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/// Em conversa com o líder A mensagem do Apocalipse Nestes próximos três meses, nos

/// Em conversa com o líder

/// Em conversa com o líder A mensagem do Apocalipse Nestes próximos três meses, nos estudos
/// Em conversa com o líder A mensagem do Apocalipse Nestes próximos três meses, nos estudos
/// Em conversa com o líder A mensagem do Apocalipse Nestes próximos três meses, nos estudos
/// Em conversa com o líder A mensagem do Apocalipse Nestes próximos três meses, nos estudos

A mensagem do Apocalipse

Nestes próximos três meses, nos estudos da EBD, vamos estudar a men- sagem que Deus revelou ao apóstolo João e que consta no livro de Apoca- lipse. O livro de Apocalipse é um livro muito interessante que gera muita curiosidade e receio em muitas pessoas, então, será ótimo estudá-lo para compreender o que Deus quer ensinar e, assim, os adolescentes servirem como verdadeiros embaixadores da Palavra de Deus neste mundo.

Como o livro de Apocalipse contém muitos símbolos e envolve muito a cultura judaica, coloquei alguns estudos com orientações sobre como ele pode ser compreendido partindo do princípio da interpretação dentro do contexto histórico da perseguição de Domiciano aos cristãos na época em que João estava preso.

Nas lições da DCC – Divisão de Crescimento Cristão – os estudos estão divididos em três áreas importantes na vida e no amadurecimento cristão dos adolescentes e que fortalecem o amadurecimento da vida cristã dos

e que fortalecem o amadurecimento da vida cristã dos adolescentes. Na Unidade 1, as lições falam
e que fortalecem o amadurecimento da vida cristã dos adolescentes. Na Unidade 1, as lições falam

adolescentes. Na Unidade 1, as lições falam sobre a vida devocional que o adolescente deve ter e isto sempre é importante para o cristão de qualquer idade; na Unidade 2, as lições apresentam a família como um projeto de Deus para a humanidade e o adolescente tendo uma boa vida devocional,

o
o

que será uma bênção para sua família e para as demais também; na

Unidade 3, as lições apresentam como a Bíblia foi formada e como ela é organizada, o que fortalece o conhecimento do adolescente e faz com que ele tenha certeza de que Bíblia é a Palavra de Deus revelada ao homem. Enfim, podemos ver que todas lições se interligam e são importantes para

a

plena convicção da salvação e da vida eterna e entenderá que precisa tes-

vida do adolescente cristão, pois com os estudos em Apocalipse, ele terá

cristão, pois com os estudos em Apocalipse, ele terá temunhar sobre a salvação para todas as

temunhar sobre a salvação para todas as pessoas e isto necessita de uma vida devocional, que o ajudará a vencer os problemas que surgirem em seu

lar e, por fim, ele entenderá que a Bíblia é a Palavra de Deus revelada para

o adolescente também.

é a Palavra de Deus revelada para o adolescente também. Uma questão é muito importante e

Uma questão é muito importante e você não pode se esquecer: entre em contato, envie seus comentários, críticas, sugestões e nos ajude a melho- rar cada vez mais a nossa revista para que ela seja uma bênção para a sua vida e magistério cristão.

nossa revista para que ela seja uma bênção para a sua vida e magistério cristão. 1
nossa revista para que ela seja uma bênção para a sua vida e magistério cristão. 1
1
1

Que Deus os abençoe.

- Liderança

Em conversa com o líder Expediente Agenda Bíblioteca 1 2 3 4 Para falar com
Em conversa com o líder
Expediente
Agenda
Bíblioteca
1
2
3
4
Para
falar com os professores
6
Recursos pedagógicos
Refletindo sobre o tema da EBD
Tema da EBD
Hino
10
ISSN 1984-8595
12
15
17
Literatura Batista
Ano LXXXIV – Nº 338
EBD
– Visão geral 18
PLANOS DE AULA – EBD
EBD
1 – O livro dos símbolos divinos
19
EBD
2 – Visões encorajadoras
22
EBD
3 – Cartas abertas
25
EBD
4 – A soberania do trono celestial
28
EBD
5 – A surpresa dos sete selos
31
Diálogo e Ação professor é uma revista para
professores de adolescentes (12 a 17 anos)
na Escola Bíblica Dominical e para os líderes
na Divisão de Crescimento Cristão, contendo
orientações didáticas e outras matérias
que favorecem o seu trabalho em busca
do crescimento do adolescente nas mais
diferentes áreas
EBD
6 – A vitória dos fiéis
34
EBD 7 – Ao som de sete trombetas
37
Copyright © Convicção Editora
Todos os direitos reservados
EBD
8 – O livro doce e as duas testemunhas
40
EBD
9 – Contra as forças do mal
43
EBD
10 – O significado das sete taças
46
EBD
11 – A vitória do bem
49
EBD
12 – Uma nova esfera de vida
52
EBD
13 – Lições do Apocalipse para hoje
55
Proibida a reprodução deste texto total ou
parcial por quaisquer meios (mecânicos,
eletrônicos, fotográficos, gravação, estocagem
em banco de dados etc.), a não ser em breves
citações, com explícita informação da fonte
Avaliação da EBD
Reunião de planejamento
58
59
Publicado com autorização por
Convicção Editora
CNPJ (MF): 08.714.454/0001-36
DCC
– Visão geral
61
PLANOS DE ESTUDO – DCC
Unidade 1 – Vida devocional
DCC
1 – Diretrizes para uma vida cristã vitoriosa
62
Endereços
Caixa Postal, 13333 – CEP: 20270-972
Rio de Janeiro, RJ
Telegráfico – BATISTAS
Eletrônico – literatura@batistas.com
DCC
2 – Uma grande oração – Pai Nosso
63
DCC
3 – Um culto agradável a Deus
64
Editor
Sócrates Oliveira de Souza
Unidade 2 – Família, projeto de Deus para o homem
Coordenação Editorial
Solange Cardoso de Abreu d’Almeida
DCC
4 – O que é família?
65
(RP/16897)
DCC
5 – O propósito da família
66
Redação
DCC
6 – Questão da socialização
67
Tione Echkardt
DCC
7 – Relacionamento familiar
68
Produção Editorial
DCC
8 – Famílias que abençoam
69
Oliverartelucas
Unidade 3 – Bíblia: ler, viver e crescer
DCC
9 – Canonização e formação da Bíblia
70
DCC
10 – Os livros do Antigo Testamento
71
DCC
11 – Os livros do Novo Testamento
72
DCC
12 – Como estudar a Bíblia
73
Estudo especial
74
Produção e Distribuição
Convicção Editora
Tel.: (21) 2157-5567
Rua José Higino, 416 – Prédio 16
Sala 2 – 1º Andar
Tijuca – Rio de Janeiro, RJ
CEP 20510-412
literatura@conviccaoeditora.com.br
Gabarito
80
2
- Liderança
Gabarito 80 2 - Liderança ABRIL Mês da Escola Bíblica Dominical PRINCIPAIS DATAS DO
Gabarito 80 2 - Liderança ABRIL Mês da Escola Bíblica Dominical PRINCIPAIS DATAS DO

ABRIL

Mês da Escola Bíblica Dominical

PRINCIPAIS DATAS DO MÊS

3 – 1º Domingo: Reunião de planeja- mento

10

– Domingo: Programa regular

17

– Domingo: Programa regular

24

– Domingo: Dia da Escola Bíblica

Dominical

Atividade especial: Abril é o mês da EBD e o ideal é fazer uma boa pro- paganda para reforçar a EBD em sua igreja. Uma sugestão especial é pa- ra o dia 22, que é o Dia Mundial de Oração e do Testemunho do Homem Batista. Nessa data pode ser feito um programa especial para os homens da igreja, convidando alguém para dar um testemunho. Também é bom des- tacar o dia Nacional da Mulher (30) e preparar uma lembrança para os ado- lescentes entregarem para as mulhe- res da igreja.

