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Manual de Procedimentos Bibliotecas Escolares do Concelho de Montemor-o-Velho M ANUAL DE P ROCEDIMENTOS Bibliotecas
Manual de Procedimentos Bibliotecas Escolares do Concelho de Montemor-o-Velho M ANUAL DE P ROCEDIMENTOS Bibliotecas

Manual de Procedimentos

Bibliotecas Escolares do Concelho de Montemor-o-Velho

MANUAL DE PROCEDIMENTOS

Bibliotecas Escolares do Concelho de Montemor-o-Velho

Bibliotecas Escolares do Concelho de Montemor-o-Velho Grupo de Trabalho das Bibliotecas Escolares, Concelho de
Bibliotecas Escolares do Concelho de Montemor-o-Velho Grupo de Trabalho das Bibliotecas Escolares, Concelho de
Bibliotecas Escolares do Concelho de Montemor-o-Velho Grupo de Trabalho das Bibliotecas Escolares, Concelho de

Grupo de Trabalho das Bibliotecas Escolares, Concelho de Montemor-o-Velho

Fevereiro de 2008

Manual de Procedimentos Bibliotecas Escolares do Concelho de Montemor-o-Velho Í NDICE Introdução Selecção e
Manual de Procedimentos Bibliotecas Escolares do Concelho de Montemor-o-Velho Í NDICE Introdução Selecção e

Manual de Procedimentos

Bibliotecas Escolares do Concelho de Montemor-o-Velho

ÍNDICE

Introdução

Selecção e aquisição de fundo documental

Tratamento técnico documental

- Entrada de documentos

- Registo de documentos

- Carimbagem

- Catalogação

- Classificação

- Indexação

- Cotação

- Arrumação

- Arquivo

Difusão da informação

Bibliografia

Anexos

4

6

6

6

6

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Manual de Procedimentos Bibliotecas Escolares do Concelho de Montemor-o-Velho [As bibliotecas] são criaturas vivas que
Manual de Procedimentos Bibliotecas Escolares do Concelho de Montemor-o-Velho [As bibliotecas] são criaturas vivas que

Manual de Procedimentos

Bibliotecas Escolares do Concelho de Montemor-o-Velho

[As bibliotecas] são criaturas vivas que crescem.

Entrevista a Alberto Manguel publicada na revista «Pública», de 1 de Outubro de 2006.

INTRODUÇÃO

A Biblioteca Escolar tem uma função educativa de grande rele-

vo no seio da comunidade escolar. Ela é o centro de recursos da esco- la impulsionador da dinamização de actividades extracurriculares e curriculares;. Mas para que a Biblioteca Escolar possa desempenhar o seu papel, é necessário que a mesma esteja organizada de modo a tor- nar fácil e célere o acesso à informação.

Assim, desde o momento em que se detecta a necessidade de adquirir um documento até ao momento em que o mesmo fica acessí- vel ao utilizador, há uma série de etapas de tratamento documental que devem ser percorridas, de acordo com padrões profissionais e no respeito pelas regras definidas e constantes no Manual de Procedimen- tos.

O Manual de Procedimentos é um documento em aberto e em

constante reestruturação, mas terá a vantagem de permitir a uniformi- zação e a continuidade nas decisões e critérios tomados. Daí que con- tenha toda uma série de medidas técnicas, entre as quais o tratamento documental nas suas várias componentes, que constitui, afinal, o circui- to do documento na Biblioteca Escolar: selecção; aquisição; registo; carimbagem; catalogação; classificação; indexação; cotação; arrumação nas estantes; e difusão da informação.

carimbagem; catalogação; classificação; indexação; cotação; arrumação nas estantes; e difusão da informação.
carimbagem; catalogação; classificação; indexação; cotação; arrumação nas estantes; e difusão da informação.
carimbagem; catalogação; classificação; indexação; cotação; arrumação nas estantes; e difusão da informação.
Manual de Procedimentos SELECÇÃO E AQUISIÇÃO DO FUNDO DOCUMENTAL
Manual de Procedimentos
SELECÇÃO E AQUISIÇÃO DO FUNDO DOCUMENTAL

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SELECÇÃO E AQUISIÇÃO DO FUNDO DOCUMENTAL Página 6 A selecção e a aquisição dos documentos que

A selecção e a aquisição dos documentos que devem integrar a colecção da biblioteca serão feitas no cumprimento das regras e princípios descritos na Política de Desenvolvimento da Colecção da Biblioteca de cada escola, a qual deverá, no entanto, ter em conta que as aquisições (nos mais variados suportes) deverão ir ao encon- tro do interesse e da curiosidade dos alunos, bem como da especificidade das diferentes áreas disciplinares e não disciplinares.

das diferentes áreas disciplinares e não disciplinares. TRATAMENTO TÉCNICO-DOCUMENTAL E NTRADA DOS D OCUMENTOS
TRATAMENTO TÉCNICO-DOCUMENTAL
TRATAMENTO TÉCNICO-DOCUMENTAL

ENTRADA DOS DOCUMENTOS

Qualquer documento que dê entrada na Biblioteca deve ser submetido a uma verificação do seu estado físico. Assim, nos documentos livro analisar-se-á se os mesmos não apresentam falhas de impressão, páginas rasgadas, lombadas ou encadernação danificada…, enquanto que nos documentos não-livro será testado o funcionamento do documento para verificar se o mesmo não apresenta erros de leitura.

No caso de serem detectadas irregularidades, os documentos devem ser devolvidos ao fornecedor, para que sejam substituídos, quando se trate de aquisições, ou entregues ao coorde- nador da equipa da biblioteca para que este providencie a sua reparação, quando se trate de ofertas consideradas significativas (cf. critérios a aplicar às ofertas no PDC). Se devolvidos ao for- necedor, só se procederá ao pagamento após a substituição. Caso já tenham sido pagos, terão que respeitar-se os prazos legais de troca.

REGISTO DOS DOCUMENTOS

Antes de se proceder ao registo, todo o documento deve ser analisado para verificar se se trata de uma publicação efémera e sem interesse, em que apenas será necessário colocar o carimbo da instituição.

Todos os documentos (monografias e material não-livro) entrados na biblioteca serão registados sequencialmente num único livro de registo.

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Cada documento tem o seu registo.

Vários exemplares de um mesmo documento têm números de registo diferentes; No caso de documentos correspondentes a séries monográficas (porque se trata de um único título, embora editado em vários volumes), todos terão o mesmo número de registo; Quando um documento é acompanhado por material de outro formato, este terá um registo diferente. No entanto, far-se-á um apontamento nas observações do Livro de Registos.

Registo de documentos impressos
Registo de documentos impressos

Do livro de registo constam os seguintes elementos:

Data de entrada do documento na biblioteca;

N.º de registo – (de acordo com os critérios definidos em 2.2);

Autor – nome;

Título;

Edição (Local, Editor, Data, Colecção, Volume);

Cota;

Tipo de documento;

Observações.

Registo de Publicações Periódicas
Registo de Publicações Periódicas

As publicações periódicas, sejam elas em suporte impresso ou digital, serão registadas em

folhas Kardex, adaptadas para o efeito. A cada folha / ficha corresponderá um título. As fichas

devem ordenar-se alfabeticamente da mesma forma que as próprias revistas nas estantes. As

folhas Kardex também podem ordenar-se em dossiê de argolas. O conjunto

de folhas ordenadas constitui o catálogo de publicações periódicas.

constitui o catálogo de publicações periódicas. Cada ficha inclui os seguintes elementos para preenchimento:

Cada ficha inclui os seguintes elementos para preenchimento:

Periodicidade

Título da publicação periódica

Endereço da edição

Editor / Director

Observações (forma de entrada)

Cidade

País

Cidade

Cota

Data de publicação – registar volume e número no espaço da respectiva data

Manual de Procedimentos Página 8 Registo de documentos não-livro Por documentos não-livro entendemos os documentos

Manual de Procedimentos

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Manual de Procedimentos Página 8 Registo de documentos não-livro Por documentos não-livro entendemos os documentos
Registo de documentos não-livro
Registo de documentos não-livro

Por documentos não-livro entendemos os documentos áudio (CD) e os documentos audiovisuais e multimédia (DVD, CD-Rom, DVD-Rom). O registo dos documentos não-livro segue procedimentos idênticos ao adoptado para os documentos livro, fazendo-se uma descrição abreviada de que constam os seguintes elementos:

Data de entrada do documento na biblioteca;

N.º de registo (de acordo com os critérios definidos em 2.2);

Autor – nome;

Título;

Edição (Local, Editor, Data, Colecção, Volume);

Cota.

(Local, Editor, Data, Colecção, Volume); • Cota. Registo informático Quando o catálogo da biblioteca
Registo informático
Registo informático

Quando o catálogo da biblioteca estiver completamente informatizado, os documentos serão registados no sistema informático e far-se-á uma impressão do livro de registo, a qual será actualizada mensalmente.

Enquanto a biblioteca não dispuser do módulo de gestão de Kardex para as publicações periódicas, estas continuarão a ser registadas manualmente nas ditas fichas Kardex.

CARIMBAGEM

O carimbo é a marca de posse, e tem regras para a sua colocação:

Carimbo da instituição - com o nome da escola e o nome da Biblioteca Escolar;

Carimbo de registo, com a identificação da Biblioteca Escolar e espaço para o n.º de registo e data de entrada.

Nunca um carimbo deve ser colocado em cima de uma imagem ou em página em que possa lesar ou ofender a mancha de informação;

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Os referidos carimbos são apostos em todos os documentos;

Existem zonas específicas ou zonas recomendadas para carimbar, a saber:

Documentos impressos: monografias e séries monográficas
Documentos impressos: monografias e séries monográficas

A página de rosto é carimbada com o carimbo de registo no canto inferior direito;

São carimbados todos os documentos com o carimbo da instituição:

no canto inferior direito, na página de rosto;

numa das páginas do interior (normalmente a meio do livro);

na última folha do corpo do texto principal numerada, no canto inferior direito.

