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TEORIA GERAL DO PROCESSO A unificagao dos estudos dos prineipios gerais, dos fandamentos ¢ dos temas comuns aos varios ramos do Direito Processual (Civil, Penal, Trabalhista te.) encontra nesta obra uma perfeita realizagao, Dai o sucesso ea receptividade de suas sucessivas edigdes e tiragens. CARLOS DE ARAUJO CINTRA ANTO A PELLEGRINI GRINOVER CANDIDO RANGEL DINAMARCO TEORIA. GERAL DO PROCESSO 25* EDICAO Ao Ido dos fundamentos constitucionais e dos prinefpios gerais, os Au- ‘ores oferecem um estudo pormenorizado sobre a jurisdigdo, a ago, a defesa do réu, a classificagiio das agbes, a natureza juridica do processo, as partes, os atos processuais, a prova, os procedimentos etc., sempre de forma a embasar lum estudo mais aprofundado a ser feito, posteriormente, nas especializagdes de cada ramo processual, tendo em vista objetivos cfinalidades mais ou menos comuns, Obra indispensdvel para quem deseja se introduzir nos temas provessuais, ou para quem pretende obter uma visio atualizada e completa do moderna Direito Processual. MALHEIROS. EDITORES TEEN §8-7420-9: til 2885 7ul2093351 Teoria Geral do Processo © Antonio Carlos de Araiijo Cintra ‘Ada Pellegrini Grinover Candido Rangel Dinamarco 9% edigio, 1+ tiragem: 08,1992; 2+ tiragem: 01.1993; 3 tiragem: 07.1993; 10* edicdo, 1994; I1* edigio, 1995, 124 edigdo, 1996; 13* edigio, 1997; 144 edicao, 1998; 15 edigio, 1999; 16% edigGo, 2000; 174 edigao, 2001; 18* edicdo, 2002; 194 edigdo, 2003; 208 edigao, 2004; 21* edigéo, 2005; 22# edicdo, 2006; 23 edigio, 2007; 244 edigdo, 2008, ISBN 978-85-7420-931-9 Dircitos reservados desta edigao por MALHEIROS EDITORES LTDA. Rua Paes de Araiijo, 29, conjunto 171 CEP 04531-940 - Sao Paulo - SP Tel.: (11) 3078-7205 — Fax: (11) 3168-5495 URL: www.malheiroseditores.com.br ‘e-mail: malheiroseditores@terra.com.br Composigéo PC Editorial Lida Capa Nadia Basso Innpresso no Brasil Printed in Brazil 01.2009 PREFACIO DA I* EDICAO Os jovens mestres de direito Ada Pellegrini Grinover, Candido Rangel Dinamarco ¢ Anténio Carlos de Araiijo Cintra acabam de dar, ‘com 0 preparo de seu curso de Teoria Geral do Processo, cumprimen- tando a um dos principais deveres do professor. A Faculdade de Direito de S80 Paulo sempre teve a ventura de contar, para seus alunos, com excelentes compéndios de direito pro- cessual. Desde meados do século passado até o presente foram eles dos melhores que jé se publicaram no Brasil. Muito poucos livros de caréter institucional, no campo do processo, deixam de filiar-se a nos- sa escola. Se prescindirmos dos consagrados cursos de Paula Baptista no século passado ¢ de Lopes da Costa no presente, nenhum manual ade, a seu tempo, ombrear-se com os de Jodo Mendes Jinior, Jotio Monteiro, Manuel Aureliano de Gusmao, Gabriel de Rezende Filho, José Frederico Marques e Moacyr Amaral Santos, A cringdo da nova disciplina de Teorie Geral do Processo veio dar aos novos mestres 0 incentivo que faltou a seus antecessores. A exceléncia dos compéndios existentes atenua, se nao justifica, a falta de muitos, em que se inclui, vexado, 0 subscritor destas linhas. A unificacdo, em uma s6 disciplina, dos estudos de direito pro- cessual civil e penal, foi defendida, na Europa ¢ no Brasil, por dois ddos mais profundos