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PLANO MD-5400.00-5140-980-SMN-002
CLIENTE: FOLHA
AB-PGI/COMPERJ 1 de 36
PROGRAMA:
COMPLEXO PETROQUÍMICO DO RIO DE JANEIRO
ÁREA:
SE-5140: SUBESTAÇÃO DE ENTRADA - 345kV

ENGENHARIA/ CORPORATIVA
IECOMPERJ PLANO DE GESTÃO AMBIENTAL
IEUT
CONTRATADA:
CONTRATO PB N°:

SIEMENS LTDA 0858.0066812.11.2


PROJETISTA:

RESPONSÁVEL TÉCNICO / REG. ÓRGÃO DE CLASSE:

Eng°. Eletricista EDUARDO SADAKANECREA/SP N° 2011119413

REV. DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS

0 EMISSÃO INICIAL

A LIBERADO PARA CONSTRUÇÃO

REV. 0 REV. A REV. B REV. C REV. D REV. E REV. F REV. G REV. H


DATA 10/08/2010 17/09/2012
PROJETO SIEMENS SIEMENS
EXECUÇÃO ANDRÉ ANDRÉ
VERIFICAÇÃO CRISTINA CRISTINA
APROVAÇÃO VOLNEY VOLNEY

AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA SIEMENS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
Nº REV.
PLANO MD-5400.00-5140-980-SMN-002 A
FOLHA
SE-5140: SUBESTAÇÃO DE ENTRADA – 345kV 2 de 36
TÍTULO:
CORPORATIVA
PLANO DE GESTÃO AMBIENTAL
IEUT

Sumário
1. OBJETIVOS _____________________________________________________ 4
2. APLICAÇÃO _____________________________________________________ 4
3. REFERÊNCIA / DOCUMENTOS COMPLEMENTARES ___________________ 4
4. CONCEITUAÇÃO _________________________________________________ 5
5. DESCRIÇÃO _____________________________________________________ 5
5.1 AÇÕES PARA ÊXITO DO PLANO DE GERENCIAMENTO AMBIENTAL ______ 5
5.2 IDENTIFICAÇÃO DOS ASPECTOS E IMPACTOS AMBIENTAIS ___________ 6
5.3 GESTÃO DE RESÍDUOS __________________________________________ 6
5.4 GESTÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS ________________________________ 8
5.5 PROCEDIMENTOS PARA UTILIZAÇÃO DE PRODUTOS QUIMICOS _______ 9
5.6 TREINAMENTOS ________________________________________________ 9
5.7 AQUISIÇÃO DE PRODUTOS QUIMICOS ______________________________ 9
5.8 TRANSPORTE DE PRODUTOS QUIMICOS ___________________________ 9
5.9 AREA DE ARMAZENAMENTO _____________________________________ 10
5.10 DESCARTE DE PRODUTOS QUIMICOS ____________________________ 12
5.11 MEDIDAS DE CONTROLE PARA DESCARTE DE PRODUTOS QUÍMICOS 12
5.12 FISPQ – FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DO PRODUTO
QUÍMICO _________________________________________________________ 13
5.13 INVENTARIOS DE PRODUTOS QUIMICOS _________________________ 14
5.14 SINALIZAÇÃO _________________________________________________ 14
5.15 USO DE EPI E EPC _____________________________________________ 14
5.16 EMERGENCIA COM PRODUTOS QUIMICOS ________________________ 15
5.17 SISTEMA DE DETECÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO _________________ 15
5.18 GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS (EFLUENTES LIQUÍDOS) _________ 15
5.19 PLANO DE QUALIDADE DO AR ___________________________________ 15
5.20 MEDIÇÃO DE GASES DE VEÍCULOS EQUIPADOS COM MOTOR DIESEL 18
5.21 EDUCAÇÃO AMBIENTAL ________________________________________ 21
5.22 TREINAMENTO ________________________________________________ 21
5.23 INSPEÇÕES AMBIENTAIS _______________________________________ 22
5.24 PLANO DE MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO DE CANTEIRO ________ 23
5.25 ANTEIRO DE OBRAS ___________________________________________ 25
5.26 PROJETOS BÁSICOS DAS EDIFICAÇÕES __________________________ 26
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5.27 LOGÍSTICA DE APOIO À OBRA ___________________________________ 27


6. RESPONSABILIDADES ___________________________________________ 33
6.1 GESTOR DE CONTRATO E DEMAIS ENCARREGADOS ________________ 33
6.2 TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE ____________________________________ 33
6.3 DEMAIS COLABORADORES ______________________________________ 34
6.4 SEGURANÇA DO TRABALHO _____________________________________ 34
6.5 SETOR DE COMPRAS E ALMOXARIFADO ___________________________ 34
7. ORIENTAÇÃO DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE ____________ 34
8. REGISTROS ____________________________________________________ 34
9. FORMULÁRIOS _________________________________________________ 35
10. ANEXOS ______________________________________________________ 36
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1. OBJETIVOS

Este plano de gerenciamento tem como objetivo garantir o respeito e o cumprimento


da Legislação Ambiental vigente (seja federal, estadual ou municipal), da Política de
Segurança, Meio Ambiente e Saúde da SIEMENS BRASIL e de sua Contratante, bem
como minimizar e controlar o impacto de suas atividades e a preservação do meio
ambiente em quaisquer de seus serviços desde o planejamento à execução da obra
aplicáveis a construção da SE-5140 no COMPERJ.

2. APLICAÇÃO

Este Plano de Gerenciamento Ambiental aplica-se à SIEMENS DO BRASIL na


construção da SE-5140 – 345 KV – COMPERJ – Itaboraí – Rio de Janeiro.

3. REFERÊNCIA / DOCUMENTOS COMPLEMENTARES

- Contrato número 0858.0066812.11.2


- Anexo IV – Diretriz Contratual Básica de SMS da Petrobras

- Anexo XIV – Itens Complementares de SMS da Petrobras

- Plano de Gestão Integrada em SMS – SIE-PGI-COM000INT

- Lei Federal nº 9.605/98 – Dispõe sobre crimes ambientais;

- ABNT NBR 10.004/04 – Classificação de Resíduos Sólidos;

- Resolução CONAMA nº 275/01 – Estabelece código de cores para os diferentes


tipos de resíduos, a ser adotado na identificação de coletores e transportadores, bem
como nas campanhas informativas para a coleta seletiva.

- Resolução CONAMA nº 01/86 – Estabelece definições, responsabilidade, critérios


básicos, e diretrizes da avaliação do impacto ambiental e determina que aterros
sanitários, processamento e destino final de resíduos tóxicos ou perigosos são passíveis
de avaliação;

- NBR ISO 14.001/96 – Sistema de Gestão Ambiental – Especificação e diretrizes


para uso.

- NBR 7500 - Símbolos de risco e manuseio para o transporte e armazenamento de


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materiais.
- NBR 7503 - Ficha de emergência para transporte de produtos perigosos.
- NR-10 - Segurança em instalações e serviços em eletricidade – Portaria n.º 3.214-
MTE
- NR - 20 - Líquidos combustíveis e inflamáveis – Portaria n.º 3.214- MTE
- NR–11 -Transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais
- NR-15 - Atividades e operações insalubres
- NR –16 - Atividades e operações perigosas
- NR –19 - Explosivos
- NR –20 - Líquidos, combustíveis e inflamáveis
- NR –26 - Sinalização de Segurança
- Lei Federal nº 9.605/98 – Dispõe sobre crimes ambientais;
- ABNT NBR 10.004/04 – Classificação de Resíduos Sólidos;
- Portaria IBMA N. 85 DE 17.10.96.
- Portaria MINTER GM/N. 100 DE 14.07.80

4. CONCEITUAÇÃO

Produtos Químicos: São produtos de transformação por meio de processos


industriais, extração mineral ou vegetal constituídos de substâncias puras, compostas,
misturas e artigo. Podem ser naturais ou sintéticos: Incluindo produtos de limpeza de
ordem geral.
FISPQ: Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos;
EPI: Equipamento de Proteção Individual;
EPC: Equipamento de Proteção Coletiva;
NR: Norma Regulamentadora;

5. DESCRIÇÃO

5.1 AÇÕES PARA ÊXITO DO PLANO DE GERENCIAMENTO AMBIENTAL

Para alcançar a melhoria contínua em nossos processos, o atendimento à Política


da empresa, o atendimento aos objetivos e metas da contratante e a garantia de bom
desempenho em nossas atividades é imprescindível que se cumpra os itens abaixo:
- Capacitação de todos os integrantes do contrato e fazendo-os sentirem a
necessidade de zelar pelo seu local de trabalho, respeitando, principalmente, o Meio
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Ambiente, a si mesmo e aos seus companheiros, focando a geração de impactos


ambientais significativos durante as atividades;
- Antecipar a identificação de ocorrências de riscos e perigos ambientais e de
segurança, os aspectos e impactos ambientais, minimizando ou neutralizando a
ocorrência destes itens;
- Garantir a destinação correta dos resíduos gerados durante as atividades;
- Garantir a segregação, acondicionamento e destinação final dos resíduos
perigosos, fazendo-se cumprir o especificado no procedimento da contratante.