Nos documentos com folhas plastificadas, ou material ao qual a tinta não adere, o carimbo é efectuado numa etiqueta que deve ser colocada no local estabelecido para o efeito.

São carimbadas apenas com o carimbo da instituição e da seguinte forma:

Documentos impressos: publicações periódicas
Documentos impressos: publicações periódicas

Revistas – na página de sumário. no canto inferior direito.

Jornais – Junto ao título na primeira folha, seguido de uma rubrica e data de entrada.

na primeira folha, seguido de uma rubrica e data de entrada. O carimbo de registo aplica-se

O carimbo de registo aplica-se na parte de trás da caixa de armazenamento e no próprio documento.

Material não livro: CDs, CD Roms , DVDs e Cassetes Vídeo
Material não livro: CDs, CD Roms , DVDs e Cassetes Vídeo

No próprio documento será colocada uma etiqueta com o carimbo de registo, ou, quando mais conveniente, escrever-se-á com uma caneta de acetato o nome da escola e o n.º de registo.

Manual de Procedimentos Página 10 CATALOGAÇÃO A catalogação consiste no conjunto de operações necessárias à

Manual de Procedimentos

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CATALOGAÇÃO
CATALOGAÇÃO

A catalogação consiste no conjunto de operações necessárias à descrição bibliográfica abreviada de um documento, seja ele livro ou não livro, monografia ou periódico, e permite identificar uma determinada espécie, facilitando a sua posterior recuperação.

Apontaremos, de seguida, alguns procedimentos a adoptar na catalogação de monografias em suporte livro e não livro, documentos áudio e vídeo e recursos electrónicos.

Monografias
Monografias

Referir-se-ão apenas as autorias principais, salvo se o co-autor vier mencionado na página de rosto;

A menção de edição só será feita a partir da 2ª edição;

A ilustração só será mencionada quando for importante no documento;

Só deve ser referido um local de edição e um editor;

No caso das traduções e adaptações, mencionar-se-á em nota no campo 304 o título original.

Documentos áudio
Documentos áudio

É obrigatória a indicação geral da natureza do documento;

Só se mencionará a edição a partir da 2ª;

Só deve ser referido um local de edição e um editor;

É obrigatório mencionar a informação respeitante à colecção;

mencionar a informação respeitante à colecção; • Só na segunda fase de informatização do catálogo se

Só na segunda fase de informatização do catálogo se discriminarão:

os títulos de cada um dos temas que compõem o documento;

os vários autores e intérpretes de trechos musicais, que devem ser exaustivamente mencionados, de modo a facilitar a pesquisa.

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Documentos vídeo
Documentos vídeo

É obrigatório mencionar o título original em nota (campo 304);

Serão considerados autores principais o realizador e o produtor. Nos documentários cientí- ficos, considerar-se-ão outros autores os conselheiros técnicos;

Só se indica a edição a partir da 2ª;

Só deve ser indicado um editor e um local de edição;

Deve dar-se indicação da natureza geral do documento;

Deve dar-se indicação da natureza geral do documento; Deve ser dada a informação que diz respeito

Deve ser dada a informação que diz respeito à colecção;

Só na segunda fase de informatização do catálogo se discriminarão exaustivamente de modo

a facilitar a pesquisa:

realizadores, produtores, intérpretes, guionistas,

os vários autores e intérpretes de trechos musicais.

Também apenas numa segunda fase de informatização se deve estabelecer a ligação de um filme baseado numa obra literária, ou outra, ao registo da monografia correspondente, utili- zando um dos campos do bloco 4 do UNIMARC (entradas relacionadas).

Recursos electrónicos
Recursos electrónicos

Para além dos procedimentos relativos ao tipo de documentos descritos anteriormente, menciona-se aqui o modo de actuar relativamente aos materiais controlados por computa- dor: CD-R, DVD-R com software ou outra informação (acesso local) e recursos da Internet (acesso remoto);

Deve ser mencionado o material específico aconselhado e aquele que é obrigatório;

Na menção de responsabilidade deve ter-se em conta também os responsáveis pelo desen- volvimento do software, o designer e o produtor;

No caso dos recursos que têm actualização frequente, omite-se a edição;

Os recursos seleccionados da Internet indicar-se-ão no campo 856 do software de tratamen- to documental.

Manual de Procedimentos Página 12 Cabeçalhos • • • Nos documentos de música clássica, o

Manual de Procedimentos

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Cabeçalhos • • •
Cabeçalhos
Manual de Procedimentos Página 12 Cabeçalhos • • • Nos documentos de música clássica, o autor

Nos documentos de música clássica, o autor que encabeça a ficha é o da obra;

Nos outros géneros musicais, o encabeçamento deve ser feito pelo intérprete;

Nos documentos vídeo, o cabeçalho faz-se pelo realizador;

Nos documentos retirados da web, o cabeçalho faz-se pelo autor da informação sempre que

ele apareça explicitamente.

Quando os apelidos são compostos, não se separam (ex. CASTELO BRANCO, Camilo).

Se o documento tiver mais de três autores principais, deve colocar-se só o primeiro autor, seguido de [et al.]

Quando não há um autor explícito, coloca-se preferencialmente o nome da colectividade res-

ponsável pela obra, seguido de [coord.] ou, nesta impossibilidade, o nome da editora seguido de [ed.].

A forma de escrever a informação tem de ser sempre a mesma, para não dificultar a pesquisa.

A automatização do catálogo
A automatização do catálogo
não dificultar a pesquisa. A automatização do catálogo Para o preenchimento dos campos da UNIMARC do

Para o preenchimento dos campos da UNIMARC do Módulo de Catalogação e Pesquisa do software de trata- meno documental, adoptar-se-ão as Regras Portuguesas de Catalogação.

O uso destas normas possibilita uma organização adequada da documentação, permitindo também que os nos- sos alunos se ambientem à interpretação da maioria dos catálogos e bibliografias elaborados internacionalmente.

No Anexo II, são dadas indicações para se proceder a um registo completo de um docu- mento livro e não livro (monografias, registos vídeo, sonoros e musicais, e multimédia).

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Importação de Registos de outras bases
Importação de Registos de outras bases

Na informatização do catálogo, poder-se-á importar registos de outras bases (ver Anexo

III).

Qualquer registo importado deve ser revisto para se adequar às políticas de catalogação, classificação e indexação da Biblioteca.

Na importação de registos de monografias, dar-se-á preferência à base da Biblioteca Nacional, e na importação de documentos não livro aos registo da Rede Local de Bibliotecas Escolares do Porto.

Indicamos seguidamente alguns endereços de Bibliotecas Públicas e Escolares, para impor- tação de registos.

* Biblioteca Nacional: http://sirius.bn.pt

* Rede de Bibliotecas Escolares (livros PNL): www.rbe.min-edu-pt

* Rede Local de BE do Porto: http://194.79.88.139/rbep/catrbep.asp

* Biblioteca Sobral de Monte Agraço: http:/www.bibliotecasobral.pt

* Biblioteca Municipal de Espinho: www.cm-espinho.pt

* Biblioteca Municipal de Oeiras: www.cm-oeiras.pt

Manual de Procedimentos Página 14 CLASSIFICAÇÃO A A Classificação é a operação intelectual através da

Manual de Procedimentos

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CLASSIFICAÇÃO A A
CLASSIFICAÇÃO
A
A

Classificação é a operação intelectual através da qual se atribui a um documento um

índice correspondente a uma classe de matéria, segundo uma linguagem específica de classifica- ção.

classificação dos documentos exige uma análise ao seu conteúdo e tem a função de

organizar o conhecimento, contribuindo para optimizar a recuperação do documento. Na classifi- cação dos documentos que entram na Biblioteca usa-se o sistema de base decimal internacional, denominado Classificação Decimal Universal (CDU), o qual permite fazer notações de tipo numérico que hierarquizam o conteúdo do mais geral para o mais específico.

A CDU divide o conhecimento humano em dez classes, é aplicável tanto a bibliotecas

gerais como especializadas, e é extensível, uma vez que permite a inclusão de novas áreas do conhecimento na política de classificação definida, através da introdução de novas divisões deci- mais nas classes e subclasses definidas. As classes existentes são as seguintes:

0

Generalidades

1

Filosofia

2

Religião / Teologia

3

Ciências Sociais

5

Ciências Exactas (Ciências Naturais / Matemática)

6

Ciências Aplicadas / Medicina / Tecnologia Arte / Desporto

7

8

Língua / Linguística / Literatura

9

Geografia / Biografia / História

Nas escolas EB 2,3, atendendo à faixa etária dos alunos, as classes da CDU podem ser identificadas através de um código de cores.

Encontra-se no Anexo IV a listagem das classes e subclasses da CDU adoptadas pelas Bibliotecas das Escolas Básicas e da Escola Secundária.

Só se deverá abrir uma subclasse que não conste desta listagem caso o número de exem- plares existentes na BE seja superior a cinco e / ou se preveja o seu crescimento.

Não é desejável que se classifiquem os documentos com demasiado detalhe, para evitar as notações excessivamente extensas, de difícil leitura.

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Procedimentos a seguir no processo de classificação
Procedimentos a seguir no processo de classificação

Os documentos podem ser classificados quanto à forma, ao conteúdo e ao suporte.

A forma

Livros

Documentos impressos com mais de 48 páginas, sem contar com a capa.

Publicações Periódicas

Documentos impressos com carácter regular, suceden- do-se por ordem numérica ou cronológica e obede- cendo habitualmente a um título comum. Entre as publicações periódicas destacam-se os anuários, os boletins, os jornais, as revistas, etc.

Existe ainda material gráfico que surge de forma solta e que não se enquadra nos dois gru-

pos anteriores (desenhos, fotografias, …).

