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ACADEMIA MILITAR DAS AGULHAS NEGRAS

ACADEMIA REAL MILITAR (1811)


CURSO DE CIÊNCIAS MILITARES

João Paulo Vargas de Oliveira

ANALISAR OS BENEFÍCIOS DO APOIO DE UMA SEÇÃO DE


HELICÓPTEROS AO PELOTÃO DE CAVALARIA MECANIZADA EM
MISSÃO DE RECONHECIMENTO

Resende
2018
João Paulo Vargas de Oliveira

João Paulo Vargas de Oliveira


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ANALISAR OS BENEFÍCIOS DO APOIO DE UMA SEÇÃO DE


HELICÓPTEROS AO PELOTÃO DE CAVALARIA MECANIZADA EM
MISSÃO DE RECONHECIMENTO

Projeto de pesquisa apresentado ao Curso de Graduação


em Ciências Militares, da Academia Militar das Agulhas
Negras (AMAN, RJ), como requisito parcial para obtenção
do título de Bacharel em Ciências Militares.

Orientador: Cap Cav Marco Aurélio Avellar bolze

Resende
2018

SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO……...…………………………………………….…...……….....
…....03
3

1.1 OBJETIVOS………………………………………………………………........…........05
1.1.1 Objetivo geral……………………………………………………………....……..
…....05
1.1.2 Objetivos específicos………………….…..……………………………....
……............05
2 REFERENCIAL TEÓRICO………….……………………………………....….....
….06
2.1 O PELOTÃO DE CAVALARIA MECANIZADO..………………….......…..…...........06
2.2 SEÇÃO DE HELICÓPTEROS.........................................................….......…................06
2.3 ATUALIZAÇÃO DOUTRINA ……….........…………….....................….…................07
3 REFERENCIAL METODOLÓGICO……………………………………….
…….....09
3.1 TIPO DE PESQUISA………………………………………………………….
…..........09
3.2 MÉTODOS……………...
…………………………………………………………........09
3.2.1 Avaliar o emprego do Pel C Mec em missões de
Reconhecimento........................................................................................................................09
3.2.2 Analisar o emprego da Aviação do Exército em operações de
reconhecimento.........................................................................................................................09
4 CRONOGRAMA……………………………………………………………….
….......10
5 REFERÊNCIAS………………………………………………………………....
…....11
4

1 INTRODUÇÃO

Desde os primórdios de sua criação, na batalha de Guararapes, passando pela efetiva


criação em 1822, pelas suas reorganizações por ocasião da Missão Militar Francesa após a 2ª
Guerra Mundial em 1922 até a última grande mudança com o projeto FT 90, no final da
década de 1980, o Exército Brasileiro vem ao longo dos anos buscando se aprimorar e se
desenvolver frente às possíveis ameaças que possam vir a surgir, tanto no campo material
como no doutrinário.(

Foram diversos os momentos em que nossa força se viu com a necessidade de se


reformular e buscar inovações tecnológicas que pudessem manter a nossa operacionalidade ao
longo dos anos. Tanto quanto foi o desafio em canudos, até a guerra do Paraguai. Da segunda
guerra mundial, até as últimas inovações que as operações no Haiti nos trouxeram.

E com a intenção perpetuar nossa dominação regional e nos tornarmos uma potência
mundial, devemos seguir em busca de nosso aprimoramento técnico-profissional e buscar
problematizar questões que possam trazer ganhos para nossa força.

Então, durante a realização do curso de bacharel em ciências militares, foi possível


perceber algumas limitações no que tangem ao assunto, reconhecimento no campo de batalha.
O reconhecimento é uma forma de se obter informações sobre o inimigo, em certa área, eixo
ou zona.

Reconhecimento é a ação conduzida, em campanha, pelo emprego de


meios terrestres e/ou aéreos, com o propósito de obter informações
sobre o inimigo e/ou a área de operações. É, também, pelo
reconhecimento que se levantam as informações que permitirão ao
comando realizar seu estudo de situação e formular seus planos de
manobra. (C 2-1, Manual de Campanha, EMPREGO DA
CAVALARIA, 1999, 2° Edição.)

Com o advento do combate moderno, as operações de reconhecimento tiveram que ser


melhoradas e inovadas para continuar a trazer ganhos e vantagens sobre o inimigo. Portanto,
na guerra do Vietnã (1963-1973), os EUA começaram a empregar em larga escala,
helicópteros para auxiliar no levantamento de informes sobre o inimigo. E podendo também,
levar maior poder de fogo àquela tropa de reconhecimento. Ficando assim, comprovada sua
eficiência.
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A cavalaria aérea constituirá, sem dúvida, a complementação ideal


das operações de reconhecimento, mercê, particularmente, da grande
mobilidade proporcionada pelos helicópteros e da potência de fogo
dos mesmos, que lhe conferem considerada capacidade de destruição.
(C 2-36, Manual de Campanha, ESQUADRÃO DE CAVALARIA
MECANIZADO, 1982, 1° Edição).
Portanto, este trabalho tem como objetivo central buscar trazer análises sobre a
sinergia do emprego da Cavalaria Mecanizada com o apoio da Aviação do Exército nas
operações de reconhecimento. Visando levantar os ganhos e as vantagens que esta inovação
em nossa força poderia trazer às missões características da arma de Osório.

