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Doce (alimento)

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Culinária

Preparação de alimentos[Expandir]

Tipos e ingredientes[Expandir]

Culinárias[Expandir]

Veja também[Expandir]

Os doces, confundidos por vezes com geleias (no Brasil),


ou compotas, marmeladas e james (em Moçambique), são conservas de frutas ou
outros vegetais, como o tomate e a cenoura, em puré ou seus sumos (sucos, no
Brasil) cozinhados em açúcar e usadas para comer sobre fatias de pão ou bolachas, para
misturar com iogurte ou sorvete, ou ainda para rechear bolos ou outros doces.
Em Portugal, a geleia é um tipo especial da mesma família de alimentos em que os frutos
são cozidos com bastante líquido (água, sumo de frutos ou vinho), para além do açúcar,
que depois é coado e se torna numa pasta quase transparente quando arrefece (um gel).
As compotas são outro tipo de doce, feitas com frutos inteiros ou em pedaços. Um tipo
especial de doce (ou geleia) que fica sólido depois de esfriar é a marmelada e a goiabada.
Os gregos da Antiguidade já coziam marmelos em mel, segundo se relata no livro de
cozinha do romano Apício.

Índice

 1Características
 2Legislação
 3Ver também
 4Ligações externas

Características[editar | editar código-fonte]


Doce em frasco.

Embora a proporção de fruta e açúcar varie em função do tipo de doce, do ponto de


maturação da fruta e de outros fatores, o mais habitual é que seja usada a proporção 1:1
em peso. Quando a mistura alcança os 104 °C, o ácido e a pectina da fruta reagem com o
açúcar, fazendo que ao arrefecer a mistura fique sólida. Para que se forme o doce é
importante que a fruta contenha pectina. Algumas frutas que têm pectina são as maçãs,
os citrinos e muitos dos frutos silvestres, excetuando os morangos e as amoras, por
exemplo. Para fazer doces destas frutas a indústria junta-lhes pectina pura, mas o método
caseiro consiste em juntar outra fruta com abundante pectina em pelo menos dois por
cento (maçãs ou sumo de limão, por exemplo).

Legislação[editar | editar código-fonte]


Na União Europeia, uma Diretiva do Conselho Europeu (79/693/EEC, 24 de julho de 1979)
sobre doces regula o conteúdo mínimo de frutas, incluindo no conceito «fruta» o tomate,
o ruibarbo, a cenoura, a abóbora, a cebola, o pepino e outros vegetais com que se pode
fazer doces. Continua em vigor a directiva do Conselho 2001/113/EC, 20 de
dezembro de 2001.