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CORPO NACIONAL DE ESCUTAS

Agrupamento 407 Oeiras


Alameda Vieira da Silva nº24 C/v A 2780-046 Oeiras

Relatório de actividades

Introdução:
No início do ano, o agrupamento definiu 5 áreas em que o seu trabalho iria incidir
especialmente:
 Ano Sacerdotal / S. Nuno
 Formação dos responsáveis adultos / S. Julião;
 Consolidação do projecto RAP
 Mais Acampamentos / Mais tempo de secção
 Sede
A primeira, por sugestão do nosso assistente, procurava que o agrupamento se unisse a
um tema que toda a Igreja estava a viver. Por outro lado a figura de S. Nuno de Santa Maria,
recentemente santificado, estava a ser trabalhada no CNE, pelo que fazia todo o sentido
incluí-lo no nosso projecto de trabalho. Julgo que se conseguiu fazer algum trabalho, quer
com os elementos de cada secção, quer com os responsáveis adultos do agrupamento.
O nosso segundo objectivo teve a ver com a preocupação de termos responsáveis
adultos bem preparados para o exercício da sua missão, incluindo o agrupamento em
formação de S. Julião da Barra nesse projecto. Foi um objectivo conseguido, em relação a S.
Julião (4 elementos a fazer a sua preparação final para dirigentes) mas não tanto com os
restantes adultos do agrupamento. Não foi possível que nenhum dos nossos dirigentes
frequentasse cursos de 2º nível, e também as formações internas ficaram por baixo este ano.
Será uma meta a trabalhar no ano que agora se inicia.
A consolidação do projecto RAP, entretanto aprovado pelo CNE, transformando-se
assim na no Proposta Educativa da associação, foi conseguida no dia-a-dia do nosso
trabalho com as crianças e jovens do nosso agrupamento. É aliás a elas que se destina esta
proposta, como tudo o resto afinal. Sem os nossos elementos, o agrupamento não tem razão
de ser. Com maior ou menor dificuldade temos feito caminho, e penso que esta proposta se
vai consolidando pela positiva.
Finalmente, tínhamos ainda duas áreas mais onde achamos importante trabalhar com os
nosso “miúdos”. A sede, e o esforço de termos mais tempo em secção e de realizar mais
acampamentos. Se em termos de sede, não houve uma melhoria significativa, continuando
no entanto a haver um esforço continuado em alterar a forma como muitos dos nossos
elementos vêem a sua utilização, já em relação a tempo de secção, foi feito um esforço
grande para que cada secção tivesse mais tempo para trabalhar com os seus elementos. As
inúmeras solicitações que chegam ao nosso agrupamento, para participar nesta ou naquela
actividade, ou para colaborar numa ou noutra iniciativa, tem levado nos últimos anos a que
em os responsáveis por cada uma das secções, tenham dificuldades em trabalhar os seus
projectos por falta de tempo para o fazer. Isto nota-se sobretudo em Abril e Maio. Este ano
tentámos mudar um pouco o panorama, sendo mais selectivos nas iniciativas e actividades
em que participámos. Sem querer deixar de participar em momentos importantes como o S.
Jorge e o dia de Núcleo ou as actividades de cada uma das secções, tentámos organizarmo-
nos de forma a cada uma das secções conseguisse ter mais tempo para acampar e para
desenvolver os seus projectos. Temos consciência que é algo que tem que ser pensado
continuamente, mas é importante para os nossos elementos. Afinal, somos um movimento
de educação e não de ocupação de tempos livre. E educar, precisa de tempo.
Um outro aspecto da vida do agrupamento merece ainda uma pequena nota. Como no
ano anterior, o agrupamento continuou a acompanhar a fundação de um novo agrupamento,
que irá ficar sediado na paróquia de São Julião da Barra. Se até Agosto de 2009, o processo
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estava bastante parado por falta de recursos adultos para o fazer avançar, no início do ano
escutista de 2009/10, houve a possibilidade de se dar um significativo salto em frente devido
à entrada de um conjunto de adultos, entre os quais três dirigentes com larga experiência,
que permitiram inclusive, a entrada dos primeiros Lobitos e Exploradores. Como é costume
nestes casos estes elementos ficaram integrados na Alcateia e Grupo Explorador do
agrupamento monitor, constituindo no entanto, Bandos e Patrulhas distintos. Pela existência
de 4 dirigentes entre os responsáveis, foi possível dar a este pequeno grupo, alguma
autonomia. Na prática estes Bando e Patrulhas estavam com os restantes elementos do
agrupamento monitor em dois dos fins-de-semana no mês, trabalhando de forma
independente nos restantes. Este método permitiu, por um lado que os novos Lobitos e
Exploradores fossem aprendendo com os mais antigos, e tivessem contacto com escuteiros
com mais experiência, e por outro que se fosse formando algum espírito de corpo no futuro
Agrupamento.
Descrevemos de seguida, de forma sucinta, as principais actividades desenvolvidas pelo
agrupamento, bem como as de cada uma das secções. Fazemos também uma breve
descrição do que foram estes primeiros meses de existência do agrupamento em formação
de S. Julião da Barra:
 Indaba de Agrupamento (Animadores) em Setembro;
 Abertura Oficial das Actividades com celebração e jogo na praia. No final realizou-se
pela primeira vez, o compromisso dos responsáveis adultos para com o seu cargo.
Teve lugar no início de Novembro;
 Participação nas recolhas promovidas pelo Banco Alimentar contra a fome em
Novembro e Maio;
 Actividade de Advento em Dezembro. Esta actividade ocupou os vários fins-de-
semana do advento em todas as secções;
 Acamp. de Animadores (Acanim), para preparação do acampamento de agrupamento
em Janeiro;
 Acampamento de Agrupamento em Fevereiro, na Quinta do Álamo, Seixal;
 Participação no S. Jorge (Actividade Regional) em Abril;
 Colaboração com a paróquia quando da Procissão do Senhor dos Passos em Março;
 Participação na vigília de oração da paróquia a 6 de Maio;
 Campanha das Rosas (Ang. de fundos) no primeiro fim-de-semana de Maio. Os
fundos reverteram para o “Fundo de Actividades” do agrupamento;
 Celebração do 36º aniversário do agrupamento em Maio integrando o Rally-Papper;
 Encerramento Oficial das Actividades em Junho;
 Foi também feita a animação da eucarístia na paróquia aproximadamente uma vez por
mês.
Como se pode ver as actividades realizadas foram as habituais do nosso agrupamento.
Ainda assim gostaríamos de destacar o Acampamento de Agrupamento, quer pelo número
de elementos que esteve em campo (123) quer também pela necessidade em antecipar o
regresso a casa devido às condições atmosféricas.
Gostaríamos também de destacar a celebração do 36º Aniversário, principalmente a
celebração eucarística ao ar livre, realizada nos jardins do Palácio do Marquês e onde dois
elementos fizeram a sua Investidura de Dirigente.