O conteúdo

 

Documentos de Informação

Obras de Ficção

obras de referência (dicionários, enciclopédias, atlas…);

-

-

obras documentais (manuais,

reflectem um universo imaginário e incluem obras literárias de todos os géneros;

em suporte não impresso (como, por exemplo, o

-

-

monografias de carácter histórico,

DVD), incluem obras musicais e cinematográficas de

científico, filosófico, técnico…).

diversos géneros.

O suporte

Documentos Impressos

 

Documentos Não Impressos

 

- audiovisuais (cassetes áudio, vídeo, diapositivos, dia- poramas, suportes que necessitem de um dispositivo de leitura que não o computador);

 

livros, publicações periódicas,

-

digitais (CDs, CD-Roms, DVDs, documentos elec-

-

 

brochuras, cartas, mapas, fotogra-

trónicos que necessitam de ser lidos em computador ou outro dispositivo de leitura digital);

fias…

-

outros objectos manipuláveis (jogos, maquetas, glo-

bos e literatura cinzenta, como, por exemplo, os tra-

balhos de alunos).

Manual de Procedimentos Página 16 A classificação dos documentos impressos e não impressos é feita

Manual de Procedimentos

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Manual de Procedimentos Página 16 A classificação dos documentos impressos e não impressos é feita por

A classificação dos documentos impressos e não impressos é feita por referência ao seu conteúdo e à sua forma, utilizando, para além das tabelas principais da CDU (classes e subclas- ses), as tabelas auxiliares de forma e de língua, documentos que podem consultar-se no Anexo V.

Aconselham-se as seguintes etapas na classificação de um documento:

Análise do conteúdo do documento: se for uma obra de ficção, deve-se determinar o géne- ro; se não for uma obra de ficção, deve-se determinar o assunto principal;

Inclusão do(s) assunto(s) numa classe principal da CDU e escolha da subclasse que mais se adequa ao seu conteúdo;

Eventual determinação de aspectos secundários relevantes para a notação a atribuir ao documento através de auxiliares comuns (ex: a forma do documento, o lugar, o tempo…);

Escolha da notação adequada, de entre as constantes da nossa CDU, ou construção da mesma a partir da tabela de autoridade da Biblioteca Nacional;

Construção da cota do documento a partir da nota- ção escolhida (no caso de haver mais de uma notação, será sempre a primeira);

Indicação da cota junto ao carimbo da biblioteca (a lápis) e na etiqueta (a tinta).

será sempre a primeira); • Indicação da cota junto ao carimbo da biblioteca (a lápis) e

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INDEXAÇÃO

A indexação é uma das formas de descrição do conteúdo do documento; no entanto, dis- tingue-se da classificação porque esta visa a organização do conhecimento, enquanto a indexação tem como objectivo permitir acessos múltiplos ao documento, de acordo com os assuntos nele focados. Trata-se aqui de escolher os termos que representam os conceitos contidos num docu- mento e de seleccionar aqueles que se revelam pertinentes do ponto de vista do utilizador.

Dentro das técnicas documentais, a indexação por assuntos é uma das operações mais complexas, por não ser possível estabelecer normas que garantam a objectividade plena da análi- se do documento, já que a indexação implica sempre um acto de escolha entre duas ou mais hipóteses de representação dos conceitos presentes num documento. O reconhecimento desta subjectividade não deve ser paralisante mas antes um motivo de alerta constante para a necessi- dade de, dentro da mesma biblioteca, haver necessidade de garantir uniformidade e coerência dentro das decisões a tomar, no respeito pelas orientações constantes das Normas Portuguesas 3715 e 4036.

Assim, a indexação nas bibliotecas escolares do concelho será feita através de uma lista de cabeçalhos de assuntos que vai, paulatinamente, sendo construída de acordo com as temáticas que têm expressão em cada biblioteca. Como auxiliares na tarefa de indexação, podem ser con- sultadas, para além das normas aconselhadas neste documento, a lista de cabeçalhos de Martine Blanc-Montmayeur, bem como os instrumentos auxiliares da Universidade de Aveiro: listas de descritores para Ciências Humanas e para Ciência e Tecnologia; e a Linguagem de Indexação para Ciên- cias da Educação (LINCE).

Na análise dos documentos livro deve considerar-se que, uma vez que é impossível ler na íntegra todos os documentos que dão entrada na biblioteca, deve recorrer-se a uma leitura superficial. Nesta, considera-se:

O título do documento;

A introdução (normalmente, é aí que o autor explica o que pretende com uma obra) e a conclusão (aí se explica, frequentemente, se os objectivos foram atingidos);

As primeiras frases dos capítulos e parágrafos;

Gráficos, quadros, figuras e legendas.

Na indexação de ficção literária, usar-se-ão descritores relativos ao género literário e à nacionalidade da literatura. Pode ainda dar-se indicação do público a que se destina. Veja-se o exemplo:

ANDRESEN, Sophia de Mello Breyner - O Cavaleiro da Dinamarca

Cabeçalho de assunto:

Conto

Literatura Portuguesa

Literatura Juvenil.

Manual de Procedimentos Página 18 No caso das bandas desenhadas, os descritores de assunto serão:

Manual de Procedimentos

Manual de Procedimentos Página 18 No caso das bandas desenhadas, os descritores de assunto serão: Banda

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No caso das bandas desenhadas, os descritores de assunto serão:

Banda desenhada – Literatura Infantil

Ou

Banda desenhada - Literatura Juvenil

Ou

Banda desenhada - Literatura para adultos

No caso das bandas desenhadas sobre factos históricos, e imaginando que se trataria de uma ban- da desenhada sobre História de Portugal, a indexação seria feita do seguinte modo:

Portugal - História [Banda Desenhada]

Outras bandas desenhadas serão indexadas de acordo com o assunto específico.

Na análise dos documentos não-livro, o título e o resumo, quando existe, são a fonte princi- pal de informação para a indexação. No entanto, sempre que a informação for insuficiente, deve-se ouvir e / ou visionar o documento.

Na selecção dos conceitos, haverá uma preocupação com a pertinência dos mesmos para as perguntas de pesquisa que o utilizador poderá fazer e com a sua coerência, de modo a que uma determi- nada noção corresponda a um mesmo descritor, o qual será utilizado sempre do mesmo modo.

Poderão ser indicados até seis termos para representar o assunto de um documento. Aconse- lham-se três etapas na indexação de um documento:

1 - análise do documento e determinação do seu conteúdo;

2 - identificação e selecção dos conceitos representativos;

3 - conversão dos conceitos seleccionados em linguagem natural (de preferência substantivos) e

utilizados para representar, de uma forma coordenada, o conteúdo dos documentos.

COTAÇÃO

As cotas a registar nos documentos da biblioteca são constituídas pela notação simplificada da

CDU seguida das três primeiras letras do apelido do autor. Dado que a Escola Secundária conta já com

um público pré-universitário, as cotas da sua biblioteca escolar incluirão também as três primeiras letras

do título, escritas em maiúsculas, depois de eliminados os artigos e as preposições que o precedem. Eis

dois exemplos:

82-34

Notação numérica da CDU

VIE

Três primeiras letras do apelido do autor

Escolas Básicas:

Alice Vieira, Contos e lendas de Macau

Escola Secundária:

José Saramago, Memorial do Convento

821.134.3

Notação numérica da CDU

SAR/MEM

Três primeiras letras do apeli- do do autor e do título

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A vários exemplares da mesma obra corresponderá sempre a mesma cota, sendo a identidade de cada exemplar determinada pelo seu número de registo. Para as obras em vários volumes, deve indicar-se o respectivo volume em último lugar. Quando o último apelido do autor é um nome geográfico ou composto, procede-se de acordo com o exemplo seguinte:

Camilo Castelo Branco — CAS Quando não há um autor explícito, usam-se as três primeiras letras da editora ou da instituição responsável:

Comissão Nacional dos Descobrimentos — COM

Texto Editora — TEX

Material Livro
Material Livro

A cota registar-se-á

Na etiqueta que se cola no documento, devendo evitar-se que a mesma cubra informação importante;

Na folha de rosto, a lápis;

No campo 966 subcampo ^s do software de tratamento documental.

966 subcampo ^s do software de tratamento documental. Nas publicações em série, a cotação é feita

Nas publicações em série, a cotação é feita seguindo

a CDU seguida das três primeiras letras do título, sem a

utilização de artigo:

1 (05)

Notação numérica da CDU

RPF

Revista Portuguesa de Filosofia

Material Não-Livro
Material Não-Livro

Na etiqueta que se cola na caixa de acesso;

No interior do documento, sem o danificar e de modo visível;

As obras compostas por mais de um CD/ DVD têm a mesma cota, sendo cada CD/DVD distinguido através do texto da nota a colocar no campo 301 ^a do software de tratamen- to documental.

Manual de Procedimentos Página 20 ARRUMAÇÃO Material Acompanhante O material acompanhante, tendo um registo próprio,

Manual de Procedimentos

Página 20

ARRUMAÇÃO
ARRUMAÇÃO
Material Acompanhante
Material Acompanhante

O material acompanhante, tendo um registo próprio, terá também uma notação diferente. No entanto, a existência desse material deve dar origem a uma anotação na etiqueta da cota e à introdução de uma nota no campo 300 do software de tratamento documental.

nota no campo 300 do software de tratamento documental. Uma vez que as cotas têm por

Uma vez que as cotas têm por base a CDU, os documentos serão arrumados por assuntos, tomando por base a notação da CDU constante da cota.

Algumas regras específicas:

Tendo em conta a classificação que consta da sinalética de cada estante, as obras serão ordena- das da parte superior da estante para a inferior e da esquerda para a direita, por ordem alfabéti- ca do apelido do autor, dentro da mesma classe da CDU.

No caso de não haver informação de autor, arrumam-se por ordem alfabética do título. As obras de referência e as publicações periódicas serão organizadas na estanteria própria para o efeito, e os documentos não-livro no mobiliário específico.

