diferencial�do�eixo�carraro

1.�Separador�elástico

 
Cilindro�da�direção

1.�Haste�do�cilindro�da�direção

1a.�Retentor�do�pistão

1b.�Anel�de�desgaste

2.�Camisa�do�cilindro

3.�Tampa�do�cilindro

3a.�Retentor�raspador

3b.�Retentor�de�óleo
 

Retirar�o�Eixo�Dianteiro 
1.�Acionar�o�freio�de�mão,�calçar�as�rodas�traseiras.
Desconectar�se�necessário�os�cabos�da�bateria.
2.�Drenar�o�óleo�da�carcaça�do�eixo�como�dos�redutores�finais.

-�97�-
3.�Retirar�o�suporte�protetor�do�eixo�cardan.�Retirar�a�junta�universal�do�cardan�ao�eixo�dianteiro.
4.�Desligar�as�mangueiras�do�sistema�de�direção.
5.�Retirar�o�eixo�dianteiro�do�trator,�com�o�auxilio�de�correntes�ou�cintas.
6.�Solte�os�parafusos�dos�mancais�e�retire�o�eixo.

Substituição�das�Buchas�dos�Mancais�Central 
1.�Acione�o�freio�de�mão,�calce�as�rodas�traseiras,�desligue
os�cabos�da�bateria.
2.�Levante�a�parte�dianteira�do�trator�e�coloque�cavaletes
apoiado�no�tanque�de�combustível.
3.�Sustente�o�eixo�para�soltar�os�parafusos�dos�mancais.
4.�Após�solto�os�parafusos�dos�mancais�em�seguida�retirar
os�mesmos.

5.�Solte�o�parafuso�de�fixação�da�bucha,�verifique�se�houve
desgaste�se�necessário�substitua,�e�aperte�o�parafuso�de
trava.
6.�Verifique�a�situação�do�retentor�(�V�)�substitua�se�for
necessário.

7.�Retire�o�mancal�dianteiro�do�eixo.

-�98�-
8.�Verifique�o�estado�da�bucha,�se�for�necessário�troque,
como�também�do�retentor
em�(�V�).

9.�Retire�o�parafuso�de�fixação�da�bucha,�retire�a�mesma
análise�caso�necessário�substitua.
Verifique�também�o�anel�de�vedação.
10.�Coloque�o�mancal�no�eixo,�em�seguida�monte�o�eixo�no
trator�apertando�os�parafusos�com�um�torque�de�380�Nm.
11.�Engraxe�todos�os�pontos�de�lubrificação,�com�graxa
universal.
12.�Retire�os�cavaletes�que�estão�debaixo�do�trator.
13.�Experimente�o�funcionamento�do�trator.h

Colocar�o�Eixo�Dianteiro 
1.�Verifique�se�as�buchas�dos�mancais�estão�corretamente�colocadas�no�eixo,�e�que�os�pinos�guia�estejam�no�lugar.
2.�Levante�o�eixo�no�seu�lugar,�aperte�os�parafusos�de�fixação�dos�mancais�com�o�torque�de�380�Nm.
3.�Coloque�as�mangueiras�do�cilindro�da�direção,�e�monte�a�flange�do�eixo�cardan.
4.�Monte�as�rodas�dianteiras�que�foram�retiradas�do�trator,�e�retire�os�cavaletes.
5.�Coloque�óleo�no�diferencial,�(�6�lts)�e�nos�cubos�redutores�(�2,5�lts)�tipo�de�óleo�SAE�80W90�ou�SAE�90�API�GL5.
6.�Aplique�graxa�em�todos�os�pontos�de�lubrificação.
7.�Experimente�o�trator�verifique�a�direção�e�se�não�há�vazamentos.

Substituir�Engrenagens�Planetárias�e�Roletes 
1.�Acione�o�freio�de�mão.�Coloque�dois�calços�em�ambas�as
rodas�traseiras.
Desligue�a�bateria.
2.�Levante�a�parte�dianteira�do�trator,�coloque�dois�cavaletes
e�retire�as�rodas.
3.�Retire�o�bujão�de�dreno�e�retire�todo�o�óleo�do�cubo
redutor.

-�99�-
4.�Retire�os�parafusos�de�fixação�da�tampa�suporte�das
planetárias.
5.�Com�um�martelo�de�plástico�dar�alguns�golpes�para
facilitar�a�retirada�da�tampa�suporte�das�planetárias.

6.�Se�houver�a�necessidade�de�trocar�os�roletes,�das
planetárias,�soltar�os�parafusos�de�fixação�(B)�retire�as
arruelas�de�encosto,�tenha�cuidado�com�o�pino�central.

7.�Retire�as�planetárias�e�as�arruelas�de�encosto,�não
misture�os�roletes.
Caso�necessário�substitua�(total�de�roletes�28�peças).
Nota!�Caso�houver�desgaste�nos�pinos�das�planetárias
teremos�que�trocar�a�tampa�suporte�das�planetárias.

8.�Monte�as�arruelas�de�encosto,�roletes,�caso�necessário
substitua�por�novos,�e�aperte�os�parafusos�da�arruela�de
fixação�com�um�torque�de�80
Nm.
Nota!�Na�montagem�dos�roletes�utilizar�graxa.

9.�Coloque�1,5�lts�de�óleo�(�SAE�90�API�GL5�)�cada�lado�e�em
seguida�monte�as�rodas.

-�100�-
Trocar�Buchas�e�Retentores�Cassete�dos�Cubos�das�Rodas 
1.�Retirar�a�tampa�suporte�das�planetárias�e�em�seguida�as
travas�do�semi-eixo�com�mostra�na�figura.

2.�Sustente�o�cubo�com�uma�corda,�solte�os�parafusos
de�fixação�da�engrenagem�anelar�e�em�seguida�retire�a
engrenagem�anelar.

3.�Retire�o�cubo�da�roda�completo�com�o�rolamento
externo.

-�101�-
4.�Retire�o�cubo�completo�com�os�rolamentos�da�carcaça�de
articulação.

5.�Com�o�uso�de�uma�espátula�retire�o�retentor�cassete.

 
6.�Retire�as�pistas�dos�rolamentos�do�cubo�da�roda
utilizando�uma�ferramenta�adequada,�na�montagem
havendo�a�necessidade�congele�as�pistas.

 
7.�Troque�o�retentor�cassete�utilizando�a�ferramenta
especial�no�ETV894460,�engraxe�os�lábios�do�retentor.

-�102�-
8.�Havendo�a�necessidade�de�trocar�a�engrenagem�anelar
intema,�retire�a�trava�de�fixação�da�engrenagem�central.

9.�Caso�for�trocar�as�buchas�guias�de�aço,�antes�monte�as
buchas�na�engrenagem�central�para�servir�de�guia.

10.�Efetue�a�fixação�da�engrenagem�interna�anelar,�na
engrenagem�central�depois�monte�o�anel�de�trava.
11.�Monte�o�rolamento�interno�na�carcaça�da�articulação,
em�seguida�o�cubo�da�roda�e�o�rolamento�externo,�havendo
a�necessidade�podemos�aquecer.
12.�Monte�a�engrenagem�anelar,�aperte�os�parafusos�de
fixação�com�um�torque�de�230�Nm.

13.�Monte�as�arruelas�de�encosto�e�as�travas�do�semi-eixo.

-�103�-
Trocar�a�bucha�e�o�Retentor�da�Carcaça�do�Eixo 
1.�Devemos�retirar�os�pivôs�e�a�cabeça�da�articulação
completa�para�troca�dos�retentores�e�buchas�internas.
2.�Com�um�extrator�de�impacto�retire�o�retentor�da�carcaça.

3.�Com�um�extrator�de�impacto�retire�a�bucha�da�carcaça.

4.�Monte�a�bucha�com�uma�ferramenta�adequada.

-�104�-
5.�Montagem�do�retentor�do�semi-eixo.

6.�Com�um�extrator�de�impacto�retire�a�bucha�e�o�retentor
da�cabeça�da�articulação.

 
7.�Substitua�a�bucha�da�carcaça�da�articulação

-�105�-
8.�Substitua�o�retentor�da�carcaça�da�articulação

9.�Monte�o�semi-eixo,�cabeça�da�articulação�completa,�as
arruelas�superiores�e�inferiores,�coloque�os�pivôs�apertando
os�parafusos�com�190�Nm.

10.�Após�a�montagem�das�arruelas�de�encosto,�trava�do
semi-eixo,�colocar�a�tampa�suporte�das�planetárias�e
abasteça�com�óleo�(AE90�API�GL5)

-�106�-
Trocar�o�Retentor�Cassete�do�Eixo�Pinhão 
1.�O�retentor�pode�ser�trocado�seguindo�as�seguintes
instruções.
2.�Drene�o�óleo�do�diferencial.
3.�Retire�a�flange�do�eixo�pinhão.
4.�Com�o�uso�de�uma�espátula�adequada�retire�o�retentor�e
seu�suporte.
5.�Coloque�o�suporte�do�retentor�no�seu�alojamento,�monte
um�novo�retentor�cassete�aplicando�graxa�nos�lábios�e
cuidando�para�não�danificar�nas�estrias.
6.�Monte�a�flange�de�saída�do�eixo�pinhão,�aperte�o
parafuso�de�fixação�da�flange�com�um�torque�de�70�Nm.
7.�Experimente�o�funcionamento�do�trator,�se�não�há
vazamentos.

Retirar�o�Conjunto�do�Diferencial 
1.�Drene�todo�o�óleo�retire�o�cilindro�da�direção.
2.�Retire�os�cubos,�as�articulações,�os�semi-eixos.
3.�Solte�todos�os�parafusos�de�fixação�da�carcaça�do
diferencial�e�em�seguida�remova-a.

 
4.�Coloque�o�conjunto�do�diferencial�sobre�uma�bancada.

-�107�-
5.�Retire�os�parafusos�de�fixação�das�travas�das�porcas�de
regulagem�da�coroa.

 
6.�Retire�as�porcas�de�regulagem�da�coroa.

 
7.�Antes�de�tirar�os�mancais�bi-partidos�faça�uma�marca,
para�facilitar�a�montagem.

-�108�-
8.�Retire�os�parafusos�de�fixação�dos�mancais�bi-partidos.

 
9.�Retire�da�carcaça�as�pistas�dos�rolamentos�e�o�conjunto
do�diferencial.

 
10.�Retire�os�rolamentos�da�carcaça,�quando�for�necessário.

-�109�-
Retirar�o�Eixo�Cônico�do�Pinhão 
1.�Retire�o�retentor�cassete�com�uma�alavanca.

2.�Retire�o�retentor�cassete�Juno�com�a�junta�de�vedação
caso�houver.

 
3.�Trave�o�eixo�pinhão�para�não�girar,�solte�a�porca�do�eixo
pinhão�com�a�chave�especial�no�ETV�490�D.

-�110�-
4.�Retire�a�porca�e�a�arruela�de�trava.

5.�Retire�o�eixo�do�pinhão�da�carcaça�golpeando�com
um�martelo�plástico,�tenha�cuidado�com�as�arruelas
intermediárias�e�rolamentos.

6.�Quando�for�necessário�retire�as�pistas�dos�rolamentos.

-�111�-
7.�Com�um�extrator�universal�retire�o�rolamento�do�eixo
pinhão�e�o�calço�de�regulagem�da�profundidade.
Nota!�O�lado�cônico�do�calço�do�pinhão�é�montado�para�o
lado�da�cabeça�do�pinhão.

Desmontagem�do�Diferencial 
1.�Solte�os�parafusos�de�fixação�da�coroa,�partindo�a
carcaça�em�duas�partes.
2.�Retire�a�tampa.

 
3.�Retire�o�conjunto�satélite�composto�de�duas�planetárias�e
quatro�satélites.

-�112�-
4.�Verifique�o�estado�do�conjunto�planetário�quanto�a
desgaste.

Montagem�do�Diferencial 
1.�Verifique�o�estado�dos�discos�de�fricção�quanto�a
desgaste,�caso�necessário�substitua�o�pacote�completo.

2.�Cuidado�ao�montar�as�arruelas�de�encosto�dos�satélites,
as�mesmas�possuem�posição�de�montagem.

3.�Monte�a�coroa�na�carcaça,�aplique�nos�parafusos�de
fixação�Locitite�270,�e�aperte�com�um�torque�de�70�Nm.

-�113�-
4.�Coloque�os�rolamentos�do�diferencial�se�necessário
aqueça-os�antes�da�montagem.

Regulagem�da�Profundidade�do�Eixo�Pinhão 
1.�Monte�as�pistas�dos�dois�rolamentos�do�eixo�pinhão.

