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UÇOES

BÍBLICAS
PARA A ESCOLA DOMINICAL E CULTO DOMÉSTICO

i
AS NOVAS REVISTAS DA ESCOLA
DOMINICAL ESTÃO CHEGANDO!
VOCÊ VAI GOSTAR!
O Conselho Administrativo da Casa Publicadora das Assembléias de Deus,
demonstrando sua visão espiritual e sua preocupação por u ’a maior e mais pro­
funda edificação espiritual do nosso povo, iniciou em 1979, através do Diretor
da CPAD, o desenvolvimento de um novo plano de revistas da Escola Domini­
cal e o devido m aterial de apoio, consoante o crescimento da obra de Deus no
nosso país.
4

O NOVO PLAN O
O plano em execução abrange seis revistas da Escola Dominical, sendo a re­
formulação das três ora em circulação, e três outras totalm ente novas. Para
cada revista haverá o m anual do aluno e o do professor. É isso que todo mundo
está pedindo e esperando da nossa igreja. As seis revistas são:
• Minha Revistinha. Para 4 e 5 anos de idade.
• Amigos de Jesus. Para 6 a 8 anos.
• Estudando a Bíblia. Para 9 a 11 anos.
• Mensageiros da Fé. Para 12 a 14 anos.
• V encedores. P ara 15 a 17 anos.
• Lições Bíblicas. Jovens e Adultos. Para acim a de 18 anos.

O LANÇAM ENTO
O lançam ento 3e dará por etapas, de acordo com as possibilidades da Casa
Publicadora, enquanto se fará tam bém intensa comunicação com os pastores,
igrejas, professores e demais obreiros vinculados à Escola Dominical, sobre
como utilizar o novo plano, seja qual for o tam anho da escola local.

A Q U A LID A D E D O M A TERIA L
O plano é estritam ente bíblico e desenvolvido sobre bases pedagógicas, re­
querendo um considerável volume de mão de obra, cooperação, e oração. A
Casa Publicadora roga as orações de todo o povo de Deus nesse sentido, inclusi­
ve porque a equipe de trabalho do D epartam ento de Escola Dominical da
CPAD é ainda dim inuta para tão vultosa tarefa, especialm ente em se tratando
de m aterial educativo. Fiquem os Srs. pastores seguros de que as novas revistas
manterão a linha tradicional conservadora de doutrinas e princípios observados
pela nossa denominação.
OUTUBRO-DEZEMBRO DE 1980

O utubro
5 - As origens da B íb lia.......................................................................... 3
12 - A Bíblia - Infalível Palavra de D eus............................................. 8
19 - A inspiração da Bíblia....................................................................... 13
26 - A Bíblia - O alimento espiritual..................................................... 18

Novembro
2 - A Bíblia - O livro que produz vida................................................ 23
9 - A Bíblia - O livro da verdade.......................................................... 28
16 - A Bíblia - O livro missionário......................................................... 33
23 - Como estudar a B íb lia ..................................................................... 38
30 - A Bíblia - O manual do cristão...................................................... 42

Dezembro
7 - O Espírito Santo e a B íblia............................................................. 47
14 - A Bíblia - O livro dos livros...............................................................52
21 - A Bíblia - O livro que revela C risto.............................................. 56
28 - A Bíblia - O livro que permanece...................... .......................... 60

LIÇÕES
tlftll IfiAll
Para escolas dominicais e cultos domésticos/4Vtri/1980
COMENTÁRIO DE GEZIEL GOMES
T íu v íc t a A n ifo / lâ r \ n ]o

CASA PUBLICADORA DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS


PRESIDENTE DO CONSELHO ADMINISTRATIVO: Luiz B e­
zerra da Costa
DIRETOR EXECUTIVO: Custódio Rangel Pires
DIRETOR DE PUBLICAÇÕES: Abraão de Almeida
Departamento de Escola Dominical
Diretor: Antonio Gilberto
Pedidos: E strada Vicente de Carvalho, 1083 - 21210 - Caixa Pos­
tal, 20.022 (20600) Rio de Janeiro, RJ- - Tels. 391-4336 e 391-4535.
A BÍBLIA - O LIVRO DA IGREJA
A B íblia é a revelação de Deus à humanidade. E sta é a mais
curta definição canônica da Bíblia. E sta posição para com a
B íblia é de capital im portância para o êxito no seu estudo. Sendo
a B íblia a revelação de Deus, ela expressa a vontade de Deus. Ig­
norar a B íblia é ignorar essa vontade.
Declarou corretam ente certo autor anônimo: "A B íblia é
Deus falando ao homem; ê Deus falando através do homem; é
Deus falando como homem; é Deus falando a favor do homem;
mas é sem pre Deus falando!”
Tudo o que Deus tem preparado para o homem, bem como o
que Ele requer do homem, e tudo o que o homem precisa saber
espiritualm ente da parte dele quanto d sua redenção e felicidade
eterna, está revelado na Bíblia. Tudo o que o homem tem a fazer
é tom ar a Palavra de Deus e apropriar-se dela pela fé em Jesus.
O homem deve ler a B íblia para ser sábio, crer na B íblia para
ser salvo, e praticar a B íblia para ser santo.
Saiba-se que conhecemos de fato a Deus, não prim eiram ente
estudando a Bíblia, mas am ando-0 de todo o coração e crescendo
em comunhão com Ele (1 Jo 4.7; Jo 14.21,23). Ê nulo o conheci­
m ento espiritual destituído de fé (Hb 4.2.)
A Palavra de Deus é destinada ao coração (para ser am ada), e
d m ente (para ser estudada, entendida), H b 10.16.
O plano de Deus para o crente é que o m esm o tendo uma vez
conhecido a verdade salvadora, prossiga a té o pleno conhecimen­
to dela (1 Tm 2.4; Pv 9.9.)
Que neste trim estre, cada aluno da Escola Dom inical apro­
funde-se m ais e m ais na comunhão com Deus ao m editar na viva
e eficaz Palavra de Deus.
AG
5 de outubro de 1980 LIÇÂO
f l

As origens da Bíblia
VERDADE PRATICA Vivemos TEXTO ÁUREO "Para sempre,
rodeados de livros que nos ensi­ ó Senhor, a tua palavra permane­
nam preciosas lições para a vida ce no céu”. SI 119.89.
material, contudo, é na fííblia que
encontramos a legítima procedên­
cia de uma mensagem para a vida
eterna.
LEITU RA S D IÁ RIA S

S eg u n d a, 29 set - -Jr 36.1-8. Quinta, 2 out - Jo 20.29-31.


Deus Ordenou a Escritura do A Finalidade Principal da P a­
Seu Livro lavra de Deus
T e rç a , 30 set - I Pe 15.13-15. Sexta, 3 out - Dt 17.18-20.
A N ecessidade do Conhecimen­ A L eitu ra Que E nriquece a
to da P alavra Alm a
Q u a rta , 1 out - Is 55.10-13. Sábado, 4 out - Jo 5.37-40
Efeitos do Conhecimento da P a ­ O Livro Que Testifica de Jesus
lavra

LEITURA EM CLASSE
Lc 1.1-4; J r 1.9-12

Lc 1.1 - Tendo pois m uitos em preendido pôr em ordem a n arra ção


dos fatos que en tre nós se cum priram ,
2 - Segundo nos tra n sm itira m os mesmos que os presenciaram
desde o princípio, e foram m inistros da p alav ra,
3 - Pareceu-m e tam bém a mim conveniente descrevè-los a ti, ó
excelente Teófilo, por sua ordem, havendo-m e já inform ado m inu­
ciosam ente de tudo desde o princípio,
4 - P a ra que conheças a certeza das coisas de que jás está s infor­
mado.
Jr 1.9 - E estendeu o Senhor a sua mão, e tocou-me na boca; e dis­
se-me o Senhor: Eis que ponho as minhas palavras na tua boca.
10 - Olha, ponho-te neste dia sobre as nações, e sobre os reinos,
para arrancares, e para derribares, e para destruíres, e para arrui­
nares; e também para edificares e para plantares.
11 - Ainda veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: Que é que
vês, Jeremias? E eu disse: Vejo uma vara de amendoeira.
12 - E disse-m e o Senhor: Viste bem; porque eu velo sobre a m i­
nha palavra para a cumprir.

COMENTÁRIO res: Céu, Terra e Inferno. Abrange


três povos: judeus, gentios e Igreja
INTRODUÇÃO de Deus. Ela fala de dois destinos
O tem a geral deste trim estre éeternos: salvação e perdição e UM
a Bíblia, o livro por excelência. O Salvador poderoso: Jesus Cristo.
historiador César Cantu afirmou: 3. Singular por aquilo que
“A Bíblia é o livro de todos os sé­ produz. Nenhum outro livro, em
culos, de todos os povos e de todas todo o Universo, se parece com a
as idades” . A rainha Vitória disse: Bíblia, inclusive em seus resulta­
“A Bíblia é o segredo da grandeza dos. Ela é capaz de santificar (Jo
da Inglaterra.” 17.17), fortalecer (SI 119.28), es­
clarecer (SI 119.30), regenerar (I
I. A BÍBLIA, UM LIVRO SIN ­ Pe 1.23), limpar (Jo 15.3) e vivifi­
GULAR car (Jo 6.63).
1. Singular por aquilo que é Bendito seja o Senhor por tão
em si mesma. A Bíblia divide-se maravilhosa Palavra! -
em duas partes: Antigo e Novo
Testamentos. O AT foi escrito an ­ I I . Q U E M E S C R E V E U A
tes de Cristo e o Novo depois de BÍBLIA?
sua morte. Foi o primeiro livro im ­ Homens inspirados por Sata­
presso no mundo, em 1452. É o li­ nás náo a escreveram. É fácil
vro mais traduzido e o de maior constatar que de maneira alguma
circulação. Foi escrito por cerca de Satanás poderia ter inspirado ho­
40 diferentes homens, ao longo de mens a escreveram a Bíblia, o li­
16 séculos. vro que fala de sua natureza má,
2. Singular por aquilo que perversa, cruel e iníqua; que fala
afirma. A Bíblia é a revelação ob­ de sua punição eterna, ao mesmo
jetiva de Deus. Da pessoa, dos tempo que exalta a bondade, a
atributos, da natureza, do pensa­ justiça e a misericórdia de Deus.
mento e da ação de Deus. Ela fala 2. Homens enganadores ou
essencialmente de quatro pessoas: enganados náo a escreveram. A
Pai, Filho, Espírito Santo e S ata­ mensagem da Bíblia é tão subli­
nás. Ela envolve acontecimentos me, tão justa e tão gloriosa que ja ­
que se relacionam com três luga­ mais poderia ter sido fruto da ima-
4
ginação de homens embusteiros e que não seja de meditação, posto
enganadores. M uitos modernistas que não são meras palavras hum a­
afirmam que a Bíblia foi escrita nas, mas do Espírito Santo. Cle­
por um grupo de homens que se mente de Roma. no ano 91 a.D.
enganaram com as superstições e a afirmou: “As Escrituras são as
literatura antigas e compuseram a verdadeiras palavras anunciadas
Bíblia, identificando-a com uma pelo Espírito Santo” , e João Cri­
revelação divina. Mas as profecias sóstomo asseverou: “Não há nada
da Bíblia são tão autênticas e o nas Escrituras que não careça de
testem unho de Jesus é tão expres­ im portância” .
sivo que tão grotesca teoria é su­ Este tam bém é o seu compor­
m ariam ente aniquilada. tam ento para com a Palavra de
As luzes que em anam da P ala­ Deus?
vra são inconfundivelmente belas
e cristalinas. Tão fulgurantes que /I I I . COMO SE FO RM O U A
não admitem qualquer desvio de BIBLIA?
pensamento ou alteração da ver­ A Bíblia foi escrita por prínci­
dade: A BÍBLIA É UM LIVRO pes (Moisés), soldados (Josué),
DIVINO. reis (Salomão), fazendeiros (A­
3. A Bíblia foi escrita por ho­i mós), funcionários públicos (M a­
mens inspirados pelo Espírito teus), médicos (Lucas), copeiros
Santo. O Espírito Santo é Deus. E (Neemias) e outros. Mas, como foi
somente Deus poderia inspirar a ela escrita.?— ---------- -----------'
Bíblia. As profecias foram inspira­ O texto bíblico foi originalmen­
das por Deus porque Deus vê o fim te escrito em papiro e pergaminho.
antes do princípio (SI 90.2). Os ti­ Existem referências a esses m ate­
pos e símbolos da Bíblia foram d a ­ riais em Êx 2.3; Is 18.2; Jó 8.11
dos por inspiração divina porque o etc. Os livros eram escritos antiga­
antítipo - JESU S - “é o verdadei­ mente em formato de rolos. Cada
ro Deus e a vida eterna” , I Jo 5.20. livro da Bíblia era um rolo separa­
Antigo e Novo Testam entos se do.
completam e se harmonizam de Não existem mais os m anuscri­
tal maneira que somente Deus po­ tos originais, que saíram das mãos
deria fazer tal coisa. dos escritores sagrados. Certa­
A expressão “ dadas por inspi­ m ente Deus perm itiu que tal
ração de D eus” é um a só palavra acontecesse (uns se perderam, ou­
na língua grega: THEOPNEUS- tros foram destruídos proposital-
TOS e significa “exalado por mente), porque evitou a terrível
D eus” . Em At 1.16 lemos: “A E s­ possibilidade de haver uma adora­
critura que o Espírito Santo pre­ ção aos manuscritos.
disse pela boca de D avi” . Em At Os textos em língua original
28.25 está escrito: “Bem falou o que atualm ente são consultados
Espírito Santo a nossos pais pelo pelos tradutores e pesquisadores
profeta Isaías.” são reproduções das cópias dos ori­
Não há um a só frase na Bíblia ginais. No ano de 1947, próximo ao
M ar Morto, foi descoberto um m a­ V. COMO A BÍBLIA CHEGOU
nuscrito do profeta Isaías, escrito ATÉ NÓS?
em hebraico e datado do ano 100 Já vimos que no tempo em que
a.C. Certam ente é um dos maio­ o Senhor Jesus veio a este mundo,
res tesouros que a hum anidade a B íblia Ju d aica com preendia
possui atualm ente, em questão de apenas o Antigo Testam ento, a sa­
manuscritos da Bíblia Sagrada. ber: o Pentateuco, os livros histó­
M uitos outros fragmentos têm ricos, os livros proféticos e os livros
sido encontrados, ao longo dos poéticos. Os escritos sagrados não
anos. tinham prim itivam ente pontua­
ção. Somente, no século IX foram
IV. O CÂNON SAGRADO A U ­ adotados o ponto de interrogação e
TENTICADO POR JESU S. a vírgula.
No vocabulário eclesiástico, a
palavra cânon significa a coleção Nos primeiros anos da Igreja o
dos livros considerados de inspira­ N T dividia-se em Evangelhos,
ção divina, os quais compõem o Epístolas, Atos, e Apocalipse. A
atual texto da Bíblia Sagrada e versão latina conhecida por Vulga­
sobre os quais repousa a bênção da ta foi a primeira que apareceu di­
autoridade do próprio Deus, Jr vidida em capítulos, num trabalho
1 . 12 . provavelmente de autoria do Car­
deal Hugo de Saint-Chair.
Nas Bíblias usadas pela Igreja O texto hebraico foi dividido
Católica, há os 66 livros canônicos em capítulos por M ardoqueu
e mais alguns livros e acréscimos, N athan, em 1445. A divisão em
reconhecidos como apócrifos. A versículos do N T foi adotada pelo
palavra cânon corresponde ao impressor francês Robert Stevens,
hebraico qãneh (Ez 40.3) e signifi­ na edição de 1551.
ca instrum ento de medir. O cânon
do AT, na era anterior aos apósto­ A Sociedade Bíblica Britânica e
los, dividia-se em Lei, Profetas e E strangeira foi organizada em
Escritos. 1804 com a finalidade de im pri­
mir, traduzir e distribuir a Bíblia
Nós aceitamos o cânon do AT na Inglaterra e no mundo inteiro.
porque o Senhor Jesus colocou A Sociedade Bíblica do Brasil foi
sobre ele o selo de sua autoridade, organizada em 1948. A primeira
Jo 5.39,45-47; Lc 24.27,44,45; M t edição completa da Bíblia em por­
5.17,18. Recorde-se que cada um tuguês foi preparada pelo tradutor
dos autores do N T alude ao AT João Ferreira de Almeida, obreiro
com freqüentes citações. da Igreja Reformada das Índias
Orientais, em Java. Almeida tra ­
Existem no N T 190 referências duziu todo o Novo Testam ento e o
ao Pentateuco, 101 aos Salmos, Antigo, até Ez 48.21.
104 ao profeta Isaías e 30 aos pro­ A tualm ente existem várias
fetas menores, num total de 425 versões da Bíblia em nosso idio­
referências. ma.
Devemos glorificar a Deus e 3. Segundo o comentário, quais
render-Lhe graças porque chegou são os três povos a que se rela­
até nós a Palavra viva, a Palavra ciona a Bíblia?
da verdade. E não somente chegou 4. Classifique a profissão de cada
até nós, mas podemos espalhá-la a um dos escritores da Bíblia.
um a geração que perece. 5. Quais os tipos de m ateriais u ti­
“Para sempre, ó Senhor, a Tua lizados no passado, na escrita
Palavra permanece no céu” , SI da Bíblia?
119.89. 6. Que m anuscrito im portante foi
descoberto em 1947, próximo ao
QUESTIONÁRIO m ar morto?
7. Que significam as palavras câ­
1. Qual foi o primeiro livro im pres­ non e apócrifo?
so no mundo? Em que data? 8. Quem preparou a primeira edi­
2. Quantos homens foram inspira­ ção da Bíblia em Português?
dos por Deus, para escrever a
Bíblia?

COLEÇÃO DE ENSINO TEOLÓGICO


São oito livros recomendados pelo Conselho de Doutrina da
Convenção Geral para a sua formação teológica e edificação espi­
ritual. Contém esta coleção: Síntese Bíblica do VT, Síntese
Bíblica do NT, Teologia Sistemática, Noções de Homilética, He-
resiologia, Evangelismo Pessoal e Teologia Pastoral.
Peça hoje mesmo à CPAD. Você pagará apenas Cr$ 680,00.
As despesas do Correio correrão por nossa conta. Não mande di­
nheiro agora.

t VHMÇlLtSmO
P f S SOAI

VA K 7 Ä
2 LIÇÀO
12 de outubro de 1980

A Biblia - Infalível
Palavra de Deui
VERDADE PRÁTICA Quando TEXTO ÁUREO “E provaram a
somos guiados pelos registros de boa palavra de D eus”, Hb 6.5a.
inspiração humana, somos tão fa ­
lhos quanto eles, mas uma vez di­
rigidos pela Palaura de Deus - a
Bíblia - temos a certeza de estar
trilhando o verdadeiro caminho.
LEITURAS DIÁRIAS

Segunda, 6 out - Ef 6.17-20 Quinta, 9 out - M t 5.17-20


O Instrum ento Usado pelo E spí­ Toda a E scritura Terá o Seu
rito Santo Cumprimento
Terça, 7 out - I Rs 8.54-58 Sexta, 10 out - D t 4.1-6.
A P alavra D igna de Confiança A P a la vra Sagrada, D t 4.1-6
Quarta, 8 out - SI 111 Sábado, 11 out - Ne 8.8-12
Todos os Seus P receitos São A P a la vra Que Produz A legria
Fiéis

LEITURA EM CLASSE
Hb 4.12; At 4.31; Is 40.8; I Pe 1.25; Hb 6.5.

Hb 4.12 - Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e m ais pene­


trante do que espada alguma de dois gum es, e penetra até à divisão
da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir
os pensamentos e intenções do coração.
At 4.31 - E, tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reuni­
dos; e todos foram cheios do Espírito Santo, e anunciavam com ou­
sadia a palavra de Deus.
Is 40.8 - Seca-se a erva e caem as flores, mas a palavra de nosso
Deus subsiste eternamente.
I Pe 1.25 - Mas a palavra do Senhor permanece para sempre; e
esta é a palavra que entre vós foi evangelizada.
Hb 6.5 - E provaram a boa palavra de Deus, e as virtudes do sé­
culo futuro.