As estantes devem ter a indicação das grandes classes da CDU, mas, dentro delas, podem ser feitas as subdivisões que se considerem necessárias.

Quando retirado da estante, um documento só deverá ser arrumado pela equipa técnica da biblioteca.

As obras de um mesmo autor são ordenadas por ordem alfabética dos títulos;

Os documentos com mais de três autores ordenam-se pelo primeiro autor;

As publicações periódicas são arrumadas numa estante própria, ficando sempre visível e pronto a ser manuseado o último número. No espaço para armazenar cada publicação, o primeiro número estará sempre no fundo, sendo os seguintes colocados em cima.

Dado que nas bibliotecas escolares do concelho se separam as obras de referência do resto da colecção, as mesmas serão arrumadas de acordo com a colecção a que pertencem. Os restan- tes segmentos da colecção serão ordenados por autor.

Material Não-Livro
Material Não-Livro

Os documentos audiovisuais (DVDs, CDs e CD-Rom) são arrumados por temas em armários fechados ou pastas de arquivo, para não serem manuseados directamente pelo utilizador. Apenas as caixas, ou cartões feitos a partir da digitalização das mesmas, estarão expostas.

Material Acompanhante
Material Acompanhante

O material acompanhante será arrumado, de acordo com o seu suporte, na zona correspon- dente. Neste caso, a cota contará com uma anotação.

Página 21

O ARQUIVO

O arquivo dos documentos reger-se-á pelas regras descritas no Plano de Desenvolvimento

da Colecção nos pontos relativos ao “Abate e desbaste da colecção” e à “Preservação”.

As publicações periódicas são conservadas por um período de dois anos, em depósito,

findos os quais será feita uma recolha dos artigos relevantes para incluir nos dossiês temáticos.

Destes, serão feitos os analíticos no módulo de catalogação e pesquisa.

Os semanários serão eliminados anualmente, seguindo o mesmo critério de recolha de

artigos. Os jornais diários serão guardados durante duas semanas, seguindo-se o mesmo proces-

so de recolha de artigos pertinentes a incluir nos dossiês temáticos, após o que serão eliminados.

Recortes para dossiês temáticos
Recortes para dossiês temáticos
o que serão eliminados. Recortes para dossiês temáticos Os dossiês temáticos a disponibilizar aos utilizadores na

Os dossiês temáticos a disponibilizar aos utilizadores na biblioteca pode-

rão conter: artigos que vão saindo na imprensa; fotocópias de parte de um docu-

mento considerado importante para uma dada temática; recompilação de mate-

riais complementares (ex.: folhetos, desdobráveis

)

e trabalhos dos alunos.

O tratamento da informação que se vai recolhendo faz-se mediante a

selecção de assuntos pertinentes para o currículo, para a cultura geral, ou para o

interesse dos utilizadores. Adoptar-se-ão os seguintes procedimentos:

Delimitar os assuntos a serem tratados e criar os respectivos dossiês temáticos;

Seleccionar os artigos que vão surgindo em jornais e revistas (atenção à diversidade de opi- niões);

Recortar, aproveitar as folhas do jornal ou revista que vão ser abatidas ou fotocopiar, quando sejam para conservar;

Identificar a fonte, nome do jornal / revista / entidade / disciplina / projecto …, e a data da publicação;

Dentro de cada dossiê, organizar os artigos cronologicamente, do mais antigo para o mais recente;

Organizar ou actualizar um índice de que constará o número sequencial do documento, o título, o autor e a proveniência.

Manual de Procedimentos Página 22 D IFUSÃO DA I NFORMAÇÃO Todos os documentos que entram

Manual de Procedimentos

Página 22

Manual de Procedimentos Página 22 D IFUSÃO DA I NFORMAÇÃO Todos os documentos que entram na

DIFUSÃO DA INFORMAÇÃO

Todos os documentos que entram na biblioteca, depois de passado o circuito de trata- mento documental, são colocados em exposição no espaço “Novidades” durante três a quatro semanas. Paralelamente, é dada informação dos documentos que entram de novo na Biblioteca através da sua página Web e/ou Blog, através de Newsletters, ou ainda nas sessões de Conselho Pedagógico, para que os coordenadores de Departamento as transmitam aos restantes profes- sores.

A biblioteca divulga ainda o seu acervo dinamizando várias activida- des de divulgação do fundo documental e de incentivo à leitura, tais como painéis, mostras e boletins temáticos.

des de divulgação do fundo documental e de incentivo à leitura, tais como painéis, mostras e
des de divulgação do fundo documental e de incentivo à leitura, tais como painéis, mostras e

Página 23

BIBLIOGRAFIA

ALMEIDA, Ana Cristina; SANTOS, Manuela [coord.] - Classificação Decimal Universal: tabela de autoridade. Lisboa: Biblioteca Nacional, 2005.

BLANC-MONTMAYEUR, Martine; DANSET, Françoise – Lista de Cabeçalhos de Assuntos para Bibliotecas. Lisboa: Caminho, 1999.

GOBIERNO DE NAVARRA [ed.] – Como organizar una Biblioteca Escolar: aspectos técnicos y pedagógicos. Navarra: Departamento de Educación y Cultura, 2000.

GUSMÃO, Armando Nobre [et al.] – Regras Portuguesas de Catalogação. Lisboa: Biblioteca Nacional, 2000.

HORA, Isabel Piteira – Organizar para Despertar o Desejo de Aprender. A Biblioteca Escolar: regras para tratamento da documentação. Lisboa: Instituto de Inovação Educacional, 1995.

SANTOS, Manuela [org.] – Indexação: terminologia e controlo de autoridades. Lisboa: Biblioteca Nacional, 2006.

Utilizou-se ainda informação dos seguintes Manuais de Procedimentos:

Manual de Operações da Escola Secundária Dr. Bernardino Machado

Manual de Operações da Escola Básica 2, 3 da Carapinheira

Manual de Operações da Escola Secundária com 3º ciclo Dr. Joaquim de Carvalho.

Manual de Operações da Escola Secundária de Montemor-o-Velho

Manual de Operações Documentais da Escola Básica 2, 3 Padre Alberto Neto

Bibliotecas Escolares do Concelho de Montemor-o-Velho Grupo de Trabalho Ano Lectivo 2006/2007 • Ana Cristina
Bibliotecas Escolares do Concelho de Montemor-o-Velho Grupo de Trabalho Ano Lectivo 2006/2007 • Ana Cristina

Bibliotecas Escolares do Concelho de Montemor-o-Velho

Grupo de Trabalho
Grupo de Trabalho

Ano Lectivo 2006/2007

Ana Cristina Fontes

Graça

José António Saro

Maria de Fátima Almeida

Susana Branco

Ano Lectivo 2007/2008

de Fátima Almeida • Susana Branco Ano Lectivo 2007/2008 • Adelina Freire • Ana Cristina Fontes
de Fátima Almeida • Susana Branco Ano Lectivo 2007/2008 • Adelina Freire • Ana Cristina Fontes

Adelina Freire

Ana Cristina Fontes

Ângela

Susana Branco

25

25 Manual de Procedimentos Bibliotecas Escolares do Concelho de Montemor-o-Velho
ANEXO 1 26 MÓDULO DE CATALOGAÇÃO E PESQUISA
ANEXO 1
26
MÓDULO DE CATALOGAÇÃO E PESQUISA

A descrição bibliográfica de um documento no software Bibliobase far-se-á de acordo com os seguintes procedimentos:

a) aceder ao módulo de catalogação e pesquisa, seleccionando-o no ícone

apresentado;

e pesquisa, seleccionando-o no ícone apresentado; b) digitar a senha de acesso na “janela” que se
e pesquisa, seleccionando-o no ícone apresentado; b) digitar a senha de acesso na “janela” que se

b) digitar a senha de acesso na “janela” que se abre e carregar em “OK”

c ) seleccionar a base de dados “Base Bibliográfica Geral” no interface que se abre;

Base Bibliográfica Geral ” no interface que se abre; d) criar um registo novo, menu “

d) criar um registo novo,

menu Registos” e

seleccionando a função

registo;

“ Registos” e seleccionando a função registo ” ; acedendo ao “ Novo e) Seleccionar o

acedendo

ao

Novo

e) Seleccionar o tipo de documento que se vai descrever, escolhendo:

• “Monografia-Texto Impresso (MTI)- para livros, obras de referência e séries monográficas.

• “Monografias – produtos de computador” - livros e obras de referência em

suporte CD Rom.

• “Registos Sonoros – Musicais” - para documentos musicais em cassete ou “CD”.

• “Registos Sonoros – Não musicais” - para documentários em cassete ou “CD”.

• “ Multimédia” – para CD Rom e DVD Rom.

• “ Material de Projecção e Vídeo” – para filmes e documentários em suporte DVD

e VHS.

• “Material Gráfico – Fotografias, cartazes, etc” . •“Miscelâneas” - para todo o

tipo de documentos que não se inclua nas categorias anteriores.

f) preencher os campos para descrição bibliográfica do documento de acordo com as

indicações contidas no quadro que consta do Anexo 2

g) gravar e validar o registo .

27

Fazer Cópia de Segurança

A segurança da base é um procedimento de vital importância para a biblioteca escolar, motivo pelo qual dela serão feitas sempre duas cópias em diferentes suportes. A cópia de segurança faz-se acedendo ao menu “Utilitários” e escolhendo a opção “Cópias de Segurança, fazendo as opções no interface que se abre.

Segurança , fazendo as opções no interface que se abre. Não esquecer de indicar a localização

Não esquecer de indicar a localização desejada para a cópia ou de tomar nota da localização que aparece por defeito.

ou de tomar nota da localização que aparece por defeito. Manual de Procedimentos Bibliotecas Escolares do

28

ANEXO 1I CAMPOS A PREENCHER NO MÓDULO DE CATALOGAÇÃO E PESQUISA
ANEXO 1I
CAMPOS A PREENCHER NO MÓDULO DE CATALOGAÇÃO E PESQUISA

2.1. Registo de Monografias

Os campos de preenchimento obrigatório estão assinalados a vermelho; caso o documento possua informação os campos 010 e 021 deverão ser utilizados.

