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INDICE

Título Página

Seção 1 ‑ Informação geral e Segurança


Ao usuário..................................................................................................................................1-1
Identificação do produto ............................................................................................................1-2
Considerações ecológicas importantes .....................................................................................1-4
Trabalhar em segurança . ..........................................................................................................1-6
Decalcomanias de segurança..................................................................................................1-12
Símbolos universais.................................................................................................................1-20

Seção 2 ‑ Comandos, Instrumentos e Funcionamento


Cabine .......................................................................................................................................2-2
Assentos ..................................................................................................................................2-18
Freio de estacionamento, acelerador e pedais de comando....................................................2-20
Console de instrumentos .........................................................................................................2-22
Painel de instrumentos eletrônico............................................................................................2-25
Instrumentos analógicos e analógico/digitais ..........................................................................2-46
Transmissão “Synchro Command” (15 x 12) . .........................................................................2-52
Transmissão “Range Command” (18 x 6) ...............................................................................2-56
Bloqueio dos diferenciais..........................................................................................................2-68
Tração dianteira........................................................................................................................2-71

Seção 3 ‑ Operação de Campo


Partida do motor.........................................................................................................................3-2
Tomada de força traseira ...........................................................................................................3-8
Levantador hidráulico com sensibilidade mecânica nos braços inferiores . ............................3-18
Válvulas de controle remoto ‑ centro aberto . ..........................................................................3-24
Levantador hidráulico com gerenciamento eletrônico (EDC) ..................................................3-30
Válvulas de controle remoto ‑ centro fechado (CCLS) ............................................................3-43
Engate de três pontos ............................................................................................................3-49
Ajuste da bitola dianteira..........................................................................................................3-56
Ajuste da bitola traseira ...........................................................................................................3-62
Lastro e pneus .........................................................................................................................3-73

Seção 4 ‑ Lubrificação e Manutenção


Informação geral.........................................................................................................................4-1
Abastecendo...............................................................................................................................4-2
Remoção de proteções..............................................................................................................4-5
Tabela de lubrificação e manutenção ........................................................................................4-6
Quando as luzes de aviso acendem..........................................................................................4-7
Revisão das 10 horas/diária ....................................................................................................4-12
Revisão das 50 horas ..............................................................................................................4-14
Revisão das 300 horas ............................................................................................................4-22
Revisão das 600 horas.............................................................................................................4-31
Revisão das 1200 horas/12 meses .........................................................................................4-34
Revisão das 1200 horas/24 meses .........................................................................................4-38
Revisão geral ‑ quando necessário .........................................................................................4-46
Armazenagem do trator............................................................................................................4-64
Seção 5 ‑ Diagnóstico de avarias
Introdução ................................................................................................................................5-1
Motor.........................................................................................................................................5-2
Transmissão “Range Command”..............................................................................................5-5
Transmissão “Synchro Command” ...........................................................................................5-6
Hidráulicos.................................................................................................................................5-7
Engate de Três Pontos.............................................................................................................5-8
Freios........................................................................................................................................5-9
Cabine . ....................................................................................................................................5-9
Elétrico ...................................................................................................................................5-10

Seção 6 ‑ Acessórios
Equipamento para tração e reboque .......................................................................................6‑2
Barras tração e engate de acessórios .....................................................................................6-2

Seção 7 ‑ Especificações
Dimensões do trator . ...............................................................................................................7-2
Peso . .......................................................................................................................................7-3
Motor . ......................................................................................................................................7-4
Sistema de combustível . .........................................................................................................7-4
Sistema de arrefecimento ........................................................................................................7-5
Transmissões disponíveis . ......................................................................................................7-5
Sistemas hidráulicos disponíveis .............................................................................................7-6
Levantador de 3 pontos do trator..............................................................................................7-6
Equipamento elétrico ...............................................................................................................7-7
Freios........................................................................................................................................7-7
Direção . ...................................................................................................................................7-7
Ângulo máximo de operação....................................................................................................7-7
Tomada de força traseira .........................................................................................................7-7
Capacidades dos óleos e lubrificantes ....................................................................................7-8
Especificações dos óleos e lubrificantes ...............................................................................7-10

Seção 8 ‑ Formulário para revisão das primeiras 50 horas ......................................................8-1

Seção 9 - Índice ............................................................................................................................9-1


SEÇÃO 1

SEÇÃO 1
INFORMAÇÕES GERAIS E SEGURANÇA
AO USUÁRIO SEGURANÇA
As páginas 1-6 a 1-11, inclusive, indicam as orienta­
ções que devem ser observadas com o objetivo de
INTRODUÇÃO garantir a sua segurança bem como a de terceiros.
Este Manual foi preparado para ajudar nos processos Leia as orientações de segurança e observe os
corretos de condução e funcionamento, bem como conselhos que as mesmas constituem antes de
na manutenção do seu novo trator. O seu trator des­ trabalhar com o trator.
tina-se a desempenhar funções normais e habituais
para aplicações agrícolas. REVISÃO DAS PRIMEIRAS 50 HORAS
Após as primeiras 50 horas de utilização, é MUITO
Leia este Manual, cuidadosamente, e conserve-o IMPORTANTE que você efetue as operações de
num local apropriado para uma consulta futura. Se, acordo com os itens descritos nas páginas 4-1 e
em qualquer momento, necessitar de uma orientação 4-2 deste Manual.
sobre o seu trator, não hesite em entrar em contato O seu concessionário utiliza equipamentos reco­
com o seu Concessionário Case IH. Este dispõe de mendados pela fábrica e conta com a experiência de
pessoal devidamente treinado pela fábrica, peças mecânicos/técnicos treinados, estando em condições
genuínas, bem como o equipamento necessário para de lhe prestar a melhor assistência técnica.
atender todas as suas necessidades de Serviço.
REVISÃO DAS PRIMEIRAS 300 HORAS
O seu trator foi concebido e construido para para Após as primeiras 300 horas de utilização, levar
lhe assegurar o máximo de performance, economia seu trator juntamente com o Livrete de Garantia, ao
e facilidade de utilização sob uma vasta gama de seu Concessionário Case IH, para que você efetue
condições de utilização. Antes da entrega, o trator a revisão de 300 horas, onde será oferecida a mão-
foi cuidadosamente inspecionado, tanto na fábrica de-obra gratuita na revisão, lubrificação e ajustes.
como no seu Concessionário Case IH, de forma
a assegurar que êle lhe seja entregue em ótimas
condições. De forma a manter estas condições e PEÇAS DE REPOSIÇÃO
assegurar um funcionamento isento de problemas, Deve esclarecer-se que as peças genuínas foram ex­
é da maior importância que as inspeções de rotina, aminadas e aprovadas pela Case IH. A montagem e/
tal como especificadas na Seção 4 deste Manual, ou utilização de peças não-genuínas, pode dar origem
sejam realizadas nos intervalos especificados. a efeitos negativos sobre as características do seu tra­
tor e, implicitamente, afetar a sua segurança. A Case
IH não é responsável por quaisquer danos causados
LIMPEZA DO SEU TRATOR pela utilização de peças a acessórios “não-genuínos”.
O seu trator é uma máquina, verdadeira obra prima, dis­ Apenas as peças de reposição da Case IH devem
pondo de controles eletrônicos altamente sofisticados. ser utilizadas. A aplicação de peças “não-genuínas”
Esta situação deve ser levada em conta quando lavar poderá invalidar as aprovações legais relacionadas
o seu trator, especialmente se utilizar equipamento de com o trator.
água a alta pressão. Embora tenham sido tomadas
todas as precauções para proteger os componentes É proibido efetuar quaisquer modificações no tra­
eletrônicos e as suas conexões, a pressão utilizada por tor a não ser que especificamente autorizadas, por
algumas máquinas de lavagem é tal que a proteção escrito, pela Case IH.
completa contra a entrada de água não pode ser as­
segurada.
GARANTIA
Quando utilizar um sistema de lavagem de alta O seu trator está garantido, segundo os direitos
pressão, não fique muito próximo do mesmo e legais vigentes em nosso país e com o acôrdo con­
evite di­ri­gir o jato de água, diretamente, sobre os tratual com o Concessionário Case IH vendedor. No
com­po­nen­tes eletrônicos, suas conexões, respiros, entanto, não se poderá aplicar qualquer garantia
ve­dan­tes, tampões de enchimento, etc.Nunca lance se o trator não foi utilizado, regulado e mantido de
um jato de água fria sobre um motor ou um sistema acôrdo com as instruções constantes do Manual do
de escape que estejam quentes. Operador.

1-1
INFORMAÇÕES GERAIS E SEGURANÇA

IDENTIFICAÇÃO DO TRATOR

O trator e os principais componentes são identi­


ficados utilizando números de série e/ou códigos
de produção. Os dados de identificação devem ser
fornecidos ao Concessionário Case IH, quando pre­
tender adquirir peças ou Serviços e serão também
necessários para ajudar a identificar o seu trator, no
caso de este ser roubado.
1
O texto que se segue indica as localização dos el­
ementos de identificação.

Plaqueta de identificação do veículo – Figura 1


A plaqueta de identificação do veículo está localizada 25238BR
no lado direito da plataforma do operador, conforme
1
mostra a fig. 1. Anote as infor­ma­ções na reprodução
da plaqueta de identificação que se encontra abaixo.

Identificação do trator – ­ Figura 2


As informações sobre o número de série e as infor­
mações sobre o modelo, estão gravadas no topo do
suporte dianteiro (1). Estes números estão também
repetidos na plaqueta de identificação do trator acima 1
reproduzida.

1-2
SEÇÃO 1

Identificação do motor – ­ Figura 3


O número de série está gravado na extremidade
dianteira esquerda inferior do motor, (1). Esta infor­
mação está repetida na plaqueta de identificação
do trator.

Identificação da transmissão - Figura 4


O número de série esta gravado no lado direito do
alojamento da embreagem (1) à qual o suporte (2)
que apoia a cabine/plataforma e depósito auxiliar de
combustível, esta fixado. Normalmente não há ne­
cessidade de retirar o suporte, porque a informação
esta repetida na plaqueta de identificação do trator
(Figura 1). Para uma referência mais rápida, anote
esta informação abaixo.

Nº. de Série_______________________________

1-3
INFORMAÇÕES GERAIS E SEGURANÇA

CONSIDERAÇÕES ECOLÓGICAS IMPORTANTES

O solo, o ar e a água, constituem fatores vitais da 4. Evite derramamentos quando estiver drenando
agricultura e a vida em geral. Onde a legislação ainda óleo usado do motor, sistemas de arrefecimento,
não condiciona o tratamento de certas substâncias lubrificantes da caixa de velocidades, óleo hidráu­
requeridas pela avançada tecnologia, deve o bom lico, óleo para freio, etc. Não misture óleo de freios
senso orientar a forma de destruir os produtos de com combustíveis ou lubrificantes. Armazene estes
natureza química e petroquímica. produtos com a devida segurança até poder proceder
à sua destruição de forma correta e de acôrdo com
O texto que se segue, são recomendações que as disposições legais e com os recursos disponíveis.
poderão ser muito úteis:

• Familiarize-se e certifique-se de que com­ 5. As modernas misturas usadas nos sistemas


preende a legislação sobre estes casos, aplicável de arrefecimento, isto é, anticongelantes e outros
no Brasil. aditivos, devem ser substituidas a cada dois anos.
Não devem ser lançados no solo, devendo sim, ser
• Quando não existe legislação, obtenha informa­ recolhidos e destruidos nas maiores condições de
ções dos seus fornecedores de óleos, filtros, bat­ segurança.
erias, combustíveis, anticongelantes, produtos de
limpeza, etc., em relação aos seus efeitos sobre
o Homem e a natureza, bem como a forma de 6. Não abra o sistema de ar condicionado. Este
armazená-los, utilizar e destruir tais substâncias. Os sistema contém gases que não devem ser lançados
técnicos agrícolas são, em muitos casos, capazes na atmosfera. O seu Concessionário Case IH ou o
de ajudá-lo neste assunto. especialista de ar condicionado, dispõe de uma uni­
dade especial de extração para este fim, procedendo
depois à recarga do sistema.

SUGESTÕES ÚTEIS
1. Evite encher os depósitos de combustível com 7. Reparar, imediatamente, qualquer fuga ou de­­
latas ou sistemas de entrega de combustível inad­ fei­to no sistema de arrefecimento do motor ou no
equados sob pressão, que poderão dar origem a siste­ma hidráulico.
consideráveis derramamentos.

8. Nunca aumente a pressão num circuito pres­


2. De uma forma geral, evite o contato com a pele, su­rizado pois poderá dar origem à explosão de
de todos os tipos de combustíveis, óleos, ácidos e qualquer componente.
solventes, etc. A maior parte destes produtos contém
substâncias que podem ser perigosas para a sua
saúde. 9. Proteja os tubos durante as operações de solda
pois as fagulhas que saltam podem abrir furos ou
enfraquecer, dando origem à perda de óleos, líquidos
3. Os óleos modernos contêm aditivos. Não de arrefecimento, etc.
queime combustíveis contaminados e/ou óleos
usados, em sistemas normais de aquecimento.

1-4
SEÇÃO 1

Reciclagem Obrigatória
Devolva a bateria usada ao revendedor no ato da troca.
Conforme resolução Conama 257/99 de 30/06/99.

TODO CONSUMIDOR/USUÁRIO FINAL É OBRIGADO A DEVOLVER SUA BATERIA


USADA A UM PONTO DE VENDA. NÃO DESCARTE NO LIXO.

OS PONTOS DE VENDA SÃO OBRIGADOS A ACEITAR A DEVOLUÇÃO DE SUA


BATERIA USADA, BEM COMO ARMAZENÁ-LA EM LOCAL ADEQUADO E DEVOLVÊ-
LA AO FABRICANTE PARA RECICLAGEM.

Riscos do contato com a solução


ácida e com o chumbo:
A solução ácida e o chumbo contidos na
bateria se descartados na natureza de forma
incorreta poderão contaminar o solo, o sub­
‑solo e as águas, bem como causar riscos à
saúde do ser humano.
No caso de contato acidental com os olhos ou
com a pele, lavar imediatamente com água
corrente e procurar orientação médica.
Composição Básica: chumbo, ácido
sulfúrico diluído e plástico.

1-5
INFORMAÇÕES GERAIS E SEGURANÇA

TRABALHAR EM SEGURANÇA
Um operador cuidadoso é o melhor operador. A maior O TRATOR
parte dos acidentes pode ser evitada observando 1. Leia o Manual do Operador cuidadosamente
certas orientações. Para evitar acidentes, leia e antes de começar a utilizar o trator. A falta de conhe­
observe as orientações que se seguem antes de cimento sobre o seu funcionamento, poderá dar
conduzir, trabalhar ou prestar assistência ao trator. O origem a acidentes.
equipamento deve ser utilizado apenas por aqueles
que são responsáveis e estão habilitados a fazê-lo. 2. Apenas aqueles devidamente treinados e qua­
lificados devem ser autorizados a trabalhar com o
trator.
PALAVRAS DE PRECAUÇÃO
Ao longo deste Manual, há textos em itálico, prece­ 3. Para evitar quedas, utilize os corrimãos e os
didos pelas palavras NOTA, ATENÇÃO, OBSERVA- degraus quando entrar ou sair do trator. Mantenha
ÇÃO IMPORTANTE, AVISO ou PERIGO. Tal texto sempre os degraus e a plataforma livres de lama e
tem os seguintes significados: sujeira.

Segurança do equipamento 4. Substitua todas as decalcomanias de segurança


que se apresentem em falta, ilegíveis ou danificadas.
NOTA : Este texto salienta uma técnica ou
processo correto de operação. 5. Mantenha as decalcomanias de segurança isen­
tas de sujeira.
ATENÇÃO : Este texto adverte o operador de
potenciais danos no equipamento se certos
pro­ce­dimentos não forem observados.

IMPORTANTE : Este texto informa o operador


de qualquer coisa que êle precisa saber, com
o objetivo de evitar pequenos danos, no caso de não
ser observado um certo procedimento.

Segurança Pessoal

CUIDADO : A palavra CUIDADO utiliza-se


quan­do um comportamento seguro, segundo
as instruções de funcionamento e manutenção bem
como as práticas comuns de segurança, protegerão
o operador e terceiros do envolvimento em acidentes.
6. Não permita ninguém mais, além do operador
no trator, a não ser que este disponha de um banco
AVISO : A palavra AVISO denota a presença para passageiros. Não existe qualquer lugar seguro
potencial de hipótese de acidentes que poderá para passageiros, fora deste lugar.
causar ferimentos graves. Utiliza-se para avisar os
operadores e terceiros, para terem o maior cuidado 7. Mantenha as crianças afastadas, seja em que
e atenção para evitar qualquer acidente de surpresa cir­cunstâncias for, do trator e de qualquer outro equi­
com o equipamento. pamento agrícola.

8. Não modifique ou altere ou permita que alguém


PERIGO : A palavra PERIGO denota uma o faça o trator ou algum de seus componentes ou
prática proibida relacionada com um acidente qual­quer das suas funções, sem previamente con­
grave. sultar o seu Concessionário Case IH.

A não observação das instruções CUIDADO, AVISO 9. Instalar todos as proteções antes de pôr o motor
e PERIGO, poderá ter como consequência graves em movimento ou utilizar o trator.
aci­den­tes pessoais ou mesmo a morte.

1-6
SEÇÃO 1

CONDUZINDO O TRATOR
1. Ocupe sempre o lugar do condutor quando
funcionar o trator ou conduzir o mesmo.

2. Quando conduzir em vias públicas, tenha


consi­deração pelos outros usuários das mesmas.
Chegue-se para a direita, sempre que haja outro
veículo para passar. Nunca exceda a velocidade
máxima estabelecida para os tratores.

3. Utilize um sinalizador rotativo quando conduzir


em via pública, de forma a indicar que o seu veículo
está condicionado a marcha lenta, podendo constituir
uma eventual causa de acidentes. 8. Mantenha o trator na mesma marcha quando
for descer uma encosta, que seria necessária para
4. Quando cruzar com outro veículo, ponha os subir. Nunca desça encostas em ponto-morto.
faróis em luz baixa durante a noite. Verifique se os
seus faróis estão focados, de forma a evitar causar 9. Qualquer reboque cujo peso total exceda o do
problemas aos condutores que se deslocam em trator que o reboca, deve estar equipado com freios
sentido contrário. para uma condução segura.

5. Reduza a velocidade antes de manobrar ou 10. Nunca aplique o sistema de bloqueio do diferen­
aplicar os freios. Verifique se os pedais dos freios cial quando fizer curvas. Quando ligado, este sistema
estão ligados, sempre que se desloque na estrada evita que o trator possa fazer curvas.
às velocidades permitidas. Frear ambas as rodas,
simultaneamente, quando tiver que fazer uma parada 11. Verifique sempre as alturas livres, especialmente
de emergência. quando transportar o trator. Veja bem por onde vai,
especialmente no fundo de vales, nas estradas e
quando tiver que passar por obstáculos baixos.

12. Para evitar que o trator capote, conduza com


cuidado e a velocidades compatíveis com a segu­
ran­ça, especialmente quando trabalhar em terreno
acidentado, quando atravessar valas ou encostas e
quando tiver que fazer curvas apertadas.

6. Nos tratores com tração às quatro rodas, a tra­


ção para o eixo dianteiro é ligada automaticamente,
de forma a assegurar uma frenagem às quatro ro­
das, quando se aplicam ambos os freios de pé. Os
usuários devem estar informados sobre a eficiência
da frenagem às quatro rodas a qual aumenta consi­
dera­velmente o efeito da frenagem. Durante uma
frenagem de emergência, devem tomar-se todas as 13. Tenha os maiores cuidados quando tiver que
precauções possíveis. tra­ba­lhar em encostas muito inclinadas.

7. Utilize os maiores cuidados e evite a aplicação 14. Se o trator ficar atolado ou os pneus “colados”
a fundo dos freios do trator, especialmente quando ao solo gelado, faça inversão de marcha para evitar
rebocar cargas pesadas à velocidade de estrada. que a unidade capote.

1-7
INFORMAÇÕES GERAIS E SEGURANÇA

ARRANCAR COM O TRATOR baixe até o solo, os implementos que possam estar
1. Aplicar o freio de estacionamento, colocar a ala­ acoplados, desligue a Tomada de Força e pare o
vanca de comando da Tomada de Força em neutro motor.
(“OFF”), a alavanca de comando do levantador na
posição de descida, as alavancas das válvulas de
controle remoto em neutro e as alavancas da trans­
missão também em neutro, antes de pôr o motor em
movimento.

2. Não ponha o motor em movimento ou acione


os comandos (além dos interruptores externos de
comando do levantador hidráulico) enquanto estiver
ao lado do trator. Ocupe sempre o lugar do operador
quando fizer algumas destas operações.

3. Não faça ligação direta nos interruptores de


arran­que em neutro da transmissão e da Tomada
8. Nunca estacione o trator numa ladeira.
de Força. Consulte o seu Concessionário Case IH
se estes interruptores apresentarem qualquer defi­
ciência. Use os cabos de ligação apenas de forma
9. A cabine foi desenhada para assegurar um
indicada. Uma utilização incorreta poderá dar origem
mínimo de ruído aos ouvidos do operador que cor­
a que o trator funcione inesperadamente.
responda ou exceda os padrões aplicáveis neste
aspecto. No entanto, o ruído (pressão do nível de
som) no local de trabalho poderá exceder 85 dB (A),
quando se trabalha em zonas urbanas ou em áreas
restritas com as janelas abertas. Assim, recomenda-
se que os operadores utilizem protetores apropriados
para os ouvidos, quando trabalharem em condições
de elevados níveis de ruído.

4. Evite o contato acidental com as alavancas


das mudanças de velocidades sempre que o motor
estiver trabalhando. Tal contato poderá resultar em
um des­lo­camento inesperado do trator. 10. Nunca deixe o motor do trator funcionando numa
área fechada sem uma ventilação adequada. Os
gases do escape são tóxicos e podem causar a morte.
5. Nunca saia do trator com este em movimento.

11. Somente faça reboques pelo gancho de re­


6. Se a direção hidrostática ou o motor deixarem boque, pela barra de tração oscilante ou pelas barras
de funcionar, pare o motor imediatamente antes que do levante hidráulico com este na posição inferior.
este fique mais dificil de controlar. Ver a página 7 na Seção 3. Use apenas uma trava
da barra de tração que esteja firmemente aplicada no
seu lugar. Fazendo um reboque pelo eixo traseiro ou
7. Antes de abandonar o trator, estacione-o em por qualquer ponto acima deste, poderá dar origem
terreno horizontal, aplique o freio de estacionamento, a que o trator capote.

1-8
SEÇÃO 1

12. Selecione sempre a Profundidade Constante TRABALHAR COM A TOMADA DE FORÇA


quando acoplar implementos e quando transportar 1. Quando trabalhar com equipamento acionado
implementos. Verifique se os acoples hidráulicas es­ pela Tomada de Força, pare o motor, desligue a TDF
tão devidamente montadas e que se podem desligar e aguarde que esta pare, antes de abandonar o trator
em segurança, no caso de uma separação acidental e desacople o implemento.
dos implementos.

13. Se a parte dianteira do trator mostrar tendência


para se levantar quando estão acoplados implemen­
tos muito pesados ao engate de 3 pontos, coloque
contrapesos na dianteira ou nos pneus dianteiros. 2. Não use roupa folgada quando trabalhar com a
Nunca trabalhe com o trator com a frente muito leve. tomada de força ou, especialmente, quando próximo
de equipamento rotativo.

14. Verifique se qualquer equipamento ou acessóri­


os ligados ao trator estão corretamente fixados, se 3. Quando trabalhar com equipamento esta­
são aprovados para serem utilizados no trator, não cionário acionado pela TDF, aplique sempre o freio
sobrecarregam este e se são utilizados e mantidos de estacionamento e calce as rodas traseiras, à
de acôrdo com as instruções dos respectivos fabri­ frente e atrás.
cantes.

15. Lembre-se que o seu trator se for incorretamente


utilizado para as suas capacidades, pode tornar-se
perigoso, tanto para o operador como para terceiros.
Nunca sobrecarregue ou trabalhe com equipamento
rebocado que não seja seguro, que não foi concebido
para um dado trabalho ou que seja sujeito a uma
manutenção inadequada.

16. Nunca deixe implementos na posição levantada,


sempre que o trator estiver parado ou sem o seu
operador. 4. Para evitar ferimentos, não limpe, ajuste, desob­
strua ou repare equipamento acionado pela Tomada
de Força, quando o motor estiver funcionando. Veri­
17. Nunca conduza equipamento próximo de fogo. fique se a TDF está desligada.

18. Utilizar sempre máscara de proteção quando 5. Verifique se a proteção da TDF se encontra
trabalhar na pulverização de produtos químicos permanentemente na posição, e coloque a tampa do
tóxicos. Respeite as instruções da embalagem do eixo da TDF, quando esta não está sendo utilizada.
produto que está sendo utilizado.

1-9
INFORMAÇÕES GERAIS E SEGURANÇA

MANUTENÇÃO DO TRATOR outro elemento do sistema de injeção ou do sistema


hidráulico. A não observação destas instruções pode
dar origem a graves problemas de saúde.

• Não utilize as mãos para verificar se há fugas.


Utilize um pedaço de papelão para tal fim.

• Pare o motor e alivie a pressão, antes de ligar


ou desligar quaisquer tubos.

1. O sistema de arrefecimento funciona sob


pressão que é controlada pela tampa do tanque de
expansão. É muito perigoso retirar a tampa quando o
sistema estiver quente. Gire sempre a tampa, lenta­
mente, até ao primeiro batente e deixe que a pressão
escape antes de retirar a tampa completamente.
Nunca retirar a tampa situado no topo do radiador, a
não ser que a tampa do tanque de expansão tenha
sido previamente retirada. • Aperte todas as conexões antes de pôr o motor
para trabalhar ou pressurizar os tubos.
2. Não fume quando estiver abastecendo o trator.
Nunca aproxime chamas livres durante o abas­te­ • Se estes produtos forem injetados na pele, con­
cimento. sulte imediatamente o médico pois pode verificar-se
gangrena.
3. Mantenha o trator e o equipamento, especial­
mente os freios e a direção, em condições confiáveis
e satisfatórias de forma a garantir a sua segurança 8. Não altere nem modifique, nem permita que
e corresponder às exigências legais. al­guém o faça, o trator ou algum dos seus compo­
nentes ou qualquer função do mesmo, sem que,
4. Para evitar fogo ou explosão, nunca aproxime préviamente, consulte o seu Concessionário Case
chamas livres, da bateria ou do sistema de partida IH.
a frio. Para evitar faíscas que podem causar ex­
plosões, utilize os cabos auxiliares de acôrdo com
as instruções. 9. O prolongado e contínuo contato com óleo
quei­mado do motor poderá causar certas formas de
5. Nunca tente reparar o sistema de ar condicio­ câncer de pele. Evite o contato prolongado com o
nado. Há a possibilidade de sofrer graves queimadu­ óleo usado do motor. Lave as mãos imediatamente
ras por congelamento ou ficar ferido pelo refrigerante com água e sabão.
que se libera. Para esta assistência são necessários
equipamentos e instrumentos especiais. Consulte o
seu Concessionário Case IH sobre este assunto. 10. Mantenha o equipamento sempre limpo e cor­
retamente assistido.
6. Pare o motor antes de prestar qualquer assis­
tência ao trator. 11. Destrua todos os óleos e fluidos drenados bem
como filtros, observando todas as recomendações
7. O óleo hidráulico e o diesel no sistema de injeção, referentes à proteção do ambiente.
trabalham sob pressões muito elevadas. Tanto o
óleo hidráulico como diesel, sob pressão, podem
penetrar na pele, causando graves ferimentos. As 12. As rodas dos tratores são muito pesadas. Tra­
pessoas que não estejam devidamente habilitadas balhe com o maior cuidado de forma a assegurar
para isso, nunca devem retirar ou ajustar a bomba que estas, quando armazenadas, não tenham pos­
injetora, os injetores, os pulverizadores ou qualquer sibilidade de cair e causar acidentes pessoais.

1-10
SEÇÃO 1

DIESEL 8. Se perder a tampa original, substitua-a por outra


1. Em nenhuma circustância se deve misturar de modelo aprovado. Uma não aprovada poderá não
gasolina, álcool ou outras combinações de combus­ ser segura.
tíveis com o diesel. Estas combinações podem criar
o aumento do risco de explosões ou incêndio. Num
recipiente fechado, como é o caso do depósito de 9. Nunca utilize diesel como agente de limpeza.
combustível, estas misturas são muito mais explo­
sivas do que a gasolina pura. Nunca utilizar estas
misturas. 10. Programe as suas compras de combustível, de
forma que o diesel do tipo de verão não sobre para
2. Nunca abra o tanque ou reabasteça o seu trator ser utilizado no inverno.
com o motor trabalhando ou que se encontre muito
quente.

CABINE OU ESTRUTURA DE PROTEÇÃO CON-


TRA CAPOTAMENTO (QUANDO MONTADAS)
O seu trator está equipado com uma cabine de
segu­rança ou com uma estrutura de proteção contra
capota­mento (EPCC), que deve ser mantida sempre
em boas condições de utilização. Tome as devidas
precauções quando passar por portões ou trabalhar
em espaços reduzidos com pouco pé direito.

1. Não modifique, fure, solde ou altere a cabine


de segurança ou a estrutura de nenhuma forma. Se
o fizer, poderá tornar-se responsável perante a Lei
Brasileira.

3. Não fume quando estiver reabastecendo o seu


trator ou quando estiver junto de combustíveis. Não 2. Nunca tente endireitar ou soldar qualquer peça
aproxime chamas de qualquer tipo. da estrutura principal ou dos suportes de fixação
que tenha sofrido qualquer acidente. Fazendo-o,
4. Mantenha sempre o controle da mangueira poderá enfraquecer a estrutura e pôr em perigo a
quando estiver enchendo o tanque. sua segurança.

5. Não encha o depósito até a sua máxima capa­ 3. Nunca fixe quaisquer peças da estrutura prin­
cidade. Encha até a parte inferior do gargalo de cipal ou ligue a sua cabine ou estrutura de proteção
enchimento, de forma a dar espaço para a expansão contra capotamento, sem ser com os parafusos e
do combustível. porcas especiais, de alta resistência, devidamente
especificados.
6. Após o abastecimento, lave imediatamente o
combustível derramado. 4. Nunca ligue correntes ou cordas a cabine ou a
estrutura principal para efetuar qualquer reboque.
7. Aplique e aperte firmemente a tampa do tanque
de combustível. 5. Nunca corra riscos desnecessários, embora a
sua cabine ou aestrutura de proteção contra capo­
tamento lhe ofereça a máxima proteção possível.

Sempre que ver este símbolo este significa : ATENÇÃO !


ESTEJA ALERTA ! A SUA SEGURANÇA ESTÁ EM JOGO !

1-11
INFORMAÇÕES GERAIS E SEGURANÇA

DECALCOMANIAS DE SEGURANÇA
Os decalques reproduzidos nas páginas que se seguem, foram aplicados no seu trator nas posições indicadas
nas gravuras a seguir. A sua intenção é salvaguardar a sua segurança bem como a dos que trabalham com
você. Por favor, leve este Manual e ande à volta do seu trator, anotando a localização dos decalques bem
como o seu significado. Reveja os decalques e as instruções descritas neste Manual. Mantenha-os sempre
bem legíveis e limpos. Se estiverem danificados ou ilegíveis, peça outros ao seu Concessionário Case IH.
NOTA: Os decalques aplicados no trator podem variar de acordo com o modelo e mercado.

TRATORES CABINADOS
34 10
28 30

13

2 18 12
3 5

23 31

11 13

14
29
19

24 16

7
21

6
33
8

17

15
22
9
23 17
1-12
SEÇÃO 1

TRATORES PLATAFORMADOS

28 30 34

13

1 3 27 12 20

31
23
13 29
5
16

4 2 26 7
11 14 19 24 25

8
21 17

32

22 15

23
9

17

1-13
INFORMAÇÕES GERAIS E SEGURANÇA

1 - Orientação para acesso à plataforma do


operador
Localização:
• Somente Tratores Plataformados: Console direito 2 - Recomendações gerais: NÃO PISAR
da plataforma do operador e voltado para a escada Localização:
de acesso. • Tratores Cabinados: Canto inferior esquerdo do
vidro frontal da cabine.
• Tratores Plataformados: Guarnição de vidro do
lado direito frontal da plataforma.

3 - Indicação de operação do acelerador de mão


Localização:
• Tratores Cabinados: Console do lado direito da
cabine, junto à alavanca do acelerador de mão.
• Tratores Plataformados: Console do lado direito
da plataforma, junto à alavanca do acelerador de
mão.
4 - Indicação de desligamento do motor - corte
do combustível
Localização: Junto a chave de partida ao motor.

5 - Vide informações do Manual do Operador


antes de rebocar
Localização: Na coluna de direção abaixo do volante
do trator.
6 - Instrução de operação das válvulas hidráulicas
remotas
Localização:
• Tratores Cabinados: Lateral do console direito da
cabine.
1-14
SEÇÃO 1

8 - Instrução de operação das válvulas hidráulicas


remotas
Localização:
• Tratores Cabinados: Console direito da cabine,
junto às alavancas de acionamento das válvulas
remotas.
• Tratores Plataformados: Console direito da
7 - Leia com atenção as instruções de segurança plataforma, junto às alavancas de acionamento
do manual do operador das válvulas remotas.
Localização:
• Tratores Cabinados: Na coluna direita da cabine.
• Tratores Plataformados: Na coluna direita da
EPCC.

9 - Instrução de operação das válvulas hidráulicas


remotas
Localização:
• Tratores Cabinados: Parte traseira inferior da
cabine, junto as válvulas remotas.
• Tratores Plataformados: Parte traseira inferior da
plataforma, junto as válvulas remotas.

10 - Instruções de operação da alavanca multi-                      


função da transmissão 

Localização: Console inferior do volante.
 


  






 




 

 





             
12 - Instrução de operação do super-redutor
(creeper) 11- Diagramas de velocidades do trator de acordo
Localização: Lado esquerdo da transmissão, junto com a rotação do motor e dimensões dos pneus
à alavanca de acionamento do creeper. (18x6 / 31x12)
Localização:
• Tratores Cabinados: Vidro lateral direito da cabine.
• Tratores Plataformados: Parte superior do defletor
frontal direito da plataforma.

1-15
INFORMAÇÕES GERAIS E SEGURANÇA

14 - Recomendações especiais para tratores com


transmissões 18x6 e 31x12
Localização:
• Tratores Cabinados: Vidro lateral direito da cabine.

13 - Para evitar ferimentos graves, mantenha as


mãos e as roupas afastadas da ventoinha, das
correias e quaisquer outros componentes em
rotação
Localização: De ambos os lados e na parte de trás
do radiador.

15 - Alerta de segurança para acoplamento de


implementos no levantador hidráulico de três
pontos
Localização: Parte traseira do pára-lama direito.

16 - Aviso! Sistema de arrefecimento sob


pressão. Espere esfriar e depois retire a tampa
cuidadosamente. Proteja a mão com um pano e
gire a tampa até ao primeiro batente, deixando
que o resto da pressão escape, antes de retirar
a tampa completamente
Localização: Lado direito do radiador.

17 - Atenção às informações sobre o motor kit


no Manual do Operador
• Tratores Cabinados: Console direito da cabine,
18 - Instruções de se- junto às alavancas de acionamento das válvulas
gurança com o equipa- remotas e parte traseira inferior da cabine, junto
mento radar às válvulas remotas.
• Somente Tratores Cabi­ • Tratores Plataformados: Console direito da
nados: Parte inferior do plataforma, junto às alavancas de acionamento
vidro frontal esquerdo das válvulas remotas e parte traseira inferior da
da cabine. plataforma, junto às válvulas remotas.

1-16
SEÇÃO 1

KPH 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26 28 30 32 34 36 38 40
1
2
A 3
4
1500 1970 2300
5
1 540 @ 1970
2
B 3
4
15 X 12

5
1
2
C 3
4
5
MPH 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24

19- Diagramas de velocidades do trator de acordo


com a rotação do motor e dimensões dos pneus
(15x12)
Localização:
• Tratores Cabinados: Vidro lateral direito da cabine.
• Tratores Plataformados: Guarnição de vidro do
lado direito frontal da plataforma

20 - Simbologia indicativa de freio de estacio-


namento
• Somente Tratores Plataformados: Alavanca do
freio de estacionamento.

21 - No caso do trator capotar, segure-se


firmemente ao volante. Não tente saltar do trator
Localização:
• Tratores Cabinados: Na coluna esquerda da
cabine.
• Tratores Plataformados: Na coluna esquerda da
EPCC.

22 - Indicação dos lubrificantes recomendados


Localização: Lateral esquerda do radiador.

1-17
INFORMAÇÕES GERAIS E SEGURANÇA

23 - Recomendações gerais: Atenção! 24 - Recomendações especiais para tratores com


Localização: Na lateral do reservatório do fluido, transmissão 15x12
embaixo do capô no lado direito do trator e sobre a Localização:
proteção da tomada de força traseira. • Tratores Cabinados: Vidro lateral direito da cabine.
• Tratores Plataformados: Guarnição de vidro do
lado direito frontal da plataforma.

25 - Procedimento de partida ao motor com


bateria auxiliar e precauções de segurança
Localização:
• Somente Tratores Plataformados: Guarnição de
vidro do lado direito frontal da plataforma.

26 - Orientações quanto ao risco de capotagem,


conservação da EPCC e uso do cinto de se-
gurança
• Somente Tratores Plataformados: Na coluna es­
querda da EPCC.

27 - Recomendações de operação do trator e precauções gerais de segurança


Localização:
• Somente Tratores Plataformados: Guarnição de vidro do lado esquerdo frontal da
plataforma.

1-18
SEÇÃO 1

28 - Decalque de indicação do biodiesel


Localização:
• Tratores Cabinados: Vidro da porta da cabine.
• Tratores Plataformados: Fixado na lateral esquerda 29 - Recomendações sobre o líquido de
do capô. arrefecimento do motor
Localização: Lado direito do radiador do motor.

30 - Decalque indicativo de biodiesel.


Localização: Fixado logo abaixo do decalque de
Bio diesel.
31 - Placa de identificação Case do motor
Localização: Fixado na lateral direita da tampa de
válvulas do motor.

 
  
  
    
   
  
  
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 
 
     

   
     
    
   
  
  
 ‚  
  




    

 
  
 ­
 € 



  

   
  
32 - Plaqueta da EPCC 



• Somente Tratores Plataformados: Fixado à EPCC.


   

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  
 ­
 € 


33 - Plaqueta da EPCC
• Somente Tratores Cabinado: Fixado à EPCC.

34 - Advertência e instruções de manutenção do


sistema de combustível
Localização: Na lateral do painel de instrumentos
voltado para a escada de acesso à plataforma /
cabine do Operador.

1-19
INFORMAÇÕES GERAIS E SEGURANÇA

SÍMBOLOS UNIVERSAIS
Como guia para a utilização do seu trator, foram e caixa de fusíveis. Estes símbolos estão indicados
utilizados nos instrumentos, comandos, interruptores abaixo, bem como o respectivo significado.
Termostado do Rádio Tomada de For­ Posição contro­
sistema auxiliar ça (TDF) lada
de partida
Esforço contro­
Transmissão em
Memória de lado
Carga do alter­ ponto-morto
emergência
nador Tomada auxiliar
de corrente
Indicadores de Super redutor
Nível de com­ direção Tomada de
bustível corrente para
Indicadores de implemento
direção - um Regulagem
Corte automático lenta ou baixa
reboque Percentagem
de combustível
Indicadores de (%) de patina­
direção - dois gem
RPM do motor reboques Regulagem
rápida ou alta Subida do
(rpm x 100)
levantador (tra­
Limpa-lava seiro)
pára-brisas Velocidade de
deslocamento Descida do
Horas de trabalho
levantador (tra­
Limpa-lava vidro seiro)
Pressão do óleo traseiro Bloqueio do
diferencial Limite de subida
do motor
do levantador
Comando da (traseiro)
Temperatura do temperatura do Temperatura
aquecimento do óleo do eixo Limite de subida
sistema de arrefe-
traseiro do levantador
cimento do motor
Ventoinha do (dianteiro)
Nível do sistema aquecimento Pressão do óleo Levantador
de arrefecimento da transmissão
Ar inoperante
Condicionado
Luzes do trator Tração dianteira Filtros do
Filtro de ar ob­ ligada hidráulico e da
struido transmissão
Tração dianteira
Luz alta Freio de estac­ desligada Válvula remota
ionamento extendida

Nível do óleo Cuidado !


Luz baixa Válvula remota
dos freios
recolhida
Sinalização de Válvula remota
Faróis de serviço Freio do re­ emergência em flutuação
boque
Anomalia ! Veja
Controle o Manual do
Luzes de freio Sinalizador variável Operador

Pressurizado ! Anomalia ! (sím­


Cuidado !
Buzina Abra cuidadosa­ bolo alternativo)
Substância cor­
rosiva mente

1-20
SEÇÃO 1

NOTAS

1-21
INFORMAÇÕES GERAIS E SEGURANÇA

NOTAS

1-22
SEÇÃO 2
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

ANTES DE INICIAR A JORNADA As instruções e recomendações de lubrificação e


manutenção encontram-se na Seção 4. As especifi-
cações do trator encontram-se na Seção 7.
ADVERTÊNCIA
Antes de conduzir ou trabalhar com o trator, estude
as precauções de segurança na Seção 1 deste
Manual. Na parte final deste Manual encontra-se o índice
completo, em ordem alfabética.

Leia esta seção atentamente. Ela descreve a locali-


zação e o funcionamento dos diversos instrumentos,
interruptores e comandos do seu trator. Mesmo que Assunto Página
trabalhe com outros tratores, leia cuidadosamente
esta seção do Manual e assegure-se de que está Cabine 2-2
perfeitamente familiarizado com a localização e a
função de todas as características do trator.
Assentos 2-18

Não trabalhar com o trator, não conduzir nem utilizar


Freio de Estacionamento, Acelerador
o mesmo enquanto não estiver totalmente familia-
e Pedais de Comando 2-20
rizado com todos os comandos. Será tarde demais
para aprender depois que o trator já se encontrar em
Console de Instrumentos 2-22
movimento. Se tiver alguma dúvida sobre qualquer
aspecto relacionado com o funcionamento do trator,
consultar o seu Concessionário Case IH. Painel de Instrumentos Eletrônico 2-25

Prestar especial atenção às recomendações sobre o Instrumentos Analógicos e Analógico/Digital 2-46


amaciamento, de forma a assegurar-se de que o seu
trator lhe prestará um serviço duradouro e confiável, Transmissão “Synchro Command” (15 x 12) 2-52
para o qual foi construído. Consultar a página 3-7.
Transmissão “Power Shift” (18 x 6) 2-56
Esta seção está dividida em 10 assuntos, conforme
se segue. Se um determinado componente tiver de Bloqueio dos Diferenciais 2-68
ser regulado em serviço, as instruções correspon-
dentes encontram-se na Seção 3 – Operação de Tração Dianteira 2-71
Campo. As instruções de funcionamento dos dife-
rentes acessórios encontram-se na Seção 6. Faróis de Trabalho 2-73

2-1
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

COMANDOS DA CABINE

1 Vista Geral dos Comandos do Trator - Transmissão Semi “PowerShift”

2-2
SEÇÃO 2

Referente à Figura 1 Nº da Página para Referência

1. Pedal do acelerador..........................................................................................................................2-20
2. Mostrador digital
Transmissão “Power Shift”........................................................................................................2-56
3. Comandos do acelerador manual e da transmissão
Transmissão “Power Shift”.............................................................................................. 2-20, 2-56
4. Comandos da TDF..............................................................................................................................3-8
5. Comandos do hidráulico....................................................................................................................3-30
Sistema em circuito fechado.....................................................................................................3-44
6. Bloqueio dos diferenciais e Tração dianteira........................................................................... 2-68, 2-71
7. Painel de comando do EDC..............................................................................................................3-44
8. Alavancas das válvulas de controle remoto
Sistema em circuito fechado.....................................................................................................3-43
9. Tomadas elétricas para acessórios...................................................................................................2-16
10. Comando externo do levantador hidráulico.......................................................................................3-40
11. Manípulo de fechamento do vidro traseiro..........................................................................................2-9
12. Freio de estacionamento...................................................................................................................2-20
13. Caixa porta-objetos
14. Comando do super-redutor...............................................................................................................2-64
15. Assento do operador.........................................................................................................................2-18
16. Porta-Copos
17. Pedal da embreagem/avanço lento
Transmissão “Power Shift”........................................................................................................2-21
18. Pedais do Freio.................................................................................................................................2-21
19. Alavanca multi-função.......................................................................................................................2-24
20. Alavanca de inversão
Transmissão “Power Shift”........................................................................................................2-56
21. Painel de instrumentos
Interruptores no console...........................................................................................................2-22
Painel de instrumentos eletrônico.............................................................................................2-25
22. Comando do limpa/lava pára-brisas..................................................................................................2-22

2-3
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

COMANDOS DA CABINE

2 Vista Geral dos Comandos do Trator - Transmissão Mecânica

2-4
SEÇÃO 2

Referente à Figura 2 Nº da Página para Referência

1. Alavanca de Comando do Inversor


Transmissão “Sychro Command”..............................................................................................2-52
2. Alavanca de Comando das Velocidades...........................................................................................2-52
3. Acelerador Manual............................................................................................................................2-20
4. Alavanca de Comando das Gamas...................................................................................................2-52
5. Comandos da TDF..............................................................................................................................3-8
6. Alavancas das Válvulas de Controle Remoto
Sistema em Circuito Aberto.......................................................................................................3-24
8. Cobertura
9. Tomada Elétrica para Acessórios......................................................................................................2-16
10. Manípulo de Abertura/Fechamento do Vidro Traseiro.........................................................................2-9
11. Caixa Porta-Objetos
12. Assento do Operador........................................................................................................................2-18
13. Comando do Freio de Estacionamento.............................................................................................2-20
14. Porta-Copos
15. Alavanca de Comando do Super-Redutor........................................................................................2-64
16. Pedal da Embreagem
Transmissão “Sychro Command”..............................................................................................2-21
17. Pedais do Freio.................................................................................................................................2-21
18. Painel de Instrumentos
Interruptores no Console...........................................................................................................2-22
Painel de Instrumentos Analógico e Analógico/Digital..............................................................2-46
19. Pedal do Acelerador..........................................................................................................................2-20

2-5
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

COMANDOS DA PLATAFORMA DO OPERADOR

3 Vista Geral dos Comandos do Trator - Transmissão Mecânica

2-6
SEÇÃO 2

Referente à Figura 3 Nº da Página para Referência

1. Alavanca de Comando do Inversor


Transmissão “Sychro Command”..............................................................................................2-52
2. Alavanca de Comando das Velocidades...........................................................................................2-52
3. Acelerador Manual............................................................................................................................2-20
4. Alavanca de Comando das Gamas...................................................................................................2-52
5. Comandos da TDF..............................................................................................................................3-8
6. Alavancas das Válvulas de Controle Remoto
Sistema em Circuito Aberto.......................................................................................................3-24
8. Cobertura
9. Tomada Elétrica para Acessórios......................................................................................................2-16
11. Caixa Porta-Objetos
12. Assento do Operador........................................................................................................................2-18
13. Comando do Freio de Estacionamento.............................................................................................2-20
15. Alavanca de Comando do Super-Redutor........................................................................................2-64
16. Pedal da Embreagem
Transmissão “Sychro Command”..............................................................................................2-21
17. Pedais do Freio.................................................................................................................................2-21
18. Painel de Instrumentos
Interruptores no Console...........................................................................................................2-22
Painel de Instrumentos Analógico e Analógico/Digital..............................................................2-46
19. Pedal do Acelerador..........................................................................................................................2-20

2-7
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

Generalidades - Figura 4
A cabine foi concebida para o conforto e conveniên-
cia do operador.

Uma porta ampla permite a entrada na cabine, pelo


lado esquerdo, facilitada por corrimãos e degraus
com revestimentos anti-derrapantes.

As características da cabine standard incluem um


sistema de aquecimento que utiliza o ar exteno/de-
sembaçador, ar condicionado, pára-sol, vidros fumê
e janelas laterais. As opções incluem cabine com
suspensão, tampa do teto, rádio toca-fitas, limpa/ 4
lava vidro traseiro, pára-brisas de abrir e retrovisores
externos telescópicos.

Puxador Externo da Porta - Figura 5


A porta tem um puxador externo (2) e pode ser fe-
chada à chave pela parte externa, utilizando a chave
fornecida. Inserir a chave na abertura existente no
botão. Girar a chave para fechar ou abrir a porta.

Para abrir a porta pelo exterior, apertar no botão e


abrir a porta pelo puxador.

Puxador Interno da Porta - Figura 6


Para abrir a porta pela parte interna, levantar o
puxador (2) e usao o manípulo (1) para empurrar e
abrir a porta.

2-8
SEÇÃO 2

Acesso e Saída da Cabine - Figura 7


Nos tratores sem cabine, é possível acessar a posi-
ção de condução, pelos lados direito ou esquerdo.

Nas versões com cabine o acesso é apenas pelo


lado esquerdo.

PRECAUÇÃO
Para entrar na cabine pelo lado direito, utilizar so-
mente os puxadores como apoio ao subir os degraus
Se as alavancas das mudanças forem tocadas aci-
dentalmente, o trator poderá por-se em movimento 7
de forma inesperada.

Para entrar na cabine, faça sempre de frente para


a porta. Apoiar um pé no degrau mais baixo (2) e,
usando os corrimãos (1) e (3) na coluna “A” e no
interior da porta, subir os degraus e entrar na cabine.
Fechar a porta, ocupar o lugar do operador e colocar
o cinto de segurança, se estiver montado.

Para sair da cabine, soltar o cinto de segurança, abrir


a porta, agarrar o puxador, sair da cabine de costas
e descer os degraus apoiando-se nos corrimãos.

Janela Traseira - Figura 8


A janela traseira pode ser trancada na posição fe-
chada ou mantida na posição total ou parcialmente
aberta.

Para fechar a janela, puxe-a pelos pegadores (1).

Acionar o manípulo de fechamento para baixo, a fim


de manter a janela na posição fechada.

IMPORTANTE: Manter sempre o controle da janela 8


ao abri-la completamente, não a deixando deslocar-
se livremente.

2-9
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

Espelhos Retrovisores Externos - Figura 9


Deslocar o braço do espelho, conforme necessário,
de forma a conseguir a melhor visiblidade para a
traseira. Ajustar o ângulo do espelho.

O espelho é montado em uma articulação com sis-


tema de fricção, podendo deslocar-se, com a mão,
para o ângulo desejado para que o condutor possa
obter a visão correta.

Luz Interna da Cabine - Figura 10


A luz (1) da cabine é ligada através do interruptor (2)
montado na coluna e possui 3 posições:

- Posição A = Desligado

- Posição B = Ligado

- Posição C = Luz acesa apenas com a porta


aberta.

10

Espelho Retrovisor Interno (quando montado)


- Figura 11
O espelho (2) pode ser ajustado fazendo-o girar no
respectivo suporte.

Estrutura de proteção contra capotamento


(EPCC)

Seu trator está equipado com uma estrutura de prote-


ção contra capotamento (EPCC), testada pela fábrica
e homologada com base nas normas NBR10001 e
OECD Code IV (exceto para baixas temperaturas).

Realize inspeções periódicas na EPCC para mantê- 11


la em perfeito estado. Caso observe qualquer proble-
ma na estrutura, procure o Concessionário CaseIH
mais próximo.

O EPCC possui uma plaqueta de identificação, que


está fixada na face interna da estrutura, onde estão
detalhadas suas características.

2-10
SEÇÃO 2

COMANDOS DO AR CONDICIONADO

12

COMANDOS DO AR CONDICIONADO E
DA TEMPERATURA

O sistema só funciona depois da chave de partida ter Comando (1) da ventoinha elétrica de 3
sido ligada e ter ligado o botão do ar condicionado. velocidades
A ventoinha apenas funciona com a chave de partida
Para ligar o sistema, girar a chave de partida para na posição ligado.
a posição B, fig. 1, página 3, colocar o comando (1)
da ventoinha elétrica na posição A, B ou C e ligar o A. Velocidade mínima
interruptor (2) do ar condicionado.
B. Velocidade média
Comando do aquecimento
C. Velocidade máxima
Girar o botão (3) do aquecimento para a direita para
obter o máximo de aquecimento; se girar totalmente
para a esquerda corta a circulação do líquido de NOTA: Quanto à pressurização da cabine, consultar
arrefecimento e, desta forma, o aquecimento deixa o Capítulo Entitulado “Ventilação”, desta seção.
de funcionar.

2-11
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

SISTEMA DE AR CONDICIONADO
INSTRUÇÕES PARA UTILIZAÇÃO

O sistema do ar condicionado retira a umidade do ADVERTÊNCIA: Antes de pôr o motor em movi-


ar frio ou do ar quente. mento, verificar se o ar condicionado está desligado.

Funciona da seguinte forma:

NOTA: Quando trabalhar em ambientes muito polu-


ídos, a pressão na cabine deve ser aumentada para
evitar o ingresso de poeiras; aconselhamos também
ADVERTÊNCIA: Quando o motor está parado o ar a fechar os ventiladores de recirculação.
condicionado não funciona porque o compressor é
acionado pelo motor.

LIGAR O AR CONDICIONADO Se, por outro lado, desejar apenas que o ar condi-
cionado realize a função desumidificação sem baixar
Com o motor trabalhando e a ventoinha elétrica a temperatura do ar, girar o comando (3), Figura 12
ligada, girar o botão (2), Figura 12 para ligar o ar para a direita para obter a temperatura desejada.
condicionado.

ADVERTÊNCIA: Ligar sempre a ventoinha antes do


ar condicionado. Para restabelecer a temperatura na cabine após
prolongada exposição ao sol, pôr o motor em movi-
O ar condicionado não pode trabalhar quando a mento, ligar o ar condicionado e, cerca de um minuto
ventoinha está desligada. depois, abrir ligeiramente a janela traseira ou o teto
para deixar escapar o ar quente.

Após alguns minutos trabalhando o visor no topo do


filtro secador deverá estar limpo e não conter bolhas.
Se não fôr o caso, parar o sistema e contatar o seu
Concessionário Case IH.
DESLIGAR O AR CONDICIONADO - Figura 12

Antes de parar o motor desligar sempre o ar con-


AJUSTE DO SISTEMA dicionado, apertando no botão (2) e colocando o
comando (1) da ventoinha elétrica na posição “off”.
Para uma utilização correta, abrir sempre os venti-
ladores de recirculação quando o ar condicionado
estiver trabalhando e manter fechadas as portas, teto
e janela traseira. Se desejar baixar a temperatura na
cabine e, simultaneamente, reduzir a umidade do
ar, girar o botão (3), Figura 12, para a esquerda até
obter a temperatura desejada.

2-12
SEÇÃO 2

VENTILAÇÃO - Figuras 13 a 15
Ligar o sistema de ventilação com o interruptor (1),
figura 13 e dirigir o fluxo de ar ajustando os ventila-
dores giratórios (2), figura 13.

O ar pode ser proveniente do exterior ou do interior


da cabine, através do ajuste dos ventiladores trasei-
ros de recicurlação do ar (1), figura 14 os quais têm
duas regulagens:

- Ventiladores fechados: o ar é proveniente do


exterior, através dos filtros laterais.

- Ventiladores abertos: uma grande quantidade de


ar é proveniente do interior, através dos próprios 13
ventiladores.

O ar que entra na cabine proveniente do exterior é


sempre filtrado.

Quando a ventoinha elétrica é ligada com as portas,


os ventiladores de recirculação e as janelas fechadas,
a pressão no interior da cabine é mais elevada do que
no exterior e, como conseqüência, o ar apenas pode
entrar na cabine através dos filtros laterais.

Ventoinha elétrica
O interruptor (1), figuras 13 e 15 da ventoinha elétrica
é ligado quando a chave de partida está na posição
ligado.

A. Velocidade mínima
14
B. Velocidade média
C. Velocidade máxima

Filtro de ar

PERIGO: Lembre-se que o filtro, de uma for-


ma geral, não o protege dos pesticidas (agro-
tóxicos). Deste modo, a proteção total contra estas
substâncias apenas se consegue se forem seguidas
as precauções dadas pelos próprios fabricantes de
tais produtos. Estas precauções devem ser tomadas
para todos os tipos de filtros, bem como se devem
observar as instruções de uso e manutenção. Mes-
mo com a utilização de filtros de carvão ativo, estes
filtros não eliminam a necessidade de se seguirem
as precauções recomendadas para combater os
efeitos nocivos dos pesticidas. 15

2-13
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

AQUECIMENTO - Figura 16
Pode-se ajustar a temperatura do ar quente utilizan-
do o botão de comando (1) através da redução ou au-
mento de líquido de arrefecimento circulante e, com
a ventoinha elétrica (2), pode variar a quantidade de
ar que entra na cabine através dos ventiladores (3).

16

Comandos da temperatura

- Totalmente para a esquerda = temperatura mí-


nima.

- Totalmente para a direita = temperatura máxima.

NOTA: A capacidade total do sistema de arrefe-


cimento (incluindo o sistema de aquecimento da
cabine) é de 24 litros (6,4 US gal - 5,3 Imp. gal).

NOTA: Na Seção 4, fornecem-se as especificações


das misturas.

17

RÁDIO - Figuras 17 e 18 (opcional)


Para proporcionar maior conforto ao condutor, a
cabine pode estar equipada com rádio.

O equipamento é composto por:

- Dois alto falantes (1), Figura 17, estereo.

- Caixa (2), Figura 17, para a montagem do rádio.

- Antena (1), Figura 18 e ligações.

18

2-14
SEÇÃO 2

INSPEÇÕES REGULARES - Carregar o sistema com R134a;

Pelo menos uma vez, a cada três meses. - Realizar os testes funcionais ao sistema.

- Retirar qualquer corpo estranho do condensador MANUTENÇÃO GERAL DA CABINE


e das palhetas do evaporador. (TODOS OS MODELOS)
- Verificar a tensão da correia do compressor. Após ter completado a manutenção externa na
- Funcionar o motor a 1.500 rpm e verificar o visor cabine, conforme se descreve na Seção 4, fazer as
do filtro secador: deverá estar tansparente e não seguintes inspeções:
conter nenhuma bolha de ar ou líquido branco.

- Verificar o estado das tubulações, uniões e 1. Verificar, de tempos em tempos, se não existe
suportes de montagem. água acumulada por baixo do tapete ou das
partes almofadadas.
- Verificar se os tubos de descarga estão traba-
lhando em perfeitas condições e retirar qualquer 2. Lubrificar as dobradiças e fechaduras das por-
condensação do evaporador. tas, teto e janelas de abrir, com lubrificantes e
repelentes de umidade.
- Controlar o aperto dos parafusos e porcas de
fixação da polia e do compressor. 3. Utilizar detergentes adequados ou, se necessá-
rio, éter sulfúrico para limpar os vidros.

4. Retirar a palheta do limpador de párabrisas e


MANUTENÇÃO passá-la em pó de talco.

Durante longos períodos de inatividade, ligar o ar 5. Deixar as portas ou o teto parcialmente aberto.
condicionado por alguns minutos todos os meses,
para que o óleo circule no sistema e o mantenha em
boas condições.

