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Ministério da Educação

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ


Câmpus Ponta Grossa

PLANO DE ENSINO
CURSO Engenharia Química MATRIZ 104

Lei nº 9.394 de 20/12/1996. Portaria Ministerial nº 381, publicada no D.O.U. de


09/02/2011. Resolução nº 094/09-COEPP de 11/09/2009. Resolução 084/11 -
FUNDAMENTAÇÃO LEGAL
COGEP de 09/12/2011. Resolução 053/13 - COGEP de 04/09/2013. Resolução
088/13 - COGEP de 16/12/2013.

DISCIPLINA/UNIDADE CURRICULAR CÓDIGO PERÍODO CARGA HORÁRIA (Aulas) Total Total


AT AP APS AD APCC Aulas Horas
Desenho Técnico QM31F 1º
17 34 03 -- -- 54 45
AT: Atividades Teóricas, AP: Atividades Práticas, APS: Atividades Práticas Supervisionadas, AD: Atividades a Distância,
APCC: Atividades Práticas como Componente Curricular.

PRÉ-REQUISITO Sem pré-requisito


EQUIVALÊNCIA EM31G; EP32H; EQ31F - Desenho Técnico

OBJETIVOS
Utilizar corretamente os instrumentos de desenho, executar e interpretar vistas ortográficas principais e
auxiliares, executar e interpretar perspectivas, executar e interpretar cortes e aplicar as escalas e as técnicas de
cotagem, tudo conforme as normas gerais do desenho técnico.

EMENTA
Material de desenho. Normas técnicas. Linhas técnicas. Caligrafia técnica. Perspectivas. Projeção cilíndrica
ortogonal. Cortes. Técnicas de cotagem. Aplicação de escalas. Desenho assistido por computador.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
ITEM EMENTA CONTEÚDO
Apresentação do material e das técnicas utilizadas no
1 Material de desenho
desenho à mão livre ou por instrumentos.
Apresentação das normas da ABNT que regem o desenho
2 Normas técnicas
técnico.
Conhecer e saber utilizar os diversos tipos de linhas
3 Linhas técnicas
existentes para cada tipo de representação.
Conhecer e saber usar a escrita técnica, no que diz respeito
à proporção de suas dimensões e a sua representação
4 Caligrafia técnica
gráfica. Compreender a sua importância como complemento
de informação à linguagem do desenho.
Aprender a trabalhar e interpretar desenhos representados
5 Aplicação de escalas
em escala seja ela de redução, natural ou de ampliação.
Aprender a executar e interpretar vistas ortográficas
6 Projeção cilíndrica ortogonal
principais e auxiliares.
Aprender a executar e interpretar perspectivas isométricas e
7 Perspectivas
cavaleiras.
Aprender a executar e interpretar cortes, tanto em
perspectiva quanto através das vistas ortográficas.
8 Cortes Compreender sua importância e aplicabilidade como
ferramenta facilitadora na interpretação de desenhos
técnicos.
9 Técnicas de cotagem Apresentação das técnicas de cotagem.
10 Desenho assistido por computador Introdução ao desenho assistido por computador (CAD).

PROCEDIMENTOS DE ENSINO
AULAS TEÓRICAS
Aulas expositivas e dialogadas nas quais poderão ser utilizados como recursos didáticos: multimídia,
computador, ambiente virtual de aprendizagem (moodle), entre outros que se fizerem necessários.
AULAS PRÁTICAS
As aulas práticas poderão incluir o uso de atividades em laboratórios, computadores, softwares e demais
ferramentas eventualmente necessárias para a disciplina.
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS
Atividades acadêmicas desenvolvidas sob orientação, supervisão e avaliação de docentes e realizadas pelos
discentes em horários diferentes daqueles destinados às atividades presenciais (aulas teóricas e aulas
práticas). Estas atividades poderão incluir, entre outras: estudo dirigido, trabalhos individuais, trabalhos em
grupo, desenvolvimento de projetos, atividades em laboratório, atividades de campo, oficinas, pesquisas,
estudos de casos, seminários e desenvolvimento de trabalhos acadêmicos.

PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
A aprovação na disciplina dar-se-á por nota final, proveniente de avaliações realizadas ao longo do semestre
letivo e por freqüência. Considerar-se-á aprovado na disciplina o aluno que tiver freqüência igual ou superior a
75% (setenta e cinco por cento) e nota final igual ou superior a 6,0(seis), consideradas todas as avaliações
previstas no Plano de Aulas. Ao longo ou ao final do semestre será oportunizada recuperação, de forma que
possibilite ao aluno melhorar o desempenho registrado abaixo da média.

REFERÊNCIAS
Referências básicas:
1. PROVENZA, Francesco. Desenhista de máquinas. 46. ed. São Paulo: F. Provenza, 1991. 1 v. (paginação
irregular)
2. CONCI, Aura; AZEVEDO, Eduardo; LETA, Fabiana R. Computação gráfica. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier,
2008.
3. FOLEY, James D. et al. Computer graphics: principles and practice. 2nd ed. Reading: Addison-Wesley,
1990. 1175 p
Referências complementares:
1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS; FERLINI, Paulo de Barros (Org.) Normas para
desenho técnico. Porto Alegre: Globo, 1977. 332 p.
2. SPECK, Henderson José; PEIXOTO, Virgílio Vieira (Autor). Manual básico de desenho técnico 4. ed.
Florianópolis: Ed. da UFSC, 2007. 211 p.
3. ALVES, William Pereira. CorelDraw 9 avançado. São Paulo: Érica, 2000. 388 p
4. FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO. Telecurso 2000 profissionalizante: mecânica: leitura e interpretação
de desenho técnico mecânico. São Paulo: Editora Globo S.A., 2000 3 v. (Telecurso 2000. Profissionalizante).

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Assinatura e Carimbo do Coordenador do Curso