e originais pensadores da matéria: Francesco Car- nelutti e Joaquim Canuto Mendes de Almeida. Debateu-se o primeiro, ao longo de sua fecunda existéncia, pela unificaglo, sem quebra de seu sistema de congruéncia monumental Seo processo tem por escopo a composicao da lide, ¢ preciso caracte- Fiear a lide e sua composigdo no processo penal, Que tarefe ingratal ‘Quais sdo as partes nesse contflito de imteresses? O indiciado de um lado, a vtima, de outro? O indiciado e o Estado? A vitima e o Estado? A lustiga Pablica ¢ 0 indicindo? 4 ‘TEORIA GERAL DO PROCESSO ‘Quais so os interesses em antagonism? O interesse do indicia- {do em sua liberdade e do Estado em seu encarceramento? O interesse da. vitima em obter reparagao civil e moral e o do indiciado em nao tha conceder? O do Estado em proteger a liberdade do cidadao e 0 do criminoso a querer purificar-se pela pena?” ‘Todas as variantes foram exaustivamente estudadas e debatidas, a lembrar a deticiosa fibula do lavrador, Filho © o burro, Os jovens autores deste livto poueo se detiveram ~ ¢ fizeram muito bem — nessas indagagdes. O fato inegavel é que hi inimeras ratérias que so comuns ao processo civil ¢ a0 processo penal Sem falar nas nogGes fundamentas, a que os autores, em exce- Jente introdugdo, deram especial atengdo, ¢ que muito bem se desti- nam a estudantes do segundo ano juridico, cuidaram da natureza, fou tes, eficdcia no tempo € no espago, interpretagao da lei processual. Na segunda parte do livro, tratando da jurisdigao, ds competéacia, dos servigos auxiliares da justiga, do Ministério Piblico e do advogado, nao se afastaram um instante de sua visio unitéria do proceso, O mes: mo se pode dizer da parte final, dedicada ao processo, as formas pro- cessuais, os atos processuais¢ as provas. No capitulo referente as agdes, os jovens mesires mantém-se uni- taristas. Sustentam que a lide se caracteriza, no processo penal, pela pretensio punitiva do Estado em contraposigdo a pretensio do indicia- do a sua liberdade. Em todas as matérias versadas 0 novo compéndio mantém-se em alto nivel cientifico. Os mestres que o elaboraram, que tdo cedo se demonstram dignos dos mais altos postos da carreira universitéria te- +80, estou certo, na consagracdo de seus alunos ¢ no respeito de seus colegas o justo prémio pelo bem empregado esforgo em pro! do ensi= no de sua disciplina ‘Sto Paulo, 1974 Prof. Luis Bulélio de Bueno Vidigal SUMARIO preficio da edigao. 8 reforma constitucional do Poder Judi apresentasio da 22 edigdo 0 (apresentagao da 21*edigso) 3 5 10. UL 12. 3B. PRIMEIRA PARTE ~ INTRODUGAO. Capitulo 1 - SOCIEDADE E TUTELA JURIDICA sociedade e direito conilites¢ insatisfagoes 4a autotutela 8 jurisdiggo a fungo esata pacificadora (jurisdigio) efos alternatives de pacificagée social autetutcla,autocomposiglo earbitragem no direito moderno controle jurisdicional indispensivel (a repra milla poena sine juticio) acesso justiga Capitulo 2~ © PROCESSO E 0 DIREITO PROCESSUAL as fungdes do Estado madera legislagdoe jurisdigao, sieito material ¢ dveto processual 4 instrumentalidade do processo linhas evelusivas| Capitulo 5 ~ DENOMINAGAO, POSICAO ENCICLOPEDICA E DIVISAO DO DIREITO PROCESSUAL, denoninaso Popo eniopica do dito procesual divisio do direito processual ® 25 26 26 30 31 3s cd a “4 46 a 48 2 3 sa