Pôr o sistema em movimento apenas quando o mo- ESPECIFICAÇÕES


tor estiver quente e a temperatura na cabine tenha
atingido 20 oC (68 oF). Gás Refrigerante............................................R134a

- Quantidade.............................................. 1,2 kg

Compressor................................................. DENSO
MANUTENÇÃO ANUAL
- Número de cilindros...................................... 10
No início da safra, quando o trator tiver de ser utili- - Cilindrada.......................................... 165,3 cm3
zado, o seu Concessionário Case IH deverá realizar
as seguintes operações: - Tipo de óleo.................................. DENSO ND8

- Quantidade de óleo................................ 300 ml


- Verificar o sistema quanto a vazamentos, com
Potencial térmico à temperatura
o detetor de vazamentos;
ambiente de 35 oC (95 oF).....................4500 kcal/h
- Sangrar o sistema de ar condicionado;
Fluxo de ar com a ventoinha
- Substituir o óleo no compressor; elétrica na 3ª velocidade................. 7,5 - 8,5 m3/min

- Substituir o filtro secador, se necessário;

2-15
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

TOMADAS ELÉTRICAS AUXILIARES


PARA ACESSÓRIOS E MONTAGEM DO
MONITOR DO IMPLEMENTO

Tomada para Luzes do Reboque - Figura 19


Existe uma tomada normal de 7 pinos (1) para as
luzes de um reboque, montada num suporte na parte
externa do chassi da cabine, sob a janela traseira.
A posição da tomada poderá variar em relação à
indicada na figura ao lado, dependendo do tipo de
válvulas de controle remoto instaladas, etc. As liga-
ções desta tomada são as seguintes:

19

Tratores com transmissão “Range Command”

Terminal nº/Côr do Fio


(ver detalhe - Figura 19) Nº do Circuito Circuito

1 Verde 49B Indicador Direção LD


2 - - -
3 Preto 57DM Massa
4 Verde 50B Indicador Direção LE
5 Vermelho 1013E Lanterna LD
6 Verde 810A Luzes de Freio
7 Vermelho 1014C Lanterna LE

Tratores com transmissão “Synchro Command”

Terminal nº/Côr do Fio


(ver detalhe - Figura 19) Nº do Circuito Circuito

1 Verde 49B Indicador Direção LD


2 - - -
3 Preto 57 Massa
4 Verde 50B Indicador Direção LE
5 Vermelho 1013A Lanterna LD
6 Verde 810A Luzes de Freio
7 Vermelho 1014C Lanterna LE

2-16
SEÇÃO 2

Encaminhamento do Cabo do Monitor


- Figura 20
O cabo para operação do monitor pode ser con-
venientemente encaminhado até o equipamento,
através de uma pequena abertura no painel inferior
traseiro.

O painel dispõe de um recorte (2) o qual, está coberto


por um tampão de borracha. Para disponibilizar a
passagem do cabo, retirar o tampão.

20

Montagem Alternativa do Monitor - Figura 21


Na coluna “B” existem dois orifícios com porcas de
10 mm e parafusos sextavados (1). Retire as tampas
plásticas dos parafusos e utilizá-os para montar o
monitor.

Recomenda-se a fixação de um suporte apropriado


com dobradiças na coluna “A” ou “B” para montar o
monitor. Isto permite que o monitor possa ser des-
locado para o lado, de forma a não impedir o livre
acesso e saída da cabine.
21

LIMPEZA INTERNA DA CABINE

Quando o forro do interior da cabine estiver sujo,


deverá ser lavado. Molhar um pano numa solução
de água quente/detergente e torcer o pano para
eliminar o máximo possível da água.

O forro de borracha do piso é instalado de forma a


permitir que a água escorra pelas portas abertas.
Lavar o piso cuidadosamente e deixar secar de for-
ma natural. Evitar a passagem de água para baixo
do tapete.

2-17
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

ASSENTO DO OPERADOR Ajuste da altura do assento

A escolha do banco disponível para o seu trator, de- Para subir o assento, afrouxar as porcas (3) e
pende do modelo e do nível de especificações. Seja posicioná-lo na altura mais adequada.
qual for o banco instalado no seu trator, verificará que
Quando ausentar-se do trator, por um período maior,
dispõe de uma vasta gama de ajustes.
destrave a alavanca (5) e escamoteie o assento até
NOTA: Os tratores sem cabine têm os assentos for- apoiá-lo ao volante do trator. Para retornar o assento
rados a Vinyl. Os tratores com cabine têm os bancos à posição de uso, destrave a alavanca (6) e volte o
forrados com tecido. assento à posição original até que a alavanca (5)
trave-se.
Antes de começar a utilizar o trator, é muito importan-
te ajustar o banco para a posição que lhe dê maior
conforto. Todos estes ajustes devem ser feitos, com Assento Luxo (Tratores com Cabine) - Fig. 23
o operador ocupando o seu lugar.

Para facilitar a sua identificação, todos os pontos de


ajuste do banco são de côr cinza. Ver o texto que
se segue e a gravura correspondente para mais
detalhes.

Assento standard - Figura 22

23

6 3
4 5 Ocupe o seu lugar e gire a manivela de regulagem da
suspensão (4), ajustar até ao seu peso aproximado,
em quilos, indicado no mostrador (3).

Girar a manivela para a direita para aumentar a ri-


22 gidez da suspensão e conseguir uma posição mais
firme. Girando para a esquerda, torna-se a suspen-
O assento possui ajuste para a sua suspensão, são mais macia.
altura e aproximação/afastamento em relação aos
comandos. A alavanca (5) controla o curso do assento. Deslocar
a alavanca para a esquerda e empurrar o banco para
Desta forma, pode escolher a posição mais con- a frente ou para trás, conforme necessário. Quando
fortável para condução e pode alterá-la enquanto se solta a alavanca, o banco fica bloqueado na po-
trabalha. sição escolhida.

• Para chegar o assento à frente ou atrás, empur- Há um manípulo recartilhado (2) sob cada um dos
rar a alavanca (4) para o lado. apoios para os braços. Girar para variar a inclinação
dos braços.
• Após ter deslocado o assento, soltar a alavanca
e certificar-se de que o assento ficou preso na Cada apoio está fixado à estrutura do assento por 2
posição escolhida. parafusos (1), em furos alongados. Retirar a cober-
tura de plástico e afrouxar os 2 parafusos, ajustando
Ajuste da suspensão do assento a altura do braço. Voltar a colocar a cobertura. Se
não interessarem, os braços podem ser levantados
Ajuste da suspensão correto, girar o botão (1) para
para a posição vertical.
a direita ou para a esquerda até que, sentado no
assento, encontre a posição mais confortável, con-
forme o indicador (2).

2-18
SEÇÃO 2

Cinto de Segurança - Figura 24

Seu trator está equipado com cinto de segurança


testado e homologado.

Utilizar sempre o cinto de segurança quando estiver


disponível no assento do operador e o trator seja
equipado com EPCC.

24
Para travar o cinto, puxe-o e insira a lingüeta (1) na
fivela (2) até ouvir um click, indicando que o cinto
está travado. Pressionar o botão vermelho (3) para
soltar o cinto.

O cinto pode ser lavado com uma esponja e água


com um pouco de sabão. Nunca utilizar solventes,
ou detergentes, pois estes produtos enfraquecem
o tecido do cinto. Substitua o cinto quando este se
apresentar desfiado, danificado ou com sinais de
desgaste evidente.

2-19
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

FREIO DE ESTACIONAMENTO,
ACELERADOR E PEDAIS DE
COMANDO

Freio de Estacionamento - Figura 25


Do lado esquerdo do banco do operador encontra-se
a alavanca do freio de estacionamento. Para aplicar
o freio, puxaar a alavanca para cima. Para desaplicar,
puxar a alavanca ainda um pouco mais, pressionar o
botão (1) e baixar completamente a alavanca.

25
IMPORTANTE: Antes de iniciar a marcha, verificar
se o freio de estacionamento está completamente
destravado.

1
Alavanca do Acelerador - Figura 26
A alavanca do acelerador (1) controla a rotação do
motor. Empurrar progressivamente a alavanca para
a frente para acelerar o motor. Puxá-la para trás para
reduzir a aceleração (rotação) do motor.

26

Pedal do Acelerador - Figura 27


O pedal do acelerador (1), pode ser usado indepen-
dentemente do acelerador manual para controlar
a velocidade do trator. Ao conduzir na estrada,
recomenda-se usar o pedal do acelerador.

NOTA: Ao soltar o pedal do acelerador, a velocidade


do motor reduz-se ao nível estabelecido pelo acele-
rador manual. Quando usar o pedal do acelerador,
ajustar o acelerador manual para a posição de velo-
cidade mínima (alavanca toda para trás).
27

2-20
SEÇÃO 2

Pedais do Freio - Figura 28

ADVERTÊNCIA
Nos tratores com tração nas quatro rodas, a tração
para o eixo dianteiro é ligada automaticamente quan-
do se aplicam os freios, de forma a assegurar uma
frenagem nas quatro rodas. Além disso, também
existem os freios a disco dianteiros, opcionais. Seja
qual for o sistema que estiver montado, é importante
ter sempre em mente a eficiência da frenagem nas
quatro rodas. Tomar o devido cuidado nas frenagens
bruscas.
28

Os freios são atuados por dois pedais (2) e (3). Po-


dem ser atuados independentemente, para facilitar
as curvas em espaços reduzidos ou ligados um ao
outro para frenagens normais. Para o trabalho no
campo, os freios devem estar separados. No en-
tanto, devido aos pedais estarem muito próximos, é
sempre possível aplicar ambos os pedais, quando
necessário.

Figura 29

ADVERTÊNCIA
Para sua segurança, ligar os dois pedais dos freios
quando se deslocar à velocidade de transporte ou se
tiver acoplado um reboque ao trator e que disponha
de freios hidráulicos. Para ligar os pedais um ao
outro, deslocar o ferrolho (2) para a direita, para este
prender no furo do pedal do lado direito e empurrar
a ponta em gancho (1) para baixo, para prender no
pedal esquerdo.
29

Pedal de Embreagem/Avanço Lente – Figura 30


Ao pressionar o pedal da embreagem (1), desliga-se
a tração entre o motor e a transmissão. Acionar o
pedal para transferir a potência do motor suavemen-
te para as rodas motrizes ao iniciar a marcha. Ver
“TRANSMISSÃO” mais adiante nesta Seção para
mais detalhes.

NOTA: Para evitar o desgaste prematuro, nunca


utilizar o pedal da embreagem como um descanso
para o pé.

30

2-21
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

CONSOLE DOS INSTRUMENTOS

O texto que se segue, descreve a utilização dos


diversos interruptores, comandos, etc., montados
no console dos instrumentos e na coluna da direção.

Comando do Limpa/Lava-Vidros da Janela


Traseira (quando montado) - Figura 31
Ao ligar a chave de partida, o interruptor oscilante
fica iluminado interiormente.
1

Pressionar parcialmente do lado esquerdo do inter-


ruptor oscilante (1) para ativar o limpa-vidros traseiro,
no modo intermitente. Pressionar totalmente para
atuar o limpa/lava-vidros. O interruptor possui uma
mola interna e, ao ser solto, regressa à posição de
limpa-vidros.

31
Pressionar do lado direito para desligar o limpador.

Comando do Limpa/Lava Pára-Brisas


- Figura 32
A alavanca (1) do lado direito da coluna da direção
comanda o limpador/lavador do pára-brisas dianteiro.

Com a chave de partida ligada, deslocar a alavanca


para trás, para a posição 1 para acionar o limpador
no modo intermitente, limpando o pára-brisas uma
vez de 5 em 5 segundos.

Deslocando a alavanca mais para trás, para a


posição 2, aciona o limpador na velocidade mais
32
lenta das 2 existentes. Deslocando-se a alavanca
totalmente para trás, posição 3, será selecionada a
velocidade mais rápida. Pressionar a extremidade da
alavanca para dentro, para a posição 4, para acionar
o lavador do pára-brisas.

NOTA: Os bicos frontal e traseiro do lavador estão


montados no centro estrutura da cabine, imedia-
tamente abaixo do teto. Com um alfinete, pode-se
ajustar o ângulo do esguicho.

2-22
SEÇÃO 2

Interruptor de Partida - Figura 33


O interruptor de partida (2), ativa o dispositivo de
partida a frio e o motor de partida. Ver “Partida do
Motor”, na seção 3.

33

Alavanca de Trava da Coluna de Direção -


Figura 34
A coluna de direção pode ser inclinada e deslocada
telescopicamente, soltando-se a alavanca de trava
da coluna (1). Deslocar a coluna/volante para a po-
sição mais conveniente e empurrar a alavanca para
a frente, para travar o conjunto da coluna.

IMPORTANTE: O seu trator dispõe de direção


hidrostática. Nunca manter o volante em qualquer
1
das posições de esterçamento máximo (rodas en-
costadas nos batentes) por mais de 10 segundos 34
no espaço de 1 minuto. A não observação desta
recomendação poderá dar origem a danos nos
componentes do sistema da direção.

Interruptor do Pisca de Emergência - Figura 35


Pressionar o lado esquerdo do interruptor (1) para
atuar, simultaneamente, os quatro indicadores de
direção. O interruptor piscará com os indicadores.
1

Interruptor dos Faróis de Trabalho – Figura 35


Pressionando o lado esquerdo do interruptor (2), 2
no primeiro estágio, acende os faróis de trabalho
traseiros. Pressionando até o segundo estágio, acen-
dem os faróis de trabalho dianteiros e permenecem
acesos os traseiros. 35

2-23
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

Interruptor Multifunção - Figura 36


Este interruptor é constituído por uma alavanca e
está montado no lado esquerdo da coluna de dire-
ção. Este interruptor comanda os faróis, a buzina e
os indicadores de direção.

Girar a alavanca para a primeira posição (1) para


ligar as lanternas laterais e a iluminação do painel.
Girando para a segunda posição (2), ligam-se os
faróis. Com estes ligados, pressionar a alavanca
para baixo (posição 3), para ligar os faróis altos, e
puxando para cima (posição 4), ligam-se os faróis
baixos. Puxar a alavanca ainda mais para cima, 36
contra a pressão da mola (para a posição 5) para
lampejar os faróis. Esta última posição funciona com
a chave de partida ligada ou desligada.

Para ligar os indicadores de direção direitos, deslocar


a alavanca para a frente, para a posição (6). Os in-
dicadores de direção esquerdos funcionam puxando
a alavanca para trás, para a posição (7). Quando os
indicadores de direção estão ativados, a respectiva
luz de aviso acenderá também no painel de instru-
mentos. Se os indicadores não forem cancelados
dentro de 40 segundos, soará um alarme sonoro.

NOTA: Os indicadores de direção só funcionam com


a chave de partida ligada.

Pressionar a extremidade da alavanca (8) para 3


acionar a buzina.

Interruptor do Bloqueio dos Direfenciais


(somente 15x12) - Figura 37
Pressionar o lado direito do interruptor (1) para acio-
nar o bloqueio dos diferenciais. 2 1
O funcionamento detalhado do bloqueio dos diferen-
ciais encontra-se mais adiante no tópico “Bloqueio
dos Diferenciais Dianteiro e Traseiro”.
37

Interruptor da Tração Dianteira (somente Luz de alerta de baixa pressão no circuito de


15x12) - Figura 37 combustível (3) - Figura 37
Pressionar o lado direito do interruptor (2) para acio- Alerta: Parar imediatamente o trator. Manter o motor
nar a tração nas quatro rodas. em funcionamento com a luz de alerta acesa pode re-
sultar em sérias avarias no motor. Verificar a “Seção
O funcionamento detalhado da tração nas quatro 4 - Lubrificação e Manutenção” para maiores infor-
rodas encontra-se mais adiante no tópico “Tração mações ou contatar o seu Concessionário Case IH.
Dianteira”.

2-24
SEÇÃO 2

PAINEL DE INSTRUMENTOS
ELETRÔNICO

Figura 38
O painel de instrumentos eletrônico está represen-
tado na figura com todos os mostradores ativados.
A seção superior é constituída por 21 luzes coloridas
(1) que fornecem informações sobre o funcionamento
ou avisam sobre qualquer anomalia nos sistemas.

Existem 13 botões (3) seletores de funções, sensí-


veis ao toque, alinhados na parte inferior do painel
de instrumentos. Tocando nestes botões, obtêm-se 38
informações sobre as várias funções do trator, que
aparecem nas áreas dos 3 mostradores de cristal
líquido. No painel do lado direito (2) são apresentadas infor-
mações sobre o Monitor de Rendimento do trator. O
O mostrador esquerdo (4), apresenta-se sob a forma
mostrador inclui:
de um gráfico de barras. Tocando no botão de função
apropriado, a correspondente informação sobre a • Hidráulico operante (somente com Tração Cons-
temperatura do líquido do arrefecimento do motor, tante Eletrônica).
nível de combustível e pressão do óleo do motor,
• Posição do hidráulico (somente com Tração
aparecem nesse mostrador.
Constante Eletrônica).
O painel central principal (5) é constituído por um • Hidráulico inoperante (somente com Tração
mostrador de cristal líquido, ativado pelos botões Constante Eletrônica).
seletores de funções. Poderá aparecer uma leitura
numérica, em relação às seguintes funções: • Área prevista por hora (hectares ou acres).
• Área acumulada (hectares ou acres).
• Rotação do motor (rpm). • Deslizamento das rodas (%) – dispositivo op-
cional.
• Horas de trabalho do motor (tempo real).
• Códigos de erro de diagnóstico do sistema
• Velocidade de avanço do trator (km/h ou MPH). hidráulico (somente com Tração Constante
• Velocidade da TDF (rpm). Eletrônica).
Algumas anomalias do trator são acompanhadas por
• Estado da bateria (volts).
um alarme sonoro, além de uma luz de aviso e um
• Códigos de erro de diagnóstico (circuitos e trans- código de avaria piscando no respectivo mostrador
missão do trator – aparecerão automaticamente eletrônico.
se ocorrer qualquer anomalia). Consultar o seu Ao ser ligada a chave de partida, é ativado um auto-
Concessionário Case IH. teste de todos os segmentos dos mostradores de
cristal líquido, o alarme sonoro soará durante cerca
Além do mostrador numérico, a rotação do motor
de 1 segundo e as luzes de aviso de anomalias acen-
está sempre representada sob a forma do gráfico
derão durante um breve período para confirmar se
de barras na parte superior do mostrador principal.
as lâmpadas funcionam. Quando se ligam os faróis
Poder-se-á programar uma indicação de aviso no
do trator as áreas dos mostradores ficam iluminadas.
mostrador, como lembrete para o operador de que
chegou a hora da próxima revisão programada. IMPORTANTE: Antes de realizar qualquer trabalho
de solda de arco elétrico no trator ou no equipamento
que estiver engatado ao trator, desligar a corrente
e os cabos de massa conectados ao painel de ins-
trumentos/Monitor de Rendimento a fim de evitar
possíveis danos nos componentes elétricos.

2-25
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

39

Luzes Indicadoras e de Aviso, com Alarme


ADVERTÊNCIA
Sonoro - Figura 39
As 21 luzes coloridas indicadas acima fornecem O sistema de arrefecimento funciona sob pressão,
informações sobre o funcionamento ou avisam controlada pela tampa do tanque de expansão. É
sobre anomalias no sistema. As luzes de aviso são muito perigoso retirar a tampa com o sistema ainda
acompanhadas por um alarme sonoro. Dependendo quente. Esperar até o motor esfriar, usar um pano
da gravidade do problema, o alarme soará conforme grosso e girar a tampa lentamente até o primeiro
abaixo indicado: batente e em seguida deixar aliviar a pressão, antes
de retirar a tampa. Evitar que o líquido do sistema
de arrefecimento entre em contato com a pele. Ob-
servar as precauções constantes da embalagem do
Alarme não-crítico: alarme contínuo apenas du- anticongelante.
rante 5 segundos.

2. Baixa pressão do óleo do motor – A luz acende


acompanhada pelo LCD piscando e pelo alarme
Alarme crítico: O alarme intermitente soará até crítico. Parar o motor e investigar a causa. Ver
que a avaria seja corrigida ou até que o motor seja também “Mostrador de Barras” e “Desligamento
desligado. As luzes/alarme sonoro funcionam como Automático do Motor” na seção 6.
segue:
3. Alternador não carrega – A luz acende se o
alternador não estiver carregando a bateria.

Fileira Superior – da esquerda para a direita 4. Filtro de ar – A luz acende acompanhada pelo
alarme não-crítico. Parar o trator e inspecionar
1. Baixo nível do líquido de arrefecimento do mo- o filtro de ar para evitar danos no motor.
tor – A luz acende acompanhada pelo piscar
do mostrador de cristal líquido e pelo alarme 5. Partida a frio – A luz acende quando o partida a
crítico. Parar o motor e investigar a causa. Ver frio permanecer ativada depois de ligar a chave
também “Mostrador de Barras” e “Desligamento de partida. Ver “Partida do Motor” na seção 3.
Automático do Motor” na seção 6.

2-26
SEÇÃO 2

40

Figura 40 9. Pressão do óleo da transmissão – A luz sempre


acesa, acompanhada pelo alarme crítico, indi-
6. Freio de estacionamento – Com a chave de ca que a pressão do circuito do óleo de lubrifi-
partida ligada, a luz piscando indica que o freio cação da transmissão é baixa. Parar o motor e
de estacionamento está aplicado. Se tentar investigar a causa.
por o trator em movimento com o freio total ou
parcialmente aplicado, soará o alarme crítico. Somente tratores com bomba CCLS – A luz pis-
Por outro lado, se for desligada a chave e o cando acompanhada pelo alarme não-crítico
freio não for aplicado, o alarme crítico soará indica que os filtros de entrada da bomba e de
continuamente durante um período mínimo de pressão estão total ou parcialmente obstruídos,
dois minutos ou até que o freio seja aplicado. causando baixa pressão da bomba. Limpar o
mais rapidamente possível, mas nunca mais de
1 hora depois do aviso.
ADVERTÊNCIA
10. Pressão de ar do freio do reboque – A luz acende
Para evitar acidentes pessoais, aplicar sempre o
para indicar que a pressão de ar para o circuito
freio de estacionamento, antes de deixar o compar-
dos freios do reboque está baixa.
timento do operador.
10. Pressão do óleo dos freios do reboque (apenas
na Itália) – A luz ficará piscando acompanhada
7. Água no combustível – A luz acenderá acompa- por um alarme crítico para indicar que a pres-
nhada pelo alarme não-crítico se for detectada são do óleo para o circuito dos freios do reboque
água no combustível. Parar o motor e limpar está baixa. Parar o motor e investigar a causa.
os filtros de combustível para evitar danos no
sistema de injeção. Fila Inferior – da esquerda para a direita

11. Indicador de direção esquerdo – A luz piscará


simultaneamente com o indicador esquerdo do
8. Filtro de óleo da transmissão obstruído – A luz
trator.
acende acompanhada pelo alarme não-crítico
se o filtro estiver parcial ou totalmente obstruído. 12. Indicador de direção do reboque – A luz piscará
Parar o motor e limpar o filtro para evitar danos simultaneamente com os indicadores de direção
na transmissão. do trator/reboque, se acoplado o reboque.

2-27
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

13. Indicador de direção do reboque – A luz piscará


simultaneamente com os indicadores de direção
dos reboques, no caso de haver um segundo
reboque.

14. Farol alto – Acende ao ligar o farol alto.

15. Luzes de estacionamento – Acende quando se


ligam os faróis do trator.

16. Não utilizado

17. Não utilizado

18. Tração nas quatro rodas – A luz acende quando


se engata a tração nas quatro rodas.

19. Bloqueio do diferencial – A luz acende ao aplicar


o bloqueio do diferencial. (Ver “Bloqueio dos
Diferenciais Dianteiro e Traseiro”.

20. Nível do óleo dos freios - A luz acenderá, indi-


cando que o nível do óleo dos freios/embreagem
está baixo. Parar o motor e investigar a causa.

21. Indicador de direção direito – A luz acende si-


multaneamente com o indicador do lado direito.

Mostrador de Barras (LCD) - Figura 41


O mostrador de barras é constituído por 12 segmen-
tos de cristal líquido (LCD). Tocando no botão seletor
de função apropriado, uma de três funções diferentes
do trator poderá ser apresentada. Na figura mostram-
se os três mostradores apenas como referência.

Ao ligar a chave de partida, o mostrador de barras


mostrará automaticamente o nível de combustível
no tanque. Ao dar partida no motor, o mostrador de
barras mudará automaticamente para mostrar a pres-
são do óleo do motor. Após 10 minutos de trabalho,
mudará novamente, mostrando agora a temperatura
do líquido de arrefecimento do motor.
41
Este mostrador poderá, evidentemente, ser alterado
para apresentar alguma das outras funções, tocando
no correspondente botão (4), (5) ou (6).

2-28
SEÇÃO 2

Nível de Combustível - Figura 42


Tocar no botão (2) para mostrar o nível de com-
bustível. Aparecerá o símbolo (3), indicando que o
mostrador de barras (1) está relacionado com o nível
de combustível.

42

Nível de Combustível - Figura 43


Quando o nível de combustível cai a ponto de o
mostrador de barras passar de três para dois seg-
mentos ou de dois para um segmento, o mostrador
de barras e o símbolo (1) de aviso de “baixo” nível
ficarão piscando e o alarme não-crítico soará du-
rante 5 segundos.

NOTA: Mesmo que o mostrador de barras não apre-


sente o nível de combustível, quando o conteúdo dos
tanques cair abaixo dos valores pré-estabelecidos, o
mostrador mudará automaticamente para apresentar
o nível, o mostrador piscará e o alarme será ativado. 43

Temperatura do Líquido de Arrefecimento do


Motor - Figura 44
Tocar no botão (2) para mostrar a temperatura do
líquido de arrefecimento do motor. Aparecerá o sím-
bolo (1), indicando que o mostrador de barras (3)
está relacionado com a temperatura do líquido. Se o
motor estiver frio, aparecerá um segmento. O número
de segmentos aumentará à medida que o motor vai
aquecendo. Com o motor à temperatura normal de
funcionamento, aparecerão até 10 segmentos.

NOTA: O mostrador de barras indica apenas a 44


temperatura do motor e não o nível do líquido de
arrefecimento. Será necessário verificar o nível do
líquido de arrefecimento diariamente.

2-29
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

Figura 45
No caso da temperatura exceder o valor pré-deter-
minado, aparecerão piscando o símbolo (1) de aviso
de temperatura “elevada”, o mostrador de barras
(2) e o símbolo do líquido de arrefecimento (3). O
alarme crítico soará e a palavra “STOP” aparecerá
piscando no mostrador e o mostrador do Monitor de
Rendimento ficará todo branco. Parar imediatamente
o motor e investigar a causa. Ver também “Desliga-
mento Automático do Motor” na seção 6.

45

Pressão de Óleo do Motor - Figura 46


Tocar no botão (2) para mostrar a pressão de óleo
do motor. Aparecerá o símbolo (3) significando que o
mostrador está indicando a pressão do óleo. Com o
óleo à pressão normal, aparecerão até 10 segmentos
no mostrador.

NOTA: O mostrador de barras indica apenas a


pressão do óleo e não o nível do óleo. Este deve
continuar a ser verificado por meio da respectiva
vareta de nível.
46

Figura 47
No caso da pressão cair abaixo do valor pré-de-
terminado, aparecerá piscando o símbolo de aviso
“baixo” (low) (1), o símbolo da pressão do óleo (2)
e o mostrador (3). O alarme crítico soará e a pa-
lavra “STOP” aparecerá piscando no mostrador e
o mostrador do Monitor de Rendimento ficará todo
branco. Parar imediatamente o motor e investigar a
causa. Ver também “Parada Automática do Motor”
na seção 6.

NOTA: Se ambos os alarmes do líquido de arrefeci-


47
mento do motor e da pressão do óleo forem ativados
simultaneamente, aparecerão piscando estes dois
símbolos, bem como os símbolos de “alta” e “baixa”
e todos os 12 segmentos.

2-30
SEÇÃO 2

Mostrador Central (LCD) - Figura 48


A área do mostrador central contém vários mostrado-
res digitais, e um de mostrador de barras em cima.
Este fornece uma leitura constante da rotação do
motor em rpm.

Os mostradores digitais que podem ser seleciona-


dos são:

• Horas de trabalho do motor (tempo real).

• Rotação do motor (rpm).


48
• Velocidade do trator (km/h ou MPH).

• Velocidade da TDF (rpm).

• Estado da bateria (volts).

Na figura é apresentado o mostrador completo ape-


nas para referência.

Horímetro do Motor - Figura 49


Ao ligar a chave de partida, o símbolo do horímetro
(3) aparecerá e as horas que o motor trabalhou
aparecerão no mostrador principal (1). A seleção
manual de outra função ou ao dar partida no motor,
fará com que o mostrador se altere. O mostrador do
horímetro poderá ser chamado a qualquer momento,
tocando no botão (2).

Com o motor funcionando, o horímetro acumula


horas em frações de 0,1 de hora até alcançar 1000
horas. A partir daí, o horímetro apenas acumula horas
completas, 1001, 1002, etc. 49

NOTA: As horas acumuladas são memorizadas na


memória permanente do computador, a qual não é
afetada quando se desliga a bateria.

O horímetro pode ser programado para lembrar ao


operador a hora da próxima revisão programada. Ver
“Programação do Mostrador Principal”.

2-31
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

Velocidade do Motor - Figura 50


Com o motor funcionando, o símbolo de rotação do
motor (4) e o mostrador de barras (3) aparecerão
constantemente. Cada segmento do mostrador de
18 segmentos, representa 100 rpm e permite uma
leitura constante da rotação do motor entre 800 e
2500 rpm.

Com o motor funcionando, tocar no botão (2) e


aparecerá a legenda “RPM”, juntamente com uma
indicação digital das rotações do motor no painel
principal do LCD (1).
50

Mostrador da Velocidade de Deslocamento


(Velocímetro) - Figura 51

NOTA: O mostrador está ajustado de fábrica para


indicar km/h ou MPH, dependendo do país de des-
tino. Se necessário, o mostrador pode ser alterado
para indicar unidades alternativas.

Pressionar o botão (3) para indicar a velocidade de


deslocamento (1) em “km/h” ou “MPH”. Aparecerá
também a legenda (2) indicando as unidades esco-
lhidas. A figura mostra o mostrador em km/h.

NOTA: Se o trator se deslocar a uma velocida-


de superior a 20 km/h (12.4 MPH), o mostrador 51
central indicará automaticamente a velocidade de
deslocamento. Se for necessário indicar qualquer
outra função, poder-se-á pressionar o botão seletor
respectivo. Aparecem automaticamente os códigos
de erro de diagnóstico (circuitos e transmissão do
trator) se ocorrer alguma anomalia. Consultar o seu
Concessionário Case IH.

Mostrador da Tomada de Força (TDF)


- Figura 52
Pressionar o botão e aparecerá a legenda “PTO”
(TDF) juntamente com a velocidade da TDF no
mostrador de cristal líquido principal (1).

52

2-32
SEÇÃO 2

Tensão da Bateria - Figura 53


Com o motor funcionando, tocar no botão seletor
(3) para que apareça o símbolo da bateria (2), jun-
tamente com o mostrador digital de tensão (volts)
no mostrador principal (1). No caso de a tensão da
bateria ser inferior a 10,0 ou superior a 16,0 volts,
soará o alarme sonoro de 5 segundos. Durante este
período, o símbolo da bateria piscará, após o que
ficará sempre aceso.

Se aparecer outra função e a tensão da bateria dei-


xar de estar dentro dos limites pré-estabelecidos, o
mostrador mudará automaticamente, para mostrar 53
a tensão da bateria e o alarme soará, conforme
anteriormente descrito. Se o mostrador for alterado
manualmente para mostrar outra função enquanto
a tensão da bateria estiver fora dos limites pré-esta-
belecidos, o símbolo da bateria continuará piscando
até que a anomalia seja corrigida.

PROGRAMAÇÃO DO MOSTRADOR PRINCIPAL


Há duas funções que podem ser programadas pelo
operador no módulo do computador:

1. Aviso da próxima revisão programada.

2. Calibragem da velocidade do trator.

1. Programação do aviso da “Próxima


Revisão” - Figura 54
Exemplo: Aviso de próxima revisão a ser efetuada
com intervalos de, digamos, 300 horas.

Com a chave de partida ligada e com o motor pim-


plemento, aparecerá o símbolo do horímetro (3).
Pressionar e manter pressionado o botão (2), durante
cerca de 3 segundos, até que um alarme sonoro
indique que o computador se encontra no modo de
programação.

Um número no mostrador (1), corresponde ao inter- 54


valo da “Próxima Revisão” que foi inscrito na me-
mória. O número “0000” programado no mostrador,
cancelará o aviso da “próxima revisão”.

2-33
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

Figura 55
O dígito esquerdo no mostrador estará piscando.
Se esse dígito já for “0” não é necessário mudar.
Tocar no botão “DIGIT SELECT” (1) para selecionar
o próximo dígito para a direita, que passará a piscar.

Cada toque no botão “DIGIT SELECT” (2), aumen-


tará em uma unidade o valor do dígito que pisca.
Quando o dígito for “3”, tocar no botão “DIGIT SE-
LECT” (1), o que fará com que o próximo dígito no
mostrador comece a piscar.

55

Figura 56
Alterar se necessário o valor deste dígito, usando
o botão “DIGIT SELECT” (2), como anteriormente
descrito, até chegar a “0”. Voltar a tocar o botão
“DIGIT SELECT” (1), que fará piscar o dígito se-
guinte e alterar o valor deste usando o botão “DIGIT
SELECT” (2).

Com o mostrador apresentando “0300”, armaze-


nar este valor na memória, desligando a chave de
partida.

56

2-34
SEÇÃO 2

Figura 57
Após cada 300 horas de trabalho do trator (300,
600, 900, et.), o símbolo do horímetro (3), piscará
sempre que for mostrado o horímetro. O mostrador
continuará piscando durante 10 horas de trabalho
ou até ser cancelado, tocando simultaneamente nos
botões (1) e (2).

57

2. Calibragem da Velocidade de Deslocamento


- Figura 58
A velocidade de deslocamento do trator foi calibrada
de fábrica, de forma a corresponder ao raio de rola-
mento dos pneus traseiros. No entanto, no caso de
serem montados pneus de outra medida, o módulo
do computador pode ser recalibrado, de forma a
indicar uma velocidade mais precisa, observando o
seguinte método:

IMPORTANTE: Se o seu trator for dotado do disposi-


tivo opcional de controle de deslizamento das rodas,
58
a velocidade será a real, conforme avaliada pela
unidade de radar. A calibragem não é necessária
sendo o número de calibração uma constante “4018”.

ADVERTÊNCIA

O sensor radar da velocidade de deslocamento emite


um sinal de micro-ondas de baixa intensidade, que
não causará quaisquer efeitos nocivos durante a
utilização normal. Embora a intensidade deste sinal
seja baixa, nunca olhar diretamente para o sensor
enquanto este estiver em funcionamento, para evitar
quaisquer problemas com os olhos. O sensor do
radar encontra-se sob a parte frontal dos degraus,
no lado direito.

2-35
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

• Utilizando a tabela à direita, consoante o tipo • Se necessário, alterar o valor do dígito que está
de transmissão, anote o número de calibragem piscando, usando o botão DIGIT SELECT (4),
que corresponde ao modelo do seu trator, tipo conforme se descreveu anteriormente na pro-
da transmissão e medidas dos pneus. gramação do aviso de “Próxima Revisão”.

Figura 58
• Ligar a chave de partida e pressionar o botão • Para selecionar o dígito seguinte à direita, use o
(2) durante 3 segundos. Um “bip” do alarme botão DIGIT SELECT (3), e quando esse estiver
sonoro indica que o computador se encontra no piscando use o botão DIGIT SELECT (4) para
modo de programação e o número anterior da alterar o valor. Repetir para os restantes dígitos
calibragem (1) aparecerá piscando com o digito e desligar a chave de partida para memorizar as
do lado esquerdo. regulagens.

NÚMEROS DE CALIBRAÇÃO DA VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO

NOTA: Se o seu trator for dotado do dispositivo opcional de controle da patinagem, a velocidade será a real,
conforme avaliada pela unidade de radar. A calibragem não é necessária sendo o número de calibração
uma constante “4018”.

MODELO Maxxum 135 e Maxxum 150 Maxxum 165 e Maxxum 180


MEDIDA DO PNEU TRASEIRO POWERSHIFT POWERSHIFT
18.4 X 34 n/a n/a
16.9 x 38 7712 n/a
480/70R38 n/a n/a
18.4 x 38 7476 8716
520/70R38 7476 8716
600/65R38 7476 8716
20.8 X 38 7170 8359
580/70R38 7170 8359
650/65R38 7170 8359
18.4 X 42 7047 8215
14.9 X 46 7088 8262
12.4 X 54 6664 7768
320/90R54 6664 7768

2-36
SEÇÃO 2

MONITOR DE RENDIMENTO DO TRATOR

Figura 59
O Monitor de Rendimento do trator aparece no lado
direito do painel de instrumentos. A figura ao lado
mostra o monitor com todos os mostradores ativa-
dos, para efeitos de demonstração. Os mostradores
incluem:

• Área prevista por hora (hectares ou acres).

• Área acumulada (hectares ou acres).

• Engate operante (Somente com Tração Cons- 59


tante Eletrônica).

• Deslizamento das rodas (%) – com opção de


radar.

• Posição do levantador (Somente com Tração


Constante Eletrônica).

• Levantador inoperante (Apenas com Tração


Constante Eletrônica).

• Códigos de avarias do sistema hidráulico (so-


mente com tração constante eletrônica – mos-
trará automaticamente a presença de qualquer
anomalia).

IMPORTANTE: Antes de efetuar quaisquer opera-


ções de solda a arco no trator ou no equipamento
a ele acoplado, desligar todos os fios de corrente e
de massa para o painel de instrumentos/Monitor de
Rendimento de forma a evitar quaisquer possíveis
danos nos componentes eletrônicos.

Área Prevista por Hora - Figura 60

Tocar no botão ÁREA/HORA (4), a indicação “ÁREA/


HORA” (5), aparecerá juntamente com a previsão (1)
da área que será trabalhada numa hora, se continu-
ar a média do trabalho que está sendo executada.
Aparecerá a indicação “0” sempre que o implemento
for levantado.

Quando no modo métrico, indicado por “M” (2), a


previsão será em hectares. No modo das medidas
inglesas, indicado por “FT” (3), a previsão será em
acres. Ver “Programação do Monitor de Rendimento 60
do Trator”.

NOTA: Se o radar não estiver instalado, os cálculos


da área por hora baseiam-se na velocidade do eixo
e estão sujeitos a imprecisões causadas pela pati-
nagem das rodas que possa ocorrer.

2-37
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

Acumulador de Área - Figura 61


A área acumulada (1) (área total trabalhada) pode
ser mostrada, pressionando-se o botão “ÁREA” (4).
Aparecerão as indicações “ÁREA” e “ON” (5).

Quando o modo métrico está ativado, indicado


pela letra “M” (2), a área acumulada corresponde a
hectares. No modo inglês, indicado por “FT” (3), a
área será em acres. Ver “Programação do Monitor
de Rendimento do Trator”.

Tocar no botão “ÁREA” mais uma vez e a palavra 61


“OFF” (6) aparecerá, desaparecendo a palavra “ON”.

A área acumulada liga e desliga automaticamente


sempre que o implemento desce e sobe. Se necessá-
rio, a contagem da área pode ser ligada e desligada
manualmente através da ligação de um interruptor
na tomada do “Status” do implemento, no painel de
corrente dos acessórios.

No modo métrico, o mostrador (1) começa a acumu-


lar em incrementos de 0,01 hectares. Ao alcançar
100,0 hectares, a acumulação de área continua,
em incrementos de 0,1 hectares até alcançar 1000.
A partir de então, o acumulador passará a acumular
hectares completos. Ao atingir 999 hectares, o mos-
trador volta a zero.

No modo imperial, a acumulação inicia-se em in-


crementos de 0,1 acres. Ao atingir 1000 acres, a
acumulação da área continua em acres completos.
Ao completar 999 acres, o mostrador volta a zero.

A acumulação da área pode ser zerada a qualquer


momento, pressionando o botão “ÁREA” (4), até se
ouvir um “bip” no alarme sonoro (durante cerca de
3 segundos).

NOTA: Se o radar não estiver instalado, os cálculos


da área por hora baseiam-se na velocidade do eixo
e estão sujeitos a imprecisões causadas pela pati-
nagem das rodas que possa ocorrer.

2-38
SEÇÃO 2

Patinagem das Rodas (com opção do radar) -


Figura 62
Tocar no botão seletor “SLIP” (3). A indicação “%
SLIP” (2) e “ON” (4) aparecerá juntamente com um
valor de dois dígitos (1) no mostrador principal. Este
valor de patinagem é detectado pela comparação
entre a velocidade teórica (sensor de rotação do
eixo) e a velocidade real (sensor do radar).

A calibragem da patinagem ocorre automaticamente.


No entanto, quando se encontram condições do solo
que variam numa grande escala, torna-se necessário
proceder à calibragem manual da porcentagem de 62
patinagem das rodas, da seguinte forma:

Conduzir o trator nas condições de solo onde se


vai trabalhar, com o implemento levantado, a uma
velocidade constante inferior a 16 km/h (10 MPH).
Isto determinará a patinagem mínima das rodas,
em condições leves de trabalho, que será usado
como ponto de referência. Pressionar o botão SLIP
(3), pelo menos durante 3 segundos. Um “bip” do
alarme e um “0” no mostrador (1), indica que o
computador foi calibrado para uma situação de pa-
tinagem mínima.

Alarme de Patinagem (com radar) - Figura 63


Poderá ser programado um ponto de alarme para
informar o operador quando a patinagem das ro-
das exceder o valor pretendido. Ver “Programação
do Monitor de Rendimento do Trator”. Quando a
patinagem exceder o valor programado, o alarme
soará durante 5 segundos. Se for selecionada uma
percentagem de patinagem, será mostrada nor-
malmente a indicação “% SLIP” (2). Além disso, a
indicação “ALARM” (3) piscará e assim continuará
até que a patinagem seja reduzida abaixo do nível
previamente programado.
63

Se a patinagem das rodas não aparecer, tanto a


indicação “% SLIP” (2) como a indicação “ALARM”
(3), piscarão até que as condições de patinagem
regressem a um valor inferior aonível programado.

2-39
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

Símbolo de Engate Operante (apenas com


Tração Constante Eletrônica) - Figura 64
O símbolo de engate operante (1) aparece para
informar o operador quando o engate de 3 pontos
está sincronizado com a alavanca de comando do
levantador hidráulico. Ver “TRAÇÃO CONSTANTE
ELETRÔNICA” na seção 3.

Mostrador da Posição do Engate (apenas com


Tração Eletrônica) – Figura 64
O mostrador (2) informa o operador sobre a posição
dos braços inferiores (e do implemento), por meio
de números que vão de “0” (posição completamente
abaixada) até “99” (elevação máxima do levantador).
Ver “Sistema de Tração Eletrolink” na seção 3.

Símbolo do Levantador Inoperante (apenas


com Tração Constante Eletrônica) – Figura 64 64
O símbolo do levantador inoperante (1) aparece para
informar o operador quando o engate de 3 pontos
não está sincronizado com a alavanca de comando
do levantador hidráulico. Ver “Sistema de Tração
Eletrolink” na seção 3.

PROGAMAÇÃO DO MONITOR DE
RENDIMENTO DO TRATOR

Figura 65
Para que o computador possa calcular corretamente
o trabalho efetuado (área por hora, área acumulada,
etc.), devem ser introduzidos vários fatores no com-
putador para que o trabalho possa ser apresentado
corretamente. Para entrar no modo de ajuste do
monitor, ligar a chave de partida, pressionar o botão
“SET UP” (1), até ouvir um “bip” do alarme (aproxi-
madamente 3 segundos).

Quando estiver no modo de programação, tocando


repetidamente no botão SET UP (1), fará o compu-
tador percorrer as cinco funções de programação,
pela ordem a seguir indicada. Ao selecionar cada
uma das funções, a indicação apropriada aparecerá 65
na parte inferior do mostrador (LCD).

2-40
SEÇÃO 2

Função Apresentada
1. Largura do implemento IMP WIDTH
2. Ponto de alarme da patinagem
(opcional) % SLIP ALARM
3. Área pré-estabelecida ÁREA
4. Medição da distância ON DIST
5. Seleção das unidades
inglesas/métricas FT ou M

Tocando novamente no botão SET UP, repete-se a


seqüência acima indicada. Como alternativa, para
sair do modo de programação, desligar a chave de
partida.

Estabelecer as funções pela seguinte ordem:

Ajustar a Largura do Implemento – Figura 66


Para que o computador possa calcular o trabalho
efetuado, deve ser introduzida na memória a largura
útil do implemento que está sendo utilizada.

A largura do implemento é um valor constituído por


quatro dígitos e aparecerá como “00,00” metros (1)
ou “000,0” pés, com o dígito esquerdo piscando. “IMP
WIDTH” (3) surgirá também e “M” (2) ou “FT” para
indicar as medidas métricas ou inglesas.

66
Figura 67
Para estabelecer a largura do implemento, de, di-
gamos 12,5 pés, torna-se necessária a indicação
“012,5”. Tocar no botão DIGIT SELECT (1), para
que o segundo dígito da esquerda comece a piscar.
Tocar no botão “DIGIT SELECT” (2) para mudar o
dígito piscando de “0” para “1”. Utilizar os botões
DIGIT SELECT e DIGIT SET para alterar os restantes
dígitos, até que apareça “012,5”.

NOTA: A área medida apenas será exata se não hou-


ver sobreposições quando o trator fizer o retorno no
fim de uma linha para fazer outra passagem. Como
alternativa, a largura do implemento programado na
memória do computador pode ser reduzida pelo
valor calculado da sobreposição.
67
Com a largura do implemento apresentada no mos-
trador, tocar no botão SET UP para acessar a me-
mória e alterar o mostrador para o ponto de alarme
da patinagem.

2-41
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

Ajustar o Ponto de Alarme de Patinagem


(opção) - Figura 68

NOTA: Se a unidade opcional de radar não estiver


instalada, a função do alarme de patinagem será
omitida da esquerda.

O ponto do alarme de patinagem aparecerá como


um mostrador de dois dígitos (1), com o dígito do
lado esquerdo piscando. Aparecerão também as
indicações “% SLIP” (2) e “ALARM” (3).

68

Figura 69
Use os botões DIGIT SELECT e DIGIT SET (1) e (2)
para alterar o valor para a regulagem pretendida.
Se não pretender o alarme da patinagem, ajustar o
mostrador para “00”.

Com o ponto do alarme estabelecido, tocar o botão


SET UP (4), Figura 68, para armazenar o ponto de
alarme na memória e alterar o mostrador para apre-
sentar a área pré-estabelecida.

69
Área Pré-estabelecida - Figura 70
Normalmente, a área poderá ser ajustada para zero,
pressionando o botão ÁREA (3), até se ouvir um
“bip” do alarme (aproximadamete 3 segundos). No
entanto, é possível introduzir um valor diferente de
zero e medir assim uma área adicional cultivada. A
área medida durante a operação anterior pode ser
colocada na memória ou pode-se programar, no
início do trabalho, um cálculo da sobreposição do
implemento.

A área pré-estabelecida aparecerá como um mos-


trador de quatro dígitos (1), com o dígito esquerdo
piscando. No mostrador aparecerá também “ÁREA”
(2). Usar os botões DIGIT SET e DIGIT SELECT,
conforme anteriormente descrito, para alterar o valor
70
para a regulagem pretendida ou para zero.

Tocar o botão SET UP para acessar a memória e alte-


rar o mostrador para mostrar a distância acumulada.

2-42
SEÇÃO 2

Modo de Medição de Distâncias - Figura 71


Ao acessar este modo, o mostrador apresentará
“DIST OFF” (2) e, “FT” ou “M” (3), dependendo de
terem sido escolhidas as unidades inglesas ou mé-
trica. Aparecerá também “0” no mostrador (1).

Para iniciar a medição de distância, tocar no botão


ON/OFF (5). O mostrador apresentará uma distância
percorrida constantemente mudando, enquanto o
motor estiver funcionando. Para parar a medição da
distância, tocar novamente no botão ON/OFF.
71
Tocar o botão SET UP (4) para acessar a memória e
alterar o mostrador de forma a apresentar a seleção
de unidades inglesas/métricas.

Estabelecer Unidades Inglesas/Métricas -


Figuras 72
O mostrador digital do monitor estará em branco,
com FT ou M (1), piscando e as correspondentes
velocidades em km/h ou MPH piscando no mostra-
dor central.

Se as indicações da medida métrica “M” e km/h esti-


verem piscando, mas a medida inglesa “FT” (pés) e
MPH for a pretendida, tocar nos botões RESET (2) ou
(3), para alterar o mostrador. Tocar novamente num
dos botões RESET para voltar às medidas métricas.
72

Quando as medidas pretendidas estiverem no mos-


trador (inglesas ou métricas), tocar no botão SET UP
(4), para acessar a memória e alterar o mostrador
para ajustar a medida da largura do implemento.

Saída do Modo de Configuração - Figura 73


Para sair do modo de configuração, pressionar o
botão SET UP (4) durante 3 segundos, quando então
se ouvirá um “bip” do alarme sonoro e o mostrador
passará para o modo “ÁREA/hour”. Como alternativa
para sair deste modo, desligar a chave de partida.

O Monitor de Rendimento do Trator está agora pro-


gramado para ser utilizado.

73

2-43
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

Símbolos de Aviso de Anomalias - Figura 74


Na eventualidade rara de ocorrer uma avaria nos
circuitos do painel de instrumentos ou da transmissão
eletrônica (somente transmissão Dual Command), o
símbolo de aviso de anomalia (3), piscará e apare-
cerá um código de avaria no mostrador. Consultar o
seu Concessionário Case IH.
O código de avarias é composto por um número de
um ou dois dígitos. Os códigos de avarias do painel
de instrumentos e da Unidade Eletrônica de Geren-
ciamento (EMU) aparecerão no mostrador principal
(1). Os códigos de avarias da transmissão aparece-
rão precedidos pela letra “E”, como mostra a figura. 74

O código indica o circuito do trator ou um sensor no


qual se situa a anomalia, bem como o respectivo tipo,
por exemplo, curto-circuito, circuito aberto, avaria do
sensor, etc. Neste caso, o trator terá que ser assistido
pelo seu Concessionário Case IH.

CALIBRAÇÃO DE VELOCIDADE - Figs. 75 e 76


Requerido quando:
• Foram instalados diferentes tamanhos de pneus.
• O painel de instrumento foi substituído.
• Foi retirado ou instalado radar.

Procedimento:
Dar partida ao motor e entar no modo de calibração
de velocidade apertando a tecla de velocidade (1),
Figura 75.
Demarcar uma distância de 122 m em linha reta.
Ao iniciar o percurso pressionar a tecla de velocidade (1),
Figura 75, ligando o sistema e ao final do percurso
pressione novamente a mesma tecla, desligando o
sistema. 75
O número que aparecer no painel é a nova calibra-
ção, desligar a chave de partida para armazenar
esse valor.
Em tratores com radar, não é necessário efetuar a
calibração, mas sim introduzir o valor constante de
4018. Para entrar no programa, seguir os seguintes
passos:
1. Ligar a chave de partida.
2. Apertar a tecla de velocidade (1) por três segun-
dos. O programa entrará em modo de calibra-
ção.
3. Utilizar a tecla de dígito (2) e a tecla de seleção
do valor do dígito (3) para introduzir o valor da
constante.
4. Desligar a chave para armazenar o novo valor. 76

2-44
SEÇÃO 2

Para mudar de km/h para MPH - Figura 77


Ligar a chave de partida enquanto pressiona o in-
terruptor (1), lado preto, do acionamento manual do
bloqueio do diferencial.

Para mudar de MPH para km/h - Figura 77


Ligar a chave de partida enquanto pressiona o inter-
ruptor (2), lado amarelo, do acionamento automático
do bloqueio do diferencial.
1 2

NOTA: Os interruptores estão instalados no console 77


do lado direito.

2-45
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

PAINÉIS DE INSTRUMENTOS
ANALÓGICO E ANALÓGICO/DIGITAL

Encontram-se disponíveis dois tipos de painéis de


instrumentos analógicos, dependendo dos modelos
e do nível de especificações. A Figura 78 mostra o
painel de instrumentos analógico. A Figura 79 mostra
a versão analógico/digital.

A seção superior de ambos os painéis de instru-


mentos é constituída por 21 luzes coloridas (1) que
fornecem informações sobre o funcionamento ou
avisam sobre qualquer anomalia no sistema. 78

Ambos os painéis de instrumentos são dotados de


três indicadores analógicos (2), (3) e (4). O painel
representado na Figura 79 apresenta, além disso,
um mostrador de cristal líquido (LCD) no lado direito,
com duas luzes de aviso adicionais.

Os instrumentos e o mostrador de cristal líquido


são iluminados quando se ligam os faróis do trator.
O painel de instrumentos é também dotado de uma
função de alarme sonoro.

INDICADORES

Indicador da Temperatura do Sistema de


Arrefecimento do Motor - Figuras 78 e 79
O indicador de temperatura (2), indica a temperatura
do líquido de arrefecimento do motor. Se o ponteiro 79
entrar na zona direita (vermelha) com o motor fun-
cionando, parar imediatamente e investigar a causa.
O tacômetro indica a velocidade do motor em rota-
Indicador de Combustível - Figuras 78 e 79 ções por minuto. Cada divisão da escala representa
Este indicador (3) mostra o nível de combustível no 100 rpm. Assim, quando o ponteiro indica “20”, isso
tanque de combustível e somente funciona com a significa que o motor está trabalhando a 2000 rpm.
chave de partida ligada.
Existem 3 símbolos da TDF na escala do tacômetro.
Horímetro - Figuras 78 e 79 O símbolo branco “540” da TDF indica a velocidade
do motor à qual se obtém a velocidade de 540 rpm
O horímetro (4) consiste de um horímetro e um
da TDF. O símbolo amarelo “540” da TDF indica a
tacômetro. O horímetro registra o nº total de horas
velocidade do motor à qual se obtém a velocidade
que o trator trabalhou. As horas registradas devem
de 540 rpm da TDF na gama econômica.
ser utilizadas como referência para determinar os
intervalos de manutenção recomendados.
O símbolo branco “1000”, indica a velocidade do
motor à qual se obtêm a velocidade da TDF de
1000 rpm.

2-46
SEÇÃO 2

80

Luzes Indicadoras e de Aviso - Figura 80 5. Partida a frio – A luz acenderá quando a partida a
As vinte e uma luzes coloridas, representadas na frio permanecer ativada depois de ligar a chave
Figura 80, fornecem informações sobre o funciona- de partida. Ver “Partida do Motor”, na seção 3.
mento ou avisam sobre qualquer avaria no sistema. 6. Freio de estacionamento – Com a chave de
As luzes são comuns a ambos os painéis e a sua partida ligada, a luz piscando indica que o freio
iluminação pode ser acompanhada por alarmes está aplicado.
sonoros críticos ou não críticos.
Se o interruptor de partida for desligado e o freio
 As luzes funcionam como a seguir se indica: de estacionamento não estiver aplicado, soará
continuamente um alarme sonoro durante um
mínimo de dois minutos até que o freio seja
aplicado.
Fila Superior – da esquerda para a direita

1. Nível do líquido de arrefecimento – A luz piscan- _______ ADVERTÊNCIA _______


do indica que o nível do líquido de arrefecimento Para evitar acidentes pessoais, aplicar sempre o freio
está abaixo do nível especificado. Parar o motor de estacionamento antes de deixar o compartimento
e investigar a causa. Ver “Manutenção” na seção do operador.
4.
7. Água no combustível – A luz acenderá se for
2. Pressão do óleo do motor – A luz sempre acesa detectada a presença de água no combustível.
indica baixa pressão do óleo do motor. Parar o Parar o trator e limpar os filtros de combustível
motor e investigar a causa. para evitar danos no sistema de injeção.
3. Alternador – A luz sempre acesa indica que o 8. Filtro de óleo da transmissão obstruído – A luz
alternador não está carregando. sempre acesa, acompanhada pelo alarme não
crítico, indica que o(s) filtro(s) de óleo da trans-
4. Filtro de ar – Sempre acesa significa que o filtro missão está/estão obstruídos ou parcialmente
de ar está obstruído ou parcialmente obstruído. obstruídos. Parar o motor e limpar o(s) filtro(s)
Parar o trator e limpar o filtro de ar para evitar para evitar danos na transmissão.
a ocorrência de danos no motor.

2-47
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

81

Figura 81 15. Luz de posição – Acende quando as luzes de


9. Baixa pressão no óleo da transmissão – A luz posição estão ligadas.
sempre acesa indica que a pressão do circuito
do óleo da transmissão é baixa. Parar o motor 16. Indicador da transmissão direta – Acende para
e investigar a causa. indicar que a transmissão está em Direta.

Apenas tratores com bomba CCLS – A luz


17. Indicador de redução – Acende para indicar que
piscando indica que os filtros de entrada da
a transmissão está ligada em redução.
bomba e de pressão estão total ou parcialmente
obstruídos, causando baixa pressão da bomba.
18. Tração nas quatro rodas – Acende quando se
Limpar o mais rapidamente possível, mas nunca
liga a tração dianteira. Ver “Tração dianteira”.
mais de 1 hora depois do aviso.

Fila Inferior – da esquerda para a direita 19. Bloqueio do diferencial – Acende quando os
11. Indicador de direção esquerdo – A luz pisca diferenciais estão com o bloqueio ligado. Ver
juntamente com o indicador esquerdo do trator. “Bloqueio dos diferenciais dianteiro e traseiro”,
nesta seção.
12. Indicador de direção do reboque – A luz pisca
juntamente com os indicadores do trator/rebo-
20. A luz sempre acesa indica que o nível do óleo
que, se houver reboque.
dos freios/embreagem está baixo. Parar o motor
13. Indicador de direção do reboque – A luz pisca e investigar a causa.
juntamente com os indicadores do trator/rebo-
que, se houver dois reboques. 21. Indicador direito de direção – A luz piscará simul-
taneamente com o indicador direito de direção
14. Luz alta – Acende quando os faróis estão na
do trator.
posição de luz alta.

2-48
SEÇÃO 2

MOSTRADOR DE CRISTAL LÍQUIDO (LCD)


(Somente Painel de instrumentos Analógico/
Digital) - Figura 82

O painel do lado direito está dividido em dois mos-


tradores separados, tendo cada um uma luz de
aviso e um mostrador de cristal líquido. Na figura
ao lado mostram-se todos os mostradores ativados
para servirem como referência. Consultar o texto
que se segue.

82

Mostrador Digital Superior - Figura 83


Quando a TDF está girando, aparecerá a seta (2)
apontando para o símbolo da TDF. No mostrador (1)
aparecerá a velocidade do eixo da TDF traseira. Ver
“Tomada de Força Traseira” na seção 3.

83

Figura 84
Se o seu trator estiver equipado com Levantador
Hidráulico com Gerenciamento Eletrônico (EDC),
ao ser desengatada a TDF o mostrador mudará.
Aparecerá a seta (1) apontando para o símbolo do
hidráulico. O mostrador digital (2) que se encontra
por baixo indica a posição dos braços do hidráulico
(e implemento) por meio de números que vão de “0”
(braços totalmente abaixados) até “99” (totalmente
levantados). O mostrador apresentará também os
códigos de avarias (erros) da Tração Constante
Eletrônica. Ver “Sistema de Tração Eletrolink” na
seção 3.
84

2-49
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

Mostrador Digital Inferior - Figura 85


A luz de aviso de hidráulico inoperativo (1) acenderá
quando a posição de ligação dos 3 pontos estiver
defazada em relação à alavanca de comando do
levantador. Ver “Sistema de Tração Eletrolink” na
seção 3.

Aparecerá permanentemente no mostrador de cristal


líquido (2), indicando a velocidade de deslocamento
do trator, em km/h ou MPH. O mostrador pode ser
alterado utilizando o interruptor do bloqueio do dife-
rencial, adjacente à janela do lado direito.
85

Para mudar de km/h para MPH - Figura 86


Ligar a chave de partida enquanto pressiona o in-
terruptor (1), lado preto, do acionamento manual do
bloqueio do diferencial.