Dados Gerais de Processamento

933 – Ano de Publicação 1 1987

Identificação

010 – ISBN

^a – Número (ISBN) 972-1-02783-9

021 – Nº de Depósito Legal 14411/87

^a – Código do país PT ^b – Número 14411/87

Informação Codificada

100 – Dados Gerais de Processamento

^a – Dados gerais de processamento (AAAA–MM–DD) 20051012d1987

101 – Língua da publicação

^a – Língua do texto por

102 – País de publicação

^a – País de publicação PT

Informação Descritiva

200 – Título

^a – Título próprio (c/ maiúscula a primeira letra e os substantivos próprios) Folhas caídas ^d – Título paralelo

^e – Informação de outro título (quando existe outro título/complemento) ^f – Primeira menção de responsabilidade (autores seguidos até 3) Almeida Garrett ^g – Outras menções de responsabilidade: tradutor, ilustrador, revisor

205 – Menção da edição

^a Menção da edição (referir a partir da 2ª) 2.ª ed

29

210 – Publicação, Distribuição

^a – Lugar da edição Mem Martins ^c – Nome do editor Europa-América ^d – Data publicação, da impressão (imp.) ou copyright (cop.) 1987

215 – Descrição Física

^a – descrição física, nº de páginas impressas 148p ^c – Outras indicações físicas, ilustrado il ^d – Dimensões da altura da lombada, por excesso: 22,5cm= 23 cm ^e – Material acompanhante, 1 CD-ROM

225 – Colecção

^a – Título próprio da colecção Livros de Bolso Europa-América ^v – Indicação do volume 241)

Notas

300 – Notas gerais

^a – Texto da nota

304 – Título

^a Texto da nota: ex. Tit. Orig.: título noutra língua

Assuntos

606 – Nome comum

^a – Elemento de entrada Literatura portuguesa ^x – Subdivisão de assunto Poesia ^y – Subdivisão Geográfica

^z – Subdivisão cronológica ^2 – Código do sistema, thesaurus

610 – Termos não controlados

^a – Elemento de entrada

675 – CDU

^a – Notação 821.134.3-1 ^v – Edição BN ^z – Língua da edição por

Responsabilidade Intelectual

700 – Responsabilidade principal

^a – Palavra de ordem Garrett, ^b – Outra parte do nome Almeida ^c – Elementos de identificação ou distinção: ex.: pseud. ^f – Datas

30

701 – Co-responsabilidade

^a – Palavra de ordem, vide campo 700 ^b – Outra parte do nome, vide campo 700 ^f – Datas, vide campo 700 ^4 – Código da função, seleccionar a partir da lista de opções

702 – Responsabilidade secundária (ilustrador, tradutor…)

^a – Palavra de ordem, vide campo 700 ^b – Outra parte do nome, vide campo 700 ^f – Datas, vide campo 700 ^4 – Código da função, seleccionar a partir da lista de opções

710 – Colectividade (responsabilidade principal)

^a Palavra de ordem

711 – Co-responsabilidade

^a – Palavra de ordem, vide campo 700 ^4 – Código da função, seleccionar a partir da lista de opções

712 – Responsabilidade secundária

^a – Palavra de ordem, vide campo 700 ^4 – Código da função, seleccionar a partir da lista de opções

Bloco internacional

856 – Localização e acesso electrónico

^u – Uniform Resource Location (URL)

^z – Nota para informação ao público

859 – Imagem da capa

^u – Uniform Resource Location (URL) ^z – Nota informativa

Existências 966 – Cota ^a – Nº de registo 1234 ^ l – Sigla da Instituição BE/ESI ^s – Cota 821.134.3-1GAR ^6 – Empréstimo Domiciliário, seleccionar a partir da lista de opções N.B. Se uma obra tem vários volumes, abre-se o suvcampo ^v e indica-se o nº do volume em letra romana.

GARRETT, Almeida

Visualização ISBD

Folhas caídas / Almeida Garrett. – 2.ª ed. -Mem Martins : Europa-América, 1987. – 148 p. – (Livros de Bolso Europa-América ; 241) ISBN 972-1-02783-9 Literatura portuguesa – Poesia

CDU 821.134.3-1 821.134.3-1GAR (BE/ESI) – 1234

31

2.2. REGISTO VÍDEO

Dados Gerais de Processamento

933 – Ano de Publicação 1 2004

Identificação

021 – Nº de Depósito Legal

^a – Código do país

^b – Número

071 – Nº do editor

^a – Número do editor

Informação Codificada

100 – Dados Gerais de Processamento

^a – Dados gerais de processamento (AAAA–MM–DD) 20051012d2004

101 – Língua da publicação

^a – Língua do texto, banda sonoro, etc. eng

102 – País de publicação

^a – País de publicação PT

115 – ^a – Dados codificados – Geral

^b – Dados codificados do filme animado

Informação Descritiva

200 – Título

^a – Título próprio (c/ maiúscula a primeira letra e os substantivos próprios) Shrek 2 ^b – Indicação geral da natureza do documento registo vídeo ^e – Informação de outro título (quando existe outro título/complemento)

^f – Primeira menção de responsabilidade (autores seguidos até 3) realizado por Andrew Adamson, Kelly Asbury, Conrad Vernon ^g – Outras menções de responsabilidade:

210 – Publicação, Distribuição

^a – Lugar da edição, distribuição Lisboa ^c – Nome do editor, distribuidor Dream Works Home Entertainment [distrib.]

^d – Data publicação, distribuição 2004

215 – Descrição Física

^a – descrição física 1 DVD (ca 89min.) ^e – Material acompanhante

225 – Colecção

^a – Título próprio da colecção

^v – Indicação do volume

32

Notas

304 – Título

^a Texto da nota: ex. Tit. Orig.: título noutra língua

333 – Potenciais utilizadores

^a – Texto da nota Maiores de 4 anos

Assuntos

606 – Nome comum

^a – Elemento de entrada ^x – Subdivisão de assunto

^2 – Código do sistema, thesaurus

610 – Termos não controlados

^a – Elemento de entrada

686 – Outras classificações

^a – Notação 791 (086.8)

Responsabilidade Intelectual

700 – Responsabilidade principal

^a – Palavra de ordem ^b – Outra parte do nome

701 – Co-responsabilidade

^a – Palavra de ordem, vide campo 700 ^b – Outra parte do nome, vide campo 700 ^f – Datas, vide campo 700 ^4 – Código da função, seleccionar a partir da lista de opções

702 – Responsabilidade secundária (repetir o campo se necessário) ^a – Palavra de ordem, Adamson ^b – Outra parte do nome, Andrew ^f – Datas, vide campo 700 ^4 – Código da função, seleccionar a partir da lista de opções 300

Bloco internacional

856 – Localização e acesso electrónico

^u – Uniform Resource Location (URL) ^z – Nota para informação ao público

859 – Imagem da capa

^u – Uniform Resource Location (URL)

^z – Nota informativa

33

Existências

966 – Cota ^a – Nº de registo 2345 ^ l – Sigla da Instituição BE/ESI ^s – Cota 791 [DVD] ADM /SHR ^6 – Empréstimo Domiciliário, seleccionar a partir da lista de opções 1

Nota: caso o documento possua informação o campo 021 deverá ser utilizado.

SHREK 2

Visualização ISBD

Shrek [Registo vídeo] / realizado por Andrew Adamson, Kelly Asbury, Conrad Vernon. – Lisboa : Dream Works Home Entertainment [distrib.], 2004. – 1 DVD (ca 89 min.). – Maiores de 4 anos CDU 791(086.8) 791[DVD]– 2345

34

2.3. Registos sonoros musicais

Dados Gerais de Processamento

933 – Ano de Publicação 1 1997

Identificação

021 – Nº de Depósito Legal

^a – Código do país ^b – Número

Informação Descritiva

200 – Título ^a – Título próprio (c/ maiúscula a primeira letra e os substantivos próprios) Cantigas de Maio ^b – Indicação geral da natureza do documento Registo sonoro ^e – Informação de outro título ^f – Primeira menção de responsabilidade José Afonso ^g – Outras menções de responsabilidade

210 – Publicação, Distribuição

^a – Lugar da edição Lisboa ^c – Nome do editor Movieplay Portuguesa ^d – Data publicação, distribuição 1997

215 – Descrição Física

^a – Descrição física 1 disco (CD) ^c – Outras indicações físicas digital áudio ^d – Dimensões 12 cm ^e – Material acompanhante, 1 brochura (68 p.)

Notas

327 – Nota de conteúdo

^a – Texto da nota Contém: Senhor arcanjo; Cantigas de Maio; Milho verde; Cantar alentejano; Grândola vila morena; Maio maduro Maio; Mulher da erva; Ronda dos

Mafarricos; Coro da Primavera.

Assuntos

606 – Nome comum

^a – Elemento de entrada Música portuguesa

610 – Termos não controlados

^a – Elemento de entrada

35

686

^a – Notação 78 (086.7)

– Outras classificações

Responsabilidade Intelectual

700 – Responsabilidade principal

^a – Palavra de ordem Afonso,

^b – Outra parte do nome José

701 – Vide ficha monografia

702 – Vide ficha monografia

Bloco internacional

856 – Localização e acesso electrónico

^u – Uniform Resource Location (URL)

^z – Nota para informação ao público

859 – Imagem da capa

^u – Uniform Resource Location (URL)

^z – Nota informativa

Existências

966 – Cota

^a – Nº de registo 3456 ^c – Nº de Exemplares 2 ^ l – Sigla da Instituição BE/ESI ^s – Cota 78(086.7). AFO/CAN ^6 – Empréstimo Domiciliário, seleccionar a partir da lista opções 0

Nota: Caso o documento possua informação o campo 021 deverá ser utilizado.

