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Ciência & Saúde Coletiva

Revisão integrativa de instrumentos de ansiedade em


adolescentes na base Scopus (Elsevier)

Journal: Ciência & Saúde Coletiva

Manuscript ID Draft

Manuscript Type: Review Text

Keywords: Medição; Rastreio; Adolescência


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3 Revisão integrativa de instrumentos de ansiedade em adolescentes na base Scopus (Elsevier)
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5 Integrative review of instruments of anxiety in adolescents in Scopus (Elsevier)
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8 Revisión integrativa de instrumentos de ansiedad en adolescentes en la base Scopus
9 (Elsevier)
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8 Resumo
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10 O presente estudo teve como objetivo investigar quais são os principais instrumentos existentes
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no cenário internacional que avaliam a ansiedade em adolescentes, suas manifestações, construtos
13
14
15 associados, principais revistas, e descrever as propriedades psicométricas dos principais
16
17 instrumentos por meio de uma revisão integrativa, em consulta à base Scopus (Elsevier) dos
18
19 últimos 12 anos. O estudo se restringiu a 31 artigos. Os resultados revelaram poucos estudos com
Fo
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22 ênfase nas propriedades psicométricas dos instrumentos encontrados; a maioria dos estudos
rR
23
24 selecionados teve outros construtos como enfoque de pesquisa; houve uma grande multiplicidade
25
26 de áreas de interesse em pesquisar a ansiedade em diversas revistas. Conclui-se que estudos das
ev

27
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29
propriedades psicométricas dos instrumentos mais utilizados ainda são necessários na literatura
iew

30
31 internacional, como também a possibilidade de criação de novos instrumentos.
32
33 Palavras-chave: Medição; Rastreio; Adolescência.
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35
36 Abstract
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39 The present study aimed to investigate the main international instruments that assess anxiety in
40
41 adolescents, its manifestations, associated constructs, main journals and describe the
42
43
44 psychometric properties of the main instruments through an integrative review, in consultation
45
46 with the base Scopus (Elsevier) in the last 12 years. The study was restricted to 31 articles. The
47
48 results revealed few studies with emphasis on the psychometric properties of the instruments
49
50
51 found; most of the selected studies had other constructs as a research focus; there was a great
52
53 multiplicity of areas of interest in researching anxiety in various journals. We conclude that
54
55 studies of the psychometric properties of the most used instruments are still necessary in the
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3 international literature, as well as the possibility of creating new instruments.Keywords:
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Measurement; Tracking; Adolescence.
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Resumen
10
El presente estudio tuvo como objetivo investigar cuáles son los principales instrumentos
11
12
13 existentes en el escenario internacional que evalúan la ansiedad en adolescentes, sus
14
15 manifestaciones, constructos asociados, principales revistas y describir las propiedades
16
17 psicométricas de los principales instrumentos por medio de una revisión integrativa, en consulta a
18
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la base Scopus (Elsevier) de los últimos 12 años. El estudio se restringió a 31 artículos. Los
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22 resultados revelaron pocos estudios con énfasis en las propiedades psicométricas de los
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23
24 instrumentos encontrados; la mayoría de los estudios seleccionados tuvieron otros constructos
25
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27
como enfoque de investigación; hubo una gran multiplicidad de áreas de interés en investigar la
28
29 ansiedad en diversas revistas. Se concluye que los estudios de las propiedades psicométricas de
iew