COMENTÁRIO 4. Ele referiu-se especifica­


mente aos profetas, M t 13.14 e
INTRODUÇÃO disse que os fariseus erravam por /
“Nunca, como hoje, o mundo não conhecerem as Escrituras, M t '
cansado tem sentido tan ta neces­ 22 .29 . C -.
sidade da mensagem que só a Paulo falou do caráter di- ,
Bíblia pode dar às nações m utila­ vino da Escritura, II Tm 3.15,16. '
das pela angústia, ódio e malícia” . 6. Pedro fez menção da eter­
Tais palavras, escritas pelo ex- nidade da Palavra de Deus, I Pe
presidente norte-americano Harry l I.25, e de sua divina inspiração, II
Trum an, nos ajudam a entender ■ Pe 1.21. Tiago referiu-se ao poder
que a autoridade sobrenatural da salvador da Palavra. Tg i .z i .___ _j_
Escritura decorre do fato de ser ela 7. João asseverou o caráter
um livro infalível. v iv ific a d o r da P a la v r a , J o '
Deus deu ao mundo um livro 20.30,31 e o autor da Carta aos
infalível, escrito ao longo de 16 sé­ Hebreus escreveu; “A boa palavra
culos, por cerca de 40 autores, con­ de Deus...” “ ...é viva e eficaz, e
tendo 66 livros, originalmente re­ mais penetrante do que espada al­
digidos em hebraico, aramaico e guma de dois gumes, e penetra até
grego. à divisão da alma e do espírito” ,
Estudaremos durante esta se­ Hb 6.5a; 4.12.
mana algumas provas da infalibi­
lidade da Bíblia. II. O T E S T E M U N H O D A S
PROFECIAS
I. O TESTEMUNHO DE JE­ Este é um dos mais sólidos e
SUS E DOS APÓSTOLOS maravilhosos argumentos da infa­
Jesus mencionou as Escrituras libilidade das Escrituras Sagra­
de um a maneira muito pessoal e das. Centenas de profecias conti­
objetiva. das na Bíblia, especialmente no
1. Ele citou textos específicos AT têm tido seu literal cumpri­
aos seu s in te r lo c u to r e s, M t mento, de modo que não existe
22.31,32; Lc 21.22; Mc 10.6. qualquer margem de dúvida ou de
2. Ele aludiu à antiga divisão hesitação. Observemos tão-somen­
do AT, Lc 24.27,32. - te, por carência de espaço, algu­
3. Ele usou as Escrituras: ! mas profecias e seu respectivo
como base de sua pregação e de cumprimento.
seu ensino, Lc 4.16-19; 24.27; m en­ 1. P rofecias a respeito da
cionou o caráter divino das sagra­ pessoa de Jesus.
das letras, dando-as como im utá­ a. O lugar de seu nascimento,
veis. Mc 7.13; Jo 10.35; M t 24.35. Mq 5.2; M t 2.1.
b. Seu nascimento de uma vir­ ga cidade de Tiro, Ez 26.3,4,7,8,
gem, Is 7.14; M t 1.18-25. 12,14,21. _
c. Sua condição de filho de Da­ g. A respeito da cidade de Ní-
vi, II Sm 7.16; M t 1.1. nive. Na 1.8,10; 2.6; 2.10,13; 3.19.
d. Sua entrada triunfal em Je­ h. A respeito do Egito, Ez 29 e
rusalém, Zc 9.9; M t 21.1-10. 30.
e. Seu sofrimento e morte, Is O verdadeiro historiador da
53; SI 22; Mt 26 e 27. nação israelita é o Espírito Santo.
f. Sua ressurreição e ascensão, Ele aponta na Escritura o passa­
Os 6.2; SI 16.10; 24.7; Lc 24.1-12. do, o presente e o futuro do povo
g. Seu ministério de milagres, judeu, com impressionante exati­
Is 35.5; M t 9.35; Jo 5.5-9. dão. Quando Frederico, o Grande,
2. Profecias a respeito de Is­chamou seu capelão para uma en­
rael trevista e lhe perguntou qual a
a. O cativeiro de Judá e seu re­ maior prova que ele lhe poderia
torno, Jr 31.35,36; 25.9-12; Dn apresentar da infalibilidade da
9.1,2. Bíblia, o capelão respondeu: “O
b. O restabelecimento de Israel povo judeu, m ajestade.”
como nação, Ez 11.17; 36; 37; Is Cada servo de Deus deveria to­
60.9. i mar tempo com a leitura, o exame
c. Os reis de Israel procedendo e a meditação das profecias bíbli-
de Judá, (ln 49.10. \ cas, porque isto nos fortalece cada
d. Os 400 anos no Egito, Gn /vez mais e aprofunda a convicção
15.13. / de que a Bíblia é, em verdade, a
e. A manutenção de sua identi­ / perfeita, poderosa e infalível Pala-
dade nacional, Rm 4.17,18. l vra de Deus. Aleluia!
(íraças a Deus pela fidelidade
absoluta de Sua bendita Palavra! III. O T E S T E M U N H O DA
___ .3 . Profecias a respeito de: CIÊNCIA
pessoas, cidades e nações ——< A verdadeira ciência é absolu­
a. A respeito de Josias, chama-! tam ente compatível com a Bíblia.
do por nome 300 anos antes de1 Certas contradições de que se tem
nascer, I Rs 13.2. ouvido falar são, em verdade, o
b. A respeito de Ciro, chamado fruto de mentes divorciadas de
por seu nome 150 anos antes de, Deus e da verdade, as quais advo­
nascer. Is 44.28. gam e professam a falsamente
c. A respeito da queda de Babi­ cham ada ciência, I Tm 6.20.
lônia, Dn 5.28. Como poderia o Livro dos li­
d. A respeito da divisão do Im ­ vros contrariar a legítima ciência,
pério Grego em 4 partes. Dn visto ser ele a revelação pessoal de
8 . 8 , 22 . Jesus Cristo, “em Quem estão es­
e. A respeito da ascensão do condidos todos os tesouros da sa­
Império Romano e a queda do bedoria e da ciência” , Cl 2.3 O
templo. I)n 8.9-11; 11.5.6. famoso geólogo Guvot afirmou que
f. A respeito do futuro da an ti­ a verdadeira geologia e a Bíblia
concordam perfeitam ente. O notá­ logia, Paleografia e Filologia” (Di­
v el q u ím ic o R a d e r , n o r te - cionário Enciclopédico TUDO).
americano, disse que há perfeita Disse Jesus certa vez: “ Se estes se
consonância entre a Bíblia e a quí­ calarem, as pedras clam arão” . Aí
mica. O em inente geógrafo Dr. está o testem unho da Arqueologia,
Christie declarou que não existe a voz das pedras.
um só erro geográfico na Bíblia. A palavra arqueologia é com­
Vejamos algumas provas bíbli­ posta de duas palavras gregas: ar-
cas de que ela coincide com a per­ chaios (velho) e logos (estudo).
feita ciência: O em inente arqueólogo judeu
1. A esfericidade da Terra, Is Nelson Glueck escreveu o que se­
40.21,22: gue: “Pode ser afirmado categori­
2. O número incalculável e cam ente que nenhum a descoberta
incontável de estrelas, Gn 15.5; arqueológica tem jam ais contro­
J r 33.22. vertido um a referência bíblica” .
3. As ondas hertzianas, o veículo Alguns testem unhos da Ar­
difusor das radiotransmissões, Jó queologia:
38.35. 1. A comprovação de que os
4. A temperatura elevadíssi­ ancestrais de Israel vieram da
ma da Terra, em seu interior, Jó Mesopotãmia.
28.5. 2. A linguagem única da hu­
5. As montanhas existentes manidade antes da Torre de B a­
nos fundos dos mares, Jn 2.6. bel, Gn 11.1,9.
6. O suporte gravitacional da 3. A queda dos muros de Jeri­
Terra, Jó 26.7. co, Js 6.20.
7. O movimento de rotação 4. O tanque de Betesda, e m i­
da Terra, Lc 17.34,36.
8. A expansão vazia nos céus lhares de testemunhos que o espa­
do Norte, Jó 26.7. ço não perm ite registrar.
Que temos que fazer? Levantar
Há muitos anos o sábio Pas­
teur afirmou: “Ciência é o conhe­ as mãos aos céus e dar graças a
cimento adquirido por meio de ob­ Deus porque a Bíblia é a Sua in­
servações sistem áticas, experi­ falível Palavra!
mentações e raciocínio” . Quanto à
Bíblia, ela é a imutável, m aravi­
lhosa e infalível Palavra de Deus. V. O TESTEMUNHO DE SUA
Amém! UNIDADE E HAMORNIA
No Gênesis, o paraíso é perdi­
IV. O TESTEMUNHO DA AR­ do. No Apocalipse, recuperado.
QUEOLOGIA E DA HISTÓ­ Em Gn, Satanás aparece; no Ap
RIA ele é definitivamente tirado de
Arqueologia “é o estudo das ci­ cena para sofrer sua eterna puni­
vilizações antigas m ediante iden­ ção. No Gn, o princípio da m aldi­
tificação e interpretação de seus ção; no Ap, seu fim. No Gn, pri­
restos materiais, e inclui Antropo­ meiras lágrimas; no Ap, as últi­
mas. No Gn, a comunhão quebra­ e dos apóstolos acerca da Bíblia
da; no Ap, comunhão perfeita e in­ Sagrada?
quebrável. 2. Mencione algumas profecias,
No Gn, velho céu e velha terra; dentre muitas, que demonstram
no Ap, novo céu e nova terra. No a infalibilidade da Bíblia Sagra­
Gn, o início do pecado; no Ap, o da?
fim do pecado. No Gn, o primeiro 3. Quais são os fatos científicos
julgamento universal; no Ap, o úl­ que testem unham a infalibili­
timo julgamento universal. No dade da Bíblia Sagrada?
Gn, a redenção se inicia; no Ap, a 4. Como pode a arqueologia de­
redenção se consuma. No Gn, o m onstrar que a Palavra de Deus
homem foge de Deus; no Ap, o ho­ é infalível?
mem diz: “ Ora vem, Senhor Je­ 5. Quais são os fatos do livro de
sus!” Gênesis que se vinculam aos do
QUESTIONÁRIO livro' de Apocalipse, demons­
trando a unidade das Sagradas
1. Qual foi o testem unho de Jesus Escrituras?

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19 de outubro de 1980 LIÇAO

A inspiração
da Bíblia
VERDADE PRÁTICA O fato de TEXTO ÁUREO “Porque a pro­
ser a Bíblia um conjunto de livros fecia nunca foi produzida por von­
de inspiração divina, faz com que tade de homem algum, mas os ho­
em cada um de nós se manifeste o mens santos de Deus falaram ins­
resultado de suas afirmações. pirados pelo Espírito Santo”, II Pe
1.21 .

LEITURAS DIÁRIAS
Segunda, 13 out - II Rs 3.11-14 Quinta, 16 out - At 28.23-31
Deus Inspirou os Seus Profetas Testemunhando A cerca da Pa-
Terça, 14 out - Jó 32.6-11 lavra de Deus
A Inspiração da B íblia Vem do Sexta, 17 out - Dt 11.18-23
E spírito de Deus A P alavra é A p ta P ara Ensinar
Quarta, 15 out - II Sm 22.29-36 Sábado, 18 out - Rm 10.8-11
A P alavra Que Inspira Confian- A B íblia - A P alavra da Fé
ça

LEITURA EM CLASSE
II Tm 3.15,16; II Pe 1.19-21; Mt 24.35.

II Tm 3.15 - E que desde a tua meninice sabes as sagradas letras,


que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo
Jesus.
16-T oda a Escritura divinamente inspirada é proveitosa para
ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça.
II Pe 1.19 - E temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual
bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar
escuro, até que o dia esclareça, e a estrela da alva apareça em vos­
sos corações.
20 - Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da E s­
critura é de particular interpretação.
21 - Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem
algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espí­
rito Santo.
Mt 24.35 - O céu e a terra passarão, m as as m inhas palavras não
hão de passar.

COMENTÁRIO 3. A inspiração é a marca de


D eus nos escritos sagrados.
INTRODUÇÃO Como resultado dessa inspiração,
A Bíblia é um a coleção de 66 li­ a Bíblia é o centro da literatura
vros, os quais contêm 31.173 versí­ universal, o manual do cristão, a
culos e 1.189 capítulos, TODOS bússola da Igreja, a espada do
devidamente inspirados por Deus. Espírito, o pão que alim enta o
Apenas 2 livros não mencionam mundo. Que Deus conceda inspi­
textualm ente a palavra DEUS (Ct ração aos pregadores do Evange­
e Et), no entanto apresentam uma lho para pregarem a Palavra ao
mensagem que proclama sua pro­ mundo, e assim teremos a confir­
vidência e seu infinito amor em mação preciosa de todas as ricas e
favor da criatura humana. santas promessas do Senhor.
4. “ O Evangelho revoluciona
I. DEFINIÇÃO DE INSPIRA­ toda a vida do homem, muda um
ÇÃO salteador em um cidadão honesto,
1. “ Inspiração é a influência um ébrio em um homem sábio, um
que o Espírito de Deus exerceu lar que era um verdadeiro inferno
sobre o espírito dos escritores da em um lugar de cheiro celestial” .
Bíblia Sagrada, de maneira a Por que tudo isso tem sido exausti­
tornar os seus escritos o registro de vam ente comprovado, ao longo
uma revelação divina progressiva, dos séculos? Porque a Bíblia é a
toda suficiente, que, quando to­ Palavra de Deus.
m ada em conjunto e interpretada
pelo Espírito que a inspirou leva II. A NATUREZA DA IN SPI­
todo investigador honesto a Cristo RAÇÃO DA BÍBLIA
e à salvação” (Strong). Cremos e proclamamos que a
2. “ Inspiração é a operação, inspiração da Bíblia é divina, ple­
a assistência do Espírito Santo nária e verbal. Divina porque ela
sobre os escritores sagrados, a mesma atesta o fato de que os seus
fim de evitar que cometessem er­ escritores a escreveram inspirados
ros, na ocasião em que escreve­ pelo Espírito Santo. Plenária por­
ram o que haviam recebido por que não apenas contém idéias ou
intermédio da revelação sobrena­ conceitos, mas a plenitude de sua
tu ral” (O Cristão). mensagem é realmente o resultado
14
de um a inspiração. Verbal, por­ as provas disso são verdadeiras,
que cada palavra está debaixo da conclusivas, suficientes e abun­
inspiração. dantes.
Sendo que todo o texto bíblico, O apóstolo Paulo envolveu
todo ele é im portante, devemos, toda a Escritura no manto aben­
no entanto, observar que alguns çoado da inspiração, quando de­
textos da Bíblia são palavras ditas clarou que ela é inspirada, II Tm
por homens ímpios e até mesmo 3.16. Embora esse não tenha sido o
por Satanás. Nestes casos, as pa­ último livro da Bíblia a ser escrito,
lavras que eles pronunciaram não mas foi um dos últimos e é perfei-,
são inspiradas, mas é inspirado o tam ente plausível que o termo Es­
REGISTRO dessas palavras. critura envolva, na verdade, aqui­
A inspiração da Bíblia não lo que é toda a Bíblia, incluindo os
anula a personalidade, o estado últimos escritos do apóstolo João,
consciente ou o estilo de cada es­ sem nos esquecermos de Rm 4.17,
critor. Deus respeita a individuali­ que’ estabelece um grande princí­
dade de cada criatura e usa-a pio escriturístico.
como Lhe apraz na comunicação Em Jo 10.34,35 Jesus declara
de Sua santa Palavra. Durante que a Lei é uma parte das Escritu­
quase dois mil anos esta Palavra ras, e que a Escritura não pode ser
inspirada tem produzido fé nos co­ anulada. Tais palavras projetam a
rações. Dar-se-ia este fenômeno se elevada honra que Jesus concedeu
não fosse realmente a Bíblia um li­ a Escritura, como palavra inspira­
vro inspirado? da por Deus. Leia-se também Mc
Em virtude de ser a Bíblia um 14.49; Jo 13,18; 17.12.
livro completo e completamente Cristo aceitou todo o AT. Acei­
inspirado por Deus, é expressa­ tou-o como um todo e aceitou to-
mente proibido acrescentar-lhe ou dás as partes desse todo. Nós,
diminuir-lhe qualquer porção, me­ também, devemos estar prepara­
nor que venha a ser, Dt 12.32; Pv dos e dispostos a receber cada por­
30.6; D t 4.2; Ap 22.18,19. ção, cada versículo e cada palavra
“Bem-aventurado aquele que da Escritura Sagrada como sendo
lê e os que ouvem as palavras des­ o que é em verdade: um livro ver­
ta profecia” , Ap 1.3. bal e plenamente inspirado por
Deus.
III. INSPIRAÇÃO VERBAL E
PLENÁRIA IV, TESTEMUNHOS DA INS­
Há muitos anos o dr. Basil At­ PIRAÇÃO
k in so n , da U n iv e rs id a d e de “Por inspiração nós compreen^
Cambridge, declarou que se as Es­ demos o sobrenatural controle de
crituras não foram verbalmente Deus sobre a produção do Antigo e
inspiradas, então não foram em do Novo Testam entos”, Robert
nada inspiradas, uma vez que a Lee. A inspiração da Bíblia signifi­
palavra é a expressão do pensa­ ca literalm ente o sopro de Deus
mento. Nossa fé na inspiração das enviado aos seus escritores. Os es­
Escrituras baseia-se no fato de que critores da Bíblia foram protegi­
dos por Deus enquanto a escre­ Tinha, pois, razão sobeja o
viam a fim de não cometerem apóstolo Paulo quando desejou
qualquer erro, tornando-se, assim, que os tessalonicenses fossem con­
aptos a reproduzir a fiel palavra solados com a “boa palavra” , II T's
que o Senhor estava destinando à 2.17. A Bíblia é a boa palavra por
raça hum ana. Vejamos alguns tes­ haver sido inspirada por Deus. E
temunhos dessa maravilhosa ins­ tal inspiração é um grande m isté­
piração. rio para todos nós, pois, como es­
1. O testem unho de Moisés: creveu Chafer, “ Deus usou a von­
“E chamou o Senhor a Moisés, e tade e as faculdades do instru­
falou com ele da tenda da congre­ mento humano sem qualquer coa­
gação, dizendo...” , Lv 1.1. ção, e os escritores fizeram uso de
2. O testemunho de Isaías: sua vontade e de suas faculdades
“ Ouvi, ó céus, e presta ouvidos, tu sem prejuízo da mensagem divi­
ó terra, porque fala o Senhor...” , Is n a” . Por todas estas coisas, louva­
1.2. do seja Deus!
3. O testem unho de Jere­
mias: “ Assim veio a mim a P ala­ V. RESULTADOS DA IN SPI­
vra do Senhor, dizendo:...” J r 1.4. RAÇÃO
4. O testemunho de Habacu-
que: “Então o Senhor me respon­ Como conseqüência de ser um
deu, e disse: Escreve a visão, e tor­ livro absolutam ente inspirado
na-a bem legível...”, Hc 2.2. pelo Espírito de Deus, a Bíblia
5. O testemunho de Davi: “O apresenta algumas características
Espírito do Senhor falou por mim, e peculiaridades que a tom am , em
e a sua palavra esteve em minha verdade, um livro singular.
boca” , II Sm 23.2.
6. O testemunho de Daniel: 1. É um livro que torna o ho­
“Então foi revelado o segredo a mem sábio para a salvação, II
Daniel num a visão de noite. Então Tm 3.15.
Daniel louvou o Deus do céu”, Dn 2. É um livro que impede o
2.19. homem de pecar, SI 119.11.
7. O testemunho de Paulo: 3. É um livro proveitoso para
“ ... prim eiramente as palavras de ensinar, corrigir e redargüir em
Deus lhe foram confiadas” , Rm justiça, II Tm 3.16.
3.2. 4. E um livro que torna o
8. O testemunho de Pedro: crente um homem perfeito e per­
“ ... homens santos de Deus fala­ feitam ente instruído, II Tm 3.17.
ram inspirados pelo Espírito San­ 5. É um livro que vivifica, Jo
to” , II Pe 1.21. 6.63. .
9. O testemunho de Ezequiel: 6. E um livro que revela as
“Veio expressamente a palavra do profundezas de Deus, I Co 2.
Senhor a Ezequiel...” , Ez 1.3. 7. É mais que um livro: É O
10. O testemunho de Jesus: LIVRO DOS LIVROS, o Livro por
“A Escritura não pode ser anula­ excelência, o Livro inspirado por
da” , Jo 10.35. Deus!
16
QUESTIONÁRIO da inspiração da Palavra de
D eus.
1. Qual o significado de inspiração 4. Mencione alguns testemunhos
concernente à Bíblia? acerca da inspiração da Bíblia.
2. Quais são as trê naturezas da 5. Quais são os resultados da ins­
piração das Sagradas E scritu­
inspiração da Bíblia Sagrada? ras?
3. Defina cada uma das naturezas

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O Obreiro (exemplar) 30.00
Assinatura A n u a l. 100.00
4 LIÇÃO
26 de outubro de 1980

A B ib lia-O alimento
espiritual
VERDADE PRÁTICA: Assim TEXTO ÁUREO: “E te hum i­
como necessitamos de alimento lhou, e te deixou ter fome, e te sus­
para o nosso corpo físico, igual­ tentou com o maná, que tu não co­
mente o nosso ser espiritual viverá nheceste, nem teus pais o conhece­
de toda a palavra que procede de ram; para te dar a entender que o
I)eus. homem não viverá só de pão, mas
que de tudo o que sai da boca do
Senhor viverá o hom em ”, D t 8.3.