2.�Monte�os�cônicos�dos�rolamentos�e�utilize�a�ferramenta
ETV893454�(2
PEÇAS)�aperte�a�porca�de�forma�que�o�pinhão�gire
livremente�porém�sem�folga.

-�114�-
3.�Com�o�uso�da�ferramenta�especial�ETV893451�e�um
paquímetro�de�profundidade,�tire�a�medida�da�distância�da
ferramenta�ao�rolamento.

D�=�90�mm�do�rolamento.
R�=�25�mm�raio�do�diâmetro�da�ferramenta�.

4.�Tire�a�medida�(�Y�)�equivalente�a�distância,�do�rolamento
superior�do�pinhão�a�ferramenta�ETV893451�com�o�auxílio
de�um�paquímetro.

5.�A�medida�(�B�)�é�a�distância�do�centro�da�coroa�a�parte
traseira�da�cabeça�do�pinhão�(�o�centro�da�coroa�esta
representada�pelo�raio�do�diâmetro�do�alojamento�dos
rolamentos).
Esta�medida�pode�ser�calculada�como�segue:
B�=�(Y�-�r�+�R�/�D)
Exemplo:�B�=�(99,10�-�25,00�+�45,00)�=�199,10
X�=�(�B�-�V�)
X�=�(199,10�-�116,10)
X�=�3,00�mm

Nota!�A�letra(�V�)�gravada�no�pinhão�equivale�a�distância�do
centro�da�coroa�a�parte�traseira�da�cabeça�do�pinhão. 

-�115�-
6.�Monte�no�eixo�pinhão�primeiro�o�calço�de�3,00�mm�com�o
lado�cônico�para�o�baixo�depois�o�rolamento.

Nota!�Caso�necessidade�aqueça�o�pinhão�a�80°C.

Regulagem�da�Pré-Carga�dos�Rolamentos�do�Pinhão 
1.�Ao�montar�o�pinhão�use�peças�novas;�rolamentos
separador�elástico,�arruela�e�porca.
2.�Monte�o�eixo�pinhão�na�carcaça.

3.�Trave-o�para�não�girar�e�aperte�a�porca�lentamente�em
etapas�com�a�ferramenta�ETV�893�430.

-�116�-
4.�Com�o�uso�de�uma�balança�dinamométrica,�aplicada�no
eixo�pinhão�verifique�a�carga�de�giro�a�qual�deverá�estar�(de
3,0�a�5,0�kg).
Caso�estiver�a�menos�aperte�mais�a�porca�do�pinhão.

Importante!�Cuidado�ao�apertar�a�porca�não�ultrapassar
da�pré-carga�de�giro,�pois�poderá�deformar�o�separador
elástico.

 
5.�Monte�o�conjunto�do�diferencial�nos�mancais,�coloque�as
capas�dos�rolamentos.
6.�Verifique�a�posição�correta�das�capas�dos�rolamentos.

7.�Monte�as�capas�dos�mancais�bi-partidos�e�aperte�os
parafusos�de�fixação�com�o�torque�especificado.

-�117�-
8.�Monte�as�porcas�de�regulagem�do�conjunto�do
diferencial.

Regulagem�da�Folga�entre�Dentes�e�da
Pré-carga�dos�Rolamentos�do�Diferencial. 
1.�Com�o�auxilio�de�um�relógio�comparador�e�através�das
porcas�regule�a�folga�entre�os�dentes�da�coroa�e�pinhão,�a
qual�deverá�ser�(0,17�a�0,23�mm).

2.�Após�regular�a�folga�entre�dentes�apertar�a�porca�do
lado�da�coroa,�até�conseguir�um�torque�de�giro�dos�quatro
rolamentos.
A�balança�dinamométrica�deverá�ser�aplicada�no�eixo�do
pinhão.

Nota!�Pré-carga�dos�rolamentos�especificada
T�=�(P�+�60�Nm)�....�(P�+�90�Nm)�=�(P�+�6�kg)�..�(P�+�9
kg).
T�=�pré-carga�de�giro�dos�rolamentos�do�diferencial�e�do
eixo�do�pinhão.
P�=�pré-carga�de�giro�só�dos�rolamentos�do�eixo�pinhão.
(6�kg�-�8�kg)�pré-carga�só�dos�rolamentos�do�conjunto�do
diferencial.

-�118�-
3.�Após�a�regulagem�completa�do�diferencial�utilizar�azul�de
prussia�para�verificar�o�contato�correto�entre�dentes.

4.�Depois�de�regulado�o�conjunto�do�diferencial�e�verificado
o�contato�entre�os�dentes,�da�coroa�e�pinhão�apertar�os
parafusos�de�fixação,�dos�mancais�com�o�torque�de�270
Nm.

5.�Montar�as�travas�das�porcas�de�regulagem�e�apertar�os
parafusos�de�fixação�com�o�torque�de�13�Nm.

6.�Trave�a�arruela�da�porca�do�eixo�cônico�do�pinhão�com
uma�punção.

-�119�-
7.�Monte�o�conjunto�do�diferencial�na�carcaça�do�eixo,
aperte�os�parafusos�de�fixação�com�o�torque�especificado
(170�Nm).
8.�Monte�a�flange�de�entrada�para�o�pinhão,�coloque�o
parafuso�de�fixação�e�aperte�com�toque�de�70�Nm�.
9.�Monte�os�terminais�da�direção�,�abasteça�o�eixo�com�o
óleo�especificado�(SAE�90�API�GL5)�sendo�1,5�lts�cada�lado
do�redutor,�no�diferencial�6,5�lts.
10.�Monte�o�protetor�do�eixo�cardan,�e�experimente�o�trator
verifique�se�não�há�vazamentos.

-�120�-
Sistema�Hidráulico

Sistema�hidráulico�de�levantamento�tipo�controle�de�posição,�profundidade,�tração,�reação�e�velocidade�de�descida. 
-�categoria�do�sistema�de�3�pontos II�com�estabilizadores�reguláveis
-�capacidade�de�levantamento 46.100�Nm�à�610�mm�do�olhal
-�pressão�máxima 18�MPa�(180�kgf/cm2)
-�vazão�máxima 51,8�litros�por�minuto
-�controle�remoto 1�ou�2�válvulas�de�dupla�ou�simples�ação�com�engate�rápido
-�bomba�hidráulica bomba�dupla�de�engrenagens,�vazão�constante
-�acionamento�da�bomba�hidráulica por�engrenagens,�através�do�comando�de�válvulas�do
motor.
-�vazão�nominal 16�+�22,5�cm/rotação
-�válvula�limitadora�de�pressão 180�bar
-�válvula�de�segurança�dos�cilindros 220�bar
-�folga�do�pino�de�pressão�da�válvula�de�alívio�dos�cilindros 0,4�a�0,5�mm

Torques�de�Aperto�Nm�(mkgf) 
-�porcas�do�corpo�distribuidor  35...40�Nm�(3,5...4,0�mkgf)
-�parafusos�do�cilindro�do�elevador 200�a�240�Nm�(20,0...24,0)
-�parafusos�dos�braços�do�elevador 72...88�Nm�(7,2...8,8)
-�parafusos�da�caixa�do�elevador 80...100�Nm�(8,0...10,0�mkgf)
-�parafusos�da�tampa�do�corpo�de�válvulas 21...23�Nm�(2,1...2,3�mkgf)
-�parafusos�do�corpo�do�eixo�das�alavancas 45...55�Nm�(4,5...5,5�mkgf)

Ferramentas�Especiais 

 Código Descrição

Manômetro�para�teste�de�pressão�do�sistema�hidráulico

Placa�para�regulagem�do�início�do�levantamento�hidráulico

Extrator�da�engrenagem�da�bomba�hidráulica

Descrição�do�Sistema�Hidráulico 
O�sistema�hidráulico�de�levantamento�possui�os�seguintes�controles:
-�Controle�de�posição
-�Controle�automático�da�profundidade�de�trabalho�(sensibilidade�da�tração)
-�Controle�de�reação
-�Controle�de�cilindros�hidráulicos�externos
Componentes�Principais�do�Sistema�Hidráulico
Reservatório�Hidráulico

-�121�-
A�tampa�superior�da�caixa�de�câmbio�é�o�próprio�reservatório�do�óleo�hidráulico,�sua�construção�é�de�ferro�fundido.�No
seu�interior�incorpora�o�pistão�hidráulico�principal,�o�corpo�de�válvula�com�suas�alavancas�de�acionamento�e�o�eixo�do
elevador. 
Tubulações
As�tubulações�são�os�condutos�que�servem�de�meio�de�transporte�do�óleo�hidráulico�entre�os�diversos�componentes�do
sistema.
Tubulação�de�Sucção
É�a�de�maior�diâmetro,�construída�de�aço�e�tem�com�função�o�fornecimento�do�óleo�do�reservatório�para�as�bombas
hidráulicas.
Para�possibilitar�a�alimentação�simultânea�das�duas�bombas,�a�tubulação�de�sucção�é�bifurcada�em�seu�extremo�através
de�uma�mangueira.
Na�tubulação�de�sucção,�encontra-se�um�filtro�de�tela�lavável�ligado�através�de�mangueiras. 
Tubulação�de�Pressão
É�a�de�menor�diâmetro,�construída�igualmente�de�aço,�tendo�como�função�transportar�o�óleo�da�bomba�para�o�filtro�de
pressão�e�deste�para�o�corpo�distribuidor�do�sistema�de�válvulas.
Do�corpo�distribuidor,�o�óleo�é�direcionado�para�o�corpo�de�válvulas�ou�para�os�cilindros�externos,�conforme�o�comando
acionado.
Tubulação�de�Retorno
O�cilindro�principal�não�possui�tubulação�de�retorno�fazendo�o�retorno�diretamente�ao�reservatório�via�corpo�de�válvula.
Os�cilindros�auxiliares�por�sua�vez,�possuem�tubulação�de�retorno�composta�por�mangueiras.
Filtro�do�Sistema�Hidráulico
Os�componentes�do�sistema�hidráulico�são�construídos�com�alta�precisão�mecânica�e�são�afetados�por�impurezas�quer
procedentes�do�próprio�desgaste�natural�de�seus�componentes,�quer�por�elementos�procedentes�de�sistemas�hidráulicos
externos.
Para�evitar�o�desgaste�prematuro�e�problemas�funcionais�provocados�pela�presença�de�sujeira�ou�partículas�metálicas,�o
sistema�hidráulico�é�provido�com�os�seguintes�filtros:

Filtro�de�Sucção 
O�filtro�de�sucção�é�do�tipo�provido�de�elemento�filtrante�de�tela�lavável.�Sua�função�é�proteger�as�bombas�hidráulicas,
separando�as�partículas�de�maior�tamanho�que�eventualmente�estejam�presentes�no�óleo�procedente�da�caixa�de�câmbio.
Na�manutenção�desse�filtro,�deve-se�tomar�o�cuidado�de�não�danificar�ou�montar�impropriamente�os�elementos�de
vedação�(retentores),�pois�a�entrada�de�ar�na�sucção�provoca�problemas�de�superaquecimento�nas�bombas�hidráulicas�e
consequentemente�o�seu�desgaste�prematuro.

Filtro�de�Pressão 
O�filtro�de�pressão�é�do�tipo�provido�de�elemento�filtrante�de�papel�substituível.�A�sua�função�principal�é�proteger�o�sistema
de�válvulas�das�partículas�de�menor�tamanho.
O�filtro�é�provido�de�uma�válvula�de�segurança�que�evita�o�bloqueio�do�fluxo�de�óleo�quando�por�qualquer�motivo,�existir
um�entupimento�do�elemento�filtrante.