30
31 los instrumentos más utilizados todavía son necesarios en la literatura internacional, así como la
32
33
posibilidad de crear nuevos instrumentos.Palabras clave: Medición; detección; Adolescencia.
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36
Introdução
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39 De acordo com a última estimativa realizada pelas das Nações Unidas (ONU), crianças e
40
41
42 adolescentes representam aproximadamente de 14,2% a 30% da população mundial1, o que realça
43
44 a importância de estudos em saúde mental para esta população. Desta maneira, os transtornos de
45
46 ansiedade são as condições psicopatológicas mais comuns na infância e na adolescência, e
47
48
49 representam o motivo mais frequente de intervenção psicológica. Em estudos realizados por meio
50
51 de observação clínica e relatos dos pais sobre crianças e adolescentes de 5 a 19 anos, a
52
53 prevalência de transtornos de ansiedade é variável e estimada entre 3-20%2,3. Além disso, a taxa
54
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de cada transtorno de ansiedade específico é variável.
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3 Autores como Porter, Gallagher, Thompson e Young4 discutem que crianças e
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adolescentes com psicopatologias como a ansiedade podem apresentar menor desempenho nas
7
8 funções cognitivas em relação as sem psicopatologias. São também encontrados sintomas
9
10 somáticos na ansiedade que se manifestam de múltiplas formas, incluindo o sistema músculo-
11
12
esquelético, cardiovascular, respiratório, gastrointestinal, geniturinário e pele5. De forma similar
13
14
15 sintomas vegetativos podem decorrer de doenças físicas como distúrbios do sono, apetite e peso
16
17 são frequentemente vistos em transtornos de ansiedade6.
18
19 Pode-se notar diferenças típicas de aspectos relacionados ao desenvolvimento em termos
Fo
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22 de ansiedade. Quanto mais cedo o diagnóstico de qualquer transtorno de ansiedade em crianças e
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23
24 adolescentes melhor é o seu prognóstico7. Um ponto a ser ressaltado diz respeito aos
25
26 instrumentos de avaliação para ansiedade existentes para crianças e adolescentes no cenário
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internacional, uma vez que, no cenário nacional algumas revisões apresentam resultados
iew

30
31 demonstrando a falta destes8,9.
32
33 Um estudo realizado na Coréia que teve o enfoque de revisar a literatura internacional
34
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35
sobre a medida da ansiedade em crianças e adolescentes foi realizado por Han10. Os estudos para
36
37
38 esta revisão foram identificados por pesquisas eletrônicas em uma das bases de dados mais
ly

39
40 abrangentes e amplamente utilizados, PubMed. A pesquisa foi limitada a artigos publicados em
41
42 inglês até dezembro de 2008. A autora utilizou os descritores “measure”, “anxiety” e “children”
43
44
45 selecionando 14 artigos originais. O estudo concluiu que, enquanto várias medidas de ansiedade
46
47 estão disponíveis, a seleção de abordagem de mensuração deve ser um processo interativo
48
49 baseado em rigorosa avaliação de provas de confiabilidade, e validação cruzada de ferramentas
50
51
52
em diferentes grupos etários, entre crianças e adolescentes. Foram dez instrumentos encontrados
53
54 e comparados no estudo, sendo esses: S‑R Inventory of Anxiousness; Multifactorial Scale of
55
56 Anxiety; STAI‑C; CMAS; R‑CMAS; Penn State Worry Questionnaire‑Children (PSWQ‑C);
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3 Physical Indicators Measuring Heart Rates; Drawings; Behar Preschool Behavior
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Questionnaire; Behavioral Rating Scale for Blood Sampling; Child Behavior Checklist (CBCL).
7
8 No contexto nacional, revisões atuais como de DeSouza et al8. que teve como objetivo,
9
10 recuperar artigos que continham instrumentos para a avaliação de sintomas ansiosos e
11
12
Transtornos de Ansiedade (TA) para qualquer faixa etária e Baptista e Soares9, que objetivaram
13
14
15 realizar uma revisão integrativa sobre ansiedade em crianças e adolescentes e instrumentos de
16
17 avaliação, por meio de consulta à base Scientific Electronic Library Online (SciELO), de 2002 a
18
19 2014, apresentam alguns instrumentos como os principais utilizados para avaliar a ansiedade em
Fo
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22 adolescentes e outras faixa etárias no Brasil.
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23
24 Os principais instrumentos encontrados pelas pesquisas acima citadas foram: o Inventário
25
26 de Ansiedade Traço-Estado11,12 (IDATE); a Escala de Ansiedade Infantil “O Que Penso e
ev

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Sinto”13 (RCMAS; Escala de Ansiedade de Hamilton14; o Inventário de Ansiedade de Beck15
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30
31 (BAI); a Escala de Ansiedade para Adolescentes16; State-Trait Anxiety Inventory (STAI-C)17;
32
33 Screen for Child Anxiety-Related Emotional Disorders (SCARED)18; e Childhood Anxiety
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35
Sensitivity Index (CASI)19.
36
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38 Pode-se notar um número considerável de instrumentos apresentados, entretanto, são
ly