LEITU RA S DIÁRIAS
Segunda, 20 out - Pv 9.1-6 Quinta, 23 out - D t 8.1-4
O A lim ento Abundante A P alavra Que D á Vida
Terça, 21 out - Jo 6.31-35 Sexta, 24 out - I Co 3.1-9
O Verdadeiro Pão do Céu Alim ento Conforme a N ecessi­
Quarta, 22 out - Dn 1.3-12 dade
O Cuidado P ara Não se Conta- Sábado, 25 out - I Pe 2.1-6
O Preparo A través da Palavra

LEITU R A EM CLASSE
M t 4.1-4; Ez 3.1-3; Ap 10.9.

Mt 4.1 - E ntão foi conduzido Je s u s pelo E spírito ao deserto, p a ra


ser tentado pelo diabo.
2 - E, tendo jejuado q u a re n ta d ias e q u a re n ta noites, depois teve
fome;
3 - E, chegando-se a ele o ten tad o r, disse: Se tu és o Filho de
Deus, m anda que estas pedras se tornem em pães.
4 - Ele, porém , respondendo, disse: E stá escrito: Nem só de pâo
viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.
Ez 3.1 - Depois me disse: Filho do homem, come o que achares;
come este rolo, e vai, fala à casa de Israel.
2 - Então abri a minha boca, e me deu a comer o rolo.
3 - E disse-me: Filho do homem, dá de comer ao teu ventre, e en­
che as tuas entranhas deste rolo que eu te dou. Então o comi, e era
na minha boca doce como o mel.
Ap 10.9 - E fui ao anjo, dizendo-lhe: D á-m e o livrinho. E ele dis­
se-me: Toma-o, e come-o, e ele fará amargo o teu ventre, mas na tua
boca será doce como mel.

COMENTÁRIO cionados com alimentos. O Se­


nhor prometeu sementeira e sega
INTRODUÇÃO permanentemente, Gn 8.22, deter­
Três pessoas na Bíblia recebe­ minou a Noé o que deveria comer,
ram ordem expressa para comer o Gn 9.1-3. O livro de Levítico con­
rolo que continha a Palavra de tém prescrições muito especiais.
Deus: Jeremias, Ezequiel e João. Os capítulos 10 e 17 contêm leis
Hoje em dia o segredo da m anu­ acerca das coisas santas e no cap.
tenção do avivamento pentecostal 11 aparece, a relação dos animais
está condicionado à posição que que se deviam e que se não deviam
cada filho de Deus adota em rela­ comer. Tam bém podem ser lidas
ção à Sua Palavra, o alimento ordenanças em Êx 22.31; At 10.10­
para nossas almas. 16; I Tm 4.3,4; Rm 14.2-23, etc.
3. A Bíblia dá grande ênfase
I. O ALIMENTO IN D ISPEN ­ aos alim entos, porque eles produ­
SÁVEL zem a vitalidade necessária ao or­
1. Deus proveu alimento para ganismo dos seres vivos. A Bíblia
toda a criação. A Bíblia apresen­ fala em frutos, frutas, mel, leite,
ta a pessoa de Deus como aquele manteiga, vinagre, vinho, pão,
que provê todas as coisas, Rm etc., II Sm 16.2; 6.19; 17.29; Is
8.32b. Quem O reconhece como 7.15; Rt 2.14. Estes textos nos aju­
pastor, de nada terá falta, SI 23.1. dam a refletir sobre a necessidade
No capítulo da criação, tomou o que temos de alim entar o nosso
Senhor todas as providências a fim corpo, que é o templo do Espírito
de não faltar m antim ento aos ho­ Santo, mas tam bém a nossa alma,
mens e aos animais, Gn 1.29,30 e que somente se satisfaz com a pre­
assim tem sido ao longo dos anos. ciosa Palavra de Deus.
Ele deu pão a Israel no deserto, Dt
2.7 e visitou a terra de Judá para II. O A L IM E N T O E S P I R I ­
lhe dar pão, Rt 1.6; Ne 9.25 etc. TUAL
2. Existem inúmeros precei­ 1. Assim como há diferentes
tos bíblicos especialm ente rela­ tipos de vida, há diferentes cias-
ses de alimentos. Este é um presentativo do alimento univer­
princípio estabelecido por Deus sal.
em Dt 8.3 e reafirmado pelo Se­ 2. O significado do pão. Na
nhor Jesus em M t 4,4. Para a ho­ Bíblia o pão é o elemento repre­
mem natural, o pão da terra. P aíá sentativo do alimento da criação,
o homem espiritual, a Palavra que Ez 4.16; 5.16. É tão importante
sai da boca de Deus. Jesus disse: que Jesus o tomou como figura de
“As palavras que eu vos disse são seu próprio corpo, oferecido no
espírito e vida” , Jo 6.63. Calvário, M t 26.26; At 20.7; I Co
2. O alimento espiritual é su­ 11.23,24.
perior ao natural. O alimento na­ 3. “ Nem só de pão” . Estas pa­
tural é transitório, lim itado e pe­ lavras nos transferem para o reino
recível. Ele atende às necessidades das coisas espirituais. Posto que o
orgânicas im ediatas e não exerce homem não é somente matéria,
qualquer influência de valor eter­ igualmente não pode ser alim enta­
no. O alimento espiritual é supe­ do somente de pão. Seu homem
rior. Relaciona-se com o mundo interior necessita de outro pão, e
espiritual, com o reino de Deus, este é a Palavra de Deus. Assim
que não é comida nem bebida, Rm como temos apetite para, todas as
14.17. manhãs, comermos pão, devemos
3. Procuremos o alimento espi­ procurar alim entar cotidianamen-
ritual. Atenhamo-nos ao alimento te a nossa alma com a preciosa P a­
espiritual. Leiamos a Palavra de lavra que desce do céu. Neste sen­
Deus cada dia. Temos mais de 2 tido, então, devemos buscar “o
refeições regulares diárias para o pão nosso de c a d a d ia ”. Os pães da
corpo. E para a alma, quantas? O proposição, no Tabernáculo, eram
grande pecado do homem rico (Lc regula'm ente substituídos pelos
12.19,20) foi precisamente o de sacerr* 'ïes. Bem-aventurados os
confundir alma e corpo e oferecer- pregadores que recebem de Deus
lhes a: as a alimentação n atu ­ uma nova mensagem para cada
ral. Qu iiunca nos aconteça tão culto! Assim seja em todas as igre­
terrível tragédia, em nome de Je­ jas!
sus!
IV. O ALIMENTO D E SE JÁ ­
III. O ALIMENTO UNIVER­ VEL
SAL 1. A Palavra é comparada ao
1. A lição do “ Pai Nosso” . mel, SI 119.103; 19.10.
Em Sua sabedoria invulgar (Cl a. A doçura do mel é um
2.2), Jesus ensinou os seus discí­ símbolo do sabor espiritual da Pa­
pulos a orar e a oração que Jesus lavra! Ela alivia o nosso pranto,
pronunciou então tornou-se um nossa angústia, nossas dores, nos­
padrão universal. Desde então, o sa tristeza e nossa aflição. Assim
homem menciona a Deus suas ne­ como Deus tirou Israel do Egito e o
cessidades básicas de alimento, transportou para Canaã, terra que
usando o pão como elemento re­ mana leite e mel, Êx 3.8; Dt 8.8, a
Igreja, de igual modo, é tirada de um a pessoa é salva por Jesus, foi
um mundo de amarguras para co­ salva pelo efeito maravilhoso da
nhecer a vida de delícias com Je- Palavra de Deus, Jo 3.3 e tal um
recém-nascido, deve ser alim enta­
b. A utilidade do mel simboli-1 da im ediatam ente com o leite ma­
za a Palavra de Deus como remé- \ terno da Palavra de Deus, a dou­
dio para as pessoas cansadas, fa­ trina inicial, os rudimentos da fé,
mintas e sedentas, II Sm 17.29. A que tornam o homem preparado
Bíblia nos oferece descanso (Mt para servir a D eusj^egpfiiatJesus,
11.28), água (Jo 4.14; 7.37-39) e
alimento, sem dinheiro e sem pre­ ' 'Í T T f efeito do ieite. O modelo
ço, Is 55.1,2. O valor purgativo do bíblico é dar leite ao povo. “E per­
mel simboliza tam bém a Palavra severavam na doutrina dos após­
de Deus como elemento corretivo,! tolos...” , At 2.42. Assim como o
Jo 15.3; SI 119.9; At 2.36,37. leite serve para fortalecer, Is 40.31,
c. O efeito do mel encontrado a Palavra é quem torna os crentes
na rocha (Dt 32.13; SI 81.16) é um fortalecidos, I Jo 2.14b. Cultos que
figura da Palavra que vem de Cris­ somente apresentam hinos, hinos
to, a rocha da nossa salvação, SI e hinos são m amadeiras frias e às
95.1; 28.1. Quem se habitua a ler a vezes até grossas chupetas. É in­
Palavra, sente um a profunda edi­ dispensável a Palavra pregada e
ficação em sua vida espiritual, as­ ensinada, para que o Senhor a
sim como ficam fortes os que se confirme, Mc 16.20. Finalmente,
habituam a alimentar-se de mel. irmâo, evitemos a todo custo adi­
Há um relacionamento com a P a­ cionar a água das nossas opiniões
lavra que diz: “mel e leite ficam ao leite da Palavra de Deus. Assim
debaixo de su aJin g u a” , C 4.11. seja em todas as igrejas!
_««■ i l'*y
V. O ALIMENTO BÁSICO. VI. O ALIMENTO SÓLIDO
1. O valor do leite. O primeiro 1. A mudança de alim enta-
alimento destinado por Deus ao | ção. Houve um dia na vida de
recém-nascido é o leite. Leite m a­ . cada um de nós quando nossa ali­
terno. O leite é um alimento com­ mentação foi modificada. Foi alte­
pleto. É um a fonte de vida, saúde i rada. Foi melhorada. Passamos a
e vigor. Quando a mâe, por vaida­ ingerir alimentos sólidos. A Igreja
de, ignorância ou mesmo por jus­ precisa m anter classes de estudos
tas razões, recusa-se a oferecer seu bíblicos e cultos de instrução para
próprio leite e o substitui por m a­ novos crentes, mas tam bém preci­
madeiras, está roubando ao seu fi­ sa ter cultos de doutrina, com
lho a oportunidade de nutrir-se m antim ento sólido. Há o tempo do
com o melhor alimento que Deus leite e há o tempo do mantim ento
lhe havia destinado. Daí resultam sólido, destinado aos am adureci­
filhos débeis, fracos, anêmicos e dos na fé.
desnutridos. 2. Os mistérios da Palavra.
2. O símbolo do leite. Quando Nâo podemos nos deter na obser-
vação ou na contemplação da su­ mam a Palavra de tal maneira que
perfície da Palavra. Jesus disse: se tornem aptos para alim entar a
“Lançai ao m ar alto” . Há doutri­ outros, pois Jesus tem dito: “Dai-
nas profundas na Palavra de Deus lhes vós de comer” . Estamos pre­
que Ele quer revelar ao Seu povo. parados para a tarefa?
H á riquezas escondidas que Ele
quer m ostrar-nos, J r 33.3; SI QUESTIONÁRIO
119.18.
3. Alimentemo-nos e depois 1. Quais foram as três pessoas que
alimentemos. Somente depois de receberam ordens de comer o
recebermos o alimento sólido é que rolo que continha a Palavra de
estaremos aptos a transm itir a ou­ Deus? Mencione os livros, capí­
tros os ensinamentos contidos na tulos e versículos, onde estes fa­
Palavra. Deus disse a Ezequiel: tos estão registrados.
Come, e depois fala. O mesmo ele 2. Por que Deus preocupou-se em
falou a Jerem ias e a João. A co­ estabelecer normas quanto à
missão que Jesus deu a Pedro em alim entação do povo de Israel?
Jo 21 foi precedida de um convite 3. Por que o pão representa a Pala­
de Jesus: “Vinde, ja n ta i” . Prim ei­ vra de Deus?
ro, alimentemo-nos. Depois, tra te ­ 4. Por que a Bíblia é comparada ao
mos de alim entar o mundo e a mel?
Igreja. 5. Por que a Bíblia é comparada ao
Oremos para que os professores leite?
da Escola Dominical, os Obreiros 6. Por que a Bíblia é comparada ao
da Igreja, os ministros do Altar co­ alimento sólido?

O OBREIRO
Verdadeiro manancial de conhecimentos
doutrinários que abrange todas as áreas
bíblicas.
Que cada obreiro, cada professor de Escola Dominical, cada Au­
xiliar de Trabalho, seja leitor desta revista, criada e produzida
para enriquecer e aperfeiçoar o conhecimento de nossos obreiros.
O melhor conteúdo para os obreiros e oficiais da Escola Dom ini­
cal.

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22
2 de novembro de 1980
LlÇÁO

A Bíblia - O livro
que produz vida
VERDADE PRÁTICA: Satanás TEXTO ÁUREO: “O espírito é o
tem amortalhado o mundo desde o que vivifica- a carne para nada
princípio, mas a fórmula vivifica- aproveita; as palavras que eu vos
dora é encontrada na Palavra de disse são espírito e vida”, Jo 6.63.
Deus, pelo conhecimento da ver­
dadeira vida - Jesus Cristo.

LEITURAS DIÁRIAS
Segunda, 27 out - Lc 8.40-56 Quinta, 30 out - SI 103.13-19
Cristo o Senhor da Vida A Fraqueza do Homem e a Mise-
Terça, 28 out - Ef 1.16-23 ricórdia de Deus
Cristo é a Vida da Igreja Sexta, 31 out - Ml 3.10-12
Quarta, 29 out - Jo 11.21-27 P rom essa de Vida Abundante
Jesus Faz Im portante D eclara- Sábado, 1 nov - Ef 3.17-20
ção Deus Oferece Vida A través de
Jesus

LEITURA EM CLASSE
Jo 20.30,31; 6.60-63; Fp 2.16.

Jo 20.30 - Jesus pois operou também em presença de seus discí­


pulos muitos outros sinais, que não estão escritos neste livro.
31 - Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o
Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu no­
me.
6 .60-M u itos pois dos seus discípulos, ouvindo isto, disseram:
Duro é este discurso; quem o pode ouvir?
61 - Sabendo pois Jesus em si mesmo que os seus discípulos mur­
muravam disto, disse-lhes: Isto escandaliza-vos?
23
62 - Que seria, pois, se visseis subir o Filho do homem para onde
primeiro estava?
6 3 - 0 espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveira; as
palavras que eu vos disse são espírito e vida.
Fp 2.16 - Retendo a palavra da vida, para que no dia de Cristo
possa gloriar-me de não ter corrido nem trabalhado em vão.