AFONSO, José

Visualização ISBD

Cantigas de Maio [Registo sonoro] / José Afonso. – Lisboa : Movieplay Portuguesa, 1997. – 1 disco (CD) : digital audio 12 cm + 1 brochura (68 p.). – Contém: Senhor arcanjo; Cantigas de Maio; Milho verde; Cantar alentejano; Grândola vila morena; Maio maduro Maio; Mulher da erva; Ronda dos Mafarricos; Coro da Primavera.

Música portuguesa

78

(086.7).

78

[CD] AFO/CAN (BE/ESI) – 3456

36

2.4. Registos multimédia

Dados Gerais de Processamento

933 – Ano de Publicação 1 2002

Identificação

010 – ISBN

^a – Número (ISBN) 972-0-65253-5

021 – Nº de Depósito Legal

^a – Código do país PT

^b – Número 184746/02

Informação Codificada

100 – Dados Gerais de Processamento

^a – Dados gerais de processamento (AAAA–MM–DD) 20051012d1987

101 – Língua da publicação

^a – Língua do texto por

102 – País de publicação

^a – País de publicação PT

Informação Descritiva

200 – Título

^a – Título próprio (c/ maiúscula a primeira letra e os substantivos próprios) Diciopédia

2003

^b – Indicação geral da natureza do documento Documento electrónico ^e – Informação de outro título (quando existe outro título/complemento) ^f – Primeira menção de responsabilidade (autores seguidos até 3) Porto Editora Multimédia ^g – Outras menções de responsabilidade: tradutor, ilustrador, revisor

205 – Menção da edição

^a Menção da edição (referir a partir da 2ª)

210 – Publicação, Distribuição

^a – Lugar da edição Porto ^c – Nome do editor Porto Editora Multimédia ^d – Data publicação, da impressão (imp.) ou copyright (cop.) 2002

215 – Descrição Física

^a – descrição física 4 discos ópticos (CD-ROM) em caixa

^c – Outras indicações físicas, ilustrado il. ^d – Dimensões 28 cm

37

230

^a – Designação e extensão do ficheiro Multimédia interactivo

– Ficheiros de computador

Notas

300 – Notas gerais

^a – Texto da nota

337 – Pormenores técnicos

^a Texto da nota: Requisitos do sistema: Processador Pentium II a 233 MH ; 32 MB de RAM ; Windows 98, 2000, Me, XP ou Windows NT 4.0 (SP6) ; CD-ROM 12x ; placa

gráfica SVGA (milhares de cores a 800x600) ; placa de som compatível CL Sound blaster (16 bit); placa gráfica (800x600) ; 220 MB de espaço livre no disco rígido

Assuntos

606 – Nome comum

^a – Elemento de entrada ^x – Subdivisão de assunto ^2 – Código do sistema, thesaurus

610 – Termos não controlados

^a – Elemento de entrada

675 – CDU

^a – Notação 030 (0.034) ^v – Edição BN ^z – Língua da edição por

Responsabilidade Intelectual

700 – Responsabilidade principal

^a – Palavra de ordem ^b – Outra parte do nome ^c – Elementos de identificação ou distinção:

^f – Datas

701 – Co-responsabilidade

^a – Palavra de ordem, vide campo 700 ^b – Outra parte do nome, vide campo 700 ^f – Datas, vide campo 700 ^4 – Código da função, seleccionar a partir da lista de opções

702 – Responsabilidade secundária (ilustrador, tradutor…)

^a – Palavra de ordem, vide campo 700 ^b – Outra parte do nome, vide campo 700 ^f – Datas, vide campo 700 ^4 – Código da função, seleccionar a partir da lista de opções

712 – Responsabilidade secundária

^a – Palavra de ordem Porto Editora Multimédia

38

^4 – Código da função, seleccionar a partir da lista de opções 340

Bloco internacional

856 – Localização e acesso electrónico

^u – Uniform Resource Location (URL)

^z – Nota para informação ao público

859 – Imagem da capa

^u – Uniform Resource Location (URL) ^z – Nota informativa

Existências

966 – Cota ^a – Nº de registo 4567 ^ l – Sigla da Instituição BE/ESI ^s – Cota 030DIC ^6 – Empréstimo Domiciliário, seleccionar a partir da lista de opções 1

Nota: Caso o documento possua informação os campos 010, 021 e 700 deverão ser utilizados.

DICIOPÉDIA 2003

Visualização ISBD

Diciopédia 2003 [Documento electrónico] / Porto Editora Multimédia. – Multimédia interactivo. – Porto : Porto Editora Multimédia, 2002. – 4 discos ópticos (CD-ROM) em caixa : il. 28 cm. – Requisitos do sistema: Processador Pentium II a 233 MH ; 32 MB de RAM ; Windows 98, 2000, Me, XP ou Windows NT 4.0 (SP6) ; CD-ROM 12x ; placa gráfica SVGA (milhares de cores a 800x600) ; placa de som compatível CL Sound blaster (16 bit); placa gráfica (800x600) ; 220 MB de espaço livre no disco rígido.

ISBN 972-0-65253-5

CDU 030 (0.034)

030[CDRom] DIC (BE/ESI) – 4567

39

ANEXO III IMPORTAÇÃO DE REGISTOS DA BN
ANEXO III
IMPORTAÇÃO DE REGISTOS DA BN

a) Quando estamos no interface com a descrição abreviada, acedemos ao menu “Favoritos” e

escolhemos “Bibliteca Nacional”, cujo endereço é http://sirius.bn.pt .

b) Na caixa de diálogo que se abre, faz-se a pesquisa do documento, aconselhando-se que a

mesma seja feita em primeiro lugar pelo ISBN e em segundo pelo título.

c) Na lista que aparecer como resultado da pesquisa efectuada, seleccionar o registo que

corresponde à edição do nosso documento.

d) Seleccionar no quadro UNIMARC os campos a importar, deixando de fora o campo 966,

pois contêm registos próprios de cada instituição.

966, pois contêm registos próprios de cada instituição. e) Escolher a opção “copiar”, usando o botão

e) Escolher a opção “copiar”, usando o botão do lado direito do rato.

f) Reabrir o Bibliobase, entretanto minimizado, e no menu “Editar” seleccionar a opção

“Colar registo especial formato MARC”.

g) Premir o ícone A+ para introduzir os campos 9 em falta.

h) Gravar o registo importado e corrigido, clicando no símbolo da disquete (canto superior

esquerdo).

i) Seleccionar o registo importado, o qual aparece agora no fim da lista da descrição abreviada dos registos, ir ao menu “Registos” e seleccionar ”Alterar Tipo de Documento”, escolhendo a opção adequada da lista que se abre.

j) Editar o registo, abrindo todos os campos, de forma a verificar se os mesmos estão preenchidos de acordo com os padrões definidos na nossa biblioteca.

40

ANEXO IV CDU ADAPTADA
ANEXO IV
CDU ADAPTADA

GGUUIIAA DDOO UUTTIILLIIZZAADDOORR // CCDDUU SSIIMMPPLLIIFFIICCAADDAA

Fundo Documental

O fundo documental da Biblioteca escolar, organizado por assuntos de acordo com a Classificação Decimal Universal (CDU), é constituído por monografias, publicações periódicas e outra documentação contida em diferentes suportes. Em termos gerais salientam-se:

Monografias:

Obras de referência: enciclopédias, dicionários, etc.

Literatura para a infância e juventude.

Literatura em geral.

Literatura de carácter científico e técnico.

Publicações Periódicas:

Documentos Audiovisuais:

Videocassetes

CDs áudio

Documentos Multimédia:

Cd-Roms

Informação através da Internet

COMO ENCONTRAR UM LIVRO, CD OU VIDEOCASSETE NA BIBLIOTECA?

O fundo documental está arrumado nas prateleiras, segundo um plano de classificação que os permite agrupar pelos assuntos ou temas principais focados em cada um deles. Desta forma, o utilizador poderá dirigir-se às estantes, onde os livros estão expostos e divididos segundo os seguintes temas gerais:

41

CLASSES E SUBCLASES - CDU ADOPTADAS NA ESCOLA

(Todos os que se encontram assinaladas )

0 Obras Gerais de Referência. Generalidades.

001 Ciência e conhecimento em geral

004

Ciência e Tecnologia dos Computadores

01

Bibliografia. Catálogos

02

Bibliotecas. Biblioteconomia. Leitura

028

Leitura. Hábitos de leitura

03

Obras Gerais de Referência. Enciclopédias e Dicionários gerais,

etc…

03:5

Enciclopédia, Dicionários Matemática e Ciências Naturais

03:6

Enciclopédia, Dicionários de Ciências Apilcadas, Medicina e

Tecnologia

03:7

Enciclopédia, Dicionários de Arte, Espectáculo e Desporto

03: 81 eng

Dicionários de Língua Inglesa

03: 81 fre

Dicionários de Língua Francesa

03: 81 por

Dicionários de Língua Portuguesa

03: 82

Enciclopédia, Dicionários de Literatura

03: 91

Enciclopédia, Dicionários de Geografia

03: 93/94

Enciclopédia, Dicionários de História

1 Filosofia e Psicologia.

159.9

1

Filosofia para Crianças

Psicologia

2 Religião.

2 Religião

29

Ciência Religiosa em geral e em Particular

3 Ciências Sociais.

31

Sociologia

32

Política

323.2 Política Interna. Partidos Políticos

33

Economia. Trabalho. Emprego (moeda)

339.92

União Europeia

42

34

Direito. Jurisprudência. (Constituição )

341.1

Organizações Internacionais (ONU, Unicef, Unesco )

342.7

Direitos do Homem

(Ex: Amnistia, Problemas Raciais, A Europa dá as

Mãos- Ana M. Mag.)