39
40 poucos estudos nacionais e internacionais que discutem sobre propriedades psicométricas de
41
42 instrumentos de ansiedade para adolescentes20,21. Diante destas colocações o presente estudo se
43
44
45 propõem investigar a literatura internacional sobre o tema; instrumentos de avaliação da
46
47 ansiedade para adolescentes tendo a finalidade de apresentar os instrumentos mais utilizados e
48
49 suas propriedades psicométricas.
50
51
52
Desta maneira, considerando a relevância de pesquisas sobre os instrumentos de medida
53
54 de ansiedade em adolescentes, o atual estudo tem como objetivo investigar quais são os
55
56 principais instrumentos existentes no cenário internacional que avaliam a ansiedade em
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3 adolescentes, construtos associados e descrever as propriedades psicométricas dos principais
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instrumentos por meio de uma revisão integrativa na base Scopus (Elsevier) dos últimos 12 anos.
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Métodos
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Foi realizada uma revisão integrativa da literatura científica internacional sobre
13
14 instrumentos que avaliam ansiedade e suas manifestações em adolescentes. Para isso, foi
15
16 consultada a base de dados Scopus (Elsevier), a justificativa pela escolha desta se deve por ser a
17
18 maior base de dados de citações e resumos de literatura revisada por pares: revistas científicas,
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21 livros e conferências22. As palavras chaves utilizadas para a busca foram (Anxiety Scale OR
22
assessment OR instrument OR Test) AND (Anxiety Disorder OR Disorder, Anxiety) AND
rR
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25 Cognitive Dysfunctions AND (Adolescents OR Adolescence), entre 2006 e setembro de 2017.
26
ev

27
28 A próxima etapa prosseguiu com a investigação pela modalidade de busca de palavras em
29
iew

30 todos os campos da base de dados. Teve como critério de inclusão a utilização somente de artigos
31
32 originais que utilizaram uma escala de avaliação da ansiedade em inglês e de exclusão artigos
33
34
fora do tema, qualitativos, de revisão e com amostra adulta. Desta forma, as seguintes variáveis
On

35
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37 foram analisadas neste estudo: instrumentos, construtos associados a ansiedade, ano e descrição
38
ly

39 das propriedades psicométricas dos instrumentos que avaliam a ansiedade e suas manifestações.
40
41
42 Resultados
43
44
45 Em uma primeira pesquisa na base de dados foram encontrados 1.839 artigos. Como
46
47 prosseguimento foi feita a leitura de todos os resumos. Após esta leitura foram selecionados 57
48
49
50 artigos que primariamente atendiam aos critérios, dando assim, início a leitura integral. Após este
51
52 procedimento foram excluídos: 19 artigos que não tinham a ansiedade como enfoque principal ou
53
54 secundário; 05 artigos de revisão e 02 artigos com amostra adulta. Após este processo foi obtido
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3 um total de 3123-54 que compõem a amostra desta revisão. A figura 1 apresentada a seguir ilustra
4
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o diagrama de fluxo que delineou a estratégia de busca.
7
8 ------------INSERIR AQUI FIGURA 1-----------
9
10 Na variável instrumentos foi possível observar que apenas 8 estudos (25,80%) utilizaram
11
12
instrumentos de avaliação da ansiedade e suas manifestações. Os demais utilizaram instrumentos
13
14
15 que continham a ansiedade como um construto a mais de avaliação, e não o principal construto.
16
17 Foi encontrado um total de 20 instrumentos, que são apresentados na Tabela 1.
18
19 Tabela 1.
Fo
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21
22 Instrumentos de Avaliação da Ansiedade e suas Manifestações
rR
23
24 Instrumentos F %
25 The Child Behavior Checklist (CBCL) 5 14,56
26 Youth Self Report (YSR) 4 11,33
ev

27 Self Administrated Psychiatric Scales for Children and Adolescents (SAFA) 3 9,68
28 Schedule for Affective Disorders and Schizophrenia for School-Age Children-Present and Lifetime 3 9,68
29 version (K-SADS-PL)
iew

30 *Multidimensional Anxiety Scale for Children (MASC) 2 6,45


*Social Anxiety Scale for Adolescents (SAS-A) 1 3,22
31
*The Social Anxiety Scale for children-revised (SASC-R) 1 3,22
32 *Beck’s Anxiety Inventory (BAI) 1 3,22
33 *State and trait anxiety inventory for children (STAI-C) 1 3,22
34 * Screen for Child Anxiety‑Related Emotional Disorders (SCARED) 1 3,22
On