COMENTÁRIO Quem dela beber, jam ais terá sede


(Jo 4.14). A Bíblia produz vida
INTRODUÇÃO desde o momento em que o ho­
A Bíblia Sagrada é um livro mem se apropria das palavras de
absolutam ente original em muitos Cristo, que nela estão contidas, na
sentidos, inclusive e principal­ condição básica de água da vida.
m ente no que tange ao tem a vida. 2. Cristo é o Pão da vida, Jo
É o único livro que aponta o segre­ 6.48. Pão é o alimento básico da
do da vida, seu verdadeiro signifi­ raça hum ana. É um a palavra que
cado e sua dimensão eterna. descreve todas as formas elemen­
tares, secundárias ou sofisticadas
I. CRISTO, O CENTRO DA de alimento. Como Pão da vida,
BÍBLIA, É O SENHOR DA VI­ Jesus se apresenta ao mundo como
DA a esperança últim a da hum anida­
O segredo da vida nos é revela­ de. A fome espiritual que domina
do na Bíblia como um tesouro es­ e deprime o homem perdido en­
piritual que se relaciona íntim a e contra um a resposta em Cristo,
inseparavelmente com a pessoa de que pode ser absorvido espiritual­
Jesus Cristo. O apóstolo João es­ mente, através da revelação escri­
creveu: “Nele estava a vida, e a ta de sua Palavra, de sua vontade
vida era a luz dos homens” , Jo 1.4. e de sua misericórdia - A Bíblia.
O nascimento de Jesus, em Belém 3. Cristo é o Dom da Vida,
de Judá, era apenas um a fase Rm 6.23. O pecado trouxe ao ho­
transitória e lim itada de sua vida mem um resultado fatídico e cruel
eterna, porquanto ele é o verdadei­ - a morte. A morte é um juízo (Rm
ro Deus e a vida eterna (I Jo 5.20) 1.32), um a expressão da ira divina
e sua passagem por este mundo (SI 90.7,11), um a condenação (Rm
como pessoa hum ana foi apenas 5.16) e um a maldição (G1 3.13). A
um processo de que se serviu o ÜNICA resposta à morte é a VI­
nosso Deus para prover ao mundo DA. Cristo é o dom gratuito de
perdido sua redenção absoluta, I Deus para os homens, que se m a­
Tm 3.16. nifesta como um a fonte de vida es­
1. Cristo é a Água da Vida, Jopiritual, abundante e duradoura.
4.14. Assim como a água que se A Bíblia produz vida à medida em
tom a serve para a sobrevivên­ que os homens aceitam o plano
cia do corpo, Cristo se apresenta salvador de Deus em Jesus Cristo,
aos homens como a fonte inesgotá­ pois quem nEle crer, “passou da
vel de água espiritual e redentora. morte para a vida’, Jo 5.24.
24
4. Cristo é a Árvore da Vida, Senhor da vida. Pedro O chamou
Ap 2.7. Assim como a árvore da de Príncipe da vida (At 3.15), João
vida estava plantada no meio do afirmou que tocou a Palavra da
jardim, no Éden (Gn 2.8,9), de vida (I Jo 1.1) e Paulo enfatica­
igual modo Jesus está no .meio de mente escreveu que Ele é o único
sua__jnui q u e rid a / Igreja (M t( que possui a imortalidade (I Tm
il8.20), como'árvore de vida, pro- e 6.16).
Muzindo perm anentem ente frutos r 7. Cristo apresenta a Biblia
de vida, para a vida eterna. A \ como Escrituras de Vida. Jo
Bíblia produz vida no sentido de \ 5.39. Os que não creem em Jesus
que todos os fiéis filhos de Deus se não têm a vida. Os que O separam
tornam ramos dessa árvore (Jo - de sua Palavra igualmente estão
15), passando a desfrutar da vida completamente mortos. Graças a
que lhes é repartida diretam ente Deus porque repartiu conosco a
por Jesus Cristo, aquele que ven­ vida de seu Filho Jesus.
ceu a morte e, tendo ressuscitado,
jamais^ voltará a morrer (Ag 1.18);... II. AS ESCRITURAS PRODU­
' 5. Cristo é a Esperança da ZEM OS DIFERENTES TIPOS
Vida, T t 1.2. Todas qs esperanças DE VIDA.
de vida que em anam | desta terra A Bíblia reconhece e identifica
são falsas e inglórias. Mesmo “o três tipos básicos de vida, a saber:
farol da Ciência e a lâm pada da 1. A Vida Fisica ou Natural.
Filosofia se extinguem diante do Ela é comparada a um sono (SI
túm ulo” (Boettener). Quando le­ 90.5), um vapor (Tg 4.14), uma
mos a Bíblia, no entanto, des­ sombra (Ec 6.12), uma flor (Jó
cobrimos a luz radiante que brilha 14.2), uma erva (I Pe 1.24), um
em cada coração que se encontra vento (Jo 7.7) e um conto ligeiro
com o Salvador Jesus. Ele é a nova (SI 90.9).
esperança de vida para um mundo Os casos de ressurreição men­
morto em seus delitos e pecados, cionados na Bíblia são testem u­
completamente morto em suas nhos evidentes e incontestes de
ofensas (Rm 5.6,8; Ef 2.4). que a Palavra de Deus produz vi­
6. Cristo é a Ressurreição e~á \ da. Jesus ressuscitou a Lázaro
( Vida. Mais de uma vez Jesus de­ com um a palavra de ordem, da
clarou ser a própria vida personifi­ mesma maneira ao filho da viúva
cada, Jo 14.6; 11.25. Isto significa de Naim e a filha de Jairo. Como
que Ele não somente se opõe mas as Escrituras contêm exatamente
tem autoridade suficiente para as palavras de Cristo, que nunca
destruir todas as formas de anti- podem passar, fica claro que ainda
vida que se manifestam no m un­ hoje pode haver produção de vida
do, tais como enfermidade, dor, física m ediante o uso inspirado da
morte, etc. Palavra de Deus, debaixo da lide­
A Bíblia apresenta o testem u­ rança do Espírito Santo.
nho dos apóstolos, todos eles unâ­ 2. A Vida Espiritual, ou de
nimes em declarar que Jesus é o Comunhão Com Deus. Este tipo
de vida é produzido m ediante o cárcere e algemados, Paulo e Silas
contato da alma com a Palavra de cantavam , porque tinham vida
Deus, que lhe revela Jesus Cristo, abundante, At 16.
o Salvador e Senhor. “Nem só de Devemos afastar-nos de tudo
pão viverá o homem, mas de toda aquilo que significa morte (ausên­
a palavra que sai da boca de cia de plenitude espiritual). É nos­
Deus” , M t 4.4. Logo, a Palavra faz sa obrigação procurar palm ilhar a
viver. vereda da vida (SI 16.11). Quando
A vida espiritual se relaciona isto se torna real em nós, descobri­
com a fé (G1 2.20), com a oração mos um a fonte de sustento para
(SI 69.32), com a pessoa de Cristo nosso espírito, a realização plena
(Cl 3.3), com o tem or de Deus (Pv das bem -aventuradas promessas
14.27) e com o Espírito Santo (Ez de Deus para todos nós, consubs­
37.14; Rm 8.9-13). tanciadas nos tesouros da graça e
3. A Vida Eterna, isto é, a co­da glória (Ef 2.3), uma fonte de
munhão com Deus em caráter de­ vida perene, doce e celestial.
finitivo, sem qualquer possibilida­ A prim eira garantia que a
de de interrupção ou descontinui- Bíblia nos oferece com respeito à
dade, Rm 6.23; SI 23.6. plenitude dessa vida, além das li­
mitações da vida terrena (Jó 7.1;
III. O DEVER DE DESFRU­ 14.5) é esta; quando recebemos a
TARMOS A VIDA QUE AS E S­ Cristo, nosso nome é escrito no li­
CRITURAS PRODUZEM vro da vida (Lc 10.20; Fp 4.3). O
Jesus ensinou e advertiu. Ele livro da vida não é apenas um “re­
mencionou explicitam ente que o gistro de nascimento do cartório
ladrão vem com o objetivo decla­ celestial” . É tam bém “um a conta
rado de roubar, m atar e destruir. bancária m ultim ilionária” que o
Ele todavia, veio, para que tenha­ Pai de todas as riquezas (Fp 4.19)
mos vida e vida abundante, Jo abre em nosso nome para que pos­
10 . 10 . samos d esfru tar de “ todas as
Nós cristãos devemos procurar bênçãos celestiais em Jesus Cris­
viver em sua plenitude a vida que to ” (Ef 1.3). Por que não fazer uso
nos é outorgada por Cristo. Deve­ dessa “conta”? Por que não em itir
mos cam inhar a passos firmes na muitos cheques no banco da fé?
estrada da Vida Abundante, por­ “Todas as coisas o Pai deu ao Fi­
que a vida que nos é oferecida é to ­ lho” . Aleluia! (Jo 3.35; 13.3).
tal e o propósito de Deus é que a
vivamos integralmente. Recorde­ IV. COMO PODEMOS VIVER
mos que no Senhor está o m anan­ A VIDA QUE DEUS NOS OFE­
cial da vida (SI 36.9). Todas as RECE?
nossas angústias, opressões, dores, A Primeira Epístola de João
tormentos, tentações, ansiedades nos apresenta alguns tem as bási­
e temores podem encontrar um cos de primeira grandeza. Um de­
fim quando penetramos na pleni­ les é a VIDA.
tude da vida abundante que o Se­ A vida se manifestou (1.2)
nhor nos quer dar. Mesmo num como providência suprema do amor
26
de Deus para restaurar a raça caí­ Não importa se os anos este­
da. Assim, depois de haver sido jam passando. Não importa se a
expulso do jardim onde estava a cada dia sentimos que o nosso ta ­
árvore da vida, ao homem foi per­ bernáculo caminha para sua des­
mitido tocar na Palavra da Vida. truição. Temos a vida que perm a­
Tendo se manifestado essa vida, e nece. Temos a vida verdadeira.
tendo sido por nós possuída, é nos­ Nossa vida está escondida com
sa obrigação dela testificar, para Cristo em Deus (Cl 3.4). Temos a
que m uitos sejam alcançados vida vitoriosa.
(1.3). “E dou-lhes a vida eterna, e
Podemos viver a vida que Deus nunca hão de perecer. E ninguém
nos oferece, .“olhando para Jesus, as arrebatará da minha mão” . As­
autor e consumador de nossa fé” , sim seja.
Hb 12.2. Nele não há sombras de
morte, nem crepúsculos de pereci­ QUESTIONÁRIO
mento. Ele é o Príncipe da Vida,
At 3.15. Podemos viver a vida que 1. Por que a Bíblia é um livro que
Deus nos oferece permanecendo produz vida?
fiéis à Palavra de Deus, “retendo a 2. Quais são as características de
Palavra da vida” (Fp 2.16). Cristo, como doador da vida,
Podemos viver a vida que Deus apresentadas pela Bíblia?
nos oferece orando em todo o tem ­ 3. Segundo a Bíblia, quais são os
po, não nos afastando do cenáculo três tipos básicos de vida?
espiritual, onde os ventos de Deus 4. A Bíblia menciona quantos ca­
estão soprando, e onde o cálice de sos de ressurreição física?
bênçãos está sendo derramado a 5. Que significa alcançar a vida
todo aquele que crê. eterna?

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9 de novembro de 1980
LIÇÀO

A Biblía - O livro
da verdade
VERDADE PRÁTICA A nossa TEXTO ÁUREO “Santifica-os
confiança no divino Livro não se na verdade; a tua palavra é a ver­
resume apenas num a fé superfi­ dade”, Jo 17.17.
cial, mas encontra fundam ento no
cumprimento de suas palavras.

LEITURAS DIÁRIAS
Segunda, 3 nov - Jo 17.12-17 Quinta, 6 nov - Js 1.6-8
A Veracidade d as P a la vra s de R everência P ela P alavra Traz-
Jesus Bênçãos
Terça, 4 nov - SI 119.140-144 Sexta, 7 nov - Rm 15.3-7
A L ei do Senhor é V erdadeira Seus Ensinos São Verdadeiros
Quarta, 5 nov - Pv 30.4-8 Sábado, 8 nov - Jo 8.46-51
A P a la vra é Um Escudo A P a la vra da Vida E terna

LEITURA EM CLASSE
II Tm 1.13,14; 3.14,15; Jo 17.17-19; Dn 10.21.

II Tm 1.13 - Conserva o modelo das sãs palavras que de mim tens


ouvido, na fé e na caridade que há em Cristo Jesus.
14 - Guarda o bom depósito pelo Espirito Santo que habita em
nós.
3.14 - Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que
foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido.
15 - E que desde a tua meninice sabes as sagradas letras, que po­
dem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus.
Jo 17.17 - Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade.
18 - Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei
ao mundo.
19- E por eles me santifico a mim mesmo, para que também eles
sejam santificados na verdade.
Dn 10.21 - Mas eu te declararei o que está escrito na escritura da
verdade; e ninguém há que se esforce comigo contra aqueles, a não
ser M iguel, vosso príncipe.

COMENTÁRIO 3. O Filho é a Verdade, Jo


14.6. Ele veio ao mundo através do
INTRODUÇÃO extraordinário milagre da E ncar­
M ais de 2.600 vezes os profetas nação, e aqui chegou, “cheio de
anunciaram , ao longo do Antigo graça e de verdade” , Jo 1.14,17.
Testam ento, a origem divina de
suas palavras, identificando-as 4. O Espírito Santo é o Espí­
como Palavra de Deus. A lição rito de Verdade, segundo a decla­
desta sem ana pretende apresentar ra ç ã o p e sso a l de J e s u s , Jo
provas seguras e evidências insus­ 14.16,17; 15.26; 16.13. O apóstolo
João declarou textualm ente; “ O
peitas de que a Bíblia, por ser a Espírito é a verdade” , I Jo 5.6.
Palavra de Deus, é a expressão da Isto posto, todos os crentes fiéis
verdade. O testem unho de Jesus é
um m o n u m en to im perecív el; andam na verdade, porque vivem
em comunhão com Deus, II Jo 4;
“Tua palavra é a verdade” .
Gn 5.24.
I. A VERDADE SOBRE DEUS
O único livro autorizado a falarII. A VERDADE SOBRE O HO­
sobre Deus, em todo o mundo, é a MEM
Bíblia Sagrada, o Livro de Deus. É A Bíblia é um completo tra ta ­
nela, e tão-somente nela, que en­ do sobre o homem, a obra-prima
contramos a verdade a respeito de da Criação. Bem fazemos em pro-
Deus. cürar nela toda a soma de infor­
1. Deus é Um Deus Trino, Mt mações que desejamos para nosso
28.19. O Deus que criou céus e ter­ conhecimento e nossa edificação.
ra (Gn 1.1) revela-se ao homem 1. A Natureza do Homem. Ao
como sendo um Deus triúno. Exis­ contrário das loucas teorias do
te um a só divindade, a qual é pos­ Evolucionismo, a Bíblia afirma
suída pelas três Pessoas da Trin­ categoricamente que o homem foi
dade. São três Pessoas e um Deus. criado originalmente por Deus, â
2. O Pai é o Deus da Verdade. Sua própria imagem, Gn 1.26,27.
Ele é grande em beneficência e 0 filho de Adão foi gerado e nas­
verdade (Êx 34.6), é a expressão ceu à semelhança de seu pai, Gn
pessoal da verdade (Dt 32.4). Ele é 5.1-3. Deus é um Deus Trino: Pai,
quem distribui a verdade aos ho­ Filho e Espírito Santo. O homem
mens (SI 57.3), que é um a verdade tem um a natureza triúna. Ele se
eterna (SI 117.2) e assim Ele nun­ constitui de espírito, alma e corpo,
ca pode mentir. 1 Ts 5.23. A imagem de Deus no
29
homem é de natureza moral e es­ rem de seus benefícios por toda a
piritual. eternidade, Is 45.17.
2. A Queda do Homem. O ho­ c. É uma perfeita salvação,
mem foi criado em estado de per­ Hb 7.25, visto como o Salvador
feição, Ec 7.29, para a glória de que no-la provê é perfeito e perfei­
Deus, Is 43.7. Tendo pecado, ele tam ente apto a nos apresentar
caiu e perdeu a condição privile­ diante do Pai.
giada de dominador, passando a d. É uma salvação divina e
de escravo. Pela queda de Adão, o comum, Lc 3.6; At 28.28; Jd 3. Di­
pecado passou a todos os homens, vina, porque foi idealizada por
Gn 3.1-3; Rm 5.12; I Co 15.22; Gn Deus, o Todo-Poderoso. Comum,
6.12. Presentemente, cada homem porque não envolve qualquer tipo
nasce em pecado, SI 51.5 e vive de discriminação. A salvação é
sempre pecando, Jó 14.1; 25.4; SI igual para todos, porque todos se
58.2; Gn 8.21; Is 48.8, necessitan­ haviam perdido, e “o Filho do ho­
do, então, da plena misericórdia mem veio buscar e salvar o que se
de Deus. havia perdido”, Lc 19.10.
3. A Redenção do Homem. 2. O Autor da Salvação.
Somente Deus pode alterar o curso a. Jesus é a causa de eterna
da vida de um pobre pecador, cujo salvação para todos aqueles que
coração é m au continuam ente, Gn lhe obedecem, Hb 5.9.
6.5, duro e im penitente, Rm 2.5; b. Jesus é o Príncipe (ou ca­
Mc 10.5; Zc 7.12. pitão) da nossa salvação, devi­
O sacrifício de Jesus provê re­ dam ente consagrado m ediante
denção para o homem perdido, M t suas m uitas aflições, Hb 2.10.
20.28. Jesus é o último Adão, o c. Jesus é nossa própria sal­
qual conquistou para o homem vação, levantado poderosamente
perdido um novo nome, Ap 2.17, na casa de Davi, servo de Deus. Lc
um novo caminho, Hb 10.20 e um 1.69.
novo futuro, Fp 3.10-12. 3. Os Efeitos da Salvação.
a. Alcançamos o perdão de
III. A VERDADE SO BRE A nosgos pecados, Is 55.7.
SALVAÇÃO b. Desfrutamos de paz com
Na pessoa de Jesus, Deus o Pai Deus, Rm 5.1.
tem providenciado a salvação per­ c. Temos vida com abundân­
feita de todos os homens que che­ cia, Jo 10.10.
gam a crer no sacrifício do Calvá­ d. Ficamos totalmente isen­
rio. tos de condenação, Rm 8.1.
1. A Natureza da Salvação. e. E starem os para sempre
a. É uma grande salvação, com o Senhor, I Ts 4.17.
Hb 2.3, visto que grande tem sido
o nosso pecado, SI 25.11. IV. A VERDADE SOBRE A
b. E uma eterna salvação, Hb VIDA CRISTÃ
5.9, para poder garantir aos seus Aquele que segue e serve a Je­
possuidores o direito de desfruta­ sus Cristo é um verdadeiro cristão.
Na Bíblia encontramos a verdade V. A VERDADE SOBRE O FU ­
sobre a vida cristã ideal. TURO, At 1.1-11.
Presentem ente ocorre o surgi­
1. A vida cristã é uma vida de mento, no mundo, de uma m ulti­
fé. Ter fé é aceitar tudo quanto a dão de videntes, profetas, mági­
Bíblia declara sobre Deus e viver cos, magos, adivinhos, astrólogos e
em submissão a ele. O supremo futurólogos que querem satisfazer
objeto da fé cristã é o próprio J e ­ a sede da hum anidade, no tocante
sus, At 15.11; 16.31. Somos salvos às coisas futuras. Mas, também
pela fé, Ef 2.8. Através da fé al­ neste assunto, a verdade pertence
cançamos vida, G1 3.11; Rm 1.17, com exclusividade à Palavra de
estabilidade, II Co 1.24; Rm 11.20 Deus.
e vitória, I Co 15.57,58.
1. B reve Jesu s voltará. A
2. A vida cristã é uma vida de Bíblia' fala mais da segunda do
santificação. Ser santificado é ser que da primeira vinda de Jesus.
separado, SI 4.3. Quando nos san­ Os apóstolos deram testemunho
tificamos, nos afastamos das coi­ de tão grande evento. Jesus volta­
sas imundas, Èx 19.10,14; Js 7.13; rá pessoalmente, At 1.11, repenti­
I Ts 4.3,7; I Co 6.9,11. Somos san­ namente, Mc 13.36, inesperada­
tificados pelo Pai, Lv 20.8; Jd 1, mente, M t 25.13, brevemente, Ap
pelo Filho, Hb 2.11; 10.10; I Co 22.12,20, secretamente, I Ts 5.2,
I.30, pelo Espírito Santo, II Ts aleluia! Ele voltará! Estejamos à
2.13; I Pe 1.2, pela Palavra de sua espera!
Deus, Jo 17.17; At 20.32 e pelo 2. Haverá grande tribulação.
sangue de Jesus, Hb 13.12,20,21; I Todos aqueles que não subirem
Jo 1.7. com o Senhor Jesus no dia do arre­
3. A vida cristã é uma vida de batam ento ficarão, para experi­
obediência. Fomos salvos pela mentar os horrores da Grande T ri­
obediência de um homem, e deve­ bulação. Será uma época de terrí­
mos seguir o seu exemplo, Hb 5.8; vel aflição, M t 24.21, de angústia
Rm 5.19. Toda desobediência é pe­ inédita para os judeus, Dn 12.1, e
cado, J r 3.25; 40.3. Obedecer é me­ a ira de Deus se derram ará sobre a
lhor do que sacrificar, I Sm 15.22. t e r r a , Ap 6 . 1 6 , 1 7 . B e m -
Devemos obedecer a Deus, Dt aventurados aqueles que não par­
13.4, a Cristo, Ef 5.24; Jo 14.15,21; ticiparem da hora da tentação, Ap
aos pastores, Hb 13.7 e devemos 3.10.
fazê-lo de coração, Rm 6.17; Dt 3. £ hora de vigiar. Cada um
II.13. Quando vivemos em obe­ m antenha acesa a sua lâmpada.
diência, nossas orações são ouvi­ Não espere o Anticristo. Espere a
das, I Jo 3.22 e confessamos assim Jesus Cristo, prepare-se para o en­
o pleno senhorio de Cristo sobre contro com o Noivo, pois a meia-
nós, Rm 6.16. Deus nos ajude a vi­ noite está chegando. A qualquer
vermos sempre em perfeita obe­ hora o nosso Redentor virá, T t
diência ao Senhor. A m ém .. 2.13.
VI. A VERDADE SO BRE A mos é o único recomendável para
ETERNIDADE um a grande decisão. Devemos
1. A Realidade do Céu. Lemos confirmar a nossa escolha. Esco­
na Bíblia a respeito de três céus, lhamos Jesus, Caminho, Verdade
comumente chamados de primeiro e Vida, e acolhamos a Bíblia, o Li­
céu (atmosférico), segundo céu vro da verdade.
(estelar) e tèrceiro céu (espiri­ Irmãos amados, entoemos o
tual), o Paraíso. cântico da vitória. Jesus nos livrou
A habitação suprema de Deus do inferno e nos abriu a porta dos
está no céu dos céus, I Rs 8.27. O céus. A Bíblia garante que as por­
céu é um lugar, Jo 14.2 e de lá virá tas do Inferno jam ais prevalecerão
o Rei Jesus, Fp 3.20. Jesus é o Cor­ contra a Igreja de Jesus Cristo. Vi­
deiro cujo sacrifício é comemorado vamos de tal maneira que quando
e cantado no céu, Ap 5.9. deixarmos este mundo passemos a
2. A Realidade do Inferno. A estar com Cristo. Amém.
Bíblia fala do inferno como um lu­ QUESTIONÁRIO
gar e como um a condição de vida.
Um terrível lugar e um a dolorosa 1. Q uantas vezes, aproxim ada­
situação. Lá serão lançados todos mente, os profetas falaram que
os ímpios e aqueles que se esque­ suas palavras eram divinamen­
cem de Deus, SI 9.17 e em lá che­ te inspiradas?
gando, esses encontrarão o Diabo e 2. D em o n stre alg u m as provas
seus anjos, M t 25.41. bíblicas acerca da Trindade.
As chaves do Inferno estão nas 3. Qual é a verdade bíblica a res­
mãos de Jesus, Ap 1.18. Logo, o peito da salvação?
Filho de Deus está devidamente 4. Qual a verdade bíblica sobre o
credenciado a lançar ali o seu se­ futuro?
cular adversário, Ap 20.1-3,13,14. 5. Descreva a natureza original do
Ir ao Inferno significará a se­
gunda morte, Ap 21.8, o lago de fo­ homem.
go, Ap 19.20; 20.15. Lá se encon­ 6. Em II Crônicas cap. 6; Deutero-
trará a ira eterna de Deus, Jo 3.36. nômio cap. 10, e Neemias cap.
3. Como e onde passarás a 9, indique o versículo que fala
eternidade? Este dia que ora vive­ em “céu dos céus” .

A SEARA
Uma revista que abrange todas as camadas sociais, evangéli­
cas ou não. Uma revista tecnicamente bem feita e, sobretudo,
cristã. Uma leitura alegre .e salutar.
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7
16 de novembro de 1980
LIÇÂO

A Biblia - O livro
missionário
VERDADE PRATICA As evi­ TEXTO ÁUREO “Sustenta-m e
dências de ser a Bíblia um livro conforme a tua palavra, para que
missionário são muitas, e é no Se­ uiva”, SI 119.116a.
nhor Jesus Cristo que encontra­
mos o modelo do verdadeiro m is­
sionário.

LEITURAS DIÁRIAS
Segunda, 10 nov - M t 28.16-20 J esu s A bençoa aos Que S e­
A grande Comissão M undial meiam
Terça, 11 nov - Cl 3.12-17 Sexta, 14 nov - II Co 11.16-28
Devem os Ser Ricos da P alavra Um M issionário Exem plar
Quarta, 12 nov - Mc 4.14-20 Sábado, 15 nov - Ap 22.6-10
A P alavra Sem eada Prom essas P ara os Que Guar­
Quinta, 13 nov - II Co 9.9-15 dam a P alavra

LEITURA EM CLASSE
SI 119.9-11; 97-104.