Para mudar de MPH para km/h - Figura 86


Ligar a chave de partida enquanto pressiona o inter-
ruptor (2), lado amarelo, do acionamento automático
do bloqueio do diferencial.

1 2
NOTA: Os interruptores estão instalados no console
do lado direito.
86

2-50
SEÇÃO 2

Luz de Aviso de Anomalias - Figura 87


No caso, muito raro, de ocorrer uma avaria nos
circuitos elétricos, a luz de aviso de anomalia (1)
piscará durante cerca de 5 segundos, acompanhada
por um código de avaria num dos mostradores de
cristal líquido (2) ou (3). Consultar o seu Concessio-
nário Case IH.

87

Luz de Aviso de Anomalias - Figura 88


Para indicar a área de avaria, uma das 3 setas (1),
(2) ou (3) piscará. O símbolo imediatamente acima
de cada seta indica a área principal onde ocorreu a
avaria, da seguinte forma:

a) Sistema do levantador hidráulico.

b) Transmissão.

c) Qualquer função da Unidade Eletrônica de


Gerenciamento (TDF, bloqueio dos diferenciais,
88
tração dianteira, etc.

ATENÇÃO: Os códigos de avarias que aparecem no


mostrador de cristal líquido (LCD) são considerados
de natureza crítica e, deste modo, o trator imobilizar-
se-á. O código de avaria e a luz de aviso continuarão
piscando até que a avaria seja retificada ou até que
se desligaue a chave de partida. Neste caso, o tra-
tor irá necessitar da assistência do Concessionário
Case IH.

NOTA: Cada vez que se liga a chave de partida, a


luz de aviso e o código de avaria piscarão durante
um curto espaço de tempo.

2-51
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

TRANSMISSÃO “SYNCHRO
COMMANDTM” 15 X 12

Todas as alavancas de velocidades bem como os


aceleradores estão codificados com a cor laranja.

Esta transmissão totalmente sincronizada oferece


15 velocidades para a frente e 12 em marcha à ré.

89
Figura 89
O funcionamento opera-se por meio da alavanca
principal (3) da alavanca de gamas (1) e da ala-
vanca de inversão (2), juntamente com o pedal da
embreagem.

Alavanca Principal das Mudanças - Figura 90


A alavanca principal das mudanças, juntamente com
o pedal da embreagem, usa-se para mudar qualquer
uma das cinco relações, quer o trator esteja parado
ou em movimento.

90
Alavanca de Gamas - Figura 89
A alavanca do lado direito, 1, é a alavanca de gamas,
a qual em conjunto com o pedal da embreagem,
se utiliza para selecionar uma das três relações (A
– gama de velocidade mais baixa; B e C – gamas
das velocidades mais altas). A transmissão tem 12
velocidades à ré. O desenho da transmissão permite
fáceis mudanças de velocidade dentro da mesma
gama, incluindo a marcha à ré, com o trator em
movimento. Para mudar de uma gama para outra,
parar o trator.

2-52
SEÇÃO 2

Alavanca de Inversão - Figura 91


A alavanca de inversão (lado esquerdo) é utilizada
para selecionar o sentido de marcha avante ou
ré, ao engatar qualquer uma das marchas, desde
que o pedal da embreagem esteja acionado. Para
inverter o sentido de marcha, reduzir a rotação do
motor ao mínimo, parar o trator, pressionar o pedal
da embreagem e deslocar a alavanca de inversão
para a frente ou para trás, conforme o sentido de
deslocamento desejado.

_______ ADVERTÊNCIA _______


Para evitar o movimento inadvertido do trator, ter o 91
cuidado de evitar o contato acidental com as alavan-
cas das mudanças. Parar sempre o trator, aplicar
firmemente o freio de estacionamento e colocar
todas as alavancas das mudanças em neutro antes
de descer do trator.

NOTA: Quando trabalhar a temperaturas inferiores


a –18oC (0o F) com o óleo da transmissão frio, evitar
a utilização do sistema de inversão, tanto quanto
possível, até que o óleo aqueça.

IMPORTANTE: Pressionar a fundo o pedal da em-


breagem ao mudar de velocidade. Se pressionar
apenas parcialmente o pedal ao efetuar uma mudan-
ça, poderá danificar os componentes da transmissão.
Para evitar o desgaste prematuro, nunca utilizar o
pedal da embreagem como um descanso para o pé.

IMPORTANTE: Se for necessário rebocar o trator,


todas as alavancas das mudanças devem ser
colocadas na posição de neutro antes de parar o
motor pois, caso contrário, poderão verificar-se da-
nos nos componentes da transmissão durante o re-
boque. Se estiverem instaladas as super-reduzidas,
a respectiva alavanca deve ser colocada na posição
de desengatada.

ALARME SONORO DE RÉ E LUZ DE RÉ (QUAN-


DO INSTALADO)
Ao engrenar a marcha ré (modelos com transmissão
mecânica e transmissão powershift) um sinal sonoro
será emitido. Esse dispositivo de segurança alerta
outras pessoas sobre a reversão do sentido de
movimento do trator evitando eventuais acidentes.

Nunca altere ou desative o alarme sonoro de ré


e seus componentes. Procure imediatamente um
Concessionário CaseIH caso o sistema deixe de
funcionar.
2-53
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

DECALQUES DE VELOCIDADES - Figuras 92 KPH 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26 28 30 32 34 36 38 40


1
Uma decalcomania idêntica à indicada está afixada 2
no canto inferior dianteiro da janela do lado direito. A 3
4
1500 1970 2300

Esta decalcomania mostra a velocidade aproximada 5


1
do trator em todas as relações, nas três faixas alter- 2
540 @ 1970

nativas de rotação do motor. B 3


4
15 X 12

5
1
A extremidade esquerda de cada bloco representa 2

uma rotação do motor de 1500 rpm e a extremidade


C 3
4
5
direita mostra a rotação nominal do motor (2200 MPH 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24

rpm). Um ponto branco no centro de cada bloco


92
representa a rotação do motor à qual se obtém a
velocidade de 540 rpm na TDF (1970 rpm).

Para encontrar a velocidade de deslocamento do


trator a 1970 rpm do motor, em 4a na gama C, seguir
o ponto branco no bloco C4 até a linha dos km/h.
No exemplo indicado, a velocidade de deslocamento
indicada é de 11 km/hora (6,8 MPH).

Tabelas das Velocidades de Deslocamento


As tabelas constantes das páginas que se seguem
mostram as velocidades de deslocamento do trator
em km/hora e em MPH. Para encontrar as veloci-
dades de deslocamento do seu trator em qualquer
marcha, utilizar a coluna que contenha a dimensão
do pneu traseiro do seu trator.

2-54
SEÇÃO 2

VELOCIDADES DE DESLOCAMENTO em km/h à Rotação Nominal do Motor (2300 rpm) com


transmissão de 30 km/h (15 x 12)

Pos. da alavanca Medida do Medida do Medida do


de mudanças pneu traseiro pneu traseiro pneu traseiro
Alavanca Alavanca 18.4‑38 R1 20.8‑38 R1 24.5‑32 R1
Marcha das gamas principal
Avante
F1 A 1 2,75 2,90 2,85
F2 A 2 3,45 3,63 3,57
F3 A 3 4,33 4,56 4,48
F4 B 4 5,38 5,66 5,57
F5 A 5 6,69 7,05 6,93
F6 B 1 5,91 6,22 6,12
F7 B 2 7,41 7,80 7,67
F8 B 3 9,29 9,79 9,62
F9 B 4 11,54 12,15 11,95
F10 B 5 14,37 15,13 14,88
F11 C 1 12,63 13,30 13,08
F12 C 2 15,84 16,68 16,40
F13 C 3 19,87 20,92 20,57
F14 C 4 24,67 25,98 25,54
F15 C 5 30,71 32,34 31,80
Marcha à Ré
R1 A 1 2,77 2,91 2,86
R2 A 2 3,47 3,65 3,59
R3 A 3 4,35 4,58 4,50
R4 A 4 5,40 5,69 5,59
R5 B 1 5,94 6,25 6,15
R6 B 2 7,45 7,84 7,71
R7 B 3 9,34 9,84 9,67
R8 B 4 11,60 12,22 12,01
R9 C 1 12,70 13,37 13,15
R10 C 2 15,92 16,77 16,49
R11 C 3 19,97 21,02 20,67
R12 C 4 24,80 26,11 25,67

2-55
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

TRANSMISSÃO “POWERSHIFT”

A “Powershift” é uma transmissão semi-powershift


controlada eletronicamente. Os comandos da trans-
missão, bem como os comandos do acelerador estão
codificados com a cor laranja.

As transmissões indicadas a seguir estão dispo-


níveis, sujeitas às disposições legais no país de
destino:

Transmissão de 40 km/h – 18 velocidades para a


frente e 6 em marcha à ré, além de 13 x 6 opcionais
nas gamas super-reduzidas.

IMPORTANTE: Um trator equipado com transmissão


“Powershift” não pode ser rebocado para partida no
tranco e não deve ser rebocado por outro que não
seja apenas para o retirar do campo ou para colocá-
lo em cima do caminhão ou carreta.

ALARME SONORO DE RÉ E LUZ DE RÉ (QUAN-


DO INSTALADO)
Ao engrenar a marcha ré (modelos com transmissão
mecânica e transmissão powershift) um sinal sonoro
será emitido. Esse dispositivo de segurança alerta
outras pessoas sobre a reversão do sentido de
movimento do trator evitando eventuais acidentes.

Nunca altere ou desative o alarme sonoro de ré


e seus componentes. Procure imediatamente um
Concessionário CaseIH caso o sistema deixe de
funcionar.

Controle do “Powershift” - Figura 93


A transmissão “Powershift” é atuada por meio de um
comando tipo tecla, centralizado por mola; e botão
no comando do “Powershift” (1). Pressinando a parte
superior da tecla, efetua-se suavemente as mudan-
ças ascendentes e pressionando a parte inferior 1
efetua-se as mudanças descendentes. As mudan-
ças de gama são obtidas pressionando e mantendo
pressionado o botão enquanto pressiona-se a tecla.

IMPORTANTE: Nunca mude de uma gama para


outra quando estiver trabalhando com equipamen-
to que penetra no solo (arados, etc.), pois o trator
parará bruscamente. 93

2-56
SEÇÃO 2

Controle do “Powershift” - Figura 94


O comando do “Powershift” é utilizado para selecio-
nar uma de seis relações. As relações 1 a 6 podem
ser selecionadas seqüencialmente em cada uma das
1
gamas, usando a tecla (2). A necessidade de efetuar
2
uma mudança de gama é indicada por meio de um
sinal sonoro ao ser atingido o limite das velocidades
do powershift.
3
Para passar para a gama mais alta seguinte pres-
sionar o botão das gamas (1) e pressionar a parte
superior da tecla (2) ou acionar momentaneamente o
pedal da embreagem e pressionar a parte superior da 94
tecla. Para baixar uma gama, pressionar o botão das
gamas (1) e pressionar parte inferior da tecla (2) ou
acionar momentaneamente o pedal da embreagem
e pressionar a parte inferior da tecla. Um mostrador
digital (3) e LED’s próximos ao comando do power-
shift indicam a gama e a velocidade selecionadas.

Alavanca de Inversão - Figura 95


A alavanca de inversão (1), localizada à esquerda do
volante, serve para selecionar o sentido de marcha
para a frente ou para trás. A alavanca possui uma
mola para evitar o seu deslocamento acidental. Não
é necessário pressionar o pedal da embreagem ao
atuar a alavanca de inversão.

NOTA: Se a alavanca de inversão for deslocada para


a frente ou para trás com o freio de estacionamento
aplicado, ouvir-se-á um sinal sonoro. Além disso, a
transmissão não pode ser selecionada para a frente
ou para trás a não ser que o operador esteja aco-
modado em seu assento e: 95
O pedal da embreagem seja aplicado e liberado com
a alavanca de inversão em neutro.
OU
O freio de estacionamento seja desaplicado com a ADVERTÊNCIA
alavanca de inversão em neutro.
Para evitar o movimento acidental do trator, parar
sempre o motor, colocar a alavanca de inversão
NOTA: Quando trabalhar a temperaturas ambiente em neutro e aplicar firmemente o freio de estacio-
inferiores a –18oC (0oF), com o óleo da transmissão namento antes de descer do trator. A transmissão
frio, evitar inversões de marcha, tanto quanto pos- não evitará que o trator se desloque, mesmo com o
sível, até que o óleo tenha aquecido. motor parado.

2-57
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

Pedal da Embreagem - Figura 96


O pedal da embreagem (1) está instalado mas não é
necessário para as mudanças de marcha, de gama
ou de inversão.

Este pedal é apenas necessário para deslocar o tra-


tor para acoplá-lo ao equipamento ou para trabalhar
em espaços muito reduzidos, quando as relações,
mesmo baixas, não garantem uma velocidade sufi-
cientemente lenta, a rotações moderadas/baixas do
motor, de forma a assegurar um controle rigoroso.

96
IMPORTANTE: Para evitar desgaste prematuro, não
utilizar o pedal da embreagem como um descanso
para o pé.

Conduzindo o Trator - Figura 97


Dar partida no motor com a alavanca de inversão em
neutro e o pedal da embreagem acionado. O mos-
trador de cristal líquido no painel de instrumentos e
próximo ao comando do “Powershift”, mostrará “N”
(neutro) e “B1”. (Ao funcionar inicialmente o motor,
o controle eletrônico selecionará automaticamente
a 1ª relação na gama B).

NOTA: Os interruptores de segurança de partida em


neutro evitam a atuação do motor de partida a não
ser que a alavanca de inversão esteja em neutro e 97
o pedal da embreagem acionado.

Figura 98
Para o sentido de marcha para a frente, com o motor
em marcha lenta, levantar a alavanca de inversão
(1) e deslocá-la para a frente.

98

2-58
SEÇÃO 2

Figura 99
Quando o trator estiver se deslocando, selecionar 1
a relação pretendida com a tecla (1) conforme an-
teriormente descrito. Como exemplo, no mostrador
indicado em (2), “F” indica velocidade para a frente
e “B3” indica que está selecionada a 3a velocidade
da gama B.

NOTA: Poderá ser selecionada uma relação alternati-


2
va mais baixa ou mais alta antes de iniciar a marcha.
No entanto, se for selecionada uma velocidade mais
alta do que C1, o controle eletrônico selecionará C1, 99
que é a velocidade mais alta permissível quando se
inicia a marcha. Se, por exemplo, for selecionada a
4a velocidade da gama C antes de sair com o trator,
o LED do C4 ficará piscando e o LED do C1 ficará
aceso. O trator arrancará em C1 e mudará seqüen-
cialmente até à velocidade selecionada assim que
a carga do motor, rotação do motor e velocidade de
deslocamento estiverem otimizados. Os LED’s de
C2 e C3 acenderão logo que estas relações sejam
automaticamente selecionadas e, em seguida, o
LED do C4 deixará de piscar e ficará sempre aceso
à medida que for conseguida a velocidade corres-
pondente a C4.

Ao efetuar uma mudança ascendente ou descenden-


te para uma gama alternativa, a transmissão selecio-
nará automaticamente a relação mais próxima para
uma mudança suave. Por exemplo, se se deslocar
para a frente na relação mais alta na gama A (A6)
quando se fizer uma mudança de gama para cima,
será selecionado B2.

Figura 100
Para inverter o sentido de marcha, reduzir a velo-
cidade do motor, levantar a alavanca de inversão
(1) em direção ao volante, e em seguida deslocá-la
para baixo.

NOTA: Ao inverter o sentido de marcha de avante


para ré, será selecionada a relação mais próxima.
Como apenas a gama B está disponível em marcha
à ré, a velocidade em marcha à ré poderá ser dife-
rente da velocidade selecionada na relação para
a frente. Por exemplo, se for selecionado C3 em
marcha avante, a relação mais próxima (B6) será
selecionada quando se deslocar a alavanca para a
posição de deslocamento em marcha à ré.
100

2-59
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

Figura 101
Ao conduzir o trator em qualquer das direções, e em
velocidade superior a 3 km/h (2 MPH), com uma car-
ga pesada na traseira do trator, acionar ligeiramente
os freios antes de atuar a alavanca de inversão (sem
acionar o pedal da embreagem) para aumentar a
suavidade na inversão de marcha.

A inobservância desta técnica de condução poderá


fazer com que a transmissão não selecione o sentido
de marcha desejado, continuando o trator a seguir
a direção inicial. A letra “N” e o símbolo de “Leia o
Manual do Operador” ficarão piscando no painel junto 101
ao comando do Powershift.

Para restabelecer a condução, voltar a alavanca


de inversão ao neutro, e em seguida selecionar o
sentido de marcha desejado, avante ou ré, conforme
necessário.

Figura 102
Ao efetuar operações de inversão, a transmissão “irá
lembrar-se” da seleção previamente selecionada.
Por exemplo, ao deslocar-se para a frente em C4 e
a alavanca de inversão for deslocada para a marcha
à ré, a transmissão selecionará a relação mais alta
em marcha à ré (B6).

Quando a alavanca for deslocada novamente para


a frente, o LED da relação C4 piscará, mas será
selecionada a relação mais próxima (C1) e o LED
C1 acenderá. A transmissão mudará então auto-
maticamente, de forma seqüencial, para C2, C3 e 102
depois C4, quando então o C4 no mostrador deixará
de piscar, permanecendo aceso.

Figura 103
No caso muito raro de ocorrer uma avaria nos
circuitos da transmissão eletrônica, o símbolo de
anomalia ou a luz de aviso e um código de avaria
de dois dígitos, precedido pela letra “F” piscarão no
mostrador da relação da transmissão no painel de
instrumentos.

O código indica o circuito ou o sensor avariado, bem


como o tipo de avaria, circuito aberto, curto-circuito,
etc. Neste caso, o trator necessitará de atenção por
parte do seu Concessionário Case IH.
103

2-60
SEÇÃO 2

Compatibilização de Velocidade de Avanço


vs Rotação do Motor
Ao deslocar-se na estrada na gama “C”, a transmis-
são mudará automaticamente para uma relação mais
baixa para compatibilizar a rotação do motor com
a velocidade de avanço, se for adotado o seguinte
método:

Reduzir a rotação do motor e pressionar o pedal


da embreagem, simultaneamente aumentando a
rotação do motor pressionando mais a fundo o pedal
do acelerador.

Ao soltar o pedal da embreagem, a transmissão se-


lecionará automaticamente uma relação mais baixa
(desde que a velocidade mais baixa não tenha ainda
sido selecionada), de forma a equilibrar aproxima-
damente a rotação do motor com a velocidade de
deslocamento na estrada.

Programação das Relações em Marcha à Ré


Ao passar de marcha avante para marcha à ré, a
transmissão selecionará normalmente a mesma
relação em marcha à ré que estava selecionada na
marcha avante.

Para aplicações especiais de inversão de marcha,


a transmissão Semi-Powershift oferece a vantagem
de mudar automaticamente a relação de marcha à
ré para três relações mais elevadas ou mais baixas
do que a que estava selecionada numa relação de
marcha avante.
104
Para programar uma relação alternativa em marcha
à ré, proceder como segue:

Figura 104

• Desligar a chave de partida.

Figura 105

• Deslocar a alavanca de inversão (1) para a


posição de marcha à ré.

105

2-61
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

Figura 106
1
• Pressionar e manter pressionada a parte supe-
rior da tecla (1).

• Mantendo pressionada a tecla, ligar a chave


de partida (mas sem dar partida no motor). O
mostrador digital (2), deverá mostrar “RO” (a não
ser que a transmissão tenha sido previamente
programada para selecionar uma relação mais
alta ou mais baixa em marcha à ré). 2
• Soltar a tecla. A transmissão ficará agora no
modo de programação. 106

Para programar uma relação mais alta em


marcha à ré - Figura 107 1

• Pressionar a parte superior da tecla (1), uma,


duas ou três vezes, conforme necessário. O
mostrador (2) apresentará “R1”, “R2” ou “R3”.
Isto indica que ao selecionar a marcha à ré, a
relação será uma, duas ou três marchas mais
altas do que a relação para a frente.

107

Para programar uma relação mais baixa em


marcha à ré - Figura 108 1

• Pressionar a parte inferior da tecla (1), uma,


duas ou três vezes, conforme pretendido. O
mostrador (2) apresentará “R-1”, “R-2” ou “R-3”.
Isto indica que, ao selecionar a marcha à ré, a
relação será uma, duas ou três vezes mais baixa
do que a relação para a frente.
2

108

2-62
SEÇÃO 2

Para sair do programa - Figura 109

• Desligar a chave de partida. A transmissão es-


tará agora programada.

NOTA: Lembre-se que as relações em marcha à


ré encontram-se disponíveis apenas na gama “B”.
Consequentemente, ao deslocar-se para a frente
na gama “C”, a transmissão comportar-se-á sempre
como se estivesse na gama mais alta em “B” (6B).
Assim, se a transmissão foi programada para sele-
cionar 2 relações mais baixas em marcha à ré, será
selecionado R4.

Da mesma forma, ao deslocar-se para a frente na 109


gama A, a transmissão comportar-se-á sempre como
se a relação mais baixa da gama B (1B), tivesse sido
selecionada. Assim, se a transmissão foi programada
para selecionar duas relações mais altas em marcha
à ré, será selecionado R3.

DECALCOMANIAS DA VELOCIDADE DE
DESLOCAMENTO - Figura 110
Uma decalcomania, idêntica à indicada, está afixada
no canto inferior dianteiro da janela do lado direi-
to. Estas decalcomanias mostram as velocidades
aproximadas em todas as relações, nas três faixas
alternativas de rotação do motor.

A extremidade esquerda de cada bloco representa


uma rotação do motor de 1500 rpm e a extremidade
direita mostrará a rotação nominal do motor (2200
rpm). Um ponto branco no centro de cada bloco
representa a rotação do motor à qual se obtém a
velocidade de 540 rpm da TDF (1970 rpm). 110

Para encontrar a velocidade de deslocamento cor-


respondente à rotação do motor de 2200 rpm, em
5a, gama C, seguir o lado direito do bloco C5 para
cima até a linha de km/h. No exemplo indicado, a
velocidade é de 34,5 km/h (21,3 MPH).

Velocidades de Deslocamento
A velocidade do seu trator pode ser indicada no pai-
nel de instrumentos. Se o seu trator estiver dotado
do sistema de radar, a velocidade aparecerá numa
leitura direta. Os tratores sem radar apresentam uma
velocidade que está sujeita a pequenas imprecisões
devidas ao efeito da patinagem das rodas, pressões
dos pneus, medidas diferentes dos pneus, etc.

As tabelas constantes das páginas que se seguem


mostram as velocidades em km/h e em MPH. Para
encontrar as velocidades de deslocamento do seu
trator em qualquer marcha, utilizar a coluna que
contenha a medida do pneu traseiro do seu trator.

2-63
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

Seleção das super-reduzidas – Figura 111


Para selecionar as super-reduzidas, com o motor
funcionando e o trator parado, engatar a relação/
gama pretendida. Ver o texto anterior. Puxar o seletor
das super-reduzidas (1) para cima para engatar as
super-reduzidas. Pressionar para baixo para sair
deste modo.

IMPORTANTE: As super-reduzidas proporcionam


velocidades de avanço extremamente baixas. Não
utilizar a vantagem destas relações tão baixas para
aplicar cargas excessivas no trator. Não utilizar as
111
super-reduzidas na gama alta para trabalhos que
exijam toda a potência do motor.

2-64
SEÇÃO 2

VELOCIDADES DE DESLOCAMENTO em km/h à Rotação Nominal do Motor (2200 rpm) com


transmissão de 40 km/h (18 x 6) – Somente Maxxum 135 e Maxxum 150

Medida do pneu Medida do pneu Medida do pneu Medida do pneu


traseiro traseiro traseiro traseiro
18.4‑38 20.8‑38
18.4R‑38 20.8R‑38
520/70R‑38 580/70R‑38
Marcha Gama 600/65R‑38 14.9R‑46 650/65R‑38 18.4R‑42
Para a frente
F1 A 2.4 2.4 2.5 2.5
F2 A 2.8 2.9 3.0 3.0
F3 A 3.4 3.5 3.6 3.6
F4 A 4.1 4.2 4.3 4.4
F5 A 4.9 5.0 5.2 5.2
F6 A 5.9 6.1 6.2 6.3
F1 B 5.5 5.6 5.7 5.8
F2 B 6.6 6.7 6.9 7.0
F3 B 7.9 8.1 8.3 8.4
F4 B 9.5 9.7 9.9 10.1
F5 B 11.5 11.7 12.0 12.2
F6 B 13.8 14.1 14.4 14.6
F1 C 15.6 15.9 16.2 16.5
F2 C 18.7 19.1 19.5 19.9
F3 C 22.5 22.9 23.5 23.9
F4 C 27.1 27.6 28.2 28.7
F5 C 32.5 33.2 33.9 34.5
F6 C 39.1 39.9 40.8 41.5

Para trás
R1 – 4.6 4.7 4.8 4.9
R2 – 5.6 5.7 5.8 5.9
R3 – 6.7 6.8 7.0 7.1
R4 – 8.0 8.2 8.4 8.5
R5 – 9.6 9.8 10.1 10.2
R6 – 11.6 11.8 12.1 12.3

2-65
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

VELOCIDADES DE DESLOCAMENTO em km/h e (MPH) à Rotação Nominal do Motor (2200 rpm)


utilizando super-redutor (31x12)

Medida do pneu Medida do pneu Medida do pneu Medida do pneu



traseiro traseiro traseiro traseiro
18.4‑38
18.4R‑38 16.9‑38
520/70R‑38 16.9R‑38
Marcha Gama 600/65R‑38 14.9R‑46 480/70R‑38

Para a frente
F1 A 0.41 (0.25) 0.42 (0.26) 0.40 (0.25)
F2 A 0.49 (0.31) 0.50 (0.31) 0.48 (0.30)
F3 A 0.59 (0.37) 0.61 (0.38) 0.58 (0.36)
F4 A 0.71 (0.44) 0.73 (0.45) 0.69 (0.43)
F5 A 0.86 (0.53) 0.87 (0.54) 0.83 (0.52)
F6 A 0.95 (0.59) 0.97 (0.60) 0.92 (0.57)
F1 B 1.15 (0.71) 1.17 (0.73) 1.11 (0.69)
F2 B 1.38 (0.86) 1.40 (0.87) 1.34 (0.83)
F3 B 1.66 (1.03) 1.69 (1.05) 1.61 (1.00)
F4 B 1.99 (1.24) 2.03 (1.26) 1.93 (1.20)
F5 B 2.70 (1.68) 2.76 (1.71 2.62 (1.63)
F6 B 3.25 (2.02) 3.32 (2.06) 3.15 (1.96)
F1 C 3.91 (2.43) 3.98 (2.47) 3.79 (2.35)

Para trás
R1 – 0.80 (0.50) 0.82 (0.51) 0.78 (0.48)
R2 – 0.96 (0.60) 0.98 (0.61) 0.93 (0.58)
R3 – 1.16 (0.72) 1.18 (0.73) 1.12 (0.70)
R4 – 1.39 (0.86) 1.42 (0.88) 1.35 (0.84)
R5 – 1.67 (1.04) 1.71 (1.06) 1.62 (1.01)
R6 – 2.01 (1.25) 2.05 (1.27) 1.95 (1.21)

2-66
SEÇÃO 2

VELOCIDADES DE DESLOCAMENTO em km/h à Rotação Nominal do Motor (2300 rpm) com


transmissão de 40 km/h (18x6) - Somente Maxxum 165 e Maxxum 180

Medida do pneu Medida do pneu Medida do pneu Medida do pneu


traseiro traseiro traseiro traseiro
18.4‑38 20.8‑38
18.4R‑38 20.8R‑38
520/70R‑38 580/70R‑38
Marcha Gama 600/65R‑38 14.9R‑46 650/65R‑38 18.4R‑42
Para a frente
F1 A 2.1 2.2 2.2 2.3
F2 A 2.6 2.6 2.7 2.7
F3 A 3.0 3.1 3.2 3.3
F4 A 3.7 3.8 3.8 3.9
F5 A 4.4 4.5 4.6 4.7
F6 A 5.3 5.4 5.6 5.7
F1 B 4.9 5.0 5.1 5.2
F2 B 5.9 6.0 6.2 6.3
F3 B 7.1 7.3 7.4 7.6
F4 B 8.6 8.7 8.9 9.1
F5 B 10.3 10.5 10.7 10.9
F6 B 12.4 12.6 12.9 13.1
F1 C 14.0 14.2 14.6 14.8
F2 C 16.8 17.1 17.5 17.8
F3 C 20.2 20.6 21.0 21.4
F4 C 24.3 24.7 25.3 25.7
F5 C 29.2 29.8 30.4 31.0
F6 C 35.1 35.8 36.6 37.2
Para trás
R1 ‑ 4.1 4.2 4.3 4.4
R2 ‑ 5.0 5.1 5.2 5.3
R3 ‑ 6.0 6.1 6.2 6.3
R4 ‑ 7.2 7.3 7.5 7.6
R5 ‑ 8.6 8.8 9.0 9.2
R6 10.4 10.6 10.8 11.0

2-67
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

BLOQUEIO DOS DIFERENCIAIS DIANTEIRO E


2 3
TRASEIRO - Figura 112
Os tratores com tração nas quatro rodas têm o blo-
queio do diferencial instalado nos eixos dianteiro e
traseiro de forma a bloquear todas as quatro rodas,
quando forem encontradas situações de patinagem
das rodas. Essas funções são controladas pela uni-
dade eletrônica central do trator.

Os bloqueios dos diferenciais são ativados por


interruptores instalados no console do lado direito.
4 5
No caso dos tratores equipados com transmissão
“Power Shift”, ao pressionar o interruptor, irá acender 112
a lâmpada do modo de bloqueio correspondente
(Manual ou Automático), assim como a lâmpada
do painel.

Dependendo da especificação do trator, há vários


modos disponíveis, como se segue:

a) Modo manual (todos os modelos).

b) Modo automático (somente “Range Command”).

ADVERTÊNCIA

Evite a utilização do bloqueio do diferencial à velo-


cidades acima dos 8 km/h ou quando tiver que fazer
curvas. Quando engatado, o bloqueio do diferencial
tornará muito difícil manobrar o trator.

IMPORTANTE: Se as rodas estiverem patinando,


evitar cargas excessivas na transmissão, reduzindo
a rotação do motor antes de aplicar o bloqueio do
diferencial.

2-68
SEÇÃO 2

a) Modo Manual - Figuras 113 e 114


2 3

Figura 113
Pressionar o interruptor (4), lado preto, transmissão
“Power Shift”. Acende no painel de instrumentos a
lâmpada indicadora (1), para mostrar que foi acio-
nado o bloqueio do diferencial. Acende também a
lâmpada indicadora amarela (2), modo manual, no
painel do console do lado direito.

4 5

113

Figura 114
No modo manual, a desaplicação do bloqueio ocorre
da seguinte forma:

Aplicar um ou ambos os freios:


O bloqueio desaplica e a lâmpada indicadora (2)
apaga.

A velocidade do trator atinge os 15 km/h:


O bloqueio desaplica e a lâmpada indicadora (2) 114
apaga.

2-69
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

b) Modo Automático (somente “Power Shift”) -


2 3
Figuras 115 e 116
Para engatar o bloqueio de ambos os diferenciais no
modo automático, pressionar o interruptor (5), lado
amarelo. O alarme emitirá um único “bip” e acende
no painel de instrumentos a lâmpada indicadora
(1), para mostrar que foi acionado o bloqueio do
diferencial. Acende também a lâmpada indicadora
amarela (3), modo automático, no painel do console
do lado direito.
4 5
No modo automático, o desbloqueio do diferencial
ocorre da seguinte forma: 115

Ângulo de esterçamento superior a 15o:


Desbloqueio temporário

NOTA: Podem ser programados ângulos de esterça-


mento alternativos no modo automático. Consultar
seu Concessionário Case IH.

Interruptor de subida rápida ativado:


Desbloqueio temporário (bloqueia ao ser baixado o
terceiro ponto).

NOTA: Se estiver selecionado o modo automático


com o interruptor de subida rápida já na posição
levantada, os bloqueios dos diferenciais aplicarão,
mas desaplicarão quando o interruptor de subida
116
rápida for novamente utilizado para levantar o ter-
ceiro ponto.

A velocidade do trator atinge 15 km/h:


O bloqueio desaplica e a lâmpada indicadora (1)
apaga.

NOTA: Desligando a chave de partida com o blo-


queio ainda aplicado, ao ligar novamente a chave
de partida, o bloqueio acopla novamente no modo
automático.

2-70
SEÇÃO 2

TRAÇÃO DIANTEIRA - Figuras 117 a 118b


A tração dianteira pode ser engatada ou desengatada
em todas as relações (para a frente e em marcha à
ré) durante o funcionamento e sob carga total.

Nos trator com tração nas quatro rodas, a tração


dianteira é acionada por interruptores instalados no
console do lado direito (“Power Shift”).
1
Dependendo da especificação do trator permite a
escolha de modos de funcionamento:

117
a) Modo manual (todos os modelos).

b) Modo automático (somente “Power Shift”).

a) Modo Manual 1 2
Para engatar a tração nas quatro rodas no modo ma-
nual, acionar o interruptor (3), lado verde, transmis-
são “Power Shift”. Acende no painel de instrumentos
a lâmpada indicadora (1), para mostrar que a tração
nas quatro rodas está engatada. Acende também
a lâmpada indicadora verde (1), modo manual, no
painel do console do lado direito.

Desaplicar o interuptor para desaplicar a tração nas


3 4
quatro rodas.

118a
NOTA: Ao desligar a chave de partida com a tração
dianteira engatada, ao ligar novamente a chave de
partida a tração dianteira volta a engatar.

b) Modo Automático (somente “Power Shift”)


Para ligar a tração nas quatro rodas no modo auto-
mático, acionar o interruptor (4). Acende no painel de
instrumentos a lâmpada indicadora (1), para mostrar
que a tração nas quatro rodas está engatada. Acen-
de também a lâmpada indicadora verde (2), modo
automático, no painel do console do lado direito.

A lâmpada indicadora (1), no painel de instrumentos


apaga-se e volta a acender durante a desaplicação e
118b
reaplicação automática da tração nas quatro rodas.

2-71
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

No modo automático a tração nas quatro rodas IMPORTANTE: Para evitar desgaste excessivo dos
continuará acoplada, mas desacopla nas seguintes pneus quando conduzir em estrada ou em superfícies
condições: duras, recomenda-se desengatar a tração nas quatro
rodas. Use sempre combinações de pneus diantei-
ros/traseiros especificadas, de forma a assegurar
Ângulo de esterçamento do trator superior a 15o : um desgaste aceitável dos pneus.
Desengate temporário.

ADVERTÊNCIA
A velocidade do trator excede 20 km/h:
Desengate temporário. Os tratores com tração nas quatro rodas acoplada
ou desacoplada não devem exceder os 40 km/h.
O excesso de velocidade puxando um reboque ou
NOTA: Podem ser programados ângulos de direção em “banguela” com a embreagem acionada ou a
alternativos no modo automático. Consulte o seu transmissão em neutro, poderão provocar a perda
Concessionário Case IH. de controle do trator, acidentes pessoais ao opera-
dor ou a terceiros ou avarias mecânicas.

Desaplicar o interuptor para desengatar a tração nas


quatro rodas.
PRECAUÇÃO

NOTA: Ao desligar a chave de partida com a tração Nos tratores com tração nas quatro rodas, a tração
dianteira acoplada, ao ligar novamente a chave de do eixo dianteiro engata automaticamente quando
partida a tração dianteira volta a engatar. ao serem aplicados os freios para a frenagem nas
quatro rodas. Além disso, existe a opção de freios a
disco dianteiros. A eficiência da frenagem nas quatro
rodas aumenta substancialmente durante as frena-
gens de emergência, e portanto devem ser tomadas
todas as precauções de segurança.

Os pneus dianteiros nunca devem ser inflados acima


Precauções com a Tração nas Quatro Rodas das pressões recomendadas. De uma forma geral, a
pressão dos pneus traseiros deve ser mantida pelo
ADVERTÊNCIA
menos 0,4 bar (6 lbf/pol2) acima da pressão dos
A tração nas quatro rodas aumenta consideravel- pneus dianteiros, desde que as recomendações do
mente a tração. Torna-se necessário um cuidado fabricante não sejam excedidas.
extra nas rampas. Comparado com um trator com
tração simples nas duas rodas, o trator com tração
total mantém a tração em rampas muito inclinadas,
aumentando a possibilidade de capotamento.
MPORTANTE: Nunca tente conduzir o trator com o
eixo de transmissão retirado, mesmo que não tenha
a intenção de utilizar a tração nas quatro rodas.
Com o eixo de transmissão retirado, a aplicação dos
freios resultará em graves danos nos componentes
da transmissão.

2-72
SEÇÃO 2

FARÓIS DE TRABALHO DIANTEIROS E


TRASEIROS
2

Interruptor dos Faróis de Trabalho - Figura 119


Pressionando o lado esquerdo do interruptor (2),
no primeiro estágio, acende os faróis de trabalho
traseiros. Pressionando até o segundo estágio, acen-
dem os faróis de trabalho dianteiros e permenecem
acesos os traseiros.

Podem estar instalados até cinco pares de faróis


de trabalho no trator, dependendo da respectiva 119
especificação.

NOTA: Os faróis de trabalho funcionam com as luzes


normais do trator ligadas. Durante o funcionamento,
se os faróis do trator forem desligados, os faróis
de trabalho também se apagam. No entanto, esta
configuração poderá ser memorizada e os mesmos
faróis de trabalho poderão ser ativados quando os
faróis normais voltarem a ser ligados. Se a chave
de partida e os faróis normais forem desligados, os
faróis de trabalho também se apagam. Quando as
luzes do trator voltarem a ser ligadas, os faróis de
trabalho continuarão desligados, até serem nova-
mente ativados por meio dos interruptores.

2-73
COMANDOS, INSTRUMENTOS E FUNCIONAMENTO

NOTAS

2-74
SEÇÃO 3
OPERAÇÃO DE CAMPO

ANTES DE INICIAR A JORNADA Esta seção está dividida em 10 assuntos, conforme


se segue. As instruções de funcionamento dos dife-
rentes acessórios encontram-se na Seção 6.
ADVERTÊNCIA
Antes de conduzir ou trabalhar com o trator, estude Na parte final deste Manual encontra-se o índice
as precauções de segurança na Seção 1 deste completo, em ordem alfabética.
Manual.

Assunto Página
Leia esta seção atentamente. Ela contém infor- Partida do Motor 3-2
mações importantes que facilitam a operação e
os ajustes necessários no campo para o perfeito Tomada de Força Traseira 3-8
rendimento do seu trator. Mesmo que trabalhe com
outros tratores, leia cuidadosamente esta seção do Sistema Hidráulico com Sensibilidade
Manual e assegurar-se de que está perfeitamente Mecânica nos Braços Inferiores 3-18
familiarizado com a localização e a função de todas
as características do trator. Válvulas de Controle Remoto
(centro aberto) 3-24
Não trabalhar com o trator, não conduzir nem utilizar
Tração Constante Eletrônica 3-30
o mesmo enquanto não estiver totalmente familia-
rizado com todos os comandos. Será tarde demais
Válvulas de Controle Remoto (CCLS) 3-43
para aprender depois que o trator já se encontrar em
movimento. Se tiver alguma dúvida sobre qualquer
Engate de 3 Pontos 3-49
aspecto relacionado com o funcionamento do trator,
consultar o seu Concesionário Case IH.
Ajuste da Bitola Dianteira 3-56
Prestar especial atenção às recomendações sobre o
amaciamento, de forma a assegurar-se de que o seu Ajuste da Bitola Traseira 3-62
trator lhe prestará um serviço duradouro e confiável,
Lastro e Pneus 3-73
para o qual foi construído. Consultar a página 3-6.

3-1
OPERAÇÃO DE CAMPO

PARTIDA DO MOTOR

Figura 1

ADVERTÊNCIA 1

Antes de conduzir ou operar o trator, estude as pre-


cauções de segurança na Seção 1 deste Manual.
O seu trator pode estar equipado com o dispositivo
de partida a frio. Não utilizar éter com o sistema de
partida a frio montado. Este inflamará o coletor de
admissão. Se, numa emergência, for necessário
utilizar éter, desconectar o cabo do sistema de par-
tida a frio (1), do terminal do aquecedor no coletor 1
de admissão.

A partida a frio, que é automático, é constituída por


um elemento aquecedor instalado no coletor de ad-
missão e um sistema de controle. Quando ligado pela
chave de partida, o sistema inflamará o combustível
presente no coletor de admissão, aquecendo o ar
admitido antes de este ser aspirado para a câmara
de combustão.

Figura 2
O interruptor de ignição tem três posições. Estas
posições são as seguintes:

Posição 1 Desligado

Posição 2 Luzes de aviso e instrumentos ligados

Posição 3 Motor de partida acionado

IMPORTANTE: Nunca dar partida no tranco ou re- 2


bocando o trator. Isso provocará cargas excessivas
sobre o conjunto da transmissão.

NOTA: Os interruptores de segurança de partida


em neutro impedem a ativação do motor de partida,
a não ser que a alavanca de inversão de marchas
esteja em neutro e o pedal da embreagem acionado.

3-2
SEÇÃO 3

Antes de funcionar o motor, observar sempre o se-


guinte procedimento:

• Ocupar o lugar do operador.

• Assegurar-se de que o freio de estacionamento


está firmemente aplicado.

• Assegurar-se de que a TDF está desengatada.

• Colocar as alavancas das válvulas de controle


remoto na posição de neutro.

PRECAUÇÃO
Verificar a área sob o equipamento para assegurar-
se de que não poderão ocorrer acidentes pessoais
ou danos materiais ao baixar o implemento.

• Acionar o pedal da embreagem.

IMPORTANTE: A alta velocidade de funcionamen-


to do turbo, torna imprescindível uma lubrificação
correta ao dar partida no motor. Nestas condições,
deixar o motor funcionando em marcha lenta a cerca
de 1000 rpm durante cerca de um minuto antes de
começar a utilizar o trator.

Partida em tempo quente ou com o motor quente


– Figura 3

• Colocar a alavanca do acelerador manual a


cerca de metade do seu curso, acionar o pedal
da embreagem e girar a chave de partida para
a posição (3), para acionar o motor de partida.
Acionar o motor até que entre em funciona-
mento, mas nunca por período superior a 60
segundos.

• Voltar a alavanca do acelerador para a posição


de marcha lenta e verificar se todas as luzes de
aviso se apagam e se as leituras dos indicadores
3
apresentam-se normais.

3-3
OPERAÇÃO DE CAMPO

Partida em tempo frio – Figura 4

NOTA: Encontra-se disponível um equipamento


opcional de auxílio para partida a frio.

• Colocar a alavanca do acelerador manual a


cerca de metade do seu curso, acionar o pedal
da embreagem e girar a chave de partida para
a posição (3), para acionar o motor de partida.
Acionar o motor até que entre em funciona-
mento, mas nunca por período superior a 60
segundos.

Figura 5

• Uma luz indicadora no painel de instrumentos


(1), acenderá, indicando que o aquecedor do
sistema de partida a frio foi ativado. Apenas
quando equipado com equipamento opcional
de partida a frio.

• Se o motor não entrar em funcionamento, repetir


o processo anterior. Se ainda asssim o motor
não der partida, deixar a bateria recuperar
durante 4 – 5 minutos e em seguida repetir o
processo.

• Quando o motor entrar em funcionamento,


colocar novamente o acelerador na posição de
marcha lenta e verificar se todas as luzes de
aviso se apagam e as leituras se apresentam
normais.

3-4
SEÇÃO 3

PARTIDA COM BATERIAIS AUXILIARES


4
ADVERTÊNCIA
Acionar o motor de partida somente a partir do assen-
to do operador. Se for feita ligação direta na chave
de partida, o motor poderá entrar em funcionamento, 1
provocando o deslocamento inadvertido do trator e
3
causando graves acidentes pessoais. Usar sempre
óculos de segurança ao utilizar baterias auxiliares
ou ao carregar as baterias.
2

Figura 6 6
Se for necessário utilizar baterias auxiliares para
dar partida no motor, usar apenas cabos reforçados.
Proceder da seguinte forma:

NOTA: Se o seu trator tiver duas baterias, fazer as


ligações apenas na bateria que está montada em
baixo.

• Ligar uma das extremidades do cabo vermelho


da bateria auxiliar (4) ao terminal positivo na
bateria do trator (+) e a outra extremidade do
cabo ao terminal positivo (+) da bateria auxiliar
(3).

• Ligar uma extremidade do cabo preto (1) ao


terminal negativo (-) da bateria e a outra ex-
tremidade ao terminal negativo (-) da bateria
auxiliar (2). Observar o processo de partida
anteriormente descrito.

• Quando o motor entrar em funcionamento,


deixá-lo girando em marcha lenta, ligar todos
os componentes elétricos (faróis, etc.) e depois
desconectar os cabos auxiliares pela ordem
inversa do processo de ligação. Isso ajuda a
proteger o alternador de possíveis danos cau-
sados por sobrecargas.

IMPORTANTE: Quando utilizada bateria auxiliar para NOTA: Tratores com transmissão “Power Shift”: Se
dar partida no motor, verificar se a polaridade dos ca- for dada partida no motor com uma bateria auxiliar e
bos está correta – positivo ao positivo e negativo com a transmissão engatada, esta será desativada.
ao negativo, pois caso contrário, o alternador poderá Para reativar a transmissão, deslocar todas as ala-
sofrer avarias. Somente utilizar bateria auxiliar se as vancas para neutro e, em seguida acionar e soltar o
baterias do trator estiverem descarregadas. Uma pedal da embreagem. Se a alavanca do inversor já
amperagem excessiva (acima de 1600 cca), poderá estiver em neutro, deslocá-la para a frente ou para
danificar o motor de partida. No caso de baterias mui- trás, e depois novamente para o neutro e voltar a
to descarregadas, com tensão no terminal inferior acionar e soltar o pedal da embreagem.
a 7 V, a recuperação implica um processo de carga
especial. Consulte o seu Concesionário Case IH.

3-5
OPERAÇÃO DE CAMPO

PARADA DO MOTOR – Figura 7

IMPORTANTE: Antes de parar, deixar o motor funcio-


nando em marcha lenta a 1000 rpm, durante cerca de
1 minuto. Isto permite que o turbo e o coletor esfriem,
evitando possível deformação dos componentes.

Parar o motor, observar o seguinte processo:

• Ocupar o lugar do operador.

• Reduzir o acelerador.
7
• Verificar se o freio de estacionamento está fir-
memente aplicado.

• Verificar se todas as alavancas das mudanças


estão em neutro.

• Assegurar-se de que a TDF está desengatada.

• Colocar as alavancas das válvulas de controle


remoto na posição de neutro.

• Deslocar a alavanca de comando do levanta-


dor hidráulico completamente para a frente, de
forma a baixar o equipamento hidráulico até ao
solo.

• Desligar a chave de partida – posição (1).

PROCEDIMENTO DE AMACIAMENTO

O seu novo trator irá dispensar-lhe um longo e con-


fiável serviço se, durante as primeiras 50 horas do Usar as relações baixas quando tiver que puxar
seu período de amaciamento, lhe forem dispensados cargas pesadas e evitar a utilização constante às
os devidos cuidados, nos intervalos recomendados. mesmas velocidades do motor. Utilizar o trator em
relações muito baixas com cargas ligeiras ou rela-
Evitar sobrecarga no motor. Trabalhar em uma ções altas com elevadas cargas, apenas desperdi-
marcha muito alta com uma carga elevada, poderá çará combustível. Poupará combustível e reduzirá o
causar excessiva sobrecarga no motor. A sobrecar- desgaste do motor, selecionando a relação correta
ga verifica-se quando o motor não responde a um para cada tipo de trabalho.
aumento de aceleração.
Observar os instrumentos e as luzes de aviso, fre-
Não trabalhar sem aplicar qualquer carga ao motor. qüentemente e manter o nível do radiador e outros
Varie o tipo de funcionamento, de forma que o motor reservatórios de óleo nos níveis recomendados.
seja sujeito a cargas elevadas e leves, durante o
período de amaciamento.

3-6
SEÇÃO 3

VERIFICAÇÕES PRELIMINARES REBOCANDO O TRATOR

Antes de trabalhar com o trator assegurar-se de que IMPORTANTE: O trator apenas deve ser rebocado
está perfeitamente familiarizado com o posiciona- numa curta distância, por exemplo, para fora de um
mento e funcionamento dos comandos. edifício. Nunca o reboque em estradas ou como um
meio de transporte.
Efetuar diariamente todas as operações de lubrifica- IMPORTANTE: Se for necessário rebocar o trator,
ção e manutenção, de acordo com a Seção 4. todas as alavancas das mudanças devem ser
colocadas na posição de neutro antes de parar o
Após concluir as operações de manutenção diária,
motor, pois caso contrário poderão verificar-se danos
dar uma volta ao redor do trator e fazer uma inspe-
nos componentes da transmissão durante o reboque.
ção visual do mesmo. Prestar atenção especial aos
Se estiver instalado o super-redutor, a respectiva ala-
seguintes aspectos:
vanca deve ser colocada na posição de desligada.
• Estado da correia do ventilador.
Utilizar uma corrente forte, ao rebocar o trator.
• Área do motor quanto à acumulação de sujeira Reboque-o pela parte traseira, usando apenas a
e matérias estranhas. barra de tração, o gancho de reboque traseiro ou
• Tubos de borracha e metálicos, bem como as o engate de 3 pontos. Reboque o trator pela parte
respectivas uniões quanto a vazamentos ou dianteira, usando o gancho de reboque instalado no
danos. suporte dos pesos dianteiros. Torna-se necessária
a assistência de mais alguém para operar a direção
• Danos nos pneus. e os freios do trator.
• Aperto de todos os elementos de fixação. Para evitar danificar a transmissão ou outros com-
• Áreas dos eixos de transmissão e bomba do ponentes que girem mas não sejam lubrificados,
hidráulico, quanto a vazamentos e acumulação durante o reboque, observar o seguinte:
de matérias estranhas. • Fazer o reboque apenas numa curta distância.
Efetue todas as reparações necessárias antes de • Nunca exceder a velocidade de 8 km/h.
utilizar o trator.
• Se possível, deixar o motor funcionando para
TRANSPORTE DO TRATOR EM assegurar a lubrificação e o funcionamento da
CAMINHÃO OU CARRETA direção hidráulica.

Transportar o trator com todas as quatro rodas PRECAUÇÃO


assentes num reboque ou num caminhão. Fixe
Nunca rebocar o trator a uma velocidade superior a
firmemente o trator ao reboque ou caminhão que o
8 km/h. A direção funciona muito mais lentamente e
vai transportar.
exige um esforço muito maior, quando o motor não
IMPORTANTE: Nunca passe correntes em volta do estiver funcionando.
eixo de transmissão da tração dianteira, cilindros
da direção, eixo de transmissão da tração dianteira ADVERTÊNCIA
ou outros componentes que se poderiam danificar,
devido ao contato com as correntes, em situação de Nunca usar cabos ou cordas para rebocar o trator.
grande esforço. Se o cabo ou a corda se partirem ou escorregarem,
poderão fazê-lo com força suficiente para causar
Utilizar a barra de tração ou o respectivo suporte acidentes pessoais graves. Ao utilizar uma corren-
como ponto de fixação. te, conectar esta com o lado aberto do gancho de
reboque voltado para cima. Se o gancho escorregar,
IMPORTANTE: Tampar a saída do silencioso para
a corrente cairá ao invés de ser arremessado para
evitar que o vento entre e faça girar o turbo, danifi-
cima.
cando os respectivos rolamentos.

Deve evitar-se que a turbina do turbo trabalhe em NOTA: Se o motor não estiver funcionando, deve
roda livre (girando sem que o motor esteja fun- acoplar-se a tração dianteira, seja qual for a posição
cionando), pois nestas circunstâncias não haverá do interruptor de comando da tração dianteira.
lubrificação para os rolamentos do turbo.

3-7
OPERAÇÃO DE CAMPO

TOMADA DE FORÇA TRASEIRA

Descrição
A tomada de força (TDF) transfere a potência do
motor, diretamente para equipamento semi-montado
ou rebocado, através de um eixo estriado, na traseira
do trator.

Encontram-se disponíveis 3 sistemas de TDF trasei-


ra, dependendo do modelo e país de destino:

a) TDF de 2 velocidades, com eixos de saída subs-


tituíveis (apenas América do Norte).

b) TDF de 2 ou 3 velocidades selecionáveis e com ei-


xos de saída substituíveis (exceto América do Norte)
e opção com interruptores montados nos pára-lamas
para trabalhos estacionários com a TDF.

c) TDF de 3 velocidades sincronizada com o avan-


ço, disponível com a TDF de 3 velocidades com
eixo substituível, acima descrita (exceto América
do Norte).

Figura 8
A TDF é engatada e desengata por meio de um botão
(2) no console do lado direito. Ao ser acoplada a TDF,
acende a luz de aviso (1) localizada junto ao botão .

Figura 9 - Somente tratores com transmissão 8


“Power Shift”
Está disponível um dispositivo de “partida suave”
para todos os modelos, com o intuito de tornar mais
fácil a saída de equipamento pesado, de elevada
inércia, acionado pela TDF. O engrenamento suave
é feito através de um interruptor oscilante (1) do lado
direito da coluna “B”.

Este dispositivo amortece a embreagem da TDF nos


primeiros 5 segundos de engrenamento, de forma a
permitir uma partida mais lenta e gradual.

NOTA: A partida suave somente funciona em rota-


ções do motor de 1800 rpm e inferiores. Acima desta
rotação, o engrenamento será normal, mesmo que
o interruptor esteja ativado.
9

3-8
SEÇÃO 3

ENGATE DE EQUIPAMENTO ACIONADO PELA


TDF

PRECAUÇÃO

Antes de acoplar ou desengatar equipamento ou de


substituir o eixo da TDF:

• Aplicar firmemente o freio de estacionamento.

• Verificar se todas as alavancas das mudanças


estão em neutro.

• Parar o motor, desengatar a TDF (botão pressio-


nado) e esperar até que a TDF e o equipamento
parem, antes de descer do trator.

Montar ou acoplar o equipamento ao trator, conforme


descrito em ENGATE DE 3 PONTOS, na página
3-49.

Figura 10
Uma proteção fixa da TDF (1) está instalada como
equipamento normal. Poderá ser necessário retirar
a proteção para facilitar a montagem de equipa-
mento acionado pela TDF. Se for esse o caso, retire
os quatro parafusos Allen que fixam a proteção ao
alojamento do eixo traseiro e levante. Tenha cuidado
especial para não perfurar ou danificar o sensor de
velocidade (2), quando instalado. Depois de acoplar
o equipamento, montar novamente a proteção no
lugar.

10

3-9
OPERAÇÃO DE CAMPO

Figura 11
Uma tampa de plástico (3) é também fornecida e
deverá estar sempre aplicada no eixo quando a TDF
não estiver sendo utilizada.

Retirar a tampa de plástico (3) da TDF do respectivo


eixo e guardá-la na caixa de ferramentas do trator.

11

Figura 12
Acoplar o implemento ao eixo da TDF assegurando-
se de que o pino (3) de fixação do cardan ou as
esferas de retenção estão no rasgo do eixo da TDF
(2). Se a união não estiver equipada com dispositivo
de bloqueio, aplicar um pino a para fixação ao eixo.
Montar novamente a proteção fixa.

IMPORTANTE: Depois de acoplar equipamento


montado, levantar ou baixar cuidadosamente utili-
zando Posição Controlada e verificar as folgas e a
articulação deslizante do eixo da TDF. Ao acoplar
equipamento rebocado, verificar se a barra de tração
está corretamente ajustada. Ver “Barra de Tração 12
Oscilante”, na página 6-2.

3-10
SEÇÃO 3

Precauções para Trabalhar com a Tomada de


Força

ADVERTÊNCIA

Sempre que trabalhar com equipamento acionado


pela TDF, observar as seguintes precauções:

• Verificar se está sendo utilizada a velocidade


correta da TDF para o implemento. Observar as
instruções do Manual de Instruções do equipa-
mento.

• Verificar se a proteção da TDF está instalada


ao utilizar equipamento acionado pela TDF.

Figura 13
13
• Nunca usar roupas folgadas quando trabalhar
com equipamento acionado pela TDF.

• Aplicar firmemente o freio de estacionamento,


colocar todas as alavancas das mudanças em
neutro e calçar todas as rodas antes de trabalhar
com equipamento estacionário na TDF.

Figura 14

• Nunca se aproxime, limpe ou regule equipamen-


to acionado pela TDF enquanto o motor do trator
estiver funcionando. Para o motor, desengatar
a TDF (botão completamente para baixo) e
esperar que a TDF e o equipamento estejam
parados, antes de descer do trator ou trabalhar 14
com a TDF ou o equipamento).

TDF DE 2 VELOCIDADES, COM EIXOS


SUBSTITUÍVEIS

É fornecido um eixo de saída da TDF de 6 estrias,


com diâmetro de 34,9 mm (1.375 pol.), concebido
para trabalhar a 540 rpm.

Opcionalmente, é também fornecido com o trator um


eixo de 21 estrias, com diâmetro de 34,9 mm (1.375
pol.), concebido para trabalhar a 1000 rpm.

3-11
OPERAÇÃO DE CAMPO

O equipamento acionado pela TDF que não tenha


necessidade de elevada potência é concebido para
trabalhar a 540 rpm e terá uma união fêmea de 6
estrias. A velocidade do eixo da TDF de 540 rpm é
obtida à velocidade de 1970 rpm do motor.

O equipamento que tenha necessidade de uma


maior potência é concebido para trabalhar a 1000
rpm o qual será assegurado por uma união fêmea
de 21 estrias. Com o eixo de 21 estrias instalado,
trabalhar o motor a 2120 rpm, de forma a assegurar
a velocidade de 1000 rpm na TDF.

IMPORTANTE: Os implementos com elevada neces-


sidade de potência devem funcionar a 1000 rpm (eixo
de 21 estrias). Se for necessário utilizar o eixo de 6
estrias (a 540 rpm) para acionar implementos que
requeiram uma potência de 65 cavalos ou superior,
recomendamos que o implemento seja dotado de
uma embreagem de segurança para evitar danificar o
eixo de saída da TDF e outros componentes do trator.

NOTA: Quando necessário, substituir o eixo da TDF


para que corresponda ao trabalho e equipamento
usado, conforme descrito em “SUBSTITUIÇÃO DO
EIXO DE SAÍDA DA TDF” na página 3-17.

Figura 15 - Somente tratores com transmissão


“Power Shift”
15
IMPORTANTE: Para evitar sobrecargas na TDF, re-
duzir a velocidade do motor para cerca de 1000 rpm
ao engatar a TDF, aumentando depois a velocidade
por meio do acelerador, de forma a obter a veloci-
dade pretendida da TDF. Utilizar o dispositivo de
“partida suave” para equipamento pesado e acionado
pela TDF, para tornar o engrenamento mais suave e
não provocar choques na transmissão. Pressionar
o topo do interruptor (1) para engatar o dispositivo.

Figura 16
Com o motor funcionando a menos de 1000 rpm,
pressionar o botão (2), levantar o colar (3) e puxar o
manípulo para cima para engatar a TDF. Este perma-
necerá em cima enquanto a TDF estiver engatada e
a luz de aviso adjacente (1) ficará acesa, indicando
que a TDF está engatada.

16

3-12
SEÇÃO 3

Figura 17 - Somente tratores com transmissão


“Power Shift”
Acelerar para obter as velocidades do motor/TDF
desejadas. Se o seu trator tiver um painel de instru-
mentos analógico/digital ou eletrônico, aparecerá
no mostrador a velocidade do eixo da TDF em (1).