MAIO

Mês da Família

PRINCIPAIS DATAS DO MÊS

1

– Domingo: Dia Batista de Ação Social

8

– Domingo: Dia das Mães

15

– Domingo: Programa regular

22

– Domingo: Programa regular

29

– Domingo: Programa regular

Atividade especial: Maio é o mês de- dicado à família e é bom realizar ati-

/// Agenda
/// Agenda

vidades que envolvam a família dos adolescentes como um culto em cada lar. No segundo domingo, é comemo- rado o Dia das Mães e os adolescen- tes podem preparar uma lembrança

ou fazer uma peça louvando a Deus pelas mães da igreja. No quarto do- mingo é o dia da Comunicação Batis- ta e seria muito bom se os adoles-

centes enviassem cartas para os que

estão afastados da União.

JUNHO

Mês do Pastor

PRINCIPAIS DATAS DO MÊS

5 – Domingo: Dia do Homem Batista

12

– Domingo: Dia do Pastor

19

– Domingo: Programa regular

26

– Domingo: Dia do Missionário Ba-

tista

Atividade especial: Há várias datas importantes neste mês: o primeiro domingo é o dia do Homem Batista

e será muito bom conhecer a história

de um dos grandes líderes que tive- mos em nosso meio; o segundo do- mingo é o Dia do Pastor e deve ser feito uma homenagem ao pastor que,

com certeza, ficará muito feliz; o dia

23 é o dia da Educação Cristã Missio-

nária e o ideal é incentivar a partici-

pação das adolescentes nas reuniões

das mulheres da igreja e o dia 26 é

o dia do Missionário Batista e será

ideal fazer um momento de oração, levantar ofertas e ainda escrever um e-mail para algum missionário.

ideal fazer um momento de oração, levantar ofertas e ainda escrever um e-mail para algum missionário.

- Liderança

3

/// Biblioteca

/// Biblioteca INDICAÇÕES ESPECIAIS PARA O SEGUNDO PERÍODO Para auxiliar o seu trabalho na preparação das

INDICAÇÕES ESPECIAIS PARA O SEGUNDO PERÍODO

/// Biblioteca INDICAÇÕES ESPECIAIS PARA O SEGUNDO PERÍODO Para auxiliar o seu trabalho na preparação das

Para auxiliar o seu trabalho na preparação das aulas deste período, tanto em relação aos estudos da EBD quanto ao que diz respeito aos estudos da DCC, estamos oferecendo uma lista de livros que poderão ser consultados e, se exa- minados, contribuirão para melhor qualidade do ensino.

BROWN, R. E. Introdução ao Novo Testamento. São Paulo: Paulinas, 2004 (capí- tulo 37: O livro da revelação – Apocalipse).

CARSON, D. A. e MOO, D. J. & MORRIS, L. Introdução ao Novo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 1997.

HALE, B. D. Introdução ao estudo do Novo Testamento, Rio de Janeiro, JUERP,

1983. Cap. 20 - Apocalipse.

KÜMMEL, W. G. Introdução ao Novo Testamento. São Paulo: Paulinas, 1982.

MCDOWELL, E. A. A soberania de Deus na história – A mensagem e o significado do Apocalipse. 1a ed. Rio de Janeiro: JUERP, 1976. 178p.

ROWLEY, H. H. A importância da literatura apocalíptica. São Paulo: Paulinas,

1980. 216p.

SHEDD, Russel P. A escatologia do Novo Testamento. São Paulo: Nova Vida,

1991.

SUMMERS, R. A mensagem do Apocalipse – Digno é o Cordeiro. 2a ed. Rio de Janeiro: JUERP, 1972. 199p.

TENNEY, M. C. O Novo Testamento, sua origem e análise. 2a edição. São Paulo:

Vida Nova, 1989. 4
Vida Nova, 1989.
4

- Liderança

LIVROS SUGERIDOS PARA OS ESTUDOS DA DCC

UNIDADE 1 – VIDA DEVOCIONAL

AZEVEDO, Israel Belo de. Se o meu povo orar. RJ: MK Editora, 2003. 160p.

OSBORNE, Cecil. A arte de relacionar-se com as pessoas. Trad. de Josias Cunha de Souza e Roberto Alves de Souza. 3ª ed. RJ: JUERP, 1990. 240p.

OSBORNE, Cecil. A arte de compreender-se a si mesmo. Trad. de João Barbosa Batista. 6ª ed. RJ: JUERP, 1988. 375p.

FRIZZEL, Gregory R. Como desenvolver uma vida poderosa de oração. Trad. de Hedy Maria Scheffer Silvado. 5ª ed. SP: Imprensa da Fé, 2007. 143p.

UNIDADE 2 – FAMÍLIA PROJETO DE DEUS PARA O HOMEM

BRISCOE, Jill e Stuart. Amor de verdade: você já experimentou? Trad. de Bruno Guimarães Destefani. Belo Horizonte: Editora Betânia, 2002.

CARTER, Tom. Treze perguntas cruciais que Jesus quer fazer a você. SP: Edições Vida Nova.

JOHNSON, Spencer. Quem mexeu no meu queijo? Trad. de Maria Clara de Biase. 38ª ed. RJ: Record, 2003.

LAHAYE, Tim. Temperamento controlado pelo Espírito Santo. Trad. de Hélcio Veiga Costa. 9ª ed. SP: Loyola, 1985.

PRATTA, Elisângela Maria Machado. Família com filhos adolescentes. Psicolo- gia em estudo.

ROSA, Merval. Problemas da família moderna. 3ª ed. SP: Mundo Cristão, 1993.

UNIDADE 3 – BÍBLIA: LER, VIVER E CRESCER

ARCHER JR, Gleason L. Merece confiança o Antigo Testamento? Trad. de Gordon Chown. 4ª SP: Vida Nova.

BRUCE, F. F. Merece confiança o Novo Testamento? Trad. de The Universities and College Christian Fellowship. 2ª ed. SP: Vida Nova, 1990.

FERREIRA, Júlio Andrade. Bíblia – Enigma da literatura. SP: Luz para o Caminho,

1985.

FRANCISCO, Clyde T. Introdução ao Velho Testamento. Trad. de Antônio Neves de Mesquita. 5ª edição. RJ: JUERP, 1995.

GUNDRY, Robert. H. Panorama do Novo Testamento. Trad. de João Marques Bentes. 4ª ed. SP: Vida Nova, 1991.

HALE, Broadus David. Introdução ao Estudo do Novo Testamento. 3ª ed. RJ: JUERP.

HESTER, Humberto Inmann. O livro dos livros. 4ª ed. RJ: JUERP, 1991.

Testamento . 3ª ed. RJ: JUERP. HESTER, Humberto Inmann. O livro dos livros . 4ª ed.

- Liderança

5

/// Para falar com os professores

/// Para falar com os professores TRÊS PRINCÍPIOS BÁSICOS Será que há necessidade de existir Escola

TRÊS PRINCÍPIOS BÁSICOS

/// Para falar com os professores TRÊS PRINCÍPIOS BÁSICOS Será que há necessidade de existir Escola

Será que há necessidade de existir Escola Bíblica Dominical ainda?

Não poderia ser uma Escola Bíblica em outro dia da semana?

Em que parte da Bíblia diz que a Escola Bíblica deve ser aos domingos e pela ma- nhã?

Estas e outras perguntas estão sendo feitas a todo instante e o mais interes- sante é que são feitas por pessoas que não frequentam a Escola Bíblica Domi- nical. Porém, de início, vamos analisar alguns princípios básicos e importantes para a existência da Escola Bíblica Dominical.

6

para a existência da Escola Bíblica Dominical. 6 - Liderança O Dia do Senhor Um dos

- Liderança

O Dia do Senhor

Um dos pontos mais importantes a ser destacado de início é que o do- mingo é o Dia do Senhor e é a Bíblia que apresenta isto. Ao analisarmos o advento do cristianismo, com a res-

surreição de nosso Senhor Jesus Cris- to, o primeiro dia da semana passou

a ser o Dia do Senhor.

A Bíblia apresenta em todo o An- tigo Testamento e no decorrer do ministério terreno de Jesus que o dia do descanso sempre foi o sha- bbath que era o dia de real des- canso para o ser humano e que foi criado por Deus.