35 *The Revised Children’s Manifest Anxiety Scale (RCMAS) 1 3,22


36 Substance Use Risk Personality Scale (SURPS) 1 3,22
37 Short Version of the Intolerance of Uncertainty Scale (IUS-12) 1 3,22
38 The Children’s Negative Cognitive Errors Questionnaire (CNCEQ) 1 3,22
ly

39 The Positive and Negative Affect Scale for Children (PANAS-C) 1 3,22
40 The Behavioral Assessment System for Children—Second Edition (BASC-2) 1 3,22
Massachusetts Youth Screening Instrument—Second Version (MAYSI-2) 1 3,22
41
Temperament and Character Inventory (TCI) 1 3,22
42 The Trauma Symptom Checklist for Children (TSCC) 1 3,22
43 Fonte: Autores. * Instrumentos específicos de avaliação da ansiedade e suas manifestações utilizados em crianças e adolescentes
44
45
46
Como pode ser visto na Tabela 1, dos 20 instrumentos encontrados, poucos são os que
47
48 avaliam a ansiedade e suas manifestações como construto principal, havendo uma diversidade de
49
50 construtos conjuntamente avaliados. Dois instrumentos que avaliam comportamento, o CBCL
51
52 (14,56%) e o YSR (11,33%) foram os que apresentaram maior frequência, acompanhados do
53
54
55 SAFA (9,68%) que avalia condições psiquiátricas, e o K-SADS-PL (9,68%) para avaliar
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3 psicopatologias. As escalas que avaliam a ansiedade como construto principal foram: MASC
4
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(6,45%) que avalia a ansiedade de modo geral; SAS-A (3,22%) ansiedade social; SASC-R
7
8 (3,22%) ansiedade social; BAI (3,22%) ansiedade de modo geral; STAI-C (3,22%) ansiedade de
9
10 traço, SCARED (3,22%) ansiedade geral e RCMAS (3,22%) ansiedade geral.
11
12
A maioria dos estudos selecionados 23 (74,20%) teve outros construtos como enfoque de
13
14
15 pesquisa. Dentre as frequências dos múltiplos construtos avaliados segue a porcentagem que estes
16
17 surgem nos artigos recuperados: depressão (n=13; 23,21%), Transtorno de Déficit de Atenção e
18
19 Hiperatividade (TDAH) (n=09; 16,07%), problemas de comportamento e sintomas psiquiátricos
Fo
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22 (n=5; 8,93%), distúrbios do sono (n=4; 7,14%), inteligência, uso de substâncias e funções
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24 executivas (n=3; 5,36%) e, outros estudos que aparecem com uma frequência cada de 1,78%
25
26 (ideação suicida, personalidade, distúrbio temporomandibular, impulsividade, sensibilidade,
ev

27
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responsabilidade, inibição, distúrbio de conduta, internalização de problemas, déficits inibitórios
iew

30
31 e problemas motores).
32
33 No que diz respeito ao período de publicação dos artigos recuperados, este compreendeu
34
On

35
os anos de 2006 a 2017. Foi encontrado uma média de 3, 44 publicações por ano. Um fato a ser
36
37
38 ressaltado é a ausência de publicações do ano de 2006 a 2008 na base de dados pesquisada com
ly

39
40 os descritores utilizados e que atendiam aos critérios de inclusão e exclusão. Como pode ser visto
41
42 na Figura 2.
43
44
45 ------------INSERIR AQUI FIGURA 2-----------
46
47 Analisando a figura 2, pode-se perceber que há um crescente de publicações relacionadas
48
49 a ansiedade e instrumentos de avaliação a partir do ano de 2009 até 2013, no ano seguinte a um
50
51
52
declínio, e nos anos conseguintes a um novo crescente, em 2015 que diminui até o último ano de
53
54 pesquisa na base de dados. Como a pesquisa foi realizada até setembro de 2017, o número de
55
56 artigos neste ano pode ainda aumentar.
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3 Por fim, nenhum dos artigos buscou por parâmetros psicométricos das escalas e
4
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6
instrumentos encontrados no estudo. Logo, é alvo deste apresentar propriedades psicométricas
7
8 das escalas e ou instrumentos que avaliaram a ansiedade e suas manifestações nos artigos
9
10 recuperados. Vale ressaltar que o ano de construção das escalas variam entre 1970 a 2000. Desta
11
12
forma, segue respectivamente a descrição de propriedades psicométricas das escalas e
13
14
15 instrumento supracitados.
16
17 A MASC criada por March, James, Parker, Sullivan, Stallings e Conners53 tem como base
18
19 teórica os critérios do DSM-III para transtornos de ansiedade e avalia um amplo espectro de
Fo
20
21
22 sintomas comuns de ansiedade em crianças e adolescentes. A escala é do tipo Likert contendo 39
rR
23
24 itens divididos em 5 fatores, sendo estes: somático / autonômico (13 itens), medos e
25
26 preocupações (7 itens), medos sociais (09 itens), comportamento de evitação / abordagem (6
ev