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1ª Secção – Alcateia:
A Alcateia dedicou-se este ano, sobretudo à complementação da nova proposta educativa
do CNE.. A sua composição foi de 4 bandos de 6Lobitos cada, dois de rapazes e dois de
raparigas, tendo tido três desistências ao longo do ano. a Alcateia reuniu 33 vezes com uma
média de presenças de 16 crianças. O ritmo de trabalho manteve-se com os encontros de
sábado à tarde (10), com actividades exteriores mensais (6) e fins-de-semana livres (4) além das
férias escolares. Além destas actividades em secção, a Alcateia participou também em 9
actividades com o Agrupamento (incluindo actividades de núcleo e regionais) e realizou 1
acantonamento e 5 acampamentos
A Alcateia trabalha normalmente em caçadas delineadas pela equipa de animação para
cada trimestre e incluindo alguns contributos dos lobitos tendo em atenção a sua adequação
pedagógica.

1ª Trimestre – Outubro a Dezembro de 2009


Com um número médio de presenças de 16 Lobitos, teve como principais actividades as
seguintes:
• 31/10-1/11: Gota Amarela – Acampamento de Formação de GUIAS E SUB-GUIAS do
Núcleo da Barra no Colégio Salesiano de Manique sob o tema "O Lobito é asseado"
• 21/11: Participação no Dia Aberto da Ciência na Gulbenkian
• 28/11: Raid de pistas para introdução aos trilhos na Quinta Real de Caxias
• 28-29/11: participação no Banco Alimentar
• 6/12: Ida ao Teatro Politeama ver a peça "O Feiticeiro de Oz" ; Visita ao presépio na
cidade e à Igreja dos Mártires
• 19-20/12: Acantonamento Lobitos & Lobitões em Janas, tendo como objectivo estimular a
participação dos pais na vida escutista dos lobitos através de raids e ateliers. Visita ao
Centro de Recuperação do Lobo Ibérico

2º Trimestre – Janeiro a Março de 2010


Neste trimestre foi de 17 elementos o número de presenças médio. As principais actividades
foram:
• 13-15/02: Acagrup (3 lobitos fizeram promessa)
• 7/3: Dia de núcleo e procissão
• 13/3: Visita ao Museu da Ciência Viva em Sintra
• 20/3: Participação no projecto Limpar Portugal com a limpeza da praia junto à Capitania
do Porto em Algés.
• 27-28/3: Acampamento da Páscoa em conjunto com a Alcateia do Estoril sob o tema
"Viagem ao Fundo do Vulcão" (Açores) no Parque de Montachique. Durante o
acampamento foram aprofundados conhecimentos sobre as ilhas dos Açores e a fauna e
flora do parque de Montachique. Foram realizados jogos de pistas e um atelier de
pegadas em gesso.

3º Trimestre – Abril a Julho de 2010


Com 14 Lobitos presentes em média são de realçar as actividades:

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• 25/4: S. Jorge – As alcateias do núcleo da Barra participaram em vários jogos sob a


temática da caridade.
• 15/5: Aniversário do Agrupamento (1 lobito fez promessa)
• 29-30/05: Lobibarra - Acampamento de Lobitos do Núcleo da Barra no Colégio do
Ramalhão em Sintra sob o tema "O Lobito pensa primeiro no seu semelhante", durante o
qual cada alcateia representou uma ordem eclesiástica e realizou vários jogos, incluindo
um grande jogo de pistas em Sintra, sob a temática da caridade e da vivência das ordens.
• 5/6: Raid em Belém, incluindo a ida ao CCB / Museu Berardo ver a exposição d'"Os
Gémeos" e ao Jardim Botânico. Foi possível também dar um passeio de charrete.
• 26-28/6: Acampamento de Verão no Parque do Bonito no Entroncamento, sob o tema "O
fenómeno dos Comboios". Durante o acampamento foi possível visitar o Museu
Ferroviário e a Rotunda das Locomotivas.
Avaliação Final:
• Quanto ao RAP, ao longo do ano conseguimos avançar mais alguns passos no
aprofundamento da aplicação do novo programa. Estaremos a aplicar neste momento
cerca de 70% do RAP.
• Todas as actividades planeadas foram concretizadas uma vez que quando
encontrávamos algum obstáculo, conseguimos sempre adaptá-las até que fossem
possíveis.
• A participação e evolução observada nas crianças foi muito positiva.
• A participação dos adultos, não tendo sido a ideal, foi a suficiente, uma vez que a equipa
tem na sua composição elementos a terminar cursos universitários e a iniciar o primeiro
emprego.
• A participação dos pais foi sempre disponível e está plenamente estabelecida uma
relação de confiança com a equipa de animação, permitindo uma colaboração muito
próxima.
• Os lobitos gostaram muito dos acampamentos, dos jogos e das oportunidades de
conhecer outros lobitos.