5.2 IDENTIFICAÇÃO DOS ASPECTOS E IMPACTOS AMBIENTAIS

A identificação dos Aspectos e Impactos Ambientais permite analisar o risco e o


impacto ambiental de cada atividade, produtos e serviços que serão executados. Este
estudo preliminar possibilita a previsão e o planejamento das atividades mitigadoras a fim
de minimizar ou até mesmo eliminar grandes impactos ambientais, antes de sua
execução.
Para o Levantamento dos Aspectos e Impactos Ambientais será utilizado o
formulário “Levantamento de Aspectos Ambientais e Avaliação de Impactos Ambientais.

5.3 GESTÃO DE RESÍDUOS

Programas de Gestão de Resíduos vêm sendo implantados em vários locais do país


e do mundo, em reconhecimento à necessidade premente de alterar a realidade de
descaso para com o ambiente, associado à responsabilidade objetiva do gerador e,
principalmente, à consciência de sustentabilidade.
Para uma gestão adequada dos resíduos é necessária a adoção de um conjunto de
procedimentos que visem identificar os resíduos gerados, identificando aqueles que são
inerentes aos processos, acondicionando e destinando em conformidade com a
legislação ambiental. Estas práticas, antes de tudo, caracterizam a minimização de custos
operacionais, pela adoção de processos mais limpos que vise a substituição de insumos,
a inovação tecnológica nos processos e a gestão eficiente de resíduos, redundando em
proteção dos fatores ambientais e recursos naturais.
A gestão de resíduos dentro das dependências da Contratante será realizada
conforme seu procedimento específico.
Este procedimento estabelece sistemática para diagnóstico qualitativo e quantitativo
dos resíduos sólidos gerados nos processos e atividades, assim como define a
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metodologia e os critérios utilizados para o controle na geração de resíduos sólidos, sua


identificação, classificação, forma de acondicionamento, coleta e destinação final.
5.3.1 Classificação dos Resíduos
Todo e qualquer resíduo gerado na unidade deve ser classificado de acordo com a
NBR 10004/04, conforme segue:
- Classe I – Perigosos: todos aqueles resíduos caracterizados como: reativos,
corrosivos, tóxicos, patogênicos, radioativos, inflamáveis.
Exemplos: óleos e graxas minerais, borras oleosas, tintas, vernizes, solventes,
resíduos de agrotóxicos, resíduos de serviços de saúde (ambulatórios, hospitais, clínicas,
etc), resíduos ácidos ou alcalinos, dentre outros.
- Classe II A – Não Inertes: todos aqueles que não podem ser classificados como
classe I nem como classe IIB, nos termos da NBR 10004, mas que podem ter
propriedades como: combustibilidade, biodegradabilidade ou solubilidade em água.
Exemplos: os restos de alimentos, os lodos das ETES e das fossas sépticas, os
resíduos sanitários em geral, os resíduos das podas de árvores, dentre outros.
- Classe II B - Inertes: quaisquer resíduos que, quando amostrados de forma
representativa, e submetidos a um contato estático ou dinâmico com água destilada ou
deionizada, à temperatura ambiente, conforme teste de solubilização, não tiverem
nenhum de seus constituintes solubilizados a concentrações superiores aos padrões de
potabilidade de água, excetuando-se os padrões de aspecto, turbidez e sabor.
Exemplos: rochas, tijolos, vidros, plásticos, borrachas, papel, papelão, tecidos,
dentre outros.
5.3.2 Separação e Acondicionamento Adequados dos Resíduos:
No canteiro de obra da SE-5140, basicamente separaremos os resíduos
conforme procedimentos da Petrobras específicos para o COMPERJ.

COR DO COLETOR TIPO DE RESÍDUO


AZUL PAPEL/PAPELÃO
VERMELHO PLÁSTICO
AMARELO METAL
CINZA RESIDUO COMUM
VERDE VIDRO
PRETO MADEIRA
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MARROM RESÍDUO ORGÂNICO


LARANJA NÃO RECICLÁVEL
LILAS/ROXO NÃO SE APLICA
BRANCO RESÍDUO AMBULATORIAL

TEMPO DE EXPOSIÇÃO X DECOMPOSIÇÃO


Todos os materiais têm o seu tempo de uso e decomposição, e durante esse
processo o mesmo contamina o meio ambiente com suas impurezas como demonstra
a tabela a seguir.
MATERIAL TEMPO DE DEGRADAÇÃO

Alumínio 200 a 5000 anos

Corda de Nylon 30 anos

Metais (componentes de equipamentos) Cerca de 450 anos

Plástico (embalagens, equipamentos) Até 450 anos

Cerâmica Indeterminado

Chicletes 5 anos

Louças Indeterminado

Pneus Indeterminado

Vidros Indeterminado

Isopor (plástico) 150 anos

A Gestão de Resíduos da SIEMENS está baseada em:


- Conscientização dos colaboradores através de treinamentos de ambientação e
reciclagem;
- Inventário de Resíduos, contabilizando mensalmente os resíduos gerados;
- Redução da Geração de Resíduos, conscientizando os colaboradores para o uso
adequado dos recursos naturais e insumos, evitando assim o desperdício;
- Reutilização dos Resíduos Gerados, avaliando os materiais antes de serem
descartados e aproveitando os mesmos, quando possível.

5.4 GESTÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS

Define a maneira correta e segura de armazenamento, manuseio e descarte de


produtos químicos perigosos (Óleo diesel, Graxa, Betonita Sódica, Gasolina, Cimento e
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Água Sanitária.), objetivando a segurança dos colaboradores, a minimização de acidentes


ambientais e, conseqüentemente, a preservação do meio ambiente e o cumprimento dos
requisitos legais e normativos.

5.5 PROCEDIMENTOS PARA UTILIZAÇÃO DE PRODUTOS QUIMICOS

Estabelecer diretrizes e critérios para utilização de produtos químicos na obra, a fim


de eliminar, controlar e/ou minimizar riscos de acidentes ao meio ambiente e ao
patrimônio, decorrentes de sua utilização nas atividades que possam envolver; troca de
óleo,lubrificação e manutenção de peças em máquinas e equipamentos e outros.

5.6 TREINAMENTOS

Os executantes das atividades de manuseio, transporte interno e armazenamento


de produtos químicos devem realizar anualmente cursos teóricos e práticos sobre;
- Reconhecimento e análise dos riscos associados a estas atividades;
- Reconhecimento e identificação / sinalização dos produtos químicos;
- Inspeção e utilização de equipamentos de proteção individual (EPI) e
equipamentos de proteção coletiva (EPC);

5.7 AQUISIÇÃO DE PRODUTOS QUIMICOS

Devem ser adquiridos somente produtos químicos de fornecedores homologados,


aptos a fornecerem o produto especificado pela Petrobras e desde que o produto não
conste da listagem de substâncias químicas proibidas;
Os critérios de aprovação para aquisição de produtos químicos devem privilegiar
aqueles que apresentam menor risco à saúde e segurança das pessoas.
Exigir que o fornecedor se comprometa a fornecer e manter atualizado a ficha de
segurança (FISPQ - língua portuguesa), informando com antecedência a unidade em
relação a quaisquer mudança na composição ou característica do produto.
Atualização do inventário de produtos químicos da área, bem como a atualização do
Plano de Emergência em função das informações geradas no processo de análise desde
procedimento e das características e quantidades do produto em uso;

5.8 TRANSPORTE DE PRODUTOS QUIMICOS

- O Produto Químico somente deve ser transportado em embalagens fechadas e


acondicionado de forma segura evitando derramamento, destinadas somente para este
fim;
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- No transporte interno de produtos químicos em tambores, bombonas, outros


recipientes, assegurar a fixação dos mesmos para eliminar o risco de derramamento.
- A ficha de emergência deve acompanhar o transporte do produto até a sua
chegada ao almoxarifado;
- Em caso de fracionamento de produtos químicos perigosos, devem ser utilizadas
embalagens apropriadas, conforme orientações do fabricante ou de profissional
habilitado.