17
Figura 18

NOTA: Se o seu trator tiver um painel de instru-


mentos analógico/digital ou eletrônico, aparecerá a
velocidade do eixo da TDF. Se ocorrer excesso de
rotação do eixo (por exemplo, a TDF excede 630
rpm), a luz piscará durante 5 segundos e depois
ficará sempre acesa. Ao usar o eixo de 1000 rpm, a
luz também piscará (mas deve ser ignorada) quando
a velocidade do eixo ultrapassa a faixa das 630 rpm.
A luz voltará a piscar ao atingir 1170 rpm na TDF para
indicar que se verificou um excesso de rotação na
faixa de 1000 rpm da TDF.

Pressionar firmemente o manípulo para baixo para


desengatar a TDF.

NOTA: Ao desligar o motor, a TDF não voltará a


funcionar ao ser novamente ligado o motor, até que
seja feito o reset da TDF. Desengatar a TDF manu-
almente (pressionando o manípulo para baixo) e, em
seguida, voltar a acoplar a TDF conforme descrito 18
anteriormente.

Figura 19
IMPORTANTE: Está instalado um freio automático
na TDF para imobilizar rapidamente a rotação do
eixo, ao ser desligado. Para evitar esforço excessivo
no freio, reduzir a velocidade do implemento, redu-
zindo a velocidade do motor antes de desengatar a
TDF. Isto é particularmente importante no caso de
implementos que tenham uma elevada inércia. Ide-
almente, esses implementos devem ser dotados de
uma embreagem de segurança. Para evitar danos
ao freio ao trabalhar com implementos de elevada
inércia, pressionar o interruptor do freio (1) e deixar
o implemento parar naturalmente.

PERIGO
Para evitar movimentos inadvertidos do implemen- 19
to, desengatar sempre a TDF após cada utilização.

3-13
OPERAÇÃO DE CAMPO

Com o Eixo de 6 ou 21 Estrias Instalado


– Figura 20 - Somente tratores com transmissão
“Power Shift”

IMPORTANTE: Para evitar sobrecargas na TDF, re-


duzir a velocidade do motor para cerca de 1000 rpm
ao engatar a TDF, aumentando depois a velocidade
por meio do acelerador, de forma a obter a veloci-
dade pretendida da TDF. Utilizar o dispositivo de
“partida suave” para equipamento pesado e acionado
pela TDF, para tornar o engrenamento mais suave e
não provocar choques na transmissão. Pressionar
o topo do interruptor (1) para engatar o dispositivo.
20
Figura 21
Com o motor funcionando a menos de 1000 rpm,
pressionar o botão (2) e levantar o colar (3) e puxar
o manípulo para cima para engatar a TDF. Este
permanecerá em cima enquanto a TDF estiver co-
nectada e a luz de aviso adjacente (1) ficará acesa,
indicando que a TDF está funcionando.

Para desengatar a TDF, pressionar o manípulo (2)


para baixo.

NOTA: Ao parar o motor, a TDF não trabalhará ao


colocar novamente o motor em funcionamento en-
quanto a TDF não for desengatada. Desengatar a
TDF manualmente (pressionando o manípulo para
baixo) e, em seguida, voltar a acoplar a TDF confor-
me anteriormente descrito.

IMPORTANTE: Embora a TDF possa ser engatada 21


ou desengatada com o trator parado ou em movimen-
to, não tentar passar de uma gama para outra a não
ser que o trator esteja parado e a TDF desengatada
– botão seletor (2) completamente para baixo.

Figura 22 - Somente tratores com transmissão


“Power Shift”

NOTA: Se o seu trator tiver um painel de instru-


mentos analógico/digital ou eletrônico, aparecerá a
velocidade do eixo da TDF. Ao usar o eixo de 1000
rpm, a luz também piscará (mas deve ser ignorada)
quando a velocidade do eixo passa pela gama das
630 rpm. A luz voltará a piscar ao atingir 1170 rpm 22
para indicar que se verificou um excesso de rotação
na gama da TDF de 1000 rpm.

3-14
SEÇÃO 3

Figura 23

IMPORTANTE: Está instalado um freio automático


na TDF para imobilizar rapidamente a rotação do
eixo, ao ser desengatada a TDF. Para evitar esforço
excessivo do freio, reduzir a velocidade do imple-
mento, reduzindo a velocidade do motor antes de
desengatar a TDF. Isto é particularmente importante
no caso de implementos que tenham uma elevada
inércia. Idealmente, tais implementos devem ser
dotados de uma embreagem de segurança. Para
evitar danos ao freio ao trabalhar com implementos
de elevada inércia, pressionar o interruptor do freio 23
(1) e deixar o implemento parar naturalmente.

PERIGO
Para evitar movimentos inadvertidos do implemento,
desengatar sempre a TDF após cada utilização.

3-15
OPERAÇÃO DE CAMPO

PERIGO

Antes de descer do trator para acionar os interrup-


tores externos:

• Colocar as alavancas da caixa de mudanças em


neutro.

• Desengatar a TDF.

• Aplicar o freio de estacionamento.

Com o motor funcionando, colocar a alavanca do


acelerador manual na posição de marcha lenta (to-
talmente para trás).

Figura 24
O operador apenas deve acionar o interruptor exter-
no (1) quando se encontra colocado do lado de fora
do trator (do lado de fora dos pneus). Para evitar
danos no implemento ou no trator, não se deverá
acionar os comandos hidráulicos na cabine e o ex-
terno simultaneamente.

ADVERTÊNCIA
Antes de utilizar o interruptor externo do hidráulico,
assegurar-se de que ninguém nem qualquer objeto 24
se encontra na zona do engate dos 3 pontos.
Nunca acionar o interruptor externo enquanto estiver:

• Diretamente atrás do trator ou dos pneus.

• Entre os braços do hidráulico.

• Próximo ao implemento.

• Nunca estender os braços, pernas, ou outras


partes do corpo ou objetos na área próxima aos
3 pontos ou do implemento enquanto aciona o
interruptor externo.

• Nunca colocar um ajudante para acionar o con-


junto de comandos do lado oposto.

• Quando precisar acionar os comandos do lado


oposto, faça-o circulando à volta do trator ou do
implemento.

• Não atravesse entre o implemento e o trator.

3-16
SEÇÃO 3

SUBSTITUIÇÃO DO EIXO DE SAÍDA DA TDF


– Figura 25
Afrouxar as 3 porcas (1) e (2) e retirar o conjunto do
eixo (3). Para afrouxar as porcas, colocar uma cha-
ve de porcas numa delas para que fique encostada
convenientemente. Utilizar uma segunda chave,
conforme mostrado, para afrouxar a outra porca.

Verificar se o eixo que vai ser instalado está devida-


mente limpo antes de o montar. Seguindo o processo
inverso da desmontagem, apertar as três porcas de
fixação com torque de 162 Nm (120 lbf.pé).

Proteger o eixo que foi retirado, enrolando-o num 25


pano limpo e guardá-lo na caixa das ferramentas.

3-17
OPERAÇÃO DE CAMPO

HIDRÁULICO COM SENSIBILIDADE


MECÂNICA NOS BRAÇOS INFERIORES
(Somente para Plataforma e Mecânico)

INTRODUÇÃO – Figura 26
O sistema hidráulico aqui descrito é um sistema que
avalia mecanicamente as alterações da carga de
tração através dos braços inferiores do engate de 3
pontos. O sistema permite ao operador selecionar
Posição Controlada, Esforço Controlado, uma com-
binação de ambos, ou flutuação.

O sistema é controlado pela alavanca de Esforço


Controlado (2), alavanca de Posição Controlada (3)
e interruptor de subida rápida (1). Este interruptor
permite que o engate de 3 pontos (e o implemento)
subam, independentemente da posição das alavan-
cas de comando.

Posição Controlada permite um controle preciso e


sensível dos implementos, como sejam os pulveri-
zadores, ancinhos, segadeiras, etc. que trabalham
acima do solo. Uma vez ajustada, a Posição Con-
trolada manterá constante a altura do implemento.
26
Esforço Controlado é mais apropriado para os im-
plementos montados ou semi-montados trabalhando
no solo. As alterações na profundidade de trabalho
ou na consistência do solo, farão com que a carga
de tração do implemento aumente ou diminua.

Verificações Preliminares – Figura 27

_______ PERIGO _______


Para evitar a subida inadvertida do engate de 3
pontos, antes de dar partida no motor, assegurar-se
de que o botão de subida rápida (1), está acionado,
conforme mostrado.

IMPORTANTE: Alguns equipamentos montados


ou semi-montados, poderão interferir e danificar
a cabine. Para evitar a possibilidade de danos na
cabine, verificar as folgas, levantando lentamente o
equipamento, usando a alavanca de Posição Con-
trolada (2). Se alguma parte do equipamento ficar
a menos de 10 cm da cabine, suspenda a subida.
Parar o motor, baixar o equipamento até o solo e
ajustar o excêntrico limitador de altura.

3-18
SEÇÃO 3

Figura 27
O excêntrico limitador da altura encontra-se na
extremidade do lado direito do eixo transversal do
hidráulico. Afrouxar o botão de aperto (1) e girar
o excêntrico para a esquerda de forma a diminuir
a altura do implemento. Girar para a direita para
aumentar a altura. O excêntrico (2) apresenta-se
em contato com o rolete (3) na posição de altura
mais baixa. Apertar o botão após a regulagem. Para
se conseguir a altura máxima da elevação, girar o
excêntrico completamente para a direita até ficar
afastado do rolete.

27

NOTA: O excêntrico limitador de altura apenas afeta


o funcionamento do botão de subida rápida. Quando
o excêntrico entra em contato com o rolete, cancela o
sinal do botão de subida rápida e evita que o engate
de 3 pontos suba mais.

Repetir a fase anterior para verificar a folga entre o


implemento e a cabine. Se a folga não for adequada,
deslocar o excêntrico mais para a esquerda. Quando
a folga for satisfatória, prosseguir com a operação.

Funcionamento da Posição Controlada

IMPORTANTE: Ajustar sempre o sistema para Po-


sição Controlada em qualquer altura quando não
estiver trabalhando com Esforço Controlado, como
no caso de engatar ou transportar equipamento ou
quando não está acoplado equipamento.

Figura 28
Deslocar a alavanca do Esforço Controlado (2)
completamente para a frente no quadrante. Ajustar
a altura/profundidade requerida do implemento,
utilizando a alavanca de Posição Controlada (1). 28
Puxar a alavanca para trás para levantar o imple-
mento e empurrar para a frente, para baixar. A altura/
profundidade do implemento é relativa à posição da
alavanca no quadrante.

3-19
OPERAÇÃO DE CAMPO

Figura 29
Para levantar o implemento no fim de cada passa-
gem, ou sempre que necessário, deslocar o trinco
(1) para trás para soltar o botão de subida rápida.
O botão (2) saltará para fora, conforme mostrado, e
o engate de 3 pontos (e o implemento), subirão até
ao máximo estabelecido (conforme determinado pela
regulagem do excêntrico limitador de altura), sem
necessidade de deslocar a alavanca de Posição
Controlada.

29

Figura 30
Para baixar o implemento, basta acionar o botão de
subida rápida (1) totalmente para dentro, conforme
mostrado, e o implemento baixará para a altura/pro-
fundidade estabelecida com a alavanca de Posição
Controlada.

_______ PRECAUÇÃO _______


Ao transportar equipamento no engate de 3 pontos,
levantar o implemento com a alavanca de Posição
Controlada. O sistema hidráulico manterá o equi-
pamento à altura estabelecida pela alavanca da
Posição Controlada e evitará que o mesmo baixe 30
e se danifique contra o piso da estrada ou cause
acidentes pessoais.

3-20
SEÇÃO 3

Funcionamento do Esforço Controlado –


Figura 31
Quando começar a trabalhar, deslocar a alavanca
de Posição Controlada (1) completamente para a
frente e baixar o implemento para o trabalho, usando
a alavanca de Esforço Controlado (2). Empurrar a
alavanca para a frente para aumentar a carga de
tração e puxar para trás para diminuir. Na maior
parte das circunstâncias o movimento para a frente
da alavanca de controlo do levantador, aumentará
a profundidade do implemento, e para trás reduzirá
a profundidade.

Uma vez ajustado, o sistema hidráulico do trator 31


ajustará automaticamente a profundidade do im-
plemento, de forma a manter um esforço uniforme
no trator, reduzindo assim ao mínimo, a patinagem
das rodas.

Observar o implemento enquanto este avança pelo


solo. Se a reação do sistema hidráulico (movimento
vertical do implemento) for muito grande ou muito
freqüente, dever-se-á reduzir a sensibilidade do
sistema através do ajuste das barras espaçadoras
do sensor.

Figura 32
Para deslocar um espaçador, retirar a porca e o
parafuso (4), o batente (3), o tirante inferior (1) e o
espaçador (2). Reinstalar primeiramente o tirante,
seguido pelo espaçador e pelo batente. Fixar o
batente com a porca e o parafuso. Apertar a porca
firmemente. 32

Na figura está representada a extremidade esquerda


da barra do sensor. O espaçador (2) está montado
na barra sensora, contra a face interna do tirante
inferior (1). Esta é a posição de maior sensibilidade,
recomendada para implementos leves ou cargas
com pouca tração. Para reduzir a sensibilidade do
sistema, deslocar os espaçadores em ambas as
extremidades da barra sensora para a parte externa
dos tirantes inferiores.

Figura 33
Na figura, a extremidade esquerda da barra sensora
está representada com o espaçador (2) instalado
contra a face externa do tirante inferior (1). Esta é
a posição menos sensível, recomendada para os
implementos mais pesados ou em condições de
cargas com grande tração. 33

3-21
OPERAÇÃO DE CAMPO

Da mesma forma que no funcionamento da Posição


Controlada, usar o botão de subida rápida para le-
vantar e baixar o engate de 3 pontos (e implemento),
no fim de cada passagem. Não deslocar a alavanca
do Esforço Controlado, pois isto afetaria o ajuste
feito previamente.

Figura 34
Existe uma válvula de controle da velocidade de
descida, colocada imediatamente acima e para a
direita do cavalete do 3º ponto. Ajustar a válvula para
reduzir a velocidade do implemento. Afrouxar a porca
e girar o parafuso (1), na válvula de controle, para
a direita para aumentar a velocidade da descida.
Girando para a esquerda, diminui-se a velocidade.
34

Funcionamento Combinado da Posição Contro-


lada e Esforço Controlado – Figura 35
Quando começar a trabalhar, baixar o implemento
para a profundidade requerida, por meio da alavan-
ca do Esforço Controlado (2), como anteriormente
descrito. Observar como se comporta o implemento.

Quando o implemento estabilizar na profundidade


pretendida, recuar um pouco a alavanca da Posição
Controlada (3) até que os braços do levantador ten-
dam a subir. O engate funciona agora em Esforço
Controlado, mas o implemento, devido à ação da
Posição Controlada, não penetrará excessivamente
quando a densidade do solo se reduzir.

35

Funcionamento da Flutuação – Figura 35


Deslocar a alavanca de Posição Controlada (3) e
a de Esforço Controlado (2) completamente para a
frente. O engate de 3 pontos pode agora “flutuar” ou
seguir o contorno do terreno, característica muito útil
para niveladoras, etc.

3-22
SEÇÃO 3

Comando Externo do Levantador Hidráulico


– Figura 36
Para facilitar o acoplamento do implemento, existe
uma alavanca de comando externo na parte interna
do pára-lamas traseiro direito.

Antes de descer do trator para acionar o interruptor


externo:

• Aplicar o freio de estacionamento.

• Colocar as alavancas da caixa de mudanças em


neutro.

• Desengatar a TDF.
36
• Deslocar a alavanca do Esforço Controlado
totalmente para a frente.

• Colocar a alavanca do acelerador manual na


posição de marcha lenta (totalmente para trás).

_______ ADVERTÊNCIA _______


Antes de utilizar o interruptor externo do hidráulico,
assegurar-se de que ninguém nem qualquer objeto
se encontra na zona do engate de 3 pontos. Nunca
estender os braços, pernas, nem outras partes do
corpo ou objetos na zona próxima dos 3 pontos ou
do implemento.
Nunca acionar os interruptores externos enquanto
estiver:

• Diretamente atrás do trator ou dos pneus.

• Entre os braços do hidráulico.

• Próximo ao implemento.

O operador apenas deve acionar a alavanca de co-


mando externo do levantador quando estiver do lado
direito do trator e do lado de fora do pneu traseiro
(zona sombreada da Figura 36).

Figura 37
Acionar a alavanca (1) para dentro (em direção ao
trator) para engatar a seção dentada (2). Deslocar
a alavanca (e o setor) para cima para levantar os
braços do hidráulico ou pressionar para baixo para
descer. Cada movimento da alavanca levantará ou
baixará os braços aproximadamente 80-100 mm
(3-4 pol.). Soltar a alavanca e voltar a engatá-la
numa posição diferente do setor se for necessário
qualquer ajuste adicional. Quando os braços inferio-
res estiverem alinhados com o implemento, soltar a
alavanca e engatar o implemento ao hidráulico da
forma normalmente utilizada.
37

3-23
OPERAÇÃO DE CAMPO

VÁLVULA DE CONTROLE REMOTO


– TIPO CENTRO ABERTO (quando
montada)

Descrição – Figura 38
As válvulas de controle aqui descritas são do tipo de
centro aberto. Na figura, estão representadas duas
válvulas (1) e (2).

As válvulas são utilizadas para acionar cilindros


hidráulicos externos, motores, etc. Podem ser ins-
taladas duas, três ou quatro válvulas de controle
remoto, as quais estão localizadas centralmente, na
38
parte traseira do trator.

A disponibilidade e função das válvulas de controle


remoto são as seguintes:

Válvula Quantidade de válvulas instaladas


No. 2 3
I DA/FL/KO DA/FL
II DA/SA DA/SA
III - DA/FL/KO
DA/FL/KO = Duplo efeito, com flutuação e corte
au- tomático
DA/FL = Duplo efeito, com flutuação
DA/SA = Duplo efeito, conversível em efeito
sim- ples

NOTA: Quando são especificadas todas as 3 válvu-


las, a válvula no I possui uma válvula de controle de
fluxo. As válvulas com corte automático retornam
automaticamente à posição neutra quando o cilindro
hidráulico chega ao final do seu curso.

Figura 39
As válvulas são acionadas por meio de alavancas
localizadas no console do lado direito do assento
do operador.

As alavancas e as suas respectivas válvulas estão


identificadas por cores, da seguinte forma:

Cor da alavanca Posição/No da válvula


Verde Lado direito, externa – I
Azul Lado direito, interna – II
Vermelha Lado esquerda – III
39

3-24
SEÇÃO 3

Figura 40
Cada alavanca da válvula de controle remoto tem
três ou quatro posições de funcionamento, depen-
dendo da especificação, como segue:

1. Subir (R) – Puxar a alavanca para trás para es-


tender o cilindro ao qual está ligada, e levantar
o implemento.

2. Neutro (N) – Empurrar a alavanca para a frente


a partir da posição de subida, para selecionar
o Neutro e desativar o cilindro a ela ligado.
40
3. Descer (L) – Empurrar a alavanca, além do neu-
tro, para recolher o cilindro e baixar a alavanca.

4. Flutuar (F) – (apenas disponível nas válvulas


I e III) – Empurrar a alavanca completamente
para a frente, além da posição “descer”, para
selecionar “flutuar”. Isto permitirá ao cilindro
estender ou recolher livremente, permitindo
assim ao equipamento como niveladoras, etc.
“flutuar” ou seguir o contorno do solo.

As posições de estender, neutro, recolher ou flutuar


estão devidamente identificadas por símbolos numa Com o nível de óleo no eixo traseiro na marca
decalcomania junto às alavancas de controle. máximo da vareta, podem ser consumidos os se-
guintes volumes máximos de óleo do eixo traseiro
para trabalhar com os equipamentos auxiliares sem
necessidade de adicionar óleo ao sistema:
Nível de Óleo do Eixo Traseiro/Hidráulico quando
se utiliza Equipamento Hidráulico Remoto Equipamento estacionário
operando ao nível do solo: 35 litros
Ao verificar o nível de óleo do eixo traseiro, é con-
(61.6 Imp.pt., 25.6 U.S. qts)
veniente assegurar-se de que o óleo se encontra na
marca máximo da vareta com o trator estacionado
Funcionamento em condições
em piso nivelado. No entanto, quando acoplar equi-
normais de condução,
pamento auxiliar às válvulas de controle remoto
(terreno plano) apenas
dever-se-á ter presente que o equipamento utiliza o
períodos curtos: 20 litros
óleo do eixo traseiro e que o nível de óleo baixa dras-
(35.2 Imp.pt., 14.6 U.S. qts)
ticamente. Trabalhando com o trator com um baixo
Funcionamento em outras
nível de óleo poderá causar danos nos componentes
condições, incluindo longos
do eixo traseiro e da transmissão.
períodos de utilização: 10 litros
(17.6 Imp.pt., 7.3 U.S. qts)
NOTA: Antes de acoplar cilindros remotos, parar o
motor e limpar cuidadosamente as uniões para evitar Por outro lado, a quantidade máxima de óleo que
a contaminação do óleo. pode ser acrescentada ao eixo traseiro acima da
marca de nível máximo (FULL) é de 4 litros (7 Imp.
pt., 2.9 U.S. qts). Com esta quantidade adicionada
_______ ADVERTÊNCIA _______ ao eixo traseiro, as quantidades acima menciona-
Para aplicações especiais que não se enquadram das podem ser aumentadas na mesma proporção,
nas especificações e condições de trabalho descri- ou seja, em 4 litros (7 Imp.pt., 2.9 U.S. qts), nunca
tas acima, consultar o seu Concessionário Case IH. mais que isso.

3-25
OPERAÇÃO DE CAMPO

Acoplamento de Cilindros Remotos – Figura 41


As válvulas de controle remoto são utilizadas para
acionar cilindros hidráulicos externos, motores
hidráulicos, etc., montados em implementos
acoplados ao trator. Cada válvula remota tem um
par de uniões rápidas fêmeas de ½”. As válvulas
são do tipo de auto-vedação/bloqueio imediato,
mas permitem que os tubos do cilindro remoto se
soltem facilmente se o implemento se desengatar
do trator. A união superior (1) de cada par é para as
mangueiras de alimentação, e a inferior (2) para as
mangueiras de retorno.

41
_______ ADVERTÊNCIA _______
O fluido hidráulico ou o óleo diesel ao escaparem sob
pressão podem penetrar na pele causando graves
ferimentos.

• Não usar as suas mãos para verificar vazamen-


tos. Utilizar um pedaço de papelão ou papel para
localizar vazamentos.

• Antes de conectar ou desconectar tubos


hidráulicos, parar o motor e aliviar a pressão
residual, fazendo deslocar as alavancas das
válvulas de controle remoto para a frente, para
a posição de flutuação e depois novamente para
o neutro.

• Apertar todas as uniões antes de dar partida no


motor ou pressurizar os tubos.

_______ ADVERTÊNCIA _______


Nunca trabalhar nem permitir que alguém trabalhe
próximo de equipamento que esteja levantado, em
virtude de este cair ao ser aliviada a pressão no
sistema ou no caso de falha em uma mangueira, etc.
Antes de desconectar cilindros ou equipamentos,
assegurar-se de que os equipamentos ou implemen-
tos se encontram devidamente apoiados. Utilizar
sempre um suporte adequado para os equipamentos
que necessitem ser assistidos enquanto na posição
levantada.

Para acoplar um cilindro remoto, inserir o tubo de


alimentação e/ou de retorno através do rasgo no
guarda-pó de borracha, assegurando-se de que está
corretamente assentado na união. Verificar se há
folga suficiente no tubo(s), que permita que o trator/
implemento possa girar para ambos os lados.

3-26
SEÇÃO 3

Figura 42
Antes de desconectar os tubos, equilibrar a pressão
nas uniões dos tubos e no trator. Para tanto, dar
partida no motor e deslocar a alavanca da válvula
para “descer” e depois para trás para “subir” e voltar
ao neutro.

Para desconectar, segurar o tubo a uma pequena


distância da união, pressionar o tubo para a frente,
para dentro e, em seguida, puxar rapidamente o tubo
para libertar a união. Limpar o guarda-pó de borracha
e inserir a união.
42

NOTA: Alguns implementos requerem a utilização de


uma válvula adicional de controle, também remota.
Quando essa  válvula está ligada para receber ali-
mentação de óleo da válvula remota do trator, terá
que ser do tipo de centro aberto.

3-27
OPERAÇÃO DE CAMPO

Acoplar e Trabalhar com os Cilindros de Duplo-


Efeito – Figura 43
Para trabalhar com estes cilindros, conectar os tu-
bos a uma válvula remota de duplo-efeito ou a uma
válvula conversível, no modo de duplo-efeito.

Conectar o tubo de alimentação (1) de um cilindro


de duplo-efeito à união superior (4) de uma válvula
de controle remoto e o tubo de retorno (2) à união
inferior (3) da mesma válvula, conforme anterior-
mente descrito.

_______ PRECAUÇÃO _______


Ao trabalhar com uma carregadeira frontal com provi- 43
das de detentores (válvulas com disparo automático),
poderá ter movimentos descontrolados, fazendo com
que o material possa derramar ou outros objetos
possam rolar pelos braços da carregadeira e cair
sobre o operador. Se necessário, consulte o seu
Concesionário Case IH para converter as válvulas
de controle para trabalharem sem o dispositivo de
retorno automático ao neutro.

Figura 44
Para estender um cilindro de duplo-efeito, puxar a
alavanca de controle para trás, para a posição de
“subir”.

Para recolher um cilindro de duplo-efeito, empurrar


a alavanca para a frente, para a posição de “baixar”.

Empurrando ainda mais a alavanca para a frente,


será selecionada a posição de “flutuar”, que permite
ao cilindro estender e recolher livremente; esta carac-
terística é de grande vantagem quando ao trabalhar
com equipamento como, por exemplo, niveladoras,
carregadeiras, etc.
44
NOTA: Um detém manterá a alavanca na posição
escolhida de estender ou recolher até que o cilin-
dro remoto alcance o fim do seu curso, voltando a
alavanca de controle automaticamente ao neutro.
Como alternativa, a alavanca poderá ser levada,
manualmente, para a posição de neutro. A alavanca
não volta ao neutro automaticamente, a partir da
posição de flutuação.

IMPORTANTE: Não manter a alavanca na posição


de extensão ou recolhida depois do cilindro ter
alcançado o fim do seu curso, pois isto faria com
que o sistema passasse a trabalhar na sua pres-
são máxima. Durante um período prolongado, esta
situação poderia ocasionar o superaquecimento do
óleo e avaria de componentes do sistema hidráulico
e da transmissão.

3-28
SEÇÃO 3

Acoplar e Trabalhar com Cilindros de Simples-


Efeito – Figuras 45
Para trabalhar com um cilindro de simples-efeito,
conectar os tubos a uma válvula de controle remoto
de simples-efeito ou a uma válvula conversível e no
modo de simples-efeito.

Conectar o tubo (1) de um cilindro de simples-efeito à


união superior (2) numa válvula de controle-remoto
como anteriormente descrito.

Figura 46
Para estender um cilindro de simples-efeito, puxar 45
a alavanca de comando para trás, para a posição
de “subir”.

Manualmente, levar a alavanca à posição de neutro


para parar o cilindro antes deste chegar ao fim do
seu curso ou, se a válvula remota tiver o dispositivo
de corte, deixar a válvula voltar automaticamente
ao neutro quando o cilindro chegar ao fim do curso.

NOTA: Ao trabalhar no modo de simples efeito, a


válvula de comando somente regressará ao neutro
automaticamente no final do seu curso.

Para recolher um cilindro de simples-efeito, deslocar


a alavanca para a frente, passando o neutro, até a
posição de “descer”.
46

IMPORTANTE: Não manter a alavanca na posição


de extensão ou recolhida depois do cilindro ter al-
cançado o fim do seu curso, pois isto faria com que
o sistema trabalhasse na sua pressão máxima. Du-
rante um período prolongado, esta situação poderia
provocar o superaquecimento do óleo e avaria de
componentes do sistema hidráulico e da transmssão.
Sangria dos Cilindros Remotos
IMPORTANTE: Um cilindro de simples-efeito pode Ao acoplar-se um cilindro com ar no seu interior,
também ser comandado por uma válvula de controle como seja, um cilindro novo que esteve fora de ser-
remoto de duplo-efeito. No entanto, é muito importan- viço ou que tenha tido os tubos desligados, torna-se
te notar que para recolher o cilindro, deve ser usada necessário sangrar o cilindro para eliminar o ar.
a posição de “flutuação”. Para selecionar “flutuação”,
Com os tubos ligados às uniões das válvulas de
afastar a alavanca ainda mais do operador, além da
controle remoto na parte traseira do trator, colocar
posição de “descer”.
o cilindro com o tubo voltado para cima e estender
e recolher o cilindro sete ou oito vezes, usando a
alavanca de comando da válvula de controle remoto.
Verificar o nível de óleo do eixo traseiro antes e
depois de trabalhar com o cilindro remoto.

3-29
OPERAÇÃO DE CAMPO

SISTEMA DE TRAÇÃO ELETROLINKTM


(somente com cabine com transmissão “Power
Shift”)

O sistema aqui descrito é conhecido como sistema


de tração Eletrolink. Este sistema hidráulico,
controlado eletronicamente, “sente” as variações
de carga através de sensores nos pinos dos braços
inferiores, alterando a sua posição através de um
sensor no eixo transversal. O sistema funciona em
Posição Controlada ou Esforço Controlado.

A Posição Controlada proporciona um comando


preciso e sensível dos implementos, tais como Carga de tração no implemento.
pulverizadores, ancinhos, segadeiras, etc., que W = Profundidade de trabalho (regulado através do
trabalham acima do solo. Quando a altura do imple- botão de tração)
mento tiver sido regulada, o sistema permanece na Limite inferior (regulado através da alavanca de
posição selecionada independentemente das forças posição)
Movimento de correção (regulado através do con-
de atuação externas.
trole de sensibilidade)
O Esforço Controlado é o mais adequado para
47
trabalhar com implementos montados ou semi-
montados que trabalham no solo. As alterações de
resistência no solo provocam o aumento ou diminui-
ção de carga de tração no implemento.

Notas sobre o Esforço Controlado – Figura 47


O Esforço Controlado regula a profundidade de
trabalho no solo através da manutenção de uma
carga constante de tração. Se a alavanca de Po-
sição Controlada é ajustada imediatamente abaixo
da profundidade de trabalho normal em Esforço
Controlado, evita-se que o implemento “mergulhe”
ou trabalhe muito profundo, no caso de encontrar
um solo fofo ou leve.

A Posição Controlada sobrepõe-se ao Esforço Con-


trolado quando a alavanca da Posição é deslocada
além da profundidade de trabalho através do botão
do Esforço Controlado. Desta forma, a alavanca da
Posição Controlada pode ser usada para levantar
o implemento do solo, da profundidade normal de
Esforço Controlado, sem alterar as regulagens.

Esta função pode ser útil quando é necessário um


levantamento gradual. A porca batente pode ser
regulada de forma a que a alavanca de Posição
possa ser rapidamente colocada na posição de limite
inferior, logo abaixo da profundidade de trabalho do
Esforço Controlado.

O interruptor de subida/descida pode ser usado


normalmente para levantar ou baixar o implemento
durante os ciclos de trabalho.

3-30
SEÇÃO 3

Painel de Comando – Figura 48

O comando de posição controlada (1) é utilizada


para regular a altura do implemento, quando trabalha
em Posição Controlada. Utilizá-la para regular a pro-
fundidade máxima do implemento quando trabalhar
em Esforço Controlado.

O batente ajustável (2) é utilizado para ajuste re-


petido de altura ou profundidade, quando utiliza-se 48
em conjunto com posição controlada.

O botão do esforço de carga (3) determina a sen-


sibilidade do esforço e, desta forma, a profundidade
de trabalho do implemento, através do ajuste de
uma força nos pinos de sensibilidade de esforço.
Selecionando a posição 10, consegue-se uma carga
máxima, e desta forma, uma profundidade máxima
do implemento.

O interruptor de subida/descida (4) possui três


posições, centralizadas por mola, que permitem que
o operador possa rapidamente levantar o implemento
para a altura determinada pelo comando de limite
de altura e voltar a baixá-la posteriormente para a
altura/profundidade feita através dos comandos da
posição ou esforço, sem prejudicar as regulagens.
O interruptor proporciona também um retorno mais
rápido ao solo, se necessário. Para mais informa-
ções, ver o texto na página 3-39.

3-31
OPERAÇÃO DE CAMPO

Painel do EDC – Figura 49


O botão de controle da velocidade de descida (1)
comanda a velocidade a que os braços inferiores e
o implemento descem durante o ciclo de descida.

O botão de comando de limite de altura (2) limita


a altura de levantamentodos braços. Ajustar este
botão para evitar que os implementos mais compri-
dos possam danificar o trator quando são totalmente
levantados.

49
O botão de comando de limite de patinagem (3)
disponível apenas com a unidade opcional de radar,
permite que o operador selecione o limite de patina-
gem das rodas acima do qual o implemento subirá
até que o deslizamento das rodas retorne ao nível
de patinagem pré-estabelecido.

O indicador “atuação” de limite de patinagem


(4) acenderá quando o limite de patinagem estiver
ligado.

O botão de sensibilidade do esforço (2), Figura


49, é utilizado para tornar o sistema mais ou menos
sensível às variações de carga de tração. A sensibi-
lidade máxima de esforço é conseguida na posição
10 do botão.

Painel do EDC – Figura 50


A luz de aviso de anomalia (1) tem duas funções:

- Luz piscando significa que existe uma anomalia


nos circuitos do sistema. Isto repete-se no painel
de instrumentos analógico/digital como uma luz de
aviso.

- Luz sempre acesa significa “hidráulico inoperante”.


Também neste caso o aviso é repetido no painel de
instrumentos como uma luz de aviso ou como um
símbolo do LCD. Consultar a Figura 53 e o texto 50
relacionado com este tema.

3-32
SEÇÃO 3

Painel do EDC – Figura 51


As luzes indicadoras (1) e (2) operam quando a ala-
vanca de comando de posição é usada para levantar
ou baixar o implemento ou quando as correções de
subida e descida ocorrem durante o funcionamen-
to normal do trator. A lâmpada inferior (2) acende
quando os braços do hidráulico baixam. A lâmpada
superior (1) acende quando os braços sobem.

51

Mostradores dos instrumentos – Figura 52


Ao trabalhar em Posição Controlada, o mostrador
digital do painel de instrumentos (1) Figura 52, indica
a posição dos braços inferiores numa escala de “0”
a “99”. O mostrador em “0” indica que os braços se
encontram totalmente baixados. Se indicar “99”, os
braços estão totalmente levantados.

Quando trabalhar em Esforço Controlado o mostra-


dor indicará “dr”.
52

Se o seu trator estiver equipado com um painel de


instrumentos eletrônico, aparece o símbolo “hidráu-
lico operante” (2), Figura 52, quando 3o Ponto está
em fase com o comando de posição.

3-33
OPERAÇÃO DE CAMPO

Mostradores dos Instrumentos – Figuras 53 ou 54


No caso de o 3o ponto/comando de posição deixarem
de estar em fase entre si, este mostrador desapare-
cerá e será substituído pelo símbolo de “hidráulico
inoperante”. Ver abaixo.

A luz de anomalia no painel do EDC (Figura 53)


aparece também no painel de instrumentos, da
seguinte forma:

A luz de aviso de anomalia piscando no painel do


EDC aparece no painel de instrumentos digital (1),
e indica uma anomalia no sistema. 53

A anomalia no sistema é assinalada através de um


símbolo no LCD (1), Figura 53.

A luz de aviso de anomalia sempre acesa no painel


do EDC indica “hidráulico inoperante”, aparecendo
também no painel de instrumentos com uma luz de
aviso (2), ou com o símbolo LCD (2), Figura 53.

A luz de aviso de “hidráulico inoperante”/símbolo


LCD significa a alavanca do hidráulico não corres-
pondente à posição dos braços e o resultado é que
os braços não sobem nem descem com a alavanca
de comando. A luz de aviso de “hidráulico inoperante”
aparece no mostrador se:

• A alavanca de comando do hidráulico tiver sido


deslocada com o motor parado.

• Os interruptores externos dos pára-lamas foram 54


acionados para levantar ou baixar a articulação
dos três pontos. Consultar “Comandos externos
do levantador hidráulico” na página 3-40.

Para colocar a alavanca de comando do hidráulico


novamente em fase com os braços inferiores, colocar
o interruptor de subida/descida na posição central
e, com o motor funcionando, deslocar a alavanca
de posição lentamente para a frente ou para trás,
conforme necessário, até que a posição da alavanca
fique corresponda à altura dos braços. A luz de aviso
de “hidráulico inoperante” apagará ou, se o seu trator
estiver equipado com painel de instrumentos eletrô-
nico, desaparecerá o símbolo “hidráulico inoperante”
e aparecerá o símbolo de “hidráulico operativo” (1)
Figura 54. A articulação de 3 pontos pode agora subir
ou baixar normalmente.

3-34
SEÇÃO 3

REGULAGENS ANTES DE INICIAR O TRABALHO


Engatar o implemento com que pretende trabalhar
no 3o Ponto.

Figura 55
Girar o botão de esforço de carga (2) no sentido
anti-horário até que a barra vertical mais alta fique
alinhada com a indicação “+” – este é o ajuste da
Posição Controlada.

Dar partida no motor e, usando a alavanca de Posi-


ção Controlada (1), levantar o implemento por eta-
pas, assegurando que existe 100 mm pelo menos de
folga entre o implemento e qualquer parte do trator.
Verificar a leitura no mostrador digital do painel de
instrumentos. Se a leitura for inferior a “99”, significa
que o implemento não está totalmente levantado. 55

Figura 56
Ajustar o botão de comando do limite de altura
(2) para evitar que os braços subam demasiado,
evitando assim que o implemento possa danificar o
trator quando totalmente levantado.

Quando o interruptor de subida/descida ou a ala-


vanca de Posição Controlada são utilizados para
levantar o implemento, este apenas sobe para a
altura regulada através do comando de limite de
altura, como determinado no passo anterior.

Ajustar a velocidade de descida, de acordo com o


peso e dimensão do implemento acoplado, girando 56
o botão de comando da velocidade de descida
(1). Girar para a direita para aumentar a velocidade
de descida ou para a esquerda para diminuir.

IMPORTANTE: Ao regular o implemento pela primei-


ra vez para trabalhar, manter o botão de comando da
velocidade de descida na posição de descida lenta
(símbolo da tartaruga).

Quando é utilizado o interruptor de subida/descida


para baixar o implemento, este baixará a uma ve-
locidade controlada, conforme foi descrito no passo
anterior.

3-35
OPERAÇÃO DE CAMPO

FUNCIONAMENTO EM ESFORÇO CONTROLADO


Para trabalhar em Esforço Controlado, ajustar os
diversos comandos de acordo com a necessidade
para se adequar às condições do implemento e do
terreno.

Figura 57
O botão de esforço de carga (2) determina a pro-
fundidade do implemento através do ajuste da força
desejada nos pinos sensores de carga. Ajustar o 57
botão para a posição intermediária antes de começar
a trabalhar.

Figura 58
O botão de sensibilidade de carga (1) determina
a sensibilidade do sistema. Ajustar o botão para a
posição intermediária antes de entrar no terreno.

58

Figura 59
Conduzir o trator até o terreno e baixar o implemento
para a posição de trabalho, girando o comando de
Posição Controlada (1). Utilizar o comando de Po-
sição para ajustar a profundidade máxima e, desta
forma, evitar que o implemento “mergulhe” quando
encontre terreno leve. Ajustar a profundidade de
trabalho do implemento girando o botão de esforço
de carga (2).

Certificar-se de que as setas do batente ajustável


(3) e do controle de posição estejam alinhadas, de
forma que o ajuste selecionado possa ser rapida-
mente obtido. 59

3-36
SEÇÃO 3

Figura 60
Observar o implemento à medida que rasga o solo
e ajustar o botão de sensibilidade de esforço (1),
até que a tendência para subir e baixar devido às
variações de resistência do solo seja satisfatória.
Uma vez regulado, o sistema hidráulico do trator
regulará automaticamente a profundidade do im-
plemento, mantendo um esforço constante (carga
constante) no trator.

O ajuste ideal será conseguido através da obser-


vação das luzes indicadoras do movimento (2) e
(3). A luz superior (3) acende sempre que o sistema 60
levanta o implemento à medida que ocorrem as cor-
reções normais de tração. A luz inferior (2) acende
quando o implemento desce.

Girar lentamente o botão de sensibilidade de es-


forço (1) para a direita. O sistema responderá com
movimentos menores e mais rápidos, pois serão
vistos através de ambas as luzes de aviso piscando.
Nesta altura, girar ligeiramente o botão para a es-
querda até que qualquer uma das luzes acenda uma
vez cada 2 ou 3 segundos ou, conforme necessário,
para se adequar às condições do terreno.

Figura 61
Quando as condições de trabalho ideais tiverem sido
determinadas, não há necessidade de voltar a mover
o comando da Posição Controlada novamente até
ter acabado o trabalho que tem em mãos.

Quando chegar ao final das cabeceiras do terreno,


pressionar na parte superior do interruptor de
subida/descida (1) para levantar rapidamente o
implemento para a posição regulada pelo botão de
comando de limite de altura. Quando voltar a entrar
na área de trabalho, colocar o interruptor na posição
central e o implemento baixará para o ajuste feito 61
pelo botão de comando da velocidade de descida,
parando quando é alcançada a profundidade regula-
da através do botão de esforço de carga (2).

3-37
OPERAÇÃO DE CAMPO

Figura 62
Poderá ser necessário uma penetração mais rápida
do implemento, por exemplo, após ter feito o retorno
numa cabeceira estreita. Além disso, alguns imple-
mentos são mais difíceis de penetrar no terreno,
especialmente se o solo é duro. Acionar e manter
pressionado o interruptor de subida/ descida (1)
e o implemento baixará à velocidade determinada
pelo botão de comando de velocidade de descida,
até contatar o solo. A velocidade de descida e as
regulagens de comando de posição serão então
neutralizadas e o implemento penetrará rapidamente
no solo, subindo para a profundidade de trabalho 62
pré-determinada ao liberar o interruptor.

Como alternativa, poderá ser usado o batente ajus-


tável para regular a profundidade do implemento.
Quando a profundidade do implemento tiver sido obti-
da, deslocar o batente (2). Sempre que o implemento
suba, utilizando o comando de Posição Controlada
(3), regressará sempre à mesma profundidade de
trabalho girando-se o comando até sentir um “click”.
Neste ponto ambas as setas estarão alinhadas.

NOTA: Se necessário, o comando da Posição Con-


trolada pode ultrapassar o batente, para baixar ainda
mais o implemento.

Figura 63
O botão de controle do limite de patinagem (1),
apenas disponível com a unidade opcional do radar,
permite ao operador limitar o grau de patinagem das
rodas, acima do qual o implemento subirá até que
a patinagem das rodas regresse a um nível aceitá-
vel. O sistema sobrepõe-se aos sinais normais de
sensibilidade de tração e, desta forma, deverá ser
tomado muito cuidado para não selecionar um limite
de patinagem muito baixo, impossível de obter em
condições úmidas, o que poderá prejudicar a quan-
tidade de trabalho realizada.

Ao ser ativado o comando de patinagem, a luz in-


63
dicadora de limite de patinagem (2) acende e o
implemento sobe, restaurando o grau de patinagem
escolhido. O botão pode ser desligado, girando-se
totalmente para a direita.

3-38
SEÇÃO 3

FUNCIONAMENTO EM POSIÇÃO CONTROLADA

Figura 64
Para trabalhar em Posição Controlada, o botão de
esforço de carga (3) deverá, preferencialmente,
ser girado totalmente para a esquerda até a barra
vertical mais alta fique alinhada com a indicação “+”.

Utilizar o comando de Posição Controlada (1) para


levantar e baixar o engate de 3 pontos. O implemento
sobe e pára na altura pré-determinada através do
botão de comando do limite de altura. 64

NOTA: A velocidade de subida será regulada auto-


maticamente. Se um grande movimento do comando
da Posição Controlada, os braços deslocar-se-ão
num movimento rápido. À medida que os braços se
aproximam da posição regulada pelo comando , o
movimento do implemento será mais lento.

Quando o implemento se encontrar na profundidade


de trabalho desejada, certificar-se de que as setas do
batente (2) e do comando de posição controlada
(1) estão alinhadas e o “click” do ajuste foi atingido.
Cada vez que o comando é deslocado, poderá fazê-
lo regressar à sua posição original, contra o batente,
de forma a manter a altura de trabalho pretendida.

Quando necessitar de levantar o implemento no final


das cabeceiras do terreno, acionar a parte superior
do interruptor de subida/ descida (4) para levantar
rapidamente o implemento para a posição regulada
pelo botão de comando de limite de altura. Quando
voltar a entrar na área de trabalho, colocar o interrup-
tor na posição central e o implemento baixará para
a altura originalmente regulada pelo comando de
posição controlada (1).

PRECAUÇÃO

Quando transportar equipamento no hidráulico


de três pontos, levantar o implemento através do
interruptor de subida/ descida (4) e selecionar o
bloqueio para transporte (ver o texto seguinte). Isto
para evitar que os braços do hidráulico baixem aci-
dentalmente, podendo danificar o solo ou provocar
acidentes pessoais.

3-39
OPERAÇÃO DE CAMPO

BLOQUEIO DE TRANSPORTE E CONTROLE


DINÂMICO NA CONDUÇÃO

Bloqueio de Transporte – Figura 65


Ao transportar um equipamento engatado no 3 o
Ponto, girar o botão de comando da velocidade
de descida (1) totalmente para a esquerda para
bloquear na posição de transporte (símbolo do ca-
deado). Isto evitará que o implemento possa baixar
acidentalmente e provoque danos na superfície da
estrada.

Controle Dinâmico de Condução – Figura 65


65
Ao transportar equipamento engatado no 3o Ponto,
este tem tendência a oscilar, podendo fazer com que
se perca o controle da condução a velocidades de
transporte. Com o Controle Dinâmico ligado, quando
as rodas dianteiras encontram uma irregularidade no
terreno, fazendo com que a frente do trator suba, o
sistema hidráulico reage imediatamente para contra-
por este movimento, minimizando assim a oscilação
do implemento e proporcionando uma condução
mais suave.

Para ligar o Controle Dinâmico, girar o botão de


comando da velocidade de descida (1) totalmente
para a esquerda para a posição de transporte. Pres-
sionar o topo do interruptor de subida/descida para
levantar o implemento até a altura correspondente
ao comando limitador de subida dos braços (2).

O Controle Dinâmico de Condução somente funciona


acima de 8 km/h. Quando a velocidade excede os 8
km/h, o implemento descerá 4-5 pontos (conforme
aparece no painel de instrumentos) à medida que o
sistema hidráulico faz as correções para compensar
a oscilação do implemento. As correções são visua-
lizadas através do movimento de luzes indicadoras
piscando. Quando a velocidade do trator é inferior a
8 km/h, o implemento sobe novamente até à altura
pré-determinada pelo interruptor de subida dos bra-
ços e o Controle Dinâmico fica inoperativo.

COMANDO HIDRÁULICO EXTERNO

Figura 66
Para auxiliar o acoplamento do implemento, existe
comando externo do levantador. Encontra-se mon-
tado no conjunto da lanterna traseira direita do trator
um interruptor oscilante (1). O interruptor possue
três posições, regressando à posição central ao se-
66
rem liberados, correspondendo à posição desligada.

3-40
SEÇÃO 3

PRECAUÇÃO

Antes de descer do trator para acionar os interrup-


tores externos:

• Colocar as alavancas da caixa de mudanças em


neutro.

• Desengatar a TDF.

• Aplicar o freio de estacionamento.

Com o motor funcionando, colocar a alavanca do


acelerador manual na posição de marcha lenta (to-
talmente para trás)

Figura 67
O operador somente deve acionar o interruptor
externo (1) quando estiver posicionado ao lado do
trator (ao lado dos pneus). Para evitar danos no
implemento ou no trator, não se deverá acionar ao
mesmo tempo os comandos hidráulicos na cabine
e os comandos externos.

ADVERTÊNCIA

Antes de utilizar o interruptor externo do hidráulico, 67


assegurar-se de que ninguém nem nenhum objeto
se encontra na área do 3o Ponto.
Nunca acionar o interruptor externo enquanto estiver:

• Diretamente atrás do trator ou dos pneus.

• Entre os braços do hidráulico.

• Próximo ao implemento.

• Nunca extender os braços, pernas, ou outras


partes do corpo ou objetos na área próxima
ao 3o Ponto ou implemento enquanto aciona o
interruptor externo.

• Nunca colocar um ajudante para trabalhar do


lado oposto dos comandos.

• Nunca acionar os comandos do lado oposto,


faça-o circulando à volta do trator ou do imple-
mento.

• Não atravessar entre o implemento e o trator.

3-41
OPERAÇÃO DE CAMPO

Figura 68
Pressionando na parte superior do interruptor
oscilante (1) fará com que o hidráulico suba
lentamente. Pressionando na parte inferior fará com
que o hidráulico baixar.

Figura 69
Para transferir o comando do três pontos novamente 68
para o comando do hidráulico, colocar o interruptor
de subida/ descida (2) na posição central e, com
o motor funcionando, girar o comando lentamente
comando de Posição Controlada (1), à direita ou
à esquerda, conforme desejado, até que a posição
do comando corresponda à altura dos braços. A luz
de aviso de “hidráulico inoperativo” desaparecerá
ou, se o seu trator estiver equipado com um painel
de instrumentos eletrônico, aparecerá o símbolo “hi-
dráulico operativo”. Isto indica que o 3o Ponto pode
agora subir ou baixar normalmente.

IMPORTANTE: Quando o comando do 3o Ponto é


transferido novamente para o comando do hidráulico,
o implemento que estiver engatado poderá subir à
altura máxima e danificar a traseira do trator. O ope-
rador deverá estar atento a esta situação e tomar 69
os cuidados necessários para evitar que os braços
subam totalmente. Ajustar o interruptor limitador de
subida conforme descrito sob o título Funcionamento
em Posição Controlada, na página 3-39.

3-42
SEÇÃO 3

VÁLVULAS DE CONTROLE REMOTO DO TIPO


CENTRO FECHADO, COM SENSOR DE CARGA
(somente com cabine com transmissão “Power
Shift”)
I
Descrição – Figura 70
As válvulas de controle remoto aqui descritas são do
tipo sensora de carga, centro fechado.

As válvulas são usadas para trabalhar com cilindros


externos, motores, etc. Podem instalar-se até quatro IIII III II
válvulas de controle remoto, localizadas central-
mente na traseira do trator. As válvulas I e II estão
colocadas à direita do 3o Ponto e as válvulas III e
IIII estão à esquerda. Todas as válvulas remotas 70
incorporam uma válvula de bloqueio automático
no pórtico inferior (subida) para evitar vazamentos
imprevistos do implemento.

Figura 71
Estas válvulas são comandadas por alavancas, loca-
lizadas no console à direita do banco do operador. As
alavancas e as respectivas válvulas são identificadas
por um código de cores conforme indicado abaixo.

Cor da Alavanca Posição/Nº da Válvula


Verde Direita – externa – I
Azul Direita – interna – II
Castanho Esquerda – interna – III
Preto Esquerda – externa – IIII

Cada alavanca das válvulas tem quatro posições de


71
trabalho, como segue:
1. Subir (R) – Puxar a alavanca para trás para es-
tender o cilindro ao qual está ligada e levantar
o implemento.
2. Neutro (N) – Empurrrar a alavanca para a frente
a partir da posição de subida para selecionar o
neutro e desabilitar o cilindro a ela ligado.
3. Descer (L) – Empurrar a alavanca mais para a
frente, além do neutro, para recolher o cilindro
e baixar o implemento.
4. Flutuar (F) – Empurrar a alavanca totalmente
para a frente, além da posição “descer”, para
selecionar “flutuar”. Isso permitirá que o cilindro
estenda ou recolha livremente, permitindo assim
que o equipamento, como láminas de nivelado-
ras, “flutuem”, ou acompanhem o contorno do
terreno.
As posições Subir, Descer, Neutro e Flutuar são
identificadas por símbolos numa decalcomania junto
às alavancas de comando.

3-43
OPERAÇÃO DE CAMPO

Nível de Óleo do Eixo Traseiro/Hidráulico quando Por outro lado, a quantidade máxima de óleo que
se utiliza Equipamento Hidráulico Remoto pode ser acrescentada ao eixo traseiro acima da
Ao verificar o nível de óleo do eixo traseiro, é con- marca de nível máximo (FULL) é de 4 litros (7 Imp.
veniente assegurar-se de que o óleo se encontra na pt. 2.9 U.S. qts.). Com esta quantidade adicionada
marca máximo da vareta, com o trator estacionado ao eixo traseiro, as quantidades acima menciona-
em piso nivelado. No entanto, ao acoplar equipamen- das podem ser aumentadas na mesma proporção,
to auxiliar às válvulas de controle remoto, dever-se-á ou seja, em 4 litros (7 Imp. pt. 2.9 U.S. qts.), nunca
ter presente que o equipamento utiliza o óleo do eixo mais que isso.
traseiro e que o nível de óleo baixa drasticamente.
Trabalhando com o trator com um baixo nível de
óleo poderá causar danos nos componentes do eixo
traseiro e da transmissão. ADVERTÊNCIA

O fluido hidráulico ou o óleo diesel ao escaparem sob


NOTA: Antes de acoplar cilindros remotos, parar o pressão podem penetrar na pele causando graves
motor e limpar cuidadosamente as uniões para evitar ferimentos.
a contaminação do óleo.
• Não usar suas mãos para verificar vazamentos.
Utilizar um pedaço de papelão ou papel para
Com o nível de óleo do eixo traseiro na marca máxi- localizar vazamentos.
mo da vareta, podem ser consumidos os seguintes
• Antes de acoplar ou desconectar tubos hidráu-
volumes máximos de óleo do eixo traseiro para ope-
licos, parar o motor e aliviar a pressão residual,
ração dos equipamentos auxiliares sem necessidade
deslocando as alavancas das válvulas de con-
de adicionar óleo ao sistema:
trole remoto para a frente, para a posição de
flutuação e depois novamente para neutro.

• Apertar todas as uniões antes de dar partida no


Equipamento estacionário 35 litros
motor ou pressurizar as tubulações.
operando ao nível do solo: 61.6 Imp. pt.
25.6 U.S. qts. Se for injetado fluido na pele, procurar assistência
médica imediata para evitar possível gangrena.

Funcionamento em condições 20 litros


normais de condução, 35.2 Imp. pt.
(terreno plano) 14.6 U.S. qts.
apenas por períodos curtos:

ADVERTÊNCIA

Nunca trabalhar nem permitir que alguém trabalhe


Funcionamento em outras 10 litros
próximo de equipamento que esteja levantado, em
condições, inclusive por longos 17.6 Imp. pt.
virtude de este cair quando a pressão é aliviada no
períodos de utilização: 7.3 U.S.
sistema ou no caso de um tubo avariar, etc. Antes de
qts.
desconectar cilindros ou equipamentos, assegurar-
se de que os equipamentos ou implementos se
encontram devidamente apoiados. Utilizar sempre
um suporte adequado para os equipamentos que
necessitem de ser assistidos enquanto na posição
_______ ADVERTÊNCIA _______ levantada.
Para aplicações especiais que não se enquadram
nas especificações e condições de trabalho descri-
tas acima, consultar o seu Concessionário Case IH.

3-44
SEÇÃO 3

Acoplamento de cilindros remotos – Figura 72


Cada válvula remota tem um par de uniões rápidas 1
fêmeas de ½” (1) e (2). As válvulas são do tipo de
auto-vedação/bloqueio imediato, mas permitem que
os tubos do cilindro remoto se soltem facilmente
se o implemento se desengatar do trator. A união
inferior (2) de cada par é para o tubo de retorno. As
uniões representadas nesta figura são para válvula
remota No 1.

2
Notas Sobre o Funcionamento
Um detém manterá a alavanca na posição escolhida 72
de estender ou recolher até que o cilindro remoto
alcance o fim do seu curso, voltando a alavanca de
controle, automaticamente, ao neutro. Como alter-
nativa, a alavanca poderá ser levada, manualmente,
à posição neutro. A alavanca não volta ao neutro
automaticamente, a partir da posição de flutuação.

NOTA: Não manter a alavanca na posição de exten-


são ou recolhida depois do cilindro haver alcançado
o fim do seu curso, pois isto faria com que o sistema
trabalhasse na sua pressão máxima. Durante um
período prolongado, esta situação poderia provocar o
superaquecimento do óleo e avaria de componentes
do sistema hidráulico de transmissão.

ADVERTÊNCIA
Ao trabalhar com uma carregadeira frontal com as
válvulas providas de detentores poderá ter movi-
mentos descontrolados, fazendo com que o material
possa derramar ou outros objetos possam rolar pelos
braços da carregadeira e cair sobe o operador. Se
necessário, consulte o seu Concesionário Case IH
para converter as válvulas de controle para traba-
lharem sem o dispositivo de retorno automático ao
neutro.

3-45
OPERAÇÃO DE CAMPO

Figura 73
1
Cada válvula de controle remoto tem a sua própria
válvula de controle de fluxo (1) que permite controlar
individualmente os débitos ao trabalhar com duas ou
mais válvulas simultaneamente.

Girar o botão de controle de fluxo para a esquerda


para aumentar o fluxo de óleo.

73
Girar o botão para a direita para diminuir o fluxo do
óleo. Ver Seção 7 – Especificações.

Acoplar e Trabalhar com os Cilindros de Duplo-


Efeito – Figura 74
Conectar o tubo de alimentação (1) de um cilindro
4
de duplo-efeito à união inferior (3) de uma válvula
de controle remoto. Conectar o tubo de retorno (2)
à união superior (4) da mesma válvula. 3 1

74

Figura 75
Para estender um cilindro de duplo-efeito, puxar a
alavanca de controle, Figura 75, para trás, para a
posição “levantar”.

Para recolher um cilindro de duplo-efeito, empurrar


a alavanca para trás, para a posição “baixar”.

Deslocando mais ainda a alavanca, permitirá sele-


cionar a posição “flutuar”, o que permite ao cilindro
estender e recolher livremente. Esta característica é
de grande vantagem ao trabalhar com equipamento
como, por exemplo, niveladoras, carregadeiras, etc. 75

3-46
SEÇÃO 3

Acoplar e Trabalhar com Cilindros de Simples-


Efeito – Figura 76 1
Conectar o tubo (1) de um cilindro de simples-efeito
à união inferior (2) na válvula de controle remoto,
como anteriormente descrito.

76

Figura 77
Para estender um cilindro de simples-efeito, puxar
a alavanca de comando para trás, para a posição
“levantar”.

Manualmente, voltar a alavanca à posição de neutro


para parar o cilindro antes deste chegar ao fim do seu
curso ou permitir à válvula voltar automaticamente
quando o cilindro chegar ao fim do seu curso.

Para recolher um cilindro de simples-efeito, deslocar


a alavanca totalmente para a frente, para a posição
“flutuar”.
77

IMPORTANTE: Usar sempre a posição “flutuar” para


baixar um cilindro de simples-efeito. A posição “des-
cer”, aplica-se somente aos cilindros de duplo-efeito.

Acoplar e Trabalhar com Equipamentos de Fluxo


Hidráulico Contínuo – Figura 78
O equipamento de fluxo hidráulico contínuo (por
exemplo, motores hidráulicos), deves ser ligado à 1
união da válvula de controle remoto com o tubo de
alimentação (1) ligado à união superior(4) e o tubo
de retorno (2) ligado à união inferior (3) da mesma
válvula.
4

3 2
Deve ser instalado o Motor Kit.
78

3-47
OPERAÇÃO DE CAMPO

Figura 79
Com a alavanca de controle remoto completamente
para a frente, na posição “flutuar”, o motor hidráulico
estará parado, mas entrará em funcionamento se a
alavanca for puxada para a posição “baixar”.