2ª Secção – Grupo Explorador (Expedição):


O Grupo Explorador, que na nova proposta educativa da associação (entretanto aprovada)
passa a designar-se por Expedição pretendia neste ano promover:
• O Acampamento de Patrulhas (tentar criar “tradição” para que o acampamento da Páscoa
seja Acampamento de Patrulhas);
• Realizar um maior número de actividades no exterior;
• Remodelar a Cabana ( Base na nova designação) / dinamizar os cantos de Patrulha;
• Trabalhar mais e melhor o progresso, consolidando assim a nova proposta (RAP);
• Criar e dinamizar o Blog da Secção;

PATRULHAS: 2 Femininas (Açor e Coati); 3 Masculinas (Castor, Esquilo, Leopardo)


REUNIÕES: A maioria das actividades / reuniões foram desenvolvidas ao Sábado. Em 10 meses
(34 fins-de-semana efectivos), 22 foram actividades realizadas no exterior, ou seja, cerca de
64,7% das actividades.
MÉTODO DE TRABALHO: A Aventura é, por excelência, o método de trabalho da II Secção. No
entanto, por vários factores, nomeadamente a ocupação do calendário com actividades de
Agrupamento, Núcleo e Regionais, apenas no primeiro trimestre trabalhámos a Aventura. Nos
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seguintes, fomos trabalhando por pequenos objectivos (ex: no segundo trimestre o objectivo foi
explorar o Escutismo para Rapazes, e foram realizadas algumas actividades nesse sentido).
PRINCIPAIS ACTIVIDADES:
1º Trimestre: Aventura apresentada pela Patrulha Leopardo (Viriato – Como Sobreviver Nas
Lusitânia). No âmbito do tema desta Aventura, foi realizado um raid nocturno com o objectivo de
testar a destreza e união das patrulhas. O trimestre terminou com o Acantonamento de Natal, no
Cabo da Roca.
Este trimestre teve um número médio de presenças de 28 elementos
2º Trimestre: Não houve Aventura. Proposta da Mocho (Patrulha da animação): Escutismo para
Rapazes, aproveitando o tema para o ACAGRUP. Neste âmbito, foi desenvolvida uma actividade
em Oeiras, onde se pretendia pôr em prática diversas técnicas: pioneirismo, homógrafo, vida em
campo, orientação, socorrismo, jogo do Kim, as leis e os princípios. Este jogo decorreu em
conjunto com as patrulhas que integram elementos de S. Julião da Barra. Por falta de tempo,
nenhuma das Patrulhas conseguiu terminar todos os postos previstos. O trimestre terminou com
o acampamento de Patrulhas, em Belas. Cada Patrulha preparou e trabalhou no seu projecto.
Estiveram presentes em média 27 Exploradores.
3º Trimestre: Não houve Aventura. As actividades tiveram maior enfoque na preparação e
participação do S. Jorge. No dia 12 de Junho, foi realizada uma actividade de ligação dos
elementos que passam da I para a II Secção. Foi feito um jogo de pistas, na zona de Oeiras /
Nova Oeiras, com o tema “Kim dos Sentidos”, onde as patrulhas, com Lobitos integrados em
cada uma delas, tiveram de pôr à prova os 5 sentidos, através do jogo do Kim (Kim dos cheiros,
Kim do sabor, etc.). O trimestre terminou com o acampamento de Verão, na Fonte da Telha
(RAC). Visto não ter havido tempo para desenvolver a aventura, a patrulha Mocho trabalhou o
imaginário deste acampamento (As Princesas Dos Sapatos Rotos).
Número médio de presenças no trimestre: 21 Exploradores
Nota: O resumo das actividades encontra-se em anexo, no final deste documento.
AVALIAÇÃO FINAL:
- Os acampamentos foram melhorando gradualmente ao longo do ano;
- Acampamento de Patrulhas superou as expectativas;
- Sistema de Progresso: o trabalho desenvolvido nas reuniões de trabalho, não teve
continuidade;
- Espírito de patrulhas bastante fraco;
- O 2º trimestre teve uma carga demasiado grande para preparação e realização de actividades
de Agrupamento/Núcleo. Também por esse motivo não houve tempo para a realização de uma
Aventura.
Quadro resumo das principais actividades
Data Actividade Espaço Nº de Elementos
Inicio das Act. II Secção - Arrumação
10 de Outubro Sede 23 Elementos
de Material e Reuniões de Patrulha
Acolhimento/ Finalização de
17 de Outubro Sede 33 Elementos
cartazes/ Reuniões de Patrulha
Investidura dos guias/Reuniões de
24 de Outubro Sede 32 Elementos
Patrulha (Preparação da Aventura)
31 de Outubro Apresentação Aventura Sede 29 Elementos
8 de Novembro Abertura Oficial do Agrupamento Exterior 29 Elementos
14 de Novembro Jogo de Cargos/ Reunião de Pais Exterior 25 Elementos
21 e 22 Novembro Juventura Exterior 4 Elementos
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28 de Novembro RAP – Progresso Exterior 26 Elementos


Sede /
5 de Dezembro Decoração da sede/ Raid Nocturno 27 Elementos
Exterior
Celebração do Natal (Advento) /
12 de Dezembro Sede 27 Elementos
Preparação do Acampamento
18 a 20 de
Acampamento de Natal Exterior 30 Elementos
Dezembro
23 de Janeiro Jogo com S. Julião Exterior 28 Elementos
30 de Janeiro Progresso e preparação ACAGRUP Exterior 26 Elementos
13 a 16 de
ACAGRUP Exterior 32 Elementos
Fevereiro
Avaliação acampamento/ Reuniões
27 de Fevereiro de Patrulha (preparação Sede 25 Elementos
acampamento de patrulhas)
Missa Dia de Núcleo / Procissão Sr.
7 de Março Exterior 22 Elementos
Dos Passos
13 de Março Jogo (Escutismo para Rapazes) Exterior 29 Elementos
Actividade de Serviço - Limpar
20 de Março Exterior/Sede 23 Elementos
Portugal/ Preparação acampamento
27 a 29 de Março Acampamento de Patrulhas Exterior 19 Elementos
25 de Abril S. Jorge Exterior 25 Elementos
1 de Maio Venda de Rosas Exterior
14 de Maio Velada de Armas Exterior
Aniversário do Agrupamento (Jogo e
15 de Maio Exterior 23 Elementos
Promessas)
22 de Maio Reconhecimento + Ateliers Exterior 18 Elementos
Actividade de serviço: Banco
29 de Maio (Todo) Exterior 20 Elementos
Alimentar
Actividade De Ligação I/II – Jogo de
12 de Junho Exterior 20 Elementos
Pistas “Kim dos Sentidos”
19 de Junho Preparação Acampamento Sede 17 Elementos
24 a 28 Junho Acampamento de Verão Exterior 25 Elementos
3 de Julho Velada de Armas de S. Julião Exterior
Encerramento / Promessas de S.
4 de Julho Exterior
Julião