27
28
29
itens) e ansiedade de separação (4 itens) e apresenta alpha de Cronbach de 0,91. Esta escala
iew

30
31 utilizou como plano de dados a análise de componentes principais com rotação varimax,
32
33 explicando 39,40% da variação53.
34
On

35
A Social Anxiety Scale for Adolescents (SAS-A) foi desenvolvida originalmente por Greca
36
37
38 & Lopez54 tendo como base os critérios do DSM IV para transtorno de ansiedade social, busca
ly

39
40 avaliar adolescentes entre 11 e 18 anos, sendo constituída por 22 itens divididos em três
41
42 subescalas (medo de avaliação negativa, medo em situações novas, e prevenção e aflição social),
43
44
45 e quatro itens complementares que refletem distúrbios sociais, desconforto e inibição mais
46
47 generalizados. Cada subescala é marcada de tal forma que as altas pontuações refletem maior
48
49 ansiedade social. Foi realizada a análise dos eixos principais com rotação varimax, a consistência
50
51
52
interna da escala é de 0,91. Os três fatores cada um com autovalores superiores a 1,0 juntos
53
54 representavam 60% da variância na SAS-A55.
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3 The Social Anxiety Scale for children-revised (SASC-R) desenvolvida por Greca &
4
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Stone56, tem como base de referência teórica os critérios diagnóstico de ansiedade social do DSM
7
8 III, sendo uma medida de auto relato de 18 itens utilizado com crianças e adolescentes de 7 a 18
9
10 anos e projetada para avaliar a ansiedade social. Esta escala inclui componentes de ansiedade,
11
12
evitação e angústia de avaliação social, específicos para novas situações ou colegas
13
14
15 desconhecidos, e geralmente experimentando evasão e angústia na companhia de colegas57. Os
16
17 itens são classificados em uma escala de tipo Likert de cinco pontos (1 = pouco acontece para 5 =
18
19 acontece todo o tempo) e distribuídos em três fatores sendo estes: medo de avaliação negativa,
Fo
20
21
22 medo em situações novas, e prevenção e aflição social. O alpha de Cronbach do SASC-R é de
rR
23
24 0,92, mostrando ótima consistência interna. Foi utilizada analise de componentes principal com
25
26 rotação varimax. Os três fatores juntos explicam 68,9 % da variância58.
ev

27
28
29
O Inventario de Ansiedade de Beck (BAI), tendo como base a ansiedade proposta por
iew

30
31 Beck, Steer e Brown59 foi desenvolvido neste mesmo ano para avaliar a intensidade dos sintomas
32
33 de ansiedade em pacientes deprimidos entre 17 e 80 anos. Selecionaram-se 21 itens que
34
On

35
refletissem somaticamente, afetivamente e fisiologicamente os sintomas característicos de
36
37
38 ansiedade, mas não de depressão. Foi utilizada a rotação varimax para esta escala, e obteve-se
ly