SI 119.9 - Como purificará o mancebo o seu caminho? Observan­


do-o conforme a tua palavra.
10 - De todo o meu coração te busquei; não me deixes desviar dos
teus mandamentos.
11 - Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar
contra ti.
97 - Oh! quando amo a tua lei! é a minha meditação em todo o dia.
98 - Tu, pelos teus mandamentos, me fazes m ais sábio que meus
inim igos, pois estão sempre comigo.
99 - Tenho mais entendimento do que todos os meus mestres, por­
que medito nos teus testemunhos.
33
100 - Sou mais prudente do que os velhos, porque guardo os teus
preceitos.
101 - D esviei os meus pés de todo o caminho mau, para observar a
tua palavra.
102 - Não me apartei dos teus juízos, porque tu me ensinaste.
103 - Oh! quão doces são as tuas palavras ao meu paladar! mais
doces do que o mel á minha boca.
104 - Pelos teus mandamentos alcancei entendimento, pelo que
aborreço todo o falso caminho.

COMENTÁRIO que a Bíblia ensina a respeito de


Missões, pois evangelizar é tarefa
INTRODUÇÃO prioritária da Igreja de Cristo, nes­
Indiscutivelm ente a Bíblia é te mundo que perece.
um livro missionário. Seu perso­ II. M ISSÕES NO CORAÇÃO
nagem central é Jesus, o maior DE CRISTO
missionário da História. Ela é ó O coração de Cristo é um cora­
manual e o espelho para a Igreja, ção apaixonadam ente missioná­
em todas as gerações, e até que o rio. O missionário é alguém envia­
Senhor volte. do a pregar as boas novas de salva­
ção em outras terras. Por isso,
I. M ISSÕ E S NO CORAÇÃO “Deus enviou Seu Filho ao m un­
DE DEUS do”, Jo 3.17. Ele mesmo testifi­
Missões nunca podem partir cou: “Assim como o Pai me en­
do coração de Satanás. A obra viou...” , Jo 20.21a.
missionária tem sua origem no co­ l . A M issão de Jesus. Como
ração de Deus, movido de amor e M issionário-padrão, Jesus veio a
compaixão para com o homem, Is este mundo buscar e salvar o que
6.8; Jo 3.16a. Missões são a provi­ se havia perdido,(Lc TíO(5'jpro.mo-
dência salvadora de Deus para ver a paz.lCl 1.20.T9esfazér a obra)
toda um a raça, desde o instante dõTnirgQ. I Jo 3.&/edificar a Igre)
mesmo de sua queda, quando foi < 4â, M t 16.18 e-^Ssegurar-nosTim
anunciado solenemente o proto- ^iugaf 1414 ~)
evangelho, Gn 3.15. 1 ‘2. A Visão de Jesus. Os olhos
A deihonstração mais sublime de Jesus eram ungidos e assim ele
e efetiva do coração missionário de dispunha de uma visão perfeita
Deus consistiu em ter Ele enviado das necessidades do mundo. Ele
Seu Filho Unigénito ao mundo, exortou os discípulos a levantarem
para buscar e salvar o que se havia os olhos e verem as terras brancas
perdido.l Lç. 19J_0">^‘Deus somente para a ceifa, Jo 4.35. Ele próprio
tinha um-SKcTe tez dele um mis­ percorreu todas as cidades e a l­
sionário.” deias, e andou por toda a parte,
Que durante esta semana pos­ como um missionário fiel, M t 4.23;
samos exam inar com seriedade o 9.35-38.
34
3. A Ordem de Jesus. A or­ mesma paixão e do mesmo senti­
dem missionária de Jesus é cha­ mento e assim tam bém poderemos
mada comumente de Grande Co­ fazer a obra de Deus!
missão e nós a encontramos em 3. Paulo, Um Missionário In­
M t 28, Mc 16, Lc 24 e Jo 20. Todos cansável. Em suas três viagens
os evangelistas registraram as or­ missionárias através do mundo de
dens do Mestre, relacionadas com sua época, Paulo realizou uma
a evangelização do mundo. Não verdadeira revolução espiritual e
fujamos à nossa tarefa. Cum pra­ foi incansável no combate da fé,
mos o nosso dever!
aever! Evangelizemos gQ 31-~I3fí()>\28 30.
o mundo! Enviemos missionários!^"- ' ’ ' _ ’J<
4. Paulo, o M issionário Hu-
III. M ISSÕES NO CORAÇÃO milde, G1 6.14. Paulo poderia or­
DE PAULO gulhar-se de sua cidadania rom a­
É opinião geral que Paulo foi o na, de sua cultura grega, ou de sua
maior intérprete de Jesus Cristo. religião hebraica, mas preferiu es­
1. Paulo, Um Missionário conder-se em Cristo e ser um mis­
Consciente de Sua Chamada. Os sionário realmente humilde, Fp
missionários a serem enviados 3.3; I Co 2.2-4.
pela Igreja devem estar certos de 5. Paulo Era Um Missionário
haverem sido chamados por Deus. Frutífero. Todos esperam os fru­
Ele se declarou “chamado apósto­ tos da vida e do ministério de um
lo pela vontade de Deus” , I Co 1.1; missionário. Paulo apresentou fru­
Rm 1.1 etc. tos pessoais, pois individualmente
2. Paulo, Um Missionário levou m uitas pessoas a Cristo,
Apaixonado Pela Ohra_de Evan- como lemos principalm ente nas
gelism o^í Co 9^16. Paulo não dis^ saudações de suas epístolas; apre­
punha de tempo para pensar nou­ sentou tam bém frutos coletivos ou
tras coisas. além da salvação dos comunitários, pois fundou m uitas
pecadoresZi_Co 9.27. ^ u a paixão igrejas e apresentou igualmente
tinha origensTTfnirtír especiais, a frutos m inisteriais preparando
saber: / c o W f > .................... obreiros (como Timóteo) e os pôs
a. Seu senso ôe obediencia a dentro da obra do Mestre.
visão celestial, At 26.19.
b. Seu senso de gratidão a Que nestes dias tão carentes de
quem o salvou, II Co 5.14. pregadores poderosos e de vidas
c. Seu senso de responsabilida­ frutíferas e confirmadas, Deus le­
de como ministro de Deus, At vante novos Paulos em nossas
20.24. igrejas, como missionários cons­
d. Seu senso de urgência, Ef cientes, apaixonados, incansáveis,
5.16. humildes e cheios de frutos! “A­
e. Seu senso de dívida, Rm quele que leva a preciosa semente,
1.14,15. andando e chorando, voltará sem
Que belo exemplo para todos dúvida com alegria, trazendo con­
nós! Que o Senhor nos encha da sigo os seus molhos”, SI 126.6.
V. M ISSÕ E S NO CORACÂO coste (At 2.1-4), os apóstolos fo­
DA IGREJA ram impulsionados pelo IDE de
A Igreja do Novo Testam ento é Jesus e saíram pregando o E van­
uma Igreja missionária. Os cris­ gelho. O resultado foi que Deus co­
tãos da época prim itiva eram sus- meçou a operar maravilhosamente
tentadores da Obra Missionária. e houve grande número de conver­
As Assembléias de Deus no Brasil sões.
são fruto da obra missionária, en­ Aqueles que se iam converten­
cabeçada por Daniel Berg, Gunnar do, sentiam o mesmo desejo de le­
Vingren, Nels Nelson, Joel Carl­ var o evangelho a outros e, assim,
son, Gustavo N ordlund e tantos e a Igreja de Jesus foi crescendo
tantos outros. através dos tempos.
A necessidade de missionários Não foram poucas as persegui­
é tão antiga quanto o pecado no ções e os empecilhos que os ho­
mundo. E quanto mais o pecado mens de Deus encontraram . Mas a
se m ultiplica, mais deve se m ul­ cham a ardente do Espírito naque­
tiplicar o número de missionários. les corações sempre os impulsio­
A palavra-chave da Igreja para o nou e, o resultado foi que esse
m undo é VINDE! A palavra- evangelho maravilhoso tem venci­
chave de Cristo para a Igreja é do as barreiras e tem chegado até
IDE! Temos que IR. O m undo está nós.
à beira do caos. 2. O Cumprimento da Pro­
A Igreja deve enviar missioná­ m essa. As promessas se cumprem
rios sem demora, em grande quan­ naqueles que fazem a vontade de
tid ad e, hom ens cham ados por Jesus. Pois fiel é o que prometeu.
Deus, porque Jesus ordenou. Jesus Como está escrito em SI 126.6,
está levantando homens e ele pró­ todo o que se propõe a pregar o
prio deu-nos o exemplo. A Igreja Evangelho como o Senhor ordenou
missionária é a continuação da (Mc 16.15), certam ente voltará fe­
obra que Cristo começou pessoal­ liz e alegre, regozijando por ver a
mente na terra, At 1.1. Oremos obra do Senhor realizada.
para que a visão missionária da Esse deve ser o nosso cuidado,
Igreja no Brasil seja am pliada e até que o Senhor Jesus volte para,
fortalecida e assim possamos reali­ então, buscar a Sua am ada Igreja.
zar a obra missionária dentro da Amém.
perfeita vontade do Pai que está
nos céus! VII. O DESAFIO A IGREJA
A Igreja tem diante de si o de­
VI. COLHENDO FRUTOS DO safio de um mundo perdido. Um
TRABALHO planeta habitado por mais de 4 bi­
1. O Crescimento Como Fru­lhões de pessoas, das quais, pelo
to do Trabalho. Quando a novel menos a m etade não ouviu ainda
Igreja em Jerusalém foi revestida falar do Evangelho de Cristo. T e­
do poder do alto, com a descida do mos sido enviados pelo Senhor Je­
Espírito Santo, no dia de Pente- sus a todas as nações, Mc 13.10,
todo o mundo, M t 24.14; 13.38, to ­ isso ocorrer, seremos os instru­
dos os povos, SI 96.3, todos os limi­ mentos de Deus para esta hora.
tes da terra, SI 22.27,28, por toda a Mas, que não seja tarde demais!
parteT~At 8.4._^>
-----S e'não respondermos com fir­ QUESTIONÁRIO
meza e determinação ao desafio
que se nos apresenta, como entra­ 1. Por que a Bíblia é um livro mis­
remos na presença do Rei dos reis? sionário?
Deus nos tem dado o poder da P a­ 2. Quem é o maior missionário de
lavra, o poder do Sangue, o poder toda a história?
do Nome e a autoridade do Espíri­ 3. Qual é a atividade primordial
to para evangelizarmos o mundo. da Igreja na terra?
Os sinais sobrenaturais seguirão, a 4. Descreva algumas característi­
confirmação é assegurada, a pre­ cas da obra missionária de P a u ­
sença divina está prometida, o po­ lo.
der está derramado. Que mais nos 5. Quantas viagens missionárias
falta? Paulo realizou? Descreva o iti­
Faltam-nos apenas missões nerário de cada um a delas.
em nosso próprio coração. Quando

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DESAFIOS DA NOSSA ÉPOCA - Abraào de Almeida


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r a a n u a l.
23 de novembro de 1980
LIÇÃO

Como estudar
a Bíblia
VERDADE PRÁTICA Estu- TEXTO ÁUREO “Oh! quanto
dando com método e sabedoria a amo a tua lei! é a minha medita-
Palaura de Deus, poderemos co- ção em todo o d ia ”, SI 119.97.
nhecer melhor a extensão das nos­
sas obrigações e a grandeza de
suas eternas recompensas.
LEITURAS DIÁRIAS
Segunda, 17 nov - Ez 1.16-18 Quinta, 20 nov - Lc 24.44-49
A Indispensável R evelação do Jesus é o Tema Cental da B íblia
E spírito Sexta, 21 nov - Jo 3.1-8
Terça, 18 nov - Dn 9.21-23 A E xperiên cia In d ivid u a l da
A P alavra, a Presença do Se­ Salvação
nhor e a Oração Sábado, 22 nov - I Pe 1.3-9
Quarta, 19 nov - Rm 10.17-20 A gradecidos Pela M aravilhosa
A P alavra D eve Ser T ransm iti­ Salvação
da
LEITURA EM CLASSE
Js 1.5-9; At 17.11,12; SI 1.1-3.

Js 1.5 - Nenhum se susterá diante de ti, todos os dias da tua vida.


Como fui com M oisés, assim serei contigo; não te deixarei nem te de­
sampararei.
6 - Esforça-te, e tem bom ânimo, porque tu farás a este povo her­
dar a terra que jurei a seus pais lhes daria.
7 - Tão somente esforça-te e tem mui bom ânimo, para teres o
cuidado de fazer conforme a toda a lei que meu servo M oisés te orde­
nou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda,
para que prudentemente te conduzas por onde quer que andares.
8 - Não se aparte da tua boca o livro desta lei, antes medita nele
38
dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quan­
to nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e
então prudentemente te conduzirás.
9 - Não to mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não pasmes,
nem te espantes; porque o Senhor teu Deus é contigo, por onde quer
que andares.
At 17.11 - Ora estes foram m ais nobres do que os que estavam em
Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, exam inan­
do cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim .
12 - D e sorte que creram muitos deles, e também mulheres gre­
gas da classe nobre, e não poucos varões.
SI 1.1 - Bem-aventurado o varão que não anda segundo o conse­
lho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se a s­
senta na roda dos escarnecedores.
2 - Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de
dia e de noite.
3 - Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a
qual dá o seu fruto na estação própria, e cujas folhas não caem; e
tudo quanto fizer prosperará.
COMENTÁRIO 2. Devemos Estudá-la Porque
Ela é a Palavra de Deus. Quando
INTRODUÇÃO alguém aprende a estudar a Bíblia
Cada membro da Igreja deve de modo que suas verdades che­
estimular-se a si mesmo e a outros guem a ser absorvidas como a efe­
no sentido de desenvolver métodos tiva Palavra de Deus, o resultado é
positivos e frutíferos de estudo da sempre uma vida espiritual mais
Bíblia, como parte de um desper- profunda e um desejo intenso de
tam ento m undial que se verifica, cada vez estudar mais.
com milhões de pessoas buscando -f 3. Devemos Estudá-la Porque
um sincero retorno ao Livro de Ela é a Espada do Espírito, Ef
Deus. Esperamos que a lição de ^ 6 .1 7 . Se não estudarmos a Bíblia
hoje possa despertar um novo inte­ ' convenientemente, estaremos des­
resse pelo estudo das Escrituras preparados para as grandes b a ta ­
Sagradas. lhas da vida espiritual. Lembre­
mo-nos de que Jesus venceu S ata­
I. O DEVER DE ESTUDAR nás, no deserto, usando estas pala­
1. Devemos Estudar a Bíblia vras: “E stá escrito!” Quanto mais
Porque Este é o Desejo de Deus. estudarmos, mais saberemos o que
E studar a Bíblia é tarefa de cada está escrito.
crente. E é tam bém um desejo
pessoal de Deus, apresentado na II. O PRAZER DE ESTUDAR
Bíblia em forma de idéias, conse­ 1. Um Herdeiro D eve Ter
lhos, exortações e ordenanças. Prazer em Conhecer Sua Heran­
39
ça. A Bíblia é a herança de Cristo xivam ente, a fim de que nossa
à Igreja\Jo 17.8.]Devemos ter pra­ mente possa absorver tudo quanto
zer em estndá-ta para conhecer­ está diante de nossos olhos.
mos os nossos direitos e privilé­ 7. Devemos ler a Bíblia siste ­
gios, como co-narticinantes das ri­ m ática e m etodicam ente, tendo
quezas da graça e da glória,[Ef 1.3J uma visão completa da Palavra,
“herdeiros de Deus e co-herdeirós que é una e perfeita. A Bíblia for­
de Cristo” , Rm 8.17. ma um todo e deve ser entendida e
2. Um Filho Deve Ter Prazer m editada toda. Que assim seja na
em Conhecer a Carta de Seu Pai. vida de cada um!
A Bíblia é a carta magna do Cria­ IV. A A T IT U D E CORRETA
dor às criaturas, do Pai aos filhos, PARA ESTUDAR ------- .
do Pastor às ovelhas, do Senhor 1. Atitude de Fé,(Hb 11.6b. Aó ;
aos servos. estudarmos a Bíblia, aevemos ter
3. Quem Compra Algo Novo, fé em tudo quanto a Bíblia diz,
Deve Ter Prazer em Conhecer o pois toda a Palavra é pura, perfei­
Manual do Fabricante. Todas as ta e verdadeira.
diretrizes e indicações para uma Ao estudarmos a Bíblia, deve­
vida feliz estão contidas nas pági­ mos ter fé para entender tudo
nas da Bíblia. Que Deus nos dê quanto ela ensina, pois é isto que
prazer em lê-las! nos tornará perfeitos diante do Se­
nhor.
III. A M ANEIRA CORRETA Ao estudarmos a Bíblia, deve­
DE ESTUDAR mos ter fé para descansar em tudo
1. Devemos ler a Bíblia repe­ quanto a Bíblia promete, pois “fiel
tidam ente. O salm ista disse: “An­ é o que prom eteu” , Hb 10.23^__
tes tem o seu prazer na lei do Se­ 2. Atitude de Oração,ti Ts
nhor, e na su a je i m edita de dia e 12. Devemos adquirir o hábito cfe
de noite”,ÍS1 1.2^ orar antes e depois de lermos a
2. DevehwSTer a Bíblia espi­ Bíblia e de a estudarmos. Quando
ritualm ente. A mente carnal não oramos, falamos a Deus, que ins­
discerne os mistérios de Deus, I Co pirou a Bíblia e assim ele poderá
2.
3. Devemos ler a Bíblia devo- inspirar-nos a entendermos sua
cionalmente, relacionando a le W bendita Palavra.
tyiíj com nossa vida interior, Sl_/ Quando oramos. Deus nos faz
m 9. penetrar numa nova atmosfera,
' " 3 . Devemos ler a Bíblia aten ­ de maneira que o mesmo Espírito
tam ente, não deixando passar as que veio sobre os escritores para
grandes lições que edificam nossa os revelar, ilum inar e inspirar, cai
vida e a de nossa igreja. sobre nós para que vejamos as
5. Devemos ler a Bíblia p a ­ maravilhas da lei do Senhor, SI
cientemente, vencendo qualquer 119.18.
reação de cansaço, ociosidade, de­ 3. Atitude de Humildade e
sânimo ou indisposição. Reconhecimento. Se alguém de­
6. Devemos ler a Bíblia refle­ seja conhecer a Bíblia, deve pri­
ti)
meiram ente conhecer o seu Autor. dos santos homens de Deus, como
“Sem Ele, nada do que foi feito, se Abraão, Davi, Elias, Moisés, Jo ­
fez” , Jo 1.3. 0 conhecimento de sué, Paulo, Pedro e muitos outros
Cristo deve ser experimental, que honram as páginas das Escri­
posto que o estudante da Bíblia turas.
somente avaliará com exatidão o 2. Podemos Usar o Método
caráter da Palavra se em verdade Temático, estudando assuntos es­
houver nascido de novo, pela m es­ pecíficos, como Salvação, Arrepen­
ma Palavra, Jo 3.3. O conheci­ dimento, Vinda de Cristo, Justifi­
mento de Cristo deve ser interior cação, Lei e Graça, Mordomia, Fé
e prático. Quando alguém recebe e muitos, muitos outros.
a Cristo por Salvador e a Deus por
Pai, aceita plena autoridade de 3. Podemos Usar o Método de
Deus, a mesma autoridade que Tipos, Cl 2.16,17; Hb 8.4,5; T t
flui nas Escrituras Sagradas, qúe 2.7; M t 12.39; Hb 11.19. Cristo é o
lhe perm ite ser apta para instruir, centro da revelação, o objetivo e a
redarguir e corrigir, II Tm 3.16. finalidade de toda a revelação
Somente um coração humilde bíblica. Podemos identificá-lo nos
pode entender a Palavra de Deus. muitos tipos contidos no AT.
Cheios de hum ildade, poderemos Existem outros métodos de es­
pôr-nos à disposição do Espírito. É tudo que não podem ser aqui arro­
o Espírito Santo quem ensina o lados por absoluta falta de espaço,
crente as verdades da Palavra, Jo mas que podem e devem ser culti­
14.26. É o Espírito Santo quem re­ vados por aqueles que am am a P a ­
vela os segredos da Palavra, Ne lavra de Deus. Que o Senhor nos
9.20. E o Espírito Santo quem glo­ ajude para que todos sejamos to­
rifica a Cristo na Palavra. mados em suas mãos e sejamos
Que Deus nos dê todas as qua­ estudiosos de sua Palavra, até que
lidades necessárias ao estudo Cristo volte. Amém.
j
consciente e frutífero de sua mui
rica e preciosa Palavra! QUESTIONÁRIO

V. ALG UNS M ÉTO DO S DE 1. Por que devemos estudar a


ESTUDO DA BÍBLIA Bíblia?
M uitos crentes se queixam de 2. Qual é a forma correta de se es­
não haver jam ais recebido uma tudar a Bíblia?
palavra de orientação sobre como 3. Quais são as atitudes que o
estudar a Bíblia. Isto é em verdade crente deve tomar, ao m anusear
relevante. A falta de métodos efi­ a Bíblia?
cazes pode tornar a vida estéril. 4. Mencione alguns métodos de es­
1. Podemos U sar o Método tudo da Palavra de Deus. Defi­
Biográfico, estudando as vidas na cada um deles.