Com a ressurreição, a ideia do des- canso não mudou, porém, o dia a ser dedicado a este descanso sim. Desde a criação, quando Deus aca- bou de criar tudo, a Bíblia afirma que Deus descansou no sétimo dia

e a palavra aqui é shabbath. No de-

correr de toda a história do povo

de Deus este foi o dia de descanso

e este seria o nosso sábado, mas,

com a ressurreição, foi o primei- ro dia da semana que começou a ser importante para que o cristão guardasse não mais o sétimo dia.

No dia do Senhor, o cristão deve dei- xar todas as atividades corriqueiras de lado e se dedicar exclusivamen- te ao Senhor. A Bíblia apresenta passagens que demonstram que os

primeiroscristãossereuniamnodo-

mingo e, inclusive, colhiam as ofer- tas neste dia (Jo 20.1,19,26; 1Co 16.2; Ap 1.10).

Desde a ressurreição, o domingo passou a ser o dia observado pe-

los cristãos como sendo o dia do Senhor, o dia da sua ressurreição, o dia em que a morte foi vencida pelo nosso Senhor Jesus. Então, domingo

é dia de estar na igreja e se dedicar aos trabalhos do reino de Deus e sem questionamentos.

Sobre a questão da Escola Bíblica ser aos domingos e pela manhã, ocorre

algo muito interessante e até didático, pois a Bíblia orienta em várias pas- sagens que devemos fazer tudo nes- ta vida como se fosse para o Senhor. Então, da mesma forma que devemos acordar cedo para trabalhar e chegar no horário, devemos fazer no domingo, pois se temos saúde, se acordamos cedo e se temos trabalho, tudo isto é fruto da misericórdia do Senhor.

O cristão que vai à igreja aos domin-

gos pela manhã com sua lição estu- dada e no horário certo, demonstra que tem a disciplina para as coisas do Senhor e, consequentemente, terá

para as coisas do mundo, inclusive para sua vida profissional.

Outra questão é que o cristão que vai domingo pela manhã à Escola Bíblica demonstra que se preparou no decor- rer da semana estudando a Palavra de Deus, que meditou nela e que no sábado evitou qualquer atividade que

o atrapalhasse de acordar no domin- go cedo.

Lógico que pode haver uma Escola

Bíblica em outro horário no domingo

e até em outro dia da semana, porém,

é preciso lembrar que é no domingo

que devemos nos dedicar exclusi- vamente para celebrar o advento do cristianismo e, convenhamos, acor- dar cedo no domingo deve ser um prazer para qualquer cristão.

do cristianismo e, convenhamos, acor- dar cedo no domingo deve ser um prazer para qualquer cristão.

- Liderança

7

Meditar dia e noite A Bíblia também orienta a cada cris- tão que ele deve
Meditar dia e noite A Bíblia também orienta a cada cris- tão que ele deve

Meditar dia e noite

A Bíblia também orienta a cada cris-

tão que ele deve meditar na Palavra

de Deus todos os dias e noites, isto é,

ele deve pensar nela constantemente como sendo a principal ocupação da sua mente.

O fato de estudar a Bíblia para as li-

ções da Escola Bíblica Dominical faz com que o cristão tenha uma vida mais edificada, santificada e fortale- cida nos ensinamentos bíblicos.

O que é muito interessante é que,

quanto mais lemos a Bíblia, descobri- mos que precisamos aprender mais, pois não sabemos nada. A cada dia e

a cada leitura aprendemos mais.

Deus também faz uma promessa a Josué que deve ser lembrada por to- dos nós. No primeiro capítulo de Jo-

8

lembrada por to- dos nós. No primeiro capítulo de Jo- 8 - Liderança sué, Deus o

- Liderança

sué, Deus o avisa que Moisés havia morrido e que ele seria o seu suces-

sor. Então, Deus faz algumas pro- messas a Josué, pois seria com ele

como foi com Moisés.

Deus também afirma que Josué pre- cisava ser forte, não temer nada e confiar, pois ele estava obedecendo

a uma ordem direta de Deus, porém, no versículo 8 Deus deixa bem claro a Josué que ele devia falar do livro da lei constantemente e meditar dia e noite para ter zelo em cumprir tudo o que consta na Bíblia.

Então, só pela Escola Bíblica é que po- demos nos aprofundar, compartilhar, tirar as nossas dúvidas e meditar mais na Palavra de Deus, pois cada lição é um novo aprendizado e um incentivo a mais a conhecer mais o nosso Deus e a sua Palavra.

Aprender para ter fé

Aqui está um ponto muito importan- te que é preciso destacar e que a Es- cola Bíblica Dominical ajuda na vida do cristão.

Em Romanos 10, o apóstolo Paulo está falando sobre a importância da pregação e de como ela serve para transformar vidas, porém, no ver- sículo 16 Paulo cita uma passagem de Isaías que questiona quem havia crido em sua pregação, pois era ne- cessário que a ouvissem e o povo de Israel não quis ouvi-la.

Todavia, Paulo afirma que a fé vem pelo ouvir, a Palavra de Deus e ouvir, na cultura hebraica, significa ouvir, entender e pôr em prática e, conve- nhamos, isto só é possível pelo es- tudo dedicado da Palavra de Deus.

A Escola Bíblica Dominical tem estes três princípios básicos e importantes para acontecer aos domingos, no dia do Senhor e devemos nos dedicar e apresentar boas aulas e a incentivar cada vez mais os alunos para parti- ciparem.

Então, mãos à obra, queridos profes- sores.

e a incentivar cada vez mais os alunos para parti- ciparem. Então, mãos à obra, queridos
e a incentivar cada vez mais os alunos para parti- ciparem. Então, mãos à obra, queridos

- Liderança

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/// Recursos pedagógicos

/// Recursos pedagógicos AS SETE IGREJAS Neste período sugerimos um jogo que envolve um aprendizado sobre

AS SETE IGREJAS

Neste período sugerimos um jogo que

envolve um aprendizado sobre as se-

te igrejas da Ásia que receberam as

cartas contendo o livro de Apocalipse

e para jogá-lo sugerimos que seja feito da seguinte forma.

O professor poderá adaptá-lo confor- me achar necessário e prático para

sua classe.

Quadro das igrejas: feito em papel

manilha, porém, não deverá conter os textos que não estão em negrito.

 

AS SETE IGREJAS

IGREJAS

APRESENTAÇÃO

ELOGIO

EXORTAÇÃO

PROMESSAS AO

DE JESUS

VENCEDOR

ÉFESO

Sete estrelas e sete candeeiros

Trabalho e

Abandonou o

Comerá da árvore da vida

perseverança

primeiro amor

 

Primeiro e o último

Sofre tribulação,

Ser fiel até a morte

Não sofrerá

ESMIRNA

pobreza e

dano da

 

blasfêmias

 

segunda morte

 

Tem a espada de dois gumes

É cristã e não nega a fé

Apoia os que pregam outra doutrina

Receberá um

PÉRGAMO

novo nome

   

Últimas

Permite ensino

 

Olhos como fogo e pés como bronze polido

obras mais

e envolvimento

Receberá autoridade sobre as nações

TIATIRA

numerosas que

de outra

as primeiras

doutrina

SARDES

Sete espíritos e sete estrelas

Há algumas

Vive de

Receberá vestes

pessoas fiéis

aparência

brancas

 

O que tem a chave de Davi

Guardou a palavra e não negou o nome de Cristo

Conservar esta

Será coluna do santuário de Deus

FILADÉLFIA

atitude

       

Sentará no

LAODICEIA

Amém,

testemunha fiel

Não tem

Deixar o orgulho e a soberba

trono com

Cristo

Material

• Folha de papel manilha contendo

o quadro acima, sem conter os textos que não estão em negrito;

Caneta pilot ou imprimir em papel

os

textos em negrito e colar no qua-

dro;

10

em papel os textos em negrito e colar no qua- dro; 10 - Liderança • Escrever

- Liderança

• Escrever em folha de papel A4 os

textos que não estão em negrito e

recortá-los em tamanho que caiba dentro dos quadros;

• Alfinetes, percevejos ou fita adesi-

va para fixar as respostas impressas

no quadro;

Bíblias.

Perguntas

Fazer uma pergunta que relacione cada item do quadro que se encon- tra em negrito, contendo o texto im- presso como resposta para ver qual grupo acerta.

