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Capítulo XIV

SISTEMA REPRESENTATIVO

Processo de formação
Atribui-se deste modo, a ideia da representação, um nascimento histórico que
remonta à organização do Estado-cidade, negando-se, assim, as condições de ter sido
à justa, uma conquista do direto político moderno.
Alguns autores vão ao extremo, que parece temerário, de vislumbrar, nos
colégios sacerdotais ou nos conselhos de patriarcas, que assistem aos princípios nas
monarquias orientais um germe da representação.
Outros, no entanto conduzem-se como mais precaução, ao lobrigar o embrião
do instituto, ainda mal contornado em indícios rudimentares, na civilização clássica.
A Idade Média, influenciada pelo regime da monarquia integral, prescindiu da
representação politica, em forma eletiva, porque os procuradores provinham a ideia
das classes sociais ou corporações.
Vencido o julgo feudal, voltam em pleno mundo moderno, os governos
representativos, diferentes em essências e em forma daqueles esboços lembrando
pela autorizado professor brasileiro, evoluindo o instituto em verdadeira
democratização.
É o seu aprimoramento, que descobre, na Inglaterra, solo fecundo para novas e
imorredouras conquistas, estas, sim do direito politico contemporâneo.

Relato de seu Aperfeiçoamento


Com efeito, após longa, lenta e bem urdida evolução, produz-se no programa
inglês, um novo sistema de governo, provindo de fontes consuetudinárias e
estruturado no próprio direito o qual assegurando a liberdade e a representação, se
destinou de longo à larga propagação nos tempos modernos.
Era o regime representativo em condições aprimoradas pelo gênio políticos
britânico, forrado a seriedade e afeito a um pragmatismo eficaz.
Na Inglaterra, são totalmente diferente e contrarias aos resultados operados na
Europas continental, pois entretanto ali o povo obtinha a monarquia constitucional e
ilimitada, com as vantagens do sistema representativo, aqui vingava a monarquia
absoluta, em oposição diametral, tudo em razão de caudas e fatores sociais e
históricos.
Eis, em traços ligeiros a gênese de um dos ramos do futuros parlamento, a
Câmara dos Lordes – representativa da tradição aristocrática impondo-se agora
apreciar a constituição do outro galho parlamentar, a Câmera dos Comuns –
representativa da massa popular. Data de 1254 a primeira convocação de dois
cavalheiros de cada condado, para participarem do parlamento ao lado de prelados e
barões, fatos que se repetiu em 1264.
A Dualidade de Câmaras
O estilo inglês, como ficou demonstrando, consagra o bicameralíssimo, definido
por DARCR AZAMBUJA de maneira sucinta, mas aprumada: ‘’a dualidade de câmaras,
divisão do órgão legislativo em duas assembleias’’, e que constitui um ‘’axioma
constitucional’’. Para o saber onímodo de Esmein ou um ‘’costume universal no
moderno Estado de Direito’’, no senso jurídico.
Tanto a bicameralidade como a unicameralidade vêm sendo adotados no
campo pratico, da mesma sorte que encontram adeptos e opositores no terreno
puramente doutrinário.
O bicameralismi é muito mais empregado,com veraz orientação, do que o
unicameralismo, cujos defensores, no plano teórico, são em numero reduzido, diante
da grande legião de partidários da dualidade de câmeras .
A prol da dualidade de câmeras e com base nessa experiências secularmente
bem sucedida, o insigne professor da Faculdade de Direito de Porto Alegre enumera as
seguintes razões politicas e jurídicas:
a) a necessidade da limitação do poder pelo poder
b) o papel moderador da segunda câmera sobre a câmera popular, agitada pelas
paixões políticas
c) maiores garantias ao processo de elaboração das leis, no concernente à sua
exatidão e utilidade
d) com uma câmera única são quase fatais os conflitos entre ela e o executivo o
que é muito mais remoto acontecer existindo duas câmeras
A ciências jurídica, por meio de diversos dos refulgentes brasões, destaca o
valor do sistema bicameral, além de outros encomiásticos conceito, com garantia de
liberdade, segurança contra a tirania, instituição fundamental, repressão à tendência
do abuso, condição necessária.

Imunidade Parlamentar
Não há duvida de que a imunidade parlamentar constitui na democracia
representativa, uma das conquistas mais valiosas, de tal jeito que, secularmente, se
incorporou definitivamente os cânones do governo indireto do povo, não mais se
compreendendo a existência de câmeras populares sem que os respectivos membros
gozem de direitos e garantias inconfundíveis.
Em virtude mesmo de seus fins, a imunidades parlamentar possui duplo
aspectos, pois diz respeito à irresponsabilidade legal, podendo –se defini-las como
seguranças ou proteção funcionais, sob cujo signo o mandatário politico.
Cabe observar, no entanto, que a doutrina, em conclusão muito bem recebida
pelos estudiosos hodiernos, entende que a assembleia em que se integra o
representante popular é a assembleia em que se integra o representante popular é a
destinatária imediata dos benefícios da imunidade parlamentar, que não favorece em
principio e diretamente.
Todavia, não se obscurece que a imunidade parlamentar tem sofrido criticas
adversas, algumas vezes porque a interpretam como inerente aos representantes
populares e outras porque a alargam em demasia prejudicial, para a impunidade de
delitos vulgares. Mas, em realidade, a experiência a aconselha, o que se comprova sua
acolhida e manutenção em todas as constituições.

Modalidades do Sistema
O sistema representativo é praticado, nos Estados contemporâneos, através de
três tipos teóricos, como variação da democracia em voga.
Essa modalidade diferentes são deduzidas, por BARTHÉLEMY e DUEZ, do
sistema de colaboração entre os poderes, pela maneira seguinte: 1° , se a constituição
dá a predominância às assembléias, tem –se o governo de assembléia ou governo
convencional; 2°, se ela consagrar a predominância do executivo, encontramo – nos
em presença de um poder real superior e , na república do governo presidencial; 3°, se
há colaboração equilibrada poderes separados, é o governo parlamentar.
Para DARCI AZAMBUJA, ‘’talvez se atingisse mais diretamente a característica
dessas formas do regime representativo derivando-as do modo pelo qual é exercido o
Poder Executivo.
Se ele é completamente autônomo em relação ao legislativo, temos o Governo
presidencial, que é aquele em que o Executivo é exercido pelo Presidente da
República.

O Regime Diretorial ou Colegial


O regime diretorial consiste em confiar-se o trato dos negócios estatais a uma
comissão ou grupo de pessoas, que exercem o poder executivo, em seu grau superior.
Originário da França, cuja constituição de 1795 o pôs em uso onde voltou a ser
experimentado em período diverso. Desde a carta politica de1848, com as reformas de
1874, de 1931 e a mais recente de 1945, a técnica constitucional suíça regula, até hoje.
A autoridade executiva é exercida por um conselho Federal composto de sete
membros, eleitos por quatro anos pela Assembleia Federal, que é formada pelo
conselho nacional e pelo conselho dos Estados.