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Ética pastoral

O que é ética pastoral?

É o conjunto de princípios
e normas, biblicamente
fundadas, que servem para
nortear a vida pessoal e
ministerial do pastor.
Diz respeito ao pastor como pessoa
em relação:
 A si mesmo;
 À sociedade;
 À família;
 A líder/servo de Deus;
 Sua igreja;
 Sua denominação;
 Sua comunidade.
A razão do pastor precisar de
padrões éticos:
 Por ter que tomar decisões morais, todo dia, e
precisar ajudar a outros.

 Para desenvolver habilidades na tomada de


decisões morais, o pastor precisa de
compreender o papel das virtudes para o caráter,
e o lugar dos valores na conduta, e a maneira de
desenvolver integridade através da visão
moral.
O livro para tomada de decisões
morais: A Bíblia Sagrada
A fim de aplicar a Escrituras
Sagradas e seus ensinos
éticos, é mister que haja
competente exegese e sã
hermenêutica.
Uma temática de ética pastoral
Qual seria uma temática ou agenda de
reflexão sobre Ética Pastoral?
• O pastor diante de assuntos
não específicos
•Por que cuidar da ética
pastoral: uma realidade
constrangedora
1. Ética pessoal do pastor;
1. O chamado do pastor
2. A saúde do pastor

Emocional;
Física;
Intelectual;
Espiritual.
3. Uma ética de compromisso

•O pastor há de ser
irrepreensível;
•O cuidado com a vida
financeira e econômica;
•Integridade moral.
2. O pastor e sua família
2.1. Como marido e pai;
2.2. Deveres em relação à esposa,
superando as fontes de estresse na
família do pastor. A intimidade no
casamento.
2.3. Deveres em relação aos filhos;
2.4. O sustento da família;
2. O pastor e sua família
2.5. Desenvolvimento espiritual de
todos da família;
2.6. Compreender o lugar e o papel da
esposa do pastor;
2.7. Privacidade da família do pastor;
2.8. “Humanidade” da família do
pastor.
3. Relações éticas com a igreja
local
3.1. Convite e pastorado
•Convite para o pastorado;
•Relações com seu antecessor;
•Relações com seu sucessor;
3.2. Serviço fiel
• Aspectos dos encargos pastorais;
• Excelência e integridade; na vida,
na pregação, no ensino, no decoro
do púlpito, na visitação, no
aconselhamento, na
administração, etc.
4. O pastor e seus colegas ou a
comunidade pastoral
4.1. A pessoa e o nome dos
colegas;
4.2. A igreja dos colegas;
4.3. O ministério dos colegas;
4.4. A cooperação com a
comunidade pastoral.
5. O pastor e a denominação
5.1. Pertencer à denominação por
convicção;
5.2. Participar na vida denominacional;
5.3. Zelar pelo bom nome da denominação;
5.4. Crítica responsável da denominação;
5.5. Lealdade à denominação;
5.6. Rompimento com a denominação.
6. O pastor e as relações inter-
denominacionais
6.1. Afirmação de identidade, sem
hostilidade;
6.2. Diálogo “dialógico” ou
“dialético”?
6.3. Respeito às convicções dos
outros e defesa da liberdade da fé.
6.4. Verificar as causas comuns
em que é recomendável a cooperação:
• Oração;
• Busca de integridade de excelência;
• Obra social;
• Obra educacional;
• Projetos de saúde pública;
• Campanhas de distribuição das Escrituras;
• Luta em favor da liberdade de culto.
7. O pastor e a comunidade
7.1. Isolamento, imersão ou participação crítica e
responsável;
7.2. Deveres de cidadania;
7.3. Funções ou tarefas na sociedade;
7.4. Eventos da comunidade;
7.5. Intervenção em programas de reforma social;
7.6. Ação política apartidária;
7.7. O pastor como referência moral na sociedade.
Conclusão:
Que o Senhor nos habilite a que
sejamos homens de integridade,
firmeza, dignidade e sabedoria,
vivendo como bênção para a
família, a igreja, a sociedade e nossa
denominação, marcada nossa vida e
conduta por elevada qualidade ética e
espiritual. Amém.