IMPORTANTE: Para parar o motor hidráulico,


acionar a alavanca totalmente para a frente, para a
posição “flutuar”. O motor hidráulico reduzirá a sua
velocidade até parar, mas sem parar de repente,
o que causaria pressões internas nos tubos que,
se não fossem controladas por válvulas especiais,
poderiam danificar as vedações do motor. 79

Observar os seguintes cuidados para maior proteção


do trator e do equipamento:

• Não abrir nenhuma válvula by-pass no equipa-


mento ou no motor. Usar a válvula de controle
de fluxo para regular o fluxo ou a velocidade do Trabalhar Simultaneamente com Várias Válvulas
motor. de Controle Remoto ou Simultaneamente com
Válvulas Remotas e o Levantador.

• Para assegurar um perfeito arrefecimento do


Se estiver operando com duas ou mais válvulas
óleo hidráulico e evitar o superaquecimento,
remotas simultaneamente ou válvulas remotas e o
trabalhar com equipamento de fluxo contínuo
levantador hidráulico, todas as válvulas de controle
com maior fluxo (usando a válvula reguladora de
de fluxo devem ser reguladas de forma a assegu-
fluxo) e à velocidade do motor mais baixa que
rar um fluxo parcial. Se não forem ajustadas desta
permita manter o desempenho e a velocidade
forma, todo o fluxo disponível poderá ser enviado
requeridas pela máquina.
para o circuito de fluxo total quando a pressão nesse
circuito for inferior à dos demais circuitos que estão
• Recomenda-se a instalação de um termômetro sendo usados.
no circuito remoto quando se utilizam motores
hidráulicos de funcionamento contínuo. Caso se
constate um superaquecimento, parar o motor Sangria dos Cilindros Remotos
hidráulico até que o óleo esfrie. Verificar se a Ao acoplar-se um cilindro com ar retido no seu inte-
regulagem do fluxo está no máximo e a veloci- rior, como seja, um cilindro novo que esteja fora de
dade do motor no mínimo, apropriadas para o serviço ou que tenha tido os tubos desligados, torna-
desempenho da máquina. se necessário sangrar o cilindro para eliminar o ar.

Ao trabalhar em condições normais e a alta Com os tubos ligados às uniões das válvulas de
temperatura se mantiver, instalar um radiador controle remoto, na parte traseira do trator, colocar
de óleo no circuito de retorno do motor. A tem- o cilindro com a extremidade onde vai acoplada a
peratura máxima recomendada para o óleo é mangueira voltada para cima e estender e recolher
de 110oC (230oF). o cilindro sete ou oito vezes, usando a alavanca de
comando da válvula de controle remoto.
O seu Concesionário Case IH poderá fornecer-lhe
um radiador de óleo apropriado, bem como os res- Verificar o nível de óleo do eixo traseiro antes e de-
pectivos acessórios fará ele próprio a montagem. pois de trabalhar com um cilindro remoto.

3-48
SEÇÃO 3

ENGATE DE TRÊS PONTOS

NOTA: Antes de acoplar o equipamento, leia esta


seção cuidadosamente.

Descrição – Figura 80
1
O engate de três pontos permite que implementos
montados ou semi-montados possam ser ligados
ao trator e sejam acionados e controlados através
do sistema hidráulico deste. O engate consiste de
dois braços inferiores (3) ligados a um eixo na car- 2
caça do eixo traseiro. As extremidades posteriores
dos braços inferiores devem ser ligadas aos pinos
de engate inferiores do implemento. Encontram-se
disponíveis vários tipos de extremidades para auxiliar
o acoplamento do implemento. 3

Os braços inferiores sobem e descem por meio dos


80
tirantes de levantamento (2), ligados aos braços.
Estes podem ser rapidamente regulados para facilitar
o alinhamento do implemento com o trator.

O 3º ponto (1), está montado em um cavalete na


carcaça central do eixo traseiro. A parte posterior do
3º ponto deverá ser engatada no pino de engate su-
perior do implemento. O 3º ponto é também ajustável
para facilitar o alinhamento do implemento.

ACOPLAMENTO DE EQUIPAMENTOS NO
ENGATE DE TRÊS PONTOS

NOTA: Antes de acoplar o equipamento, ajustar os


tirantes do levantador e selecionar o furo correto do
braço 3o ponto para o implemento a para o trabalho
que vai ser executado.

Assegurar-se de que os estabilizadores telescópi-


cos ou os blocos separadores estão corretamente
ajustados. Retirar a barra de tração oscilante, se for
instalado equipamento muito próximo do trator.

IMPORTANTE: Selecionar sempre Posição Contro-


lada ao acoplar ou transportar equipamento, quando
não estiver acoplado qualquer equipamento, ou sem-
pre que não estiver operando em Esforço Controlado.

NOTA: Ver também “Comando Externo do Levanta-


dor Hidráulico”, na página 3-40 para mais detalhes.

3-49
OPERAÇÃO DE CAMPO

A maioria dos equipamentos pode ser acoplada ao IMPORTANTE: Ao acoplar equipamento montado
seu trator como segue: ou semi-montado ao engate de 3 pontos ou ao aco-
plar equipamento rebocado à barra de tração ou ao
1. Colocar o trator de forma que os pontos de
gancho de reboque, verificar se há folga adequada
acoplamento dos braços inferiores estejam
entre o implemento e o trator. O equipamento semi-
nivelados ou ligeiramente à frente dos pinos de
montado ou rebocado poderá interferir com os pneus
acoplamento do implemento.
traseiros do trator. Se necessário, ajustar os batentes
2. Acoplar o implemento aos braços inferiores. da direção, blocos espaçadores ou estabilizadores.

FOLGA ENTRE O IMPLEMENTO E A CABINE


PRECAUÇÃO
Aplicar o freio de estacionamento antes de descer do PRECAUÇÃO
trator para efetuar as ligações. É essencial manter
Alguns equipamentos montados e semi-montados,
o motor funcionando quando pretender utilizar os
podem interferir com a cabine, provocando danos
interruptores externos, montados nos pára-lamas,
nos vidros ou na cabine. O operador poderá sofrer
ao efetuar as ligações. Se o seu trator não tiver
ferimentos provocados por vidros quebrados ou a
estes interruptores, ou quando fizer outras ligações,
cabine de segurança poderá ser danificada se o
parar o motor.
equipamento interferir com a cabine.

IMPORTANTE: Antes de transportar ou trabalhar Para evitar danos na cabine, proceder como segue:
com equipamento, assegurar-se de que as extremi-
dades flexíveis (quando instaladas) estão travadas • Acoplar o equipamento conforme anteriormente
na posição de funcionamento. descrito.
3. Com o motor parado e o freio de estacionamento • Verificar se há folga adequada, levantando
aplicado, ajustar o 3o ponto até que o pino su- lentamente o equipamento com a alavanca de
perior do implemento possa ser inserido através comando do levantador em Posição Controlada.
barra de engate e do braço do 3o ponto. Ajustar Se alguma parte do equipamento se aproximar
o 3o ponto para a regulagem inicial de 724 mm a menos de 100 mm (4 pol.) da cabine, ajustar o
(28.5 pol.). limitador de altura do engate de 3 pontos (página
4. Acoplar o equipamento remoto, quando for o 3-31) ou o botão de controle de altura (página
caso. 3-39), para limitar o movimento ascendente.

5. Depois de acoplar o implemento e antes de Desmontar o equipamento na ordem inversa da


iniciar o trabalho, verificar se: montagem. A informação que se segue, tornará a
• Não há qualquer interferência com os compo- separação mais fácil e segura:
nentes do trator.
• O 3o ponto não encosta na proteção da TDF, • Estacionar sempre o equipamento sobre uma
quando o implemento está na sua posição mais superfície firme e nivelada.
baixa.
• Apoiar o equipamento de forma que não possa
IMPORTANTE: Antes de trabalhar com equipamento inclinar-se ou cair quando se separar do trator.
acionado pela TDF, verificar se o eixo de transmissão • Aliviar sempre a pressão hidráulica nos cilindros
da TDF não está excessivamente avançado, de for- remotos, selecionando a posição de flutuação
ma a poder desligar-se, sair do seu lugar ou se situe antes de desconectar.
a um ângulo excessivo. Verificar se a proteção do
eixo não encosta na proteção da TDF, ou na barra de Ao acoplar equipamento montado no engate de 3
tração. Ver “ACOPLAMENTO DE EQUIPAMENTO pontos, efetuar os seguintes ajustes, de forma a
ACIONADO PELA TDF”, na página 3-9. assegurar um funcionamento satisfatório.

3-50
SEÇÃO 3

TIRANTES DO LEVANTADOR, BRAÇOS INFERIO-


RES E 3o PONTO (ajuste mecânico)

PRECAUÇÃO
Antes de desconectar o tirante de um braço inferior,
parar o motor e abaixar o equipamento conectado até
o solo. Antes de tirar o pino de segurança, verificar se
o equipamento está corretamente apoiado e que não
há qualquer pressão residual no sistema hidráulico.

Deslocar a alavanca de comando do levantador para


trás e depois para a frente, vária vezes, para eliminar
a pressão residual e depois deslocá-la completamen-
te para a frente.

Ao ajustar os tirantes, assegurar-se de que pelos


menos 40 mm (1,6 pol.) de rosca permanecem en-
roscados na extremidade inferior do tirante.

3o Ponto – Figura 81
Girar a extremidade do 3o ponto (3) para aumentar
ou encurtar o mesmo. A rotação da manga (4),
permite uma regulagem adicional. Puxe o trinco (1)
afastando-o da manga para permitir que a manga
gire. Para evitar rotação adicional da manga após a
regulagem, empurrar o trinco para trás para travar
no suporte de transporte (2).

81

Figura 82
Quando não estiver sendo usado, o braço do 3o ponto
pode ser retirado e deixado na posição levantada
travando a extremidade do suporte de transporte (2)
em que fica a esfera, no suporte (1) da carcaça da
válvula de controle remoto.

82

3-51
OPERAÇÃO DE CAMPO

Regulagem dos Tirantes

Figura 83
Os tirantes podem ser ajustado girando-se a parte
superior do mesmo, por meio da manivela (1), no
tensor.

83
Figura 84
Para poder girar o tensor, torna-se necessário le-
vantar mesmo (1) para soltá-lo do sextavado (2) na
seção inferior do tirante. Girar o tensor para aumentar
ou encurtar o tirante.

Quando o ajuste tiver sido satisfatoriamente con-


cluído, deixar o tensor baixar para a sua posição.
Assegurar-se de que o tensor está completamente
em baixo e encaixado no sextavado a fim de evitar
a sua rotação acidental.

84
Figura 85
Cada tirante inferior tem dois furos para o acopla-
mento dos braços. Montar no furo dianteiro (o mais
próximo do trator – conforme mostrado), para a
elevação máxima. Utilizar o furo traseiro (1) para o
máximo de capacidade de elevação.

NOTA: Ambos os tirantes esquerdo e direito, podem


apresentar um rasgo, bem como um furo na extremi-
dade inferior. Se o pino de fixação (2), Figura 84, for
inserido através do rasgo, isso permitirá ao imple-
mento um movimento vertical limitado, independente
do trator, de forma a facilitar o funcionamento dos
implementos mais largos.

IMPORTANTE: Ao acoplar equipamento montado ou


semi-montado ao engate de 3 pontos ou ao enga-
tar equipamento rebocado à barra de tração ou ao
gancho automático de reboque, verificar se há uma
folga adequada entre o implemento e a cabine ou a 85
janela traseira, em qualquer posição aberta.

3-52
SEÇÃO 3

CAVALETE DO 3o PONTO (todos os modelos) –


Figura 86
Existem dois furos no cavalete para montagem do
braço do 3o ponto.

Inserir o pino (1) através do furo superior, conforme


mostrado, para uma capacidade máxima de elevação
e a maior distância entre o implemento e a cabine.
Utilizar o furo inferior (2) para uma melhor penetração
no solo e maior distância entre o implemento e o solo
(quando o implemento está levantado).

Para mudar a posição do 3o ponto, retirar a trava em


“R” (3) e retirar o pino de fixação. Reposicionar o bra-
ço e o pino, conforme necessário, assegurando-se de
que a lingueta situada na extremidade do manípulo
do pino esteja inserida no outro furo.
86

NOTA: Se o seu trator estiver equipado com gancho


automático de reboque, o pino poderá interferir com
os tirantes do gancho durante a desmontagem. Se
necessário, usar o sistema hidráulico para deslocar
os tirantes, permitindo assim retirar o pino do 3o
ponto.

3-53
OPERAÇÃO DE CAMPO

ESTABILIZADORES TELESCÓPICOS (quando


montados) – Figuras 87 e 88

PRECAUÇÃO
Nunca trabalhar com equipamento, a não ser que os
estabilizadores telescópicos estejam corretamente
instalados e ajustados de forma a evitar oscilação
lateral excessiva.

Os estabilizadores telescópicos controlam a os-


cilação dos braços inferiores e do equipamento
acoplado, durante o trabalho ou o transporte. Isto é
especialmente importante ao trabalhar em terreno
inclinado ou próximo de cercas, muros ou valetas e
com alguns tipos de implementos. Leia o Manual do
Operador do Implemento.

Figura 87
Cada estabilizador é constituído por um tubo (1) com
um acoplamento esférico em cada extremidade. A
extremidade esférica (2) é acoplada ao engate de 3
pontos. A parte roscada (3) enrosca-se na extremi-
dade posterior do tubo, permitindo o seu ajuste. A
extremidade esférica (5) está ligada a um suporte de
montagem (6), aparafusado à extremidade externa
da carcaça do eixo traseiro. Esta extremidade es-
férica encaixa com montagem justa, deslizando no
interior do tubo. O pino (4) pode passar através de
furos feitos no tubo e na haste, conforme mostrado,
travando o conjunto como uma só peça.
87
Na prática, o pino de localização (4), deve ser reti-
rada de ambos os estabilizadores e o implemento
acoplado ao engate de 3 pontos. Para retirar o pino,
puxar a trava de fixação. Quando o implemento
estiver corretamente alinhado, girar o tubo até que
os furos na extremidade dianteira do tubo e a esfera
deslizante fiquem alinhados. O pino deve então ser
reinserido nos furos e travado.

Com os pinos inseridos desta forma, ambos os esta-


bilizadores transformam-se em uma unidade rígida,
evitando que o implemento oscile, tanto na posição
de trabalho como na de transporte.

Em certas condições ou ao usar equipamentos como


arados, etc., pode-se desejar que o engate de 3
pontos (e o implemento) possam oscilar lateralmente.

3-54
SEÇÃO 3

Figura 88
Se o pino for retirado dos furos dianteiros, horizon-
tais, será permitido um certo grau de oscilação. O
pino deve ser inserido novamente através dos furos
posteriores verticais, conforme mostrado em (1). O
pino atuará como um batente para limitar o grau de
oscilação.

IMPORTANTE: Ao ajustar o comprimento dos esta-


bilizadores, especialmente se for usado o sistema
de oscilação, verificar se não há possibilidade dos
pneus traseiros interferirem com os estabilizadores
ou braços inferiores. 88

PONTOS DE MONTAGEM DO
EQUIPAMENTO

Figura 89
O seu trator dispõe de um número de furos roscados
cuja função é acoplar equipamento opcional. A figura
89 mostra os pontos de montagem no lado esquerdo
do trator. Há furos roscados correspondentes no
lado direito.

A dimensão dos furos representados é a seguinte:


89
(1) Pontos de ligação na cabine (ver nota abaixo).
(2) Quatro furos M20 x 2,5 – profundidade 36 mm
(3) Seis furos M20 x 2,5 – profundidade 48 mm

NOTA: Os furos (1) não devem ser utilizados para


acoplar equipamento.

Figura 90
As dimensões dos furos representados é a seguinte:

(1) Seis furos M20 X 2,5 – profundidade 46 mm

NOTA: Se tiver contrapesos frontais montados em


seu trator, os furos (1) já terão sido utilizados para
fixar o suporte dos contrapesos.

90

3-55
OPERAÇÃO DE CAMPO

AJUSTE DA BITOLA DIANTEIRA (tração


dianteira)

ADVERTÊNCIA
Com uma das rodas dianteiras de um trator com
tração dianteira apoiada num suporte, nunca tentar
girar essa roda ou dar partida no motor. Isto poderia
fazer com que as rodas traseiras se movam, fazendo
o trator cair do suporte. As rodas devem estar sempre
apoiadas de forma que os pneus não toquem no solo.

NOTA: Ao trocar os conjuntos das rodas direita e


esquerda, assegurar-se de que o “V” do desenho da
banda de rodagem esteja apontando para a frente.

Os tratores com tração dianteira possuem eixo fixo.


No entanto, a largura da bitola é completamente
ajustável, alterando o aro em relação ao disco, o aro
e/ou o disco em relação ao cubo, ou intercambiando
as rodas dianteiras. (A largura da bitola é a distância
entre centros do pneu, ao nível do solo).

Figura 91
As vistas em corte mostram as posições do aro e
do disco em relação ao cubo, nas várias larguras
da bitola. As larguras são as seguintes:

Regulagem Largura da bitola


A 1552 mm (61,1 pol.)
B 1664 mm (65,5 pol.)
C 1758 mm (69,2 pol.)
D 1869 mm (73,6 pol.) 91
E 1952 mm (76,9 pol.)
F 2064 mm (81,3 pol.)
G 2158 mm (85,0 pol.) NOTA: As larguras da bitola na Figura 91 acima,
H 2269 mm (89,3 pol.) são nominais e podem variar até 25 mm (1 pol.),
dependendo das medidas dos pneus.

3-56
SEÇÃO 3

EIXO DIANTEIRO COM EXTENSÃO -


CANAVIEIRO (Quando disponível)

A bitola dos eixo dianteiro com extensão deve ser


ajustada seguindo o mesmo procedimento recomen-
dado para o eixo sem extensão. Utilizar a quadro
de medidas de bitola do eixo dianteiro com extesão
adicionando 800 mm referente as extensões do lado
direito e esquerdo do eixo. Cada extensão possui
400 mm de comprimento.

NOTA: As larguras da bitola são nominais e podem


variar até 25 mm (1 pol.) dependendo das medidas
dos pneus.

92

_______ ADVERTÊNCIA _ ______ PÁRA-LAMAS DIANTEIROS DINÂMICOS (quando


Nunca trabalhar com o trator com um aro ou um disco montados)
mal torqueado. Torquear as porcas sempre com o
torque especificado e nos intervalos recomendados. Os pára-lamas dianteiros dinâmicos, opcionais,
Os proprietários devem assegurar-se de que todos acompanham o esterçamento das rodas. À medida
os componentes da direção sejam mantidos em bom que o ângulo de giro das rodas aumenta, uma arti-
estado, de forma a garantir um funcionamento seguro culação restringe o ângulo de giro dos pára-lamas
e cumprir todas as disposições legais. para evitar a interferência com o capô do motor,
permitindo que as rodas continuem a girar sob os
Ao montar ou ajustar uma roda, apertar os parafusos pára lamas. Isto possibilita ângulos de direção mais
com o torque abaixo indicado e depois verificar no- apertados do que com pára-lamas convencionais,
vamente após o trator percorrer 200 m e após 1 e 8 especialmente nas bitolas mais estreitas.
horas de trabalho, e posteriormente cada 50 horas:
Os pára-lamas são ajustáveis para corresponderem
Porcas do disco ao cubo 210 Nm (155 lbf.pé) às diversas medidas dos pneus e bitolas da seguinte
forma:
Porcas do disco ao aro 240 Nm (177 lbf.pé)

NOTA: Se o seu trator está equipado com pára-lamas


dianteiros, verificar se há folga adequada em todas
as condições de funcionamento. Ajustar os batentes
da direção e/ou a posição dos pára-lamas, conforme
necessário.

IMPORTANTE: Nas bitolas mais estreitas, poderá


verificar-se interferência entre o pneu ou o pára-
lamas e o trator ao esterçar ao máximos as rodas,
com o eixo totalmente articulado. Para evitar esta
situação, ajustar os pára-lamas e/ou os batentes
da direção.

3-57
OPERAÇÃO DE CAMPO

Regulagem lateral – Figura 93


O pára-lamas pode ser deslocado horizontalmente,
aproximando-o ou afastando-o do trator, reposicio-
nando os parafusos (1), num outro par de furos do
suporte (5). Além disso, o suporte de montagem (3)
está unido ao eixo dianteiro por três parafusos (2).
O reposicionamento destes parafusos para outro
conjunto de furos, permite deslocar lateralmente o
conjunto completo do pára-lamas.

93
Regulagem vertical - Figura 94
O pára-lamas pode também ser deslocado vertical-
mente, reposicionando os parafusos (4) nos furos
apropriados do suporte do pára-lamas (5).

NOTA: Após o ajuste, verificar se existe pelo menos


60 mm (2,4 pol.) de folga entre o pneu e qualquer
parte do pára-lamas ou dos seus elementos de fixa-
ção. Apertar todos os parafusos.

Batentes da Direção – Figura 95


O eixo dianteiro possui dois batentes, um em cada
extremidade. Estes batentes são ajustáveis e devem
ser regulados de forma a proporcionar uma folga mí- 94
nima de 20 mm (0,75 pol.) entre os pneus e qualquer
parte do trator quando a direção está esterçada para
um dos extremos, com o eixo totalmente articulado.

Para ajustar, afrouxar a contraporca (1) e girar o


parafuso-batente (2) para a esquerda para reduzir o
ângulo da direção ou o para a direita para aumentar.
Apertar a porca com torque de 150 Nm (110 lbf.pé).

NOTA: Após ajustar ambos os batentes da direção,


verificar se existe folga adequada entre os pneus
dianteiros e qualquer parte do trator com o eixo
completamente articulado.

95

3-58
SEÇÃO 3

Convergências das Rodas Dianteiras


Depois de ajustar a largura da bitola, pode ser
necessário corrigir a convergência das rodas dian-
teiras. Para um correto funcionamento, as rodas
devem estar paralelas ou apresentar uma ligeira
convergência.

Figura 96
Medir a distância entre os aros, à altura dos cubos,
na parte dianteira das rodas. Girar ambas as rodas
180o e voltar a medir, desta vez, na parte traseira das
rodas (2). O ajuste da convergência permite eliminar
a excentricidade causada pelo empeno dos aros.

A convergência correta é de 0–6 mm (0–0,25 pol.),


isto é, a medição feita na parte traseira do aro deve
ser a mesma da dianteira, ou 6 mm (0,25 pol.) menor.
96

No caso de ser necessário ajustar a convergência


proceder como segue:

Figura 97
Retirar e descartar a porca auto-travante (2) no lado
esquerdo da barra de direção e retirar o respectivo
terminal (1).

Afrouxar a contraporca (3) e enroscar ou desenros-


car o terminal na barra, para encurtar ou aumentar
o comprimento do conjunto, conforme necessário.

Voltar a inserir o terminal da barra e, quando a con-


vergência estiver correta, fixar com uma nova porca
auto-travante. 97

Apertar as porcas com os seguintes torques:

Modelo Porca
do trator auto-travante Contraporca

Todos os 118 Nm 196 Nm
modelos (87 lbf.pé.) (145 lbf.pé.)

3-59
OPERAÇÃO DE CAMPO

Batentes de Oscilação do Eixo Dianteiro


- Figura 98
Estão instalados batentes da oscilação do eixo
dianteiro, um de cada lado do eixo. Cada batente é
constituído por uma chapa (1), fixada à parte inferior
do suporte do eixo por dois parafusos Allen monta-
dos rente com a mesma face. A oscilação do eixo
faz com que a chapa-batente entre em contato com
a projeção (2) na carcaça do eixo, evitando assim
qualquer movimento adicional, conforme mostrado.
Com os batentes em posição, conforme mostrado,
a oscilação do eixo é de 8o.

Remover os parafusos e retirar os batentes para 98


aumentar a oscilação do eixo para 12o.

NOTA: Se os batentes de oscilação forem retirados,


assegurar-se de que há uma folga adequada entre
os pneus dianteiros e qualquer parte do trator, com
o eixo completamente articulado.

3-60
SEÇÃO 3

INSTALAÇÃO DE RODAS PARA CULTIVO EM


FILEIRA, RODAS-GUIA, ETC. NO EIXO DIANTEI-
RO – Figura 99

NOTA: Poderá ser desejado instalar rodas para


cultivo em fileira, rodas-guia, etc., que fixadas ou
aparafusadas aos cubos, discos ou aros das rodas
existentes. Os proprietários devem ser informados
que esse equipamento não foi testado pelos De-
partamentos de Engenharia e Testes no Campo da
Case IH.

A tabela abaixo e a figura ao lado dão detalhes das


respectivas medidas das rodas.
99

Todos os tratores

Medidas Medida Medida


Tamanho disponíveis do paraf. Dia. ‘A’ do paraf. Dia. ‘B’
do Aro dos pneus (1) mm (pol.) (2) mm (pol.)

W12‑28 14.9‑28 M16 405 (15.95) M16 616 (24.25)


480/65‑28 M16 405 (15.95) M16 616 (24.25)

W15L‑28 16.9‑28 M16 405 (15.95) M16 616 (24.25)


540/65‑28 M16 405 (15.95) M16 616 (24.25)

WW13‑30 14.9‑30 M16 405 (15.95) M16 616 (24.25)

3-61
OPERAÇÃO DE CAMPO

AJUSTE DA BITOLA DAS RODAS


TRASEIRAS (Rodas de ajuste manual)

PRECAUÇÃO

O seu trator foi produzido com faróis que satisfazem a


legislação em vigor quando trabalhar ou se deslocar
na estrada. Se a largura da bitola for ajustada além
da posição estabelecida na fábrica, poderá tornar-se
necessário alterar a posição dos faróis ou instalar
faróis auxiliares, de forma a satisfazer as disposições
legais. Além disso, antes de se deslocar na estrada,
verificar se a largura máxima do trator não excede o
máximo permitido por lei.

O ajuste da bitola das rodas traseiras é feito através


da alteração do aro em relação ao disco, do aro e/
ou do disco em relação ao cubo ou intercambiando
as rodas traseiras.

PRECAUÇÃO
As rodas do trator são muito pesadas. Devem,
portanto, ser manusedas com cuidado e devem
ser armazenadas de forma que não possam cair e
provocar acidentes.

Figura 100
Nota: Tenha em atenção que existem dois tipos
diferentes de discos, dependendo das dimensões
dos pneus e do modelo do trator. Os discos repre-
sentados são os seguintes:

Disco central redondo (tipo 2)


Maxxum 135, Maxxum 150, Todas as medidas
Maxxum 165 e Maxxum 180 de pneus
100
O tipo de disco central que estiver montado afetará
a largura da bitola. Identificar o tipo de disco que o
trator possui (Figura 99) e, posteriormente, consultar
a tabela seguinte e a Figura 101 para verificar as
posições relativas do aro e do disco para obter a
largura da bitola desejada.

3-62
SEÇÃO 3

Figura 101
Os desenhos em corte apresentados na Figura
mostram as posições relativas do aro e do disco re-
lativamente ao cubo nas diferentes larguras de bitola.

IMPORTANTE: Quando intercambiar os conjuntos


das rodas esquerda e direita, assegurar-se de que o
“V” do desenho da banda de rodagem esteja sempre
apontando no sentido de marcha avante.

Ajuste da
bitola Disco tipo 1 Disco tipo 2
Figura 100 Figura 99 Figura 99

A 1530 mm (60.2 pol.) 1530 mm (60.2 pol.)


B 1734 mm (68.3 pol.) 1632 mm (64.2 pol.)
C 1630 mm (64.2 pol.) 1712 mm (67.4 pol.)
D 1834 mm (72.2 pol.) 1834 mm (72.2 pol.)
E 1930 mm (76.0 pol.) 1930 mm (75.9 pol.)
F 2134 mm (84.0 pol.) 2032 mm (80.0 pol.)
G 2030 mm (79.9 pol.) 2130 mm (83.8 pol.)
H 2234 mm (88.0 pol.) 2232 mm (87.8 pol.)

NOTA: Com os pneus de medidas maiores, as re-


gulagens das bitolas mais estreitas podem não ser
conseguidas devido à distância mínima entre os
pneus e o pára-lamas ou equipamento. As medidas
apresentadas na tabela (Figura 101) são nominais.
As larguras das bitolas podem variar até 25 mm (1
pol.), dependendo da medida do pneu.

ADVERTÊNCIA
Nunca trabalhar com o trator com uma roda ou um
aro desapertados. Apertar sempre as porcas com o
torque especificado e nos intervalos recomendados.

Ao montar ou ajustar novamente uma roda, apertar


os parafusos com o seguinte torque e verificar nova-
mente o torque após ter conduzido o trator por uma
distância de 200 m, e depois ao completar 1 hora e 8
horas de trabalho e, posteriormente, cada 50 horas.

Porcas do disco traseiro


ao cubo 250 Nm (184 lbf.pé.)

Porcas do disco traseiro


ao aro
Porcas M16 240 Nm (177 lbf.pé.)
Porcas M18 450 Nm (330 lbf.pé.)

101

3-63
OPERAÇÃO DE CAMPO

INSTALAÇÃO DE RODAS DUPLAS, RODAS PARA


CULTIVO EM FILEIRA, RODAS GUIA, ETC. NO
EIXO TRASEIRO – Figura 102

NOTA: Pode ser desejado instalar rodas duplas,


rodas para cultivo em linha, rodas arrozeiras, etc
que possam ser fixadas ou aparafusadas aos cubos,
discos ou aros das rodas existentes. Os proprietários
devem ser informados de que esse equipamento não
foi testado pelos Departamentos de Engenharia e
Teste de Campo da Case IH. As rodas duplas estão
disponíveis para montagem no eixo extensível. Ver
Página 3-71.

102

3-64
SEÇÃO 3

Mudar a Gama das Bitolas das Rodas Traseiras


Para mudar de uma faixa de bitolas para outra, torna-
se necessário retirar as rodas traseiras e mudá-las
para o lado oposto do trator. Isto constitui uma al-
ternativa para uma maior gama de bitolas, conforme
mostrado na tabela da Página 3-63.

PRECAUÇÃO
.
As rodas dos tratores são muito pesadas. Manuseie-
as com muito cuidado e, quando armazenadas, veri-
ficar se não há a possibilidade de caírem e causarem
acidentes pessoais.

Calçar as rodas dianteiras e levantar e apoiar devi-


damente o eixo traseiro. Retirar as porcas do disco
ao cubo. Com um dispositivo de levantamento apro-
priado, retirar a roda e colocá-la num local onde não
haja a possibilidade de cair. Repetindo o processo,
retirar a roda oposta e instalar a mesma no cubo do
qual a primeira roda foi retirada.

IMPORTANTE: Ao trocar os conjuntos das rodas


direita e esquerda, verificar se o “V” da banda de
rodagem continua voltado para a frente.

Apertar uniformemente as porcas do disco traseiro ao


cubo, meia volta de cada vez, até atingir um torque
de 250 Nm (184 lbf.pé).

NOTA: Verificar o aperto dos parafusos depois de


conduzir o trator 200 m, depois de 1 e 8 horas de
trabalho e posteriormente a intervalos cada 50 horas.

ADVERTÊNCIA
Nunca trabalhar com o trator com um aro ou um
disco desapertados. Apertar sempre as porcas com o
torque especificado e nos intervalos recomendados.

Depois de trocar as rodas traseiras, efetuar o ajuste


mecânica conforme anteriormente descrito, para
conseguir a largura de bitola necessária.

3-65
OPERAÇÃO DE CAMPO

EIXO EXTENSÍVEL

PRECAUÇÃO

O seu trator foi produzido com faróis que satisfazem a


legislação em vigor quando trabalhar ou se deslocar
na estrada. Se a largura da bitola for ajustada além
da posição estabelecida na fábrica, poderá tornar-se
necessário alterar a posição dos faróis ou instalar
faróis auxiliares, de forma a satisfazer as disposições
legais. Além disso, antes de se deslocar na estrada,
verificar se a largura máxima do trator não excede o
máximo permitido por lei.

INTRODUÇÃO – Figura 103


Todos os modelos equipados com eixo extensível
são dotados de rodas de ajuste manual. As rodas têm
um disco central em aço (2), Figura 103, montado
num cubo de ferro fundido (3). Este é preso ao eixo
extensível (1). Estão também disponíveis discos
centrais de ferro fundido. Com este tipo de centro,
o cubo faz parte integrante do disco.

Após soltar o cubo, a roda pode ser deslocada para


dentro ou para fora para proporcionar uma vasta
gama de larguras de bitola. É possível uma variação
total de 735 mm (29 pol.). O eixo também pode ser
equipado para rodas duplas.
103

O ajuste da bitola é efetuado deslocando-se o con-


junto completo roda/cubo para dentro ou para fora
do eixo. Deslocando-se para dentro (na direção do
trator) reduz-se a bitola. Deslocando-se para fora,
aumenta a largura da bitola. Além disto, se alterar a
posição do aro no disco e/ou aro no cubo ou trocando
as rodas traseiras entre si, consegue-se aumentar
ainda mais a largura da bitola.

As rodas do trator são muito pesadas. Recomen-


damos não retirá-las para reposicionar os aros nos
discos a não ser que a regulagem da bitola preten-
dida não possa ser obtida de outra forma.

3-66
SEÇÃO 3

DESLOCAR UMA RODA NO SEMI-EIXO – Figura


104 a 106

O método para deslocar uma roda ao longo do semi-


eixo é a mesmo para todas as rodas, quer os discos
sejam de aço ou de ferro fundido. As rodas em aço
são aparafusadas a um cubo de ferro fundido que é
fixado ao eixo extensível. As rodas de ferro fundido
têm o cubo incorporado, fazendo parte do mesmo
conjunto.

Aplicar o freio de estacionamento e colocar calços


nas rodas dianteiras para evitar qualquer desloca-
mento. Levantar e apoiar o eixo traseiro de forma 104
que as rodas fiquem apenas ligeiramente afastadas
do solo.

A Figura 104 mostra um corte transversal do conjunto


da roda/eixo com disco em aço. Na Figura 105 é
apresentado uma vista em corte de um disco em ferro
fundido. A seção externa do cubo (2) está dividida
em duas partes (cunhas). Existem dois parafusos
em cada metade da cunha (apenas um parafuso
pode ser visto nos desenhos em corte). A ação de
aperto dos parafusos (1) e (3) puxará a cunha para
a parte interna do cubo cônico, prendendo a cunha
ao semi-eixo (4).

Para deslocar uma roda no semi-eixo é necessário


soltar o cubo do semi-eixo.

Com referência à Figura 106, afrouxar os dois para-


fusos (1), cinco ou seis voltas. Afrouxar e retirar os 105
dois parafusos (3) da seção inferior da cunha. Retirar
os dois protetores roscados em plástico dos orifícios
roscados (2) e (4). Os parafusos retirados e os furos
roscados da cunha devem ser limpos e lubrificados.
Inserir os dois parafusos retirados da cunha inferior
e inseri-los nos furos roscados. Estes parafusos são
usados como parafusos “extratores” para afastar a
metade inferior da cunha do cubo inferior e soltar o
conjunto do semi-eixo. Quando os cubos estiverem
soltos, parar de apertar os parafusos “extratores”.

Retirar estes parafusos dos furos roscados e aplicá-


los sem apertar nos orifícios originais da cunha
inferior. Fazer deslizar o conjunto completo da roda
e cubo pelo semi-eixo, para a posição pretendida.
Apertar os quatro parafusos de fixação (1) e (3)
meia volta de cada vez e uniformemente, até obter
o aperto final de 300 Nm (220 lbf.pé).
106

3-67
OPERAÇÃO DE CAMPO

Repetir o processo para a outra roda, certificando-se


ADVERTÊNCIA
de que ambas as rodas estão à mesma distância das
extremidades dos semi-eixos.
Nunca trabalhar com o trator com uma roda ou cubo
desapertados. Apertar sempre as porcas com o
torque especificado e nos intervalos recomendados.

NOTA: Depois de conduzir o trator 200 m, verificar


o aperto dos quatro parafusos do disco ao cubo AJUSTE DA RODA – Figuras 107 a 109
(1) e (3), Figura 106, em ambas as rodas. Verificar Os desenhos em corte das Figuras 107, 108 e 109
novamente o aperto após 1 e 10 horas de trabalho mostram as posições da roda e do disco em diferen-
e, posteriormente, cada 50 horas. tes regulagens de bitola.

Eixo de 2845 mm Posição do aro / disco


(112 pol.)

1921 - 2301 mm
(75.6 - 90.6 pol.)

2123 -2503 mm
(83.6 - 98.5 pol.)

2321 -2701 mm
(91.4 - 106.3 pol.)

2523 -2903 mm
(99.3 - 114.3 pol.)

107 Rodas com disco central em aço, aparafusado a oito suportes soldados ao aro.

3-68
SEÇÃO 3

Eixo de 2845 mm Posição do aro / disco


(112 pol.)


1903 - 2283 mm
(74.9 - 89.9 pol.)

2127 - 2507 mm
(83.7 - 98.7 pol.)

2325 - 2705 mm
(91.5 - 106.5 pol.)

2529 - 2909 mm
(99.6 - 114.5 pol.)

108 Rodas com disco central em aço, aparafusada ao flange no aro

Em cada tabela são mencionadas duas larguras de NOTA: Com pneus de maior largura poderá não
bitola para cada tipo de eixo. Estas são as medidas ser possível ajustar as rodas para as bitolas mais
mínima e máxima possíveis de alcançar, com ambos estreitas devido à pouca distância entre o pneu e o
os conjuntos das rodas deslocados totalmente para pára-lamas.
dentro (na direção do trator) e totalmente para fora
(afastadas do trator).

3-69
OPERAÇÃO DE CAMPO

Eixo de 2845 mm Posição do aro / disco


(112 pol.)

1821 - 2201 mm
(71.7 - 86.7 pol.)

2201 - 2581 mm
(86.7 - 101.6 pol.)

109

IMPORTANTE: Ao trocar os conjuntos das rodas te o aperto após conduzir o trator por 200 m e após 1
direita e esquerda, verificar se o “V” da banda de hora e 8 horas de funcionamento e, posteriormente,
rodagem continua voltado para a frente. cada 50 horas:

Porcas do Disco ao Cubo


PRECAUÇÃO Apenas discos de aço 260 Nm (190 lbf.pé.)

As rodas dos tratores são muito pesadas. Manuseie- Porcas do Disco ao Aro
as com muito cuidado e, quando armazenadas, veri- Discos em ferro fundido 450 Nm (330 lbf.pé.)
ficar se não há a possibilidade de caírem e causarem
acidentes pessoais. Porcas do Disco ao Aro
Discos de aço
Porcas M16 225 Nm
(166 lbf.pé)
ADVERTÊNCIA
Porcas M18 com parafusos
Nunca trabalhar com o trator com uma roda ou cubo de 125 mm (4,9 pol.) 360 Nm
desapertados. Apertar sempre as porcas com o (266 lbf.pé)
torque especificado e nos intervalos recomendados.
Porcas M18 com parafusos
Ao montar ou ajustar uma roda, apertar os parafusos de 65 mm (2,5 pol.) 450 Nm
com o torque especificado e verificar novamen- (330 lbf.pé.)

3-70
SEÇÃO 3

110

RODAS DUPLAS TRASEIRAS (quando montadas) devem ser ajustadas para a largura mínima possível
– Figuras 110 a 112 da bitola, conforme descrito no texto anterior.

As rodas duplas traseiras estão disponíveis como A Figura 110 mostra a instalação correta destas
opção montada de fábrica ou como acessório insta- rodas. A roda interna (fundida) (4), é fixada ao eixo
lado pelo Concesionário, juntamente com um eixo extensível (5). A roda externa (de aço) (1), é montada
extensível de 2845 mm (112 pol.) e aros em ferro no cubo com oito parafusos (3). O cubo é fixado ao
fundido ou em aço. O kit das rodas duplas é cons- eixo pelos quatro parafusos (2) de forma idêntica à
tituído por um par adicional de rodas de aço, cubos roda interna, de ferro fundido.
e elementos de fixação roda-cubo.
Ao montar as rodas, a folga entre a parede interna
Os clientes poderão pretender montar as rodas exis- do pneu interno e a peça mais próxima do trator deve
tentes, de forma a constituírem um conjunto de roda ser de no mínimo 100 mm (4 pol.).
dupla. Neste caso, desde que as rodas existentes
possuam as mesmas dimensões de montagem, o Além disso, deve ser mantida uma folga mínima de
cliente precisa apenas obter o conjunto do cubo. 100 mm entre os pontos mais próximos das paredes
Este conjunto tem oito parafusos de montagem M18 dos pneus, ver Figura 111. Esta folga deve ser veri-
instalados e igualmente espaçados (4), Figura 110, ficada com o trator corretamente lastrado e o imple-
num círculo com diâmetro de 275 mm (10,8 pol.). mento acoplado ao mesmo, na posição levantada.

Para deslocar uma roda no semi-eixo, é necessário


IMPORTANTE: As rodas duplas são concebidas para
soltar o cubo do eixo.
flutuação. O uso destas rodas em condições de
grandes esforços de tração, pode causar graves
Calçar as rodas dianteiras e levantar e apoiar o eixo
sobrecargas na transmissão e não é aprovado.
traseiro.
Para poder montar as rodas externas, as internas

3-71
OPERAÇÃO DE CAMPO

Com referência à Figura 111, afrouxar os dois para-


fusos (1), cinco ou seis voltas. Afrouxar e retirar os
dois parafusos (3) da seção inferior da cunha. Retirar
os dois protetores roscados de plástico dos orifícios
roscados (2) e (4).

Os parafusos retirados e os furos roscados da cunha


devem ser limpos e lubrificados. Inserir os dois
parafusos retirados da cunha inferior nos furos ros-
cados. Estes parafusos são usados como parafusos
“extratores”, para afastar a metade inferior da cunha
do cubo interno e soltar o conjunto do semi-eixo.
Quando os cubos estiverem soltos, parar de apertar
os parafusos “extratores”. 111

Retirar estes parafusos dos furos roscados e aplicá-


los sem apertar nos orifícios originais da cunha
inferior. Fazer deslizar o conjunto completo da roda
e cubo pelo semi-eixo, para a posição pretendida.
Apertar os quatro parafusos de fixação (1) e (3)
meia volta de cada vez e uniformemente, até obter
o aperto final de 300 Nm (220 lbf.pé).

Repetir o processo na outra roda, verificando se


ambas as rodas estão à mesma distância das ex-
tremidades externas dos semi-eixos.

NOTA: Verificar o aperto de todos os quatro para-


fusos de fixação (1) e (3), Figura 112, em cada roda
depois de percorrer 200 m e após 1 e 10 horas de 112
trabalho e posteriormente cada 50 horas.

Porcas do Disco ao Aro


ADVERTÊNCIA Discos fundidos 450 Nm (330 lbf.pé.)

Nunca trabalhar com o trator com um aro ou um Porcas do Disco ao Aro


disco desapertados. Apertar sempre as porcas com o Discos de aço
torque especificado e nos intervalos recomendados. Porcas M16 225 Nm (166 lbf.pé.)
Os apertos especificados são os seguintes:
Porcas M18 com parafusos
de 125 mm (4,9 pol.) 360 Nm (266 lbf.pé.)
Porca do Disco ao Cubo
Apenas discos de aço 260 Nm (190 lbf.pé.) Porcas M18 com parafusos
de 65 mm (2,5 pol.) 450 Nm (330 lbf.pé.)

3-72
SEÇÃO 3

LASTRO E PNEUS Selecionar o Lastro


Quando as cargas de potência do trator variam, o
GENERALIDADES peso ótimo do trator será alterado. Isto significa que
poderá ser necessário adicionar ou retirar lastro de
O desempenho máximo do trator depende de um las-
forma a obter o melhor desempenho do trator. Um
tro apropriado e de uma correta escolha dos pneus.
lastro adequado melhorará consideravelmente o
A máxima eficiência será conseguida quando o peso
funcionamento e a condução do trator.
do trator for correto para a aplicação pretendida.

Ambos os pneus de um mesmo eixo devem ser tra-


Os pneus selecionados para o seu trator devem ser
tados da mesma forma quanto à escolha do lastro
capazes de suportar o peso do trator e equipamento
e pressão dos pneus.
e devem também assegurar uma tração adequada
para a utilização da potência do trator, transforman-
do-a em potência útil na barra de tração.

Manter sempre a pressão correta dos pneus de A quantidade de lastro adequado é afetada por:
acordo com a carga. Nunca encher os pneus em
demasia.
• Peso final do trator.

• Condições do solo e da tração.


NOTA: Os pneus radiais trabalham com pressões
mais baixas e apresentam, com a pressão correta, • Tipo de implemento: montado, semi-montado
uma deflexão lateral 20% superior à dos pneus ou rebocado.
convencionais.
• Velocidade de trabalho.

• Potência do trator.
Fatores que Afetam o Desempenho dos Pneus: • Tipo e medida dos pneus.

• Pressão correta para a carga a transportar. • Pressão dos pneus.

• Deslizamento ou patinagem correta.


Nunca usar mais lastro do que o necessário. O
• Medida correta do pneu para a carga a trans-
excesso de lastro deve ser retirado quando não for
portar.
necessário.
• Volume correto de lastro líquido.

• Manutenção da mesma pressão em ambos os


pneus de um mesmo eixo.

3-73
OPERAÇÃO DE CAMPO

Pouco Lastro: PRECAUÇÃO

• Condução irregular. Pode ser necessário lastro adicional dianteiro, ao


transportar equipamento de grandes dimensões no
• Patinagem excessiva das rodas.
engate de 3 pontos. Conduzir sempre lentamente em
• Perda de potência. terreno irregular, qualquer que seja a quantidade de
lastro utilizado na frente do trator.
• Desgaste dos pneus.

• Consumo excessivo de combustível.

• Baixa produtividade. Para um desempenho ideal e eficiente, os tratores


com tração nas duas rodas, devem ser lastrados de
forma que cerca de um terço do peso total do trator
(sem implemento), esteja sobre as rodas dianteiras.
Lastro Excessivo:
Os tratores com tração dianteira devem ser lastrados
• Custos de manutenção mais altos. de forma que o peso sobre as rodas dianteiras seja
cerca de 40 – 45% do peso total do trator.
• Maior desgaste da transmissão.

• Perda de potência.

• Maior compactação do solo. Adicionar lastro adicional dianteiro, conforme neces-


sário, para se obter estabilidade durante o trabalho
• Consumo excessivo de combustível. e o transporte. Lastrar a parte dianteira nem sempre
• Baixa produtividade. assegura uma estabilidade adequada se o trator for
utilizado a grande velocidade em terreno acidentado.
Reduzir a velocidade do trator e tomar o máximo
cuidado nestas condições.

Para o máximo desempenho em condições de


grande tração, deve adicionar-se peso ao trator sob
Ao utilizar equipamentos montados à frente, adi-
a forma de lastro líquido, pesos de ferro fundido ou
cionar peso às rodas traseiras de forma a manter a
uma combinação de ambos.
estabilidade da tração.

O lastro na parte dianteira do trator pode ser neces-


sário para estabilidade e controle da direção quando Limitações do Lastro
o peso é transferido do eixo dianteiro para o eixo O lastro deve ser limitado pela capacidade de carga
traseiro, ao levantar um implemento montado na dos pneus ou do trator. Cada pneu tem uma capa-
traseira por meio do engate de 3 pontos. cidade de carga recomendada que nunca deve ser
excedida (ver página 3-80).

Ao levantar um implemento montado na traseira do


trator, para a posição de transporte, o peso sobre as Se for necessário uma maior quantidade de peso
rodas dianteiras deve ser pelo menos 20% do peso para uma boa tração, usar pneus maiores.
total do trator.

3-74
SEÇÃO 3

O lastro pode ser aumentado montando-se pesos Carga Máxima no Eixo Dianteiro – 4RM
de ferro fundido ou enchendo os pneus com uma
(Funcionamento Contínuo)
solução líquida de cloreto de cálcio. Os pesos de
ferro fundido são os recomendados por serem muito Modelos kg lb
fáceis de retirar quando não são necessários.
Maxxum 135 4500 9920
Maxxum 150 4500 9920
IMPORTANTE: Não exceder o peso bruto máximo Maxxum 165 4500 9920
do trator abaixo indicado. Isto poderia resultar numa Maxxum 180 4500 9920
situação de sobrecarga que poderá invalidar a Ga-
rantia e exceder a capacidade de carga dos pneus. O #Inclui uma carregadeira frontal na posição levanta-
peso bruto máximo recomendado do trator é o peso da, mas sem carga na caçamba.
do trator mais o lastro e mais qualquer equipamento
montado, como sejam pulverizadores, tanques, etc., IMPORTANTE: Para as unidades com tração dian-
na posição elevada. Ver tabela abaixo: teira, os valores indicados a seguir são para funcio-
namento contínuo. Para funcionamento intermitente,
a carga do eixo dianteiro (incluindo a carregadeira
frontal com a caçamba carregada) pode ser aumen-
Peso Bruto Máximo do Trator tada para os seguintes níveis, desde que as veloci-
Modelos kg lb dades não excedam os 8 km/h e as regulagens de
Maxxum 135 10000 22050 largura da bitola sejam mantidas dentro dos limites
Maxxum 150 10000 22050 indicados.
Maxxum 165 10500 23153
Maxxum 180 10500 23153 Carga máxima no eixo dianteiro – 4RM
(Funcionamento Limitado)
Largura da Bitola
Modelos kg lb mm pol.
IMPORTANTE: A legislação sobre sistemas de freios Maxxum 7000 15432 1727-2032 68-80
em certos países poderá impor limites de peso bruto 135
dos veículos para o transporte, diferente dos valores
Maxxum 7000 15432 1727-2032 68-80
constantes da tabela acima:
150
Maxxum 7000 15432 1727-2032 68-80
165
Maxxum 7000 15432 1727-2032 68-80
180
Os eixos individuais (dianteiro ou traseiro), estão
também sujeitos a limitações de peso conforme
indicado a seguir:
Carga máxima no eixo
traseiro
Modelos kg lb
Maxxum 135 7500 16535
Maxxum 150 7500 16535
Maxxum 165 8000 17637
Maxxum 180 8000 17637

NOTA: O peso total do eixo traseiro é medido apenas


com as rodas traseiras sobre a balança, incluindo
o lastro líquido e os pesos de ferro fundido e com
equipamento montado na posição levantada.

3-75
OPERAÇÃO DE CAMPO

PESOS DE FERRO FUNDIDO (Quando montados)

Pesos nas Rodas Traseiras – Figura 113


Podem ser adicionados até três pesos de ferro fun-
dido (1) em cada roda traseira, da seguinte forma:

Peso máximo Peso total


Modelos por roda por eixo

3 x 65 kg 390 kg
Todos os 3 x 143 lb. 858 lb.
modelos 5 x 65 kg 650 kg
5 x 143 lb. 1430 lb.

Pesos frontais pesando cada um 45 kg (99 lb.),


encontram-se disponíveis em conjuntos e são des- 113
critos no texto abaixo.

Pesos Frontais – Figura 114


Estão disponíveis seções de pesos de 45 kg (99
lb.) cada, em conjuntos de 10 ou 22, montados num
suporte robusto em ferro fundido.

O peso frontal máximo recomendado é o seguinte:

Tipo de Conjunto Suporte Peso


Eixo Dianteiro de pesos total
10 x 45 kg 90 kg 540 kg
Todos os 10 x 99 lb. 198 lb. 1190 lb.
114
modelos 22 x 45 kg 90 kg 1080 kg
22 x 99 lb. 198 lb. 2381 lb.

O gancho de reboque acrescenta 8,5 kg ao peso
total.

3-76
SEÇÃO 3

Figura 115
Os pesos são unidos entre si por meio de parafusos
passantes compridos (1) e são fixados ao suporte
por meio de parafusos de fixação.

Os pesos podem ser removidos como um conjunto


completo, com o auxílio de um dispositivo de ele-
vação adequado. Afrouxar os parafusos de fixação
e deslizar o conjunto lateralmente para retirá-lo do
suporte. Com uma barra de elevação inserida no
orifício central, o conjunto completo dos pesos pode
agora ser levantado para fora do suporte.
115
Como alternativa, os pesos podem ser retirados
individualmente, depois de afrouxados os parafusos
de fixação e removidos os parafusos passantes (1).

PRECAUÇÃO

Não se deve trabalhar com o trator sem que os


parafusos passantes e os parafusos de fixação se
encontrem em posição e apertados com o torque de
169 Nm (125 lbf.pé). Verificar novamente o aperto
após 50 horas de funcionamento.

3-77
OPERAÇÃO DE CAMPO

LASTRO LÍQUIDO Medida do Água Cloreto Peso total


pneu de da solução
Encher os pneus dianteiros e traseiros com lastro cálcio p/pneu
líquido é um método conveniente de aumentar o Litros kg kg
peso. Recomenda-se a utilização de uma solução Pneus dianteiros
de cloreto de cálcio e água. Esta solução garante 14.9-24 134 80 214
um baixo ponto de congelamento e uma densidade 13.6-28 119 71 190
maior do que a da água. 14.9-28 148 89 237
16.9-28 205 123 328
380/70R-28 129 77 206
420/70R-28 167 100 267
IMPORTANTE: Em determinados países é ilegal a 480/65R-28 180 108 288
utilização da solução de cloreto de cálcio como lastro 480/70R-28 224 134 358
540/65R-28 253 152 405
para os pneus. Verificar as disposições legais em
14.9-30 156 94 250
vigor. Como alternativa para o lastro líquido, usar os
Pneus traseiros
pesos de ferro fundido.
18.4-34 293 176 469
16.9-38 257 154 411
18.4-38 317 190 507
NOTA: Para encher um pneu com a solução de água/ 20.8-38 413 248 661
480/70R-38 273 164 437
cloreto de cálcio, a válvula deve encontrar-se no 520/70R-38 336 201 537
ponto mais alto da roda. Para verificar a pressão, a 580/70R-38 437 262 699
válvula deve encontrar-se no ponto mais baixo ao da 600/65R-38 385 231 616
roda, se o pneu contiver lastro líquido. Torna-se ne- 650/65R-38 475 285 760
18.4-42 353 212 564
cessário o uso de equipamento especial para lastrar 14.9-46 246 147 393
os pneus. Consulte o seu Concesionário Case IH ou 12.4-54 136 98 260
fornecedor de pneus para mais detalhes. 390/90R-54 136 98 260

A tabela à direita mostra a quantidade de cloreto de


cálcio e água necessária para cada opção de me-
dida de pneu e baseia-se na quantidade de 0,6 kg Medida do Água Cloreto Peso total
de cloreto de cálcio por litro de água. Os valores da pneu de da solução
tabela indicam o enchimento de 75% do volume de US cálcio p/pneu
lastro líquido do pneu. A solução de cloreto de cálcio/ gallons lb lb
água, garante uma proteção contra congelamente Pneus dianteiros
até à temperatura ambiente de –50oC (-58oF). 14.9-24 38 190 507
13.6-28 35 175 467
NOTA: Não se recomenda o uso de lastro líquido 14.9-28 43 215 574
16.9-28 56 280 747
dos pneus dianteiros em tratores com tração nas
380/70R-28 34.2 170 455
duas rodas. 420/70R-28 44.4 220 590
480/65R-28 50 250 667
480/70R-28 59 295 788
540/65R-28 64 320 854
ADVERTÊNCIA 14.9-30 46 230 614
Pneus traseiros
Ao misturar a solução, é imperativo que os flocos do
18.4-34 81 405 1081
cloreto de cálcio sejam colocados na água e a solu-
16.9-38 73 365 974
ção mexida até que todo o cloreto esteja dissolvido. 18.4-38 89 445 1187
20.8-38 114 570 1521
Nunca adicionar a água ao cloreto de cálcio, pois 480/70R-38 72 362 962
520/70R-38 89 443 1183
gera-se uma elevada temperatura. Se os flocos
580/70R-38 115 578 1538
entrarem em contato com os olhos, lave-os imedia- 600/65R-38 104 520 1387
tamente com água limpa e fria, pelo menos durante 650/65R-38 130 650 1734
5 minutos. Consulte o médico o mais depressa 18.4-42 93 465 1240
14.9-46 65 325 867
possível.
12.4-54 47 235 627
390/90R-54 47 235 627

3-78
SEÇÃO 3

PRESSÕES DOS PNEUS • Apertar as porcas das rodas com o torque es-
pecificado, depois de instalar a roda. Verificar
Depois de receber o seu trator, verificar as pressões o aperto das porcas diariamente até o torque
dos pneus, e depois efetuar uma veificação das pres- estabilizar.
sões a cada 50 horas ou semanalmente. Os pneus
montados no seu trator podem ser do tipo com ou
sem câmara de ar.
• Consultar a seção de limitação de pesos antes
de lastrar os pneus.
Ao verificar as pressões, inspecione se há danos na
banda de rodagem e nos costados do pneu. Uma
avaria, por menor que seja, se não sanada devida- • Verificar se o macaco está apoiado sobre uma
mente, pode levar à inutilização prematura do pneu. superfície plana.

A pressão afeta a carga que um pneu pode trans-


portar. • Verificar se o macaco tem capacidade suficiente
para levantar o trator.

Localizar as medidas dos pneus do seu trator nas


tabelas de Cargas e Pressões dos pneus na página
• Utilizar suportes apropriados para apoiar o trator
3-80. Nunca exceder as cargas para as pressões
quando tiver que reparar um pneu.
indicadas. Nunca rodar com os pneus com pressões
excessivas ou insuficientes.

• Nunca colocar qualquer parte do seu corpo sob


o trator nem dar partida no motor enquanto o
PERIGO trator estiver apoiado no suporte ou no macaco.
O enchimento ou reparo dos pneus pode ser uma
operação perigosa. Sempre que possível, confiar
estas operações a pessoal devidamente habilitado. • Nunca bater no pneu ou no aro com martelos.
Em qualquer caso, para evitar a possibilidade de
acidentes graves ou fatais, observar as precauções
abaixo indicadas: • Verificar se o aro está limpo e sem ferrugem ou
danos. Nunca soltar, reparar ou utilizar um aro
que tenha sofrido danos.

• Nunca tentar reparar pneus na via pública ou


na estrada. • Não encher um pneu a não ser que o aro esteja
montado no trator ou fixado de forma que este
não se mova no caso do pneu ou aro se soltarem
• Não encher os pneus do eixo de direção acima
subitamente.
das pressões máximas indicadas pelos fabri-
cantes ou além do máximo indicado nas Tabe-
las de Pressões e Cargas, caso os pneus não
contenham a marcação de pressão máxima. • Quando instalar um pneu novo ou reparado, uti-
lizar um adaptador com mola que se possa fixar
à válvula e provido de um manômetro remoto,
• Não encher um pneu que tenha rodado vazio ou
que permita ao operador manter-se afastado do
com pressão excessivamente baixa, enquanto
pneu durante o seu enchimento. Se disponível,
o mesmo não for inspecionado quanto a danos
utilzar uma gaiola de segurança.
por uma pessoa qualificada.

3-79
OPERAÇÃO DE CAMPO

PRESSÕES DOS PNEUS E CARGAS MÁXIMAS


PERMITIDAS (Pneus radiais)
O desempenho dos pneus radiais é agora indicada
por um índice de carga e um Símbolo de Velocidade,
substituindo a indicação do número de lonas que se
encontrava nos pneus convencionais. A Figura 116
mostra as marcas típicas que podem ser encontradas
nos costados dos pneus radiais.

NOTA: Todos os pneus radiais apresentam um


símbolo “A8” e são indicados para velocidades até
40 km/h.