Exemplo: a qual igreja Jesus se apre- senta como sendo o amém e a tes- temunha fiel? Resposta: Laodiceia – colocar o papel no quadro referente

a ambas as questões;

Depois, outra pergunta: a qual igreja Jesus faz o elogio de ainda haver al- gumas pessoas fiéis? Resposta: Sar- des – colocar o papel no quadro re- ferente a ambas as questões e fazer assim por diante.

Como jogar

Professor: fará as perguntas.

Adolescentes: serão divididos em dois grupos como achar melhor, in- clusive, podendo ser dividido entre meninos e meninas.

Responder: se o grupo responder, continua para a próxima pergunta;

caso não saiba, sua vez passa para

o outro grupo e caso também não

saiba, o professor determinará um tempo para encontrarem a respos- ta na Bíblia; o primeiro que respon- der passa para a próxima pergunta, mas estando todos com a Bíblia fe- chada.

ESTANTE BÍBLICA

Oficina

Uma oficina como sugerida aqui será útil para que os adolescentes conhe-

çam os livros da Bíblia em sua divisão organizacional. Também auxiliará na Unidade 3 da DCC e ainda servirá para ensinar a formação e os livros da Bíblia a outras pessoas.

Material

• Caixas vazias de leite ou sucos em caixas;

• Folha de EVA coloridas: preto, mar- rom, branco;

• Tesoura;

• Pistola e tubo de cola quente;

• Pasta de cola em gliter, canetinhas ou papel impresso.

Como fazer

• Utilizar a folha de EVA marrom

para formar uma parede como se

fosse uma estante;

• Recortar as folhas de EVA preto em tamanhos iguais como se fossem os livros da Bíblia (total de 66);

• Recortar o EVA branco em tama-

nhos onde possa escrever as divisões organizacionais dos livros no Antigo e Novo Testamentos e ainda recortar em tamanhos que possam ser escri-

tos os nomes dos livros da Bíblia.

• Montar a estante com os livros nos

locais corretos e fixar a estante em sa- las da igreja.

da Bíblia. • Montar a estante com os livros nos locais corretos e fixar a estante
da Bíblia. • Montar a estante com os livros nos locais corretos e fixar a estante

- Liderança

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/// Refletindo sobre o tema da EBD AS SETE IGREJAS NA ÁSIA APOCALIPSE E O
/// Refletindo sobre o tema da EBD AS SETE IGREJAS NA ÁSIA APOCALIPSE E O
/// Refletindo sobre o tema da EBD AS SETE IGREJAS NA ÁSIA APOCALIPSE E O
/// Refletindo sobre o tema da EBD
AS SETE IGREJAS NA ÁSIA
APOCALIPSE E O PROPÓSITO DE
DEUS PARA A HUMANIDADE
As sete cartas destinadas às sete
igrejas que se encontram no livro de
Apocalipse foram escritas por João
quando estava preso na Ilha de Pat-
mos, teve uma revelação por meio
de uma visão e da mesma forma é
escrito todo o livro de Apocalipse.
mendas, isto é, além de falar das
falhas, são feitas críticas e repreen-
sões a cada igreja, as exceções são
Esmirna e Filadélfia; tem as exorta-
ções que são as conclamações do ar-
rependimento e que contêm uma pa-
lavra de advertência ou encoraja-
mento para ficarem firmes e serem
fiéis e, por fim, encerra-se com uma
promessa que é feita especifica-
mente aos vencedores.
Cada uma das sete cartas ou mensa-
gens que estão no livro de Apocalip-
se, contém uma autodesignação de
Cristo; uma análise com elogio ou re-
preensão;umaexortaçãoepromessa.
Também é interessante dizer que o li-
vroapresentaascartasenviadaspara
essas sete igrejas. Então, todas rece-
beram essas cartas e sabiam o que
cada uma passava.
UMA CARTA PROFÉTICA
Na análise da primeira parte apli-
cam-se os conhecimentos da litera-
tura epistolar. Pode-se observar que
As sete igrejas estavam bem locali-
zadas na Ásia Menor, para levarem
cada uma das sete cartas foi escrita
na estrutura típica das epístolas ne-
otestamentárias com a identificação
do autor – no caso presente um autor
extraterreno – identificação dos des-
tinatários e um conteúdo que lembra
o evangelho. Existiam outras igre-
o
discurso profético de julgamento e
O livro de Apocalipse é o mais interessante de todas as demais que há no Novo
Testamento, porém, é o que mais confunde os leitores. Isto faz com que alguns
dos seus leitores o ignorem completamente chegando a ponto de considerá-lo
como inexistente.
A palavra apocalipse vem do grego apokalipsis e significa desvendar, revelar,
manifestar.
jas na Ásia Menor, mas essas fo-
ram escolhidas por se encontrarem
em pontos estratégicos na região, a
famosa e conhecida Via Ignátia. Há
em cada carta uma recomendação e
uma repreensão diferente, mas elas
sempre começam com uma declara-
ção de Cristo às igrejas: conheço as
tuas obras. Existe uma caracteriza-
ção de Cristo, no início de cada carta
é adaptada a situação da igreja local.
censura no qual o juiz anuncia a sen-
tença contra o acusado e, eventual-
mente, lhe oferece uma oportunidade
de arrependimento. A parte epistolar
do Apocalipse tem, portanto, cunho
essencialmente profético e nela a
denúncia do pecado, especialmente
o
É um livro que contém muitas figuras de linguagem, símbolos e de formação
pecado da apostasia, assume papel
preponderante.
diferente. Contém escatologia, a saber, estudo sobre as últimas coisas; signifi-
cação histórica; apologia aos santos; visões, simbolismos e é dramático. Enfim,
este livro força o seu leitor a pensar.
UMA CARTA APOCALÍPTICA
O autor se apresenta como João (1.1,4,9; 22.8). Alguns dizem que é o evangelista.
segunda parte da obra é escrita em
estilo caracteristicamente apocalíp-
de Domiciano (81-96 d.C.). Os estudiosos datam-na por volta de 95 d.C., no final do
reinado de Domiciano.
Cristo selecionou criteriosamente os
títulos que designou a si mesmo, em
harmonia com a situação que pre-
dominava em cada uma das igrejas.
Todas as cartas contêm: uma intro-
dução; um endereço, que é a igreja
A
Acredita-setersidoescritoapósoreinadodeNero(54-68d.C.)eduranteoreinado
tico versando essencialmente sobre
temas escatológicos. Ela começa com
um convite para que o autor suba até
A Ilha de Patmos (1.9) era pequena e ficava no Mar Icário, entre a Icária e Lenos,
à qual é destinada; a identificação
o
céu e encerra com visões que se
45km a sudoeste, pelo oeste de Mileto. Ela estava na rota marítima de Éfeso a
Roma.Tinhamuitasmontanhaseamineraçãodosaleraasuaprincipalindústria.
Também era uma colônia penal para presos políticos de Roma.
do remetente, que é Cristo; há elo-
gios pelas qualidades de cada igreja,
exceto Sardes e Laodiceia; as repri-
sucedem mostrando ora animais de
aspecto irreal, ora os justos na glória
(o céu); ora lutas entre os exércitos do
12 - Liderança
- Liderança
13
bem e os exércitos do mal (a terra). As visões são seriadas em grupos de
bem e os exércitos do mal (a terra).
As visões são seriadas em grupos de
sete e alguns deles mostram pragas
semelhantes às descritas no Êxodo.
Tudo marcha para o dia do juízo de
Deus quando o inimigo é definitiva-
mente derrotado e aqueles que per-
manecem fiéis herdam o novo céu
ao império romano como sendo um
dos poderes ao qual a besta é desti-
nada e apresentada no livro.
Os números que aparecem também
são simbólicos e se encontram den-
tro da cultura judaica, principalmente
a Cabala judaica da época, cuja defi-
nição era a percepção do que estava
e a nova terra e irão morar na nova
Jerusalém.
CONCLUSÃO
oculto, mas Deus havia revelado aos
seus. Então, quando são citados os
números, deve-se entender que to-
dos têm o seu devido significado.
É por isso que o livro de Apocalipse é
Apesar do livro de Apocalipse ser
um livro muito interessante e haver
enorme curiosidade quanto às figu-
ras e mensagens que ele apresenta,
ele é um livro onde Deus revela ao
apóstolo João todo o seu propósito
para a sua criação, principalmente
para a humanidade.
tão fascinante, pois ele envolve desde
o início de toda a criação e narra até a
Por ser um livro que apresenta inú-
meros símbolos é preciso entendê-
los, caso contrário surgirá inúmeras
interpretações que podem levar a
uma falsa teologia e uma pior aplica-
nova Jerusalém, a Canaã Celestial. Da
mesma forma que Jesus afirmou aos
seus discípulos, o importante não é
saber quando ou em que momento
está sendo vivido, mas permanecer
fiel ao Senhor e servir de testemu-
nhas vivas da sua graça salvadora
até o dia em que ele vier para levar os
santos para a vida eterna.
ção para a vida cristã. Para entender
os símbolos do livro de Apocalipse
e todo o contexto da carta é preciso
lembrar o período de perseguição im-
posto à igreja cristã naquela época,
por parte do império romano e ainda
é preciso conhecer a cultura judaica
e, principalmente, as passagens que
constam nos livros do Antigo Testa-
mento, incluindo o Pentateuco.
O motivo de Jesus revelar tais acon-
tecimentos desta forma a João e ele
os descrever com tais símbolos é a
perseguição que estavam sofrendo
na época. Com uma escrita assim
não haveria tantos problemas dela
circular entre os cristãos e entre as
igrejas, pois não estaria se referindo
14 - Liderança
as igrejas, pois não estaria se referindo 14 - Liderança /// Tema da EBD AS VISÕES
as igrejas, pois não estaria se referindo 14 - Liderança /// Tema da EBD AS VISÕES
as igrejas, pois não estaria se referindo 14 - Liderança /// Tema da EBD AS VISÕES