3ª Secção – Grupo Pioneiro (Comunidade):


O ano escutista do grupo Pioneiro (na nova proposta educativa passa a designar-se por
Comunidade) esteve dividido em três empreendimentos.
1. Do inicio do ano até às férias de Natal
2. Do Natal às férias da Páscoa
3. Da Páscoa até ao fim do Ano Escutista (férias de verão)
Tivemos como objectivos principais a consolidação da nova proposta educativa sobretudo
na componente do sistema de progressão pessoal, a técnica escutista (vivência em campo), e a
vivência do ”Escutismo para Rapazes”.
Como grande actividade de fim de ano, o grupo decidiu realizar uma descida do rio Zêzere
em jangadas.

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A escolha da técnica escutista como objectivo baseou-se no facto de estarmos a aplicar a


nova proposta educativa do movimento sendo assim uma forma mais viva e alegre de mostrar o
escutismo e a vida escutista aos novos elementos do movimento e de conhecer algumas
mudanças no nosso novo sistema de progresso.
Utilizamos também o nosso objectivo de conhecer e dar a conhecer melhor o escutismo para
rapazes como forma de imaginário anual.
É também no nosso planeamento anual que definimos as regras de funcionamento do
grupo:
Reuniões:
• De grupo – Sábado às 15h na sede
• De equipa de animação – uma vez por semana
• De equipa – sempre que acharem necessário
Faltas:
• Não há faltas justificadas (há ponderação)
• Os guias são responsáveis por avisar das faltas dos elementos
• Os secretários são responsáveis pela marcação de faltas
BP azul:
• Troféu entregue á equipa que teve um melhor desempenho durante o empreendimento
Ambos os objectivos principais do ano foram alcançados com sucesso. A técnica escutista
esteve bastante presente nas nossas actividades, em especial no segundo empreendimento,
havendo algum cuidado por parte das equipas, e incentivados por nós, em empenhar-se nos
ateliers que foram dados bem como na execução de algumas construções no acampamento da
Páscoa. Era já bastante patente mística e simbologia na decoração do Abrigo, tendo sido
renovada este ano (pintura e renovação de armários e símbolos da mística da III secção).
Ao nível do progresso, relativamente aos elementos mais novos podemos afirmar que o
objectivo pretendido foi alcançado, uma vez que todos aqueles que transitaram do grupo
explorador acabaram este ano escutista investidos, no entanto não conseguimos o mesmo,
relativamente aos restantes elementos, que não mostraram grande motivação com todas as
novas mudanças do sistema de progresso e que mais uma vez, facilmente foram perdendo o
empenho e a vontade iniciais.
Actividades do 1º empreendimento:
• Actividade de abertura do grupo pioneiro (sede)
• Apresentação do empreendimento (sede)
• Jogo de pistas
• Atelier de orientação (Sintra)
• Raid nocturno (Sintra)
• Construção do presépio (Integrado na actividade de Advento do agrupamento)
• Acampamento de Natal (acampamento volante Runa - Torres Vedras)
Todas estas actividades foram concretizadas, tendo o acampamento de Natal sido o
momento alto deste empreendimento. No acampamento Volante, puderam conviver em
momentos diferentes, em equipa e em grupo, sendo o imaginário uma das palestras de bivaque
do escutismo para rapazes relacionada com a espionagem.

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Actividades do 2º empreendimento:
• Apresentação do empreendimento (sede)
• Trabalho no Sistema de Progressão Pessoal (sede)
• Preparação ACAGRUP (sede)
• ACAGRUP (Seixal)
• Obras na sede
• Acampamento Páscoa (Ceada)
O momento alto deste empreendimento foram as obras na sede, tendo ocupado grande
parte do empreendimento e onde houve algum empenho por parte das equipas, que
apresentaram diversas ideias para esta renovação do canto.
O acampamento na Páscoa foi sem dúvida um momento de “libertação” da sede, tendo sido
o momento onde se aplicou mais afincadamente um dos objectivos anuais (técnica escutista)
Foi também neste empreendimento que ficou decidido qual o objectivo final deste ano –
descida de jangadas no rio Zêzere, tendo o grupo unanimemente apoiado esta ideia.
Actividades do 3º empreendimento:
• Apresentação do empreendimento (sede)
• S. Jorge (Belém)
• Fim de obras (sede)
• Actividade de passagem (Pioneiros/Caminheiros)
• Preparação acampamento (construção de jangadas)
• Preparação acampamento (teste de jangadas)
• Acampamento Verão – Rio Zêzere
O momento alto deste empreendimento foi o Acampamento de Verão, que avaliado por eles
foi um acampamento diferente, devido á localização, dinâmica do grupo, bom espírito de grupo e
fora do comum em termos de acampamento, tendo sido sem dúvida uma boa aposta. Foi
também no final do acampamento que avaliaram o corrente ano, que teve como ponto negativo,
a falta de empenho na participação das actividades, que limitou em grande parte as actividades
propostas nos diferentes empreendimentos, em especial a renovação do canto na sede. Foi de
salientar o empenho que houve nos imaginários relacionados com o escutismo para rapazes.
Actividades de Angariação de fundos
• Venda de bolos
Para além destas actividades houve também a venda de bolos nas missas , que não se
encontra calendarizado no plano anual pois é feito por cada equipa com um calendário
organizado pelas equipas e fora do tempo de reuniões e actividades de grupo. Estes fundos
foram utilizados nas actividades do grupo.
Avaliações:
Em todos os acampamentos, final de empreendimento e actividades que assim o permitam
são feitas avaliações sobre as mesmas e todo o percurso até ali percorrido.
O grupo avaliou este ano como positivo, mas com pouco esforço e trabalho de grupo.
Gostaram das actividades ao longo do ano, e concordam que devem melhorar a
organização dos seus tempos para maior participação e empenho nas actividades propostas em
empreendimento.
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Consideraram que o grupo está menos infantil e mais sensível na inter-ajuda.