1.1 OBJETIVOS

1.1.1 Objetivo geral

Avaliar os benefícios que o apoio de uma seção de Helicópteros pode trazer ao pelotão
de cavalaria mecanizado em missões de reconhecimento.

1.1.2 Objetivos específicos

Levantar as limitações do pelotão de cavalaria mecanizado em missões de


reconhecimento.

Verificar as características do emprego da Aviação do Exército no que tange às


missões de reconhecimento.

Analisar a operação conjunta da cavalaria mecanizada com a Aviação do exército,


verificando os ganhos e vantagens dessa união.
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2 REFERENCIAL TEÓRICO

2.1 O PELOTÃO DE CAVALARIA MECANIZADO

O Pelotão de Cavalaria Mecanizado (Pel C Mec) é uma das frações de um Esquadrão


de Cavalaria Mecanizado, o qual é capaz de realizar missões de reconhecimento, segurança,
operações ofensivas e defensivas. “O pelotão de cavalaria mecanizado (Pel C Mec) é o
elemento básico de emprego do esquadrão. É a menor fração de emprego da cavalaria
mecanizada” (Manual de Campanha C 2-20 - REGIMENTO DE CAVALARIA
MECANIZADO, 1° Edição, 1982).

O Pelotão de Cavalaria Mecanizado é a unidade básica das forças


mecanizadas, constituindo a peça de manobra do Esquadrão de
Cavalaria Mecanizado. O Pel C Mec é constituído por cinco grupos:
Grupo de Exploradores, Grupo de Comando, Grupo de Combate,
Seção VBR e Peça de Apoio. (Caderno de Instrução CI 2-36/1 - O
PELOTÃO DE CAVALARIA MECANIZADO, 1º Edição, 2006)

“Este pelotão possui grande flexibilidade, tendo em vista a variada gama de viaturas e
armamentos de que dispõe” (Caderno de Instrução CI 2-36/1 - O PELOTÃO DE
CAVALARIA MECANIZADO, 1º Edição, 2006). Suas características são: a mobilidade,
potência de fogo, flexibilidade, potência blindada, ação de choque e sistema de comunicações
amplo e flexível.

As vulnerabilidades do Pel C Mec são: suscetibilidade aos ataques aéreos, redução da


potência de fogo quando desembarcado, em razão de parte de seu armamento ser fixo às
viaturas, dificuldade de reconhecimento em áreas acidentadas, de vegetação densa, de
terrenos alagadiços, entre outras. Estas vulnerabilidades serão um dos principais objetos de
nosso estudo, pois de acordo com essas, poderemos analisar os ganhos da inserção de
helicópteros no mesmo.

Figura 1 – Organograma do Pel C Mec


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Fonte: Caderno de Instrução CI 2-36/1 - O PELOTÃO DE CAVALARIA MECANIZADO,


1º Edição, 2006.

2.3 SEÇÃO DE HELICÓPTEROS

Uma seção de helicópteros é a menor fração de emprego da Aviação do Exército. É


composta por dois helicópteros que atuam sob apoio mútuo. Geralmente, uma das aeronaves é
a responsável diretamente pelo ataque e realização de fogos propriamente dito, e a outra leva
consigo meios optrônicos de reconhecimento para levantar informes do inimigo e
identificação de alvos. Tem como características a: Mobilidade, flexibilidade, potência de
fogo e sistema de comunicações amplo e flexível. Características as quais se assemelham com
as do Pel C Mec.

"Os helicópteros armados, agrupados, podem conduzir qualquer dos três tipos básicos
de Op de Rec em Aç independentes ou em combinação com unidades de cavalaria"(Manual
de Reconhecimento Aeromóvel - CIAVEX)

2.2 ATUALIZAÇÃO DOUTRINA

A doutrina militar acerca deste assunto está presente em diversos manuais de


campanha do exército. Muitos destes apresentam alguma defasagem no tempo, porém ainda
são muito bem empregados por nossa força. Sobre o tema: APOIO DE UMA SEÇÃO DE
HELICÓPTEROS AO PELOTÃO DE CAVALARIA MECANIZADA EM MISSÃO DE
RECONHECIMENTO, não existe um manual específico para ele. Porém existem outros que
se complementam. Também irei aprofundar minha análise, junto a trabalhos de outros
militares que já realizaram pesquisas mais profundas sobre o tema.

Os manuais que tangem os assuntos já previamente citados são:


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Manual de Campanha C 2-1 - EMPREGO DA CAVALARIA, 2° Edição, 1999.