5.9 AREA DE ARMAZENAMENTO

Os produtos químicos perigosos devem ser mantidos em seus tanques ou em suas


embalagens permanentes ou temporárias com rótulos que explicitem o nome do produto,
as características perigosas dos mesmos na língua pátria.
Os cilindros com produtos químicos perigosos devem ser armazenados na posição
vertical, fixados em local estável por meio decorrentes ou aros metálicos (2/3 de altura do
cilindro), com seus respectivos capacetes de proteção das válvulas. Os cilindros devem
ser sempre agrupados por tipo e armazenados em local especifico seguro, seco e bem
ventilado.
Os locais de armazenagem de produtos químicos devem possuir placas de
sinalização de acordo com o procedimento, contendo as mesmas informações descritas
nas etiquetas de identificação e também atender as seguintes condições:
- Piso impermeável, sem rachaduras ou juntas;
- Afastados de drenos e ralos interligados à drenagem pluvial e à rede de esgotos
sanitários;
- Sistema de contenção de vazamentos;
- Produtos dispostos em pallets ou estandes para poder detectar vazamentos; estes
produtos devem ser estocados somente nos locais relacionados no inventário;
- Sempre que transportar produtos químicos em tambores, estes devem estar
amarrados com cinta para, assim, evitar a queda dos tambores. A cinta além de evitar a
queda de tambores, evita também faíscas;
- Transferências de produtos químicos entre vasilhames devem ser efetuadas
usando sistemas de aterramento (bonding) adequado;
Manter um inventário atualizado de todos os produtos químicos em uso na área, que
contenha: composição, localização, quantidade, limite, de tolerância, fabricante, usuários,
concentração IPVS, etc.
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Os produtos químicos devem preferencialmente ser mantidos em suas embalagens


originais e sempre em bom estado de conservação, evitando-se assim vazamentos e
contaminação em áreas adjacentes.
5.9.1 Armazenamentos de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis
- A armazenagem de líquidos inflamáveis e combustíveis, em tanques, deve ser
realizada conforme recomendações da NR 20 “líquidos combustíveis e inflamáveis” e NR
10 “instalações e serviços em eletricidade”.
- As salas de armazenamento interno deverão obedecer ao item 20.2.14 da NR 20.
- O armazenamento de líquidos inflamáveis da Classe I, em tambores com
capacidade até 250 litros, deve ser realizado conforme recomendações do item 20.2.14
da NR 20.
- Nos locais de descarga de líquidos Inflamáveis, deverá existir fio terra apropriado,
conforme recomendações da NR 10.
- Todo equipamentos elétrico para manusear líquidos inflamáveis deverá ser
especial, à prova de exposição, conforme recomendações da NR 10.
- Líquidos inflamáveis fora da embalagem original só devem ser transportados em
embalagens apropriadas, conforme orientações do fabricante ou profissional habilitado.
5.9.2 Incompatibilidade de Armazenagem
Dependendo da combinação de produtos químicos (gases, sólidos, líquidos) podem
ocorrer reações químicas diversas, em caso de vazamentos, que podem até causar
incidentes graves com fatalidade.
A fim de evitar estas reações, cada produto perigoso armazenado em depósitos,
baias ou pátios deve ser analisado sobre possíveis incompatibilidades de armazenamento
entre os produtos existentes.
Esta análise deve ser realizada pela área responsável pelo armazenamento
envolvendo o Depto. Segurança e Meio Ambiente.
5.9.3 Manuseio de produtos químicos:
O manuseio, transporte e armazenamento de produtos químicos perigosos somente
devem ser realizados por pessoas capacitadas, seguindo as orientações das respectivas
fichas de informações de segurança.
Para manusear os produtos químicos o profissional deverá:
- Reconhecer os produtos, saber a respeito das embalagens e as necessidades de
manuseio;
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- Usar EPI’S específicos para a atividade;


- Reconhecer e identificar o ambiente adequado para o manuseio etc.
5.9.4 APR – Análise Preliminar de Riscos:
Atividades de manuseio e armazenamento de produtos químicos perigosos somente
devem ser realizadas após elaboração de uma APR – Análise Preliminar de Riscos.
5.9.5 Rotulagem
Os produtos Químicos em uso, estocados na área ou nos almoxarifados devem
possuir identificações conforme legislação vigente Explicitando as características
perigosas dos produtos na língua pátria;
Antes de manusear qualquer produto químico, os usuários devem ler e entender o
conteúdo do rótulo e ter conhecimento da FISPQ e Ficha de Emergência;
A Sinalização é de responsabilidade da área e deve atender no mínimo aos
seguintes requisitos: duráveis no ambiente onde serão utilizados (resistentes a umidade,
ambiente corrosivo e produtos químicos) para evitar que se tornem ilegíveis;
padronizados em relação a cor, forma, tamanha, tipo e que sejam de fácil identificação;

5.10 DESCARTE DE PRODUTOS QUIMICOS

Os produtos químicos e com validade vencida, ou fora de uso, devem ser


destinados adequadamente de maneira que a sua disposição seja de acordo com o
procedimento da Petrobras.
Os resíduos de produtos químicos perigosos ou contaminados devem ser
acondicionados em sacos transparentes e dispostos em tambores de 200 litros,
identificados com selo do INMETRO e destinados conforme procedimento da Petrobras.

5.11 MEDIDAS DE CONTROLE PARA DESCARTE DE PRODUTOS QUÍMICOS

- Acompanhamento de estoque versus validade dos produtos e avaliação da


possibilidade de consumo do produto no processo antes do vencimento, eliminando a
possibilidade de descarte;
- Avaliar data de validade dos produtos versus consumo antes da aquisição de
compras, reposição em pequenas quantidades para itens com tempo de validade curto;
- Possibilidade de retorno do produto químico para o fabricante ou fornecedor;
- Avaliar as informações sobre o descarte especificado na FISPQ do produto;
- Avaliar incompatibilidades do produto a ser descartado com outros produtos
próximos;
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- Possibilidade de reciclagem com o fornecedor/fabricante;


- Os locais de descarte devem ser definidos pela Área de Meio Ambiente e
Segurança do Trabalho;
- Descartes e disposição devem obedecer os requerimentos da Petrobras.

5.12 FISPQ – FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DO PRODUTO


QUÍMICO

Todo produto químico (puro, misturado, natural ou sintético) deve possuir ficha de
informação de segurança na língua pátria, como condição de aquisição, ingresso e uso,
mesmo que temporário e que atenda aos seguintes requisitos:
- Identificação do produto e fornecedor;
- Composição e informações sobre os ingredientes perigosos;
- Propriedades físico-químicas;
- Estabilidade e reatividade;
- Compatibilidade;
- Identificação dos perigos e riscos de Saúde e Segurança;
- Procedimentos de emergência (combate a incêndio, derramamento ou vazamento
acidental);
- Manuseio e estocagem;
- Controle de exposição/ proteção pessoal;
- Informações toxicológicas;
- Informações ecotoxicológica;
- Informações sobre o descarte;
- Informação sobre o transporte;
As fichas de informação de segurança dos produtos químicos devem ser mantidas
atualizadas e disponíveis nos locais de uso ( operação, armazenagem e manutenção) de
fácil acesso e no serviço de saúde. Sempre que houver revisão do documento por parte
do fabricante deve ser providenciada ficha de informação de segurança de produtos
químicos atualizados;
Nota:
Caso a ficha de informação de segurança não seja fornecida na língua pátria na
aquisição do produto, a mesma deverá ser traduzida antes do ingresso nas instalações
da Petrobras.
Para resíduos classificados como produtos químicos deve ser elaborada e mantida
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atualizada a ficha de emergência dos resíduos, na língua pátria.