/// Tema da EBD

não estaria se referindo 14 - Liderança /// Tema da EBD AS VISÕES SOBRE O APOCALIPSE

AS VISÕES SOBRE O APOCALIPSE

Estudar o Apocalipse não é tão simples como muitos imaginam, mas também não é tão complicado como outros acreditam. Para entender o Apocalipse é preciso analisar tudo o que foi conhecido sobre o Novo Testamento até o mo- mento e ainda acrescentar o conhecimento sobre o Antigo Testamento.

Afinal, o livro de Apocalipse é um livro para os cristãos no primeiro século da Era Cristã, mas sua linguagem é repleta da cultura judaica e citações do Antigo Testamento. Então, o primeiro ponto a conhecer é a respeito dos destinatários das cartas, isto é, as sete igrejas que se encontram na Via Ignatia. Desta forma será possível compreender o que o autor quer dizer aos membros daquelas igrejas e podemos fazer uma boa e devida aplicação para os nossos dias e para os que ainda virão.

Conforme o conhecimento judaico, a literatura caracterizada como apocalíp- tica deve ser entendida da mesma forma que qualquer outro gênero literário judaico. A literatura apocalíptica deve ser analisada com a mesma ótica que é feita a literatura profética. A questão é muito simples e todos conhecem, mas talvez não consigam fazer a devida distinção e ligação de ambos.

A literatura profética surgiu no Antigo Testamento e revelava ao povo as orien- tações de Deus e estas abordavam o passado, o presente e como poderia ser no futuro dependendo da decisão que o povo seguiria.

abordavam o passado, o presente e como poderia ser no futuro dependendo da decisão que o

- Liderança

15

abordavam o passado, o presente e como poderia ser no futuro dependendo da decisão que o
abordavam o passado, o presente e como poderia ser no futuro dependendo da decisão que o
abordavam o passado, o presente e como poderia ser no futuro dependendo da decisão que o
abordavam o passado, o presente e como poderia ser no futuro dependendo da decisão que o
Na literatura apocalíptica acontece o mesmo, pois a palavra apocalipse signi- fica revelação apresentada por
Na literatura apocalíptica acontece o mesmo, pois a palavra apocalipse signi- fica revelação apresentada por

Na literatura apocalíptica acontece o mesmo, pois a palavra apocalipse signi-

fica revelação apresentada por Deus anunciando ao seu povo questões sobre

o passado, abordando o presente e alertando como poderá ser o futuro depen- dendo da decisão que cada pessoa tomar.

Da mesma forma que na literatura profética, na literatura apocalíptica pode-

se ver Deus anunciando suas sentenças ao pecado e ao mundo pecaminoso e rebelde e que sua condenação já está definida e já saiu da presença do Senhor.

Então, pode-se entender que o livro de Apocalipse é um livro profético e que apre- senta a mesma literatura profética dos livros que compõem o Antigo Testamen- to. Deus continua separado do pecado, amando o pecador, exigindo fidelidade

do seu povo e o sustentando com sua poderosa mão. Deus continua alertando

o seu povo sobre o dia do seu juízo e sobre a Canaã celestial, a nova Jerusalém.

A diferença é que com Jesus as profecias são mais específicas e apontam para

o poder e a autoridade que há no seu nome, mas Deus não mudou as suas promessas e continua fiel em todas as suas palavras.

APOCALIPSE E ESCATOLOGIA

Fala-se muito sobre a escatologia e que o livro de Apocalipse é escatológico. A compreensão das posições assumidas nos dias atuais por diferentes grupos de cristãos com respeito à interpretação do Apocalipse exige que se faça a re- constituição da história das interpretações desde o período em que foi escrito

o Novo Testamento até os dias de hoje.

Nos dias de hoje algumas teorias são conhecidas pelos seus temas como: pré- milenismo, amilenismo, milenismo, pós-milenismo e dispensacionalismo. Ao estudar o livro de Apocalipse é importante que tenha noção dessas interpre- tações e é importante conhecer a interpretação oficial da Convenção Batista Brasileira, firmada na sua declaração doutrinária.

A posição dos batistas brasileiros está firmada no artigo 19 de sua Declaração Doutrinária: Deus, no exercício de sua sabedoria, está conduzindo o mundo e

a história a seu termo final (Mt 13.39,40; 28.20; At 3.21; 1Co 15.24-28; Ef 1.10).

Em cumprimento à sua promessa, Jesus Cristo voltará a este mundo, pessoal

e visivelmente, em grande poder e glória (Mt 16.27; Mc 8.38; Lc 17.24; 21.27; At

1.11; 1Ts 4.16; 1Tm 6.14,15; 2Tm 4.1,8). Os mortos em Cristo serão ressuscitados, arrebatados e se unirão ao Senhor (Dn 12.2,3; Jo 5.28,29; Rm 8.23; 1Co 15.12-58;

Fp 3.20; Cl 3.4). Os mortos sem Cristo também serão ressuscitados (Dn 12.2; Jo

5.28,29; At 24.15; 1Co 15.12-24.4). Conquanto os crentes já estejam justificados pela fé, todos os homens comparecerão perante o tribunal de Jesus Cristo para serem julgados, cada um segundo suas obras, pois através destas é que se manifestam os frutos da fé ou os da incredulidade (5 Mt 13.49,50; At 10.42; 1Co 4.5; 2Co 5.10; 2Tm 4.1; Hb 9.27; 2Pe 2.9). Os ímpios condenados e destinados ao inferno lá sofrerão o castigo eterno, separados de Deus (6 Dn 12.2,3; Mt 16.27;

Mc 9.43-48; Lc 16.26-31; Jo 5.28,29; Rm 6.22,23). Os justos, com os corpos glo-

rificados, receberão seus galardões e habitarão para sempre no céu como o Senhor (Dn 12.2,3; Mt 16.27; 25.31-40; Lc 14.14; 16.22,23; Jo 5.28,29; 14.1-3; Rm 6.22,23; 1Co 15.42-44; Ap 22.11,12).