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ro e paga muito menos.
41
30 de novembro de 1980
LIÇÃO
9

A Bíblia - O m anual
do cristão
VERDADE PRÁTICA Em to­ TEXTO ÁUREO “Examinais as
dos os momentos da vida a Bíblia Escrituras, porque vós cuidais ter
deve ser a fonte orientadora de to­ nelas a vida eterna, e são elas que
das as nossas decisões. de mim testificam ”, Jo 5.39.

LEITURAS DIÁRIAS
Segunda, 24 nov - SI 40.7-12 Quinta, 27 nov - Jo 1.12-14 ■
A P a la v ra no Coração Gera G raça e V erd a d e A os Que
Confiança Crêem
Terça, 25 nov - Ap 12.11-17 Sexta, 28 nov - II Tm 4.1-5
O Cristão Torna-se Vencedor O M anual do Obreiro Cristão
Pela P alavra Sábado, 29 nov - Ml 4.1-6
Quarta, 26 nov - M t 19.1-12 A P alavra D eve S er Sem pre
Ensinam ento P ara o Lar Lem brada

LEITURA EM CLASSE
II Tm 4.1-5; Tt 2.1-10

II Tm 4.1 - Conjuro-te pois diante de Deus e do Senhor Jesus


Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu
reino,
2 - Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redar­
guas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina.
3 - Porque virá tempo em que não sofrerão a sã doutrina; mas,
tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme
as suas próprias concupiscências;
4 - E desviarão os ouvidos da verdade, voltando ás fábulas.
5 - Mas tu sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra dum
evangelista, cumpre o teu ministério.
Tt 2.1 - Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina.
2 - Os velhos que sejam sóbrios, graves, prudentes, sãos na fé, na
caridade, e na paciência;
3 - As mulheres idosas, semelhantemente, que sejam sérias no
seu viver, como convém a santas, não caluniadoras, não dadas a
muito vinho, m estras no bem;
4 - Para que ensinem as mulheres novas a serem prudentes, a
amarem seus maridos, a amarem seus filhos,
5 - A serem moderadas, castas, boas donas de casa, sujeitas a
seus maridos, a fim de que a palavra de Deus não seja blasfemada.
6 - Exorta semelhantemente os mancebos a que sejam modera­
dos.
7 - Em tudo te dá por exemplo de boas obras; na doutrina mostra
incorrúpção, gravidade, sinceridade,
8 - Linguagem sã e irrepreensível, para que o adversário se en­
vergonhe, não tendo nenhum mal que dizer de nós.
9 - Exorta os servos a que se sujeitem a seus senhores, e em tudo
agradem, não contradizendo,
10 - Não defraudando, antes mostrando toda a boa lealdade, para
que em tudo sejam ornamento da doutrina de D eus, nosso Salvador.

INTRODUÇÃO tudá-la e am á-la profundam ente.


“ A Bíblia contém a mente de Ela é o nosso m anual para todas as
Deus, o estado do homem, o cam i­ situações.
nho da salvação, a condenação dos 1. Em Nossa Conduta, é na
pecadores e a felicidade dos cris­ Bíblia que descobrimos o padrão
tãos. As doutrinas da Bíblia são divino e a verdadeira inspiração
santas; suas histórias são verda­ para atingi-lo. Nossa aversão ao
deiras e suas decisões são im utá­ pecado é um resultado de guardar­
veis. Leiamos a Bíblia para sermos mos a Palavra em nosso coração,
sábios; creiamo-la para sermos SI 119.11. Ela nos indica o verda­
salvos; pratiquem o-la para sermos deiro modo de viver, II Tm 3.10, e
santos. Ela é o mapa do viajante, o quando a observamos o nosso ca­
bordão do peregrino, a bússola do minho prospera, Js 1.8.
piloto, a espada do soldado e o m a­ 2. Em Nosso Relacionamento
nual do cristão” (A.J. Disbio). Com Deus é a Bíblia que nos fixa
as diretrizes. Ela fala sobre o per­
1 . 0 MANUAL INDIVIDUAL dão, M t 6.12-15; Lc 11.4;sobre a
DO CRISTÃO adoração, Jo 4.23,24; Fp 3.3; sobre
A Bíblia é indispensável à vida a oração da fé, Jo 14.12; Tg 5.17 e
de cada filho de Deus neste m un­ sobre nossa comunhão com Deus, I
do. Ela deve ser lida cotidiana- Co 1.9; I Jo 1.6,7.
mente. Devemos examiná-la, es- 3. Em Nossa Esperança da
43
Vida Futura, a verdadeira m oti­ todos os tempos. Por exemplo: D a­
vação vem tam bém das Escritu­ vi, Daniel, Josias, Timóteo, José e
ras, Hb 6.18,19; At 28.20; Cl muitos outros que são verdadeiras
I.5,6,23,27; Ap 22.12. colunas no grande templo da His­
Usemos este bendito manual tória Universal do Povo de Deus.
como peregrinos do Senhor até A Bíblia apresenta advertências,
chegarmos ao desejado porto ce­ exortações, conselhos, m a n d a ­
lestial. mentos e mensagens diretam ente
aos jovens: T t 2.6; I Tm 4.12;Pv
II. O MANUAL DO CRISTÃO 4.23; Lc 15.11-23; Ec 12.1; Pv 10.1;
NO LAR I Jo 2.13-17; Pv 31.1-3.
Deus tem cuidados especiais Deus ajude à juventude de nos­
com a família. As grandes provi­ sa querida Igreja a permanecer fiel
dências salvadoras de Deus sem­ e consagrada a Deus e a sua pre­
pre incluem a família, Gn 7.1; At ciosa Palavra.
16.30,31, etc. É digno de conside­ 4. O Manual dos Esposos. O
ração o fato de que a Bíblia é, em primeiro casamento foi efetuado
verdade, o manual do lar cristão. pessoalmente pelo Pai, Gn 2.24;
1. O Manual das Crianças.M t 19.4,5. O primeiro milagre, Je­
“Deixai os meninos, e não os estor­ sus o efetuou em um a festa de ca­
veis de vir a Mim; porque dos tais samento, em Caná da Galiléia, Jo
é o reino dos céus” , M t 19.14,15. 2.11. A Bíblia defende o casam en­
“Os filhos são herança do Se­ to. Eis algumas palavras da Escri­
nhor...” SI 127.3. “Instrui ao me­ tura para os maridos cristãos: Ef
nino no caminho em que deve an­ 5.28; Ec 9.9; Cl 3.19; I Pe 3.7; I Tm
dar...” Pv 22.6. 5.8; I Co 11.3.
.2 O Manual dos Filhos. A 5. O Manual das Esposas. A
Bíblia está cheia de conselhos e seriedade com que a Bíblia expõe
exortações aos filhos, visando a o matrimônio chega ao ponto de
sua felicidade e o prolongamento ilustrá-lo como um retrato do rela­
de seus dias aqui na terra; Êx cionamento de Cristo com a Igre­
20.12; Lv 19.3,32; Dt 5.16; Ef 6.1­ ja. Por isso, recomenda o escritor:
3; Cl 3.20; I Tm 3.4; Lc 18.20; M t “Venerado seja entre todos o m a­
15.4; Mc 10.19; Pv 1.8,9; os filhos trimônio e o leito sem m ácula” ,
tam bém são exortados a buscar ao Hb 13.4. Eis aí alguns textos que
Senhor, louvando-0 e obedecendo D eus oferece às esposas: E f
os s e u s m a n d a m e n t o s , SI 5.22,31; Pv 31.10-30; Gn 2.18,20;
148.12,13; Pv 3.1-3; 6.20-25. SI 128.3; Pv 19.14; I Co 14.34,35;
3. O M an ual dos J o v en s.Cl 3.18; T t 2.5; I Pe 3.1,6; Gn 18.6;
Cada jovem cristão deve reconhe­ Pv 14.1.
cer que a Bíblia é um livro para a Louvemos a Deus neste dia por
juventude. Em João encontramos todos os lares onde reina a graça, a
isto mui claramente: “Eu vos es­ paz e o poder do Senhor Jesus.
crevi, jovens...” I Jo 2.14. A Bíblia Amém.
está repleta de vidas jovens, fonte 6. O Manual das Mulheres
de inspiração para a mocidade de N o v a s . As se n h o ra s recém -
44
casadas tam bém são favorecidas 8. O M anual das V iúvas.
com m ensagens específicas da Deus é amigo das viúvas. As igre­
Bíblia, por exemplo: “P ara que jas devem cuidar “das que são ver­
ensinem as mulheres novas a se­ dadeiram ente viúvas” , I Tm 5.3­
rem prudentes, a am arem seus 13; D t 10.18; SI 68.5; 146.9; Pv
maridos, a am arem seus filhos, a 15.25; J r 49.11; At 6.1-7; Tg 1.27; I
serem moderadas, castas, boas do­ Tm 5.3.
nas de casa, sujeitas a seus m ari­
dos...” T t 2.4,5. III. O M ANUAL DO OBREIRO
a. Elas devem estar prepara­ Não se adm ite um verdadeiro
das, em hum ildade para aprender. obreiro sem que a Bíblia Sagrada
b. Elas devem ser prudentes, seja um a prioridade em sua vida,
castas e moderadas. Isto envolve o Js 1.7,8.
cuidado no falar (as donas de casa O Obreiro deve ler a Bíblia dia­
devem g u ard ar consigo e com riam ente, fazendo dela “o pão nos­
Deus as fraquezas e os defeitos de so de cada dia” . Ele deve pesqui­
seus maridos), o espírito simples sá-la mais que todos os compên­
(os excessos de despesas feitos por dios seculares. Ela é a fonte princi­
pressão da esposa têm sido a causa pal de seu conhecimento e a base
de destruição de muitos lares) e a de suas mensagens. Os conselhos,
dedicação ao lar. a doutrina, as exortações e o ensi­
c. Elas devem am ar os filhos e no do Obreiro devem todos funda­
não evitá-los através de meios que m entar-se na Palavra. Ele deve
podem afetar a saúde, provocar a aceitá-la integralm ente. Ele deve
solidão e entristecer o Espírito crer com perseverança no que ela
Santo. Leiamos cuidadosam ente I afirma. O marechal Ferdinando
Tm 5.14,15. Foch escreveu: “A Bíblia é com
Se isso acontecer, diz o apósto­ certeza o melhor preparo que se
lo, a Palavra de Deus não será pode dar a um soldado que vai
blasfemada, T t 2.5. com bater” . E que dizer do Obreiro
7 .0 M anual das Mulherescomo soldado de Jesus Gristo? T t
Idosas. A Bíblia põe um a grande 2.1; II Tm 4.2.
responsabilidade nos ombros das A recomendação de Deus sobre
senhoras idosas, T t 2.3,4. M uitas este assunto é abundante: D t 6.6­
recém-casadas têm destruído o 9; SI 37.30,31; Is 59.21; M t 12.35;
seu lar por causa de conselhos Ef 4.29; Lc 11.28.
ímpios e levianos de senhoras mais Ao p re sta r contas do seu m in is­
idosas. Devemos dar atenção à P a­ tério. Je su s orou ao Pai e disse:
lavra de Deus! “Porque lhes dei as palavras que
Mas tam bém é verdade que tu me d este...” Jo 17.8. -
m uitas senhoras, como verdadei­ Que cada Obreiro hoje, possa
ras santas de Deus têm sido am i­ dizer o mesmo.
gas, conselheiras e ajudadoras evi­
tando, com suas experiências, gra­ IV. O MANUAL DA IGREJA.
ves problemas na casa de Deus! E nquanto a Igreja estiver neste
Graças a Deus por elas! mundo, ela há de depender da
45
Bíblia Sagrada, porque: séculos, de todos os povos e de to­
1. Ela é a base de nosso co­ das as idades” . (César Cántu)
nhecimento, I Jo 5.13.
2. Ela é a base de nossa ilu­ Q U EST IO N Á R IO
minação, SI 119.105.
3. Ela é a base do nosso con­ 1. Qual é o ensino bíblico a respei­
solo, I Ts 4.18. to do nosso relacionamento com
4. Ela é a base de nossa vita­ Deus?
lidade, Mt 4.4. 2. Quais são as diretrizes básicas
5. Ela é a base de nosso co­ estabelecidas na Bíblia, para
nhecimento, I Pe 2.2. cada membro da família?
6. Ela é a base de nossa boa 3. Existem alguns textos bíblicos
conduta, II Tm 3.16. diretam ente relacionados com o
7. Ela é a base de nossa santi­ comportamento do jovem cris­
ficação, SI 119.9. tão? Em que livros, capítulos e
8. Ela é a base de nossa sabe­ versículos estão registrados?
doria, I Co 1.18-24; SI 19.7. 4. Qual é o ensino da Bíblia a res­
9. Ela é a base de nosso con­ peito do matrimônio?
forto, Hm 15.4. 5. Como o Obreiro deve posicio­
10. Ela é a base de nossa vitó­ nar-se em relação às Sagradas
ria, Ef 6.17. Escrituras?
“ A Bíblia é o Livro de todos os

CRISTO
EM CADEIAS
COMUNISTAS
Richard Wurmbrand
O a u to r e s te v e p re so em c a d e ia s c o m u n is ta s , o n d e foi a ç o ita ­
do, to r tu r a d o e o b rig a d o a in g e rir d ro g a s, m a s r e s is tiu a tu d o e fi­
cou firm e co m C risto . O liv ro n a r r a ep isó d io s s u r p r e e n d e n te s d a
v id a d e W u r m b r a n d , n o s q u a is se s a lie n ta a fig u ra d e C risto ,
co m o q u e le q u e c o n s e rv a a fé e d á fo rç a s p a r a v e n c e r.

B ro ch u ra Cr$ 240,00 E n ca d ern a d o Cr$ 310,00


4(i
fl€
7 de dezembro de 1980
LIÇÃO

O Espirito Santo
c a Bíblia
VERDADE PRÁTICA 0 Espíri­ TEXTO ÁUREO ‘‘Mas aquele
to Santo abre a nossa m ente para Consolador, o Espírito Santo, que
compreender que Ele mesmo é o o Pai enviará em meu nome, esse
inspirador e executor de toda a vos ensinará todas as coisas, e vos
mensagem bíblica. fará lembrar de tudo quanto vos
tenho dito”, Jo 14.26.

LEITURAS DIÁRIAS
Segunda, 1 dez - Ap 19.7-10 Quinta, 4 dez - I Co 12.4-8
A Felicidade de Possuir a P a la ­ O E spírito Santo é Soberano
vra Sexta, 5 dez - I Co 12.1-11
Terça, 2 dez - I Co 2.9-16 A O peração do E sp írito na
Os A tribu tos do Espírito R evela­ B íblia
dos na P alavra Sábado, 6 dez - I Co 2.10-13
Quarta, 3 dez - I Jo 4.1-6 O E spírito R evela as Coisas de
O E spírito da Verdade Inspira e Deus
D irige os Que São de Deus
LEITURA EM CLASSE
II Pe 1.7-12,19-21

II Pe 1.7 - E à piedade amor fraternal; e ao amor fraternal cari­


dade.
8 - Porque, se em vós houver e abundarem estas coisas, não vos
deixarão ociosos nem estéreis no conhecimento de nosso Senhr J e­
sus Cristo.
9 - Pois aquele em quem não há estas coisas é cego, nada vendo
ao longe, havendo-se esquecido da purificação dos seus antigos pe­
cados.
10 - Portanto, irmãos, procurai fazer cada vez mais firme a vossa
vocação e eleição; porque, fazendo isto, n u n c a jam ais tropeçareis.
11 - P orq u e assim vos será am plam ente concedida a e n tra d a no
reino eterno de nosso S enhor e S alvador Je su s C risto.
12 - Pelo que não deixarei de exortar-vos sem pre acerca destas
coisas, ain d a que bem as saib as, e estejais confirm ados n a presente
v erdade.
19 - E tem os, m ui firm e, a p a la v ra dos p ro fetas, à q u a l bem fazeis
em e s ta r aten to s, como a um a luz que a lu m ia em lu g a r escuro, até
que o d ia esclareça, e a e stre la da alv a a p a re ç a em vossos corações.
20 - Sabendo prim eiram en te isto: que n en h u m a profecia da E s­
c ritu ra é de p a rtic u la r in terp retação .
21 - P orq u e a profecia n u n ca foi produzida por vontade de homem
algum , m as os hom ens santos de D eus fa la ra m in sp irad o s pelo Espí-
rito Santo.