5.13 INVENTARIOS DE PRODUTOS QUIMICOS

Deve ser preenchido e mantido atualizado um inventario com todos os produtos


químicos perigosos, contendo informações dos locais de armazenamento, quantidades
armazenadas, fabricante, limite de tolerância, concentração (imediatamente perigosa para
a vida e a saúde), local de todos os produtos químicos com potencial de causar
fatalidades em exposição aguda, tais como: derramamento, vazamento, incêndio,
contato, ingestão, instalação, absorção ou crônica;
Atualização é de responsabilidade do Técnico em Meio Ambiente.

5.14 SINALIZAÇÃO

Os Tanques e vasos, devem ser sinalizados com nome do produto. Tubulações e


seus pontos de conexões devem ser sinalizados com o nome e sentido de transporte do
produto químico.
A sinalização de produtos químicos deve atender no mínimo aos seguintes
requisitos:
- Duráveis no ambiente onde serão utilizados (resistentes à umidade, ambiente
corrosivo e produtos químicos);
- Padronizados em relação à cor, forma, tamanho, tipo de material e que sejam de
fácil identificação.
Os produtos químicos perigosos devem ser mantidos em seus tanques ou em suas
embalagens permanentes ou temporárias, com rótulos na língua pátria que, no mínimo,
especifiquem: nome do produto, características perigosas e “PROIBIDO FUMAR” para
substâncias inflamáveis (em atendimento a NBR 8286).
O transporte veicular de produtos químicos perigosos deve ser sinalizado em
atendimento à legislação de “Transporte de Produtos Perigosos”, contendo placa de
“Risco do Produto” e “Painel de Segurança” (em atendimento a NBR 7500).

5.15 USO DE EPI E EPC

Todos os colaboradores envolvidos em atividades, onde há necessidade de


produtos químicos fazem uso os seguintes EPI’s:
- Capacete com Jugular, Luva de látex nítrica ou PVC;
- Bota de segurança, Protetor Auricular, Óculos de Segurança.
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5.16 EMERGENCIA COM PRODUTOS QUIMICOS

Em caso de emergência seguir recomendações contidas nas FISPQ’s e instruções


do PAE (Plano de Ação de Emergência). Consultar SMS quando necessário.
Em caso de vazamento de produtos químicos, proceder ao recolhimento imediato e
informar a SMS da Petrobras, investigar, definir plano de ação para eliminar causa raiz.

5.17 SISTEMA DE DETECÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO

Os sistemas de proteção contra incêndio em áreas tais como: áreas de


armazenamento (inclusive de resíduos), laboratórios, ilhas de carregamentos, postos de
abastecimentos, áreas de processamento devem possuir projeto elaborado por
profissional habilitado, adequado às necessidades da instalação contemplando, quando
aplicável, os seguintes dispositivos:
- Rede de hidrantes e acessórios; Extintores;
- Chuveiros automáticos; Sistema de detecção; Alarme de emergência; Inertização.

5.18 GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS (EFLUENTES LIQUÍDOS)

5.18.1 Efluentes Sanitários dos escritórios e outras instalações do canteiro:


Esses efluentes serão direcionados, por rede interna, dos pontos de geração até à
fossa séptica, posteriormente esses efluentes serão recolhidos por caminhão tanque de
empresa licenciada por órgão ambiental competente, para serem encaminhados à
Estação de Tratamento de Efluentes Sanitários - ETE.
5.18.2 Sanitários Químicos
Os resíduos sólidos e líquidos provenientes das atividades orgânicas do homem
serão solucionados e coletados diariamente por caminhão à vácuo de empresa licenciada
por órgão ambiental e serão encaminhados para à Estação de Tratamento de Efluentes
Sanitários-ETE.

5.19 PLANO DE QUALIDADE DO AR

5.19.1 Emissões Atmosféricas


O monitoramento da qualidade do ar dentro das dependências da Contratante será
realizado conforme seu procedimento específico.
Este procedimento tem por objetivo avaliar a emissão de gases dos veículos
equipados com motor a diesel, através da escala de Ringelmann.
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Serão realizados, a cada três meses, o monitoramento e a avaliação da emissão de


gases dos escapamentos dos motores de combustão interna dos veículos e
equipamentos a diesel, utilizando a Escala de Ringelmann.
5.19.2 Objetivo
Este Procedimento visa a implementação de medidas de controle dos riscos de
acidente e processo construtivo que possa agredir o Meio Ambiente ou gerar Impacto
Ambiental. Avaliar a emissão de gases dos veículos/equipamentos com motor a diesel,
através da escala Ringelmann.
5.19.3 Aplicação
Este Procedimento se aplica à SIEMENS e suas subcontratadas nas atividades de
construção da SE-5140.
5.19.4 Responsabilidade
A Gerência de Obras através de sua área de Gestão de Segurança e Meio
Ambiente é responsável pela elaboração e atualização deste plano e cabe às gerências
internas aplicá-lo quando pertinente.
5.19.5 Providências e Cuidados Preventivos
- Cuidados Ambientais:
Este padrão é de natureza técnica para o controle da qualidade do ar e controle de
Meio Ambiente, tendo, portanto, todo o seu conteúdo voltado a cuidados ambientais.
5.19.6 Cuidados de Saúde e Segurança Ocupacional
- EPI’s Obrigatórios: Capacete com jugular; Mascara com Filtro; Protetor Auricular;
Bota de Segurança;
5.19.7 AS PRINCIPAIS AÇÕES DE MEIO AMBIENTE PARA OBRA
Visando a continuidade do processo de excelência das atividades da obra, foram
definidas as principais Ações de Meio Ambiente, aplicáveis a todas as frentes de serviços.
- Conscientização de todos os funcionários envolvidos diretamente na execução da
obra, com relação às condutas adequadas nos desenvolvimentos dos trabalhos, visando
a preservação e proteção ambientais.
- Conhecimento e cumprimento das leis referentes aos Crimes Ambientais, e
demais leis ordinárias, decretos, resoluções e atos federais, estaduais e municipais de
cunho ambiental. Incluem-se as penalidades previstas, que envolvem inclusive multas
e/ou reclusões para os responsáveis, seja para pessoa física ou jurídica.
- Para a preservação e proteção ambiental devem ser tomados todos os cuidados
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com qualquer forma de vida animal ou vegetal e principalmente, com a qualidade de vida
humana. Cuidados especiais devem ser tomados com o solo e com as águas superficiais
ou subterrâneas, evitando-se a poluição ou degradação, seja por erosão, assoreamento
ou contaminação. Os patrimônios arqueológicos, paleontológicos, paisagísticos,
ecológicos, artísticos etc. deverão ser considerados como tal na execução de quaisquer
obras. As atividades deverão ser desenvolvidas sempre visando à harmonização com o
meio ambiente.
- A Gerência da Obras responderá por qualquer atividade que não esteja de acordo
com a legislação ambiental federal, estaduais e municipais vigentes e com a política
ambiental da empresa.
- Deverá haver uma avaliação ou revisões periódicas da situação de cada frente de
serviço e de seu relacionamento com o meio ambiente, apontando-se suas deficiências e
seus progressos, bem como colocando-se as orientações pertinentes para a adequada
proteção, preservação e harmonização ambiental”.
5.19.8 CONTROLE DA POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA
Entre as atividades desenvolvidas para a implantação das Obras, algumas poderão
gerar poluição atmosférica, principalmente em razão da emissão de poeira e outros
produtos provenientes de escavações, bota-fora, e construções diversas, bem como pela
emissão de fumaça e substâncias tóxicas resultantes da operação de equipamentos.
Nesse sentido, a SIEMENS implantará medidas de controle obedecendo às
diretrizes para controle de poluições relacionadas a seguir:
Queima de materiais
Não poderá ser realizada a queima de lixos domésticos ou resíduos industriais na
Obra.
Controle de poeira
Durante a condução das várias atividades, tais como os movimentos de terra, e
tráfego de veículos, poderá haver a geração de poeira. Níveis elevados de poeira em
suspensão no ar constituirão num sério risco nas áreas de trânsito intenso e poderão
prejudicar a saúde dos trabalhadores, dentro dos limites da Obra.
Assim, a SIEMENS controlará a suspensão de poeira no ar, através de métodos de
estabilização temporária tais como umectação das vias de acesso à obra, disponibilizado
pela Petrobras.
No caso de utilização de processos de rega, este deverá ser repetido em intervalos
adequados de tempo, de modo a manter todas as áreas permanentemente úmidas.
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Controle e manejo de resíduos sólidos


Durante a construção da obra, uma grande quantidade de resíduos sólidos será
gerada ressaltando-se o lixo produzido nos escritórios, o entulho, descarte e refugo
resultante das diversas frentes e etapas de trabalho.
Esses resíduos deverão ser dispostos conforme sua classificação e atendendo aos
dispostos na legislação correspondente e nas normas da ABNT.