-�122�-
1.�Válvula�de�segurança

2.�Retentor

3.�Carcaça

4.�Elemento�filtrante�de�papel

Bomba�Hidráulica�Dupla 
A�bomba�hidráulica�é�o�componente�que�tem�como�função�fornecer�o�fluxo�de�óleo�para�movimentar�o�mecanismo�do
elevador�hidráulico�ou�cilindros�hidráulicos�externos.�A�bomba�hidráulica�é�do�tipo�de�engrenagens,�de�vazão�constante,
acionada�pelo�motor�através�da�árvore�de�comando�das�válvulas.
A�bomba�hidráulica�basicamente�é�constituída�por�2�flanges,�localizados�um�em�cada�extremo,�elementos�de�vedação�e
o�corpo�acasalado.�Por�sua�vez,�o�corpo�acasalado�é�constituído�pela�carcaça�da�bomba,�2�engrenagens�e�as�buchas�do
mancal.
Por�suas�características�construtivas�de�grande�precisão�de�ajuste,�o�corpo�acasalado�constitui�um�conjunto.�Não�é
admissível�o�intercâmbio�de�peças�entre�unidades�distintas�ou�troca�parcial�de�peças.
1.�Arrastador
2.�Anel�de�vedação
3.�Buchas�do�mancal�traseiro�da�1ª�unidade
4.�Buchas�do�mancal�dianteiro�da�1ª�unidade
5.�Eixo�acionador
6.�Retentores
7.�Flange
8.�Carcaça�da�1ª�unidade
9.�Tampas
10.�Buchas�do�mancal�dianteiro�da�2ª�unidade
11.�Carcaça�da�2ª�unidade
12.�Engrenagem
13.�Buchas�do�mancal�traseiro�da�2ª�unidade
14.�Anel�de�vedação
15.�Tampa

Esclarecimento�Sobre�as�Características�Funcionais�da�Bomba�Hidráulica 
Conforme�foi�mencionado�anteriormente,�a�bomba�hidráulica�cria�o�fluxo�do�óleo�hidráulico.�O�valor�da�vazão�(litro�/
minuto)�depende�da�rotação�do�motor.�Entretanto,�quando�a�rotação�do�motor�é�mantida�constante,�a�vazão�da�bomba�é
igualmente�constante,�independente�da�carga.�Por�essa�razão�diz-se�que�a�bomba�hidráulica�é�de�vazão�constante.
A�bomba�hidráulica�na�realidade,�apresenta�variações�nos�valores�de�vazão�ao�conforme�a�carga�(pressão�do�sistema)�a
que�é�submetida.�Essa�variação,�entretanto,�deverá�estar�dentro�dos�valores�estabelecidos�que�garantem�o�desempenho
do�sistema.

-�123�-
Quando�se�mede�a�vazão�de�uma�bomba�hidráulica�nova�sem�aplicar�carga�no�sistema,�e�a�seguir�aplicando-se
gradualmente�carga,�deverá�notar-se�que�a�queda�da�vazão�é�insignificante.
Com�o�passar�do�tempo�e�conforme�o�grau�de�utilização,�a�bomba�hidráulica�vai�apresentando�desgastes�que�tem�como
conseqüência�o�aumento�da�queda�da�vazão�até�um�valor�tal,�que�seu�desempenho�não�será�mais�satisfatório�para�o
sistema.�Nessa�condição,�o�sistema�hidráulico�apresentará�problemas�funcionais.
Deve-se�observar,�entretanto,�que�uma�falha�do�sistema�hidráulico�às�vezes�caracterizando-se�como�falha�da�bomba,
pode�ser�igualmente�causada�por�vazamento�ou�restrições�em�outro�lugar�do�sistema.�A�única�forma�de�afirmar�que�um
vazamento�interno�se�deve�ao�baixo�desempenho�da�bomba,�é�efetuar�o�teste�com�o�aparelho�denominado�fluxômetro,
cuja�aplicação�e�utilização�está�descrita�mais�adiante.

Sistema�de�Válvulas 
As�válvulas�são�os�elementos�que�controlam�e�regulam�o�fluxo�do�óleo�fornecido�pela�bomba�hidráulica,�de�forma�a
coordenar�as�diferentes�funções�do�sistema.

 
1.�Reservatório�de�óleo�hidráulico
2.�Cilindro�de�levantamento
3.�Para�cilindros�de�controle�remoto
4.�Mecanismo�de�válvulas
5.�Válvula�limitadora�de�pressão
6.�Filtro�de�pressão
7.�Bomba�hidráulica
8.�Filtro�de�sucção

 
No�esquema�apresentado,�pode-se�observar�a�seleção�das�diversas�vias�de�ligação:
-�Comunicação�entre�as�linhas�de�pressão�e�as�câmaras�dos�cilindros�hidráulicos�(ciclo�de�levantamento).
-�Comunicação�entre�as�câmaras�dos�cilindros�hidráulicos�e�a�linha�de�retorno�(ciclo�de�descida).
-�Comunicação�entre�a�linha�de�pressão�e�a�linha�de�retorno�(condição�neutra�do�sistema).
-�Comunicação�entre�a�linha�de�pressão�e�a�linha�de�pressão�de�um�circuito�hidráulico�externo�(comando�de�cilindros�de
controle�remoto).
-�Comunicação�entre�a�linha�de�retorno�do�sistema�hidráulico�e�a�linha�de�retorno�de�um�circuito�hidráulico�externo
(comando�de�cilindros�de�controle�remoto).
Comunição�entre�a�linha�de�retorno�do�sistema�hidráulico�e�a�linha�de�retorno�de�um�cercuito�hidráulico�exteno�(comando
de�celendros�de�controle�remoto).
As�permutações�na�seleção�das�vias�de�ligação�anteriormente�mencionadas�são�as�que�determinam�na�prática�as�diversas
funções�do�sistema�hidráulico.

Válvula�Limitadora�de�Pressão 
A�função�desta�válvula�consiste�em�limitar�a�pressão�máxima�de�trabalho�do�sistema�hidráulico�de�levantamento�a�fim�de
evitar�sobrecargas�que�danificariam�os�diversos�componentes�do�sistema.
A�válvula�limitadora�de�pressão�utilizada�nos�tratores�Valtra�é�do�tipo�de�ação�direta�e�possuí�como�característica�funcional
a�reação�de�abertura�rápida�e�independente�das�variações�de�fluxo�da�bomba�hidráulica.
A�válvula�limitadora�de�pressão�é�regulada�com�uma�pressão�de�abertura�de�18�MPa�(180�bar)�e�quando�a�pressão�do
sistema�ultrapassa�esse�valor,�a�válvula�se�abre�dando�escape�de�óleo�para�o�reservatório�através�da�respectiva�mangueira
Os�valores�de�pressão�encontrados�durante�o�ciclo�de�levantamento,�são�diretamente�proporcionais�aos�valores�da�carga
aplicada�(peso�dos�implementos).�Por�essa�característica�e�pelo�uso�de�uma�bomba�hidráulica�de�vazão�constante,�o
sistema�hidráulico�dos�tratores�Valtra�é�classificado�dentro�do�tipo�denominado�de�centro�aberto.

-�124�-
1.�Tampão
2.�Calços�de�regulagem
3.�Mola�da�válvula
4.�Pistão�da�válvula

Corpo�de�Válvulas 
O�corpo�de�válvulas�é�montado�na�parte�dianteira�do�cilindro�principal.
O�mesmo�é�formado�por�2�conjuntos:
-�conjunto�básico�e�o�conjunto�regulador�de�fluxo.
O�conjunto�básico�contém�as�2�válvulas�principais�no�controle�do�fluxo;�a�válvula�de�alívio�da�bomba�e�a�válvula�de�alívio
dos�cilindros.
Ambas�as�válvulas�são�piloteadas�hidraulicamente�por�válvulas�de�esferas�e�estas�por�sua�vez,�mecanicamente�pela�placa
de�comando�do�corpo�de�válvulas.
As�válvulas�de�alívio�da�bomba�e�dos�cilindros�podem�ser�classificadas�como�válvulas�direcionais,�isto�é,�abrem�ou�fecham
vias�de�ligação.
Para�melhor�compreensão�do�funcionamento�dessas�válvulas,�explicamos�a�seguir�o�funcionamento�da�válvula�de�alívio�da
bomba.
1.�Placa�de�comando
2.�Válvula�piloto�da�válvula�de�alívio�da�bomba
3.�Corpo�do�conjunto�básico
4.�Válvula�de�alívio�da�bomba
5.�Corpo�do�conjunto�regulador�de�fluxo
6.�Válvula�estranguladora
7.�Válvula�amortecedora
8.�Válvula�reguladora�de�fluxo
9.�Válvula�de�alívio�dos�cilindros
10.�Válvula�piloto�da�válvula�de�alívio�dos�cilindros

 
Nota!�O�novo�corpo�de�válvula�do�sistema�hidráulico�atual�foi�modificado�visando�aumentar�a�eficiência�do�ciclo�de
levantamento�e�abaixamento.�Lembramos�que�os�tratores�com�uma�mola�no�apalpador,�já�foram�modificados.
No�corpo�de�válvula�foram�eliminados�os�seguintes�itens:
5�-�corpo�do�conjunto�regulador�de�fluxo.
6�-�válvula�estranguladora.
7�-�válvula�amortecedora.

-�125�-
 

-�126�-
 

-�127�-
 

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-�129�-
 

Reparos 
Generalidades
Efetuar�reparos�no�sistema�hidráulico�de�levantamento�exige�do�mecânico,�prévia�experiência�na�identificação�de�falhas�e
suas�causas.
A�tabela�de�diagnoses�e�os�testes�do�sistema,�proporcionar-lhe�uma�série�de�recursos�para�resolver�a�falha.�No�entanto,
falta�de�conhecimento�da�função�de�cada�componente�do�sistema,�significará�em�contrapartida�uma�séria�dificuldade�para
alcançar�resultados�positivos.
Recomendamos�então,�ler�atentamente�as�instruções�de�funcionamento�descritas�anteriormente�e�prestando�especial
atenção�no�papel�desempenho�por�cada�válvula�em�cada�ciclo�de�operação�e�complementar�o�estudo�observando�num
conjunto�removido�do�trator�o�movimento�e�funções�de�cada�alavanca�e�articulações�do�sistema.
Por�outro�lado,�o�mecânico�deve-se�precaver�que�uma�sistemática�de�trabalho�desordenada�dificilmente�lhe�proporcionará
bons�resultados.�É�conveniente�desde�o�início�efetuar�as�verificações�simples�e�menos�trabalhosas,�tais�como:�nível�do
óleo�hidráulico,�existência�de�vazamentos�externos,�alavancas�de�operação,�regulagens�de�implementos,�etc.�Se�não�for
encontrada�a�solução�do�defeito,�identificar�o�mesmo�na�tabela�de�diagnose�e�efetuar�as�providências�indicadas.�Lembre-se
de�dar�prioridade�às�verificações�simples�e�aos�testes.

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Se�houver�necessidade�de�remover�qualquer�componente�do�sistema,�providencie�elementos�de�proteção�para�evitar�a
introdução�de�impurezas�dentro�do�sistema,�tais�como,�tampões�plásticos�ou�capas�plásticas.
Para�serviços�de�bancada,�tome�as�seguintes�precauções:
-�O�local�deverá�ser�isolado�de�locais�com�matérias�em�suspensão,�tais�como,�funilaria�e�pintura.
-�Não�utilize�estopas�e�tecidos�que�possam�deixar�restos�de�fiapos�sobre�os�componentes�do�sistema.
-�Trabalhe�com�as�mãos�limpas,�isentas�de�graxa�ou�óleo�contaminado.
-�Evite�contato�dos�componentes�do�sistema�com�qualquer�matéria�que�provoque�corrosão.
Os�elementos�de�vedação�e�as�peças�em�condições�duvidosas,�deverão�ser�incondicionalmente�substituídas.
Evite�sobrecarregar�o�sistema�quando�assim�for�estipulado�num�teste�por�períodos�prolongados,�por�exemplo,�na
verificação�da�pressão�de�abertura�da�válvula�limitadora�de�pressão.�O�mesmo�deverá�ser�feito�rapidamente,�auxiliando-se
de�outra�pessoa,�para�efetuar�leituras�ou�operações�simultâneas.
Nunca�solte�ou�aperte�as�conexões�do�sistema�enquanto�o�mesmo�estiver�sob�pressão.
Quando�não�houver�óleo�no�reservatório�ou�na�existência�de�conexões�soltas,�nunca�dê�partida�no�motor.�Coloque�um
aviso�bem�visível�para�que�as�pessoas�que�desconhecem�a�situação�não�liguem�o�motor.
Teste�da�bomba�hidráulica
O�teste�da�bomba�hidráulica�consiste�em�medir�a�vazão�que�a�mesma�é�capaz�de�desenvolver�em�determinado�regime�de
rotação�e�carga�(pressão).
Para�efetuar�esse�teste�são�necessários�os�seguintes�equipamentos:
1-�Um�fluxômetro�com�capacidade�de�aproximadamente�40�l�/�minuto�e�com�precisão�superior�a�5%.�O�aparelho�deverá
possuir�ainda,�um�manômetro�com�capacidade�acima�de�250�bar�e�uma�válvula�estranguladora�para�aplicação�da�carga.
2-�Um�termômetro�com�escala�de�até�150�graus�Celsius�para�medir�a�temperatura�do�óleo�através�do�orifício�da�vareta�de
nível�da�caixa�de�câmbio.�Pode-se�usar�uma�haste�de�alta�sensibilidade�com�300�mm�de�comprimento.
3-�Conexões�e�mangueiras�que�possibilitem�a�montagem�conforme�ilustrado�no�quadro�anexo.
4-�Um�tacômetro�para�medir�a�rotação�do�motor.
Aquecimento�do�óleo�hidráulico
Monte�o�equipamento�de�testes�conforme�ilustrado�no�quadro�anexo.
Retire�a�vareta�de�medição�do�nível�do�óleo�e�coloque�no�seu�lugar�o�termômetro.