CO M EN TÁ RIO rito. Ela inicia sua mensagem afir­


mando que o Espírito de Deus se
IN TRO D U ÇÃ O movia. E conclui afirmando que o
O Espírito Santo e a Bíblia es­ Espírito está convidando a todos
tão inseparavelm ente ligados. A para beberem de graça da água da
Bíblia é o resultado da inspiração vida, Gn 1.2; Ap 22.17.
do Espírito Santo dada a homens 2. R e v e la S u a N a tu r e z a .
comuns, mas convertidos e depen­ Como entenderíamos a natureza
dentes de Deus. Assim como a do Espírito Santo a não ser pela
Bíblia foi escrita debaixo de inspi­ leitura das páginas das Escrituras
ração, para entendê-la necessita­ Sagradas? Nelas aprendemos que
mos igualmente da inspiração do Ele é essencialmente santo, basi­
Espírito Santo. camente justo e expressamente
verdadeiro. É o Espírito de san­
I. A B ÍB L IA REV ELA O E S P Í­ tidade, de justiça e de verdade, Is
R IT O SANTO 4.4; Jo 14.17; 16.13; I Jo 4.6.
Sendo a Bíblia a revelação ex­ 3. R evela Seus Nomes. Seria
pressa de Deus, e sendo o Espirito impossível neste pequeno espaço
Santo um a das Pessoas da Eterna mencionar todos os nomes e títu ­
Divindade, é muito natural que a los que a Bíblia aplica ao Espírito
Bíblia trate de revelar esse m ara­ Santo. Mas podemos alinhar al­
vilhoso Espírito Santo. guns, lem brando que cada um de­
les reflete um aspecto da persona­
1. R ev ela S u a E x is tê n c ia . lidade ou dos atos maravilhosos do
Desde o primeiro até o último Espírito de Deus:
capítulo da Bíblia (Gn 1 e Ap 22) a. Espírito Santo, At 2.4.
as menções ao Espírito Santo se b. Espírito de vida, Rm 8.2.
repetem com freqüência. Literal­ c. Espírito de adoção, Rm 8.15.
m ente a Bíblia está plena do Espí­ d. Espírito de Cristo, I Pe 1.11.
48
e. Espírito Santo de Deus, Ef h. Ele convence o mundo do
4.30. pecado, da justiça e do juízo. Jo
f. Espírito eterno, Hb 9.14. 16.8-11.
g. Espírito, Mc 1.10. i. Ele adota os pecadores rege­
A este divino Espírito, nosso nerados como filhos de Deus, Rm
louvor contínuo, nossa admiração 8.15,16.
eterna! j. Ele consola os corações aba­
4. R evela Seus A trib u to s. tidos, At 9.31.
Aprendemos na Bíblia Sagrada
que o Espírito Santo não somente II. A BIBLIA HONRA O E SPÍ­
é um a pessoa, mas um a pessoa d i­ RITO SANTO
vina. Como tal, é possuidor de to­ A natureza hum ana é natural­
dos os atributos inerentes à Divin­ mente inclinada ao egoísmo e à
dade, tais como eternidade, Hb vaidade pessoal. A leitu ra da
9.14; onipresença, SI 139.7-10; o- Bíblia é um antídoto contra esse
nisciência, Co 2.9-11; onipotência, espírito, que o homem herdou da
Lc 1.35; santidade, Lc 11.13, etc. velha natureza, resultante da que­
5. Revela Suas Obras. Qual­ da de nossos primeiros pais.
quer pessoa há de se m aravilhar à O Espírito Santo surge na Es­
medida em que estude os atos so­ critura Sagrada como uma das
beranos e gloriosos do Espírito pessoas da Trindade e como tal é
Santo, quer seja na construção do credor de toda a glória, de toda a
Universo, quer seja no interior do honra e todo o nosso louvor. E m ­
coração das criaturas. Convém re­ bora nesta dispensação a tarefa
cordarmos alguns desses feitos primária do Espírito seja glorificar
portentosos, os quais nos conduzi­ a Cristo, em toda a Bíblia enten­
rão a um estado de sensibilidade demos que Ele é digno de toda
cristã e de profunda fidelidade, exaltação de nossa parte.
pois, quão pequenos somos diante Desta sorte, quando glorifica­
de tão grande Espírito! mos a Deus e enobrecemos a divin­
a. O Espírito Santo participou dade em suas três pessoas eternas,
da obra da criação, Gn 1.2. estamos pondo por terra nosso
b. Continua atuando no Uni­ egoísmo. O Espírito Santo é Se­
verso criado, SI 104.30. nhor da Igreja, tam b ém (At
c. Ele alegra o coração do cren­ 20.28), e seu grande anelo é encon­
te, (11 5.22. trar disposição de nossa parte para
d. Ele dirige pessoas e igrejas, que lhe abramos as portas e ele
At 8.29; 13.1-3. opere livremente em nosso cora­
e. Ele esquadrinha o mais inte­ ção.
rior de nossa vida, Rm 11.33,34; De todas as maneiras devemos
8.25-27. evitar entristecê-Lo (Ef 4.30), ten­
f. Ele concede preciosos dons à tá-Lo (At 5.9), afrontá-Lo (Hb
igreja, I Co 12. 10.29) ou apagá-Lo (I Ts 5.19). Ao
g. Ele sela os que são cham a­ invés disso, cantemos sempre:
dos para a comunhão com Cristo, “ E spírito de Deus, cai sobre
Ef 4.30. nós...”
III. O E S P IR IT O SA N T O casamento do últim o Adão. Em
HONRA A BÍBLIA Gn é pronunciada a sentença con­
1. Através da Harmonia Entretra a antiga serpente; no Ap, a
o Velho e Novo Testamentos. E n­ m esm a sentença é executada.
quanto homens néscios e perversa­ Amém.
mente intencionados estão ten tan ­ 2. Através do Cumprimento
do intrigar o mundo, lançando d ú ­ das Profecias. M uitíssimas profe­
vidas sobre a autenticidade da P a ­ cias bíblicas foram cum pridas ain­
lavra, a Igreja de Jesus Cristo está da nos tem pos bíblicos, porque as­
sendo por ela edificada e está se sim deveria ser. No entanto, m ui­
deleitando com suas maravilhas, tas outras foram cumpridas nos
inclusive com a m aravilha de sua tempos pós-bíblicos. Hoje ainda
harmonia interior. O Antigo T es­ estamos acompanhando os acon­
tam ento é um a sombra que se pro­ tecimentos m undiais e muitos fa­
jeta no horizonte e que se cumpre tos que se registram em diferentes
com perfeição no Novo Testam en­ partes do mundo são o cum pri­
to. O Novo Testam ento é um a re­ mento exato da Palavra profética.
velação plena das figuras e dos ti­ Por exemplo, o que se tem passado
pos escondidos no Antigo T esta­ nos últimos anos com Israel é um
mento. Examinemos somente al­ exemplo da fidelidade profética da
guns aspectos dessa harmonia, Bíblia. Isto tudo acontece porque
comparando os livros de Gênesis e o Espírito Santo honra a Bíblia!
Apocalipse. Ap term ina o que Gn 3. Através do Cumprimento
inicia. A terra é criada em Gn e re­ das Prom essas. O Espírito Santo
criada em Ap. A primeira rebelião continua a honrar a Bíblia. Q uan­
de Satanás ocorre no Gn, a últim a do cada crente é batizado com o
no Ap. Os mares aparecem em Gn Espírito Santo aqui na Igreja m ili­
e desaparecem no Ap. Um rio pas­ tante, quando cada enfermo é cu­
sava pela terra em Gn. Um novo rado, quando cada crente batizado
rio passa por Ap 22. O pecado en­ recebe a manifestação de um dom
tra em Gn. O pecado sai definiti­ espiritual, isto significa que o
vamente de cena no Ap. No livro Espírito £ an to continua a honrar a
de Gn a maldição é pronunciada. Palavra escrita, aleluia! Por toda
Em Ap não mais haverá maldição. parte o avivamento prossegue. Em
A morte entra em Gn. Em Ap, não todos os lugares o povo de Deus es­
haverá mais morte. O homem lan­ tá sendo despertado para receber
çado fora do jardim-, em Gn; o ho­ as promessas da Bíblia, num a con­
mem volta ao jardim , no Ap. A ár­ firmação do Espírito Santo.
vore da vida sem acesso, no Gn, 4. Através dos Dons e Opera­
por causa do pecado; a árvore da ções Espirituais. A Bíblia dá
vida, no meio, no Ap. O fundador m uita ênfase aos dons do Pai (Je­
da Babilônia aparece em Gn; no sus, por exemplo), do Filho e ta m ­
Ap o recriador de Babilônia é devi­ bém do Espírito Santo. I Co 12;
dam ente punido. No Gn o casa­ Hb 2.4; Ef 4.7,8; II Tm 1.6. Todos
mento do primeiro Adão; no Ap, o os dons do Espírito Santo se mani-
testam na Igreja em absoluta con­ e. É o Espírito que revela. Lc
sonância com a Palavra de Deus. 2.26; I Co 2.10,11; I Tm 4.1; I Pe
a. Cada profecia verdadeira 1. 12.
confirma a Bíblia. Se tal não acon­ Assim como o Espírito de Deus
tece. não é verdadeira. A Palavra se movia sobre a face dás águas no
de Deus não está sujeita a julga­ princípio, e daí surgiu a luz, pela
mento, mas as profecias, sim. E o Palavra de Deus, hoje o Espírito
padrão de julgamento é precisa­ de Deus está se movendo no cora­
mente a Palavra de Deus. Louva­ ção dos homens, para aplicar neles
mos a Deus porque em todo o a Palavra de Deus que produz luz,
mundo os dons espirituais estão Gn 1.2,3; II Co 4.6.
em evidência na Igreja e eles Louvemos’ todos a Deus pelo
NUNCA contradizem a Palavra ministério profundo do Espírito
de Deus. Santo aplicando a Palavra de
b. Sonhos, visões e revelações Deus nas vidas dos pecadores,
não são dons do Espírito Santo. para serem salvos e em nossas vi­
São operações divinas, mas eles das para sermos edificados. Na
sempre têm um elemento bíblico grande batalha espiritual do m un­
que os acompanha e os distingue, do sobrenatural, o Espírito tem
a fim de que sejam aceitos pela uma arm a que pôs à nossa disposi­
Igreja. Tudo isto acontece porque ção, para as horas de maior empe­
o Espírito Santo continua a honrar nho nessa guerra monumental:
a Bíblia Sagrada! “Tom ai tam bém a espada do
E spírito, que é a Palavra de
IV . O E S P Í R IT O S A N T O Deus”, Ef 6.17.
APLICA E EXPLICA A BÍBLIA
1. E o Espírito Santo quem QUESTIONÁRIO
unge os pregadores, para que eles
se tornem aptos a ensinar a P ala­ 1. Qual o relacionamento entre o
vra de Deus aos homens. Isto Espírito Santo e a Bíblia?
acontece porque o Espírito San­ 2. Quais são alguns nomes dados
to... pela Bíblia ao Espírito Santo?
a. E o Espírito de sabedoria, Ef 3. Mencione alguns atributos do
1.17; Is 11.2; I Jo 2.20. Espírito Santo registrados na
b . É o Espírito de inspiração, I Bíblia.
Ts 1.5; II Pe 1.21. 4. Segundo a Bíblia, por que o
c. E o Espírito que lembra, Jo Espírito Santo é a terceira pes­
14.26. soa da Santíssim a Trindade?
d. E o Espírito que ensina, Lc 5. Qual é a missão do Espírito
12.12; I Co 2.13; Ne 9.20; Is Santo em relação aos pecado­
40.13,14; Mc 12.36; 13.11; Jo res?
12.16; Rm 8.26.
LEIA JOVEM CRISTÃO
A mais bela revista evangélica.
14 de dezembro de 1980
UÇÀO

A Bíblia - O livro
dos livros
VERDADE PRÁTICA A Bíblia TEXTO ÁUREO “Porque lhes
e realmente o maior dos livros, dei as palavras que tu m e deste, e
pois por ser a Palavra de Deus, é o eles as receberam, e têm verda­
único que nos mostra o verdadeiro deiramente conhecido que saí de
caminho da salvação. ti, e creram que me enviaste”, Jo
17.8.
LEITURAS DIÁRIAS
Segunda, 8 dez - SI 19.1-7 Quinta, 11 dez - Is 45.19-25
A B íblia - A R evelação P erfeita A P alavra de Deus é P ara Todos
Terça, 9 dez - Nm 23.18-23 Sexta, 12 dez Rm 7.8-17
Deus Confirma a Sua P alavra A Lei do Senhor é Santa
Quarta, 10 dez - I Jo 5.2-7 Sábado, 13 dez - SI 19.8-14
A m am os a D eus e os Seus M an­ Os P receitos do Senhor São D e ­
dam entos sejáveis

LEITURA EM CLASSE
SI 19.7-11; II Tm 3.14-17

SI 19.7 - A lei do Senhor é perfeita, e refrigera a alma; o teste­


munho do Senhor é fiel, e dá sabedoria aos sím plices.
8 - Os preceitos do Senhor são retos, e alegram o coração; o man­
damento do Senhor é puro, e alumia os olhos.
9 - 0 temor do Senhor é limpo, e permanece eternamente; os juí­
zos do Senhor são verdadeiros e justos juntamente.
10 - M ais desejáveis são do que o ouro, sim, do que muito ouro fi­
no; e mais doces do que o mel e o licor dos favos.
11 - Também por eles é admoestado o teu servo; e em os guardar
há grande recompensa.
II Tm 3.14 - Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de
que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido.
15 - E que desde a tua meninice sabes as sagradas letras, que po­
dem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus.
16 - Toda a Escritura divinamente inspirada é proveitosa para
ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça;
17 - Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitam ente in s­
truído para toda a boa obra.

COMENTÁRIO pois “os seus juízos são insondá:


veis e inexcrutáveis os seus cam i­
INTRODUÇÃO nhos” , Rm 11.33. Nosso senso de
Em todo o Brasil comemora-se, avaliação claudica e falha, quando
neste domingo, o Dia da Bíblia. ousamos auscultar os mistérios de
Em bora as Escrituras sejam o Li­ Sua vontade. E tudo quanto pode­
vro por excelência para cada dia mos afirm ar é que prevalece “as
na vida do cristão, é, sem dúvida, profundidades das riquezas” , Rm
im portante que haja designado 11.33.
um dia para celebração especial, a Em todos os lugares, milhares
fim de se levar a público o reco­ e milhares de vidas estão sendo li­
nhecim ento coletivo de que a teralm en te tran sform adas pela
Bíblia Sagrada permanece sendo o mensagem perfeita da Palavra de
m anual, a bússola e a espada da Deus. O sacrifício perfeito do Cris­
Igreja m ilitante. to perfeito oferece um a salvação
perfeita! Glória a Jesus!
I. “ A LEI DO SENHOR É PER­
FEITA” II. “ O TESTEMUNHO DO SE­
Num m undo de idéias, coisas e NHOR É FIEL”
pessoas im perfeitas, trascende ad ­ Deus disse a Jerem ias que “ve­
m iravelm ente o fulgor da perfei­ la sobre Sua palavra para a cum ­
ção da Bíblia. prir” , J r 1.12. Paulo escreveu:
1. R evelação Perfeita. Nas “E sta é um a palavra fiel” , I Tm
páginas da Bíblia Deus estam pou 1.15. Jesus assegurou que ainda
a revelação plena de sua absoluta que passem céus e terra, suas p a ­
perfeição. Nela lemos e aprende­ lavras permanecerão, M t 24.35.
mos que Deus é perfeitam ente sá­ Tudo o que a Bíblia expõe é a p a ­
bio, Jo 37.16, perfeitam ente justo, lavra fiel.
Ed 9.15 e perfeitam ente amoroso, 1. Profecias F iéis. A exatidão
J r 31.3. Por esse motivo todas as profética da Bíblia é fascinante.
suas obras são igualm ente perfei­ Uma das razões é porque Deus vê
tas, Dt 32.4 e seu caminho é per­ o fim desde o princípio, Is 41.4.
feito para sempre, II Sm 22.31. O utra razão é porque Deus é ine­
Aleluia! rentem ente incapaz de mentir, Hb
2. M ensagem Perfeita. A pa­ 6.18. Ele sempre confirma o que
rentes erros e contradições na diz, Nm 23.19. As profecias ex­
Bíblia são sempre o fruto da igno­ pressam a verdade de Deus, ver­
rância e da limitação do homem, dade essa que está sempre aliada à
53
sua fidelidade, a qual, por sua exortações e estatutos. Rstes pre­
vez, é impossível de ser aniquila­ ceitos dizem respeito a Israel (SI
da, Rm 3.3,4. Todas as profecias 105.42-45) e à Igreja de Jesus Cris­
da Bíblia são absolutam ente fiéis. to (I Jo 5.2,3).
Rias são parte do testem unho do Ao contrário das leis humanas,
Senhor e o testem unho do Senhor que via de regra geram protestos,
é fiel. escusas, hostilidades e indisposi­
2. Declarações F iéis. “ Preci­ ção para o seu devido cum prim en­
samos ter olhos para enxergar, e fé to, os preceitos do Senhor “ale­
para dizer que a ciência não inva­ gram o coração” , SI 19.8, pois, ne­
lida a sabedoria da Bíblia. As re­ les se encontra o reflexo da bonda­
centes descobertas arqueológicas, de paternal de Deus, visto que a
feitas por sábios de vários países e Sua misericórdia se estende por
várias religiões, comprovam inú­ todas as gerações.
meras referências históricas da Abraão é chamado de amigo de
Bíblia.” (Camilo Ashcar). Deus, porquanto guardou o m an­
Rm meio às sombras de des­ damento, obedeceu à voz e cum ­
confiança e medo que envolvem a priu os preceitos, estatutos e leis
terra, o coração do povo de Deus do Senhor, Gn 26.5. Quando a
está sendo alimentado, fortificado Bíbliá fala de preceitos retos não
e revitalizado pelas declarações está exprimindo um conceito geo­
fiéis e preciosas da sacrossanta P a­ métrico, antes moral e espiritual.
lavra de Deus. A retidão dos preceitos de Deus
3. Prom essas Fiéis. Ao longo opõe-se a toda a falsa vereda dos
dos milênios da história da hum a­ homens, SI 119.128. Assim, ale­
nidade, tudo quanto Deus tem gram o coração. Davi disse: “De­
prometido em seu Livro, tem rea­ leito-me em fazer a tua vontade, ó
lizado em Sua Igreja, “ porque to ­ Deus meu; sim, a tua lei está den­
das quantas promessas há de tro do meu coração.”
Deus, são nele sim, e por ele o Os preceitos do Senhor ale­
amém, para glória de Deus por gram o nosso coração porque pro­
nós” , II Co 1.20. Desde a maior duzem a nossa felicidade. Q uem lê
promessa, 1 Jo 2.25, até às meno­ a Bíblia e pratica os seus ensina­
res bênçãos de natureza pessoal, o mentos vive em comunhão com
Senhor está cumprindo, pois “fiel Deus e em paz com os homens.
é o que prom eteu” . R se viermos a Isto não é felicidade?
ser infiéis, ele há de permanecer
fiel, porquanto não pode negar-se
a si mesmo, II Tm 2.13. IV. “ O M ANDAM ENTO DO
SENHOR É PURO”
III. “ OS PRECEITOS DO SE­ 1. A Ignorância do Homem.
NHOR SÃO RETOS” Rsta é um a cegueira crônica. Por
A palavra preceitos neste isso o pecador somente vê na P ala­
versículo envolve, toda a vontade vra um amontoado de tábuas ge­
de Deus revelada ao homem a tra ­ nealógicas e de narrativas secas e
vés de ordenanças, mandamentos, frias. Na verdade, a Bíblia é o pão
do espírito, a fonte de alegria e o Jesus foi batizado nas águas do
livro da verdade. Jordão para cum prir a justiça e
2. O Padrão M oral e Espiri­ morreu na cruz para tom ar os nos­
tual. Este padrão da Bíblia é de sos pecados, satisfazer a justiça do
pureza total. Ela é um a palavra Pai e nos justificar, Rm 3.21-26.
pura, como p rata refinada e purifi­ Graças a Deus por toda a sua
cada sete vezes, SI 12.6. Essa n a ­ justiça.
tureza pura da Palavra se relacio­
na com o caráter santo de Deus.
Jesus é o nosso modelo eterno de VI. “ MAIS DESEJÁVEIS SÃO
pureza, I Jo 3.3. O verdadeiro filho DO QUE O OURO”
e servo de Deus am a a Bíblia por No outono de 1979 o mundo in­
causa de sua pureza, SI 119.140. teiro conheceu um a crise econômi­
3. O Resultado da Pureza da ca de gravidade, cuja maior evi­
Palavra. Este é contemplado nas dência foi a ascensão do preço do
vidas por ela purificadas. A P ala­ ouro no mercado internacional a
vra transform a vidas, modifica ca­ preços nunca vistos. O ouro conti­
racteres, plasm a personalidades, nua a ser altam ente desejável.
aperfeiçoa vidas e converte cora­ Mas, para o servo de Deus, a
ções, aleluia! Ela alum ia os olhos. Bíblia é mais desejável que o ouro.
Os olhos do entendim ento, Ef O ouro perece; a Palavra não pode
1.18, com os quais o homem pene­ perecer, I Pe 1.7; M t 24.37; SI
tra no m undo sobrenatural dos se­ 119.89. O salm ista disse: “ melhor
gredos do Altíssimo. Ela alum ia os é para mim a lei da tua boca do
olhos e perm ite ver o perigo em que inúm eras riquezas em ouro ou
sua exata dimensão. Ela alum ia os p ra ta ” , SI 119.72. Salomão afir­
olhos e perm ite ver a glória de mou que todas as riquezas desejá­
Deus, Jo 11.40. veis não se podem comparar ao co­
nhecim ento que se adquire pela
V. “ OS JUÍZOS DO SENHOR Palavra, Pv 3.13-15.
SÃO VERDADEIROS E J U S ­
TO S” Oh! amados, seja para nós
A mente hum ana não pode en­ tam bém a Palavra de Deus o gran­
tender todos os juízos de Deus, de, o maior, o principal tesouro de
mas os aceitamos por fé, a todos, nossa vida. Amém!
como absolutam ente justos, como
afirma a Palavra de Deus. A ju sti­ QUESTIONÁRIO
ça de Deus é como as grandes
m ontanhas, SI 36.6. Com ela, Ele 1. Por que a Bíblia é o livro perfei­
salva, julga e quebranta justam en­ to?
te, SI 72.4. 2. Qual foi a mensagem que Delis
Desde a expulsão de nossos pri­ entregou a Jerem ias acerca da
meiros pais, do Éden, até à insta­ sua Palavra?
lação de novos céus e nova terra, 3. Por que Abraão é chamado de
tudo ressalta a plena justiça de amigo de Deus, segundo o co­
Deus. mentário?
21 de dezembro de 1980

A Biblia - O livro
LIÇÀO
II
que revela Cristo
VERDADE PRÁTICA /I finali­ TEXTO ÁUREO ‘‘E, começan­
dade da Bíblia consiste em ser ela do por Moisés, e por todos os pro­
a portadora do Plano da Salvação fetas, explicava-lhes o que dele se
e ter a pessoa do Senhor Jesus achava em todas as Escrituras’’,
Cristo como centro de sua mensa­ Lc 24.27.
gem.

LEITURAS DIÁRIAS
Segunda, 15 dez - M t 19.25-30 Quinta, 18 dez - M t 4.1-10
Jesus Cumpriu Toda a E scritura Jesus Sem pre Venceu a T enta­
Terça, 16 dez - Jo 1.1-14 ção
A B íblia R evela a D eidade de Sexta, 19 dez - Lc 23.8-16
Cristo Jesus Suportou Humilhações
Quarta, 17 dez - Fp 2.5-9 Sábado, 20 dez - Mc 16.15-20
Revelando a Hum anidade d eJ e- Jesus E xaltado aos Lugares Ce­
lestiais

LEITURA EM CLASSE
Mt 1.18-25
Mt 1.18-O ra o nascimento de Jesus Cristo foi assim : Estando
Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem achou-
se ter concebido do Espírito Santo.
19 - Então José, seu marido, como era justo, e a não queria infa­
mar, intentou deixá-la secretamente.
20 - E, projetando ele isto, eis que em sonho lhe apareceu um anjo
do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não tem as receber a Maria
tua mulher, porque o que nela está gerado é do Espírito Santo;
21 - E dará à luz um filho e chamarás o seu nome Jesus; porque
ele salvará o seu povo dos seus pecados.
22 - Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da
parte do Senhor, pelo profeta, que diz:
23 - Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e chamá-lo-
ão pelo nome de Emanuel, que traduzido é: Deus conosco.
24 - E José, despertando do sonho, fez como o anjo do Senhor lhe
ordenara, e recebeu a sua mulher;
25 - E não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogênito; e
pôs-lhe por nome Jesus.