116
1. Antiga marca do número de lonas
A carga máxima que pode ser carregada pelo pneu, 2. Pressão máxima (em bar)
depende do índice de Carga, indicado no costado 3. Carga máxima a 40 km/h
do pneu. Nas tabelas que se seguem, as cargas 4. Índice de carga
indicadas referem-se a pneus individuais rodando a 5. Símbolo de velocidade
velocidades de até 30 km/h. A coluna do lado direito
(sombreada) indica a carga máxima a velocidades
de até 40 km/h.

Pressão dos Pneus - bar


Fator 0.8 0.9 1.0 1.1 1.2 1.3 1.4 1.5 1.6
Carga Capacidade de Carga por PNEU - kg
107 680 725 770 815 860 910 955 1000 1050
109 720 765 815 860 910 960 1005 1055 1100
114 830 885 940 990 1050 1100 1155 1210 1260
116 885 940 995 1055 1115 1170 1225 1280 1340
119 965 1020 1090 1145 1210 1270 1335 1390 1455
121 1020 1080 1150 1220 1285 1355 1420 1485 1555
122 1045 1120 1185 1265 1330 1400 1465 1535 1605
123 1070 1145 1220 1295 1365 1430 1515 1585 1660
124 1105 1180 1260 1335 1410 1490 1565 1640 1715
126 1170 1250 1335 1415 1495 1580 1660 1740 1820
127 1200 1285 1370 1450 1535 1620 1710 1780 1875
128 1230 1320 1410 1495 1580 1670 1755 1840 1926
134 1445 1550 1655 1760 1855 1965 2065 2165 2270
135 1510 1615 1720 1825 1920 2030 2130 2230 2335
136 1550 1660 1765 1875 1875 2080 2185 2290 2395
137 1605 1710 1820 1925 2035 2140 2245 2350 2460
139 1715 1825 1935 2050 2155 2270 2380 2495 2600
141 1820 1935 2055 2170 2290 2410 2520 2640 2760
142 1875 1990 2115 2230 2355 2480 2595 2710 2836
144 1980 2110 2240 2360 2490 2615 2745 2975 3000
146 2085 2225 2370 2510 2650 2790 2930 3070 3210
153 2525 2700 2875 3045 3215 3390 3565 3755 3905
155 2675 2865 3045 3225 3415 3595 3780 3960 4150
157 2835 3035 3235 3430 3630 3825 4020 4260 4415
159 3000 3210 3420 3635 3845 4060 4260 4475 4685
166 3695 3945 4190 4435 4685 4935 5180 5425 5675

3-80
SEÇÃO 3

Pressão dos Pneus - psi


Fator 12 13 15 16 17 18 20 22 23
Carga Capacidade de Carga por PNEU - lb
107 1500 1600 1695 1795 1895 2005 2105 2205 2315
109 1585 1685 1795 1895 2005 2115 2215 2325 2430
114 1830 1950 2070 2180 2315 2425 2545 2665 2780
116 1950 2070 2195 2325 2460 2580 2700 2820 2955
119 2125 2250 2405 2525 2665 2800 2945 3065 3205
121 2250 2380 2535 2690 2830 2985 3130 3275 3430
122 2305 2470 2610 2790 2930 3085 3230 3385 3540
123 2360 2525 2690 2855 3010 3150 3340 3495 4135
124 2435 2600 2775 2945 3110 3285 3450 3615 3780
126 2580 2755 2945 3120 3295 3485 3660 3835 4010
127 2645 2830 3020 3195 3385 3570 3770 3925 4135
128 2710 2910 3110 3295 3485 3680 3870 4055 4245
134 3185 3415 3650 3880 4090 4330 4550 4770 5005
135 3330 3560 3790 4025 4230 4475 4695 4915 5145
136 3415 3660 3890 4135 4355 4585 4815 5050 5280
137 3538 3770 4010 4245 4485 4715 4950 5180 5425
139 3780 4025 4265 4520 4750 5005 5245 5500 5730
141 4010 4265 4530 4785 5050 5315 5555 5820 6085
142 4133 4385 4660 4915 5190 5465 5720 5975 6250
144 4365 4650 4940 5200 5490 5765 6050 6560 6615
146 4595 4905 5225 5535 5840 6150 6460 6770 7075
153 5565 5950 6340 6715 7085 7475 7860 8280 8610
155 5895 6315 6715 7110 7530 7925 8335 8730 9150
157 6250 6690 7130 7560 8000 8430 8860 9390 9735
159 6615 7075 7535 8015 8475 8950 9390 9865 10330
166 8145 8695 9235 9775 10330 10880 11420 11960 12510

As tabelas acima servem apenas como orientação. Para uma informação exata sobre as pressões e cargas
referentes aos seus pneus específicos, consulte o seu Concesionário Case IH.

SÍMBOLO MARCADO NOS PNEUS RADIAIS –


APENAS AMÉRICA DO NORTE

Os pneus radiais de tração dos tratores agrícolas


de medida convencional encontram-se marcados
com símbolos *, ** ou ***. A carga máxima de pneus
marcados com * é calculada a uma pressão dos
pneus de 18 psi. Os pneus marcados com ** ou ***
possuem a sua capacidade de carga máxima com
os pneus a 24 psi e 30 psi, respectivamente.

Para informações relativas a pressões de enchimen-


to e capacidades de carga específicas, consulte o
seu Concesionário Case IH.
117
1. Símbolo de carga
2. Carga máxima recomendada à pressão indicada
3. Carga máxima a 20 MPH (36 km/h)
4. Antiga marca do número de lonas

3-81
OPERAÇÃO DE CAMPO

TABELA DE COMPATIBILIDADE ENTRE PNEUS DIANTEIROS E TRASEIROS

Trator MAXXUM 135 com relação de transmissão 1,321

SIGLAS: 14.9X28 16.9X28 14.9X28

G - GOODYEAR R1 R1 R2

P - PIRELLI 6 PR 10 PR 8 PR

PNEUS DIANTEIROS
F - FIRESTONE

TRACTION FIELD&ROAD (8PR)


TRACTION FIELD&ROAD
DYNA TOROUE II

DYNA TOROUE II
M - MICHELIN

POWER GRIPPER
POWER TORQUE

POWER TORQUE
SAT 23° (8PR)

SAT FWD
R - TRELLEBORG

TM 93
TM 95

TM 95

PD 22
T - TITAN

R1 - GARRA NORMAL

R2 - GARRA ALTA (ARROZEIRO)

PNEUS TRASEIROS FAB G G F F M P P G P F F G P

TM 64/R P X X X X X X
18.4X38 R1 10 PR TM 95 P X X X X
DYNA TOROUE II G X X X X

SAT 23° F X X X
20.8X38 R1 10 PR DYNA TOROUE II G X X X
TM 95 P X X X X X X

DYNA TOROUE II G
CHAMPION F-151 F X X X X X X
23.1X30 R1 12 PR TM 95 P X X
DYNA TOROUE III G X X X X X X
SAT 23° F X X X X X

PD 22 P X X
23.1X30 R2 10 PR

TITAN T X X X X X X
23.1X34 R2 8 PR

SAT 23° F X X X X
TM 95 P X X X
24.5X32 R1 12 PR
DYNA TOROUE III G X X X X X X
DYNA TOROUE II G X X X X X X

DT RADIAL G
14.9R46 R1 ***

TM 300S P
18.4R38 R1 A8 146

ST RADIAL G
18.4R42 R1 ***

ST RADIAL G
20.8R38 R1 A8 153

DT820 G
600/65R38 R1W 147A8

- continua -

3-82
SEÇÃO 3

- continuação -

SIGLAS: 18.4X26 18.4X26 14.9R28 14.9R30 16.9R28 480/65R28

G - GOODYEAR R1 R2 R1 R1 R1 R1W

P - PIRELLI 12 PR 10 PR A8 128 *** A8 136 129A8

PNEUS DIANTEIROS
F - FIRESTONE

CHAMPION SPADE GRIP


M - MICHELIN

POWER TORQUE

DT RADIAL

ST RADIAL
TM 300S
R - TRELLEBORG

DT820
MB 39
T - TITAN

R1 - GARRA NORMAL

R2 - GARRA ALTA (ARROZEIRO)

PNEUS TRASEIROS FAB G P F P G G G

TM 64/R P
18.4X38 R1 10 PR TM 95 P
DYNA TOROUE II G

SAT 23° F X X
20.8X38 R1 10 PR DYNA TOROUE II G X X
TM 95 P X X

DYNA TOROUE II G
CHAMPION F-151 F
23.1X30 R1 12 PR TM 95 P
DYNA TOROUE III G
SAT 23° F

PD 22 P
23.1X30 R2 10 PR

TITAN T X X
23.1X34 R2 8 PR

SAT 23° F X X
TM 95 P
24.5X32 R1 12 PR
DYNA TOROUE III G X X
DYNA TOROUE II G X

DT RADIAL G X
14.9R46 R1 ***

TM 300S P X
18.4R38 R1 A8 146

ST RADIAL G X
18.4R42 R1 ***

ST RADIAL G X
20.8R38 R1 A8 153

DT820 G X
600/65R38 R1W 147A8

3-83
OPERAÇÃO DE CAMPO

Tratores MAXXUM 150, MAXXUM 165 e MAXXUM 180 com relação de transmissão 1,3235

SIGLAS: 14.9X28 16.9X28 14.9X28 18.4X26

G - GOODYEAR R1 R1 R2 R1

P - PIRELLI 6 PR 10 PR 8 PR 12 PR

PNEUS DIANTEIROS
F - FIRESTONE

TRACTION FIELD&ROAD (8PR)


TRACTION FIELD&ROAD
DYNA TOROUE II

DYNA TOROUE II
M - MICHELIN

POWER GRIPPER
POWER TORQUE

POWER TORQUE

POWER TORQUE
SAT 23° (8PR)

SAT FWD
R - TRELLEBORG

MB 39
TM 93
TM 95

TM 95

PD 22
T - TITAN

R1 - GARRA NORMAL

R2 - GARRA ALTA (ARROZEIRO)

PNEUS TRASEIROS FAB G G F F M P P G P F F G P G P

TM 64/R P X X X X X X
18.4X38 R1 10 PR TM 95 P X X X X
DYNA TOROUE II G X X X X

SAT 23° F X X X X X X
20.8X38 R1 10 PR DYNA TOROUE II G X X X X X
TM 95 P X X X X X X X X

CHAMPION S.G. F
20.8X38 R2 10 PR

DYNA TOROUE II G
CHAMPION F-151 F X X X X X X
23.1X30 R1 12 PR TM 95 P X X
DYNA TOROUE III G X X X X X
SAT 23° F X X X X X X

PD 22 P X X
23.1X30 R2 10 PR

TITAN T X X X X X X X X
23.1X34 R2 8 PR

SAT 23° F X X X X X X
TM 95 P X X
24.5X32 R1 12 PR
DYNA TOROUE III G X X X X X X X X
DYNA TOROUE II G X X X X X X X

TWIN 414 TL TRACTOR R


710/65R38 R1 A8 161

DT RADIAL G
14.9R46 R1 ***

TM 300S P
18.4R38 R1 A8 146

ST RADIAL G
18.4R42 R1 ***

ST RADIAL G
20.8R38 R1 A8 153

DT820 G
600/65R38 R1W 147A8

- continua -

3-84
SEÇÃO 3

- continuação -

SIGLAS: 18.4X26 600/55R30.5 14.9R28 14.9R30 16.9R28 480/65R28

G - GOODYEAR R2 R1 R1 R1 R1 R1W

P - PIRELLI 10 PR A8 153 A8 128 *** A8 136 129A8

PNEUS DIANTEIROS
F - FIRESTONE

CHAMPION SPADE GRIP

TWIN 414 TL TRACTOR


M - MICHELIN

DT RADIAL

ST RADIAL
TM 300S
R - TRELLEBORG

DT820
T - TITAN

R1 - GARRA NORMAL

R2 - GARRA ALTA (ARROZEIRO)

PNEUS TRASEIROS FAB F R P G G G

TM 64/R P
18.4X38 R1 10 PR TM 95 P
DYNA TOROUE II G

SAT 23° F
20.8X38 R1 10 PR DYNA TOROUE II G
TM 95 P X

CHAMPION S.G. F X
20.8X38 R2 10 PR

DYNA TOROUE II G
CHAMPION F-151 F
23.1X30 R1 12 PR TM 95 P
DYNA TOROUE III G
SAT 23° F

PD 22 P
23.1X30 R2 10 PR

TITAN T X
23.1X34 R2 8 PR

SAT 23° F
TM 95 P X
24.5X32 R1 12 PR
DYNA TOROUE III G X
DYNA TOROUE II G X

TWIN 414 TL TRACTOR R X


710/65R38 R1 A8 161

DT RADIAL G X
14.9R46 R1 ***

TM 300S P X
18.4R38 R1 A8 146

ST RADIAL G X
18.4R42 R1 ***

ST RADIAL G X
20.8R38 R1 A8 153

DT820 G X
600/65R38 R1W 147A8

3-85
OPERAÇÃO DE CAMPO

NOTAS

3-86
SEÇÃO 4
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

INFORMAÇÕES GERAIS CUIDADOS DE SEGURANÇA

INTRODUÇÃO Ler e cumprir todas as normas de segurança “Ma-


nutenção do trator” descritas na Seção introdutória
Esta Seção informa em detalhe os requisitos neces- no início deste manual.
sários para manter o seu trator na máxima eficiên-
cia. O quadro de lubrificação e de manutenção na NOTA: Inutilizar devidamente filtros e óleos já uti-
página 4-6, possibilita uma consulta rápida a esses lizados.
requisitos, e cada operação é numerada para uma
consulta fácil.
CUIDADO

Não verificar, lubrificar, reparar ou ajustar o trator


com o motor em funcionamento.
CONTEÚDO
Os assuntos englobados nesta Seção estão listados
a seguir. No fim deste manual encontra-se um índice
completo.

Abastecendo 4-2 NAS PRIMEIRAS 50 HORAS DE OPERAÇÃO

Remoção das proteções 4-5 Em adição às operações regulares de manu­tenção,


verificar os seguintes itens em cada 10 horas ou dia-
Quadro de lubrificação e manutenção 4-6 riamente durante as primeiras 50 horas de operação.

Manutenção quando acendem as luzes


de alerta 4-7

• Verificar o nível do óleo da transmissão, eixo


Manutenção diária das 10 horas 4-12
traseiro e hidráulico.
Manutenção das 50 horas 4-14

Manutenção das 300 horas 4-22 • Aperto das porcas das rodas.

Manutenção das 600 horas 4-31


• Nível de óleo nos cubos das rodas dianteiras.
Manutenção das 1200 horas, 12 meses 4-34

Manutenção das 1200 horas, 24 anos 4-38

Manutenção geral conforme necessário 4-46 IMPORTANTE: Estacionar o trator em piso nivelado
e se necessário distender os cilindros antes de veri-
Armazenamento do trator 4-64 ficar os níveis dos óleos.

4-1
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

MANUTENÇÃO NAS PRIMEIRAS 50 HORAS FLEXIBILIDADE DOS INTERVALOS DE MANU-


TENÇÃO
Certificar que nas primeiras 50 horas de serviço são
executadas as seguintes operações adicionais. Os intervalos descritos nos quadros de lubrificação
Verificar nível do óleo do motor. e manutenção são indicações que devem ser obser-
vadas em condições normais de trabalho.
Trocar filtro do óleo do hidráulico.
Regular os intervalos conforme condições ambien-
Drenar água acumulada nos filtros do sistema de
tais e de trabalho. Encurtar os intervalos em con-
combustível.
dições adversas de trabalho (chuvosas, barrentas,
Verificar nível de óleo da transmissão, eixo traseiro arenosa e muita poeira).
e hidráulico.
QUADRO DE LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO
Verificar nível do óleo do diferencial da tração dianteira. O quadro da página 4-6, enumera os intervalos a
Verificar nível de óleo dos cubos dianteiros. que deverão ser feitas as inspeções de rotina, lubri-
ficação, manutenção e/ou regulagens. Consultar o
Verificar e ajustar o freio de estacionamento. quadro como um guia de referência rápida, quando
reparar o trator. As operações seguem o quadro.
Verificar todas as uniões das entradas de ar.
Inspecionar correia Poli-V.
Apertar todas as uniões das mangueiras do sistema ABASTECIMENTO DO TRATOR
de arrefecimento.
Verificar o torque dos parafusos dos pesos dianteiros
CUIDADO
(se montados).
Verificar o torque dos parafusos da cabine de se- Quando manusear o diesel observar o seguinte:
gurança ou da estrutura de proteção contra capo-
tamento. Não fumar, acender fósforo, e em circunstância algu-
ma, adicionar ao diesel, gasolina, álcool, ou qualquer
Verificar o torque dos parafusos do coletor de escape. outro tipo de combustível (mistura de diesel com
álcool) devido a riscos de incêndio ou de explosão.
Aperto dos parafusos e porcas dos grampos dos
Num reservatório fechado, como o reservatório de
aros das rodas.
combustível, estas misturas são mais explosivas que
Lubrificar todos os pontos de graxa. a gasolina pura. Não utilizar estas misturas. Além
disto, a mistura de diesel não é recomendada por não
Limpar os elementos dos filtros de ar. ser adequada a lubrificação do sistema de injeção.

NOTA: Os itens descritos na verificação da inspeção


das 50 horas são importantes. Caso não sejam exe- • Limpar a área da tampa de enchimento e elimi-
cutados, terá como resultado o desgaste prema­turo nar todos os resíduos.
dos componentes e limitação da vida útil do trator.
• Encher o reservatório no fim de cada dia de
EVITANDO A CONTAMINAÇÃO DO SISTEMA trabalho para eliminar a condensação noturna.

Para evitar contaminação, quando substituir óleo, • Nunca retirar a tampa ou abastecer com o motor
filtros, etc. limpar sempre a área em redor das tampas em funcionamento.
de enchimento, dos bujões de nível, de dreno, da
vareta de nível, e dos filtros, antes de retirá-los. Antes • Ao abastecer o reservatório, controlar a man-
de acoplar cilindros ao controle remoto, certificar-se gueira de enchimento.
de que o óleo dentro deles esteja limpo, não degra-
dado e de correta especificação. • Não encher o reservatório totalmente: manter
um espaço para expansão. Se perder a tampa
Para evitar a penetração de sujeira durante a operação do reservatório do combustível, substituir por
de engraxamento, limpar os pontos de lubrificação an- uma original e apertá-la firmemente.
tes de iniciar a operação. Limpar o excesso de graxa
aplicada. • Limpar qualquer combustível derramado, ime-
diatamente.

4-2
SEÇÃO 4

REQUISITOS DO COMBUSTÍVEL Não se recomenda o uso do diesel com o conteúdo


de enxofre superior a 1,3%.
A qualidade do combustível utilizado é um fator im-
portante, do qual, depende o funcionamento e a vida Para melhor economia de combustível e sempre que
útil do motor. Os combustíveis devem estar limpos, as temperaturas permitam, utilizar o combustível Nº
bem refinados e não corrosivo aos componentes 2-D.
do sistema de combustível. Utilizar um combustível
de boa qualidade, adquirido num revendedor de O combustível 2-D, não deverá ser utilizado a tem-
confiança. peraturas inferiores a -7o C. Em temperatura frias o
combustível torna-se espesso não permitindo o fun-
Para ter ótima combustão e mínimo desgaste do cionamento do motor. (Contatar seu Concessionário
motor, o combustível escolhido deverá estar de caso isto aconteça),
acordo com a aplicação e os requisitos necessários
descritos no “Quadro de Seleção do Combustível”. Para certificar que o combustível possui as carac-
terísticas recomendadas, procurar a ajuda de um
revendedor de confiança. A responsabilidade de
um combustível limpo, é tanto do revendedor do
combustível como do cliente.

QUADRO DA ESCOLHA DO COMBUSTÍVEL

ARMAZENAMENTO DO COMBUSTÍVEL
Classifica- Ponto Caracterí­ Con-
ção geral final de ticas de teúdo de Para garantir que o combustível armazenado esteja
do com- ebulição cetanas enxofre livre de poeiras, água e de outros agentes contami-
bustível (máx) (mín) (máx) nadores, tomar as seguintes precauções.

No. 1–D 288oC 40 * 0,3% • Armazenar o combustível em reservatórios de


(550oF) ferro preto e não galvanizados, pois a película
de zinco reagirá em contato com o combustível
formando componentes que contaminarão a
No. 2–D 357oC 40 0,5%
bomba injetora e os injetores.
(675oF)
• Colocar os reservatórios de abastecimento, lon-
ge da luz direta do sol e ligeiramente inclinados
NOTA: Em períodos de paradas longas ou em con- em ângulo para que as impurezas se depositem
dições de temperaturas frias, abaixo de 0o C (32oF) longe do tubo de saída.
ou em trabalhos contínuos a uma altitude acima de
1.500 m (5000 pés), utilizar o combustível Nº 1-D. • Para facilitar a remoção da umidade e de im-
pureza, arranjar uma saída de dreno no ponto
*Em trabalhos contínuos a baixas temperaturas ou a mais baixo do reservatório e oposto ao tubo de
grandes altitudes, é necessário utilizar um combus- saída.
tível com no mínimo 45 cetanas.
• Se o combustível armazenado no reservatório
não estiver filtrado, quando reabastecer, utilizar
Utilizando diesel com conteúdo de enxofre superior a
0,5%, torna-se necessário trocar o óleo mais frequen- um funil provido de uma tela muito fina.
temente, como se indica na tabela de manutenção.
• Adquirir o combustível em quantidades neces-
sárias, para evitar a utilização no inverno de
combustíveis para verão.

4-3
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

ENCHIMENTO DO RESERVATÓRIO DO COMBUS-


TÍVEL - Figura 1

1. Limpar a área em redor da tampa do reserva-


tório (1) para evitar a entrada de poeira e contaminar
o combustível.

2. Retirar a tampa e colocá-la numa área lim-


pa durante o reabastecimento. A tampa é fixada ao
reservatório por meio de uma corrente para evitar
sua perda.

3. Após o reabastecimento, colocar a tampa e


apertá-la .
1

NOTA: O reservatório da direita é cheio através do


tubo de enchimento do reservatório da esquerda.

IMPORTANTE: Substituir sempre uma tampa dani-


ficada ou perdida por uma outra original.

Capacidade do reservatório:
Ver Seção 7 - Especificações

PROTEÇÕES
CAPÔ DO MOTOR – Figura 2

O capô (1) cobre as baterias e partes móveis do


motor. O capô deve ser fechado e corretamente
travado antes de operar o trator.

Existem proteções adicionais para evitar que os


dedos sejam apanhados por correias ou ventilador
do ar condicionado, quando o capô for baixado para
sua posição de operação.

PROTEÇÃO DO MOTOR DE PARTIDA – Figura 3

A proteção (1) cobre as conexões elétricas do sole-


nóide do motor de partida, evitando contatos aciden- 3
tais. A proteção deve ser instalada mesmo que as
baterias não estejam conectadas ao sistema elétrico.

4-4
SEÇÃO 4

REMOÇÃO DAS PROTEÇÕES

Para ter acesso às operações de inspeção, lubrifica-


ção e manutenção, poderá ser necessário abrir ou
retirar os painéis de proteção.

IMPORTANTE: Após a finalização de trabalhos no


trator e antes de pôr o trator em funcionamento ins- 1
talar todos os painéis de proteção.

IMPORTANTE: Seguir as instruções descritas sob


o título: Manutenção do Trator com Segurança -
Seção 1.

4
CAPÔ DO MOTOR – Figuras 4 e 5

O capô do motor é articulado na parte traseira para


facilitar o acesso à área do motor para a manutenção
de rotina. Duas molas a gás (localizadas debaixo do
capô) ajudam a levantá-lo.
Para abrir o capô, pressionar o botão (1) Figura 4. As
molas a gás sustentarão e levantarão o capô para a
primeira posição, conforme mostrado na Figura 5. O
capô será mantido nesta posição pela correia de se-
gurança, (2) Figura 5, localizada no centro dianteiro
do capô. Todas as operações de manutenção podem
ser efetuadas com o capô levantado nesta posição.
Para fechar o capô, puxá-lo totalmente para baixo. 2
Um “click” audível significará que o capô está devi-
damente trancado. Certificar-se de que o capô esteja
corretamente fechado.
3
Somente é necessário levantar totalmente o capô,
para serviços que sejam melhor executados por seu
Concessionário. 5
O capô não levanta-se totalmente devido à correia
de segurança. Baixar o capô levemente, para liberar
o engate da correia, (3) Figura 5, liberando o capô
para levantar totalmente.
Para fechar o capô, da posição de totalmente aberto,
baixá-lo, para prender o engate da correia, puxá-lo
totalmente para baixo. Um “click” audível significará
que o capô está devidamente trancado. Certificar-se
de que o capô esteja corretamente fechado.

TAMPAS DO PAINEL DE INSTRUMENTOS – Fig. 6

Os painéis moldados de cada um dos lados do painel


de instrumento, podem ser facilmente retirados para
manutenção. Afrouxar os dois manípulos (1) e (2)
e retirar o painel direito para ter acesso à caixa de
fusíveis, pedais de freio, etc.
Mais fusíveis (fusíveis “maxi”), relé do motor e relé
do lampejador estão localizados atrás do painel es-
querdo, o qual pode ser retirado de maneira similar. 6

4-5
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

QUADRO DE LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Lubrificar
Verificar

Ajustar
Limpar

Drenar
Trocar
Intervalo Oper Nº
Serviço Nº. Requisitos de Manutenção Página
Lâmpada 1 Limpar elemento externo do filtro de ar do motor......................x......x.......................... 4-7
alerta 2 Nível do líquido de arrefecimento do motor...............................x.......................... x...... 4-10
acesa 3 Nível do fluido do reservatório dos freios...................................x.......................... x...... 4-11
Cada 10 horas 4 Separador de água filtro do combustível....................................x................................. x 4-12
ou diariamente 5 Nível do óleo do motor...............................................................x.......................... x...... 4-13
6 Nível líquido do reservatório limpa/lava pára-brisas.................x.......................... x...... 4-13
7 Radiador, condensador do ar condic. e trocador calor óleo.......x......x.......................... 4-14
Cada 50 8 Filtros de ar da cabine.......................................................................x.......................... 4-15
horas (*) # 9 Todos os pontos de lubrificação............................................................... x................... 4-16
10 Aperto das porcas rodas dianteiras e traseiras . .......................x.......................... x...... 4-20
11 Estado e pressão dos pneus......................................................x.......................... x...... 4-20
12 Filtro principal de combustível....................................................x................................. x 4-21
**13 Filtro e óleo do motor...................................................................................... x............ 4-22
14 Nível óleo do eixo dianteiro........................................................x.......................... x...... 4-24
15 Óleo cubo eixo tração..................................................................................... x............ 4-24
Cada 300 #16 Semi-eixos traseiros................................................................................. x................... 4-25
horas 17 Nível de óleo eixo traseiro/transmissão/hidráulico.....................x.......................... x...... 4-25
§ 18 Filtro de óleo do hidráulico e da transmissão....................................x............ x............ 4-26
19 Correia Poli-V.............................................................................x.................................. 4-27
20 Aperto dos parafusos suporte cabine ou EPCC.........................x.......................... x...... 4-27
21 Freio de estacionamento............................................................x.......................... x...... 4-28
22 Elemento do filtro principal de combustível................................x.................... x............ 4-29
23 Elementos do pré-filtro de combustível......................................x.... ................ x............ 4-30
24 Filtros de óleo transmissão e hidráulico.......................................................... x............ 4-31
Cada 600 25 Elemento externo filtro ar motor...................................................................... x............ 4-32
horas 26 Uniões entradas de ar para o motor...........................................x.................................. 4-32
27 Folga das válvulas do motor......................................................x.......................... x...... 4-33
28 Filtros de ar da cabine..................................................................................... x............ 4-34
Cada 1200 horas 29 Óleo e filtro transmissão/eixo traseiro/hidráulico............................................. x............ 4-35
ou anualmente 30 Óleo de diferencial eixo tração........................................................................ x............ 4-36
31 Nível eletrólito.............................................................................x......x.................. x...... 4-37
Cada 1200 32 Líquido de arrefecimento ............................................................................... x............ 4-38
horas ou 2 anos 33 Elemento interno filtro ar motor....................................................................... x............ 4-42
34 Injetores do combustível............................................................x......x.................. x...... 4-44
35 Sangrar o sistema de injeção.....................................................x.......................... x...... 4-46
36 Calibragem da transmissão “Range Command”........................x.......................... x...... 4-47
37 Calibragem unidade comando eletrônica...................................x.......................... x...... 4-49
Manutenção 38 Freio de serviço..........................................................................x.......................... x...... 4-51
Geral 39 Rotação de marcha lenta do motor............................................x.......................... x...... 4-52
40 Ar condicionado..........................................................................x.................................. 4-52
41 Regulagem faróis e farol de trabalho.........................................x.......................... x...... 4-53
42 Substituição de lâmpadas............................................................................... x............ 4-53
43 Substituição de fusíveis e relés....................................................................... x............ 4-57

** O intervalo da troca do óleo deverá ser reduzido se o combustível contiver alto teor de enxofre e se o trator trabalhar
em temperaturas extremamente frias.
§ Limpar o elemento filtrante no máximo 2 vezes, a cada 300 horas trabalhadas e substituí-lo por um novo após duas
limpezas, ou seja, com 900 horas de trabalho.
# Aplicar graxa lubrificante freqüentemente quando trabalhar em condições chuvosas, barrentas e de extrema poeira.
(*) Atenção: Nas primeiras 50 horas de operação, certificar-se de que sejam executadas as operações adicionais, con-
forme descrito no inicio desta seção.

4-6
SEÇÃO 4

QUANDO ACENDE A LÂMPADA DE


ALERTA
OPERAÇÃO 1

MANUTENÇÃO DO FILTRO DO AR DO MOTOR


- Figura 7 a 13 1

Limpar o elemento externo quando acender no pai-


nel de instrumentos a lâmpada de restrição, ou a
cada 600 horas, o que ocorrer primeiro. Executar a
manutenção no período máximo de uma hora após
a lâmpada ter acendido.
7

IMPORTANTE: Só limpar o elemento externo quan-


do se acender a lâmpada de restrição ou a cada 600
horas. A freqüente limpeza do filtro, encurtará a vida
do mesmo.
O filtro de ar é acessível do lado esquerdo do trator.
1

O filtro de ar está localizado sobre o motor, sendo


composto por um elemento interno e um elemento
externo de papel em um alojamento plástico. Ver
Figura 7.

1. Soltar as travas (1) Figura 7, do alojamento dos


filtros e retirar sua tampa. Suavemente retirar o
elemento externo (1) do conjunto do filtro de ar.
Ver Figura 8.

8
IMPORTANTE: Não retirar nem tocar no elemento
interno (1) Figura 9, exceto para substiuí-lo.

2. Examinar o interior do elemento externo, se tiver


poeira, este está danificado devendo ser substi-
tuído por outro novo. O elemento interno deverá
também ser substituído neste momento. 1

3. Limpar o elemento externo, utilizando o método


A ou B, dependendo do estado do elemento.

NOTA: O elemento externo do filtro só pode ser limpo


pelos métodos A ou B, até 5 vezes, antes da troca.

4-7
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Método A

Bater levemente na palma da mão os extremos do


elemento. Ver Figura 10.

IMPORTANTE: Para não danificar o elemento não


bater contra superfícies duras.

Método B

Utilizar ar comprimido que não exceda 2 bar (30


psi): introduzir o bocal da mangueira de ar dentro do
elemento mantendo-o afastado 150 mm, soprando
a poeira do interior para o exterior. Ver Figura 11.
10

ATENÇÃO

Utilizar óculos de proteção ao executar esta ope-


ração.

11

4-8
SEÇÃO 4

4. Examinar os danos no elemento colocando


uma lâmpada acesa dentro dele. Ver Figura 12.
Substituir o elemento se verificar a passagem
de um fio de luz, ou se existirem áreas onde o
papel esteja menos espesso.

5. Verificar a existência de aglomerados no ele-


mento, deformação no invólucro e danos na
junta de borracha. Substituir o elemento do filtro
se estiver danificado.

6. Limpar o interior do alojamento do filtro de ar,


com uma vareta e pano úmido: não danificar o
elemento interno. Certificar de que o extremo
interno do alojamento esteja limpo e liso, para 12
garantir uma boa fixação da vedação da borra-
cha do elemento.

7. Instalar o elemento externo já limpo ou um novo


(1) Figura 13. 1

Se a lâmpada indicadora de restrição continuar ace-


sa após a limpeza, poderá ser necessário substituir
os elementos interno ou externo.

13

4-9
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 2
3
VERIFICAR O NÍVEL DO LÍQUIDO DE ARREFE-
CIMENTO DO MOTOR - Figura 14

Quando no painel de instrumentos acender a lâm- 1


pada indicadora de nível baixo do líquido de arrefe-
cimento, parar imediatamente o motor e verificar o
nível do líquido.
2

AVISO
14
O sistema de arrefecimento funciona sob pressão,
controlada pela tampa de pressão do líquido de ar-
refecimento. É perigoso retirar a tampa enquanto o
sistema estiver quente. Quando o sistema arrefecer,
girar a tampa do reservatório com um pano grosso até
a primeira trava, liberando a pressão antes de retirá-la
totalmente. Nunca retirar a tampa do radiador antes
de retirar a tampa do tanque de expansão

CUIDADO

Evitar o contato do líquido de arrefecimento com a


pele. Observar as recomendações na embalagem do
filtro do líquido de arrefecimento e do anticongelante.

Com o motor frio, verificar o nível do líquido de ar-


refecimento no tanque de expansão (1), que deverá
estar acima da marca do fundo (2). Se for necessário,
completar, retirar a tampa de pressão (3) e adicionar
uma mistura de 60/40 de água e anticongelante
conforme especificado na Seção 7 deste Manual.

NOTA: Se não puder ver o líquido de arrefecimento


no tanque de expansão, verificar o nível no radiador.
Inspecionar o sistema para detetar e reparar even-
tuais vazamentos.

Retirar a tampa do radiador após o esfriamento do


sistema. Adicionar o líquido de arrefecimento até ao
nível do bocal de enchimento. Colocar a tampa do
radiador e completar o tanque de expansão como
acima descrito.

4-10
SEÇÃO 4

OPERAÇÃO 3
3
VERIFICAR O NÍVEL DO FLUIDO DOS FREIOS
- Figura 15

1
Se no painel de instrumentos a lâmpada de alerta
indica pou­co fluido dos freios, verificar o nível do
reserva­tório. 2

O reservatório do fluido dos freios encontra-se à


esquerda, por baixo do capô do motor e ao lado do
tanque de expan­são. Verificar o nível de fluido no
reservatório que nunca deverá estar abaixo da mar- 15
ca MIN (2), gravada no reservatório. Se necessário
retirar a tampa de en­chi­mento (3) e completar sem
transbordar com óleo mi­neral para freios e embre-
agem até a marca MAX (1), conforme mostrado no
decalque. Não encher demais.

ATENÇÃO

Utilizar somente o tipo de fluido re­co­mendado para


freios/embreagem. A mis­tu­ra de óleos de diferen-
tes tipos, poderá ocasionar danos no sistema de
frenagem e falha dos freios. Seguir as instruções
da embalagem do fluido de freio. Ver na Seção 7 a
correta especificação o mesmo.

IMPORTANTE: Não derramar o fluido de freios/


embreagem no trator, pois pode danificar a pintura.

4-11
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

CADA 10 HORAS DE TRABALHO OU


DIARIAMENTE (o que ocorrer primeiro)

OPERAÇÃO 4
2
DRENAR O PRÉ-FILTRO SEPARADOR DE
ÁGUA DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL – Figu-
ra 16

Abrir o bujão de drenagem (1) para eliminar toda


água acumulada no filtro separador. Fechar o bu-
jão de drenagem quando estiver saindo somente
combustível. Não utilizar ferramentas para fechar o
bujão dreno.
1
Verificar e monitorar o nível do combustível no ele-
mento filtrante para que não ultrapasse a marca de
máximo. Caso esteja próximo ao máximo trocar do
elemento do filtro conforme o procedimento descrito 16
nesta seção.

Dispor um recipiente adequado sob os filtros para


evitar que diesel caia diretamente no solo.

Trocar o elemento filtrante a cada 300 horas de


operação ou quando o nível do combustível atingir a
marca de máximo (2) gravada no elemento filtrante,
o que ocorrer primeiro.

4-12
SEÇÃO 4

OPERAÇÃO 5
1
VERIFICAR O NÍVEL DO ÓLEO DO MOTOR – Fi-
gura 17 e 18
2

Verificar o nível do óleo do motor com o trator esta-


cionado sobre superfície plana, e após o motor ter
sido desligado a pelo menos cinco minutos.

1. Retirar a vareta do óleo (2), Figura 17, do lado


direito do motor, limpar e tornar a introduzi-la.

2. Retirar a vareta do óleo, novamente, e verificar 17


o nível. O nível do óleo deverá estar entre as
marcas (1), Figura 17, da vareta.

3. Caso seja necessário adicionar óleo, adicionar


óleo novo pelo bocal de enchimento (3), Figura
19, ou pelo bocal da vareta, Figura 18, até estar
entre as marcas da vareta. A quantidade de óleo
entre as marcas superior e inferior é de cerca
de 3 litros. 3

NOTA: Não adicionar óleo acima da marca superior.


O óleo em excesso queimará, produzindo fumaça e
dando a falsa impressão do consumo do óleo. Não
funcionar o motor com o nível de óleo abaixo da
marca inferior da vareta.

4. Reinstalar a tampa do bocal de enchimento.

Ver Seção 7 para a correta especificação e viscosi- 18


dade do óleo.

OPERAÇÃO 6

VERIFICAR O RESERVATÓRIO DO LIMPA PÁRA-


BRISAS (se instalado) - Figura 19

O reservatório do limpa pára-brisas está localizado


por baixo e do lado esquerdo traseiro da cabine. O
mesmo reservatório é utilizado tanto para o pára-
brisas dianteiro como para o traseiro.

Retirar a tampa (1) e encher o reservatório com uma


solução de água até a marca MAX (2), na lateral do
reservatório. No inverno utilizar uma mistura com
propriedades anticongelantes.

19

4-13
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

CADA 50 HORAS
completar as operações precedentes mais as
seguintes:

OPERAÇÃO 7

LIMPAR AS COLMÉIAS DO RADIADOR, DO TRO-


CADOR DE CALOR DO ÓLEO E DO CONDENSA-
DOR DO AR CONDICIONADO – Figuras 20 e 21

Verificar se as colméias estão entupidas ou com


resíduos de palha. Se notar algo, limpar como segue:

ATENÇÃO

Proteger os olhos e a roupa durante a operação de


limpeza. Manter a área livre de curiosos para evitar
que sejam atingidos por partículas esvoaçantes.

1. Limpar utilizando ar comprimido ou água sob


pressão que não exceda 7 bares (100 psi). 1

2. O condensador do ar condicionado (1) Figura 20


e o trocador de calor do óleo da transmissão (2),
deslocam-se para uma manutenção facilitada.
Para abrir, girar os dois fechos rápidos (3) no 3
sentido anti-horário.
2

3. Para facilitar o acesso ao radiador, deslizar para


fora o trocador de calor (1) do óleo da transmis- 20
são e o condensador (2) do ar condicionado.

4. Incidir o jato de água ou de ar através de cada


colméia, e de trás para a frente. Primeiro limpar
o radiador, depois o condensador do ar condi-
cionado e por fim o trocador de calor do óleo
da transmissão. Endireitar cuidadosamente
qualquer aleta dobrada. 2

NOTA: Se qualquer substância oleosa bloquear


a colméia, utilizar uma solução com detergente e
remover com água sob pressão.
1

21

4-14
SEÇÃO 4

OPERAÇÃO 8

LIMPAR OS FILTROS DE AR DA CABINE (se


montados) – Figuras 22 e 23

O ar na cabine, introduzido pelo ventilador, passa


através de dois filtros (1) Figura 22, situados de
cada lado no teto da cabine. Além disto, existem dois
filtros de recirculação. Estes filtros estão instalados
no interior do teto da cabine, um em cada lado, ver
Figura 23.

Antes de limpar os filtros, desligar o ventilador, fe-


char o teto, todas as janelas e uma porta. Fechar
energicamente a outra porta. A pressão resultante, 22
desalojará grande parte da poeira por baixo do filtros.

NOTA: Em condições úmidas como em certas


manhãs, não ligar o ventilador antes de limpar os
filtros. As partículas de poeira penetrarão no filtro
dificultando sua remoção.

Filtros Externos
Afrouxar os parafusos da tampa (1), retirar os ele-
mentos (2) (um de cada lado) e limpá-los:

- Batendo ligeiramente numa superfície plana com


a face externa voltada para baixo;
ou:
- Com ar comprimido a uma pressão inferior a 6,9
bar (7 kgf/cm2 - 99,7 psi);
ou:
- Mergulhar os filtros numa solução de água e
23
um detergente que não faça espuma durante
15 minutos;
ou:
- Enxaguar com um jato de água a uma pressão
inferior a 2,7 bar (2,8 kgf/cm2 - 39,8 psi) e secar
com ar seco não comprimido.
Limpar as bases (3) dos filtros com um pano. Quando
voltar a montar os elementos, a seta de identificação
deve ficar voltada para o interior da cabine.

Para retirar um filtro, girar o fecho rápido (3) Figura


23, 1/2 volta à esquerda, para liberar a tampa do
filtro (2). Retirar a tampa (2) e o elemento filtrante (1).

4-15
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

NOTA: Os filtros são feitos de um papel especial,


com uma tira vedante em borracha, colada na su-
perfície superior. Não danificar o elemento quando
retirá-lo.
Limpar o elemento com ar comprimido que não
exceda 2 bar (30 psi). Soprar a poeira da face limpa
para a face suja. Para evitar danos ao papel, o bocal
da mangueira deverá estar a uma distância de pelo
menos 300 mm do mesmo.

Limpar os alojamentos dos filtros com um pano que


não solte fiapos. Reinstalar os elementos, colocando-
os com as faces limpas para cima e recolocar as
tampas.

NOTA: Substituir os filtros com maior freqüência em


condições de extrema poeira.

OPERAÇÃO 9

TODAS AS GRAXEIRAS - Figuras 24 a 32

Olear todas as articulações e utilizar engraxadeira


nos pontos de graxa, conforme indicado nas Figuras
24 a 32.

Ver Seção 7 para a correta especificação da graxa


lubrificante.

Braços Direito e Esquerdo do Levantador (com


regulagem do esticador ) – Figura 24

Aplicar graxa lubrificante nos pontos conforme in-


dicado.

24

4-16
SEÇÃO 4

Tirante Esquerdo de Levantador – Figura 25

Aplicar graxa lubrificante na graxeira conforme


indicado.

25

Cilindro Auxiliar (quando instalado) – Figura 26

Aplicar graxa lubrificante na graxeira conforme


indicado.
Se houver cilindro auxiliar instalado no lado direito,
haverá um ponto de graxa similar, conforme mos-
trado.

26

Pino Dianteiro do Eixo Dianteiro – Figura 27

Aplicar graxa lubrificante na graxeira conforme


indicado.

27

4-17
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Pino Traseiro do Eixo Dianteiro – Figura 28

Aplicar graxa lubrificante na graxeira conforme


indicado.

28

Cilindro da Direção – Figura 29

Aplicar graxa lubrificante nas graxeiras conforme


indicado.
NOTA: Está mostrado o lado esquerdo do eixo.
Existem pontos de graxa idênticos no lado direito.

29

Mancais Superiores – Figura 30

Aplicar graxa ao ponto de lubrificação como se


indica.
NOTA: Está mostrado o lado esquerdo do eixo.
Existem pontos de graxa idênticos no lado direito.

30

4-18
SEÇÃO 4

Mancais Inferiores – Figura 31

Aplicar graxa ao ponto de lubrificação como se


indica.
NOTA: Está mostrado o lado esquerdo do eixo.
Existem pontos de graxa idênticos no lado direito.

31

Barra de Tração com Roletes – Figura 32

Aplicar graxa ao ponto de lubrificação como se


indica.

32

4-19
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 10

VERIFICAR O TORQUE DE APERTO DAS POR-


CAS DAS RODAS DIANTEIRAS E TRASEIRAS
– Figura 33

Verificar o torque de aperto das porcas das rodas


dianteiras e traseiras, utilizando um torquímetro (se
necessário com um multiplicador de torque). A figura
apresenta uma roda de ajuste manual. Os valores
de torque estão no quadro seguinte.

Rodas Dianteiras - Ajuste manual


Porcas do cubo ao disco dianteiro 210 Nm (155 lbf.pé) 33
Porcas do disco ao aro dianteiro 240 Nm (177 lbf.pé)

Rodas Traseiras - Ajuste manual


Porcas do cubo ao disco 250 Nm (184 lbf.pé)
Porcas do disco ao aro (aro 34”) 240 Nm (177 lbf.pé)
Porcas do disco ao aro (aro 38”) 280 Nm (207 lbf.pé)

Eixo tipo passante


Parafusos de fixação da cunha 300 Nm (220 lbf.pé)
Porcas do cubo ao disco
- disco de aço 260 Nm (190 lbf.pé)

Porcas do cubo ao disco


- disco fundido 450 Nm (330 lbf.pé)

Porcas do cubo ao disco


- disco de aço:
parafusos M16 225 Nm (166 lbf.pé)
parafusos M18 x 125 mm 360 Nm (266 lbf.pé)
parafusos M16 x 65 mm 450 Nm (330 lbf.pé)

OPERAÇÃO 11

VERIFICAR A PRESSÃO E O ESTADO DOS


PNEUS – Figura 34

Verificar e corrigir as pressões dos pneus dianteiros e


traseiros. Inspecionar as bases e as bandas laterais
se danificadas.

Corrigir a pressão em relação à carga transportada.


Ver Pressões dos Pneus e Carga Permitida, na
Seção 3.

NOTA: Se os pneus foram lastreados com uma


mistura de água/cloreto de cálcio, utilizar um manô-
metro especial, pois do contrário a mistura corroerá
34
o manôme­tro normal. Verificar a pressão estando a
válvula na parte baixa do pneu.

4-20
SEÇÃO 4

OPERAÇÃO 12

DRENAR O FILTRO PRINCIPAL DO SISTEMA DE


COMBUSTÍVEL – Figuras 35 e 36

NOTA: Drenar a água acumulada às 50 horas de


operação ou quando acender a lâmpada (7) de 35
baixa pressão no circuito de combustível, no painel
de instrumentos; o que ocorrer primeiro.

Desconectar o conector elétrico (1) e então soltar


o bujão de drenagem (2), uma a duas voltas,
permitindo que o combustível contaminado saia.
Após a drenagem do filtro, apertar o bujão de
drenagem (2) e ligar o conector elétrico (1).

Dispor um recipiente adequado sob os filtros para


evitar que diesel caia diretamente no solo.

Trocar o elemento filtrante a cada 300 horas de


operação ou quando soar alarme sonoro e luz de
alerta no painel, o que ocorrer primeiro.

36

4-21
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

CADA 300 HORAS


efetuar as verificações anteriores mais as
seguintes:

PERÍODO DE TROCA DO ÓLEO DO MOTOR

IMPORTANTE: A operação seguinte descreve o


período normal da troca do óleo e do filtro do motor
às 300 horas. Entretanto, o período de troca de óleo
pode ser afetado por outros fatores:

Operação em Temperaturas Baixas

Motores trabalhando em temperaturas abaixo de


–12o C ou em condições severas deverão ter a troca
do óleo a cada 150 horas de trabalho. (O filtro de óleo
só necessitará de substituição no intervalo normal
de 300 horas.

Conteúdo de Enxofre no Diesel

Em alguns países, o diesel disponível, poderá ter um


alto teor de enxofre, nestes casos, a periodicidade
para troca do óleo deverá ser a seguinte:

• Trocar o óleo do motor a cada 150 horas se o


conteúdo do enxofre estiver entre 0,5 e 1,00%.

• Trocar o óleo do motor a cada 75 horas se o


conteúdo de enxofre estiver entre 1,0 e 1,3%.
Em caso de dúvida, observar as indicações de troca
de óleo na decalcomania fixada por baixo do capô
do motor.

OPERAÇÃO 13

ÓLEO E FILTRO DO MOTOR – Figuras 37 a 39


1
ATENÇÃO
Ter muito cuidado em evitar contato com o óleo
quente do motor. Se o óleo estiver muito quente,
aguardar que arrefeça antes de trocar.

Aquecer o motor até a temperatura normal de tra-


balho. Parar o motor e retirar os 2 bujões de dreno
do cárter, localizados nos lados direito e esquerdo
do motor. Recolher o óleo em recipiente adequado.
Retirar e descartar o filtro de óleo (1).
37
Limpar a área em volta do filtro. Borrifar óleo novo no
anel de borracha do filtro novo e instalá-lo no trator.
Rosquear até as faces se encontrarem. Apertar 3/4
de volta. Não apertar demais.

Recolocar os bujões de dreno.

4-22
SEÇÃO 4

Retirar a tampa de enchimento (3) Figura 39 e encher


o motor com óleo novo, através do bocal de enchi-
mento. Ligar o motor e funcionar em marcha lenta por 1
aprox. 1 minuto, para circular o óleo e depois pará-lo.
2
Aguardar alguns instantes para o óleo chegar ao
cárter e então verificar o nível do óleo na vareta (2).

Se necessário, adicionar óleo até que esteja entre


as marcas (3) da vareta de nível. O volume de óleo,
correspondente, entre as marcas é de aprox. 3 litros.

NOTA: O nível do óleo não deverá ultrapassar a


marca superior da vareta. O excesso de óleo quei-
mará, produzindo fumaça e dando a falsa impressão 38
do consumo de óleo. Não funcionar o motor com o
nível de óleo abaixo da marca inferior.

Recolocar a tampa de enchimento.

Ver Seção 7 para a correta especificação do óleo. 3

Capacidade do óleo:
Ver Seção 7 - Especificações

39

4-23
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 14

LUBRIFICAÇÃO DA TRAÇÃO DIANTEIRA

Eixo Dianteiro - Figuras 40a e 40b

Retirar o bujão de nível/enchimento (1) e certificar-


se de que o óleo encontra-se na parte inferior do
orifício. Se necessário, completar com óleo limpo e
recolocar o bujão.

EIXO DIANTEIRO COM EXTENSÃO - CANAVIEIRO


(Quando disponível)
40a
Verificar o nível do óleo lubrificante nos reservatórios
das extensões do eixo dianteiro quando disponíveis.
Os reservatórios são independentes da carcaça
central. Verificar e ajustar o nivel através do bujão
lateral. Ajustar o nível à borda inferior do bujão lateral
conforme necessário.

Capacidade e Especificações do Óleo


Ver Seção 7 - Especificações.

40b

OPERAÇÃO 15

TROCAR O ÓLEO DO CUBO DAS PLANETÁRIAS


DE TRAÇÃO DIANTEIRA – Figura 41

Estacionar o trator sobre piso nivelado e aplicar o


freio de estacionamento.

Para trocar o óleo:


1. Posicionar a roda de forma que o bujão do ní-
vel/dreno/enchimento (1), esteja no ponto mais
baixo. Retirar o bujão e drenar completamente
o óleo num recipiente próprio. Eliminar o óleo
convenientemente. 41
2. Colocar a roda de forma que o bujão de nível/
enchimento esteja na posição de 3 horas, con-
forme mostrado na ao lado.

3. Abastecer o cubo com óleo novo até atingir a Ver Seção 7 para a correta especificação do óleo.
parte inferior do orifício do bujão de nível/dreno
(1). Recolocar o bujão. Capacidade do Óleo:

4. Repetir o processo no outro cubo. Ver Seção 7 - Especificações

4-24
SEÇÃO 4

OPERAÇÃO 16

LUBRIFICAR OS SEMI-EIXOS TRASEIROS – Fi-


gura 42

Aplicar somente duas descargas da pistola da graxa


lubrificante aos pontos de graxa em ambas as ex-
tremidades do eixo.

NOTA: Em condições de trabalho, chuvosas, la-


macentas ou cheias de poeira, lubrificar com maior
freqüência.

Ver Seção 7 para a correta especificação da graxa


lubrificante. 42

OPERAÇÃO 17

VERIFICAR O NÍVEL DE ÓLEO DA TRANSMIS-


SÃO, DO EIXO TRASEIRO E DO HIDRÁULICO 1
– Figura 43

Verificar o nível do óleo com o trator estacionado


sobre superfície nivelada, com todos os cilindros
distendidos e com o motor desligado a pelo menos
5 minutos.

Retirar a vareta do óleo (2) e verificar se o nível de 3 2


óleo encontra-se entre as marcas ‘MIN e MAX’ (3).
Se o nível de óleo estiver baixo, retirar a tampa de
enchimento (1) e adicionar o óleo necessário. 43

Ver Seção 7 para a correta especificação do óleo.

4-25
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 18

LIMPAR E TROCAR O FILTRO DE ÓLEO DO


HIDRÁULICO E DA TRANSMISSÃO (somente 2
transmissão 15x12) – Figura 44

O filtro (1) encontra-se posicionado debaixo da


plataforma do operador, lado direito. Limpar o ele-
mento filtrante no máximo 2 vezes, a cada 300 horas
trabalhadas e substituí-lo por um novo após duas 1
limpezas, ou seja, com 900 horas de trabalho. 3

4
Limpeza (a cada 300 horas)
44
1. Para limpar o elemento filtrante, afrouxar o
parafuso de sangria (2) para permitir a entrada
de ar e escoar o óleo do sistema hidráulico. Ver
operação de troca de óleo da Transmissão e
Eixo Traseiro. Retirar os parafusos (3), a tampa
inferior (4) e o elemento filtrante.

2. Limpar o elemento filtrante com querosene e


secar com ar comprimido.

__________ A
TENÇÃO _ ________
Não danificar o elemento filtrante durante a limpeza.
Efetuar no máximo 2 limpezas.

3. Instalar o elemento filtrante limpo e tornar a


montar pela ordem inversa da desmontagem.
Apertar o parafuso de sangria (2).

Substituição (após duas limpezas)


1. Para trocar o elemento filtrante, afrouxar o pa-
rafuso de sangria (2) para permitir a entrada de
ar e escoar o óleo do sistema hidráulico. Ver
operação de troca de óleo da Transmissão e
Eixo Traseiro. Retirar os parafusos (3), a tampa
inferior (4) e o elemento filtrante.

2. Instalar um novo elemento filtrante e tornar a


montar pela ordem inversa da desmontagem.
Apertar o parafuso de sangria (2).

NOTA: Tratores com transmissão 18x6 e 31x12, ver


Operação 24 a cada 600 horas.

4-26
SEÇÃO 4

OPERAÇÃO 19

INSPECIONAR A CORREIA POLI-V – Figuras 45


e 46

A correia poli-V está representada nas Figuras 45


e 46. Na figura 45, apresenta-se a correia de um
trator sem ar condicionado e na Figura 46, um com
ar condicionado.

Inspecionar a correia no seu comprimento total, para


verificar a existência de fissuras, quebras, cortes ou
desgaste em geral. Em caso de dúvidas instalar uma 45
correia nova.

Certificar-se de que a correia encontra-se coloca-


da corretamente nas polias e os tensores operam
eficien­temente.

46
OPERAÇÃO 20

INSPECIONAR OS PARAFUSOS E PORCAS DA


CABINE E DA PLATAFORMA DE SEGURANÇA
(EPCC) – Figuras 47 a 49

Verificar o torque de aperto dos parafusos da cabine


e da plataforma de segurança.

Parafusos e Porcas de Fixação Dianteira da


Cabine ou da Plataforma (todos os modelos) –
Figura 47
As porcas de fixação dianteira são acessíveis por
baixo da cabine/plataforma, e encontram-se à frente
e de ambos lados. O torque das porcas/parafusos
é o seguinte:

(1) Porcas de fixação do isolador: 375 – 488 Nm


(uma de cada lado) (276 – 359 lbf.pé)

(2) Parafusos de fixação do 129 – 168 Nm


suporte à transmissão: (95 – 124 lbf.pé) 47
(quatro de cada lado)

4-27
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Parafusos e Porcas da Fixação Traseira da Ca-


bine – Figura 48

Os apoios traseiros são acessíveis por baixo da


cabine e encontram-se na traseira e de ambos os
lados. O torque das porcas/parafusos é o seguinte:

(1) Porcas de fixação do isolador: 375 – 488 Nm


(uma de cada lado) (276 – 359 lbf.pé)

(2) Parafusos de fixação do 266 – 346 Nm


suporte ao eixo traseiro: (196 – 255 lbf.pé)
(dois de cada lado)

48

Parafusos de fixação Traseira da Plataforma


1
(modelos sem cabine) – Figura 49
1
Os apoios traseiros são acessíveis por baixo da pla-
taforma e encontram-se na traseira e de ambos os
lados. O torque dos parafusos/porcas é o seguinte:

(1) Parafusos de fixação do 375 – 488 Nm


suporte ao eixo traseiro: (276 – 359 lbf.pé)
(quatro de cada lado)

49

OPERAÇÃO 21

REGULAGEM DO FREIO DE ESTACIONAMENTO


– Figura 50

Bloquear as rodas dianteiras, levantar a traseira do


trator e manter as rodas traseiras fora do chão.

Aplicar o freio de estacionamento, de forma a prender


o 4º dente do setor. Afrouxar a porca de segurança
(2) e girar a porca de regulagem (1) no cabo do co­
man­do até as rodas começarem a prender. Soltar
o freio de estacionamento e certificar-se de que as
duas rodas movimentam-se livremente: acionar o
freio de estacionamento e certificar-se de que o siste-
ma opera livremente. Apertar a porca de segurança.

Experimentar no pátio ou outro local livre parando 50


o trator com o auxílio do freio de estacionamento.

4-28
SEÇÃO 4

OPERAÇÃO 22
TROCAR O FILTRO PRINCIPAL DO SISTEMA DE 4
COMBUSTÍVEL – Figuras 51 e 52

NOTA: Trocar o elemento filtrante a cada 300 horas


de operação ou quando soar alarme sonoro e luz de
alerta no painel, o que ocorrer primeiro.
IMPORTANTE: O circuito de combustível possui
um sistema de alerta de baixa pressão que 3
protege a bomba injetora. Quando a pressão de
combustível estiver crítica, soará um alarme e uma
luz alerta no painel de instrumentos. Nesse caso,
pare imediatamente o trator, verifique os filtros 2
de combustível e procure o seu Concessionário
autorizado.
Figura 51 1

Desconectar o conector elétrico (1), retirar o bujão de


drenagem (2) e soltar o elemento do filtro principal
do sistema de combustível (3).

Instalar o bujão de drenagem (2) e uma nova junta 51


lubrificada com óleo lubrificante de motor.

Encher o elemento filtrante (3) com combustível


limpo e instalá-lo no cabeçote.

Ligar a conexão elétrica (1) do sensor de água no


combustível.
Bomba elétrica de combustível
Ligar a chave de partida e abrir o parafuso de
sangria (4-Fig 51) para que a bomba elétrica de
combustível elimine o ar do sistema.
Bomba Mecânica de combustível
Abrir o parafuso de sangria (4-Fig 51) e acionar
a bomba mecânica (1-Fig 52) até o combustível 52
sair sem bolhas de ar.
Apertar o parafuso de sangria no cabeçote do filtro
quando estiver saindo somente combustível.

NOTA: Dispor um recipiente adequado sob os filtros


para evitar que diesel caia diretamente no solo.

IMPORTANTE: Antes de desligar ou afrouxar


qualquer parte do sistema de injeção de combustível,
limpar completamente toda a área de trabalho para
evitar contaminação. Repetir o procedimento após
drenar o pré-filtro separador de água e o filtro,
para evitar aderência de sujeira a componentes do
sistema de combustível.