Medição�da�Vazão�da�Bomba�Hidráulica 
Preparar�o�local�da�medição�da�rotação�do�motor.�O�local�mais�prático�nos�tratores�Valtra�é�a�polia�do�virabrequim.
A�polia�deverá�estar�completamente�limpa,�livre�de�objetos�ou�matérias�reflexivas�(película�de�óleo�lubrificante,�por
exemplo).
Estando�a�superfície�limpa,�cole�1�pedaço�de�papel�reflexivo�de�tamanho�adequado�(pode�ser�usado�papel�de�alumínio�para
embalar�cigarros�ou�produtos�alimentícios).�Evite�locais�onde�existam�furos,�protuberâncias,�etc.
Ajuste�a�rotação�do�motor�a�1800�rpm,�utilizando�o�tacômetro�do�equipamento�de�testes.
Ajuste�a�válvula�reguladora�de�carga�de�tal�maneira�que�manômetro�indique�180�bar�de�pressão.
Imediatamente�efetue�a�leitura�da�vazão.
Feita�a�leitura�da�vazão,�abra�completamente�a�válvula�reguladora�de�carga.
Nota!�A�leitura�da�vazão�sob�carga,�deverá�ser�efetuada�o�mais�rápido�possível�para�evitar�sobrecargas�desnecessárias�na
bomba�hidráulica.
Para�a�bomba�hidráulica�ser�considerada�dentro�das�especificações,�deverá�apresentar�o�seguinte�valor�mínimo�de�vazão
(com�o�motor�1800�rpm):�39,0�litros�/�minutos.
Importante!�Se�for�encontrado�um�valor�da�vazão�abaixo�do�mínimo,�verifique�a�pressão�de�abertura�da�válvula
limitadora�de�pressão,�pois�se�a�mesma�estiver�abaixo�do�seu�valor�nominal,�ocasionará�um�desvio�de�óleo�que�acusará
leitura�errada�da�vazão�no�fluxômetro.
Se�for�constatado�valor�abaixo�do�especificado,�remover�a�bomba�hidráulica�do�trator�e�proceder�o�seu�reparo�ou�a�sua
substituição.
Sistema�de�Alavanca�Para�os�Tratores�com�Duas�Molas�no�Sistema�do�Apalpador
As�alavancas�internas�não�precisam�de�regulagens,�neste�sistema�as�regulagens�são�feitas�exclusivamente�na�parte
externa.

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Cabo�da�Alavanca�de�Acionamento�da�Tomada�de
Potência�(TDP)
Antes�de�conectar�o�cabo�1�com�a�alavanca�2�e�alavanca
3,�regular�o�comprimento�do�cabo�1�com�110�mm�(com�o
terminal�totalmente�recuado)�na�montagem�com�a�caixa
das�alavancas.

Nota!�A�alavanca�3�deve�ser�montada�na�posição
horizontal�com�o�eixo�822391�engatado�na�posição�540�rpm
da�TDP.

Cabo�da�Alavanca�do�Sistema�Hidráulico�de
Levantamento
Antes�de�conectar�o�cabo�4�com�a�alavanca�5�e�a�alavanca
6.�regular�o�comprimento�do�cabo�4�com�90�mm�(com�o
terminal�totalmente�recuado)�na�montagem�com�a�caixa
das�alavancas.

Regulagem�dos�Cabos�da�Alavanca�de
 
Sensibilidade�do�Sistema�Hidráulico�dos�Tratores
Atuais

Cabo�da�Alavanca�de�Sensibildade�do�Sistema
Hidráulico
Antes�de�conectar�os�cabos�1�com�a�alavanca�2�e�a
alavanca�3,�regular�o�comprimento�dos�cabos�1�com�70�mm
(com�o�terminal�totalmente�recuado)�na�montagem�com�a
caixa�das�alavancas.

Os�dois�cabos�são�fixados�no�extremo�da�alavanca
manual�e�no�outro�extremo�na�alavanca�acionadora�das
articulações,�a�qual�aciona�o�corpo�de�válvula.

Os�terminais�que�vão�conectados�nesta�alavanca�existem
dois�reguladores�de�rosca�direita�e�esquerda.�Para�regular
a�alavanca�manual�na�máxima�e�mínima�sensibilidade
sem�que�as�mesmas�toquem�na�guia�do�console�inferior
e�superior,�os�cabos�deverão�ser�regulados�através�dos
  reguladores�na�alavanca�acionadora�das�articulações.

Novas�válvulas�de�controle�remoto�dos�tratores
atuais
O�conjunto�de�válvulas�é�constituído�de�válvulas�com�e�sem
detente.�O�detente�é�um�dispositivo�que�mantém�a�alavanca
acionada,�com�destravamento�automático�ao�atingir�a
pressão�que�foi�determinada.
Oferece�3�opções�de�funcionamento�a�saber:
1ª�Opção�sem�detente
Nesse�caso�alivia-se�a�pressão�de�destrave�da�válvula,
girando�o�parafuso�regulador�no�sentido�anti-horário�e
travando-o�com�a�porca.�A�válvula�passa�a�funcionar�como
uma�válvula�sem�detente.
2ª�Opção�com�detente�e�destrave�automático
Nesse�caso�ajusta-se�a�pressão�de�destrave�adequada
para�funcionamento�do�cilindro�ou�motor�hidráulico�do
equipamento.
Quando�o�cilindro�hidráulico�atingir�o�final�do�curso�ou
o�motor�hidráulico�atingir�a�pressão�limite�determinada,
ocorrerá�o�destravamento�da�alavanca.
3ª�Opção�com�detente�e�sem�destrave�automático
Essa�condição�normalmente�é�utilizada�para�acionamento�de�motores�hidráulicos,�regulando-se�o�destrave�com�pressão
superior�pressão�utilizada�no�sistema.

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Nota!�Retire�a�tampa�superior�da�válvula�e�gire�o�parafuso�regulador�no�sentido�horário�para�aumentar�a�pressão�de
destrave�e�no�sentido�anti-horário�para�diminuir.�Feita�a�regulagem�trave�o�parafuso�regulador�com�a�contra�porca.
Atenção!�Antes�de�acoplar�a�mangueira�do�cilindro�hidráulico�externo.�limpe�a�superficie�do�engate�rápido.�Quando�não
estiver�usando�o�engate�rápido,�mantenha�a�tampa�plástica�no�seu�lugar.

Regulagem�dos�Pinos�das�válvulas�Piloto�do�Corpo�de�Válvulas  
Posicione�a�placa�de�comando�na�sua�posição�horizontal.
Nessa�condição�o�pino�de�pressão�da�válvula�piloto�da�válvula�de�alívio�da�bomba�deverá�estar�com�folga�zero�em�relação�à
superficie�de�contato�da�placa�de�comando.
Com�um�calibre�de�lâminas�verifique�a�folga�entre�o�pino�de�pressão�da�válvula�piloto�da�válvula�de�alívio�do�cilindro�e�a
superficie�de�contato�da�placa�de�comando.
A�folga�deverá�estar�entre�0,4�a�0,5�mm.
Se�as�folgas�anteriormente�mencionadas�não�forem�encontradas,�proceda�o�ajuste�através�da�seleção�de�pinos�de�pressão
de�comprimentos�diferentes.
Os�pinos�de�pressão�seletivos�possuem�os�seguintes�comprimentos:
-�pino�de�pressão�da�válvula�piloto�da�válvula�de�alivio�da�bomba:�18,9�mm�e�19,0�mm.
-�pino�de�pressão�da�válvula�piloto�da�válvula�de�alivio�do�cilindro:�18,2�mm�-�18,3�mm�-�18,4�mm�-�18,5�mm�-18,6�mm�-�18,7
mm�-�18,8�mm.
Nota!�No�corpo�da�válvulas�atual,�foi�eliminado�a�válvula�estranguladora�ref.�(3),�não�havendo�mais�a�necessidade�desta
regulagem.

 
 
 

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Regulagem�do�Curso�dos�Cilindros  
1-�Posicionar�os�braços�do�elevador�hidráulico�na�sua
posição�inferior�através�da�alavanca�de�controle�de�posição.
Nessa�condição,�efetue�a�medição�da�altura�do�centro�do
pino�de�articulação�das�conexões�de�levante�à�superfície�de
contato�entre�a�caixa�do�elevador�hidráulico�e�a�carcaça�da
caixa�do�elevador.
A�medida�nominal�é�a�seguinte:
-�Trator�equipado�com�cilindros�auxiliares�280�a�288�mm.
-�Trator�sem�cilindros�auxiliares�300�a�320�mm.

Se�a�medida�encontrada�diferir�da�acima�especificada,�efetue�a�correção�modificando�o�posicionamento�das�estrias�do
elevador�hidráulico�em�relação�ao�eixo�do�elevador.
Observe�que�ambos�os�braços�do�elevador�hidráulico�deverão�ficar�na�mesma�altura.
2-�A�seguir�retire�a�tampa�do�corpo�de�válvula�e�posicione
no�seu�lugar�a�ferramenta�902750�ou�uma�tampa�recortada
para�manter�no�seu�lugar�a�válvula�estranguladora�e�que
permita�o�acesso�do�parafuso�(5)�da�alavanca�de�comando.
3-�Solte�a�contra-porca�e�aperte�o�parafuso�de�regulagem
até�o�fim�e�a�seguir�solte�de�3�a�4�voltas.
Dê�partida�no�motor�(deixando-o�em�marcha�lenta).
Posicione�a�alavanca�de�controle�de�posição�totalmente
para�trás.

Nessa�condição,�o�cilindro�terá�um�curso�menor�que�o�especificado�(ver�os�valores�do�curso�nominal�na�figura).�A�seguir
soltando�o�parafuso�de�regulagem�aos�poucos,�ajuste�o�curso�nominal�dos�cilindros.
Feito�o�ajuste,�aperte�firmemente�a�contra-porca.
Nota!�Tome�o�cuidado�ao�estar�soltando�o�parafuso�de�regulagem�de�não�exceder�o�curso�dos�cilindros.

Regulagem�do�Sistema�do�Apalpador  
Posicione�a�alavanca�de�controle�de�sensibilidade�da�tração�completamente�para�frente�e�os�braços�do�elevador�hidráulico
na�sua�posição�inferior.
Através�da�porca�(6)�ajustar�a�pré-carga�das�molas,�tal�que�o�comprimento�de�cada�uma�das�molas�seja�de�96�mm
conforme�indicado�na�figura.
A�seguir�verifique�e�regule�se�necessário�as�seguintes�folgas�ilustradas�na�figura:
-�Parafusos�do�batente�10�mm.
-�Profundidade�do�prisioneiro�da�placa�100�mm.
-�Parafuso�da�haste�do�sistema�de�alavancas�2,5�-�3,0�mm.
 

-�136�-
 

Montagem�do�Conjunto�do�Elevador�Hidráulico  
Fazer�a�montagem�tomando�os�seguintes�cuidados:
Montar�o�eixo�do�elevador�de�tal�forma�que�a�estria�recortada,�coincida�com�a�estria�marcada�por�um�ponto�do�braço�do
elevador.
Observar�a�montagem�do�pino�guia.
Ao�fixar�o�corpo�de�válvulas�no�cilindro,�verifique�se�a�válvula�de�controle�da�velocidade�de�descida�pode�ser�facilmente
movimentada.
A�vedação�entre�o�cilindro�principal�e�a�caixa�do�elevador�deverá�ser�feita�com�cola�Dow�Corning�738.�A�cola�deverá�ser
utilizada�apenas�em�volta�dos�parafusos�e�furos�da�superfície.