4ª Secção – Clã:
O Clã contou com este ano com um efectivo de 10 elementos, divididos em duas equipas
(tribos na nova designação), com uma participação média ao longo do ano entre 60% e 75%.
Ao longo do ano o Clã teve 27 reuniões, tendo sido 16 de Tribo e 11 de Clã. Destas últimas,
3 foram dedicadas à organização e gestão da Base (Albergue, na nova proposta educativa do
CNE), e as restantes na preparação e avaliação das actividades.
Foram realizados 6 acampamentos, contabilizando 17 noites de campo, com componentes
maioritariamente de desenvolvimento técnico; 1 grande raid de aplicação prática na serra da
Arrábida (Orientação e Topografia), 1 hike cultural, 3 actividades de serviço e um retiro espiritual.
A realização de um café concerto e a venda de rifas, foram as iniciativas de angariação de
fundos que permitiram acabar de pagar um empréstimo pedido ao agrupamento, e custear o
acampamento de verão.

S. Julião da Barra:

Recursos Adultos
Tendo em conta que a equipa de adultos, formada recentemente, tinha elementos que
chegavam de vários agrupamentos e até do exterior do movimento escutista, esse era, à partida,
o maior desafio: constituir verdadeiramente uma equipa, coesa e solidária, capaz de fazer das
suas diferenças mais do que uma dificuldade, uma oportunidade de valorização da experiência
que então se começava. O entrosamento correu muito bem, houve um elevado espírito de
serviço e sobretudo uma enorme animação. As diferentes opiniões e visões acabaram por
aparecer, deram lugar a intensas e acaloradas trocas de argumentos, sem que isso colocasse
qualquer problema pessoal ou animosidade.
Para melhor cumprirem a sua missão quatro animadores frequentaram o Curso de Iniciação
Pedagógica (CIP). À parte curricular seguiram-se os estágios e respectivos relatórios e trabalhos
finais. Dos quatro formandos três encontram-se a aguardar qualificação e um a ultimar o trabalho
final. Duas animadoras participaram ainda no Curso de Introdução. Se para a animadora que
mais recentemente entrou para o escutismo, o curso foi de grande utilidade, para aquela que
reentrou ao fim de um intervalo de 10 anos, o curso trouxe poucas novidades e um interesse
reduzido.

Vivência Paroquial
Outro aspecto que valia a pena cuidar era a integração do novo agrupamento e dos seus
elementos na vida da Paróquia. Tendo em conta que apenas o Chefe Fernando pertencia
anteriormente à Paróquia de São Julião da Barra, esse poderia ser um problema e exigia
especial atenção. Graças ao acolhimento excepcional do nosso Prior (e agora Assistente do
Agrupamento), e também à fraterna colaboração dos vários grupos e movimentos da Paróquia,
foi possível fazer uma integração serena e sem sobressaltos. Com certeza poderemos fazer
melhor e contamos que o à vontade e a confiança mútua nos trarão um entrosamento ainda
maior nos próximos anos escutistas.
O calendário de actividades e reuniões foi definido de forma a incluir a animação e
participação conjunta na Celebração Eucarística da comunidade paroquial, uma vez por mês.
Entendemos que nos restantes fins-de-semana, os nossos jovens, porque além de escuteiros
são catecúmenos e sobretudo filhos, deveriam fazê-lo junto dos seus catequistas e familiares. A

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participação nessa Missa mensal foi afinada e melhorada ao longo do ano, ficando a noção de
haver ainda alguns aspectos a afinar.
Sede
Outro desafio era partir para a aventura de receber mais de 30 jovens e crianças sem ter um
espaço próprio para as reuniões. Alguns, mesmo na estrutura do CNE, acharam que não
seriamos capazes, que não havia condições para empreender a acção educativa, mas isso não
nos assustou. Utilizamos o que havia, com os horários possíveis e com as adaptações que se
mostraram necessárias. Sempre que possível e à boa maneira escutista utilizámos os espaços
exteriores, os belos jardins e relvados que felizmente não faltam na nossa paróquia. Sabendo
que essa seria um situação que importaria resolver com a máxima urgência (tanto mais que era
uma das condições colocadas pela Junta Regional de Lisboa para a filiação do Agrupamento)
procurámos soluções e apresentámos algumas propostas. Acabámos por receber do I.A.S.F.A. -
Instituto de Apoio Social das Forças Armadas - a resposta que tanto desejávamos: a partir do
Verão iríamos poder contar com as suas antigas camaratas para a sede do nosso agrupamento.
Os termos foram fixados num protocolo, que veio a ser assinado no dia das primeiras Promessas
do Agrupamento. Não podemos deixar de agradecer à Direcção do I.A.S.F.A. a confiança que
assim depositaram no nosso trabalho, e também àqueles que na nossa Paróquia facilitaram o
acesso à referida Direcção.

Monitorização do novo Agrupamento


Começar um Agrupamento é um desafio e sobretudo uma enorme responsabilidade. Tudo
começou do zero, sendo necessário definir os mais pequenos pormenores. Não havia
experiência para trás e as referências eram apenas aquelas que trazíamos dos nossos
anteriores agrupamentos. Receber jovens, todos de novo, sem outros jovens para seguirem o
exemplo poderia tornar-se uma dificuldade. Tivemos a felicidade não só de contar com um
assistente formidável e empenhado, como com um Agrupamento Monitor muito bem estruturado,
com uma experiência de longos anos e que muito contribuiu para o sucesso deste nosso
trabalho inicial. A eles ficaremos eternamente gratos e ligados por laços que o tempo não
desatará. Os nossos jovens puderam ver nos seus escuteiros os exemplos a seguir; nós, mais
velhos, pudemos sentir outras maneiras de viver o mesmo escutismo, e isso, temos a certeza, só
nos enriqueceu mas sobretudo, valorizou o novo agrupamento.