4-29
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 23
TROCAR O PRÉ-FILTRO SEPARADOR DE ÁGUA
DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL – Figuras 53 e 54
4
NOTA: Trocar o elemento filtrante a cada 300 horas
de operação ou quando o combustível atingir a marca 5
de máximo (3) gravada no elemento filtrante, o que
ocorrer primeiro. 3
IMPORTANTE: O circuito de combustível possui
um sistema de alerta de baixa pressão que 6
protege a bomba injetora. Quando a pressão de
combustível estiver crítica, soará um alarme e uma
luz alerta no painel de instrumentos. Nesse caso, 2
pare imediatamente o trator, verifique os filtros
de combustível e procure o seu Concessionário
autorizado.
Com o motor desligado e à temperatura ambiente,
fechar o suprimento de combustível do reservatório
para os filtros. Dispor um recipiente adequado sob 1
os filtros para evitar que o diesel caia diretamente
no solo.

1. Abrir o bujão de dreno (1) e drenar totalmente 53


o combustível do elemento do pré-filtro separador
de água. Soltar o colar de fixação (2) e remover
a cobertura transparente (4) do filtro. Retirar o 7
elemento filtrante (6) e descartá-lo adequadamente
de acordo com a legislação ambiental vigente.

2. Instalar novo elemento filtrante (6) com o anel de


vedação levemente lubrificado com óleo lubrificante
de motor. Instalar a cobertura transparente (4) e o
colar de fixação (2) do filtro, previamente limpos.

3. Apertar o colar de fixação (2) somente com a mão.


Fechar o bujão de dreno (1), completar o conjunto do
pré-filtro com combustível limpo pelo bujão superior
(5) do filtro até a marca de máximo (3). 54

3.1 Bomba elétrica de combustível 3.2 Bomba Mecânica de combustível


Ligar a chave de partida e abrir o parafuso Fechar o bujão superior (5), abrir o parafuso de
de sangria (7) para que a bomba elétrica de sangria (7) e acionar a bomba mecânica (1-Fig 52)
combustível elimine o ar do sistema. Verificar o até o combustível sair sem bolhas de ar. Apertar
nível de combustível no pré-filtro. Completar com o parafuso de sangria no cabeçote do filtro princi-
combustível limpo pelo bocal superior (5) até a pal quando estiver saindo somente combustível.
marca de máximo (3) e fechá-lo. Fechar o bocal superior do pré-filtro (5).
IMPORTANTE: Não abrir totalmente o bocal superior 4.0 Dar partida ao motor e manter em máxima
(5) do pré-filtro de combustível, pois o combustível rotação para ajustar o nível de combustível no pré-
baixará rapidamente e voltará a entrar ar no sistema filtro. Abrir lentamente o bocal superior (5) do pré-
de combustível. filtro observando que o nível de combustível no copo
transparente baixará. Fechar o bocal superior (5)
quando o nível de combustível estiver pouco abaixo
da linha visível (6) no copo transparente.
5.0 Baixar a rotação para marcha lenta, aguardar um
minuto e desligar o motor.

4-30
SEÇÃO 4

CADA 600 HORAS efetuar as verificações


anteriores mais as seguintes:

OPERAÇÃO 24

TROCAR OS FILTROS DE ÓLEO DO HIDRÁULICO


E DA TRANSMISSÃO – Figura 55

O tipo dos filtros para o hidráulico dependem da ca-


racterística do trator. Todos os filtros encontram-se
posicionados debaixo da plataforma do lado direito.

O filtro principal (1) e o filtro de carga (2) só são ins-


talados em tratores com bomba de débito variável 55 Tratores com transmissão
(sistema CCLS). Semi Power Shift 18x6 / 31x12

Todos os filtros são descartáveis. Para trocar um


filtro descartável, limpar a área em volta do filtro,
afrouxar e descartá-lo.

NOTA: Soltar o filtro (1), com um estalo, aguardar


alguns instantes antes de retirá-lo completamente,
facilitando a entrada de ar e permitindo o escoa-
mento de uma grande parte do óleo para o sistema
hidráulico.

Limpar o canal de entrada e a face do filtro. Untar


com óleo limpo a vedação de borracha de cada filtro
novo e montar no trator.

Rosquear até as faces se encontrarem, depois aper-


tar 3/4 de volta. Não apertar em demasia

NOTA: Tratores com transmissão 15x12, ver Ope-


ração 18 “LIMPAR E TROCAR O FILTRO DE ÓLEO
DO HIDRÁULICO E DA TRANSMISSÃO” - a cada
300 horas.

4-31
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 25

TROCAR ELEMENTO EXTERNO DO FILTRO DE


AR DO MOTOR

Retirar o elemento externo, conforme descrito na


Operação 1 e descartá-lo.

Limpar internamente a carcaça do filtro de ar, utili-


zando um pano úmido que não solte fiapos auxiliado 5
por uma haste ou vareta, tomando cuidado para 1
não danificar o elemento interno. Instalar um novo
elemento externo.
4

OPERAÇÃO 26

VERIFICAR AS UNIÕES DE ENTRADAS DE AR


PARA O MOTOR – Figuras 56 a 58 3
2
Figura 57

Colocando-se do lado direito do motor, verificar as 56


uniões do filtro de ar no ponto (1), as uniões ao
turbocompressor nos pontos (2), (3) e (4). Verificar
também a união do ejetor de pó no ponto (5). É
essencial que o lado limpo do sistema de filtragem
esteja corretamente vedado.
Verificar o correto aperto das braçadeiras do turbo- 1
compressor para para vedação eficaz.

Figura 57

2
Colocando-se do lado esquerdo do motor, verificar
as uniões da admissão de ar no motor no pontos
(1) e (2). Verificar também a união do ejetor de pó
no ponto (3). 57

Figura 58 3 1

Trabalhando em ambos os lados do motor, sempre


que necessário, verificar todas as uniões do sistema
de arrefecimento do ar da admissão (intercooler) nos
pontos (1), (2), (3) e (4), para a vedação eficaz e para
correto aperto das braçadeiras dos tubos.

4 2

58

4-32
SEÇÃO 4

OPERAÇÃO 27

VERIFICAR A FOLGA DAS VÁLVULAS DO MO-


TOR – Figura 59 e 61
1
Verificar a folga das válvulas com o motor frio. 2

A folga correta das válvulas é:

Admissão 0,20 – 0,30 mm (0,008 – 0,012 pol.)


Escape 0,45 – 0,55 mm (0,018 – 0,022 pol.)

Com o motor frio, retirar as tampas das válvulas (2)


Figura 59, após retirar seus parafusos de fixação (1)
Figura 59. Retirar as tampas das válvulas e verificar
a folga. 59

NOTA: Pode ser necessário retirar o conjunto de


filtro de ar, antes de retirar as tampas das válvulas.

Regular as folgas das válvulas como segue:

1. Girar o virabrequim até a abertura total de


qualquer par de válvulas na coluna “Válvulas
Abertas”. Verificar e ajustar o correspondente
par de válvulas na coluna “Ajuste das Válvulas”.

Válvulas Abertas Ajuste das Válvulas

1 Admissão/3 Escape 4 Escape/6 Admissão


5 Admissão/6 Escape 1 Escape/2 Admissão
2 Escape/3 Admissão 4 Admissão/5 Escape
4 Escape/6 Admissão 1 Admissão/3 Escape
1 Escape/2 Admissão 5 Admissão/6 Escape
4 Admissão/5 Escape 2 Escape/3 Admissão

2. Introduzir um calibrador de espessura correta


(2) Figura 60 entre a haste da válvula (3) e o
balancim (4).
1
3. Girar o parafuso da regulagem (1) do balancim
até obter a folga correta. Girar o parafuso de 4
ajuste para direita para reduzir a folga e para a 2
esquerda para aumentar a folga.

4. Repetir a operação até verificar e ajustar todas


as válvulas. 3

60

4-33
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

CADA 1200 HORAS OU 12 MESES


(o que ocorrer primeiro) efetuar as
verificações anteriores mais as seguintes:

OPERAÇÃO 28

TROCAR OS FILTROS DE AR DA CABINE – Fi-


guras 61

Filtros Externos

Para retirar um filtro, girar o fecho rápido (3) 1/2 volta


à esquerda, para liberar a tampa do filtro (2). Retirar
a tampa (2) e o elemento filtrante (1). Descartar o 61
elemento filtrante convenientemente.
Limpar os alojamentos dos filtros com um pano que
não solte fiapos.

Instalar novos elementos filtrantes. Uma seta mol-


dada na lateral do filtro, indica o sentido do fluxo do
ar. Instalar o filtro com a seta apontando para cima.
Reinstalar as tampas.

NOTA: Os filtros são feitos de um papel especial,


com uma tira vedante em borracha, colada na super-
fície superior. Cuidado para não danificar o elemento
quando instalá-lo.

4-34
SEÇÃO 4

OPERAÇÃO 29

SUBSTITUIR FILTROS E ÓLEOS DA TRANSMIS-


SÃO, DO HIDRÁULICO E DO EIXO TRASEIRO
– Figuras 62 e 63

Antes de trocar o óleo, ligar o motor e acionar o sis­


tema hidráulico até o óleo aquecer. Estacionar o tra-
tor sobre piso nivelado, baixar o levantador hidráulico
e parar o motor. Aplicar o freio de estacionamento e
calçar todas as rodas.

ATENÇÃO

Evitar o contato com óleo quente. Se o óleo estiver


muito quente, deixar esfriar moderadamente antes
de iniciar a operação.

Para trocar o óleo:

1. Retirar o bujão de dreno (1) Figura 62 e drenar


completamente o óleo num recipiente próprio.
Descartar o óleo convenientemente.

2. Recolocar o bujão de dreno após total drenagem


do óleo.

IMPORTANTE: Executar a operação “Trocar os filtros


do hidráulico e da transmissão” antes de reabastecer
com óleo novo. 62

3. Retirar a tampa de enchimento (1) Figura 63 e


encher com óleo novo.

4. Ligar o motor e acionar o sistema hidráulico.


Levantar totalmente o levantador hidráulico.
1
5. Parar o motor e esperar 5 minutos enquanto ve-
rifica eventuais vazamentos de óleo no sistema.

6. Verificar o nível de óleo com a vareta (2). Adi-


cionar óleo se necessário até o nível estar entre
as marcas ‘MIN e MAX’ (3).

3 2
NOTA: Não encher acima da marca ‘MAX’.

Ver Seção 7 para a correta especificação dos óleos. 63

4-35
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Capacidade do Óleo:
Modelos com transmissão “Synchro Modelos com transmissão “Range
Command” 15x12 e hidráulico centro aberto: Command” 18x6 e hidráulico CCLS:
Ver Seção 7 - Especificações Ver Seção 7 - Especificações

OPERAÇÃO 30

TROCAR O ÓLEO DO DIFERENCIAL DA TRAÇÃO


DIANTEIRA – Figuras 64 e 65a

Estacionar o trator sobre piso nivelado e aplicar o


freio de estacionamento.

Para trocar o óleo:

1. Retirar o bujão de dreno (1) Figura 64 e drenar


totalmente o óleo num recipiente próprio. Des-
cartar o óleo convenientemente.
64
2. Recolocar o bujão de dreno. Retirar o bujão do
nível/enchimento (1) Figura 65a.

3. Encher com óleo novo até atingir a parte inferior


do orifício do bujão de nível/enchimento. Reco-
locar o bujão.

Capacidade do Óleo:
Ver Seção 7 - Especificações

EIXO DIANTEIRO COM EXTENSÃO - CANAVIEIRO


(Quando Disponível) - Figura 65B
65a
As extensões do eixo dianteiro canavieiro possuem
reservatório de óleo lubrificante independente da
carcaça central.

A troca do óleo lubrificante deve ser realizada


seguindo o mesmo procedimento e periodicidade
descritos para a carcaça central do eixo dianteiro.

Retirar o bujão inferior da extensão para drenar


completamente o óleo lubrificante e o bujão
lateral para repor óleo lubrificante novo. Utilizar a
borda inferior do bujão lateral como nível do óleo
lubrificante.
65b
Capacidade e Especificações do Óleo
Ver Seção 7 - Especificações.

4-36
SEÇÃO 4

OPERAÇÃO 31

BATERIA – Figura 66

Desrosquear e retirar as seis tampas (1) da face


superior da bateria.
Para evitar a formação de zinabre (corrosão), os
bornes da bateria deverão ser limpos e cobertos
com vaselina. 1

IMPORTANTE: Se a bateria estiver descarregada 66


e a tensão nos terminais for inferior a 7 volts, a
recupe­ração exigirá um processo especial de carga.
Contatar o seu Concessionário Case IH.

4-37
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

CADA 1200 HORAS OU 24 MESES IMPORTANTE: É mandatório que seja utilizada


(o que ocorrer primeiro) efetuar as uma tampa de pressão aprovada. Se a tampa for
verificações anteriores mais as seguintes: perdida ou danificada, obter uma de reposição no
seu Concessionário Case IH.
OPERAÇÃO 32 Nunca colocar o líquido de arrefecimento frio num
motor quente. A diferença nas temperaturas poderá
SISTEMA DE ARREFECIMENTO DO MOTOR – ocasionar fratura do motor ou do cabeçote.
Figuras 67 a 71
CUIDADO
Durante a fabricação, o sistema de arrefecimento
do motor é cheio com uma mistura de água e anti- Deixar esfriar o motor antes de drenar o líquido de
congelante da mais alta qualidade. O anticongelante arrefecimento.
contém um inibidor químico. Este inibidor amplia e
estende a proteção oferecida por anticongelantes
convencionais.
ATENÇÃO
O inibidor:
Evitar o contato do líquido de arrefecimento com
a pele. Observar as recomendações descritas nas
• Ampliará a proteção anticorrosiva. embalagens.

• Reduzirá a formação de crostras.

• Minimizará a erosão na parede dos cilindros.

• Reduzirá a formação de espuma no líquido.

O inibidor químico deve ser recomposto, em inter-


valos, para manter um ótimo nível de proteção. Esta
proteção é proporcionada pela drenagem e lavagem
do sistema, seguida pelo enchimento com uma solu-
ção contendo 40% de Akcela Premium Anti-Freeze,
ou onde não houver sua disponibilidade, com uma
cuidadosa dosagem de inibidor químico. Ver o texto
seguinte.

Drenagem e Enchimento do Sistema de Arrefe-


cimento

ATENÇÃO
O sistema de arrefecimento trabalha sob pressão,
controlada pela tampa de pressão do tanque de
expansão. É perigoso retirar a tampa enquanto o
sistema estiver quente. Quando o sistema arrefecer, 67
girar a tampa com um pano grosso até a primeira
trava, permitindo a saída da pressão, após isso retirar
a tampa. Evitar o contato do líquido de arrefecimento
com a pele. Observar as recomendações descritas 1. Girar o manípulo de controle de aquecimento (1)
nas embalagens. Figura 67 até a posição de aquecimento máximo
(totalmente a direita).

4-38
SEÇÃO 4

2. Desconectar a mangueira inferior do radiador


e drenar todo o líquido de arrefecimento num
recipiente próprio. Eliminar o líquido de forma
conveniente.

3. Soltar e retirar o bujão de dreno (1) Figura 68,


do lado direito do bloco do motor. Drenar todo o
líquido de arrefecimento num recipiente próprio.
1
Eliminar o líquido de forma conveniente.

68

4. Para aumentar a velocidade de drenagem, re-


tirar a tampa do radiador (1) Figura 69, e a do
tanque de expansão (2).
1
5. Limpar o sistema com um líquido apropriado
para limpeza do sistema de arrefecimento. Ob-
servar as instruções na embalagem. Drenar o
líquido de limpeza e deixar arrefecer o motor.

IMPORTANTE: Nunca colocar líquido de arrefe-


cimento frio num motor quente. A diferença nas 2
temperaturas poderá ocasionar trincas no motor ou
no cabeçote.

69

4-39
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

6. Recolocar o bujão de dreno (1) Figura 68, no


motor e a mangueira inferior no radiador.

7. Encher o sistema com água limpa e deixar o


motor a trabalhar por 10 minutos, drenar toda
água. Deixar esfriar o motor.

8. Encher o sistema de arrefecimento com uma


mistura de água limpa e anticongelante na
proporção de 60/40. Adicionar lentamente o
líquido de arrefecimento pelo bocal do radiador
até chegar a parte inferior do bocal.

NOTA: Para evitar a entrada do ar no sistema, encher


o radiador tão devagar quanto possível, para saírem
todas as bolhas de ar.

O líquido de arrefecimento a ser utilizado depende


das disponibilidades locais. Ver o texto seguinte:

Utilizando Anticongelante Akcela Premium Anti-


Freeze
Utilizar uma solução contendo 60% de água limpa
e 40% de anticongelante. O inibidor presente no
anticongelante será suficiente para proteger seu
motor por até 1200 horas ou dois anos, o que ocorrer
primeiro.

Utilizando um Anticongelante Adequado


Onde não houver disponibilidade de anticongelante
com as especificações acima, utilizar um anticonge-
lante de boa qualidade, pré-misturado com 5% de
inibidor químico. O inibidor encontra-se disponível
no seu Concessionário Case IH, em embalagens de
473 ml. A embalagem possui uma graduação externa
em incrementos de 29,5 ml.

ATENÇÃO

A solução contendo inibidor é irritante para a pele e


os olhos. Ele contém hidróxido de potássio.

• Evitar o contato com os olhos ou prolongado


com a pele.

• Utilizar óculos de segurança durante o manu-


seio.

• No caso de contato com os olhos, lavar com


água por 15 minutos e recorrer a assistência
médica.

• Lavar a pele com água e sabão após o manu-


seio.

• Manter fora do alcance de crianças.

4-40
SEÇÃO 4

Misturar o conteúdo total de três embalagens de


inibidor em 14 litros de água limpa e 14 litros de
anticongelante. Qualquer excesso de líquido de
arrefecimento, deve ser mantido em recipiente es-
pecialmente marcado e utilizado para completar o
nível do sistema de arrefecimento.

Utilizando Apenas Água

Se onde você mora não há disponibilidade de


anticongelante, utilizar água limpa pré-misturada
com 5% de inibidor químico. O inibidor encontra-
se disponível no seu Concessionário Case IH, em
embalagens de 473 ml. A embalagem possui uma
graduação externa em incrementos de 29,5 ml.
Misturar o conteúdo total de três embalagens de
inibidor em 28,5 litros de água limpa. Isto produzirá
mais mistura de arrefecimento do que o necessário.
O excesso de líquido de arrefecimento, deve ser
mantido em recipiente especialmente marcado e
utilizado para completar o nível do sistema de ar-
refecimento. 3

Após Água Abastecer o Sistema - Todas as Solu-


ções de Arrefecimento - Figuras 70 e 71
1

9. Inspecionar as mangueiras e as uniões, para


verificar a existência de vazamentos.
2
10. Encher o tanque de expansão (1) pelo bocal (3),
Figura 70 até a marca frio (2).

11. Funcionar o motor até atingir a temperatura


70
normal de funcionamento.

NOTA: O nível do líquido de arrefecimento baixará


à medida que for bombeado para o sistema.

12. Parar o motor e deixar que esfrie o líquido de


arrefecimento.

13. Retirar a tampa do radiador (1) Figura 71 e


adicionar o líquido de arrefecimento até o nível 1
da parte inferior do bocal do radiador. Colocar
a tampa do radiador. Adicionar líquido de arre-
fecimento ao tanque de expansão até atingir a
marca de frio (2).

NOTA: Se não iniciar o trabalho imediatamente após


a substituição do líquido de arrefecimento, deixar 2
funcionar o motor por uma hora para certificar de que
o inibidor químico encontra-se disperso em todo o
sistema de arrefecimento. Deixar o motor arrefecer
e efetuar uma verificação final para certificar-se de 71
que o nível do líquido está correto.

4-41
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Especificação do Anticongelante:
Akcela Premium Anti-Freeze

Inibidor Químico:
Existem três números de referências para o inibidor.
O conteúdo de cada embalagem é o mesmo, dife-
rindo apenas nas instruções do rótulo, pelo idioma:

Especificação da Água Pura:

Dureza Total 300 partes por milhão


Cloretos 100 partes por milhão
Sulfatos 100 partes por milhão

Capacidade do Sistema de Arrefecimento:


Ver Seção 7 - Especificações

OPERAÇÃO 33

TROCAR O ELEMENTO INTERNO DO FILTRO DE


AR DO MOTOR – Figuras 72 a 74

O filtro de ar é acessível pelo lado esquerdo do trator.


1

72

4-42
SEÇÃO 4

A Figura 73 apresenta a remoção do elemento ex-


terno do filtro de ar. 1

NOTA: Examinar o interior do elemento externo. Se


tiver poeira, encontra-se defeituoso e deverá ser
substituido.

1. Retirar o elemento externo (1) Figura 73 do


conjunto do filtro de ar.

73

2. Retirar o elemento interno (1) Figura 74 do


conjunto do filtro de ar.

3. Eliminar devidamente o elemento interno (e o


externo, se for substituído nesta operação).

4. Limpar o interior do alojamento do filtro de ar


com um pano úmido que não solta fiapos.

5. Instalar um novo elemento interno e um elemen-


to externo limpo ou novo.

IMPORTANTE: Se o elemento interno do filtro de ar 74


não for convenientemente instalado, poderá provo-
car danos ao motor. Recomenda-se a instalação do
elemento por um Concessionário Case IH.

4-43
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 34

LIMPAR E CALIBAR OS INJETORES DE COM-


BUSTÍVEL – Figuras 75 a 77

IMPORTANTE: Os injetores deverão ser limpos e


calibrados pelo Concessionário Case IH ou por um
especialista técnico de injetores.

ATENÇÃO: Vazamento de diesel ou óleo


hidráulico sob pressão pode penetrar na pele
ocasionando danos sérios.

• Não utilizar a mão para verificar vazamentos.


Utilizar cartão de papel para essa verificação.
Utilizar óculos de segurança.

• Parar o motor e aliviar a pressão antes de ligar


ou desligar a tubulação de combustível.

• Apertar todas as conexões antes de ligar o motor


ou ligar a tubulação de combustível.

• Se qualquer fuido for injetado na pele, consultar


um médico imediatamente, pois do contrário
pode resultar em gangrena.

Os injetores deverão ser limpos e calibrados pelo


Concessionário Case IH ou por um especialista téc-
nico de injetores. O texto a seguir admite que você
possua um jogo de injetores de reposição, que possa
receber manutenção quando da sua conveniência e
instalado nesta manutenção de 1200 horas.

NOTA: Modificação ou calibragem do equipamento


de injeção fora das especificações, podem invalidar
a garantia.

IMPORTANTE: Limpar muito bem a área de trabalho


antes de afrouxar ou abrir qualquer parte do sistema
de combustível.

IMPORTANTE: Colocar tampões em todas as tu- 3


bulações ou injetores de combustível para evitar 1
entrada de poeiras.

Soltar as conexões do tubo de alta prssão dos inje-


tores nas extremidades da bomba injetora. Desco-
nectar os tubos de alta pressão (3), Figura 75, dos
injetores e a linha de retorno (4) nos injetores (1).
Descartar as arruelas de cobre (2) de ambos os lados
do banjo da linha de retorno.
4

75

4-44
SEÇÃO 4

Soltar a porca de fixação e retirar o bico injetor (1),


Figura 76. Se necessário, girar o injetor para auxiliar 1
sua remoção.

Caso você não possua um jogo de injetores de


reposição, cobrir as extremidades dos tubos, os
alojamentos dos injetores no cabeçote e as aberturas
de retorno, para evitar a penetração de impurezas.

Retirar a arruela de cobre (2) da ponta do injetor, 2


Figura 76, de cada um dos injetores. Eliminar as
arruelas de cobre.
76

Utilizando arruelas de cobre novas, instalar os in-


jetores de reposição e apertá-los com torque de 60
Nm (6,0 kgf.m).

Instalar a tubulação de retorno, utilizando novas ar-


ruelas em cobre, em cada lado do banjo. Apertar o
parafuso de fixação com torque de 24 Nm (2,4 kgf.m).
Reconectar os tubos da bomba injetora e apertar as
conexões com torque de 24 Nm (2,4 kgf.m).

Certificar-se de que o separador de água e filtro de


combustível estejam cheios, além de não precisar
sangrar o sistema. Acionar o motor de partida com
o acelarador totalmente acionado, até a partida do
motor. Quando o motor funcionar suavemente, girar
a chave de partida (1), Figura 77.

77

4-45
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

MANUTENÇÃO GERAL (para ser


efetuada quando necessário) 1

OPERAÇÃO 35

SANGRAR O SISTEMA DE INJEÇÃO DE COM-


BUSTÍVEL – Figura 78

Pode ser necessário após retirar a bomba injetora,


substituir a tubulação de alta pressão dos injetores
ou esgotar o combustível, drenar o ar no sistema,
para permitir a partida do motor.
78

Se o motor não funcionar após várias tentativas,


pode ter ocorrido alguma anomalia descrita anterior-
mente. Drenar o sistema conforme descrito a seguir.

1. Certificar que o trator tem combustível suficiente


e que a bateria está com carga máxima.

2. Sangrar o sistema de combustível.

3. Afrouxar as porcas (1) da linha de alta pressão


de cada um dos injetores. Com o auxílio de um
ajudante, girar o motor com o motor de partida,
para expelir o ar. Apertar as porcas dos injetores
logo que o motor começar a funcionar.

4-46
SEÇÃO 4

OPERAÇÃO 36 Antes da calibragem das embreagens executar o


seguinte:
CALIBRAGEM DA TRANSMISSÃO

1. Estacionar o trator sobre piso nivelado, longe de


“Range Command”, 18x6 – Figuras 79 a 82
qualquer obstáculo (caso o trator se movimente
inespe­radamente). Desligar todo equipamento
elétrico incluindo o condicionador de ar (se ins-
talado), parar o motor e colocar os controles
NOTA: A transmissão do tipo “RANGE COMMAND” remotos do hidráulico na posição neutra. Baixar
possue cinco embreagens. As embreagens neces- o equipamento hidráulico até tocar o chão.
sitam calibragem periódica para compensar o des-
2. Aplicar o freio de estacionamento, colocar todas
gaste. Esta operação deverá ser feita nas primeiras
as alavancas de velocidade em neutro e calçar
50 horas de trabalho e daí em diante sempre que se
notar a existência de deterioração na qualidade de as rodas dianteiras e traseiras.
engrenamento das marchas. Reco­menda-se fazer
3. Apertar e manter pressioando a parte superior
esta operação por um Concessionário Case IH.
(1) da tecla Figura 80, na alavanca principal de
mudanças. Girar a chave de partida para a posi-
ção de condução e em três segundos, apertar e
manter pressioando a parte inferior (2) da tecla
Figura 79, do comando do seletor de marchas.
Dar partida ao motor e soltar a tecla. A tempera-
IMPORTANTE: Durante o processo da calibragem,
tura do óleo da transmissão será mostrada, em
o módulo de controle do comando da transmissão o
C. Quando a temperatura correta for atingida,
detecta com precisão o ponto de engrenamento da
embreagem. Este engrenamento é detetado por uma pressionar o botão de marchas altas ou marchas
pequena redução na rotação do motor. Durante a baixas (1) para selecionar a letra A.
calibragem, evitar variações na rotação do motor.
• Se a temperatura do óleo estiver satisfatória, e
Certificar-se de que o condicionador de ar e todo o
equipamento elétrico esteja desligado. Não acionar o mostrador indicar ‘A’, você pode ir diretamente
a TDF ou qualquer alavanca do hidráulico ou mover para o item 4.
o acelerador de mão ou do pé.
• Se a temperatura do óleo estiver muito baixa, o
mostrador indicará ‘U19’ ou ‘CAL’. Pressionar o
botão de marchas altas (2) para deixar o modo
de calibragem. Utilizar o trator até aquecer o
óleo. Repetir os itens 1, 2 e 3.

• Se a temperatura do óleo estiver acima do limite


especificado, o mostrador indicará ‘CH’. Pres-
sionar o botão de marchas altas para deixar o
modo de calibragem. Deixar o óleo arrefecer. Ir
Preparar o Trator para Calibragem para o item 3.

NOTA: As embreagens deverão ser calibradas quan-


do o óleo da transmissão estiver em temperatura Se aparecer um código de erro (‘U’ seguido de dois
entre 20oC e 50oC. dígitos) no painel de instrumentos, não foram en-
contradas as condições para calibragem. Ver página
seguinte para explicação dos códigos de erro.

ATENÇÃO

Manter as mãos afastadas dos tubos contendo óleo


aquecido da transmissão.

4-47
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Códigos de Erro para a Transmissão “Range


Command” - 18x6 1

Código Significado
U19 Temperatura do óleo muito baixa.
U21 Rotação do motor muito baixa (1200±100 rpm) 2
U22 Rotação do motor muito alta (1200±100 rpm)
U23 A alavanca de inversão não está na posição
para a frente.
U26 O pedal da embreagem não está totalmente
solto.
U31 Detectou-se movimento da roda do trator.
U36 Excedido o valor máximo de calibragem da 79
embreagem.
U37 Rotação do motor cai muito rapidamente du-
rante a calibragem.
U81 Não é sentido movimento no sincronizador da
média-reversa.
U82 Não é sentido movimento na baixa-alta.
U83 Conector do potenciômetro do sincronizador
oscilando.
U84 Conector do solenóide do sincronizador do
reversor e da alta oscilando.
U85 Conector do solenóide do sincronizador da
média e da baixa oscilando.
U86 Erro de neutro do sincronizador da média-
reversa.
U87 Erro de neutro do sincronizador da baixa-alta.
U88 Valores de calibragem do sincronizador da
média-reversa fora da tolerância.
U89 Valores de calibragem do sincronizador da
baixa-alta fora da tolerância.

Calibragem da Embreagem e do Sincronizador 80


4. Mover a alavanca do inversor (1) Figura 80, para
a posição de avante.

5. Ajustar a rotação do motor, utilizando o acele-


rador de mão, para 1200 ± 100 rpm.

6. Pressionar o botão de marchas baixas (1)


Figura 81, para calibrar o pacote ‘A’. O mostra-
dor (2) indicará ‘A’, indicando que o pacote de
1
embreagem A está pronto para a calibragem.

7. Apertar e manter apertado o botão de marchas


baixas (1) Figura 81, para calibrar a embreagem
A. No mostrador (2) aparecerá um valor por
alguns segundos, enquanto a estabilidade da
rotação do motor é monitorada e os sincroni-
zadores são engrenados. Os valores indicados
aumentarão muito rapidamente. A calibragem 2
estará completa quando o mostrador alternar
entre o valor final e a letra ‘A’.
81

4-48
SEÇÃO 4

8. Soltar o botão de marchas baixas (1) Figura 82.


O mostrador (2) mudará para ‘b’, indicando que
1
o pacote de embreagem B está pronto para a
calibragem.

9. Repetir o item 7 para as embreagens B, C, D


e E. Após a embreagem E ter sido calibrada,
soltar o botão de marchas baixas. O mostrador
mudará para ‘F’.

10. Girar a chave de partida para a posição de des­ 2


ligado (1) Figura 82, para armazenar os valores
da calibragem.
82
O trator, agora, está pronto para operar.

OPERAÇÃO 37

CALIBRAGEM DO SENSOR DE ESTERÇAMENTO


E SENSOR DE VELOCIDADE – Figuras 83 a 86

O painel digital vem calibrados de fábrica para


garantir que a unidade montada no seu trator foi
personalizada. Se for introduzida qualquer alteração
nas especificações do trator, tais como a medida dos
pneus, a instalação de um novo sensor e velocidade
ou sensor do ângulo de esterçamento, será neces-
sário uma recalibragem.

Antes da calibragem é necessária um local nivelado


com pelo menos 100 metros de comprimento: Com
um giz, traçar duas linhas na estrada afastadas uma
83
da outra exatamente 100 metros. Colocar o trator
antes da primeira marca e girar a chave de partida
para posição desligado (1) Figura 83.

Calibragem Estática do Sensor de Esterçamento


­– Figuras 83 a 86

1. Acionar o pedal da embreagem e apertar o 1


botão das gamas (1) Figura 84, girar a chave 2
de partida para a posição de partida (3) Figura
83, ligar o motor e soltar a chave. As lâmpadas
indicadoras amarelas (2) e (3) Figura 85, pisca-
rão alternadamente e aparece no painel digital 3
a indicação ‘CAL’ Figura 86. Soltar o botão (1)
e o pedal da embreagem.

84

4-49
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

2. Acionar três vezes o interruptor (5), lado amare-


2 3
lo, do acionamento automático do bloqueio do
diferencial. A lâmpada indicadora amarela (3)
Figura 85, do bloqueio do diferencial em modo
automático piscará lentamente.

3. Centralizar (alinhar) as rodas dianteiras visual-


mente, girando o volante de direção.

4. Acionar três vezes o interruptor (5), lado amare-


lo, do acionamento automático do bloqueio do
diferencial. No painel digital a indicação mudará 4 5
para ‘End’ indicando que calibração está finaliza-
da. Desligar o motor para que a nova calibração 85
seja memorizada.

A calibragem do sensor de esterçamento está com-


pleta e o trator pronto para operar.

Calibragem Dinâmica do Sensor de Esterçamento


e do Sensor de Velocidade ­– Figuras 83 a 86

1. Acionar o pedal da embreagem e apertar o


botão das gamas (1) Figura 84, girar a chave
de partida para a posição de partida (3) Figura
84, ligar o motor e soltar a chave. As lâmpadas
indicadoras amarelas (2) e (3) Figura 85, pisca-
rão alternadamente e aparece no painel digital
a indicação ‘CAL’. Soltar o botão (1) e o pedal
da embreagem.

2. Escolher uma velocidade e conduzir o trator


pelos 100 metros previamente marcados. Ao
86
passar pela primeira linha marcada com giz,
acionar uma vez o interruptor (5), lado amare-
lo, do acionamento automático do bloqueio do
diferencial. A lâmpada indicadora amarela (3)
Figura 85, do bloqueio do diferencial em modo
automático piscará lentamente.

3. Quando passar pela segunda marcação na


pista, acionar uma vez o interruptor (5), lado
amarelo, do acionamento automático do blo-
queio do diferencial. No painel digital a indicação
mudará para ‘End’ indicando que calibração está
finalizada.

4. Parar o trator e desligar o motor para que a nova


calibração seja memorizada.
A calibragem está completa e o trator pronto para
operar.

4-50
SEÇÃO 4

OPERAÇÃO 38

VERIFICAR O ACIONAMENTO DOS PEDAIS DE


FREIO – Figuras 87 e 88

Os freios hidráulicos não necessitam de qualquer


regulagem. No entanto, se qualquer peças de acio-
namento dos pedais do freio ou o conjunto do cilindro
mestre for substituído ou se a trava do pedal não
prende rapidamente no furo da haste do pedal do
lado direito, ajustar a altura do pedal como segue:

Com os pedais separados, medir a distância entre 87


o centro vertical da aresta do lado direito do pedal
do lado direito e o piso (depois de remover o tapete
de borracha), como se mostra na Figura 87. Esta
dimensão deve ser de 190 – 196 mm.

Se for necessário fazer regulagem, afrouxar a con-


traporca (2) no garfo do pedal do lado direito (3),
Figura 88.

Com uma chave de bocas, apertar ou afrouxar o


regulador (1), até que o pedal do lado direito fique
na altura correta. Apertar a contraporca.

Para um funcionamento correto da trava, ambos os


pedais devem estar exatamente à mesma altura. Se
necessário, ajustar o garfo do pedal do lado esquerdo 88
até que a trava fique alinhada com o furo na haste
do pedal do lado direito.

AVISO

Os clientes devem estar informados sobre a legisla-


ção referente aos sistemas de frenagem. Os freios
devem manter-se em permanente bom estado, para
poder cumprir as disposições legais e garantir a sua
segurança. Se tiver qualquer dúvida, contatar o seu
Concessionário Case IH.

4-51
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 39
2

ROTAÇÃO DE MARCHA LENTA DO MOTOR –


Figura 89

Para ajustar a rotação de marcha lenta do motor,


afrouxar a porca de segurança (1) e girar o parafuso 1
batente (2).

A rotação máxima sem carga é ajustada na Fábrica


e só deverá ser reajustada, se necessário, por um
Concessionário Case IH. 89

OPERAÇÃO 40

AR CONDICIONADO

Se após vários períodos de trabalho, o ar condiciona-


do apresentar menor eficiência do que o esperado,
solicitar ao Concessionário Case IH a troca do filtro
secador e verificação completa do sistema.

AVISO

O refrigerante utilizado no sistema de ar condiciona-


do tem um ponto de ebulição de ‑12 o C.

• Para evitar riscos de incêndio ou de explosão


nunca expor qualquer parte do sistema de ar
condicionado, diretamente a chama ou ao calor
excessivo.

• Nunca desconectar ou desmontar qualquer par-


te do sistema de ar condicionado. O refrigerante
escapado provocará queimaduras por congela-
mento, além de se espalhar na atmosfera, o que
em certos países é ilegal.

• Se o refrigerante entrar em contato com a


pele, seguir o mesmo tratamento utilizado nas
queima­duras por congelamento. Aquecer a
área cobrindo com a mão ou com água morna
a 32 – 38o C. Cobrir a área com uma bandagem
para proteção e para evitar infecções. Consultar
imediatamente um médico.

• Se o refrigerante entrar em contato com os olhos


lavá-los imediatamente com água fria, pelo me-
nos por 5 minutos. Consultar imediatamente um
médico.

4-52
SEÇÃO 4

OPERAÇÃO 41

REGULAGEM DOS FARÓIS DIANTEIROS E DOS


FARÓIS DE TRABALHO

Faróis – Figura 90

Para não ofuscar condutores que trafegam em sen-


tido contrário, regular o ângulo do feixe da luz dos
faróis dianteiros.
Cada farol encontra-se fixo ao suporte por três para-
fusos com molas de pressão (1). O feixe de luz pode
ser ajustado vertical ou lateralmente, girando-se um
ou outro parafuso, de acordo com a necessidade.
90

Faróis de Trabalho – Figura 91

Dependendo do modelo e da especificação, podem


ser instalados no trator, faróis de trabalho reguláveis,
na frente e na traseira do teto da cabine, em baixo
e a frente da cabine ou nos pára-lamas. Faróis de
trabalho não reguláveis, são montados à frente no
capô do motor, ao lado dos faróis dianteiros. 1
Para regular um farol de trabalho, simplesmente
movimentar para baixo ou para cima o conjunto do
farol. Se necessário afrouxar a porca de ajuste (1).
Para oscilar o farol lateralmente, afrouxar o parafuso
(2) que prende o suporte de fixação ao pára-lama ou
à estrutura da cabine e girar o suporte. 2

Apertar as porcas e parafusos após a regulagem. 91

NOTA: Os faróis de serviço podem diferir daqueles


aqui mostrados.

OPERAÇÃO 42

SUBSTITUIR LÂMPADAS

Faróis dianteiros e de trabalho colocados no


capô do motor –­ Figuras 92 e 93

IMPORTANTE: Todos os faróis dianteiros e os de


trabalho, possuem lâmpadas halógenas. Nunca to-
car com os dedos numa lâmpada de halogêneo. A
umidade natural dos dedos pode queimar a lâmpada
quando ligada. Utilizar um pano limpo ou lenço ao
manusear lâmpadas de halogêneo.

4-53
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Os faróis dianteiros e os dois faróis de trabalho não


reguláveis estão colocados em uma unidade molda-
da, ligados à grade do radiador. Todas as lâmpadas
são acessíveis pela parte traseira do farol, por dentro
do capô.

Para substituir uma lâmpada do farol de trabalho,


retirar o grampo e o terminal elétrico (1) Figura 92.
Girar o conjunto da lâmpada um quarto para a es-
querda e retirá-lo. Montar pela ordem inversa.
92

Para substituir uma lâmpada do farol dianteiro, retirar


primeiro o conector elétrico (2) Figura 92 e depois
a cobertura de borracha (3) da parte traseira do
conjunto da lâmpada.

Desenganchar a mola retentora (1) Figura 93 e re-


tirar o conjunto da lâmpada (2). Montar pela ordem
inversa.

93

Faróis de Trabalho Reguláveis – Figura 94


1
Para substituir a lâmpada do farol de trabalho, retirar
os dois parafusos (1) e retirar o conjunto completo do
farol, do seu alojamento. A substituição da lâmpada
obedece ao mesmo processo acima descrito, para
faróis de trabalho montados no capô.

NOTA: Alguns faróis de trabalho tem quatro para-


fusos de fixação em vez de dois apresentados na
Figura 94.
94

4-54
SEÇÃO 4

Luzes de Freio/Indicadores de Direção e Lanter-


nas – Figura 95

Embora existam faróis dianteiros e traseiros de


modelos diferentes para mercados diversificados o
acesso as lâmpadas é o mesmo descrito no texto
seguinte e como se apresenta na figura ao lado.

As lâmpadas são acessíveis após a remoção do


conjunto de lentes plásticas. Retirar os dois para-
fusos (1) e também o conjunto da lente/refletor. As
lâmpadas tem um soquete convencional do tipo baio-
neta e podem ser retiradas, pressionando e girando 95
aproximadamente 20o para a esquerda. Montar pela
ordem inversa.

IMPORTANTE: Na substituição das lentes ter cui-


dado em não apertar demasiado os parafusos de
fixação.

Lâmpadas do Comutador Oscilante – Figura 96

Alguns comutadores oscilantes são iluminados inter-


namente, com lâmpadas removíveis pela traseira do
conjunto do comutador.

O conjunto do comutador está fixo de cada lado por


uma alça (2) de mola. Utilizar uma pequena chave
de fendas para retirar o conjunto do comutador do
seu alojamento.

Para retirar a lâmpada pressionar com uma peque-


na chave de fendas, na ranhura (3) para empurrar
a lâmpada do retentor da traseira do conjunto. As
lâmpadas são do tipo sem soquete, de 1,2 W e são
de empurrar e fixar no retentor.

Após a troca da lâmpada, colocar o retentor na


traseira do conjunto do comutador até que as alças
se encaixem na ranhura. Recolocar o conjunto do 96
comutador.

4-55
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Lâmpadas do Painel de Instrumentos – Figuras


97 e 98

As lâmpadas indicadoras e as do painel de instrumen­


tos são removíveis pela traseira do painel. Para ter
acesso, retirar os dois parafusos de fixação da face
mais baixa do painel de instrumentos e removê-lo.
Desconectar os terminais elétricos da traseira do
painel à medida que necessitar.

NOTA: Encontram-se disponíveis três tipos de pai-


néis de instrumentos e as traseiras dos mesmos,
apresentados nas Figuras 97 e 98 podem diferir do 97
painel montado no seu trator. Contudo o processo de
remoção das lâmpadas é igual em todos modelos.

Retirar os quatro parafusos (1) Figura 97, que pren-


dem a tampa à traseira do painel.

Com referência a Figura 98, girar a lâmpada quei-


mada 1/4 de volta à esquerda e retirá-la. Recolocar
de forma inversa.

IMPORTANTE: As duas filas de lâmpadas indica-


doras no topo do painel são de cor preta, exceto a
lâmpada de aviso (1) do alternador que é vermelha.
Esta lâmpada é de potência diferente das outras e é
importante que seja utilizada uma lâmpada correta 98
nesta posição, pois do contrário o alternador poderá
não funcionar. As lâmpadas de iluminação dos ins-
trumentos (3) e (4) são de cor amarela.

IMPORTANTE: Se o seu trator tiver um painel de


instrumentos eletrônico, a remoção da tampa traseira
irá expor seis micro-processadores (2) Figura 98. Os
processadores são utilizados na Fábrica para ajustar
o módulo de computador. Não tocar em qualquer
destes processadores, pois pode afetar o funciona-
mento do painel de instrumentos e o equipamento
eletrônico, invalidando a garantia.

4-56
SEÇÃO 4

OPERAÇÃO 43

FUSÍVEIS E RELÉS – Figura 99 a 104

A caixa de fusíveis está localizada atrás do painel do


lado direito do console de instrumentos.

Para verificar ou substituir fusíveis, retirar o painel


lateral direito do painel de instrumentos, conforme
descrito no início desta seção. Para verificar ou
substituir fusíveis “maxi”, retirar o painel esquerdo.

A caixa de fusíveis tem uma tampa com garras de


mola. Puxar as garras para ter acesso aos fusíveis
e aos relés (ver Figura 99). O esquema dos fusíveis 99
e relés é apresentado na Figura 100.

Há uma previsão para 24 fusíveis na caixa de fusí-


veis, embora nem todos sejam operacionais no seu
trator. Alguns itens podem não serem instalados no
seu trator, contudo os fusíveis para essas caracterís-
ticas encontram-se montados e podem ser utilizados
como sobressalentes. O fusível nº 25 não se encon-
tra na caixa de fusíveis porém, encontra-se fixado a
uma das caixas de fusível “maxi”. Ver texto abaixo.

IMPORTANTE: Os fusíveis queimados não devem


ser substituídos por outros de capacidade diferente.

Os fusíveis estão numerados e com código de cores,


mostrado nos quadros das páginas a seguir:

NOTA: Os itens I a XII e A a H são relés (ver Fi-


guras 99, 100 e os quadros das páginas a seguir).
Nem todos os relés apresentados estarão sendo
utilizados. Consultar o seu Concessionário Case IH
se tiver algum problema com circuitos enumerados
e cuja causa não seja falha do fusível.

Além da caixa de fusíveis mostrada nas Figuras 99


e 100, existem fusíveis “maxi” localizados atrás do
painel no lado esquerdo do painel de instrumentos.
Os fusíveis “maxi” são instalados para proteger a
caixa de fusíveis e o circuitos elétricos. Uma falha
grande de falta de energia, isto é, alguns circuitos
elétricos, podem significar a queima de um fusível
“maxi”.
100

4-57
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Tratores com Cabine e Transmissão “Range Command”



Nº Relé Identificação do Circuito
Fusív A Cor Circuito I Chave de partida em “ON”
1 15 Azul claro Luz alta
II Não utilizado
2 15 Azul claro Luz baixa III Não utilizado
3 20 Amarelo Luz de posição LD IV Luzes de posição
4 20 Amarelo Luz de posição LE V Limpador do vidro traseiro

5 20 Amarelo Farol trabalho traseiro VI Ar condicionado


VII Indicadores de direção
6 20 Amarelo Farol trabalho dian-
teiro e traseiro VIII Não utilizado

7 20 Amarelo Farol trabalho dian- IX Não utilizado


teiro X Não utilizado
8 10 Vermelho Corte de combustível XI Farol de trabalho - lanterna traseira

9 10 Vermelho Instrumentos XII Farol de trabalho - corrimão da cabine


A Não utilizado
10 15 Azul claro Luzes de emergência
B Farol de trabalho - teto dianteiro
11 30 Verde Buzina
C Farol de trabalho - teto traseiro
12 10 Vermelho EDC
D Farol de trabalho - dianteiro junto com
13 25 Natural Transmissão faróis
E Farol de trabalho - pára-lama traseiro
14 10 Vermelho Controle transmissão
F Corte de combustível
15 30 Verde Luzes de freio/Interr.
freio estacionamento G Luzes de freio
H Não utilizado
16 25 Natural Ventilador da cabine

17 20 Amarelo Limpa/lava pára-brisa

18 15 Azul claro Indicadores de di-


reção

19 15 Azul claro Aquecedor de partida

20 10 Vermelho ICU e EDC

21 25 Natural TDF e DOG

22 25 Natural Rádio

23 25 Natural Acendedor cigarros

24 5 Castanho Rádio

25 20 Amarelo Luzes de freio

4-58
SEÇÃO 4

Tratores com Cabine e Transmissão “Synchro Command”



Nº Relé Identificação do Circuito
Fusív A Cor Circuito I Chave de partida em “ON”
1 15 Azul claro Luz alta II Não utilizado
2 15 Azul claro Luz baixa III Não utilizado

3 20 Amarelo Luz de posição LD IV Luzes de posição


V Não utilizado
4 20 Amarelo Luz de posição LE
VI Ar condicionado
5 20 Amarelo Farol trabalho dian-
teiro e traseiro VII Indicadores de direção
VIII Limpador do vidro traseiro
6 15 Azul claro Farol trabalho tra-
seiro IX Não utilizado

7 20 Amarelo Farol trabalho dian- X Farol de trabalho - corrimão da cabine


teiro XI Bloqueio do diferencial
8 10 Vermelho Corte de combustível XII TDF

9 10 Vermelho Instrumentos A TDF


B Farol de trabalho - teto dianteiro
10 15 Azul claro Luzes de emergência
C Farol de trabalho - teto traseiro
11 30 Verde Buzina
D Farol de trabalho - dianteiro junto com
12 - - Não utilizado faróis

13 10 Vermelho TDF E Farol de trabalho - pára-lama traseiro


F Bloqueio do diferencial
14 - - Não utilizado
G Luzes de freio
15 15 Azul claro Bloqueio diferencial/
Luzes de freio H Freio da TDF

16 25 Natural Ventilador da cabine

17 20 Amarelo Limpa/lava pára-brisa

18 15 Azul claro Indicadores de di-


reção

19 15 Azul claro Aquecedor de partida

20 5 Castanho Memória ativa

21 20 Amarelo Luzes de freio

22 5 Castanho Rádio

23 25 Natural Acendedor de cigarro

24 5 Castanho Rádio/Luz interna

4-59
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Tratores Plataformados e Transmissão “Synchro Command”



Nº Relé Identificação do Circuito
Fusív A Cor Circuito
I Chave de partida em “ON”
1 15 Azul claro Luz alta II Não utilizado
2 15 Azul claro Luz baixa III Não utilizado
3 20 Amarelo Luz de posição LD IV Luzes de posição
V Não utilizado
4 20 Amarelo Luz de posição LE
VI Não utilizado
5 - - Não utilizado
VII Indicadores de direção
6 15 Azul claro Farol trabalho traseiro
VIII Não utilizado
7 5 Azul claro Farol trabalho dian- IX Não utilizado
teiro
X Não utilizado
8 10 Vermelho Corte de combustível
XI Bloqueio do diferencial
9 10 Vermelho Alimentação dos XII TDF
instrumentos
A TDF
10 15 Azul claro Luzes de emergência
B Não utilizado
11 30 Verde Buzina C Não utilizado
12 - - Não utilizado D Farol de trabalho - dianteiro junto com
faróis
13 10 Vermelho TDF
E Farol de trabalho - pára-lama traseiro
14 - - Não utilizado
F Bloqueio do diferencial
15 15 Azul claro Bloqueio diferencial/ G Luzes de freio
Luzes de freio
H Freio da TDF
16 - - Não utilizado

17 15 Azul claro Aquecedor de partida

18 15 Azul claro Indicadores de di-


reção

19 - - Não utilizado

20 5 Castanho Memória ativa

21 20 Amarelo Luzes de freio

22 - - Não utilizado

23 - - Não utilizado

24 - - Não utilizado

4-60
SEÇÃO 4

MAXI-FUSÍVEIS – Figura 101 a 104

Para verificar ou substituir fusíveis “maxi”, retirar o


painel esquerdo, conforme descrito no início desta
seção.

Com referência à Figura 103, soltar os prendedores


(1) para liberar as tampas (2) e assim expondo os
fusíveis.

IMPORTANTE: Os fusíveis queimados não devem 101 Plataformados “Synchro Command”


ser substituídos por outros de capacidade diferente.

Os fusíveis “maxi” estão numerados e com código de


cores. Ver Figuras 101 a 104 e os quadros a seguir:

102 Cabine “Synchro Command”


1

103

104 Cabine “Range Command”

Tratores Plataformados e Transmissão “Synchro Command”

Nº Maxi Fusível
Fusível Cap Cor Circuito Cap Circuito

1 30 A Verde 1 15 A Luz alta


2 15 A Luz baixa
3 20 A Luz de posição LD
4 20 A Luz de posição LE

2 30 A Verde 6 15 A Farol trabalho traseiro


7 15 A Farol trabalho dianteiro

3 40 A Laranja 8 10 A Corte de combustível


10 15 A Luzes de emergência (bateria)
11 30 A Buzina
20 5 A Memória dos instrumentos
13 10 A TDF

4 30 A Verde 9 10 A Alimentação dos instrumentos


15 15 A Luzes de freio / Bloqueio diferencial
17 15 A Aquecedor de partida
18 15 A Luzes de emergência
21 20 A Luzes de freio

4-61
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Tratores com Cabine e Transmissão “Synchro Command”

Nº Maxi Fusível
Fusível Cap Cor Circuito Cap Circuito
1 30 A Verde 1 15 A Luz alta
2 15 A Luz baixa
3 20 A Luz de posição LD
4 20 A Luz de posição LE
2 60 A Azul 5 20 A Farol trabalho superior dianteiro e traseiro
6 15 A Farol trabalho pára-lamas traseiro
7 20 A Farol trabalho inferior dianteiro
3 60 A Azul 8 10 A Corte de combustível
10 15 A Luzes de emergência (bateria)
11 30 A Buzina
13 10 A Alimentação da TDF
20 5 A Alimentação da memória dos instrumentos
22 5 A Alimentação do rádio
4 60 A Azul 9 10 A Alimentação dos instrumentos
15 15 A Luzes de freio e Bloqueio do diferencial
16 25 A A/C
17 20 A Limpa/lava pára-brisa
18 15 A Alimentação das luzes de emergência
19 15 A Alimentação do controle do aquecedor de partida
21 20 A Luzes de freio
5 30 A Verde 23 25 A Acendedor de cigarros
24 5 A Rádio KAM e Luz interna da cabine

Tratores com Cabine e Transmissão “Range Command”

Nº Maxi Fusível
Fusível Cap Cor Circuito Cap Circuito
1 30 A Verde 1 15 A Luz alta
2 15 A Luz baixa
3 20 A Luz de posição LD
4 20 A Luz de posição LE
2 60 A Azul 5 20 A Farol trabalho superior dianteiro e traseiro
6 20 A Farol trabalho pára-lamas traseiro
7 20 A Farol trabalho dianteiro e do corrimão
3 60 A Azul 8 10 A Corte de combustível
10 15 A Luzes de emergência (bateria)
11 30 A Buzina
12 10 A Alimentação do controle do EDC
13 25 A Alimentação da transmissão
14 10 A Alimentação do controle da transmissão
20 10 A Alimentação do ICU e da memória do EDC
22 5 A Alimentação do rádio
4 50 A Vermelho 9 10 A Alimentação dos instrumentos
15 30 A Luzes de freio / Interruptor do freio de estacionamento
16 25 A Ventilador da cabine e A/C
17 20 A Limpa/lava pára-brisa
18 15 A Alimentação das luzes de emergência
19 15 A Alimentação do controle do aquecedor de partida
21 25 A Alimentação da TDF e DOG
25 20 A Luzes de freio
5 30 A Verde 23 25 A Acendedor de cigarros
24 5 A Rádio KAM
6 25 A Natural 25 20 A Luzes de freio

4-62
SEÇÃO 4

PROTEÇÃO DOS SISTEMAS ELETRÔNICOS E


ELÉTRICOS DURANTE CARGA DE BATERIAS
OU SOLDAGEM

Precauções
ADVERTÊNCIA
Para evitar danos aos sistemas eletrônicos/elétrico, As baterias contêm ácido sulfúrico. Em caso de
observe sempre o seguinte: contato com a pele, lavar a área afetada com água
1. Nunca conectar ou abrir qualquer circuito de durante cinco minutos. Procurar cuidados médicos
carga, incluindo as conexões das baterias, com imediatamente. Evitar contato com a pele, olhos
o motor em funcionamento. ou roupas. Utilizar proteção para os olhos quando
trabalhar próximo de baterias
2. Nunca conectar qualquer componente de carga
à terra. IMPORTANTE: A não observância em desconectar
os dois cabos terra das baterias antes de carregá-las
3. Nunca utilizar uma bateria auxiliar com mais de ou executar solda elétrica no trator ou implemento,
12V de tensão nominal. resultará em danos aos sistemas eletrônicos e
elétrico.
4. Sempre observar a polaridade correta da ba-
teria durante sua instalação ou ligação de uma
bateria auxilar para dar partida ao motor. Seguir
as instruções do manual do operador para dar
partida no trator com bateria auxiliar. Conectar
positivo com positivo e negativo com negativo.

5. Sempre desconectar o cabo terra da bateria,


antes de efetuar serviços com solda elétrica no
trator ou no implemento acoplado ao mesmo.

6. Posicionar o grampo do cabo terra do soldador


o mais próximo possível da área de soldagem.

7. Se a soldagem for realizada muito próximo de


um módulo de computador, remover o módulo
do trator. Recomenda-se que este procedimento
seja efetuado por um Concessionário Case IH.

8. Nunca permitir que os cabos da solda estejam


sobre, próximo ou cruzem qualquer cabo elétrico
ou componente eletrônico durante o processo
de soldagem.

9. Sempre desconectar o cabo negativo das bate-


rias durante sua carga com carregadores.

4-63
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

ARMAZENAMENTO DO TRATOR

O texto a seguir tem função informativa e orientativa. Para informações adicionais a respeito de armazena-
gem do seu trator por longos períodos, favor consultar o seu Concessionário Case IH.

ARMAZENAMENTO DO TRATOR • Retirar a bateria e guardá-la em local seco e


quente. Recarregar periodicamente.
Antes de armazenar o trator por um longo período
deve-se tomar os seguintes cuidados: • Levantar o trator e colocar suportes sob os eixos
para aliviar a carga nos pneus.
• Limpar o trator.
• Cobrir a abertura do escapamento.
• Drenar o óleo do motor da transmissão/eixo
traseiro, reabastecer com óleo novo.
PREPARO PARA UTILIZAÇÃO APÓS ARMAZE-
• Drenar o(s) reservatório(o) de combustível e NAMENTO
colocar no reservatório aproximadamente 10
litros de combustível especial para calibragem. Após armazenamento prolongado, preparar o trator
Funcionar o motor por pelo menos 10 minutos, para utilização como segue:
para garantir uma completa distri­buição do
• Encher os pneus à pressão correta e baixar o
combustível para calibragem pelo sistema de
trator.
injeção. Ver o item seguinte antes de ligar o
motor. • Reabastecer o(s) reservatório(s) de combustí-
vel.
• Verificar o nível do radiador. Se faltarem menos
de 200 horas para a próxima troca, drenar, lavar • Verificar o nível do líquido de arrefecimento no
e encher o sistema. Funcionar o motor durante 1 radiador.
hora para distribuir o líquido por todo o sistema.
• Verificar todos os níveis de óleos.
• Aplicar graxa lubrificante em todos pontos de
lubrificação. • Instalar a bateria completamente carregada.

• Utilizar o sistema hidráulico do trator em Contro- • Retirar a tampa do escapamento.


le de Posição, levantar os braços do levantador
• Ligar o motor e verificar se todos os instrumentos
hidráulico e deixar levantados.
e controles funcionam corretamente. Utilizar
• Cobrir levemente com vazelina todas as hastes o sistema hidráulico do trator em Controle de
dos êmbolos dos hidráulicos como por exemplo: Posição e levantar totalmente os braços do
o cilindro da direção, os cilindros auxiliares do levantador hidráulico e retirar os suportes.
levantador hidraúlico, válvulas de comando, etc.
• Conduzir o trator sem carga para garantir que
se encontra satisfatoriamente operacional.

4-64
SEÇÃO 4

NOTAS

4-65
LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

NOTAS

4-66
SEÇÃO 5
DETECÇÃO E CORREÇÃO DE FALHAS

INTRODUÇÃO

A informação seguinte destina-se a ser um guia de


identificação, correção e assistência na detecção de
possíveis falhas e deficiências no trator.

A informação fornecida é a seguinte:

• CÓDIGO DE ERROS

• CORREÇÃO DE FALHAS NO SISTEMA

CÓDIGOS DE ERROS - Figuras 1 e 2

Um código de erro indica a existência de uma falha


num dos sistemas elétricos que controlam instrumen-
tos, transmissão, hidráulico, bloqueio do diferencial,
tração dianteira, etc. Durante a operação o símbolo
identificador da falha (1), aparecerá no mostrador de
cristal líquido, no painel de instrumentos (somente
painéis de instrumentos eletrônicos ou analógico/
digitais) ou no mostrador das marchas junto ao
comando das marchas (transmissão “Power Shift”).
Também será indicado um código de erro (2).