-�137�-
Sistema�Hidráulico�e�Direção�-�Standard 

O�trator�está�equipado�com�sistema�de�direção para�acionamento�da�válvula�de�controle�remoto�e�sistema
hidrostática,�isso�significa�que�o�movimento�do�volante�da de�terceiro�ponto.
direção�é�transferido�para�o�eixo�dianteiro�sobre�pressão 1�-�Bomba�hidráulica
do�óleo,�tomando-se�uma�direção�de�fácil�manuseio. 2�-�Unidade�hidrostática
Se�a�pressão�do�óleo�no�sistema�de�direção�por�algum 3�-�Comando�para�controle�remoto� 
motivo�tiver�problema,�mesmo�assim�é�possível�girar
manualmente�o�volante�da�direção. 4�-�Engate�rápido
A�válvula�de�direção�funcionará�como�uma�bomba�de�óleo 5�-�Caixa�do�hidráulico 
possibilitando�girar�o�volante.�Nestas�condições�o�volante 6�-�Filtro�de�sucção 
da�direção�ficará�consideravelmente�mais�pesado.
7�-�Eixo�dianteiro 
O�sistema�hidráulico�do�trator�possui�um�circuito�de�alta
8�-�Válvula�limitadora�de�pressão 
pressão,�com�uma�bomba�hidráulica�com�capacidade�de
vazão�de�52�litros�por�minuto�com�o�motor�a�2300�rpm�e 9�-�Filtro�de�pressão  
uma�válvula�de�segurança�regulada�a�180�bar�(Kgf/�cm²)   

-�138�-
Kit�Plantadeira�Pneumática 

O�trator�poderá�ser�equipada�com�o�novo�circuito 5.�Sensor�de�temperatura�instalado�ao�lado�esquerdo�da
hidráulico�independente�para�kit�plantadeira�pneumática, tampa�do�hidráulico
para�motores�hidráulicos�de�0�a�48�ou�64�litros�por�minuto, 6.�Filtro�de�pressão�independente� � 
com�motor�a�2000�rpm�e�é�constituído�pelos�seguintes 7.�Filtro�de�sucção�independente
componentes: 
8.�Engate�rápido�diferenciado�com�três�retornos�para
1.�Bomba�hidráulica�com�vazão�de�24�ou�32 plantadeiras
cc/rot.acoplada�no�virabrequim�do�motor 
9.�Tanque�adicional�do�óleo�hidráulico�com�capacidade�de
2.�Válvula�reguladora�de�fluxo�com�controle�manual 35�litros,�com�indicador�de�nível� 
funcionamento�elétrico�hidráulico
10.�Válvula�limitadora�de�pressão�200�bar(Kgf/cm²)
3.�Radiador�independente�para�refrigeração�do�óleo�  
11.�Caixa�do�hidráulico
4.�Válvula�limitadora�by-pass�da�pressão�do�óleo�do
radiador 12.�Comando�para�controle�remoto�      

-�139�-
Kit�Transbordo�sem�Tríplice�Operação 

 
O O�trator�poderá�ser�equipado�com�o�novo�circuito 4.�Filtro�de�sucção
hidráulico�independente�com�kit�transbordo�para�cilindros 5.�Engate�rápido
com�a�capacidade�de�vazão�de�72�litros�por�minuto
com�motor�a�2000�rpm�e�é�constituído�pelos�seguintes 6.�Tanque�adicional�do�óleo�hidráulico�de�35�litros�com
componentes: indicador�de�nível.
1.�Bomba�hidráulica�com�vazão�de�36�cc/rot.�acoplada�no 7.�Filtro�de�pressão
virabrequim�do�motor 8.�Válvula�limitadora�de�pressão�a�200�bar�(Kgf/cm²)
2.�Válvula�limitadora�de�pressão�regulada�a�200bar�(Kgf/ 9.�Caixa�do�hidráulico
cm²)
10.�Comando�para�controle�remoto.
3.�Filtro�de�retorno

-�140�-
Kit�Transbordo�com�Tríplice�Operação 

 
5.�Sensor�de�temperatura�instalado�ao�lado�esquerdo�da
O�trator�poderá�ser�equipado�com�o�novo�circuito tampa�do�hidráulico
hidráulico�independente�com�kit�transbordo�com�tríplice
operação�para�cilindros�com�acapacidade�de�vazão�de�72 6.�Filtro�de�retorno
litros�por�minuto�com�motor�a�2000�rpm�e�é�constituído 7.�Filtro�de�sucção�independente
pelos�seguintes�componentes: 8.�Engate�rápido
1.�Bomba�hidráulica�com�vazão�de�36�cc/rot.�acoplada�no 9.�Tanque�adicional�do�óleo�hidráulico�de�35�litros�com
virabrequim�do�motor indicador�de�nível
2.�Válvula�reguladora�de�fluxo�para�acionamento�de 10.�Válvula�limitadora�de�pressão�a�200�bar�(Kg/cm²).
motores�hidráulicos�com�controle�manual�e�funcionamento
elétrico�hidráulico,�ligada�ao�retorno�da�direção�com�vazão 11.�Filtro�de�pressão
de�32�litros�por�minuto�e�com�pressão�máxima�de�40�bar. 12.�Caixa�do�hidráulico
3.�Radiador�independente�para�refrigeração�do�óleo. 13.�Válvula�limitadora�de�pressão�a�200�(Kgf/cm²).
4.�Válvula�limitadora�by-pass�da�pressão�do�óleo�do 14.�Comando�para�controle�remoto 
radiador

Fluxograma�do�Sistema�Hidráulico�HiFlow 
No�sistema�hidráulico�HiFlow,�o�fluxo�de�óleo�é�enviado�para�o�Bloco�de�Junção�através�da�Bomba�hidráulica�dianteira�com
vazão�de�83�litros/minuto,�juntamente�com�a�bomba�hidráulica�do�trator�com�vazão�de�51�litros/minuto�a�2300�rpm�do
motor.�O�Bloco�de�Junção�por�sua�vez,�faz�a�distribuição�do�fluxo�do�óleo�conforme�a�necessidade�de�operação.�No�caso
das�Saídas�Controladas,�a�bomba�hidráulica�dianteira�envia�o�óleo�através�da�linha�(5)�e�no�caso�do�Controle�Remoto.� 

-�141�-
  
   
Se�o�Controle�Remoto�não�estiver�sendo�usado,�não�existe�pressão�de�alimentação�no�sistema�do�3º�ponto,�o�retorno�do
óleo�é�feito�através�da�linha�(2)�para�o�Bloco�de�Junção�e�da�linha�(2P)�para�a�válvula�do�sistema�hidráulico.
Nas�Saídas�Controladas�o�fluxo�de�óleo�são�liberados�através�das�duas�saídas,�sendo�uma�para�uso�inferior�com�vazão�de
30�litros/minuto�(esquerda)�e�a�outra�para�uso�superior�com�vazão�de�30�litros/minuto�(direita). 
Quando�as�Saídas�Controladas�não�estão�sendo�utilizadas,�o�óleo�retorna�através�da�linha�(4)�para�o�Bloco�de�Junção�e
deste,�para�reservatório�da�caixa�de�câmbio�através�da�linha�(4R). 
O�fluxo�de�óleo�nas�Saídas�Controladas�somente�será�liberado�quando�os�interruptores�correspondentes�forem�acionados.
O�acionamento�simultaneamente�das�duas�saídas,�aumenta�a�vazão�do�óleo�para�no�máximo�83�litros/�minuto.� 
Notas!�quando�os�interruptores�do�sistema�HiFlow�são�pressionados�para�liberar�ou�cortar�o�fluxo�de
óleo�nas�saídas�controladas,�o�solenóide�do�bloco�de�junção�aciona�a�válvula�direcionando�o�óleo�para
linha�desejada.
 
Quando�a�saída�da�alta�vazão�do�Controle�Remoto�é�acionada�através�de�seu�interruptor,�o�óleo�enviado�pela�bomba
dianteira�mais�o�óleo�da�Bomba�hidráulica�são�somados�no�Bloco�de�Junção,�aumentando�a�vazão�da�linha�(1)�para�130
litros/minuto.
Quando�é�desligado,�o�óleo�retorna�pela�linha�(2)�para�o�Bloco�de�Junção�e�deste,�para�o�reservatório�tampa�da�caixa�de
câmbio�através�da�linha�(3R).

-�142�-
 
Neste�caso�o�sistema�de�3�pontos�não�recebe�óleo�pressurizado�e�o�retorno�do�óleo�é�feito�pela�mesma�linha�(2)
juntamente�com�a�linha�(3R).
OBSERVAÇÃO:�O�volume�do�óleo�hidráulico�é�de�85�a�105�litros�conforme�indica�os�2�níveis�no
reservatório. 
7.�Filtro�de�pressão�independente.
 Uso�da�Válvula�Reguladora 8.�Filtro�de�sucção�independente.
de�Fluxo�com�Solenóide�e 9.�Engate�rápido�diferenciado�com�três�retornos�para
Seletor�de�Regulagem�de plantadeiras.
Vazão,�para�Acionamento�de 10.�Tanque�adicional�do�óleo�hidráulico�de�35�litros�com
Plantadeiras�Pneumáticas indicador�de�nível.
Operação:�Antes�de�ligar�o�interruptor�(localizado�no
Circuito�hidráulico�independente�constituído�pelos console�das�alavancas),�primeiro�conecte�as�mangueiras
seguintes�componentes: do�implemento�conforme�indica�o�adesivo�localizado�no
tanque�adicional�do�óleo�hidráulico.
1.�Bomba�hidráulica�com�vazão�de�24�cc/rot.�acoplada
na�frente�do�motor�para�aplicação�de�plantadeiras
pneumáticas..
2.�Bomba�hidráulica�opcional�com�vazão�de�32�cc/rot.
acoplada�na�frente�do�motor�para�aplicação�de
plantadeiras�com�dois�motores�hidráulicos�e�transbordo.
3.�Válvula�reguladora�de�fluxo�com�solenóide�e�seletor�de
regulagem�de�vazão.
4.�Radiador�independente�para�refrigeração�do�óleo.
5.�Válvula�limitadora�by�pass�da�pressão�do�óleo�do
radiador.
6.�Sensor�de�temperatura�instalado�ao�lado�esquerdo�da
tampa�do�hidráulico.

-�143�-
A�primeira�conexão�acima,�do�lado�esquerdo,�serve�como
ATENÇÃO
retorno�livre�para�motores�hidráulicos�que�necessitam�de
uma�baixa�pressão.�O�interruptor�só�deve�ser�acionado Quando�não�estiver�usando�implemento�acoplado
com�o�motor�do�trator�trabalhando�em�baixa�rotação. no�sistema�de�engate�rápido,�mantenha�o
Esse�procedimento�reduz�picos�de�pressão�no�circuito, interruptor�desligado�na�1ª�posição�e�o�seletor
que�podem�danificar�componentes�do�trator�ou�de de�regulagem�de�vazão�totalmente�fechado�até�o
seus implementos. final�do�curso. 

O�interruptor�de�acionamento�do�novo�circuíto�hidráulico
tem�três�posições:
-�Na�1�ª�posição�“Off”�-�sistema�desligado;
-�Na�2ª�posição�“intermediária�“�-�sistema�em�standby;
-�Na�3ª�posição�“ligado”�-�luz�acesa�no�painel�de
instrumentos�indicando�que�o�circuíto�está�em
funcionamento.
O�seletor�de�regulagem�da�vazão�do�fluxo�do�óleo Caso�a�temperatura�do�óleo�do�circuito�venha�atingir
hidráulico�está�localizado�a�esquerda�do�operador�no�piso 110�ºC,�o�motor�hidráulico�do�implemento�desliga
da�cabine. automaticamente�e�acende�a�luz�indicadora�no�painel
Regule�a�vazão�do�fluxo�do�óleo�conforme�a�necessidade instrumento�junto�com�a�luz�STOP.� 
da�plantadeira. Após�selecionar�a�marcha�ideal�de�trabalho,�recomendase
O�seletor�de�regulagem�da�vazão�do�fluxo�do�óleo trabalhar�com�o�motor�na�rotação�de�2000rpm.� 
hidráulico�está�localizado�a�esquerda�do�operador�no�piso Para�manter�a�eficiência�do�sistema�nas�manobras�de
da�cabine.�Regule�a�vazão�do�fluxo�do�óleo�conforme�a cabeceiras�e�quando�for�recarregar�a�plantadeira�com
necessidade�da �plantadeira. sistema�ligado,�recomenda-se�não�reduzir�a�rotação�do
motor�abaixo�de�1200�rpm.� 

ATENÇÃO
O�interruptor�de�acionamento�do�circuito
hidráulico�não�pode�ser�acionado�enquanto�todas
a�s�mangueiras�da�plantadeira�não�estiverem
acopladas�nos�engates�rápidos. 