Esta dupla pertença, ao Agrupamento e Paróquia de São Julião e, por força dessa ligação ao
nosso Agrupamento Monitor e também à Paróquia de Oeiras, trouxe-nos um acréscimo de
trabalho que sinceramente não estavam a contar e que se foi tornando muito difícil ao longo do
ano escutista. Às reuniões de preparação da nossa Alcateia, do nosso Grupo Explorador e de
coordenação entre os dois grupos, era necessário adicionar as reuniões com a Alcateia e com o
Grupo Explorador de Oeiras. Também as suas reuniões de Direcção e as Reuniões Gerais de
Animadores. Às solicitações da nossa Paróquia, que acolhemos e valorizámos sempre que
humanamente possível, era necessário procurar disponibilidade para participar e ajudar nas da
Paróquia de Oeiras.

Conclusão
Tem valido a pena! Ver os Lobitos e Exploradores cheios de entusiasmo, actividade após
actividade, reunião após reunião, fez-nos sentir uma grande felicidade e um indisfarçável
orgulho. As Promessas e o Acampamento de Verão fecharam o ano e mostraram que os novos
escuteiros vão estando cada vez mais preparados. Tivemos já as primeiras passagens de
Secção, trazendo consigo um misto de tristeza por partir mas também a alegria de um novo
desafio.
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Notou-se ao longo de todo o ano uma empenhada participação dos elementos que várias
vezes atingiu os 100% de assiduidade, quer em actividades de campo, quer nas reuniões
semanais. A participação dos animadores adultos foi também bastante satisfatória, embora
tenha sofrido algumas dificuldades pontuais, causadas pelos compromissos profissionais e
familiares, não vindo no entanto a pôr em causa o cumprimento dos objectivos definidos para
este primeiro ano. Alguns dos animadores não conseguiram ter uma participação muito regular
nas actividades conjuntas com o agrupamento monitor, facto que procurou ser compensado com
a participação empenhada dos demais animadores.
Ao longo de todo o ano sentimos o carinho e apoio dos pais, sentimos que confiavam no
trabalho que fazíamos com os seus filhos e que por isso merecíamos o seu apoio. Usámos e
abusámos dos pedidos de transportes para as actividades. Nunca ficámos sem resposta nem
solução. Todos foram e todos vieram. O facto de termos ainda poucos elementos fazia com que
o aluguer de um autocarro ficasse a valores proibitivos, tendo sido a utilização de automóveis
dos pais e dos animadores a melhor solução encontrada para não onerar mais o preço das
actividades.

Actividades:
Quer os Lobitos, quer os exploradores, tiveram reuniões regulares ao Sábado à tarde, quer
com o agrupamento monitor de Oeiras, quer sozinhos. Note-se que de Setembro a Dezembro,
os animadores, além de participarem, sempre que possível nas actividades das secções do
agrupamento monitor, procuram preparar a recepção dos primeiros Lobitos e Exploradores.
Segue-se um resumo das sãs principais actividades:

Setembro, 19 Indaba conjunto com o agrupamento monitor


Novembro, 14 Reunião de Animadores
21 e 22 Indaba SJB
Janeiro, 16 Início ano escutista e acolhimento aos novos elementos
23 Abertura oficial do ano escutista, Celebração e acantonamento em
Catalazete, Oeiras
30 Reunião Normal com o agrupamento monitor

Fevereiro, 13 a 15 Acampamento de Agrupamento com o agrupamento monitor, na


Quinta do Álamo, Seixal
Março, 7 Missa de Núcleo
13-Alc Centro Ciência Viva em Sintra com o agrupamento monitor
20 Limpar Portugal
27 a 29 Acampamento de Páscoa no Campo Base Pedra Amarela, em Sintra
com os Lobitos e Exploradores
Abril, 25 São Jorge no Restelo, em Lisboa
Maio, 1 Campanha das Rosas com o agrupamento monitor
15 Aniversário do agrupamento monitor
29 e 30-Alc Lobibarra
Junho, 19 Encerramento do ano escutista do agrupamento monitor
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26 Reunião e Arraial Paroquial


Julho, 3 Reunião Normal e Vigília
4 Promessas dos primeiros elementos do agrupamento com a
assinatura do Protocolo da Sede Nova
8 a 11 Acampamento de Verão na Herdade da Barroca d’Alva, e
encerramento do ano.