16

5.28,29; 14.1-3; Rm 6.22,23; 1Co 15.42-44; Ap 22.11,12). 16 - Liderança /// Hino da EBD QUANDO

- Liderança

/// Hino da EBD

QUANDO DEUS FIZER CHAMADA

16 - Liderança /// Hino da EBD QUANDO DEUS FIZER CHAMADA Hino 157 do Hinário para

Hino 157 do Hinário para o culto cristão Letra: James Milton Black, 1862

EBD QUANDO DEUS FIZER CHAMADA Hino 157 do Hinário para o culto cristão Letra: James Milton

- Liderança

17

A mensagem do Apocalipse

EBD

Visão geral

m e n s a g e m do Apocalip se EBD Visão geral Objetivos: Há

Objetivos: Há muita coisa acontecendo no mundo: guerras, catás- trofes,perseguiçõesaoscristãos,acontecimentosclimáticos,dentre outros. Diante de tantas coisas as pessoas são enfáticas em afirmar que estamos no fim do mundo e que estes são os sinais dos fins dos tempos.Será?Amelhorformaderesponderataisquestionamentosé estudando o livro de Apocalipse nestes próximos três meses.

EBD 1 – O livro dos símbolos divinos EBD 8 – O livro doce e
EBD 1 – O livro dos símbolos divinos
EBD 8 – O livro doce e as duas
testemunhas
EBD 2 – Visões encorajadoras
EBD 9 – Contra as forças do mal
EBD 3 – Cartas abertas
EBD 10 – O significado das sete taças
EBD 4 – A soberania do trono celestial
EBD 11 – A vitória do bem
EBD 5 – A surpresa dos sete selos
EBD 12 – Uma nova esfera de vida
EBD 6 – A vitória dos fiéis
EBD 7 – Ao som de sete trombetas
EBD 13 – Lições do Apocalipse para
hoje

Autor das lições

Asliçõesdestetrimestreforampreparadaspeloredatordarevista,TioneEchkardt.

18

18 - Liderança PLANO deAULA livro dos O símbolos divinos

- Liderança

PLANO deAULA livro dos O símbolos divinos
PLANO
deAULA
livro dos
O símbolos
divinos

Texto bíblico: Apocalipse 1.1-8

OBJETIVOS

• Conhecer

apresentados em Apocalipse.

• Entender o significado da palavra revelação no livro de Apocalipse.

• Compreender a necessidade de ter

cuidado com as teorias que surgem sobre a Bíblia.

• Reconhecer que o livro contém car- tas enviadas por Jesus.

• Compreender a importância de es- tudar a Bíblia.

a

forma

dos

escritos

RECURSOS DIDÁTICOS

• Folhas de papel A4;

• Folha de cartolina branca;

• Folha de papel manilha;

• Canetas pilot azul, vermelha e preta;

• Computador e impressora;

• Bíblias;

• Quadro-negro e giz.

TÉCNICAS DE ENSINO

• Apresentação e explicação de defi- nições de termos;

• Exposição pelo professor dos tópi- cos da lição;

• Participação dinâmica e criativa com os alunos;

• Participação e interação por meio de atividade escrita.

DICAS

• Preparar durante a semana uma

carta feita para os alunos (não pre- cisa ser extensa) e após escrevê-la,

trocar as letras por letras que são fi- guras como as das fontes Wingdings que estão no computador.

• Preparar um cartaz feito com car-

tolina branca contendo um quadro com as seguintes palavras: REMETEN- TE, DESTINATÁRIOS, ASSUNTO, INÍCIO,

MEIO E FIM, deixando espaços ou li-

nhas ao lado para serem preenchidos

no decorrer da lição.

• Preparar um cartaz feito em pa-

pel manilha com algumas expres-

sões comuns sobre o que as pessoas

apontam ser questões apocalípticas

para hoje: tsunami, guerras, lua de

sangue etc.

DESENVOLVIMENTO DO ESTUDO

1. Iniciar a aula apresentando o car-

taz com algumas expressões comuns

que as pessoas costumam falar co- mo sendo situações apocalípticas.

taz com algumas expressões comuns que as pessoas costumam falar co- mo sendo situações apocalípticas. -

- Liderança

19

EBD 1

EBD 1

2. Questionar os adolescentes o que eles entendem ser essas tais questões apocalípticas e quais eles apontariam como sendo realmente cumprimentos das profecias conti- das no livro e escrevê-las no qua- dro- negro.

3. Perguntar aos adolescentes se eles sabem o que significa a palavra apocalipse e o que eles entendem ou pensam sobre o que o livro revela.

4. Iniciar um momento de apresen- tações de ideias e questionamentos sobre o Apocalipse, suas revelações e o que o mundo tem apresentado como sendo o final dos tempos e como isto tem sido apresentado.

5. Explicar aos adolescentes que a palavra apocalipse significa revela- ção e que o livro de Apocalipse apre- senta a revelação de Jesus ao após- tolo João e o orienta a escrevê-las em uma carta para enviar às igrejas daquela época.

6. Questionar quantos recebem car- tas ou receberam cartas de outras pessoas no início deste ano e expli- car que, com o crescimento do uso da internet e das redes sociais, as car- tas estão sendo deixadas de lado e, por isso, muitos não compreendem a importância delas para as igrejas na época de João.

7. Distribuir entre os adolescentes as cartas que foram preparadas no decorrer da semana e que contêm um texto escrito com uma fonte de figuras e pedir que eles a traduzam utilizando canetas ou lápis.

8. Explicar como é composta uma carta pessoal e apresentar o cartaz

20

como é composta uma carta pessoal e apresentar o cartaz 20 - Liderança feito com cartolina

- Liderança

feito com cartolina branca contendo as palavras sugeridas no item DICAS e pedir que os adolescentes leiam a seção UMA CARTA da lição.

9. Questionar quais são as respostas para serem colocadas ao lado das palavras apresentadas no cartaz de acordo com o que o livro de Apocalip- se apresenta e conforme eles leram nas lições.

10. As respostas precisam ser as

seguintes: REMETENTE: Jesus; DES- TINATÁRIOS: Sete igrejas da Ásia; AS- SUNTO: Revelação; INÍCIO: Revelação de Jesus; MEIO: Revelação do propó- sito redentor de Deus; FIM: Revelação da vida eterna com Jesus.

11. Perguntar se os alunos já haviam

analisado o livro de Apocalipse des- ta forma e como eles o veem sendo

apresentado assim.

12. Enfatizar que os adolescentes

precisam tomar muito cuidado com as teorias e interpretações que sur- gem nos dias atuais sobre o fim do mundo e destacar que, mesmo sendo de pessoas conhecidas e de nome, o cristão deve sempre procurar base bíblica em todas as questões que são apresentadas.

13. Questionar se os alunos conse-

guiram decifrar a carta que foi en- tregue a eles e aplicar esse processo com os estudos que serão feitos nos próximos três meses sobre o livro do Apocalipse.

14. Terminar desafiando os adoles-

centes a estudarem as lições do tri- mestre para entenderem o livro de Apocalipse.

INFORMAÇÕES

COMPLEMENTARES

Época da escrita

O Apocalipse foi escrito em um tempo

quando os cristãos estavam sendo duramente perseguidos e martiriza- dos. Há três épocas como hipóteses:

a época de Nero (54-68 d.C.); a época

de Vespasiano (69-79 d.C.); a época de Domiciano (81-96 d.C.), porém, há questões que dificultam uma deter- minação segura sobre a época:

1) Acreditava-se que, após a morte de Nero, ele ressuscitaria para voltar ao comando do império. Dessa forma,

o autor poderia ter feito uma inter-

pretação livre do mito e identificado Vespasiano ou Domiciano com o im- perador que os antecedeu.

2) Os livros apocalípticos ignoram

a cronologia e fazem referências ao

passado como se fosse presente ou futuro. O autor deste livro pode- ria muito bem ter escrito no final do primeiro século (época de Domiciano, simulando viver na época de Nero ou de Vespasiano), porém, hoje é mais aceito a época de Domiciano (81-96 d.C.) para a composição do Apocalipse.

3) A observação da existência de tex- tos duplicados no Apocalipse (21.1-8

e 21.9 - 22.5) pode apresentar a hipó-

tese de que o Apocalipse de João foi escrito a partir de dois documentos distintos: o primeiro deles, com base em Daniel que teria sido escrito no tempo de Nero; o segundo, baseado em Ezequiel, que teria sido escrito no tempo de Vespasiano ou de Domicia- no. Tendo no final a fusão desses dois documentos e sendo direcionado às sete igrejas da Ásia.