Manual de Campanha C 2-36 - ESQUADRÃO DE CAVALARIA MECANIZADO, 1°


Edição, 1982.

Manual de Campanha C 2-20 - REGIMENTO DE CAVALARIA MECANIZADO, 1° Edição,


1982.

Instruções Provisórias IP 2-34 - VADE-MÉCUM DE CAVALARIA, 1° Edição, 1995.

Caderno de Instrução CI 2-36/1 - O PELOTÃO DE CAVALARIA MECANIZADO, 1º


Edição, 2006

Esses são os manuais que tratam das operações da arma de cavalaria nas diversas
operações de reconhecimento. Além de outras informações que também serão necessárias
para concluir o trabalho.

Instruções Provisórias IP 1-1 EMPREGO DA AVIAÇÃO DO EXÉRCITO, 1° Edição, 2000.

Instruções Provisórias IP 1-20 - ESQUADRÃO DE AVIAÇÃO DO EXÉRCITO, 1° Edição,


2003.

(MANUAL DE RECONHECIMENTO AEROMÓVEL - Centro de Instrução de Aviação do


Exército)

Field Manual FM 17-95 - CAVALRY OPERATIONS, 1991.

Os manuais aqui citados, abordam o conteúdo Aviação do Exército, incluindo seu


emprego, doutrina e organização. Dentro deles iremos encontrar as possibilidades e vantagens
de se empregar helicópteros nas missões de reconhecimento realizados pela cavalaria
mecanizada.

Importante salientar que durante a pesquisa, poderá ser utilizado outros manuais
que se apresentem adequados na realização do trabalho. Inclusive outros Trabalhos de
Conclusão de Curso (TCC), Artigos de Opinião e demais pesquisas que forem encontradas e
se encaixem no tema. Do mesmo modo, vale ressaltar que a pesquisa se limita em uma análise
dos dados, e não em um estudo científico específico acerca do tema.
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3 REFERENCIAL METODOLÓGICO

3.1 TIPOS DE PESQUISA

Para atingir o objetivo de estudo serão realizadas pesquisas exploratórias,


bibliográficas acerca do conteúdo Aviação do Exército e seu emprego. E também sobre as
missões de reconhecimento realizadas pelo Pel C Mec.

3.2 METÓDOS

3.2.1. Avaliar o emprego do Pel C Mec em missões de Reconhecimento

Será necessário levantar dados e se aprofundar no estudo dessa matéria, para verificar
e assim poder tirar conclusões sobre, as capacidades e limitações dessa fração de cavalaria.
Quando a mesma realiza missões de reconhecimento. Portanto irei utilizar os manuais de
campanha do Exército Brasileiro para a realização deste estudo.

3.2.2. Analisar o emprego da Aviação do Exército em operações de reconhecimento


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Será necessário levantar dados e se aprofundar no estudo dessa matéria, para verificar
e assim poder tirar conclusões sobre, as capacidades e limitações dessa fração. Portanto,
realizarei buscas sobre este conteúdo nos manuais do Exército Brasileiro, CIAVEX (Centro de
Instrução de Aviação do Exército) e de outros países que já possuem emprego conjunto de
helicópteros e de forças terrestres, como EUA.

4 CRONOGRAMA

4. CRONOGRAMA

O cronograma (Quadro 1) demonstra cada atividade que se pretende realizar para a


correta entrega do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Portanto as etapas estão listadas
como atividades e o tempo leva em consideração o calendário vigente.

Quadro 1 – Cronograma de atividades previstas.

Atividades 2018 2019


set. out. nov. dez. jan. fev. mar. abr. maio Jun.

Elaboração do projeto X
Pesquisa bibliográfica X X X X X X
Elaboração do relatório final X X X X X
(monografia)
Revisão e impressão X

Fonte: AUTOR, 2018.


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5 REFERÊNCIAS

Manual de Campanha C 2-1 - EMPREGO DA CAVALARIA, 2° Edição, 1999.


Manual de Campanha C 2-36 - ESQUADRÃO DE CAVALARIA MECANIZADO, 1°
Edição, 1982.
Manual de Campanha C 2-20 - REGIMENTO DE CAVALARIA MECANIZADO, 1°
Edição, 1982.
Instruções Provisórias IP 2-34 - VADE-MÉCUM DE CAVALARIA, 1° Edição, 1995.
Caderno de Instrução CI 2-36/1 - O PELOTÃO DE CAVALARIA MECANIZADO, 1º
Edição, 2006
Instruções Provisórias IP 1-1 EMPREGO DA AVIAÇÃO DO EXÉRCITO, 1° Edição,
2000.
Instruções Provisórias IP 1-20 - ESQUADRÃO DE AVIAÇÃO DO EXÉRCITO, 1°
Edição, 2003.
(MANUAL DE RECONHECIMENTO AEROMÓVEL - Centro de Instrução de Aviação
do Exército)
Field Manual FM 17-95 - CAVALRY OPERATIONS, 1991.