-�144�-
-�É�utilizado�para�limitar�a�altura�máxima�atingida�pelos
Controles�do�Sistema braços�inferiores,�isso�quando�o�seletor�(1)�estiver�na
posição�de�levantamento�dos�braços. 
Hidráulico�Eletrônico 
6.�Seletor�de�mixagem�/�sensibilidade
-�Girando�o�seletor�totalmente�no�sentido�anti-horário,
o�sistema�entra�em�controle�de�tração�com�máxima
sensibilidade.
-�Girando�o�seletor�totalmente�no�sentido�horário,�o
sistema�atua�somente�no�controle�de�posição�(anula-se�a
sensibilidade).
-�Girando�o�seletor�na�posição�intermediaria,�ocorre
a�mixagem�entre�o�controle�de�tração�e�de�posição
(dependendo�da�posição�de�profundidade�definida�através
do�seletor�3).
Quanto�mais�próximo�o�seletor�(6)�estiver�do�símbolo�do
arado�no�display,�maior�será�a�sensibilidade.�Quando�o
seletor�é�deslocado�no�sentido�horário,�vai�reduzindo�a
sensibilidade�gradativamente�até�eliminar�totalmente.
1.�O�Seletor�de�levantar�/�abaixar�os�braços -�Girando�o�seletor�até�o�final�do�curso�no�sentido�horário,
inferiores,�possui�3�posições�de�controles: a�sensibilidade�é�eliminada�e�a�profundidade�será�fixa.�Isso
-�Quando�o�seletor�estiver�na�posição�STOP,�os�braços é,�quando�prédefinida�através�do�seletor�(3).
inferiores�permanecem�imóveis�(posição�neutra). -�Girando�o�seletor�no�sentido�horário,�aumenta�a
-�Girando�o�seletor�para�a�posição�de�levantamento,�os sensibilidade�e�girando�no�sentido�anti-horário,�reduz�a
braços�inferiores�levantam�até�a�posição�selecionada�pelo sensibilidade�(faixa�de�mixagem). 
seletor�(5)�(posição�de�levantamento�ou�de�transporte�de 7.�Luz�indicadora�de�abaixar�os�braços�inferiores.
implementos).
-�Acende�quando�os�braços�inferiores�estão�abaixando.  
-�Girando�o�seletor�para�a�posição�de�abaixamento,�os
braços�inferiores�descem�a�uma�velocidade�selecionada 8.�Luz�indicadora�de�levantar�os�braços
pelo�seletor�(9)�até�a�posição�préselecionada�pelo�seletor inferiores.
(3)�(posição�de�trabalho).   -�Acende�quando�os�braços�inferiores�estão�levantando 
2.�Tecla�do�sistema�de�amortecimento�de 9.�Seletor�de�velocidade�de�descida�dos�braços
impactos.�-�Acione�essa�tecla�toda�vez�que�transportar inferiores.
implementos�ou�cargas�sobre�o�hidráulico.�Este�sistema
-�Girando�totalmente�o�seletor�no�sentido�anti-�horário
proporcionará�o�amortecimento�de�impactos�sobre
(posição�de�bloqueio),�os�braços�não�se�movimentam
o�hidráulico�e�a�estrutura�do�trator,�como�também,�a
independente�da�posição�de�qualquer�outro�seletor�de
estabilidade�e�segurança�na�condução�do�trator,�além�de
comando.� 
aumentar�a�vida�útil�do�hidráulico.�-�Quando�o�sistema�é
acionado,�acende-se�a�luz�de�aviso�(4)�de�forma�continua -�Girando�o�seletor�no�sentido�anti-horário�(tartaruga),
(sem�piscar). reduz�a�velocidade�de�descida�dos�braços�e�girando�no
sentido�horário�(lebre),�aumenta�a�velocidade�de�descida
3.�Seletor�de�profundidade�máxima�do
dos�braços.  
implemento�ou�braços�de�levante.
10�.�Luz�de�diagnóstico�de�códigos�de�falhas�do
-�Girando�o�seletor�no�sentido�horário�a�profundidade�é
sistema�hidráulico�eletrônico.
mínima�e�girando�no�sentido�anti-horário�a�profundidade�é
máxima. -�A�luz�de�diagnóstico�de�falhas�(10)�acende�por�um
instante�quando�a�chave�de�partida�é�ligada,�e�em�seguida
-�Girando�o�seletor�totalmente�no�sentido�antihorário,
apaga�e�volta�acender�novamente.�-�Se�a�luz�de�diagnóstico
ocorre�a�flutuação�dos�braços�do�hidráulico�do�sistema�de
de�falha�(10)�estiver�acesa,�significa�que�os�braços�de
3�pontos,�os�braços�ficam�totalmente�livres,�anulando�o
levante�não�estão�ativados.�Para�ativá-los,�gire�o�seletor
efeito�de�todos�os�demais�seletores�de�comando.�E�girando
(1)�para�posição�descer.�Após�esse�procedimento,�a�luz�se
o�seletor�no�sentido�horário�para�a�faixa�mais�larga,�ocorre
apaga�e�todos�os�controles�do�hidráulico�eletrônico�são
o�inicio�do�controle�de�profundidade. 
ativados,�ficando�prontos�para�serem�utilizados.�  
4.�Luz�indicadora�do�sistema�de�amortecimento
de�impactos ATENÇÃO
-�Luz�permanentemente�acesa,�indica�que�o�sistema�de
Toda�vez�que�a�chave�de�partida�for�desligada�ou
amortecimento�de�impactos�está�ativado�(tecla�6�ativada).
os�botões�localizados�no�pára�-lama�esquerdo
-�O�sistema�somente�é�ativado�quando�o�seletor�(1) forem�utilizados�para�ajuste�do�acoplamento�do
estiver�na�posição�de�subir�e�quando�estiver�na�posição implemento,�será�necessário�ativar�o�sistema
parar/descer,�o�sistema�de�amortecimento�é�desligado hidráulico�eletrônico�girando�o�seletor�(1)�para
automaticamente.  posição�subir�ou�descer. 
5.�Seletor�de�altura�máxima
-�Quando�a�luz�de�diagnóstico�de�falha�(10)�estiver
piscando�intermitentemente�numa�mesma�freqüência

-�145�-
,�significa�que�o�sistema�esta�no�modo�de�espera.�Para -�Outro�sinal�de�falha�-�A�luz�permanece�apagada�por�um
ativá-lo�,�gire�o�seletor�(1)�na�posição�subir�ou�descer.  período�prolongado,�pisca�por�duas�vezes�,�para�e�volta
-�Quando�a�luz�de�diagnóstico�de�falha�(10)�estiver�piscanco a�piscar�mais�duas�vezes�na�mesma�freqüência.�Neste
com�freqüência�variável,�está�indicando�um�código caso,�estará�indicando�o�código�de�falha�22(�veja�tabela
de�falha.�Neste�caso,�pare�o�trator�e�consulte�os�ítens diagnóstico�na�página�seguinte) 
indicados�na�tabela�de�diagnóstico�na�página�seguinte.�Se -�Uma�outra�situação�de�falha�-�A�luz�de�diagnóstico�(10)
necessário,�consulte�a�sua�Concessionária. poderá�indicar�mais�de�um�código�de�falha,�como�por
-�Para�identificar�o�código�de�falha�será�necessário exemplo: 
observar�a�freqüência�que�a�luz�está�piscando.�A�luz�pode -�A�luz�permanece�apagada�por�um�período�prolongado
permanecer�apagada�por�um�período�prolongado,�pisca e�de�repente�pisca�por�três�vezes�consecutivas,�para�e
pela�primeira�vez,�para�e�volta�a�piscar�novamente�mais volta�piscar�por�duas�vezes�na�mesma�freqüência�em�um
uma�vez. intervalo�de�tempo�menor,�neste�caso,�estará�indicando�o
Neste�caso�estará�indicando�o�código�de�falha�11�(veja código�de�falha�32�(�Sensor�de�carga�esquerda),�verificar�o
tabela�diagnóstico�na�página�seguinte).  pino�TECU�17�falhas�e�correções.
(�veja�tabela�diagnóstico�na�página�seguinte) 

Tabela�de�Diagnostico�de�Código�de�Erros�-�Graves 

Código�de�Erro  Descrição Pino�TECU Falhas�e�correções

11 Sinal�Solenóide�de�subida 2 -�Sinal�solenóide�de�subida
com�problema�ou�não
conectado.
-�Verificar�conexão�do
terminal�com�solenóide.

12 Sinal�Solenóide�de�descida 14 -�Sinal�solenóide�de�descida
com�problema�ou�não
conectado.
-�Verificar�conexão�do
terminal�com�solenóide.

13 Curto�na�alimentação 6 -�Corrente�no�pino�6�está
muito�elevada.
-�Provável�curto�entre�os
pinos�2�e�6�ou�entre�os
pinos�14�e�6�(�curtos�na
alimentação�solenóides).

14 Sinal�de�subida,�botão�do 10 -�Sinal�proveniente�do�botão
pára-lama de�subida�não�está�OK.
-�Verificar�funcionamento�do
referido�botão.

15 Sinal�de�descida,�botão�do 20 -�Sinal�proveniente�do�botão
pára-lama de�descida�não�está�OK�-
Verificar�funcionamento�do
referido�botão.

16 Tensão�de�alimentação 12/3,13/15 -�Sinal�de�alimentação�(10V)


ou�terra�não�está�OK.

22 Sensor�de�Posição 19 -�Sinal�do�Sensor�de�posição
não�está�OK.
-�Sensor�de�posição�em
circuito�aberto�ou�não
conectado.
-�Sensor�de�posição�em
curto�circuito.�Sensor�de
posição�fora�de�regulagem

31 Sensor�de�Carga�Direito 18 -�Sinal�do�Sensor�de�Carga
Direito�não�está�OK.

-�146�-
-�Sensor�de�Carga�direito
em�circuito�aberto�ou�não
conectado�-�Sensor�de
Carga�direito�em�curto
circuito.

32 Sensor�de�Carga�Esquerdo 17 -�Sinal�do�Sensor�de�Carga
Esquerdo�não�está�OK
-�Sensor�de�Carga�esquerdo
em�circuito�aberto�ou�não
conectado.
-�Sensor�de�Carga�esquerdo
em�curto�circuito

Esquema�Elétrico�do�Painel�Eletrônico�Hitch-Tronic 

Procedimento�para�regulagem�do�sensor�de
posição.
-�Posicione�os�braços�inferiores�na�máxima�altura
permissível�e�rosquear�o�sensor�de�posição�até�que�o�seu
curso�máximo�chegue�ao�fim.�Depois,�volte�uma�volta�da
rosca�e�fixe�a�contra-porca.
-�Posicione�os�braços�inferiores�na�máxima�altura
permissível�e�rosquear�o�sensor�de�posição�até�que�o�valor
da�tensão�lida�no�pino�19�seja�de�7,2±0,2V.�Fixar�a�contra
-porca.

10.�Comando�auxiliar�externo�de�levante 
 

Botão�auxiliar�de�levantamento�dos�braços�inferiores�para
acoplamento�de�implementos.� 

-�147�-
ATENÇÃO
Interruptores�do�Controle
Após�o�uso�dos�botões�auxiliares,�é�necessário
reativar�novamente�no�painel�de�controle�o
Remoto�e�das�Saídas�Controladas 
sistema�de�levantamento�hidráulico�eletrônico. 

Reativando�o�sistema�de�levantamento
hidráulico�eletrônico.
Para�reativar�o�sistema�de�levantamento�hidráulico
eletrônico�proceda�da�seguinte�forma: 
-�De�a�partida�no�motor�novamente,�a�luz�de�aviso�(4)�irá
piscar�intermitentemente�indicando�que�o�sistema�está
bloqueado.�-�Coloque�o�controle�levantar�/�abaixar�(1)
na�posição�STOP�(neutro).�Se�o�seletor�(1)�já�estiver�na
posição�neutro,�é�necessário�deslocá-lo�para�posição�de
subir�e�em�seguida�para�a�posição�neutro.�O�sistema�será
ativado,�podendo�ser�constatado�pelo�desligamento�da�luz
de�aviso�(4).

Acionamento�de�Emergência
1.�Interruptor�de�acionamento�da�saída�controlada�(A)
do�Sistema�de�Levante 
-�Aciona�as�saídas�controladas�(A)�com�uma�vazão�de�0
O�levantamento�ou�abaixamento�dos�braços�inferiores para�83�litros/minuto�a�2300�rpm�do�motor.
pode�ser�acionado�manualmente�atuando�sobre�os�pinos 2.�Interruptor�de�acionamento�da�saída�controlada�(B)
(A�ou�B)�das�válvulas�de�controle�hidráulico,�com�o�motor
em�marcha�lenta.  -�Aciona�as�saídas�controladas�(B)�com�uma�vazão�de�0
para�30�litros/minuto�a�2300�rpm�do�motor.
3.�Luz�indicadora�de�alta�pressão
-�A�luz�indicadora�de�alta�pressão�(3),�acende�quando�corre
alta�pressão�na�linha�do�controle�remoto.� 

ATENÇÃO
A�luz�indicadora�de�alta�pressão�(3)�não�deverá
permanecer�acesa�por�mais�de�40�segundos.
Se�isso�ocorrer,�observar�se�o�controle�não�está
travado�na�posição�acionada. 