COMENTÁRIO carnanção, I Tm 3.16. Ele desem­


penhou um ministério maravilho­
INTRODUÇÃO so, M t 4.23,24, com o qual glorifi­
A Bíblia é um livro cristocên- cou o Pai, Jo 17.1-3. Sua morte sa­
trico. Ela foi escrita para comuni­ crificial foi maravilhosa e igual­
car ao homem perdido que existe mente maravilhosa foi sua ressur­
um plano de salvação através de reição, I Co 15.3.
Cristo. Sem Cristo, a Bíblia não 3. Ele é o Alfa e o Ômega. Ap
teria mensagem, nem vida. As I.8; 21.6; 22.13. Estas são duas le­
profecias, as parábolas e os tipos tras do aífabeto grego: a prim eira e
perdem seu sentido fora da pessoa a últim a e este é o significado espi­
do Filho de Deus. Nestes dias que ritual do nome: antes dEle, nada.
antecedem as comemorações do Depois dEle, ninguém. Aleluia!
N atal de Jesu s é m aravilhoso A este Jesus, toda a nossa de­
lembrar que a Bíblia é o livro que voção e todo o nosso louvor!
revela Cristo.
II. A BÍBLIA REVELA A EN­
I. A BÍBLIA REVELA OS NO­ CARNAÇÃO DE CRISTO
MES DE CRISTO ■ A encarnação é o maior m isté­
Existe mais de um a centena de rio da História. Deus se manifes­
nomes e títulos conferidos ao Se­ tou em carne, I Tm 3.16. Sim, o
nhor Jesus, nas páginas da Bíblia. Verbo Divino se fez carne, Jo 1.14.
Cada um deles se reveste de p arti­ A segunda pessoa da Trindade,
cular significação. Por absoluta eternam ente divina veio a este
carência de espaço, limitar-nos- mundo adquirindo forma, corpo e
emos a três deles. limitações humanos, para efetuar
1. Ele é o Ültimo Adão. I Co o glorioso plano da redenção.
15.45. Assim como Adão é o cabe­ 1. Ele se revelou aos homens
ça federal da raça hum ana, Jesus é como homem, .Mt 11.27; Jo 1.18.
o Cabeça Federal de um a nova ra ­ 2. Ele proveu um sacrifício
ça, Ef 1.22. Em Adão todos peca­ irrepetível, Hb 10.1-10.
ram; em Cristo todos podem al­ 3. Ele foi constituído pelo Pai
cançar perdão, T t 2.11; Lc 19.10. como Sumo Sacerdote perfeito e
2. Ele é o Maravilhoso. Is 9.6. eterno, Hb 2.16; 8.1.
Em Jesus tudo é maravilhoso. Seu 4. Ele cumpriu o pacto da D i­
nascimento foi maravilhoso, pois vindade com Davi, II Sm 7.16; Lc
encerra o grande mistério da en- 1.31-33: At 2.30.
57
5. Ele é o inefável E m anuel,) do Homem, Ele teve mãe e nunca
que traduzido quer dizer: Deus teve pai.
Conosco, Deus junto a nós, Deus Estudemos algumas provas de
em nosso favor, Is 7.14; Mq 5.2; sua hum anidade:
M t 1.23. 1. Ele nasceu como homem,
Lc 2.7.16.
III. A BÍBLIA REVELA A D I­ 2. Ele se cansou e dormiu, Jo
VINDADE DE CRISTO 4.6; M t 8.24.
Alguns atos e atividades que 3. Ele sentiu fome e sede, M t
são privativos de Deus, a Bíblia 4.2; 21.18; Jo 19.28.
atribui naturalm ente a Jesus, pro­ 4. Ele chorou e se alegrou, Jo
vando, assim. Sua perfeita divin­ 11.35; Lc 10.21; M t 9.36.
dade. 5. Ele foi tentado em tudo, Hb
1. O poder de criar e susten­ 4.15.
tar, Jo 1.1,3; Cl 1.15,16; Hb 12.10. 6. Ele orou e dependeu do
2. O poder de perdoar peca­ Pai, Lc 6.12; 4.1,2; M t 27.43.
dos, Mc 2.5-10; Lc 7.48-50; Ef 1.7. 7. Ele é chamado de semente
3. O poder de dar vida, Is 42. da mulher, Gn 3.15; G1 4.4.
5: Jo 6.33,40; 10.28; I Jo 5.12. 8. Ele é chamado de Filho de
4. O direito de ser adorado, Davi, M t 20.30,31; 21.9; 22.42.
M t 4.10; 14.33; 28.9; Ap 5.8-12; At 9. Ele é chamado de “ um pro­
10.25,26. feta como M oisés” , Dt 18.15-19;
5. Invocado juntamente com At 7.37; At 3.22.
0 Pai e com o Espírito Santo, Rm 10. Ele veio ao mundo “ um
1.7; I Co 1.3; II Co 1.2; G1 1.3; Ef pouco menor que os anjos” , Hb
1.2; I Ts 1.1; 3.11; II Tm 1.2. 2.7* 9.19.
6. A Bíblia O chama de Deus, 11. Ele morreu, Hb 2.9; Jo 19,
1 Ts 5.21; Rm 9.5. Deus nosso Sal­ mas ressuscitou, aleluia!
vador, Tt 2.13; Rei dos reis e Se­
nhor dos senhores, etc. V. A BÍBLIA REVELA A MOR­
Toda a glória a esse Jesus M a­ TE E RESSURREIÇÃO DE
ravilhoso, Conselheiro, Deus For­ CRISTO
te, porque Ele é o verdadeiro Deus A definição que o apóstolo
e a vida eterna, I Jo 5.20. Paulo ofereceu para a síntese do
Fjvangelho foi e sta : CRISTO
IV. A BÍBLIA REVELA A HU­ MORREU E RESSUSCITOU, I
MANIDADE DE CRISTO Co 15.1-4.
Se Cristo não fosse perfeita­ Hoje iremos apreciar algumas
mente Deus não poderia perdoar )ênçãos que podemos obter a tra ­
pecados, Mc 2.7. v és destes dois acontecimentos
Se Ele não tivesse se hum ani­ centrais do Evangelho:
zado, não poderia m orrer, Jo 1. Sua m orte nos garante
19.33. perdão e reconciliação, Ef 1.7;
Como Filho de Deus, Ele tem 2.16; Cl 1.20.
Pai e nunca teve mãe. Como Filho 2. Sua morte nos garante paz
e justificação, Rm 5.1; 3.24. la da M anhã. Depois de longa e
3. Sua morte nos garante vi­ sombria noite, anunciando a ben­
tória sobre Satanás, Hb 2.14; Ap dita aurora da ressurreição, Ap
1 2 . 11 . 2.28; 22.16; II Pe 1.19.
4. Sua ressurreição foi sim ­ 2. Ele Voltará Como Noivp,
bolizada e predita no Antigo Cabeça e Senhor da Igreja. Ef
Testam ento, SI 16.9; At 2.25-31; 5.25-27; T t 2.13; At 2.36. A Igreja
Is 53.10; SI 22.22; Hb 11.17,19; se reunirá com Ele no Tribunal de
M t 12.40. Cristo e em seguida nas Bodas do
5. Sua ressurreição é um fato Cordeiro, Rm 14.10; Ap 19.7; II Co
histórico indiscutível, At 1.3; At 5.10,11; M t 25.1-11.
2.32; 10.39-41; I Co 15.3-8. 3. Ele Voltará Para Depois
6. Sua ressurreição é a base Reinar. Por mil anos Ele reinará
da doutrina cristã, Rm 1.4; 4.25; neste m undo para dar cum pri­
6.4,8-12; Cl 3.1; II Co 4.14. mento ao pacto feito pelo Pai com
7. Sua ressurreição nos per­ Abraão, Moisés e Davi. A sua vol­
mite ter comunhão com Ele, Cl ta é a sublime esperança da Igreja.
3.1; I Jo 1.3; Rm 6.11; G1 2.20. A últim a promessa da Bíblia
Glorifiquemos sempre a Deus diz: “ Certam ente cedo venho” . A
porque o Seu Filho foi morto e ago­ últim a oração é esta: “ Ora vem,
ra vive e vive para todo o sempre. Senhor Jesus”, Ap 22.20.
Amém! E sta é a sua oração para cada
dia?
VI. A BÍBLIA REVELA A SE ­
GUNDA VINDA DE CRISTO QUESTIONÁRIO
O apóstolo Paulo ensinou aos
crentes de Tessalônica que nós so­ 1. Qual o tem a central das Escri­
mos crentes para dois propósitos: turas Sagradas?
servir ao Deus vivo e verdadeiro e 2. M encione alguns nom es de
esperar Jesus, I Ts 1.9,10. Cristo, revelados na Bíblia.
Se a Igreja perder a esperança 3. Que significam estes nomes?
da volta de Cristo, perderá a sua 4. Quais os atributos de Cristo que
própria razão de ser, I Jo 3.2; I Pe revelam a sua Divindade?
1.3,5. 5. Quais os textos do Antigo Tes­
O Espírito Santo glorifica a tam ento em que a morte e a res­
Cristo fortalecendo a esperança da surreição de Cristo são profeti­
Igreja: Ele voltará! zadas?
1. Ele Voltará Como a Estre­

Agora vale a pena ser assinante dos p e­


riódicos da CPAD: Recebe prim eiro e paga
muito menos.
28 de dezembro de 1980

A Biblia - O livro
que permanece
VERDADE PRÁTICA Quando TEXTO ÁUREO “0 céu e a ter-
tudo é transitório nesta vida, da- ra passarão, mas as m inhas pala-
mos graças a Deus por nos ter uras não hão de passar”, Mt 24.35.
dado um livro que permanece e
que tam bém nos fala de coisas
eternas.

LEITURAS DIÁRIAS
Segunda, 22 dez - Êx 6.1-8 O Cumprimento das Profecias
A Palavra do Deus Poderoso Sexta, 26 dez - SI 119.97-104
Terça, 23 dez - SI 119.89-96 A Palavra de Deus Deve Ser
A Amplitude da Palavra de Lembrada
Deus Sábado, 27 dez - I Jo 5.7-13.
Quarta, 24 dez - Is 9.4-7 A Bíblia dá Conhecimento da
Revelando o Advento do Messias Vida Eterna
Quinta, 25 dez - Lc 2.57

LEITURA EM CLASSE
Mt 24.29-35

Mt 24.29 - E, logo depois da aflição daqueles dias, o sol escurece­


rá, e a lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu e as potên­
cias dos céus serão abaladas.
30 - Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as
tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre
as nuvens do céu, com poder e grande glória.
31 - E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os
quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à
outra extremidade dos céus.
32 - Aprendei pois esta parábola da figueira: Quando já os seus
ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o
verão. _ _
33 - Igualm ente, quando virdes todas estas coisas, sabei que ele
está próximo às portas.
34 - Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que
todas estas coisas aconteçam. _ __
3 5 - 0 céu e a terra passarão, mas as m inhas palavras não hão de
passar.

COMENTÁRIO de de Deus. É o único livro exis­


tente em todo o mundo com pleta­
INTRODUÇÃO mente inspirado por Deus e por
Tudo quanto nos rodeia se ca­ isso merece ser chamado de P ala­
racteriza pela tran sito ried ad e. vra de Deus.
Passam-se os dias, meses, anos, A revelação que temos a respei­
estações, árvores, pessoas, costu­ to de Deus, na Bíblia, é suficiente
mes, impérios e civilizações. Até o para O conhecermos, O amarmos
céu e a terra passarão. e O seguirmos sempre.
N esta últim a lição do ano, Dois dos m ais im portantes
quando todos estamos pensando atributos de Deus estão claram en­
um a vez mais na brevidade de te expostos na Bíblia, a saber:
nossos dias, tendo .diante de nós o Eternidade e Im utabilidade. Isto
fato inexorável da passagem dos significa que Ele não está condi­
anos, é sum am ente reconfortante cionado ao tempo e não está sujei­
estudar um a liçãc que nos apre­ to a qualquer tipo de mudança.
senta a maravilhosa possibilidade Este.' mesmos atributos, Deus os
de termos vida abundante, inter­ reparte com a sua Palavra, SI
minável e eterna. 102.24-27; Is 46.9,10; Ml 3.6.
Em meio a esse quadro de m u­ Os livros da Bíblia são escritos
danças constantes e alterações com tin ta e papel - m ateriais pe­
inevitáveis pelas quais o mundo recíveis. A mensagem que apre­
passa, destaca-se algo que perm a­ sentam, todavia, é absolutam ente
nece - A Palavra de Deus. perfeita e eterna (Nm 23.19). Deus
“ Seca-se a erva e caem as flo­ promete cum prir todas as suas
res, mas a Palavra de nosso Deus palavras, pois “a lei do Senhor é
subsiste eternam ente” , Is 40.8. perfeita” (SI 19.7), e Ele não alte­
ra o que sai de sua boca (SI 89.34).
I. POR QUE A BÍBLIA PER­ 2. Porque Tem Como Centro
MANECE? um Cristo Que Permanece. A na­
1. Porque Revela um Deustureza cristocêntrica da Bíblia é
Que Permanece. Desde o seu pri­ um a garantia de que ela perm ane­
meiro versículo, a Bíblia revela a cerá. Observemos como todos os
pessoa, o caráter, a obra e a vonta­ livros da Bíblia projetam a majes-
tosa figura do Filho de Deus. nas atividades cotidianas da Igreja
No Gênesis ele é a Semente da e na obra missionária da Igreja.
mulher: no Exodo, o Cordeiro Pas­ O inimigo tem feito um cruel
cal; o Sacrifício Definitivo em esforço para apartar a Igreja da
Levítico; Rocha Ferida em N úm e­ Palavra. Mas, a Igreja què aguar­
ros; o Profeta Futuro em Deutero- da Jesus Cristo para com Ele subir
nômio; Ele é o Capitão Invencível é precisamente aquela prevista no
em Josué; Libertador em Juizes; é Apocalipse: “como guardaste a
Parente Remidor em Rute; em Sa­ Palavra da m inha paciência...”
muel, Reis e Crônicas é o Rei Pro­ Ap 3.10.
metido; em Esdras e Neemias, o 3. Ela Permanece na Vida de
Restaurador; é o defensor em É s­ Cada Cristão. A Bíblia continua
ter; o Redentor Vivo em Jó; o So­ a ser a bússola de milhões e m i­
corro Celestial nos Salmos; Sabe­ lhões de servos de Deus, em toda
doria em Provérbios e Eclesiastes; parte do mundo. Ela está nos lá­
o Amado em Cantares; o Alvo Ver­ bios do crente que testifica; na
dadeiro dos Profetas; Rei, Servo, mente do crente que peleja a boa
Homem e Águia nos Evangelhos; o peleja; no coração do crente que
Ressurreto nos Atos; Cabeça da não quer pecar contra Deus (SI
Igreja nas Epístolas; Alfa e O m ega 119.11).
no Apocalipse. 4. Ela Perm anece na Histó­
ria. A Bíblia continua a ser o livro
Ele não perece. Sua Palavra mais divulgado e mais lido em
tam bém não perece! todo o mundo.
Ela tem exercido um grande
II. ONDE A BÍBLIA PERMA­ fascínio e uma impressionante in­
NECE? fluência sobre todas as áreas do
1. Ela Permanece no Céu. Se saber e da atividade da raça hu­
ocasionalmente todos os exempla­ mana.
res da Escritura fossem destruí­ Os acontecimentos mais desta­
dos, não teria perecido a Palavra cados no mundo de hoje, os terre­
de Deus. “ Para sempre, ó Senhor, motos, as convulsões sociais, a in­
a Tua Palavra permanece no céu” , vasão do fetichismo e tantos e ta n ­
SI 119.8. tos outros acontecimentos escato-
2. Ela Permanece na Igreja. lógicos não surpreendem o leitor
A Igreja nasceu através da sem en­ da Bíblia. Já os profetas haviam
te viva da Palavra de Deus, I Pe anunciado todas estas coisas. A
1.23. A Igreja vence quando usa a profecia bíblica é a História escri­
espada do Espírito que é a Palavra ta a priori. Ela é a Palavra que
de Deus, Ef 6.17. A Igreja tem sido permanece.
invencível e indestrutível através
dos séculos porque se escuda na III. PA RA QUE A B ÍB L IA
doutrina dos apóstolos, At 2.42. PERMANECE?
A Bíblia permanece nos cultos 1. P ara A lum iar. Ela será
da Igreja, nos púlpitos da Igreja, sempre o farol da humanidade.
Ela é reveladora do plano redentor se procurarem m editar na Palavra
de Deus. Será sempre na Bíblia de Deus. “E stas coisas vós escre­
que os povos encontrarão “lâm pa­ vi... para que, crendo, tenhais vi­
da para os seus pés e luz para o seu d a” , Jo 20.30,31.
caminho” , SI 119.105. Séculos se iniciam e term inam ,
, 2. Para Ensinar. A Bíblia tem o tempo passa rapidam ente e nós
um a função pedagógica inaliená­ voamos. M as a Palavra de Deus, o
vel. Ela é cham ada de Escritura pensam ento da Sabedoria do
de Verdade. Quem a aplica no co­ Altíssimo, a Revelação Escrita da
ração do homem é o Espírito San­ vontade de Deus, ah! esta nunca,
to. nunca passará. Aleluia!
Desconhecer a Bíblia é entrar
nos descaminhos da ignorância.
“ Para quem iremos nós? Tu QUESTIONÁRIO
tens as palavras da vida eterna”,
Jo 6.68. 1. Por que a Bíblia é o livro que
3. Para Corrigir. O espírito do permanece?
erro está no mundo desde há m ilê­ 2. Quais são os dois m ais impor­
nios. Mas tam bém está aqui há tantes atributos de Deus, segun­
milênios a Palavra de Deus. Os do o comentário?
que se deixam guiar pelo conteúdo 3. Quais são os títulos de Cristo
cristalino da Palavra nunca serão em cada livro da Bíblia?
confundidos. 4. Segundo o comentário, como e
4. Para Produzir Vida. Os ho­ onde a Bíblia permanece?
mens sempre terão à sua disposi­ 5: Quais são, entre outros, os obje­
ção um a fonte de vida espiritual, tivos da Palavra de Deus?

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tar esse curso, escrevendo para o Diretor da Casa Publicadora (que é tam bém o
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AS PRIMEIRAS REVISTAS DISPONÍVEIS.
DATA: JANEIRO/1981
• Minha Revistinha (4-5 anos)
• Amigos de Jesus (6-8 anos)
• Estudando a Bíblia (9-11 anos)
• Lições Bíblicas. Jovens e Adultos (18 anos em diante).
MAIS INFORMAÇÕES SOBRE AS NOVAS REVISTAS
Um livrete da CPAD foi rem etido para todas as igrejas e pastores, contendo
informações detalhadas sobre as novas revistas, inclusive o envio de pedidos.
CUSTÔDIÔ RANGEL PIRES
Diretor da CPAD
A ESCOLA 1
DOMNCAL
EFCIENTE
Cada pastor, superintendente de escola, professor e secretá­
rio, deve pensar em dinamizar cada vez mais o ensino da Pala­
vra de Deus na sua igreja, sabendo que a principal agência para
isso é a Escola Dominical quando devidamente dotada de
• Professores espirituais e preparados pára ensinar, com
paixão ardente da parte de Deus.
• Literatura bíblica, graduada, sadia, edificante e prepa­
rada com objetivos definidos de ensino da Palavra de Deus. A
Casa Publicadora está trabalhando nesse sentido, para dentro
em breve oferecer uma série completa de revistas para todas as
idades.
• Meios Auxiliares do Ensino. Como comunicar eficiente­
mente a verdade, na área do ensino, sem recursos auxiliares
apropriados, especialmente aos pequeninos? Esses recursos
mais comuns e acessíveis são: quadro-negro, mapas bíblicos,
flanelógrafo, visuais, retroprojetores, transparências, etc.
• Âmbiente Físico do Ensino. Isto é, salas de aula para
cada classe, pelo menos para as idades até 11 anos. Como se po­
derá ensinar com total aproveitamento num auditório único
para todas as classes, em que vozes as mais diversas se m istu­
ram? Como despertar o interesse e manter a atenção concentra­
da dos alunos em tal ambiente, especialmente de crianças?