39
40 solução fatorial capaz de explicar 57,79% da variância total, tendo o instrumento apresentado
41
42 índices de precisão por alfa de Cronbach entre 0,83 e 0,92, em amostras não clínicas15.
43
44
45 O STAI‑C, desenvolvido por Spielberger et al.17 teve a Teoria da Ansiedade de Traço e
46
47 Estado como base teórica e é um dos inventários de auto relato mais utilizados que avaliam a
48
49 ansiedade em crianças de 9 a 12 anos de idade. Com base na forma adulta do instrumento
50
51
52 (STAI)60, o STAIC consiste em duas escalas de 20 itens cada uma unidimensional sendo: uma
53
54 escala de Estado, que mede as reações de ansiedade transitória a situações particulares, e uma
55
56 Escala de Traço, que mede uma predisposição estável para reagir ansiosamente e avalia sintomas
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3 somáticos independentemente da situação que um indivíduo está exposto. Spielberger et al.17
4
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6
examinou a consistência interna e teste-reteste para ambas as escalas STAIC entre 246 crianças
7
8 do ensino fundamental. O coeficiente de Cronbach para a STAIC de estado foi de 0,87 para
9
10 meninas e 0,82 para Rapazes. Para a escala STAIC de Traço, os alfas foram de 0,81 para meninas
11
12
e 0,78 para meninos. Foi utilizada rotação varimax explicando 41,0 % da variância total61.
13
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15 O Screen for Child Anxiety‑Related Emotional Disorders (SCARED), é um questionário
16
17 multidimensional que foi desenvolvido por Birmaher et al.18 para identificar sintomas de
18
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ansiedade em crianças e adolescentes de acordo com a classificação dos transtornos de ansiedade
Fo
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22 do DSM-IV-TR. Este questionário tem um total de 41 itens que dizem respeito à frequência dos
rR
23
24 sintomas da ansiedade em crianças e adolescentes de 9 a 18 anos e inclui cinco subescalas:
25
26 transtorno de pânico, transtorno de ansiedade generalizada, transtorno de ansiedade de separação,
ev

27
28
29 transtorno de ansiedade social e evasão escolar. Foi utilizada a análise de componentes principais
iew

30
31 com rotação Varimax. O instrumento total demonstra consistência interna, com coeficientes de
32
33 Cronbach de 0,96, porém, não foi padronizada em amostra brasileira. A rotação utilizada para
34
On

35
36
extração foi oblimin explicando 52,06% da variância.
37
38 Para a construção original da RCMAS realizado por Reynolds & Richmond62 foi utilizado
ly

39
40 como base teórica a ansiedade de Taylor63. Esta é uma escala de auto relato que avalia a
41
42
ansiedade em jovens com idades entre 6 e 19 anos sendo dividida em três subescalas: escala de
43
44
45 ansiedade fisiológica, escala de preocupação e a escala de ansiedade social, somando um total de
46
47 28 itens na escala. A RCMAS tem boa consistência interna, com Cronbach variando de 0,78, 0,83
48
49 e 0,85 em seus respectivos fatores e na escala total 0,89. Os autores utilizaram rotação promax
50
51
52 para extração que explica 52,6% da variação total64. No Brasil está escala foi padronizada por13
53
54 Gorayeb & Gorayeb (2008) com nome Escala de Ansiedade Infantil “O Que Penso e Sinto”.
55
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3 Discussão e Conclusão
4
5
6
Dos instrumentos encontrados nos estudos recuperados a BAI, MASC, RCMAS avaliam a
7
8 ansiedade de forma geral, SCARED avalia uma série de transtornos específicos da ansiedade
9
10 como: social, ansiedade generalizada entre outros e o STAI-C ansiedade de traço e estado. A SAS
11
12
e SASC ansiedade social. Pode-se notar que a maioria dos instrumentos avaliam a ansiedade
13
14
15 geral, social e de separação na faixa etária adolescente8,9,10. Percebe-se também que em maior
16
17 parte, os instrumentos enfocam aspectos somáticos, entre eles encontra-se BAI, MASC, RCMAS
18
19 e SCARED, esses aspectos dizem respeito a sintomas fisiológicos relacionados a ansiedade
Fo
20
21
22 patológica, a SAS e SASC avaliam questões relacionadas ao aspecto de convívio do indivíduo,
rR
23
24 tendo ambas, os itens relacionados a fatores cognitivos associados ao contexto social.
25
26 Dos 7 instrumentos apresentados neste estudo que avaliam a ansiedade e suas
ev

27
28
29
manifestações, a MASC, SAS-A, SASC-R, SCARED tem o DSM III e IV como base teórica, a
iew

30
31 BAI, o conceito de ansiedade proposto por Beck, Steer & Brown59, o STAI-C, a Teoria da
32
33 Ansiedade de Traço e Estado e a RCMAS, com a teoria da ansiedade de Taylor63. A partir disto,
34
On

35
nota-se que todos os instrumentos foram desenvolvidos há décadas o que leva a pensar que a
36
37
38 noção de ansiedade tenha mudado no decorrer deste tempo, principalmente quando se trata do
ly