5.20 MEDIÇÃO DE GASES DE VEÍCULOS EQUIPADOS COM MOTOR DIESEL

TABELA DE ÍNDICE DE MEDIÇÃO

1º Posicione-se de costas para o sol e segure o cartão com o braço totalmente


estendido.
2º Compare a fumaça (vista pelo orifício) com o padrão colorimétrico, determinando
qual a tonalidade da escala que mais se assemelha com a tonalidade (densidade) da
fumaça.
3º Para a medição de fumaça emitida por veículos, o observador deverá estar a uma
distância de 20 a 50m do tubo de escapamento a ser observado.
4º Para a medição de fumaça emitida por chaminés, o observador deverá estar a
uma distância de 30 a 150m da mesma.
PADRÃO DA ESCALA:
1- O grau de enegrecimento da fumaça de fontes estacionárias não poderá exceder
o padrão n º 1, salvo nas situações previstas na legislação (Legislação estadual de São
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Paulo).
2- O grau de enegrecimento da fumaça de veículos movidos a óleo diesel, em
qualquer regime de funcionamento, não poderá exceder ao padrão n º 2 para veículos em
localidades até 500 metros e veículos de circulação restrita a centros urbanos, em
qualquer altitude. E o padrão n º 3 para veículos em localidades acima de 500 metros de
altitude (Legislação Federal - CONTRAN 510 DE 15.02.77 e portaria MINTER GM/N. 100
DE 14 07 80).
- O ensaio é considerado válido se a diferença entre a maior e a menor leitura não
for superior a uma unidade da escala Ringelmann.
- O resultado da medição equivale ao número que mais vezes se repetiu dentre as
07(sete) leituras.
- O grau de enegrecimento da fumaça do veículo, em qualquer regime de
funcionamento, não poderá exceder ao padrão nº 2 da escala Ringelmann.
- Se o resultado for maior ou igual a 3 (três), o responsável pela medição deverá
contactar o responsável pela manutenção ou contrato do veículo para realização de
manutenção no veículo. Nestas condições o veículo não será aceito para circulação nas
áreas da Petrobras.
Caso haja qualquer não conformidade em relação a esta avaliação, os veículos e/ou
equipamentos deverão ter suas atividades suspensas imediatamente e serem
encaminhados à manutenção. Após, estes serão reavaliados e estando em conformidade,
retornarão às frentes de serviço.
Deverá ser efetuada nova medição no veículo após seu retorno da manutenção.
5.20.1 O Gerenciamento Ambiental
Deve propor e assegurar a adoção de tecnologias limpas, seguras e
economicamente viáveis, permitindo o uso racional dos insumos, minimizando riscos de
emissões gasosas, o lançamento inadequado de efluentes líquidos e de resíduos sólidos
decorrentes das atividades a serem executadas: supressão vegetal, limpeza da área
terraplenagem, cortes / aterros ou tráfego constante de equipamentos pesados. O
responsável pelo Gerenciamento e Controle Ambiental para a Construção deve, ainda, ter
em vista que, as funções de Conservação e Preservação Ambientais, são de
responsabilidade de todos os colaboradores da Obra, a partir de superintendente,
gerentes, supervisores, engenheiros, técnicos, encarregados, operadores, até o ajudante
mais simples.
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5.20.2 Condução das Políticas Ambientais – Conscientização e Inspeções


Capacitação do Responsável pelo Acompanhamento Ambiental da Obra
Em cada avaliação ambiental a ser efetuada na Obra, deverá ser avaliado também o
desempenho dos profissionais envolvidos com a área ambiental, tanto na parte de
gerenciamento, como na parte de inspeção e acompanhamento direto da Obra.
O Programa de Treinamento Ambiental
Como principal ferramenta na condução das políticas ambientais da construtora,
tem-se o desenvolvimento e implantação de um Programa de Treinamento Ambiental.
Rotinas de Inspeções e Acompanhamentos
Como rotinas de inspeções e acompanhamento do controle ambiental, praticado na
Obra.
5.20.3 Relatório de Atividades
Serão relatadas, trimestralmente, as atividades realizadas (inspeções,
acompanhamento, treinamento); campanhas de conscientizações específicas; auditorias
e vistorias oficiais; demais assuntos ambientais; documentação fotográfica – aspectos
importantes, anteriores às intervenções, durante as obras e após a recomposição.
5.20.4 Atribuições e Responsabilidades
Os profissionais que conduzem as práticas de Segurança do Trabalho ou de
Controle de Qualidade nos processos de construção são, normalmente, os que têm maior
facilidade para assimilação e aplicação das práticas ambientais, por já conviverem, em
seu cotidiano de trabalho com normas, regulamentações, procedimentos executivos etc.
No entanto, haverá um profissional na Obra, com experiência em acompanhamento
ambiental para ser o centralizador de todas as informações a serem recebidas ou
enviadas.
Nas obras poderão ser identificados colaboradores, em cada frente de serviço, que
voluntariamente, poderão auxiliar o profissional responsável pelo acompanhamento
ambiental na Obra. Estes colaboradores fornecerão informações ambientais aos demais
integrantes da frente, repassando as orientações recebidas do profissional responsável.
Elaborar Relatórios Periódicos do Acompanhamento Ambiental;
Garantir que os procedimentos executivos vinculados à preservação e proteção
ambiental sejam elaborados e estejam disponíveis em todos os locais da Obra, em sua
última revisão;
Participar de reuniões, discutindo os problemas e apontando soluções, utilizando os
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instrumentos de acompanhamento de obras;


Participar de reuniões, vistorias, auditorias, desenvolvendo e aplicando as medidas
ambientais, inclusive para atendimento da Política Meio Ambiente e demais exigências
contratuais ou de órgãos ambientais;
Informar ao Gestor de Segurança e Meio Ambiente de imediato, qualquer ocorrência
ou risco iminente que possa atingir o meio ambiente.
5.20.5 Considerações Finais
Caso haja qualquer não-conformidade em relação a esta avaliação, os veículos e/ou
equipamentos deverão ter suas atividades suspensas imediatamente e serem
encaminhados à manutenção. Após o reparo, eles serão reavaliados e estando em
conformidade, retornarão às frentes de serviço.

5.21 EDUCAÇÃO AMBIENTAL

A educação ambiental se constitui numa forma abrangente de educação, que se


propõe atingir todos os colaboradores, através de um processo pedagógico participativo
permanente que procura incutir no colaborador uma consciência crítica sobre a
problemática ambiental, compreendendo-se como crítica a capacidade de captar a
gênese e a evolução de problemas ambientais.
Programa de Educação Ambiental será realizado por CAMPANHAS EDUCATIVAS,
estas serão realizadas freqüentemente, a fim de envolver os colaboradores com
abordagens ambientais além do universo corporativo, para que ele possa entender e
perceber a realidade dos problemas ambientais atuais e passar a agir de forma ativa na
preservação do meio ambiente seja no trabalho, no lar, no lazer, na escola, etc. As
campanhas acontecerão em datas comemorativas, como, por exemplo, o Dia da Água, o
Dia da Árvore, o Dia do Meio Ambiente, ou quando houver a necessidade especial de se
trabalhar um tema específico.
Serão realizadas de forma a interagir com os colaboradores e o meio ambiente
através de filmes, documentários, palestras, entre outros.

5.22 TREINAMENTO

5.22.1 Treinamento Introdutório Ambiental


O Treinamento Introdutório Ambiental será realizado no momento da admissão a
todos os novos colaboradores e de empresas subcontratadas. Tem como objetivo,
conscientizar os colaboradores sobre as condições gerais de trabalho, enfocando
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principalmente os procedimentos internos da empresa e da Contratante, o cumprimento


da Legislação vigente, a preservação do Meio Ambiente, entre outros.
Compõem o conteúdo programático do Treinamento Introdutório Ambiental os itens
abaixo:
- Gestão Ambiental;
- SGA-Sistema de Gestão Ambiental;
- Política Ambiental da Contratante;
- Aspectos e Impactos Ambientais;
- ISO 14.001;
- Objetivos e Metas Ambientais;
- Conservação da Fauna e Flora;
- Gestão de Recursos Hídricos
- Gestão de Resíduos, Padronização das Cores dos Coletores e Coleta Seletiva;
- Educação Ambiental;
- Monitoramento da Qualidade do Ar;
- Procedimentos Ambientais da empresa;
- Procedimentos Ambientais da Contratante.
5.22.2 Treinamento de Reciclagem
O Treinamento de Reciclagem é ministrado nas seguintes situações:
- Quando houver revisão nos procedimentos ambientais da empresa;
- Quando houver revisão nos procedimentos ambientais da Contratante;
-Quando houver falhas ou não cumprimento dos procedimentos ambientais
adotados por parte de algum colaborador;
- Quando do início de novo contrato.