Oeiras, 26 de Outubro de 2009

Chefe de Agrupamento

Plano de Acção e Calendário de Actividades


Introdução
• Dada a sua curta existência, o Agrupamento tem concentrado o seu esforço na formação
dos primeiros jovens, alargando progressivamente a sua acção ao serviço à comunidade. Se
no primeiro ano foi privilegiado o apoio à Paróquia, integrando, colaborando e promovendo
diversas actividades e acções de serviço de cariz mais local, o segundo ano procurará
consolidar a trabalho já desenvolvido e alargar a proposta escutista a um conjunto de novos
jovens.
• Foi desde o início definido como carisma próprio do Agrupamento, um especial cuidado e
atenção à vertente do Serviço. À medida que o crescimento do Agrupamento e a formação
dos jovens o for permitindo, pretende-se que essa acção se torne cada vez mais efectiva e
profícua, procurando responder às necessidades concretas da nossa Paróquia e da nossa
Freguesia. Com base nos diagnósticos efectuados e em articulação com os diversos
organismos que partilham essas preocupações, contamos levar a cabo um conjunto de
actividades e iniciativas que, de alguma forma, possam contribuir para a felicidade dos
cidadãos mais necessitados do nosso Concelho.
• Proposta Educativa
• A aplicação no nosso Agrupamento da Proposta Educativa aprovada em Conselho Nacional,
na sequência do processo RAP, constituiu o maior desafio do ano escutista que agora se
prepara. Termos sido acompanhados desde o início por um Agrupamento que foi Piloto
permitiu uma aproximação serena às novas propostas, tornando o primeiro ano de actividade
numa aprendizagem constante, não só para os jovens, mas e sobretudo para os adultos.
Importa agora consolidar esses conhecimentos e aplicar cuidadosamente a nova
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metodologia. Cientes de que muito haverá ainda para aprender, iremos procurar participar
nas diversas acções de formação e momentos de partilha de boas-práticas e também das
dificuldades que forem sendo sentidas pelos diversos agrupamentos.
• Meios e necessidades
• O Agrupamento adoptou como lema para este ano escutista, o tema do Jamboree 2011:
“Simplesmente Escutismo”. Queremos promover um escutismo simples, com base na Lei e
nos Princípios do Escuta, comprometido através da Promessa Escutista na acção concreta
de cada dia. Não pretendemos ter mais meios do que os estritamente necessários à
implementação do método e proposta escutista. Naturalmente e porque estamos a começar,
temos ainda alguma carência de meios que, aos poucos, contamos ir ultrapassando. Num
Agrupamento em início de vida tudo falta, menos vontade, alegria e jovens!
• Temos a fortuna de poder contar já com um excelente espaço para a sediação das nossas
actividades, com área e condições suficientes para albergar todo o efectivo previsto para
este ano e também para o que venha a ser integrado nos próximos anos. No entanto, essas
instalações necessitam de pequenas, mas urgentes obras, como pinturas interiores e
exteriores, reparação do telhado e respectivo forro, substituição pontual de loiças sanitárias
ou torneiras, e ainda outras pequenas reparações.
• Não sendo possível suportar o orçamento dessas obras unicamente com o valor das quotas
anuais (cinquenta euros por elemento e quarenta para o segundo ou terceiro membro do
agregado familiar), contamos levar a cabo campanhas de angariação de fundos, como sejam
a venda do Calendário Escutista, a organização de festas e arraiais, a venda de Rosas por
ocasião do dia da mãe, em articulação com o Agrupamento 407 de Oeiras. Iremos também
concorrer ao Fundo do Canto de Patrulha, na tentativa de merecer um prémio que venha
ajudar a suportar as despesas com as referidas obras.
• Com o valor das quotas pagas pelos jovens e pelos adultos (e também com alguns donativos
dos adultos) foi já possível adquirir uma parte do material de campo necessário às
imprescindíveis actividades. Foi também possível comprar as primeiras tintas para as
pinturas mais urgentes, a tempo de começar o presente ano escutista já na nova Sede. Aos
poucos e com a colaboração entusiasta dos jovens e também dos pais mais voluntariosos
iremos completar as pinturas interiores, e se possível, também as exteriores.
• Pretendemos durante este ano escutista construir divisórias em madeira nas salas da
Alcateia e da Expedição para melhor acolher os diversos Bandos e Patrulhas. Cada uma
delas deverá ter um espaço exclusivo onde possa colocar o seu material, o seu Mapa de
Progresso, o registo das Noites de Campo dos seus elementos, e um sem número de
objectos e símbolos que contribuem para a mística e identidade própria desse pequeno
grupo.
• Como a maioria dos Agrupamentos, temos dificuldade em integrar os custos dos transportes
nos orçamentos das actividades de campo. Num Agrupamento com secções pequenas,
alugar um autocarro tem um peso excessivo no custo da actividade. Torna-se assim um luxo
difícil de suportar, obrigando à procura de soluções mais económicas. No primeiro ano
escutista evitámos acampar em locais distantes e por vezes as deslocações foram
garantidas utilizando transportes públicos ou os automóveis dos animadores e dos pais dos
escuteiros. Neste segundo ano iremos propor ao I.A.S.F.A. a celebração de um protocolo
que permita a utilização do seu autocarro a valores inferiores aos do mercado.
• Filiação e Efectivo
• Como todos os Agrupamento em Formação ansiamos pelo dia da nossa filiação.
Gostaríamos que tal viesse a ocorrer próximo do dia de B.P. (no fim-de-semana anterior ou
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no seguinte), mas tal decisão depende da proposta do nosso Agrupamento Monitor e da


aceitação da Junta Regional de Lisboa.
• Uma vez que até à conclusão da filiação, os Agrupamentos em Formação apenas podem
integrar uma Alcateia e uma Expedição, não será requerida a criação de um Grupo Pioneiro
durante o presente ano escutista. Assim, neste ano, a Alcateia contará com 24 Lobitos e a
Expedição com 24 Exploradores, num total de 48 elementos, que serão acompanhados por 5
Dirigentes (contando com o assistente), 4 Aspirantes a Dirigentes e 3 Caminheiros em Fase
de Ligação, ficando o Agrupamento com um efectivo de 60 escuteiros. Serão assim abertas
vagas para 13 Lobitos e 5 Exploradores.
• Recursos adultos
• Procurando reforçar os recursos adultos que iniciaram o processo no ano passado, o
Agrupamento contará com mais um Aspirante a Dirigente, o Carlos Amaral, que irá
frequentar o Curso de Introdução. São também propostos para a frequência do Curso de
Iniciação Pedagógica as Aspirantes a Dirigentes Patrícia Vilarinho e Mafalda Marques.
• Uma vez que, dos quatro formandos que no ano passado frequentaram o Curso de Iniciação
Pedagógica, três encontram-se a aguardar qualificação e um a ultimar o trabalho final,
contamos celebrar as suas Promessas de Dirigente por ocasião da filiação, se esta ocorrer
na data indicada. Se a filiação só ocorrer ou no final do ano escutista ou no ano seguinte, a
investidura dos novos Dirigentes deverá ocorrer assim que forem qualificados.
• Resumo do Calendário de Actividades
• Setembro
• Sábado 18 e Domingo 19 Indaba de Agrupamento