4.�Interruptor�de�acionamento�da�alta�vazão
-�Aciona�a�alta�vazão�do�controle�remoto,�passando�de�51
litros/minuto�para�130�litros/minuto�a�2300�rpm�do�motor.� 
O�pino�da�válvula�(A),�aciona�a�descida�dos�braços
inferiores�e�o�pino�da�válvula�(B),�aciona�a�subida�dos ATENÇÃO
braços�inferiores�do�hidráulico.�Caso�o�sistema�hidráulico
não�responder�a�estes�comandos,�significa�que�existe Recomenda�-se�que�a�alta�vazão�(�interruptor
uma�falha,�que�não�está�na�parte�eletrônico,�e�sim�na 4),�seja�utilizada�somente�no�momento�de
parte�mecânica�ou�hidráulica.�Nesse�Caso,�consulte�sua acionamento�do�levante�dos�cilindros�das
Concessionária�Valtra. carretas,�na�operação�de�transbordo�e�desligando
logo�após�o�abaixamento�dos�cilindros.
Esse�procedimento�evitará�o�consumo�excessivo
de�combustível�e�o�aumento�desnecessário�da
temperatura�do�óleo�hidráulico.
Quando�acionado,�a�alta�vazão�do�controle
remoto�corta�a�alimentação�do�óleo�nas�saídas
controladas�e�no�sistema�de�levante.
Portanto,�quando�não�existir�vazão�nas�saídas
controladas�e�no�sistema�de�levante,�verifique�se
o�interruptor�(4)�da�alta�vazão�controle�remoto�não
está�acionado. 

-�148�-
ATENÇÃO
Instruções�de�Acionamento�das
Recomenda�-se�montar�os�registros�de�regulagem
Alavancas�do�Controle�Remoto das�saídas�controladas�totalmente�fechadas�(sem
forçar)�,�enquanto�as�saídas�não�estiverem�sendo
utilizadas.�Cuidado�para�não�forçar�os�registros�de
regulagem�nos�finais�de�curso�(�Ao�abrir�ou�fechar
totalmente�) 

Controle�Remoto 

Quando�a�alavanca�é�acionada�nas�posições�(1�e�2),�o
sistema�é�pressurizado�nas�saídas�do�controle�remoto�(1�e
2).
Quando�a�alavanca�é�acionada�nas�posições�(3�e�4),�o
sistema�é�pressurizado�nas�saídas�do�controle�remoto�(3�e
4).� 

ATENÇÃO
Quando�a�alavanca�(3�e�4)�é�acionada�para�a
posição�(4),�a�válvula�com�detente�e�destrave
automático�aciona�a�saída�(4)�,�do�controle Usar�as�saídas�de�controle�remoto�1,�3�e�5�(superiores)�para
remoto.  levante�dos�cilindros�e�as�saídas�2,�4�e�6�(inferiores)�para
abaixamento�dos�cilindros.� 

Controle�Remoto�com ATENÇÃO
Saídas�Controladas  Para�utilização�da�alta�vazão,�acoplar�os
implementos�nas�saídas�do�controle�remoto
montadas�com�os�engates�maiores�3/4”.�Por
exemplo,�transbordo�de�cana.�Se�necessário,
utilizar�as�saídas�com�detente�e�destrave
automático�(3�e�4)�para�alimentação�em
fluxo�contínuo�dos�comandos�instalados�nas
plantadeiras�de�cana.�Neste�caso,�utilizar�as
saídas�(1�e�2)�para�acionamento�dos�cilindros�para
levantar�ou�abaixar�o�implemento�nas�manobras
ou�nas�correções�de�profundidade. 

Nas�operações�que�necessitam�vazões�superiores�a�30
litros/minuto,�utilizar�as�saídas�controladas�engate�(A).
Nas�operações�que�necessitam�vazões�inferiores�a�30
litros/minuto,�utilizar�as�saídas�controladas�engate�(B).� 

-�149�-
Conectando�e
Desconectando�Mangueiras 

Antes�de�adicionar�o�óleo�ao�sistema�hidráulico,
proceda�da�seguinte�forma: 
a)�De�partida�no�motor�e�acople�todas�as�mangueiras�do
implemento�ao�trator;
b)�Acione�todos�os�cilindros�estendendo�todas�as�hastes;
c)�Verifique�o�nível�de�óleo�no�reservatório�através�do
Antes�de�conectar�as�mangueiras�externas�do�implemento, medidor�(1�e�2),�sempre�com�o�trator�nivelado. 
verifique�se�há�pressão�nas�mesmas.�Caso�afirmativo,
procure�aliviar�a�pressão�comprimindo�a�válvula�de
retenção�na�extremidade�dos�terminais�macho�contra�uma Orientações�Gerais 
superfície�limpa.�Proteja�-se�do�jato�de�óleo�resultante.
Desconectando: 1�–�Certifique-se�que�o�óleo�contido�no�circuito�do
implemento�não�esteja�contaminado.�Isto�geralmente
-�Alivie�a�pressão�do�circuito.�Para�isso,�abaixe�o ocorre�em�implementos�expostos�a�intempéries
implemento,�desligue�o�motor�e�movimente�as�alavancas por�períodos�prolongados.�Se�for�este�o�caso,�faça�a
de�controle�para�frente�e�para�trás�até�perceber�que�os troca�deste�óleo�conforme�instruções�do�fabricante
cilindros�hidráulicos�remotos�não�exercem�força. do�implemento.�Se�o�óleo�contaminado�não�for
-�Nos�engates�menores�de�½”,�libere�as�mangueiras removido,�passará�para�o�sistema�hidráulico�do�trator,
puxando�com�firmeza�para�desconexão�com�a�mínima�de comprometendo�a�vida�útil�destes�sistemas.
perda�de�óleo. 2�-�Antes�de�acoplar�as�mangueiras�aos�terminais,
-�Nos�engates�maiores�de�¾”,�libere�as�mangueiras assegure-se�de�que�os�componentes�estão�limpos.
empurrando�a�capa�externa�da�fêmea�do�engate�rápido. 3�–�Mantenha�os�terminais�das�mangueiras�do�implemento
-�Feito�isso,�limpe�o�resto�de�óleo�com�um�pano�limpo�e e�do�controle�remoto�do�trator,�sempre�protegidos�com�os
proteja�os�terminais�das�mangueiras�e�do�controle�remoto tampões�de�plásticos�(1)�para�evitar�a�contaminação�do
com�os�tampões�plásticos�(1).  óleo�com�elementos�altamente�abrasivos,�como�poeira,
que�poderiam�causar�sérios�problemas�de�desgaste�ao
sistema�hidráulico.
Verificação�e�Adição�de
4�–�Consulte�o�Manual�do�implemento�para�orientações
Óleo�do�Sistema�Hidráulico  adicionais.
Esta�verificação�deve�ser�feita�sempre�com�o�trator  
funcionando�e�nivelado,�e�os�braços�de�levante�hidráulico
abaixados.�O�nível�do�óleo�deve�atingir�para�os�2�medidores
a�faixa�intermediaria,�entre�as�duas�marcas. 
O�reservatório�e�os�medidores�estão�localizados�na�parte
traseira�do�trator.�Se�o�nível�estiver�baixo,�do�especificado,
complete-o. 
Nas�aplicações�normais,�o�nível�do�óleo�deve�estar
indicado�entre�as�duas�faixas�do�medidor�inferior�(2)�e�nas
aplicações�com�cilindros�de�grande�volume�(por�exemplo:
transbordo),�o�nível�do�óleo�deve�estar�indicado�entre�as
duas�faixas�do�medidor�superior�(1)�com�o�trator�nivelado. 

-�150�-
O�reabastecimento�é�feito�através�do�bocal�(A).
Abastecimento�do�Óleo�Hidráulico 
Certifique-se�sobre�o�óleo�recomendado�na�seção�G2
(Combustível�e�lubrificantes�recomendados).� 

ATENÇÃO
Verifique�o�nível�com�os�braços�de�levante
do�hidráulico�abaixados�(�Se�equipado�com
implementos)�.�Consulte�orientações�sobre�a
necessidade�de�adicionar�mais�óleo�ao�sistema
hidráulico�quando�operar�com�implementos�pelo
controle�remoto�(�transbordo).Caso�o�nível�do�óleo
esteja�acima�do�recomendado,�drene�o�excesso
após�desacoplar�o�implemento�e�desconectar�as
mangueiras. 

Controle�da�Sensiblilidade�da�Tração 
1-�O�implemento�exerce�uma�força�de�tração�nos�braços�inferiores�de�levantamento.
2-�A�força�de�tração�é�transmitida�ao�eixo�do�apalpador.
3-�Que�por�sua�vez�atua�sobre�as�molas�do�apalpador�em�forma�de�força�de�compressão.
4-�Se�a�força�de�compressão�for�maior�que�a�força�determinada�pela�pré-carga�das�molas,�a�alavanca�de�ligação�do
apalpador�atua�no�sistema�de�alavancas�internas.
Dependendo�do�posicionamento�da�alavanca�de�controle�da�sensibilidade�da�tração,�o�sistema�efetua�um�ciclo�de
levantamento�ou�permanece.
Quando�o�ciclo�de�levantamento�é�efetuado,�a�força�de�tração�começa�a�diminuir�até�o�valor�em�que�não�consegue�superar
a�pré-carga�das�molas�e�o�sistema�retorna�a�sua�posição�original.

A.�FALHA�NO�SISTEMA�DE�LEVANTAMENTO�DO�HIDRÁULICO 

1.�SOBRECARGAS 2.�DEFEITOS�NAS 3.�DEFEITO�NO 4.�VAZAMENTO 5.�VAZÃO


ALAVANCAS�DE SISTEMA�DE INTERNO INSUFICIENTE�DA
ACIONAMENTO VÁLVULAS BOMBA
HIDRÁULICA

Carga�muito�pesada Placa�de�comando A�válvula�de�alívio Assentos�do�corpo�de Baixo�nível�de�óleo�no


(P1) não�articula da�bomba�não�fecha válvulas�e�superfícies reservatório�(P12)
apropriadamente,�não devido�a�sujeira�no de�assentamento�das
acionando�os�pinos�de furo�de�interligação válvulas�com�desgaste
pressão�das�válvulas dos�espaços ou�marcas�(P6)
pilotos�(P3) pressurizados�(P6)�/
(P7))

Partes�móveis A�mola�da�placa A�válvula�piloto�da Defeitos�em Uso�de�óleo


apresentam de�comando�está válvula�de�alívio�da retentores�das inadequado�(P13)
deformações�ou quebrada�ou�fora�do bomba�não�fecha válvulas:
engripamentos�(P2) lugar�(P4) devido�a�defeito -�de�alívio�da�bomba
na�mola,�desgaste
na�esfera�ou�folga -�de�alívio�do�cilindro
do�pino�de�pressão -�de�controle�da
desregulada�(P6)�(P7) velocidade�de�descida
-�de�segurança�dos
cilindros
-�limitadora�de
pressão�e�nos�pisões
dos�cilindros�(�(P6)�/
(P10))

-�151�-
Desgaste�na�placa�de Regularem�da�placa Desgaste�nos�cilindros Sucção�obstruída
comando�e/ou�nos de�comando�fora�da (P10) (filtro�sujo�(P14)
pinos�de�pressão�(P3) especificação�(P3)

Alavanca�de Válvula�limitadora�de Bomba�hidráulica Entrada�de�ar�na


acionamento pressão�defeituosa, gasta�(P11) sucção�através�do
desarticuladas�ou sujeira,�mola filtro�(P14)
emperradas�(P5) quebrada�ou
desregulada�(P8)

Válvula�de�segurança Alimentação�(sucção)
do�cilindro�de defeituosa�por�respiro
levantamento do�reservatório
desregulada�ou entupido�(P15)
defeituosa�(P9)

Desgaste�interno�da
bomba�e/ou�com�os
seus�elementos�de
vedação�defeituosas
(P11)

B.�O�HIDRÁULICO�LEVANTA�PORÉM�NÃO�SUSTENTA�A�POSIÇÃO�NEUTRA

1.�VAZAMENTO�INTERNO 2.�VÁLVULA�DE�ALÍVIO�DOS�CILINDROS�NÃO
FECHA

Válvula�de�alívio�do�cilindro�comsede�gasta�ou�anel Regulagem�da�placa�de�comando�desregulada�(P3)
retentordefeituoso�(P6)