5.23 INSPEÇÕES AMBIENTAIS

As Inspeções Ambientais serão realizadas semanalmente na obra ou quando


houver necessidade. Estas serão realizadas pelo Técnico em Meio Ambiente
acompanhado, quando possível, do responsável pela área (Encarregado).
O Acompanhamento Diário de Meio Ambiente é a aplicação de uma lista de
verificação na frente do serviço retratando os principais pontos positivos e negativos
referente ao meio ambiente e suas inter-relações, evidenciando se estão acondicionando
o resíduo no coletor apropriado, se a área está limpa, entre outros itens.
As atividades de Meio Ambiente serão acompanhadas pelo Técnico em Meio
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Ambiente, fornecendo todo o suporte necessário para o cumprimento dos requisitos


legais, normativos e procedimentos internos.

5.24 PLANO DE MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO DE CANTEIRO

5.24.1 Introdução
O plano de mobilização e desmobilização foi desenvolvido para proporcionar
evolução dos trabalhos operacionais, administrativos e técnicos, mantendo-se assim um
controle direto entre o previsto no plano e o realmente executado.
5.24.2 Objetivo
O suporte principal deste plano de mobilização é a disponibilidade de recursos da
Empresa, proporcionando segurança, eficiência e rapidez no suprimento inicial da
mesma. Com está disponibilidade de mão de obra, materiais, equipamentos, ferramentas
e acessórios, é que se poderão garantir as condições de imediata mobilização e operação
na obra, sem prejuízo para as datas pré-fixadas para início e conclusão das etapas do
empreendimento.
Instituir para que na construção no Canteiro, deve executar a intervalos definidos:
- Avaliações dos procedimentos ambientais em suas atividades;
- A finalidade desta avaliação é detectar, antecipadamente, situações que poderão
levar a danos ambientais e suas conseqüências, hoje bastante severas com relação à
legislação ambiental. Antecipando-se aos problemas, as medidas ambientais aplicáveis
terá maior eficácia;
- Avaliações dos procedimentos de segurança do trabalho em suas atividades;

- A finalidade desta avaliação é a de gerar informações para a análise de


conformidade da utilização de procedimentos seguros de trabalho e orientar as ações de
melhoria necessárias a cada atividade;
- Avaliações da satisfação dos seus Clientes Externos;
- Esta avaliação busca através da análise individual ou coletiva das informações
colhidas junto aos diversos clientes, fornecer subsídios para a implementação de ações
que possam incrementar o grau de satisfação em relação aos serviços prestados pela
Empresa;
- Avaliações da satisfação dos seus Clientes Internos (Clima Organizacional);
- Esta avaliação além de evidenciar a preocupação da Empresa para com seus
funcionários busca fornecer dados que permitam através da sua análise, preparar um
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plano de ação que possibilite construir a cada dia uma Empresa melhor;
- Análise contínua da qualidade dos principais serviços em execução;
- Este acompanhamento visa que os serviços em execução por parte da SIEMENS
ou de terceiros:
5.24.3 Mobilização da equipe para obra
Um dos fatores de maior relevância na implantação de uma obra é o seu plano de
mobilização, devido à agilidade inicial a ser transmitida aos diversos setores de produção,
garantindo-se os níveis de qualidade e de prazo propostos.
Nestes aspectos, a Proponente conta com facilidades locais da maior importância,
não só relativas às atividades de mobilização e instalação da obra, como também,
durante a sua realização, uma vez que já executou obras de porte similares ao objeto
desta licitação na Petrobras.
Assim sendo, os três aspectos fundamentais que caracterizam o plano de
mobilização, estabelecido para a obra, compreendendo os aspectos administrativos,
operacionais e técnicos, serão atendidos plenamente pela estrutura que a Proponente
manterá neste Canteiro de Obras.
5.24.4 Mobilização Administrativa
São consideradas sob o aspecto administrativo, todas as providências destinadas à
mobilização dos recursos para execução da obra, dentro das rotinas, normas e infra-
estruturas administrativas.
Nestas condições, no plano de mobilização, conforme rotina interna da Empresa
Proponente prevê-se a designação de uma equipe representada por cada um dos setores
administrativos, que atuará desde o primeiro dia até a total implantação dos mesmos na
obra. Quais sejam:
- Comunicação;
- Enfermaria;
- Departamento de pessoal;
- Almoxarifado;
- Segurança do trabalho e Meio Ambiente.
A designação dos elementos dessa equipe será efetuada em seguida à recepção da
Ordem de Serviço, sendo escolhidos dentre os componentes do seu quadro permanente,
permitindo um rápido início dos trabalhos da obra.
Para a coordenação dos setores administrativos, serão destacados elementos da
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Empresa que já dispõem de grande conhecimento das rotinas internas, e experiência em


obras similares, em termos das peculiaridades das mesmas.
5.24.5 Mobilização Operacional
Sob este aspecto, será considerada a assinatura da Ordem de Serviço, implantação
inicial do canteiro de obras, o suprimento de materiais, equipamentos e mão de obra.
Assim sendo, serão atacados prioritariamente os trabalhos de construção das unidades
do canteiro de obras e serão iniciadas as atividades de recrutamento de pessoal. Além
dos recursos de mão de obra, serão deslocados equipamentos considerados como
básicos, para início da obra obedecendo ao Cronograma.
Portanto, através dos recursos disponíveis na matriz da Empresa e em suas sedes
regionais, garante-se um plano de mobilização rápido e eficiente, onde as movimentações
iniciais ocorrerão no campo, já sob o comando de elemento de larga experiência neste
tipo de trabalho.
5.24.6 Mobilização Técnica
São considerados aspectos técnicos todo suporte de planejamento, que se faça
necessário e que garanta a eficiência de um plano de mobilização. Serão programados os
serviços iniciais e dimensionados os recursos de materiais, equipamentos, ferramentas,
utensílios e acessórios, e a própria mão de obra, que deverão ser deslocados de
imediato, na fase inicial.
Além de efetuar este dimensionamento, será acompanhada a chegada destes
recursos e a própria performance e evolução destes trabalhos de campo, mantendo-se
assim um controle direto entre o previsto no plano e o realmente executado, objetivando-
se com isso corrigir, em tempo, eventuais distorções iniciais no desenvolvimento inicial
dos trabalhos.

5.25 ANTEIRO DE OBRAS

A premissa básica adotada pela Proponente ao definir as diversas instalações e


áreas destinadas ao Canteiro, compreendendo todas as edificações, áreas e facilidades,
destinadas ao seu uso durante a execução do empreendimento. Orientou-se segundo a
meta de se alcançar um atendimento funcional e suficiente dos diversos setores de
produção e apoio.
Além disso, estabeleceu-se um aproveitamento racional da área compatibilizando-se
a distribuição das diversas unidades em perfeita conformidade e facilidade de
deslocamento, face ao estudo do fluxo de veículos e equipamentos que deverão atender
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à obra.
A Proponente passa a descrever as instalações de acordo com suas características
principais, e seu respectivo layout.
O canteiro de obras estará localizado na área disponibilizada pela Petrobras, junto
ao local das obras, e a proponente está prevendo a instalação de banheiros químicos
junto das frentes de serviço.