35

Administração pública. Arte e Ciência militares (Ordem e segurança

Pública, Consumo, defesa dos consumidores)

366

Consumo

37

Educação. Ensino. Pedagogia

 

37 (083.81)

Educação.

Ensino.

Pedagogia-

documentos

do

Ministério

da

Educação.

 

39

Etnologia. Etnografia. Usos e costumes. Folclore. Vida social

(decoração, Procissões, Vestuário

Usos e costumes)

 

396

Feminismo. Situação e condição das Mulheres

 

5 Matemática. Ciências Naturais.

502/504

Natureza. Estudo e conservação da natureza e da Vida Selvagem.

Ciências do Meio ambiente

51

Matemática.

)

52/53

Astronomia. Astrofísica. Investigação Espacial. Física.

54

Química. Mineralogia

55

Geologia. Meteorologia. Hidrologia. (estações do ano

56/57

Paleontologia. C. Biológicas em Geral. Antropologia. Ecologia,

(Descobrir a terra, oceanos

, dinossauros?)

58/59

Botânica. Zoologia.

6 Ciências Aplicadas. Medicina e tecnologia.

61

Medicina e

Saúde

(corpo

Humano,

alimentação,

toxico-dependências,

sexualidade, primeiros socorros/prevenção de acidentes, socorrismo Vacinas, Higiene

)

612.6

Reprodução. Crescimento. Desenvolvimento. Órgãos sexuais

613.88

Educação Sexual

613.8

Drogas. Tabaco. Álcool

614

Prevenção de Acidentes (crescer em segurança, prevenção

rodoviária

)

616.9

Sida

43

62

Tecnologia em geral (meios de transporte )

63

Agricultura. Pesca. Floresta

64

Alimentação. Culinária

65

Organização e Administração da indústria, do Comércio e dos

transportes

659

Publicidade. Propaganda. Informação. Relações públicas

67/68

Indústria. Artes e Ofícios diversos. Artigos acabados.

7 Arte. Espectáculo. Desporto.

7.01/.09

Arte. Estética. Estilos. História da Arte. Crítica da Arte

71/72

Urbanismo. Planeamento. Arquitectura

73/76

Artes plásticas. Artes gráficas

(Escultura. Numismática. Arte do metal.

Desenho. Pintura. Gravura)

745

Artes Decorativas, Mobiliário, Decoração. Trabalhos Manuais

77

Fotografia

78/79

Música. Divertimentos. Espectáculos (Teatro, Cinema, Divertimento

social). Jogos de memória)

794

Jogos de sociedade (Dominó, Monopólio,

)

796/799

Desporto

791

Cinema

8

Língua. Linguística. Literatura.

80/81

Questões gerais referentes à Linguística e à Literatura.

81’36 eng

Gramática de inglês

81’36 fre

Gramática de francês

81’36 por

Gramática de português

 

81 Línguas

81 eng

Obras em língua inglesa

81 fre

Obras em língua francesa

Nota : Colocamos aqui as obras de literatura em língua estrangeira em virtude de serem

Nota: Colocamos aqui as obras de literatura em língua estrangeira em virtude de serem

normalmente poucas na escola e porque as pretendemos juntar

obras de literatura em língua estrangeira em virtude de serem normalmente poucas na escola e porque

82

Literatura em geral ( literatura em língua individual /literatura estrangeira)

82.09

Crítica Literária. Estudos literários

82-1

Poesia

44

82-2-

Drama.

82-3

Prosa

Narrativa

(romance,

ficção

científica,

policial,

novela,

 

conto)

82-34

Conto.Lenda

 

82-82

Antologias

82-91

Banda Desenhada

82-93 Literatura Infantil e Juvenil

82-93 (08)

Literatura Infantil e Juvenil. Colecções

Nota: Na cota faz-se a distinção entre os diferentes géneros)

82-93p

Poesia (Poesia, jogos e canções, rimas infantis, adivinhas)

82-93d

Drama (Teatro, marionetas )

82-93

Prosa Narrativa (romance, ficção científica, policial, novela, conto, livros

educativos de imagens)

821.134.3

821.134.3-1

Literatura portuguesa Poesia

821.134.3-2

Drama

821.134.3-3

Prosa

Narrativa

(romance,

ficção

científica,

policial,

novela,

conto)

Nota: Na cota APENAS SE COLOCA 82por

82-1 por

Poesia

82-2 por

Drama

82-3 por

Prosa Narrativa

9 Geografia. Biografia. História. Monografias regionais

902/904

Arqueologia. Pré-História. Vestígios Culturais

908

Monografias regionais. Estudos de localidades

908 (469)

Monografias de Portugal

91

Geografia

91(469)

Geografia de Portugal

929

Biografias

93/94

História em Geral

94(3)

História do Mundo Antigo (ex: Civilizações antigas)

94(4)

História da Europa Medieval e Moderna em Geral

94 (469)

História de Portugal

45

Plano de Classificação dos Registos Multimédia (CD-Rom) - (0.034)

004

Ciência e Tecnologia dos Computadores

2

Religião

03

Enciclopédias. Obras de referência (Diciopedia; Eu adoro as

palavras, Triplex)

34

Unicef, Unesco

502/504

ambiente)

)

Direito. Jurisprudência. Organizações Internacionais (ONU,

(Constituição

Direitos Humanos-342.7(Ex: Amnistia, Problemas Raciais)

Natureza. Ciências do meio ambiente (O professor telescópio explora o

51

Matemática. (Eu adoro matemática; Matemática à aventura)

52/53

Astronomia. Astrofísica. Investigação Espacial. Física (Planetas, satélites

)

55/57

Geologia. Meteorologia. Hidrologia. Paleontologia (Ex:

Descobrir a terra;oceanos

;

estações do ano; dinossauros, climas, vulcões)

58/59

Botânica. Zoologia. (Zoo virtual)

 

6

Ciências

Aplicadas. Medicina

e tecnologia.

(Como as coisas

funcionam)

61

sexualidade, primeiros socorros/prevenção de acidentes, socorrismo Vacinas, Higiene corpo humano; Enciclopedia de educacao sexual; Crescer em segurança

Medicina e Saúde. (corpo Humano, alimentação, toxico-dependências,

) Ex:A aventura do

7

Arte. Espectáculo. Desporto.

794

Jogos (Ex.:50 puzzles educativos; Aprender no planeta click; Legoland;

Letras e numeros; O jardim magico; Foguetao 2002; Max e maria vão as compras; Palavras magicas)

78/79

Música. Divertimentos. Espectáculos. Teatro. Dança

796/799

Desporto

81

Línguas (Diverte-te a falar ingles!; Eu adoro as palavras)

82

Literatura

902/904

Arqueologia. Pré História. Vestígios Culturais

908

Monografias

91

Geografia (Atlas de Portugal jovem)

93/94

História

(Lendas da Europa)

94(469)

História de Portugal (A bandeira e o hino; Foi aos 25 dias de abril; O

professor telescópio explora)

46

Estrutura de classificação dos registos Visuais (DVD- (086.8))

791.

Cinema Estrangeiro

791.-2

Ficção/Dramas cinematográficos

791.-21

Filmes trágicos

791.-22

Filmes cómicos/satíricos

791-5

Filmes de animação

791(469)

Cinema Português

791-5 Cinema de Animação

791-5 (469) Cinema de Animação Português

Não-ficção por assuntos, segundo a Classificação Decimal Universal, utilizada para os livros:

2

Religião

339.92

União Europeia

34

Direito. Jurisprudência. Organizações Internacionais (ONU,

Unicef, Unesco

)

(Constituição

Direitos Humanos-342.7(Ex: Amnistia, Problemas Raciais)

366:37 Educação para o Consumo

37

Educação. Ensino. Pedagogia (Educação Cívica, Métodos de

ensino

)

39

Etnologia. Etnografia. Usos e costumes. Folclore. Vida social

(decoração, Procissões, Vestuário

Usos e costumes, Contos. Lendas. Sátiras)

502/504

Natureza. Ciências do meio ambiente

51

Matemática

52/53

Astronomia. Astrofísica. Investigação Espacial. Física (Planetas,

satélites

)

55/57

Descobrir a terra; Oceanos

Geologia. Meteorologia. Hidrologia. Paleontologia

;

Estações do ano; dinossauros, climas, vulcões)

(Ex:

58/59

Botânica. Zoologia.(Zoo virtual)

61

Medicina e Saúde. (corpo Humano, alimentação, toxico-dependências,

sexualidade, primeiros socorros/prevenção de acidentes, socorrismo Vacinas, Higiene )

Ex:A aventura do corpo humano; Enciclopedia de educação sexual; Crescer em segurança, A visao [Registo vídeo]

613

Educação Sexual.