Válvula�de�segurança�dos�cilindros�desregulada�ou�com Esfera�da�válvula�piloto�com�marcas�ou�desgaste�P6
anel�retentor�defeituoso�(P9)

Retentores�do�pistão�do�cilindro�de�levantamento Mola�da�válvula�piloto�defeituosa�(P6)
defeituoso�(P10)

 C.�SUPERAQUECIMENTO�DO�ÓLEO�HIDRÁULICO

1.�SOBRECARGAS�(ver 2.�COMPONENTES 3.�AR�NO�SISTEMA 4.�BOMBA 5.�ÓLEO


item�A1) SOB�PRESSÃO�EM HIDRÁULICA�(P11) HIDRÁULICO
BY�PASS

Carretel�da�válvula Válvula�limitadora�de Vedação�do�filtro�de Nível�baixo�(P12)


de�controle�remoto pressão�com�sujeira sucção�defeituosa
travada�(P20) ou�mola�quebrada (P14)
(engripada)�(P8)

Válvulas�de�alívio�da Respiro�do Óleo�hidráulico�não


bomba�e�do�cilindro reservatório�entupido especificado�(P12)�/
com�sujeira�ou�molas (P15) P13
defeituosas�(P6)

Válvula�de�segurança Filtro�de�sucção�sujo Óleo�hidráulico�sujo


do�cilindro�com�sujeira (P14) (P7)�/�(P13)
ou�mola�quebrada�(P9)

Aberturas�contínuas Vazamento�externo
da�válvula�limitadora (P17)
de�pressão�causadas
pelo�mal�uso�das
válvulas�de�controle
remoto�encostando�os
pistões�externos�no
batente�(P19)

 D.�O�HIDRÁULICO�LEVANTA�PORÉM�SACODE�NA�POSIÇÃO�NEUTRA

1.�CORPO�DE�VÁLVULAS 2.�ÓLEO�HIDRÁULICO

-�152�-
Regulagem�básicas�fora�de�especificação�(P3) Contaminação�extrema�com�sujeira�que�deixa�as�válvulas
de�alívio�do�cilindro�e�da�bomba�em�posição�de�abertura�e
fechamento�continuamente�(P13)�/�P6

 E.�DESGASTE�OU�FALHA�PREMATURA�DA�BOMBA�HIDRÁULICA

1.�SUPERAQUECIMENTO�(�ver�item�C) 2.�ACIONAMENTO�TRANSMITE�CARGA�A
HIDRÁULICA

Montagem�errada�da�engrenagem�de�acionamento�(P18)

Rolamentos�da�engrenagem�de�acionamento�defeituosos
(P8)

Providências 

P1  Acoplar�um�implemento�cujo�peso�não�exceda�a�máxima
carga�permitida.�Medir�a�pressão�da�válvula�limitadora�de
pressão�e�se�necessário,�efetuar�a�regulagem�correta.

P2 Substituir�os�componentes�deformados�ou�corrigir�a
interferência�quando�for�resultante�da�má�regulagem�do
sistema�de�3�pontos�ou�do�implemento.

P3 Retirar�o�corpo�de�válvulas�e�inspecionar�as�condições�de
desgaste�da�placa�de�comando�e�dos�pinos�de�pressão.
Trocar�as�peças�defeituosas�e�efetuar�as�regulagens
básicas�do�corpo�de�válvulas.�Verificar�os�pontos�de
contato�dos�pinos�das�válvulas�pilotos�e�o�eixo�de
articulação.

P4 Retirar�o�corpo�de�válvulas�e�inspecionar�as�condições�da
mola.�Verificar�também�as�regulagens�básicas�do�corpo�de
válvulas.

P5 Remover�o�corpo�de�válvulas�e�verificar�o�acionamento
correto�das�alavancas�de�acionamento.

P6 Retirar�o�corpo�de�válvulas,�desmontar�o�conjunto�de
válvulas�e�inspecioná-las�quanto�ao�desgaste,�trocar�as
peças�defeituosas�e�efetuar�as�regulagens�básicas.�Verificar
as�condições�do�filtro�de�óleo�do�sistema�e�trocá-lo�se
necessário.�Verificar�vazamentos�de�óleo�no�circuito
hidráulico.

P7 Verificar�no�reservatório�as�condições�de�limpeza�do�óleo
hidráulico.
Se�for�constatada�a�contaminação,�remover�o�sistema
completo�e�efetuar�a�limpeza�geral.
Inspecionar�os�componentes�quanto�ao�desgaste�e
trocá-los�se�necessário.
Verificar�as�condições�do�filtro�de�óleo�do�sistema�e
trocá-lo�se�necessário.

P8 Efetuar�o�teste�da�pressão�de�abertura�da�válvula�limitadora
de�pressão�e�se�estiver�fora�do�especificado,�efetuar�a
regulagem�correta.�Se�necessário,�troque�o�conjunto�da
válvula�limitadora�de�pressão.

P9 Efetuar�o�teste�da�pressão�de�abertura�da�válvula�de
segurança�do�cilindro.�Se�a�pressão�estiver�correta,
verifique�então�os�retentores�do�cilindro�de�levantamento.

P10 Remover�o�cilindro�de�levantamento�e�inspecionar
os�retentores�e�a�superfície�do�cilindro.�Reajustar�as
regulagens�básicas�do�sistema.

-�153�-
P11 Fazer�o�teste�de�desempenho�da�bomba�hidráulica�ou
colocar�uma�bomba�nova�para�fazer�o�teste�comparativo.

P12 Verificar�o�nível�do�óleo�hidráulico�e�completar�se
necessário.

P13 Verificar�o�óleo�hidráulico�quanto�à�aparência�e
viscosidade,�em�caso�de�dúvidas�drenar�o�sistema�e
abastecê-lo�com�o�óleo�especificado.

P14 Desmontar�o�filtro�de�sucção�e�proceder�à�limpeza�do
elemento�e�verificar�as�condições�das�juntas�de�vedação.
Verificar�o�pontos�de�união�nos�tubos�e�mangueiras�do
circuito�de�sucção.

P15 Limpar�o�respiro�trocar�a�tampa�de�abastecimento.

P16 Remover�o�corpo�de�válvulas�e�trocar�os�elementos�de
vedação.

P17 Verificar�as�conexões,�braçadeiras,�pontos�onde�existem
juntas�de�vedação.

P18 Retirar�a�bomba�hidráulica�e�verificar�a�engrenagem�e
rolamentos�do�acionamento�da�bomba�hidráulica.

P19 Operar�adequadamente�as�válvulas�de�controle�remoto.

P20 Verificar�o�torque�de�aperto�das�porcas�dos�prisioneiros�do
conjunto.

Tabela�de�Especificações�Técnicas 

 Modelos 1280R 1580 1780 1380S/BH140 1680S/BH160 1880S/BH1


80

GENERALIDADES

Tipo controle�automático�de�profundidade�e�ondulação

Controles posição,�profundidade,�tração�e�velocidade�de�descida

BOMBA�HIDRÁULICA

Tipo de�engrenagens

Vazão 22,5 22,5 22,5 22,5 22,5 22,5


(cm3/rot)

Temperatura 66 66 66 66 66 66
de�teste�óleo
hidr.(ºC)

Vazão�de�teste 40,5* 40,5* 40,5* 40,5* 40,5* 40,5*


(l/min)

*�1800�rpm�e�sob�carga�de�155�bar�de�pressão�para�os�modelos�antigos�1280R

*�1800�rpm�e�sob�carga�de�140�bar�de�pressão�para�os�modelos�antigos�1580�e�1780

*�1800�rpm�e�sob�carga�de�180�bar�para�os�modelos�atuais�1280R,�1580,�1780,�1380S,�1680S,�1880S,�BH140,�BH160,�BH180

ÓLEO�HIDRÁULICO

Classificação ISO�VG�68

Volume (l)�29

CONEXÃO�CIRCUITO�EXTERNO

Tipo válvulas�simples�e�dupla�ação�com�engate�rápido

-�154�-
Volume�de�óleo 10 10 10 10 10 10
disponível�(l)

Vazão 22,5 22,5 22,5 22,5 22,5 22,5


(cm3/rot)

Pressão 15�/�18 15�/�18 15�/�18 15�/�18 15�/�18 15�/�18


máxima�(Mpa)

SISTEMA�DE�ENGATE�DE�3�PONTOS

Categoria II�(NBR�8566) II�(NBR�8566) II�(NBR�8566) II�(NBR�8566) II�(NBR�8566) II�(NBR�8566)

Levante�kN 25,4(4700) 25,4(4700) 25,4(4700) 25,4(4700) 25,4(4700) 25,4(4700)


(kgf)�a�610mm
ISO�789/2

VÁLVULA�LIMITADORA�DE�PRESSÃO

Pressão�de 15�/�18 15�/�18 15�/�18 15�/�18 15�/�18 15�/�18


abertura�(MPa)

Espessura 0,3-0,4-�1,0 0,3-0,4-�1,0 0,3-0,4-�1,0 0,3-0,4-�1,0 0,3-0,4-�1,0 0,3-0,4-�1,0


calços�de
ajuste�(mm)

VÁLVULA�DE�SEGURANÇA�DO�ENCOSTO�DO�PISTÃO

Pressão�de 3�3�21�/�23 3�3�21�/�23 3�3�21�/�23 3�3�21�/�23 3�3�21�/�23 3�3�21�/�23


inicio�de
abertura�(MPa)

Pressão�válvula�completamente
16�/�18 16�/�18 16�/�18 16�/�18 16�/�18 16�/�18
fechada�(Mpa)*

*Pressão�a�ser�mantida�com�duração�maior�ou�igual�a�1�minuto.

CORPO�DE�VÁLVULAS

Folga�pino�da 0,4-0,5 0,4-0,5 0,4-0,5 0,4-0,5 0,4-0,5 0,4-0,5


válvula�piloto
cilindro�(mm)�*

Comprimento 18,2-18,3-1 18,2-18,3-1 18,2-18,3-1 18,2-18,3-1 18,2-18,3-1 18,2-18,3-1


dos�pinos�da 8,4-18,5-18, 8,4-18,5-18, 8,4-18,5-18, 8,4-18,5-18, 8,4-18,5-18, 8,4-18,5-18,
válvula�piloto 6�-18,7-18,8 6-18,7-18,8 6-18,7-18,8 6-18,7-18,8 6-18,7-18,8 6-18,7-18,8
do�cilindro
(mm)

Comprimento 18,9-19,0 18,9-19,0 18,9-19,0 18,9-19,0 18,9-19,0 18,9-19,0


dos�pinos�da
válvula�(mm)

*�Comfolga�zero�do�pino�da�válvula�piloto�da�bomba�coma�placa�de�comando

Torques 

 TORQUE�DE�APERTO�em�Nm�(mkgf)

Porcas�corpo 35�-�40�(3,5 35�-�40�(3,5 35�-�40�(3,5 35�-�40�(3,5 35�-�40�(3,5 35�-�40�(3,5


distribuidor -4,0) -4,0) -4,0) -4,0) -4,0) -4,0)

Parafusos�do 200�-�240�(20,0 200�-�240�(20,0 200�-�240�(20,0 200�-�240�(20,0 200�-�240�(20,0 200�-�240�(20,0


cilindro -�24,0) -�24,0) -�24,0) -�24,0) -�24,0) -�24,0)

Parafusos 72-�88�(7,2�- 72�-�88�(7,2�- 72�-�88�(7,2�8,8) 72�-�88�(7,2�- 72�-�88�(7,2�- 72�-�88�(7,2�-


braços 8,8) 8,8) 8,8) 8,8) 8,8)
elevador

Parafusos�caixa 80�-�100�(8,0�- 80�-�100�(8,0 80�-�100�(8,0�- 80�-�100�(8,0�- 80�-�100�(8,0�- 80�-�100�(8,0�-


do�elevador 10,0) -10,0) 10,0) 10,0) 10,0) 10,0)

-�155�-
Parafuso 21�-�23�(2,1 21�-�23�(2,1 21�-�23�(2,1 21�-�23�(2,1 21-�23�(2,1�-2,3) 21-�23�(2,1-�2,3)
tampa�corpo -2,3) -2,3) -2,3) -2,3)
válvulas

Parafuso�corpo 45�-�55�(4,5 45�-�55�(4,5 45�-�55�(4,5 45�-�55�(4,5 45�-�55�(4,5 45�-�55�(4,5�-


eixo�alavancas -5,5) -5,5) -5,5) -5,5) -5,5) 5,5)

-�156�-