1
Os códigos de erros aparecerão intermitentes no
mostrador e um número de dois ou três dígitos
podem ser precedidos ou seguidos por uma letra
identificativa. Alguns códigos de erros consistem de
duas letras. As letras e/ou os números identificarão
o circuito específico e o tipo de falha ocorrida, tais
como um curto circuito ou um circuito interrompido,
etc.

1
Contatar o seu Concessionário Case IH para a corre-
ção de alguma falha identificada pelo código de erro. 2

5-1
DETECÇÃO E CORREÇÃO DE FALHAS

SISTEMA DE DIAGNÓSTICO E IDENTIFICAÇÃO


DE FALHAS

A informação seguinte, enumera os possíveis proble- Assunto Página


mas, suas causas e a ação corretivas. Os sistemas Hidráulico 5-7
estão enumerados a seguir:
Engate de três pontos 5-8
Assunto Página
Motor 5-2 Freios 5-9

Transmissão Cabine 5-9


- “Power Shift” 18x6 5-5
- “Synchro Command” 15x12 5-6
Elétrico 5-10

MOTOR
PROBLEMA CAUSAS POSSÍVEIS AÇÃO CORRETIVA
O motor não funciona Processo de partida incorreto. Rever o processo de partida.
ou tem dificuldade em
trabalhar Pouco ou nenhum combustível. Verificar o nível de combustível.

Ar nas tubulações do combustível. Sangrar o sistema de combustível.

Temperatura ambiente baixa. Usar a partida a frio.

Sistema de combustível contaminado. Limpar e sangrar o sistema de


combustível.

Bomba do combustível inoperante. Verificar fusíveis. Se bons, substituir


a bomba.

Filtro(s) do combustível entupido(s). Substituir elemento(s) filtro combustível.

Falha nos injetores do combustível. Consultar o seu Concessionário


Case IH.

Falha no solenóide do combustível ou Consultar o seu Concessionário


no relé do solenóide. Case IH.

Óleo do motor de viscosidade incorreta. Usar óleo de viscosidade correta.

Combustível incorreto para a tempera- Utilizar o tipo correto do combustível


tura de trabalho. para as condições da temperatura.

Baixa rotação de partida. Ver a rotação de partida na parte


Elétrica.

O funcionamento do Filtro(s) do combustível entupido(s). Substituir elemento(s) filtro combustível.


motor é irregular ou
perde rotação Sistema de combustível contaminado. Limpar e sangrar o sistema de
combustível.

Regulagem incorreta do solenóide do Consultar o seu Concessionário


combustível. Case IH.

Respiro da tampa do combustível en- Lavar o respiro da tampa em diesel


tupido. limpo.

5-2
SEÇÃO 5

MOTOR (continuação)

PROBLEMA CAUSAS POSSÍVEIS AÇÃO CORRETIVA


Motor sem força Motor sobrecarregado. Reduzir: marcha, carga, lastro.

Filtro de ar entupido. Limpar filtro de ar.

Temperatura do funcionamento do mo- Verificar os termostatos.


tor muito baixa.

Superaquecimento do motor. Ver causa do aquecimento do motor.

Filtro(s) de combustível entupido(s). Substituir elemento(s) filtro do com-


bustível.

Combustível incorreto. Utilizar o tipo correto de combus-


tível.

Folga das válvulas do motor incorreta. Verificar e ajustar.

Falha nos injetores de combustível. Consultar o seu Concessionário


Case IH.

Falha na bomba injetora de combus- Consultar o seu Concessionário


tível. Case IH.

Rotação máxima sem carga muito Consultar o seu Concessionário


baixa. Case IH.

Vazamento de ar nos coletores de ad- Verificar, corrigir ou consultar seu


missão e escape. Concessionário Case IH.

Falha do turbocompressor (se insta- Consultar o seu Concessionário


lado). Case IH.

Implemento mal regulado. Ver o Manual do Operador imple-


mento.
Motor com batidas Sincronismo da bomba injetora. Consultar o seu Concessionário
Case IH.

Nível do óleo do motor baixo. Adicionar óleo conforme necessário.

Pressão do óleo no motor baixa. Consultar o seu Concessionário


Case IH.

Temperatura funcionamento motor baixa. Verificar os termostatos.

Superaquecimento do motor. Ver causa do aquecimento do motor.

Superaquecimento do Nível do óleo de motor baixo. Adicionar óleo conforme necessário.


motor
Nível baixo do líquido arrefecimento Encher tanque de expansão do
do motor. líquido de arrefecimento. Verificar
fugas no sistema de arrefecimento.

Termostato(s) defeituoso(s). Verificar termostato(s).

Colméia do radiador sujo ou entupido. Limpar.

Sobrecarga excessiva do motor. Reduzir: marcha, carga, lastro.


5-3
DETECÇÃO E CORREÇÃO DE FALHAS

MOTOR (continuação)

PROBLEMA CAUSAS POSSÍVEIS AÇÃO CORRETIVA


Superaquecimento do Tampa de pressão do radiador defi- Substituir a tampa do radiador.
motor ciente.

Sistema de arrefecimento obstruído. Lavar o sistema de arrefecimento.

Correia da ventoinha folgada ou gasta. Verificar tensor automático, substi-


tuir correia se estiver gasta.

Vazamento nas mangueiras ou nas Apertar uniões e/ou substituir man-


uniões. gueiras.

Deficiência no termostato ou no indi- Consultar o seu Concessionário


cador. Case IH.

Baixa temperatura Termostato(s) danificado(s). Substituir termostato(s).


de funcionamento do
motor

Baixa pressão do óleo Nível de óleo baixo. Adicionar óleo conforme necessário.
do motor
Graduação ou viscosidade do óleo Drenar e colocar óleo de especifica-
incorreta. ção correta.

Consumo excessivo Nível do óleo do motor muito alto. Reduzir ao necessário o nível do óleo.
do óleo do motor
Graduação ou viscosidade do óleo Drenar e colocar óleo de especifica-
incorreta. ção correta.

Tubo do filtro de ventilação do carter, Substituir o filtro de ventilação.


obstruído.

Falha no turbocompressor (se insta- Consultar o seu Concessionário


lado). Case IH.

Vazamento de óleo. Reparar vazamentos.

Guias/vedantes das válvulas, gastas. Consultar o seu Concessionário


Case IH.

Consumo excessivo Baixa temperatura de funcionamento Ver, baixa temperatura de funciona-


do combustível do motor. mento do motor.

Falha no turbocompressor (se insta- Consultar o seu Concessionário


lado). Case IH.

Motor sobrecarregado. Reduzir: marcha, carga ou lastro.

Filtro de ar obstruído. Limpar filtro de ar.

Combustível incorreto. Utilizar o tipo correto de combus-


tível.

Folga das válvulas de motor, incorreta. Verificar e ajustar.

5-4
SEÇÃO 5

MOTOR (continuação)

PROBLEMA CAUSAS POSSÍVEIS AÇÃO CORRETIVA


Consumo excessivo Injetores de combustível danificado. Consultar o seu Concessionário
do combustível (con- Case IH.
tinuação)
Bomba injetora danificada. Consultar o seu Concessionário
Case IH.

Vazamento de ar, coletores de admis- Verificar e corrigir e/ou Consultar o


são e escape. seu Concessionário Case IH.

Implemento mal ajustado. Ver o Manual do Operador do im-


plemento.

TRANSMISSÃO “POWER SHIFT” - 18x6 / 31x12

PROBLEMA CAUSAS POSSÍVEIS AÇÃO CORRETIVA


Trator não se deslo- O código de erro indicará a origem da Consultar o seu Concessionário
ca em qualquer velo- falha. Case IH.
cidade

Seqüência de troca de O código de erro indicará a origem da Consultar o seu Concessionário


marchas incorreta ou falha. Case IH.
marchas puladas

Desengrenamento ou Acoplamento/sincronizadores com Consultar o seu Concessionário


prisão de marchas desgaste. Case IH.

Atuação deficiente do Embreagem da transmissão necessita Efetuar o procedimento da cali­bra­


pedal de ação lenta de calibragem. gem da embreagem da transmissão
(pedal da embreagem) ou consultar o seu Concessionário
ou trancos nas mu- Case IH.
danças de marcha

Alta temperatura de Nível de óleo baixo. Adicionar óleo conforme necessário.


funcionamento da
transmissão Incorreta graduação/viscosidade de Drenar e colocar óleo de especifica-
óleo. ção correta.

Resfriador do óleo da transmissão sujo Limpar.


ou entupido.

Baixa pressão do óleo Nível de óleo baixo. Adicionar óleo conforme necessário.
da transmissão
Incorreta graduação/viscosidade do Drenar e colocar óleo de especifica-
óleo. ção correta.

Filtro de óleo da transmissão entupido. Substituir o filtro.

Transmissão com ru- Nível de óleo baixo. Adicionar óleo conforme necessário.
ídos
Incorreta graduação/viscosidade do Drenar e colocar óleo de especifica-
óleo. ção correta.

Rolamentos gastos ou peças quebra- Consultar o seu Concessionário


das. Case IH.

5-5
DETECÇÃO E CORREÇÃO DE FALHAS

TRANSMISSÃO “SYCHRO COMMAND” - 15X12

PROBLEMA CAUSAS POSSÍVEIS AÇÃO CORRETIVA


Alta temperatura de Nível de óleo baixo. Adicionar óleo conforme necessário.
funcionamento da
transmissão Incorreta graduação/viscosidade de Drenar e colocar óleo de especifica-
óleo. ção correta.

Resfriador do óleo da transmissão sujo Limpar.


ou entupido.

Transmissão com ru- Nível de óleo baixo. Adicionar óleo conforme necessário.
ídos
Incorreta graduação/viscosidade do Drenar e colocar óleo de especifica-
óleo. ção correta.

Rolamentos gastos ou peças quebra- Consultar o seu Concessionário


das. Case IH.
Dificuldade no engre- Ajuste incorreto dos acoplamentos ou Ajustar os acoplamentos, substituir
namento das mudan- acoplamentos gastos. peças com desgaste ou consultar o
ças de marcha seu Concessionário Case IH.

Garfo de mudanças de marcha gasto. Consultar o seu Concessionário


Case IH.

Rolamentos gastos. Consultar o seu Concessionário


Case IH.

Ar no sistema de acionamento da em- Sangrar o sistema ou consultar o


breagem. seu Concessionário Case IH.

Desengrenamento Ajuste incorreto dos acoplamentos ou Ajustar os acoplamentos, substituir


das marchas acoplamentos gastos. peças com desgaste ou consultar o
seu Concessionário Case IH.

Sincronizadores/garfo de mudanças de Consultar o seu Concessionário


marcha gastos. Case IH.

Rolamentos gastos. Consultar o seu Concessionário


Case IH.

Posicionadores desgastados. Substituir esferas de fixação e molas


ou consultar o seu Concessionário
Case IH.

Troca de marcha pre- Ajuste incorreto dos acoplamentos ou Ajustar os acoplamentos, substituir
sa acoplamentos gastos. peças com desgaste ou consultar o
seu Concessionário Case IH.

Uniões gastas. Consultar o seu Concessionário


Case IH.

5-6
SEÇÃO 5

HIDRÁULICO

PROBLEMA CAUSAS POSSÍVEIS AÇÃO CORRETIVA

O sistema hidráulico O código de erro indicará a origem da Consultar o seu Concessionário


não funciona falha. Case IH.

Nível do óleo hidráulico muito baixo. Adicionar óleo conforme necessário.

Filtro(s) do óleo hidráulico entupido(s). Substituir filtro(s) do óleo.

Super-aquecimento Hidraulico com nível de óleo muito baixo Corrigir nível do óleo.
do óleo do hidráulico ou muito alto.

Resfriador do óleo do hidráulico entu- Limpar.


pido.

Filtro(s) do óleo do hidráulico Substituir filtro(s) do óleo.


entupido(s).

Má regulagem do controle do fluxo. Deixar arrefecer, regular o controle


do fluxo antes de operar novamente.

Carga do hidráulico incompatível com Consultar o seu Concessionário


o trator. Case IH.

Detente da válvula Regulagem da pressão do detente Regular a pressão do detente ou


de controle remoto muito baixa. consultar o seu Concessionário
de­s en­g ata prematu- Case IH.
ramente

Cilindro do equipa- Má regulagem do controle de fluxo. Regular o controle de fluxo.


mento remoto, fun-
ciona muito rápido ou
muito devagar

Equipamento remoto Mangueiras conectadas incorretamen- Conectar as mangueiras correta-


não funciona te. mente.

A carga excede a capacidade do sis- Reduzir a carga ou utilizar um cilin-


tema. dro de medida correta. Consultar o
seu Concessionário Case IH.

Movimento limitado da alavanca de Ajustar os cabos ou consultar o seu


controle remoto. Concessionário Case IH.

5-7
DETECÇÃO E CORREÇÃO DE FALHAS

LEVANTADOR HIDRÁULICO (ENGATE DE 3 PONTOS)

PROBLEMA CAUSAS POSSÍVEIS AÇÃO CORRETIVA

Levantador hidráulico O código de erro indicará a origem da Consultar o seu Concessionário


não se move quando falha. Case IH.
a alavanca é acionada
O engate não está sincronizado com a Colocar a alavanca de controle de
alavanca de controle. levantamento em sincronismo com
o engate de 3 pontos.

O comutador de levantamento rápido Posicionar o comutador na posição


na posição de controle externo. correta.

Controle do limite de altura posicionado Regular o controle do limite da


incorretamente. altura.

O controle de levan­ O comutador de levantamento rápido Centralizar o comutador (posição do


tamento externo não não está na posição de controle ex- controle externo).
funciona terno.

O engate de 3 pontos O controle de limite da altura está in- Regular o controle do limite de
não se ergue total- corretamente posicionado. altura.
mente

O engate de 3 pontos O controle de relação de descida incor- Regular o controle da relação da


desce lentamente retamente posicionado. descida.

A resposta do engate O controle de posiçãoesforço incorre- Regular o controle posição/esforço.


de 3 pontos é lenta tamente regulado.
para posição esforço
A relação da descida muito lenta. Regular a relação da descida.

Funcionamento incorreto do imple- Consultar o Manual do Operador do


mento. implemento.

O engate de 3 pontos O controle de posiçãoesforço incorre- Regular o controle posição/esforço.


muito sensível na po- tamente regulado.
sição esforço

A lâmpada de controle O controle de posiçãoesforço incorre- Regular o controle posição/esforço.


do levantador hidráu- tamente regulado.
lico pisca continua-
mente

5-8
SEÇÃO 5

FREIOS

PROBLEMA CAUSAS POSSÍVEIS AÇÃO CORRETIVA

Pedal(ais) macios Ar no sistema de freios. O sistema necessita ser sangrado.


(sem resistência) Consultar o seu Concessionário
Case IH.

Curso excessivo do Vazamento na vedação do pistão do Consultar o seu Concessionário


pedal de freio freio. Case IH.

Vazamento na válvula de dreno do freio. Consultar o seu Concessionário


Case IH.

Vazamento na(s) válvula(s) dos freios. Consultar o seu Concessionário


Case IH.

Discos de freio com desgaste. Consultar o seu Concessionário


Case IH.

CABINE

PROBLEMA CAUSAS POSSÍVEIS AÇÃO CORRETIVA

Entra poeira na cabine Vedações impróprios à volta do(s) Ve r i f i c a r o estado da(s)


elemento(s) filtrantes. vedação(ões).

Filtro(s) entupido(s). Limpar ou substituir o(s) filtro(s).

Filtro(s) com defeito(s). Substituir o(s) filtro(s).

Vedações, em volta das portas/ janelas Substituir a(s) vedação(ões).


ou teto, danificados.

Baixo fluxo de ar pres- Filtro(s) entupido(s). Limpar ou substituir o(s) filtro(s).


surizado
Colméia do aquecedor ou evaporador Consultar o seu Concessionário
entupida. Case IH.

Ar condicionado não Controle de aquecimento ligado. Girar totalmente para a esquerda o


produz ar frio botão de controle da temperatura.

Condensador entupido. Limpar radiador, condensador e


resfriador de óleo.

Patinagem, falha ou desgaste da cor- Verificar o tensor automático e o


reia do compressor. estado da correia.

Nível baixo do refrigerante. Consultar o seu Concessionário


Case IH.

5-9
DETECÇÃO E CORREÇÃO DE FALHAS

SISTEMA ELÉTRICO

PROBLEMA CAUSAS POSSÍVEIS AÇÃO CORRETIVA

O sistema elétrico Terminais da bateria, soltos ou corro- Limpar e apertar os terminais.


completamente ino- ídos.
perante
Bateria sulfatada. Verificar se a tensão em circuito
aberto da bateria, tem o mínimo
de 12,6 volts. Verificar o nível do
eletrólito e a gravidade específica.

Baixa rotação do mo- Terminais da bateria soltos ou corro- Limpar e apertar os terminais.
tor de partida; motor ídos.
gira lentamente Verificar se a tensão em circuito
Baixo rendimento da bateria. aberto da bateria, tem o mínimo
de 12,6 volts. Verificar o nível do
eletrólito e a gravidade específica.

Óleo do motor de viscosidade impró- Utilizar óleo de viscosidade correta


pria. para a temperatura ambiente.

O motor de partida Terminais da bateria e do motor de Limpar e apertar os terminais.


não funciona partida, soltos ou corroídos.

Bateria descarregada. Carregar ou substituir a bateria.

O(s) interruptor(es) de segurança do Colocar todas as alavancas de ve­


motor de partida em funcionamento. lo­cidade em ponto morto e aper­tar
totalmente o pedal da embreagem.

A luz do alternador Baixa rotação de marcha lenta do motor. Aumentar a rotação de marcha lenta.
não se apaga com o
motor funcionando Correia do alternador arrebentada ou Verificar a correia e seu tensor au-
folgada. tomático.

Bateria danificada. Verificar se a tensão em circuito


aberto da bateria tem o mínimo de
12,6 volts. Verificar o nível do eletró-
lito e a gravidade específica.

Alternador danificado. Verificar o alternador no seu Con-


cessionário Case IH.

A bateria não carrega Alternador danificado. Verificar o alternador no seu Con-


cessionário Case IH.

Terminais soltos ou corroídos. Limpar e apertar os terminais.

Correia do alternador com folgas ou Verificar a correia e o seu tensor


com desgaste. auto­mático. Substituir a correia, se
necessário.

Bateria danificada. Verificar se a tensão em circuito


aberto da bateria tem o mínimo de
12,6 volts. Verificar o nível do eletró-
lito e a gravidade específica.

5-10
SEÇÃO 5

NOTAS

5-11
DETECÇÃO E CORREÇÃO DE FALHAS

NOTAS

5-12
SEÇÃO 6
ACESSÓRIOS

Esta seção do Manual descreve a função e a ope- Os assuntos abordados nesta seção são mostrados
ração de equipamentos que estão disponíveis para ao lado. Um índice geral é fornecido no final deste
o seu trator, no seu Concessionário Case IH, como manual.
acessórios. A menos que haja informação contrária,
estes equipamentos também estão disponíveis como Assunto Página
equipamentos opcionais, instalados na fábrica.
Desligamento Automático do Motor 6-2
A manutenção requerida por estes equipamentos,
serão encontradas na Seção 4 - Lubrificação e
Manutenção. Equipamentos para Tração e Reboque 6-2

6-1
ACESSÓRIOS

DESLIGAMENTO AUTOMÁTICO 3. Aplicar o freio de estacionamento e desligar o


motor.
DO MOTOR (Acessório Instalado pelo
Concessionário Case IH) 4. Inserir o pino do gancho e ver ser a trava está
na posição fechada.
Um equipamento para desligamento automático do
motor pode ser adicionado ao módulo do compu- IMPORTANTE: Quando se acopla equipamento
tador. Este equipamento desligará o motor em 30 montado ou semi-montado ao engate de 3 pontos
segundos, se a pressão do óleo do motor cair. Este ou quando se acopla equipamento rebocado à barra
equipamento é útil para proteger o motor de uma de tração ou ao gancho, certificar-se de que há folga
utilização desatenta durante uma operação estacio- suficiente entre o implemento e o trator. O equipa-
nária da TDF. Contatar o seu Concessionário Case mento semi-montado ou rebocado pode interferir
IH se desejar este equipamento. com os pneus traseiros do trator. Se necessário,
ajuste os batentes da direção, os blocos limitadores
ou os estabilizadores.
ADVERTÊNCIA
NOTA: Para implementos que requeiram extensões
O equipamento para desligamento automático do
do gancho de acoplamento ou interfiram com a barra
motor é totalmente automático e não pode ser acio-
de tração do trator, retirar e guardar a barra de tração
nado pelo operador. Este dispositivo de segurança
e o pino do gancho.
é especialmente indicado para operações estacio-
nárias e está disponível somente quando o trator
é equipado com painel de instrumentos eletrônico. Utilizar sempre uma corrente de segurança instalada
entre o trator e o gancho do implemento quando
transportar o equipamento na estrada. Ver página
6-6.

Observar as seguintes precauções para o reboque


EQUIPAMENTOS PARA TRAÇÃO de equipamento que não possua freio:
E REBOQUE
NOTA: Antes de acoplar um equipamento rebocado • Não rebocar equipamento que pese mais de
ao trator, ler o texto seguinte cuidadosamente. duas vezes o peso do trator.

• Não exceder os 16 km/h com equipamento cujo


ACOPLAR/DESACOPLAR EQUIPAMENTO RE- peso seja superior ao do trator.
BOCADO • Não exceder os 32 km/h com equipamento com
peso inferior ao do trator.
IMPORTANTE: A legislação em certas áreas exigem
que o equipamento rebocado seja dotado de freios
quando se deslocar em via pública. Antes de trafegar
em via pública, certificar-se das leis sobre o assunto. BARRAS DE TRAÇÃO OSCILANTES – Figuras
1a5
Para acoplar o trator ao equipamento rebocado e
aos implementos: Existem dois tipos de barras de tração oscilantes.
O tipo deslizante está representado na Figura 1.
1. Certificar-se de que o implemento se encontra Esta barra de tração pode ser instalada como parte
na altura da barra de tração. do gancho de tração ou como uma unidade inde-
2. Recuar o trator lentamente de forma a permitir pendente.
que a barra de tração e o gancho do implemento
fiquem alinhados.

A do tipo de roletes, representada na Figura 3, é re-


comenda quando se utiliza equipamentos rebocado
que represente uma elevada tração, durante longos
períodos. Esta barra de tração está montada em ro-
letes e oferece facilidades adicionais para manobras,
quando comparada com a barra do tipo deslizante.
6-2
SEÇÃO 6

Barra de Tração Oscilante do Tipo Deslizante –


Figuras 1 e 2

A barra de tração (2), trabalha num só pino na ponta


dianteira, de forma a permitir que a traseira oscile
ao longo de toda a largura do suporte. Inserindo-se
os pinos limitadores (1) nos furos apropriados, pode
limitar-se a oscilação da barra. Como alternativa a
barra pode ser fixada em uma das cinco posições
existentes, inserindo-se pinos em furos apropriados.
Na Figura 1, mostra-se a barra fixada na posição
central.

Fixar a barra para evitar sua oscilação, quando puxar


equipamento que requeira um posicionamento muito
1
rigoroso ou quando transportar implementos.

Quando puxar implemento que penetre no solo e


que não exija um posicionamento rigoroso, deixar a
barra oscilar. Consegue-se assim maior facilidade
na direção e nas manobras.

AVISO
Fixar sempre a barra de tração para evitar que
oscile, quando transportar equipa­mento ou quando
trabalhar com qualquer implemento, exceto com o
que penetra no solo.

A barra de tração é ajustável em altura e projeção,


em relação a ponta do eixo da tomada de força. Para
variar a altura da barra/gancho do implemento, retirar
a barra e invertê-la.

O pino de fixação dianteiro pode ser inserido num


dos três furos de forma a variar a distância entre o
eixo da TDF e o gancho de fixação. Ver Figura 2 e
a seguinte tabela:

Furo (ver Eixo da TDF à Carga estáti-


Fig. 2) barra de tração ca máxima
Suporte da barra voltado para cima
1 406 mm 1440 kg
2 356 mm 1680 kg
3 243 mm 2575 kg
Suporte da barra voltado para baixo
1 406 mm 1045 kg
2 356 mm 1225 kg
3 243 mm 1305 kg

6-3
ACESSÓRIOS

A utilização do furo 1 é necessária para o funciona­


mento da TDF de 1000 rpm e do furo 2 para os
trabalhos com a TDF de 540 rpm.

Quando se reboca equipamento que exerça car-


gas estáticas muito elevadas, como é o caso de
reboques de duas rodas, etc., use a posição mais
próxima – furo 3.

AVISO

Nunca rebocar pelos braços inferiores com estes


acima da posição horizontal. Utilizar sem­pre a barra
de tração, o gancho de reboque ou os tirantes na
posição inferior para trabalhos de reboque, pois,
em caso contrário o trator poderia virar-se para trás.

NOTA: Quando apoiar equipamento na barra de


tração verificar se o peso total sobre o eixo traseiro
não excede a carga estática máxima ou a capacidade
dos pneus traseiros, conforme a que for mais baixa
(ver Pressões e Cargas Admissíveis dos Pneus, no
final da Seção 3).

IMPORTANTE: Quando transportar implementos em


estrada, recomenda-se a utilização de uma corrente
de segurança com uma resistência correspondente
ao peso bruto do implemento entre o trator e o gan-
cho do implemento. Ver “Corrente de Segurança”,
na página 6-6.

Barra de Tração do Tipo de Roletes – Figuras 3 e 4

A barra de tração (2) Figura 3 gira em um único pino


na extremidade dianteira, de forma a permitir que a
barra oscile em toda a largura do suporte. Inserindo
o pino limitador (1) no furo apropriado e através da
barra, pode ser fixada em uma das sete posições.
Como alternativa, a barra de tração pode oscilar em
toda a largura do suporte (3).

6-4
SEÇÃO 6

Fixar a barra de forma a evitar a oscilação quando


rebocar equipamento que requeira um posiciona-
mento rigoroso e quando transportar implementos.
Deixar a barra oscilar quando puxar implementos que
penetrem no solo e não precisem de posicionamento
rigoroso. Isto facilita a direção e as manobras.

AVISO

Fixar sempre a barra de tração para evitar que


oscile, quando transportar equipa­mento ou quando
trabalhar com qualquer implemento, exceto com o
que penetra no solo.

A barra de tração é ajustável quanto a altura e proje-


ção em relação a ponta do eixo da TDF. Para variar
a altura da barra de tração/gancho do implemento,
retirar a barra e invertê-la.

O pino de fixação dianteiro pode ser inserido em


um dos dois furos existentes na barra para variar a
distância entre o eixo da TDF e o pondo de fixação.
Ver a Figura 4 e a seguinte tabela:

Furo (Ver Eixo da TDF ao Carga estáti-


Fig. 4) gancho da barra ca máxima
Suporte da barra voltado para cima
1 406 mm 1360kg
2 356 mm 1630 kg
Suporte da barra voltado para baixo
1 406 mm 910 kg
2 356 mm 1065 kg

É necessário a utilização do furo nº1 para os traba-


lhos com a TDF a 1000 rpm e o furo nº 2 para os
trabalhos com a TDF a 540 rpm.

Quando se reboca equipamento que exerce cargas


estáticas elevadas, como é o caso de reboques de
2 rodas, etc., use o furo 2.

6-5
ACESSÓRIOS

AVISO

Nunca rebocar pelos braços inferiores com estes


acima da posição horizontal. Utilizar sem­pre a barra
de tração, o gancho de reboque ou os tirantes na
posição inferior para trabalhos de reboque, pois,
em caso contrário o trator poderia virar-se para trás.

NOTA: Quando apoiar equipamento na barra de


tração, certificar-se de que o peso total sobre o eixo
traseiro não excede a carga estática máxima ou a
capacidade de carga dos pneus traseiros, conforme
a que for mais baixa (ver Pressões e Cargas Admis-
síveis dos Pneus, no final da Seção 3).

IMPORTANTE: Quando transportar equipamento na


estrada, recomenda-se a utilização de uma corrente
de segurança com uma resistência igual ao peso bru-
to do implemento, colocada entre o trator e o gancho
do implemento. Ver o texto que segue e a Figura 5.

CORRENTE DE SEGURANÇA – Figura 5

Quando rebocar implementos na estrada, utilizar


uma corrente de segurança com uma resistência
igual ou superior ao peso bruto do implemento que
será rebocado. Isto controlará o implemento (1)
no caso da barra de tração (3) e o implemento se
desligarem.

Depois de fixar a corrente de segurança, fazer uma


pequena prova, conduzindo o trator para a esquerda
e para a direita, para verificar o ajuste da corrente
de segurança. Se necessário, corrigir a regulagem
para que a corrente não esteja, nem muito esticada
nem muito longa.

Consultar o Manual do Operador do implemento


quanto ao peso do mesmo e às especificações do
5
material necessário para a sua fixação.

As correntes de segurança, elementos de fixação e


uma guia para a mesma encontram-se disponíveis
no seu Concessionário Case IH.

6-6
SEÇÃO 6

NOTAS

6-7
ACESSÓRIOS

NOTAS

6-8
SEÇÃO 7

SEÇÃO 7
ESPECIFICAÇÕES

As especificações nas páginas seguintes são para informação e orientação. Para informações suplemen-
tares referentes ao trator, é favor consultar o seu Concessionário Case IH.

7-1
ESPECIFICAÇÕES

DIMENSÕES DO TRATOR Todos os Modelos

NOTA: As seguintes dimensões são baseadas em um trator padrão equipado com pneus conforme se
indica. Considerar a utilização de pneus maiores e menores:

Pneus dianteiros Pneus traseiros


480/70R – 28 580/70R - 38

A Pára-lamas padrão 2012 mm 79,2 pol


Pára-lamas estendido 2300 mm 90,6 pol

Largura mínima - Rodas traseiras 2203 mm 86,7 pol


Largura máxima - Rodas traseiras 2763 mm 108,8 pol

B Sob o eixo dianteiro 450 mm 17,7 pol

C Rodas de ajuste manual 1552 - 2269 mm 61,1 - 89,3 pol

D Rodas de ajuste manual 1530 - 2232 mm 60,2 - 87,9 pol


Eixo de 112 pol 1548 - 2909 mm 60,9 - 114,5 pol

(Dependendo da roda instalada, as dimensões acima podem variar)

7-2
SEÇÃO 7

DIMENSÕES DO TRATOR (Continuação) Todos os Modelos

E Ao topo do escape 3020 mm 118,9 pol

F Altura ao topo da cabine 3047 mm 119,9 pol


Altura ao topo do toldo 3090 mm 121,6 pol

G Sob a barra de tração 490 mm 19,3 pol

J Entre-eixos 2740 mm 107,9 pol

K Eixo padrão 4615 mm 181,7 pol

* Com pesos dianteiros adicionar as seguintes medidas ao comprimento total:

- Peso único 285 mm 11,2 pol.

PESO DO TRATOR Maxxum 135 Maxxum 150 Maxxum 165 Maxxum 180

No eixo dianteiro
- com cabine kg 2100 2200 2250 2250
lb 4629 4850 4960 4960
- sem cabine kg 2000 2000 2000 2000
lb 4408 4408 4408 4408

No eixo traseiro
- com cabine kg 3050 3050 3250 3250
lb 6723 6723 7164 7164
- sem cabine kg 2950 2950 2950 2950
lb 6503 6503 6503 6503

Peso total
- com cabine kg 5150 5250 5500 5500
lb 11353 11574 12125 12125
- sem cabine kg 4950 4950 4950 4950
lb 10911 10911 10911 10911

NOTA: Os pesos acima indicados baseiam-se em unidades padrão, sem lastro ou qualquer outro equipa-
mento opcional, e deverão ser utilizados somente como guia.

7-3
ESPECIFICAÇÕES

MOTOR Maxxum Maxxum Maxxum Maxxum


135 150 165 180
Potência do motor
(à rotação indicada) kW 105 113 125 135
cv 143 154 170 183

Turbocompressor / Resfriador Ar-Ar Sim Sim Sim Sim

Rotação indicada rpm 2200 2300 2200 2300

Máxima rotação sem carga rpm ± 25 2500 2500 2450 2530

Rotação de marcha lenta rpm ± 25 800 800 1000 800

Nº de cilindros 6

Diâmetro mm 104
pol 4,1

Curso mm 132
pol 5,2

Cilindrada cm3 6700


pol3 409

Relação de compressão 17,5:1

Ordem de injeção 1 - 5 - 3 - 6 - 2 - 4

Folga das hastes das válvulas de admissão mm 0,20 – 0,30


(a frio) pol 0,008 – 0,012

Folga das hastes das válvulas de escape mm 0,45 – 0,55


(a frio) pol 0,018 – 0,022

SISTEMA DE COMBUSTÍVEL

Bomba injetora tipo (Rotativa) Bosch VE

Ponto da bomba injetora


(levantamento do elemento) mm 1,00 ± 0,05
(cilindro nº 1 do motor no PMS)

Pressão da pulverização do injetor bar 245


lbf/pol2 3553

7-4
SEÇÃO 7

SISTEMA DE ARREFECIMENTO Maxxum Maxxum Maxxum Maxxum


135 150 165 180
Tipo
Pressurizado com fluxo total,
desvio e tanque de expansão

Termostatos 1

Começa a abrir o
C 81
o
F 178

Totalmente aberto o
C 95
o
F 203

Tampa de pressão do radiador bar 1,0


lbf/pol2 14,5

Ventoinha

Nº de pás 7

Diâmetro da ventoinha mm 508


pol 20

TRANSMISSÕES

Dependendo do modelo do trator, um número de opções de transmissão estará disponível.

Transmissão Synchro Command

15 x 12 com inversão 30 km/h

Transmissão Range Command

18 x 6 com Power Shuttle 40 km/h


31 x 12 com Power Shuttle e com redutor 40 km/h

7-5
ESPECIFICAÇÕES

SISTEMA HIDRÁULICO Maxxum Maxxum Maxxum Maxxum


135 150 165 180

Sistema centro fechado com


controle de posição eletrônico Std Std Std Std

Sistema centro aberto com


sensor mecânico de profundidade Opc Opc Opc Opc

Pressão Nominal do Sistema bar ± 3,0 190


lbf/pol2 ± 50 2750

Fluxo à rotação indicada do motor l/min 116 116 116 116


sistema centro fechado gal/min(Imp) 25,5 25,5 25,5 25,5
(somente trans. “Range Command”) gal/min(US) 30,6 30,6 30,6 30,6

Fluxo à rotação indicada do motor l/min 57 57 57 57


sistema centro aberto gal/min(Imp) 12,6 12,6 12,6 12,6
(transmissão “Synchro Command” 15x12) gal/min(US) 15,1 15,1 15,1 15,1

ACOPLAMENTO DE 3 PONTOS

Categoria do engate
Categoria II Std Std Std Std

Capacidade de levantamento

a 610 mm (24 pol) da extremidade kg 5530 5530 5530 5530


na posição de levantamento máximo lb 12190 12190 12190 12190
com um cilindro auxiliar

Capacidade de levantamento

a 610 mm (24 pol) da extremidade kg 6475 6475 6475 6475


na posição de levantamento máximo lb 14275 14275 14275 14275
com dois cilindros auxiliares

7-6
SEÇÃO 7

EQUIPAMENTO ELÉTRICO Maxxum Maxxum Maxxum Maxxum


135 150 165 180

Bateria - Padrão 1 x 750 cca (135 Ah)

Alternador - Padrão 120 A


Motor de partida Engrenamento positivo, operado por solenóide


- tipo 4,2 kW - engrenagem de redução

FREIOS

Padrão, independentes, de pé Discos em banho de óleo atuando nos semi-eixo


do diferencial

Freio de estacionamento 3 discos em banho de óleo atuando no eixo


do pinhão do diferencial

DIREÇÃO

Tipo Hidrostática com volante da direção


articulado/telescópico

Convergência das rodas dianteiras mm 0–6


pol 0 – 0.25

ÂNGULO MÁXIMO DE OPERAÇÃO

Elevação da dianteira 300


Elevação da traseira 350
Elevação da direita 400
Elevação da esquerda 400

TOMADA DE FORÇA TRASEIRA

TDF independente de 2 velocidades intercambiáveis


(funcionamento elétro/hidráulico) Std

TDF independente - rotação do motor a:

Velocidade da TDF a 540 rpm rpm motor 1970


Velocidade da TDF a 1000 rpm rpm motor 2120

7-7
ESPECIFICAÇÕES

CAPACIDADE DOS ÓLEOS E DOS LUBRIFICANTES Maxxum Maxxum Maxxum Maxxum


135 150 165 180

Tanque principal do combustível litros 270
gal (Imp) 59,4
gal (US) 71,2

Capacidade total do combustível


com tanque auxiliar litros 370
gal (Imp) 81,4
gal (US) 97,4

Sistema de arrefecimento litros 24


gal (Imp) 5,3
gal (US) 6,4

Óleo do motor (incluindo filtro) litros 15,0


pt (Imp) 26,4
qt (US) 15,8

Cubos dianteiros, tração dianteira litros 2,15


(a quantidade indicada é para pt (Imp) 3,8
um cubo somente) qt (US) 2,3

Diferencial da tração dianteira litros 11,0


pt (Imp) 19,3
qt (US) 11,6

Eixo Dianteiro com extensão - Canavieiro


Carcaça central - Diferencial litros 17,45
gal (Imp) 3,84
gal (US) 4,61

Extensão (por unidade) litros 2,7


gal (Imp) 0,59
gal (US) 0,71

Transmissão/Eixo traseiro/Sistema Hidráulico

Transmissão Synchro Command litros 68,0


e hidráulicos centro aberto gal (Imp) 15,0
gal (US) 18,0

Transmissão/Eixo traseiro/Sistema Hidráulico

Transmissão Range Command litros 82,0


(18x6/31x12) e hidráulicos CCLS gal (Imp) 18,0
gal (US) 21,7

7-8
SEÇÃO 7

Nível do Óleo do Eixo Traseiro/Hidráulico, quando utilizar Equipamento Hidráulico Remoto

Quando verificar o nível do óleo do eixo traseiro, é uma boa prática, certificar-se de que o óleo esteja
atingindo a marca superior da vareta, estando o trator estacionado sobre piso plano. De qualquer forma,
quando conectar-se um equipamento às válvulas de controle remoto, deve-se lembrar que o equipamento
utiliza o mesmo óleo do eixo traseiro e que pode baixar drasticamente o nível do óleo. Operar o trator com
baixo nível de óleo pode resultar em danos aos componentes do eixo traseiro e da transmissão.

Estando o nível do óleo do eixo traseiro na marca máxima da vareta, os seguintes volumes máximos de
óleo podem ser adicionados ao eixo traseiro para acionar equipamentos auxiliares, sem a necessidade de
adições posteriores ao sistema.

Operando equipamento estacionário em piso nivelado:


35 litros (61.6 pt Imp) (37 qt US)

Operando durante a condução em condições normais (campo plano) apenas por curtos períodos:
20 litros (35.2 pt Imp) (21.1 qt US)

Operando em outras condições, incluindo longos períodos de uso:


10 litros (17.6 pt Imp) (10.6 qt US)

Opostamente, o máximo volume de óleo que pode ser adicionado ao eixo traseiro, acima da marca de
cheio (FULL), é de 4 litros (7 pt Imp) (4.2 qt US). Com este incremento no volume de óleo, as quantidades
citadas acima podem ser acrescidas do mesmo volume, 4 litros (7 pt Imp) (4.2 qt US), porém nada mais.

Para aplicações especiais que não se enquadram nas especificações e condições de trabalho descritas
acima, consultar o seu Concessionário Case IH.

7-9
ESPECIFICAÇÕES

ESPECIFICAÇÕES DE ÓLEOS E LUBRIFICANTES Todos os modelos

Marca Case IH Especificação Internacional

Transmissão/Eixo traseiro/Hidráulico, Direção hidrostática, Eixo dianteiro e cubos


AKCELA NEXPLORE API GL4, ISO 32/46 (10W30)

Reservatório de freios e embreagem


AKCELA LHM -

Pontos de lubrificação com graxa


AKCELA MULTI-PURPOSE GREASE - 251EP NLGI 2

Sistema de arrefecimento
AKCELA PREMIUM ANTI-FREEZE -

NOTA: Utilizar (40%) anticongelante mais (60%) de água limpa desmineralizada. Para reduzir depósitos e
corrosão, a água utilizada no sistema de arrefecimento não deverá exceder os seguintes limites:

Dureza total Cloretos Sulfatos


300 partes por milhão 100 partes por milhão 100 partes por milhão

IMPORTANTE: Ver Seção 4 no que diz respeito ao uso de inibidor de corrosão onde não houver disponibi-
lidade do anticongelante acima mencionado. Em locais quentes onde não seja disponível anticongelante,
utilizar apenas água limpa.

Motor:
AKCELA No.1 ENGINE OIL (SAE15W40) API CF-4/SG, CCMC D4, MIL -L-2104E

Óleo do Motor
A correta graduação da viscosidade do óleo do
motor depende da temperatura ambiente. Quando
escolher o óleo para o motor do seu trator, consultar
o quadro a direita.

NOTA: Em áreas onde os períodos da temperatura


extrema são longos, a prática de utilização de lubri-
ficantes locais é aceitável: tais como a utilização do
óleo SAE 5W30 em temperatura muito baixas ou a
utilização do óleo SAE 50 em temperaturas muito
altas.

Enxofre no Combustível
A troca do óleo do motor está indicada na seção 4.
Contudo a disponibilidade do combustível local po-
derá ter um alto teor de enxofre, nestas condições
a troca do óleo do motor deverá ser regulada como
se segue: Acima de 1,0% Um quarto do normal

Conteúdo de Enxofre Período de troca Não é recomendado a utilização do óleo diesel com
do óleo um teor de enxofre superior a 1,3%.
Abaixo de 0,5% Normal
de 0,5 a 1,0% Metade do normal

7-10
SEÇÃO 7

NOTAS

7-11
REVISÃO DAS PRIMEIRAS 50 HORAS SEÇÃO 8

VERIFICAR E AJUSTAR, CONFORME CORRESPONDA (cópia do Concessionário)

VERIFICAÇÕES ANTES DE DAR PARTIDA AO VERIFICAÇÕES DE ITENS DE SEGURANÇA:


MOTOR:
1. Aperto dos parafusos da cabine ou arco de
1. Pressão e estado dos pneus.......................... segurança (se instalado)................................
2. Funcionamento dos interruptores de
2. Nível e densidade do refrigerante do

partida em neutro...........................................
radiador (1.071 – 1.083 a 16 oC (60oF)..........
3. Funcionamento da TDF - interruptor..............
3. Verificar correia Poli-V....................................

4. Nível do óleo do motor................................... VERIFICAÇÕES COM O MOTOR EM FUNCIO-


NAMENTO:
5. Troca dos filtros da transmissão/hidráulico.... Todos as atividades operacionais devem ser efet-
uadas com o trator na sua temperatura normal de
6. Verificar nível de óleo de transmissão/ trabalho.
hidráulico/eixo traseiro...................................
1. Funcionamento de luzes e instrumentos........
7. Trocar óleo de diferencial de eixo 2. Funcionamento do limpa/lavapára-brisas......
dianteiro ........................................................
3. Vazamentos de líquidos e fluidos...................
8. Verificar óleo do cubo do eixo
4. Ajustes de rotação máxima sem carga e
dianteiro ........................................................
mínima e corte de combustível......................
9. Nível de óleo do cilindro mestre do freio........ 5. Operação da TDF...........................................

10. Comprovar equalização dos pedais de freio.. 6. Sistema hidráulico:


Operação em controle de esforço e
11. Ajuste do cabo do freio de estacionamento... posição......................................................
Operação do controle de fluxo..................
12. Aperto dos parafusos e porcas das Operação da válvula de
rodas ao aro................................................... controle remoto..........................................
7. Ajuste do interruptor de desconexão do
13. Aperto das porcas do disco de roda ao cubo. pedal de embreagem.....................................
14. Aperto dos parafusos dos contrapesos
dianteiros........................................................ VERIFICAÇÕES DE DESEMPENHO
15. Convergência das rodas dianteiras . ............. 1. Operação do motor incluindo acelerador
e regulador.....................................................
16. Nível do combustível......................................
2. Transmissão, incluindo embreagem..............
17. Lubrificar todas as graxeiras.......................... 3. Controle de direção........................................
18. Limpar os elementos do filtro de ar e 4. Conexão e desconexão do bloqueio do dife-
comprovar conexões das mangueiras........... rencial.............................................................
5. Ação dos freios...............................................
6. Todos os equipamentos opcionais e

acessórios......................................................

INSPEÇÃO EFETUADA

Trator modelo Nº.............................................................. Trator série Nº..............................................................

Assinatura do Proprietário Data Assinatura do Concessionário Case IH Data



8-1
8-2
REVISÃO DAS PRIMEIRAS 50 HORAS SEÇÃO 8

VERIFICAR E AJUSTAR, CONFORME CORRESPONDA (cópia do Proprietário)

VERIFICAÇÕES ANTES DE DAR PARTIDA AO VERIFICAÇÕES DE ITENS DE SEGURANÇA:


MOTOR:
1. Aperto dos parafusos da cabine ou arco de
1. Pressão e estado dos pneus.......................... segurança (se instalado)................................
2. Funcionamento dos interruptores de
2. Nível e densidade do refrigerante do partida em neutro...........................................
radiador (1.071 – 1.083 a 16 oC (60oF)..........
3. Funcionamento da TDF - interruptor..............
3. Verificar correia Poli-V....................................

4. Nível do óleo do motor................................... VERIFICAÇÕES COM O MOTOR EM FUNCIO-


NAMENTO:
5. Troca dos filtros da transmissão/hidráulico.... Todos as atividades operacionais devem ser efet-
uadas com o trator na sua temperatura normal de
6. Verificar nível de óleo de transmissão/ trabalho.
hidráulico/eixo traseiro...................................
1. Funcionamento de luzes e instrumentos........
7. Trocar óleo de diferencial de eixo 2. Funcionamento do limpa/lavapára-brisas......
dianteiro ........................................................
3. Vazamentos de líquidos e fluidos...................
8. Verificar óleo do cubo do eixo
4. Ajustes de rotação máxima sem carga e
dianteiro ........................................................
mínima e corte de combustível......................
9. Nível de óleo do cilindro mestre do freio........ 5. Operação da TDF...........................................

10. Comprovar equalização dos pedais de freio.. 6. Sistema hidráulico:


Operação em controle de esforço e
11. Ajuste do cabo do freio de estacionamento... posição......................................................
Operação do controle de fluxo..................
12. Aperto dos parafusos e porcas das Operação da válvula de
rodas ao aro................................................... controle remoto..........................................
7. Ajuste do interruptor de desconexão do
13. Aperto das porcas do disco de roda ao cubo. pedal de embreagem.....................................
14. Aperto dos parafusos dos contrapesos
dianteiros........................................................ VERIFICAÇÕES DE DESEMPENHO
15. Convergência das rodas dianteiras . ............. 1. Operação do motor incluindo acelerador
e regulador.....................................................
16. Nível do combustível......................................
2. Transmissão, incluindo embreagem..............
17. Lubrificar todas as graxeiras.......................... 3. Controle de direção........................................
18. Limpar os elementos do filtro de ar e 4. Conexão e desconexão do bloqueio do dife-
comprovar conexões das mangueiras........... rencial.............................................................
5. Ação dos freios...............................................
6. Todos os equipamentos opcionais e
acessórios......................................................

INSPEÇÃO EFETUADA

Trator modelo Nº.............................................................. Trator série Nº..............................................................

Assinatura do Proprietário Data Assinatura do Concessionário Case IH Data



8-3
SEÇÃO 9

SEÇÃO 9
ÍNDICE

A Calibração da embreagem
Acelerador de mão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-20 - transmissão Range Command . . . . . . 4-47
Acelerador de pé . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-20 Calibração da unidade eletrônica de
Acelerador . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-20 gerenciamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-49
Acoplamento de cilindros remotos . . . . . 3-26, 3-45 Calibração da velocidade de
Ajuste da bitola das rodas dianteiras . . . . . . . . 3-56 deslocamento . . . . . . . . . . . . . . . . 2-36, 2-44
Ajuste da bitola das rodas traseiras . . . . . . . . 3-62 Capacidades dos lubrificantes . . . . . . . . . . . . . . 7-8
Amaciamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-6 Capô . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-4, 4-5
Ângulo máximo de operação . . . . . . . . . . . . . . . 7-7 Carga da bateria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-63
Anticongelante . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-38 Chave de partida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-23, 3-2
Ao usuário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-1 Cilindro de ação simples . . . . . . . . . . . . . 3-29, 3-47
Ar condicionado . . . . . . . . . . . . . . . 2-11, 4-14, 4-52 Cilindros de dupla ação . . . . . . . . . . . . . . 3-28, 3-46
Armazenagem de combustível . . . . . . . . . . . . . 4-3 Cinto de segurança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-19
Armazenamento do trator . . . . . . . . . . . . . . . . 4-64 Códigos de erros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-1
Arrefecedor do óleo da transmissão . . . . . . . . 4-14 Comandos, Instrumentos e Funcionamento . . . 2-1
Assento do operador . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-16 Comandos da cabine e plataforma . . . . . . . 2-2, 2-4
Avisos de mal funcionamento . . . . . . . . . 2-44, 2-51 Combustível . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-11, 4-2
Conduzindo o trator . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-7, 2-58
B Conectores para iluminação do reboque . . . . . 2-16
Barra de tração e equipamentos para Conexões da admissão de ar do motor . . . . . . 4-32
reboque . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6-2 Console de instrumentos . . . . . . . . . . . . . . 2-22, 4-5
Barra de tração oscilante tipo com roletes . . . . 6-4 Controle de Esforço . . . . . . . . . . . . 3-18, 3-30, 3-36
Barra de tração oscilante . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6-3 Controle de Posição . . . . . . . . . . . 3-19, 3-30, 3-39
Baterias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-37, 4-63 Controle Eletrônico de Esforço (EDC) . . . . . . . 3-30
Bloqueio dos diferenciais . . . . . . . . . . . . 2-24, 2-68 Controles externos do levantador . . . . . . 3-23, 3-40
Braço inferior do sensor mecânico do Controles montados no teto . . . . . . . . . . . . . . 2-10
hidráulico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-18 Convergência das rodas dianteiras . . . . . 3-59, 7-7
Braço superior (ajuste mecânico) . . . . . . . . . . 3-51 Correção de falhas – cabine . . . . . . . . . . . . . . . 5-9
Braços do levantador (ajuste mecânico) . . . . . 3-52 Correção de falhas – engate de três pontos . . . 5-8
Braços inferiores (ajuste mecânico) . . . . . . . . 3-51 Correção de falhas – freios . . . . . . . . . . . . . . . . 5-9
Buzina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-24 Correção de falhas – hidráulico . . . . . . . . . . . . . 5-7
Correção de falhas – motor . . . . . . . . . . . . . . . . 5-2
C Correção de falhas – sistema elétrico . . . . . . . 5-10
Cabine e estrutura de proteção Correção de falhas
contra capotamento . . . . . . 1-11, 2-2, 2-4, 4-27, 5-9 – transmissão Range Command . . . . . . . 5-5
Cabos auxiliares para partida . . . . . . . . . . . . . . 3-5 Correção de falhas
Caixa de fusíveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-57 – transmissão Range Command . . . . . . . 5-6

9-1
ÍNDICE

Correias de acionamento . . . . . . . . . . . . . . . . 4-27 G


Corrente de segurança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6-6 Garantia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-1

D
Decalques de segurança . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-12 H
Decalques de velocidades . . . . . . . . . . . 2-54, 2-63 Hidráulico (sistema de centro aberto) . . . . . . . 3-24
Desligamento automático do motor . . . . . . . . . . 6-2 Hidráulico (sistema de centro fechado) . . . . . . 3-30
Dimensões do trator . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7-2 Hidráulico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-7, 7-6
Direção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-23, 7-7 Horímetro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-23, 2-29
Drenagem do separador de
água/combustível . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-12 I
Identificação do produto . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-2
E Iluminação interna . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-10
Ecologia e o meio ambiente . . . . . . . . . . . . . . . 1-4 Indicador de combustível . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-24
Eixo dianteiro com extensão Indicador de temperatura do líquido
- Canavieiro . . . . . . . . . . . . . 3-57, 4-24, 4-36 de arrefecimento do motor . . . . . . . . . . 2-24
Embreagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-21, 4-11 Indicadores de direção . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-24
Engate de três pontos Indicadores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-25
– capacidade de levantamento . . . . . . . 7-6 Injetores de combustível . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-44
Engate de três pontos - correção de falhas . . . . 5-8 Interruptor multi-função . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-24
Engate de três pontos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-49
Engrenagens do redutor . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-64 J
Equipamento elétrico – especificações . . . . . . . 7-7 Janelas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-9
Equipamento hidráulico de fluxo
contínuo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-47
Equipamento para reboque . . . . . . . . . . . . . . . . 6-2
L
Lâmpadas de alerta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-23
Especificação do lubrificante . . . . . . . . . . . . . . 7-10
Lâmpadas de aviso de mal funcionamento . . . 3-34
Especificação do motor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7-4
Lâmpadas de aviso . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-26, 4-7
Especificação dos fluidos . . . . . . . . . . . . . . . . 7-10
Lâmpadas de freio/direção/posição . . . . . . . . . 4-53
Especificações dimensionais . . . . . . . . . . . . . . . 7-2
Lâmpadas do console . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-10
Esquemas de velocidades . . . . . . . . . . . 2-65, 2-73
Lâmpadas dos interruptores . . . . . . . . . . . . . . 4-53
Estabilizadores telescópicos . . . . . . . . . . . . . . 3-54
Lâmpadas indicadoras e de
advertência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-26
F
Lampejador de faróis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-24
Faróis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-22, 4-52
Lastrando o trator . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-73
Faróis de serviço . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-73, 4-53
Lastro e pneus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-73
Filtro de ar do motor . . . . . . . . . . . . 4-7, 4-32, 4-42
Lastro líquido . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-78
Filtro de óleo do motor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-22
Limitações de lastro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-75
Filtros de ar da cabine . . . . . . . . . . . . . . . 4-15, 4-34
Limitadores de direção . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-58
Filtros de combustível . . . . . . . . . . 4-12, 4-29, 4-30
Limitadores de oscilação do eixo dianteiro . . . 3-60
Filtros de óleo da transmissão . . . . . . . . 4-26, 4-35
Limpador/lavador de pára-brisa . . . . . . . 2-22, 4-13
Filtros do óleo hidráulico . . . . . . . . . . . . . 4-26, 4-35
Limpeza do interior da cabine . . . . . . . . . . . . . 2-17
Folga das válvulas do motor . . . . . . . . . . . . . . 4-33
Limpeza do trator . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-1
Freio de estacionamento . . . . . . . . . 2-20, 4-28, 7-7
Líquido de arrefecimento do motor . . . . . 4-10, 4-38
Freio hidráulico do reboque . . . . . . . . . . . . . . . . 7-3
Luzes do trator . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-24
Freios de serviço . . . . . . . . . . . . . . . 2-21, 4-11, 7-7
Freios . . . . . . . . . . . 2-21, 4-11, 4-28, 4-51, 5-9, 7-7
Fusíveis maxi . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-61

9-2
SEÇÃO 9

M R
Manutenção – informações gerais . . . . . . . . . . 4-1 Radiador . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-14, 4-38
Manutenção controlada pelas lâmpadas Rádio/toca-fitas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-14
de advertência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-7 Reboque do trator . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-7
Manutenção geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-46 Relés . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-57
Mostrador de avisos de mal Reservatório de combustível . . . . . . . . . . . . . . . 4-4
funcionamento . . . . . . . . . . . . . . . . 2-44, 2-51 Revisão das primeiras 50 horas . . . . . 1-1, 4-2, 8-1
Mostrador de cristal líquido . . . . . . . . . . . 2-25, 2-28 Rodas de ajuste manual . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-62
Mostrador de posição do levantador . . . . 2-40, 2-49 Rodas duplas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-64
Mostradores de velocidades . . . . . . . . . . 2-32, 2-50 Rodas para linhas de plantio . . . . . . . . . . 3-61, 3-64
Mostradores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-25, 2-46 Rotação de marcha lenta do motor . . . . . . 4-52, 7-4
Motor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5-2, 7-4
S
O Sangria do sistema de injeção de
Óleo do eixo traseiro/hidráulico/ combustível . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-46
/transmissão . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-25, 4-35 Sangria dos cilindros remotos . . . . . . . . . . . . . 3-29
Óleo do hidráulico/eixo traseiro/ Separador de água/combustível . . . . . . . . . . . 4-12
/transmissão . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-25, 4-35 Símbolos internacionais . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-20
Óleo do motor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-13, 4-22 Sistema de arrefecimento . . . . . . . . . . . . . 4-38, 7-5
Óleo transmissão/hidráulico/ Sistema de combustível . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7-4
/eixo traseiro . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-25, 4-35 Sistema hidráulico de centro aberto . . . . . . . . 3-24
Sistema hidráulico de centro fechado . . . . . . . 3-30
P Solda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-63
Painel de instrumentos analógico e
Substituição de lâmpadas . . . . . . . . . . . . . . . . 4-53
analógico/digital . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-46
Painel de instrumentos digital . . . . . . . . . . . . . 2-25
T
Painel de instrumentos . . . . . . . . . 2-25, 2-46, 4-55
Tabela de lubrificação e manutenção . . . . . . . . 4-6
Parada do motor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-6
TDF de duas velocidades . . . . . . . . . . . . . . . . 3-11
Parafusos de fixação da cabine . . . . . . . . . . . 4-27
TDF traseira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-8, 7-7
Pára-lamas dianteiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-58
Tomada de força . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-9, 3-9, 7-7
Partida do motor com bateria auxiliar . . . . . . . . 3-5
Torques de aperto das rodas . . . . . . . . . . . . . . 4-20
Partida do motor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-2
Tração dianteira . . . . . . . . . . . . . . . 2-71, 4-24, 4-36
Peças de reposição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-1
Transmissão
Peso do trator . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7-3
- Range Command . . . . . . . . . 2-56, 5-5, 7-5
Pesos de ferro fundido . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-76
- Synchro Command . . . . . . . . 2-52, 5-6, 7-5
Pesos dianteiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-76
Transporte do trator . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-7
Pesos para rodas traseiras . . . . . . . . . . . . . . . 3-76
Trava para transporte . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-40
Pesos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7-3
Trincos da porta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-8
Plaqueta de identificação do veículo . . . . . . . . . 1-2
Troca do eixo da TDF . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-17
Pontos de lubrificação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-16
Pontos para instalação de equipamentos . . . . 3-55
V
Precauções de segurança . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-6
Válvulas de controle remoto
Preparação do trator para armazenagem . . . . 4-63
- tipo centro abero . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-24
Pressão dos pneus e cargas admissíveis . . . . 3-80
- tipo centro fechado . . . . . . . . . . . . . . . 3-43
Pressão dos pneus . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-74, 4-20
Velocímetro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-32, 2-50
Proteção do sistema elétrico . . . . . . . . . . . . . . 4-63
Verificações antes da operação . . . . . . . . 3-7, 3-35
Proteções . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-5

9-3
ÍNDICE

Lista numérica
Revisão de 10 horas ou diária . . . . . . . . . . . . 4-12
Revisão de 50 horas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-14
Revisão de 300 horas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-22
Revisão de 600 horas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4-31
Revisão de 1200 horas / 12 meses . . . . . . . . . 4-34
Revisão de 1200 horas / 24 meses . . . . . . . . . 4-38

9-4