Destinatários

Os destinatários declarados são os crentes da província da Ásia. Na de- dicatória do Apocalipse são referidos

os nomes de sete igrejas. Como o

número 7 na cultura judaica simbo- lizava a totalidade, é possível que o autor, ao mencionar sete igrejas es-

tivesse se dirigindo à totalidade da comunidade cristã da época. A análi-

se geográfica favorece a hipótese de

destinatários mais restritos uma vez que uma estrada ligava as sete cida- des mencionadas.

Conteúdo ou assunto

O assunto do livro de Apocalipse é

uma consolação para estimular cris- tãos perseguidos a perseverarem fir- mes na fé, pois o Cordeiro que foi morto, venceu e em breve virá com a

Jerusalém celestial prometida.

Estrutura

O livro está estruturado em duas

partes. A primeira, escrita no gênero

epistolar, inclui as sete cartas para as igrejas da Ásia. A segunda, com- posta no gênero apocalíptico, descre-

ve visões de coisas que vão acontecer

no futuro consolidando a vitória de

Jesus contra seus adversários.

visões de coisas que vão acontecer no futuro consolidando a vitória de Jesus contra seus adversários.
visões de coisas que vão acontecer no futuro consolidando a vitória de Jesus contra seus adversários.

- Liderança

21

PLANO Visões deAULA encorajadoras
PLANO
Visões
deAULA
encorajadoras

Texto bíblico: Apocalipse 1.9-20

OBJETIVOS

• Entender que todo cristão passa por perseguição e tribulação.

• Compreender que somos partici-

pantes das tribulações porque segui- mos o Senhor Jesus Cristo.

• Entender que o domingo é o dia do Senhor.

• Compreender que Deus responde

a todos que o buscam em verdade.

• Desafiar os adolescentes a sepa-

rarem o domingo para servir ao Se- nhor.

RECURSOS DIDÁTICOS

• Folhas de papel A4;

• Cópias de calendários com dias da semana;

Folha de papel manilha;

Canetas pilot azul, vermelha e pre-

ta;

• Pedidos de oração de missioná- rios;

• Jornais, revistas ou artigos da in- ternet;

• Tesoura;

• Quadro-negro e giz. 22 - Liderança
• Quadro-negro e giz.
22
- Liderança

TÉCNICAS DE ENSINO

• Apresentação e explicação da lição

com utilização de figuras e reporta- gens;

• Análise e aplicação sobre a impor- tância do tema abordado;

• Participação dinâmica e criativa

por meio de recursos visuais;

• Participação e interação por meio

de exposição de ideias.

DICAS

• Separar no decorrer da semana al-

guns pedidos de oração de missioná- rios, podendo ser os pedidos que as Juntas Missionárias enviam para as igrejas.

• Recortar artigos ou reportagens

sobre perseguição aos cristãos tan- to em países que são extremistas,

quanto no contexto brasileiro.

• Recortar e preparar as folhas de

papel A4 em partes e escrever nelas algumas tribulações que os cristãos

passam e que são comuns no dia a dia como brincadeiras, piadinhas,

desculpas etc.

• Separar as cópias dos calendários

que contêm os dias da semana de

acordo com a quantidade de alunos

que frequentam a EBD.

EBD 2

DESENVOLVIMENTO DO ESTUDO

1. Preparar a sala colando os peda-

ços de papel A4 na parede, mural ou em local visível e preparar um cartaz contendo as reportagens ou artigos de perseguição a cristãos no Brasil e no mundo.

2. Iniciar a aula questionando aos

adolescentes o que eles entendem por tribulação e questionar se eles passam por tribulações e pedir que exemplifiquem.

3. Apresentar, conforme a lição, que

todo cristão no mundo passa por tri-

bulação: umas extremas e bárbaras e outras mais suaves e imperceptíveis.

4. Iniciar um momento de apresen-

tações de ideias e questionamentos analisando o primeiro tópico da lição

e questionar se os adolescentes já

pensaram que todo cristão passa por tribulação e perseguição por seguir o Senhor Jesus Cristo.

5. Explicar aos adolescentes que o

apóstolo João não apresenta a inten- sidade da tribulação, mas se coloca na mesma condição que qualquer

outro que passe por tribulação e que

o

cristão deve pensar sempre assim.

6.

Distribuir as cópias dos calen-

dários e pedir que eles anotem em cada dia da semana o que fazem que acham mais importante e analisar o que colocarão no domingo.

7. Destacar que o apóstolo João não

está reclamando, porém, está sen- do companheiro e consciente de que todo cristão passa por tribulação e que, por isso, precisa continuar bus- cando ao Senhor.

8. Destacar que o apóstolo João faz questão de mencionar que estava

buscando o Senhor num domingo e que isto o fez lembrar da comunhão com os irmãos.

9. Explicar que há muitos cristãos que não vão à igreja por qualquer motivo

e ressaltar que quando se passa por

tribulação é que se deve intensificar mais ainda a ida à igreja e a viver em comunhão.

10. Questionar aos adolescentes quais

são os motivos que os têm afastado

e desanimado a irem às igrejas aos domingos.

11. Ressaltar a importância em bus-

car Deus e viver em comunhão no do-

mingo e explicar que são esses fato- res que fortalecem a vida do cristão.

12. Enfatizar que os adolescentes pre-

cisam tomar muito cuidado com as prioridades que eles têm dado à sua vida, principalmente ao domingo e

que o domingo tem que ser um dia totalmente dedicado a servir ao Se- nhor.

13. Explicar que, da mesma forma

que João, o Senhor sempre responde

a todo aquele que o busca com cora-

ção sincero.

14. Distribuir os cartões das Juntas

missionárias com pedidos de oração

a favor dos missionários e orientar os adolescentes a orarem pelos missio-

nários no decorrer da semana.

15. Terminar desafiando os adoles-

centes a participarem integral e ati- vamente das atividades da igreja no domingo, a partir deste domingo.

centes a participarem integral e ati- vamente das atividades da igreja no domingo, a partir deste

- Liderança

23

EBD 2

INFORMAÇÕES

COMPLEMENTARES

Domingo, o dia do Senhor ou o pri- meiro dia da semana

O domingo, dia do Senhor, é o dia do

descanso cristão satisfazendo ple- namente a exigência divina e a ne- cessidade humana de um dia em sete

para o repouso do corpo e do espírito (Gn 2.3; Ex 20.8-11; Is 58.13,14). Com

o advento do cristianismo, o primei-

ro dia da semana passou a ser o dia do Senhor, em virtude de haver Jesus ressuscitado neste dia (Jo 20.1,19,26;

At 20.7; Ap 1.10). Deve ser para os cristãos um dia de real repouso em

que – pela frequência aos cultos nas igrejas e pelo maior tempo dedicado

à oração, à leitura bíblica e outras

atividades religiosas – eles estarão se preparando para “aquele descan- so que resta para o povo de Deus” (Hb 4.9-11; Ap 14.12,13). Nesse dia, os cristãos devem abster-se de todo trabalho secular, excetuando aquele que seja imprescindível e indispen- sável à vida da comunidade. Devem também abster-se de recreações que desviem a atenção das atividades espirituais (Ex 20.8-11; Jr 17.21,22,27; Ez 22.8).

Tribulação

No grego, tribulação, significa aperto, pressão, padecer de, isto é, uma refe- rência a sofrimentos devido à pessoa das circunstâncias ou ao antagonis- mo das pessoas. Tanto na utilização do verbo quanto do substantivo, signi- fica apertar, comprimir, estreitar, per- turbar.

24

signi- fica apertar, comprimir, estreitar, per- turbar. 24 - Liderança A tribulação é qualquer coisa que

- Liderança

A tribulação é qualquer coisa que

possa sobrecarregar o espírito de uma pessoa, deixando-a atormen- tada. Não significa apenas perse- guição, mas qualquer sentimento de desânimo ou cansaço que leve a pes- soa a se sentir angustiada.

No caso do contexto apresentado

em Apocalipse, o apóstolo João dei-

xa bem claro que é uma dor tão pro-

funda e intensa que o envolve por completo como uma mulher que está

com dores do parto.