39
40 DSM e suas modificações. Outro ponto, é não ter uma teoria única de base dos instrumentos
41
42 desenvolvidos apresentados neste estudo. Nota-se que somente SCARED não é no formato Likert
43
44
45 por ser um questionário multidimensional e todas as outras são, o que apresenta uma presença
46
47 maior de escalas de auto relato para rastreio da ansiedade em adolescentes.
48
49 Os resultados mostraram um número maior de instrumentos que avaliam a ansiedade e
50
51
52
construtos relacionados em comparação a instrumentos que avaliam somente a ansiedade. Desta
53
54 forma, a compilação de informações sobre construtos associados e estudados com a ansiedade,
55
56 pode ser valiosa para a identificação e compreensão do problema na evolução da manifestação
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3 psicológica da ansiedade10. Este estudo discuti para além dos problemas consequenciais da
4
5
6
ansiedade em adolescentes e instrumentos que a avaliam, os principais construtos mais
7
8 relacionados e avaliados com a ansiedade. Este é um ponto de além de diferencial, importante,
9
10 sendo que a ansiedade é uma patologia com múltiplas manifestações e comorbidades, assim,
11
12
apontar construtos relacionados apresentados por pesquisas atuais, auxilia estudos futuros e o
13
14
15 entendimento clínico avaliativo da ansiedade no público infanto-juvenil.
16
17 Se tratando dos construtos relacionados com a ansiedade estudados pelas pesquisas
18
19 recuperadas, o presente estudo vai ao encontro de alguns existentes no cenário internacional, que
Fo
20
21
22 demonstram a depressão como o construto mais relacionado aos transtornos ansiogênicos, padrão
rR
23
24 também encontrado na literatura nacional8,9. Além da depressão, mas não com a mesma
25
26 frequência, outros construtos como: impulsividade, sintomas psiquiátricos, TDAH, obesidade,
ev

27
28
29
anorexia entre outros também são relacionados à ansiedade na literatura internacional o que se
iew

30
31 dirige ao encontro deste estudo65-67.
32
33 Por ser a depressão o construto mais estudado encontrado neste e em outros estudos
34
On

35
internacionais e nacionais, há décadas já se estuda a relação existente entre ansiedade e
36
37
38 depressão. Alguns autores discutem uma relação ortogonal entre os construtos, porém, outros
ly

39
40 autores demonstram em suas publicações desde um único modelo que explica a ansiedade e a
41
42 depressão, até modelos que demonstram a depressão secundaria nos transtornos ansiosos e
43
44
45 distúrbios da ansiedade secundários a distúrbios depressivos68,69. Não diferente a impulsividade
46
47 relacionada a ansiedade em adolescentes tem se mostrado como importante fator de risco para o
48
49 desenvolvimento de distúrbios de ansiedade, TDAH e distúrbios do uso de substâncias70. Como
50
51
52
pode ser notado as comorbidades mais frequentes com a ansiedade encontrada neste presente
53
54 estudo e em outros apresentam um padrão de inter-relação, sendo fatores de risco para a faixa
55
56 etária adolescente.
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1
2
3 Pode ser concluído desta forma, a partir das discussões deste estudo, que as múltiplas
4
5
6
representações ou manifestações da ansiedade apresentam menos interesse em estudos
7
8 internacionais na base de dados estudada para a faixa etária adolescente, comparado a
9
10 sintomatologia clássica. Outro ponto, diz respeito aos poucos instrumentos encontrados que
11
12
avaliam a ansiedade em adolescentes no cenário internacional, e dentre os encontrados, estes
13
14
15 avaliam poucos tipos de manifestações relacionadas a ansiedade nesta etapa específica do
16
17 desenvolvimento, o que aponta para uma lacuna na falta de instrumentos para avaliar a ansiedade
18
19 em adolescentes.
Fo
20
21
22 Tal constatação abre espaço para construção de novos instrumentos que visem avaliar a
rR
23
24 ansiedade na adolescência e ou período infanto-juvenil, e suas formas de transtornos e
25
26 manifestações. Apesar de existir instrumentos que avaliam manifestações ansiogênicas, nota-se a
ev

27
28
29
falta de específicos para a avaliação do componente cognitivo da ansiedade e sintomas
iew

30
31 somáticos/vegetativos. Partindo disso, novos estudos devem ser realizados para demonstrar quais
32
33 representações ou manifestações da ansiedade são mais nocivas a faixa etária adolescente,
34
On

35
buscando também discutir as diversas representações e prejuízos da ansiedade na adolescência,
36
37
38 para melhor compreensão teórica, avaliativa e clínica.
ly

39
40 Referências
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