• Outubro
• Sábado 9 Início do Ano Escutista – Acolhimento
• Sábado 16 Abertura Oficial do Ano Escutista – Raid com participação no
Jamboree no Ar
• Sábado 23 Reunião Normal e Terço Paroquial
• Sábado 30 Reunião Normal e Venda de Calendários

• Novembro
• Sábado 6 Reunião Normal
• Sábado 13 Magusto Paroquial
• Sábado 20 Reunião Normal (Alcateia) + Juventura (Expedição)
• Domingo 21 Juventura (Expedição)
• Sábado 27 Dia de Agrupamento e Banco Alimentar
• Domingo 28 Banco Alimentar

• Dezembro
• Sábado 4 Reunião Normal
• Sábado 11 Reunião Normal
• Sábado 18 e Domingo 19 Acampamentos de Secção com Agrupamento 407

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• Janeiro
• Sábado 8 Janeiras
• Sábado 15 Reunião Normal e Dia do Aquélá
• Sábado 22 Reunião Normal
• Sábado 29 e Domingo 30 Gota Amarela

• Fevereiro
• Sábado 5 Reunião Normal
• Sábado 12 Reunião Normal
• Sábado 19 Data possível para Filiação
• Sábado 26 Data possível para Filiação

• Março
• Sábado 5 a 2ª Feira 7 Acampamentos de Secção
• Domingo 7 Missa de Núcleo (a confirmar)
• Sábado 12 Reunião Normal
• Sábado 19 Reunião Normal
• Sábado 26 Reunião Normal

• Abril
• Sábado 2 Reunião Normal
• Sábado 9 Reunião Normal
• 5ª feira 14 a Domingo 17 Acampamentos de Secção
• Sábado 30 Campanha das Rosas

• Maio
• Sábado 7 Reunião Normal
• Domingo 8 São Jorge
• Sábado 14 e Domingo 15 Indaba de Agrupamento – Monográfico Náutico – Aniversário
Do Agrupamento 407 (Monitor)
• Sábado 21 Reunião Normal
• Sábado 28 e Domingo 29 Lobibarra

• Junho
• Sábado 4 Reunião Normal
• Sábado 11 Reunião Normal
• Sábado 18 Reunião Normal
• Sábado 25 Reunião e Arraial Paroquial

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• Julho
• Sábado 2 Reunião Normal
• 4ª Feira 6 a Domingo 10 Acampamento de Verão e encerramento do Ano Escutista

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Demonstração de resultados
Orçamento Previsto Executado Desvio
Descrição
Receitas Despesas Receitas Despesas Receitas Despesas
Quotizações 5315,00 2922,00 5005,00 3019,00 -5,83% 3,32%
Actividades 11675,00 12105,00 10055,03 9005,57 -13,88% -25,60%
Agrupamento 2975,00 3405,00 3883,78 3247,47
Advento 0,00 25,00 0,00 70,28 181,12%
Acagrup 2425,00 2830,00 3265,00 2236,07 34,64% -20,99%
Aniversário / Rally 150,00 200,00 70,00 79,84 -53,33% -60,08%
(Há)cacotas 400,00 150,00 0,00 0,00 -100,00% -100,00%
Outras (S. Jorge) 200,00 548,78 861,28 330,64%
Alcateia 1500,00 1500,00 2050,75 2018,16 36,72% 34,54%
Grupo Explorador 2500,00 2500,00 896,00 923,29 -64,16% -63,07%
Grupo Pioneiro 2500,00 2500,00 1020,00 1157,35 -59,20% -53,71%
Clã 2200,00 2200,00 225,00 255,99 -89,77% -88,36%
S. Julião da Barra 0,00 0,00 1979,50 1403,31 100,00% 100,00%
Actividades Financeiras 2600,00 900,00 2850,35 1353,19 9,63% 50,35%
Calendários 900,00 300,00 592,28 300,00 -34,19% 0,00%
Rosas 900,00 400,00 925,75 257,50 2,86% -35,63%
Café concerto 800,00 200,00 1332,32 771,05 66,54% 285,53%
Banco 0,00 24,64 100,00%
Donativos e Subsídios 1700,00 1500,00 -11,76%
Oficiais 1000,00 1500,00 50,00%
Particulares 1000,00 0,00 -100,00%
Formação - Cip, Cap, Cal, Gaf 905,00 596,00 -34,14%
Cip's 560,00 560,00 0,00%
CI's 45,00 24,00 -46,67%
Cap's 200,00 0,00 -100,00%
Outras 100,00 12,00 -88,00%
Outros 200,00 389,35 94,68%
Funcionamento 100,00 33,42 -66,58%
Vendas / Compras 150,00 100,00 20,00 77,23 -86,67% -22,77%
Investimento 3550,00 2135,01 -39,86%
Imóveis Bens Alheios - Sede 1700,00 725,96 -57,30%
Bens Próprios - Material 1850,00 1409,05 -23,84%

Totais 21440,00 20782,00 19430,38 16608,77 -9,37% -20,08%


Saldo anterior 2505,35 2505,35
Saldo final 3163,35 5326,96 68,40%

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Fundo Para as Actividades
Descrição Receitas Despesas Saldo
Venda de Rosas 925,75 € 257,50 € 668,25

Saldo do Ano € 668,25


Saldo Ano Anterior: € 0,00
Saldo final: € 668,25

Conclusão

No aspecto financeiro, o ano decorreu um pouco acima do esperado,


consequência sobretudo do saldo positivo nas actividades de agrupamento e em não se
ter feito alguns investimentos em material que estavam previstos. Em termos de
formação, não houve participação no CAP. Para o fundo de actividades, apenas
contámos com a venda de Rosas, pois o café-concerto acabou por ficar a cargo do Clã,
usufruindo os caminheiros do respectivo lucro.
As actividades das secções tiveram um saldo próximo do zero, independentemente
do desvio ao que estava orçamentado.

Oeiras 26 de Outubro de 2009

Chefe de Agrupamento

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