5.26 PROJETOS BÁSICOS DAS EDIFICAÇÕES

Devido às características decorrentes da execução do empreendimento, foram


cuidadosamente analisados as diversas alternativas de edificações destinadas ao
Canteiro de Obras, chegando-se a uma solução racional para definição de áreas e das
instalações projetadas.
Neste enfoque, prevê-se o enquadramento das instalações e edificações em grupos
principais, em função da finalidade a que se destinam, destacando as instalações
administrativas (escritórios, ambulatório, almoxarifado).
5.26.1 Instalações Administrativas
As instalações administrativas disponíveis neste canteiro agregam todas as
edificações destinadas ao uso de setores burocráticos e de supervisão e atenderão a
todas as obras de objeto desta licitação.
Escritório Administrativo
Além da finalidade de concentrar diversos setores que, no decorrer dos trabalhos
dependam de uma maior proximidade entre si para troca e processamento de
documentos administrativos, e informações de nível de supervisão e controle, o
aproveitamento da edificação visa englobar todos os serviços burocráticos decorrentes
das atividades técnico-administrativas.
As necessidades de áreas foram estabelecidas de acordo com o número de
funcionários a serem lotados nas diversas seções, guardando uma área aproximada de
5,0 m²/pessoa, conforme já mencionado, dentro dos padrões usuais da Proponente e das
Normas de Higiene e Trabalho.
A Proponente fará uso, como Escritórios Administrativos, de quatro containers
distribuídos da seguinte maneira:
- 1 Unidade para a administração da obra;
- 1 Unidade para o setor de segurança do trabalho e Meio Ambiente;
- 1 Unidade para o Ambulatório;
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5.26.2 Instalações de Apoio


As instalações de apoio no Canteiro de Obras são constituídas por todas as
unidades ligadas indiretamente à produção.
O projeto desenvolvido com o dimensionamento visou, primordialmente, uma
racional distribuição das áreas, facilidades de acesso e capacidade de atendimento.
Almoxarifado
No desenvolvimento do projeto das instalações destinadas ao uso da seção do
Almoxarifado, a Proponente optou pela divisão em setores específicos e distintos, em
função da destinação dos materiais estocados em suas dependências.
5.26.3 INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS
O Canteiro Industrial compreende todas as edificações de apoio e ou geração das
unidades de produção, englobando o suprimento de formas e armação.

5.27 LOGÍSTICA DE APOIO À OBRA

A Proponente entende que a Logística de Apoio à Obra constitui-se em uma


estrutura essencial à execução dos serviços, devendo ser criteriosamente planejada, de
modo a atender plenamente às necessidades.
Tendo em vista a viabilização e conseqüente concretização do planejamento
executivo, a Proponente contará com a atuação conjunta de diversas áreas que, com a
estrutura própria da obra, promoverão o avanço inicial dos serviços e seu
desenvolvimento. Tal procedimento garantirá a qualidade técnica e a execução dentro
dos prazos propostos, e em conformidade com os padrões administrativos da Empresa.
A logística de apoio adotada para a execução das obras será detalhadamente
exposta através dos itens a seguir:
- Recursos Locais;
- Recursos Humanos;
- Recursos Materiais;
- Recursos de Equipamentos;

5.27.1 Recursos Locais


Para a execução das obras a Proponente, através de sua equipe técnica, realizou
uma visita ao local, com o objetivo de identificar os recursos existentes na região, e,
desta forma, identificar as necessidades da mesma quanto à realização dos serviços.
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5.27.2 Recursos Humanos


A experiência adquirida pela Proponente em obras similares às da presente
licitação, tornou possível o estabelecimento de padrões próprios de disciplina
administrativa, que no tocante aos Recursos Humanos, traduz-se na política atualmente
adotada.
Para a identificação do Plano de Recursos Humanos em seus aspectos mais
abrangentes, serão expostos, a seguir, os principais procedimentos previstos:
Recrutamento e Seleção de Mão-de-Obra
A Proponente dispõe de diferentes métodos de recrutamento e seleção de pessoal
para o seu quadro funcional, e adotará o mais adequado em função de cada categoria de
mão-de-obra necessária.
Assim sendo, para o nível superior, ou seja, técnicos, encarregados de setor,
engenheiros e pessoal de formação universitária, o método a ser utilizado consistirá no
aproveitamento de elementos pertencentes ao próprio quadro de funcionários da
Empresa, tendo em vista a necessidade de que os mesmos estejam plenamente
engajados na filosofia e nos padrões de disciplina administrativa da mesma.
Contudo, eventuais necessidades de pessoal poderão ser supridas através de
recrutamento veiculado em anúncios postos em jornais de grande circulação, que
solicitarão o envio de currículo dos candidatos. Após análise dos currículos, os candidatos
que apresentarem melhores condições de conhecimento e experiência serão convocados
para entrevista.
O nível médio, compreendendo chefes de seção, feitores e operários
especializados, a princípio, fará uso de pessoal integrante do quadro regular de
funcionários da Proponente, através de transferências de outras obras; contudo, será
permanentemente mantido um esquema de recrutamento e seleção do pessoal, para
suprir eventuais necessidades.
O recrutamento será feito através de anúncios em jornais de grande circulação. Os
candidatos deverão se apresentar nos escritórios da Proponente, para que seja realizado
o processo seletivo, sendo entrevistados por recrutadores especializados, que, além da
entrevista, analisarão os currículos e a documentação apresentada. Após a entrevista,
seleção, exame médico e admissão, os candidatos aprovados serão encaminhados ao
responsável administrativo da obra.
Para o pessoal de nível básico, ou seja, serventes e oficiais em geral, haverá
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recrutamento de acordo com o exposto a seguir.


- Preferencialmente o recrutamento será efetuado na cidade de Itaboraí, sendo que,
se no caso do não preenchimento das vagas existentes, estas serão complementadas
através de recrutamento em outros centros, com disponibilidade de contingente.
- As fontes de divulgação serão jornais populares, que convocarão os candidatos a
se apresentarem para seleção em locais pré-determinados.
- Após a seleção, os operários serão encaminhados para exame médico,
finalizando, assim o processo seletivo.
Para garantir a fixação do efetivo, a Proponente manterá um programa com objetivo
de oferecer atendimento e apoio ao pessoal, garantindo, com isto, a fixação do mesmo,
pois entende ser de grande prejuízo a rotatividade excessiva, quer seja pelos operários,
quer pelo pessoal técnico-administrativo.

5.27.3 Recursos Materiais


Tendo em vista a necessidade de um fluxo contínuo de insumos com impacto direto
no desenvolvimento da obra, será dada atenção especial ao sistema de suprimento de
materiais, explicitado neste item.
Com o recebimento da Ordem de Serviço, de imediato será acionado o sistema de
suprimentos, para aquisição dos materiais, que deverão ser obtidos de empresas
idôneas, que ofereçam confiabilidade à Proponente e ao Cliente, e que garantam,
também, um alto grau de qualidade do material, e pontualidade na entrega dos produtos
objeto de seu fornecimento, para um bom andamento dos serviços.
Os materiais básicos serão objeto de programação antecipada, com revisões
periódicas, possibilitando a elaboração de contratos com fornecedores credenciados e
aprovados pela Proponente.
A garantia de cumprimento das programações de recebimento de insumos far-se-á
através de comunicados aos fornecedores, estabelecendo os níveis de consumo
quinzenais, mensais e trimestrais.
Será dada especial atenção à chegada dos materiais à obra, quando serão
rigorosamente inspecionados quanto à sua conformidade, ou quaisquer danos que
comprometam sua qualidade. Constatada qualquer deficiência, os mesmos serão
rejeitados, separados e devolvidos aos fabricantes, que deverão providenciar de imediato
sua reposição.
Todos os materiais a serem utilizados na obra serão adequadamente armazenados,
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respeitando-se as recomendações dos fabricantes e/ou fornecedores, de modo a garantir