Companheiro

Significa ajudador, isto é, exprime a ideia de um trabalhador da mesma categoria; alguém que passa pelo mesmo sofrimento do trabalho. Se-

ria como um trabalhador que está junto ao seu companheiro de traba- lho ou aquele que trabalha em esca- la, mas que faz a mesma coisa que

o outro.

Ilha de Patmos

A Ilha de Patmos (hoje, Turquia) é conhe-

cida por ser o local para onde o

apóstolo João foi exilado e foi usada como um lugar de banimento duran-

te os tempos romanos. Segundo uma

tradição preservada por Ireneu, Eusé- bio, Jerônimo e outros, o exílio de João aconteceu em 95 d.C., no ano décimo quarto do reinado de Domiciano.

A tradição local ainda aponta a caver-

na onde João teria recebido a revela- ção para escrever o livro. Existe ain- da um local que é tradicionalmente conhecido como a caverna que João teve as revelações do Apocalipse.

PLANO deAULA
PLANO
deAULA

Cartas abertas

Texto bíblico: Apocalipse 2.1-29

OBJETIVOS

• Entender que a vida cristã é uma carta aberta a todos.

• Compreender que o cristão precisa testemunhar com toda sua vida.

• Entender que o Espírito Santo ha-

bita na vida do cristão e sabe de tudo.

• Compreender que Deus confronta os erros para corrigi-los.

• Desafiar os adolescentes a teste- munharem com toda sua vida.

RECURSOS DIDÁTICOS

• Folhas de papel A4;

• Desenho ou figuras retiradas de revistas, jornais ou internet;

Folha de papel manilha;

Canetas pilot azul, vermelha e pre-

ta;

• Jornais, revistas ou artigos da in- ternet;

• Tesoura;

• Quadro-negro e giz.

TÉCNICAS DE ENSINO

• Apresentação e explicação da lição

com utilização de figuras e reporta-

gens;

• Participação dinâmica e criativa por meio de recursos visuais;

• Participação e interação por meio de exposição de ideias.

• Convidado especial.

DICAS

• Preparar no decorrer da semana

placas, cartazes, recortes de figu- ras ou desenhos que contenham a

expressão: NÃO ULTRAPASSE, EN-

TRADA PERMITIDA SOMENTE AOS ADOLESCENTES; SALA EXCLUSIVA DOS ADOLESCENTES.

O professor deverá realizar a aula

de

forma que os adolescentes façam

uma análise de sua vida, buscando

a santificação e entendendo a im-

portância da correção de Deus e do

arrependimento por parte de cada

adolescente.

• Convidar um diácono, membro da

igreja ou pastor para ajudar no ensino da lição, pedindo para participar da

aula após ela ter começado.

• Recortar e preparar as folhas de

papel A4 em partes e fazer cartazes para fixar na porta e nas paredes da sala dos adolescentes.

• Preparar um quadro contendo cada

igreja que recebeu uma carta e apre-

da sala dos adolescentes. • Preparar um quadro contendo cada igreja que recebeu uma carta e

- Liderança

25

EBD 3

EBD 3

sentar: DESTINATÁRIO; REMETENTE; ASSUNTO; ERROS; ACERTOS e A COR- REÇÃO DO SENHOR.

DESENVOLVIMENTO DO ESTUDO

1. Preparar a sala colando as placas

de advertência na porta e parede pelo lado de fora da sala.

2. Iniciar a aula questionando aos ado-

lescentes o que eles pensam sobre

a importância da privacidade deles e como eles agem para tê-la em suas casas.

3. Conforme combinado antecipada-

mente, pedir que um membro da igre-

ja, diácono ou pastor, bata na porta

e peça para participar da aula, cuja

resposta do professor deverá ser ne-

gativa, alegando que a sala é dos adolescentes.

4. Iniciar um momento de apresen-

tações de ideias e questionamentos analisando a privacidade que os ado- lescentes exigem sobre sua vida e que muitas vezes a exigem também

da parte de Deus.

5. Apresentar o quadro contendo o qua-

dro das igrejas de Apocalipse e des- tacar o que Jesus apresenta sobre elas demonstrando que ele é onis- cente e sabe de todas as coisas que

o

cristão faz.

6.

Explicar que a vida do cristão não

pode ser uma vida fechada, mas uma carta aberta para que todos possam ter a salvação de Jesus agindo em cada vida.

7. Destacar que Deus sempre con-

fronta os pecados de cada pessoa

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que Deus sempre con- fronta os pecados de cada pessoa 26 - Liderança para que ela

- Liderança

para que ela reconheça, se arrependa e mude de vida.

8. Destacar que o cristão fiel a Deus não fica chateado, nem sai do local quando a mensagem confronta os

erros da sua vida, mas se humilha e busca a orientação do Espírito Santo para vencer o pecado e mudar.

9. Explicar que há muitos cristãos que ficam aborrecidos quando a mensa-

gem confronta seus pecados e que esta não pode ser a atitude de um adolescente cristão.

10. Questionar o que os alunos fa-

riam se Jesus publicasse um e-mail

para todos os irmãos da igreja, con-

tando sobre suas vidas.

11. Ressaltar a importância da vida

de testemunha e da consciência de

que cada cristão é a habitação do Es-

pírito Santo de Deus.

12. Enfatizar que os adolescentes

precisam dar toda liberdade a Jesus e

ao seu Espírito Santo para atuar em todas as áreas da sua vida e retirar

tudo o que não vem da orientação di- vina.

13. Explicar que, da mesma forma que

aconteceu com as igrejas da Ásia, o

Senhor sempre sabe o que o cristão

faz e quais os erros e acertos que têm em sua vida.

14. Terminar desafiando os adoles-

centes a santificarem a sua vida a cada dia e permitirem a atuação do

Espírito Santo em todas as áreas da sua vida.

INFORMAÇÕES

COMPLEMENTARES

As sete igrejas da Ásia

Éfeso, a que Cristo veio andar por entre asigrejas,poisassuapresençaepoder foram fortes na era apostólica;

Esmirna, onde Cristo é caracterizado como o que morreu, mas está vivo;

Pérgamo, a corrupta, ele tem a espa- da de dois gumes na mão e com tal fará o julgamento;

Tiatira, os seus olhos purificam como fogo e seus pés são tão fortes que esmagam os seus inimigos;

Sardes,Cristoaparecejuntamentecom os sete espíritos e as sete estrelas;

Filadélfia, ele tem a porta aberta e a chave de Davi, através da qual tem au- toridade para deixar entrar no reino de Deus ou não.

Laodiceia, aqui Cristo é o AMÉM, isto é, a testemunha fiel e verdadeira.

Informação das igrejas para formar o quadro

As sete igrejas estavam bem loca- lizadas, na Ásia Menor, para levar o evangelho. Existiam outras igrejas na Ásia Menor, mas essas foram es-

colhidas por se encontrarem em pon- tos estratégicos na região, a famosa Via Ignátia. Há em cada carta uma recomendação e repreensão diferen- te, mas elas sempre começam com uma declaração de Cristo às igrejas:

conheço as tuas obras. Existe uma caracterização de Cristo no início de cada carta e é adaptada à situação da igreja local.

Cristo selecionou criteriosamente os títulos que designou a si mesmo, em harmonia com a situação que pre- dominava em cada uma das igrejas. Todas as cartas contêm: uma intro- dução; um endereço, que é a igreja à qual é destinada; a identificação do remetente, que é Cristo; há elogios pelas qualidades de cada igreja, ex- ceto Sardes e Laodiceia; as reprimen- das, isto é, além de falar das falhas, são feitas críticas e repreensões a cada igreja, as exceções são Esmirna e Filadélfia; tem as exortações que são as conclamações do arrependi- mento e que contêm uma palavra de advertência ou encorajamento para ficarem firmes e serem fiéis; e por fim encerra-se com uma promessa que é feita especificamente aos vencedores.

Modelo – O quadro pode ser simples assim:

Destinatário ou igreja

Remetente ou apresentação feita por Jesus

Erros

Acertos

Advertência

Encorajamento

Promessa

ou apresentação feita por Jesus Erros Acertos Advertência Encorajamento Promessa - Liderança 27

- Liderança

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