7

Arte

78/79

Música. Divertimentos. Espectáculos. Teatro. Dança

47

796/799

Desporto

81

Línguas

82

Literatura

902/904

Arqueologia. Pré História. Vestígios Culturais

908

Monografias

91

Geografia

93/94

História

94(469)

História de Portugal

Notas: Auxiliares

(086.7) –

SUPORTE: CD Áudio

(086.8) -

SUPORTE: DVD

(0.034)-

SUPORTE: CD-ROM e DVDRom

MANUAIS ESCOLARES

2(075)

EMRC/DPS (manual)

51(075)

Matemática (manual)

53/54 (075)

Física. Química (manual)

57(075)

Ciências/Biologia (manual)

71/76(075)

Educação Visual e tecnológica. Educação tecnológica (manual)

78(075)

Música (manual)

796(075)

Educação Física (manual)

81

eng(075)

Inglês (manual)

81

fre(075)

Francês (manual)

81

por(075)

Português (manual)

91(075)

Geografia (manual)

93(075)

História (manual)

ANEXO V 48 TABELAS AUXILIARES DE FORMA E LÍNGUA
ANEXO V
48
TABELAS AUXILIARES DE FORMA E LÍNGUA

Vejam-se os seguintes exemplos:

a) Dicionário de Física ---- 53 (038)

exemplos: a) Dicionário de Física ---- 53 (038) Auxiliar de forma que significa dicionário Notação da
exemplos: a) Dicionário de Física ---- 53 (038) Auxiliar de forma que significa dicionário Notação da

Auxiliar de forma que significa dicionário Notação da subclasse que significa Física

b) CD de Rock francês ---- 784.7 = 133.1 (086.7)

b) CD de Rock francês ---- 784.7 = 133.1 (086.7) \ Rock Francês Auxiliar de forma

\

Rock Francês Auxiliar de forma que significa CD

5.1. Auxiliares de Forma

(030)

Obras de referência

(031)

Enciclopédias

(038)

Dicionários

(042)

Ensaio

(043)

Teses / Dissertações

(075)

Manuais / textos para estudantes

(076)

Livros de exercícios

(076.6)

Programas

(079)

Documentos relacionados com concursos, testes, exames

(083.82)

Inventários / Catálogos

(084.11)

Desenhos

(084.12)

Fotografias / Diapositivos

(084.3)

Imagens cartográficas / mapas / plantas / cartas / cartogramas

(084.4)

Atlas

(084.5)

Cartazes

(086)

Documentos tridimensionais / diaporamas

(086.4)

Globos

(086.7)

Documentos áudio / registos sonoros (CDs)

Exemplo: 821.134.3 (086.7) documento áudio de literatura portuguesa

(0.034)

CD Rom (disco magnético) DVDRom

(086.8)

Registos audiovisuais (vídeos; DVDs)

(092)

Obra sobre a forma de biografia

Exemplo: O homem que gostava de números 51 (092)

(094.5)

Regulamentos / Leis / Decretos / Portarias

49

5.2. Auxiliares de língua

(Colocados a seguir à notação da CDU que indica o conceito principal)

= 00

Multilingue / poliglota

= 02

Originais (não traduzidos)

=021

Versões originais (não adaptadas)

=025

Versões adaptadas, emendadas

=030

Traduções / documentos traduzidos

=111

Inglês

=133.1

Francês

=134.3

Português

=2

Línguas Europeias

=134.2

Espanhol

5.3. Auxiliares Especiais

Símbolos

Função

Hífen (-)

é utilizado na classe 82. Usa-se do -1 / -9 para indicar géneros

literários.

Ex:821.134.3-31

romance português

Literatura portuguesa romancegéneros literários. Ex: 821.134.3-31 romance português Sinal de adição (+) Serve para ligar duas ou mais

Sinal de adição (+)

Serve para ligar duas ou mais notações não consecutivas, de modo a representar um assunto composto. Ex: 51+53 Lições de Matemática e Física

Matemática Física
Matemática Física

Barra oblíqua( /)

Serve para ligar notações consecutivas de modo a traduzir uma série de conceitos Ex: 51 / 53 (51 Matemática + 52 Astronomia + 53 Física)

Sinal de igual (=)

Serve para caracterizar a forma linguística de um conceito expresso pelo índice principal.

Sinal de relação

(

: )

Usa- se para designar uma relação geral, coordenada e recíproca entre dois conceitos. Ex: 17 : 7 Ética em relação com a arte

50 ANEXO VI GLOSSÁRIO
50
ANEXO VI
GLOSSÁRIO

Abstract (palavra inglesa) Denominação dada ao resumo de um artigo duma revista.

Autor / Menção de responsabilidade Registo da identificação e/ou da função da pessoa singular ou colectiva responsável pela criação do conteúdo intelectual ou artístico de uma publicação ou que para ele tenha contribuído ou colaborado.

Bibliografia anotada Bibliografia acompanhada de comentários e observações.

Biblioteconomia Teoria, actividades e técnicas relativas à organização e gestão de bibliotecas, assim como à aplicação de legislação sobre as mesmas. Arte de arranjar, administrar e conservar uma biblioteca.

Colecção Conjunto de publicações distintas, ligadas entre si por um título comum. Cada uma das publicações pode ser numerada. Este termo exclui as obras singulares, em vários volumes numerados.

Difusão da informação Acção que consiste em comunicar aos utilizadores que tipo de informação existe e onde se encontra.

Difusão selectiva da informação Acção que necessita do conhecimento do perfil dos utilizadores de um centro de documentação ou biblioteca, de modo a poder fazer chegar a estes os documentos recebidos, considerados por eles úteis.

51

Fundo bibliográfico Conjunto de publicações existentes numa biblioteca para uso dos leitores. Acervo bibliográfico.

Fundo documental Conjunto de documentos de uma biblioteca, de um centro ou de um serviço de documentação.

Índice

Documento secundário que apresenta uma lista ordenada de termos seleccionados (nomes de pessoas, lugares, materiais, ou outras), a partir de um documento, com uma indicação que permite localiza-los no mesmo documento.

ISBN - International Standard Book Number Número que identifica internacionalmente um livro, brochura ou edição de um livro de determinado editor. É um número de dez algarismos ou dígitos, que se apresentam divididos em quatro séries (por um hífen), que tem uma função de identificação e é de composição variável. O significado das séries é o seguinte:

identificador do grupo nacional, geográfico, linguístico ou similar indicando onde o livro foi publicado; identificador do editor específico dentro de um grupo; identificador de um livro que identifica um título determinado ou edição de um título na produção de um editor; dígito de controlo - dígito que permite fazer a verificação automática da exactidão do valor e da ordem dos números que constituem o ISBN. É exclusivo e quando o título da publicação, o lugar de edição e o responsável se alteram, obrigam igualmente à alteração do ISBN.

ISSN - Internacional Standard Serial Number Número que identifica internacional emente cada titulo-chave das publicações em série. É constituído por um conjunto de oito dígitos impressos em dois grupos de quatro dígitos separados por um hífen precedido por um prefixo alfabético; o último dígito é o da verificação; se este dígito for 10, deverá ser substituído por um X, excepto no caso de não haver resto na divisão pela qual é calculado, caso em que o dígito de verificação será 0. Qualquer mudança de título implica sempre a atribuição de um novo ISSN. No nosso país os pedidos de atribuição de ISSN devem ser dirigidos ao Centro Nacional ISDS.

52

Livre acesso Sistema de consulta numa biblioteca que permite o acesso directo do utilizador ao livro na estante

.

Livro

Conjunto de cadernos, manuscritos ou impressos, cosidos ordenadamente e formando um bloco; Documento impresso, não periódico, com mais de 48 páginas, sem contar as da capa, que constitui uma unidade bibliográfica; Monografia; obra cientifica ou literária que forma ou pode formar um volume; O livro supõe um suporte, signos, um processo de inscrição, um significado; Integra-se num processo de criação, de reprodução, de distribuição, de conservação e de comunicação. Dirigir-se a um leitor, possui uma finalidade: a reflexão, o ensino, o conhecimento, a evasão, a difusão do pensamento e a cultura.

Monografias Obras com uma unidade de conteúdo, com texto, por vezes com ilustrações. Podem ser constituídas por um ou mais volumes publicados numa mesma data ou em momentos diferentes, segundo um plano preestabelecido. São o caso dos livros, actas, relatórios, etc.

Obras de Referência Obras que permitem ao utilizador uma primeira abordagem sobre qualquer assunto remetendo-o para outras leituras. São obras de referência: as biografias, as bibliografias, as enciclopédias, os dicionários, os atlas, os directórios, etc.

Página de título Página que apresenta a informação mais completa da publicação e das obras que a compõem, e que contém, normalmente, o maior número de dados acerca do título, menção de responsabilidade e pé de imprensa.

Pé-de-imprensa Conjunto de informações relativas ao lugar de publicação, nome do editor, data da publicação, lugar da impressão, nome do impressor ou, na falta destes, referência do nome do autor acompanhado do endereço postal

53

Periódicos Documentos impressos, publicados em partes sucessivas, com designação numérica e cuja publicação pressupõe uma continuidade, com periodicidade variada. São o caso de: jornais, boletins bibliográficos, boletins informativos e revistas.

Publicações em série Publicação impressa ou não, editada em fascículos ou volumes sucessivos, ordenados geralmente numérica ou cronologicamente, com duração não delimitada à partida e independentemente da periodicidade. As publicações em série incluem as periódicas (revistas, jornais, boletins, anuários), as séries de actas e relatórios de instituições e congressos, bem como as colecções de monografias.

Séries monográficas Conjunto de monografias numeradas ou não, relacionadas entre si, geralmente pelo tema, publicadas sequencialmente e pela mesma casa editora. Apresentam um título comum que se aplica ao conjunto como um todo. Têm duração, à partida, não delimitada.

Serviço de Referência Serviço ou departamento ao qual cabe a tarefa de orientar o leitor no uso de uma biblioteca, arquivo ou serviço de documentação e no aproveitamento dos recursos que podem ser proporcionados pelo acervo existente no próprio local. Dessa orientação faz parte o fornecimento de informações sobre a documentação à disposição, condições de consulta, instrumentos de pesquisa, condições de obtenção de reproduções, etc.

Thesaurus Linguagem documental controlada baseada nas estruturas hierárquicas de uma ou diversas áreas de conhecimento, em que os dados são representados por termos de uma ou mais línguas naturais e as relações entre eles por sinais convencionais. O thesaurus pode ser, entre outros: especializado, monolingue, multilingue, por facetas, temático, de termos não preferenciais, de Termos preferenciais, thesaurus-alvo, ou thesaurus-fonte.

54

Título

Palavra ou frase, que serve de nome a uma publicação, obra, ou a uma das obras que na publicação figuram. Uma publicação poderá apresentar, com frequência, vários títulos.

Título próprio Título principal de uma publicação, isto é, o título de uma publicação, tal qual figura no rosto ou seu substituto. O título próprio pode incluir um título alternativo, mas exclui os títulos paralelos ou complementos do título como os subtítulos.

55