a preservação de suas especificações e qualidade.
Fontes de Suprimento
Em princípio, os materiais serão preferencialmente adquiridos dos fornecedores da
região. Caso o mercado local não disponha de todos os materiais necessários à
execução da obra, estes poderão ser comprados em outras localidades.
Os principais materiais serão supridos de acordo com as orientações seguintes:
- Madeiras para Formas
Toda madeira a ser utilizada na confecção de formas, compreendendo chapas de
madeira e peças estruturais, será adquirida diretamente do comércio atacadista
especializado na região.
- Brita
Na definição da política a ser adotada para o suprimento da brita necessária à
execução da obra, a Proponente optou pelo suprimento de brita feito por pedreira
instalada na região de Itaboraí – RJ.
- Cimento
Para usos diversos, será utilizado cimento em saco, adquirido no comércio local.
- Combustíveis
Os combustíveis e lubrificantes serão adquiridos de fornecedores de varejo local.
- Energia Elétrica
O canteiro de obras será abastecido por energia elétrica via gerador a diesel de
propriedade da SIEMENS.
- Água Industrial e Potável
A água industrial será disponibilizada com a contratação de caminhões tanques pela
própria SIEMENS. A água potável será adquirida no comércio local.
Procedimentos de Pré-Qualificação e Compras de Materiais
A sistemática exposta a seguir foi testada pela Proponente em diversas obras
executadas, inclusive quando da execução das Obras Civis – Etapa I, II e III, tendo sido
aperfeiçoada ao longo do tempo, sendo, portanto, um procedimento comprovadamente
eficiente.
A pré-qualificação dos fornecedores será desenvolvida desde o início da obra. Cada
fornecedor será analisado sob os seguintes aspectos: capacidade técnica, histórico de
fornecimentos anteriores, meios de produção, disponibilidade, prazo de entrega e controle
de qualidade.
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Feita a pré-qualificação, serão identificados os diversos fabricantes e/ou


fornecedores em condições de apresentar cotação, procedendo-se seu cadastramento,
de modo a possibilitar maior rapidez de atendimento. O pedido de cotação será realizado
tendo como base às características do material ou equipamento desejado, e a indicação
das condições de fornecimento. Nesse pedido, constarão de maneira clara os limites do
fornecimento, deixando bem caracterizados os serviços que estão incluídos no escopo da
cotação, alem das informações que permitirão a terceiros a complementação do
atendimento e as condições a serem atendidas pelo fornecedor.
Após o recebimento das propostas, será iniciado o processo de compra, que
compreenderá as seguintes etapas: análise das propostas, julgamento das propostas,
emissão do resumo de coleta de preços, emissão do parecer técnico e emissão do pedido
de fornecimento.
No Almoxarifado da obra, após o recebimento do material, será feita a aceitação de
compra/serviço, através do confronto da nota fiscal com as informações do pedido do
fornecimento. A aceitação final far-se-á após os testes, quando necessários, ou após a
verificação do desempenho, quando se aplicar, dentro do período determinado para cada
equipamento e/ou material.
O armazenamento será executado em local que apresente condições adequadas à
estocagem e manuseio dos materiais e equipamentos, com controle através dos
seguintes documentos: relação de entrada de material, requisição de material, resumo de
requisição de material, ficha de prateleira e ficha de controle de estoques.
Controle de Materiais
O controle de materiais a serem utilizados pela equipe do Almoxarifado
compreenderá as seguintes atividades:
- Supervisão e coordenação dos serviços de compra, almoxarifado e transporte,
dentro do plano geral de aquisição de materiais.
- Realização mensal do inventário de materiais.
- Elaboração da relação de notas fiscais recebidas no dia anterior e
encaminhamento à Superintendência da Obra, que, após visá-las, fará a emissão à
Divisão Administrativa.
- Retirada de materiais do Almoxarifado somente através de requisição interna de
materiais, com assinaturas autorizadas pela Superintendência da Obra.
- Lançamento em fichas de estoque dos materiais comprados, através de nota
fiscal(entrada), e baixa através de requisições internas de materiais(saída), diariamente.
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- Recebimento e catalogação das solicitações de compra.


- Preparação, realização e coletas para aquisição dos materiais solicitados.
- Contratos com fornecedores para que os materiais comprados sejam entregues
nos prazos estabelecidos.
- Controle da chegada de material à obra, observando as especificações e
quantidades, não devendo ser aceito material em desacordo com o período e/ou com as
Normas da ABNT.
- Recebimento e guarda de materiais, máquinas, equipamentos, móveis e utensílios,
em locais apropriados.
- Manutenção de guarda sobre os estoques de materiais.
- Manutenção das fichas de estoque atualizadas, e por item de mercadoria.
Qualquer irregularidade deverá ser comunicada imediatamente ao fornecedor,
através de carta, onde deverá ser solicitada a reparação da falha. Qualquer dúvida
quanto à qualidade do material, deverá ser apresentada ao Superintendente da Obra, que
decidirá pela aceitação ou não do material em questão.

5.27.4 Recursos de Equipamentos


Os equipamentos deverão ser enviados aos locais de operação em perfeito estado
de conservação e funcionamento, alguns novos ou totalmente reformados, e outros
inteiramente revisados, o que garantirá sua pronta utilização, bem como a obtenção das
performances a que foram dimensionados.
Estrutura de Manutenção
A SIEMENS não terá em seu canteiro de obras uma estrutura para executar
serviços de manutenção de máquinas e equipamentos trabalhando na obra pois estes
sofrerão as intervenções em oficinas de manutenção localizadas em Itaboraí
Logística de Abastecimento
O abastecimento de combustível será efetuado através de Caminhão
Comboio/Tanque.
Lubrificação
Todas as atividades necessárias à correta e necessária lubrificação de cada
equipamento serão procedidas fora da área do Canteiro de Obras.
Serviços de Borracharia
Os diversos serviços de borracharia, compreendendo pequenos reparos, trocas, e
outros, deverão ser executados por empresas locais prestadoras deste tipo de serviço
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fora da área da Petrobras.

5.27.5 Limpeza Final da obra e desmobilização


Mesmo tendo sido rigoroso no transcorrer de todo o contrato, com a limpeza da
obra, após o término dos serviços contratuais e juntamente com a desmobilização, se
executará a limpeza de entrega da obra, tomando o cuidado de verificar item por item e
certificando-se de ter atendido todo o escopo do contrato.
Esta atividade envolverá todos os funcionários da obra e consistirá de demolição
das edificações construídas, conforme instruções constantes nas instruções aos
proponentes.
Serão desmontadas as edificações que forem possíveis (de madeira ou container) e
as demais demolidas, utilizando-se equipamentos, quando for esta a solução. Os
entulhos e restos das construções serão carregados por carregadeira ou manualmente,
dependendo da situação e transportados por caminhões basculantes para o bota fora. As
redes elétricas e hidráulicas serão desmontadas.

6. RESPONSABILIDADES

6.1 GESTOR DE CONTRATO E DEMAIS ENCARREGADOS


- Disponibilizar os recursos para assegurar a implementação deste Plano, de forma
a atender os quesitos contidos neste documento;
6.2 TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE
-Conhecer, cumprir e fazer cumprir as legislações aplicáveis e os procedimentos
constantes neste Plano;
-Treinar todos os integrantes do empreendimento quanto aos processos,
procedimentos e à legislação aplicáveis;
-Verificar a efetiva implantação deste plano;
-Definir conjuntamente, com o Gestor de Contrato e demais Encarregados, os locais
de armazenamento de materiais, resíduos, equipamentos e produtos químicos que
integram os procedimentos;
-Manter toda a documentação necessária atualizada para auditorias internas, do
cliente ou de órgãos ambientais.
- Disponibilizar a todas as partes interessadas informações de segurança sobre os
produtos químicos em uso na área;
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6.3 DEMAIS COLABORADORES


- Conhecer e cumprir os procedimentos e as legislações aplicáveis;
- Participar dos treinamentos;
-Seguir as orientações do Técnico em Meio Ambiente, dos Técnicos de Segurança,
Qualidade, Supervisores e Encarregados.
6.4 SEGURANÇA DO TRABALHO
- Fornecer apoio técnico para a identificação de perigos e riscos, para identificação
do meio de prevenção.
- Especificar os equipamentos de proteção individual e os métodos de proteção
coletiva para a realização de trabalhos que necessitem de sistemas de identificação e
bloqueio, como forma de controle de riscos, baseado em critérios técnicos que atendam
ao especificado pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
6.5 SETOR DE COMPRAS E ALMOXARIFADO
- Orientar e fazer cumprir o procedimento de produtos químicos em seu setor.
- Exigir dos fabricantes / fornecedores as FISPQs dos produtos químicos, também
que os produtos sejam identificados, que as embalagens sejam seguras, para repassá-las
as áreas usuárias.
- Manter estreito contacto com os transportadores e distribuidores de produtos
químicos, orientando para que estes estabeleçam as fichas de emergências no transporte
e quanto ao treinamento dos usuários (motoristas e ajudantes) das fichas de emergências
em casos de anomalias

7. ORIENTAÇÃO DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE

Não se aplica.

8. REGISTROS

Não se aplica.
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9. FORMULÁRIOS
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10. ANEXOS

Não se aplica.